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Banco do Brasil irá selecionar fintechs durante o Fintouch 2018

O Banco do Brasil, em parceria com a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) e Startup Farm, irá selecionar fintechs para entrar na sua plataforma de Open Banking, lançada há um ano. A ideia é facilitar o processo de entrada e expandir as parcerias, dando mais um passo em relação ao movimento iniciado em 2017. Para isso, o Banco do Brasil estará presente no Fintouch 2018.

“Estaremos com um estande recheado de conteúdo e três sessões de Open Mic. É vai lá e faz. Serão três horários, com pitches de até cinco minutos, e mais cinco de perguntas da plateia”, explica Marco Mastroeni, diretor de negócios digitais do BB. A plateia será formada por mentores de aceleração da Startup Farm, executivos do BB e investidores convidados.

“Este programa de Open Banking é uma das provas de que os bancos podem e devem se aproximar das fintechs, gerando novos negócios. A ABFintechs reconhece o Banco do Brasil como um importante parceiro na expansão das inovações promovidas pelas fintechs no mercado financeiro brasileiro”, ressalta Stephanie Fleury, Diretora Executiva da ABFintechs.

Como participar do Open Mic

As fintechs interessadas em participar devem enviar um e-mail para contato@abfintechs.com.br com o título “Eu quero uma vaga no Open Mic do BB”. Serão 15 pitches, e apenas seis podem ser pré-reservados.

Sobre o Fintouch 2018

Organizado pela Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), o Fintouch 2018, um dos maiores eventos de fintechs da América Latina, debaterá a importante transformação do mercado financeiro brasileiro graças à nova era de inovação promovida pelas startups financeiras conhecidas como fintechs. Além disso, contará com vasta programação e conectará os principais players do ecossistema ao mercado financeiro, investidores e clientes.

Fintouch 2018

Data: 8 de agosto de 2018, quarta-feira

Horário: Das 8h às 20h

Local: Transamerica Expo Center

Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP.

www.fintouch.com.br

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Conheça as 6 startups escolhidas para o terceiro ciclo da Liga AutoTech

A Liga Ventures – aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes corporações – acaba de anunciar as seis escolhidas para participar do terceiro ciclo de aceleração da Liga AutoTech – programa de aceleração que conecta grandes corporações das áreas automotiva, logística e mobilidade a startups que estão inovando no setor.

Com participação de empresas como Mercedes-Benz, Eaton, Cummins e Webmotors, o Liga AutoTech teve três etapas de seleção: triagem dos inscritos, entrevista e pitches. De acordo com Rogério Tamassia, co-fundador da Liga Ventures, o programa trará novas possibilidades de inovação e negócio para o setor automotivo.

“Percebemos que há um grande espaço entre as startups e as grandes empresas e é exatamente neste espaço que entram nossos programas de aceleração, como a Liga AutoTech, que busca unir grandes e pequenos permitindo que novos negócios sejam criados com mais agilidade, mas de maneira controlada – com o acompanhamento e apoio da equipe de gestores de aceleração e também da nossa rede de mentores”, explica Tamassia.

Conheça as startups que farão parte da Liga AutoTech
As startups escolhidas serão aceleradas durante quatro meses e terão orientações com executivos do setor e com a rede de mentores da Liga Ventures, além de terem a oportunidade de gerar novos negócios com parceiros e investidores. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups aceleradas.

De todas as startups inscritas, foram selecionadas 6 que possuem maior sinergia com as empresas parceiras. Veja a lista:

DriveOn – http://www.driveonauto.com/

A DriveOn oferece para frotas de veículos (pesados e leves) uma plataforma que integra todos os dispositivos de rastreamento e telemetria disponíveis no mercado. A startup analisa, trata e organiza esses dados gerando um score do comportamento de direção do usuário e guardando as informações no blockchain.

MOB Innovation + Engineering – http://www.mob.eng.br

MOB Innovation + Engineering traz soluções de IoT para monitoramento de ativos e equipamentos em ambientes industriais. A startup cria aplicações nas áreas de bens de consumo, energias renováveis e manufatura, utilizando metodologias desenvolvidas em parceria com universidades que são capazes de trazer inovação e uma visão multidisciplinar para as iniciativas.

Mobi7 – http://mobi7.com.br/

A Mobi7 nasceu para inovar o mercado de inteligência e informação para gestão de frotas. A startup garante não apenas a localização de cada elemento da frota, mas também a segurança e controle – reduzindo gastos com combustível e o impacto ambiental.

PeerDustry – http://www.peerdustry.com/
A Peerdustry trouxe a economia compartilhada para o setor de Manufatura, gerando competitividade para as empresas que oferecem serviços e eficiência para as empresas que compram tais serviços de manufatura.

StopClub – http://app.stopclub.com.br

O StopClub transforma espaços ociosos em pontos de vendas únicos e acessíveis para pessoas que trabalham na rua, como motoristas sob demanda. O objetivo da startup é reunir a comunidade, oferecendo produtos e serviços que ajudem nossos clientes com suas necessidades diárias. É como um coworking para trabalhadores que não são de escritório.

Sua Oficina Online – http://suaoficinaonline.com.br/

Marketplace de serviços automotivos que ajuda donos de carros a compararem preços de oficinas. A startup permite que o motorista descubra qual é o provável problema do carro e indica as oficinas mecânicas mais bem avaliadas na sua região. Além disso, funciona como um canal digital de divulgação mensurável com foco em diferenciais para fornecedores de serviço auto.

Startup Weekend sobre AdTech chega ao Brasil

São Paulo receberá, nos dias 3, 4, e 5 de agosto, a primeira edição brasileira da Startup Weekend AdTech – ou Tecnologias de Publicidade. A iniciativa da Techstars convida empreendedores, administradores, desenvolvedores, designers, cientistas de dados e profissionais de publicidade e mídia para discutirem novas soluções e ideias para o setor, que é um dos mais promissores para a criação de startups.

A edição conta com a participação da agência de publicidade AlmapBBDO, da rede de televisão SBT e do canal Discovery. Os inscritos no evento terão 54 horas para lançar novas ideias, validar os melhores insights, construir um modelo de negócio voltado a tecnologias de propaganda e marketing e desenvolver um protótipo. Cada dia contará com uma programação específica para estimular a criatividade e a viabilização dessas novas ideias.

Os desafios propostos para a criação das startups também estarão relacionados aos modelos de negócios da AlmapBBDO e do SBT, que levarão especialistas renomados de seus quadros de profissionais para atuarem como mentores junto aos grupos participantes. Os resultados finais serão apresentados a uma banca avaliadora composta pela sócia e diretora geral de planejamento da AlmapBBDO, Cíntia Gonçalves, e pelo diretor de Assuntos Institucionais e Regulatórios do SBT, Roberto Franco. As melhores ideias se tornarão startups e serão reconhecidas e contempladas com prêmios oferecidos pelos patrocinadores.

A Startup Weekend AdTech dá foco a um mercado que está em expansão. A chegada de Ad Tech ao mercado é vista como uma possibilidade de trazer mais inteligência nas áreas de publicidade e propaganda tradicionais. Seja na internet ou na TV, tecnologias que acertem ainda mais nos modos como consumidores e marcas se relacionam.

Na última versão do Global Entertainment & Media Outlook 2018-2022 da PwC, a 19ª pesquisa aponta que o segmento crescerá 4,4% nos próximos 5 anos, apontando tendências em tecnologias como Realidade Virtual e Assistentes Pessoais, sem contar mercados promissores como e-Sports e games no geral.

A 1ª Startup Weekend AdTech acontece na Distrito, plataforma e espaço coworking voltado à inovação, localizada na região da Avenida Paulista.

Mais informações no site: go.startupweekend.org/adtech

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iFood e Nubank são as startups brasileiras mais pesquisadas na internet

A SEMrush, líder global de marketing digital, realizou um levantamento neste mês, a fim de mapear as startups brasileiras mais buscadas em ferramentas de pesquisa como Google e Bing. A iFood, fundada em 2011, registrou o maior número de pesquisas, com média de 1,2 milhão nos últimos seis meses. Empresa investida pela gigante Movile, que recebeu recentemente um investimento de US$ 124 milhões, pode crescer muito ainda.

Em destaque por causa do ‘roxinho’, a Nubank, startup de serviços financeiros, teve o segundo maior número de pesquisas, cerca de 1,1 milhão. Na terceira posição, com cerca de 897 mil pesquisas, ficou a PSafe, focada em segurança digital, seguida pela MaxMilhas (414 mil) e VivaReal (283 mil), na quarta e quinta posição, respectivamente.

Confira a lista completa de startups mais pesquisadas na internet:

1°:iFood – 1.232.890
2°:Nubank – 1.191.630
3°:PSafe – 897.299
4°:MaxMilhas – 414.490
5°:VivaReal – 283.680
6°:Hotmart – 271.670
7°:ClickBus – 215.950
8°:Sympla – 150.770
9°:Gympass – 134.010
10°:Me Salva! – 89.970

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FGV realiza o workshop de lançamento oficial de seu “Núcleo de Estudos em Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity”

A Fundação Getulio Vargas promove no dia 9 de agosto, das 08h30 às 13h30, no Rio de Janeiro, o workshop de lançamento oficial do FGVnest – Núcleo de Estudos em Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity, com participação do presidente da FGV, Carlos Ivan Simonsen Leal, além de outras autoridades.

“A capacidade de empreender e inovar, associada à existência de investidores dispostos a tomar os riscos daí resultantes, como os fundos de venture capital e private equity, é fundamental para o aumento sustentável da produtividade, principal fonte de crescimento econômico no longo prazo. O Nest, como componente da FGV Crescimento e Desenvolvimento Econômico, tem como objetivo contribuir para difundir e fortalecer o empreendedorismo e a inovação”, aponta o diretor do FGV Crescimento & Desenvolvimento, Roberto Castello Branco.

Na ocasião, investidores, gestores de private equity e venture capital, empresas inovadoras, empreendedores e formuladores de políticas públicas debaterão o Impacto de Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity no Crescimento e Desenvolvimento do Brasil. A programação do workshop conta com três painéis que visam garantir um amplo espaço de reflexão sobre a possibilidade de construção de uma agenda positiva para o crescimento e desenvolvimento econômico do país por meio de negócios inovadores de alto impacto. O primeiro painel será “A Contribuição de Startups e Venture Capital no Desenvolvimento Econômico”; o segundo, “Inovação, Investimentos e Corporate Ventures”; e, por fim, o painel “Private Equity e Venture Capital: Presente e Futuro”.

Participarão dos painéis representantes da Anjos do Brasil, Antera Gestão de Recursos, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Bozano Investimentos, BTG Pactual, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Gaia Silva Gaede Advogados, Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), TOTVS, Turim Family Office e Vinci Partners, entre outros convidados.

“Esta iniciativa pioneira do FGV Crescimento & Desenvolvimento contribuirá ativamente com o ecossistema empreendedor de alto impacto do país. O FGVnest será um hub de referência nos segmentos de Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity, agregando, promovendo e estimulando iniciativas da própria FGV, bem como de investidores, empreendedores, formuladores de políticas públicas, empresas inovadoras e outras instituições acadêmicas, por meio da geração e disseminação de conhecimento”, afirma Caio Ramalho, coordenador do FGVnest.

Workshop de lançamento oficial do FGVnest – Núcleo de Estudos em Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity da FGV
Dia: 9 de agosto
Local: Auditório Engº M F Thompson Motta – Praia de Botafogo, 190 – 12º andar
Horário: 08h30 às 13h30
Inscrições: http://www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=4016&P_IDIOMA=0
Programação:

08h30 às 08h50 – Credenciamento

08h50 às 09h55 – Boas-vindas e Lançamento Oficial do FGVnest
– Carlos Ivan Simonsen Leal (Presidente, FGV)
– João Victor Issler (Diretor de Pesquisa, FGV Crescimento & Desenvolvimento)
– Pedro Cavalcanti (Diretor Executivo, FGV Crescimento & Desenvolvimento)
– Roberto Castello Branco (Diretor Institucional, FGV Crescimento & Desenvolvimento)
– Caio Ramalho (Coordenador, FGVnest)

09h55 às 10h55 – A Contribuição de Startups e Venture Capital para o Desenvolvimento Econômico
– Eliane Lustosa (Diretora de Investimento, BNDES)
– Alessandro Dantas (Diretor de Inovação e Propriedade Intelectual, MDIC)
– Fernando Silva (Sócio, Bozano Investimentos)
Moderador: Paulo Queiroz (Líder do Núcleo RJ, Anjos do Brasil)

10h55 às 12h15 – Inovação, Investimentos e Corporate Ventures
– Marcos Cintra (Presidente, FINEP)
– Juliano Seabra (Head de Inovação, TOTVS)
– Frederico Pompeu (Sócio, BTG Pactual e Head BoostLab)
– Rodrigo Pereira (Superintendente de Negócios e Inovação, B3) – a confirmar
Moderador: Mauro Jacob (Sócio, Gaia Silva Gaede Advogados)

12h15 às 13h25 – Private Equity e Venture Capital: Presente e Futuro
– Antonio Carlos Berwanger (Superintendente de Desenvolvimento de Mercado, CVM)
– Bruno Zaremba (Sócio, Vinci Partners)
– Robert Binder (Sócio, Antera Gestão de Recursos)
– Rodrigo Louro (Sócio, Turim Family Office)
Moderador: Cláudio Furtado (Professor, FGV EAESP)

13h25 às 13h30 – Encerramento

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Fundo do Vale do Silicio lança plataforma para democratizar acesso a investimentos

O fundo de venture capital Social Capital, do Vale do Silício, abre hoje, dia 1º de agosto, sua plataforma de Capital-as-a-Service (CaaS) para startups brasileiras do tipo early stage que buscam investimento e insights para seus negócios.

Fundado em 2011, o Social Capital lançou em 2017 a versão beta e fechada da primeira estratégia de investimentos baseada no uso de software do mundo – inaugurando assim uma categoria de serviços até então inexistente, a de investimentos de venture capital baseados em dados, com sua plataforma de CaaS. O fundo escolheu o Brasil para inaugurar a versão aberta ao público pela primeira vez desde que o produto foi criado e chega para selecionar empresas de forma escalável, transparente e baseada em dados. Os investimentos ficam entre US$ 50.000 e US$ 250.000 (que equivalem a uma faixa de aproximadamente R$ 186.000 a R$ 930.000). A empresa americana busca oportunidades para co-investir, mas também pode liderar rodadas de investimentos.

A inovação chegou para transformar o setor de venture capital que, apesar de se debruçar sobre empresas altamente tecnológicas e disruptivas, muitas vezes ainda segue práticas tradicionais e ultrapassadas para escolher onde alocar seus investimentos. Assim, iniciativas interessantes podem ser deixadas de lado já que muitos fundos escolhem empresas com base em indicadores superficiais como contatos pessoais ou o status de seus executivos. Além disso, são raros os fundos que explicam para os fundadores os motivos das rejeições.

A plataforma do Social Capital, por sua vez, utiliza análise de dados e machine learning para avaliar as startups e identificar, de forma semi-automatizada, aquelas com o melhor desempenho, as melhores soluções e mais potencial de crescimento. O Capital-as-a-Service foi projetado por profissionais vindos de empresas de tecnologia como Facebook, Dropbox e Survey Monkey, entre outros, que se inspiraram em suas experiências para descobrir como o uso de software poderia democratizar o acesso a investimentos.

Funciona assim: a inscrição pode ser feita no caas.socialcapital.com, onde deve ser preenchido um formulário com as principais informações sobre a empresa, seguido pelo upload de dados transacionais, que será a chave para a análise das métricas do negócio. Além disso, o candidato é convidado a escrever um texto com elementos qualitativos como a missão e os valores da empresa.

A resposta chega dentro de poucos dias e, mesmo no caso de a startup não ser selecionada, o Social Capital oferece recomendações e benchmarks para apoiar a empresa em seu processo de evolução e, se a startup quiser tentar novamente, o fundo volta a avaliar as métricas e continua oferecendo análises de seus negócios. Tanto as selecionadas quanto as não selecionadas recebem a análise quantitativa completa aplicada pelo fundo na hora de avaliar os negócios, mostrando o desempenho da empresa com relação a métricas fundamentais do setor. Além disso, o Social Capital pretende implementar serviços como uma comunidade online e webinars e conteúdos sobre retenção, aquisição, precificação e outros meios de suporte escaláveis.

Em sua atuação como um fundo de venture capital, o Social Capital leva em conta a contribuição social das iniciativas, como startups dos setores de saúde, educação, serviços financeiros, tecnologias B2B e tecnologias emergentes, mas sua modalidade CaaS abrange qualquer empresa que utilize tecnologia para resolver problemas reais em mercados onde o acesso a investimentos é mais restrito.

Por que o Brasil?

De acordo com Ashley Carroll, uma das sócias do Social Capital, o Brasil é o primeiro país do mundo a ter acesso à versão aberta ao público do produto de CaaS devido à quantidade de fundadores com boas ideias para solucionar problemas reais tanto local quanto globalmente e às lacunas identificadas pelo fundo quando se trata de startups early stage e na primeira rodada de investimentos.

O que é CaaS?

Capital-as-a-Service é a primeira abordagem de venture capital verdadeiramente baseada no uso de software do mundo, que vem democratizar o acesso a investimentos por meio de um produto escalável e transparente. A estratégia utiliza análise de dados e machine learning para alocar investimentos e foi criada pelo fundo californiano Social Capital em 2017. A abordagem realiza a diligência quantitativa semi-automatizada de negócios. eu nome é derivado do termo SaaS (Software-as-a-Service), que se refere a produtos que utilizam nuvens de armazenamento para oferecer serviços online que antes só eram realizados por softwares instalados no próprio computador.

O Social Capital lançou um modelo piloto de CaaS há um ano e, há nove meses, lançou sua versão beta e privada. Mais de 5.000 empresas provenientes de 25 países e 6 continentes foram avaliadas na versão beta e 70 delas receberam investimento. A empresa pretende continuar expandindo o CaaS globalmente depois que abrir seu produto para o público pela primeira vez no Brasil.

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Dandelin participa do Health Innovation Summit

A Dandelin, startup que conecta pacientes a médicos, facilitando o agendamento de consultas e socializando os custos reais entre todos os membros de sua comunidade, estará presente no Health Innovation Summit. O evento reunirá profissionais de inovação e tecnologia focado no ecossistema de saúde do Brasil e do mundo no dia 8 de agosto, das 9h às 17h30, em São Paulo.

O CEO da Dandelin, Felipe Burattini, participará de painéis de discussão que incluem experiências de startups emergentes de saúde e modelos inovadores de gestão e operacionalização, sempre com o intuito de encontrar soluções úteis e sustentáveis que mudem o sistema de saúde e gerem um novo modo de se relacionar com clientes e pacientes.

“Precisamos pensar em novas propostas para o defasado sistema de saúde brasileiro, por isso é muito importante que eventos como esse aconteçam”, destaca o CEO e fundador da Dandelin, que explica a proposta da startup: “Criamos a Dandelin com a missão de oferecer acesso simples, justo e humano aos serviços médicos. Nós queremos democratizar a saúde no Brasil “.

Com o app Dandelin, os usuários não pagam o preço da consulta, mas uma mensalidade variável, que é dividida igualitariamente entre todos os membros da comunidade e nunca ultrapassará R$ 100. Os usuários ficam livres para marcarem suas consultas médicas com rapidez, sem vínculos com empresas ou custos fixos.

Como são realizadas nos consultórios dos profissionais cadastrados, o paciente pode procurá-los por localização, especialidade, disponibilidade de agenda, sintomas ou pelo nome do médico desejado.

O aplicativo opera de maneira completamente transparente, permitindo que os usuários vejam os demonstrativos financeiros para entender como é composto o custo mensal de cada membro da comunidade.

Health Innovation Summit

Dia 8 de Agosto de 2018, das 9h às 17h30.

Ahoy Berlin – Av. Prof. Manuel José Chaves, 291 – Alto de Pinheiros, São Paulo.

Inscrições pelo site: http://bit.ly/2NDP7Bm.

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StartOut Brasil chega a sua quinta edição e abre inscrições para ciclo de Lisboa

Oferecer gratuitamente um programa completo e robusto que compreenda todas as fases da internacionalização de uma startup, promover conexões genuínas em ecossistemas de inovação com potencial para novos negócios e incentivar que startups brasileiras busquem, desde o início, o mercado global. Com esses objetivos o Programa StartOut Brasil anuncia a abertura das inscrições para o ciclo de Lisboa (Portugal).

Para participar desta edição, as startups devem estar faturando, preferencialmente, acima de R$ 500 mil ou já ter recebido investimentos. Além disso, precisam ter uma equipe que seja 100% dedicada ao negócio e comprovar sua capacidade de expansão internacional, sem que isso comprometa as operações no Brasil.

Já foram realizados ciclos em Buenos Aires, Paris, Berlim e Miami. Agora estão abertas as inscrições para o quinto ciclo, que será realizado em Lisboa, que foi selecionada por canalizar um ímpeto desbravador para se tornar uma das mais competitivas e inovadoras cidades da Europa. Além do baixo custo de moradia e alta qualidade de vida, Lisboa oferece condições incríveis para receber startups brasileiras, pois há ali uma juventude talentosa e uma vasta cultura de empreendedorismo criativo, sem falar da facilidade do idioma.

O programa já recebeu quase 50 startups e todos os ciclos consistem em quatro fases, sendo:

Seleção – startups se inscrevem e são avaliadas com base nos critérios de grau de inovação, maturidade para atuação internacional, experiência da equipe e mapeamento do mercado-alvo. Após a avalição de uma banca examinadora qualificada, 15 startups serão habilitadas para a próxima fase;

Capacitação – as startups aprovadas iniciam um processo de preparação para a missão, que dura de seis a oito semanas. Os empreendedores têm acesso a consultoria especializada em internacionalização, mentoria com especialistas no mercado de destino, treinamento de pitch internacional e workshop presencial (warm up);

Missão – as startups terão a oportunidade de conectar-se com alguns dos principais players locais e prospectar oportunidade de negócios. Nessa fase os empreendedores passam por treinamento de pitch internacional; workshops; visitas a players importantes do ecossistema; apoio de matchmaker para agendamento de reuniões com potenciais parceiros; e possibilidade de apresentação do negócio para investidores (demoday);

Reconhecimento e Landing – as startups recebem acompanhamento personalizado, com mais algumas sessões de consultoria, para aprimorar estratégias de expansão e maximizar as oportunidades identificadas no exterior.

O StartOut Brasil tem ganhado cada vez mais notoriedade justamente por atuar de ponta a ponta ao lado das startups participantes. Os realizadores do programa notaram que não adiantava só realizar a missão, era preciso ir além. Por isso, ao final do processo, ainda é oferecido apoio para que as startups possam instalar-se no país de destino ou promover a exportação de seu produto ou serviço, conforme a estratégia. Outro diferencial consiste na gama de parceiros do programa, como Apex-Brasil e Anprotec, que também oferecem seus escritórios no exterior, bem como sua rede internacional de parques tecnológicos, respectivamente.

Lisboa conta atualmente com cerca de 300 startups, 15 incubadoras, 20 programas de aceleração e uma grande comunidade de investidores anjos e de venture capital. As inscrições para o Ciclo de Imersão em Lisboa estarão abertas de 27 de julho de 2018 até às 23h59 (horário de Brasília) ao dia 20 de agosto de 2018. Para se inscrever basta acessar o site www.startoutbrasil.com.br/ciclo/lisboa/. Nessa edição, os formulários deverão ser preenchidos em português e a missão será realizada em Novembro de 2018.

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Startup inicia internacionalização através do programa StartOut Brasil

O programa Startout Brasil, que dá apoio a inserção de stratups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, anunciou a lista das 15 empresas que farão parte do próximo ciclo, marcado para acontecer de 09 a e14 de setembro em Miami, nos Estados Unidos. A Flex Interativa, especializada em digital experience, é uma das selecionadas, iniciando um importante processo de internacionalização dos negócios.

Em quase duas décadas, a empresa dos sócios Marcelo Rodiño e Fernando Godoy, vivenciou as principais transformações tecnológicas, crescendo com as necessidades de diferentes mercados. Foi software house, desenvolvedora de sites, consultora em TI, agência web, de criação e de estratégia em marketing até se transformar em startup especialista em soluções digitais imersivas com uso das realidades virtual, aumentada, mista e projeção mapeada. Participar do Startout Brasil é parte de um plano estruturado de expansão das atividades.

O posicionamento da Flex no mercado americano através do programa StartOut Brasil está diretamente relacionado à história da empresa, conforme o próprio fundador. “Há 20 anos comecei a trabalhar com tecnologia quando ainda morava nos Estados Unidos. Trouxe tecnologia americana para o Brasil e agora, novamente inseridos no mercado norte-americano, estamos levando tecnologia elaborada aqui no País. É um efeito inverso”, lembra Godoy.

“É um passo muito importante porque significa, na prática, conexão com um dos maiores ecossistemas de inovação do mundo. Uma oportunidade para visitar aceleradoras, incubadoras e empresas para observação de modelos essencialmente disruptivos, conhecer fornecedores e prestadores de serviços, prospectar clientes e investidores”, descreve o fundador da empresa sobre a participação no programa.

A relevância é ainda maior considerando a realização do programa, que é uma parceria do Ministério das Relações Exteriores, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). “É a chancela do potencial internacional da Flex, que foi avaliada em um rigoroso processo de seleção. Ficamos em quarto lugar em pontuação entre 15 selecionados”, lembra Godoy.

Esta não é a primeira vez, inclusive, que a Flex Interativa é colocada à prova. Em 2017, Marcelo e Fernando participaram do programa Shark Tank Brasil – Negociando com Tubarões, do canal Sony. Demonstrando ao vivo o valor do da realidade virtual e da realidade aumentada para o mercado, chamaram a atenção dos quatro avaliadores e fecharam duas propostas de investimento. “Durante a nossa participação o Vale do Silício foi citado várias vezes em diferentes contextos. Um indicativo de que a nossa tecnologia tem reais condições de crescer em um cenário de inovação mundial”, finaliza o fundador da empresa.

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Gameficação atrai jovens para a mobilização política

O que atrai os jovens do século XXI? Tecnologia, redes sociais e games estão entre os principais pontos que chamam a atenção das chamadas gerações Y e Z. A gameficação é uma prática que tem sido utilizada cada vez mais pelas empresas para engajar e despertar a curiosidade dos jovens. “A gameficação é o uso de mecânicas e dinâmicas de jogos para engajar pessoas, resolver problemas e melhorar o aprendizado, motivando ações e comportamentos em ambientes fora do contexto de jogos. Além dos desafios propostos, há recompensas para quem cumpre as tarefas”, afirma Paulo Renato Oliveira, diretor criativo da Action Labs, empresa paranaense que trabalha com uma metodologia de modelagem de negócios, produtos e serviços inovadores.

O MobNex, plataforma colaborativa de mobilização política desenvolvida pela Action Labs já está em uso em diversas campanhas pelo país, e tem chamado a atenção pela intensa utilização do conceito de gameficação e colaboração, integrando painel de controle da campanha, aplicativo e site. “Um dos diferenciais da plataforma é a possibilidade de ampliar a capacidade de mobilização pelo aplicativo, que possui estratégias de gameficação e conecta toda a equipe à campanha, atribuindo metas semanais de atuação, compartilhando informação em tempo real e valorizando os mobilizadores mais ativos, ações muito semelhantes a um jogo, em que o usuário tem tarefas e vai evoluindo o seu perfil”, explica Oliveira.

Paulo Renato explica que um dos objetivos da gameficação no MobNex é engajar, comprometer e recompensar os usuários. “Para os jovens, a dinâmica dos games é familiar e motivadora. Por isso, este modelo de plataforma de mobilização tem atraído tanta gente. Eles recebem tarefas simples, como convidar um amigo para a campanha, compartilhar uma notícia, e têm metas semanais. A cada tarefa cumprida, o usuário aumenta a sua pontuação e vai adquirindo novos status, como cidadão engajado e líder mobilizador, por exemplo.”

Outro diferencial do MobNex é ajudar a combater as fake News, que ao que tudo indica, será um dos principais desafios das eleições 2018. “Não é de hoje que notícias influenciam campanhas. Mas agora as fontes de informação são muito mais variadas e, às vezes, anônimas. Nenhum candidato está livre de protagonizar fake news que podem prejudicar suas campanhas. Esta é uma das vantagens estratégicas que plataformas como o Mobnex dá às campanhas: ajuda a combater as fake news, já que as pessoas que estão engajadas ajudam a disseminar conteúdos verdadeiros logo que uma notícia falsa é detectada”, diz Paulo Renato.

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CTI anuncia startup especializada em Data Science

Com o apoio da Tech Data, a CTI, canal parceiro da distribuidora há vários anos, anuncia o lançamento da startup Daisy Project, especializada em Data Science, ciência que estuda as informações, seu processo de captura, transformação, geração e, posteriormente, análise de dados.

“Tudo começou com um trabalho que realizamos em conjunto com a Tech Data para o Boticário”, explica Francisco Loschiavo Neto, um dos diretores da CTI. “O Daisy Project está focado na oferta de soluções para negócios, envolvendo supply chain, planejamento de demanda e conceitos de inteligência artificial. Nossa oferta está voltada prioritariamente não para a área de TI, mas para projetos que tenham relação direta com ganhos financeiros”, detalha Loschiavo, apontando como alvos da startup as áreas de negócios, marketing e também financeira.

Com a proposta de solucionar problemas com elevado índice de complexidade, ofertando alto valor agregado, o Daisy Project nasce apostando no grande potencial da indústria de consumo no Brasil. Para se ter uma ideia, somente na área de produtos de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC) o país é atualmente o quatro maior mercado consumidor mundial.

“As técnicas tradicionais de previsão não conseguem atender o dinamismo presente no planejamento do mercado de produtos de consumo e de outros segmentos, o que abre uma ampla janela de oportunidades para a nova empresa”, resume Donald Neumann, chief data science officer (CDSO)da startup. Na visão do executivo, o Daisy Project tem a missão de incorporar Data Science ao processo decisório das empresas. “Já contamos com dez prospects e projetamos dobrar o tamanho da CTI apostando nessa tecnologia que entendemos ser o futuro da gestão das empresas”.

Para Carla Carvalho, diretora-executiva da Tech Data para o Brasil, “o Daisy Project é um exemplo da importância da estratégia colaborativa que adotamos com nossos parceiros comerciais, buscando sempre o desenvolvimento de soluções que resultem em ganhos reais para o cliente final”.

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Aramis lança iniciativa voltada para startups

No mercado de moda masculina há 20 anos, a Aramis inova constantemente e se mantém conectada às novas demandas do homem e da moda masculina contemporânea. Atenta a isso, a marca acaba de lançar o AramisLab, espaço focado 100% em inovação e conduzido por um time multidisciplinar, que busca soluções disruptivas para evolução de todo o negócio da companhia e, com soluções pioneiras e eficientes.

Para as startups interessadas em participar do AramisLab, basta acessar o link aramislab.com.br e preencher os dados solicitados. As informações serão analisadas pelo comitê de inovação da marca, composto pelo CEO, Richard Stad; gestores das áreas de Planejamento e TI, e pelo consultor de inovação, Doc Luz, com feedback posterior e agendamento de pitch entre os selecionados, na Digital House/SP.

Os projetos aprovados contarão com a mentoria do time Aramis, estrutura física para desenvolvimento da ideia, além da utilização da plataforma da empresa para ganho em escala e possibilidade de investimento da companhia.

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Sicredi lança programa para parceria com startups

Com foco em parcerias e alternativas inovadoras, o Sicredi lança o Inovar Juntos, programa que reunirá startups para apresentar soluções para dez desafios. A iniciativa foi criada para aproximar o Sicredi do ecossistema de startups, aportando mais inovação nos negócios e gerando mais valor aos associados da instituição financeira cooperativa.

O Sicredi, que conta com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e Distrito Federal, abre o Inovar Juntos para startups de todo o País, que tenham aderência aos desafios traçados pela instituição financeira cooperativa e que já estejam em estágio de MVP (Produto Mínimo Viável) desenvolvido e validado ou mesmo que já tenham seu produto ou serviço disponível no mercado.

Entre os desafios, estão questões ligadas a otimizar a triagem de currículos; conectar associados pessoa jurídica e pessoa física (market place); gestão de gastos de viagens e reembolsos; segurança; coleta de dados para perfil de investidor; digitalização de documentos; gestão de benefícios; capacitação com gamification (gamificação); e processos internos de controles.

“Por ser a primeira experiência do Sicredi com este modelo de parceria, a escolha foi por processos internos e de menor complexidade, mas que trarão importantes benefícios para otimizar a nossa operação”, afirma Dagoberto Trento, gerente de PMO Corporativo do Banco Cooperativo Sicredi. “O Inovar Juntos integra um movimento para abrir ainda mais espaço para a inovação no Sicredi, acompanhando à nossa transformação digital que já vem sendo realizada. Além disso, esse é mais um passo para uma mudança de cultura que está acontecendo gradualmente em nossa instituição”, completa.

Após a fase de inscrições, o Sicredi selecionará até 20 startups para um Pitch Day, no mês de setembro, em que as empresas pré-selecionadas apresentarão suas propostas ao Sicredi. As escolhidas passarão para as fases seguintes, na qual poderão testar a solução no ambiente do Sicredi. Por fim, haverá uma avaliação dos resultados para possível parceria comercial.

As inscrições para participar do Inovar Juntos estão abertas no endereço https://lp.startse.com.br/programa/sicredi-startse.

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Brasil conta com 117 startups de TI, revela estudo

No Brasil, existem atualmente 117 startups com soluções para as áreas de TI, sendo que 20% delas trabalham com as áreas de Data Science e Enriquecimento de Dados, 12% com Segurança, Fraude e Validação, e 10% com Cloud Manager e Otimização. Gestão de Projetos, Tempo e Tarefas ficam com 9% desse total. As categorias com menor número de startups são: Colaboração e Produtividade, que representam 5%, Blockchain e APIs, representando 3%, assim como soluções para UX e UI.

Os números são do Liga Insights IT Startups – maior estudo já feito no Brasil sobre startups do setor – realizado pela Liga Ventures (liga.ventures) – aceleradora corporativa especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – que analisou um banco de dados com mais de 10 mil startups no país. O levantamento mostra ainda que o setor de TI deve crescer 5,8% neste ano – de acordo com previsão do ICD Brasil.

O mercado de TI é inovador por natureza e com a ajuda das startups é possível aplicar ainda mais tecnologia na solução de problemas enfrentados por grandes corporações neste setor. “As equipes de TI absorvem cada vez mais atividades e posições estratégicas dentro das empresas. O uso de tecnologias de ponta e aplicações focadas para responder às demandas dos clientes e novos mercados, tornam as startups importantes parceiras nesta missão da área”, comenta Raphael Augusto, startup hunter da Liga Ventures e responsável pelo Liga Insights.

Ciência de dados é destaque

Segundo pesquisas, as empresas que investem em Data Science estão cinco vezes mais aptas a tomar decisões rápidas em relação a concorrência. A ciência de dados é um campo que integra exploração, análise, interpretação de dados por meio de mineração, analytics e estatísticas. Hoje atividades simples – como uma curtida em rede social ou uma compra online – podem gerar dados que otimizam a relação entre o consumidor e a empresa, colaborador e chefe, por exemplo.

Busca e seleção de novos colaboradores de TI ganha cada vez mais espaço

O estudo coloca que pensar na gestão e coordenação de times de TI de forma estratégica ainda é um dos grandes desafios enfrentados pelas empresas. No entanto, um dos destaques do levantamento são as startups que oferecem aplicações para busca e seleção de colaboradores por meio de portais, marketplaces, processos automatizados de recrutamento, entre outros. Além disso, as tecnologias que ajudam na gestão de times e diminuição de rotatividade também estão em alta.

De acordo com pesquisa da Revelo – startup que conecta profissionais a empresas inovadoras no mercado – 61% das contratações do setor não estão relacionadas a maior oferta salarial. Para a Revelo existem três principais aspectos para os candidatos: modernidade da linguagem, propósito e missão.

Boom das startups de TI aconteceu em 2015

O Liga Insights TI Startups mostra ainda que a maioria das startups desse setor foram criadas em 2015 (21%), seguido de 2018 – que ainda não acabou, mas já é responsável por 19%. Em 2014, foram 17% e, em 2016, 15%.

Liga Insights IT Startups

Veja o levantamento completo aqui:

http://insights.liga.ventures/itstartups/

Fonte:

Plataforma DisruptBox com 10.085 mil startups brasileiras. Banco de startups da Liga Ventures que incluem inscrições para os programas de aceleração e eventos da aceleradora, recomendações, notícias abertas em portais de negócios e busca ativa de startups.

O estudo contou com o apoio de conteúdo do Ibmec-SP e Astella Investimentos.

Número de startups no segmento: 117.

Entrevistados no estudo: mais de 20 pessoas – entre empreendedores, pesquisadores e líderes de TI de grandes empresas.

Áreas das startups mapeadas:

Blockchain e APIs

Busca e Seleção de Profissionais

Cloud Manager e Otimização

Colaboração e Produtividade

Data Sience e Enriquecimento de dados

Formação

Gestão de Projetos, Tarefas e Tempo

RPA e Workflow

Segurança, Fraude e Validações

Service-Desk e Help-Desk

Soluções de Bots

Soluções para Desenvolvimento

Soluções para UX e UI

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Cyrela apresenta a CashMe, startup própria de home equity, e cria espaço de coworking

Como parte do desenvolvimento do setor de construção, a incorporadora Cyrela anuncia a criação da CashMe, empresa do segmento de home equity que tem como objetivo agilizar a análise de crédito para quem busca um empréstimo financeiro utilizando um imóvel como garantia.

A startup, que nasceu em abril deste ano, já soma propostas de mais de R$ 40 milhões. A expectativa é que, em cinco anos, esse número suba para R$ 500 milhões. “O objetivo da CashMe é ganhar rápido espaço no mercado de home equity justamente por oferecer um serviço rápido e com o mínimo de burocracia possível”, relata Juliano Bello, diretor administrativo e líder do projeto na companhia. “Isso porque a análise e aprovação do crédito levam no máximo dois dias, tornando o processo um dos mais rápidos do mercado”, enfatiza.

A CashMe é focada principalmente nos empresários de pequeno e médio porte e oferece financiamentos entre 8 e 10 anos, com taxa de pouco mais de 1% ao mês. Os clientes têm a possibilidade de financiar até 60% do valor do imóvel. No primeiro momento, a startup está focada principalmente em São Paulo e tem mapeado clientes que buscam valores de financiamento entre R$ 600 mil e R$ 2 milhões.

“O mercado de home equity, que hoje movimenta cerca de R$ 15 bilhões, tem um imenso potencial de crescimento, podendo chegar a R$ 100 bilhões em 10 anos. A Cyrela está atenta a esta movimentação e o surgimento da CashMe é um dos investimentos que a companhia aposta para entrada nesse nicho que será cada vez mais explorado”, explica Juliano.

Além da CashMe, a Cyrela também investiu na criação de um espaço de coworking, com a finalidade de gerar negócios para startups do setor, além de fomentar a geração de novas empresas dentro de diversas esferas, como gestão, tecnologia, finanças, vendas, comunicação, entre outras. Essa iniciativa é conjunta com o MITHUB, associação criada pela Cyrela junto com outros grandes players do mercado imobiliário e construção.

A área dedicada está localizada no escritório da Cyrela, no bairro da Vila Olímpia. Um andar de 450 m² (além da estrutura comum como salas de reunião, um café e um espaço com churrasqueira), oferece estrutura para comportar até 50 posições para empresas que estão em franco desenvolvimento de soluções para grandes corporações.

Atualmente, a Cyrela conta com a parceria de 23 startups e dentro deste grupo estão a Nuveo e a Neurologic, ambas parceiras em projetos de inteligência artificial. A Nuveo desenvolveu uma solução para pagamento de IPTUs dos mais de 5 mil imóveis da incorporadora, gerando uma economia de R$ 5 milhões nos últimos três anos.

Já a Neurologic tem atuado diretamente com a Cyrela em melhorias para o atendimento ao cliente com o sistema de chatbot, que atende uma média de 1.100 manifestações de clientes por mês de forma mais eficiente, gerando uma retenção de cerca de 70% dos atendimentos no Assistente Virtual/Robô.

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Innovation Awards Latam premia as startups mais promissoras de vários países

A busca por novos e rentáveis modelos de negócios tem crescido nos últimos anos. Um exemplo disso é a aposta de empreendedores em ideias e soluções mais inovadoras e práticas. E setores como segurança, educação, saúde, mobilidade urbana, entre outros, ganham cada vez mais destaque no desenvolvimento de produtos e serviços. Nesse cenário, as startups saem na frente e viram um grande celeiro de inovação.

É o que comprova o Innovation Awards Latam, competição para Startups da América Latina, organizada pela Cantarino Brasileiro. Este ano, a cerimônia de premiação e reconhecimento das melhores startups da América Latina acontece no dia 30 de julho, em São Paulo. O prêmio teve mais de 800 startups inscritas entre 8 de fevereiro e 4 de maio deste ano, com 326 cases válidos, incluindo especialistas em inovação do mundo inteiro e grandes empresas focadas no desenvolvimento de startups empreendedores de 11 países.

A avaliação foi realizada por mais de 60 jurados de 13 diferentes países, entre eles, Don Tapscott, maior referência em blockchain no mundo; Guga Stocco, responsável pela inovação do Banco Digital; e Lisa Besserman, eleita uma das 100 mulheres mais influentes em Tecnologia pela revista Business Insider.

Ao todo, foram escolhidas 27 startups finalistas, com 180 melhores cases, sendo 35% do Brasil, 13,5% do México e 11,2% da Argentina, divididos em seis categorias: Big Data, Blockchain, IoT, Inteligência Artificial, APIs e Cyber Security.
“O prêmio consagra as melhores startups e gera oportunidades para parcerias internacionais e comerciais entre as muitas empresas que vislumbram negócios com bons resultados em inúmeros setores da economia”, destaca Marcos Cantarino, diretor da Cantarino Brasileiro.

O Innovation Awards Latam conta com o apoio de 32 entidades de diferentes países. Entre eles, Crunchbase, principal base de dados de startups e investimentos do Vale do Silício; Latam Startups, entidade canadense de fomento de negócios, F10, incubadora e aceleradora da Suíça; e Invest Hong-Kong.

Como próximas ações do projeto, estão programados Innovation Day em São Paulo, dia 1º de agosto, e em Guadalara (México), dia 15 de agosto.

Confira abaixo os finalistas por categoria:

Inteligência Artificial

Emotion Research Lab (México)
Entelai (Argentina)
Kiwi Campus (Colômbia)
TNH Health (Brasil)
Thermy (México)

APIs

Clinch Logistics (México)
Digibee (Brasil)
Doopla (México)
Rombus Global (Argentina)
Übank (México)

Big Data

Biva (Brasil)
Feedz (Brasil)
Ibbi (Argentina)
Save Sarah (Chile)
Schoolastic (Brasil)

Blockchain

Artis International (Argentina)
CoinWise (Brasil)
DreamJobs (Colômbia)
Moeda (Uruguai)
PrestaGente (Colômbia)

CyberSecurity

guardSI Cybersecurity (Brasil)
Hack&Secure (Colômbia)

IoT

Byond (Brasil)
Nearbee (Brasil)
Phygitall (Brasil)
Sii Smart Buildings (Brasil)
Unicorn Games (Uruguai)

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boostLAB, do BTG Pactual, inicia segunda rodada de seleção para potencializar startups em nível avançado

O BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina, lança nesta sexta-feira a segunda edição do boostLAB, programa de potencialização voltado para startups de nível mais maduro, as chamadas scale-ups. A iniciativa, realizada em parceria com a ACE, eleita três vezes como melhor aceleradora da América Latina, prevê a realização de parcerias e projetos piloto com a instituição financeira, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema.

Serão cinco startups selecionadas para o programa, que tem duração de cinco meses. O grande diferencial do boostLAB é a proximidade com os sócios e diretores sêniores do BTG Pactual, que oferecem mentoria e dividem suas experiências por meio de um Conselho. Cada um dos sete envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Grupo. São eles: Frederico Pompeu – que tem dedicação exclusiva ao programa -, Renato Mazzola (Head do Private Equity), Gustavo Roxo (CTO), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), José Vita (ex-head do Investment Banking), Mateus Carneiro (Head do RH) e André Alves (Head de Marketing).

As scale-ups também contam com a metodologia de potencialização da ACE e os conselhos de um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação, como Stelleo Tolda (COO do Mercado Livre), Cláudio Galeazzi, grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, e Sônia Hess, ex-CEO da Dudalina, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil.

Além disso, as empresas selecionadas contarão com créditos de US$ 10 mil no serviço de nuvem da Amazon (AWS) e US$ 3 mil no da Google, além do suporte do time de especialistas destas empresas.

O programa de potencialização busca startups que atuem em três áreas: (i) eficiência operacional (principalmente em Meios de Pagamentos, Crédito para PMEs, energia, etc); (ii) relacionamento com o cliente (experiência digital, assertividade com a base de clientes e compliance); e (iii) disrupção (oportunidades de negócios para o Banco e empresas parceiras em mercados como commodities, crédito e seguros, por exemplo).

Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB, explica que “o Banco sempre acreditou e investiu em empreendedorismo e em histórias inovadoras e o sucesso da primeira edição nos provou que, com nosso networking e a excelência do time de mentores do programa, realmente somos capazes de dar um boost nessas empresas. Para a segunda rodada esperamos atrair ideias inovadoras e, principalmente, pessoas talentosas. Assim como da outra vez, daremos bastante importância à capacidade de execução e força de vontade dos empreendedores”.

Primeira edição

A primeira rodada contou com inscrição de 124 empresas, dentre as quais seis foram escolhidas e potencializadas: Neurotech, Agronow, Clicksign, F(X), Liber Capital e Zigpay.

A F(X) é uma das empresas que mais se beneficou do programa. Trata-se de um marketplace de crédito para médias e grandes empresas, que utiliza tecnologia de “matching” para tornar esse processo mais inteligente, rápido e efetivo. Ao final da participação no boostLAB, o volume transacionado pela plataforma teve crescimento de 966%.

Já a Agronow obteve crescimento de receita de mais de 250% desde o início da potencialização pelo programa. A empresa oferece, a partir de imagens de satélites, análises de áreas agrícolas, com resultados estatísticos de alta qualidade e confiabilidade, através de dados proprietários de safras.

Rafael Coelho, CEO da Agronow, define como muito boa a participação da empresa no boostLAB. “O fato de o BTG Pactual atuar com muitas empresas relevantes do mercado agrícola nos abriu portas para interagir com pessoas antes inacessíveis e nos possibilitou adequar os produtos da Agronow ao mercado. A rede de contatos do BTG Pactual e sua rede de mentores são formadas por pessoas altamente qualificadas, que contribuíram muito para hoje estarmos ainda mais capacitados no setor em que atuamos”.

Para finalizar a primeira edição do boostLAB, no dia 15 de agosto haverá um Demo Day para possíveis investidores.

Inscrições

Os interessados em participar do programa devem se inscrever por meio do site do boostLAB (www.boostlab.com.br) até o dia 24 de agosto de 2018. O boostLAB fica localizado em São Paulo, no WeWork Faria Lima.

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Startups Select IBM Cloud to Drive Innovation

IBM (NYSE: IBM) today announced several startups across industries and geographies as examples of a strong increase of startup companies that have turned to the IBM Cloud for AI, blockchain and Internet of Things (IoT) technologies, as well as the ability to scale globally. They include AI sports startup VitRuvian Sports Systems, IoT waste management solution GreenQ, and a blockchain-based digital identity provider, Blinking, amongst others.

An AI-ready Cloud
VitRuvian Sport Systems Toronto, Canada
VitRuvian created the Zone360 app, a soccer training simulation that uses a machine learning model and data tools on the IBM Cloud. The model gives coaches an innovative way to generate virtual training scenarios, instead of having to set all of the virtual players’ positions manually. For instance, by connecting a headset to their smartphone, players are able to turn their phone into a VR device as Zone360 places them on a virtual pitch, where their coach can ask them to respond to a specific match situation.

Smarter IoT
GreenQ Jerusalem, Israel
GreenQ is transforming how cities sustainably collect waste with an IoT solution built on the IBM Cloud. The solution uses devices installed on garbage trucks to track garbage collection schedules, routes and fleet management – saving cities up to 50 percent on their waste expenditures. Using IBM Cloud Functions, an on-demand, serverless platform, the data is analyzed on a management dashboard and transformed in real-time into recommendations such as re-routing trucks or changing pick up times. As GreenQ continues to onboard new customers, they report that they have already seen several ben efits in communities, including streamlining routes to lower emissions.

Blockchain for Business
Blinking Belgrade, Serbia
Blinking is a blockchain-based digital ID solution that gives users control over their data, using Hyperledger Fabric blockchain on the IBM Cloud. Individuals create their own digital identity with a Blinking ID, which includes their personal information, and can authorize or revoke access to third-parties each time they are required to verify their identity. Blinking is piloting a Know Your Customer (KYC) service with five Serbian banks using the IBM Private Cloud.

IBM Cloud for Global Scale
SmartRural Valladolid, Spain
SmartRural helps farmers across Spain reduce costs and shrink their ecological footprint through analysis of farm data and drone images on their platform on the IBM Cloud. Before moving to the cloud, SmartRural stated that it would take them many days to process just one farm’s data on their in-house server platform. To be able to take on more clients, SmartRural migrated to the IBM Cloud to help drive better performance, security and scalability. SmartRural reports that they can now crunch data faster than before, supporting farmers with the actionable insights they need to deliver good crop yields cost-effectively. On av erage, they claim to have helped farmers reduce their irrigation, fertilizer and phytosanitary costs by 25 percent.

Think Research Toronto, Canada
Think Research hosts software applications that organize healthcare data for clinicians on the IBM Cloud. Translating medical research and best practices into point-of-care tools, these applications support healthcare professionals with digitized clinical orders, e-referral and virtual care tools, EHR content, and clinical support tools and electronic admissions for long-term care. Think Research chose to move to the IBM Cloud to help them more easily enter new markets and scale internationally since the IBM Cloud is built to help businesses comply with local data requirements and supports their need to meet stringent health industry privacy require ments.

MediStreams United States
MediStreams handles remittance processing for healthcare providers by running their HIPAA-ready solutions on the IBM Cloud to dramatically lower the cost of processing payments in the billing office and more easily address data governance needs. As MediStreams grew, it migrated to the IBM Cloud because it needed to move to a multisite solution of dedicated servers to support their redundancy, disaster recovery and compliance responsibilities. In the world where HIPAA strictly governs the protection of patient healthcare information, the IBM Cloud helps support MediStreams’ compliance with single tenant services. MediStreams can benefit from dedicated instances and guaran teed capacity for their business requirements.

“The surge in IBM Cloud startup client momentum is not only a clear sign that IBM has the higher value services that are grabbing the interest of startups, but it also highlights IBM’s ability to scale up or down to meet the needs of clients, said Phil Buckellew, GM, Cloud Architecture and Data Services, IBM. “This includes some of the world’s largest banks, retailers, and airlines to the startup growth-engines of tomorrow.”

Today´s news builds on IBM’s enterprise client momentum with recent announcements of major European companies and global brands like ExxonMobil, Bausch + Lomb and Westpac migrating major workloads and modernizing existing infrastructures with the IBM Cloud. Startups and enterprise companies alike find value in IBM’s global footprint and deep industry and business process expertise that can allow businesses across industries to seamlessly scale as they grow.

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