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Mining Hub anuncia edital para startups interessadas em se aproximar da cadeia de mineração brasileira

Estão abertas as inscrições para startups interessadas em fazer parte do Mining Hub, uma iniciativa que busca a geração de inovação para a mineração com foco setorial e apoiado por 12 grandes players da indústria. O espaço, que ocupará um dos seis andares da recém inaugurada WeWork Savassi Mall, em Belo Horizonte (MG), contará com a participacão das principais mineradoras e fornecedores da cadeia do setor no país. Os formulários de inscrição e o edital completo podem ser acessados pelo site www.mininghub.com.br até 11 de janeiro de 2019. Podem se inscrever startups cujos focos de atuação de enquadrem em algum dos desafios estratégicos e operacionais anunciados pelo projeto: Segurança (Operacional e SSO – segurança e saúde ocupacional); Gestão da Água; Fontes de Energia Renovável; Eficiência Operacional; e Gestão de Resíduos e Rejeitos.

As startups e empreendedores selecionados serão acelerados em ciclos de quatro meses, sendo que o primeiro terá início em Fevereiro de 2019. Lançado em novembro deste ano, o Mining Hub conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e reúne as mineradoras Anglo American, AngloGold Ashanti, ArcelorMittal, CSN, Ferrous, Gerdau, Kinross, Mineração Usiminas, Nexa Resources, Samarco e Vale. Também já confirmaram presença fornecedores relevantes ligados ao setor, como Haver Brasil, IHM Stefanini, ISQ, Petronas e ThyssenKrupp.

Entre as vantagens para as startups que conseguirem, por meio do edital, garantir o seu espaço no Mining Hub, está a proximidade com as grandes empresas envolvidas, que poderão atuar como clientes-anjo e, inclusive, evoluir para uma potencial joint venture, spin-in ou M&A. Além disso, vale destacar o acesso a um programa de inovação aberta conjunto, onde as soluções de sucesso podem ser escaladas de forma fácil e ágil entre as empresas que patrocinam o programa. O grande objetivo do Mining Hub é gerar conhecimento, novas tecnologias, produtos e serviços e, inclusive, promover a transformação cultural do setor, tido hoje como um dos mais tradicionais do mercado, preparando-o para as tendências do futuro do trabalho.

Projeto integra o WeWork Labs

O Mining Hub integra o WeWork Labs, iniciativa global da WeWork trazida para o Brasil em meados de 2018. Ele é dividido em duas frentes: de um lado, a plataforma capacita startups e empreendedores, por meio da oferta de espaços de trabalho e uma programação que conta com uma rede de mentores exclusiva, curadoria de conteúdos, ferramentas desenvolvidas internamente e um funcionário da WeWork dedicado exclusivamente ao projeto (Labs Manager), responsável por conectar as startups com mentores, clientes e, eventualmente investidores e fundos.

Já na frente voltada para grandes empresas, o WeWork Labs se propõe a contribuir para que organizações de qualquer segmento possam se desenvolver e inovar em suas estratégias de atuação, a partir da aproximação com essas startups, que poderão apoiá-las de maneira customizada na solução de seus desafios, por meio de tecnologia e transformação cultural. Em ambos os casos, a iniciativa conta com parcerias junto a universidades, aceleradoras, incubadoras, empresas de venture capital e especialistas de diversos setores, criando e apoiando um ecossistema de inovação, que colabora para o sucesso desses negócios.

O WeWork Labs já conta com cinco espaços em São Paulo e Rio de Janeiro, mas terá em Belo Horizonte a sua primeira unidade focada em uma área de atuação específica. A primeira WeWork mineira, inaugurada em 22 de novembro, terá capacidade para 800 posições de trabalho até fevereiro de 2019. No Brasil desde 2017, a empresa conta com outras 15 unidades, em São Paulo, Rio de Janeiro, e mais de 15 mil pessoas trabalhando em seus espaços.

StartOut Brasil abre inscrições para missão em Santiago

As inscrições para o StartOut Brasil no ciclo Santiago estão abertas. Os interessados terão até o dia 7 de janeiro de 2019 para se inscrever no programa de internacionalização de startups. Serão selecionadas 15 empresas brasileiras que nunca participaram dessa iniciativa e até cinco classificadas como graduadas, aquelas que já estiveram em dois ou mais ciclos do StartOut Brasil. A missão ao Chile acontecerá de 24 a 29 de março de 2019.

O mercado chileno é competitivo e conta com a presença massiva de grandes multinacionais. O país é o atual líder do Global Entrepreneurship Index – América Latina e oferece diversos benefícios para empresas estrangeiras que desejam se instalar no país, além de possuir algumas características que fazem do Chile a primeira parada de quem quer lançar sua empresa no mercado global.

As inscrições podem ser feitas pelo o site do StartOut Brasil e o resultado será divulgado no dia 4 de fevereiro de 2019. O programa é destinado a startups brasileiras já estabelecidas, que estejam faturando, preferencialmente, acima de R$ 500 mil ou que tenham recebido algum tipo de investimento. É importante que as empresas tenham uma equipe 100% dedicada ao negócio, fluência em inglês e que demonstrem capacidade de se expandir internacionalmente sem comprometer suas operações no Brasil.

Durante as missões de imersão nos ecossistemas estrangeiros, as startups têm a chance de aprimorar os conhecimentos adquiridos na fase de preparação e ainda terão a oportunidade de conectar-se com alguns dos principais players locais e prospectar oportunidade de negócios. As startups selecionadas terão acesso gratuitamente a consultoria especializada em internacionalização, mentoria com especialistas no mercado de destino e treinamento de pitch, participação em missão com agenda voltada à prospecção de clientes e investidores e conexão a ambientes de inovação, com visitas a aceleradoras, incubadoras e empresas locais.

“O StartOut Brasil comemorou um ano de existência com imersões em cinco ecossistemas inovadores, tendo 18 startups com negócios facilitados e expectativa de US$ 31,7 milhões para os próximos seis meses. É importante ficar atento a esse tipo de oportunidade, e participar de uma iniciativa que apoia startups de ponta a ponta, como esta missão a Santiago, no Chile”, disse a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes.

O StartOut Brasil é uma iniciativa conjunta dos ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e das Relações Exteriores (MRE), Sebrae, Apex-Brasil e Anprotec.
Mais informações, acesse: https://www.startoutbrasil.com.br/ciclo/santiago/

Startups inovadoras se destacam no Demoday InovAtiva

Entre os dias 08 e 10 de dezembro, cerca 80 investidores, representantes de aceleradoras e executivos de grandes empresas assistiram e auxiliaram startups de todo o Brasil a se posicionarem e mostrarem o que fazem durante o Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva Brasil 2018.2.

Nos dois primeiros dias, as 82 startups participantes receberam mentorias para prepararem um pitch do seu negócio, que foi apresentado durante a Conferência Nacional de Investimento Anjo, no dia 10, para uma banca qualificada de investidores e executivos convidados, que elegeram as empresas de destaque essa edição.

“Grande quantidade de empreendedores comentam conosco que conheceram um mentor InovAtiva ao longo do ano e que ele, com seu network, abriu de forma voluntária, portas para a startup. Outras empresas destacam o quanto o seu discurso melhorou ao longo do programa. As conexões feitas nos três dias de evento são bastante valiosas. Ficamos muito felizes que temos mentores voluntários e instituições parceiras que vieram compartilhar experiências que acumularam ao longo de suas carreiras. Com toda esse sinergia e empenho dos envolvidos, teremos cada vez mais negócios inovadores”, afirma Rafael Wandrey, Coordenador de Empreendedorismo Inovador do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Diante das mais de 80 empresas, duas startups se destacaram em cada uma das seis categorias:

Banca 1: Tecnologia da Informação e Comunicação: Big Data e Soluções B2B – Niduu, solução para nivelar e incrementar o desempenho organizacional de forma automática e personalizada e Polen, marketplace B2B que conecta geradores de resíduos com empresas que utilizam estes resíduos como matéria-prima;

Banca 2: Produtos e soluções B2C, Serviços e Games – Gamer Trials, startup que alia os esforços e interesses dos diferentes pólos de desenvolvimento de games no país e We Fix, primeira plataforma do Brasil a conectar técnicos de smatphone, clientes e fornecedores;

Banca 3: Varejo, Comércio Eletrônico, Bens de consumo não duráveis e Serviços – O Polen, estratégia de aumento de conversão de vendas e Vida Pet, criadora de um sapato para cães de pequeno porte que vivem dentro de casa;

Banca 4: Educação, Saúde e Setor Financeiro – EasyThings, monitora e avisa o usuário de uma possível crise de hipoglicemia e SaveLivez, serviço de captação de doadores de sangue sob demanda;

Banca 5: Soluções para a Indústria, Infraestrutura e Construção Civil, Telecomunicações, Energia, Mineração e metalurgia – Nanogreen, desenvolve nanopartículas customizadas para os diversos segmentos do mercado e Sociente Inteligência Geográfica, auxilia nos estudos geológicos para o avanço da metalogenia;
Banca 6: Negócios de Impacto Sócio Ambiental – OLIPLANET, oferece um dispositivo para a separação do óleo de cozinha usado e SaveLivez, serviço de captação de doadores de sangue sob demanda.

Vencedor em duas categorias, Rafael Oki, CEO e fundador da SaveLivez, conta que participar do InovAtiva foi muito gratificante e ganhar nas Bancas 4 e 6 foi ainda mais especial. “O programa tem startups muito boas. Eu não esperava, porque a gente ouviu pitches muito bons de startups em momentos diferentes. É uma satisfação muito grande saber que estamos entre as destaques na visão do público”, comenta o empreendedor.

Depois da premiação, a organização do evento contou que está planejando mudanças no próximo ano para que o programa também englobe as startups aceleradas nos ciclos anteriores e, assim, promover um networking ainda maior entre os empreendedores.

“Em 2019 nós estamos planejando muita coisa diferente que vai servir para empreendedores. A intenção é gerar muito mais conexão com o mercado e criar oportunidades para as startups continuarem fazendo esse networking que a gente proporcionou durante esse final de semana. Em fevereiro do ano que vem, vamos abrir as inscrições para o próximo ciclo. A ideia é que agora, não só quem estiver naquele ciclo de aceleração seja beneficiado, mas também quem participou anteriormente”, finaliza Natália Bertussi, coordenadora de startups no Sebrae Nacional.

Como fazer o fechamento correto de uma startup

Por João Augusto de Carvalho Ferreira

É natural que dediquemos mais energia ao início dos projetos, quando é preciso tornar sólido o turbilhão de ideias impulsionado pela expectativa de alcançar o tão idealizado sucesso. Entretanto, por vezes os resultados esperados não são atingidos, visto que podem ocorrer mudanças nas prioridades do empreendedor.

Ocorre que a frustração no ato de empreender ou a mudança de prioridades pode ser acompanhada pelo desejo de afastamento empreendedor/empresa, paralisação das atividades empresariais e, por fim, abandono daquela personalidade jurídica criada sem o cuidado necessário para o seu encerramento e baixa dos cadastros junto as autoridades competentes.

História comum e infelizmente conhecida por todos nós. Porém, o que talvez não seja de conhecimento comum são as graves implicações que tal gesto poderá gerar à vida daquele empreendedor, a exemplo do direcionamento da responsabilidade por eventual passivo acumulado para pessoa física dos sócios, além de possível inabilitação em caso de decretação de falência, até a possível caracterização de eventual crime falimentar.

Para tanto, é necessário registrar que as mesmas preocupações e cuidados aplicados para criação da empresa hão de ser adotados no momento do encerramento regular daquele projeto, evitando a criação de graves máculas e desastrosas consequências. Existindo endividamento, faz-se necessário analisar o perfil da dívida e estruturar uma estratégia de abordagem junto aos credores, cenário mais complexo que trataremos em oportunidade futura, focando neste momento sobre os passos para encerramento das empresas que, embora não endividadas, deixaram de ser interessantes aos olhos de seus criadores.

Neste contexto, sugiro que seja sempre seguido o caminho legal, atendendo as formalidades necessárias para o efetivo encerramento daquele “CNPJ” e demais registros, tarefa que vem sendo facilitada como consequência ao exercício de desburocratização da máquina pública, a exemplo do portal.

Diante disso, destacamos que o ato formal de encerramento, consistirá na reunião de documentos como: distrato social; certificado de regularidade do fundo de garantia do tempo de serviço; para empresas que recolhem impostos municipais a exemplo do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), verificar junto a secretaria de finanças da prefeitura a lista de documentos necessários para a devida baixa da inscrição municipal; empresas que contribuem com Impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), é necessário requerer a baixa da inscrição estadual junto a Secretaria da Fazenda estadual; obter junto à Receita Federal a Certidão de Débitos Relativos a Créditos Tributários e à Dívida Ativa da União (DAU), além da solicitação de cancelamento do CNPJ passível de ser requerido por meio do programa coleta online. E, por fim, protocolar o pedido de arquivamento e atos de extinção do empresário ou sociedade empresária perante a junta comercial da unidade federativa competente.

Acho importante ressaltar, que para os Micro Empreendedores Individuais (MEI), o caminho para o encerramento se mostra ainda menos complexo. Fique atento!

João Augusto de Carvalho Ferreira, coordenador do Departamento de Restruturação da Dívida e e Insolvência do BNZ advogado parceiro do BNZ for Startups.

Startup brasileira lança primeiro comparador de fretes do mercado

O alto valor do frete continua sendo um dos grandes vilões do e-commerce, responsável por 70% do abandono de carrinho, como mostra o Estudo de Propensão ao Consumo da SAP de 2018. De olho nessa oportunidade, o Reduza, plataforma que reduz preços em lojas da internet acaba de lançar o Reduza Fretes (http//:www.reduzafretes.com.br), uma ferramenta inédita no mercado, que compara os valores do frete, incluindo o preço dos produtos pesquisados, além de permitir que o usuário crie alertas para que seja avisado quando o valor passar por redução ou ficar grátis.

“O frete pode representar até 70% do valor total da compra e variar até 400% de uma loja para outra, o que reforça a importância da pesquisa na hora da compra. Ou seja, além de comparar preços, é importante que o consumidor faça uma análise do valor final da compra, incluindo a taxa de entrega. O Reduza Fretes foi desenvolvido para realizar o cálculo de forma automática”, comenta Alessandro Fontes, co-fundador do Reduza.

O frete também pode sair ainda mais caro, dependendo do local da entrega (Cidade/Estado). Levantamento feito pelo Reduza Fretes, a partir de dados gerados na última Black Friday, aponta a variação de valores entre lojas e os Estados que possuem o frete mais caro. Veja:

– A variação média do valor do frete entre as lojas online é de até 151%. Isso significa que uma loja pode entregar o mesmo produto, para o mesmo CEP, por R$ 30, enquanto outra chega a cobrar R$ 400;

– O peso médio do frete na Black Friday foi de 14%. Em algumas regiões, como Roraima, chegou a 28,9%. Já em São Paulo, foi de 7,1%;

– De cada 1.000 pessoas que pesquisaram pelo valor do frete para comprar, 169 encontraram uma opção com frete grátis.

10 estados com o frete mais caro durante a Black Friday no Brasil:

Roraima: 28,27%

Rondônia: 19,77%

Acre: 17,34%

Pernambuco: 17,29%

Mato Grosso: 17,11%

Amazonas: 16,11%

Ceará: 15,68%

Tocantins: 15,67%

Paraíba: 15,31%

Maranhão: 15,26%

Como funciona o Reduza Fretes: basta o usuário colar o link do produto da loja desejada, informar o CEP e clicar em “menor frete”. A partir daí, o Reduza aciona o algoritmo que faz uma análise completa, considerando o valor do frete e a forma de pagamento para identificar a loja ideal.

Startups de todo Brasil se conectam com investidores e potenciais parceiros em São Paulo

A próxima edição do Bootcamp Nacional InovAtiva Brasil se aproxima. Nos dias 08 e 09 de dezembro, startups de todo o Brasil se reúnem no Palácio dos Campos Elísios, em São Paulo, para receber mentorias e aprimorar seus negócios.

Esse momento é essencial para preparar os empreendedores para o Demoday, que acontece no dia 10 de dezembro no Senac Santo Amaro, junto com a Conferência Nacional da Anjos do Brasil. O evento será destinado a conexão de empreendedores com investidores, representantes de grandes empresas e potenciais parceiros convidados por meio da apresentação de pitchs, discursos de cinco minutos preparados nos dias anteriores.

Desta vez, o InovAtiva Brasil, além de abranger negócios ligados a tecnologia, educação, agronegócio, finanças, serviços, varejo e energia, também terá startups focadas nas temáticas de impacto socioambiental e cívico, ou seja, projetos que resolvam problemas socioambientais, promovam a participação e aumentem transparência no Poder Legislativo.

Das startups selecionadas, 49% estão situadas na região sudeste do país, 38% na região sul, 10% na região nordeste e 4% na região centro-oeste. A maioria delas teve faturamento médio no último ano de R$ 60 mil e estão em fase de operação, já tendo passado pela validação do negócio, mas ainda aguardando passar por tração e escalonamento.

Além disso, elas atuam, majoritariamente, no segmento B2B, com tecnologia digital (software). Atualmente, poucas receberam investimento (apenas 10%), mas estão em fase de expansão, uma vez que 52% das startups estão com vagas em aberto.

Nos três dias de evento espera-se um público de mais de 300 pessoas, sendo empreendedores, mentores e investidores.

Bootcamp Nacional InovAtiva Brasil 2018
Data: 08 e 09 de dezembro
Local: Palácio dos Campos Elíseos – Av. Rio Branco, 1269 – Campos Elíseos, São Paulo – SP

Demoday InovAtiva Brasil 2018
Data: 10 de dezembro
Local: Centro Universitário Senac Santo Amaro – Av. Eng. Eusébio Stevaux, 823 – Santo Amaro, São Paulo – SP

Qual é o raciocínio do investidor quando assiste um pitch?

Apresentar um negócio de forma convincente é um diferencial para conquistar um investimento. O empreendedor precisa estar bem preparado para responder questões avançadas tanto sobre a própria empresa quanto o mercado e os concorrentes, mas a questão chave é: qual é a resposta o investidor espera ouvir?

É justamente por isso que a Anjos do Brasil, comprometida em estimular o desenvolvimento do investimento anjo no país, realizará no dia 10 de dezembro, no Senac Santo Amaro, em São Paulo, a Conferência Nacional de Investimento Anjo. Quem abordará o tema é Cássio Spina, presidente da entidade.

O executivo prepara uma dinâmica onde o empreendedor apresenta seu pitch a investidores. Ela segue como um jogo de perguntas e respostas para o empreendedor. A cada uma delas, Spina comenta tanto a intenção da pergunta, como a resposta do empreendedor e dará dicas para ambos os lados. “A ideia do painel é expor uma aula prática para quem está se preparando para captar recursos com investidores anjo e quem quer investir também”, explica Maria Rita Spina, diretora executiva da Anjos do Brasil.

Durante o encontro, Ricardo Martinho, consultor de Relações com Investidores da Anjos do Brasil, também falará sobre as diferentes formas de captação de investimento e de como empreendedores e investidores podem se beneficiar.

Os ingressos já estão esgotados, mas os interessados podem assistir as palestras online gratuitamente pelo Youtube da Anjos do Brasil. Inscreva-se no canal e esteja online no dia 10 de dezembro às 14h.

Conferência Nacional da Anjos do Brasil

Data: 10 de dezembro
Horário: das 14h00 às 19h00
Onde: Centro de Convenções do Centro Universitário Senac, campus Santo Amaro
Endereço: Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 823, São Paulo

TIM estreita parceria com Cubo Itaú, aproxima-se ainda mais das startups e foca na experiência do cliente

A TIM segue com seu objetivo de ser a melhor operadora do Brasil, liderando a transformação digital do setor, abrindo uma nova etapa na parceria com o Cubo Itaú, maior hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, com sede em São Paulo. Para isso, a operadora contará com a diretoria CTIO (Chief Technology Information Officer), que foi reformulada e incorpora o segmento de Transformação Digital da companhia, para intensificar o foco no cliente.

“O apoio ao Cubo tem sido muito valioso para o desenvolvimento do modelo de inovação aberta e vai ao encontro da estratégia da TIM de promover soluções e empreendimentos inovadores e digitais. Buscamos oferecer o que temos de melhor em serviços e soluções, essencial para o aperfeiçoamento do negócio das startups, e a experiência com o desenvolvimento de soluções em comunicações e tecnologia de ponta para atender os clientes TIM. Nossa presença no novo prédio define um patamar na relação da TIM com o Cubo”, conta Leonardo Capdeville, CTIO da TIM Brasil.

A mudança nos processos dará mais agilidade à empresa, assegurando a evolução da TIM no processo de transformação digital, além de torna-la mais analítica e digital, mantendo seu DNA de inovação nas ofertas e serviços. Dentro desse contexto, a TIM quer firmar também parcerias que ajudem no processo de imersão da inovação de dentro para fora da empresa. Uma delas é com o Cubo Itaú, hub de conexões entre startups maduras e o mercado, em São Paulo, que entra no seu terceiro ano. A operadora fornece toda a infraestrutura de rede ultra banda larga ao local e tem o papel de tutora em determinados projetos, contribuindo com conhecimento e troca de experiência no dia a dia dos empreendedores.

O acordo permite a TIM a se juntar a startups com potenciais de negócios que vão de encontro com a sua estratégia. Ou seja, a companhia quer estar inserida no ambiente colaborativo e inovador, acelerando parcerias e potencializando o espaço como um grande hub de negócios com o intuito, sempre, de oferecer a melhor experiência para seus clientes.

Desenvolvimento de novos negócios

A partir de agora, a TIM inicia um novo momento nessa relação com o Cubo Itaú, reforçando a sua presença no espaço de inovação e expandindo a sua atuação no ecossistema. Dessa forma, vai se aproximar ainda mais das startups mais maduras para trazer desafios de seus clientes, incrementando o potencial de geração de valor. A operadora atua como tutora e conta agora com uma equipe dedicada a apoiar parcerias e promover o desenvolvimento de novos negócios dentro do Cubo, além de um lounge exclusivo da TIM.

“A parceria ao longo desses três anos foi importante para o amadurecimento do programa de inovação e transformação digital da TIM. Em 2016, a operadora utilizava o espaço para entender a cultura da inovação aberta e empreendedorismo, além de contribuir com conhecimento e troca de experiência no dia a dia dos empreendedores. Em um primeiro momento, a TIM buscava encontrar soluções para os seus desafios internos, experiência que permitiu à operadora rever práticas e processos”, comenta Janilson Bezerra, diretor de Inovação & Biz Development da TIM Brasil.

Iniciada em 2016, a parceria com o CUBO Itaú faz parte do programa de Open Innovation da TIM, que tem como o objetivo estabelecer uma rede de intercâmbio entre empresas, startups e instituições de ensino para apoiar o desenvolvimento de novos negócios, produtos e serviços inovadores. O investimento da TIM em startups com propostas inovadoras é potencializado através de parcerias com hubs de desenvolvimento de empresas, o que aumenta o alcance do apoio da operadora para projetos em diversas partes do país.

Oi seleciona startups para programa de aceleração do Oito

A Oi vai selecionar novas startups para participar do programa de aceleração do Oito, seu hub de empreendedorismo e inovação, localizado em Ipanema, no Rio de Janeiro. O segundo ciclo do programa foi anunciado nesta quinta-feira, durante a Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (Case), que acontece até amanhã em São Paulo e tem patrocínio do Oito. Os empreendedores deverão apresentar propostas para solucionar desafios que serão apresentados pela Oi em quatro vertentes: operacionais, de negócios, financeiros ou open telecom, categoria destinada para soluções que possam atacar problemas ou explorar oportunidades relacionadas ao setor de telecomunicações. As inscrições serão abertas em dezembro. Interessados em participar podem fazer a pré-inscrição no site do Oito (www.oito.net.br).

“Neste novo ciclo, estamos em busca de startups mais maduras, prontas para serem aceleradas ou próximas a esse estágio, e capazes de apresentar soluções relevantes para o negócio e nossos clientes. Um ano depois da inauguração do Oito, reforçamos a convicção de que o nosso diferencial está na capacidade da Oi de validar e dar escala às soluções desenvolvidas e disponibilizar canais que contribuam para um crescimento relevante para as startups”, afirma Pedro Abreu, diretor do Oito.

O programa de aceleração terá duração de nove meses, com início no primeiro semestre de 2019. As startups selecionadas terão até três posições de trabalho na área de coworking do Oito, acesso facilitado à Oi e sua rede de parceiros, benefícios oferecidos pela rede de parceiros do Oito, além de apoio nas áreas gerencial, jurídica, financeira e de comunicação. Em contrapartida, a Oi poderá ter uma participação no capital da startup, vinculada ao sucesso do processo de aceleração.

Entre os parceiros do Oito que oferecem produtos e serviços para as startups estão Nokia, IBM, Oracle, Amazon Web Services, CPqD, Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), Senai, escritório Montaury Pimenta e Machado & Vieira Mello. O Oito também conta com a parceria do Oi Futuro, instituto de inovação e criatividade da Oi.

O regulamento da próxima seleção será divulgado no site do Oito na abertura das inscrições e apresentará desafios para os seguintes temas:

– Operacionais: UX Atendimento (AI), Gestão de Home Devices, EAD + Gamificação e Plataforma de Relacionamento;

– Negócios: Video Analytics, Multicloud, Marketing Digital + Gestão de Campanhas, Market Place, IoT (low cost + SaaS), UX Loja (VR e AR);

– Financeiros: Meio de Pagamento, Cobrança Alternativa, Arrecadação Alternativa;

– Open Telecom: soluções que possam atacar problemas e/ou explorar oportunidades de negócio que tenham relação com o setor de telecomunicações.

Vencedoras do Sebrae Like a Boss são aceleradas do programa InovAtiva Brasil

Nos dias 29 e 30 de novembro, 29 startups vindas de todas as regiões do país participaram do Sebrae Like a Boss Nacional, realizado pelo Sebrae durante a Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (CASE), maior evento de startups do Brasil.

Além de gerar networking, o principal concurso de startups do país proporcionou a conexão de empreendedores com aceleradoras e investidores. Durante os dois dias de evento, empreendedores apresentaram suas soluções tecnológicas para uma banca de investidores formada por representantes de grandes empresas. Este ano, as startups ganhadoras Luminase, Aya Tech e SignumWeb, competiram com outras 29 startups escolhidas em mais de 14 seletivas em todo o país.

Para Anderson Fragoso, Cofundador da startup Luminase, a primeira colocada no Sebrae Like a Boss, sua trajetória até essa conquista teve grande influência do programa InovAtiva Brasil. “Minha solução é focada na área de biotecnologia. No Brasil, quando se fala em biotecnologia, estamos tratando sobre pesquisa acadêmica. O InovAtiva foi o primeiro programa de aceleração do qual participei e ele me trouxe uma visão mais voltada para negócios. Hoje faço essa ponte entre universidade, ciência e mercado, o que tem sido bem produtivo e culminou no prêmio de melhor startup aqui no CASE”, afirma Fragoso.

A Aya Tech, startup criada por Fernanda Checchinato, ficou em segundo lugar. A empreendedora participou do programa em 2018 e conta que o InovAtiva foi fundamental para preparar a empresa para ter mais networking, parceiros de negócios e mentorias.

“O programa nos deu embasamento para crescermos como empresa e expandir o nosso negócio para todas as regiões. Recomendo muito a participação no InovAtiva, porque acho que não importa em que estágio a empresa esteja, os mentores que participam do programa têm sempre algo para agregar”, relata a empreendedora CEO e fundadora da Aya Tech.

O terceiro lugar ficou para a startup SignumWeb, idealizada por Felipe Barros. O principal objetivo da empresa é permitir a acessibilidade e contribuir com a comunicação de um deficiente auditivo dentro de uma empresa. “Para minha startup, participar do InovAtiva Brasil foi essencial para que as pessoas pudessem conhecer o meu negócio e entender o quão importante é proporcionar acessibilidade dentro das empresas”, finaliza Barros.

Zendesk apresenta programa exclusivo para Startups

A Zendesk, Inc. anunciou na última sexta-feira (30), durante o CASE – Conferência anual de Startups e Empreendedorismo-, seu novo programa de startups. A empresa está disponibilizando um ano de licença gratuita da Zendesk Suite (solução de experiência do cliente omnichannel), dando aos empreendedores a capacidade de criar as melhores experiências para os clientes em seus negócios, desde o início.

Além da Zendesk Suite, as startups participantes também recebem orientações sobre como configurar seu software na nuvem com o apoio de um especialista em produtos Zendesk, além de visitas presenciais ou virtuais na sede da Zendesk, em São Francisco (Califórnia).

“Para uma startup em rápido crescimento, a experiência que um cliente tem com sua empresa é crucial para o sucesso”, disse Kristen Durham, diretora da Zendesk para Startups. “É fácil se envolver no desenvolvimento de seu produto ou no seu espaço e esquecer que o negócio só existe por causa dos clientes. Estamos empenhados em ajudar as startups a acertar desde o início”.

Com as rápidas mudanças nas expectativas dos clientes de hoje, as startups precisam ter acesso a tecnologias flexíveis e fáceis de implementar e que possam expandir junto com seus negócios. O programa de startups da Zendesk já ajudou milhares de empresas como a Nubank e Rappi, que estão transformando seus setores ao colocarem a experiência do cliente no centro do negócio.

A Zendesk também tem parceria com mais de 250 aceleradoras, incubadoras e fornecedores de tecnologia no Vale do Silício e em todo o mundo, incluindo: 500 Startups, Y Combinator, ABStartups, StartupFarm, Cubo, Startup Brasil e Distrito. Tudo isso para ajudar as startups a crescer e dar certo.

“Desde o começo do nosso negócio queríamos desenvolver um atendimento rápido, eficiente e de qualidade, sempre com o objetivo de oferecer a melhor experiência para os nossos clientes. Com tanta concorrência no mercado, sabíamos que um bom atendimento seria um dos nossos grande diferencial”, afirmou Mario Minatel, VP de Operações da Loggi. “Neste sentido, a Zendesk foi essencial para atingirmos as nossas metas, por ter uma ferramenta flexível e adaptável às nossas necessidades. Assim, conseguimos desenvolver em conjunto um sistema integrado de atendimento único que nos permite atender bem, e de forma ágil, tanto os nossos clientes que estão na rua fazendo a entrega, quanto quem as recebe”, completa Mario.

Saiba mais sobre o Zendesk para Startups e inscreva-se no programa aqui: www.zendesk.com/startups.

Startup russa quer acompanhar indivíduos em multidões

Com apenas 3 anos de mercado e já líder mundial em velocidade e precisão de reconhecimento facial por software, a startup russa NtechLab se prepara para mais um passo gigante no uso de Inteligência Artificial.

O novo movimento da empresa é o lançamento de uma solução combinando tecnologias de detecção de silhuetas humanas e de reconhecimento facial. Ao somar as especialidades nas quais vem sendo premiada em todo o mundo, a NtechLab pretende apresentar um sistema para elevar a 100% a precisão na identificação de uma pessoa por meio de imagens captadas por câmeras de vídeo comuns.

A startup ainda não diz quando a nova solução será mostrada a público mas, considerando as últimas movimentações da marca, deve ser em breve. O novo sistema de IA terá acuracidade para, independente do ângulo de visão da câmera, fazer o reconhecimento facial até mesmo de pessoas que venham a cobrir os rostos ou virar as costas para os pontos de captação de imagens de vídeo.

Além da acuracidade, a nova tecnologia tem outros objetivos bem claros. Um deles é o de acompanhar os movimentos de indivíduos, determinando suas rotas e prevendo tendências de ações, algo de alto impacto para identificar fluxos de clientes em lojas, shoppings ou aeroportos, entre outros locais de grandes afluxo de público. Outra área a ser impactada é a de segurança pública: alguém procurado pela polícia pode ser seguido virtualmente pela IA da NtechLab até que as forças de segurança possam contê-lo.

As soluções da NtechLab podem ser conhecidas no hotsite em português, para o Brasil, recém lançado em https://findface.pro/br