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Pipefy abre vagas nos Estados Unidos e no Brasil

Quem sonha em trabalhar em uma empresa global e, ao mesmo tempo, inovadora tem uma ótima oportunidade: a Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, com sedes em São Francisco, no Vale do Silício, e em Curitiba, no sul do Brasil, está contratando. Além de diversas vagas abertas na área comercial, a empresa busca profissionais para as seguintes posições: JR Buyer, Software Architecht, Elixir Dev, Support Analyst N3, Product Manager. Ao todo, são 16 posições abertas.

Cada função requer conhecimentos e habilidades específicas, mas há quatro pré-requisitos indispensáveis para todos os interessados em participar do processo seletivo: inglês avançado ou fluente, sonhar grande, ser muito bom no que faz, querer ir além do suficiente sempre.

“A Pipefy é uma empresa que nasceu e tem atuado com uma filosofia global, sendo referência em sua área de atuação, e queremos que os talentos de Curitiba e do Brasil percebam que não precisam ir para outros estados ou países para trabalhar em uma empresa mundial, com tecnologia reconhecida internacionalmente”, destaca o CEO e fundador da startup, Alessio Alionço.

A plataforma em nuvem da Pipefy está presente em 15.000 empresas, que vão de pequenos negócios como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco, a grandes empresas como Accenture, IBM Santander e Wipro. A solução foi projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores. Com o Pipefy, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado. Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade”, explica Alionço.

Para saber mais sobre os processos seletivos da Pipefy acesse www.pipefy.com/jobs.

EADBOX leva tecnologia brasileira para América Latina e outros três continentes

A conquista de mercados internacionais é o principal foco de expansão da EADBOX, startup paranaense que oferece plataformas de e-learning para cursos online ou treinamentos, atendendo pequenos, médios e grandes clientes em todo o Brasil. Com seis anos de atuação, a empresa conta com 180 colaboradores envolvidos no desenvolvimento e crescimento da companhia.

De acordo com Nilson Filatieri, CEO da startup, o investimento no mercado externo foi uma decisão estratégica, visando principalmente à aceleração do processo de crescimento da empresa. “A internacionalização nos permite uma rápida ampliação dos negócios. Devemos fechar 2018 com 30% do faturamento da companhia sendo proveniente dessas operações internacionais”, comemora.

Com um investimento que chega a R$ 4 milhões, a empresa iniciou no ano passado sua expansão para os principais mercados da América Latina, como a Argentina e o México, estando hoje consolidada na região. Recentemente, a EADBOX iniciou projetos no Reino Unido, na Índia e nos Estados Unidos. Para o próximo ano já estão previstos novos investimentos.

Por trabalhar com uma plataforma 100% online, a EADBOX concentra praticamente toda sua equipe na sede em Curitiba, mesmo para o atendimento do mercado internacional. Para isso, a empresa tem buscado parte de sua força de trabalho fora do Brasil. “Atualmente, 10% dos nossos colaboradores são estrangeiros, o que está alinhado com a estratégia de expansão. Embora a maioria venha de países da América Latina, buscamos reforçar o time também em outros mercados. Uma de nossas últimas contratações é uma profissional que veio da Turquia”, explica Filatieri.

Com relação aos produtos, a startup paranaense realizou pequenas adaptações em sua plataforma para o mercado internacional, já que cada país tem suas características próprias. No Brasil, as plataformas da EADBOX são utilizadas por profissionais e empresas de diferentes ramos e atividades. Um exemplo é o Veteduka, que oferece cursos online de aperfeiçoamento e especialização para médicos veterinários e estudantes. O Brasil Postos é um portal de serviços e equipamentos para postos de combustíveis que tem cursos online de Gestão de Loja, Segurança do Trabalho, Análise de Combustíveis, entre outros. Já a Escola Monas é direcionada ao bem-estar e oferece cursos online de terapias complementares como Florais de Bach e Aromaterapia. Análises realizadas revelam que 80% dos alunos que fazem os cursos com a plataforma da EADBOX finalizam, percentual muito acima dos que utilizam a plataforma de concorrentes, que fica entre 3% a 20%.

Segundo um estudo da Fundação Dom Cabral, a “12ª edição do ranking de internacionalização” (2017), a procura de negócios fora do Brasil é uma tendência que ganhou impulso com a atual crise do país. O estudo englobou 65 empresas (que já atuam em 87 países), sendo 54 multinacionais brasileiras e 11 companhias que atuam no exterior por meio de franquias. Para os próximos anos, 42,3% das empresas consultadas esperam entrar em novos países.

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Grupo Nexxera seleciona oito startups para fomentar em seu programa de aceleração e investe em novo Centro de Inovação em Florianópolis

O Grupo Nexxera, um dos principais players do mercado de tecnologia para transações eletrônicas, anuncia as oito startups selecionadas para participarem de seu programa de fomento no Link Lab – programa de inovação e conexão para fomentar novos negócios em Florianópolis em parceria com a ACATE; e o investimento no SOHO – novo espaço de inovação e novas ideias, inaugurado na antiga sede do tradicional jornal impresso do estado. No SOHO, onde o Grupo Nexxera inaugurou o espaço NexxLab, o Grupo pretende apoiar e desenvolver startups que agregaram valor ao seu negócio. As startups podem até mesmo receber investimentos daholding.

O objetivo destas iniciativas, além de incentivar a inovação na região – conhecido polo tecnológico, é potencializar a disruptividade dos serviços prestados pelo Grupo Nexxera que tem em seu DNA um olhar voltado para o futuro e novas tendências de mercado. Desta forma, tanto as startups selecionadas para o Link Lab quanto para o SOHO vêm a corroborar com o conceito de vanguarda e pioneirismo do Grupo, de oferecer sempre o novo aos seus clientes.

Startups selecionadas – Link Lab

O Link Lab é uma iniciativa da ACATE e tem como cofundador patrocinador o Grupo Nexxera. Das 87 startups que se inscreveram, 27 foram entrevistadas pelo Grupo Nexxera. As oito selecionadas englobam, em sua maioria, os setores fintech, big data e esportes – todos relacionados a projetos em andamento do Grupo Nexxera.

“Estamos animados com as oito que selecionamos para fomentarmos durante os próximos 12 meses. Observamos critérios como aderência aos nossos projetos, potencial de mercado e maturidade do negócio, dentre outros importantes índices”, explica o presidente do Grupo Nexxera, Edson Silva.

As startups selecionadas foram as seguintes:

1. OmniHunter
Startup de tecnologia financeira

2. TouchChef
Sistema interativo para relacionamento com clientes em arenas esportivas.

3. 5 Beatle
Marketplace de serviços culturais.

4. Yonface Tecnology
Inteligência Artificial voltada a empresas.

5. Hallo.social
Startup que oferece aplicativos em formato de redes de relacionamento personalizadas para HUBs empresariais.

6. I’m Esports
Plataforma completa e integrada para jogadores, times e campeonatos de eSports.

7. Winkme
App baseado em redes wi-fi para estreitar o relacionamento entre pessoas que estão no mesmo local.

8. Vip Convite
Plataforma direcionada para eventos.

NexxLab no SOHO – novo espaço de fomento à inovação

Além das startups selecionadas para o Link Lab, o Grupo decidiu criar o NexxLab, um espaço dentro do recém-inaugurado SOHO, um coworking destinado à criação de novas ideias e eliminação da burocracia. O empreendimento é destinado a startups e novos negócios sustentáveis, além de empresas de tecnologia. Com áreas de lazer, eventos, escritórios e food parks, o ambiente é moderno e reflete o DNA das empresas que ali estão instaladas.

“Nós, do Grupo Nexxera, sabemos o quanto esses novos espaços são importantes e que ótimos negócios nascem de ambientes criativos e inovadores. Por isso, apoiamos iniciativas como esta, que vão ao encontro da nossa cultura. No NexxLab do SOHO, pretendemos também desenvolver startups que sejam sinérgicas aos nossos negócios”, reforça Edson Silva.

No SOHO, que fica em um edifício em frente à Praia de Itaguaçu, os empreendedores, startups e empresas podem escolher o seu espaço ideal entre o coworking, salas de reunião, espaços para pequenos eventos ou em alguma das 28 salas privativas que o espaço oferta desde do início do mês de junho. E em breve também poderão usufruir da FabLab, um oficina para desenvolvimento de protótipos, no subsolo do Centro de Inovação.

SOHO Centro de Inovação Tecnológica
Endereço: Rua Desembargador Pedro Silva, 2958
Site: www.soho.floripa.br

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5 lições que o Vale do Silício ensina para startups brasileiras

Conhecido por abrigar gigantes da tecnologia, o Vale do Silício, na Califórnia, é também berço de muitas empresas inovadoras, como as startups. Não à toa, a região tornou-se destino desejado por empreendedores de todo o mundo, inclusive os brasileiros.

O objetivo, no entanto, não é tão fácil quanto parece. Para o curitibano Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, que tem sedes em Curitiba e no Vale do Silício, há uma ideia deturpada em relação à instalação de empresas no local.

“O Vale não torna a caminhada mais fácil, mas oferece mão de obra qualificada e em quantidade que não encontramos no Brasil – lá, cerca de 35% da população trabalha na indústria de software. A taxa de mortalidade das empresas que crescem na região, porém, não está tão longe da nossa, a diferença é que no local existem 10 vezes mais pessoas executando uma determinada função com mais experiência”, analisa Alionço, idealizador empresa global de SaaS (Software as a Service), que hoje está presente em 15.000 empresas e atende clientes em mais de 150 países.

Na visão do empreendedor, os americanos estão inseridos em uma cultura em que erros, além de totalmente aceitáveis, são necessários para formação de qualquer profissional. No Vale do Silício, essa cultura é intensificada principalmente pela maneira como as empresas estão alocadas na região, permitindo um largo fluxo de pessoas com os mesmos objetivos.

Para isso, essas mesmas pessoas têm como meta, desde o início de sua inserção no mercado de trabalho, uma consciência da existência de etapas fundamentais para alcançar resultados precisos.

O Vale pode, sim, impulsionar muitos negócios por combinar conhecimento, mão de obra e capital em um mesmo lugar, mas antes de pensar em transferir sua empresa para lá, confira as 5 lições que o Vale do Silício ensina para startups brasileiras, segundo Alessio Alionço.

1. Pense globalmente desde o primeiro dia

No Brasil, somos instruídos a crescer primeiro no mercado nacional e depois de algum tempo e com bastante solidez, a buscar ares internacionais. Diferentemente do Vale, em que o pensamento quase que obrigatório é pensar na expansão global do negócio no primeiro dia.

2. Errar não é o fim do mundo

Estamos inseridos em uma cultura em que errar é motivo de vergonha e um fator que impede tentativas de colocar uma ideia em ação. Os americanos valorizam a experimentação e, para eles, o erro significa um clico realizado. Independentemente da ideia der certo ou errado, a tentativa sempre resultará em oportunidade e chance de desenvolvimento.

3. Comunicar, comunicar e comunicar

Que a comunicação é um fator imprescindível dentro das empresas todo mundo sabe, mas os americanos, novamente, reforçam a ideia. É preferível pecar pelo excesso de diálogo e ser honesto com aquilo que não anda como deveria, o chamado radical candor, ou franqueza radical, adotado pelos líderes no Vale do Silício.

4. Zona de conforto nunca mais, arrisque

O risco sempre vale a pena na cultura dos americanos. As tentativas nunca são em vão e permitem que um leque de oportunidades seja aberto todas as vezes. Nós pensamos os motivos que podem levar uma ideia a fracassar, enquanto eles enumeram as possibilidades de dar certo.

5. Direto ao ponto

No ambiente do trabalho, os americanos prezam pela objetividade por diferentes razões, mas que sempre convertem para um mesmo ponto: a entrega de atividades de maneira rápida e eficaz. Ao contrário dos brasileiros, eles acreditam que construir laços no ambiente de trabalho é um fator que cria barreiras entre gestores e funcionários, por isso o evitam.

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Cuponeria recebe aporte do inovaBra ventures

A Cuponeria, plataforma com versão web e mobile para Android e iOS que oferece cupons de descontos de diversos estabelecimentos comerciais do Brasil, acaba de anunciar o aporte do FIP InovaBra, fundo de investimento do inovaBra ventures, parte do ecossistema de co-inovação do Grupo Bradesco.

Com mais de 22 milhões de cupons distribuídos nas capitais brasileiras em diversos segmentos, a empresa pretende aumentar em 40% a emissão de cupons em um ano e investir no aperfeiçoamento de sua tecnologia de geolocalização, proporcionando mais benefícios aos usuários e clientes.

Segundo Nara Iachan, CMO e sócia-fundadora da Cuponeria, o objetivo é reforçar a presença da empresa no Brasil. “Ao longo da nossa trajetória, percebemos o quanto o brasileiro gosta de descontos. Por isso, nossa meta é oferecer o melhor serviço dentro da plataforma, ampliando a atuação da empresa em todo o território nacional. Esse aporte vem para reforçar esse propósito”, explica.

Desde sua fundação em 2011, a Cuponeria recebeu aportes do Buscapé, ACE, Verus Group e Google, que colaboraram com o crescimento exponencial da empresa. Essa transação marca o início de uma nova fase e a saída do Verus Group. “Nosso papel como investidores early stage foi cumprido com êxito e temos orgulho de ter feito parte da história da Cuponeria”, conta Fernanda Gottardi, membro do Verus Group.

A Cuponeria foi selecionada pelo programa inovaBra startups, que estabelece parcerias entre startups e o Grupo Bradesco, para acelerar o processo de entrega de experiências inovadoras aos clientes e oferecer como contrapartida a possibilidade dessas startups escalarem seus negócios rapidamente. Após se destacar nesse programa, foi contratada pelo Bradesco para desenvolver ações promocionais de descontos exclusivos aos clientes do banco. “A sinergia entre as empresas é muito clara: enquanto uma utiliza tecnologia e distribui cupons de desconto de forma segmentada, a outra foca em trazer vantagens e diferenciais a seus clientes. Isso faz com que os laços sejam cada vez mais estreitos e as possibilidades de negócios sejam inúmeras”, explica Nara.

Com o sucesso da parceria comercial com o Bradesco e as perspectivas de crescimento do segmento de cupons de descontos no Brasil, o inovaBra ventures se interessou pela oportunidade de investir na companhia. “A capacidade criativa e empreendedora dos fundadores da Cuponeria, aliada a um sólido plano de negócios, fortaleceram nossa convicção sobre o potencial de retorno para o investimento do FIP InovaBra”, comenta Maurício Machado de Minas, vice-presidente do Bradesco.

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100 startups brasileiras se reúnem em São Paulo em evento para investidores

Nos dias 18, 19 e 20 de agosto, o InovAtiva Brasil realiza a 8° edição dos eventos Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva, iniciativas que têm como objetivo capacitar as empresas aceleradas no programa para apresentarem seus negócios para uma banca de investidores e executivos de grandes empresas. Os eventos são desenhados para ajudar as startups a fazerem negócios e captarem investimentos privados.

As 100 startups escolhidas para se apresentarem no Demoday fazem parte do ciclo 2018 do InovAtiva Brasil e desde março participam de uma série de capacitações e mentorias para ajudar no aprimoramento de seus negócios. No primeiro dia do Bootcamp, as startups passam por uma dinâmica de atendimento especializado, com mentorias em pequenos grupos e temas pré-definidos. Os profissionais especializados irão prestar atendimento focado em alguns tópicos específicos para até três startups simultaneamente e em rodadas de atendimento de até uma hora. Os empreendedores também realizam mentorias e treinamentos.

No domingo, elas passarão pelo Demolation, uma oportunidade de simular um Pitch para que os empreendedores recebam feedback e melhorem suas apresentações para o Demoday. Para isso, a InovAtiva conta com o suporte e experiência dos seus mentores. As startups cadastradas serão divididas em até seis bancas setoriais e terão cinco minutos de apresentação e 10 minutos de feedbacks.

Por fim, o Demoday InovAtiva é o momento em que as startups são apresentadas em bancas temáticas aos investidores, representantes de grandes empresas e potenciais parceiros convidados. O evento será realizado na segunda-feira, das 8h30 às 12h30, seguido de uma cerimônia de premiação das startups mais bem avaliadas pela banca, com encerramento previsto para 13h.

Bootcamp Nacional InovAtiva 2018

Data: 18 a 20 de agosto

Local: Amcham – Rua da Paz, nº 1431, Chácara Santo Antônio – São Paulo -SP.

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Como evitar a polarização de ideias no ambiente corporativo

Por Diego Daminelli, do time da aceleradora de Negócios Organica

O termo polarização já está no mainstream, ou seja, no cotidiano dos brasileiros. É mais comum ainda ouvir essa palavra em referência à atual corrida eleitoral. A população, desde os últimos anos, vem se dividindo em diferentes escalas da esquerda e da direita e outras ideologias opostas também separam grupos sociais. E quais são os maiores reflexos dessa situação?

Discussões rasas sem a profundidade necessária para que o tema seja devidamente decupado e também o afastamento pessoal e intelectual das pessoas, cada um correndo para sua bolha, são algumas das consequências dessa divisão social.

Mas será que são apenas estes os casos de polarização que trazem prejuízo? Na verdade, os ambientes corporativos também relatam casos e casos de perda de produtividade por conta destas discussões.

Na Organica, empresa que lidera a aceleração de negócios, conforme passamos mais tempo dentro das empresas que aceleramos, aprofundamos ainda mais os estudos sobre cultura, análise de público-alvo, jornada de clientes, objetivos e priorização de projetos. Podemos perceber que existem pequenas arenas e debates políticos entre a equipe comercial e a de Tecnologia de Informação, marketing versus suporte ou dentro de uma mesma equipe, por exemplo, branding versus performance.

Qual empresa nunca viu uma discussão de um comercial com a “demora” da entrega da equipe de produto? Quem nunca viu uma equipe de performance dizer que branding “fica gastando com besteira, mas quem converte é a gente.”

No curto prazo, esse embate pode parecer positivo. “Tenho uma equipe muito motivada que briga pela empresa”. Não, cada um briga para ter razão, briga por seus objetivos pessoais.

Nestes casos, alavancas de trabalho com foco em cultura e também de gestão costumam amenizar ou resolver grande parte desse problema que se resume em: cada um remando para seu lado ao invés de remarem rápido e juntos o famoso “Andar em Bloco”, quando falamos de cultura ou projetos de gestão em Squads, onde pessoas e áreas diversas se agrupam em projetos, um modelo que ficou muito famoso com a Spotify.

Em outros casos, alinhados com esses trabalhos específicos de Cultura e Gestão, se derrubam os “muros” de algumas áreas criando grandes setores de “Client centric”, ou seja, foco no cliente na abordagem para fazer negócios que se concentra em criar uma experiência positiva para o cliente.

Bill Macaitis, ex CMO da Slack, Zendesk e Ex VP da Sales Force, derrubou esses muros e uniu embaixo de seu guarda-chuva as áreas de Marketing, Vendas e Client Success (suporte). Com isso, ele unificou metas e colocou a satisfação e encantamento do cliente como principal objetivo de todas as áreas, seja em qual momento o cliente tivesse contato com a empresa. Não por coincidência, se tornaram cases de sucesso de gestão e resultados

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Saint-Gobain lança programa de aceleração de startups

A Saint-Gobain, considerada uma das 100 empresas mais inovadoras do mundo, segundo o ranking Clarivate Analytics, está lançando o Programa de Aceleração – Building Blocks. Trata-se de um programa próprio voltado para a aceleração de startups de todo o país que desenvolvam negócios inovadores do setor de construção civil ou que atuem nas áreas de soluções digitais para o consumidor final, realidade virtual e Internet das Coisas. As interessadas têm até o dia 16 de setembro para se inscreverem.

Pré-requisitos e seleção

Para o primeiro ciclo do programa, a Saint-Gobain busca por startups com soluções ligadas à inteligência das edificações, como modelização digital e impressão 3D; inovações nos canais de venda online, como marketplaces e e-commerces, logística last-mile e processos de encantamento do cliente nas duas pontas, e que tenham foco no aprimoramento da experiência do consumidor final na jornada da construção e reforma, facilitando o dia a dia dos profissionais da construção.

“Queremos atrair projetos inovadores que nos ajudem a entregar soluções cada vez mais completas para nossos consumidores. Temos interesse, por exemplo, em novas tecnologias que nos ajudem a aprimorar a nossa distribuição para oferecermos aos clientes experiências integradas de bem-estar e conforto”, aponta a Diretora de Marketing e Estratégias Digitais da Saint-Gobain no Brasil, Lucile Charpentier.

Quatro startups serão selecionadas para mentorias exclusivas com executivos Saint-Gobain, especialistas de mercado e rede de aceleração da rede Liga Ventures, durante 4 meses, a partir de novembro. Além disso, receberão todo o suporte da Saint-Gobain para desenvolvimento de novos projetos, com acesso à mentoria dedicada.

Rede de parceiros

O Building Blocks conta com a expertise da Liga Ventures, que é a primeira aceleradora focada em conectar startups com grandes empresas no Brasil, tendo sido responsável por programas de sucesso, como a Oxigênio Aceleradora, da Porto Seguro, AutoTech, com Webmotors e Mercedes Benz, entre outros.

Todo o processo será desenvolvido no novo espaço do Cubo Itaú, em São Paulo, maior hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, parceiro da Saint-Gobain, como uma forma de gerar oportunidades e troca de experiências com startups mais maduras, rede de parceiros e potenciais investidores.

O foco no relacionamento com as startups já é uma realidade na companhia, desde 2015, quando foi iniciada com a missão de incutir novas metodologias de inovação e fornecer ferramentas necessárias para todas as áreas e negócios do Grupo. Com o objetivo de alcançar resultados na ponta, os colaboradores são estimulados a interagir e fechar parcerias com essas novas empresas.

Resultados concretos

De lá para cá, a empresa vem colecionando interações em hubs importantes, como o Cubo Itaú, a Plug e a ACE, o que contribuiu para o relacionamento com mais de 400 startups ou clusters, e que vem gerando frutos: hoje, 86% dos projetos da área digital da empresa têm a adoção de soluções de startups, que ajudaram na redução de até 50% do tempo de execução dos projetos e 30% dos custos. Este ano, a companhia já iniciou interação com mais de 30 delas, e temos 12 projetos em andamento.

“Só temos a ganhar ao estreitar nosso relacionamento com essas empresas do século XXI. É uma formidável fonte de transformação organizacional. Em contato com as startups, nossas equipes são estimuladas a pensar fora dos processos tradicionais e a ousar. Isso é muito valioso!”, comemora Lucile Charpentier.

Programa de Aceleração de Startups Building Blocks

Inscrições: até 16 de setembro

Site: http://buildingblocks.liga.ventures/
Valor: Gratuito

Quem pode participar: Startups de todo o país que tenham projetos inovadores com foco em no setor da construção civil ou que atuem nas áreas de soluções digitais para o consumidor final, realidade virtual e internet das coisas.

Duração do programa: 04 meses, a partir de novembro de 2018

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GERAVALOR lança plataforma inédita para conectar startups a corporações que buscam inovação

Para acelerar ainda mais o movimento das corporações que buscam por startups que trazem inovação aberta e soluções que aumentam a eficiência de seus processos, a consultoria especializada em inovação e business assessment, GERAVALOR, lança o Radar de Startups. Trata-se de uma plataforma disponibilizada como serviço na modalidade SaaS (do inglês, Software as a Service), que ajuda as organizações a encontrarem as startups que tenham sinergia com as suas operações.

O modelo, inédito no Brasil, agregou inteligência de mercado em seus algoritmos para a descoberta, curadoria e conexão com as melhores startups de acordo com as necessidades de negócio de cada empresa, recomendando as iniciativas que possam acelerar a solução de ideias e dores das corporações de acordo com os seus objetivos de negócios.

O serviço envolve a realização de um business assessment, que pode ser online, diretamente na plataforma, ou presencial, gerando um índice matemático que é usado pelo software para conectar com as startups que têm mais sinergia, criando a estrutura e o foco ideais para explorar a inovação aberta em cada segmento.

“Todos já entenderam que quem for mais rápido em seus processos inovadores, assumirá a liderança do seu setor. Porém, a grande quantidade de eventos e informações aumentam a dificuldade e o tempo dos executivos para essa curadoria, e procurar startups no Google, por exemplo, é como querer encontrar agulha no palheiro”, comenta Alexandre Gera, sócio-gestor da GERAVALOR.

As startups conectadas pela plataforma são captadas por meio de robôs que rastreiam a internet e, após uma curadoria feita pela equipe da GERAVALOR, as mesmas são classificadas de acordo com o perfil e entram para o Radar, ficando disponíveis para serem acessadas. Pelo lado das empresas interessadas pelo serviço, após o mapeamento de suas necessidades e desafios, é realizada uma ativação no sistema em que as ideias e dores são parametrizadas para a tecnologia desenvolvida pela consultoria descobrir quais são as startups mais adequadas para resolverem os desafios.

“Nosso software não substitui os eventos, cursos e programas de fomentação, ele é uma ferramenta de apoio e aceleração para todo o processo, fazendo executivos ganharem tempo e assertividade na escolha de poucas e boas empresas inovadoras. Também apoiamos a conexão com os empreendedores até gerar resultados positivos para as organizações”, explica Gera.

A plataforma já conquistou seus primeiros clientes, entre eles a Ankari, que é uma desenvolvedora de soluções para o comércio exterior integrado ao SAP. Segundo Luis Kaluf, sócio-gestor da Ankari, a missão nesta nova empreitada utilizando o Radar de Startup é buscar inovação, principalmente para seus clientes, e a plataforma já os conectou com oportunidades importantes para o futuro do segmento de tecnologia para comércio exterior, iniciativa que em breve trará novidades ao mercado.

O Radar de Startups é uma solução baseada na metodologia reunida em mais de 20 anos de conhecimento da equipe da GERAVALOR e que diminui a complexidade para as grandes empresas, sem interferir em suas diretrizes de compliance, comercial, jurídico e de marketing, além de preservar as características inovadoras das startups.

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Ser demitida foi a melhor coisa que aconteceu

Por Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude

Os últimos dias têm sido de bastante reflexão. Há três anos, no dia 4 de agosto de 2015, eu era demitida do meu último emprego. No sábado, acordei e decidi tomar café em uma padaria onde fiz os primeiros rabiscos da Vittude, startup da qual sou fundadora. Fiquei feliz de ver quantas coisas interessantes aconteceram nesse período.

Registrei aquele momento no Instagram e comecei a receber algumas mensagens super bacanas. Decidi então compartilhar a reflexão em um pequeno post no LinkedIn. Não podia imaginar o tamanho do engajamento que teria. Comecei a observar vários comentários, me senti acolhida e também compreendi que deveria contribuir e compartilhar mais.

Em 2015, fui demitida às vésperas do meu aniversário. Que bela surpresa, né?! Hoje percebo que foi realmente foi um grande presente e, aproveitando o período de celebrações, resolvi escrever porque ter sido demitida foi o melhor presente que ganhei.

Sei que nosso País ainda não conseguiu sair completamente da crise política e econômica. Vejo muitos colegas repensando a escolha profissional, decidindo trilhar carreira solo como consultor e indo fazer o que gostam de verdade. Quando a situação está preta, nem sempre conseguimos ver as oportunidades disfarçadas.

Sou engenheira civil de formação, sempre gostei muito de estudar, era muito dedicada aos estudos e uma das melhores aluna da sala. No ambiente de trabalho nunca foi diferente: desde o primeiro emprego era dedicada e determinada a atingir e superar metas. Comecei minha carreira como trainee do grupo Votorantim, no qual fiquei por quase 4 anos. Passei por outros 3 grupos multinacionais enormes. Fiz 3 MBAs e procurei ao longo da carreira manter uma postura profissional exemplar. Entretanto, mesmo estando qualificada, capacitada e trazendo resultados financeiros para as empresas que trabalhei, fui demitida 2 vezes. As duas em épocas de crise.

A primeira demissão

Na primeira vez, no final de 2008, fiz parte de uma reestruturação feita pela empresa na região nordeste, onde eu atuava. Tinha passado os últimos 3 ou 4 meses demitindo pessoas do meu time, adequando a empresa para um novo formato. Sabia que em breve chegaria a minha vez. Essa “leitura de cenário” foi fundamental para que eu me organizasse e pensasse no plano B. Fiz contatos, me conectei com gestores de outras empresas e, de certa forma, procurei “vender meu peixe”.

Enfim chegou a minha vez de ser demitida! Apesar da tristeza, me despedi de todos com muito carinho e, na mesma tarde, já estava tomando café em outra empresa. Fui contratada pela concorrência, no mesmo mês, para ganhar cerca de 50% a mais do que ganhava antes. O autoconhecimento, a preparação para o momento que ia chegar e a confiança no meu potencial fizeram toda a diferença para que essa fosse uma história divertida de contar.

A segunda demissão

Na segunda vez, em agosto de 2015, foi um pouco diferente. Mais uma vez vivíamos um período de crise. Construção civil ia de mal a pior, com o avanço da operação Lava Jato. A empresa em que eu trabalhava tinha começado a fazer cortes e ajustes em fevereiro daquele ano. Todos os meses via colegas excepcionais sendo desligados. A forma com que a empresa fazia os desligamentos, porém, era bem diferente de todas que já havia trabalhado. Era fria, não parecia se importar com as pessoas que até meses atrás davam o sangue por aquela organização. Um colega meu chegou a desabafar certa vez dizendo que tinha se sentido quase “um bandido” tamanha falta de habilidade do gestor. O clima no ar era pesado. Uma mistura de ansiedade e medo do desemprego, piorado pela “rádio peão”, que estava sempre especulando quem seriam os próximos.

A sensação de ser demitida é sempre ruim. Nós criamos vínculos, amizades e nos apegamos aos CNPJs. Literalmente vestimos a camisa e, por vezes, sentimos como se a marca da empresa estivesse tatuada em nossa pele. Ter um vínculo empregatício rompido tem suas semelhanças com a separação e com o luto. Há um sentimento de rejeição presente no ar, uma vez que alguns são escolhidos para ficar e levar a companhia adiante. É comum nos pegarmos incrédulos com o fato ocorrido, questionando “por que eu?” ou mesmo “o que eu podia ter feito diferente”. Mas essa resposta não existe e o ideal é aceitar a nova condição e tentar usar o fato ocorrido como alavanca.

Ser demitida foi um grande presente

Ter sido demitida, em especial na segunda vez, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida. Até hoje atribuo o fato a uma interferência Divina. Sabe o ditado que diz “Deus escreve certo por linhas tortas”? É exatamente assim que eu sinto e já conto porquê.

A notícia

Bom, obviamente fui pega de surpresa, fiquei mal, chorei e fiquei com raiva. No entanto, aquele mesmo dia ainda me reservava uma outra notícia pesada. Poucas horas depois da minha demissão, ligava minha mãe informando que meu pai havia recebido um diagnóstico de câncer. Pronto, o que estava ruim podia ficar pior. Chorei mais um montão, sentei, respirei e refleti sobre o que estava acontecendo. Conclui que Deus estava me dando de presente a oportunidade de ficar perto da minha família. Havia deixado a casa dos meus pais 17 anos atrás para fazer faculdade e só retornava para as férias. Resolvi rapidamente a burocracia do desligamento e voei para casa.

Para não me alongar e transformar a história em drama, consegui dedicar tempo para estar com meus pais e atuar ativamente durante o tratamento. Tudo correu bem e meu pai ficou completamente curado! Depois de 3 meses era hora de voltar para a realidade.

Plano B

E aí? País em crise, construção civil estava aquela beleza e eu me dando conta que tinha dedicado meus últimos anos de trabalho para uma empresa que não estava alinhada com um propósito que eu considerasse valer a pena. Não sabia o que aconteceria nos próximos meses, mas tinha uma certeza: não queria aquela vida de novo.

Durante os 3 meses anteriores tinha sentido falta de muita coisa relacionada a serviços de saúde. De repente, um dia, após uma corrida, veio um estalo: que tal criar sua própria empresa? E que tal se a empresa for na área de saúde? Estava plantada a semente!

Não sabia como e nem por onde começar. Só sabia que era a hora de arriscar. Tinha experiência profissional e um pouco de dinheiro guardado que, somado com à rescisão, me daria fôlego. Somou-se a isso um desejo ardente de construir algo que realmente tivesse um propósito, que eu pudesse chamar de “missão de vida”. Algumas semanas depois, em uma mesa de bar, compartilhei minha inquietação com o Everton Höpner, que atualmente é meu sócio. Depois de algumas conversas, ele comprou a ideia e começamos a rabiscar o esboço do que seria hoje a Vittude.

Nasce uma empreendedora

Os primeiros insights surgiram em novembro de 2015, o primeiro rabisco em dezembro e em maio de 2016 nossa empresa nasceu formalmente. A Vittude, uma plataforma que conecta psicólogos e pessoas em busca de psicoterapia, começou a operar em setembro de 2016!

Como fundadora tive a oportunidade de ser convidada pelo governo americano para representar o empreendedorismo feminino na Índia em 2017. Neste ano, fui a única brasileira selecionada para um programa de imersão no Vale do Silício, super concorrido, onde convivi com outras 14 fundadoras, de 13 países diferentes, durante 2 semanas.

Desde a fundação da empresa já agendamos mais de 10 mil consultas, temos mais de 1500 psicólogos, em 225 cidades brasileiras. Temos clientes em 12 países diferentes, que antes da Vittude encontravam dificuldade em falar com um psicólogo na sua língua materna. Também já ajudamos mais de 300 jovens em situação de risco a receberem consultas psicológicas gratuitas, conectando eles com psicólogos voluntários. No ano passado começamos a atender empresas, criamos o Vittude Corporate e hoje levamos mais saúde mental e bem-estar para o ambiente corporativo.

Cada vez que uma pessoa me conta que tem vontade de morrer e que eu consigo convencê-la a falar com um psicólogo, meu coração transborda de alegria. Hoje tenho certeza que trabalho em algo que faz realmente sentido!

E por que eu compartilhei tudo isso?

Ainda estamos vivendo um período de crise, ao conversar com amigos e amigas que estão empregados, percebo ainda o tom de preocupação em suas falas. Sei que a incerteza do ambiente macroeconômico nos faz questionar a todo momento se seremos os próximos a perder o emprego. Vi que muitas pessoas se identificaram com meu post do sábado anterior. Achei importante compartilhar o fato de que coisas muito boas podem surgir de momentos difíceis.

Aproveitei e preparei algumas dicas para lidar com a demissão caso ela ocorra.

1 – Aceite a situação

Se você já foi comunicado da demissão, nada mais pode ser feito. Sei que é difícil, dói, como disse acima, sempre fica aquela sensação de “rejeição”, mas de fato não há o que fazer. Saia de cabeça erguida e encare com mais uma etapa concluída. Procure compreender os seus sentimentos. Raiva, frustração e tristeza normalmente aparecem e precisam ser ressignificados.

2 – Não se isole

Algumas pessoas têm a tendência a sentir vergonha pelo desemprego e até se afastar dos amigos. Essa não é a melhor decisão a ser tomada. Mantenha contato, converse com seus amigos, fale abertamente sobre sua situação. Pode ser que seu próximo passo esteja dentro da sua própria rede de contatos.

3 – Mantenha sua agenda preenchida

Não é porque você foi demitido que vai ficar o dia inteiro jogada na cama ou no sofá assistindo TV. Aproveite o tempo disponível para fazer coisas que você gosta e que sempre faltou tempo. E não precisa gastar muito dinheiro não. Vá dar uma caminhada no parque, reserve algumas horas para leitura, faça novos cursos. Há uma infinidade de plataformas que disponibilizam cursos gratuitos ou bem acessíveis. Uma outra dica que foi sensacional para mim, dedique-se a um projeto voluntário. Eu atuei durante 10 meses em um residencial de idosos, cuidando de pessoas com Alzheimer. Foi extremamente gratificante!

4 – Estabeleça um período para procurar uma nova posição e enviar currículos

Não faça desse momento um martírio e nem fique se lamentando nas redes sociais. Estabeleça algumas horas do dia para pesquisar novas vagas e enviar seus currículos. Não passe o dia todo na frente do computador. Isso pode gerar grande estresse e aumentar a ansiedade, comprometendo sua saúde.

5 – Cuide-se

Invista tempo em atividades que prazerosas. Escute sua música preferida! Tente reservar 10 minutinhos do seu dia para meditar. Aproveite seu tempo livre para curtir as pessoas que você ama. E se ainda tiver uma rusguinha aí nesse coraçãozinho por conta da demissão, talvez algumas sessões de terapia possam ser muito úteis para ajudá-la na construção dos seus próximos passos!!

Quando tudo estiver negro na sua frente, não tenha medo. Respire, respeite seu momento, chore se precisar, mas saiba que você é o único responsável por dar a volta por cima e aprender com as pedras no caminho!

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MITHub promove Pitch Day com startups do mercado imobiliário e de construção

Estão abertas as inscrições para o Pitch Day, promovido pela MITHub – Associação de Inovação e Tecnologia do mercado imobiliário e de construção criada para ajudar as companhias do setor na transformação digital. O evento colocará grandes empresas do segmento em contato com startups, que poderão apresentar soluções para diversos desafios do mercado.

Após o período de inscrições, que se encerra no dia 16 de agosto, até trinta empresas serão selecionadas para o Pitch Day, que acontecerá em São Paulo, no dia 23. Os critérios envolvem escalabilidade do produto e o quanto a solução se encaixa no setor. Cada startup terá cinco minutos para se apresentar em bancas temáticas, e mais três minutos com feedback e perguntas dos avaliadores.

O evento selecionará dez startups para participar e apresentar suas soluções no Conecta Imobi, maior congresso de inovação do mercado imobiliário, no dia 11 de setembro.

“Um bom contrato entre uma startup e um corporate pode ser suficiente para dar o fôlego que ela precisa durante a fase de início de comercialização do produto. Além disso, a presença do corporate no portfólio ajuda no desenvolvimento de novas vendas” afirma Frederico Mattos, PMO de inovações da Cyrela.

A Cyrela apoia o desenvolvimento do ecossistema de startups do setor. Recentemente, o MITHUB anunciou a criação de um espaço de coworking localizado no mesmo prédio de operações da Cyrela, com a finalidade de ampliar a consolidação de startups focadas no setor imobiliário e de construção. O grupo acredita que a proximidade dos empreendedores com as empresas do MITHUB irá ajudá-los a entender mais sobre as dificuldades do mercado e suas respectivas oportunidades.

Além da Cyrela, o MitHub é formado pela administradora CCP, Grupo Zap, a venture builder Construtech Ventures e a imobiliária Brasil Brokers, apoiado pela ClosedGap Ventures e BNZ for Startups.

A participação no Pitch Day é gratuita. Podem se inscrever startups que estejam no estágio de Produto Mínimo Viável (MVP) validado e comercializado. Para mais informações acesse o site: http://bit.ly/PitchDayMITHub

Pitch Day da MITHub

Data: 23/08 (quinta-feira), a partir das 08h30
Local: Av. Brigadeiro Faria Lima, 3400
Entrada franca

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Startups têm de estar preparadas para superar fracassos, afirma fundador do Waze

“A jornada da uma startup é uma jornada cheia de fracassos”, afirmou Uri Levine, um dos fundadores do Waze. “E temos de estar preparados para isso poque o empreendedorismo envolve riscos. E, se não arriscamos, não somos suficientemente empreendedores.”

A declaração foi feita durante o segundo dia do GovTech Brasil. Organizado pelo BrazilLAB e pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio – ITS Rio, o evento tem o objetivo de contribuir para uma agenda de inovação e tecnologia para governos no país. Além de palestras com especialistas nacionais e internacionais, o encontro receberá nesta terça-feira (7) pré-candidatos à Presidência da República.

Levine citou o exemplo do próprio Waze, que começou a ser desenvolvido em 2007 e teve um duro ano em 2010. “É importante falar com os usuários. E nós interagimos, interagimos, até encontrar a solução certa”, afirmou. “Foi só em 2011 que o aplicativo começou a ser suficientemente bom. E começou a dar certo em um metrópole atrás da outra.”

No início da manhã, Armínio Fraga, da Gávea Investimentos, Georgia Pessoa, Instituto Humanize, Vinícius Carrasco, da Stone, e Marcos Lisboa, do Insper, debateram o fortalecimento do ecossistema brasileiro de inovação, com moderação de Letícia Piccolotto Ferreira, fundadora do BrazilLAB.

Em seguida, painel com Gonzalo Neto, ex-presidente da Anvisa, Elizabeth Jucá, Secretaria de Saúde de Juiz de Fora Patrícia Ellen, da Optum, e Manoel Lemos, da RedPoint Ventures, debateu a digitalização da saúde. “O prontuário único é imperativo”, afirmou Gonzalo Neto destacando que, se um médico não escreve, o conhecimento sobre o paciente se perde na rede de atendimento. “Temos poucos exemplos bons de digitalização no Brasil. E são locais. Então, há dificuldade de compartilhamento.”

Na segunda-feira (6), primeiro dia do evento, Toomas Hendrik Ilves, presidente da Estônia entre 2006 e 2016, e José Clastornik, diretor da Agência de Governo Eletrônico e Sociedade da Informação do Uruguai, afirmaram que o país deve apostar na identidade digital e popularização do acesso à internet para desborucratizar o Brasil. Estônia e Uruguai estão entre os países cujos governos são os mais digitais do mundo.

“Não é algo utópico. É uma questão de vontade política”, afirmou Letícia Piccolotto Ferreira, que anunciou um investimento entre R$ 50 mil e R$ 200 mil para acelerar a conexão de startups com governos no Brasil.

Ainda no primeiro dia, Ronaldo Lemos, diretor do ITS Rio, apresentou o Mapa da Informação, plataforma digital que revela o labirinto burocrático brasileiro. O endereço da plataforma é http://mapadainformacao.com.br/. Lemos mostrou preocupação pelo fato de o país estar multiplicando os documentos digitais, em vez de unificá-los. “Temos o e-CPF, o e-Título, o e-CNH”, enumerou. “Não faz sentido. Em vez de um documento unificado, que informe que pode dirigir, quem pode votar etc., temos documentos que reproduzem, no ambiente digital, nossa burocracia.”

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