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Pipefy é selecionada para programa da Endeavor

A Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, acaba de ser selecionada para participar do 82º International Selection Panel (ISP) da Endeavor. O comunicado oficial aconteceu em Buenos Aires e contou com a presença de 27 empresários, líderes de 18 companhias, de 12 países.

As empresas e seus dirigentes foram escolhidos a partir da extensa rede do conselho da Endeavor, com mentores, apoiadores e experientes empreendedores da organização global sem fins lucrativos. O objetivo principal é oferecer um ambiente especializado para tornar o negócio escalável, de alto impacto e crescimento, com serviços personalizados abrangentes, incluindo apresentações a mentores de negócios locais e internacionais e voluntários de consultorias da Fortune 500.

O ISP desenvolveu um rigoroso processo de seleção em várias etapas para identificar empreendedores inovadores e motivados, comprometidos com o avanço de um ecossistema de empreendedorismo, como o é caso da startup liderada pelo paranaense Alessio Alionço. A empresa global de SaaS (Software as a Service) fornece uma plataforma de excelência operacional capaz de empoderar gestores a ministrar e aplicar de maneira rápida e eficaz novos processos sem depender do setor de TI.

“Nós criamos uma ferramenta com interface intuitiva e fácil de usar, além de modelos específicos para cada departamento da empresa, possibilitando uma implementação ágil, eficiente e econômica”, afirma o fundador e CEO da plataforma. Para Alessio, a parceria com a Endeavor será um diferencial para a Pipefy e possibilitará novas oportunidades de crescimento.

Os empreendedores da Endeavor têm um histórico significativo de criação de centenas de milhares de empregos, gerando bilhões de dólares em receitas e construindo modelos de crescimento sustentável em seus países de origem.

A Endeavor sediará outros ISPs em 2018 em Atenas, entre os dias 22 e 24 de outubro, e na Cidade do Cabo (Stellenbosch), entre 11 e 13 de dezembro.

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13 primeiros passos de uma startup em Early Stage

Por Diego Daminelli, do time da aceleradora de Negócios Organica

Não existe uma fórmula de sucesso infalível para uma startup decolar, porém podemos dizer que existem fórmulas que certamente levam ao fracasso. É muito comum empreendedores iniciantes, que acabaram de tirar sua ideia do papel, serem colocados diante de algumas armadilhas, dificultando ou mesmo paralisando seu crescimento.

Em primeiro lugar, algumas perguntas e premissas precisam ser validadas antes do negócio sair do primeiro estágio. Eric G. Flamholtz, co-fundador e presidente a Management Systems, e Yvonne Randle, vice-presidente executiva da Management Systems, chamam esse processo de Estágio de New Ventures.

Em seu livro “De Zero a Um”, Peter Thiel nos confronta com quatro condicionantes. Elas avaliam se uma startup é, de fato, promissora e se conseguirá exercer um controle de share de mercado, suficiente para que seus lucros sejam maximizados e as ameaças de concorrente sejam mínimas ou inexistentes.

Segundo Thiel, para se ter sucesso, uma startup precisa, antes de tudo, de Tecnologia proprietária, ou seja, possuir um diferencial tecnológico ou de processo que seja único e exclusivo com grande dificuldade de ser copiado. O negócio também deve garantir efeitos de rede, fator que torna a empresa ou produto mais útil à medida que mais pessoas o utilizam (exemplo do Facebook, que se faz muito relevante já que todos seus amigos estão na rede).

Em terceiro lugar, a empresa deve crescer pela lógica da Economia de Escala, ou seja, os custos fixos para criar um produto se diluem por quantidades crescentes de vendas. Startups como a Netflix, por exemplo, podem desfrutar de economias de escala substanciais porque o custo marginal se aproxima de zero. Por último, o autor destaca a importância da criação da marca e diferenciação de Storytelling, que seria o último estágio, mas não menos importante, que uma empresa precisa chancelar sua originalidade com sua marca.

Antes de avançar em sua ideia, reúno abaixo algumas perguntas que o empreendedor deve ser fazer à respeito do seu negócio:

1-Você criou um produto ou serviço para atender uma necessidade real do mercado?

2-Testou sua solução com alguns potenciais clientes e provou a viabilidade de atender esse mercado?

3- Definiu missão, visão e valores?

4-Definiu claramente seu modelo de negócios? De onde virá suas receitas e despesas?

5-Desenhou o esboço do planejamento estratégico para desdobrar em metas básicas de acompanhamento?

6- Conhece os concorrentes e possíveis substitutos? Não seja egocêntrico nessa resposta.

7-Identificou e definiu o segmento de mercado em que vai buscar seu público-alavanca?

8- Validou a solução com os clientes para entender qual é o seu job to be done?

9- Construiu um funil de vendas e testou canais de maior atração?

10-Definiu a identidade visual e storytelling da marca?

11- Acompanha a taxa de churn dos clientes a cada mês ou já tem os KPIs para isso?

12- Criou a estrutura básica de tecnologia para servidores, sistemas e infraestrutura?

13- Organizou a contabilidade básica: impostos, orçamento, capital de giro e fluxo de caixa?

Tendo validado essas premissas e seu projeto e conseguido sobreviver a esses primeiros questionamentos, o empreendedor começa a pegar tração e com isso possui a base para enfrentar novos desafios com muito mais chances de sucesso.

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Startups são convidadas para resolver desafios de grandes corporações

No dia 3 de outubro, será realizada em Brasília a 10ª edição do Open Innovation Brasil, grupo aberto e colaborativo que reúne executivos e representantes de algumas das maiores empresas do país para discutir inovação aberta, colaboração das grandes corporações com startups e os próximos passos para o desenvolvimento desse ecossistema.

De forma inédita e com apoio Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e do Sebrae, por meio do programa InovAtiva Brasil, grandes corporações desse grupo como Natura, Bradesco, Votorantim Cimentos, VLI Logística, Thyssenkrupp Elevadores e Braskem lançaram desafios para que startups apresentassem soluções.

O Secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC, Rafael Moreira, destacou a importância dessa conexão direta entre grandes empresas e startups nesse modelo de inovação aberta, pois ela traz ganhos para os dois lados. “Muitas vezes são problemas que as grandes empresas têm dificuldades para resolver internamente e que podem ser solucionados pelas startups, que por seu lado têm grande interesse em abrir uma porta para conseguir negociar vendas e parcerias com essas corporações”, afirmou Moreira, que participará da abertura do evento ao lado da Diretora Técnica do Sebrae Nacional, Heloísa Menezes, e do Head do programa inovaBra Startups, do Bradesco, Francisco Venâncio.

Mais de 10 startups aceleradas pelo InovAtiva Brasil foram selecionadas pelas grandes empresas por terem apresentado soluções promissoras para os seus desafios. Elas participarão, junto com outras startups selecionadas de Brasília e região, de sessões de speed dating, rápidos encontros individuais para discutir possíveis negócios e parcerias, com essas corporações.

“Nosso objetivo é aproximar cada vez as startups aceleradas pelo InovAtiva das grandes empresas, e a iniciativa do grupo Open Innovation Brasil em eventos como esse é a oportunidade perfeita para isso”, afirmou o Secretário do MDIC.

Presencialmente, as startups aceleradas pelo InovAtiva Brasil que vão participar desse evento do Open Innovation Brasil são:

Everlog – plataforma para a gestão de todo o processo de transporte;

Displace – especializada em computação visual e tecnologias emergentes;

Fleeter – plataforma que faz a gestão total do deslocamento de todas as pessoas, bem como a gestão total da frota;

Prodfy Plantas – sistema online para monitoramento ativo da produção;

Reciclapac – empresa de tecnologia de embalagens logísticas, usadas para transportes, focada em reuso;

WhatsShare – plataforma que cria links para o WhatsApp e permite que a empresa rastreie e monitore os resultados deste;

GETMORE – oferece a possibilidade de o usuário poder fazer compras online e receber parte do valor pago de volta, em dinheiro;

Axis Focus – sistema de business automation que automatiza processos operacionais, administrativos, de gestão e marketing;

Hallo! Social – plataforma de relacionamento para gerar engajamento e melhorar a comunicação de entidades com seus usuários/associados;

Botnicks – desenvolve chatbots de atendimento pelo Facebook Messenger para empresas de diferentes setores.

Para o fundador da Everlog, Douglas de Siqueira Silva, startup referência em gestão de frete, o InovAtiva Brasil, além de cooperar com sua proposta de valor, maturidade do negócio e prática em ambientes competitivos, mostrou-se um importante recurso estratégico para conexão e interação junto as oportunidades de negócio. “O programa nos apresentou o Open Innovation Brasil, no qual, muito além do valor comercial existente na atmosfera proposta, destacamos o forte impacto positivo e angular na possibilidade de colhermos um feedback próximo e valioso das empresas de interesse”, complementa.

Além das conversas individuais para geração de negócios e parcerias, o evento terá também um painel sobre as relações entre grandes corporações e startups, no qual participarão empresas com experiência em programas de aceleração e fomento ao ecossistema empreendedor, e um debate com os professores do Babson College Mark Lund e Jay Rao e o head de inovação da Votorantim Cimentos, Alexandre Mosquim, sobre Cultura de inovação nas empresas.

O evento será realizado na sede do Sebrae Nacional e terá também o apoio e participação de outras empresas como Oracle, Shawee, GeoInova, a aceleradora Cotidiano e o site de notícias Startupi.

A gerente de Inovação Digital da Natura e responsável pelo Programa Natura Startups, Marina Almeida, afirma que, nesta edição, o evento está especial. “Desta vez teremos startups do mercado se apresentando para nos ajudar a resolver problemas reais do negócio e, além das startups de Brasília, o InovAtiva Brasil convidou empresas de outras regiões para deixar o ambiente ainda mais rico. Estamos na expectativa de encontrar boas soluções para nossos desafios”.

A abertura e os painéis do evento serão transmitidos ao vivo no canal do Sebrae no YouTube e na página do evento. Os eventos anteriores do Open Innovation Brasil foram realizados no Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. A próxima edição será ainda em outubro, no Maranhão.

OPEN INNOVATION BRASIL – BRASÍLIA – 10ª EDIÇÃO

Data: 3 de outubro

Horário: Das 9h às 19h

Local: Sebrae Nacional (SGAS 605, Conjunto A, Asa Sul)

Inscrições gratuitas, vagas limitadas.

Corporate Venture in Brasil chega à quarta edição apostando em tecnologia

Passaram-se três anos desde que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) deu seu primeiro passo para aquecer o cenário de investimento corporativo no Brasil. Provocada pelo mercado, a Agência mergulhou no ecossistema empreendedor e estruturou o Corporate Venture in Brasil, cuja primeira edição ocorreu em 2015. O esforço valeu a pena: até hoje, o evento contribuiu para o aporte de mais de US$ 175 milhões em investimentos no país. A quarta edição do Corporate Venture in Brasil acontece nos dias 02 e 03 de outubro no Hotel Intercontinental, em São Paulo, e a expectativa é exibir ao mercado as oportunidades no setor de Energia e em Construtech, Agritech, HealthTech (respectivamente, tecnologias em construção civil, mineração e mercado imobiliário; tecnologias para a agricultura; e tecnologias para saúde).

A quarta edição do Corporate Venture in Brasil já tem mais de 600 inscritos, de diversas nacionalidades, número que supera os 525 inscritos da edição de 2017. Desde sua primeira edição, em 2015, mais de 1000 pessoas participaram do evento, e centenas de reuniões privadas foram facilitadas pela Apex-Brasil e pela ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital). “Esse crescimento constante do interesse nas oportunidades de investimento, mesmo durante a crise recente no país, demonstra que o ecossistema brasileiro de investimento corporativo inspira confiança nos investidores e grandes empresas internacionais e nacionais”, destaca a diretora da Negócios da Apex-Brasil, Márcia Nejaim.

No campo da construção civil, mercado imobiliário e mineração, englobados pelo termo Construtech, a janela de oportunidade para inovação tecnológica é bastante ampla. O setor representa cerca de 22% do PIB do país e vivenciou o surgimento inicial de startups focadas em processos, como a compra e aquisição de materiais de construção, equipamentos e a necessidade de gerenciamento eficiente de projetos em geral, que anteriormente dependia da tecnologia “papel e caneta”. Atualmente, no entanto, muitas startups estão navegando a onda de modelagem de informação de construção (BIM), a tecnologia que permite o projeto cross-design e uma abordagem holística e digital para projeto e execução, muito superior ao CAD. O campo de Construtech também está aquecido em realidade virtual e aumentada, no qual startups estão trazendo o modelo 3D do edifício para o canteiro de obras.

“Podemos também ver a ascensão em aplicações de Internet de coisas e wearables que podem melhorar consideravelmente a gestão da mão-de-obra e segurança, bem como a produtividade alavancadas pelo uso de analytics de pessoas, grandes dados e algoritmos preditivos”, destaca o Gerente de Investimentos da Apex-Brasil, Ricardo Santana. Já no campo de tecnologia para o Agronegócio, fica evidente uma nova dinâmica. No centro desse cenário estão as startups, com características difíceis de replicar em grandes organizações (velocidade, energia/engajamento do time, propensão ao risco e cultura de inovação) e conectadas com todos os atores do ecossistema de inovação do país: produtores, cooperativas, revendas, investidores, academia, corporações entre outros. O aquecimento deste mercado pode ser ilustrado pela aquisição, em março deste ano, da Strider pela Syngenta, por exemplo, mas também se nota um forte movimento em busca da co-criação de valor em toda a cadeia.

“O cenário de investimentos também está evoluindo no agronegócio. Grandes cooperativas estão atentas às oportunidades. É o caso da Coplacana, que anunciou recentemente investimento em duas startups, e ainda o primeiro equity crowdfunding para uma startup de Agritech”, complementa Santana. Além disso, merece menção o envovimento da Raízen, com o The Pulse, em Piracicaba (SP) e os investimentos da Monsanto Growth Partners, junto com Microsoft e Qualccomm, em empresas de Agtritech.

Outra aposta, para o Corporate Venture deste ano são as tecnologias em saúde, conhecidas como Healtechs. Para compreender a inovação no Brasil e promover a efetividade de parcerias internacionais neste setor, Apex-Brasil, Fundação Biominas e Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi) realizaram, no primeiro semestre de 2018, um mapeamento de soluções inovadoras no país. A pesquisa mapeou 1066 organizações (incluindo projetos de pesquisa, startups e empresas) em 20 Estados brasileiros e no Distrito Federal. Destas, as startups eram o tipo de organização mais recorrente (45%), seguida por empresas (30%), e somente então projetos de pesquisa (25%). Em relação à concentração geográfica das organizações, observou-se que a região sudeste brasileira reúne o maior número de iniciativas, em torno de 71%. O resto é distribuído em todo o Sul (16%), Nordeste (8%), Midwest (5%) e norte (1%) regiões.

“Além da busca ativa por organizações, identificamos um total de 354 soluções para o setor, relacionando o potencial das tecnologias, negócios e para internacionalização. Especificamente, quanto ao estágio de maturidade das organizações, cerca de 59% estão na prototipagem suas ideias e projetos e 43,5% dos entrevistados têm algum tipo de atividade internacional. Há uma possibilidade e uma vontade por essas organizações de explorar as atividades internacionais para garantir a sua presença em novos mercados”, ressalta Santana. Em razão de todas as oportunidades mapeadas, nos diversos setores prioritários, a agenda do Corporate Venture deste ano inclui também espaço para que cerca de 20 startups apresentem suas soluções e oportunidades de investimento, além das dezenas de reuniões entre investidores, empreendedores, aceleradoras e grandes empresas investidoras.

Corporate Venture in Brasil

DATA: 02 e 03 de outubro

HORA: 9h – 18h

LOCAL: Hotel Intercontinental (Alameda Santos, 1123, São Paulo)

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Fhinck é uma das startups selecionadas para o programa de aceleração do Google no Brasil

O Google deu início a segunda turma do seu programa de aceleração Launchpad Accelerator São Paulo, focado em ajudar startups brasileiras a desenvolver seus produtos e superar desafios tecnológicos, principalmente, em Inteligência Artificial, Machine Learning, Cloud Platform e soluções web, a fim de torná-los atraentes, escaláveis e impactantes. A Fhinck – startup de tecnologia focada em aumentar a produtividade e eficiência dos processos de negócios -, foi uma das oito selecionadas para o programa que terá duração de três meses.

O Launchpad Accelerator São Paulo oferece suporte técnico contínuo para ajudar no desenvolvimento de projetos, mentoria com especialistas do Google e do mercado, além de acesso antecipado a novas tecnologias da empresa. As startups também receberão créditos para produtos Google e suporte dedicado.

Fhinck – o software para aumentar produtividade operacional

Sem concorrentes diretos, Fhinck é um software baseado em Inteligência Artificial, de fácil e rápida implementação (plug and play) e comercializado como SaaS (Software as a Service), com licença mensal por computador. Uma vez o software instalado nos computadores, Fhinck se transforma num exército de BOTs (robôs) que ficam traduzindo os tempos e movimentos de toda a navegação em sistemas, arquivos e internet em Big Data. Com esses dados, os algoritmos analisam automaticamente e sem intervenção dos usuários as oportunidades para aumentar a eficiência operacional a partir de análises de:

Nível de foco e concentração das equipes nas atividades produtivas (ex.: análise do tempo no computador e de atividades fora do computador);

Relatórios manuais que possuem potencial para serem eliminados, substituídos por relatórios sistêmicos ou automatizados (ex.: análise do gasto de tempo de planilhas em toda a empresa);

Atividades manuais repetitivas devem ser priorizadas para robotização ou integração sistêmica (ex.: análise de copiar e colar entre telas de sistemas).

O Launchpad Accelerator São Paulo é um desdobramento do Launchpad Accelerator, o programa global do Google que já acelerou mais de 27 startups brasileiras.

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WeWork inaugura segunda unidade na Avenida Paulista

Na próxima segunda-feira (1 de outubro), a WeWork, maior rede de espaços de trabalho do mundo, inaugura mais um prédio no Brasil. Já são nove em São Paulo e 11 em todo o país. A unidade, localizada na esquina entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação, marca um capítulo importante da WeWork na cidade. Além de já contar com os escritórios das startups Amaro e QuintoAndar, o edifício será a sede da WeWork em São Paulo.

A empresa inaugura nesta fase os últimos dos seus 10 andares no prédio e contará, em sua capacidade total, com 1,5 mil posições de trabalho. Para marcar a inauguração, a WeWork recebe o público a partir das 18h, com uma programação que inclui coquetel e um bate-papo sobre inovação na forma de fazer negócios, com Andre Penha, CTO do QuintoAndar, Lodovico Brioschi, COO e CFO da Amaro, e Lucas Mendes, Diretor Geral da WeWork.

“A Avenida Paulista, além de um dos principais marcos geográficos e turísticos da cidade, é muito simbólica para a WeWork, já que foi onde onde instalamos nossa primeira unidade quando chegamos ao Brasil e agora passa a ser também o endereço da nossa sede no país. Já há algum tempo vínhamos buscando oportunidades de expandir nossa presença nessa região tão estratégica para a cidade, por onde circulam mais de 1,5 milhão de pessoas diariamente e que, além disso, tão bem representa a diversidade cultural de São Paulo”, explica Lucas Mendes, Diretor Geral da WeWork no Brasil.

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Oxigênio Aceleradora completa três anos e realiza Open Day ao ecossistema empreendedor

Criada em 2015, e com inscrições abertas para seu 7º ciclo, a Oxigênio Aceleradora, da Porto Seguro, completou mais um ano de operação em setembro. Para a comemoração, será realizado um Open Day voltado ao ecossistema empreendedor, no dia 4 de outubro. Desde sua criação, a Oxigênio já colaborou para o desenvolvimento de quase 30 startups, com as quais mapeia projetos a serem trabalhados junto às empresas do grupo Porto Seguro.

O evento, que acontecerá no novo espaço da Oxigênio, irá oferecer atividades para a troca de conhecimento, como sessões de mentoria com o time de aceleração da parceira Liga Ventures, e workshops exclusivos com os mentores da aceleradora. Os empreendedores interessados poderão ainda apresentar suas empresas e modelo de negócio à equipe de seleção e executivos da Porto Seguro, nas rodadas de Pitch Fire.

“O Open Day é uma ótima oportunidade de relacionamento e aprendizado, tanto para nós quanto para as startups e empreendedores, e irá marcar um importante momento para a Oxigênio”, diz Italo Flammia, diretor de Inovação, Digital e Oxigênio Aceleradora.

Além de celebrar o aniversário da Oxigênio, o Open Day também abrirá as portas de seu novo espaço, que tem o dobro de área útil. Localizado na Rua Guaianases, o ambiente possui jardins de inverno com mesas, quatro salas de conferência e seis de reunião modulares, laboratório de prototipação, auditório com capacidade para cerca de 130 pessoas, além de refeitório, três cafés e uma copa.

Três anos de operação – Há três anos trazendo inovação de fora para dentro do grupo Porto Seguro, a Oxigênio já acelerou 29 startups do 1º ao 5º ciclo, e está agora iniciando seu 6º ciclo – o primeiro no formato Tração, o qual irá acelerar três startups em estágio avançado. “O grande objetivo da Oxigênio é buscar oportunidades de negócio entre as empresas do grupo Porto Seguro e as startups, fomentando a inovação dentro e fora da companhia. Até hoje, já foram mapeados 112 projetos em conjunto, e 32 deles já estão em operação”, conta o diretor.

Mais de 5.500 startups já se inscreveram para os programas da aceleradora da Porto Seguro, que oferecem, além de investimentos financeiros, mentorias concedidas por executivos do grupo, especialistas em diversas áreas, que contribuem com aconselhamento estratégico para o desenvolvimento das empresas aceleradas. Outro benefício dos programas são os eventos realizados pela Oxigênio, que incentivam a troca entre empreendedores novos e experientes, investidores e especialistas. Em três anos, a aceleradora já realizou mais de 300 eventos e recebeu cerca de 15 mil visitantes.

Para participar do Open Day da Oxigênio, basta acessar o site www.sympla.com.br/open-day-oxigenio–estamos-de-casa-nova e realizar o cadastro gratuito.

Open Day Oxigênio Aceleradora

Data: 4 de outubro.

Horário: 13h30 às 18h30.

Endereço: Rua Guaianases, 1227 – Campos Elíseos, São Paulo – SP.

Site para cadastro: www.sympla.com.br/open-day-oxigenio–estamos-de-casa-nova.

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Camara-e.net cria programa que aproxima insurtechs de investidores

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) vai promover uma aproximação entre insurtechs, hubs de inovação, aceleradoras e investidores. A ação faz parte do Programa de Cadastro de Insurtechs, versão ampliada do Mapeamento do Ecossistema de Insurtechs que a entidade criou há um ano.

“O mapa se tornou um organismo vivo, com a qualificação das empresas cadastradas e com a promoção de eventos, rodadas de negócios e chamadas de startups para estimular esse segmento de mercado”, diz Beatriz Rocha Pinto, coordenadora do Comitê de Insurtechs. “Por isso, foi reposicionado como Programa de Cadastro de Insurtechs e vai ter como um de seus objetivos gerar conexões de negócios”.

Até o final de julho, o comitê tinha mapeado 78 insurtechs no país, sendo que das insurtechs cadastradas, 64% atuam no mercado B2B, 28% no B2C e 8% no B2B2C. As categorias em que se enquadram essas insurtechs são Produtos (40%), Data & Analytics (28%), Jornada do usuário (12%), Internet das Coisas (8%), Regulação & Leis (4%), Segurança da Informação (4%) e Investimentos (4%).

Com as evoluções do programa, além desses dados será possível saber, por exemplo, que dores essas insurtechs resolvem, como elas fazem isso, que tecnologias utilizam para desenvolver o seu negócio e quais são suas necessidades e principais desafios. “A próxima fase do comitê será pautada nos dados levantados, direcionando melhor as ações para as carências do ecossistema”, afirma Beatriz.

No dia 24/10, o comitê, que é fechado para associados da camara-e.net, irá realizar um novo encontro aberto no inovaBra, coworking do Bradesco. Assim como nas edições anteriores, o encontro contará com a participação de seguradoras, executivos, aceleradoras, investidores e insurtechs e terá um painel de debates com especialistas. Algumas startups cadastradas serão escolhidas para apresentar seus negócios, e novos dados sobre o mapeamento das insurtechs serão divulgados.

“Será uma oportunidade para as empresas do mercado segurador debaterem e conhecerem os desafios do ecossistema, trocarem experiências e gerarem novas conexões”, diz Beatriz.

Uma das ações do programa em andamento são as parcerias com aceleradoras, fundos e hubs de inovação que atuam com insurtechs. O comitê já fechou parceria com a ACE Startups, uma das principais aceleradoras da América Latina e um dos mais importantes hubs de inovação do país. “A ideia é convidar as insurtechs cadastradas a participar dos processos de chamadas de startups conduzidos pelos nossos parceiros e, com isso, colocá-las em contato com programas de aceleração e corporate venturing”.

As empresas que quiserem entrar no Programa de Cadastro de Insurtechs da camara-e.net devem acessar o link: http://pt.surveymonkey.com/r/cadastro-nacional-de-insurtechs-brasileiras-menu-site-camaraenet. O cadastro é gratuito.

O Comitê de Insurtechs da camara-e.net é uma iniciativa inovadora no Brasil e tem como missão ser o hub de referência colaborativo para impulsionar o desenvolvimento das insurtechs brasileiras. Criado em junho de 2017, ele tem, entre seus associados, várias empresas que compõem o ecossistema do setor, o que dá à equipe um leque maior de conhecimento e de atuação.

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EADBOX lança aplicativo para suas plataformas de e-learning

A EADBOX, startup paranaense que oferece plataformas de e-learning para empresas e profissionais, lançou recentemente um aplicativo para facilitar o acesso ao conteúdo dos cursos. No app é possível assistir aulas offline, após baixar os conteúdos. Assim, o aluno acessa quando e onde quiser, sem precisar do acesso à internet para aprender.

Além disso, o usuário tem acesso a várias plataformas simultaneamente, acompanhando todo o conteúdo em uma só interface, de maneira organizada e intuitiva. Para Gabriella Muller, head de marketing da EADBOX, as novas facilidades do aplicativo estimulam o conhecimento e aceleram a aprendizagem. “No app, o aluno pode acessar o conteúdo das aulas tanto em vídeo quanto em power point, pdf, áudio e outros formatos”, explica.

EqSeed abre inscrições para startups captarem até R$2 milhões cada ainda em 2018

A EqSeed, plataforma que conecta startups a investidores, está selecionando startups interessadas em participar de rodadas individuais de investimento para captar entre R$ 300 mil e R$ 2 milhões cada no último trimestre de 2018. Serão escolhidas até dez startups e as inscrições devem ser feitas até o dia 14 de outubro por meio do site www.eqseed.com/captar. A expectativa da plataforma é que cerca de quinhentas empresas apliquem para o processo seletivo.

“Mais de 2,5 mil startups já aplicaram para nossos processos anteriores de seleção de empresas, e dessas empresas somente as 23 consideradas as mais promissoras foram selecionadas para efetuar suas rodadas de investimento pela plataforma. Esse rigor na avaliação, afinal o índice de aprovação é de 1%, é o que garante a qualidade das empresas, e que, por sua vez, atrai os investidores para construam seus portfólios de investimento em startups conosco”, afirma Greg Kelly, sócio-fundador da fintech.

No que diz respeito ao perfil das empresas potencialmente selecionáveis, Kelly explica que a plataforma procura por startups já com um produto ou serviço pronto e tração nos seus mercados. “Procuramos escalabilidade e disrupção nos modelos de negócios, que são os alicerces das startups que tendem a se transformar nas próximas empresas de grande porte no médio e longo prazo. Também avaliaremos em detalhe a equipe, seu plano de negócios e mercado alcançável, além de um due diligence jurídico, verificando se a empresa não tem pendências. Startups de qualquer setor que atendam aos pré-requisitos do processo podem concorrer”, explica.

Investimentos em franca expansão

Tradicionalmente, a EqSeed realiza dois processos seletivos por ano, um em cada semestre. No entanto, o sucesso e a velocidade das captações superaram a expectativa da empresa, e por essa razão, um novo processo se inicia. Entre os recordes recentes da plataforma, vale destacar que as três maiores rodadas da equity crowdfunding para startups do País ocorreram via EqSeed. A agrotech Horus e a Cervejaria 3 Cariocas captaram cada uma R$ 2 milhões, em rodadas encerradas neste mês de setembro. Já a startup de eficiência energética GreenAnt recebeu R$ 1,6 milhão em julho.

No momento, a plataforma conta com uma rodada aberta: a rede de pontos de retirada Pegaki busca R$ 1,2 milhão. Esta é a segunda rodada da empresa via plataforma. No ano passado, a startup captou R$ 360 mil em 9 dias, captação mais rápida da história da plataforma. Para este ano, estão previstas ainda mais quatro rodadas – provenientes do processo seletivo anterior (2018.2) – além das empresas a serem selecionadas nesse novo processo, que pode chegar até o limite de dez startups.

De 2016 para cá, a EqSeed já conclui 18 rodadas, totalizando R$ 12 milhões de reais em investimentos. Deste valor, R$ 8 milhões foram aportados só de janeiro deste ano para cá. Neste período, a plataforma registrou ainda crescimento de mais de 60% em sua base de investidores, chegando a cerca de 16 mil investidores – pessoa jurídica e pessoa física – e o ticket médio dos investidores superou R$ 15 mil em todas as rodadas. Com as empresas selecionadas nessa nova Seleção, a expectativa é ultrapassar R$ 20 milhões investidos pela plataforma.

De acordo com Kelly, esse momento de intenso crescimento da EqSeed vem ocorrendo principalmente após se tornar a primeira plataforma de investimentos em startups aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários em janeiro desse ano. “A aprovação da plataforma pela CVM trouxe segurança e confiança para o investidor. Quando ele entra na plataforma, percebe o profissionalismo da plataforma e nosso alto grau de exigência na seleção de startups, entende o funcionamento do negócio e aí fideliza. É isso que tem ocorrido. Vemos cada vez mais empresários, executivos, professionais e até investidores pessoas jurídicas construindo suas carteiras de investimentos em startups em nossa plataforma.”, finaliza.

6 lições do CEO da Easy para se trabalhar em uma startup

A Easy foi o primeiro app de táxi do Brasil e é um dos exemplos brasileiros da cultura de startups ao longo dos últimos seis anos. O tamanho reduzido é um dos estereótipos mais propagados sobre startups, mas é na agilidade e na adaptabilidade que reside o verdadeiro trunfo de empresas inovadoras e pioneiras como a Easy, que manteve um ambiente centrado em iniciativa nas ações, criatividade nas soluções e paixão pela inovação enquanto cresceu para atuar em nove países e 400 cidades.

“Competência técnica e gestão devem andar alinhados”, disse Bruno Mantecón, CEO Brasil da Easy. “Hoje, temos que buscar e adicionar às pessoas novas capacidades: engajamento do time, confiança, valores, propósito, pertencimento, etc. Para isso, devemos atrair, desenvolver, otimizar e reter talentos”. O executivo elencou seis importantes lições de negócios para fomentar a cultura de startups em suas empresas.

Tecnologia é meio, inovação é solução

A aplicação de tecnologia da informação, como o uso de dados, para aprimorar a experiência é certamente importante, mas há mais do que isso. A inovação deve estar presente em todas as áreas e pode ser um processo que é imperceptível para os consumidores. Mudar um botão de lugar no app, por exemplo, pode facilitar a vida dos usuários, multiplicar os resultados e ser uma sugestão recebida pela central de atendimento. “A tecnologia é um meio para inovarmos, ainda que ela nos permeie sempre pelo nosso modelo de negócios. A inovação está na nossa busca por facilitar a vida do passageiro e do motorista”, revela Mantecón. “A escolha da solução pode ser a última palavra em tecnologia ou uma abordagem diferente do processo”. Ainda assim, é importante aliar a equipe de tecnologia e também de UX para trazer os melhores resultados.

Atitude vale mais que o diploma do MIT

As startups buscam pessoas que são criativas e que gostem de inovar na busca por soluções e não estão preocupados com hierarquia. Um projeto pode ser liderado por um analista e ter um diretor compondo a equipe, porque o que conta é o comportamento do membros do grupo. “A atitude de identificar, buscar soluções e conectar a todos não está relacionado a diplomas. Saber lidar com uma equipe multidisciplinar e com pessoas tão diferentes é um desafio e que resulta em diferentes soluções para todas as áreas da empresa.”, diz o CEO da Easy.

Não é necessário saber todas as respostas

Esse é outro desafio das startups e dos colaboradores: é possível que ninguém tenha uma resposta efetiva e a equipe tem que lidar com o problema de forma criativa. “Podemos ter uma oportunidade de criar algo conjunto por não haver precedentes no mercado. A liderança ou um especialista podem não ter a resposta, mas deve encarar o problema de frente e ajudar a construir a resposta com todos. Tentar rápido, errar rápido e aprender rápido.”, diz o CEO. “A geração millennial vê hoje em um emprego a capacidade de aprender e dar um sentido para tudo. As startups buscam resolver um problema cotidiano com uma nova abordagem”. Um dos exemplos da empresa foi o Easy Connect, que permite conectar o usuário com o taxista que está na sua frente. “Havia muitas reclamações de passageiros que queriam usar um táxi já estacionado na saída de eventos corporativos, de bares, aeroportos e casas noturnas. Eles não queriam esperar um outro veículo. A solução veio no meio de uma reunião com várias equipes e ninguém sabia se era possível tecnologicamente”, afirma o executivo.

Testar, errar, aprender e corrigir faz parte do negócio

Sem respostas prontas, não há um parâmetro das melhores práticas para muitas iniciativas e testar é o caminho para atingir os objetivos. Isso significa que haverá erros, refações e aprendizados. Por isso é importante ter um pensamento crítico focado na solução de problemas. “Assumir o erro rapidamente e aprender para atingir os resultados são atitudes mais nobres que achamos. Há dias ruins, seja profissional ou pessoal, e não podemos insistir no erro ou culpar-nos. Nesse momento, olhe para o lado e relembre como a equipe está junto”, aconselha o CEO da Easy.

Senso de Dono

Os times de startups começam pequenos, com troca de ideias frequente e fluxo de informação intenso entre todas as áreas de atuação. Essa força de vontade, colaboração e compartilhamento de diferentes experiências e mind set de aprender com o próximo não devem ser perdidos por processos ou com o crescimento da empresa. “Um analista pode trazer uma solução ou visão inovadora para mim, para um diretor, um desenvolvedor ou um colaborador de outro país. Ele será ouvido e considerado” afirma Mantecón. As equipes precisam estar abertas e interagindo para se beneficiarem da sua diversidade, compreenderem os problemas da empresa e fomentarem a criação de novas soluções. “Diversas empresas estão buscando estruturas com squads, design thinking, agile scrum, action learning e outras metodologias que trazem agilidade, aprendizados e engajamento dos colaboradores. O senso de dono é uma parte de todos nós aqui e alguém com perfil menos colaborativo pode sentir-se deslocado. Isso não é bom para a pessoa e não é bom para a empresa. Pessoas erradas sobrecarregam as certas.”, diz o CEO da Easy. Mas para aprender em conjunto…

A inteligência emocional tem que ser parte do skill set

O novo colaborador precisa ter habilidades de autopercepção e de gerenciar emoções. Uma pesquisa da McKinsey apontou que a inteligência emocional será o fator essencial de gestão até 2030. “Autoconsciência, autodomínio e propósito são competências que permitem usar as emoções para facilitar o entendimento e criar resiliência na equipe”, conclui Bruno.

Para o executivo, a empresa pode ajudar a aflorar essas competências no indivíduo, ainda mais em uma estrutura horizontalizada e com fácil comunicação com a alta gestão. “A Gestão também deve fazer sua parte e ter o propósito claro e comunicado de maneira transparente. Com isso, todos podem tomar as melhores decisões para a companhia em vez de fazer projetos erráticos Pensar antes de agir, explicar e não justificar e acima de tudo, empatia é chave para o sucesso. As pessoas sentem empatia quando são ouvidas, passam a ter paixão e assim, a criatividade e inovação florescem.”, aconselha Bruno.

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500 Startups tem nova diretora de operações no Brasil

A 500 Startups, fundo global de venture capital de early stage sediado em São Francisco, nos Estados Unidos, anuncia Itali Pedroni Collini como nova Diretora de Operações no Brasil. A economista e empreendedora chega à organização com a missão de fortalecer a presença da 500 Startups no País e dar suporte não apenas ao portfólio brasileiro, que conta com mais de 40 startups, mas também a todo o ecossistema nacional, conectando fundadores, investidores e corporações ao Vale do Silício e aos recursos e redes globais.

“A Itali tem um perfil muito completo. Ela tem habilidades analíticas para apoiar as atividades de investimento no Brasil; uma mente estratégica para o desenvolvimento de negócios e busca de novas oportunidades para que a 500 Startups colabore com outros atores do ecossistema; e uma experiência na construção de comunidades”, destaca a Managing Partner da 500 Startups, Bedy Yang.

Já Ana Paula González, Head da 500 Startups Miami, a quem Itali responderá diretamente, lembra que em Miami está sendo construído o novo hub de aceleração e inovação da 500 Startups para aproximar o Vale do Silício da América Latina e um dos objetivos da executiva será identificar negócios atrativos para o fundo global de venture capital de early stage no País.

“Nós esperamos que a Itali ajude o portfólio atual com oportunidades de crescimento, que ela continue a identificar grandes founders para 500 Startups investir, que ela encontre novas oportunidades para apoiarmos investidores em treinamentos com nível Vale do Silício e empresas em suas transformações digitais e estratégias de inovação”, afirma Ana.

Empolgada com o novo desafio, Itali garante estar motivada por, ao menos, dois motivos: “Primeiro porque se trata de uma organização que já investiu em mais de 2.000 startups em mais de 60 países e em 5 continentes do planeta, o que mostra o potencial em escala da sua atuação. Somente no Brasil a 500 Startups já investiu em mais de 40 startups e conta com excelentes cases, como ContaAzul e VivaReal, que valem hoje mais de US$ 100 milhões cada uma. Segundo porque tem um dos programas de aceleração mais respeitados do mundo e vê no ecossistema brasileiro uma grande oportunidade de desenvolvimento em rede global”.

Economista por formação, Itali Pedroni Collini já atuou no mercado financeiro, em consultorias e negócios de impacto. “Ao longo da minha carreira também empreendi projetos próprios, como o GENERA – Núcleo FEA USP de Pesquisa em Gênero, Raça e Sexualidade e a Incluser, uma startup de diversidade e inclusão. Essa experiência híbrida entre finanças, empreendedorismo e impacto social me permitiu entender o grande potencial da 500 Startups no Brasil”, analisa a Diretora de Operações da 500 Startups no Brasil.

Segundo a economista, como fundo de venture capital e aceleradora, a organização se destaca entre as tradicionais, já que 67% da gerência da 500 Startups é composta por mulheres. “Dos últimos 5 batches de aceleração 27% das startups tinham mulheres como fundadoras e 44% dos founders de todo portfólio são de minorias raciais, consequência da presença global da 500”, lembra.

Além disso, ressalta Itali, os escritórios da organização têm sala de amamentação e há programas de bolsas para investidores subrepresentados no VC Unlocked, o curso para investidores da 500 em parceria com Stanford e Berkeley. “Essas características da 500 Startups tem um encaixe ótimo com meus valores e acredito que minha experiência pode contribuir para intensificar o trabalho de diversidade e inclusão no ecossistema empreendedor brasileiro”, conclui.

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Startup focada em saúde vence GIC 2018 e ganha aceleração e mentoria nos EUA

Acelerada pela InovAtiva Brasil em 2016, a medRoom, startup que utiliza a realidade virtual e a gamificação para melhorar o treinamento de estudantes e profissionais de saúde, foi a vencedora do Global Impact Challenge Brasil 2018 (GIC), competição de startups da área de educação. A seleção, que aconteceu nas cidades de São Paulo, Recife e Porto Alegre, contou com a participação de diversas empresas do setor, entre elas a Schoolastic, que está no programa InovAtiva Brasil 2018.

Como prêmio, dois representantes da medRoom terão a oportunidade de participar de uma imersão no SU Ventures Incubator Program, treinamento de liderança aos fundadores dos negócios, entre 3 de setembro e 19 de outubro, no Vale do Silício, nos Estados Unidos. A bolsa também inclui hospedagem e alimentação.

Desenvolvido pela Singularity University, em parceria com a escola Concept, o SU Ventures tem como objetivo orientar e capacitar os participantes, para que eles possam validar suas ideias, construir uma equipe capacitada, experimentar e prototipar suas criações, contribuindo assim para a geração de um projeto impactante para o mercado.

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BNZ advogados investe no segmento de startups e implementa sistema de moeda digital para serviços jurídicos

De acordo com um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), entidade que representa e mapeia o setor, o Brasil tem entre 10 e 15 mil startups, números que mostram que segmento está em constante crescimento. De olho nesse movimento, o escritório Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados criou o BNZ For Startups, unidade responsável por desburocratizar o ecossistema e auxiliar as startups em estágio inicial em relação aos serviços jurídicos.

Em parceria com aceleradoras, incubadoras e comandada por Arthur Braga Nascimento, o BNZ for Startups desenvolveu uma moeda própria por meio de um sistema pré-pago. Assim, os empreendedores investem nos serviços jurídicos que melhor atendem suas necessidades e efetuam o pagamento com as moedas BNZs, podendo parcelar o pacote em até 10 vezes, considerando, ainda, que os valores de serviços chegam a ser de 10 a 12 vezes mais acessível quando comparado com os concorrentes.

Segundo Arthur Braga Nascimento, CEO e fundador do BNZ for Startups, existe uma dificuldade de inovação no mercado de advocacia e por meio desse modelo de negócio, além receber orientação com os trâmites jurídicos, os clientes conseguem saber quanto custa cada serviço adquirido, diferente dos escritórios tradicionais. “Tudo é feito com muita transparência e o empreendedor é notificado sempre sobre cada solicitação de serviço e, se estiver de acordo, pode aprovar a liberação do valor. Nosso time é totalmente dedicado em atender os players do ecossistema e estão cientes sobre quais são as necessidades dos empreendedores e as exigências dos investidores,” explica.

Com menos de dois anos de operação e com atuação em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Goiânia e Campinas, o BNZ for Startups tem em seu portfólio mais de 70 startups de diferentes segmentos e espera fechar o ano com 100. A empresa também tem parcerias com mais de 7 aceleradoras, onde dão mentoria jurídica gratuita esporadicamente para que os empreendedores possam esclarecer dúvidas e, futuramente, eventualmente se tornarem clientes BNZ.

“O maior objetivo é sermos o escritório jurídico referência em startups. Nosso foco são as startups em estágio inicial, pois entendemos que elas têm muitas demandas jurídicas e não têm tantos recursos para pagar escritórios de grande porte. Encontramos uma oportunidade de mercado para proporcionar a esse público, serviços que se enquadram dentro de seus budgets. Além de auxiliá-los com as demandas, com essa unidade será possível trabalharmos com pequenos empreendedores que, muito provavelmente, se tornarão grandes players e poderão virar nossos cases de sucesso”, finaliza Arthur Braga.

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Real Trends renova imagem e tem forte crescimento

A Real Trends, plataforma líder em ferramentas de análise e gestão para vendedores do Mercado Livre, se renova melhorando sua imagem e plataforma. A companhia anunciou que, nesta data, conta com mais de 8000 clientes e que no decorrer de 2018 obteve um crescimento de 200%.

A premissa que a startup apoia é “facilitar a vida dos vendedores” por meio de uma solução all-in-one que oferece todas as ferramentas necessárias para vender profissionalmente e diferenciar-se da concorrência.

“Um dos principais objetivos da Real Trends implica em melhorar a experiência de nossos usuários e oferecer todas as ferramentas e funcionalidade para que possam vender mais e melhor; e neste sentido, trabalhamos na melhora de nossa plataforma e do nosso site”, destacou Javier Goilenberg – CEO e Cofundador da Real Trends.

Por sua vez, Patrício Molina, CTO e co-fundador da empresa acrescentou: “As tecnologias e formas de navegação evoluíram muito desde que lançamos a primeira versão da Real Trends, há mais de quatro anos, então também precisávamos atualizar e melhorar”.

Desta forma, a Real Trends continua a evoluir para que seus clientes possam vender mais oferecendo excelentes serviços, otimizando sua gestão diária e aproveitando as oportunidades de mercado em tempo real.

Real Trends na Mercado Livre Experience

A Real Trends participou da Mercado Livre Experience 2018 em São Paulo. Nesta terceira edição, o evento reforçou o seu compromisso com o mercado de tecnologia e e-commerce, contribuindo para que desenvolvedores e vendedores se conheçam e gerem oportunidades. Com esse intuito, milhares de pessoas passaram pelo estande da empresa.
¨É muito importante pra gente conhecer os rostos, tirar as dúvidas e interagir ao vivo com nossos clientes, parceiros e o público em geral. Eventos como esses são muito importantes para confraternizar e profissionalizar o trabalho por meio das palestras e workshops que acontecem no evento¨, salientou Goilenberg na hora de analisar o acontecido em São Paulo no primeiro fim de semana de setembro.

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Thomson Reuters Brasil lança segundo programa de aceleração de startups em 2018

A Thomson Reuters, multinacional de soluções em tecnologia para diversos segmentos da economia, anuncia a segunda edição de seu programa de aceleração de startups. O Accelerator Day for Taxtech e Comextech, realizado em parceria com a AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs) e a Campinas Tech (comunidade dedicada ao desenvolvimento do ecossistema de startups da região de Campinas) vai avaliar empresas iniciantes que tenham soluções em tecnologia para aprimorar a rotina dos profissionais dos segmentos Tributário, Fiscal e de Comércio Exterior. As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de setembro através do link. Podem participar empresas de todas as regiões do Brasil. A apresentação dos finalistas e vencedores do programa acontece no dia 31 de outubro, no Centro de Inovação da Thomson Reuters (FLIC – Future Law Innovation Center, recém inaugurado, em São Paulo).

O objetivo do programa é trazer inovações para aprimorar a eficiência das suítes de soluções ONESOURCE Mastersaf e ONESOURCE Global Trade, que proporcionam o cumprimento das obrigações fiscais, compliance, automatização de tarefas e gerenciamento dos processos de importação e exportação das empresas. Serão avaliadas as startups que ofereçam produtos e serviços com potencial de escala e já testados em clientes reais, dentro de três categorias: Fiscal, Comércio Exterior e Fiscal/Comércio Exterior.

O pilar Fiscal é dedicado às startups que desenvolvem soluções com Inteligência Artificial, Automação de Processos e Recebimento Integrado para aprimorar a eficiência, gestão e inteligência fiscal das empresas. Em Comércio Exterior, as iniciativas avaliadas devem ter Inteligência Artificial, Analytics e Integração do Ecossistema do Comércio Exterior (como o Blockchain). A última categoria, Fiscal/Comércio Exterior, visa analisar tecnologias emergentes que não façam parte dos outros dois pilares, para ambos os segmentos.

Após o período de inscrições, de 17 a 27 de setembro, a Thomson Reuters selecionará oito semifinalistas (duas em Fiscal, duas em Comércio Exterior e quatro em Fiscal/Comércio Exterior). As startups selecionadas terão mais de um mês de preparação e, no dia 31 de outubro, a oportunidade de apresentar as suas inovações para a comissão julgadora, que definirá as quatro vencedoras – (uma em Fiscal, uma em Comércio Exterior e duas em Fiscal/Comércio Exterior).

Nos três meses seguintes, as empresas escolhidas serão aceleradas pela Thomson Reuters. Todas terão a chance de interagir com os colaboradores, a estrutura e as tecnologias da empresa, para efetuar o planejamento e a aplicação da Prova de Conceito de suas soluções nas suítes ONESOURCE Mastersaf e ONESOURCE Global Trade, podendo contribuir para toda a cadeia Fiscal e de Comércio Exterior do país.

“Com o sucesso da primeira edição do programa Thomson Reuters Accelerator Day, voltado para o segmento jurídico, decidimos ampliar para o universo para as TaxTechs e ComexTechs. Será uma grande oportunidade de identificarmos iniciativas viáveis para os segmentos Fiscal e de Comércio Exterior, incluindo estas iniciativas em nosso portfólio. Dessa forma, além de estimular e impulsionar ideias inovadoras, podemos aprimorar nosso portfólio de soluções e melhorar o dia a dia das empresas brasileiras”, afirma Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.

Saiba mais sobre esta edição do Accelerator Day for Taxtech e Comextech por meio do regulamento.

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Pipefy contrata VP de Marketing


A Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, acaba de anunciar a contratação de Rodrigo Vaca para a posição de vice-presidente de Marketing. O executivo traz na bagagem funções semelhantes às que desempenhou na Zoho CRM. Nos Estados Unidos, trabalhou em gigantes como Google e Microsoft.

“A Pipefy tem crescido muito rapidamente e por isso precisávamos de alguém capaz de definir estratégias de marketing em nível global condizentes com nossos objetivos a longo prazo. A escolha dessa posição foi feita com bastante rigor e avaliando tanto a capacidade tática quanto a experiência dos candidatos. Nesse quesito, Rodrigo Vaca se destacou consideravelmente”, afirma o fundador e CEO da Pipefy, Alessio Alionço.

Com formação em Ciência da Computação e especialização em Desenvolvimento de Produtos de SaaS focado no mercado B2B, o novo vice-presidente de Marketing terá como missão identificar oportunidades para posicionar a marca, atuando no escritório da empresa em São Francisco, no Vale do Silício.

“A oportunidade é enorme e talvez igualmente importante. Vejo um forte comprometimento e alto desempenho da equipe atuando em um ambiente descontraído”, destaca o mais novo membro do quadro da Pipefy, que tem mais de 20 anos de experiência na área e competências em liderança, parceria estratégica e marketing de mídias sociais.

A plataforma

Projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores, a plataforma em nuvem da Pipefy permite a implementação de processos eficientes independentes do setor de TI, por meio de uma interface intuitiva, fácil de usar e com modelos específicos para cada departamento. A solução elimina uma batalha de longa data entre os gerentes de operações e os setores de TI, colocando o poder de gerenciar processos de negócios complexos, em que a velocidade da entrega de valor é fundamental, de volta nas mãos dos especialistas. Uma vez implementado em uma empresa, a ferramenta é rapidamente adotada a uma taxa de crescimento de 10% ao mês.

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Aporte de RS 1 milhão irá possibilitar a expansão e implementação de novas funcionalidades na startup Incentiv

A Incentiv, startup que promove o desenvolvimento social por meio da viabilização de projetos aprovados em leis de incentivo fiscal, comemora mais um momento importante em sua trajetória. A empresa acaba de receber mais de R$ 1 milhão dos grupos de investimento anjo Harvard Angels, Anjos do Brasil e Insper Angels e da aceleradora Startup Farm. Com o recurso, a Incentiv se consolida como uma das principais soluções para empresas ampliarem suas ações de responsabilidade social com custo zero. Além disso, a Incentiv pretende expandir sua rede, aprimorar a tecnologia e ampliar os times da área comercial, relacionamento e marketing.

O investimento conjunto de redes anjo à Incentiv é considerado pioneiro e democrático, pois trata de um negócio de elevado impacto social com a participação de mais de 50 investidores. “O acordo foi estruturado de maneira inédita no Brasil e não presume e nem depende de um exit para ser um grande sucesso”, explica Claude Salmona Ricci, o investidor líder.

Fundada por Douglas Lopes e Thais Nicolau, a Incentiv conecta proponentes e projetos a empresas e pessoas, gerando oportunidades para uma sociedade cada vez mais responsável. A ferramenta oferece um serviço completo para otimização do investimento incentivado. O processo vai desde a seleção personalizada de projetos ao acompanhamento de resultados em tempo real. Um de seus diferenciais é a convergência de funcionalidades em uma única solução online, que beneficia organizações e projetos sociais de todo o país.

O mercado no qual a Incentiv está inserida apresenta grande potencial inexplorado. No Brasil, todos os anos são aprovados aproximadamente R$10 bilhões em projetos via leis de incentivo fiscal. No entanto, mais de 60% dessas iniciativas não são realizadas por falta de captação de recursos. Ao mesmo tempo, mais de 95% das empresas aptas a utilizarem não aproveitam os benefícios fiscais para fomentar projetos sociais, de acordo com dados da Receita Federal.

Para estimular que empresários utilizem toda sua capacidade de investimento no setor de responsabilidade social e agreguem valor à marca, a Incentiv oferece uma solução completa com custo zero. A startup realiza o mapeamento de potencial, identificando todas as leis que podem ser aproveitadas no âmbito federal, estadual e municipal. A partir disso, realiza uma curadoria de alta performance alinhada aos pilares e valores da organização, priorizando credibilidade, transparência e segurança. “Nosso objetivo é garantir que os incentivadores fiquem confiantes e tenham tranquilidade em direcionar seus impostos para qualquer um dos projetos de nosso portfólio, por isso apresentamos um crescimento consciente da base de projetos, pois apenas os que passam por uma auditoria e são aprovados, ficam online. Nós entendemos que compliance é investimento e não custo”, reforça Thais, COO da Incentiv.

Além disso, a plataforma permite que os empreendedores façam a gestão de seu portfólio de projetos, acompanhem os resultados em tempo real e mensurem o impacto social gerado e o retorno do investimento, por meio da “prestação de contas sociais” realizada pelos proponentes.

“Para nós, é muito gratificante receber esse reconhecimento das maiores e mais tradicionais redes de investimento anjo do país. Isso mostra que estamos no caminho certo e que nosso negócio tem grande poder de impacto. Nossa meta é audaciosa: queremos levantar mais de 20 milhões no próximo ano, ajudando projetos sociais que transformam a vida de milhares de pessoas”, afirma Douglas Lopes, CEO da startup.

Trajetória e Reconhecimento

O primeiro desafio da Incentiv aconteceu em novembro de 2016: uma imersão no Campus da Google, em São Paulo, no programa da Startup Farm, maior aceleradora da América Latina. Nesta fase foi possível aprimorar o modelo de negócios e lapidar a estratégia.

No primeiro semestre de 2017, a Incentiv participou do InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups do país. Foi durante o Demoday InovAtiva, em julho, que a Incentiv chamou atenção de potenciais investidores especializados em negócios de impacto social. A empresa foi uma das finalistas daquela edição do InovAtiva de Impacto Socioambiental, ciclo do programa dedicado a negócios com esse foco, e recebeu o prêmio de destaque na categoria de Tecnologia da Informação e Big Data.

“Para nós, participar do programa de aceleração foi uma experiência positiva. Fizemos contatos com mentores e investidores, o que nos permitiu uma expansão mais estruturada de nosso negócio.Acredito que as novas startups devem buscar suporte em programas de aceleração e incubadoras, pois esse ecossistema é muito colaborativo e ajuda o empreendedor em suas principais dificuldades”, finaliza o CEO da Incentiv.

Desde 2017, a startup está incubada no Centro para Laboração de Tecnologias Avançadas em Florianópolis e na incubadora da USP, em São Paulo. Além disso, no final do ano conquistou o primeiro lugar no Startup Day, iniciativa do LIDE Futuro.

Ecossistema Conectado

Além da solução para empresas, a plataforma Incentiv.me também beneficia todo o ecossistema. Para os proponentes, a ferramenta otimiza a captação de recursos e o contato com os incentivadores, proporcionando visibilidade nacional para os projetos. Para pessoas, a tecnologia permite o direcionamento de impostos com liberdade de escolha, de forma simples e automatizada. A solução foi desenvolvida com objetivo de facilitar o engajamento cívico, permitindo que empresas atuem como multiplicadores, comunicando seus colaboradores para que também fomentem os projetos do portfólio de responsabilidade social da empresa, dessa forma, amplia sua verba incentivada, visibilidade positiva e valor de marca.

Para potencializar ainda mais o alcance da startup, foi criado um movimento a favor do uso eficiente e transparente de recursos públicos, a ”Rede de Executivos de Impacto”. Um grupo formado por diretores de grandes multinacionais, investidores, empresários, mentores e empreendedores que aproveitam o poder de seu networking para fomentar ações de responsabilidade corporativa, conectando grandes empresas a projetos alinhados com suas causas sociais, para gerar relevante impacto positivo nas regiões em que atuam.

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