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Oi inaugura hub de inovação e divulga startups selecionadas para última etapa

A Oi inaugura nesta quinta-feira o Oito, hub de empreendedorismo e inovação que vai funcionar em parceria com empresas de tecnologia e centros de pesquisa. O objetivo do novo espaço (localizado em Ipanema, no Rio de Janeiro) é se tornar um centro de referência em inovação, contribuindo para a geração de novos negócios, desenvolvimento de soluções tecnológicas e digitais, aceleração de startups e suporte a negócios sociais. A companhia divulga também os 18 projetos selecionados para passar por um curto período de avaliação, já trabalhando no espaço Oito sob a supervisão do Instituto Gênesis e do time Oi. Os seis que forem melhor avaliados nesse período receberão aporte de R$ 150 mil cada para se instalar no Oito e desenvolver seu negócio ao longo de 2018.

“A Oi é uma empresa que sempre se caracterizou pelas transformações que promove no mercado. Com o Oito, demos um passo adiante e criamos com parceiros estratégicos um espaço dedicado à inovação. Será um ambiente totalmente voltado para inovação, suporte ao empreendedorismo e também economia criativa, que é uma das vocações do Rio de Janeiro”, afirma o presidente da Oi, Eurico Teles.

Pelo interesse que a iniciativa despertou nas startups na fase de inscrição de projetos, não faltarão boas ideias no Oito. O edital para seleção dos participantes recebeu inscrições de mais de 500 projetos de 23 estados. Entre os inscritos, houve projetos também de outros países – Estados Unidos, França e Chile. O processo seletivo incluiu uma banca composta por executivos da Oi e parceiros.

“Os principais critérios usados na escolha dos projetos selecionados para o Oito foram o grau de inovação, a qualificação da equipe, além do potencial de contribuir para o atendimento das novas demandas dos clientes ou gerar economia de custos e aumento de produtividade para a companhia”, acrescenta o executivo. Dos 18 escolhidos para o período de pré-incubação em dezembro, metade é do Rio de Janeiro. Os demais são de São Paulo (3), Minas Gerais (2), Distrito federal (1), Paraná (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1). Eles inscreveram projetos para desenvolver soluções em áreas como Internet das Coisas, Smart Cities, Serviços de Saúde, Serviços Educacionais, Digital Advertising e Soluções de Eficiência e Produtividade.

Parcerias com multinacionais, instituições e centros de pesquisa

A Oi é a fundadora do Oito, mas o espaço vai funcionar no modelo de parceria e construção de rede com outras empresas e instituições. Entre os parceiros estão Nokia, IBM, Oracle, Amazon Web Services, CPqD, Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), Senai, escritório Montaury Pimenta, Machado & Vieira Mello, Oi Futuro e Yunus Negócios Sociais Brasil. As soluções e produtos desenvolvidos no Oito terão o suporte da área de Inovação da Oi para serem testados e potencialmente adotados pela companhia, tanto para uso interno quanto para se tornarem parte do portfólio de soluções da empresa oferecido ao mercado.

O Oito será financiado pela Oi e desenvolvido em parceria com o Instituto Gênesis, instituto de empreendedorismo da PUC-Rio, que fará a coordenação técnica do projeto com a consultoria do empreendedor carioca Rafael Duton, sócio e fundador da aceleradora 21212. O modelo será inovador: além de mentorias e de espaço de trabalho, as startups terão apoio nas áreas gerencial, jurídica, financeira e de comunicação para estruturar o crescimento de seus negócios. O Oito atua em três frentes, o que representa um diferencial no mercado de inovação por tornar a iniciativa completa: aporte e apoio para o desenvolvimento de startups em estágio inicial; seleção de startups mais maduras para aceleração, com acesso à área de coworking e aos parceiros do Oito; e o IoT Lab, laboratório para desenvolvimento e teste de soluções de Internet das Coisas em parceria com a Nokia. Essas frentes terão o suporte de um espaço totalmente dedicado ao ecossistema, voltado para eventos e programação cultural, para inspirar ideias e criar conexões entre pessoas e empresas.

Aceleração e Coworking

O Oito também terá espaço para empresas residentes, que dividirão o espaço de coworking com as selecionadas. Serão startups mais maduras, que vão se beneficiar da troca de experiências proporcionada pelo Oito e alugarão as posições de trabalho a valores subsidiados, abaixo da média do mercado. Elas também serão selecionadas a partir de propostas enviadas pelo site www.oito.net.br. A área de coworking do Oito abrigará um andar com 78 posições de trabalho: 68 para empresas selecionadas, residentes e negócios sociais e mais dez assentos para convidados, que poderão ser ocupados de forma rotativa. O objetivo é criar um ambiente estimulante para as empresas, com a infraestrutura necessária para as startups. O Oito investirá ainda em aceleração tecnológica, por meio do laboratório de testes e soluções de Internet das Coisas, criado pela Oi em parceria com a Nokia. Toda essa estrutura, localizada no Leme, no Rio de Janeiro, poderá ser usada por desenvolvedores das empresas selecionadas além de também estar aberto ao mercado.

Iniciativas de negócios sociais e programação cultural

Outro diferencial do Oito será a presença do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, por meio do Labora, laboratório de inovação social, e do Labsônica, laboratório de experimentação sonora. Projetos de novos negócios sociais acelerados pelo Labora, através de parceria com a Yunus Negócios Sociais Brasil, terão até dez posições de trabalho no Oito, garantindo interação com as startups incubadas. Dois projetos do Labora já serão instalados no Oito: 818 Energia Solar e Diáspora Black. Já o Labsônica, iniciativa também do Oi Futuro, vai liderar a curadoria da programação cultural com experimentações artísticas na área multiuso, fomentando a circulação de pessoas e ideias criativas no Oito. A área multiuso vai receber atividades diversas tais como cursos, seminários, hackatons, demo days, lançamentos e meetups. Os eventos poderão ser organizados pela Oi e também pelos parceiros.

Projetos selecionados para avaliação ao longo de dezembro

1. Allugator (MG): Plataforma de aluguel de produtos diversos.
2. Banco Maré (RJ). Solução de pagamento para o público não bancarizado.
3. Cíngulo (RS): Aplicativo de suporte/desenvolvimento emocional e agendamento de consultas psicológicas.
4. Easyglic (DF): Relógio de monitoramento de hipoglicemia.
5. Energy2go (RJ): Solução de aluguel de baterias portáteis para recarga de celulares.
6. Entropia (RJ): Plataforma de soluções de saúde para pré-diagnóstico, indicação de médicos usando blockchain e inteligência artificial.
7. ePHealth (SC): Aplicativo de suporte ao trabalho dos Agentes de Saúde Comunitários.
8. Everywhere Analitics (PR): Solução de contagem de tráfego de pessoas via Wi-Fi.
9. Farmaki (RJ): Comparador de preços de medicamentos.
10. Field Control (SP): Solução de controle de força de campo.
11. Gamer Trials (RJ): Plataforma de testes de games.
12. Genesis Training (RJ): Plataforma de padronização de treinamentos para franquias de futebol.
13. DEMONL (RJ): Solução de proteção de ativos com “barreira elétrica” inovadora.
14. JUSTTO (SP): Solução de mediação de acordos judiciais.
15. Legal Cloud (RJ): Solução de controle de prazos legais.
16. NEARBEE (MG): Botão de pânico via bluetooth aliado à rede de pronto atendimento colaborativo e relógio de rastreamento infantil.
17. Power Drones (SP): Solução de video-inspeção automatizado feito através de drones.
18. Top2You (RJ): Plataforma de coaching com executivos de mercado.

Negócios sociais selecionados pelo Labora (Oi Futuro)

19. 818 Energia Solar (RJ): Democratização do acesso à energia solar.
20. Diáspora Black (RJ): Empreendimento que busca articular uma rede social de viagens para usuários afrodescendentes que compartilhem interesses e referências culturais comuns.

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Grupo Panalpina investe em startup para a cadeia de suprimentos

Em um mundo cada vez mais digital e automatizado, o Grupo Panalpina, uma das principais operadoras logísticas globais, inova e investe na criação de uma startup dedicada exclusivamente à cadeia de suprimentos. Trata-se da Validaide, uma plataforma online, da qual é co-desenvolvedora, que tem como objetivo principal proporcionar a qualificação de seus principais fornecedores. A ferramenta, lançada recentemente, já está disponível em alguns dos países em que a companhia atua e a previsão é que todas as suas outras filiais recebam a novidade até o final de 2018, inclusive a Panalpina Brasil.

“Nossos clientes, especialmente os da área da saúde, confiam em nós para trabalhar com fornecedores qualificados. É por isso que mantemos um dos mais sofisticados programas de gerenciamento de subcontratados e de avaliação de riscos do mercado”, diz o chefe global de aquisições de frete aéreo e de gerenciamento de produtos do Grupo Panalpina, Markus Muecke. “A Validaide torna o processo de qualificação dos fornecedores e a identificação dos riscos ao longo das rotas de transporte mais eficiente, dinâmico e transparente”, acrescenta.

A coleta, manutenção e compartilhamento das informações sobre os parceiros de logística é um tópico que ganhou interesse significativo nos últimos anos, especialmente no setor de saúde, uma vez que as diretrizes de boas práticas de distribuição da União Europeia foram atualizadas em 2013. De acordo com esses regulamentos, os produtores de medicamentos devem sempre avaliar as capacidades de seus fornecedores da cadeia de distribuição.

Ao usar a Validaide, a Panalpina pode qualificar seus fornecedores e avaliar as rotas de transporte de forma mais rápida e fácil, podendo compartilhar os resultados com os próprios clientes. “A Validaide é uma plataforma aberta com uma abordagem comunitária única”, explica o co-fundador e diretor-gerente da startup, Eelco de Jong. “Os integrantes da comunidade criada no sistema, por exemplo, companhias aéreas, agentes de trânsito e empresas de transporte rodoviário, podem mostrar suas competências tanto para clientes existentes quanto para parceiros em potencial, ou seja, provedores de logística terceirizados como a Panalpina. Os fornecedores são responsáveis por seus dados e decidem com quem eles querem compartilhar”, complementa.

Transparência – Com a Validaide, todos os dados ficam disponíveis online, em um único lugar e a qualquer momento, além de estarem sempre atualizados. “Por meio desse sistema, podemos oferecer aos clientes maior visibilidade aos seus negócios globais. Com o programa, eles conseguem ter acesso a toda a cadeia de transportes de onde estiverem e podem mitigar os riscos potenciais. Graças às informações e relatórios fornecidos em tempo real, podem tomar decisões rápidas com base em fatos e agilizar seus respectivos processos de auditoria”, afirma o supervisor de qualidade e de operações aéreas do Grupo Panalpina, Daniel Lutz.

O Grupo Panalpina é parceiro da Validaide, empresa co-fundadora da startup que leva o mesmo nome, desde que a plataforma foi criada, em 2016. As duas empresas trabalharam em estreita colaboração para construir uma ferramenta segura, alinhada com listas de verificação padronizadas e com um fluxo eletrônico sutil, que torna a qualificação do provedor mais eficiente e confiável. Em conjunto com os dados dos próprios fornecedores e centenas de rotas de transporte avaliadas pelos especialistas da companhia, a nova tecnologia oferece a mais completa transparência em informações para a cadeia de suprimentos mundial.

Brasil– O Grupo Panalpina segue em processo de implementação da start-up em todos os outros países em que atua diretamente, inclusive o Brasil, um dos mais importantes mercados para os negócios da companhia em todo o mundo. O país é o quarto mais relevante para as operações da corporação atualmente e deve receber o sistema até o final de 2018.

“Temos certeza que a nova tecnologia agregará ainda mais valor às nossas operações no país e que também será um diferencial na cadeia de distribuição nacional, reforçando nossa característica mais conhecida por nossos clientes e pelo mercado, de especialistas em soluções integradas e altamente customizadas”, finaliza o presidente da Panalpina Brasil, Marcelo Caio D’Arco.

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Finep seleciona 25 startups para investir e abre para novas propostas

A Finep divulga em novembro as 25 empresas selecionadas na primeira chamada do edital do seu programa voltado para startups. As escolhidas irão receber investimento da financiadora de até R$ 1 milhão, baseado no plano de negócios apresentado. Em paralelo, a agência também dá início a segunda rodada do Finep Startup, que visa selecionar mais 25 empresas.

A região Sudeste foi a que mais teve startups contempladas – 15 no total –, seguida por Sul (7), Nordeste (2) e Centro-Oeste (1). São Paulo foi o estado com mais empresas selecionadas (7), seguido por Rio de Janeiro (6) e Rio Grande do Sul (4). Paraná e Pernambuco estão representados por 2 startups cada, enquanto Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul têm 1 empresa cada. Todas as selecionadas ainda passarão pela visita técnica, última etapa do processo.

Segunda rodada
As startups que não conseguiram submeter proposta na primeira etapa do edital terão nova chance. Novas inscrições estão disponíveis até 26 de dezembro, no processo que selecionará mais 25 empresas para receber investimento da Finep. Devido a alta demanda (mais de 503 startups inscritas) na primeira rodada, a Finep ampliou os temas presentes no programa (inclusão de Healthtech) e incluiu a categoria tecnologias habilitadoras, composta por: Blockchain; Inteligência Artificial; Microeletrônica; Nanotecnologia; e Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Realidade Mista.

O principal objetivo com a mudança é atender empresas nascentes de base tecnológica que tenham como elemento central de sua estratégia competitiva o desenvolvimento de produtos, processos ou serviços baseados nas tecnologias habilitadoras listadas, cobrindo, dessa maneira, empresas que não foram atendidas pela primeira rodada do edital.

Sobre o Finep Startup
O programa Finep Startup pretende alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento do produto, para colocar no mercado, ou que precisem ganhar escala de produção. Para isso, a Finep vai aportar conhecimento e recursos financeiros via participação no capital dessas startups. O investimento vai ser feito por meio de contrato de opção de compra de ações.

Para estimular o empreendedor a buscar recursos privados, a Finep vai dar até 5 pontos às empresas que forem aportadas por investidores-anjo. A quantidade de pontos dependerá do valor do investimento privado, cujo mínimo é R$ 50 mil. Ao todo, são 20 pontos possíveis: 15 da avaliação da proposta de valor da startup e 5 obtidos caso ela receba investimentos privados de R$ 250 mil ou mais.

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Banco Original realiza Hackathon com foco em Inteligência Artificial e Open Banking

O Banco Original realiza a 1ª edição do Hackathon Original, uma maratona de programação que tem como objetivo fomentar sua revolucionária plataforma de Open Banking junto à comunidade de desenvolvedores. O evento acontecerá entre os dias 2 e 3 de dezembro, na sede da IMasters (Rua Oscar Freire, 2.379 – Pinheiros – São Paulo, SP).

O Hackathon será realizado pela plataforma Original Devs, iniciativa do Banco Original que oferece diversos tipos de APIs (Interface de Programação de Aplicativos, em inglês) para os desenvolvedores e empresas de qualquer setor da economia. Serviços de conectividade, de crédito e de transferência são algumas das APIs disponíveis para a construção de novas facilidades e produtos para os clientes do Banco Original.

“Desde que abriu suas APIs para o mercado, o banco assumiu o protagonismo na nova tendência de serviços, pois permite que os dados financeiros façam parte do dia a dia das pessoas por meio de experiências exclusivas em qualquer interface, e não apenas em aplicativos desenvolvidos pelo banco”, explica Henrique Jozala, head de Inovação do Original.

Já que agilidade é fundamental para estar na vanguarda tecnológica, as APIs do Original são “developer-friendly”, com documentações simples e métodos fáceis de usar. Isso faz com que os clientes do banco tenham acesso às inovações de maneira mais rápida.

“Fomos o primeiro banco a possibilitar a abertura de conta corrente 100% digital no Brasil. Buscamos levar aos nossos clientes inovações desenvolvidas pela plataforma Open Banking desde seu primeiro ano de operação. O acesso ao banco pelo BOT no Messenger do Facebook e a consulta de saldo e extrato pelo Instagram são alguns dos serviços simples e originais desenvolvidos a partir da abertura das APIs do banco”, reforça Claudia Woods, Diretora do Varejo do Banco Original.

O desafio da maratona, que tem outras empresas parceiras na organização, será a criação de soluções com inteligência artificial utilizando Open Banking. O prêmio para a equipe que desenvolver o projeto mais original durante as mais de 24 horas do Hackathon será o maior prêmio já dado na história de um Hackathon, sendo: 2 Bitcoins – atualmente a moeda virtual Bitcoin vale cerca de R$ 29 mil para a equipe que ficar em primeiro lugar.

Desde o 2º semestre de 2016, o Banco Original vem testando o desenvolvimento de serviços utilizando a inteligência artificial. A Ori, uma simpática robô assistente pessoal e financeira, é um bom exemplo e está sendo utilizada especialmente para fazer com que o cliente mantenha uma relação com o banco de um jeito seguro e inovador, como por exemplo comandar transferências por comando de voz, saber seus gastos em estabelecimentos etc. O aplicativo, que faz uso do sistema Watson da IBM, está sendo testado por mil clientes selecionados pelo banco.

Mais informações sobre a plataforma Open Banking do Banco Original estão no site https://developers.original.com.br/
Os desenvolvedores interessados poderão se inscrever pelo site https://hackathon.original.com.br até 24 de novembro (vagas limitadas).

Hackathon Banco Original
Desafio “Soluções de inteligência artificial usando Open Banking”
Quando 2 e 3 de dezembro de 2017. Abertura no sábado (2) às 9h
Onde Sede da IMasters (Rua Oscar Freire, 2.379)
Inscrições Até 24/11 pelo https://hackathon.original.com.br/
Prêmio A equipe autora do melhor projeto vai ganhar 2 Bitcoins, que hoje valem cerca de R$ 50 mil; o 2º lugar ganhará 1Bitcoin e o 3º lugar ½ Bitcoin.

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Livro ensina como empreender “Sem dinheiro”

A primeira grande preocupação que costuma surgir à cabeça quando se quer empreender é o quanto se pretende investir. Os cálculos a serem feitos seriam decisivos para a tomada de decisão. Nem sempre o saldo insuficiente pode barrar a vontade de abrir uma empresa. Tanto que o autor Bruno Perin lança neste mês de outubro o livro “Sem dinheiro – como construir uma startup com pouca grana” falando sobre este assunto. Com um estilo direto de escrever e linguagem de redes sociais, típico de sua geração, o escritor não apenas dá dicas sobre como é possível concretizar iniciativas empreendedoras em tempo de crise com a conta próxima de zero, mas também conta como chegou a esses ensinamentos por meio de várias tentativas que fez na vida que deram certo (e outras não), compartilhando todo o conhecimento com os leitores.

O livro – Dividido em sete capítulos, Bruno se preocupou em começar sua obra abordando sobre as lendas e verdades do empreendedorismo que todo mundo deve saber antes de colocar uma ideia em campo. Na sequência, aborda as diferenças entre valor e dinheiro seguido de uma orientação de como encontrar uma ideia que realmente valha a pena. Depois, é mostrado o processo de lapidação que transforma a boa ideia em uma grande oportunidade de negócio, bem como os recursos que devem ser conquistados quando não se tem grana para dar o start inicial. Mas nem tudo são flores: Bruno chama a atenção no sexto capítulo sobre os cuidados indispensáveis que se deve ter na jornada empreendedora e encerra com uma lista de motivos para dar continuidade mesmo com tantas barreiras (financeiras).

Motivações e curso – “A principal motivação que me fez sentar na cadeira e escrever ‘Sem dinheiro’ foi ver uma repetição frequente das pessoas que querem empreender, mas a desculpa da falta de grana empacar a realização dessa vontade. É possível sim. Não existe uma fórmula a ser seguida, mas eu dou uma sugestão de como o leitor pode começar a seguir o seu caminho. Muitas vezes o que falta é esse empurrão e incentivo iniciais”, destaca Bruno. A obra está à venda na internet no site http://www.brunoperin.com/semdinheiro/ com frete grátis e já autografada. Dessa forma, será possível acessar este livro mesmo em cidades onde não há livrarias visto que distribuição é o principal desafio no mercado editorial brasileiro. Junto com o livro também poderá ser adquirido um curso on-line com mais de 10 horas de conteúdo em vídeo, slides, 4 e-books, áudios-aulas e resumos de 27 livros de empreendedorismo recomendados por Perin.

Recomendações – Aos 30 anos, Bruno é investidor em quatro starturps e é um dos nomes mais influentes em empreendedorismo da América Latina segundo o Conselho Latino Americano de Administração. A rede de contatos de Bruno fez com que “Sem dinheiro” fosse recomendado por nomes referências em empreendedorismo no Brasil como Leandro Vieira (CEO do Portal Administradores), Carlos Wizard Martins (Autor do livro “Do zero ao milhão”) e Wagner Siqueira (Presidente do Conselho Federal de Administração). Na contracapa estão também recomendações internacionais do lançamento de Bruno como Chris Guillenbeau (autor de “A startup de 100 dólares), Tim Draper (um dos maiores investidores de startups do mundo) e Tina Seelig (nome de peso na área de ensino empreendedor).

“Sem dinheiro” é o terceiro livro do gaúcho Bruno Perin que atualmente vive no Espírito Santo, se dedica às startups que é investidor e percorre o Brasil fazendo palestras sobre empreendedorismo de alto impacto e causando surpresa nas plateias Brasil afora com seu jeito único e “fora do padrão” que se espera de um palestrando que fala sobre o mundo dos negócios. Sua obra anterior é “A Revolução das Startups”. Também escreveu “Os 15 maiores erros de novos empreendedores” que atingiu o primeiro lugar na Amazon em apenas 12 horas. Colunista em mais de 13 blogs e sites, é o articulista brasileiro com maior presença digital no país. Só nos últimos três anos seus conteúdos escritos tiveram mais de 13 milhões de pageviews.

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Startup da área da saúde cresce mais de 1000% em dois anos

As soluções criadas pelas startups surgem a partir de uma lacuna identificada pelo empreendedor na sociedade.

O empresário Alexandre Calaes, 43 anos, percebeu que boa parcela da população tem restrições em atendimento de saúde em diversas áreas – seja por questões financeiras, localização ou outro motivo – e criou a Equipe Apoio, empresa que integra os pacientes aos profissionais de saúde através do atendimento virtual personalizado.

Criada em 2015, a Equipe Apoio cresceu 1100%, superando todas as expectativas.

Através do endereço www.equipeapoio.com.br, pessoas de todas as partes do Brasil e até de outros países encontram atendimento com médicos, nutricionistas, educadores físicos, psicólogos, fisiologistas e farmacêuticos para agilizar os tratamentos e a resolução de dificuldades quando procuram tratamento médico.

Com mais de 40 pessoas na equipe, a empresa continua crescendo. “O segredo é o atendimento customizado, eficaz, pela internet. É agilizar o que a pessoa estava postergando, mas sabe que é necessário”, explica Calaes, economista, advogado, pós graduado em administração empresarial que tem passagens por empresas como AMBEV, Grupo RBS, Bolsa de Valores e CNPQ. Alexandre é carioca e mora desde criança na capital catarinense, para onde seu pai foi transferido no final dos anos 1970.

A Equipe Apoio já almeja o mercado internacional, já que conquistou clientes nos Estados Unidos, África, Ásia e Europa.

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Bossa Nova investe em Startup Fintech que ajuda o mercado de concessionárias a vender mais e melhor

O Credere acaba de receber um aporte da Bossa Nova (maior Micro Venture Capital da América Latina em número de investimentos) no valor de R$ 700 mil e se prepara para ampliar sua presença no Brasil. A startup que nasceu em 2013 auxilia as equipes nas concessionárias a organizar o processo comercial em torno do financiamento bancário, principal modalidade de venda nesse segmento.

Hoje a ferramenta registra aproximadamente 14mil propostas de financiamento/mês em sua plataforma, cadastradas por concessionárias espalhadas por 18 estados brasileiros.

“Surgimos como um formulário online para substituir as famosas fichas de papel, hoje conectamos a concessionária aos bancos, tornando o processo de vendas através de cdc muito mais rápido, moderno e eficiente” comenta Fred Alecrim, sócio investidor da Credere.

A ferramenta traz uma série de benefícios para as concessionárias e seus times, diminuir a perda de negócios por erro humano é uma delas. “Hoje uma parcela importante das propostas de financiamento negadas poderia ter virado venda, não foram aprovadas pelo banco por algum motivo reversível, ou seja, por alguma falha humana no processo. Com o Credere queremos mudar esse cenário, nosso grande objetivo é ajudar os concessionários a melhorar seu aproveitamento de vendas a partir da carteira de clientes que eles já têm”, comenta Orlando Seabra, sócio fundador do negócio.

Além de modernizar o processo o Credere permite que os gestores tenham uma visão global da movimentação em torno das vendas via CDC. Taxa de aprovação, rendimento das equipes, características das propostas cadastradas, performance dos bancos, registro de base de dados de clientes interessados, são alguns dos pontos que ficam à disposição de quem usa.

Segundo João Kepler, partner da Bossa Nova Investimentos, a solução é forma inteligente de controlar e agilizar os processos de financiamentos internos nas concessionárias, trazendo agilidade, facilidade e opções aos compradores. “O mercado precisava de uma ferramenta ágil e autônoma separada dos sistemas tradicionais das concessionárias”, conclui.

“Com esse investimento conseguiremos acelerar planos que estão no nosso radar há tempos: integração com mais bancos, adição de produtos financeiros, app para celular e tablet, melhoria dos relatórios; aumentaremos a velocidade para tornar nosso produto cada vez mais útil e estratégico no segmento”, finaliza Orlando.

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MoneyMan usa tecnologia de big data e amplia oferta de crédito a consumidores inexplorados pelos bancos

FinTech de origem europeia planeja conceder, com segurança, mais de R$ 18 milhões em pequenos empréstimos online até dezembro; o uso de tecnologia intensiva permite traçar o potencial financeiro de nomes negativados em até cinco minutos

Apenas 15 segundos são necessários para o site MoneyMan determinar se uma pessoa do outro lado da internet é quem diz ser. Da mesma forma, em até cinco minutos, é capaz de avaliar seu potencial financeiro, concedendo-lhe crédito de R$ 200 a R$ 3.000, a serem pagos em até doze meses, sem a apresentação de garantias. A facilidade, aliada à agilidade da operação tem levado a empresa a receber, em média, 700 pedidos de crédito todos os dias.

O modelo de negócios por trás desta FinTech europeia, que chegou ao mercado brasileiro em novembro de 2016, baseia-se em dois pilares. De um lado, a prospecção de um imenso mercado desprezado pelos bancos varejistas tradicionais. Ou seja, os cidadãos brasileiros que possuem uma conta bancária, mas que tiveram o seu nome negativado em um prazo recente, ou cujos rendimentos, em boa parte, provêm na economia informal. De outro, ancora-se em decisões de crédito feitas com base em big data, tecnologia que vasculha oceanos de dados dispersos na internet e em outras bases, cruzando informações das economias formal e informal para compor o perfil financeiro de cada cliente em potencial muito mais rico e detalhado.

A ID Finance, a quem pertence o serviço de empréstimo online pelo site do MoneyMan, chegou ao Brasil com a meta de fechar, até dezembro deste ano, 80 mil operações de crédito online que deverão totalizar R$ 18 milhões. Depois de experiências bem sucedidas na Espanha, Rússia, Cazaquistão, Polônia, Georgia e México, a fintech aposta no mercado local, onde Antonio Brito, country manager do MoneyMan, calcula que o potencial de empréstimos online seja de 90 bilhões anuais.

Risco minimizado
Para o executivo, o segredo de seu negócio está em precificar corretamente o risco. “Queremos democratizar o crédito, mas garantindo a segurança ao negócio”, resume. Na visão de Brito, ao contrário do mercado tradicional, onde os bancos simplesmente não emprestam para segmentos considerados de alto risco, o objetivo do MoneyMan é aprimorar a interpretação do perfil do cliente.

Para o executivo, o seu tipo de produto financeiro envolve sempre algum nível de fraude. No entanto, entre os vários recursos usados para minimizá-lo, Brito conta que, desde o início da operação no País, usa os serviços da BigData Corp, empresa líder em big data na América Latina. “Foi o que nos possibilitou dispormos de fontes alternativas de dados para segmentar os consumidores de forma muito mais eficiente, avaliando o risco no detalhe”, resume o executivo. Além de outras ferramentas, o perfil financeiro do cliente é checado em função de seu comportamento na internet. “A BigData Corp tem uma base de dados que gera grande relevância estatística, permitindo uma análise preditiva muito mais eficiente que outros sistemas e minimizando a incidência de fraudes”, garante.

20 milhões de sites monitorados semanalmente
Essa eficiência só é possível ante o volume de dados coletados periodicamente. A BigData Corp monitora os cerca de 20 milhões de sites disponíveis no Brasil usando para isso um “exército” de 10 mil servidores semanalmente. “Com a base de informação de que dispõem, é possível fazer tanto a validação do internauta que está pedindo crédito, para saber se é efetivamente quem ele diz ser, como também levantar os dados que alimentam minha análise de crédito”, resume.

Apesar de toda a tecnologia envolvida, para o usuário final, o sistema é muito simples. Com o sistema da BigData Corp, todos os que pleiteiam um empréstimo são submetidos a um questionário de múltipla escolha de apenas três perguntas. Além de pedir informações sobre dados cadastrais de praxe, como o nome da mãe ou a data de nascimento, o questionário trata de detalhes do comportamento na internet que só a própria pessoa poderia saber. Entre elas, qual o signo da mãe do usuário e qual é o site entre os apresentados do qual é dono. As informações pessoais dos usuários são colhidas automaticamente em sites públicos e abertos na internet e servem de base para o questionário.

Todo o processo é rápido e online, bem diferente de sistemas tradicionais de validação de clientes, os quais lançam mão de telefonemas dados por call centers, e nos quais o consumidor é instado a dar seus dados pessoais a um desconhecido do outro lado da linha telefônica.

Conversão de clientes
Na validação do usuário, tudo é medido. O tempo de resposta às perguntas, o índice de acerto de quem responde e uma série de outros fatores são avaliados, filtrando de forma automática os perfis válidos, separando-os dos “sob suspeita”. “A intenção, desde o início, era que essa validação fosse automatizada”, conta o executivo. “O cliente já vem por meio da internet e faz sentido que sua validação também se dê na internet”, comenta. “Melhor: a rapidez com que sua identidade é checada – ou seja 15 segundos – ajuda na sua conversão”, explica Brito. Segundo ele, se o MoneyMan não possuísse o sistema, sua equipe de validação obrigatoriamente seria, no mínimo, o dobro da atual.

Brito conta que a integração da BigData Corp com os sistemas corporativos do MoneyMan deu-se em apenas 15 dias. Já a configuração dos processos de validação é feita via painel de controle ou online. Para o executivo, o sucesso do seu negócio vai muito além das ferramentas de big data. No entanto, admite, hoje elas são parte essencial da sua eficiência.

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App de delivery que recebeu investimentos no Vale do Silício chega ao Brasil

A startup Rappi, acelerada no Vale do Silício, garante a compra e entrega de qualquer produto em menos de 1 hora

Chega ao Brasil a startup Rappi, um aplicativo que disponibiliza assistentes pessoais pela cidade e tem como missão facilitar a vida do brasileiro, fazendo as compras do dia a dia. Em apenas alguns cliques os usuários podem solicitar serviços de delivery 24 horas por dia em cinco categorias diferentes: Supermercados, Farmácia, Restaurante – inclusive, aqueles que não oferecem entrega à domicílio -, Bebidas e “O que você deseja?” – esta última inclui a compra de qualquer produto, pela qual já receberam pedidos inusitados, como colchão de ioga, viagra, camisinha e piscinas de plástico.

“Sabemos que hoje em dia o bem mais precioso é o tempo e a Rappi nasceu para facilitar o dia a dia de qualquer pessoa, disponibilizando um assistente pessoal que pode comprar ou retirar encomendas em locais desejados, de uma forma prática, segura e cômoda”, explica Bruno Nardon, Sócio Presidente da empresa. “Além disso, a Rappi tem como objetivo ser parceiro dos estabelecimentos e dos nossos assistentes – os entregadores das mercadorias – auxiliando na demanda de compra e flexibilidade de agenda, respectivamente”, completa Ricardo Bechara, Diretor de Operações.

Todos os pedidos realizados são acompanhados em tempo real pelo cliente, que pode interagir via chat com o assistente que aceitou o pedido e o time de suporte da Rappi. O pagamento é feito via cartão de crédito ou débito, após o serviço ser finalizado.

Todos os profissionais parceiros que utilizam o aplicativo passam por uma triagem rígida, onde devem participar de uma palestra informativa, além de apresentar antecedentes criminais e capacidade de uma entrega de qualidade, a fim de garantir a segurança e satisfação de seus clientes. A Rappi garante os mesmos preços das lojas físicas e ainda conta com personal shoppers especializados em escolher os melhores produtos do supermercado para os usuários.

Lançada em 2015, é investida pelos principais fundos do vale do silício, começou suas operações na Colômbia, e recém chegou ao Brasil em Julho de 2017. A empresa foi fundada pelos colombianos Símon Borrero, Sebastian Mejía e Felipe Villamarin e acelerada em 2016 no Y Combinator, a mais importante incubadora de start-ups do mundo, levantando uma rodada recorde de investimentos com Andreessen Horowitz, em seu primeiro investimento na América Latina, +monashees, ONEVC,Sequoia Capital entre outros.

A Rappi funciona em São Paulo, e pretende expandir seus serviços para as principais capitais do Brasil nos próximos meses. Além disso, está presente na Colômbia (Bogotá, Cartagena, Medellín, Barranquilla, Laureles, Cali e Bucaramanga) e no México (Guadalajara, Monterrey, Pedregal e Cidade do México). O usuário pode optar por usar a plataforma via web ou por meio do aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.

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Startup curitibana é pioneira em Cloud Corporativa

Com o objetivo de impactar positivamente a vida de empresas, a Winov, startup de Curitiba, oferece soluções inovadoras de Cloud Corporativo que unem alta performance, personalização e segurança. Compreendendo que o setor de serviços em nuvem é disputado por gigantes da tecnologia – como Google, Microsoft e Amazon –, a jovem empresa, fundada em 2015, estabeleceu um patamar inovador de desempenho na área. É a primeira a investir mais de 20 milhões de reais em equipamentos hiperconvergentes da Nutanix, tecnologia que dispensa o NAS (sistema de armazenamento distribuído) e reúne storage, rede e servidores em uma única plataforma.

“O ganho de performance é absurdo em comparação com os servidores tradicionais. A plataforma é baseada em virtualização de servidores, o que simplifica o gerenciamento sem perder eficiência e performance. O investimento é muito maior, quando comparado a uma infraestrutura tradicional como o NAS, mas o ganho de performance pode chegar a oito vezes o gerenciamento da estrutura, sendo mais simples e seguro”, explica Richardt Steil, chefe de tecnologia da Winov. A infraestrutura hiperconvergente da Winov foi desenvolvida com o objetivo de expandir o processo e gerenciamento interno de forma linear. “Como o sistema é integrado na plataforma, abandonando a ideia do NAS, os custos operacionais são reduzidos e o processo se torna mais simples de ser gerenciado. Sendo assim, conseguimos entregar ao cliente um serviço único e performático por custos competitivos”, completa Steil.

Para Diego Coimbra, chefe de marca e marketing da Winov, o propósito da startup é entregar a melhor tecnologia em infraestrutura e softwares aos clientes, viabilizando custos competitivos e mensais, conforme o uso do cliente. “É pelo modelo de Cloud que fazemos com que nossos clientes foquem apenas no seu core business, sem se preocuparem com performance ou questões relacionadas à demanda de altos processamentos. Nossa tecnologia permite uma alta performance sob demanda de forma escalável”, comenta Coimbra.

Com mais de 300 lojas espalhadas pelo Brasil, a grande varejista Mercado Móveis (conhecida como Lojas MM) utiliza a solução de Cloud Corporativo da Winov. Segundo Fernando Silveiro, gerente de controladoria da Mercado Móveis, a experiência que a hiperconvergência proporciona é fascinante. “Há alguns meses, quando passamos a nossa primeira grande experiência dentro da Winov e em equipamentos hiperconvergentes, nossa performance melhorou cinco vezes. Além disso, pudemos experienciar toda a agilidade e praticidade do modelo em nuvem”, completa o gerente.

Atualmente, a Winov está localizada em um amplo Data Center desde 2012. Seguindo as melhores práticas e métricas de TIER 3 em todo seu ecossistema, a estrutura é dinâmica, altamente segura, constantemente monitorada e autossuficiente em energia elétrica. Além disso, o Data Center possui uma excelente conectividade que previne acidentes envolvendo dados.

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Programa Acelera MGTI recebe novas startups

As startups ficarão residentes, nas instalações do Acelera MGTI, durante os primeiros 12 meses e continuarão com encontros virtuais por um outro período de mais 12 meses. O conjunto de benefícios oferecidos equivale a um investimento, por startup, da ordem de R$200.000,00. Além de receberem consultorias e mentorias com profissionais experientes e qualificados, metodologia fundamentada nos conceitos do Lean Startup e Customer Development, e nos aprendizados com Stanford, as startups poderão participar de programas voltados para o crescimento pessoal e profissional, ter acesso a investidores, networking, a mais de 300 empresas associadas à Fumsoft e Assespro-MG, infraestrutura e localização privilegiada em Belo Horizonte.

Confira um pouco sobre o negócio das startups:

Just Ride Along – Ambiente de negócios para aficionados por motocicletas. É uma comunidade, uma experiência e uma paixão. A evolução do mercado de 2 rodas.

Flingo – Plataforma que garante o menor preço em uma reserva de hotel, mesmo depois da confirmação da reserva. Monitora diversos sites de buscas e avisa o usuário caso um preço mais baixo seja encontrado.

Midhaz – Disponibiliza um catálogo de produtos a preço de atacado. O cliente não precisa se preocupar com estoque, logística e burocracia.

Suub – A plataforma digital proporciona economia de tempo e dinheiro para quem não gosta de ir ao supermercado, com garantia de preço abaixo da média de mercado e delivery dos produtos adquiridos.

Solverus – Oferece treinamentos, assessorias e soluções tecnológicas em data science. Trabalha na interface entre o negócio e a tecnologia auxiliando gestores a tomar melhores decisões.

AZAPFY – Distribuidora, transportadora e parceiros conectados com informações sobre a gestão da entrega, fazendo com que a velocidade das informações ande no mesmo ritmo da velocidade de suas entregas.

Leanty – Especializada em API Management e Cloud Computing, possui ferramentas para auxiliar as estratégias digitais de médias e grandes empresas.

UbiPaint – Desenvolve projetos e aplicativos nas áreas de pintura digital, realidade virtual (ambientes imersivos) e realidade aumentada (ambientes não-imersivos).

See Now Buy Now – A plataforma apresenta um novo canal de vendas B2B em que permite a conexão entre marcas (confecções) e lojistas (revendedores) da moda feminina como uma grande rede social. O intuito é ampliar os negócios, onde novos pedidos e reposições são gerenciados por meio de tecnologia sofisticada e fácil de usar.

Solucionare – Atua com a produção de informações judiciais utilizando sistemas especialistas. A empresa trabalha e armazena, diariamente, todas as publicações e andamentos judiciais brasileiros, e possui um acervo completo dos últimos seis anos. Pretende criar um novo negócio que possibilite o acesso do cidadão comum às informações de seus processos judiciais de forma clara e transparente.

#Happy hour – A chegada das startups foi comemorada com um happy hour, patrocinado pela Conciliadora, ContSelf, e-motion, MCJ Informática, Raphael Andrade, smart|retail, Solides, Stella, take e Worldsense.

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Startup lança plataforma gratuita que ajuda a reduzir em até 35% a conta de energia

A conta de luz não para de subir e é um dos maiores vilões do orçamento doméstico e de pequenas empresas. Ajudar brasileiros a reduzir seus gastos com energia elétrica por meio de uma consultoria gratuita e personalizada sobre os equipamentos utilizados é a proposta do recém-lançado EnGuia (enguia.eco.br/) – uma consultoria em eficiência energética on-line capaz de analisar a conta de luz e equipamentos instalados nos imóveis, e gerar – sem custos – um Plano Personalizado de Redução do Consumo (PPRC) – aplicável em residências e pequenas e médias empresas com economias de até 35%.

“Existe muita desinformação sobre o consumo de energia e alguns mitos também. A nova moda, por exemplo, é trocar as lâmpadas por LED, mas tem muita gente comprando lâmpada errada e gastando mais no final do mês”, explica Rodrigo Thedim, um dos fundadores do EnGuia e responsável pelo Marketing da empresa. “A plataforma irá fornecer gratuitamente um diagnóstico detalhado e personalizado sobre o consumo de energia, para consumidores que não podem arcar com os custos de uma consultoria presencial em eficiência energética ou não sabem como colocar os projetos em prática. O EnGuia irá ajudar a priorizar os investimentos em eficiência energética”, explica Rosana Correa, fundadora e CEO da empresa.

Iniciativa da Casa do Futuro, empresa de tecnologia e sustentabilidade na construção civil, certificada B (http://sistemab.org/), e com 11 anos de história, o EnGuia já coleciona prêmios e reconhecimentos: foi selecionada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia da China para participar do International Technology Transfer and Innovation Collaboration Session, além de ser finalista em premiações como o “Smart City Business”, em Curitiba e terceira colocada no “Connected Smart Cities”, em São Paulo.

Como funciona?

Funciona da seguinte forma: o usuário realiza um rápido cadastro no site (http://enguia.eco.br) e, em poucos cliques, a plataforma já consegue informar o cliente sobre seus dados de consumo de energia. Entre ar-condicionado, iluminação, chuveiro elétrico, equipamentos, eletrodomésticos e outros, ele poderá saber onde gasta cada quilowatt consumido e quais ambientes de sua casa ou escritórios consomem mais energia.

Em seguida a plataforma já demonstra seu Plano Personalizado de Redução do Consumo (PPRC), sob medida para cada imóvel, negócio ou família. Este plano pode ser personalizado e atualizado imediatamente, desta forma cada um pode priorizar os gastos e saber a economia e o retorno sobre cada investimento.

Primeiro marketplace de energia limpa do Brasil

A rede criada através do PPRC ajudará o EnGuia a formar um banco de dados que impulsionará melhorias no mercado e dará origem ao primeiro marketplace de energia limpa do Brasil. “A ideia é conectar pessoas, produtores de energia e concessionárias para vender e trocar energia limpa. Para o sistema dar certo, no entanto, é importantíssimo que o uso de energia esteja eficiente entre os usuários. O Plano Personalizado de Redução do Consumo (PPRC) é essencial para este projeto”, explica Rosana. O Plano também ajudará a coletar dados do setor para projetos de inteligência.

Outra evolução do EnGuia será o recurso que vai gerenciar o consumo de energia residencial, usando internet das coisas (IoT) para fazer o uso inteligente de equipamentos e iluminação, o EnGuia Home. Antes mesmo do lançamento, a startup já atendeu mais de 130 clientes e pretende alcançar até 10 mil usuários até o final do ano em todo o Brasil.

Além destes, estão no Plano de Negócios da empresa, o EnGuia Cidades e o EnGuia Social. Aplicações voltadas à gestão energética urbana e em comunidades carentes.

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Oito, hub de empreendedorismo e inovação da Oi, tem inscrições até o dia 05 de novembro

A Oi prorrogou as inscrições para o Edital do Programa de Incubação de Startups do Oito, seu hub de empreendedorismo e inovação, para o dia 05 de novembro. O programa prevê aporte de até R$ 150 mil para cada projeto selecionado e as startups podem fazer as inscrições pelo site www.oito.net.br. Em parceria com empresas e centros de pesquisa, a Oi lançou no final de agosto o Oito, espaço de referência para a geração de novos negócios, desenvolvimento de soluções tecnológicas e digitais, aceleração de startups e suporte a negócios sociais, que será inaugurado no Rio de Janeiro no final do ano.

Com o objetivo de reforçar o seu relacionamento com o ecossistema de inovação e empreendedorismo, a Oi patrocinará o CASE, maior evento latino-americano voltado para startups que será realizado pelo quarto ano consecutivo pela ABStartups (Associação Brasileira de Startups). Esta edição será realizada entre os dias 26 e 27 de outubro, no Centro de Eventos PRO MAGNO, em São Paulo, e a expectativa é reunir mais de oito mil pessoas. O Oito estará presente com estande no local que permitirá que as startups façam suas inscrições no programa no próprio evento com o apoio de executivos da Oi além de participar em painel na agenda do evento.

“Queremos investir em novas empresas com conexão com o nosso negócio e fomentar esse ecossistema de empreendedorismo e inovação. Acabamos de realizar roadshow nas principais capitais do país que se tornaram polos de startups para apresentar o nosso projeto e estamos muito otimistas com a qualidade dos projetos inscritos até o momento. Vamos prorrogar o edital para dar oportunidade às startups que estarão reunidas no CASE, maior evento do setor na América Latina, para se inscreverem no programa” afirma Alexandre de Castro, gerente de Inovação e Novos Negócios da Oi.

O Oito atuará em três frentes, o que representa um diferencial por tornar a iniciativa completa: o programa de Incubação de startups em estágio inicial; a seleção de startups mais maduras para aceleração, com acesso à área de coworking e aos parceiros do Oito; e o IoT Lab, laboratório para desenvolvimento e teste de soluções de Internet das Coisas em parceria com a Nokia. Essas frentes terão o suporte de um espaço totalmente dedicado ao ecossistema, voltado para eventos e programação cultural, para inspirar ideias e criar conexões entre pessoas e empresas.

Oito inclui parcerias com multinacionais, instituições e centros de pesquisa

A Oi é a fundadora do Oito, mas o projeto prevê implementação a partir de modelo de parceria e construção de rede com outras empresas e instituições. As parcerias estratégicas incluem Nokia, IBM, Oracle, Amazon Web Services, CPqD, Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), Senai, escritório Montaury Pimenta, Machado & Vieira Mello, Oi Futuro, Yunus Negócios Sociais Brasil, e Instituto Gênesis da PUC-Rio, que fará a coordenação técnica do Programa de Incubação do Oito.

As soluções e produtos desenvolvidos no Oito terão o suporte da área de Inovação da Oi para serem testados e potencialmente adotados pela companhia, tanto para uso interno quanto para se tornarem parte do portfólio de soluções da empresa oferecido ao mercado. A seleção das startups vai priorizar projetos nas áreas de Internet das Coisas, Smart Cities, Serviços de Saúde, Serviços Educacionais, Digital Advertising e Soluções de Eficiência e Produtividade.

Incubação para startups

O Programa de Incubação do Oito é financiado pela Oi e desenvolvido em parceria com o Instituto Gênesis, instituto de empreendedorismo da PUC-Rio, que fará a coordenação técnica do projeto com a consultoria do empreendedor carioca Rafael Duton, sócio e fundador da aceleradora 21212. O modelo é inovador: além de mentorias e de espaço de trabalho, as startups terão apoio nas áreas gerencial, jurídica, financeira e de comunicação para estruturar o crescimento de seus negócios.

O processo seletivo contará com um período de pré-incubação de 30 dias com 18 startups selecionadas por uma banca composta por executivos da Oi e parceiros. As seis que tiverem melhor performance serão selecionadas para iniciarem o processo de incubação, que terá duração de 12 meses.

Aceleração e Coworking

Além dos projetos selecionados através do Programa de Incubação, o Oito também terá espaço para empresas residentes, que dividirão o espaço de coworking com as incubadas. Serão startups mais maduras, que vão se beneficiar da troca de experiências proporcionada pelo Oito e alugarão as posições de trabalho a valores subsidiados, abaixo da média do mercado. Elas também serão selecionadas a partir de propostas enviadas pelo site www.oito.net.br.

A área de coworking do Oito abrigará um andar com 78 posições de trabalho: 68 para empresas incubadas, residentes e negócios sociais e mais dez assentos para convidados, que poderão ser ocupados de forma rotativa. O objetivo é criar um ambiente estimulante para as empresas, com a infraestrutura necessária para as startups.

IoT Lab

O Oito investirá ainda em aceleração tecnológica, por meio do laboratório de testes e soluções de Internet das Coisas, criado pela Oi em parceria com a Nokia. Toda essa estrutura, localizada no Leme, no Rio de Janeiro, poderá ser usada por desenvolvedores das empresas selecionadas além de também estar aberto ao mercado.

Eventos

Outro andar contará com um auditório e uma área multiuso, prontos para receber atividades diversas tais como cursos, seminários, hackatons, demo days, lançamentos e meetups. Os eventos serão organizados pela Oi e também pelos parceiros.

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Como funcionam os rendimentos do investidor-anjo perante as leis?

Por Beatriz Dainese e Andrea Giugliani, da Giugliani Advogados

A intenção de disciplinar a figura do investidor-anjo surgiu para incentivar as atividades de inovação e os investimentos produtivos. Passam essas sociedades, nos termos da Lei Complementar 155/2016, a ter a opção de admitir o aporte de capital dos denominados investidores-anjos, cujo aporte não integrará o capital social da empresa, bem como esse investidor não fará parte do quadro societário da mesma. De outro lado, a empresa e o investidor-anjo, necessariamente, terão de firmar compromisso – contrato de participação.

A LC 155/2016 trouxe inúmeros benefícios para os pequenos negócios e para os investidores-anjos, pois permitiu que esses investissem nos novos e pequenos negócios sem a responsabilidade de serem efetivamente um sócio, bem como o benefício de não tributarem os rendimentos auferidos através dessa empresa investida.

Ocorre que algumas condições para os investidores-anjos foram alteradas por conta da Instrução Normativa (IN) 1719/2017, da Receita Federal do Brasil (RFB). O ponto de destaque dessa IN refere-se aos rendimentos decorrentes dos aportes de capital do investidor-anjo, que passam a se sujeitar à incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), com alíquotas entre 22,5% a 15%, a depender do prazo do contrato.

A partir de agora, quaisquer dos rendimentos que resultarem de aportes estarão sujeitos à incidência do Imposto de Renda retido na fonte. Via de regra incidirá a alíquota mínima de 15%.

Na hipótese do investidor-anjo alienar a titularidade dos direitos do contrato de participação, incidirá Imposto de renda pelas alíquotas regressivas com o tempo calculado entre a data do aporte e a data da alienação dos direitos. Para os fundos de investimentos ficam dispensadas as retenções do Imposto de Renda nas operações do fundo – Todavia, no resgate das cotas aplicam-se as regras estabelecidas para os fundos de investimentos regidos por norma geral ou as regras estabelecidas para os fundos de investimentos constituídos sob a forma de condomínio fechado.

Verifica-se que referida disposição equiparou os rendimentos dos investidores-anjos aos de aplicações financeiras. Conforme a Instrução Normativa 1585/2015, os rendimentos das aplicações financeiras, auferidos por qualquer beneficiário, estão sujeitos à incidência do Imposto de Renda na fonte no momento do seu pagamento, portanto, que há um tratamento tributário mais gravoso conferido à participação nos resultados recebida pelo investidor-anjo, do que aquele dispensado aos dividendos distribuídos aos sócios da empresa investida.

Isso porque consideram-se isentos do Imposto de Renda – na fonte e na Declaração de Ajuste Anual do beneficiário – os valores efetivamente recebidos a título de lucros distribuídos de sociedades empresárias. Apenas os valores pagos a título de pró-labore, aluguéis ou serviços prestados são normalmente tributados pelo Imposto de Renda na fonte. Dessa forma, em que pese esse investidor-anjo não arcar com o risco do negócio da empresa investida e dos prejuízos que o mesmo venha a sofrer por não pertencer ao quadro societário, passou a ser tributado no que tange aos recebimentos auferidos desse contrato de participação; o que, por si só, constitui um empecilho para que as startups possam se desenvolver. Assim, há entendimento de que a natureza do contrato de participação é de tal risco e tal imprevisibilidade de retorno, não apenas pelo risco de crédito, mas também pela limitação imposta pelo parágrafo 7.º do artigo 61-A da LC 155/2016, que eventual ganho auferido pelo investidor-anjo, seja no resgate, seja na alienação a terceiro, não deveria ser tributado.

Por outro lado, a RFB sustenta que a principal expectativa do aporte do investidor-anjo é que haja um retorno financeiro extraordinário. Diferentemente de investimentos em títulos de renda fixa ou investimentos em empresas consolidadas, o principal objetivo do investidor-anjo é entrar em negócios de altíssimo risco (empresas nascentes no setor de inovação) e que, por sua natureza disruptiva, trazem a possibilidade de um retorno muito maior do que as expectativas gerais de mercado, o que por si só viabiliza a equiparação para fins de tributação.

Da forma com que foi feita através da IN 1719/2017, ao prever a incidência de Imposto de Renda retido na fonte sob as alíquotas progressivas de 15% a 22,5%, houve a criação de um tributo não previsto anteriormente. Vale dizer que quanto a esse ponto, a IN 1719/2017 é questionável uma vez que o meio que a União, os Estados e Municípios possuem para criar os tributos se dá por meio da lei ordinária. No presente caso, não estamos perante nenhuma das hipóteses excepcionais previstas na Constituição Federal – o que, por si só, torna absolutamente questionável a previsão da tributação do investidor-anjo por meio de Instrução Normativa.

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Ricardo Novaes é o novo sócio da startup nerd2.me

Ex-executivo da Microsoft junta-se ao fundador José Alves Braga Neto para expandir serviços da empresa que disponibiliza suporte tecnológico de forma diferenciada

A nerd2.me, iniciativa que consiste em levar o nerd particular (pessoa que tem conhecimentos avançados em tecnologia) a ajudar quem tem problemas e dúvidas técnicas em dispositivos tecnológicos, anuncia a chegada de Ricardo Novaes ao time de sócios. Ele se junta a José Alves Braga Neto, fundador da empresa para colaborar com sua expertise em estratégia a fim de expandir os serviços já oferecidos pela inovadora startup.

Com formação pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e vasta experiência no setor de vendas, Ricardo Novaes chega à nerd2.me após sua longa trajetória profissional, em que foi bem-sucedido como Gerente e Diretor de Vendas na Fulano.com e na F.biz, além do cargo como executivo de contas na Microsoft Brasil e Country Manager Brazil na Exponential, sempre voltado para vendas em tecnologia e publicidade.

“As novidades e tendências sempre me chamaram atenção. Por isso, quando descobri a ideia da nerd2.me fiquei encantado, pois nunca tinha visto algo parecido. O formato de economia colaborativa tem dado certo no mundo inteiro e no Brasil não seria diferente, esse é o futuro. Fico lisonjeado em fazer parte desse empreendimento que tem tudo para crescer e se tornar referência no mercado nacional”, afirma Novaes.

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Brink’s investe em novo programa de aceleração de startups

Com foco no desenvolvimento de novas tecnologias e serviços, a Brink’s, empresa líder mundial em logística segura e segurança, promove a primeira edição da BrinksUp!, o programa de aceleração para startups do setor de segurança, varejo e logística. A iniciativa é feita em parceria com a Liga Ventures, aceleradora corporate, focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações.

A Brink’s é a primeira empresa do segmento a investir nesta iniciativa no Brasil e quer compartilhar sua expertise para acelerar o desenvolvimento das startups durante o programa. “A busca pela inovação é nosso desafio constante. Faz parte de nossa tradição. Com esse programa vamos permitir que empreendedores apresentem seus projetos e protótipos, e com nosso suporte e mentoria durante o período de aceleração, iremos ajuda-los a desenvolver ainda mais suas startups, que poderão ser agregados ao nosso portfólio de soluções”, destaca Gil Hipólito, Diretor de Novos Negócios da Brink’s.

Programa BrinksUp!

O programa de aceleração BrinksUp! abre inscrições no próximo dia 9 de outubro e abordará temas relacionados a segurança, varejo, cryptocurrencies, produtividade e inteligência. Após as inscrições, a Brink’s e a Liga Ventures irão selecionar quatro startups que possuam sinergia com os temas propostos. Além de terem acesso a um programa de quatro meses de aceleração – que conta com mentorias especializadas de executivos da Brink’s e experts de mercado, e acompanhamento dos gestores de aceleração Liga Ventures, cada uma das startups receberá um investimento de R$ 160.000,00.

“Ter um parceiro tão relevante como a Brink’s abre novas possibilidades para geração de negócios inovadores, essa é uma conexão onde todos ganham. As startups têm inovação no seu DNA e precisam de apoio para crescer; enquanto as grandes empresas têm acesso a mercado, expertise e uma marca consolidada”, comenta Rogério Tamassia, CEO da Liga Ventures.

As inscrições poderão ser feitas até 19/11 pelo site www.liga.ventures/brinksup – no link, as startups também poderão encontrar mais informações sobre o programa BrinksUp!, bem como regulamento e outros detalhes de cada etapa do programa. A iniciativa faz parte da estratégia da Brink’s de se preparar para os novos desafios e, explorando ideias inovadoras, tem como parte de seus objetivos ampliar o portfólio de soluções para o mercado.

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ABES apoia startup que representará o Brasil em competição na Dinamarca

A Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) apoia Instituto Handsfree, startup sediada em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, que representará o Brasil na Creative Business Cup (CBC), a Copa do Mundo das startups, realizada anualmente na Dinamarca. A competição, uma das principais vitrines para negócios inovadores no mundo, ocorrerá em Copenhague no dia 16 de novembro.

O Handsfree desenvolveu um aparelho de baixo custo que permite que pessoas com deficiências físicas severas controlem qualquer equipamento, como celulares e computadores, apenas por meio de movimentos da cabeça. O projeto foi selecionado por um time de 31 jurados de diferentes setores, seguindo os critérios estabelecidos tanto pela Creative Business Cup, como criatividade e potencial de mercado, quanto pelo OpenCity Lab, que elegeu negócios que estivessem inseridos em um dos seus nove pilares de atuação (infraestrutura, mobilidade, educação, bem-estar, ecologia urbana, negócios, direito à cidade, moradia e tribos urbanas).

Para o presidente da ABES, Francisco Camargo, ter uma iniciativa brasileira eleita para participar da Creative Business Cup é importante para que o país se destaque entre os players globais. “Projetos inovadores e inclusivos, como esse do Handsfree, fortalecem o desenvolvimento do setor e chamam atenção de investidores estrangeiros para o mercado brasileiro”, comenta Camargo.

O Instituto Handsfree, fundado há apenas dois anos, é uma associação sem fins lucrativos e toda a receita das vendas dos equipamentos é reinvestida na organização. “O projeto possui uma alta capacidade de escala e é sustentável financeiramente. Até o momento, foram investidos R$ 600 mil na startup e esperamos uma grande visibilidade do projeto durante a competição por essa Copa. Os países europeus, em especial, são mais sensíveis ao tema da assistência aos portadores de deficiência em razão das duas guerras mundiais “comenta Philippe Magno, diretor de marketing do Instituto.

A parceria da ABES e do Instituto Handsfree surgiu do programa da ABES de fomento e apoio a Startups. “A ABES apoia institucionalmente o Instituto, divulgando suas necessidades de patrocínio para vencer essa Copa do Mundo junto aos seus associados, interessados em apoiar ações de mobilidade e acessibilidade. O desenvolvimento de aplicações de IoT focadas em acessibilidade contribuem para a construção de cidades cada vez mais inteligentes e colocam o Brasil em uma posição de destaque no mundo” finaliza Camargo.

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Israel, destino startup

Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV leva a Israel interessados em vivenciar a cultura high tech. Programa inclui visitas e workshops – inscrições vão até 31 de outubro

O pioneirismo e a liderança de Israel como nação das startups são tema da segunda edição da Missão Empreendedora do CENN (Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios), da Fundação Getúlio Vargas. O programa, uma parceria com a Universidade de Jerusalém, inclui uma viagem ao destino, de 7 a 16 de janeiro de 2018, quando os visitantes poderão vivenciar e entender por que o país foi chamado pela The Economist como o superpoder da indústria high tech.

Organizada pelo Prof. Gilberto Sarfati, a Missão Empreendedora terá visitas a startups, encontros com líderes das empresas e workshops com temas como o conceito de segurança no país, desenvolvimento de produtos amados pelo público e estratégias de inovação. Além disso, os participantes terão a oportunidade de conhecer lugares turísticos como Massada, Kedma e o Museu do Holocausto.

A inscrição do programa vai até 31 de outubro. Interessados devem entrar em contato com o CENN pelo e-mail cenn@fgv.br.

II MISSÃO EMPREENDEDORA FGVCENN – ISRAEL, THE STARTUP NATION
7 a 16 de janeiro de 2018
Inscrições até 31 de outubro
Mais informações: aqui.

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