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Buscando dinheiro para sua startup? Dicas para negociar um bom investimento

O Brasil conta com mais de 4.200 startups afiliadas à Associação Brasileira de Startups (ABStartups) e esse número cresce todo dia. As startups se tornaram cada vez mais atrativas principalmente para jovens criativos que possuem o sonho de empreender ou criar um novo negócio. Gerenciá-las pode ser um desafio, mas quando o negócio começa a dar certo, é comum que grandes empresas demonstrem interesse de investimento ou compra total da startup.

Somente entre julho de 2016 a julho de 2017 o número de contratos entre grandes empresas e startups aumentou 194% no Brasil, segundo dados do 100 Open Startups – se comparado com o mesmo período do ano anterior – mostrando o potencial deste mercado.

De acordo com Pedro Schaffa, advogado especialista em startups e PMEs e sócio fundador da SBAC, receber a oferta de um grande player pode ser o sonho de muitos empreendedores, porém, é preciso ficar de olho em diversos pequenos fatores para evitar que o valor da sua empresa seja reduzido numa negociação de compra ou investimento e que o investimento afunde seu negócio.

“A falta de conhecimento do dia a dia de uma empresa é um dos principais problemas que as startups enfrentam tanto no início da operação como no decorrer do seu funcionamento. Muitas vezes os empreendedores sabem muito do lado comercial e técnico, mas pouco do lado administrativo e burocrático de uma empresa”, explica, “isso pode fazer com que boas ideias sejam prejudicadas por má administração e o valor do negócio seja diminuído consideravelmente no momento de uma avaliação da empresa”.

O especialista dá dicas essenciais para startups que pretendem começar a negociar investimentos:

1. Recebi uma oferta e agora?

A proposta de receber um investimento pode ser irresistível para os empreendedores, mas é preciso analisar todas as possibilidades antes de fechar o negócio para que o sonho não acabe virando pesadelo. “Ao receber uma oferta, o empreendedor iniciante muitas vezes não imagina todos os aspectos jurídicos e burocráticos que precisa analisar. Ter uma consultoria jurídica especializada pode ajudar a evitar erros de principiante. Investimentos em startups são muito diferentes de investimentos em empresas normais, pois muitas vezes o objetivo final de uma startup é usar o dinheiro para aumentar o próprio valor de mercado, visando uma venda futura, e não gerar capital para ser distribuído futuramente o lucro para os sócios. Nesta hora, contar com especialistas é essencial para entender a proposta que está na mesa, chegar em um preço que favoreça ambas as partes, e, até mesmo, rebater possíveis pontos que não atendam às necessidades do empreendedor e, principalmente, da startup”, explica Schaffa.

2. E o que pode diminuir o valor da venda?

O famoso valuation, ou valor de mercado da empresa, pode ser calculado de diversas maneiras diferentes, principalmente para empresas em estágio inicial, quando o que se está comprando é muito mais o potencial da startup do que seu momento atual. No entanto, há alguns pontos que sempre serão levados em conta no momento da avaliação.

“Quando trabalhamos pelo investidor ou comprador, há cinco coisas que sempre olhamos: o passivo trabalhista, o passivo tributário, os contratos com os clientes, as questões relacionadas à propriedade intelectual e a organização societária”, afirma. Às vezes, para ser rápido e economizar no momento inicial da empresa, os empreendedores contratam seus funcionários de maneira errada, pagam seus impostos a menor ou esquecem de firmar contratos com os seus clientes. Tudo isso terá reflexos no valuation da startup e, com certeza, diminuirá seu valor no momento do investimento, às vezes, essa diminuição é maior do que a economia que o empreendedor achou que estava tendo.

3. E Quais são minhas obrigações?

Os empreendedores precisam ficar atentos às novas obrigações que terão na empresa após o investimento. É comum, por exemplo, o investidor exigir cláusulas que impedirão o empreendedor de sair da empresa por um certo tempo, de aumentar o próprio salário ou de abrir qualquer outro negócio que concorra com a startup. Além disso, é certeza que os investidores terão poderes de veto em algumas decisões da sociedade como tomada de empréstimo, aumento de gastos ou mudanças de sócios e funcionários chave.

De acordo com Schaffa, “muitas vezes, após receber um investimento, o empreendedor acaba se sentindo funcionário da própria empresa e fica frustrado ao perceber que o investimento custou sua liberdade”.

4. E o que eu nunca devo fazer numa negociação?

É muito comum que os empreendedores façam loucura no momento de receber o investimento. No entanto, é importante que a pessoa tenha uma visão global do investimento e consiga projetar no futuro quais os impactos da entrada de capital.

Contratos de investimento que contenham a não-diluição do investidor em rodadas futuras de investimento, que supervalorizam o valor atual da empresa ou que prevejam direitos exagerados para o investidor farão com que sua empresa tenha dificuldade em arrumar outros investimentos no futuro. Além disso, o empreendedor nunca deve garantir o investimento com os seus bens pessoais.

A função de um especialista neste momento, é verificar quais as cláusulas do contrato de investimento dificultarão a vida da startup e do empreendedor nos meses seguintes. “Muitas vezes, é melhor ficar sem o dinheiro do que vender a própria alma”, conclui Schaffa.

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5 dicas para criar uma startup fora dos grandes centros

Por Igor Chalfoun

Montar uma startup nunca é uma tarefa fácil, e fazê-lo fora de um grande centro, sem um ecossistema propício, torna esse desafio muito maior. O maior risco de estruturar uma empresa fora dos grandes centros é ficar distante dos principais clientes. Por outro lado, os custos operacionais das cidades do interior são menores, o que é um fator crucial para se iniciar um negócio.

Vale destacar que as cidades do interior são as que mais se destacam em termos de eficiência em geração de startups no Brasil. A campeã é a mineira Itajubá, que tem apenas 97 mil habitantes. Confira abaixo 5 dicas para obter mais êxito ao empreender em uma startup no interior do Brasil, longe das capitais:

1) Utilize concursos e eventos online para se promover: A Internet pode atenuar a distância física entre sua empresa e seus clientes, possibilitando oportunidades de negócios e networking que antes dificilmente aconteceriam. Sites como 100 open startups, além de não exigirem presença física ou investimento, propiciam visibilidade e permitem avaliar sua reputação no mercado.

2) Busque apoio das entidades locais: Mesmo sendo pequena, sua cidade pode contar com instituições de apoio, ensino e pesquisa. Sebrae, Senai e universidades locais, por exemplo, podem oferecer programas de apoio a startups, criando oportunidades de incubação, aceleração, networking e desenvolvimento tecnológico.

3) Mobilize e eduque localmente: Uma vez que o conceito de empreendedorismo e de startups não é muito conhecido no interior, principalmente em lugares distantes dos grandes centros, é vital que o empreendedor exponha sua proposta de inovação para atrair apoio, colaboradores, fornecedores e potenciais clientes na sua própria cidade e em regiões próximas.

4) Exposição online: O site é o cartão de visitas de qualquer empresa, e as redes sociais são uma excelente maneira de divulgar seus produtos e/ou serviços. Apresente sua proposta de maneira clara e gere conteúdo informativo na página da sua empresa e em canais como Facebook, YouTube e LinkedIn. Desse forma, é possível mobilizar a comunidade empreendedora, formando network de apoio e aumentando seu acesso a potenciais clientes.

5) Acesse recursos à distância: Um empreendedor precisa estar sempre atualizado em relação à sua área de atuação. Com os cursos à distância, é possível empreender no interior e continuar estudando ao mesmo tempo. Esses cursos, por vezes gratuitos, também são uma ótima oportunidade para entrar em contato com grupos de investidores-anjo, fundos de investimento, incubadoras e aceleradoras.

Igor Chalfoun é CEO e cofundador da Tbit, startup mineira que cria sistemas de análise de sementes a partir de Inteligência Artificial e processamento digital de imagens. É formado em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Lavras e tem MBA em Gestão de Negócios pela USP.

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Startup brasileira é selecionada para viajar ao Vale do Silício

No começo de janeiro deste ano, a startup brasileira Greengow Technology esteve na Silicon House, no Vale do Silício. O espaço foi fundado em 2012 pela brasileira Andrea Litto. Durante uma semana, os executivos da startup tiveram a oportunidade de estar na casa que fomenta empreendedorismo e inovação tecnológica.

“Ficamos muito lisonjeados em sermos selecionados pela Silicon House para participar dessa imersão. Nosso grande objetivo era entender como funcionava o ecossistema do Vale do Silício e fazer networking” conta Carlos Tanaka, diretor da Greengow. De acordo com o empresário a semana foi produtiva, pelo contato com executivos e advogados do principal espaço de inovação do mundo.

“O aplicativo Greengow é uma solução global, e o Vale do Silício é o melhor lugar para os executivos de start-ups fazerem networking e aprenderem as melhores práticas de lançamento de inovação tecnológica”, comenta Andrea Litto, fundadora da Silicon House. Durante a imersão, a startup foi bastante elogiada e fechou parceria com um conselheiro que agora compõe o time da Greengow, e também iniciou negociações com fundos de investimentos da região.

“Foi uma agenda bastante rica e muito bem organizada pela Silicon House, tornando nossa imersão bastante produtiva, com foco em negócios e networking. Superou nossas expectativas”, conta Tanaka.

Atualmente, o aplicativo Greengow está disponível para Android e iOS e permite que o usuário faça chamadas de voz com tradução em tempo real em até 10 idiomas diferentes. A tecnologia da plataforma foi desenvolvida em parceria com a Microsoft, através do programa de incentivos BizSpark.

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Alelo compartilhará experiências no centro de inovação colaborativa InovaBra Habitat

Com o movimento, companhia investe na aproximação com startups e novas tecnologias; Objetivo é promover relação de troca com as outras empresas habitantes

Buscando uma aproximação cada vez maior com o mundo de inovação e novas tecnologias, a Alelo, bandeira especializada em benefícios e gestão de despesas corporativas, compartilhará experiências no InovaBra Habitat, centro de inovação colaborativa do Bradesco. Com a aproximação, a companhia aproveitará ao máximo um ambiente pensado para que empresas, startups, investidores, mentores e empreendedores gerem novos negócios e busquem soluções inovadoras com base no networking e na colaboração.

O novo espaço conta com ambientes integrados para troca de conhecimentos e experiências, além de laboratórios para ideação, prototipação e testes de conceitos. Nele, empresas, startups, investidores, mentores e educadores têm a real oportunidade de trabalharem juntos. O ecossistema foi pensado para aproximar as demandas das grandes empresas às startups mais inovadoras, sob os olhos de investidores com o capital para fazer com que elas aconteçam.

“Fazer parte do InovaBra Habitat é importantíssimo para Alelo, já que a empresa tem a inovação como pilar estratégico e vem passando por uma grande transformação digital nos últimos anos. O contato com novas tecnologias e startups tem sido fundamental neste processo. A expectativa é que a proximidade com esse ecossistema seja uma relação de troca importante: ao mesmo tempo que nos trará insights para novos produtos, serviços e melhorias em tecnologia, também servirá para compartilharmos experiências de mercado com estes empreendedores”, avalia Raul Moreira, presidente da Alelo.

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Oiweek: startups podem submeter propostas para o maior evento de inovação aberta

Startups interessadas em participar da Oiweek 2018 – evento líder mundial de inovação aberta – podem apresentar suas soluções para os desafios do mercado e da sociedade conectando seus projetos no site http://www.oiweek.com.br/queroirstartup até o próximo dia 04 de fevereiro.

Os inscritos serão sugeridos pela ferramenta de matchmaking para os mais de 5.000 executivos de grandes companhias que integram a plataforma 100 Open Startups. As avaliações geradas pela rede indicarão as startups mais atraentes para o mercado, as quais serão convidadas para o Speed-Dating do evento, dinâmica de reuniões junto às 100 principais empresas líderes engajadas em cocriar soluções de impacto, discutir parcerias, investimentos e contratos, gerando negócios sustentáveis para todos os envolvidos.

Realizada de 18 a 20 de março, no WTC – Golden Hall, em São Paulo, a Oiweek reunirá empresas líderes de todos os setores da indústria e as startups mais atraentes para o mercado, além de cientistas e investidores. A expectativa é que sejam realizadas mais de 5.000 reuniões.

Os participantes desta fase concorrerão ao Ranking das 100 Open Startups, fase final do ciclo anual do programa 100 Open Startups, principal plataforma de conexão entre grandes empresas e startups, com mais de 4.000 startups ativas, 5.000 executivos avaliadores e 500 grandes companhias conectadas.

A 10ª edição da Oiweek deve reunir 400 startups nacionais e internacionais, 100 grandes empresas, 200 investidores, além de 100 universidades.

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Johnson & Johnson recebe inscrições de startups para Desafio América Latina até 31 de janeiro

Maior e mais diversificada empresa de saúde do mundo, a Johnson & Johnson está com inscrições abertas até o dia 31 de janeiro de 2018 para o Desafio América Latina, que busca startups com ideias inovadoras, tecnologias ou soluções nas áreas específicas de: Dispositivos Pessoais, Diagnósticos ou Terapêutica Digital, Ativos Naturais e Microbioma, Cuidados ao Ar Livre e Oncologia, Neurociências e Doenças Infecciosas.

O programa é realizado em parceria com o movimento 100 Open Startups, principal plataforma internacional de conexão entre grandes empresas e startups, e está aberto a todas as companhias sediadas na América Latina. As inscrições devem ser feitas pelo site www.openstartups.net/events/jnj/#top. Os vencedores serão anunciados em março de 2018, durante a Oiweek, em São Paulo, Brasil.

As startups que apresentarem as melhores ideias, tecnologias ou soluções para avançar nos cuidados com a saúde concorrerão a até US$ 25 mil em subsídios, residência em uma incubadora JLABS, além da oportunidade de trabalhar com especialistas da Johnson & Johnson. “O segundo ano de desafio é reflexo do nosso compromisso com a pesquisa e inovação na América Latina. Estamos entusiasmados em poder dar continuidade ao apoio a empreendedores para desenvolverem soluções inovadoras e importantes para o futuro do cuidado com a saúde de pacientes e consumidores”, comenta Fabiana Gargaro, vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da Johnson & Johnson Consumo para a América Latina.

“Estamos bem otimistas com mais este desafio lançado, abrindo novas oportunidades para que startups de toda a América Latina concorram a uma vaga e trabalhem em conjunto com uma das maiores referências na área de saúde”, observa Bruno Rondani, CEO e fundador do movimento 100 Open Startups.

Desafios:

– Dispositivos pessoais, diagnósticos ou terapêutica digital: para o autocuidado e o tratamento diário do consumidor, particularmente nas áreas de sono, cuidados com a pele, dor, cuidados com a mãe e o bebê e saúde bucal.

– Ativos naturais e microbioma: eficácia superior em novos ingredientes para cuidados bucais, cuidados com a pele, saúde digestiva, cuidados femininos, dor ou alergias.

– Cuidados ao ar livre: proteção contra o sol, poluição, desidratação, alérgenos, insetos e germes.

– Oncologia, neurociências e doenças infecciosas: prevenção, diagnóstico e novas soluções terapêuticas.

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Dassault Systèmes anuncia programa global de empreendedores para apoiar startups, empresários e produtores

A Dassault Systèmes anuncia essa semana o Global Entrepreneur Program, programa global para empreendedores para acelerar o desenvolvimento de inovações revolucionárias por startups, empresários e fabricantes. O programa, que utiliza a plataforma 3DEXPERIENCE da Dassault Systèmes, seus aplicativos, conhecimentos e sua comunidade de mentores e de serviços, oferece um portfólio completo de soluções customizadas e com diferentes tipos suporte para acompanhar inovadores em todas as etapas de seus desenvolvimentos: do início até o final.

Mais de 1.000 startups, empresários e produtores já estão utilizando os serviços da Dassault Systèmes na criação digital de produtos e experiências de produtos para o mundo real. Com o Global Entrepreneur Program, eles podem utilizar mundos virtuais, colaboração, inteligência coletiva e comunidades para facilitar a inovação, a criatividade e a concretização das ideias. Os inovadores podem promover projetos que integram Internet das Coisas (IoT) e outras tecnologias, projetar e testar produtos, além de acessar serviços de prototipagem online. Todo o processo utilizando os mais recentes métodos de impressão 3D, além de compartilhar conhecimentos e competências com uma rede qualificada de profissionais, especialistas e colegas de várias indústrias.

As startups têm necessidades diferentes em cada fase do seu ciclo de vida. Uma abordagem tecnológica, de orientação e comercialização única, não é suficiente para fornecer os diversos níveis de suporte necessários para ajudá-los a comercializar produtos mais rapidamente, ao mesmo tempo em que aborda os desafios empresariais inerentes ao mundo das startups, como financiamento, recrutamento de pessoas, infraestrutura de TI ou vendas.

O Global Entrepreneur Program inclui aplicativos de design e treinamento da SOLIDWORKS for Entrepreneurs para projetos focados na inovação mecânica, bem como aceleração imersiva no 3DEXPERIENCE Lab para startups disruptivas que trabalham para transformar a sociedade que precisam de apoio de mentores, protótipos e suporte de marketing, inclusive de uma rede de incubadoras, aceleradoras e parceiros Fab Labs nos Estados Unidos e na Europa.

O Global Entrepreneur Program também inclui a plataforma 3DEXPERIENCE baseada na Nuvem (cloud-based), gerenciamento de comunidade, suporte e serviços que trazem velocidade, agilidade, flexibilidade, experimentação e colaboração para projetos que exigem mais do que apenas uma nova atividade de engenharia de produtos.

“Os empresários nos informaram que valorizam a comunidade social de uma incubadora acima de tudo, e nós ouvimos”, afirma Frédéric Vacher, Diretor de Estratégia Inovadora Corporativa da Dassault Systèmes. “A Dassault Systèmes adora as startups e o nosso Programa Global Entrepreneur oferece suporte aos seus processos de inovação, fornecendo aplicativos em Nuvem, comunidades e serviços online, qualquer que seja a indústria, produto, necessidade ou nível de maturidade.

“Podemos considerar ‘passado’ os dias em que apenas as grandes empresas possuíam inúmeras habilidades, recursos e capacidades para produzir avanços. Hoje somos um catalisador e facilitador para grandes empresas e startups na criação de conceitos, reunião de mundos virtuais e reais, além de fortalecer o renascimento da inovação”, enfatiza o executivo.

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Solução de startup brasileira automatiza mais de 100 integrações entre plataformas

Entre tanta informação sendo gerada no mundo digital há um fato – ninguém sobrevive sozinho. Qualquer “feliz proprietário de um terreno na internet” – seja site, plataforma ou e-commerce – sabe que em algum momento vai precisar integrar uma ferramenta externa. Atualmente, já estão entre nós mais de 16.500 API’s (tipo mais comum de integração), mas há motivos para acreditar que essa seja apenas a ponta do iceberg.

Neste oceano de particularidades tecnológicas, uma startup brasileira tomou para si a tarefa de centralizar em uma única plataforma inúmeras possibilidades de integração. A proposta do LinkApi é simples, funcionar como um hub de conexão às principais ferramentas digitais, mais de 100, além da possibilidade de personalização.

A demanda do mercado para facilitar as integrações é tão relevante que a startup também oferece sua tecnologia em modelo White Label. Empresas usam a tecnologia do LinkApi para fazer integração de suas plataformas com seus parceiros estratégicos, podendo utilizá-la como um serviço próprio, aumentando a oferta de valor para os clientes. Outra vantagem é a redução de custos, pois enquanto o LinkApi resolve as particularidades das integrações, times internos de produto estão focados no core business, otimizando a operação.

A Olist, uma plataforma que integra pequenas lojas virtuais a grandes marketplaces, é um dos players que aderiu a solução do LinkApi e oferece o serviço a seus clientes.

Quem também agrega valor ao negócio “emprestando” a tecnologia do LinkApi é a plataforma de logística Mandaê, cujo core business exige 100% de integração com o ERP de seus clientes, seja qual for.

“Somos especialistas em integrações e temos um time focado em desenvolvimento. Nossos clientes se favorecem dessa expertise, simplificam sua operação e ainda oferecem maior valor agregado a seus clientes”, conclui Thiago Lima, idealizador e CEO do LinkApi.

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O que podemos aprender com o modelo de sucesso de Inovação de Florianópolis?

Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da ABES

Florianópolis foi eleita, pelo 3º ano consecutivo, a segunda cidade mais empreendedora do País, segundo o Índice de Cidades Empreendedoras – ICE 2017, publicado pela Endeavor Brasil. Essa classificação é resultado de um histórico de mais de 30 anos de investimento em tecnologia, focado no conhecimento e na colaboração. A cidade se consolidou como um modelo de sucesso de inovação, com iniciativas públicas e privadas de fomento, que podem ser replicadas em outras regiões do Brasil.

O ponto de partida para o desenvolvimento de um ecossistema de inovação no setor tecnológico na cidade foi a implantação da Universidade Federal de Santa Catarina, em 1960, voltada para os cursos de engenharia e, posteriormente, a criação da Fundação Certi – que foi responsável pela Incubadora Celta, a primeira e do Brasil. Houve também um movimento interessante de organização do setor privado, como a criação da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), da Incubadora Midi Tecnológico. Mais recentemente, em 2015, foi criado Programa Excelência SC, desenvolvido pelo Sebrae/SC, Fiesc e Fecomércio/SC, que reúne boas práticas de companhias com foco na inovação.

Da perspectiva das políticas públicas de incentivo, a prefeitura de Florianópolis contribui criando um conselho de inovação, composto por várias entidades do setor e também com várias ações e legislação para incentivar a competitividade das empresas. Nessa linha, neste último mês, o Governo do Estado criou o “Pacto pela Inovação” para integrar a academia, governos, empresas e a sociedade civil.

O programa Geração Tec, uma iniciativa também do governo estadual, foi criado para o desenvolvimento de jovens talentos, bem como o Sinapse da Inovação, ação da Fapesc e Fundação Certi, para fomentar o empreendedorismo. Além disso, o governo apoia o Parque Tecnológico Sapiens, resultado de um trabalho em parceria com a Fundação Certi.

Entre outras iniciativas, a cidade também possui condomínios empresarias com o foco no setor tecnológico – como o Corporate Park, localizado na SC 401, denominada como a rota da inovação.

Em um passado recente, Florianópolis dependia de cargos públicos, comércio e turismo. Hoje, a cidade, além de reter os seus jovens, consegue atrair mentes brilhantes para o desenvolvimento baseado no conhecimento, que se tornou um ativo para a cidade. Este processo ficará ainda melhor quando o governo começar a proporcionar dados abertos, pois, com isto, o empreendedorismo será ainda maior e o ecossistema de inovação poderá ser fomentado de forma natural e orgânica.

Para 2018, a expectativa é que os investimentos em inovação aumentem bastante, uma vez que tem sido perceptivo o aumento dos espaços de coworking, de profissionais capacitados e do volume de oportunidades de emprego no setor. Além disso, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Finep e o BNDES têm incrementado suas iniciativas de financiamento para inovação.

Por outro lado, ainda que Florianópolis seja um exemplo de inovação, como um living lab, há espaço para melhorar e tornar suas empresas ainda mais competitivas. Com a evolução do mercado, na era do conhecimento, este deve passar a ser um grande ativo das empresas, cujo valor deve ser percebido pelos agentes de fomento e pela sociedade. Por isso, é muito importante construir um ecossistema de inovação que atenda a esses novos modelos de negócios, baseados no conhecimento.

Historicamente, muitas foram as iniciativas modelo da cidade – desde a criação da Universidade Federal de Santa de Catarina, focada na engenharia, até a implementação de políticas de incentivo da prefeitura e do governo do Estado.

No entanto, as maiores lições que podemos aproveitar desse case de sucesso é a importância da integração entre os atores e a organização da classe empresarial buscando o bem comum.

Florianópolis se desenvolveu com empresas que nasceram e se fortaleceram na região, dando um grande destaque aos processos de incubação e do fomento às companhias nascentes. Nesse contexto, a exemplo da cidade, um dos esforços da ABES têm sido criar canais de diálogo entre os diferentes atores do mercado em esfera nacional (governo, educação, empresas) para desenvolver uma agenda coletiva, com o objetivo de aprimorar a competitividade global do Brasil.

A capital catarinense é um exemplo importante, uma cidade que pode ser considerada um parque tecnológico urbano a céu aberto e hoje possui um dos melhores IDHs do Brasil – resultado de muito trabalho conjunto, por mérito de diferentes atores que se doam para formar um ecossistema de inovação.

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Estudo aponta as tendências de inovação mais desejadas pelo mercado

Com a finalidade de entender quais são as tecnologias e inovações demandadas pelo mercado e as que vêm sendo desenvolvidas por startups, o movimento 100 Open Startups acaba de lançar o estudo “As tendências de inovação mais desejadas pelo mercado e as oportunidades para startups”.

A lista, composta por 43 tecnologias, é uma compilação do relatório do Observatório de Inovação de Negócios da Comissão Europeia, do Index de Tendências Tecnológicas da KPMG e da pesquisa realizada na base do movimento 100 Open Startups.

Foram recebidas 3.665 respostas de aceleradoras, executivos de grandes empresas, investidores e especialistas. As top cinco tendências, na opinião do mercado, são Big Data, Internet das Coisas, Design para Inovação, Inovação em Modelos de Negócio para Competitividade Global e Experiência do Consumidor.

“Como Big Data & Analytics e Internet das coisas integram o desenvolvimento de outras tendências, essas acabam se destacando como as mais desejadas e também exploradas. Entretanto, o estudo aponta oportunidades de desenvolvimento de inovação em setores menos explorados em relação à demanda existente, como Computação Quântica, Nanotecnologia, Realidade Aumentada, Impressão 3D, além do desejo por Parcerias Público Privadas”, explica Bruno Rondani, CEO e fundador do movimento 100 Open Startups.

O estudo também traz as soluções oferecidas pelas startups, demonstrando as principais oportunidades de desenvolvimento de projetos inovadores. Segundo Rondani, ao analisar os resultados, identificou-se que há um grupo de startups atuando nessas áreas. “Com isso, estimulamos as empresas iniciantes a atuarem nessas tendências e as grandes empresas e investidores a encontrarem as soluções e conhecimentos que necessitam, além de incentivar a articulação de políticas públicas para o desenvolvimento do conhecimento demandado”, comenta Rondani.

Com operações na América Latina e Índia, a plataforma 100 Open Startups conta com o engajamento de mais de 5.000 executivos de 500 grandes empresas de um lado e mais de 4 mil startups ativas e 200 investidores do outro. Das startups cadastradas na plataforma, mais de 300 atingiram o Nível 5, ou seja, são consideradas atraentes e preparadas para colocar suas inovações no mercado em parceria com grandes empresas. Também já foram gerados, nos últimos dois anos, mais de 700 contratos entre as startups e as grandes empresas.

O estudo completo está disponível em formato de ebook no site http://www.openstartups.net. Basta preencher o formulário para receber o conteúdo gratuitamente por e-mail.

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Startup brasileira participa de programa de incentivos da Microsoft

A startup Greengow Technology agora conta com o apoio do BizSpark, programa criado pela Microsoft para apoiar startups através da oferta gratuita de produtos e serviços. A parceria inclui a tecnologia da Microsoft Translator, que está inserida no algoritmo de tradução “push-to-talk” do aplicativo Greengow que permite usuários falar em tempo real em até 10 idiomas diferentes.

A plataforma foi recentemente lançada na versão beta no Brasil, e é o único aplicativo que foi projetado nativamente para ser um tradutor de chamadas de voz em tempo real. “Usando a plataforma não é necessário comprar nenhum acessório para funcionar e funciona em qualquer modelo de smartphone, tanto para plataforma iOS ou Android. É possível se comunicar com uma pessoa do seu lado, ou localizada a milhares de quilômetros de distância, bastando estar conectado à internet.”, diz Carlos Tanaka, CEO da companhia.

Estabelecimentos comerciais podem disponibilizar o número Greengow para seus clientes de qualquer lugar do mundo se comunicarem, sem mais a barreira do idioma e sem custo de ligação. “Hotéis, restaurantes, parques, clubes, lojas podem agora oferecer o número Greengow para seus clientes, e dessa forma, aumentar suas vendas ou mesmo, melhorar a qualidade de atendimento permitindo a comunicação em uma mesma chamada em idiomas diferentes. Todas as informações destes estabelecimentos ficam disponíveis para consulta dos usuários Greengow.” explica Tanaka.

“Nós estamos realmente orgulhosos em apoiar o Greengow via BizSpark e também animados sobre o impacto que este extraordinário aplicativo pode trazer para cidadãos de todo o mundo, ajudando a construir pontes através do uso de novas conexões da Microsoft Translator que antes não eram possíveis”, diz Alessandro Jannuzzi, diretor de inovação e novas tecnologias da Microsoft Brasil.

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Finep prorroga até 26 de janeiro inscrições para programa de apoio a startups

Investimento de até R$ 1 milhão da financiadora vai ajudar empresas nascentes a inserir novas tecnologias no mercado ou ganhar escala de produção

A Finep prorrogou até 26 de janeiro o prazo de inscrições para a segunda rodada do Finep Startup, programa que pretende aportar recursos e conhecimento em empresas nascentes de base tecnológica. As startups interessadas em concorrer ao edital poderão enviar suas propostas pelo site da financiadora. No processo, serão selecionadas mais 25 empresas a serem investidas pela Finep, em operação que pode chegar a R$ 25 milhões (até R$ 1 milhão por startup).

Após a alta demanda na primeira rodada (mais de 500 inscrições), a Finep ampliou os temas do programa, com a inclusão de Healthtech, além da categoria Tecnologias Habilitadoras, composta por: Blockchain; Inteligência Artificial; Microeletrônica; Nanotecnologia; e Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Realidade Mista. O principal objetivo da mudança é atender a empresas nascentes intensivas em conhecimento que não se enquadraram nos pré-requisitos da primeira rodada.

Sobre o Finep Startup

Lançado em junho de 2017, o programa Finep Startup pretende alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento de produto, processo ou serviço, para colocar no mercado, ou que precisam ganhar escala de produção (não são apoiáveis tecnologias em fase de ideia ou pesquisa). Para isso, a financiadora vai aportar conhecimento e recursos financeiros via participação no capital das startups selecionadas. O investimento vai ser feito por meio de contrato de opção de compra de ações e pode chegar a R$ 1 milhão, baseado no plano de negócios.

O foco da Finep é cobrir o gap de apoio existente entre o investimento feito por programas de aceleração, investidores-anjo e ferramentas de financiamento coletivo (crowdfunding) e o aporte feito por Fundos de Seed Money e Venture Capital. Assim, a agência espera ajudar startups brasileiras a superar o chamado “vale da morte”, fase em que empresas promissoras se desmantelam por dificuldades de ganhar tração e cobrir fluxo de caixa negativo.

Outro ponto positivo do programa é que a Finep não pretende tornar as startups dependentes de recursos públicos. Para estimular o empreendedor a buscar capital privado, a financiadora vai dar até 5 pontos a empresas que forem aportadas por investidores-anjo. A quantidade de pontos dependerá do valor do investimento, cujo mínimo é R$ 50 mil. Ao todo, são 20 pontos possíveis: 15 da avaliação da proposta de valor da startup e 5 obtidos caso ela receba investimentos privados de R$ 250 mil ou mais.

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Votorantim em parceria com startups para gestão patrimonial inteligente

Desafio “Territórios Inteligentes” da Votorantim S.A. entra na última fase e contará com quatro projetos

Entre setembro e novembro, 54 startups participaram da iniciativa realizada pela Votorantim S.A. em parceria com a 100 Open Startups, plataforma internacional que conecta startups e grandes companhias. No programa foram selecionadas quatro finalistas que apresentaram soluções inovadoras ao desafio proposto: tecnologias para inspecionar e gerir propriedades da Votorantim e suas empresas. As startups selecionadas foram Altave, Maply, Pix Force e Treevia.

Na próxima fase – prevista para terminar em março de 2018 – as startups realizarão testes práticos no Legado das Águas em SP, onde deverão mostrar capacidade de suas propostas em um grande território. “Cada uma dessas startups oferece um produto diferente, que podem se complementar. Nossa expectativa é contar com todas elas como parceiras da Votorantim, ao final desse período de teste”, diz André Carloni, gerente de gestão imobiliária da Votorantim.

O desafio “Territórios Inteligentes” é uma iniciativa do Centro de Excelência da Votorantim, que atua na área de gestão de ativos imobiliários. Em quase 100 anos de história, a Votorantim acumulou um conjunto bem diversificado de imóveis. Entre eles, constam fazendas, minas, galpões, plantações de eucalipto e reservas ambientais. Ao todo, este patrimônio soma 450.000 hectares e equivale a três vezes o território da cidade de São Paulo.

“A ideia é encontrar parceiros com tecnologias diferenciadas que possam oferecer, por exemplo, não só a captura de imagens desses territórios, mas uma forma de lidar com elas e transformá-las em dados úteis para a Votorantim”, explica André Carloni. “Nosso foco nesse desafio é encontrar tecnologias que incorporem eficiência e inovação aos processos de gestão de grandes ativos em diferentes aplicações, desde o monitoramento de áreas de mineração, mapeamento de invasões, acompanhamento das plantações, identificar eventos de causa natural e construir mapas de uso e ocupação do solo”.

Cada uma das startups possui uma expertise distinta. A Altave desenvolve soluções de monitoramento baseadas em balões cativos – que são fixos em um ponto específico e alimentados por gás hélio ou hidrogênio, funcionando como uma torre inflável – e ganhou destaque internacional com a segurança das Olimpíadas 2016. O foco da Pix Force é processar imagens próprias e de terceiros, gerando um conhecimento de negócios para a companhia, com base no data analytics. Já a Maply desenvolve solução inovadora de automação de voos, processamento, visualização, análise e compartilhamento de dados captados por drones. No que diz respeito ao monitoramento de ativos florestais, a Treevia trabalha com novas formas de realizar o processo, por meio da integração de big data, machine learning e internet das coisas.

A Votorantim acredita que soluções propostas por startups podem aumentar a eficiência de sua atuação em diversas áreas.

A plataforma 100 Open Startups é patrocinada por empresas globais que, juntas, avaliam e classificam startups do mundo inteiro. As jovens empresas mais atraentes são selecionadas a partir de uma metodologia que envolve cinco etapas e uma produção baseada em atratividade, geração de negócios e atração de investimentos.

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Easy Carros firma parceria com Ticket Log e oferece nova forma de pagamento

A Easy Carros, startup que oferece tecnologia para gestão de frotas e promove a conexão entre grandes empresas e prestadores de serviços automotivos, firmou parceria com a Ticket Log. A partir de agora, quem já utiliza o cartão vai poder usufruir de serviços automotivos como lavagem ecológica de veículos, enceramento, higienização interna, troca de óleo lubrificante e bateria, entre outros.

Essa é a primeira vez que o Ticket Log, um dos maiores players do setor automotivo, abre seu sistema para o pagamento de serviços de uma outra empresa. “Essa parceria proporciona uma experiência muito mais fácil para os clientes poderem contratar, gerenciar e reduzir os custos da sua gestão de frotas”, explica Fernando Saddi, CEO da Easy Carros.

Para aproveitar essa nova funcionalidade, é necessário ter um cartão Ticket Log como forma pagamento. Presente em 63 cidades em 14 estados brasileiros, mais DF, a Easy Carros está disponível para empresas através do seu site.

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Fintech de Santa Catarina ganha prêmio do maior programa de aceleração de startups da América Latina

A Best Soluções Financeiras é uma plataforma de empréstimos online multibancos e multiprodutos, que encontra e estrutura a melhor opção em empréstimos entre os bancos. Com sede em Balneário Camboriú, a Best atende em torno de 3 mil clientes do Brasil inteiro por mês e conta com uma equipe de 25 colaboradores.

A Best foi premiada pelo Programa Inovativa Brasil, um programa de aceleração de startups inovadoras, realizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), com execução da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI).

No total, mais 1000 empresas se inscreverem ao programa, 255 foram selecionadas na primeira fase, 120 para a final e 14 empresas ganharam premiação do Facebook. Durante um ano, a Best receberá benefícios que vão desde créditos em anúncios na rede social a acesso gratuito a softwares e ferramentas de parceiros do Facebook para desenvolvimento, gestão, comunicação e marketing. Além disso, terá acesso permanente à ampla comunidade de startups e desenvolvedores do Facebook, e mentoria com técnicos e executivos da empresa para aprimorar o desempenho dos aplicativos.

Em 2017, a Best atingiu a marca de 150 milhões em empréstimos e com o apoio do FBStart espera crescer 600%, e lançar novos produtos ao mercado.

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Startup Mecasei.com recebe investimento de R$ 800 mil

O Mecasei.com foi criado em 2014 com o objetivo de facilitar e deixar mais fluído o caminho até o altar. Com mais de 270 mil usuários e movimentação crescente, deve fechar 2017 o valor transacionado na plataforma em R$ 20 milhões, 65% a mais que em 2016, o site acaba de receber o primeiro “round” de investimento com aporte no valor de R$ 800 mil em uma rodada liderada pelos investidores anjo Eduardo Smith e Marco Poli.

O Mecasei.com foi fundado por dois amigos, Márcio Acorci e Daniel Tamiosso, que encontraram dificuldades ao planejarem e organizarem seus próprios casamentos e, por este motivo, decidiram criar um serviço único, onde seria possível centralizar todas as etapas sem dificuldades e stress. “O pensamento era tornar tudo mais simples, social e divertido na jornada de qualquer casal de noivos, possibilitando a descoberta, o planejamento e a organização do casamento através da internet”, revela Acorci.

“Estamos construindo inteligência de mercado baseada em dados para entregar aos noivos sugestões personalizadas para cada casal organizar o seu casamento dos sonhos”, destaca Acorci.

O mercado de casamentos vive um momento de constantes mudanças. A internet torna cada vez mais fácil a descoberta, a escolha e a contratação de qualquer serviço. Toda execução do dia-a-dia (offline) têm o potencial de ser organizado online.

O comportamento da geração “millennials” tem a tendência de valorizar a experiência em detrimento da posse e do luxo específicos é a maior prova das transformações no mercado. “96% dos Millennials nos EUA já confiam na internet como ponto de partida para o processo de preparação de seus casamentos”, comemora Acorci.

Com uma plataforma tecnológica moderna e uma experiência pessoal e humana o site auxilia os noivos a planejar, organizar e compartilhar as emoções do casamento: desde o primeiro encontro até o grande dia. Mecasei.com é um site de casamento contemporâneo, que sintoniza os sentimentos dos noivos com os seus diversos convidados e familiares.

O site é construído não apenas por tecnologias que estão em voga no mercado de inovação, mas também por um time com experiência em startups com o conhecimento do Vale do Silício.

Combinamos expertise técnica com soluções de aprendizado de máquina, análise preditiva, processamento natural de linguagem e um big data com mais de 200 mil casamentos vivenciados.

“Atendemos noivos em todas as regiões do Brasil. Normalmente são pessoas com o dia-a-dia agitado, que necessitam dar os primeiros passos na organização do seu casamento e precisam de muita ajuda para definir cada etapa. Com o Mecasei, eles têm à disposição 970 fornecedores cadastrados e uma equipe altamente especializada para atender todas as suas autênticas demandas”, finaliza Acorci.

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Projeto para compra secundária de participação de Investidor Anjo em Startup é lançado no Brasil

Bossa Nova Investimentos, Micro Venture Capital sediada no Brasil, cria projeto original em parceria com a Anjos do Brasil, a maior rede de investidores anjo do país, que possibilita ao investidor anjo saídas de seus investimentos e ao mesmo tempo impulsiona o ecossistema de investidores em inovação no país

Em uma ação inédita na América Latina e principalmente no Brasil, o projeto irá alimentar e incentivar ainda mais o investimento anjo no país. Segundo Cassio Spina, presidente da Anjos do Brasil, “as poucas opções de saída disponíveis para os investidores anjo brasileiros limitam sua capacidade de reinvestirem em novas startups, uma vez que utilizam apenas recursos próprios, assim, esta parceria irá contribuir muito para o crescimento do ecossistema como um todo”.

A partir de agora, os investidores anjo que tenham investimentos em startups em seu portfólio poderão ter um caminho mais claro para realizar saída delas. Para isso, é necessário que apresentem à BNI sua startup investida ou o seu portfólio de startups contendo as seguintes informações: nome e site da empresa; valor investido e data do investimento; valuation na entrada; valuation hoje; cap table na startup e qual o percentual que deseja vender.

Com as informações fornecidas, a BNI, que tem interesse em aumentar seu portfólio de investimentos em startups, fará as analises necessárias para a escolha e decisão de aquisição. É preciso que a startup esteja de acordo com a tese de investimento da Bossa Nova, ou seja, startups com modelos de negócios B2B ou B2B2C, que sejam negócios inovadores, digitais e escaláveis, com mais de 1 ano de vida, que já estejam validados, operando, faturando (mesmo que pouco) e rumo direcionado ao break-even. Além disso, que tenha anuência dos fundadores e demais investidores.

Outro ponto importante é que a startup deve manter um ou mais investidor Anjo no cap table, que pode ser o mesmo, fazendo uma saída parcial ou outro que fique no negócio. Isso significa dizer que para a Bossa Nova, o smart Money do Anjo é muito importante para a continuidade da Startup. “Ter opções claras de saídas, tanto em possibilidades, quanto de tempo, é um dos maiores gargalos hoje no mercado para a entrada de novos investidores e também para que os mais antigos possam continuar investindo”, comenta João Kepler, partner da Bossa Nova, que esse ano foi eleito novamente o melhor Investidor Anjo do Brasil pelo prêmio Startup Awards.

Os segmentos alvo da Bossa Nova são de educação, saúde, fintech, agro, lawtech, soluções para PME, softwares para varejo (mas não venda de produtos no varejo). A Bossa Nova, não investe em negócios de mídia (adtech), governo, e-commerce (que vendam produtos), games ou hardware. Além disso, avalia outros pontos como: modelo de negócios, tração, time e tam (Total Adressable Market).

A única contrapartida exigida pelo projeto é que o investidor anjo que pretender efetuar a venda de sua participação deverá reinvestir 50% do valor recebido a título de cash out em uma nova startup a ser escolhida por ele mesmo dentro da plataforma da Anjos do Brasil. “Acreditamos que, com esta iniciativa, ajudaremos o ecossistema brasileiro a crescer e se profissionalizar ainda mais”, declara Pierre Schurmann, Managing Partner da Bossa Nova.

A Bossa Nova reservou o valor de R$ 5 milhões para a operação. Maior investidora em número de startups da América Latina, a BNI já investiu nos últimos 12 meses R$ 19,5 milhões em 110 startups.

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Programa Alpha Inova é destaque na Corporate Startup Innovation Conference

O Alpha Inova, o programa de inovação da Alphaville Urbanismo, que promove a parceria entre startups e a maior urbanizadora do país, será um dos destaques da Corporate Startup Innovation Conference, que unirá grandes nomes do setor e estratégias consolidadas de inovação. O evento ocorrerá no dia 12 de dezembro, no WTC Tower, e tem o objetivo de fomentar a inovação como fator principal para a diferenciação de negócio e aumento de competitividade.

Além de promover o networking entre os participantes, a conferência visa o compartilhamento de experiências e boas práticas estabelecidas entre empresas e startups. A gerente geral de negócios da Alphaville Urbanismo, Patricia Hulle, apresentará o case Alpha Inova, com expectativas iniciais e resultados até o momento.

As vagas para participar da Corporate Startup Innovation Conference são limitadas e interessados podem conferir mais informações no site https://eventos.startse.com.br/corporatestartupinnovation/ .

Corporate Startup Innovation Conference
Data: 12/12 (terça-feira)
Endereço: WTC TOWER: Av. das Nações Unidas, 12.551 – Brooklin Novo – São Paulo
Horário: 9h às 18h

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