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Vencedores do Hackathon John Deere realizam tour de tecnologia e inovação nos EUA

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A equipe Plant Right, vencedora do 1º Hackathon John Deere, visitou as instalações do centro de desenvolvimento tecnológico da empresa em Urbandale, nos Estados Unidos. Durante uma semana repleta de atividades com profissionais do Intelligent Solutions Group (ISG), Felipe Fregulhia (Desenvolvedor), Glenn William Barbosa (professor de informática aplicada à agronomia), Luis Moreno (Desenvolvedor Frontend) e Ramon Pereira (Desenvolvedor Backend) tiveram a oportunidade de interagir com o que há de mais moderno em agricultura de precisão e conhecer de perto o futuro das tecnologias agrícolas.

O propósito do tour foi compartilhar conhecimento ao apresentar a importância da alta tecnologia, engenharia e ciência aplicadas na produção de alimentos – um dos maiores desafios da humanidade hoje e daqui em diante. A viagem teve início em Moline, Illinois, no John Deere Pavillion, centro turístico que conta toda a história da companhia, do primeiro arado auto-limpante ao trator autônomo, e depois na sede mundial da empresa, cuja arquitetura é uma das mais premiadas nos Estados Unidos. “Nós falamos tanto em inovação, e foi isso o que John Deere conseguiu lá atrás, há 180 anos: inovar, mudar o rumo das coisas. Brincamos na viagem que o ferreiro John Deere abriu uma startup já no século 19”, conta Ramon Pereira.

O grupo teve também a oportunidade de visitar o campo de provas da empresa. E literalmente colocar as mãos na máquina. “Foi uma experiência incrível de andar dentro de uma colheitadeira e ter uma pequena aula técnica do funcionamento dos displays, sensores etc. Tivemos a oportunidade de participar de uma mesa de discussão com engenheiros, técnicos e desenvolvedores. Para completar, no centro de desenvolvimento tecnológico, foi sensacional conhecer mais sobre linguagens de programação, recursos de hardwares e softwares, procedimentos de testes, entre outras coisas”, diz Ramon.

Inovação que vem do campo

Já em Urbandale, sede do ISG, o time Plant Right participou de workshops, visitou o Lab Tech, testou simuladores e aprendeu detalhes das carreiras em tecnologias agrícolas diretamente com os profissionais da área. Para Felipe Fregulhia, o destaque foi conferir como desenvolver um ambiente propício à inovação em setores nos quais boa parte das pessoas dos centros urbanos nem imaginam. “A cultura de uma companhia ajuda a tecnologia a brotar. Vimos pessoas com vontade de se atualizarem, para suprir as necessidades, os desafios. É preciso vivenciar o campo para entender”, diz.

Para Jerry Roell, diretor do ISG, os investimentos e estrutura que os visitantes puderam conferir são uma demonstração de como a John Deere já atua dentro das revoluções tecnológicas. Conforme explica o diretor, agricultura de precisão e gestão avançada de dados em equipamentos, bem como a utilização do big data na tomada de decisão, são realidades que fazem com que os agricultores venham atingindo safras recordes de produção ano a ano. “A tecnologia faz parte da vida das pessoas e, em breve, teremos uma explosão da mobilidade e conexão remota em tempo real. Vamos da internet das coisas para a internet em todas as coisas”, completa.

O campo high tech

Seja nos EUA ou no Brasil, o campo se torna cada vez mais high tech. Para o produtor, não basta mais ter máquinas eficientes e fáceis de utilizar, mas sim contar com equipamentos inteligentes, capazes de executar análise de dados e tomadas de decisões em questão de segundos, com alta capacidade de conectividade e interação.

Este conceito de produção rural tecnológica a equipe Plant Right pode vivenciar na fazenda Cinnamon Ridge, em Donohue, Iowa. O local dispõe de tecnologia inserida em diversas atividades agropecuárias, como gado leiteiro, de corte, suínos e aves, além dos cultivos de soja e milho.

O campuseiro Luis Moreno afirma que a imersão no mundo agro foi fundamental para conhecer melhor o tamanho das possibilidades aos profissionais de tecnologia. “Ainda há muito que melhorar. Tecnologia não é o problema, e sim a solução. Precisamos conhecer os verdadeiros problemas das fazendas, em especial as brasileiras, para que possamos propor soluções tecnológicas cada vez mais eficientes. A maioria dos eventos que participo falam de smart cities e eu nunca vi o tema smart farms em eventos de tecnologia. A John Deere introduziu isso muito bem na Campus Party, e existem mais oportunidades de mais eventos com esta temática”, avalia.

O campo na Campus Party

Com uma proposta ousada – discutir o papel das tecnologias para atender a crescente demanda global por alimentos –, a John Deere foi a primeira empresa do setor agrícola a participar da Campus Party, uma das maiores feiras do mundo em ciência, inovação, tecnologia e entretenimento. O evento aconteceu de 31 de janeiro a 5 de fevereiro, no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo.

De acordo com Alfredo Miguel Neto, diretor de Assuntos Corporativos para América Latina da John Deere, “não podemos mais ter divisões entre campo e cidade. O que temos que fazer é promover oportunidades de unir o potencial agrícola do Brasil com as tecnologias digitais e com a criatividade dos brasileiros. Ao instigarmos as mentes criativas dos participantes do Hackathon, certamente estamos abrindo novos caminhos e contribuindo para fortalecer o País como fornecedor global de alimentos”, explica.

Principal ação da empresa na Campus, o Hackathon John Deere tinha o desafio de conectar o homem do campo com a tecnologia da empresa. Ao todo, foram mais de 450 participantes pré-inscritos e 121 efetivos. No fim, foram apresentados 19 projetos. O time Plant Right propôs e desenvolveu um aplicativo para auxiliar o agricultor na correta de tomada de decisões na etapa crucial do desenvolvimento de uma produção agrícola: o plantio.

Além do tour oferecido para o grupo Plant Right, as outras quatro equipes finalistas do Hackathon conheceram, em junho, o Centro de Agricultura de Precisão e Inovação, em Campinas (SP) e visitaram uma fazenda em Cesário Lange (SP).

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3º Desafio Pfizer vai premiar jovens empresas de tecnologia e inventores

Já estão abertas as inscrições para o 3º Desafio Pfizer, um prêmio criado para valorizar jovens empresas de tecnologia (startups) e inventores responsáveis por soluções digitais e produtos inovadores que facilitem a prática médica e a busca por saúde e bem-estar. A premiação é promovida pela Pfizer, com apoio da Innovster. Por meio de uma parceria com a Associação Nacional dos Inventores (ANI), as soluções vencedoras ganharão um registro de patente.

Os vencedores participarão de um programa de mentoria de três meses com executivos brasileiros e estrangeiros da Pfizer. Além disso, também poderão escolher três áreas nas quais desejam receber mentoria da Innovster. “A Pfizer, que investe fortemente em pesquisa e desenvolvimento de opções terapêuticas inovadoras, está convencida da importância de impulsionar o desenvolvimento de soluções originais e de alta tecnologia que ajudem a enfrentar os desafios da sociedade contemporânea na área de saúde”, afirma o diretor comercial da companhia, Vagner Pin.

Intitulada “A Revolução Cibernética da Saúde”, a terceira edição do Desafio Pfizer traz algumas novidades. Neste ano, poderão concorrer startups em criação, startups em expansão e inventores. Estão contempladas na primeira categoria empresas em processo de estruturação, que estão em busca de seus primeiros clientes. A segunda é destinada a empresas consolidadas, que desejam aprimorar seus produtos. Já a última engloba criativos que não têm empresa, mas sim um produto, um novo conceito ou um processo com potencial de melhorar a saúde.

Os inscritos serão selecionados por uma banca formada por executivos da Pfizer e da Innovster, além de convidados relevantes para o setor de saúde e investimentos. No dia 7 de novembro, os três finalistas de cada categoria deverão participar do Pfizer Innovation Day, uma tarde de negócios com investidores, executivos da Pfizer e profissionais importantes do mercado de saúde. Nesta ocasião, serão anunciados os vencedores.

Os interessados poderão se inscrever por meio do portal www.desafiopfizer.com.br. A página traz, ainda, as perguntas mais frequentes relacionadas ao prêmio, o cronograma da premiação e depoimentos dos vencedores das edições anteriores.

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Novo programa da Alphaville Urbanismo selecionará startups para parcerias comerciais

O período de inscrições para as startups interessadas em participar do Alpha Inova, organizado pela Alphaville Urbanismo, em parceria com a Innoscience e a Startse, vai até o dia 14 de agosto. Podem se inscrever startups que possuam MVP estruturado e que atuem nos segmentos de Construção e Sustentabilidade, Relacionamento e Atendimento, Processos Internos, Crédito e Cobrança, Marketing e Vendas, além de Comunidade e Serviços.

O Alpha Inova é um projeto inovador no mercado imobiliário brasileiro, onde a maior urbanizadora do país selecionará startups com projetos nos seis segmentos para conectarem-se com suas áreas de negócios e testarem as suas soluções, podendo gerar parcerias comerciais. No dia 1º de setembro aproximadamente 15 startups selecionadas poderão se apresentar em formato de pitch no Alpha Inova Day, para executivos, líderes e colaboradores da Alphaville Urbanismo em São Paulo.

Após a divulgação das selecionadas, ocorre a Semana da Conexão, entre os dias 11 e 14 setembro, quando as startups entenderão os desafios enfrentados no dia a dia dos negócios. No dia 15, elas apresentarão as propostas de projeto piloto, que serão selecionadas pelos líderes da Alphaville Urbanismo para execução a partir de outubro. O programa termina no dia 18 de dezembro, resultando na seleção de startups para se tornarem fornecedoras ou parceiras da Alphaville Urbanismo.

Os interessados podem realizar suas inscrições gratuitamente no site http://alphainova.com/

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Conheça quatro startups que apostam no modelo SaaS e suas soluções inovadoras

Lançado recentemente, o estudo Brazil SaaS Landscape Research, uma iniciativa conjunta entre a SaaSholic, Rock Content, Signal Hill e Redpoint eVentures, revela que as startups SaaS brasileiras são incrivelmente eficientes em capital. Segundo a pesquisa, hoje 60% das empresas recuperam seu CAC (Custo de Aquisição de Clientes – o quanto é gasto para conquistar cada cliente) em menos de 6 meses. Para efeito de comparação, em países que o ecossistema de SaaS é maduro, como nos EUA, é preciso 1 ano para obter o retorno do CAC. Além disso, as startups do Brasil são financeiramente saudáveis: 67% delas têm uma relação de LTV (Lifetime Value) /CAC superior a 3.

Para ficar de olho nesse mercado, conheça quatro empresas SaaS que já estão consolidadas no mercado:

Samba Tech – plataforma de vídeos online

Eleita pela FastCompany como uma das companhias mais inovadoras da América Latina em 2014, a Samba Tech ajuda centenas de empresas a se comunicarem melhor com sua audiência por meio de vídeos online. Suas soluções de Educação a Distância, Comunicação Corporativa, Transmissão ao Vivo e TV na Internet, cuidam de ponta a ponta, desde o momento que o vídeo sai da câmera até ele ser distribuído para qualquer aparelho conectado à internet. Por meio da tecnologia de streaming, a empresa leva o conteúdo de seus clientes a milhares de pessoas, tornando mais democrático o acesso a uma mensagem de qualidade.

Iugu – plataforma de automação financeira

A iugu surgiu depois de seus criadores, Patrick Negri e Marcelo Paez, perceberem as dificuldades para gerar cobranças num serviço de assinatura (SaaS). Em 2014, a empresa apostou nesse segmento e foi na contramão do mercado de pagamentos online tradicional, que mira o varejo online como o principal mercado em potencial. Neste ano, projeta um volume transacionado de mais de meio bilhão de reais.

Cobli – sistema de gestão de frotas

SaaS de gestão de frotas, a Cobli proporciona um sistema capaz de fornecer, em tempo real, mais de cinco mil informações sobre o veículo. Por meio de inteligência artificial, a empresa monitora e entrega relatórios que avaliam a logística, rastreamento de veículos, roteirização e acompanhamento do modo de condução dos motoristas. Com um bilhão de quilômetros monitorados, a Cobli está presente em 27 estados brasileiros, conta com centenas de clientes e carros monitorados, gerando uma economia de 30% em quilômetros rodados e 25% em tempo.

FullFace – solução de biometria fácil

Startup brasileira que criou um sistema de reconhecimento facial que facilmente se integra a hardwares e softwares facilitando processos de autenticação biométrica facial web e mobile. A tecnologia desenvolvida pelos engenheiros da FullFace garante 99% de precisão no reconhecimento biométrico individual a partir de 1024 pontos da face em menos de um segundo. A startup tem investimentos próprios e atende clientes como GOL Linhas Aéreas Inteligentes, Cubo, Serasa Experian, Itaú e Motorola.

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Startup facilita criação de portfólio profissional na internet

Com tanta inovação disponível, parece que desenvolver um site profissional é tarefa fácil, mas a realidade mostra o contrário. Principalmente para fotógrafos, artistas, freelancers e empreendedores criativos – que precisam de uma página com forte impacto visual para apresentar seu portfólio de forma simples, com rápida atualização e a um preço acessível.

É esta a lacuna no mercado que a startup Alboom (www.alboom.com.br) vem preenchendo desde a sua criação, em 2015. Após diversas tentativas de ter um site profissional que realmente suprisse sua necessidade, veio a ideia de empreender. O famoso fotógrafo de casamento Rafael Bigarelli se uniu a um amigo programador e um publicitário e tornou a Alboom uma das maiores referências em tecnologia web para fotógrafos e autônomos no Brasil, com milhares de clientes.

De acordo com o fotógrafo, é muito importante ter um portfólio profissional estratégico para divulgar o trabalho. “Cerca de 80% dos novos fotógrafos desistem da área por não tratarem a sua atividade como uma empresa. Para o fotógrafo se destacar ele precisa profissionalizar sua atividade e isso tem acontecido cada vez mais com ajuda da tecnologia. Hoje conseguimos fechar mais orçamentos, atualizar as fotos do site pelo celular e estar disponível na minha própria vitrine virtual para captar e fidelizar meus clientes. Além disso, a conexão direta com as redes sociais otimiza todo fluxo de trabalho”, explica.

Criação de Portfólio

A plataforma de criação de sites da Alboom é escalável, na nuvem e com capacidade para armazenar milhares de fotos. Mais de 90% dos clientes da startup são fotógrafos, que conseguem atualizar seu portfólio até pelo celular logo após uma sessão de fotos.

Outra vantagem da plataforma é o algoritmo de ranqueamento em sites de busca, o que ajuda a encontrar o profissional mais facilmente na web. “Hoje a internet é um dos principais canais para atrair novos clientes e a plataforma facilita divulgar o trabalho em diversos meios, como site, redes sociais e mobile”, explica Marcelo Moscato, CEO da Alboom – ex Vice-Presidente da SAP América Latina, com mais de 20 anos na indústria de software – que acaba de chegar ao time.

Super plataforma

Além da criação de sites, a empresa investe em uma “super plataforma”, que integra diversos serviços para ajudar o profissional a crescer. Após atrair o cliente pela web, a Alboom disponibiliza soluções para facilitar o fechamento do negócio. Entre elas, um aplicativo gratuito que será lançado este ano e vai organizar a demanda de serviços, auxiliar na aprovação e seleção dos trabalhos, além da criação de galerias compartilhadas com outros fornecedores. Todo esse processo será extremamente simples, para gerar mais networking e oportunidades de negócios aos usuários.

“Nossa meta é ser a solução que resolve todos os problemas dos fotógrafos e empreendedores criativos, desde engajamento de clientes em diversos canais, divulgação e captação de leads, até a área comercial e financeira”, explica Moscato. Em cinco anos, a empresa pretende chegar a 200 mil usuários e mais de 1 bilhão de fotos armazenadas.

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Votorantim Cimentos e 100 Open Startups buscam empresas de base tecnológica com foco na indústria 4.0

A Votorantim Cimentos abre inscrições para o Desafio The Digital Cement Open Innovation. O programa busca projetos na área da construção, com foco na indústria 4.0. Com isso, a empresa busca criar um ecossistema de inovação que tenha o engajamento de startups, universidades, centros de pesquisa, fundos de investimentos e empregados.

O programa é realizado em parceria com o movimento 100 Open Startups, plataforma internacional que conecta startups a grandes empresas e fundos de investimento, da qual a Votorantim Cimentos é uma das patrocinadoras. O Desafio The Digital Cement Open Innovation teve as inscrições abertas no último dia 21 de junho, estendendo-se até o próximo dia 24 de agosto, no site: www.votorantimcimentos.com/openinnovation

Composto por 7 desafios, o programa terá profissionais com conhecimentos técnicos e em gestão específicos, que vão apoiar e mentorar todo o processo, ou seja, será possível interagir, validar o produto ou serviço ou mesmo cocriar e codesenvolver a solução mais aderente às necessidades do mercado.

Segundo o relatório do Boston Consulting Group (BCG), a Indústria 4.0 já conta com nove principais tecnologias (robôs automatizados, manufatura aditiva, simulação, integração horizontal, internet das coisas industrial, big data e analytics, nuvem, segurança cibernética e realidade aumentada).

Para participar do Desafio, as startups devem apresentar soluções em algumas das seguintes categorias:

Eficiência energética – sistemas de gestão de energia elétrica;
Realidade virtual + realidade aumentada para treinamentos de segurança, operação e manutenção;
Automatização da mão de obra para aumentar a produtividade das unidades industriais;
Visibilidade da entrega para o cliente;
Gestão de almoxarifado centralizado / inventário digital;
Gestão digital de territórios no desenvolvimento mineral e ambiental;
Gestão de palete – alternativa de paletização.

No site do Desafio, é possível encontrar mais informações sobre cada categoria. Segundo Humberto Shida, gerente global de Arquitetura & Soluções em TI da Votorantim Cimentos, a empresa busca criar um ecossistema que gere ciclos de inovação alinhados à estratégia de negócio da empresa. “Vemos na indústria 4.0 um grande diferencial para continuarmos a nossa história da inovação de forma muito mais rápida, com um escopo mais amplo, que garanta a perenidade da nossa empresa e, acima de tudo, deixe um legado para a sociedade do qual todos nos orgulharemos”, completa.

“É muito importante ter uma empresa do porte da Votorantim Cimentos movimentando o ecossistema de inovação aberta. Certamente teremos soluções extraordinárias sendo apresentadas pelas três startups que mais se destacarem ao término da avaliação”, comenta Bruno Rondani, fundador e CEO do movimento 100 Open Startups.
Sobre o Movimento 100 Open Startups

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Contrato de Vesting previne conflitos em startups

O conceito de Vesting tem aparecido cada vez no mercado brasileiro, principalmente nas startups e nas micro e pequenas empresas. Vesting nada mais é do que um contrato/acordo jurídico pelo qual um colaborador receberá, progressivamente, de acordo com critérios previamente estabelecidos, direitos de participação na empresa.

No início de uma startup, em que os sócios fundadores estão colocando em prática suas ideias e buscando compor uma equipe para possibilitar a realização do projeto, é frequente a falta de verba, ideias ou gestão. Assim, para viabilizar o empreendimento, é comum que os fundadores busquem investimento externos, oferecendo, em contrapartida uma porcentagem na participação da empresa, criando, assim, a figura de um novo sócio.

Algumas situações são motivos comuns de conflitos entre sócios. É o caso, por exemplo, de um profissional passou a trabalhar em uma startup tendo como contrapartida seu ingresso como sócio da empresa no percentual de 10% do capital social. Logo nos primeiros meses este novo sócio deixa de acreditar no potencial do projeto e resolve não dedicar mais seu tempo no desenvolvimento da empresa. Algum tempo depois, a startup ganha o mercado e tem seu valor aumentado de maneira exorbitante. Aquele sócio, que pouco contribuiu para o sucesso do negócio e que estava sumido, reaparece e exige seus 10% da empresa.

Ou, ainda, um profissional passou a trabalhar em uma startup sob a promessa de que, futuramente, quando o negócio despontar, passará a integrar o quadro societário. Após quase dois anos se dedicando ao projeto, este profissional, que ainda não se tornou sócio da empresa, se afasta por questões pessoais. Poucos meses depois de seu afastamento, a startup ascende no mercado. O profissional que foi essencial para o desenvolvimento do negócio, mas que se afastou pouco antes da ascensão, procura os sócios questionando sobre sua parte dessa valorização, mas não consegue seu devido reconhecimento.

São situações como essas que o contrato de vesting procura evitar. Normalmente, se utiliza como critério o tempo ou as metas, de modo que, atingido o estabelecido, automaticamente se adquire o combinado. “Essa modalidade de contrato prima estabelecer, desde o início, os critérios para a progressão da relação, bem como a forma como se procederá a rescisão\”, explica o advogado Felipe Borelli, do escritório Aguinaldo Biffi Sociedade de Advogados, especializado em Direito Empresarial.

Segundo ele, o contrato de vesting tem ganhado cada vez mais espaço no mercado. “Desde o início da relação, as partes acordam como se desenvolverão e se encerrarão as obrigações de cada um diminuindo as margens de conflitos e evitando desgastes entre os sócios, além de fomentar o desenvolvimento de novos empreendimentos”, conclui Borelli.

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Aplicativo para consumidores e produtores de cerveja artesanal será lançado na Brasil Brau 2017

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O mercado de cerveja artesanal está em constante expansão no país, mesmo em tempos de crise. Segundo dados do Instituto da Cerveja Brasil, em 2017, a expectativa de crescimento é de 10% para o setor. Dentro deste cenário positivo, ocorrerá em São Paulo a Brasil Brau 2017 – XIV Feira Internacional de Tecnologia em Cerveja, de 26 a 28 de julho. O evento é o principal do segmento e estima-se a presença de mais de 13 mil pessoas, centenas de marcas e uma grande novidade: lançamento do aplicativo Braunetwork.

“Nossa expectativa é que o evento impulsione ainda mais o lançamento do aplicativo, já que estarão reunidos centenas de expositores e milhares de apaixonados por cerveja artesanal. O Braunetwork tem muito a acrescentar ao público”, complementa Fabiano Belmonte, um dos sócios da Startup idealizadora do aplicativo. Além dele, Carlos Tomás e Lucas Tomás completam o time responsável pelo nascimento do app.

Disponível para iOS e Android, o Braunetwork foi desenvolvido pela empresa Megaleios e apresenta diversas funcionalidades, como área para inscrição em cursos, encontrar cervejarias mais próximas a região do usuário, comprar insumos para fazer a própria cerveja e ainda conferir calendário de eventos. “Quem baixar o aplicativo sempre receberá informações atualizadas sobre o que está acontecendo. Desta maneira, será mais fácil se atualizar”, acrescenta Carlos.

Outro ponto interessante é que o usuário poderá conferir receitas e também alugar equipamentos de outros produtores. Segundo Lucas, o aplicativo pode fazer grande diferença para cervejarias e entusiastas que estão dando os primeiros passos, isso porque “facilitará muito a vida de quem está começando a fazer a cerveja, ou mesmo de quem já está no mercado, visto que será possível conhecer outros profissionais, alugar equipamentos e trocar experiências”, finaliza.

Aplicativo Braunetwork

O aplicativo já está disponível para download nas plataformas iOS e Android e leva a assinatura da Megaleios, empresa especializada em desenvolvimento de aplicativos. Além do app em si, quem é apaixonado por cerveja artesanal também pode acessar o site oficial do aplicativo em www.braunetwork.com.br.

Brasil Brau 2017

Quando? 26 a 28 de julho de 2017.
Horários; Das 13h às 20h.
Onde? São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5
Informações: www.brasilbrau.com.br

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Quais os desafios legais para iniciar uma startup?

Fabio Sertori, especialista em alianças público-privadas, está entre os mentores do encontro “Conceitos legais para iniciar uma startup”, que acontece amanhã, 25 de julho, na sede da NIBO, startup desenvolvedora de soluções em gestão financeira, no Rio de Janeiro. A Founder Institute Rio, parte da Founder Institute, uma aceleradora de startups voltada à formação de empreendedores e empresas criada no Vale do Silício (Califórnia), é organizadora do evento.

Sertori focará sua participação nos papéis do Governo como fomentador do ecossistema das startups, e exemplos de como o Governo pode alavancar o desenvolvimento de negócios de impacto.

O objetivo geral do encontro é oferecer uma plataforma para ajudar o empreendedor a criar negócios inovadores, com a finalidade de recuperar a economia do Estado e, assim reter talentos no Rio de Janeiro. Os empreendedores terão todas as informações para iniciar uma startup, como escolher o melhor tipo de empresa, formação de equipe, elaboração de contratos e os principais problemas que podem ser enfrentados a partir desta iniciativa.

Todos os mentores estão conectados com ambientes inovadores e têm experiência em apoiar startups, iniciativas societárias, acordos e investimentos. Segundo Marcos Semola, codiretor da Founder Institute Rio, os profissionais escolhidos para o time de mentores é o que determina a qualidade do produto final. “Além disso, eles possuem os mesmos valores que eu, que é sempre buscar a inovação. Esse evento visa uma causa maior, por isso todos são voluntários”, comenta Semola.

A Founder Institute Rio inicia, na segunda quinzena de agosto, um programa que contará com um ciclo de 14 sessões de treinamentos – um por semana, e tarefas aos futuros empreendedores, todos coordenados por mentores. As turmas terão entre 35 e 50 participantes e são formadas, principalmente, por participantes dos bate-papos.

Evento Founder: Conceitos legais para iniciar uma startup

Data: 25 de julho – às 18h30

Local: NIBO – Rua da Alfândega, 100 – 3º andar – Centro – Rio de Janeiro

Gratuito

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Startup especializada em NFE lança ferramenta que integra com plataformas de pagamento online

Para facilitar a vida das pequenas e médias empresas, a eNotas, startup especializada na emissão automática de nota fiscal eletrônica, acaba de anunciar uma integração que permite às empresas gerenciarem e emitirem de forma automática, em uma mesma interface, as notas fiscais eletrônicas (NFS-e ou NF-e) e todo o processo de cobrança. Assim, o empreendedor tem tempo para investir no que realmente importa para seu negócio.

Uma das recentes apostas da empresa foi a integração com a iugu, startup de automação financeira e primeira plataforma online brasileira a oferecer serviços completos para pagamento. Por meio de uma simples extensão do navegador Chrome, a eNotas possibilita que os clientes da iugu integrem, em apenas três cliques, um plugin ao seu painel de controle, sem necessitar de habilidades técnicas ou equipe de desenvolvimento.

Após a integração, estará disponível no painel do cliente iugu a emissão automática e gerenciamento de notas fiscais eletrônicas de serviços, de produtos e do consumidor. “A tecnologia cuida de todo processo de faturamento permitindo que o empreendedor tenha mais tempo para focar no que é realmente importante para o seu negócio. É como se um assistente virtual fizesse todo trabalho”, afirma Christophe Trevisani, CEO e fundador da eNotas.

Com a solução da eNotas, é possível ter acesso a relatórios de controle de notas fiscais, visualização do PDF e XML da nota a partir da própria cobrança, cancelamento de nota e envio para o e-mail do cliente. A plataforma ainda pode preencher o cadastro dos clientes automaticamente a partir do CNPJ e cancelar as notas de pagamentos não realizados ou estornados.

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Como se destacar em um hackathon

Os hackathons, maratonas de criação em tecnologia, fazem cada vez mais parte das iniciativas de fomento à inovação de empresas. Apesar de não seguirem um formato padrão, esses eventos exigem muito fôlego dos participantes que passam horas a fio desvendando dados, sistemas lógicos e usando a criatividade para desenvolver soluções que façam os olhos das empresas brilharem.

Renata Iwamoto, 26 anos, é formada em engenharia elétrica pela Poli e participa de hackathons por lazer. Segundo ela, esses eventos permitem uma experiência profissional diferente, os participantes aprendem muito na prática e o networking é incomparável.

A engenheira foi contratada pela Ambev após sua participação na segunda edição do hackathon da cervejaria, em 2016. Seu projeto não foi o escolhido, mas o que contou para a companhia foi o seu desempenho ao longo da maratona. Renata elencou cinco dicas para aqueles que também desejam se destacar:

1) Vá para aprender
Tem que ir sem medo: o mais legal é o potencial de aprendizagem que o hackathon proporciona. Vá aberto para conhecer pessoas, se desenvolver e aceitar ideias. Não se apegue tanto ao curso de formação, nem mesmo área de atuação. O mais importante é querer fazer diferente!

2) É preciso ter afinidade com as funções desempenhadas no desafio
Tenha em mente que é preciso ter afinidade com as funções de gerente de projetos, desenvolvedor, designer ou mesmo empreendedor. Mas não esqueça de que estamos falando em afinidade. Não é preciso ter experiência nessas áreas.

3) Escolha bem seu time
Os participantes montam o grupo de maneira proativa, por isso é importante escolher um time com pessoas de diferentes perfis. A diversidade traz muito valor.
Na Ambev, por exemplo, isso acontece na nossa rotina diária. A cervejaria acredita que um ambiente de trabalho mais diverso é propício para o surgimento de novas ideias.

4) Respeite todas as etapas
Cuidado com o desenvolvimento de cada etapa. É preciso escolher o problema dentro do tema proposto pela empresa, pesquisar as causas e validá-lo – fazer pesquisas na rua e falar com o público afetado. Depois desses passos, faça um brainstorming com o time para pensar em possibilidades de solução.

5) Construa uma apresentação matadora
Tão importante quanto ter uma boa ideia é saber explicá-la aos jurados. Apresente o projeto de forma clara e cronológica, incluindo as vantagens da solução para o negócio. Faça pesquisas na internet sobre pitch. Há muitas dicas sobre como se portar e apresentar.

A Ambev está com inscrições abertas para seu Hackathon 2017. O desafio do ano é: melhorar a experiência de consumidores na hora de beber cerveja.

Data: dia 5 e 6 de agosto

Local: Espaço CUBO – Rua Casa do Ator, 919, Vila Olímpia, São Paulo/SP
Inscrições até 30 de julho no site www.ambev.com.br/hackathon

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T-Systems Brasil e FIAP anunciam parceria para o Innovation Challenge 2017

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar uma parceria com a FIAP, um dos centros de excelência em tecnologia mais respeitados do País. A ação vai alavancar a edição 2017 do Innovation Challenge, iniciativa que desafia os alunos da instituição a desenvolverem novas soluções para o mercado.

Com o objetivo de oferecer aos estudantes uma experiência diferenciada, o Innovation Challenge é, na prática, um programa de empreendedorismo e inovação. Os participantes formarão equipes e competirão em um desafio no qual deverão criar ideias e soluções e concorrer ao prêmio de melhor projeto de inovação do ano letivo.

Para a edição deste ano, a T-Systems apresentou o desafio Smart Factory aos cerca de 250 alunos do 1º ano dos cursos de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Divididos em grupos de cinco pessoas, eles deverão desenvolver um software que simule um processo de produção industrial, desde a entrada do pedido até a chegada do produto ao estoque, passando pela escolha dos fornecedores e pela fabricação.

“Todo o processo terá que ser apresentado em um portal acessível por qualquer dispositivo. Eles deverão utilizar o conceito de mobilidade”, explica Luis Fernando Tadei, head de Digital Transformation da T-Systems Brasil. Ele lembra que os projetos serão avaliados seguindo os critérios de lógica, desenvolvimento e integração com ambientes SAP e não-SAP e que, para a apresentação do desafio, executivos da T-Systems realizaram quatro reuniões com os estudantes ao longo do mês de maio.

Eliminatórias

Apresentado o desafio, os alunos da FIAP poderão desenvolver seus projetos entre os meses de junho e outubro. Tadei e Fernando Vidoi, gerente de inovação da T-Systems Brasil, serão os responsáveis pelo acompanhamento do todo o processo de criação das soluções apresentadas. Parte desse processo envolve a realização de encontros mensais com os grupos, que receberão mentoria dos executivos. “O objetivo destes encontros é tirar dúvidas, trocar ideias e dar foco aos projetos”, explica Tadei.

Entre os dias 23 e 25 de outubro, serão eleitos os 10 melhores projetos e, no dia 26 de outubro, uma banca formada por gestores da T-Systems Brasil irá analisar os finalistas, anunciando os três melhores. Nesta fase, o grupo vencedor receberá bolsas de estágio para seus integrantes, válidas a partir do início de 2018. Já as equipes que ficarem em segundo e terceiro lugar ganharão camisetas e mochilas, respectivamente.

Para Rita de Cássia Rodrigues, coordenadora de graduação da FIAP, o Innovation Challenge é uma oportunidade de interação entre os alunos da instituição e o mercado. “De um lado, o desafio estimula a transferência de cultura entre os jovens e as empresas e, de outro, estas têm acesso a novos talentos”, afirma.

Ao final do processo, os três melhores projetos serão premiados no FIAP Next, festival de tecnologia realizado anualmente pela FIAP, e também serão submetidos a análise de investidores, onde poderão participar do Startup One, onde os projetos se transformam em startups. O grupo vencedor recebe bolsas de estudo, para um curso de empreendedorismo, no Babson College (EUA).

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Teradata adquire start-up StackIQ para fortalecer operações em nuvem e on premise

A Teradata (NYSE: TDC), empresa líder em dados e analytics, anunciou a aquisição da StackIQ, start-up sediada em San Diego, desenvolvedora de uma das plataformas de provisionamento de software mais rápidas do mercado, que atualmente gerencia a implantação de software de nuvem e análise em milhões de servidores e data centers ao redor do mundo. O acordo firmado pelas empresas irá aproveitar a experiência da StackIQ em softwares abertos e grande provisionamento de clusters para simplificar e automatizar a implantação do Teradata Everywhere. Com essa nova oferta, os clientes da Teradata terão a velocidade e a flexibilidade necessária para implantar as soluções em ambientes de nuvem híbrida, permitindo inovar rapidamente e criar novos aplicativos analíticos para seus negócios.

Além dos ativos de tecnologia, a aquisição também inclui a talentosa equipe de engenheiros da StackIQ, que irá se juntar a organização de P&D da Teradata, ajudando a acelerar a capacidade da empresa de automatizar a implantação de software em sistemas de operações, engenharia e clientes finais.

”A Teradata tem orgulho em construir e investir em soluções que tornam a vida mais fácil para nossos clientes”, disse Oliver Ratzesberger, vice-presidente executivo e diretor de produtos da Teradata. “Somente as tecnologias com melhor desempenho e realidade de mercado são adicionadas ao nosso ecossistema, e a StackIQ entrega produtos que se destacam em seu campo de atuação” completa o executivo. Segundo Ratzerberger, ”a adição da tecnologia StackIQ à IntelliFlex, IntelliBase e IntelliCloud fortalecerá nossos recursos e permitirá que a Teradata redefina o modo como seus sistemas são implantados e gerenciados globalmente”.

“Nossos altos padrões também se aplicam às pessoas que contratamos”, continuou Ratzesberger. “Como a Teradata continua a expandir suas habilidades de engenharia (P&D) para impulsionar a inovação tecnológica em curso, buscamos indivíduos qualificados e talentosos para se juntarem a nossa equipe. Mais uma vez, a StackIQ está acima do nível de mercado com engenheiros talentosos, que temos a honra de considerar a partir de agora funcionários da Teradata “.

De acordo com o contrato firmado entre as empresas, a Teradata agora possui exclusividade sobre toda propriedade intelectual da StackIQ que automatiza e acelera a implantação de softwares em grandes conjuntos de servidores (físicos e virtuais/na nuvem). Esse aumento na automação ocorrerá em todas as implantações do Teradata Everywhere, reduzindo drasticamente o tempo de compilação e entrega de soluções complexas de análise de negócios, além de adicionar a capacidade de gerenciar “appliances” de software em infraestrutura de nuvem híbrida. A velocidade da nova solução integrada da Teradata também permite a execução de testes rápidos ou de hardware de benchmarking bem como a rápida redistribuição entre as tecnologias para combinar os requisitos de mudança de carga de trabalho do cliente.

“Essa união com a Teradata, empresa líder de mercado em soluções de dados analíticos, valida a importância da engenharia da StackIQ e do talento que cultivamos ao longo dos anos”, disse Tim McIntire, co-fundador da StackIQ. “Estamos ansiosos para trazer um pouco da cultura das start-ups de San Diego para a Teradata, trabalhando em conjunto para simplificar a experiência do cliente na implantação e atualização de software do sistema”. Os termos do contrato de aquisição não foram divulgados.

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TARGIT lança programa de aceleração voltado a startups

A TARGIT, multinacional dinamarquesa especializada em ferramentas de Business Intelligence (BI), anuncia o seu programa voltado a startups de todo o Brasil. A ideia da empresa é atuar diretamente neste mercado seleto e de fomento à inovação, promovendo novos modelos de negócios, apoio, consultoria e licenças gratuitas de sua plataforma de BI & Analytics, que poderão ser utilizadas pelas empresas em um período de seis meses a dois anos.

Entre os desafios de uma startup estão o desenvolvimento rápido e o investimento necessário para se ter a primeira versão da oferta e o aceso ao mercado alvo. “Nos modelos atuais dos fornecedores de tecnologia fica muito caro para uma startup desenvolver suas ofertas utilizando de tecnologia de classe mundial”, destaca Allan Pires, CEO para a América Latina & Texas da multinacional. Para facilitar o desenvolvimento de novos empreendimentos é que a TARGIT lança sua primeira versão do programa de aceleração de startups.

Os participantes aprovados neste processo poderão desenvolver suas ofertas utilizando de todas as tecnologias da TARGIT, optando por um modelo de pay as you grow após sua operação começar a se rentabilizar. Para a montagem deste modelo, a TARGIT oferecerá mentoria em estratégia, plano e modelo de negócio, uso, tecnologia e demais assuntos importantes para o sucesso do projeto.

Além de mentoria, a TARGIT será responsável por oferecer participação em conselhos, apoio na distribuição das soluções no mercado nacional e internacional, além de investimento direto na empresa por meio da holding PA Glocal, atuante na localização de novas e impactantes inteligências para serem distribuídas e aplicadas aos clientes e parceiros, com a missão de criar valor aos negócios.

Para isso, serão avaliadas as necessidades e cenário de cada startup mediante inscrição pelo e-mail atendimento@targitbrasil.com. “Para participar do processo de seleção, serão avaliados os materiais de apresentação da startup e business plan. Não restringiremos as inscrições por região ou estilo de negócio. O nosso principal objetivo é trazer para perto de nós as ideias mais inovadoras e consistentes, ligadas à transformação digital e que, também, entendam a importância do Analytics para impulsionar os negócios”, diz Allan.

Serão selecionadas de 5 a 10 startups para participar do programa, passando por uma pré-avaliação do perfil para entender se a empresa atende aos seguintes requisitos: proposição de valor válida; mercado a ser atendido; potencial de mercado; importância do Analytics na oferta; perfil dos empreendedores e plano de negócios.

Após avaliação, escolha e aceleração das empresas, as startups poderão continuar utilizando a plataforma de Analytics, em um modelo chamado pay as you grow. “A startup terá todo o nosso apoio e poderá desenvolver junto conosco a melhor forma de pagamento e uso futuro da plataforma conforme o seu crescimento”, finaliza Allan, que prevê para o segundo semestre de 2017 fortes parcerias com este ecossistema.

Programa de Aceleração TARGIT

Inscrições: até 15 de agosto
Avaliação do plano de negócio: de 15 de agosto a 15 de setembro
Anúncio final: 30 de setembro
Contato:atendimento@targitbrasil.com

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Liga Ventures abre inscrições para segundo ciclo de aceleração do programa Liga AutoTech

Em parceria com Mercedes-Benz, Eaton, Sascar, Ticket Log, Repom e Webmotors, a plataforma de inovação aberta irá acelerar até 10 startups nessa nova fase. Interessados podem se inscrever até o dia 27 de agosto

A Liga Ventures – aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes corporações – acaba de abrir as inscrições para o 2° ciclo de aceleração da Liga AutoTech (https://liga.ventures/autotech), um programa de inovação aberta que irá prospectar, selecionar e acelerar startups em conjunto com grandes empresas dos setores de mobilidade, transporte, logística e da indústria automobilística.

Para essa nova rodada de aceleração, a vertical também contará com a parceria da Webmotors – uma das mais importantes marcas do segmento automotivo nacional, com amplo serviço de classificados para veículos novos e usados. Mercedes-Benz, Eaton, Sascar, Ticket Log e Repom, que já faziam parte da iniciativa, também participarão deste ciclo.

De acordo com Rogério Tamassia – diretor da Liga Ventures e um dos idealizadores do programa – o objetivo da Liga AutoTech é conectar grandes corporações a startups de tecnologia que estão transformando setores essenciais do país. “Verificar tendências, testar múltiplos mercados e modelos de negócio em conjunto com as startups é uma importante oportunidade para o desenvolvimento das empresas que poderão levar soluções inovadoras com mais agilidade para seus segmentos”, explica Tamassia.

Programa de Aceleração Liga AutoTech

Após as inscrições, serão selecionadas de 5 a 10 startups para este ciclo, em temas como gestão e serviços para frotas, varejo, pré e pós vendas, logística, big data e analytics, telemetria, rastreamento e pagamentos móveis.

Durante quatro meses, as startups selecionadas passarão por um programa de aceleração, no qual poderão explorar oportunidades de negócios com as grandes empresas participantes, mentorias com executivos do setor e com a rede de mentores da Liga Ventures, além de um amplo networking com potenciais parceirose investidores. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups aceleradas.

Além do programa de aceleração, a plataforma promoverá eventos sobre inovação do setor, relacionamento com startups brasileiras e internacionais e a criação de um processo estruturado para gerar inteligência sobre o segmento.

Primeiro ciclo já traz bons resultados

A Trackage, startup focada em soluções de monitoramento para reduzir prejuízos como extravio, violação e perda de cargas e objetos para empresas é um dos destaques do primeiro ciclo da Liga AutoTech.

Em menos de 2 meses de programa, com respaldo e mentorias da Liga Ventures e corporações parceiras, a startup já está desenvolvendo um grande projeto em conjunto com uma das grandes empresas participantes. De acordo com Victor Hugo Moreira, CEO da startup, projetos-piloto estão em andamento com bons resultados e a expectativa é aumentar o escopo e o alcance até o final do ano. “Participar da Liga AutoTech nos deu a oportunidade de crescer como startup e como pessoas. Ter contato direto com grandes empresas aumentou nossa expertise e nos trouxe mais amadurecimento no negócio. A Liga AutoTech nos abriu portas”, afirma.

Liga AutoTech

As startups interessadas podem se inscrever até o dia 27 de agosto pelo site https://liga.ventures/autotech.

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Samsung Ocean USP convida startups para programa de pré-aceleração

‘Intensivo #6’ é gratuito e direcionado para equipes já estabelecidas com ideias inovadoras para dispositivos móveis, Internet das Coisas ou Realidade Virtual

Até 23 de julho, domingo, empreendedores podem se inscrever para a sexta edição do programa de pré-aceleração de startups, chamado “Incentivo ao Empreendedorismo em Ambiente de Tecnologias Digitais Móveis” ou “Intensivo #6”. Trata-se de uma iniciativa gratuita de capacitação em tecnologia e empreendedorismo direcionada a equipes já estabelecidas e que tenham ideias inovadoras para smartphones, tablets e wearables, preferencialmente ligadas à Internet das Coisas (IoT) ou Realidade Virtual (VR), e interesse em desenvolvê-las com o suporte da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e da Samsung.

Os interessados devem ler o regulamento e se cadastrar usando o formulário de inscrição. O programa terá duração de 18 semanas, entre os dias 14 de agosto e 13 de dezembro de 2017, no Samsung Ocean USP, localizado na Poli-USP. Serão oferecidas atividades intensas para as equipes, incluindo treinamentos, workshops, palestras, mentorias, laboratórios e trabalho em campo.

Além de treinamento e capacitação dos seus participantes, o Intensivo #6 tem ainda como objetivos criar e validar o modelo de negócios das ideias (BMC – Business Model Canvas), comprovar sua viabilidade técnica e desenvolver as funcionalidades de um Produto Mínimo Viável (MVP). “Ainda dá tempo de se inscrever e ter a grande oportunidade de transformar ideias em soluções reais, bem como aumentar o networking com professores da USP, especialistas da Samsung e de seus parceiros”, ressalta Guilherme Selber, gerente de Inovação da Samsung América Latina.

Após o término das inscrições, será iniciado um processo seletivo composto por triagem e entrevistas que servirão de base para a escolha das startups participantes. O programa oferecerá atividades presenciais de segunda à quinta-feira, das 19h às 22h. Ao final do ciclo de pré-aceleração, a própria USP emitirá o certificado válido como curso de atualização, desde que cumpridos os requisitos mínimos.

“O Samsung Ocean USP é um centro de capacitação tecnológica e de fomento do ecossistema empreendedor. Nosso programa vai ao encontro dos objetivos da companhia, que estabeleceu a parceria com a USP justamente para estar mais próxima à comunidade acadêmica e fomentar o surgimento de tendências que possam ter impacto no mercado consumidor nos próximos anos”, explica Selber.
André Fleury, professor do Departamento de Engenharia de Produção da Poli-USP e um dos coordenadores do Samsung Ocean USP, celebra a realização de mais uma iniciativa na unidade: “nossa proposta é oferecer uma plataforma para agregar competências, pessoas e projetos, estando sempre abertos à comunidade. Promover, no próprio espaço, mais um ciclo de pré-aceleração de startups é a prova de que estamos no caminho certo”.

Intensivo #6:

Inscrições até 23 de julho de 2017 pelo formulário de inscrição.
Regulamento disponível em regulamento Intensivo #6.
Duração da pré-aceleração: de 14 de agosto a 13 de dezembro de 2017
Horário das atividades: segunda a quinta-feira, das 19h às 22h
Local: Samsung Ocean USP – Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP (Poli-USP) – Av. Prof. Almeida Prado, 531, Bloco FG, Cidade Universitária – SP

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Webmotors firma parceria com a Liga Ventures para se conectar a startups do setor automotivo

Se consolidando cada vez mais como uma empresa que busca por inovações e tendências dos setor tecnológico, a Webmotors, principal marca de classificados do segmento automotivo, acaba de firmar parceria com a Liga Ventures, aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes corporações.

Um dos objetivos da parceria é a participação da marca nos próximos ciclos de aceleração da Liga AutoTech, programa que prospecta, seleciona e acelera startups dos setores de mobilidade, transporte, logística e indústria automobilística, além de unir forças para criação de novos projetos de inovação nessas áreas. Já fazem parte do projeto companhias como Mercedes-Benz, Eaton,Sascar, Ticket Log e?Repom.

Para Rogério Tamassia, diretor da Liga Ventures e um dos idealizadores da Liga AutoTech, a parceria irá potencializar ainda mais o programa – que teve cerca de 200 startups inscritas para seu primeiro ciclo de aceleração em que foram selecionadas oito startups que estão inovando no setor em parceria com as grandes empresas participantes. “A entrada de um parceiro tão relevante no mercado automotivo como a Webmotors deixa o programa Liga Autotech ainda mais completo. Abrem-se novas possibilidades para geração de negócios e inovação para as startups e para as grandes empresas participantes”, comenta Tamassia.

Participar do programa de aceleração e ter contato com startups inovadoras, ajudará a marca a buscar novas soluções e oportunidades para seus clientes. Segundo Fernando Miranda, CEO da Webmotors, esta parceria colocará a Webmotors em contato com empresas que estão pensando e construindo o futuro do setor. “Essa é a direção que buscamos por nos qualificarmos como uma marca pioneira e que está sempre pensando no futuro do carro e nas novas conexões que estão surgindo para o consumidor. Somos a primeira startup de automóveis do Brasil e agora a primeira a acelerar e investir em startups do segmento”, afirma Miranda.

O próximo ciclo de aceleração da Liga AutoTech tem suas inscrições previstas para o dia 18 de julho. Interessados em conhecer mais sobre o programa podem acessar o site: https://liga.ventures/autotech.

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Bayer e Câmara Brasil-Alemanha recrutam startups de agricultura digital

Por meio do programa AHK Startups Accelerator, iniciativa irá fomentar o crescimento de soluções já disponíveis no mercado

As ferramentas de agricultura digital estão cada vez mais presentes no campo para atender as expectativas dos agricultores em relação ao aumento da produtividade e práticas sustentáveis. Pensando nisso, a Bayer, em parceria com a Câmara Brasil-Alemanha, abre inscrições para a 2ª edição do Startups Connected. Neste ano, o desafio proposto pela companhia é a redução de perdas de produtividade relacionadas a pragas e doenças e fomentar o desenvolvimento de soluções na área de agricultura digital já disponíveis no mercado.

Na busca por alternativas para aumentar a eficiência da proteção de cultivos podem participar startups estabelecidas no Brasil ou na Alemanha que apresentem ideias inovadoras, alinhadas com o dia a dia do produtor rural, incluindo plataformas com uma interface simples e acessível via mobile.

Segundo Hiran Zani, gerente de inovação em digital farming da Bayer, a empresa busca por meio de tecnologias digitais proteger o potencial produtivo nas lavouras. “As ferramentas de agricultura digital permitirão num futuro próximo melhorar a produtividade aliada à sustentabilidade, com foco na eficiência da aplicação dos produtos nas lavouras. Justamente por isso é importante estarmos sempre antenados às principais tendências do mercado de tecnologia, e iniciativas como esta nos permitem fomentar novas ideias no setor”, disse.

“Os ganhadores poderão se apresentar no Congresso Brasil-Alemanha de Inovação, receberão um diagnóstico e acompanhamento ao longo de três meses e terão a possibilidade de receber investimento do BMG UpTech em troca de participação minoritária. Os projetos vencedores serão ainda elegíveis ao Prêmio Ideias4Action, do Banco Mundial. Esse suporte e visibilidade podem ser fundamentais para a maturação de empresas nesta fase de evolução”, ressalta Camila Navarro, IT Digital & Innovation Manager da Bayer. Os selecionados poderão também se aproximar das empresas patrocinadoras e terão apoio na revisão de seu modelo de negócio e na criação de um plano de trabalho.

Os interessados podem se inscrever pelo site http://www.startupsconnected.com.br/categorias/agricultura-digital/ até o dia 04 de agosto de 2017. A iniciativa faz parte do programa AHK Startups Accelerator, que apoia startups na geração de oportunidades de negócio entre elas e as empresas patrocinadoras.

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