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Lawtechs e Legaltechs: um mercado promissor

As Lawtechs e Legaltechs são empresas que oferecem serviços e produtos para o universo jurídico, e estão ganhando cada vez mais espaço e importância, tanto no cenário internacional quanto no cenário nacional. O mercado dessas empresas atingiu investimento recorde de mais de US$ 1 bilhão no mundo todo, em 2018, nos principais investimentos e M&As pesquisados e catalogados pela pesquisa da Lawgeex, e estão distribuídos em mais de 40 negócios.

O crescimento no setor foi brusco em comparação ao ano anterior, que segundo a mesma pesquisa teve investimento de US$ 233 milhões em empresas jurídicas de TI em 61 negócios.

Boa parte do investimento em 2018 foi em soluções que utilizam Inteligência Artificial, que teve o montante de US$ 362 milhões desse financiamento. Mas, as áreas de atuação das Lawtechs e Legaltechs vêm se diversificando e visam atender especificidades tanto antigas como aquelas decorrentes de novas tecnologias, à exemplo das empresas na categoria de RegTech, TaxTech e Compliance.

Problemas que antes demandava muito tempo e eram difíceis de serem solucionados, hoje podem ser resolvidos como mais facilidade pelos serviços ofertados por essas empresas e os avanços tecnológicos.

O ecossistema e o mercado estão em contínuo crescimento e no Brasil temos um cenário muito forte que favorece essas empresas. Com a Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs – AB2L, as Lawtechs e Legaltechs têm o apoio e o fomento no setor. São conectadas a todo um ecossistema de inovação no universo jurídico, que engloba demodays, hackatons, mentorias, techdays. Além de vários lançamentos de produtos inovadores e o amadurecimento dessas empresas no mercado.

Há um ano e meio a AB2L reunia 20 associados, hoje a associação tem cerca de 400, entre eles 128 LawTechs e 50 em early stage (estágio inicial de validação do seu produto). Porém não só as Lawtechs/Legaltechs fazem parte do ecossistema de inovação, grandes escritórios e departamentos de jurídicos já compreenderam a importância de estarem conectados ao que há de mais novo no cenário de direito e tecnologia. Assim como os profissionais autônomos que perceberam que a atualização à esses novos assuntos é um grande diferencial.

Empresas como Amil, Suzano Papel e Celulose e Klabin fazem parte da AB2L e contam com diversas iniciativas da associação, como os demodays, em que podem conhecer os novas tecnologias e adota-las em seus processos. O mercado é promissor e estar conectado com ele fará toda diferença.

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Por que escolher um espaço compartilhado?

Por Renato Auriemo

Antigamente, quando um profissional decidia abrir seu negócio haviam duas opções: alugar uma sala comercial, o que traria custos operacionais, além de aspectos burocráticos e gastos com manutenção, ou trabalhar em casa, que reduziria algumas despesas a pequeno e médio prazo, porém, poderia acarretar na diminuição da produtividade. Com o surgimento dos coworkings, esse cenário mudou!

Muitos profissionais têm optado por sua utilização por conta da infraestrutura aliada ao custo-benefício. No mercado já é possível encontrar variados tipos de espaços compartilhados que vão desde os básicos, onde há somente algumas salas com mesas e Wi-Fi, até os mais elaborados, com arquitetura impecável e equipamentos de ponta. Existem ainda os segmentados, que buscam atrair empresas de um determinado setor, promovendo troca de experiências entre os residentes.

Por conta da procura e das vantagens que oferecem, o aumento no número de escritórios colaborativos têm sido significativo, se tornando uma tendência. Quando o primeiro Censo de Coworking foi feito no Brasil, em 2015, haviam cerca de 238 coworkings. Já o último estudo, divulgado em 2018, mostrou que há em média 1.194 nos país inteiro. Então, por que não apostar em um ambiente compartilhado?

Listo aqui alguns dos inúmeros benefícios de se instalar em um coworking:

1. Custo mais baixo

Uma das maiores dificuldades do empreendedor quando monta o seu negócio, é o custo com a implantação e manutenção de um escritório. Para ter seu próprio espaço os gastos com decoração, móveis, computadores, telefones, contas de luz, água, telefone, internet, entre outros, são inevitáveis e altos. Porém, quando se tratam de coworkings, as salas já estão prontas, mobiliadas e o custo total com as despesas pode ser até 40% menor.

2. Menos burocracia

No valor do aluguel de uma sala em um escritório colaborativo já estão embutidos gastos com internet, água, energia, IPTU, café e condomínio. Isso evita que o empreendedor tenha muitas contas para pagar e dá tempo para que ele pense no que realmente importa, sua empresa.

3. Netwoking

Por conta da grande movimentação de empreendedores em um mesmo ambiente, os coworkings podem trazer uma grande oportunidade para fechar novas parcerias, além de ajudar na troca de experiências.

4. Inovação

Com toda a transformação digital que vivemos hoje, a busca por inovação nunca foi tão imprescindível para o crescimento de uma empresa. E é por isso que muitos coworkings têm cada vez mais se estabelecido como hubs de inovação. Esse movimento tem acontecido como meio de criar conexões entre startups e grandes empresas, gerando novos negócios.

5. Mais produtividade

Muitos profissionais optam por trabalhar home-office por conta da redução de custos, porém, muitas vezes não é possível focar totalmente nas atividades por conta de inúmeras distrações. Já os coworkings possuem escritórios privativos que evitam interrupções desnecessárias.

6. Sem mudanças drásticas com o aumento de equipe

A medida que a sua empresa cresce, a tendência é que a sua equipe aumente também. Por isso, é importante pensar em lugares que não tornem essas mudanças muito bruscas. Nos espaços compartilhados, o empreendedor não precisa se preocupar com isso, já que torna possível a locação de salas maiores.

Em linhas gerais, é importante entender o que funciona melhor para você e para a sua empresa e a utilização de coworkings pode ser um passo para o sucesso do seu negócio. Aposte sem medo!

Renato Auriemo, CEO do Co.W.

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MIT Sloan seleciona startups brasileiras

MIT Sloan School of Management

Com base em seus modelos de negócios, potencial de crescimento e êxito, as startups brasileiras C6 Bank e Gocase foram escolhidos para sediar projetos do Laboratório Global de Empreendedorismo (G-Lab) em colaboração com o MIT Sloan School of Management, fundador do programa internacional.

Desde o ano 2000, equipes do G-Lab têm trabalhado para resolver questões empresariais de mais de 375 companhias em mercados emergentes ao redor do mundo em áreas críticas, como crescimento estratégico, entrada em novos mercados, precificação, marketing, benchmarking, captação de recursos e estratégia financeira. No processo, os alunos do MBA ganham experiências reais em criar, desenvolver e administrar jovens empresas com infraestruturas diversas, bem como em pensar sobre o papel da política, cultura e outras variáveis não-econômicas.

O trabalho externo dos alunos do MIT Sloan para o C6 Bank e a Gocase começou em setembro de 2018 e acabará em fevereiro de 2019, incluindo uma análise final e aprofundada. Os resultados das equipes incluirão uma apresentação formal e materiais concretos com ferramentas de alto impacto que podem ser usados pelas empresas imediatamente.

“Trabalhamos com empreendedores em toda a América Latina por quase 20 anos”, conta o professor do MIT Sloan Simon Johnson, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional e cofundador do G-Lab. “Esses homens e mulheres são notavelmente resilientes e oferecem grandes perspectivas para o futuro. É um privilégio e uma grande lição para os nossos alunos encontrar formas de ajudá-los. Todos retornam aos Estados Unidos impressionados com a energia e a intensidade dos CEOs dessas empresas”.

C6 Bank

Sediada em São Paulo, a startup C6 Bank, que recentemente recebeu licença do Banco Central para operar como um banco múltiplo, emprega atualmente 300 funcionários e tem como foco médias e pequenas empresas e pessoas físicas. Uma equipe internacional de quatro alunos do MBA do MIT Sloan – uma das escolas de negócios mais reconhecidas do mundo – auxiliará o C6 a definir um plano para a criação de um Robo-Advisor a partir de um produto viável mínimo (MVP). Eles estão trabalhando no escritório do C6 Bank em São Paulo durante todo o mês de janeiro.

No dia 28 de janeiro, o C6 lançará um centro de inovação chamado Opp, com espaço para 90 empresários, no seu escritório em São Paulo. Com o objetivo de se tornar um próspero hub para startups, o Opp vai sediar um programa de formação em empreendedorismo que combinará rodada de investimento e mentoria.

Em breve, o C6 também oferecerá uma plataforma completa de serviços financeiros, incluindo serviços bancários tradicionais. Além disso, ainda neste ano, a startup planeja abrir um escritório em Nova York dedicado à análise de dados.

“Acreditamos que as universidades e empresas devem trabalhar juntas para promover a inovação. Temos muito orgulho de trabalhar com os alunos do MIT Sloan e esperamos poder continuar fortalecendo nossa parceria”, afirma Eduardo Prado, sócio do C6 Bank.

Gocase

Lançada há três anos no Brasil, a Gocase tornou-se rapidamente uma das maiores marcas digitais brasileiras. Com mais de 1.3 milhões de seguidores no Instagram, a startup tem foco no desenvolvimento de acessórios personalizados que refletem a personalidade de cada cliente. O objetivo do Gocase é mudar a maneira como os gadgets são vistos e percebidos, transformando-os em novos conceitos que combinem com o estilo de vida dos clientes, com inspiração nas últimas tendências de moda e design. A marca rapidamente expandiu para o exterior, já tendo comercializado produtos para mais de 130 países e possui escritórios em Fortaleza (CE), Amsterdã (NL) e na China.

Uma equipe internacional de quatro alunos do MBA do MIT Sloan está trabalhando no Brasil e na Holanda durante o mês de janeiro, com o objetivo de desenvolver um plano de entrada para a Gocase no mercado dos Estados Unidos.

G-Lab

O G-Lab é um dos 15 laboratórios pioneiros do Action Learning, disponíveis para os alunos do MIT Sloan. Embora as atividades do projeto variem, elas estão agrupadas por temas comuns, incluindo aprendizagem experimental, reflexiva e entre pares, mentoria docente, solução de problemas reais, transferência de conhecimento, e o envolvimento de uma equipe de estudantes com vistas a gerar um impacto mensurável tanto no quesito social quanto nos negócios. Esses desafios de gerenciamento em tempo real trazem a teoria à vida.

A MIT Sloan School of Management, localizada em Cambridge, Massachusetts (EUA), é uma das principais fontes acadêmicas de inovação em teoria e prática da gestão. Com estudantes de mais de 60 países, desenvolve líderes eficazes, inovadores e com princípios que impulsionam a economia global. Para saber mais, acesse: http://mitsloan.mit.edu

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boostLAB, do BTG Pactual, está com inscrições abertas para potencialização de startups

O BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, abriu inscrições para a terceira edição do boostLAB, programa de potencialização voltado para startups de nível mais maduro, as chamadas scale-ups. A iniciativa, realizada em parceria com a ACE, eleita três vezes como melhor aceleradora da América Latina, prevê a realização de parcerias e projetos piloto com a instituição financeira, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema.

Serão seis startups selecionadas para o programa, que tem duração de cinco meses. Nessa edição, o programa de potencialização busca principalmente fintechs, agritechs, legaltechs e startups que atuem com inteligência artificial ou real estate. Durante a seleção, mais importante do que o tamanho do faturamento da empresa é se ela já tem um sólido portfolio de clientes e dedicação integral de pelo menos dois sócios fundadores ao negócio.

Os interessados em participar do programa devem se inscrever por meio do site do boostLAB (www.boostlab.com.br) até o dia 15 de fevereiro de 2019. O boostLAB fica localizado em São Paulo, no WeWork Faria Lima.

A primeira edição do programa foi avaliada em 100 NPS (Net Promoter Score – métrica que tem como objetivo medir a satisfação e lealdade dos clientes) pelas Scale-ups que participaram do programa, pontuação inédita para um programa desse tipo coordenado pela ACE até então.

Um dos pontos fortes do programa é a oportunidade de gerar negócios com o banco e empresas parceiras. Outro ponto de destaque do boostLAB é a proximidade com os sócios e diretores sêniores do BTG Pactual, que oferecem mentoria e dividem suas experiências por meio de um Conselho. Cada um dos sete envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Grupo. São eles: Frederico Pompeu – que tem dedicação exclusiva ao programa -, Renato Mazzola (Head do Private Equity), Gustavo Roxo (CTO), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), José Vita (Membro do Comitê Executivo), Mateus Carneiro (Head do RH) e André Alves (Head de Marketing).

As Scale-ups também contam com a metodologia de potencialização da ACE e os conselhos de um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação, como Stelleo Tolda (COO do Mercado Livre), Cláudio Galeazzi, grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, e Sônia Hess, ex-CEO da Dudalina, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil. Quem acaba de se juntar ao time é Joel Rennó, CFO da OLX, empresa global de comércio eletrônico.

Outra novidade é que além de créditos de US$ 10 mil no serviço de nuvem da Amazon (AWS) e US$ 3 mil no da Google, a Oracle também aderiu ao programa, oferecendo créditos de USD 15 mil para as Scale-ups participantes.

Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB, conta que está muito feliz com os resultados das edições anteriores. “Já potencializamos 12 empresas e todas tiveram crescimento significativo. Para nós também tem sido um aprendizado conviver com empreendedores tão competentes. A essa altura, já estamos começando a fazer investimentos em algumas empresas e temos parceria com quase todas. Queremos ser o banco desse ecossistema em todas as etapas da vida dos empreendedores e das empresas”, afirma. O KPI (Key Performance Indicator) médio de cada empresa que participou do programa cresceu 233%.

Resultados de edições anteriores

A recém-terminada segunda edição do programa contou com 132 empresas inscritas. Seis delas foram selecionadas e potencializadas: Bxblue, Nexoos, Virtus Pay, Ewally, Digesto e Omie.

A Omie, que é um sistema de ERP (Enterprise Resource Planning), aumentou a receita em 20% e conquistou quatro mil novos clientes durante a potencialização. Além disso, o volume emitido de NF-e de R$ 4 bilhões para R$ 5,1 bilhões ao mês. A empresa oferece um sistema de gestão completo para pequenas e médias empresas com CRM, Finanças, Fluxo de Caixa, NF-e, Estoques e Frente de Loja.

Durante o boostLAB, a Nexoos ampliou seu negócio, passando a ser também um market-place lending, além de peer-to-peer lending. “Tivemos aumento de 30% na receita contra o trimestre anterior. A empresa sai do programa com um nível de maturidade muito maior”, disse Daniel Gomes, CEO e fundador da empresa.

Já a primeira rodada, que aconteceu no primeiro semestre, contou com inscrição de 124 empresas, dentre as quais seis foram escolhidas: Neurotech, Agronow, Clicksign, Finpass [antiga F(X)], Liber Capital e Zigpay.

A Finpass foi uma das empresas que mais se beneficiou do programa. Trata-se de um marketplace de crédito para médias e grandes empresas, que utiliza tecnologia de “matching” para tornar esse processo mais inteligente, rápido e efetivo. Ao final da participação no boostLAB, o volume transacionado pela plataforma teve crescimento de 966%.

O cenário das Agtechs cresce e já são cerca de 338 startups de tecnologia agrícola no Brasil

Segundo levantamento realizado pela SP Ventures, em parceria com Centro Universitário FEI e com as startups Agtech Garage, Usina, Esalqtec e Agrihub, existem cerca de 338 Agtechs mapeadas no Brasil.

O agronegócio é a economia mais dinâmica e representa cerca de 50% das exportações do país e 23% do PIB. O setor tornou-se tão globalmente integrado e importante para a economia que se tornou imune às volatilidades econômicas e políticas. Isso mostra a importância das agtechs no Brasil.

Outro levantamento, dessa vez realizado pela ABStartups, mostra que o setor de agropecuária, por exemplo, foi o setor com melhor desempenho da economia em 2017 com um crescimento de 13%. No total, 70% do território nacional são startups que trabalham com agronegócio. Além disso, 37% dos estados brasileiros têm mais de três agtechs. E dos cinco estados com maior representatividade, três são da região Sul.

A melhoria da infraestrutura tecnológica do Brasil, como conectividade, penetração móvel, imagens de satélite e alfabetização digital, tem sido fundamental para o desenvolvimento do ecossistema agtech do país, permitindo que as empresas tragam novos produtos e soluções para os agricultores brasileiros de maneira econômica. Segundo a SP Ventures, entre 2012 e 2017, o uso de smartphones aumentou de 16% para mais de 70%.

Fundos de investimentos como a SP Ventures, referência na condução de investimentos em Venture Capital no Brasil, também estão de olho nesse mercado com o objetivo de ajudar no desenvolvimento do setor e impulsionar negócios que tenham tecnologias inovadoras, com alto impacto e potencial de crescimento.

A Fundepag, especializada na gestão de negócios no agronegócio brasileiro, é outro exemplo. Responsável por incluir as empresas no range de conexões, seu maior objetivo é potencializar a inovação no setor, ampliar o acesso às pesquisas e criar conexões entre pesquisadores, institutos, governo, startups e aceleradoras.

Conheça abaixo algumas startups que têm revolucionado o mercado agro no país:

Agrosmart: principal plataforma de agricultura digital para países em desenvolvimento de agricultura tropical, ajudando produtores rurais e a tomarem melhores decisões no campo e serem mais resilientes às mudanças climáticas. A empresa gera recomendações ao monitorar lavouras por meio de sensores e imagens de satélite, interpretando as necessidades da planta em tempo real em relação a irrigação, doenças e pragas. O uso do sistema permite economizar até 60% de água, 40% de energia e aumentar a produtividade em até 15%, tornando o cultivo mais inteligente;

FastAgro: é uma empresa focada no desenvolvimento de soluções para a fisiologia das plantas. Com 26 produtos em seu portfólio, a empresa agrega valor na cadeia de produção das culturas de soja, algodão, feijão e milho no cerrado do Brasil, Argentina e Paraguai;

Glovo lança serviço de entregas para empresas

A Glovo, startup espanhola de delivery multicategoria, buscando sempre oferecer facilidade e comodidade aos seus usuários, apresenta mais uma solução para o mercado brasileiro: o Glovo Business. A partir de agora, além do aplicativo que realiza entregas de farmácia, mercado, restaurante e diversos estabelecimentos na categoria ‘qualquer coisa’, a plataforma disponibilizará um serviço destinado a soluções logísticas como envios e entregas para empresas e organizações de qualquer setor ou tamanho.

O Glovo Business chega ao mercado para complementar o que já é oferecido pela plataforma e tem como objetivo trazer soluções rápidas para as empresas independente da situação. A área de abrangência para esse serviço é a mesma do aplicativo atual e, por isso, a estimativa é que todas as entregas sejam feitas em até 45 minutos, garantindo máxima eficiência para os clientes.

“Estamos constantemente inovando e atendendo às necessidades de nossos usuários. Com este serviço de entrega para empresas, esperamos facilitar o dia a dia das organizações que, hoje, contam com processos burocráticos e complexos para execução de tarefas básicas como enviar algo. Além disso, ao invés de ter que entrar em contato com empresas terceiras e avaliar a disponibilidade de motoboys, o Glovo Business acelera a contratação do frete e garante disponibilidade de frota, tornando todo o processo simples e rápido”, afirma Oscar Pierre, CEO da Glovo.

Pensando no serviço de logística de levar, trazer, buscar e entregar, com o Glovo Business é possível fazer 4 tipos de solicitações, cada uma para uma necessidade específica. O primeiro é chamado de pedido único, no qual o entregador leva um produto de um ponto para o outro. Pode ser usado para entregar um presente para uma pessoa querida. O segundo é chamado de pedido com retorno, no qual o entregador leva um item de um ponto para outro e depois retorna ao local inicial. Pode ser usado para levar um documento importante, coletar uma assinatura e trazer de volta. Já o terceiro é pedido com múltiplos destinos, no qual o entregador retira diversos produtos ou documentos em um local e os entrega em vários destinos. E, por fim, o pedido com múltiplas retiradas, em que o entregador faz o recolhimento dos itens de vários locais e realiza a entrega na empresa.

Para usar a nova funcionalidade basta acessar o link da Glovo Business. Para empresas que já tem cadastro na Glovo, é possível fazer login utilizando os mesmos dados, com a mesma conta. Se não, é só realizar um novo cadastro.

Além disso, o novo serviço oferece diferentes formas de pagamento com o intuito de atender de forma inteligente os estabelecimentos, dependendo do volume de pedidos que pretendem realizar. Para empresas que utilizarão o serviço em casos esporádicos, é possível fazer o pagamento usando o cartão de crédito e nesse caso o pedido é cobrado no ato da compra. Para empresas que pretendem utilizar o serviço com recorrência, é possível efetuar o pagamento por boleto bancário, no qual a plataforma contabiliza todos os pedidos realizados no mês e unifica a cobrança.O preço pode variar de acordo com a quilometragem percorrida, iniciando em R$ 6,90 e com teto de R$ 19,90 por entrega.

“É possível entregar uma carteira de trabalho no RH da empresa, levar um documento para ser assinado e depois trazer de volta ao local inicial, buscar os itens de um evento em diferentes locais e entregar tudo na empresa e até retirar documentos e entregar cada um em diferentes locais. A mesma facilidade e comodidade que os nossos usuários já conhecem, agora disponível para empresas”, finalizaBruno Raposo, country manager da Glovo no Brasil.

Para saber mais sobre a Glovo, acesse: http://glovoapp.com/pt-br/

Glovo acelera crescimento global com um novo VP de Engenharia e 300 contratações na área de tecnologia

A Glovo, startup espanhola de entregas rápidas, anuncia a contratação de Mustafa Seszgin como VP de Engenharia. O profissional vai comandar a equipe com o objetivo de prosseguir a escalada global da empresa, além da dar continuidade à rápida expansão em novos territórios da América Latina, Europa e África.

A startup, que já está presente em 79 cidades e 21 países, permite aos consumidores fazerem pedidos de qualquer item pelo app, com entregas em menos de uma hora.

A contratação é anunciada após a startup levantar 134 milhões de dólares em uma rodada de investimento com a AmRest, Indinvest e fundos internacionais anteriores, como a Rakuten. Mustafa, que havia sido Head de Engenharia da Uber na Europa, Oriente Médio e África, deverá agora guiar a contratação de 300 engenheiros para se juntarem à Glovo e preencherem a demanda exponencial que a empresa vive no momento.

Sezgin acredita que a oportunidade para a Glovo no próximo ano é enorme, tanto pela perspectiva de negócios, quanto pela de engenharia. “Assim como escalamos a atuação globalmente, a Glovo irá levar as capacidades e sistemas de engenharia para um nível superior. Construir uma plataforma e um time de engenharia irá resolver desafios complexos que constantemente melhoram a experiência do usuário. Estou muito animado em fazer parte dessa jornada”, explica.

Para o VP de produto da startup, Bartek Kunowski, a Glovo está crescendo rapidamente e tem grandes ambições nos próximos 12 meses. “Ter as qualidades e a experiência do Mustafa nos ajudando a fortalecer o time global de engenharia é fundamental para o próximo passo da nossa incrível história de crescimento”, adiciona Kunowski.

Ainda segundo Bartek, o investimento em talentos é estratégico para o caminho que a empresa está seguindo. “Nós estamos numa ótima posição, em que profissionais de engenharia experientes e com ótimas habilidades acreditam em nossa missão, e querem fazer parte dessa experiência na Glovo”, finaliza.
A contratação de Mustafa Seszginr é mais uma entre a série de recentes admissões de profissionais que foram da Uber para a Glovo, com a missão de ajudar na escala global da startup. Como parte desta lista, estão os seguintes nomes:

Utsav Agarwal, Head de Expansão na Glovo;

Vignesh Anand, Head de Operações de Parceiros na Glovo;

Kritarth Chhabra, Head global de Novos Negócios e Receita na Glovo;

Ankit Mishra, Líder de Operações globais na Glovo;

Vishal Verma, Head global de Novos Negócios na Glovo;

Florian Jensen, Head de Fraudes e Pagamentos na Glovo.

4 dicas para quem sonha em criar uma startup global

A maioria dos empreendedoras sonha – ou já sonhou – com a possibilidade de tornar seu negócio global ou pelo menos de criá-lo com intuito de, no futuro, estar apto para se estabelecer em outros terrenos. Essa vontade, no entanto, não é tão simples quanto parece.

Para que o sonho se torne realidade, é fundamental conhecer a cultura, os costumes e a economia dos países que estão na mira do plano de expansão de sua empresa e organizar o passo a passo do seu plano de negócio desde quando ele ainda é uma ideia.

Um caso brasileiro de sucesso internacional é a Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, fundada em 2014 pelo curitibano Alessio Alionço. A empresa foi criada com o objetivo de atingir outros polos, além das fronteiras brasileiras. “Nós percebemos que é muito mais fácil ser global desde o primeiro dia do que migrar de um produto local para um produto global posteriormente”, conta Alionço.

Hoje, a plataforma em nuvem da Pipefy está presente em 15.000 empresas, que vão de pequenos negócios como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco, a grandes empresas como Accenture, IBM, Santander e Wipro, passando por startups que já receberam investimentos, como a Olist e a Nibo. Além de uma sede em Curitiba, no sul do Brasil, a startup também está instalada no berço das empresas inovadoras, o Vale do Silício, e já atende clientes em mais de 150 países, quase 77% de todo o mundo.

“O Pipefy foi projetado para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores. Com a plataforma, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI”, explica o empreendedor paranaense.

Alessio Alionço elencou 4 dicas para quem sonha em criar uma startup global. Confira!

1. Planejamento é tudo!

Antes de se aventurar em terras internacionais, planeje, desenhe e estruture seu negócio. É fundamental querer que a empresa seja global antes mesmo dela sair do papel. Então defina seus objetivos, o que deve ser alcançado e em quanto tempo e crie um ambiente propício para isso.

2. Hora de pesquisar

Se o projeto está na mão, é hora de definir os mercados para se inserir. Pesquise tudo! Conheça a cultura, os costumes e, principalmente, a economia dos países que pretende buscar expansão.

3. Seja universal

Não é à toa que a língua inglesa é considerada universal. Para alcançar resultados ainda mais promissores, é indispensável saber se comunicar em inglês. Então não perca tempo e invista em aulas para aprender o idioma. Estude, viaje, treine e torne sua equipe apta não só a falar, mas a persuadir no ambiente de trabalho.

4. Sempre o melhor

Seu produto deve ter um diferencial para se destacar diante dos demais. Ofereça aos clientes um design bem feito, em inglês, com experiência 100% self-service. Desse modo, é possível causar um alto impacto no interessado, que, depois de totalmente engajado, estará disposto a comprar o produto.

Startup gaúcha recebe premiação do Sebrae

A Zuna, startup gaúcha criada com o intuito de transformar o mercado de estágios no Brasil, foi vencedora do Programa StartupRS de 2018, realizado pelo Sebrae. O destaque permite que a Zuna se aproxime mais do ecossistema de startups no Brasil, tendo acesso a organizações globais que apoiam iniciativas empreendedoras.

Dentre os prêmios, a startup terá a oportunidade de fazer um pitch para as aceleradoras WOW, Ventiur e Fundo Criatec, terá mentoria técnica e de negócio com a IBM, parte do IBM Global Entrepreneur Program, está automaticamente selecionada para o Programa Scale do StartupRS em 2019 e terá 3 meses de incubação sem custo no Unitec/Tecnosinos ou na Raiar/PUC.

“Ser reconhecida no principal programa para startups do RS como principal destaque, é uma chancela de que estamos no caminho certo, de que aprendemos rapidamente com nossos erros e que a equipe está muito engajada e em sintonia. Evoluímos muito ao longo do programa e como somos obstinados pelos clientes, estamos muito felizes do que já podemos oferecer”, comenta Everton Mendes, CEO da Zuna.

A participação no StartupRS Scale oferece consultoria especializada em preparação de investimentos e, além da mentoria da IBM, o prêmio também engloba mentoria com uma grande empresa referência no mercado de atuação da startup. Em adição a isso, ajuda na organização dos objetivos, metas e perspectiva de crescimento, além de proporcionar uma rica troca de experiências com pessoas e empresas envolvidas no mercado.

A Zuna oferece uma plataforma online e mobile para que as pessoas possam encontrar o estágio ideal de forma simples. Além disso, permite que empresas divulguem vagas e realizem todo o processo de contratação online, evitando contratos impressos e deslocamentos desnecessários.

A startup foi criada em fevereiro de 2018 para trazer o mercado de estágios no Brasil para o Século XXI, conectando estudantes, empresas e universidades de forma eficiente e prática.

“Tornar incrível a experiência de todos os envolvidos, estudantes, empresas e universidades, este é o propósito da Zuna”, acrescenta Everton.

Ao longo de cinco meses, as startups participantes do programa do Sebrae contaram com workshops, participação em eventos, sessões de consultoria e mentoria para lapidar seu modelo de negócio e desenvolver seus produtos.

Em dezembro de 2018, o Sebrae RS realizou o Demo Day da edição do Programa Startup RS e as 15 startups participantes do programa apresentaram seus pitchs para uma banca de empreendedores e investidores parceiros do programa.

A Zuna foi escolhida como o grande destaque da edição de 2018 do programa.

B2Mamy abre inscrições para primeira turma do programa Start de 2019

A B2Mamy, aceleradora que conecta mães empreendedoras ao ecossistema de inovação, promoverá, em São Paulo, o primeiro passo de sua Trilha Empreendedora de 2019, o programa START by Google Developers Launchpad. O encontro será no dia 18 de janeiro, sexta-feira, das 9h às 17h30.

O programa tem duração de um dia e orienta grupos de até 20 empresas que buscam validar ou inovar seu modelo de negócio e também às futuras empreendedoras que têm apenas uma ideia e precisam ser impulsionados para tirá-la do papel, apresentando as ferramentas necessárias para aceleração desses projetos ou negócios.

A participante sairá do encontro com um Lean Canvas, que auxilia na validação da ideia ou negócio, além de uma rede de contatos e mentores que ela poderá acionar durante essa jornada.

O B2Mamy START já conseguiu colocar 565 ideias em prática e as turmas que participaram de programas anteriores, formadas por cerca de 100 empresas aceleradas em diversos segmentos, faturaram juntas aproximadamente mais de R$ 1.800,00 no período de aceleração.

As inscrições para participar do evento estão abertas e podem ser realizadas no site http://bit.ly/2EAnKYj

Programação do evento START by Google Developers Lauchpad 2019

– Abertura e Aquecimento;
– Apresentação das Ideias;
– Estruturação do negócio | Workshop de planejamento estratégico;
– Mentorias de experts do mercado e voluntários para ajudar com ferramentas de trabalho, como programas de gestão, design, finanças e networking;
– Estruturação do negócio | Workshop de Pitch;
– Votação das ideias mais estruturadas na j ornada para os próximos passos do B2Mamy.

Programa START by Google Developers Launchpad 2018

Dia 18 de janeiro, sexta-feira, das 9h às 17h30

Local: Plug. Co – Rua Lisboa, 890, Cerqueira Cesar, São Paulo – SP

www.b2mamy.com.br

StartOut Brasil anuncia novidades e destinos das próximas missões

Em comemoração ao aniversário de um ano do StartOut Brasil, o programa anunciou que sofrerá alterações em 2019. O próximo ciclo de imersão será realizado em Santiago (Chile), com missão entre os dias 24 e 29 de março de 2019. O Chile é o melhor país para se iniciar um negócio na América Latina, de acordo com a última edição da Global Entrepreneurship Index – América Latina.

“O Brasil representa 3% do mercado mundial. Tem aí 97% ainda para ser explorado. Quando começamos com o StartOut, tínhamos uma série de startups brasileiras que desenvolviam soluções incríveis e empresas que precisavam delas para cumprir parte do seu processo e ganhar maior competitividade. Para 2019, temos quatro destinos importantes que não foram escolhidos de forma aleatória. Tem um estudo muito forte por trás disso. Fizemos uma análise minuciosa desses mercados. Foi um trabalho árduo de levantamento de todo o potencial de mercado, ecossistema, núcleos de aceleradoras, convergência com as nossas demandas e ofertas”, comenta Ricardo Santana, Gerente de Investimento da Apex-Brasil.

Mas as missões não ficarão restritas aos nossos vizinhos. No próximo ano, as startups também poderão contar com imersões em Toronto (Canadá), um dos 20 melhores ecossistemas de startups do mundo; Londres (Inglaterra), classificada como um dos principais centros financeiros e culturais do planeta; e para fechar o ano com chave de ouro, o StartOut Brasil irá levar startups para um dos ecossistemas de inovação mais promissores do mundo, Xangai (China).

As datas destas últimas missões ainda não foram definidas, contudo a ordem citada não sofrerá alterações.

“Começamos a discutir com maior profundidade de que forma poderemos contribuir com o ecossistema de inovação brasileiro. Nós aprendemos a usar e a potencializar as iniciativas do Poder Público com um censo de urgência. Estamos unindo todas as nossas ações no MDIC voltadas para a indústria do futuro e para inovação”, afirma Marcos Jorge de Lima, Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Com isso, foi instituído que até 20 startups poderão participar das missões, sendo 15 vagas reservadas para as startups que nunca tiveram essa oportunidade ou que participaram de apenas uma edição, e até cinco vagas para as graduadas, ou seja, startups que já estiveram em dois ou mais ciclos de imersão.

“Iniciativas como o StartOut preparam empreendedores para se conectarem com mindsets globais e mercados internacionais por meio de consultorias, capacitações, mentorias e interações com os ecossistemas de inovação no mercado-alvo”, comenta Célio Cabral, Gerente da Inovação do Sebrae.

As empresas interessadas no ciclo Santiago podem se inscrever, até o dia 7 de janeiro, em: http://www.startoutbrasil.com.br/ciclo/santiago/

boostLAB, do BTG Pactual, abre inscrições para potencialização de startups em nível avançado

O BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, abriu inscrições para a terceira edição do boostLAB, programa de potencialização voltado para startups de nível mais maduro, as chamadas scale-ups. A iniciativa, realizada em parceria com a ACE, eleita três vezes como melhor aceleradora da América Latina, prevê a realização de parcerias e projetos piloto com a instituição financeira, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema.

Serão seis startups selecionadas para o programa, que tem duração de cinco meses. Nessa edição, o programa de potencialização busca principalmente fintechs, agritechs, legaltechs e startups que atuem com inteligência artificial ou real estate. Durante a seleção, mais importante do que o tamanho do faturamento da empresa é se ela já tem um sólido portfolio de clientes e dedicação integral de pelo menos dois sócios fundadores ao negócio.

Os interessados em participar do programa devem se inscrever por meio do site do boostLAB (www.boostlab.com.br) até o dia 15 de fevereiro de 2019. O boostLAB fica localizado em São Paulo, no WeWork Faria Lima.

A primeira edição do programa foi avaliada em 100 NPS (Net Promoter Score – métrica que tem como objetivo medir a satisfação e lealdade dos clientes) pelas Scale-ups que participaram do programa, pontuação inédita para um programa desse tipo coordenado pela ACE até então.

Um dos pontos fortes do programa é a oportunidade de gerar negócios com o banco e empresas parceiras. Outro ponto de destaque do boostLAB é a proximidade com os sócios e diretores sêniores do BTG Pactual, que oferecem mentoria e dividem suas experiências por meio de um Conselho. Cada um dos sete envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Grupo. São eles: Frederico Pompeu – que tem dedicação exclusiva ao programa -, Renato Mazzola (Head do Private Equity), Gustavo Roxo (CTO), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), José Vita (Membro do Comitê Executivo), Mateus Carneiro (Head do RH) e André Alves (Head de Marketing).

As Scale-ups também contam com a metodologia de potencialização da ACE e os conselhos de um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação, como Stelleo Tolda (COO do Mercado Livre), Cláudio Galeazzi, grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, e Sônia Hess, ex-CEO da Dudalina, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil. Quem acaba de se juntar ao time é Joel Rennó, CFO da OLX, empresa global de comércio eletrônico.

Outra novidade é que além de créditos de US$ 10 mil no serviço de nuvem da Amazon (AWS) e US$ 3 mil no da Google, a Oracle também aderiu ao programa, oferecendo créditos de USD 15 mil para as Scale-ups participantes.

Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB, conta que está muito feliz com os resultados das edições anteriores. “Já potencializamos 12 empresas e todas tiveram crescimento significativo. Para nós também tem sido um aprendizado conviver com empreendedores tão competentes. A essa altura, já estamos começando a fazer investimentos em algumas empresas e temos parceria com quase todas. Queremos ser o banco desse ecossistema em todas as etapas da vida dos empreendedores e das empresas”, afirma. O KPI (Key Performance Indicator) médio de cada empresa que participou do programa cresceu 233%.

Resultados de edições anteriores

A recém-terminada segunda edição do programa contou com 132 empresas inscritas. Seis delas foram selecionadas e potencializadas: Bxblue, Nexoos, Virtus Pay, Ewally, Digesto e Omie.

A Omie, que é um sistema de ERP (Enterprise Resource Planning), aumentou a receita em 20% e conquistou quatro mil novos clientes durante a potencialização. Além disso, o volume emitido de NF-e de R$ 4 bilhões para R$ 5,1 bilhões ao mês. A empresa oferece um sistema de gestão completo para pequenas e médias empresas com CRM, Finanças, Fluxo de Caixa, NF-e, Estoques e Frente de Loja.

Durante o boostLAB, a Nexoos ampliou seu negócio, passando a ser também um market-place lending, além de peer-to-peer lending. “Tivemos aumento de 30% na receita contra o trimestre anterior. A empresa sai do programa com um nível de maturidade muito maior”, disse Daniel Gomes, CEO e fundador da empresa.

Já a primeira rodada, que aconteceu no primeiro semestre, contou com inscrição de 124 empresas, dentre as quais seis foram escolhidas: Neurotech, Agronow, Clicksign, Finpass [antiga F(X)], Liber Capital e Zigpay.

A Finpass foi uma das empresas que mais se beneficou do programa. Trata-se de um marketplace de crédito para médias e grandes empresas, que utiliza tecnologia de “matching” para tornar esse processo mais inteligente, rápido e efetivo. Ao final da participação no boostLAB, o volume transacionado pela plataforma teve crescimento de 966%.