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Desafio de Startups Petrobras Distribuidora abre oportunidade para projetos de inovação

A partir de hoje (19), estarão abertas as inscrições para o “Desafio de Startups Petrobras Distribuidora”, uma seleção pública de empresas em estágio inicial que apresentem soluções inovadoras para os segmentos de atuação da companhia, a partir de três vertentes: Mobilidade para Pessoas, Mobilidade para Negócios e Sustentabilidade. O desafio, que integra o Edital de Inovação para a Indústria, será lançado no Rio de Janeiro (dia 19/6, às 14h, no auditório da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro – FIRJAN). O público interessado também poderá assistir às apresentações em São Paulo (dia 20, no SENAI Mário Amato) e no Recife (dia 25, no Porto Digital). As inscrições vão até o dia 19/08/18.

Um comitê de avaliação, composto por especialistas da Petrobras Distribuidora e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) fará a seleção de até dez startups. Cada projeto receberá o valor máximo de R$ 150 mil e deverá ser desenvolvido em até 12 meses. São consideradas startups empresas de micro ou pequeno porte (MPE), desde que tenham CNPJ ativo com até cinco anos de existência. Todas as informações sobre o Edital, como critérios para participação e regulamento completo, podem ser consultados em https://www.sympla.com.br/editaldeinovacao.

O “Desafio de Startups Petrobras Distribuidora” tem como objetivo encontrar empresas que possuam competência técnica em tecnologias digitais, como Internet das Coisas (IoT), Realidade Aumentada e Virtual, Inteligência Artificial, Big Data, Analitycs e Bl (Business Inteligence).

TEMÁTICAS – Na primeira temática, Mobilidade para Pessoas, são esperados projetos de inovação que provoquem impacto positivo na percepção dos clientes (perfil B2C) desenvolvendo e/ou potencializando negócios de varejo aplicáveis em postos de combustíveis, lojas de conveniência e centros de lubrificação, que promovam uma experiência diferenciada e a atração do consumidor aos pontos de venda.

Já para o segmento B2B, inserido na temática Mobilidade para Negócios, a busca é por projetos que utilizem tecnologias digitais para a maximização da eficiência operacional em bases de distribuição de combustíveis, no transporte rodoviário, na gestão de estoques e na colaboração dos elos da cadeia logística da BR, que cobre todo o território nacional.

Finalmente, para a terceira temática, Sustentabilidade, a expectativa é receber propostas que, entre outras, mitiguem os riscos de impacto das atividades na segurança das operações, na sociedade e no meio ambiente.De acordo com o gerente executivo de TI da BR, Aspen Andersen, a companhia vem realizando movimentos de incentivo à entrega e implementação de soluções inovadoras. O executivo cita, entre outras iniciativas, o “Inova BR”, um concurso para a força de trabalho que permeou temas estratégicos, como experiência do cliente, geração de receitas e novos negócios; e o “Hackaton Postos Petrobras”, competição que desafiou entusiastas do segmento de tecnologia a criarem soluções digitais para melhorar a experiência dos consumidores na rede de Postos Petrobras.

“Incentivamos nossa força de trabalho a apresentar livremente ideias que poderiam contribuir para o processo de constante transformação por que passa o mercado de distribuição. Os resultados foram excepcionais. Entendemos haver espaço, também, para um olhar externo, que poderá apontar novos caminhos para a superação desses desafios”, afirma Andersen, ressaltando a importância da parceria com o SENAI, instituição que detém expertise em inovação e acesso ao ecossistema das startups.

INOVAÇÃO – O Edital de Inovação para a Indústria é uma iniciativa do SENAI, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Social da Indústria (SESI). Nesta edição, estão disponíveis R$ 55 milhões, em cinco categorias, para financiar o desenvolvimento de soluções inovadoras para a indústria brasileira, sejam novos produtos, processos ou serviços de caráter inovador, incremental ou radical. A chamada da Petrobras Distribuidora é a primeira de 2018 na categoria C: Empreendedorismo Industrial – Inovação na Cadeia de Valor, que busca estimular a conexão entre grandes indústrias e startups, micro e pequenas empresas.

“A chamada faz parte da estratégia do Sebrae em promover uma maior integração entre pequenas e grandes empresas da cadeia produtiva, visando especialmente o desenvolvimento tecnológico conjunto. Com isso, os pequenos negócios têm a oportunidade de investir em inovações de maneira bem mais assertiva, tendo em vista que esses produtos ou serviços serão desenvolvidos a partir de demandas reais de mercado”, explica o gerente de inovação, Célio Cabral. “Nesse processo, as pequenas empresas ganham também com o suporte técnico que pode ser ofertado pelas grandes empresas, infraestrutura para testes de protótipos, rede logística e de distribuição, dentre outros. Por outro lado, as grandes empresas ganham com a agilidade, baixo custo e o conhecimento instalado nas pequenas empresas para inovação”, completa.

A seleção dos projetos pelo Edital de Inovação para a Indústria é feita com base em critérios como potencial de inovação e de comercialização do produto ou do processo. Além do fomento, as instituições oferecem apoio na forma de infraestrutura para desenvolver as propostas selecionadas por meio dos Institutos SENAI de Inovação e dos Institutos SENAI de Tecnologia.

“O Edital de Inovação para a Indústria é a porta de entrada do SENAI para grandes empresas e startups cocriarem soluções. Inovar é vencer, mas ninguém inova sozinho. Mais de 500 pesquisadores estão à disposição para acelerar projetos inovadores ao mercado”, explica o gerente-executivo de Inovação e Tecnologia do SENAI, Marcelo Prim.

Apresentações do Edital de Inovação para a Indústria

Rio de Janeiro
Data: 19/6/18
Horário: 14h às 16h
Local: Auditório Firjan – Av. Graça Aranha, 1 – Centro, Rio de Janeiro.

São Paulo
Data: 20/6/18
Horário: 14h às 16h
Local: SENAI Mário Amato – Bairro Assunção – São Bernardo do Campo – SP.

Recife
Data: 25/6/18
Horário: 14h às 16h
Local: Porto Digital – R. do Apolo, 235, bairro do Recife.

Fonte: Petrobras

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Estrella Galicia lança programa de empreendedorismo colaborativo The Hop, destinado a apoiar startup

A Estrella Galicia anunciou o lançamento de The Hop, um programa de empreendedorismo colaborativo que é parte de seu ambicioso Plano de Transformação Digital.

The Hop, que reúne em seu significado tanto a referência a “salto” quanto a “lúpulo”, é um inovador Programa de Empreendedorismo Colaborativo, cujo objetivo principal é promover ecossistemas de inovação e criação aberta que cubram integralmente a cadeia de valor da empresa, impactando todas as suas áreas.

The Hop é composto de uma série de iniciativas digitais centradas em três áreas: desenvolvimento do empreendedorismo tecnológico, identificação de talentos e incentivo à colaboração entre Estrella Galicia e jovens empreendedores. O projeto está aberto à comunidade empreendedora da Espanha e do Brasil.

“A inovação é chave para a Estrella Galícia. Ao ativar esta iniciativa, reforçamos a importância que damos a poder trabalhar com o talento inovador e empreendedor nas diferentes áreas da nossa cadeia de valor”, destaca Ignacio Rivera, CEO Global da Estrella Galicia.

Prêmios The Hop

Como primeira etapa do programa, a Estrella Galicia convoca os Prêmios The Hop, com participação aberta às comunidades empreendedora, universitária, de startups e centros de aceleração, para apresentar idéias e projetos que aproveitem as capacidades de tecnologias como inteligência artificial, big data e Internet das Coisas (IoT), e que aportem valor aos diferentes processos da empresa. O prazo de inscrição está aberto até 31 de agosto por meio do site www.TheHop.xyz.

Entre todas as inscrições, serão selecionados 18 projetos, cujas equipes devem defender suas idéias perante um Comitê de Empreendimento com profissionais internos e externos, que então elegerá os seis ganhadores dos Prêmios The Hop, um para cada uma das áreas estratégicas da empresa. A entrega de prêmios acontece em setembro, em A Coruña, e os seis ganhadores receberão um prêmio em dinheiro de 10.000 Euros.

Os projetos premiados passarão a ser parte de um ambicioso processo de formação e aceleração que incluirá o desenvolvimento de projetos piloto dentro do ecossistema da Estrella Galicia, e culminará com uma apresentação a investidores no mês de maio.

No contexto do plano, os ganhadores dos Prêmios The Hop terão acesso a formação específica, sessões de mentoring e coaching oferecidos por profissionais qualificados e colaboração com o ecossistema da Estrella Galicia, para que suas idéias se desenvolvam da forma mais inovadora.

Um Plano de Transformação Digital para revolucionar a experiência do cliente

Com o Programa de Empreendedorismo Colaborativo The Hop, a Estrella Galicia consolida o seu planejamento digital de seguir reinventando o seu modelo de negócio e manter o ritmo de crescimento obtido nos últimos anos.

O Plano de Transformação Digital é liderado diretamente por Ignacio Rivera, principal executivo da empresa, com o apoio de toda a equipe de direção, à que se somou recentemente Juan José Delgado (ex-Amazon) como novo Chief Digital Officer (CDO). Se trata de um dos processos de transformação mais completos e avançados da indústria espanhola, e um exemplo no setor cervejeiro na Europa.

“A transformação digital tem que ser uma ajuda para que a organização alcance seus objetivos fundamentais de maneira mais eficiente, autônoma e escalável”, afirma Ignacio Rivera. “É uma ferramenta que agrega muitíssimo valor às equipes para competir na nova economia”, conclui.

Além disso, a empresa considera fundamental chegar ao novo cliente digital e conseguir o seu engajamento. Como consequência, o foco das iniciativas é o entendimento deste novo tipo de consumidor, satisfazer as suas demandas e superar suas expectativas, oferecendo os melhores produtos e serviços com uma proposta diferenciada.

Sobre a Estrella Galicia – A Estrella Galicia ainda hoje é uma empresa 100% familiar, independente, liderada por Ignácio Rivera, membro da quarta geração da família Rivera, que mantém a tradição artesanal cervejeira desde 1906.

Líder do Segmento Premium na Espanha, comercializa Estrella Galicia, Estrella Galicia 0,0% (versão sem álcool), 1906 Reserva especial, 1906 Red Vintage e 1906 Black Coupage, mais conhecida como a “ovelha negra da família Rivera”, se caracteriza por uma marcada vocação internacional com presença em mais de 40 países.

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O que as fintechs de crédito têm a oferecer para o investidor brasileiro – Por Leonardo Rebitte

O mercado financeiro brasileiro ainda é considerado um dos mais tradicionais em relação aos produtos disponíveis: Poupança, Tesouro Direto, ações na Bolsa de Valores, títulos de crédito como LCIs e LCAs e empréstimos como os CDBs, fundos de renda fixa, previdência privada, entre outros, são apenas alguns exemplos.

E mesmo com tantas escolhas, o Banco Central registra que atualmente o Brasil possui mais de 21.700 agências bancárias em seus 5.588 munícipios, e por baixa movimentação ou falta de segurança, se movimentam para fechar agências e baixar custos. Em 2017, o IBGE registrou que 60 milhões de brasileiros maiores de idade eram desbancarizados e essa parcela chamou a atenção das fintechs, por oferecerem novos serviços sem vínculos com outras instituições financeiras.

Nesse cenário onde o modelo bancário está em constante retração, com diminuição de número de agências, redução de funcionários, entre outros pontos, as fintechs de crédito tonaram-se uma solução disruptiva em um sistema bancário que há muito tempo não inova suas práticas.

Com a chegada ao mercado brasileiro, essas fintechs possibilitaram que os pedidos e concessões de empréstimo se tornassem mais simples e descomplicadas, sem grande parte das burocracias exigidas no sistema bancário tradicional. No sistema de empréstimo peer to peer, por exemplo, permite que o investidor defina o valor que será emprestado, em quantas parcelas poderão ser pagas, dia ideal do pagamento e qual o valor da taxa de juros que será aplicado ao empréstimo.

Enquanto a poupança oferece rendimento de 4,9% a.a, a Selic de 7% a.a, o CDB de 9,34% a.a, em um prazo de 12 meses, o rendimento concedido em um empréstimo em uma fintech pode alcançar até 115%, 20 vezes mais que a poupança, de acordo com levantamento da Mutual

Além disso, essas empresas apostam na transparência e em um contato mais direto entre os tomadores e os investidores. Isso corrobora para que o investidor tenha mais controle e informações sobre os seus recursos, sem ficar preso a linguagem bancária ou as instruções de seu gerente.

Além de atrair novos clientes, as fintechs de crédito vêm há mais de 10 anos provando como movimentar a economia de modo saudável. A exemplo do que já acontece nos Estados Unidos, por exemplo, onde esse modelo de negócio tem contribuído para a movimentação do mercado financeiro. Por outro lado, a China também desponta como líder mundial nesse cenário, país onde grande parcela de seus habitantes não tem acesso aos bancos.

A segurança aumenta cada vez mais quando o assunto são transações por meio das fintechs. Com ferramentas que analisam os riscos para cada tipo de operação apoiadas em diversos tipos de informação, principalmente do SCR – Sistema de Informações de Crédito do Banco Central, onde são avaliadas centenas de critérios em um processo rigoroso que resulta em uma nota de crédito para cada solicitação, a população ganha mais um aliado na hora de pedir empréstimo.

Esse é apenas o início de uma nova prática, que irá se popularizar à medida que as fintechs fizerem parte da carteira de investimentos e se tornarem mais competitivas em seus mercados de atuação.

Leonardo Rebitte, CEO e sócio fundador da Mutual, plataforma de empréstimo entre pessoas.

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Fhinck ministra palestra em evento sobre tecnologia e inovação na gestão do capital humano

A Fhinck – startup de tecnologia focada em aumentar a produtividade e eficiência dos processos de negócios -, participa do evento “Tecnologia, Inovação & Startups na Gestão do Capital Humano”, no próximo dia 28, no Cubo. O encontro, promovido por HR Techs – startups com soluções para RHs, visa discutir como a tecnologia está trazendo inovações para a gestão do capital humano no ambiente corporativo, seus desafios de implementação e os benefícios. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas no link: http://bit.ly/2t46jHg

Direcionado aos profissionais seniores que atuam na gestão de pessoas, o evento contará com palestras, painel de discussões e boas práticas, além de espaço para conhecer as startups presentes. Na ocasião, Paulo Castello, CEO da Fhinck, ministrará a palestra “Repensando a jornada de trabalho e fatores que alavancam a Produtividade”.

A programação ainda conta com palestras de representantes das startups Nêmesis, mLearn, Vaipe e ViBe-VivaBem. Além do painel com os executivos Antonio Salvador, VP do Grupo Pão de Açúcar; Lilian Gordon, diretora do BNY Mellon; Marcelo Nobrega, diretor da Arcos Dourados; Rafael Lucchesi, diretor do Grupo DASA; e Rita Pellegrino, diretora da TOTVS.

“Tecnologia, Inovação & Startups na Gestão do Capital Humano”

Onde: Cubo – Rua Casa do Ator, 919, Vila Olímpia – São Paulo, SP

Quando: 28 de junho, das 14h às 18h

Inscrições grátis: http://bit.ly/2t46jHg

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Embratel incentiva inovação e startups

A Embratel anuncia novos incentivos à inovação com a inauguração de um escritório no inovaBra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco. Instalado em São Paulo, o local foi criado em parceria com o WeWork e é considerado o maior espaço do gênero no Brasil. Possui 22 mil metros quadrados para hospedar especialistas das mais diversas áreas, incluindo os profissionais de soluções digitais e Internet das Coisas (IoT) da Embratel que trabalham em conjunto com jovens empreendedores, startups, investidores e aceleradoras para desenvolverem novas ofertas para promover a transformação digital de empresas de todos os tamanhos e setores.

“A inovação está no DNA da Embratel. A Embratel unirá o melhor dos dois mundos ao se instalar em um ambiente inovador como esse. Integrará sua experiência e excelência de longa data em ofertas digitais de TI e de telecomunicações, com o ímpeto inovador de startups e aceleradoras de ideias”, afirma Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel. Segundo o executivo, esse é um espaço extremamente interessante para dividir conhecimento e criar novas soluções.

“Estamos felizes de contar com a Embratel para coinovar no inovaBra habitat. Acreditamos que os movimentos e atividades de colaboração para inovação proporcionados pelos times do inovaBra com os profissionais de diversos segmentos de atuação são fundamentais para a criação de ideias disruptivas com tecnologias como Blockchain, Big Data e Algoritmos, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Open API e Plataformas Digitais, que são os eixos estratégicos do habitat”, explica Luca Cavalcanti, diretor executivo do Bradesco.

A participação da Embratel no inovaBra habitat está alinhada à sua visão de negócios que prevê desenvolvimento contínuo de novas ofertas, sempre à frente do mercado. A Embratel manterá um espaço integrado no local para a troca de conhecimento e de experiências com empreendedores que poderão conhecer mais sobre suas soluções e compartilhar novas ideias de negócios.

“Estamos observando muitas novidades de startups no segmento de Internet das Coisas e buscamos manter um radar de inovação, trocando experiências sobre novos produtos e modelos de trabalho. A Embratel acredita que ao incentivar empreendedores irá obter resultados surpreendentes, com novas parcerias, criações compartilhadas e novos produtos em área de crescimento como a de IoT”, afirma Eduardo Polidoro, Diretor de Negócios de IoT da Embratel.

A parceria da Embratel com startups é duradoura, uma vez que a companhia patrocina há anos diversos eventos direcionados para esse segmento, além de sempre estudar novas ideias propostas. Essa colaboração já resultou em importantes soluções geradas a partir da troca de informações e experiências de mercado. Entre os setores atendidos pelas tecnologias criadas em sinergia com startups estão o automotivo, energia, cidades e saúde, por exemplo.

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Edtechs e Fintechs: Entenda os setores que mais recebem investimentos no Brasil

Por Guilherme Freire

Qual setor terá uma maior expectativa de sucesso para esse e os próximos anos? O questionamento é mais do que compreensível, pois estamos em um ano de revitalização da economia e uma série de problemas a resolver. Além da baixa estimativa de melhora – especialistas apontam um crescimento de 3% para este ano.

Diante disso, apostar em segmentos que tenham grande potencial de atrair investimentos pode ser uma boa tática para uma consolidação mais ágil no mercado. Hoje, o empreendedor brasileiro que inicia uma startup enfrenta dois grandes desafios: a necessidade de levantar capital e a falta de know-how operacional.

Quando falamos em startups, uma das alternativas para angariar aportes são os investidores anjo, que são pessoas físicas que investem seu próprio capital em empresas em estado nascente. Outra opção são os fundos de venture capital que entram no estágio seguinte, caso a empresa consiga demonstrar um bom potencial de crescimento. Essas duas modalidades de investimento estão começando a ganhar escala e a tendência é que cada vez mais aumente o volume de investimentos em novas empresas.

Empresas na área de tecnologia aplicada à educação (Edtechs) e ao setor financeiro (Fintechs) atraíram muitos investimentos em 2018 – e a promessa é que esse movimento continuará nos próximos anos. Estes são os setores preferidos devido as oportunidades de “disruption”, ou seja, a facilidade de criar novas soluções utilizando inovações tecnológicas que criem um impacto relevante no setor.

O mercado de Fintechs está cada vez mais aquecido por conta do potencial dessas startups no mercado brasileiro. Em 2017, as fintechs movimentaram mais de R$ 457,44 milhões em investimentos, segundo monitoramento do Conexão Fintech. Em 2018, a Nubank, primeira fintech a se tornar um unicórnio brasileiro, recebeu um aporte de US$150 milhões. Os valores arrecadados ultrapassaram o total do ano passado em apenas dois meses.

Já as Edtechs representadas por empresas como o Veduca e o Descomplica (que recentemente recebeu aporte de 54 milhões) usam tecnologia, plataformas e cursos onlines para melhorar a educação no país, onde o ensino tradicional se limita apenas as salas de aula.

Tanto o setor de fintechs quanto o de edtechs avançam em ritmo acelerado. No entanto, ao mesmo tempo que esses segmentos abrem um leque de oportunidades, os desafios também são enormes.

No setor de fintechs, existe uma série de procedimentos ligados a leis, que definem o sistema financeiro do país, e as novas empresas tem de se encaixar no que é exigido. Algumas práticas que acontecem em vários países do mundo não funcionam no Brasil devido aos procedimentos legais, portanto é importante estar atento a isso.

Como o controle dos dados dos usuários dos bancos estrangeiros, por exemplo. Um banco na Europa é obrigado por lei (PSD2) a disponibilizar os dados para terceiros via APIs, enquanto no Brasil as empresas precisam negociar com os grandes bancos essa possibilidade ou encontrar outras maneiras de conseguir os dados, mesmo com o aval do cliente. Entretanto, isso deve mudar em breve pois o movimento do open banking está ganhando força no Brasil.

Já nas Edtechs, a dificuldade é com a resistência de parte do setor em mudar uma realidade que está moldada no mesmo formato há muito tempo. Este é um processo grande e o empreendedor do nicho de educação tem de estar planejado para isso.

Independente do setor, quando se abre um empreendimento é importante ter clareza quanto à relevância do problema que seu negócio vai tentar resolver e se a sua solução é viável do ponto de vista financeiro e técnico. Depois, o trabalho é juntar os melhores talentos com o objetivo de garantir que a execução seja feita conforme o planejado. Se a linha de trabalho estiver com esses dois pontos bem definidos a consequência será muito positiva.

Guilherme Freire é MBA pela Wharton Business School na Universidade da Pensilvânia e Co-fundador da Wharton Alumni Angels Brasil

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Aceleradora de Negócios Organica chega ao Rio Grande do Sul

A Aceleradora de Negócios Organica anuncia sua expansão rumo ao Sul do País com a oficialização da sua chegada a Porto Alegre (RS). A nova operação reforça o crescimento da empresa fundada em 2014 por Roni Cunha Bueno e Renato Mendes e tem como objetivo atender à demanda de clientes que buscam criar modelos de negócio vencedores dentro da Nova Economia.

À frente da expansão para a praça está a sócia Luciane Aquino. Ela explica que a chegada ao Rio Grande do Sul foi um movimento natural do mercado. “O mercado de Porto Alegre é muito rico e nós temos sido procurados por muitas empresas com potencial para crescimento na economia digital. Algumas são startups já com tração e que precisam crescer ainda mais rápido, e outras são empresas tradicionais que perceberam que precisam dominar o digital para não perder mercado, mas não conseguem vencer as barreiras culturais para ter sucesso”, comenta Luciane.

No Rio Grande do Sul, a Organica já está trabalhando com as empresas como a Umbler, de hospedagem em nuvem por demanda, Rocket.Chat, plataforma de chat corporativo, e Delivery Center, solução de entregas que integra varejo online e offline.

Em todo País, a aceleradora já auxiliou mais de 40 empresas a crescer, entre elas MaxMilhas (Melhor startup 2017 pela Startup Awards), Méliuz (Melhor startup 2016 pela Startup Awards), Dr. Consulta (Empresa de maior impacto 2017 pela Latam Founders), Banco Votorantim, Mercado Bitcoin, Netshoes, Banco Modal, Banco Olé (Grupo Santander), Oi, Time for Fun, Terra, GetNinjas, Leiturinha, Netfarma, Serasa Experian, Empiricus, Netfarma, e.Bricks Ventures, Dinda, Object Edge, ProntMed, entre outras.

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Plataforma de vídeo recrutamento é selecionada para programa de scaleup da Oracle

A HRTech Jobecam, plataforma de recrutamento e seleção que conecta empresas a candidatos através da tecnologia de vídeo e IA (Inteligência Artificial), é aceita no Programa Oracle ScaleUp. A startup irá trabalhar com o Ecossistema Oracle ScaleUp e suas ferramentas globais.

O objetivo da Jobecam é auxiliar o processo seletivo das empresas, tornando-o ainda mais dinâmico e acessível, além de trazer economia de tempo e dinheiro. Os algoritmos da Jobecam dão “match” e selecionam os melhores candidatos para a vaga.

“Nós queremos revolucionar o mercado HRTech trazendo a acessibilidade da tecnologia de vídeo dentro dos processos seletivos, tanto para empresas como para candidatos”, diz Cammila Yochabell, fundadora e CEO da Jobecam.

O programa global da Oracle para startups tem como missão promover parcerias colaborativas e enriquecedoras para o crescimento da próxima geração e impulsionar inovações baseadas em nuvem para startups em todas as etapas de sua jornada. Para isso, a Oracle disponibilizará para suas startups residentes e não residentes programas que potencializam a inovação tecnológica.

O Oracle ScaleUp Ecosystem foi desenhado para permitir o crescimento em escala de startups maduras, empresas de capital de investimento ou de capital privado. Além disso, o programa permite que a Oracle alcance mais startups, independentemente de sua localização geográfica.

O programa oferece orientações, suporte de P&D, ativadores de marketing e vendas, assistência de migração, créditos e descontos na nuvem e acesso aos ecossistemas de clientes e produtos da Oracle.

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Startup torna logística 4.0 acessível a PMEs

Startups têm sido grandes aliadas das empresas para ganhar eficiência na logística – área responsável por boa parte dos gargalos na produção. De acordo com a consultoria ILOS, os custos logísticos correspondem a 12,3% do PIB brasileiro e cerca de 8% da receita líquida das empresas. De pequenas companhias a gigantes, gestores apostam em novas soluções para aprimorar a área.

É o caso da LinkApi, que vem crescendo rapidamente – em menos de 1 ano já faturou mais de R$ 1 milhão – oferecendo uma solução inédita no Brasil e no mundo: uma ferramenta com baixo custo e de fácil implementação para integrar todos os sistemas de uma empresa – permitindo uma logística mais inteligente e econômica.

“Com a revolução da nuvem e softwares cada vez mais focados em uma funcionalidade, as empresas começaram a contratar cinco ou seus sistemas para resolver questões específicas. Mas logo perceberam um problema: é preciso integrar tudo isso para ter eficiência e melhorar a experiência de compra para seus clientes. Por exemplo, uma loja virtual precisa que tudo esteja alinhado: estoque, envio dos produtos, notas fiscais”, explica Thiago Lima, CEO do LinkApi.

Dor de cabeça das empresas

Integração entre sistemas, no entanto, costuma ser um trauma para programadores, pois há inúmeros tipos de linguagens e códigos. A startup inovou ao criar uma linguagem universal de comunicação com qualquer aplicação, de qualquer ecossistema, desde plataformas de e-commerce, CRM’s, ERP’s, sistemas de finanças e logística, com mais de 150 aplicações. Outra inovação é o modelo marketplace, denominado “Integration Store”, onde o cliente tem à disposição – em um ambiente único, como em uma loja de aplicativos – integrações diversas para suas necessidades e poderá escolher, de forma personalizada, o que deseja oferecer aos seus usuários.

“A ferramenta pode ser usada por qualquer empresa que precisa integrar sistemas. Na área de logística, temos grandes cases – tanto companhias que melhoraram seu processo logístico, quanto empresas de logística que usam a ferramenta para se comunicar com o sistema de seu cliente”, explica Lima.

Logística 4.0 e Omnichannel

Inovações promovidas pelas startups, como a “loja de integrações”, aproximam PMEs de algo até então só possível para as gigantes, como a Logística 4.0, com processos conectados e eficientes, e omnichannel, com convergência dos pontos de venda. “Um dos primeiros passos para quem está aderindo ao omnichannel é ter atenção com as integrações entre seus canais. De nada adianta comprar no site, por exemplo, e ao chegar na loja não encontrar o pedido pronto. Com esta nova tecnologia, não é preciso investir bilhões para garantir que seus canais estejam integrados”, afirma Thiago.

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Startups querem profissionais versáteis e ágeis, afirma Randstad

As startups, como são conhecidas as novas empresas com potencial de inovação, têm tomado cada vez mais espaço no mercado brasileiro. Com o DNA jovem e inovador, esse modelo de negócio ganhou a atenção dos profissionais e viram suas vagas se tornarem disputadas. No entanto, não é todo mundo que se adequa ao modo de trabalho.

De acordo com Frederico Costa, gerente da Randstad Technologies, o perfil de colaborador desse tipo de empresa é mais dinâmico e pouco convencional. “Por estar em fase de desenvolvimento e crescimento, as startups buscam por pessoas multifuncionais. Isso quer dizer que o profissional dificilmente desenvolverá somente uma tarefa. Na verdade, a tendência é que ele transite por diversos setores da empresa”, explica.

Por isso, os jovens sentem-se mais atraídos pelas startups – e a recíproca é verdadeira, já que um profissional com mais experiência de mercado já desenvolveu uma forma de trabalhar e adaptar-se à nova mentalidade pode ser difícil. “É necessário que o candidato tenha resiliência para trabalhar em um cenário de mudanças contínuas e equipes enxutas”, comenta o especialista.

Em consonância, os processos seletivos também são diferenciados: a agilidade é essencial. Enquanto uma empresa tradicional realiza um recrutamento dentro de um período médio de três semanas, as startups completam o processo em apenas uma, considerando da primeira lista à contratação.

Quando o assunto é posição de liderança nas startups, Costa explica que, na maioria dos casos, a cúpula das startups é formada por pessoas de confiança dos fundadores. “Precisa ser alguém que faça o fundador sentir-se confortável em entregar a responsabilidade de um pedacinho do seu próprio negócio”, observa. O especialista ainda dá a dica de ouro: “Networking é a palavra-chave. Faça contato com pessoas do setor e esteja sempre trocando informações. A maior parte dos cargos altos de startups são preenchidos por conhecidos e indicações”.

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7 dicas para quem quer fundar uma startup

Dois em cada três jovens brasileiros desejam empreender, mas a maioria não sabe por onde começar, segundo uma pesquisa da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro divulgada este ano. Pensando nisso, a Udacity estruturou um passo a passo simples sobre como escolher uma ideia, definir seu segmento de clientes, validar hipóteses, criar um produto mínimo viável, estruturar seu pitch e arrecadar fundos, além de montar a equipe ideal.

Confira as dicas de Renata Goldfarb, gerente de produtos responsável pelo curso Nanodegree Startup Founder da Udacity — conhecida como a Universidade do Vale do Silício:

1º passo: escolha uma ideia

Para definir seu ponto de partida, a ferramenta mais recomendada é o Canvas. Ele possui 9 componentes a serem respondidos ao longo do processo de criação da sua startup: proposta de valor, segmentos de mercado, canais, relacionamento com clientes, atividades-chave, recursos-chave, parcerias-chave, fontes de receita e estrutura de custos.

Nesse primeiro passo, comece pela proposta de valor: ela te ajudará a definir o foco do seu negócio, que deve ser disruptivo. Ela normalmente é construída em cima de uma frase inspiradora, que se inicia com um verbo e esclarece todo o objetivo do negócio.

Caso você ainda não possua uma ideia, é possível começar a pesquisar problemas existentes que você tem interesse em resolver. Também é importante saber qual é o tamanho do seu mercado, compreendendo qual será a demanda para a sua solução. Se o seu mercado total disponível não é de mais de R$ 1 bilhão, por exemplo, você provavelmente não terá uma ideia competitiva o suficiente para participar de rodadas de investimento.

2º passo: defina seu segmento de clientes

Em seguida, é preciso saber — da forma mais precisa possível — qual é o segmento de clientes em que você irá atuar. Para isso, é preciso criar a sua “persona”: um detalhamento minucioso de quem será o cliente típico que consumirá seu produto ou serviço, passando por informações como comportamento, características demográficas, motivações, objetivos, desafios e preocupações.

Em adição a isso, também é preciso se atentar ao Job to be done. Segundo o professor de Harvard Clayton Christensen, quando alguém compra um produto, sua intenção é “realizar um trabalho específico”. Ou seja, o cliente tem uma necessidade a ser resolvida que, geralmente, está ancorada em características funcionais, emocionais, pessoais ou sociais.

3º passo: valide hipóteses

Esta é uma fase de pura pesquisa, na qual você precisará ouvir empaticamente o seu potencial cliente — no ambiente dele —, entendendo também se a operação será B2C ou B2B. O objetivo é encontrar o Product market fit, ou seja, a relação e conexão entre a sua ideia e o cliente.

Existem três perguntas a serem respondidas durante esta etapa: “quais as dores que o cliente sente?”; “quais os ganhos que minha proposta de valor gera para ele?”; e “quais as tarefas necessárias para que isso aconteça?”.

Após esse levantamento, pode ser que você perceba que a sua hipótese estava parcial ou totalmente incorreta. Mas não desanime: essa descoberta é essencial para que você retome o seu Canvas e adapte-o. Quanto antes você identificar isso, mais próximo você estará do que é uma startup, segundo Steve Blank: “Startup é uma organização temporária projetada para buscar por um modelo de negócios escalável e repetível, que atua num ambiente de extrema incerteza”.

4º passo: crie o MVP (produto mínimo viável)

Criar o seu primeiro MVP também deve estar entre as prioridades de quem deseja fundar uma startup. O seu produto mínimo viável, inclusive, pode ser algo bastante simples, de baixa fidelidade, ou até mesmo uma landing page do produto. Trata-se de um protótipo que será utilizado para validar as hipóteses definidas na etapa anterior — por isso, esses dois passos devem acontecer, preferencialmente, de forma simultânea.

Aqui já é, também, o momento ideal para definir modelo de receita e estrutura de custos, de modo que você comece a entender como vai ganhar dinheiro. Importante: você já pode começar a monetizar desde o primeiro dia com o seu MVP, comprovando que o negócio é viável.

Após essa fase de validação, pode existir a necessidade de pivotar sua ideia, isto é, mudar o seu modelo de negócios a fim de adaptá-lo à necessidade do seu cliente.

5º passo: estruture seu pitch

Pitch nada mais é do que uma apresentação curta, de 3 a 5 minutos, realizada com o objetivo de despertar o interesse de quem está te ouvindo. De forma sucinta, ela explica qual problema a sua startup está disposta a resolver, qual o seu diferencial na comparação com as demais ideias e como você vai ganhar dinheiro com isso.

Em competições, apresentações e eventos, existem dois tipos mais comuns: o pitch em si, apresentado de forma verbal, e o “pitch deck” — um material mais completo, enviado para o investidor entender sozinho tudo que contempla seu negócio. Entre os tópicos mais comuns, o empreendedor pode abordar temas como problema a solucionar, vantagens do produto ou serviço, entendimento do mercado, modelo de negócio, investimento necessário, teste com usuários, etc.

6º passo: arrecade fundos

Já ouviu falar em FFF (family, friends and fools)? Uma rede composta por familiares, amigos e pessoas que acreditam na sua ideia pode te ajudar durante o processo de levantamento de capital, especialmente enquanto ainda não há investidores-anjo interessados no seu negócio.

Essa é uma etapa importante para que você passe a ganhar tração, isto é, consiga alcançar as métricas estabelecidas para medir o sucesso da sua ideia (acessos ao site, geração de leads, vendas, etc.). Em resumo, o investimento no seu negócio em algum momento se tornará imprescindível para você continuar crescendo.

Bônus: monte a equipe ideal

Em linhas gerais, um empreendedor que atua de forma individual dificilmente consegue se virar sozinho: além da criação de uma startup ser um processo bastante demandante, há diversas habilidades técnicas e comportamentais que ele provavelmente não possui, mas pode complementar a partir de um ou mais sócios. Além disso, uma equipe composta por pessoas com perfis complementares é algo muito valorizado por investidores e aceleradoras.

Para garantir essa homogeneidade da equipe e encontrar profissionais realmente bons e engajados, é válido participar de meetups e eventos, conversar com empreendedores mais experientes e até mesmo montar uma rede de mentores que podem te ajudar nesse processo — ou seja, aumentar seu networking.

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Thomson Reuters Brasil lança o seu primeiro programa de aceleração de startups

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, anuncia o lançamento da primeira edição do Accelerator Day for Lawtechs, programa de aceleração para startups, realizado em parceria com a AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs). As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de junho de 2018, através do link, e são válidas para startups que já tenham soluções de tecnologia focadas em apoiar a rotina dos profissionais jurídicos. Podem participar empresas de todas as regiões do Brasil. A apresentação dos finalistas e vencedores do programa acontece no dia 4 de julho, no escritório da Thomson Reuters, em Campinas, cidade do interior de São Paulo.

Com o objetivo de agregar ainda mais eficiência ao Legal One, software jurídico e inteligente da Thomson Reuters, nesta primeira edição do Accelerator Day for Lawtechs, a companhia pretende encontrar startups que exibam as melhores ferramentas tecnológicas para o mercado jurídico, e que sigam os pilares: Crawlers (robôs), Legal Trends e Algoritmos Preditivos.

Crawlers, também conhecidos por robôs, que tenham funções de automatizar processos, como monitorar, consultar, capturar e armazenar informações de processos jurídicos nos portais dos Tribunais e nos Diários Oficiais. O Legal Trends, trata-se da capacidade de combinação de dados estatísticos e análises jurídicas, com por exemplo, a probabilidade de êxito e perda, contemplando diferentes critérios de filtros e suas combinações. Já os Algoritmos Preditivos são as ferramentas de leitura, que interpretam e analisam, de forma automática, os processos e as recomendações automáticas de conteúdos que direcionem a atuação do escritório ou departamento jurídico.

Após o período de inscrições, de 15 a 22 de junho, a Thomson Reuters selecionará nove startups, sendo três novatas para cada categoria (Crawlers, Legal Trends e Algoritmos Preditivos). Estes selecionados terão a chance de apresentar as suas inovações no dia 4 de julho, onde a comissão julgadora definirá as três vencedoras – uma por categoria.

As empresas consagradas terão, como incentivo de aceleração, a chance de interagir com os colaboradores, a estrutura e as tecnologias Thomson Reuters, para assim testar as suas soluções de tecnologia no software Legal One. Caso essas soluções sejam integradas às da Thomson Reuters, a iniciativa pode ainda contribuir com o mercado jurídico brasileiro.

“O Accelerator Day for Lawtechs surgiu por acreditarmos que, fora da nossa empresa, há também outras ideias confiáveis, que muito poderão contribuir com as tecnologias já oferecidas ao mercado jurídico no Brasil. E com essa experiência, além de tentar apresentar um serviço ainda mais eficiente aos nossos clientes, vamos tanto aprender quanto contribuir com estas startups, como também colaboramos com o futuro do Direito no Brasil”, explica Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.

Saiba mais sobre esta edição do Accelerator Day for Lawtechs, através do regulamento.

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Premiação dará a startups a oportunidade de se conectarem com mentores e investidores

Startups que desejam participar da Corrida de Unicórnios, ainda podem se inscrever. A competição que é considerada o maior desafio de startups do País, tem o objetivo de elencar as empresas com o maior potencial de mudar mercados tradicionais. Os finalistas além de contato com investidores e mentores para seus negócios, participarão do Consumidor Moderno Experience Summit, que em 2018 acontece em Madrid (Espanha), ao lado de 100 executivos de grandes empresas.

Para esta fase, a premiação procura startups dos eixos de Customer Experience (CX) e Inovação – nesta categoria podem ser inscrever empresas que têm soluções nas seguintes áreas: Mobilidade, Fintechs, Healthtechs, HRtechs, Insurtechs, Educação, Construtechs, Lawtechs, Transformação Digital, Cidades Inteligentes, Logística, Robótica e soluções que ajudem companhias a aumentarem sua eficiência operacional.

As startups de inovação têm até o dia 25 de junho para realizarem as inscrições. Elas passarão por uma triagem que terá o resultado divulgado no dia 4 de julho, já no dia 12 de julho, as startups vencedoras da etapa realizarão um pitch para uma banca de jurados. Já as vertentes de CX terão até o dia 2 de julho para realizarem as inscrições – seguindo o cronograma, serão avaliadas por mentores com resultado divulgado até o dia 10 de julho e, no dia 17 de julho as escolhidas da etapa realizarão seus pitchs para especialistas na área.

Serão, ao todo, sete etapas da Corrida, divididas em inscrição, pitches e semifinais de cada vertical de eixo – uma delas já foi finalizada, a vertical de varejo. As semifinais acontecerão nos principais eventos corporativos do País – BR Week, Whow! Festival de Inovação e Conarec, que juntos reúnem mais de 12 mil executivos qualificados de diversos setores da economia.

Em sua primeira edição, o desafio conta com apoio de empresas que atuam no ecossistema de inovação, como ABComm, ABFintech, Fiap, Inseed, OasisLab, RME – Rede Mulheres Empreendedoras, USP, WeWork, além do apoio e metodologia de avaliação de Felipe Matos, autor da obra “10.000 Startups” e um dos maiores especialistas de startups do País.

As inscrições são gratuitas e estão abertas e vão até o dia 25 de junho para a vertical “Inovação” e 2 de julho para a vertical de CX. Para todas as informações, clique aqui.

CRONOGRAMA – VERTICAL “INOVAÇÃO”

25 de junho (segunda-feira) – Encerramento das inscrições das startups – Vertical “Inovação”
4 de julho (quarta-feira) – Divulgação da avaliação dos mentores – Vertical “Inovação”
5 de julho (quinta-feira) – Compilação das escolhidas pelos mentores e comunicação às startups – Vertical “Inovação”
12 de julho (quinta-feira) – Pitches da vertical “Inovação”

CRONOGRAMA – VERTICAL “CUSTOMER EXPERIENCE (CX)”

2 de julho (segunda-feira) – Encerramento das inscrições das startups – Vertical “Customer Experience (CX)”
10 de julho (terça-feira) – Divulgação da avaliação dos mentores – “Customer Experience (CX)”
11 de julho (quarta-feira) – Compilação das escolhidas pelos mentores e comunicação às startups – “Customer Experience (CX)”
17 de julho (terça-feira) – Pitches da vertical “Customer Experience (CX)”

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Natura prorroga prazo de inscrição para o programa de aceleração de startups

A Natura, em parceria com o CESAR, prorrogou as inscrições para os interessados em participar do primeiro Programa de Aceleração de Startups da empresa. O prazo final é dia 17 de junho e os candidatos podem fazer o cadastro em: www.natura.com.br/startups

O objetivo do Programa de Aceleração é estimular o crescimento de startups em segmentos de mercado de interesse da Natura, contribuindo para acelerar a inovação e superação de desafios dentro da empresa, em uma relação de colaboração e incentivo mútuo. Na chamada pública para participação, as startups terão que propor soluções para desafios estratégicos da Natura, já mapeados para o programa e comunicados no portal.

“Acreditamos que esta iniciativa contribui para o desenvolvimento do ecossistema de startups no país, ajudando no desenvolvimento e amadurecimento para que elas se tornem mais competitivas no mercado”, afirma Luciano Abrantes, diretor de inovação digital da Natura.

As startups pré-selecionadas passarão por um Comitê de Investimentos, realizado em parceria com o CESAR.Labs, programa de aceleração de empresas do CESAR, no qual serão avaliadas as necessidades das empresas selecionadas e o aporte de recursos financeiros, em parceria com investidores-anjo, no valor de até R$ 100 mil. A partir da assinatura do contrato, serão nove meses de aceleração, no qual a Natura irá contribuir para o desenvolvimento dessas empresas por meio da proposição de desafios, apoio e execução do programa e mentorias com executivos ao longo da duração do programa. Ao fim do ciclo, as startups poderão ser contratadas pela Natura como parceiras.

A iniciativa faz parte do Programa Natura Startups, lançado em 2016, com o propósito de fomentar a cultura inovadora dentro da Natura e incentivar o empreendedorismo e o ecossistema de startups envolvidos com a empresa.

Sobre o Programa Natura Startups

Lançado em 2016, o Programa Natura Startups reforça a atuação da companhia no ecossistema de inovação, uma ferramenta relevante para fomentar o empreendedorismo e gerar novas oportunidades e conexões. No ano passado, mais de 100 empresas se inscreveram no programa, das quais 14 firmaram contrato para teste-conceito e três se tornaram fornecedoras da empresa. No primeiro semestre de 2018, já recebemos mais de 30 novas inscrições em nosso portal.

Inscrições: até 17 de junho

Site: www.natura.com.br/startups

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Última semana para inscrições no EDP Starter Brasil 2018

Startups de qualquer região do País só têm até o próximo dia 31 de maio para se inscreverem na segunda edição do EDP Starter Brasil, programa de aceleração voltado a empreendedores com soluções para o setor de energia. Interessados podem se cadastrar no www.edpstarter.com/brasil.

As equipes escolhidas durante o processo de seleção terão acesso a uma estrutura completa para suportar o desenvolvimento do seu negócio, com consultoria especializada em inovação, mentoria de executivos da EDP e de especialistas do mercado, espaço de coworking no Wework, e assessoria em diversas áreas de negócio, customizadas para as necessidades de cada empreendedor. Um dos principais diferenciais do programa é a possibilidade de investimento de até R$ 10 milhões nas startups participantes.

Além de conquistarem uma entrada no mercado de energia, as participantes passam a integrar a comunidade global do EDP Starter. Dentro do ecossistema, terão acesso a diversas oportunidades, como a possibilidade de desenvolvimento de projetos piloto financiados pela EDP, abertura a novos mercados, como a Europa, com mentoria internacional e participação em outras competições, entre elas o Seed Race e o EDP Open Innovation, além de um potencial investimento por meio da EDP Ventures, fundo de capital de risco do Grupo.

“Ao ingressarem no programa, as startups passam a fazer parte de uma comunidade global de apoio ao empreendedorismo. Atualmente, temos cinco empresas brasileiras em nosso portfólio, parte delas provenientes da última edição do EDP Starter, e estamos desenvolvendo projetos piloto com quatro delas, com resultados promissores”, ressalta Lívia Brando, gestora de inovação da Companhia.

Nessa edição, o EDP Starter está em busca de novas ideias em seis temas estratégicos: Soluções com Foco no Cliente, Inovação Digital, Energias Renováveis, Armazenamento de Energia, Redes Inteligentes e Soluções de suporte para áreas que não são core business. Para exemplificar, algumas das principais soluções seriam nas áreas de Mobilidade Elétrica, Baterias, Analytics, Gestão de Energia, Modelos de Predição, Internet das Coisas, Realidade Aumentada, Inteligência Artificial, BlockChain, Meios de Pagamento, entre outras.

A iniciativa foi organizada em conjunto com a Tropos Lab, consultoria de inovação que participará diretamente do processo de seleção e desenvolvimento das startups, com aplicação de metodologia própria, além de disponibilizar seus mentores especializados para auxiliar as equipes ao longo de todo o programa.

Etapas do Processo

Após avaliação dos formulários de inscrição e das entrevistas, serão classificadas dez startups para participar de um Bootcamp de dois dias. Nesta primeira fase do programa, os empreendedores participarão de um PitchFest para apresentarem suas ideias à EDP, e cinco empresas serão selecionados para continuar na próxima etapa.

As escolhidas passarão, então, por um processo de aceleração e desenvolvimento durante três meses. O programa contempla a validação do modelo de negócio, criação de proposta de projeto-piloto, validação da solução junto à EDP, além das mentorias especializadas para suportar o desenvolvimento dos modelos de negócio visando escala comercial.

O EDP Starter terá sua grande final em setembro, quando as startups se reunirão em um Demoday. Elas demonstrarão suas soluções e desenvolvimento obtido ao longo do programa a um público diverso, com executivos da EDP Ventures, investidores de mercado e parceiros de negócio. A equipe ganhadora terá a oportunidade de participar do WebSummit em Lisboa, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, além de poder conhecer o ecossistema europeu.

Ecossistema de inovação no Brasil: uma história de sucesso

Os brasileiros são destaque na comunidade global de empreendedorismo do Grupo EDP desde 2016, quando a cearense Delfos Intelligent Maintenance venceu o concurso EDP Open Innovation e levou 50 mil euros para investir na sua plataforma.

A partir da criação do EDP Starter Brasil, em 2017, as oportunidades para as startups nacionais cresceram ainda mais. Na primeira edição, cinco equipes de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais foram escolhidas para o programa de aceleração e puderam alavancar seus negócios. Ao final, a mineira Enercred levou o primeiro lugar e viajou ao Vale do Silício em uma das missões da StartSe, uma das maiores plataformas de empreendedorismo do País.

Também vale destacar o reconhecimento da brasileira COSOL Condomínio Solar no EDP Open Innovation do ano passado. A empresa apresentou uma solução com blockchain e ficou entre as três ganhadoras da competição, podendo apresentar sua solução no WebSummit.

Em Portugal, onde é realizado desde 2012, o ecossistema empreendedor da EDP já recebeu mais de 2.500 candidaturas e apoia 34 startups em diferentes áreas. No total, o Grupo investiu 25,6 milhões de euros nos projetos que auxiliou, sendo que os negócios incubados já geraram mais de 40 milhões de euros de receita e mais de 500 empregos”.

Primeira etapa da Corrida de Unicórnios avaliará startups de varejo

A Corrida de Unicórnios, primeira competição de startups do País, terá seu pontapé inicial. Na quarta-feira, 23 de maio, de 9h às 13h, acontece o primeiro pitch que avaliará as empresas da categoria de varejo. Nessa etapa, as startups serão analisadas por jurados da área que vão escolher quem seguirá na competição.

Entre os confirmados para avaliar as startups estão Vitor Magnani, Public Policy do iFood; Adriana Bessa, sócia do Lojão do Brás; André Almeida, VP da Vertical de Comercial para América Latina da Unisys e Bruno Maletta, sócio da Consumoteca.

A Corrida de Unicórnios ainda selecionará startups nos eixos de Customer Experience e Inovação. Ao todo, serão sete etapas da Corrida, com pitches e semifinais de cada vertical de eixo. A grande final será em setembro, entre os dias 4 e 5, no Conarec (Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente), o maior e melhor congresso sobre as melhores práticas de relacionamento entre empresa e cliente do mundo, quando três startups finalistas, uma por vertical, se apresentarão. Será escolhido um vencedor de cada categoria que, além dos benefícios conjunto, receberá uma viagem com tudo pago para Madri, na Espanha, com grandes executivos no Consumidor Moderno Experience Summit, um evento diferenciado que combina conhecimento, dinâmicas e ações que privilegiam experiências inéditas durante um período de cinco dias. Ainda estão abertas as inscrições para as categorias de Customer Experience e Inovação.

Sobre a Corrida de Unicórnios

Em sua primeira edição, a Corrida de Unicórnios tem como objetivo de elencar as empresas com o maior potencial de mudar mercados tradicionais que podem virar Unicórnios, ou seja, aquelas startups que valem mais de US$ 1 bilhão.

O desafio conta com apoio de empresas que atuam no ecossistema de inovação, como ABComm, ABFintech, Fiap, Inseed, OasisLab, RME – Rede Mulheres Empreendedoras, USP, WeWork, Anjos do Brasil, além do apoio e metodologia de avaliação de Felipe Matos, autor da obra “10.000 Startups” e um dos maiores especialistas de startups do País.

Corrida de Unicórnios- Pitch Varejo

Data: 23 de maio

Horário: De 9h às 13h

Local: WE WORK PAULISTA

Endereço: Avenida Paulista, 1374 – Bela Vista

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Darwin Startups faz parceria com TransUnion para impulsionar programa de aceleração

Para impulsionar ainda mais a inovação no Brasil, a TransUnion, companhia global de soluções de informação presente no Brasil desde 2012, e a Darwin Startups, um dos primeiros programas de aceleração de startups baseado em Santa Catarina, anunciaram hoje uma parceria que ajudará as principais startups do país.

Nesta iniciativa focada no ecossistema de startups no Brasil, a TransUnion tem como objetivo incentivar o desenvolvimento de soluções inovadoras e por isso apoiará o programa de aceleração do Darwin Startups, que acontece anualmente.

A parceria é um reflexo de atuação global da TransUnion em inovação, bem como da confiança no desenvolvimento do mercado brasileiro, onde já oferece soluções reconhecidas em diversos segmentos. De acordo com um estudo feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a organização Finnovista, o Brasil possui a maior concentração de FinTechs na América Latina.

“A TransUnion é uma empresa com veia inovadora, que busca melhorar a qualidade de vida das pessoas, viabilizando o acesso a bens e serviços por meio de soluções para a tomada de decisão no relacionamento das organizações com seus clientes e parceiros. Por isso, vimos no Darwin uma oportunidade de apostar ainda mais em inovação no mercado brasileiro, contribuindo com o desenvolvimento do mercado e, consequentemente, ajudando a oferecer novas tecnologias que impactem a vida dos brasileiros”, afirma Juarez Zortea, Presidente da TransUnion no Brasil.

O Darwin Startups, novo parceiro da TransUnion, surgiu em 2015 e tem escritórios em Florianópolis (SC) e São Paulo (SP). O trabalho da aceleradora consiste em investir financeiramente e auxiliar as startups selecionadas por meio de mentorias e networking para o desenvolvimento de projetos inovadores. Até 2017, o programa investiu R$ 6 milhões em startups e a expectativa para 2018 é aportar cerca de R$ 5 milhões. No total, 30 empresas já foram investidas e neste ano o projeto pretende apoiar até 20 novas startups.

Os negócios selecionados pela aceleradora podem receber até R$ 170 mil líquidos e mais R$ 500 mil em benefícios / serviços. As empresas que participam do processo seletivo são voltadas para Big Data, Fintech, Insurance, TI e Telecom, áreas de atuação dos parceiros do Darwin Startups (B3, Neoway, RTM, CNSeg Par), que agora passa a contar também com a TransUnion.

“Nós procuramos reunir os parceiros ideias para ajudar as startups a atingirem o melhor do seu potencial. Procuramos times formados por pessoas com experiência prévia nos mercados em que atuam, perfis complementares e um sonho grande”, afirma Marcos Mueller, CEO do Darwin.

Em março de 2017, a TransUnion inaugurou o Innovation Lab, espaço de cocriação instalado na sede da companhia em Chicago, em que FinTechs são convidadas a desenvolver soluções com suporte e mentoria dos profissionais da TransUnion. Em abril deste ano, o escritório da TransUnion nos Estados Unidos lançou o Startup Credit Kit, solução que oferece às novas empresas acesso rápido e fácil a informações e dados alternativos referentes a tendências de crédito e prevenção a fraude.

No Brasil, a TransUnion também lançou recentemente um espaço com foco em inovação, o The Hub – TU, que ainda reúne áreas para ações voltadas à qualidade de vida, e de interação e convivência horizontal entre colaboradores e a comunidade em geral, incluindo clientes e parceiros. “Essa parceria traz numerosas circunstâncias favoráveis à troca, em que podemos compartilhar nossos conhecimentos com empresas inovadoras, ao mesmo tempo em que aprendemos em um ambiente criativo de startups”, acrescenta Zortea.

O primeiro resultado da parceria entre a empresa e o Darwin será a participação da TransUnion na 4ª turma do programa de aceleração, que terá início ainda no primeiro semestre deste ano.

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Liv Up é uma das startups selecionadas para o Launchpad Accelerator de São Paulo

A Liv Up, startup de alimentação saudável , comemora mais um momento importante em sua trajetória. Ela foi uma das selecionadas para o Launchpad Accelerator São Paulo, sendo a única do segmento de alimentação. Ao lado de Contentools, Docket, JetBov, Mandaê e Vérios, a empresa deverá implementar as principais tecnologias do Google em seus produtos, como Inteligência Artificial, Machine Learning e Google Cloud Platform.

O programa, que tem duração de três meses, tem como objetivo ajudar as startups do país a desenvolver seus produtos e tecnologias de maneira a deixa-las mais atraentes, escaláveis e impactantes para seus respectivos mercados de atuação.

Victor Santos, um dos fundadores da Liv Up, afirma que “Participar do Launchpad e trabalhar lado a lado com o time do Google será uma grande oportunidade para desenvolvermos novas tecnologias e melhorar ainda mais a experiência dos nossos clientes”.

Nos últimos cinco anos, o Launchpad já ajudou aproximadamente 135 startups dos quatro continentes ao redor do mundo. Dentre esse total, 27 foram brasileiras, incluindo Nubank, QuintoAndar e Love Mondays. Além disso, o país foi um dos três primeiros participantes, depois de Israel (Tel Aviv) e Nigéria (Lagos).