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Conheça os programas de desenvolvimento de startups do Grupo Safira

Acelera Si9 e Safira Labs têm como objetivo auxiliar startups que querem crescer no mercado

Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o Brasil tem mais de 12 mil startups cadastradas, um crescimento de 27% em comparação a 2018, quando tinha 10 mil. E não para por aí, uma pesquisa realizada pela Nielsen, mostrou que 54% dos jovens da chamada “Geração Z” (nascidos entre 1995 e 2015) pretendem abrir seu próprio negócio, indicando uma tendência de alta no segmento.

Diante de tanto desenvolvimento no setor, uma dúvida surge: com tanta concorrência, como se destacar e crescer no mercado de startups?

Foi pensando nesse questionamento que o Grupo Safira, empresa referência no ecossistema de energia e inovação, criou dois programas de pré-aceleração e aceleração voltados para esse público, mas, os empreendedores com mais experiência têm sido os demais êxito no contexto geral.

“Nosso grupo nasceu há 13 anos, com foco nas atividades do setor de comercialização de energia e consultoria na área. Contudo em 2018, criamos um plano para desenvolver uma inovação, que apoiasse o empreendedorismo digital com projetos que iam além da nossa área de conforto, pré-acelerando e acelerando startups que tivessem atuações sinérgicas com a Safira”, conta Mikio Kawai Jr., CEO do Grupo.

A partir disso, os programas têm como objetivo enxergar o grande potencial de startups que ainda estão em desenvolvimento e torná-las mais preparadas e com chances reais de escalabilidade.

Plugify é selecionada para o Scale-Up Endeavor Soluções SMB

A Plugify, startup brasileira de HaaS – Hardware as a Service especializada em simplificar o onboarding de novos funcionários e a gestão da infraestrutura de TI para empresas, foi uma das 14 selecionadas para o primeiro Scale-Up Endeavor Soluções SMB, programa voltado a scale-ups que aceleram a transformação digital das PMEs brasileiras por meio de tecnologia e inovação nos serviços ofertados.

Com a participação no programa, a Plugify, que tem tem milhares de computadores alocados em empresas de todo o Brasil, vai receber nos próximos 5 meses uma mentoria individual e vai participar de diversos meetups com grandes nomes do empreendedorismo para debater as melhores formas para superar os desafios de crescimento enfrentados pelas PMEs no cenário atual.

“Ficamos muito orgulhosos por termos sido escolhidos para participar do programa. Isso mostra o quanto o nosso trabalho está sendo bem realizado e que estamos no caminho certo ao ajudar a destravar o crescimento das PMEs brasileiras”, diz Alexandre Gothiff, CEO da Plugify.

O programa de aceleração Scale-Up Endeavor Soluções SMB foi idealizado e realizado pela organização global sem fins lucrativos Endeavor, considerada uma das organizações líderes no apoio a empreendedores de alto impacto ao redor do mundo e que está presente em mais de 30 países.

Kovi, startup de mobilidade, anuncia captação de mais de R$ 500 milhões

Liderada pelo Valor Capital Group e co-liderada pela Prosus Ventures, a rodada série B levantou recursos que serão destinados principalmente à expansão na América Latina

A Kovi, startup que está revolucionando o acesso ao carro na América Latina, anuncia captação de mais de US$100 milhões (cerca de R$500 milhões) em rodada de investimento série B. O aporte reflete o atual momento da empresa, que teve um crescimento de 70% em sua base de clientes em 2020 e conta com mais de 10 mil usuários divididos entre o Brasil e o México.

Com os fundos Valor Capital Group como líder e Prosus Ventures (antiga Naspers) como co-líder, a rodada contou também com a participação de fundos como Quona, GFC, Monashees, Ultra Venture Capital, Globo Ventures, PIPO Capital, Norte Ventures, Maya Capital e ONEVC, com vasta experiência no ecossistema de inovação da região, além de nomes de figuras públicas de peso, como Justin Mateen (co-fundador do Tinder) e o family office do co-fundador do PayPal, Peter Thiel. A Kovi havia recebido em 2019 investimento de US$30 milhões (R$150 milhões), em uma rodada Série A.

A partir do valor levantado, a Kovi vai focar na expansão para outras cidades estratégicas da América Latina, além daquelas em que já opera no Brasil e México, como forma de acelerar seu crescimento. 

O aporte também será destinado ao seu core tecnológico, com especial atenção à gestão de dados e ao inédito modelo pay-per-mile, que consolidou a Kovi como a primeira empresa de carros por assinatura a proporcionar planos mais acessíveis e justos para o usuário. O modelo permite que o motorista tenha flexibilidade para dirigir quantos quilômetros quiser por semana, e seja cobrado proporcionalmente de forma automática, sem necessidade de contato com a empresa ou de pagar taxas inesperadas por isso ou se preocupar com custos adicionais com serviços como seguros, impostos e manutenção. Com isso, a startup é capaz de atender desde o motorista de aplicativo que dirige por muitos quilômetros, com sua faixa de quilometragem ilimitada, até o cliente que passa menos tempo na rua, com faixas de quilometragens mais baixas.

“O que nos diferencia desde o começo é o desenvolvimento de tecnologias disruptivas, capazes de entregar análises que resultam em uma melhor experiência do usuário, segurança e preços competitivos”, resume João Costa, Co-Founder da Kovi. Para continuar esse movimento, parte dos recursos levantados será destinada para ampliação do time, com contratação de profissionais que venham a somar em áreas técnicas, como desenvolvedores, engenheiros de software, cientistas de dados, entre outros.

“Nossa missão é revolucionar esse mercado por meio da democratização do acesso ao automóvel – oferecendo mais opções de escolha para nossos usuários. Para isso, não vamos nos limitar a um produto ou serviço. Queremos oferecer um leque de opções voltadas para mobilidade urbana e acreditamos que, com a nova rodada de investimentos, vamos conseguir caminhar rapidamente rumo a esse objetivo”, resume Adhemar Milani, Co-Founder e CEO da Kovi. Um exemplo disso é o seguro auto, lançado em março de 2021, que se utiliza de toda base tecnológica e operacional da gestão de frotas, já testadas com os mais de 10 mil clientes do carro por assinatura da Kovi e milhões de quilômetros rodados, para oferecer uma melhor experiência para o segurado.

A expectativa positiva com o aporte é corroborada por Scott Sobel, sócio-fundador do Valor Capital Group, que afirma: “Nós vemos um potencial enorme na Kovi, especialmente porque o acesso ao carro ainda é uma realidade distante para milhões de pessoas na América Latina. A Kovi fornece soluções inovadoras e flexíveis que tornam o carro prontamente disponível para uma base mais ampla. A empresa certamente está liderando o movimento de mudança desse setor não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina.”

Fundada em 2019, a Kovi iniciou suas atividades focando em maneiras de descomplicar o acesso a veículos, aliando tecnologia, preços acessíveis e atendimento ao cliente eficiente e desburocratizado. A premissa, desde o início, foi garantir que mais pessoas tivessem acesso ao carro e não somente os 25% que são beneficiados pelo sistema bancário tradicional. Além de planos de curta e longa duração de locação de automóveis, em março de 2021, a startup anunciou o lançamento de seu seguro. Nos três anos de operação, a Kovi atingiu uma frota de 12 mil veículos, além de um time formado por 700 pessoas. Até o final de 2021, a meta é chegar a 20 mil carros nas ruas e mais de 900 pessoas no time.

Startup Kyte pretende triplicar faturamento pelo segundo ano consecutivo

Guilherme Hernandez, CEO da Kyte 

Aplicativo de vendas e gestão focado em pequenos comércios já registrou 21 milhões de vendas feitas pelos seus clientes só em 2021

No embalo da crescente tendência de digitalização, a startup Kyte, que oferece uma plataforma de vendas e gestão para pequenos comércios, aumentou o número de usuários pagos do seu aplicativo em cerca de 285% desde o início da pandemia, em março de 2020. Hoje, são quase 30 mil negócios usando o app em mais de 145 países. Para continuar crescendo, a estratégia da startup é investir na integração para vendas por meio de redes sociais e expandir o aplicativo para as plataformas web e tablet. No último ano, a empresa aumentou seu faturamento em 331% e o objetivo é repetir a conquista em 2021. 

Fundada em 2017, em Florianópolis (SC), a startup tem o propósito de democratizar o acesso a ferramentas digitais, trazendo para o celular recursos que antes só eram encontrados em softwares para computadores. “Nós percebemos que os vendedores autônomos e pequenos comerciantes tinham essa necessidade de contar com um sistema simples para a gestão dos seus negócios”, comenta o CEO da Kyte, Guilherme Hernandez. 

Com esse foco, a empresa viveu um boom durante a pandemia, quando 73,4% das micro, pequenas e médias empresas brasileiras passaram a vender produtos ou serviços na internet, segundo pesquisa da consultoria Serasa Experian. Nesse mesmo período, o Brasil registrou mais de 2,6 milhões de novos Microempreendedores Individuais (MEIs) — a maior adesão dos últimos cinco anos —, sendo grande parte deles voltados ao comércio, conforme aponta o Sebrae. 

Diante desse cenário, além do crescimento no número de usuários, as vendas feitas pelos comerciantes que utilizam o aplicativo também sofreram um aumento exponencial: só no último mês, foram registradas 4.5 milhões de vendas na plataforma,  200% a mais do que no mesmo mês do ano passado, no início da curva de crescimento da empresa. No total, mais de 50 milhões de vendas já foram registradas no aplicativo, sendo 25 milhões delas apenas neste ano. Para o CEO, os números estão associados ao fato de o negócio ser focado exatamente nos desafios do pequeno comércio, como cadastro de produtos e clientes, controle de estoque, gestão de pedidos, emissão de recibos e catálogo online. “O Kyte também é flexível para qualquer segmento, desde restaurantes e lojas de roupas até vendedores de casa, que fazem doce ou revendem cosméticos, por exemplo”, reforça.

Diante do crescimento, a empresa fechou sua primeira rodada de investimentos no valor de R$5,5 milhões no início de 2021, com aporte feito pela DGF Investimentos e pelos fundos Caravela Capital e Honey Island Capital. A equipe de colaboradores também aumentou, passando de 18 para mais de 40 pessoas.

Mesmo com a retomada das atividades presenciais, a expectativa é que a plataforma continue progredindo diante dos impactos da transformação digital. “Muitas pessoas baixam o aplicativo apenas para utilizar o catálogo como lojinha virtual, mas acabam encontrando outros recursos que os ajudam a aumentar suas vendas e organizar seu negócio. Acreditamos que essa digitalização não vai regredir, ainda mais considerando que o aplicativo também é adequado para quem possui um modelo de vendas híbrido,transitando entre o online e o presencial”, diz Guilherme Hernandez. O app da Kyte possui planos gratuito e PRO, que custa R$ 19,90 por mês no Brasil. 

Mindset Ventures bate a marca de R$ 100 milhões investidos em startups israelenses

Israel é um dos países mais inovadores do mundo. Constituído oficialmente há pouco mais de 70 anos e com uma área territorial equivalente ao estado de Sergipe, atualmente disputa com os Estados Unidos a primeira posição no ranking de países mais relevantes no mundo das startups. Atenta às oportunidades ímpares presentes neste país, a Mindset Ventures, gestora de venture capital que conecta investidores renomados a empresas de tecnologia em estágio inicial localizadas nos Estados Unidos e em Israel, já investiu aproximadamente R$ 100 milhões em 26 startups israelenses nos últimos cinco anos, mais da metade de todas as aplicações da gestora.

“Muitos dos recursos tecnológicos que temos no Brasil foram desenvolvidos em outros países e importados em algum momento. Absorver tecnologias de Israel, que tem se destacado no desenvolvimento da medicina e de segurança cibernética, significa absorver o que há de mais avançado no mercado.”, explica Boaz Albaranes, sócio e head das operações de Israel da Mindset Ventures.

Nos dois primeiros fundos da gestora, aproximadamente metade das companhias são israelenses. Essa é uma tendência que deve se repetir no terceiro fundo, que teve a captação encerrada no primeiro trimestre deste ano com mais de R$ 260 milhões levantados e que já conta com 60% do portfólio formado.

Criação de tecnologia e vinda ao Brasil
Diferentemente da reutilização de recursos tecnológicos para a criação de novas soluções, que se dá em praticamente todos os lugares do mundo, a criação da tecnologia a partir do zero está muito mais concentrada em algumas regiões. Hoje, Israel compete pela primeira posição quando se trata de pioneirismo, questão vista pelos executivos da Mindset Ventures como uma das principais vantagens em se investir em empresas deste país. Atualmente, nove empresas do portfólio da Mindset Ventures já atuam no mercado nacional. Apesar de se tratarem de empresas estrangeiras, a presença de startups tecnológicas de outros países no mercado local estimula a criação de competidores nacionais com soluções similares.

Mas trazer startups israelenses para o Brasil apresenta desafios próprios. O executivo destaca as barreiras linguísticas e culturais. Apesar de suas similaridades com os brasileiros, os israelenses são mais diretos e literais. “Algumas vezes, a diferença cultural dificulta o andamento de negociações, como nos casos em que uma das partes caminha de forma mais acelerada que a outra. Geralmente, as parcerias são feitas quando há sinergia também na velocidade com que a negociação se dá”, diz.

Boaz também explica que a expansão internacional geralmente ocorre em uma etapa mais avançada da operação, quando a startup já comprovou seu modelo de negócio e já possui certa tração e maturidade para expandir em nível global. “As empresas que trazemos para o Brasil já possuem produtos funcionais previamente testados, competitivos e comprovados por clientes. Além disso, se a solução é importada, significa que existe demanda no Brasil para isso”.

Com uma população extremamente digitalizada e empreendedora, Israel é o país com a maior concentração de startups por habitante. Entre os principais segmentos cujas tecnologias são importadas para o Brasil, se destacam o agronegócio, medicina e segurança cibernética. Nesses escopos de atuação, se sobressaem no portfólio da gestora a Taranis, empresa de agricultura de precisão que promove a proteção de plantações por meio de análise de imagens áreas com resolução submilimétrica nos estágios de desenvolvimento mais críticos ao longo da safra; a Emedgene, healthtech que utiliza inteligência artificial para agilizar o processo de decodificação genética e que recentemente fechou parceria com a Illumina, uma das maiores empresas do mundo dentro do campo; e a SAM, startup de segurança cibernética idealizadora de um sistema que permite que roteadores sirvam de ponto de proteção para todos os dispositivos conectados a ele.

Holistix recebe o maior Investimento Anjo brasileiro da história

A HOLISTIX, criada em 2019 pelas sócias Nathalia Simões e Nicole Vendramini, com o apoio da Anjos do Brasil levantou R$ 8 milhões e se tornou a startup a receber o maior aporte vindo de investidores anjo no Brasil até o momento.  A startup é uma plataforma de saúde e bem estar que promove a adoção de mini hábitos possíveis para criação de rotinas mais saudáveis através de diferentes ferramentas como conteúdo, produtos físicos e digitais.  

“Os investidores se interessaram pelas empreendedoras terem demonstrado uma grande capacidade de execução, conseguindo sustentar um crescimento médio acima de 20% ao mês, mesmo no meio da pandemia, com todos os colaboradores trabalhando em home-office, o que é um desafio para uma DNVB que desenvolve produtos físicos”, explica Cássio Spina, presidente da Anjos do Brasil e investidor líder da Holistix 

As fundadoras sempre se empenharam em trazer investidores que pudessem aportar mais do que simplesmente capital, queriam know-how e um bom network. Como consequência, atraíram nomes de peso como Lodovico Brioschi, Cofundador da Amaro, Carlos de Barros, CEO DASA Diagnósticos, André Barrence, Head do Google for Start-ups e Ben Bommert, ex Chief Business Development da Dafiti. A Holistix estima multiplicar o faturamento em 10x em comparação a 2020. Com esta rodada a Holistix poderia chegar até o break-even, assim, uma nova captação seria dedicada para acelerar ainda mais o crescimento. Além disso, em julho de 2021 passaram a fazer parte do seleto grupo de start-ups do programa Scale Up da Endeavor.  

Através de uma comunicação direta e descomplicada, a Holistix construiu uma comunidade engajada que hoje soma mais de 160 mil seguidores no Instagram. A start up combina ciência moderna com hábitos milenares, muitas vezes inspirados pela Ayurveda. Nesse sentido, seu primeiro lançamento foi o raspador de língua, seguido de outros produtos como as chamadas superfoods – alimentos caracterizados pela forte presença de vitaminas e minerais que proporcionam ganhos importantes ao organismo – e produtos de autocuidado como escova para esfoliação e almofada térmica. 

Além disso, a marca acabou de lançar um novo Portal que tem como objetivo fornecer informação de qualidade de um jeito fácil de entender e de ser aplicado no dia-a-dia. Serão conteúdos diários que permitirão estender a conversa em torno de assuntos importantes tanto para a saúde física quanto mental. Dividido em 7 pilares, o portal vai tratar sobre: saúde, corpo, rotinas, alimentação, relacionamentos, autoconhecimento e produtos. A ideia é seguir inspirando e melhorando hábitos, sejam eles nos ambientes online ou físico. 

A Holistix está criando o ambiente de referência em assuntos relacionados a bem-estar para o público D2C no Brasil. Seu grande diferencial é que une conteúdo, produto e dados de uma forma muito dinâmica e ágil para estar sempre trazendo soluções e assuntos relevantes para seu público-alvo. Dessa forma, criou um método para conseguir inserir pequenos hábitos saudáveis no dia a dia do consumidor.  

As fundadoras 

Depois de mais de 10 anos atuando no marketing de grandes empresas de saúde e alimentos, Nicole mudou completamente a sua relação com o corpo, mente e trabalho e iniciou estudos relacionados à saúde holística (IIN, NYC), nutrição ayurvédica e fitoterapia (Madri). Na Holistix, transita pelas áreas de negócio, comunicação e produtos, além de fazer o papel de tradutora do “tecniquês” da saúde para a comunidade digital da plataforma. 

Já Nathalia vem de anos de trabalho intenso no mercado financeiro passando por private equity, venture capital e M&A no Brasil e na Europa. Com o objetivo de um dia empreender, fez MBA no IESE de Barcelona e decidiu trabalhar para criar um exemplo de start-up que pudesse ser ao mesmo tempo feminina, sustentável e muito rentável. Nathalia é quem está por trás da relação com investidores e quem dá aquele gás para escalar todos os planos da Holistix.  

Programa Scale-Up Varejo da Endeavor seleciona a Foodtech Papila Deli, destaque no setor gastronômico

No primeiro semestre, a startup inaugurou sua segunda loja e, ainda este ano, prepara mais duas unidades, o lançamento de uma nova marca e a construção de uma nova cozinha central em um espaço de 1.200 m2

A foodtech Papila Deli foi uma das empresas selecionadas para fazer parte do programa Scale-Up Varejo da Endeavor – programa de aceleração das empresas que mais crescem no Brasil, que conta com patrocínio gold da Arezzo&Co – através do ZZ Ventures, sua frente de corporate venture capital. A novidade chega logo após a inauguração da segunda loja, com pouco mais de um ano de fundação, e o anúncio de uma forte expansão. Ainda em 2021, a startup pretende abrir mais duas unidades, lançar uma quarta marca gastronômica e finalizar a construção da nova cozinha central em um espaço de 1.200 mlocalizado no Itaim, em São Paulo.

O Scale-Up é um programa de aceleração da Endeavor – rede global formada pelos empreendedores e empreendedoras à frente das empresas que mais crescem no mundo. No Brasil desde 2000, promove um ecossistema que estimula o crescimento e impacto dos empreendedores e empreendedoras que lideram scale-ups. A Papila Deli foi uma das 11 selecionadas dentre as mais de 300 candidatas e, nos próximos 5 meses, contará com o apoio de uma mentora madrinha ou mentor padrinho para direcionar os principais desafios de crescimento do negócio, além de meetups com as maiores referências em negócios do varejo e conexões com as corporações parceiras e executivos e executivas da Arezzo&Co para oportunidades de geração de negócios.

“A aceitação e o crescimento rápido da Papila Deli mostra que o formato dark kitchen é uma tendência da gastronomia brasileira e não apenas uma solução temporária para o isolamento social durante a pandemia. Prova disso é o nosso crescimento contínuo, mesmo com a reabertura dos restaurantes tradicionais e a ampliação da capacidade e horário de funcionamento, e a seleção para o Scale-Up Varejo da Endeavor”, comenta Bruno Kormes, sócio-fundador da foodtech.

Forte crescimento no 1o semestre de  2021

Durante o primeiro semestre de 2021, com suas 3 marcas (Papila Poke, Papila Wok e Papila Fresh), a Papila Deli quadruplicou o número de caixinhas vendidas, atingindo o patamar de 173 mil unidades, quando ainda contava com apenas uma unidade na região do Itaim Bibi, zona sul de São Paulo.

Esse resultado é reflexo da alta fidelidade do consumidor, que aproveita as diversas marcas para variar sua experiência gastronômica ao longo da semana, mas sem abrir mão da qualidade dos produtos, da entrega rápida e do preço justo. A receita rende impressionantes 85% de taxa de recompra todos os meses.

“Para darmos conta dessa demanda crescente, passamos de trinta funcionários, tamanho da nossa equipe no ano passado, para mais de cem colaboradores diretos, atualmente. Isso sem contar com os trabalhadores indiretos que fazem as entregas”, destaca Alex Lewkowicz, outro dos três sócios-fundadores e idealizadores do negócio.

Os resultados devem triplicar até o fim de 2021, considerando o funcionamento da segunda loja, localizada no Tatuapé, zona leste de São Paulo, e os planos de inaugurar outras duas lojas e lançar uma nova marca até dezembro.

Três culinárias, três diferentes experiências e uma novidade a caminho

Antônio Mendes, chef responsável por assinar os menus de todas as marcas Papila Deli e o terceiro do grupo de sócios-fundadores, explica o que diferenciou a foodtech desde o início. “Nós três concordamos que um dos propósitos da Papila Deli é oferecer uma gastronomia diversa, atendendo diferentes paladares e diferentes ocasiões sem abrir mão da qualidade em um lugar confiável”.

A Papila Poke introduziu a culinária havaiana de uma forma que o paulistano ainda não conhecia. A Papila Fresh conta com um menu de saladas e sopas com temperos especiais do chef. A Papila Wok oferece pratos quentes inspirados no leste asiático e sandubas de sabores inéditos no mercado brasileiro.

Nos próximos meses, a rede se prepara para ganhar uma quarta marca, uma quarta culinária que ainda é guardada em segredo pelos sócios e que faz parte do projeto de aceleração da empresa como uma foodtech de diversas linhas gastronômicas.

Village Capital anuncia startups selecionadas para seu programa Finance Forward América Latina 2021

A Village Capital, empresa de capital de risco que encontra, treina e investe em startups, anunciou as 12 empresas selecionadas para participar do Finance Forward América Latina 2021 . O programa, que conta com o apoio da MetLife Foundation e da Moody’s, terá duas fintechs brasileiras entre as finalistas pelas soluções tecnológicas apresentadas em torno de questões de saúde financeira e futuro do trabalho para pequenos e médios negócios, fortemente afetados pela pandemia do novo coronavírus.

A partir de agosto e até novembro, os representantes das fintechs Firgun e HiSofi participarão de oficinas virtuais com conteúdo voltado para auxiliá-las a identificarem marcos iniciais e se prepararem para sua próxima rodada de capital, se relevante, ou grande expansão. Faz parte do projeto o encontro com analistas de investimentos, investidores da América Latina e dos Estados Unidos e parceiros do ecossistema, com o principal objetivo de desenvolver networking e receber orientações de potenciais para escalonar os negócios.

Este é o terceiro ano consecutivo em que a MetLife Foundation é parceira da Village Capital e, desde então, já apoiou os programas de aceleração em saúde financeira de fintechs brasileiras como: Akredito, Monetus, Movva, DinDin e CloQ. Em 2020, se estabeleceu um novo recorde para o financiamento de fintechs na América Latina, com US ﹩ 2,9 bilhões investidos, além de 198 acordos, segundo dados da pesquisa “Review of Tech Investment in Latin America”, da LAVCA, Association for Private Capital Investment in Latin America.

Para a MetLife, esta é uma grande oportunidade de contribuir para a educação financeira no Brasil e incentivar os negócios. “Acreditamos muito neste tipo de projeto, pois eles oferecem mentoria e aporte financeiro a startups e auxiliam no desenvolvimento do País. Isso cabe especialmente para pequenos e médios negócios, que foram os que mais sofreram com a pandemia do novo coronavírus”, comentou o CEO da MetLife Brasil, Raphael de Carvalho.

Mais sobre as 12 startups selecionadas:

• AgroInvesting (Magdalena del Mar, Peru) opera uma plataforma de financiamento digital que torna o crédito mais acessível para os agricultores.

• Akiba (Mexico City, Mexico) oferece empréstimo consignado, salário sob demanda e fundos de poupança para funcionários de baixa renda na América Latina.

• Aptoclick (Mexico City, Mexico) oferece empréstimos com taxas de juros mais baixas para facilitar os pagamentos iniciais e aumentar o acesso à moradia para funcionários de baixa e média renda.

• ContaAyuda (Queretaro, Mexico) usa machine learning para automatizar contabilidade, impostos e finanças para pequenas empresas.

• Creizer (Mexico City, Mexico) fornece financiamento para vendedores regionais on-line por meio de pagamentos personalizáveis ​​com base em suas vendas.

• Ecomm -App (Buenos Aires, Argentina) ajuda os comerciantes online na América Latina a gerenciar seu estoque em tempo real e faturar em segundos.

• FINLOOP (Puebla, Mexico) opera uma plataforma de empréstimo alternativa que aumenta a oferta de concessores de crédito para pessoas físicas e pequenas e médias empresas.

• Firgun (São Paulo, Brasil) opera uma plataforma de microcrédito ponto a ponto para brasileiros de baixa renda, independentemente de sua formação e histórico de crédito.

• Flexio (Mexico City, Mexico) ajuda as pequenas empresas a otimizar a forma como cobram seus clientes por meio de um processo automatizado de ponta a ponta.

• HiSofi (São Paulo, Brasil) permite que os consumidores de crédito decidam como desejam saldar suas dívidas.

• KredFeed (Guadalajara, Mexico) adianta os pagamentos para pequenas empresas que normalmente receberiam pagamentos atrasados.

• VitaWallet (Viña del Mar, Chile) reduz o custo de pagamentos internacionais para latino-americanos, oferecendo preços transparentes e taxas baixas.

BR Angels e Simpress Lab firmam parceria para buscar startups disruptivas em tecnologia

O BR Angels, associação de investimento-anjo composta por empreendedores e executivos de grandes companhias, acaba de fechar uma parceria com o Simpress Lab, programa de inovação e aceleração digital da Simpress, empresa especializada em terceirização de equipamentos de TI. O objetivo da colaboração é viabilizar a indicação de startups da rede do BR Angels ao programa Simpress Lab. Ao mesmo tempo, empresas que não fazem parte do ecossistema do grupo, mas participam do Simpress Lab, poderão ser recomendadas ao BR Angels, que vem buscando negócios promissores para a realização de investimentos, tanto financeiros quanto intelectuais, por meio de Smart Money.

Para participar do Simpress Lab, as startups precisam apresentar soluções com foco em eficiência operacional, field services, eficiência logística, geração de leads, experiência do cliente ou recursos humanos. Como pré-requisitos para a inscrição, os negócios precisam estar no estágio mínimo de Evolução e Operação, ou seja, aptos para comercializarem suas soluções, além de atuarem no modelo Software as a Service (SaaS) e estarem localizados no Brasil. 

O Simpress Lab está com inscrições abertas, até o dia 30/10, para dois novos desafios, voltados para o segmento de marketing. O primeiro visa a apresentação de uma solução para nutrição on-line de dados cadastrais dos leads gerados. O propósito é complementar em tempo real os dados solicitados no formulário do site com informações-chaves que são públicas, como CNPJ, média de faturamento, quantidade de colaboradores, dentre outras, para gerar mais automação na base de dados. O segundo desafio é criar inteligência para otimização de anúncios digitais a partir de uma solução com machine learning integrada às principais plataformas de mídia, como Google, Facebook e Linkedin Ads. O objetivo é qualificar em massa os anúncios e agregar valor na geração de leads.

As startups que apresentarem as soluções mais inovadoras para o Simpress Lab poderão ser contratadas para o crescimento do negócio ou melhorias de processos, apoiando as 12 filiais, mais de 1.900 colaboradores ou até mesmo a gestão de cerca de 400 mil equipamentos instalados em mais de  1.600 clientes atendidos pela Simpress no país.

O fundador e CEO do BR Angels, Orlando Cintra, ressalta a parceria como a entrada de uma empresa consolidada como a Simpress no ecossistema de inovação. “As grandes empresas estão percebendo que precisam se aliar às startups, com seus processos ágeis e ideias disruptivas, para se reinventarem e acompanharem o ritmo atual dos mundo dos negócios. Nós acreditamos que as startups que passarem pelo programa Simpress Lab terão um grande impacto no serviço prestado aos clientes da Simpress e isso beneficiará todo o ambiente corporativo e ainda apoiará o empreendedorismo brasileiro”, declara. 

Segundo Vittorio Danesi, CEO da Simpress, a parceria com o BR Angels vai acelerar ainda mais o processo da empresa de conexão com startups e novas ideias. “Trazer para o Simpress Lab toda a comunidade de startups do BR Angels vai nos ajudar no desenvolvimento de soluções inovadoras. Queremos nos conectar ainda mais a iniciativas disruptivas que atendam às atuais necessidades do nosso negócio e de como tornar a vida dos nossos clientes mais fácil. Com a parceria, teremos o contato com centenas de startups atingidas mensalmente pelo BR Angels e a um hub do ecossistema, com mais de 50 parceiros estratégicos, como corporate ventures, fundos, associações, entidades do ecossistema de inovação, entre outros”, comenta.

Empresa mineira de telecomunicações é selecionada para programada de aceleração da Enddeavor

A Nvoip, startup de telecomunicação que possui a maior cobertura de telefonia em nuvem do Brasil, foi uma das empresas selecionadas para fazer parte do programa Scale-Up, programa de aceleração da Endeavor, destinado às empresas que mais crescem no Brasil. A empresa participará do ciclo do segundo semestre de 2021.

Desenvolvido pela Endeavor, o programa selecionou 74 empresas de 15 estados e o Distrito Federal, e a Nvoip está entre as 10 mineiras escolhidas. Todas as escolhidas, faturaram, juntas, em 2020, 550 milhões de reais e cresceram cerca de 130%.

Durante a jornada, as empresas selecionadas identificarão seus maiores desafios de crescimento por meio de mentorias com especialistas em estratégia de crescimento, acesso a capital e liderança de talentos. Além de potencializar a capacidade de inovação das empresas selecionadas, o programa proporciona uma oportunidade de se conectar com grandes líderes do mercado.

“A participação da Nvoip no programa será crucial para continuarmos em ritmo de crescimento acelerado depois dos excelentes resultados que tivemos em 2020. Como nosso foco agora é alcançar patamares ainda maiores, estar em um programa da Endeavor, organização respeitadíssima no mercado e com um poder de transformação indiscutível, é sinal de que estamos no caminho certo”, afirma Leandro Campos, CEO da Nvoip.

O crescimento acelerado da Nvoip, mesmo em um momento de crise que afetou o mundo inteiro, é um resultado da necessidade de adequação das empresas ao trabalho remoto, juntamente com a inovação da telefonia em nuvem de qualidade. “A tecnologia VoIP possibilita mais versatilidade de comunicação nos negócios, mesmo em períodos de lockdown. Agora, com apoio do programa, a ideia é que possamos expandir ainda mais nossos serviços e garantir que este crescimento seja perene, seguro e sustentável”, conclui Leandro.

Acelerada pelo LIFT LAB, do Banco Central, startup Pluggy levanta mais de R$ 3 milhões em rodada Pré-Seed

Engajada na democratização do acesso aos dados financeiros e na diminuição da assimetria informacional, a Pluggy, fintech acelerada pelo LIFT LAB do Banco Central em 2020, acaba de receber um aporte de mais de R$3 milhões na rodada Pré-Seed liderada pela Gávea Angels. Também participaram do investimento Plug and Play e Urca Angels.

A Pluggy oferece a fintechs e corporações a possibilidade de acessar os dados de seus clientes para que possam criar serviços mais competitivos e dinâmicos, garantindo a privacidade dos usuários ao mesmo tempo em que promove acessibilidade aos inovadores, fomentando a criação de serviços personalizados ao cidadão brasileiro por meio do Open Finance.

“Nós da Gávea Angels sempre procuramos avaliar nossos investimentos para além do retorno para os investidores e procuramos soluções disruptivas que tragam benefícios concretos para a sociedade. O investimento na Pluggy não poderia ser diferente. Mais do que Open Banking, o Open Finance no Brasil proporcionará uma verdadeira remodelagem no sistema financeiro e no ecossistema de serviços bancários. Parcela significativa de clientes que estão insatisfeitos com seus serviços atuais terão acesso a taxas de juros mais competitivas para suas aplicações, seus empréstimos, seguros ou a produtos financeiros inovadores. A capacidade dos clientes de entender melhor sua vida financeira de maneira completa e agregada em um clique será possível. A Pluggy vem exatamente com essa missão, prover a infraestrutura necessária para tornar isso possível”, pontua Marcelo Deschamps, membro do Conselho Diretor e líder da operação pela Gávea Angels.

De maneira prática, a proposta da Pluggy, que já conta com uma carteira de 12 clientes e uma equipe de 20 colaboradores, é usar a tecnologia de APIs para permitir que, a partir do acesso ao histórico financeiro e da análise do comportamento dos clientes, as empresas façam uma oferta customizada de produtos e serviços de acordo com o tipo de negócio ou conforme a demanda e necessidade do consumidor. Em outras palavras, concessão de crédito com melhores condições, auxílio na gestão financeira pessoal, novos modelos de score de crédito, recomendações de investimento adaptadas ao perfil de cada cliente, entre outras inúmeras aplicações.

“Cerca de 80% do market share do sistema financeiro do Brasil está nas mãos dos cinco maiores bancos do país. Isso impede que outros players acessem as finanças dos consumidores e ofereçam melhores alternativas. Esse entrave resulta em taxas de juros mais altas, serviços de baixa qualidade, menor integração com outros produtos e maiores barreiras à inovação, deixando a população sujeita às condições impostas pelas grandes instituições”, diz Bruno Loiola, cofundador e Chief Growth Officer da Pluggy.

Loiola acrescenta que a pandemia gerou uma necessidade de transformação sem precedentes. Isso ajudou o sistema financeiro, como um todo, a acelerar a chegada do Open Finance no país. “Hoje nós, consumidores, compartilhamos informações, aceitamos termos e condições, mas não temos ideia do valor dos nossos dados. As nossas informações bancárias, com o devido consentimento, são um valioso instrumento na busca por novos serviços, com condições financeiras infinitamente melhores. Isso é o que, de fato, representa o conceito de Open Finance”, esclarece Loiola.

Da Europa à Argentina e a criação da Pluggy no Brasil

Em 2020, Bruno Loiola e os amigos Rogério Correa e Victor Braga se juntaram aos argentinos Federico Mirás e Gabriel Pan Gantes para encarar a desafiadora empreitada de criar a Pluggy. A ideia surgiu na Europa, quando os brasileiros que já trabalhavam com o compartilhamento de dados financeiros na Espanha, decidiram trazer para o seu país de origem a tecnologia de integração entre as instituições antes mesmo de o Banco Central anunciar a chegada do Open Banking no Brasil.

A aposta deu certo. Apesar do pouco tempo de vida, a empresa já passou por diferentes programas de aceleração como Oxigênio Aceleradora (Porto Seguro), Liga Ventures, Lift Lab (Banco Central), além do próprio Plug and Play. A Pluggy também tem firmado contratos com clientes de peso como a fintech Kinvo, recém-adquirida pelo BTG Pactual.

Nagro participa do Scale-Up Endeavor 2021

A Nagro, especialista em crédito rural, anuncia sua participação no Scale-Up Endeavor como a única fintech do agronegócio a estar na iniciativa. O programa Scale-Up Endeavor acelera startups com grande potencial de crescimento, diferenciais competitivos concretos e um modelo de negócios comprovadamente de sucesso pelo mercado, que estejam no momento correto para trilhar a escalada de cinco meses e que tenham potencial de colocar em prática as orientações de mentoria sobre estratégias de crescimento, acesso ao capital, liderança, gestão de talentos etc.

“Nós da Nagro somos uma agfintech que está redesenhando o mercado de crédito do agronegócio, com a entrega de empréstimos justos para pequenos agricultores e inteligência de dados para a cadeia de valor do agronegócio”, explica Gustavo Alves, CEO da Nagro.

Por meio de suas soluções, a Nagro já auxiliou mais de 700 produtores rurais de todo o país.

TIVIT Labs investe em ecossistema de inovação e analisa startups que podem ser adquiridas

A TIVIT, multinacional brasileira e one-stop-shop de tecnologia, por meio do TIVIT Labs, abre inscrições para a quinta edição do TIVIT Pitch Day, programa que visa a buscar novas parcerias com startups que tenham vontade de transformar ideias em soluções para o mercado. As empresas interessadas podem se cadastrar até 20 de agosto pelo site. A nova rodada está programada para acontecer em 26 de agosto.

A proposta do TIVIT Pitch Day é proporcionar um espaço para aproximar startups do ecossistema da multinacional. Para o cadastro, o empreendedor deve enviar uma apresentação de sua empresa e esclarecer qual o problema de mercado solucionado. Com a ideia aprovada, o responsável será convidado a defender o seu pitch em um tempo determinado, além de poder, em seguida, debater a solução com especialistas da TIVIT. 

As startups selecionadas poderão ofertar as suas soluções no marketplace de serviços da TIVIT, o que garante acesso a uma ampla gama de clientes para acelerar os seus negócios. Em suas primeiras edições, foram analisadas mais de 190 startups, e 15 delas estão em fases mais avançadas de parceria com a empresa. Além disso, caso seja de interesse do empreendedor, ele poderá participar de rodadas de negociações com a TIVIT Ventures, que concentra o investimento de 400 milhões de reais em cinco anos para aquisições de startups de alta escalabilidade.

“O Pitch Day nasceu da necessidade de encontrar startups inovadoras para a resolução de problemas do mercado de forma eficiente e ágil”, afirma George Bem, CTO, diretor de inovação da TIVIT e responsável pelo TIVIT Labs. “A prioridade é identificar as que são altamente inovadoras, que trabalhem em modelo SaaS, e tenham interesse em escalar os seus negócios ou dar início a um processo de aquisição”, completa Eduardo Sodero, Chief Strategy Officer e head de M&A da TIVIT.

Investimento em inovação

O Pitch Day é fruto do alto investimento em inovação feito pela TIVIT nos últimos anos. Em 2020, foi lançado o TIVIT Labs, um laboratório de inovação em São Paulo para o desenvolvimento de soluções ainda não encontradas no mercado. Com o Pitch Day, lançado em abril de 2021, a TIVIT reforça a sua inserção no ecossistema de startups, com o objetivo de estimular a criação de negócios inovadores no Brasil. 

No mesmo período, a TIVIT Ventures, que em dezembro havia adquirido a Privally, empresa voltada à LGPD, também anunciou a aquisição da DevApi, startup paranaense de integração de sistemas (iPaaS – Integration Platform as a Service) e gestão de API. Mais recentemente a companhia anunciou a aquisição da Lambda3, empresa de desenvolvimento de software focada em produtos digitais e metodologias ágeis. Ambas as aquisições reforçam a estratégia da TIVIT em sua missão de oferecer soluções que contemplem as necessidades de seus clientes de ponta a ponta.

Mais informações sobre o Pitch Day neste link.

Logtech Equilibrium recebe aportes que somam R$ 1,5 milhão

A logtech Equilibrium, plataforma voltada à gestão logística, recebe um novo aporte de investimentos para consolidar seu crescimento no mercado nacional. A negociação foi realizada com a HiPartners Capital & Work, venture capital focada em retail techs, e a Invisto, hub de investimentos em venture capital, que juntos somam R$ 1,5 milhão.

Com o acordo, a HiPartners adquiriu parte minoritária da empresa que continua sob o comando dos founders. A Equilibrium passa a contar com a presença ativa dos especialistas do grupo no board, além de desenvolver um trabalho recorrente chamado de boost, em que busca abrir e alavancar oportunidades de negócios para a startup. 

A parceria já mostra uma curva de crescimento acelerada potencializada pela abertura de portas comerciais e a apresentação de parcerias estratégicas promissoras para a operação. Dessa forma, a expectativa é que a Equilibrium cresça sete vezes em receita anual nos próximos dois anos (2022 e 2023) – em 2020, o aumento foi de 500%. 

“Com o apoio da HiPartners Capital & Work, conseguiremos expandir a atuação do nosso negócio, proporcionando a todo o mercado varejista uma solução logística eficiente para atender a demanda cada vez maior da aceleração digital que observamos atualmente”, explica Marcos Arante, CEO da startup. 

A Equilibrium é uma plataforma SaaS de Orquestração Logística que conecta embarcadores com operadores de múltiplas modalidades de transporte e armazenagem. Por meio de uma curadoria com inteligência artificial, direciona com eficiência a melhor recomendação de transporte, reduzindo custos e otimizando o fluxo de mercadorias. 

A HiPartners Capital & Work acompanha a Equilibrium desde o estágio seed e esteve próxima de seus fundadores. Diferentemente de outros casos, a aproximação foi feita por um dos founders, Fábio Nunes, que enxergava na venture capital um parceiro estratégico para atingir seus objetivos. 

Esta é a sexta empresa investida pela venture, que tem em seu portfólio companhias como FX Data Intelligence, Eu Entrego, Precifica, F360º e Harmo. O investimento está alinhado à sua nova proposta, que mira retail techs que apoiem o varejista na transformação digital. A escolha vai ao encontro da demanda em encontrar um player que possa apoiar na orquestração logística, que passou a ser parte estratégica de qualquer negócio. 

“A HiPartners vem passando por uma evolução desde seu surgimento, em 2012. Nossa tese de investimento está cada vez mais consolidada na avaliação de fundadores, solução, mercado e tecnologia para nos posicionarmos como um player estratégico e catalisador de investimentos para o setor de varejo”, explica Walter Sabini Junior, CEO da HiPartners Capital & Work. 

Abstartups inicia captação de dados para o Mapeamento de Startups 2021

Buscando identificar as startups e os desafios que elas enfrentam, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) inicia seu período de atualização de dados para o ‘Mapa das Startups 2021’. Este ano, a captação das startups acontece em parceria com a com a BlackRocks , é um hub de inovação que promove acesso à população negra em ambientes altamente inovadores e tecnológicos. BlackOut – Mapa das Startups Negras, estudo inédito no ecossistema.

Desde 2019, o estudo da Abstartups tem como foco entender com precisão o cenário atual das startups e dar visibilidade ao setor. Além disso, este ano em parceria com a BlackRocks, que irá lançar um estudo inédito, o BlackOut, eles reforçam a importância de apoiar iniciativas e mapear projetos para a promoção da equidade racial no ecossistema de startups. Serão dois estudos separados, mas uma mesma captação de dados.

O mapeamento busca identificar 5 aspectos nas startups brasileiras: perfil das startups no Brasil, investimentos, diversidade e empregabilidade no setor. Estes dados são úteis para investidores, gestores públicos, jornalistas e grandes corporações que buscam imergir no assunto.

José Muritiba, Diretor Executivo da Abstartups, apresenta otimismo com o início das atividades, já que agora será possível desenhar um panorama completo da crise econômica. Além disso, a parceria inédita com a BlackRocks enriquece o estudo, cria perguntas e incentiva ainda mais todos do ecossistema a contribuírem para mitigar a desigualdade racial. “Participar do Mapa das Startups 2021 é uma oportunidade de ajudar o mercado a compreender e conhecer o nosso setor, assim como mapear a diversidade nas startups é entender onde estão nossas dificuldades em relação à inclusão e assim superá-las”.

Já Maitê Lourenço, CEO e Fundadora da BlackRocks, aponta que há a necessidade de aprofundar informações e dados sobre a população negra no ecossistema de startups, essa parceria é um grande potencializador de ações efetivas para mudança de processos. Queremos através do report gerado após o mapeamento, oportunizar ações e gerar dados para cada vez mais criar ambientes adequados para que a maioria da população brasileira esteja nas mesas de negociações.

Quem tiver interesse em participar do maior mapeamento de dados de startups do país, tem até o dia 19/09 para preencher a pesquisa no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeJ4iUH3A-9zlHpnDEQbgKptdjHBDVoBatXgtat70YZi0ajvA/viewform. Os resultados estão previstos para serem divulgados em Novembro de 2021.

Grupo NotreDame Intermédica investe na healthtech NeuralMed

Startup brasileira otimiza tempo de atendimento e assertividade das decisões médicas por meio da inteligência artificial

O Grupo NotreDame Intermédica (GNDI) reforça um dos seus princípios estratégicos que é a inovação com o investimento na healthtech NeuralMed. O investimento prevê uma participação societária de 9,29% na startup brasileira criada em 2018. A NeuralMed tem como foco otimizar o tempo de atendimento e a assertividade das decisões médicas utilizando inteligência artificial. Por meio deste investimento, a Companhia terá na NeuralMed um parceiro para a melhoria de processos em toda a sua Rede Própria bem como qualificação de sua Rede Credenciada: o trabalho da healthtech auxiliará médicos e equipes de saúde do GNDI na tomada de decisões, reduzindo custos e aumentando a qualidade assistencial.

“Com esta transação, ampliamos nosso posicionamento estratégico em adotar soluções de saúde inovadoras com qualidade e eficiência”, afirma Irlau Machado Filho, presidente do GNDI. “Permanecemos atentos a esse tipo de parceria e a NeuralMed possui tecnologias que serão de grande valia no dia a dia da Companhia”.

O CEO da NeuralMed, Anthony Eigier, destacou que a parceria vai reforçar dois segmentos prioritários para o GNDI: a medicina preventiva e a preditiva. Ao focar nesses dois aspectos, é possível otimizar recursos e assegurar aos beneficiários da Companhia uma saúde de maior qualidade.

“O GNDI é pioneiro no mercado por gerar valor na saúde ao reduzir a realização de consultas e exames desnecessários focando, justamente, na Medicina Preventiva”, avalia Eigier. “Melhorando o dia a dia do beneficiário, com acompanhamento e decisões inteligentes, temos resoluções clínicas assertivas”.

A NeuralMed traz essa expertise em duas ferramentas de inteligência artificial – trIA e harpIA – que analisam exames de imagem, laudos e prontuários médicos eletrônicos em tempo real, promovendo eficiência à gestão da jornada do paciente. As ferramentas de triagem, previsão de procedimentos de alta complexidade e alto custo, auditoria de protocolos médicos e coordenação de saúde populacional são formas de potencializar os recursos em planos de saúde.

SPIC Brasil lança programa de inovação para startups no setor de energia

A SPIC Brasil, em parceria com a consultoria de inovação G.A.C. Group, lança o seu programa de inovação aberta – Geração Inovação. A fase atual do programa é de uma chamada de inovação aberta, dentro do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica da ANEEL.

O objetivo é estimular o aprimoramento de novas soluções para auxiliar nos desafios diários e futuros do setor energético. As inscrições estão disponíveis até 20 de setembro para startups, empresas de base tecnológica, centros de pesquisa e universidades.

Com um forte pilar em inovação, a SPIC Brasil apoia projetos que transformem boas ideias e experimentos laboratoriais bem-sucedidos em resultados práticos que melhorem o desempenho das organizações e a vida das pessoas.

Segundo o gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da SPIC Brasil, Sunny Jonathan, o Programa Geração Inovação é essencial para incentivar o desenvolvimento de novas ideias. “Com esta iniciativa buscamos trazer oportunidades de inovação nas operações da empresa e resultados mais práticos e aplicáveis aos negócios, com parcerias dinâmicas e diversificadas”, ressalta.

Como participar

Para se inscrever, é só visitar o site da SPIC Brasil, https://www.spicbrasil.com.br/inovacao-energetica-spic-brasil/, e, na área do Geração Inovação, acessar o link que fará o direcionamento para o site do programa, onde será possível conferir os detalhes no regulamento.

Os desafios estão voltados para o pilar de Eficiência Operacional. As soluções passarão por diferentes etapas de análise, sendo elas seleção, avaliação, desenvolvimento, implantação e apresentação. Os projetos selecionados poderão contar com o apoio da SPIC Brasil e receberão recursos financeiros para a sua implementação.

Para conferir os temas propostos é só acessar o site do Programa Geração Inovação.

Ambev investe em startup de embalagens sustentáveis e lança solução com biomaterial

A Ambev assumiu publicamente metas sustentáveis ambiciosas para 2025, como ter 100% das embalagens retornáveis ou feitas majoritariamente de conteúdo reciclado e diminuir a poluição plástica. A companhia investiu na rodada seed de captação de uma startup que detém uma tecnologia regenerativa que possibilita o desenvolvimento de embalagens fabricadas com compostos orgânicos da própria natureza. Um projeto piloto da companhia lançará em outubro deste ano novas embalagens fabricadas com biomaterial em pontos de venda de São Paulo. A ideia é validar a embalagem com os consumidores para produção em escala já em 2022.

Para que a inovação sustentável saísse do papel, Ambev e growPack, startup participante da segunda edição do programa Aceleradora 100+ em 2020, firmaram parceria para a viabilização do projeto piloto. Somente nas duas primeiras edições do programa Aceleradora 100+, a Ambev investiu mais de R$ 12 milhões em projetos disruptivos, que trouxeram soluções inovadoras como o desenvolvimento de novas embalagens, caminhões elétricos, agricultura sustentável dentre outros.

Com uma economia bio-baseada, ou seja, ciclo de vida completamente sustentável, a embalagem da growPack é produzida com rejeitos agrícolas, basicamente palha de milho, de forma 100% mecânica (sem químicos e efluentes). O descarte acontece de maneira completamente compostável ou reciclado junto na cadeia do papel.

A produção das embalagens com o biomaterial consome 80% menos água, reduze em 50% as emissões de gás carbônico (CO2) e economiza 25% de energia elétrica em comparação com o papel cartão. Em 2020, a Ambev atingiu 45% de conteúdo reciclado nas embalagens de PET, 47% nas embalagens de vidro e 74% nas latas de alumínio no Brasil.

Esta e outras iniciativas que minimizam impactos no meio ambiente sinalizam que a busca por transformações sustentáveis da companhia tem apresentado resultados tangíveis e contribuições importantes à natureza. “Estamos testando novas soluções, considerando matérias primas sustentáveis para a produção de embalagens e ampliação da cultura do retornável até atingir nossa meta zero de emissões plásticas até 2025”, conta Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Suprimentos e Sustentabilidade da Ambev.

Nesta jornada, não é possível seguir sozinho. Por isso, a Ambev também tem avançado em mais projetos neste sentido: com o apoio de parceiros e gerando crescimento compartilhado, impulsionamento do empreendedorismo. “A Aceleradora 100+ é um destes exemplos. O programa foi além de trazer ideias inovadoras para solucionar os desafios de sustentabilidade propostos, ele nasceu com o objetivo de quebrar estigmas do ecossistema de startups, unindo pessoas comuns e estimulando o empreendedorismo”, concluiu Rodrigo.