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ADIT Brasil e RaiserFunds firmam acordo para estimular startups do setor imobiliário

A ADIT Brasil – Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil e a RaiserFunds assinaram acordo para a criação de uma plataforma de crowdfunding que irá fomentar novos negócios no mercado imobiliário por meio de startups e empresas de tecnologia, segmento com muito potencial no mercado brasileiro.

De acordo com Rony Stefano, CEO da RaiserFunds, a plataforma já está em fase de estruturação e aprovações e terá como principal diferencial o fato de que os investidores serão empresários e executivos do próprio setor. “Acreditamos que os melhores investidores para startups imobiliárias são os empresários e investidores que atuam no dia a dia e conhecem com profundidade as necessidades e oportunidades que o setor oferece. Nosso objetivo é criar um ecossistema onde empresas nascentes encontrem empreendedores, clientes e apoiadores na sua área de influência, reduzindo assim o risco para todas as partes”.

Assim, a RaiserFunds receberá oportunidades advindas de seus associados e circulará opções de investimento entre especialistas e players do setor – é possível que startups recebam investimentos de forma estruturada e regulamentada diretamente de seus potenciais clientes experts do setor.

A plataforma tem entre os seus sócios investidores profissionais experientes dos mercados imobiliário e de gestão de recursos. Stefano tem ampla experiência internacional em gestão e execução de investimentos que somam mais de US$ 12 bilhões em transações realizadas, incluindo em startups como Magikey e Vivakey; Eduardo Diniz e Fernando Diniz, que são profissionais com larga experiência no mercado financeiro, gestão e distribuição de fundos; e Paulo Aguiar é executivo de riscos e compliance com experiência em grandes instituições financeiras e fintechs.

O acordo foi bem recebido pelos participantes do ADIT Invest – Seminário de Investimentos Imobiliários e Turísticos do Brasil. O evento reuniu, na sede da Amcham em São Paulo, construtoras, incorporadoras, loteadoras, redes hoteleiras, empresários e investidores que debateram amplamente as várias formas de financiamento que o mercado de capitais disponibiliza para empresas do setor do Real Estate entre os dias 23 e 24 de agosto.

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CDL/BH lança 3ª Edição do “Varejo Inteligente” para empresários

Nos dias 3 e 4 de setembro, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), em parceria com o Sebrae, apresenta o novo formato do programa de aceleração de startups “Varejo Inteligente” para os empresários de Belo Horizonte. Uma das novidades desta edição é a maior participação que os empresários terão com uma série de capacitações direcionadas para eles. O evento de lançamento é gratuito e será realizado na Faculdade UNA Aimorés (Rua dos Aimorés, 1451. Lourdes), a partir das 19h. Os interessados em participar devem se inscrever no link http://goo.gl/bLXDFw

Um dos destaques do “Varejo Inteligente” neste ano é que, além da aceleração das 20 startups durante dez semanas, os empresários receberão consultorias, palestras e workshops totalmente voltados para eles e que irão contribuir com o desenvolvimento de seus negócios. Ao todo, serão selecionados 20 empresários de micro e pequenas empresas que representem o varejo de Belo Horizonte.

Durante o lançamento do Programa, também serão apresentadas algumas das principais mudanças do setor do varejo para as quais os empresários devem se preparar, com debate sobre a inovação dentro do setor por meio da apresentação de casos de sucesso.

Varejo Inteligente – O Programa, criado em 2016 em parceria com o Sebrae, busca soluções para os principais desafios das empresas varejistas, por meio do desenvolvimento de startups e pela articulação com o ecossistema de empreendedorismo e inovação.

Data: 3 e 4 de setembro

Horário: 19h

Local: Faculdade UNA Aimorés

Endereço: Rua dos Aimorés, 1.451, Lourdes, Belo Horizonte

Inscrições: http://goo.gl/bLXDFw

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StartOut Brasil leva soluções inovadoras de 15 startups a Miami

Quinze startups brasileiras vão participar de uma missão a Miami, de 9 a 14 de setembro, quando terão uma agenda de visitas ao ecossistema de inovação, apresentações e encontros de negócios com incubadoras, aceleradoras, corporações e investidores na maior cidade da Flórida. As startups levarão aos Estados Unidos soluções nas áreas de indústria 4.0, logística e gestão empresarial, indústria aeroespacial, saúde e segurança da informação, entre outros setores. Elas utilizam tecnologias inovadoras como chatbots, realidade aumentada e virtual, inteligência artificial e internet das coisas.

A missão a Miami é uma iniciativa do programa StartOut Brasil, que apoia a inserção de startups nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo. Os participantes foram selecionados entre 125 inscritos e passaram por um processo de mentoria e orientação para o mercado norte-americano, que continuará após a missão, com o apoio ao estabelecimento da empresa no país. A delegação conta com empresas do Espírito Santo, Pernambuco, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.

“Selecionamos startups com grande potencial de inserção na Flórida, que é um mercado vibrante e com muitas oportunidades. Acredito que os investidores e parceiros norte-americanos se surpreenderão com a qualidade e inovação das soluções apresentadas por elas em diversos segmentos”, afirma Juarez Leal, COO da Apex-Brasil América do Norte. As startups participantes são: Agile MS, ATS Aerothermal Solutions, AyaTech, Fastdezine, Flex Interativa, I.Systems, Kryptus, Labsoft, Mogai, Molegolar, Portal Telemedicina, Take, Tracksale, Truckpad e VG Resíduos.

“Este é o quarto ciclo do programa, que num esforço conjunto de vários parceiros e, por meio das expertises das instituições engajadas no StartOut, sabemos que é possível potencializar a presença de startups brasileiras no mercado internacional”, disse a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. Segundo ela, até o momento, foram 57 startups atendidas com dez negócios internacionais facilitados de outubro de 2017 a julho de 2018.

O programa StartOut já realizou missões nos ecossistemas de Buenos Aires (Argentina), Paris (França) e Berlim (Alemanha). Desta vez, a escolha foi por Miami, importante ecossistema de inovação, que conta com a presença de várias incubadoras e aceleradoras (Cambridge Innovation Center, WeWork etc) além de investidores como 500 Startups, The Venture City, Miami Angels, entre outros. A Flórida é o estado que tem a segunda maior concentração de empresas internacionais nos Estados Unidos e vem buscando inovações e novas empresas nos setores de aviação, TI, ciências da vida (biotecnologia), cleantech, serviços financeiros, infraestrutura, entre outros.

Agenda

A agenda em Miami será intensa e dará aos participantes a oportunidade de apresentar suas inovações e propostas de valor. No domingo (9/9), as startups passarão por um treinamento de pitch internacional. Na segunda-feira (10/9), assistem a um seminário sobre como fazer negócios nos Estados Unidos e na Flórida. No dia seguinte, elas apresentam seus pitches durante o evento Brainfood, realizado mensalmente pelo espaço de coworking The Lab Miami. Na quarta-feira (12/9), ocorre um “Demoday” na aceleradora 500 Startups, em Miami. Na ocasião, cada uma terá cinco minutos para convencer os investidores e possíveis parceiros presentes ao evento. Na sequência, no dia 13/9, elas se apresentam no #Thursday Gathering, da Venture Café, também em Miami. O #ThursdayGathering é um evento semanal, considerado um dos mais importantes para o ecossistema de inovação do Sul da Flórida.

Além das apresentações, as 15 startups também farão visitas técnicas a locais como Visa Innovation Center, The Venture City e Wework e terão reuniões de negócios pré-agendadas. Além disso, quatro empresas que nasceram no Brasil e já estão inseridas no mercado norte-americano falarão um pouco sobre o caminho que seguiram no país. São elas: Movile, Clear Sale, Stayfilm e Cora.

Cenário

As startups brasileiras se beneficiam de um ecossistema de investimento em inovação que é considerado o maior da América Latina. De acordo com dados da Lavca (Latin American Private Equity & Venture Capital Association), em 2017 foram investidos US$ 839 milhões em 119 negócios realizados por meio de venture capital ou de corporate venture. Em comparação, no México, o segundo ecossistema da América Latina mais importante, foram investidos US$ 80 milhões em 59 negócios.

De acordo com um estudo da Harvard Business Alumni Angels, apoiado pela Apex-Brasil, há mais de cem diferentes corporações investindo ou trabalhando em parceria com mais de 10 mil startups no Brasil. Recentemente, o país celebrou seus três primeiros unicórnios, que são aquelas startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão, ou seja, 99, NuBank e Pagseguro.

O ambiente de apoio à inovação e empreendedorismo no Brasil também vem crescendo. Segundo a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), são mais de 8 mil empreendimentos apoiados pelo movimento dos ambientes de inovação no Brasil até julho de 2017: 369 incubadoras, 39 aceleradoras e 28 parques tecnológicos em operação.

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Andrea Dietrich é nova sócia da aceleradora de negócios Organica

A Organica tem uma nova sócia: Andrea Dietrich. Profissional de marketing com foco em desenvolvimento de marcas e estratégia digital com passagem por empresas como GPA, Netshoes e BRF, Andrea se junta a Roni Cunha, Renato Mendes, Priscilla Erthal, Luciane Aquino, Pedro Paulo Moraes e Maurício Alexandre à frente da aceleradora de negócios. Com trajetória marcada por movimentos de transformação digital, a nova afiliada chega para agregar ao time no desenvolvimento de marcas, cultura e estratégia de negócios na Nova Economia.

Com formação em publicidade e propaganda e pós graduada em Gestão de Negócios pela FGV, Andrea é apaixonada por novas tecnologias, economia colaborativa e marcas de propósito, afinidade que pretende desenvolver no trabalho de aceleração de empresas.”Me dedico a ajudar as organizações, de startups a grandes empresas, a se conectarem com as transformações digitais e a encontrarem seu propósito no mundo”, comentou.

Andrea teve ampla experiência em empresas líderes de mercado em segmentos distintos. Ela foi responsável pela estruturação de um dos primeiros núcleos dedicados ao digital no varejo brasileiro em 2010 no Grupo Pão de Açúcar. Posteriormente também liderou o reposicionamento de marca do maior e-commerce de artigos esportivos do mundo (Netshoes) e de uma das empresas de alimentos mais valiosas do País (Perdigão). Hoje, além da atuação como consultora, ela é empreendedora co-fundadora da Évolus, startup de educação para varejo. Eleita como uma das 50 profissionais mais inovadoras do mercado e TOP 3 de canais digitais da Info Exame, Andrea também é colunista do jornal Meio e Mensagem.

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Na contramão de perfis empreendedores, “coroas” inovam mercado de tecnologia

Fugindo do perfil tradicional de empreendedores brasileiros, em que 80% têm entre 18 e 44 anos, segundo pesquisa divulgada pelo Sebrae, os empresários Laurent Maubré e Fernando Cesar decidiram, aos 50 anos, colocar em prática um antigo sonho: criar uma startup. Enfrentando um mercado cada vez mais jovial, os investidores analisaram o setor automotivo e desenvolveram uma plataforma buscadora de pneus capaz de localizar variações de até 50% nos preços.

A ideia surgiu quando ainda ocupavam cargos de alta direção na mesma empresa, do setor petroquímico. “Migrar do mundo das grandes corporações para investir num negócio novo, totalmente digital, nos deu ânimo. No começo enfrentamos algumas dificuldades, a maior delas foi entender as ferramentas que controlam o mundo dos negócios online e as métricas usadas neste setor. Como tudo isso era muito novo para nós, começamos a estudar, fazendo cursos e conhecendo pessoas que nos revelaram pouco a pouco estes segredos”, explica Fernando.

Em julho de 2017, após buscarem recursos próprios, começaram o processo de abertura da startup, que entrou em funcionamento em janeiro deste ano. Com 90 dias de funcionamento alcançaram a marca de mil motoristas cadastrados no site, que utilizam a busca de pneus e o agendamento online de serviços voltados à manutenção automotiva.

“O e-commerce cresce em média 15% ao ano no Brasil e, dentro deste percentual, o setor automotivo é um dos que mais se desenvolve, sendo os pneus um grande destaque. Então decidimos arriscar, pensando em algo novo que se adequasse às necessidades atuais dos consumidores”, ressalta Laurent.

A plataforma possui hoje mais de 70 mil ofertas de 150 marcas de produtos presentes no varejo, e conta com o agendamento de serviços automotivos de âmbito nacional.

Variações de preços chegam até 55% no varejo

O primeiro levantamento desenvolvido pela plataforma Pnex identificou diferenças de até 55% nos preços dos varejistas online. Foram considerados produtos referentes às categorias de veículos SUV e Sedan. O estudo foi feito com uma amostragem de 1.400 ofertas referentes à base em dados do site.

A maior variação ficou entre os pneus destinados à categoria SUV, com média de 38%. Já nos produtos destinados aos veículos de entrada foram encontradas menores diferenças, até 18%.

Considerando as marcas, a maior variação ficou entre os pneus Continental Aro 17, que apontaram valores entre R$ 319,00 e R$714,92, 55% de diferença; seguido pelas marcas Michelin (47%) e Firestone (41%).

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Como um Hub pode colaborar para um trabalho mais produtivo?

A expansão dos Hubs e coworkings aumenta na mesma medida em que se multiplica a vontade de empreender, crescer em equipe e criar espaços mais modernos e flexíveis. Enquanto o coworking surge como um espaço possível para trabalhar de maneira compartilhada, o Hub se consolida como uma experiência de conexão entre seus colaboradores. A ideia é entender o coletivo para fazer crescer o individual.

Projetos como o Nube Hub, em Brasília, focam, além no compartilhamento de espaços, na criação de eventos para promover ligações entre os frequentadores. A ideia é criar novas conexões, unindo as diferentes necessidades e habilidades de cada um. É esse o diferencial de um Hub. Além de dividir um espaço de trabalho mais livre, cada empreendedor pode encontrar novos parceiros.

No local, diferentes profissões se encontram para compartilhar o espaço e as ideias. Advogados, empreendedores, comunicadores e outros profissionais.

Novas experiências

“A ideia é gerar uma rede de colaboradores que trocam serviço e ideias”, afirma Paula Werneck, uma das colaboradoras do Nube Hub. Paula trabalha em parte da recepção do espaço e como gerente da comunidade, acompanhando diariamente as necessidades de trabalho de cada cliente. A iniciativa é voltada para o empreendedorismo e conta com uma unidade no Edifício Via Brasil, localizado na 710/910 Sul.

Além do acompanhamento diário, o espaço criou o Nube Talks, uma série de eventos em busca de fortalecer essas conexões e apresentar diferentes projetos. As necessidades e pontos de crescimento em potencial para cada frequentador são observados no cotidiano de trabalho do local, criando ainda mais possibilidades de crescimento.

Para trabalhadores independentes, escolher um espaço compartilhado significa estar livre das distrações de casa. Veja algumas vantagens:

1. Ambiente focado no trabalho

2. Ampliar o networking

3. Estimular a criatividade e inovação

4. Horários flexíveis

5. Estrutura completa à disposição

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Startup brasileira é finalista de desafio internacional de inclusão digital

Acelerada pela InovAtiva Brasil em 2016, a medRoom, startup que utiliza a realidade virtual e a gamificação para melhorar o treinamento de estudantes e profissionais de saúde, foi a vencedora do Global Impact Challenge Brasil 2018 (GIC), competição de startups da área de educação. A seleção, que aconteceu nas cidades de São Paulo, Recife e Porto Alegre, nos dias 26, 27 e 28 de junho, contou com a participação de diversas empresas do setor, entre elas a Schoolastic, que está no programa InovAtiva Brasil 2018.

Como prêmio, dois representantes da medRoom terão a oportunidade de participar de uma imersão no SU Ventures Incubator Program, treinamento de liderança aos fundadores dos negócios, entre 3 de setembro e 19 de outubro, no Vale do Silício, nos Estados Unidos. A bolsa também inclui hospedagem e alimentação.

Desenvolvido pela Singularity University, em parceria com a escola Concept, o SU Ventures tem como objetivo orientar e capacitar os participantes, para que eles possam validar suas ideias, construir uma equipe capacitada, experimentar e prototipar suas criações, contribuindo assim para a geração de um projeto impactante para o mercado.

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Programa gratuito de aceleração destaca 12 startups com ideias inovadoras

Entre os dias 18 e 20 de agosto, o InovAtiva Brasil, programa gratuito de aceleração para negócios inovadores de qualquer setor e região do Brasil, realizou a 8° edição dos eventos Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva, que contaram com mais de 300 pessoas, entre empreendedores, investidores, especialistas e parceiros.

Com o objetivo de fomentar o ecossistema de startups brasileiro, estiveram presentes 68 investidores e 83 mentores de organizações como: Google, Braskem, Randon, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Techmall, Woow, Renault, Startup Farm, GV Angels, ACE, Redpoint e Baita.

O evento marca uma etapa importante do ciclo de aceleração 2018 do InovAtiva e inicia um processo de conexão das startups com o mercado. Segundo Heloisa Regina Guimarães Menezes, Diretora Técnica do Sebrae, o conhecimento, acesso à rede, ao mercado e a investidores são os principais benefícios do InovAtiva. “É um programa que cresce a cada ano, não só no quantitativo. Esse ano tivemos mais de 1200 ideias de startups inscritas. Hoje, chegamos com esse grupo e finalizamos com as 12 selecionadas”, comenta.

Durante o final de semana, as startups que se destacaram foram: Feedz, plataforma de engajamento de colaboradores; Hubot, sistema “Plug-and-Play” para casas e escritórios; Antecipa Fácil, plataforma tecnológica para leilões de duplicatas; Onsurance, empresa de seguros on demand; WhatsShare, startup focada em transformar a comunicação entre empresa e cliente via WhatsApp; PATRON, serviço web que facilita a vida de quem produz e de quem apoia a cultura nacional; InfiniBrains, ferramenta online 3D para ser utilizada por médicos durante cirurgias; Blindog, assessório para cães cegos que detecta obstáculos; VocêQpad, app de autoatendimento para restaurantes, bares e lanchonetes; SHELFPIX, plataforma de inteligência artificial para o monitoramento de gôndolas; Biosolvit, empresa de biotecnologia aplicada ao desenvolvimento de novos materiais e Aya Tech, fabricante de produtos para prevenção de doenças.

Para Leandro Carioni, Diretor do Centro de Empreendedorismo Inovador da Fundação Certi, o InovAtiva Brasil promove uma conexão de startups de todos os lugares do país com o ecossistema do centro econômico do Brasil. De acordo com ele, “o Bootcamp e Demoday são eventos que abrem portas para que empreendedores do Brasil inteiro possam se conectar e fazer negócios com investidores e grandes empresas”.

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Quer ir ao Vale do Silício? Confira quatro exemplos nacionais para se inspirar

Por Eduardo Küpper

O Vale do Silício é o apelido de uma região na baía de São Francisco, nos Estados Unidos, e que se transformou, ao longo das décadas, no principal polo tecnológico do planeta. É lá que estão parte das maiores e melhores empresas de TI do planeta – e também é lar para algumas das melhores ideias que revolucionaram o mundo. Isso faz com que o local também seja ponto de chegada para empreendedores do mundo inteiro, dispostos a aprenderem as lições e segredos dessas organizações e implementarem em seus negócios.

Entretanto, não basta ir lá com apenas uma boa ideia na cabeça: é preciso conversar, negociar, mostrar e, principalmente, apresentar suas soluções na prática para conquistar a atenção dos investidores. Portanto, antes de fazer as malas e ir até o Vale do Silício em busca de investidores, veja algumas dicas de empresas brasileiras que conseguiram se destacar no competitivo mundo das startups.

Continue inovando e buscando soluções para o mercado

Os jovens Henrique Dubugras e Pedro Franceschi ficaram conhecidos aqui no Brasil ao criarem a Pagar.me, uma solução de pagamento inovadora que possuía recursos para atender tanto os pequenos quanto os grandes empresários. A ideia deu certo e a startup cresceu rapidamente. Mas eles não pararam por aí. Nos Estados Unidos, criaram a Brex, responsável por um cartão de crédito para empresas financiadas por capital de risco. Esse modelo de negócio já atraiu a atenção de gigantes do Vale do Silício e ganhou US$ 57 milhões de investimento por meio de Peter Thiel e Max Levchin, cofundadores da PayPal, Y Combinator Continuity e Ribbit Capital.

Esteja antenado ao mercado e ao público-alvo

Em 2017, o Bitcoin chegou a valorizar mais de 1500% e, no início de 2018, havia mais brasileiros investindo em criptomoedas do que na Bolsa de Valores. É inegável a popularização dessa categoria e a necessidade de soluções que estimulem seu uso. Essa é a ideia que motivou o surgimento da Atomic Fund, um fundo de investimento livre especializado em criptomoedas. A plataforma permite que investidores depositem suas moedas criptografadas em uma “carteira digital”. A proposta agradou os investidores do Vale do Silício. Em março de 2018, a empresa foi a única brasileira presente no programa de aceleração Boost VC Blockchain.

Busque soluções que transformam a vida das pessoas

A união entre medicina, biologia e tecnologia já é uma realidade, com desenvolvimento de soluções que combatem doenças e problemas de saúde. Conhecido como Bioinformática, esse segmento deve ter um crescimento médio anual de 16,8% até 2024, segundo o Data Bridge Market Research. A brasileira NAIAD Design de Compostos Bioativos surgiu em 2018 para pensar em produtos que possam transformar a vida das pessoas. A empresa cria moléculas bioativas atingindo os Receptores Acoplados à Proteína G. O objetivo é desenvolver medicamentos melhores para tratamento de dores, hipertensão e arritmia. Com menos de seis meses de fundação, a startup tem planos de expandir para outros países e conseguir aporte financeiro internacional.

Planeje e expanda o modelo de negócio

Startups que desejam se consolidar em seus segmentos e atrair investidores estrangeiros precisam, evidentemente, expandir sua atuação a outros mercados e impactar um número maior de pessoas. A brasileira Pipefy, responsável por uma plataforma em nuvem que permite gerentes de operações e negócios implementarem novos processos em suas empresas sem depender de TI, nasceu em 2014 e desde o início colocou como meta internacionalizar a empresa e oferecer seus serviços para outros países. Em março, recebeu aporte de US$ 16 milhões na rodada encabeçada pela OpenView Partners, Trinity Ventures, Redpoint Ventures e Valor Capital. Assim, vai conseguir consolidar suas equipes não só no Brasil, mas também em São Francisco, nos Estados Unidos.

Eduardo Küpper, MBA pela Wharton Business School e MA em Estudos Internacionais pelo The Lauder Institute, ambos na Universidade da Pensilvânia e Co-fundador da Wharton Alumni Angels Brasil

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InstaCarro recebe aporte de R$ 17 milhões e completa mais de R$ 100 milhões em fundos de investimentos recebidos

O ano de 2018 foi de mudanças para a InstaCarro, startup que viabiliza negócios rápidos, seguros, transparentes e com os melhores preços de lojas e concessionárias para quem quer vender o carro. A empresa ganhou ainda mais fôlego e notoriedade no cenário brasileiro e anuncia planos de expansão arrojados. Com um novo aporte, dessa vez de R$ 17 milhões, provenientes dos fundos de investimentos FJ Labs, Lumia, Hummingbird e Rise, a companhia somou um total de mais de R$ 100 milhões já recebidos desde sua chegada no mercado brasileiro, no final de 2015.

O cenário é reflexo do modelo de negócios da InstaCarro, baseado na praticidade e muita facilidade na hora de compra e venda de um carro. Com o novo aporte, a empresa vai investir em expansão regional, chegando às cidades de Curitiba, Porto Alegre, ambas no modelo B2B, e Belo Horizonte, Santos, Ribeirão Preto, Campinas e interior, no modelo B2C.

Para a atuação regional, a companhia terá um Gestor Nacional para Varejo. “A escolha dessas regiões se deu por conta do potencial de crescimento que apresentam. Não descartamos a possibilidade de expandir ainda mais. A ideia é estar também no mercado Latino Americano, iniciando pela Argentina, nos próximos cinco anos”, explica Luca Cafici, CEO e Fundador da InstaCarro, que é argentino e conta sobre os planos internacionais também por conta de sua naturalidade e forte conhecimento desses mercados.

O aumento da rede de parceiros (canais para vistoria, inspeção e avaliação) também faz parte das iniciativas. Atualmente, na capital paulista são 10, mas o objetivo é chegar a 50 até o final do ano. Para isso, a InstaCarro anuncia a criação de um plano de canais para expandir de forma escalável.

Com uma cultura altamente enraizada em tecnologia, grande parte do investimento será feita na plataforma que faz a empresa girar de maneira ágil. “Aqui enxergamos a tecnologia como investimento e jamais um custo. Quanto maior a robustez, mais a empresa evolui e proporciona benefícios para os mercados B2B e B2C como um todo”, completa Cafici.

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Rodobens lança programa de conexão com startups

Estão abertas as inscrições para o programa Inova Rodobens, da Rodobens Consórcio, que tem como objetivo se associar a startups, transformar o setor de consórcio e aprimorar a experiência de seus clientes e parceiros de negócios.

O programa priorizará três desafios importantes para alcançar os objetivos: fidelização de parceiros a partir do acesso facilitado às ferramentas de tecnologia e ao cliente final, ampliação do perfil do público ao apresentar de forma simplificada o produto e o mercado de consórcios e realização de vendas por meio de um canal digital atrativo para o consumidor. A companhia pretende unir seu know-how com a tecnologia e mind-set das startups.

“O Inova Rodobens conectará a organização com startups. A ideia é que estas empresas apresentem um produto mínimo viável (MVP) experimentado em pequena escala ou que já esteja no mercado. A Rodobens poderá contratá-la como fornecedora ou realizar uma parceria comercial para ofertar soluções para seus cooperados”, explica o diretor geral da Rodobens Consórcio, Ronald Macedo Torres.

O cronograma está composto por quatro fases: período de inscrições para todo o Brasil até o dia 10 de setembro, pré-seleção dos inscritos, evento Pitch Day para apresentação das soluções e divulgação dos selecionados em 5 de outubro. A propriedade intelectual original da solução apresentada continuará sendo da startup. Potenciais investimentos em Equity poderão ser discutidos, dependendo da aderência da solução à estratégia da Rodobens.

Para mais informações sobre o programa e inscrições, acesse o site http://lp.startse.com.br/programa/programa-inova-rodobens

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Pedro Waengertner aponta 5 dicas para liderar startups de sucesso

O mercado de startups tem crescido cada vez mais nos últimos anos. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), em 2017, o país registrava cerca de seis mil. A instituição estima que existam entre 10 a 15 mil empresas, mas muitas ainda estão em fase de ideias e nem todas com CNPJ ativo.

De acordo com o especialista em startups do meuSucesso.com e fundador da ACE, Pedro Waengertner, o volume de investimentos no setor está aumentando e deve manter esse ritmo de crescimento nos próximos anos, fato favorável para que mais empreendedores decidam colocar seus negócios em prática.

“O Brasil tem muitas oportunidades a serem preenchidas por startups, uma vez que o mercado está crescendo em nichos específicos e promovendo o desenvolvimento com tendências que tragam novidades para o consumidor. Hoje, é perceptível um aquecimento do setor como nunca foi visto antes”, avalia Waengertner.

Entre as tendências esperadas para o futuro das startups, além do aumento de investimentos no setor, o especialista aposta na internacionalização das empresas brasileiras. “A visão geral é que essas tendências nos próximos anos serão muito fortes. As startups brasileiras pensarão em internacionalização para mercados em qualquer lugar do mundo”, aponta. “Outro movimento em crescimento é o de financiamento das startups, por meio dos chamados ICOs (oferta pública de ações feita com criptomoedas)”, acrescenta.

Líder de uma das maiores aceleradoras de startups da América Latina, Waengertner aponta algumas dicas para que empreendedores tenham sucesso no universo das startups.

1 – Observe os hábitos de consumo dos clientes

Preste atenção no hábito de quem está na ponta e veja como as pessoas estão mudando e consumindo as coisas. Por exemplo, veja o que elas estão consumindo no celular, o que está na primeira tela, tudo isso é uma boa pista do que está por vir. A maneira que você tem para mapear as tendências, além de olhar os relatórios econômicos que surgem, é observar as coisas mais sutis, ou seja, os movimentos na ponta, identificando os novos hábitos dos indivíduos.

2 – Esteja preparado para assumir seu papel como líder

Você deve estar pronto para crescer rapidamente e assumir uma posição de liderança no mercado em que atua, ou seja, uma startup precisa crescer mais rápido do que o mercado e se destacar perante a concorrência dentro da sua categoria.

3 – Você sempre pode melhorar

Hoje, o mercado abre espaço para startups de todos os tipos atingirem a excelência. Uma dica muito importante para as que querem se consolidar é, basicamente: não acredite que você não pode melhorar.

4 – Seja exigente com os resultados

Existem muitos recursos acessíveis, o mercado e a qualidade das startups melhoraram. É preciso ser muito mais exigente com os resultados, com os números que serão apresentados para o mercado, com a qualidade do produto que se está colocando no mercado e, principalmente, como você vai levar esse produto até o seu cliente.

5 – Estratégias para o futuro

Planejar é fundamental. Todo empreendedor deve pensar em como posicionar o seu negócio perante a concorrência. Embora esteja no Brasil, é preciso pensar em como concorrer globalmente. Mesmo que você não decida sair do país, em algum momento vai chegar uma startup de outro lugar do mundo e ela vai competir com o seu negócio, então, você precisa ter uma startup de classe mundial para conseguir competir no mercado.

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