Page

Category startup

Natura prorroga prazo de inscrição para o programa de aceleração de startups

A Natura, em parceria com o CESAR, prorrogou as inscrições para os interessados em participar do primeiro Programa de Aceleração de Startups da empresa. O prazo final é dia 17 de junho e os candidatos podem fazer o cadastro em: www.natura.com.br/startups

O objetivo do Programa de Aceleração é estimular o crescimento de startups em segmentos de mercado de interesse da Natura, contribuindo para acelerar a inovação e superação de desafios dentro da empresa, em uma relação de colaboração e incentivo mútuo. Na chamada pública para participação, as startups terão que propor soluções para desafios estratégicos da Natura, já mapeados para o programa e comunicados no portal.

“Acreditamos que esta iniciativa contribui para o desenvolvimento do ecossistema de startups no país, ajudando no desenvolvimento e amadurecimento para que elas se tornem mais competitivas no mercado”, afirma Luciano Abrantes, diretor de inovação digital da Natura.

As startups pré-selecionadas passarão por um Comitê de Investimentos, realizado em parceria com o CESAR.Labs, programa de aceleração de empresas do CESAR, no qual serão avaliadas as necessidades das empresas selecionadas e o aporte de recursos financeiros, em parceria com investidores-anjo, no valor de até R$ 100 mil. A partir da assinatura do contrato, serão nove meses de aceleração, no qual a Natura irá contribuir para o desenvolvimento dessas empresas por meio da proposição de desafios, apoio e execução do programa e mentorias com executivos ao longo da duração do programa. Ao fim do ciclo, as startups poderão ser contratadas pela Natura como parceiras.

A iniciativa faz parte do Programa Natura Startups, lançado em 2016, com o propósito de fomentar a cultura inovadora dentro da Natura e incentivar o empreendedorismo e o ecossistema de startups envolvidos com a empresa.

Sobre o Programa Natura Startups

Lançado em 2016, o Programa Natura Startups reforça a atuação da companhia no ecossistema de inovação, uma ferramenta relevante para fomentar o empreendedorismo e gerar novas oportunidades e conexões. No ano passado, mais de 100 empresas se inscreveram no programa, das quais 14 firmaram contrato para teste-conceito e três se tornaram fornecedoras da empresa. No primeiro semestre de 2018, já recebemos mais de 30 novas inscrições em nosso portal.

Inscrições: até 17 de junho

Site: www.natura.com.br/startups

Tags, , , ,

Última semana para inscrições no EDP Starter Brasil 2018

Startups de qualquer região do País só têm até o próximo dia 31 de maio para se inscreverem na segunda edição do EDP Starter Brasil, programa de aceleração voltado a empreendedores com soluções para o setor de energia. Interessados podem se cadastrar no www.edpstarter.com/brasil.

As equipes escolhidas durante o processo de seleção terão acesso a uma estrutura completa para suportar o desenvolvimento do seu negócio, com consultoria especializada em inovação, mentoria de executivos da EDP e de especialistas do mercado, espaço de coworking no Wework, e assessoria em diversas áreas de negócio, customizadas para as necessidades de cada empreendedor. Um dos principais diferenciais do programa é a possibilidade de investimento de até R$ 10 milhões nas startups participantes.

Além de conquistarem uma entrada no mercado de energia, as participantes passam a integrar a comunidade global do EDP Starter. Dentro do ecossistema, terão acesso a diversas oportunidades, como a possibilidade de desenvolvimento de projetos piloto financiados pela EDP, abertura a novos mercados, como a Europa, com mentoria internacional e participação em outras competições, entre elas o Seed Race e o EDP Open Innovation, além de um potencial investimento por meio da EDP Ventures, fundo de capital de risco do Grupo.

“Ao ingressarem no programa, as startups passam a fazer parte de uma comunidade global de apoio ao empreendedorismo. Atualmente, temos cinco empresas brasileiras em nosso portfólio, parte delas provenientes da última edição do EDP Starter, e estamos desenvolvendo projetos piloto com quatro delas, com resultados promissores”, ressalta Lívia Brando, gestora de inovação da Companhia.

Nessa edição, o EDP Starter está em busca de novas ideias em seis temas estratégicos: Soluções com Foco no Cliente, Inovação Digital, Energias Renováveis, Armazenamento de Energia, Redes Inteligentes e Soluções de suporte para áreas que não são core business. Para exemplificar, algumas das principais soluções seriam nas áreas de Mobilidade Elétrica, Baterias, Analytics, Gestão de Energia, Modelos de Predição, Internet das Coisas, Realidade Aumentada, Inteligência Artificial, BlockChain, Meios de Pagamento, entre outras.

A iniciativa foi organizada em conjunto com a Tropos Lab, consultoria de inovação que participará diretamente do processo de seleção e desenvolvimento das startups, com aplicação de metodologia própria, além de disponibilizar seus mentores especializados para auxiliar as equipes ao longo de todo o programa.

Etapas do Processo

Após avaliação dos formulários de inscrição e das entrevistas, serão classificadas dez startups para participar de um Bootcamp de dois dias. Nesta primeira fase do programa, os empreendedores participarão de um PitchFest para apresentarem suas ideias à EDP, e cinco empresas serão selecionados para continuar na próxima etapa.

As escolhidas passarão, então, por um processo de aceleração e desenvolvimento durante três meses. O programa contempla a validação do modelo de negócio, criação de proposta de projeto-piloto, validação da solução junto à EDP, além das mentorias especializadas para suportar o desenvolvimento dos modelos de negócio visando escala comercial.

O EDP Starter terá sua grande final em setembro, quando as startups se reunirão em um Demoday. Elas demonstrarão suas soluções e desenvolvimento obtido ao longo do programa a um público diverso, com executivos da EDP Ventures, investidores de mercado e parceiros de negócio. A equipe ganhadora terá a oportunidade de participar do WebSummit em Lisboa, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, além de poder conhecer o ecossistema europeu.

Ecossistema de inovação no Brasil: uma história de sucesso

Os brasileiros são destaque na comunidade global de empreendedorismo do Grupo EDP desde 2016, quando a cearense Delfos Intelligent Maintenance venceu o concurso EDP Open Innovation e levou 50 mil euros para investir na sua plataforma.

A partir da criação do EDP Starter Brasil, em 2017, as oportunidades para as startups nacionais cresceram ainda mais. Na primeira edição, cinco equipes de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais foram escolhidas para o programa de aceleração e puderam alavancar seus negócios. Ao final, a mineira Enercred levou o primeiro lugar e viajou ao Vale do Silício em uma das missões da StartSe, uma das maiores plataformas de empreendedorismo do País.

Também vale destacar o reconhecimento da brasileira COSOL Condomínio Solar no EDP Open Innovation do ano passado. A empresa apresentou uma solução com blockchain e ficou entre as três ganhadoras da competição, podendo apresentar sua solução no WebSummit.

Em Portugal, onde é realizado desde 2012, o ecossistema empreendedor da EDP já recebeu mais de 2.500 candidaturas e apoia 34 startups em diferentes áreas. No total, o Grupo investiu 25,6 milhões de euros nos projetos que auxiliou, sendo que os negócios incubados já geraram mais de 40 milhões de euros de receita e mais de 500 empregos”.

Primeira etapa da Corrida de Unicórnios avaliará startups de varejo

A Corrida de Unicórnios, primeira competição de startups do País, terá seu pontapé inicial. Na quarta-feira, 23 de maio, de 9h às 13h, acontece o primeiro pitch que avaliará as empresas da categoria de varejo. Nessa etapa, as startups serão analisadas por jurados da área que vão escolher quem seguirá na competição.

Entre os confirmados para avaliar as startups estão Vitor Magnani, Public Policy do iFood; Adriana Bessa, sócia do Lojão do Brás; André Almeida, VP da Vertical de Comercial para América Latina da Unisys e Bruno Maletta, sócio da Consumoteca.

A Corrida de Unicórnios ainda selecionará startups nos eixos de Customer Experience e Inovação. Ao todo, serão sete etapas da Corrida, com pitches e semifinais de cada vertical de eixo. A grande final será em setembro, entre os dias 4 e 5, no Conarec (Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente), o maior e melhor congresso sobre as melhores práticas de relacionamento entre empresa e cliente do mundo, quando três startups finalistas, uma por vertical, se apresentarão. Será escolhido um vencedor de cada categoria que, além dos benefícios conjunto, receberá uma viagem com tudo pago para Madri, na Espanha, com grandes executivos no Consumidor Moderno Experience Summit, um evento diferenciado que combina conhecimento, dinâmicas e ações que privilegiam experiências inéditas durante um período de cinco dias. Ainda estão abertas as inscrições para as categorias de Customer Experience e Inovação.

Sobre a Corrida de Unicórnios

Em sua primeira edição, a Corrida de Unicórnios tem como objetivo de elencar as empresas com o maior potencial de mudar mercados tradicionais que podem virar Unicórnios, ou seja, aquelas startups que valem mais de US$ 1 bilhão.

O desafio conta com apoio de empresas que atuam no ecossistema de inovação, como ABComm, ABFintech, Fiap, Inseed, OasisLab, RME – Rede Mulheres Empreendedoras, USP, WeWork, Anjos do Brasil, além do apoio e metodologia de avaliação de Felipe Matos, autor da obra “10.000 Startups” e um dos maiores especialistas de startups do País.

Corrida de Unicórnios- Pitch Varejo

Data: 23 de maio

Horário: De 9h às 13h

Local: WE WORK PAULISTA

Endereço: Avenida Paulista, 1374 – Bela Vista

Tags, ,

Darwin Startups faz parceria com TransUnion para impulsionar programa de aceleração

Para impulsionar ainda mais a inovação no Brasil, a TransUnion, companhia global de soluções de informação presente no Brasil desde 2012, e a Darwin Startups, um dos primeiros programas de aceleração de startups baseado em Santa Catarina, anunciaram hoje uma parceria que ajudará as principais startups do país.

Nesta iniciativa focada no ecossistema de startups no Brasil, a TransUnion tem como objetivo incentivar o desenvolvimento de soluções inovadoras e por isso apoiará o programa de aceleração do Darwin Startups, que acontece anualmente.

A parceria é um reflexo de atuação global da TransUnion em inovação, bem como da confiança no desenvolvimento do mercado brasileiro, onde já oferece soluções reconhecidas em diversos segmentos. De acordo com um estudo feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a organização Finnovista, o Brasil possui a maior concentração de FinTechs na América Latina.

“A TransUnion é uma empresa com veia inovadora, que busca melhorar a qualidade de vida das pessoas, viabilizando o acesso a bens e serviços por meio de soluções para a tomada de decisão no relacionamento das organizações com seus clientes e parceiros. Por isso, vimos no Darwin uma oportunidade de apostar ainda mais em inovação no mercado brasileiro, contribuindo com o desenvolvimento do mercado e, consequentemente, ajudando a oferecer novas tecnologias que impactem a vida dos brasileiros”, afirma Juarez Zortea, Presidente da TransUnion no Brasil.

O Darwin Startups, novo parceiro da TransUnion, surgiu em 2015 e tem escritórios em Florianópolis (SC) e São Paulo (SP). O trabalho da aceleradora consiste em investir financeiramente e auxiliar as startups selecionadas por meio de mentorias e networking para o desenvolvimento de projetos inovadores. Até 2017, o programa investiu R$ 6 milhões em startups e a expectativa para 2018 é aportar cerca de R$ 5 milhões. No total, 30 empresas já foram investidas e neste ano o projeto pretende apoiar até 20 novas startups.

Os negócios selecionados pela aceleradora podem receber até R$ 170 mil líquidos e mais R$ 500 mil em benefícios / serviços. As empresas que participam do processo seletivo são voltadas para Big Data, Fintech, Insurance, TI e Telecom, áreas de atuação dos parceiros do Darwin Startups (B3, Neoway, RTM, CNSeg Par), que agora passa a contar também com a TransUnion.

“Nós procuramos reunir os parceiros ideias para ajudar as startups a atingirem o melhor do seu potencial. Procuramos times formados por pessoas com experiência prévia nos mercados em que atuam, perfis complementares e um sonho grande”, afirma Marcos Mueller, CEO do Darwin.

Em março de 2017, a TransUnion inaugurou o Innovation Lab, espaço de cocriação instalado na sede da companhia em Chicago, em que FinTechs são convidadas a desenvolver soluções com suporte e mentoria dos profissionais da TransUnion. Em abril deste ano, o escritório da TransUnion nos Estados Unidos lançou o Startup Credit Kit, solução que oferece às novas empresas acesso rápido e fácil a informações e dados alternativos referentes a tendências de crédito e prevenção a fraude.

No Brasil, a TransUnion também lançou recentemente um espaço com foco em inovação, o The Hub – TU, que ainda reúne áreas para ações voltadas à qualidade de vida, e de interação e convivência horizontal entre colaboradores e a comunidade em geral, incluindo clientes e parceiros. “Essa parceria traz numerosas circunstâncias favoráveis à troca, em que podemos compartilhar nossos conhecimentos com empresas inovadoras, ao mesmo tempo em que aprendemos em um ambiente criativo de startups”, acrescenta Zortea.

O primeiro resultado da parceria entre a empresa e o Darwin será a participação da TransUnion na 4ª turma do programa de aceleração, que terá início ainda no primeiro semestre deste ano.

Tags, , , , ,

Liv Up é uma das startups selecionadas para o Launchpad Accelerator de São Paulo

A Liv Up, startup de alimentação saudável , comemora mais um momento importante em sua trajetória. Ela foi uma das selecionadas para o Launchpad Accelerator São Paulo, sendo a única do segmento de alimentação. Ao lado de Contentools, Docket, JetBov, Mandaê e Vérios, a empresa deverá implementar as principais tecnologias do Google em seus produtos, como Inteligência Artificial, Machine Learning e Google Cloud Platform.

O programa, que tem duração de três meses, tem como objetivo ajudar as startups do país a desenvolver seus produtos e tecnologias de maneira a deixa-las mais atraentes, escaláveis e impactantes para seus respectivos mercados de atuação.

Victor Santos, um dos fundadores da Liv Up, afirma que “Participar do Launchpad e trabalhar lado a lado com o time do Google será uma grande oportunidade para desenvolvermos novas tecnologias e melhorar ainda mais a experiência dos nossos clientes”.

Nos últimos cinco anos, o Launchpad já ajudou aproximadamente 135 startups dos quatro continentes ao redor do mundo. Dentre esse total, 27 foram brasileiras, incluindo Nubank, QuintoAndar e Love Mondays. Além disso, o país foi um dos três primeiros participantes, depois de Israel (Tel Aviv) e Nigéria (Lagos).

Venture Capital e startups: os dois lados da moeda

Por Bernardo Srulzon, diretor de negócios do GetNinjas.com.br

Deixar um emprego formal. Ter uma ideia. Encontrar um co-founder. Criar um MVP. Captar uma rodada de investimento com um fundo de Venture Capital. Este é o processo que a maioria dos empreendedores de tecnologia segue quando está começando um novo negócio, mas poucos de fato entendem a dinâmica destes fundos de investimento e como impactam no dia a dia de suas startups.

Tive a incrível oportunidade de conhecer os dois lados da moeda. Trabalhei na Monashees, um dos principais fundos de Venture Capital brasileiros. Lá pude atuar lado a lado com empreendedores para identificar novas oportunidades de investimento, além de prestar auxílio às empresas que já receberam algum fundo, naquilo que fosse necessário. Hoje, faço parte do time do GetNinjas, desenvolvendo equipes com foco em dados, marketing de performance e produto.

Ao longo dos últimos anos, recebi perguntas sobre os dois lados e espero que esse artigo ajude a consolidar esse conhecimento e sirva como referência para outros empreendedores.

Primeiro, para que servem os fundos de Venture Capital (VC)?

Venture Capital pode ser definido como uma “tecnologia de aceleração de crescimento”. Ou seja, os fundos investem em empresas com potencial para serem muito grandes e injetam dinheiro para acelerar esta jornada em troca de ações da empresa. Este é o caso dos unicórnios brasileiros 99 e Nubank, que em menos de 10 anos construíram empresas que valem mais de U$ 1 bilhão.

De onde vem esse dinheiro?

Na maior parte das vezes, os fundos de Venture Capital investem capital de terceiros, principalmente bancos de investimento, famílias com grande patrimônio, hedge funds e outras instituições financeiras – ou seja, os investidores também possuem investidores! Essas instituições são atraídas para o modelo de venture capital na expectativa de retornos maiores do que as aplicações tradicionais: esperam pelo menos 20% ao ano. Essa é uma forma eficiente de diversificar os investimentos e maximizar o retorno da carteira.

Portfólio: reduzindo riscos

Para conseguir entregar essa rentabilidade, os fundos de Venture Capital também buscam diversificar seus investimentos ao investir em startups de diferentes segmentos – assim, reduzem o risco e conseguem fazer apostas mais ousadas sem prejudicar o retorno final do fundo aos seus investidores.

Um portfólio típico tem de 30 a 50 empresas, investidas ao longo de 5 a 10 anos. São investimentos que demoram para “maturar” (nenhuma empresa grande é construída da noite para o dia), e têm baixíssima liquidez (os fundos não podem retirar o dinheiro da startup após ter investido). Considerando um retorno de 20% ao ano, ao final de 7 anos o fundo precisará ter mais do que triplicado de tamanho!

Como são feitas as decisões de investimento?

Apesar do modelo de portfólio suportar a quebra de algumas empresas sem prejudicar o retorno final, a escolha desse portfólio é crítica para o sucesso do fundo. No momento do investimento, todas têm o potencial de ser o “home run” – aquele investimento que supera todas as expectativas e “paga a conta” das demais empresas.

O principal fator para uma decisão de investimento é o time de fundadores. Mesmo que o mercado seja gigante, que o modelo de negócios esteja bem pensado, um time que não tem visão de longo prazo e capacidade de execução terá chances muito menores de sucesso. Por isso, boa parte das conversas são para entender o que motiva os empreendedores, quais são seus skills, que tipo de cultura incentivam na empresa, quais são seus estilos de liderança, como lidam com situações de incerteza, que relacionamento têm com outros empreendedores, etc.

Smart Money: como investidores agregam valor além do dinheiro

Após o investimento, boa parte dos fundos de Venture Capital brasileiros exerce um papel de consultoria para as empresas investidas – é o que chamamos na indústria de “smart money”. Ou seja, além do dinheiro investido, também pode acelerar o crescimento das startups por meio da sua rede de contatos, ajuda nas contratações de diretores, eventos para networking entre empresas do portfólio, contato para outros fundos de VC, etc.

Um ponto importante é que a decisão final sobre o negócio sempre é do time de fundadores – apesar de ter aportado capital e eventualmente possuir a maioria das ações da empresa, os fundos não costumam comprar o controle da empresa (o que é especialmente verdade nos estágios de Seed, Series A e Series B).

Do outro lado da moeda: a experiência numa startup

Quando fiz a mudança da Monashees para o GetNinjas, tive um choque de realidade, percebi que o mindset e a forma de trabalho de um Venture Capital e uma startup são muito diferentes, apesar de estarem inseridos no mesmo contexto.

Em primeiro lugar, é muito importante escolher bem seu investidor. Existem investidores especializados em um modelo de negócios (marketplaces, software-as-a-service, fintechs, big data, e-commerce, etc), outros atuam com uma abordagem generalista; alguns com experiência “mão na massa”, outros mais distantes da gestão; alguns com “bolso fundo” para investir nas rodadas seguintes, outros focados em estágios iniciais; alguns que se propõe a ser “smart money”, outros que só oferecem o dinheiro. Dependendo de quais são os desafios da empresa, diferentes perfis de investidores podem acelerar seu crescimento de forma mais eficiente.

Segundo, em uma startup você não tem um portfólio – é tudo ou nada. Os riscos são grandes, assim como a expectativa de retorno. E isso muda o mindset dos empreendedores em uma série de fatores:

Gerenciar bem o caixa torna-se uma obsessão, já que esta é uma das principais métricas da saúde de uma empresa. Sem uma posição confortável de caixa, todo o poder de negociação fica nas mãos dos investidores.

A preocupação com a qualidade do time é constante. Precisamos atrair os melhores talentos em todas as áreas e em todos os níveis, então investimos semanas em processos seletivos rigorosos. Confiamos em quem contratamos e damos autonomia para o time tomar decisões importantes.

Os objetivos e metas precisam estar claros. Utilizamos a metodologia de OKRs, em que definimos objetivos e metas trimestrais para todos os times. Os times ficam mais engajados, propõe soluções melhores e continuam alinhados com os objetivos da empresa.

Decisões não podem ser baseadas em “achismo”, então investimos em uma infraestrutura de dados que nos ajuda a tomar todas as decisões importantes de negócio e de produto.

Qualquer um pode ter boas ideias – o que realmente faz a diferença é a execução. Para cada startup bem sucedida, havia centenas de competidores que foram deixados para trás por um time de melhor qualidade, com maior atenção aos detalhes e entregas mais eficientes.

Por fim, uma das características mais importantes de empreendedores bem-sucedidos é a resiliência. Algumas empresas estão construindo novos mercados, novas tecnologias e novas tendências, que podem levar tempo até se tornarem realidade. Os times que lidam bem com o fracasso, que estão preparados para adaptar sua estratégia e trabalhar incansavelmente, são os que provavelmente conseguirão construir grandes empresas.

Após vivenciar os dois lados da moeda, em Venture Capital e numa startup, avalio que ainda estamos desenvolvendo um ecossistema de tecnologia no Brasil, com maior qualificação dos empreendedores, talentos sendo formados pelas principais universidades, crescimento dos fundos de investimento e alguns casos de vendas e IPOs de empresas brasileiras que valem mais de 1 bilhão de dólares. Por isso, trata-se de um excelente momento para investir ou trabalhar em tecnologia no Brasil e incentivo todo mundo a se arriscar como eu.

Tags, , , , , , ,

Conflito entre sócios é uma das principais causas de mortalidade entre as startups

Em média, 25% das PMEs no Brasil fecham suas portas com apenas dois anos de atividade, sendo que com cinco anos este índice aumenta para mais de 50%, de acordo com dados do Sebrae. Os principais motivos são baixos lucros, alto endividamento e principalmente baixo nível de gestão empresarial. Entre as startups, estudos mostram que 74% fecham as portas após cinco anos de abertura – e uma das principais causas de mortalidade dessas empresas é o conflito entre sócios, seja pelo desacordo entre os papéis ou até mesmo pela distribuição das cotas relacionados ao negócio.

Para fugir deste cenário, que pode prejudicar a imagem da startup perante investidores, uma boa alternativa é apostar em ajuda jurídica especializada. Pedro Schaffa, sócio-fundador da SBAC Advogados – escritório especializado em startups e PMEs -, explica que uma consultoria pode orientar os empreendedores no início da jornada com questões burocráticas, além de prever possíveis adversidades no caminho.

De acordo com o especialista “uma consultoria especializada conhece os problemas comuns às startups e atuando de forma preventiva, sendo capaz de elaborar um contrato que proteja a empresa e os sócios de possíveis contratempos”.

Schaffa listou algumas dicas para a parceria entre os sócios se manter de forma saudável durante todas as etapas do negócio:

1 – Estude o mercado

A falta de estudo sobre o mercado, afinidade com o segmento de atuação, concorrência, fornecedores e público-alvo é um erro bastante comum entre os empreendedores que não conseguem se manter no mercado. Ao abrir uma sociedade, vale levar em conta se os dois sócios estão focados nos mesmos objetivos, com expectativas alinhadas e interesses em comum para evitar dores de cabeça no futuro.

2- Crie um acordo entre os sócios

Segundo Pedro Schaffa, o ideal é preparar um Acordo entre Sócios logo no início da jornada empreendedora, a fim de evitar qualquer problema na relação dos fundadores da empresa. “Este documento deve, preferencialmente, ser negociado junto com a abertura da sociedade (contrato social), pois é muito mais difícil negociá-lo com a empresa em andamento”, afirma o advogado.

3 – Defina os papéis

Entre as funções do Acordo de Sócios estão as questões de governança, ou seja, explicar qual sócio é responsável por qual área da empresa, como cada um se dedicará a suas funções. Isso irá ajudar também a prever questões relacionadas à venda da empresa – determinando a proteção do minoritário e a proteção do majoritário.

Além disso, o documento deve conter cláusulas informando como a empresa se relacionar com parentes dos sócios e ter uma previsão de punição para sócios inadimplentes com suas obrigações sociais.

Tags, , , , , ,

Programa de Inovação visa aproximar grandes empresas e startups

Mais que contribuírem para oportunidade de negócios e emprego, as startups são a chave para levar inovação aos mercados tradicionais, trabalhando na solução de desafios encontrados em diversos setores. Pensando neste objetivo, a Organica, empresa líder em aceleração de negócios, desenvolveu um Programa de Inovação aberta com o objetivo de aproximar startups e grandes empresas que possuem objetivos semelhantes.

A ideia é buscar startups que auxiliem as grandes empresas a encontrarem soluções para algumas áreas internas da companhia. “Ao final do programa, o objetivo é que as empresas tradicionais vejam as startups como futuros fornecedores ou mesmo passem a investir na compra de participações nesse setor, revolucionando e trazendo soluções novas para seus mercados”, explica Pedro Paulo Moraes, sócio da Organica.

Nesta semana, a aceleradora deu início a sua primeira ação que será realizada no setor de saneamento: o Iguá Lab, que encontrará auxílio para a Iguá Saneamento, empresa que atua no gerenciamento e na operação de sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário. O projeto, realizado em parceria com o BrazilLAB, selecionará startups com soluções voltadas aos cinco desafios lançados. São eles:

Desafio Fintech: como diminuir a inadimplência e a evasão de receitas?

Desafio Perdas: como reduzir os índices de perda de água e fraude?

Desafio Comunicação: como melhorar a comunicação entre a Iguá e seus clientes?

Desafio Treinamento: como disseminar o treinamento aos mais de 1.500 colaboradores da Iguá?

Desafio Tecnologia: quais as melhores tecnologias para realizar investimentos mais eficientes?

As startups vencedoras poderão se beneficiar de duas formas: por meio de contratos de fornecimento de soluções por um ano firmados com a Iguá Saneamento ou com investimento direto de forma minoritária. Com a parceria, ainda receberão mentoria de executivos da companhia e terão a oportunidade de apresentar as soluções para um grupo de investidores.

As inscrições para o Iguá Lab vão até o dia 15 de junho no endereço http://igualab.com.br/. No site também estão detalhadas todas as etapas e detalhes do programa.

Tags, , , , , ,

EqSeed prorroga até 20 de maio inscrições para startups captarem até R$2 milhões cada no segundo semestre

A EqSeed, plataforma que conecta startups a investidores, prorrogou até 20 de maio seu processo de seleção de startups. A fintech está selecionando empresas interessadas em participar de rodadas individuais de investimento para captar entre R$ 300 mil e R$ 2 milhões cada no segundo semestre de 2018. Serão escolhidas até dez startups e as inscrições devem ser feitas por meio do site www.eqseed.com/captar. A expectativa da plataforma é que cerca de mil empresas apliquem para o processo seletivo.

“Estamos recebendo muitas propostas interessantes e por isso decidimos oferecer mais uma semana. Mais de 2 mil startups já aplicaram para nossos processos de seleção de empresas, e dessas empresas somente as 18 consideradas as mais promissoras foram selecionadas para efetuar suas rodadas de investimento pela plataforma. Esse rigor na avaliação, afinal o índice de aprovação é de 1%, é o que garante a qualidade das empresas, e que, por sua vez, atrai os investidores para construam seus portfolios de investimento em startups conosco”, afirma Greg Kelly, sócio-fundador da fintech.

No que diz respeito ao perfil das empresas potencialmente selecionáveis, Kelly explica que a plataforma procura por startups já com um produto ou serviço pronto e tração nos seus mercados.”Procuramos escalabilidade e disrupção nos modelos de negócios, que são os alicerces das startups que tendem a se transformar nas próximas empresas de grande porte no médio e longo prazo. Também avaliaremos em detalhe a equipe, seu plano de negócios e mercado alcançável, além de um due diligence, verificando se a empresa não tem pendências ou dívidas. Startups de qualquer setor que atendam aos pré-requisitos do processo podem concorrer”, explica.

Investimentos em franca expansão

A EqSeed vive um momento de intenso crescimento, principalmente após se tornar a primeira plataforma de investimentos em startups aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários em janeiro desse ano. Entre outros vários indicadores, a empresa ultrapassou a marca dos R$ 5 milhões investidos e registrou crescimento de 20% na sua base de investidores somente em 2018, base que hoje conta com mais de 12 mil investidores pessoa jurídica e pessoa física. O ticket médio dos investidores na plataforma superou R$ 11 mil em todas as rodadas nos últimos 12 meses.

O último processo de seleção, do primeiro semestre de 2018, já confirmou 8 rodadas de investimento, sendo que 4 já foram concluídas (Housed, DinDin, Allugator, Kokar), duas estão abertas (GreenAnt e Sirius), e mais duas estão por iniciar ainda no primeiro semestre. Agora, a empresa busca até 10 startups para rodadas no segundo semestre. Dessa forma, a meta total somente em 2018 é totalizar R$ 12 milhões investidos em até 20 rodadas de investimento.

“As rodadas de investimento na EqSeed são concluídas em somente 9-60 dias dado nosso foco intenso na qualidade das empresas selecionadas, e a reputação que isso em torno gera com os nossos investidores. Ainda, com a aprovação da plataforma pela CVM, o investidor agora pode investir em startups e empresas em expansão de maneira segura e confiável. Por isso que cada vez mais empresários, executivos, professionais e até investidores pessoas jurídicas estão construindo suas carteiras de investimentos em startups via EqSeed.”, finaliza.

Tags, , , , , , , ,

Grandes companhias brasileiras se unem para lançar hub de inovação em Curitiba

Barigui, Rumo e Bosch são as idealizadoras do projeto Distrito – Spark CWB, que busca fomentar o desenvolvimento de novas tecnologias e crescimento de startups no país

A tecnologia vem transformando o mundo como o conhecemos e novos comportamentos estão moldando as empresas e produtos do futuro. Pensando em oferecer oportunidades para empreendedores, investidores e empresas a fim de contribuir com as constantes mudanças do mercado, os grupos Conglomerado Financeiro Barigui, Rumo e Bosch se uniram para lançar o Spark CWB Curitiba, parte do ecossistema Distrito, que é um hub de inovação para startups, corporações e investidores.

Com sede em Curitiba (PR), o objetivo do projeto é difundir a inovação de forma compartilhada, atraindo e apoiando startups, corporações e investidores que buscam crescer e alcançar retornos exponenciais.

Empresas com as melhores tecnologias e produtos estarão presentes em um espaço compartilhado de 1.050m² no novo prédio da FAE Business School para disseminar e desenvolver novas ideias, fortalecendo o ecossistema de inovação de Curitiba e do país no processo de operação e gestão de negócios. Entre os parceiros do projeto, já estão confirmadas empresas como Google, Microsoft, IBM, Amazon, Coca-Cola, Claro, Ambev, entre outras.

Investindo em inovação

O Conglomerado Financeiro Barigui tem um forte viés em inovação, prova disso é que, em 2016, o grupo paranaense lançou sua própria fintech, a Bcredi, que chegou ao mercado para descomplicar a oferta de crédito imobiliário no Brasil, oferecendo juros mais baixos na modalidade com garantia, maior prazo de pagamento e rápida aprovação em um processo 100% online.

Hoje, a fintech já é o maior player de crédito imobiliário do país e também será uma das startups residentes do Distrito. “Temos como preocupação o constante investimento em tecnologia, que atualmente é essencial para acompanhar as novas demandas do mercado. Por isso, fazer parte de um projeto que vai fomentar cada vez mais a evolução e desenvolvimento das corporações brasileiras é uma grande oportunidade”, comenta Maria Teresa Fornea, diretora executiva do Conglomerado Financeiro Barigui e cofundadora da Bcredi.

A Rumo, maior operadora de ferrovias do Brasil, está desenvolvendo dentro do seu plano estratégico uma política de inovação aberta. Neste contexto, o espaço surge como uma oportunidade para agregar novos valores para a companhia, focado no aumento da eficiência operacional e diminuição de custos.

“É uma prática de integração que vai possibilitar aumentar as chances de sucesso no desenvolvimento de projetos. A ferrovia vive um momento especial no Brasil, as possibilidades de expansão da malha ferroviária e o desenvolvimento de novas tecnologias na engenharia ferroviária e de automação estão sendo trabalhadas constantemente para otimizar a logística”, destaca o diretor de tecnologia da Rumo, Roberto Rubio Potzmann.

A Bosch, uma líder global no fornecimento de tecnologias e serviços, iniciou sua história de sucesso no Brasil em 1954 na cidade de São Paulo. Atualmente, a empresa oferece produtos e serviços para as áreas de Soluções para Mobilidade, Tecnologia Industrial, Bens de Consumo e Energia e Tecnologia Predial. Mundialmente, o Grupo Bosch emprega cerca de 402.000 colaboradores e gerou vendas de 78.1 bilhões de Euros em 2017.

A inovação faz parte do DNA da Bosch desde a sua fundação e é a base para o crescimento futuro da organização. Em todo o mundo, o Grupo Bosch emprega cerca de 62.500 colaboradores na área de pesquisa e desenvolvimento em 125 localidades, já no Brasil a empresa investe cerca de 3,3% do seu faturamento em P&D. Cada vez mais a Bosch mira no intraempreendedorismo e no ecossistema de startups para poder inovar com agilidade e conseguir disponibilizar inovações para uma vida conectada, aprimorando a qualidade de vida com produtos e serviços inovadores em todo mundo.

Tags, , , , , , , , ,

Startup facilita a gestão de reembolsos de viagens corporativas

A rotina de quem trabalha no mercado financeiro pode ser bastante estressante e tensa. Dados da Previdência Social mostram que, no último ano, no Brasil, mais de 199 mil empregados foram afastados dos seus cargos por motivos de saúde, sendo que os atuantes no mercado financeiro lideram esse ranking.

Quando se trabalha em uma consultoria financeira, essa rotina pode se tornar ainda mais tensa. Além da preocupação com a saúde financeira dos seus clientes, esses profissionais precisam também se organizar com as visitas aos clientes, gerenciando todo o processo de reembolso de despesas como alimentação, hospedagem, entre outros gastos.

Vivendo neste cenário quase que diariamente, os empreendedores Bruno Pain e Thiago Campaz, que trabalharam por mais de cinco anos como consultores financeiros no setor de Agronegócios, se uniram para criar uma solução mais tecnológica, simples e menos burocrática para otimizar o processo de reembolso de viagens corporativas.

“A gente trabalhava muito e viajava com frequência para atender clientes e um dia pensamos que, com o auxílio da tecnologia, poderíamos criar algo para otimizar todos esses processos – escanear notas e preencher relatórios. Isso ajudaria não só os funcionários, mas também a empresa, gerando economia de tempo e também dinheiro”, explica Bruno Pain, co-fundador e diretor do VExpenses.

Os empreendedores apresentaram a ideia a dois colegas que possuíam conhecimento técnico e que poderiam viabilizar a criação da plataforma imaginada. Leandro Martins e Káliman Borges gostaram do projeto e aceitaram o desafio.

Assim nasceu o VExpenses, um aplicativo que vem ajudando empresas de diversos segmentos a ganhar mais agilidade e ter mais transparência na prestação de contas com seus clientes e colaboradores. O app facilita o reembolso e a gestão das despesas como deslocamentos, custos e pagamentos em geral. A plataforma já conta com clientes espalhados por todo o Brasil e na América Latina.

Facilidade em um clique

O VExpenses funciona assim: após uma despesa, o funcionário tira foto do recibo com a câmera do celular e o sistema identifica automaticamente os dados, atualizando o responsável da área com relatórios para o monitoramento e aprovação das despesas. Com a tecnologia, é possível fazer análises, limitar despesas, visualizar de forma rápida o gasto médio dos funcionários e controlar o cartão corporativo. Outra vantagem é aumentar a produtividade. Pesquisa da ferramenta mostrou que – com uso do app – é possível reduzir em 88% o tempo gasto pela empresa com estas tarefas.

Tempo é dinheiro

Ainda de acordo com Pain, a tecnologia não substitui o profissional que antes era responsável por organizar os reembolsos, mas sim otimiza e automatiza esses processos, fazendo com que ele tenha mais tempo para se dedicar a outras tarefas, podendo pensar em nossas estratégias que poderão gerar mais negócios para a empresa. “Era muito chato ter que, após uma viagem cansativa, separar todos os comprovantes de despesas, digitalizar esses documentos e, ainda, colocar um por um em uma planilha. Para os funcionários, percebemos que era um tempo perdido em que ele poderia estar se dedicando a tarefas mais produtivas”.

Diminuição de fraudes

Outra grande aplicação do app é no controle de fraudes. Segundo a consultoria de gestão Hands on Solution, as empresas perdem cerca de 8% de seu faturamento em desvios e o reembolso é uma das maneiras mais fáceis de adulterar processos. Com o uso do app, é possível fazer comparativos, tendências e fiscalizar os gastos.

Tags, , , , , , , ,

Bradesco divulga finalistas da 4ª edição do inovaBra startups e anuncia novidades no programa

O Bradesco anuncia os finalistas da 4ª edição do programa inovaBra startups, criado para descobrir projetos inovadores que tenham soluções aplicáveis ou com possibilidade de adaptação no setor de produtos e serviços financeiros.

São elas:

Segurize – Santos (SP): Plataforma de indicação de clientes para produtos de seguros que utiliza o conceito de marketing de indicação atrelado a recompensas.

MaxxMobi – Salvador (BA): Plataforma de multiatendimento ao cliente feito por Whatsapp e Telegram.

Dualk – São Paulo (SP): Plataforma capaz de vender microsseguros de forma integrada entre canais online para bancarizados e off-line para desbancarizados.

Banib – Sorocaba (SP): Plataforma para o ramo imobiliário que permite interatividade entre o cliente e o imóvel.

Rankdone – São Paulo (SP): Plataforma de processos de recrutamento com API que utiliza ATS (applicant tracking system).

Dataholics – São Paulo (SP): Plataforma de tecnologia para captação de informações para credit scoring.

PhdRisk – Maringá (PR): Plataforma de análise de crédito que utiliza Inteligência Artificial.

As sete finalistas seguem para a fase de concepção do projeto, na qual receberão orientação para atender a uma necessidade real do Banco. Elas terão apoio no desenvolvimento do produto ou serviço e adaptação da solução ao ambiente do Bradesco. Ao final do programa, as empresas terão a possibilidade de comercializar seus produtos para o Banco, que poderá ainda ser um investidor estratégico.

A 4ª edição do InovaBra Startups recebeu 1.517 inscrições de todo o Brasil. Desde 2015, quando foi lançado, o programa contou com a inscrição de cerca de 3200 empresas, sendo que 30 chegaram à etapa final, concluindo com sucesso a formatação do Produto Mínimo Viável (MVP) de suas soluções. Dessas, oito startups já foram contratadas pelo Banco para serem parceiras estratégicas e duas estão em análise. Três empresas já receberam aporte do inovaBra Venture: Rede Frete Fácil, Semantix e R3.

Novo formato

Desde 2015 o Bradesco vinha lançando uma única chamada pública anual para receber as inscrições das startups interessadas em participar do programa. A partir de junho deste ano, as inscrições poderão ser feitas a qualquer tempo pelo site www.inovabra.com.br/startups e uma vez por mês o Bradesco fará a triagem das candidaturas.

“Esse universo é muito dinâmico e percebemos que seria necessário dar uma resposta mais rápida às startups. A procura pelo programa sempre foi grande ao longo do ano e não fazia sentido manter os interessados aguardando até o início de uma nova edição para apresentar suas propostas”, comenta Luca Cavalcanti, diretor-executivo do Bradesco.

A seleção acontecerá de forma mais rápida, porém as etapas permanecem as mesmas: um time de triagem faz uma pré-avaliação das startups, de acordo com critérios pré-estabelecidos, e as direcionam para o polo adequado. Em seguida, uma comissão verifica a viabilidade e a qualidade da solução para a área de negócio. Uma vez validada a solução, acontecem os workshops de imersão, momento de interação da startup com a área de negócio para avaliar como a solução pode agregar valor ao Banco. A última etapa será a aprovação da startup pelos executivos do Bradesco.

Concepção do projeto

Esta etapa não teve sua duração alterada. Por cerca de seis meses, as startups recebem orientação e podem testar suas soluções com situações reais do Banco. Com o programa, o Bradesco consegue estabelecer parcerias para acelerar o processo de entrega de experiências inovadoras aos seus clientes. Como contrapartida, oferece a possibilidade das startups escalarem seus negócios rapidamente, uma vez que as soluções podem ser distribuídas para os 69 milhões de clientes do Bradesco, em mais de 60 mil pontos de atendimento, além de 55 sites de internet e 62 aplicativos móveis.

Co-inovação

Além disso, com a inauguração do inovaBra habitat, espaço de co-inovação do Bradesco, o convívio com startups é diário e as oportunidades de ingressarem no programa podem surgir a qualquer momento.

Já as provas de conceito das soluções passam a ser desenvolvidas no inovaBra lab, laboratório colaborativo cujo principal objetivo é acelerar o desenvolvimento de inovações do Banco juntamente com parceiros de tecnologia. “A integração de todos os programas inovaBra implantados recentemente vai acelerar todo o processo de inovação no Bradesco”, completa Cavalcanti.

Os interessados em participar do inovaBra startups devem apresentar projetos inovadores em qualquer segmento que tenham soluções aplicáveis ou com possibilidade de adaptação ao segmento financeiro, principalmente relacionados a produtos e serviços, atendimento, canais digitais, meios de pagamento, seguros, e que enderecem desafios nos seguintes temas: pagamentos, algoritmos, segurança, engajamento de clientes, gerenciamento financeiro, plataformas de investimentos, crowdfunding, customização massificada, IOT, blockchain e inteligência artificial.

Mais informações em www.inovabra.com.br/startups.

Tags, , , , , , , ,