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Programa de aceleração gratuito estimula crescimento e internacionalização de startups brasileiras

Para desenvolver um negócio de alto impacto tecnológico e que seja duradouro é importante ter, em primeiro lugar, uma ideia inovadora. Porém, com o crescente número de empreendedores no Brasil, fica cada vez mais difícil se destacar. Segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), estima-se que hoje existam entre dez e quinze mil startups no país. Isso significa que é necessário mais do que desenvolver um conceito inédito para que a empresa ganhe notoriedade.

Por este motivo, o melhor caminho para conquistar esse objetivo é participar de um programa de aceleração, como o InovAtiva Brasil, realizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O programa é gratuito e abrange negócios inovadores de inúmeros setores e regiões do Brasil desde 2013. Ele ajuda a acelerar o processo para que startups ganhem mercado, utilizando mentoria, consultoria, capacitação e vivência experimental, além de proporcionar acesso a investimentos e recursos.

Em 2014, a Solides, HR Tech mineira especializada em gestão comportamental e People Analytics, estava alterando seu modelo comercial, proposta de valor, produto e a estratégia de marketing e participou do programa. “O InovAtiva foi muito útil para testamos e validarmos nossas ideias antes de virar a chave. Ficamos muito impressionados com a qualidade do conteúdo, treinamentos e mentorias”, comenta Alessandro Garcia, Co-fundador da empresa.

Assim como ela, cerca de 740 startups de todas as regiões do Brasil foram aceleradas pelo InovAtiva de 2013 até hoje. De acordo com Billy Nascimento, CEO da Forebrain, uma das primeiras startups aceleradas pelo InovAtiva, esse processo é muito importante para validar e tangibilizar as ideias de quem está começando para fazer com que a empresa decole.

“Fomos uma das empresas escolhidas para uma vivência dentro do Vale do Silício. Isso foi um divisor de águas para nós. A gente entendeu que a nossa ideia não era uma loucura. Na época, o mercado estava muito imaturo no Brasil e nos questionávamos se valia a pena ou não continuar com o negócio”, conta Nascimento.

A Forebrain também passou por um processo de vivência no Reino Unido, experiência que mostrou para a empresa que há oportunidades globais para startups brasileiras.

A internacionalização de startups brasileiras é um dos principais objetivos do programa. Isso se dá por meio do StartOut Brasil, que seleciona até quinze empresas com potencial para imersão em outro país. O programa é destinado a startups brasileiras já estabelecidas, que estejam faturando, preferencialmente, acima dos R$ 500 mil, ou que tenham recebido algum tipo de investimento.

Hoje, com 8 anos de existência, a Forebrain já está estabelecida no mercado, atuando com um conjunto de métodos e tecnologias para entender o comportamento do consumidor. Como clientes, já atendeu TV Globo, O Boticário, Banco Santander, Porto Seguro, entre outros.

Já a Solides, foi fundada em 2010 e, desde então, traz inovação e tecnologia para o mercado brasileiro, impactando e mudando o cenário de gestão de pessoas, com o objetivo de levar mais resultados estratégicos para o público de RH.

A atual edição do programa se encerra entre os dias 8 e 10 de dezembro com a realização dos eventos Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva, na cidade de São Paulo. A previsão é que as inscrições do InovAtiva Brasil 2019 se iniciem em fevereiro.

Finep aprova investimento de R$ 14,5 milhões em empresas da segunda rodada do programa para startups

A Finep vai investir R$ 14,5 milhões em 15 negócios inovadores (média de R$ 966 mil em cada) aprovadas na segunda rodada do programa Finep Startup. Após visita técnica e due diligence de 25 finalistas, foram selecionadas as empresas Bionexus, DataRisk.io, ePHealth, Everywhere Analytics, Fofuuu, Integra Bioprocessos, Intelivix, NanoScoping, Parcele.me, PickCells, Postmetria, ProtMat Materiais Avançados, Sumá, VirtualCAE e Zaruc.

A operação será concluída depois de análise jurídica e assinatura do contrato de investimento, que será liberado em duas tranches. Caso apresentem resultados promissores nos próximos anos, as propostas selecionadas poderão receber nova injeção de recursos no futuro.

“Trata-se de uma iniciativa inédita no país, em que a Finep compartilha com o empreendedor o risco inerente aos estágios iniciais de desenvolvimento. A inovação é condição necessária para a escolha da empresa, mas não suficiente: as startups precisam atender a uma demanda real de mercado e estar ancoradas em um modelo de negócios viável e escalável”, explica Raphael Braga, gerente do departamento de Empreendedorismo e Investimento em Startups da Finep.

Os temas de maior destaque entre as 15 startups qualificadas foram Healthtech e Inteligência Artificial, com três aprovadas em cada categoria. As demais empresas atuam nas áreas de Internet das Coisas (duas empresas), Agritech (duas), Nanotecnologia (duas), Fintech (uma), Biotecnologia (uma) e Manufatura Avançada (uma). Santa Catarina foi o estado com o maior número de propostas selecionadas: cinco empresas. Na sequência, aparecem São Paulo (três), Pernambuco (duas) e Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná e Distrito Federal, representados com uma startup cada.

A segunda rodada de investimentos do primeiro edital do programa recebeu 366 inscrições. Desse total, 75 startups foram classificadas para a etapa seguinte, uma banca de avaliação presencial realizada entre os dias 17 e 19 de abril, em São Paulo. Cerca de 80 avaliadores – 50 da Finep e 30 externos – selecionaram 25 empresas. Após a etapa final, a Finep aprovou 15 startups para receberem o aporte – oito foram reprovadas e duas desistiram do processo.

Para mais detalhes sobre o Finep Startup, acesse:

Confira abaixo as empresas aprovadas para investimento (em ordem alfabética):

Bionexus – Chapecó (SC) – Agritech

A Bionexus nasceu em 2014 com DNA de inovação. É especializada no desenvolvimento de dispositivos eletrônicos para o segmento agro com foco na bovinocultura de leite. Através do Milkspec, os agentes atuantes na produção leiteira podem monitorar diariamente a qualidade do leite, desde a ordenha até a industrialização. Tudo isso integrado a plataforma Allagro com as informações acessíveis de qualquer lugar, possibilitando uma rápida tomada de decisão para a melhoria da qualidade e produtividade.

DataRisk.io – Florianópolis (SC) – Inteligência Artificial

A DataRisk.io é uma plataforma online de modelagem preditiva, com foco em instituições financeiras, que oferece modelos com alto valor agregado. É a primeira empresa no Brasil a oferecer um serviço do tipo “decision as service”, por meio de tecnologia proprietária, que permite aos clientes gerar modelos utilizando técnicas de machine learning de forma rápida e escalável. Esses modelos, na grande maioria das vezes, são utilizados na tomada de decisão: para prever fraudes, fornecer crédito de uma maneira mais precisa ou ainda fazendo um cobrança da forma mais adequada, por exemplo.

ePHealth – Florianópolis (SC) – Healthtech

O Brasil tem o maior programa de saúde preventiva do mundo no SUS, mas está quase todo baseado em papel e processos manuais. A ePHealth quer automatizar todos os municípios do Brasil, melhorando a eficiência e servindo de modelo para o setor privado e outros países. A empresa criou uma plataforma de saúde preventiva, com foco no cadastramento e monitoramento da população em larga escala, que identifica fatores de risco, vulnerabilidade e grupos prioritários. O aplicativo é voltado para profissionais de saúde em campo e os sistemas de gestão na nuvem são acessados pelos coordenadores de saúde, de forma 100% offline.

Everywhere Analytics – Curitiba (PR) – Internet das Coisas (IoT)

A Everywhere é uma empresa de pesquisa que gera informações para Mídia Exterior, Varejo e Mobilidade Urbana a partir de tageamento de aparelhos celulares. De forma inovadora, automática, sem uso de aplicativos e sem nenhuma ação do portador de smartphones geram métricas que permitem entender a audiência, o comportamento, padrão de deslocamento e mobilidade.

Fofuuu – São Paulo (SP) – Healthtech

A Fofuuu se propõe a reinventar a experiência do tratamento fonoaudiológico por meio de técnicas de games e inteligência artificial. Para isso, uniu as principais práticas e conceitos da Neurociência e da Fonoaudiologia em uma plataforma lúdica com jogos digitais para estimular a fala e o desenvolvimento infantil. Os jogos funcionam tanto como um instrumento terapêutico quanto como de estimulação multissensorial da criança em casa. Com seus dois aplicativos, Fofuuu Pro e Fofuuu Kids, possibilita um aprendizado personalizado para as necessidades terapêuticas de cada criança. Usa reconhecimento de voz para mover os personagens durante os jogos, e com o uso de games, mantém as crianças engajadas fazendo as atividades do tratamento.

Integra Bioprocessos – Brasília (DF) – Biotecnologia

Combinando conhecimento profundo sobre a engenharia do microrganismo, fisiologia de leveduras, bioinformática, processos fermentativos e outros, a Integra oferece soluções biotecnológicas por meio de bioprocessos proprietários ambientalmente recomendáveis, que transformam resíduos agroindustriais em produtos de alto valor agregado para as indústrias alimentícias (cervejeira e outras), de suplementos alimentares e cosméticas.

Intelivix – Recife (PE) – Inteligência Artificial

A Intelivix usa a inteligência artificial para fazer a jurimetria, ou seja, usar dados métodos quantitativos e qualitativos no Direito. Para fazer isso, ela busca na internet processos publicados em portais de tribunais. Como resultado, a gama de possibilidades informativas é grande e uma delas é a de traçar o perfil do juiz que julgará um caso com base em processos anteriores. Além disso, a startup também oferece um auxílio à redação, permitindo que contestações sejam padronizadas de forma a seguir melhores práticas e ter resultados consistentes independente da localização.

NanoScoping – Florianópolis (SC) – Nanotecnologia

A NanoScoping é uma empresa de inovação, com enfoque em nanotecnologia. Atua no desenvolvimento de insumos altamente tecnológicos que permitem melhorar a performance do produto dos clientes. Possui uma linha de nanoinsumos desenvolvida exclusivamente para o setor veterinário, que pode ser adicionada aos produtos de higiene e embelezamento veterinários. Preocupada com o ambiente, os produtos da NanoScoping são desenvolvidos a partir de ingredientes biocompatíveis e biodegradáveis, usando tecnologia verde.

Parcele.me – São Paulo (SP) – Fintech

Pioneira no segmento, a startup é especializada em pagamento parcelados: permite que a empresa receba o valor à vista e o cliente pague a prazo. Desenvolveu uma plataforma tecnológica que permite, sem custos para o cliente, customizar soluções para grandes empresas e conectá-las com instituições financeiras, resolvendo importantes problemas das corporações.

PickCells – Recife (PE) – Healthtech

A PickCells desenvolveu uma plataforma baseada em visão computacional, que permite o diagnóstico automatizado, mais rápido, preciso e eficiente de doenças infecciosas, em tempo real e com baixo custo. Sua solução alia hardware e software para detectar padrões em exames de microscopia realizados pelos laboratórios, sendo o foco atual a automatização de exames parasitológicos, hoje centrada na identificação de ovos do Shistosoma Mansoni, helminto causador da esquistossomose. Fazendo uso de Inteligência Artificial (IA) própria, na forma de um algoritmo de Visão Computacional, a solução permite que os profissionais responsáveis pela análise de amostras recebam diretamente na tela do computador ou no smartphone imagens com a marcação dos padrões desejados, sem que tenham que procurá-los através do microscópio, como tradicionalmente é feito.

Postmetria – Porto Alegre (RS) – Inteligência Artificial

A Postmetria é uma plataforma para monitorar a satisfação dos consumidores, com base em comentários da internet. A inovação está na métrica social NPS, que calcula o grau de recomendação e o nível de fidelidade do cliente. Interpreta textos (posts, avaliações em e-commerce), vídeos, áudios, entre outras informações da expressão espontânea do internauta. Depois disso, sistematiza o contexto estratégico da jornada do cliente e apresenta um dashboard com gráficos de gestão, a partir da métrica social NPS. Indicada a qualquer empresa que deseja aumentar sua inteligência competitiva e ampliar sua compreensão da satisfação de seus clientes. As informações são usadas para melhorar as taxas de retenção de seus consumidores.

ProtMat Materiais Avançados – Juiz de Fora (MG) – Nanotecnologia

A ProtMat utiliza matéria prima importada da mais alta pureza em sua linha de produção, assegurando que as próteses e infraestruturas fabricadas com nossos blocos de zircônia apresentem alta qualidade, reprodutibilidade e perfeita adaptação. Produzimos cerâmicas para uso em sistemas CAD/CAM e MAD/MAM, visando a confecção de componentes de sistemas de próteses.

Sumá – Pelotas (RS) – Agritech

A Sumá (nome da deusa tupi-guarani da agricultura) desenvolveu uma plataforma digital que liga cooperativas, associações de agricultores e grandes empresas (como hotéis, restaurantes, cozinhas industriais) que buscam comprar alimentos frescos em um sistema de comércio mais justo. Na plataforma, são ainda oferecidos cursos de formação para pequenos e médios produtores. Ou seja, além do papel desempenhado para unir produtores e potenciais compradores, a ideia é ainda fomentar a formação de quem, literalmente, alimenta o país.

VirtualCAE – São Caetano do Sul (SP) – Manufatura Avançada

A VirtualCAE desenvolveu um software nacional de otimização topológica, validado pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology), utilizado para a redução massa de componentes – o software esculpe o design ideal do produto a ser otimizado. Pode ser utilizado em diferentes setores da indústria nacional: automotivo, aeroespacial, ferroviário, energia, bens de consumo, indústria extrativa, máquinas e equipamentos.

Fonte: Finep

7 ações que distraem gestores na hora de inovar

Por Aureo Villagra, CEO da Goldratt Consulting Brasil

Inovar cada vez mais se torna uma ação necessária. O mundo realmente está mudando e as empresas e gestores não podem ficar para trás. Porém, em meio a tantas iniciativas como Indústria 4.0, Big Data, Inteligência Artificial, startups e novas tecnologias, é muito fácil perder o foco do que realmente importa para o seu negócio.

O trabalho de um bom gestor é descobrir como alinhar a necessidade da empresa com esse novo mundo de constantes mudanças. Com tantas opções e tecnologias, a chance de fazer um investimento alto em algo que não necessariamente precisa ser melhorado pode aumentar consideravelmente.

É neste momento que a Teoria das Restrições (Theory of Constraints – TOC), introduzida pelo Dr. Goldratt, pode auxiliar os gestores a manterem o foco para atingir resultados decisivos. A TOC baseia-se em focar no ponto chave para o negócio, através de uma visão holística. Inovar não apenas porque é necessário para acompanhar as mudanças do mercado, mas sim inovar para realmente agregar valor ao negócio. Trata-se de abraçar iniciativas que geram o maior impacto positivo possível nas metas da empresa, entregando valor real para o mercado.

Tecnologia e inovação são necessárias, mas muitas vezes, não são suficientes para atingir um resultado realmente significativo.

Os gestores devem evitar os chamados “7 Sedutores”, ações que normalmente induzem as empresas a perder o foco na hora de resolver um problema. Representam táticas que rapidamente são utilizadas sem uma visão clara do problema real. Muitas vezes podem até ser necessárias em um certo ponto da inovação, porém possuem resultados limitados e marginais, se aplicados isoladamente. Podem dar a falsa impressão de que o problema foi resolvido a longo prazo.

Os “7 Sedutores” são apresentados no livro recém lançado, chamado “Stop Decorating the Fish”, de autoria de Kristen Cox, Diretora Executiva do Governo de Utah, e Yishai Ashlag, Senior Partner da Goldratt Consulting, eles são definidos por soluções direcionadas exclusivamente por:

1) Mais dinheiro

2) Mais tecnologia

3) Mais reorganização

4) Mais treinamento e comunicação

5) Mais dados

6) Mais responsabilização e atribuição de culpa

7) Mais planejamento estratégico

No varejo, uma situação comum em que pode haver influência de um ou mais dos “7 Sedutores” é o desafio na gestão de estoques, especificamente na definição da quantidade que deve ser comprada e mantida em cada loja para cada produto. Em geral, varejistas têm dificuldade em encontrar um modo que garanta estoque suficiente para satisfazer a demanda por itens que possuem alta venda, porém também que não tenha excesso de produtos que vendem pouco. Na tentativa de solucionar o problema, algumas empresas do setor investem muito dinheiro e atenção gerencial em Inteligência Artificial e Big Data para tentar aumentar a precisão das previsões de vendas, porém, mesmo com grandes investimentos em softwares e coleta de dados em tempo real, tentar otimizar as previsões não resolve – de fato – o problema de ruptura e estoque em excesso.

Nesse caso, não tente colocar certeza na incerteza. O seu best seller do ano passado pode ser o seu slow mover desse ano: não é possível definir com precisão como será a venda de amanhã. Em boa parte dos casos, a predição é um tiro no escuro. Ao invés de gastar tempo e dinheiro tentando otimizar as previsões sem ter sucesso, a melhor solução é estruturar uma operação que responda rapidamente à demanda real em cada ponto de consumo com ressuprimentos frequentes e lead times curtos. Investir em um sistema de execução em tempo real, através da Teoria das Restrições, traz mais resultados do que tentar melhorar o sistema de planejamento.

Os “7 Sedutores” frequentemente parecem prometer uma solução fácil e de imediato resultado, enquanto a causa raiz ainda não foi solucionada. Podem ajudar a possibilitar a solução, porém não são a solução. Insistir nessas ações individuais pode causar custos desnecessários, consumo de tempo e de atenção gerencial. Para garantir um impacto significativo é necessário buscar falhas que refletem no desempenho global do sistema, para não se distrair com melhorias apenas locais e momentâneas.

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Startup Awards prorroga inscrições para indicações até o dia 19 de outubro

Com o objetivo de reconhecer os profissionais e empresas mais influentes do ecossistema brasileiro de startups, a Abstartups, entidade que representa o setor, acaba de abrir às inscrições para as indicações da 5° edição do Startup Awards, o Oscar das startups brasileiras.

As indicações serão realizadas até o dia 19/10, e os interessados podem sugerir os nomes dos candidatos para competir nas seguintes categorias: Investidor Anjo, Profissional de Imprensa, Universidade, Coworking, Aceleradora, Impacto, Mentor, Corporate, Herói/Heroína do Ano, Startup do Ano e Comunidade.

Os três nomes mais votados em cada área irão para júri final da academia, que será composta por todos os vencedores das últimas três edições do Startup Awards. O resultado da premiação será anunciado no dia 30 de novembro durante o CASE, Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo no Centro de Eventos PRO MAGNO, em São Paulo.

As indicações podem ser feitas pelo site: http://startupawards.com.br/

Imersão em startup no exterior: como funciona e porque viver a experiência

A vivência internacional se tornou comum para jovens que buscam experiência e desenvolvimento pessoal e profissional. Um modelo que pode aperfeiçoar ainda mais o currículo têm atraído os intercambistas: a vivência de imersão em alguma startup fora do Brasil. Desde 2016, a AIESEC, maior ONG de liderança jovem do mundo, já registrou mais de 6 mil viagens como essas, sempre com o objetivo de agregar valor ao ínicio da carreira.

Em 2017 foram realizados 457 viagens e neste ano, o registro é de 413 jovens, entre aqueles que vieram para o Brasil e os que foram para o exterior. A previsão é que mais 900 jovens façam o intercâmbio empreendedor até o fim de 2018. “Acreditamos que o jovem que busca esse tipo de experiência, quer abrir seu negócio, trabalhar em seu ramo de atuação no Brasil, além de aplicar os conhecimentos adquiridos na faculdade, durante as férias. A experiência é enriquecedora e o objetivo é desenvolver um líder empreendedor”, destaca Gabriela Toso, Diretora de Relações Públicas da AIESEC.

O trabalho junto de startups pode ser realizado em diversas áreas como Tecnologia, Marketing, Business e Design, pelo período de 6 semanas até 3 meses e é importante estar cursando ensino superior ou já ter formação completa. O jovem precisa ter no mínimo, conhecimento acadêmico ou profissional na área de escolha dele e aptidão intermediária em inglês . O custo varia em torno de R$ 6 mil reais, e tudo depende do destino e para qual projeto ele será encaminhado, pois alguns oferecem auxílio moradia, alimentação e transporte. E apesar de não ser remunerado, a bagagem que irá trazer para o Brasil, vale muito.

“É uma oportunidade de explorar a criatividade, viver a diversidade, encarar desafios de maneira positiva, ganhar conhecimento com profissionais internacionais e ampliar seu network”, afirma Toso.

A intercambista Juliane Biazon, de 21 anos, foi para a Grécia participar do projeto empreendedor. Para ela, a experiência ajudou a se destacar no mercado de trabalho. “Atuei em uma startup de finanças, na área de marketing – o curso que me graduei. O projeto imersão me ajudou a abrir a cabeça para novos pensamentos do mundo profissional e a desenvolver minhas habilidades no setor”, explica.

Para participar, os interessados devem fazer suas inscrições no portal da AIESEC:http://bazicon.aiesec.org.br/expa/sign_up?programa=GE&campanha=prmedia. Após isso, o jovem passa por uma entrevista do comitê para onde deseja ir e quando aprovado, recebe todo o suporte da ONG para a realização do intercâmbio.

ABStartups abre inscrições para as indicações do Startup Awards

Com o objetivo de reconhecer os profissionais e empresas mais influentes do ecossistema brasileiro de startups, a Abstartups, entidade que representa o setor, acaba de abrir às inscrições para as indicações da 5° edição do Startup Awards, o Oscar das startups brasileiras.

As indicações serão realizadas até o dia 12/10, e os interessados podem sugerir os nomes dos candidatos para competir nas seguintes categorias: Investidor Anjo, Profissional de Imprensa, Universidade, Coworking, Aceleradora, Impacto, Mentor, Corporate, Herói/Heroína do Ano, Startup do Ano e Comunidade.

Os três nomes mais votados em cada área irão para júri final da academia, que será composta por todos os vencedores das últimas três edições do Startup Awards. O resultado da premiação será anunciado no dia 30 de novembro durante o CASE, Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo no Centro de Eventos PRO MAGNO, em São Paulo.

As indicações podem ser feitas pelo site: http://startupawards.com.br/

Brasileiros são selecionados para programa da 500 Startups

A 500 Startups, um dos fundos de investimento em capital semente mais ativos do mundo, com mais de 2.000 investimentos realizados ao redor do globo, selecionou dez startups americanas e latino-americanas para o Growth Program “Road To Series A” do novo Hub em Miami. Entre os participantes do Batch 1 estão as brasileiras Runrun.it, plataforma de gestão do trabalho, Apptite, aplicativo de delivery de comida caseira e EADBOX, plataforma de criação e venda de cursos online.

O programa da 500 Startups tem duração de dez semanas e traz mentores, especialistas e investidores da rede de contato global do fundo para acelerar a trajetória de crescimento das startups e apoiar a captação de recursos em uma rodada Série A.

O processo de seleção foi altamente competitivo e incluiu a revisão de mais de 200 startups de todo continente americano. Todas as startups selecionadas compartilham características em comum, como equipes experientes com sólido histórico trabalhando juntas, poder de transformação das indústrias nos Estados Unidos e na América Latina através de produtos e serviços altamente escaláveis, além de tração expressiva em termos de receita e aquisição de usuários.

As startups vêm de Miami, Dallas, México, Argentina, Colômbia e, claro, Brasil, representando uma variedade de setores que incluem fintechs, inteligência artificial, tecnologias de moda, de eventos, fitness, de alimentos e de produtividade.

Após mentorias sobre marketing, comportamento, vendas, captação de investimento e pitch, no dia 1º de novembro os times poderão se apresentar a investidores e parceiros no Demo Day.

Liga Ventures abre inscrições para 2º Ciclo do programa de aceleração Liga Emerging Technologies

Emerging Technologies ou tecnologias emergentes são inovações tecnológicas com potencial para mudar o mundo como conhecemos e devem transformar a sociedade e os negócios em pouco tempo. Segundo especialistas, essas inovações, como a internet das coisas, inteligência artificial e realidade aumentada serão essenciais nos próximos anos, chegando ao nível de importância que a internet tem hoje e, diante disso, devem dominar o mercado em, no máximo, 10 anos.

Para orientar os empreendedores que estão investindo no setor, a Liga Ventures – aceleradora focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações – abre, em parceria com a bandeira de cartões Elo, inscrições para mais um ciclo do programa de aceleração voltado para as startups de tecnologias emergentes: a Liga Emerging Technologies, que abordará temas como Inteligência artificial e Machine Learning, Biometria e Identidade Digital, e-Wallets e Meios de Pagamento Inovadores, Interação Geolocalizada e Autenticação de identidade e documentos.

O programa estará com inscrições abertas até o dia 28 de Outubro.

De acordo com Rogério Tamassia, CEO da Liga Ventures, um dos grandes objetivos do programa é ajudar a criar um ecossistema que foque em compreender e antecipar a revolução que as Tecnologias Emergentes estão trazendo para diversos setores. “Para as startups, o programa ajuda a dar visibilidade, alavancar o negócio, expandir o networking e facilitar parcerias com grandes corporações. Já as empresas podem usufruir da agilidade e dinamismo das startups para dar uso prático a todas essas novas tecnologias e modelos de negócio que estão surgindo”, explica Tamassia.

As startups escolhidas participarão de um programa de 4 meses, onde receberão mentoria da aceleradora, além de networking e contato com profissionais de empresas parceiras, explorando novas sinergias e buscando oportunidades de negócios.

Conforme aponta Daniel Passarelli, superintendente de inovação da Elo, bandeira 100% brasileira que conta com Banco do Brasil, Bradesco e CAIXA como acionistas, projetos como este chegam para agregar ainda mais valor ao desenvolvimento de inovação da empresa.

“Nós acreditamos que a inovação precisa ser criada de forma horizontal, ao lado de empreendedores e startups que nos ajudarão a desenvolver soluções para oferecer melhorias à jornada dos nossos clientes. Por isso, a parceria com a Liga é muito bem-vinda”, explica Passarelli.

As inscrições podem ser feitas pelo site http://liga.ventures/emerging-tech. As startups serão avaliadas durante o último trimestre deste ano e o programa terá início em janeiro de 2019.

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Pipefy é selecionada para programa da Endeavor

A Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, acaba de ser selecionada para participar do 82º International Selection Panel (ISP) da Endeavor. O comunicado oficial aconteceu em Buenos Aires e contou com a presença de 27 empresários, líderes de 18 companhias, de 12 países.

As empresas e seus dirigentes foram escolhidos a partir da extensa rede do conselho da Endeavor, com mentores, apoiadores e experientes empreendedores da organização global sem fins lucrativos. O objetivo principal é oferecer um ambiente especializado para tornar o negócio escalável, de alto impacto e crescimento, com serviços personalizados abrangentes, incluindo apresentações a mentores de negócios locais e internacionais e voluntários de consultorias da Fortune 500.

O ISP desenvolveu um rigoroso processo de seleção em várias etapas para identificar empreendedores inovadores e motivados, comprometidos com o avanço de um ecossistema de empreendedorismo, como o é caso da startup liderada pelo paranaense Alessio Alionço. A empresa global de SaaS (Software as a Service) fornece uma plataforma de excelência operacional capaz de empoderar gestores a ministrar e aplicar de maneira rápida e eficaz novos processos sem depender do setor de TI.

“Nós criamos uma ferramenta com interface intuitiva e fácil de usar, além de modelos específicos para cada departamento da empresa, possibilitando uma implementação ágil, eficiente e econômica”, afirma o fundador e CEO da plataforma. Para Alessio, a parceria com a Endeavor será um diferencial para a Pipefy e possibilitará novas oportunidades de crescimento.

Os empreendedores da Endeavor têm um histórico significativo de criação de centenas de milhares de empregos, gerando bilhões de dólares em receitas e construindo modelos de crescimento sustentável em seus países de origem.

A Endeavor sediará outros ISPs em 2018 em Atenas, entre os dias 22 e 24 de outubro, e na Cidade do Cabo (Stellenbosch), entre 11 e 13 de dezembro.

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13 primeiros passos de uma startup em Early Stage

Por Diego Daminelli, do time da aceleradora de Negócios Organica

Não existe uma fórmula de sucesso infalível para uma startup decolar, porém podemos dizer que existem fórmulas que certamente levam ao fracasso. É muito comum empreendedores iniciantes, que acabaram de tirar sua ideia do papel, serem colocados diante de algumas armadilhas, dificultando ou mesmo paralisando seu crescimento.

Em primeiro lugar, algumas perguntas e premissas precisam ser validadas antes do negócio sair do primeiro estágio. Eric G. Flamholtz, co-fundador e presidente a Management Systems, e Yvonne Randle, vice-presidente executiva da Management Systems, chamam esse processo de Estágio de New Ventures.

Em seu livro “De Zero a Um”, Peter Thiel nos confronta com quatro condicionantes. Elas avaliam se uma startup é, de fato, promissora e se conseguirá exercer um controle de share de mercado, suficiente para que seus lucros sejam maximizados e as ameaças de concorrente sejam mínimas ou inexistentes.

Segundo Thiel, para se ter sucesso, uma startup precisa, antes de tudo, de Tecnologia proprietária, ou seja, possuir um diferencial tecnológico ou de processo que seja único e exclusivo com grande dificuldade de ser copiado. O negócio também deve garantir efeitos de rede, fator que torna a empresa ou produto mais útil à medida que mais pessoas o utilizam (exemplo do Facebook, que se faz muito relevante já que todos seus amigos estão na rede).

Em terceiro lugar, a empresa deve crescer pela lógica da Economia de Escala, ou seja, os custos fixos para criar um produto se diluem por quantidades crescentes de vendas. Startups como a Netflix, por exemplo, podem desfrutar de economias de escala substanciais porque o custo marginal se aproxima de zero. Por último, o autor destaca a importância da criação da marca e diferenciação de Storytelling, que seria o último estágio, mas não menos importante, que uma empresa precisa chancelar sua originalidade com sua marca.

Antes de avançar em sua ideia, reúno abaixo algumas perguntas que o empreendedor deve ser fazer à respeito do seu negócio:

1-Você criou um produto ou serviço para atender uma necessidade real do mercado?

2-Testou sua solução com alguns potenciais clientes e provou a viabilidade de atender esse mercado?

3- Definiu missão, visão e valores?

4-Definiu claramente seu modelo de negócios? De onde virá suas receitas e despesas?

5-Desenhou o esboço do planejamento estratégico para desdobrar em metas básicas de acompanhamento?

6- Conhece os concorrentes e possíveis substitutos? Não seja egocêntrico nessa resposta.

7-Identificou e definiu o segmento de mercado em que vai buscar seu público-alavanca?

8- Validou a solução com os clientes para entender qual é o seu job to be done?

9- Construiu um funil de vendas e testou canais de maior atração?

10-Definiu a identidade visual e storytelling da marca?

11- Acompanha a taxa de churn dos clientes a cada mês ou já tem os KPIs para isso?

12- Criou a estrutura básica de tecnologia para servidores, sistemas e infraestrutura?

13- Organizou a contabilidade básica: impostos, orçamento, capital de giro e fluxo de caixa?

Tendo validado essas premissas e seu projeto e conseguido sobreviver a esses primeiros questionamentos, o empreendedor começa a pegar tração e com isso possui a base para enfrentar novos desafios com muito mais chances de sucesso.

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Startups são convidadas para resolver desafios de grandes corporações

No dia 3 de outubro, será realizada em Brasília a 10ª edição do Open Innovation Brasil, grupo aberto e colaborativo que reúne executivos e representantes de algumas das maiores empresas do país para discutir inovação aberta, colaboração das grandes corporações com startups e os próximos passos para o desenvolvimento desse ecossistema.

De forma inédita e com apoio Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e do Sebrae, por meio do programa InovAtiva Brasil, grandes corporações desse grupo como Natura, Bradesco, Votorantim Cimentos, VLI Logística, Thyssenkrupp Elevadores e Braskem lançaram desafios para que startups apresentassem soluções.

O Secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC, Rafael Moreira, destacou a importância dessa conexão direta entre grandes empresas e startups nesse modelo de inovação aberta, pois ela traz ganhos para os dois lados. “Muitas vezes são problemas que as grandes empresas têm dificuldades para resolver internamente e que podem ser solucionados pelas startups, que por seu lado têm grande interesse em abrir uma porta para conseguir negociar vendas e parcerias com essas corporações”, afirmou Moreira, que participará da abertura do evento ao lado da Diretora Técnica do Sebrae Nacional, Heloísa Menezes, e do Head do programa inovaBra Startups, do Bradesco, Francisco Venâncio.

Mais de 10 startups aceleradas pelo InovAtiva Brasil foram selecionadas pelas grandes empresas por terem apresentado soluções promissoras para os seus desafios. Elas participarão, junto com outras startups selecionadas de Brasília e região, de sessões de speed dating, rápidos encontros individuais para discutir possíveis negócios e parcerias, com essas corporações.

“Nosso objetivo é aproximar cada vez as startups aceleradas pelo InovAtiva das grandes empresas, e a iniciativa do grupo Open Innovation Brasil em eventos como esse é a oportunidade perfeita para isso”, afirmou o Secretário do MDIC.

Presencialmente, as startups aceleradas pelo InovAtiva Brasil que vão participar desse evento do Open Innovation Brasil são:

Everlog – plataforma para a gestão de todo o processo de transporte;

Displace – especializada em computação visual e tecnologias emergentes;

Fleeter – plataforma que faz a gestão total do deslocamento de todas as pessoas, bem como a gestão total da frota;

Prodfy Plantas – sistema online para monitoramento ativo da produção;

Reciclapac – empresa de tecnologia de embalagens logísticas, usadas para transportes, focada em reuso;

WhatsShare – plataforma que cria links para o WhatsApp e permite que a empresa rastreie e monitore os resultados deste;

GETMORE – oferece a possibilidade de o usuário poder fazer compras online e receber parte do valor pago de volta, em dinheiro;

Axis Focus – sistema de business automation que automatiza processos operacionais, administrativos, de gestão e marketing;

Hallo! Social – plataforma de relacionamento para gerar engajamento e melhorar a comunicação de entidades com seus usuários/associados;

Botnicks – desenvolve chatbots de atendimento pelo Facebook Messenger para empresas de diferentes setores.

Para o fundador da Everlog, Douglas de Siqueira Silva, startup referência em gestão de frete, o InovAtiva Brasil, além de cooperar com sua proposta de valor, maturidade do negócio e prática em ambientes competitivos, mostrou-se um importante recurso estratégico para conexão e interação junto as oportunidades de negócio. “O programa nos apresentou o Open Innovation Brasil, no qual, muito além do valor comercial existente na atmosfera proposta, destacamos o forte impacto positivo e angular na possibilidade de colhermos um feedback próximo e valioso das empresas de interesse”, complementa.

Além das conversas individuais para geração de negócios e parcerias, o evento terá também um painel sobre as relações entre grandes corporações e startups, no qual participarão empresas com experiência em programas de aceleração e fomento ao ecossistema empreendedor, e um debate com os professores do Babson College Mark Lund e Jay Rao e o head de inovação da Votorantim Cimentos, Alexandre Mosquim, sobre Cultura de inovação nas empresas.

O evento será realizado na sede do Sebrae Nacional e terá também o apoio e participação de outras empresas como Oracle, Shawee, GeoInova, a aceleradora Cotidiano e o site de notícias Startupi.

A gerente de Inovação Digital da Natura e responsável pelo Programa Natura Startups, Marina Almeida, afirma que, nesta edição, o evento está especial. “Desta vez teremos startups do mercado se apresentando para nos ajudar a resolver problemas reais do negócio e, além das startups de Brasília, o InovAtiva Brasil convidou empresas de outras regiões para deixar o ambiente ainda mais rico. Estamos na expectativa de encontrar boas soluções para nossos desafios”.

A abertura e os painéis do evento serão transmitidos ao vivo no canal do Sebrae no YouTube e na página do evento. Os eventos anteriores do Open Innovation Brasil foram realizados no Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. A próxima edição será ainda em outubro, no Maranhão.

OPEN INNOVATION BRASIL – BRASÍLIA – 10ª EDIÇÃO

Data: 3 de outubro

Horário: Das 9h às 19h

Local: Sebrae Nacional (SGAS 605, Conjunto A, Asa Sul)

Inscrições gratuitas, vagas limitadas.

Corporate Venture in Brasil chega à quarta edição apostando em tecnologia

Passaram-se três anos desde que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) deu seu primeiro passo para aquecer o cenário de investimento corporativo no Brasil. Provocada pelo mercado, a Agência mergulhou no ecossistema empreendedor e estruturou o Corporate Venture in Brasil, cuja primeira edição ocorreu em 2015. O esforço valeu a pena: até hoje, o evento contribuiu para o aporte de mais de US$ 175 milhões em investimentos no país. A quarta edição do Corporate Venture in Brasil acontece nos dias 02 e 03 de outubro no Hotel Intercontinental, em São Paulo, e a expectativa é exibir ao mercado as oportunidades no setor de Energia e em Construtech, Agritech, HealthTech (respectivamente, tecnologias em construção civil, mineração e mercado imobiliário; tecnologias para a agricultura; e tecnologias para saúde).

A quarta edição do Corporate Venture in Brasil já tem mais de 600 inscritos, de diversas nacionalidades, número que supera os 525 inscritos da edição de 2017. Desde sua primeira edição, em 2015, mais de 1000 pessoas participaram do evento, e centenas de reuniões privadas foram facilitadas pela Apex-Brasil e pela ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital). “Esse crescimento constante do interesse nas oportunidades de investimento, mesmo durante a crise recente no país, demonstra que o ecossistema brasileiro de investimento corporativo inspira confiança nos investidores e grandes empresas internacionais e nacionais”, destaca a diretora da Negócios da Apex-Brasil, Márcia Nejaim.

No campo da construção civil, mercado imobiliário e mineração, englobados pelo termo Construtech, a janela de oportunidade para inovação tecnológica é bastante ampla. O setor representa cerca de 22% do PIB do país e vivenciou o surgimento inicial de startups focadas em processos, como a compra e aquisição de materiais de construção, equipamentos e a necessidade de gerenciamento eficiente de projetos em geral, que anteriormente dependia da tecnologia “papel e caneta”. Atualmente, no entanto, muitas startups estão navegando a onda de modelagem de informação de construção (BIM), a tecnologia que permite o projeto cross-design e uma abordagem holística e digital para projeto e execução, muito superior ao CAD. O campo de Construtech também está aquecido em realidade virtual e aumentada, no qual startups estão trazendo o modelo 3D do edifício para o canteiro de obras.

“Podemos também ver a ascensão em aplicações de Internet de coisas e wearables que podem melhorar consideravelmente a gestão da mão-de-obra e segurança, bem como a produtividade alavancadas pelo uso de analytics de pessoas, grandes dados e algoritmos preditivos”, destaca o Gerente de Investimentos da Apex-Brasil, Ricardo Santana. Já no campo de tecnologia para o Agronegócio, fica evidente uma nova dinâmica. No centro desse cenário estão as startups, com características difíceis de replicar em grandes organizações (velocidade, energia/engajamento do time, propensão ao risco e cultura de inovação) e conectadas com todos os atores do ecossistema de inovação do país: produtores, cooperativas, revendas, investidores, academia, corporações entre outros. O aquecimento deste mercado pode ser ilustrado pela aquisição, em março deste ano, da Strider pela Syngenta, por exemplo, mas também se nota um forte movimento em busca da co-criação de valor em toda a cadeia.

“O cenário de investimentos também está evoluindo no agronegócio. Grandes cooperativas estão atentas às oportunidades. É o caso da Coplacana, que anunciou recentemente investimento em duas startups, e ainda o primeiro equity crowdfunding para uma startup de Agritech”, complementa Santana. Além disso, merece menção o envovimento da Raízen, com o The Pulse, em Piracicaba (SP) e os investimentos da Monsanto Growth Partners, junto com Microsoft e Qualccomm, em empresas de Agtritech.

Outra aposta, para o Corporate Venture deste ano são as tecnologias em saúde, conhecidas como Healtechs. Para compreender a inovação no Brasil e promover a efetividade de parcerias internacionais neste setor, Apex-Brasil, Fundação Biominas e Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi) realizaram, no primeiro semestre de 2018, um mapeamento de soluções inovadoras no país. A pesquisa mapeou 1066 organizações (incluindo projetos de pesquisa, startups e empresas) em 20 Estados brasileiros e no Distrito Federal. Destas, as startups eram o tipo de organização mais recorrente (45%), seguida por empresas (30%), e somente então projetos de pesquisa (25%). Em relação à concentração geográfica das organizações, observou-se que a região sudeste brasileira reúne o maior número de iniciativas, em torno de 71%. O resto é distribuído em todo o Sul (16%), Nordeste (8%), Midwest (5%) e norte (1%) regiões.

“Além da busca ativa por organizações, identificamos um total de 354 soluções para o setor, relacionando o potencial das tecnologias, negócios e para internacionalização. Especificamente, quanto ao estágio de maturidade das organizações, cerca de 59% estão na prototipagem suas ideias e projetos e 43,5% dos entrevistados têm algum tipo de atividade internacional. Há uma possibilidade e uma vontade por essas organizações de explorar as atividades internacionais para garantir a sua presença em novos mercados”, ressalta Santana. Em razão de todas as oportunidades mapeadas, nos diversos setores prioritários, a agenda do Corporate Venture deste ano inclui também espaço para que cerca de 20 startups apresentem suas soluções e oportunidades de investimento, além das dezenas de reuniões entre investidores, empreendedores, aceleradoras e grandes empresas investidoras.

Corporate Venture in Brasil

DATA: 02 e 03 de outubro

HORA: 9h – 18h

LOCAL: Hotel Intercontinental (Alameda Santos, 1123, São Paulo)

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Fhinck é uma das startups selecionadas para o programa de aceleração do Google no Brasil

O Google deu início a segunda turma do seu programa de aceleração Launchpad Accelerator São Paulo, focado em ajudar startups brasileiras a desenvolver seus produtos e superar desafios tecnológicos, principalmente, em Inteligência Artificial, Machine Learning, Cloud Platform e soluções web, a fim de torná-los atraentes, escaláveis e impactantes. A Fhinck – startup de tecnologia focada em aumentar a produtividade e eficiência dos processos de negócios -, foi uma das oito selecionadas para o programa que terá duração de três meses.

O Launchpad Accelerator São Paulo oferece suporte técnico contínuo para ajudar no desenvolvimento de projetos, mentoria com especialistas do Google e do mercado, além de acesso antecipado a novas tecnologias da empresa. As startups também receberão créditos para produtos Google e suporte dedicado.

Fhinck – o software para aumentar produtividade operacional

Sem concorrentes diretos, Fhinck é um software baseado em Inteligência Artificial, de fácil e rápida implementação (plug and play) e comercializado como SaaS (Software as a Service), com licença mensal por computador. Uma vez o software instalado nos computadores, Fhinck se transforma num exército de BOTs (robôs) que ficam traduzindo os tempos e movimentos de toda a navegação em sistemas, arquivos e internet em Big Data. Com esses dados, os algoritmos analisam automaticamente e sem intervenção dos usuários as oportunidades para aumentar a eficiência operacional a partir de análises de:

Nível de foco e concentração das equipes nas atividades produtivas (ex.: análise do tempo no computador e de atividades fora do computador);

Relatórios manuais que possuem potencial para serem eliminados, substituídos por relatórios sistêmicos ou automatizados (ex.: análise do gasto de tempo de planilhas em toda a empresa);

Atividades manuais repetitivas devem ser priorizadas para robotização ou integração sistêmica (ex.: análise de copiar e colar entre telas de sistemas).

O Launchpad Accelerator São Paulo é um desdobramento do Launchpad Accelerator, o programa global do Google que já acelerou mais de 27 startups brasileiras.

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WeWork inaugura segunda unidade na Avenida Paulista

Na próxima segunda-feira (1 de outubro), a WeWork, maior rede de espaços de trabalho do mundo, inaugura mais um prédio no Brasil. Já são nove em São Paulo e 11 em todo o país. A unidade, localizada na esquina entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação, marca um capítulo importante da WeWork na cidade. Além de já contar com os escritórios das startups Amaro e QuintoAndar, o edifício será a sede da WeWork em São Paulo.

A empresa inaugura nesta fase os últimos dos seus 10 andares no prédio e contará, em sua capacidade total, com 1,5 mil posições de trabalho. Para marcar a inauguração, a WeWork recebe o público a partir das 18h, com uma programação que inclui coquetel e um bate-papo sobre inovação na forma de fazer negócios, com Andre Penha, CTO do QuintoAndar, Lodovico Brioschi, COO e CFO da Amaro, e Lucas Mendes, Diretor Geral da WeWork.

“A Avenida Paulista, além de um dos principais marcos geográficos e turísticos da cidade, é muito simbólica para a WeWork, já que foi onde onde instalamos nossa primeira unidade quando chegamos ao Brasil e agora passa a ser também o endereço da nossa sede no país. Já há algum tempo vínhamos buscando oportunidades de expandir nossa presença nessa região tão estratégica para a cidade, por onde circulam mais de 1,5 milhão de pessoas diariamente e que, além disso, tão bem representa a diversidade cultural de São Paulo”, explica Lucas Mendes, Diretor Geral da WeWork no Brasil.

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Oxigênio Aceleradora completa três anos e realiza Open Day ao ecossistema empreendedor

Criada em 2015, e com inscrições abertas para seu 7º ciclo, a Oxigênio Aceleradora, da Porto Seguro, completou mais um ano de operação em setembro. Para a comemoração, será realizado um Open Day voltado ao ecossistema empreendedor, no dia 4 de outubro. Desde sua criação, a Oxigênio já colaborou para o desenvolvimento de quase 30 startups, com as quais mapeia projetos a serem trabalhados junto às empresas do grupo Porto Seguro.

O evento, que acontecerá no novo espaço da Oxigênio, irá oferecer atividades para a troca de conhecimento, como sessões de mentoria com o time de aceleração da parceira Liga Ventures, e workshops exclusivos com os mentores da aceleradora. Os empreendedores interessados poderão ainda apresentar suas empresas e modelo de negócio à equipe de seleção e executivos da Porto Seguro, nas rodadas de Pitch Fire.

“O Open Day é uma ótima oportunidade de relacionamento e aprendizado, tanto para nós quanto para as startups e empreendedores, e irá marcar um importante momento para a Oxigênio”, diz Italo Flammia, diretor de Inovação, Digital e Oxigênio Aceleradora.

Além de celebrar o aniversário da Oxigênio, o Open Day também abrirá as portas de seu novo espaço, que tem o dobro de área útil. Localizado na Rua Guaianases, o ambiente possui jardins de inverno com mesas, quatro salas de conferência e seis de reunião modulares, laboratório de prototipação, auditório com capacidade para cerca de 130 pessoas, além de refeitório, três cafés e uma copa.

Três anos de operação – Há três anos trazendo inovação de fora para dentro do grupo Porto Seguro, a Oxigênio já acelerou 29 startups do 1º ao 5º ciclo, e está agora iniciando seu 6º ciclo – o primeiro no formato Tração, o qual irá acelerar três startups em estágio avançado. “O grande objetivo da Oxigênio é buscar oportunidades de negócio entre as empresas do grupo Porto Seguro e as startups, fomentando a inovação dentro e fora da companhia. Até hoje, já foram mapeados 112 projetos em conjunto, e 32 deles já estão em operação”, conta o diretor.

Mais de 5.500 startups já se inscreveram para os programas da aceleradora da Porto Seguro, que oferecem, além de investimentos financeiros, mentorias concedidas por executivos do grupo, especialistas em diversas áreas, que contribuem com aconselhamento estratégico para o desenvolvimento das empresas aceleradas. Outro benefício dos programas são os eventos realizados pela Oxigênio, que incentivam a troca entre empreendedores novos e experientes, investidores e especialistas. Em três anos, a aceleradora já realizou mais de 300 eventos e recebeu cerca de 15 mil visitantes.

Para participar do Open Day da Oxigênio, basta acessar o site www.sympla.com.br/open-day-oxigenio–estamos-de-casa-nova e realizar o cadastro gratuito.

Open Day Oxigênio Aceleradora

Data: 4 de outubro.

Horário: 13h30 às 18h30.

Endereço: Rua Guaianases, 1227 – Campos Elíseos, São Paulo – SP.

Site para cadastro: www.sympla.com.br/open-day-oxigenio–estamos-de-casa-nova.

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Camara-e.net cria programa que aproxima insurtechs de investidores

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) vai promover uma aproximação entre insurtechs, hubs de inovação, aceleradoras e investidores. A ação faz parte do Programa de Cadastro de Insurtechs, versão ampliada do Mapeamento do Ecossistema de Insurtechs que a entidade criou há um ano.

“O mapa se tornou um organismo vivo, com a qualificação das empresas cadastradas e com a promoção de eventos, rodadas de negócios e chamadas de startups para estimular esse segmento de mercado”, diz Beatriz Rocha Pinto, coordenadora do Comitê de Insurtechs. “Por isso, foi reposicionado como Programa de Cadastro de Insurtechs e vai ter como um de seus objetivos gerar conexões de negócios”.

Até o final de julho, o comitê tinha mapeado 78 insurtechs no país, sendo que das insurtechs cadastradas, 64% atuam no mercado B2B, 28% no B2C e 8% no B2B2C. As categorias em que se enquadram essas insurtechs são Produtos (40%), Data & Analytics (28%), Jornada do usuário (12%), Internet das Coisas (8%), Regulação & Leis (4%), Segurança da Informação (4%) e Investimentos (4%).

Com as evoluções do programa, além desses dados será possível saber, por exemplo, que dores essas insurtechs resolvem, como elas fazem isso, que tecnologias utilizam para desenvolver o seu negócio e quais são suas necessidades e principais desafios. “A próxima fase do comitê será pautada nos dados levantados, direcionando melhor as ações para as carências do ecossistema”, afirma Beatriz.

No dia 24/10, o comitê, que é fechado para associados da camara-e.net, irá realizar um novo encontro aberto no inovaBra, coworking do Bradesco. Assim como nas edições anteriores, o encontro contará com a participação de seguradoras, executivos, aceleradoras, investidores e insurtechs e terá um painel de debates com especialistas. Algumas startups cadastradas serão escolhidas para apresentar seus negócios, e novos dados sobre o mapeamento das insurtechs serão divulgados.

“Será uma oportunidade para as empresas do mercado segurador debaterem e conhecerem os desafios do ecossistema, trocarem experiências e gerarem novas conexões”, diz Beatriz.

Uma das ações do programa em andamento são as parcerias com aceleradoras, fundos e hubs de inovação que atuam com insurtechs. O comitê já fechou parceria com a ACE Startups, uma das principais aceleradoras da América Latina e um dos mais importantes hubs de inovação do país. “A ideia é convidar as insurtechs cadastradas a participar dos processos de chamadas de startups conduzidos pelos nossos parceiros e, com isso, colocá-las em contato com programas de aceleração e corporate venturing”.

As empresas que quiserem entrar no Programa de Cadastro de Insurtechs da camara-e.net devem acessar o link: http://pt.surveymonkey.com/r/cadastro-nacional-de-insurtechs-brasileiras-menu-site-camaraenet. O cadastro é gratuito.

O Comitê de Insurtechs da camara-e.net é uma iniciativa inovadora no Brasil e tem como missão ser o hub de referência colaborativo para impulsionar o desenvolvimento das insurtechs brasileiras. Criado em junho de 2017, ele tem, entre seus associados, várias empresas que compõem o ecossistema do setor, o que dá à equipe um leque maior de conhecimento e de atuação.

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EADBOX lança aplicativo para suas plataformas de e-learning

A EADBOX, startup paranaense que oferece plataformas de e-learning para empresas e profissionais, lançou recentemente um aplicativo para facilitar o acesso ao conteúdo dos cursos. No app é possível assistir aulas offline, após baixar os conteúdos. Assim, o aluno acessa quando e onde quiser, sem precisar do acesso à internet para aprender.

Além disso, o usuário tem acesso a várias plataformas simultaneamente, acompanhando todo o conteúdo em uma só interface, de maneira organizada e intuitiva. Para Gabriella Muller, head de marketing da EADBOX, as novas facilidades do aplicativo estimulam o conhecimento e aceleram a aprendizagem. “No app, o aluno pode acessar o conteúdo das aulas tanto em vídeo quanto em power point, pdf, áudio e outros formatos”, explica.

EqSeed abre inscrições para startups captarem até R$2 milhões cada ainda em 2018

A EqSeed, plataforma que conecta startups a investidores, está selecionando startups interessadas em participar de rodadas individuais de investimento para captar entre R$ 300 mil e R$ 2 milhões cada no último trimestre de 2018. Serão escolhidas até dez startups e as inscrições devem ser feitas até o dia 14 de outubro por meio do site www.eqseed.com/captar. A expectativa da plataforma é que cerca de quinhentas empresas apliquem para o processo seletivo.

“Mais de 2,5 mil startups já aplicaram para nossos processos anteriores de seleção de empresas, e dessas empresas somente as 23 consideradas as mais promissoras foram selecionadas para efetuar suas rodadas de investimento pela plataforma. Esse rigor na avaliação, afinal o índice de aprovação é de 1%, é o que garante a qualidade das empresas, e que, por sua vez, atrai os investidores para construam seus portfólios de investimento em startups conosco”, afirma Greg Kelly, sócio-fundador da fintech.

No que diz respeito ao perfil das empresas potencialmente selecionáveis, Kelly explica que a plataforma procura por startups já com um produto ou serviço pronto e tração nos seus mercados. “Procuramos escalabilidade e disrupção nos modelos de negócios, que são os alicerces das startups que tendem a se transformar nas próximas empresas de grande porte no médio e longo prazo. Também avaliaremos em detalhe a equipe, seu plano de negócios e mercado alcançável, além de um due diligence jurídico, verificando se a empresa não tem pendências. Startups de qualquer setor que atendam aos pré-requisitos do processo podem concorrer”, explica.

Investimentos em franca expansão

Tradicionalmente, a EqSeed realiza dois processos seletivos por ano, um em cada semestre. No entanto, o sucesso e a velocidade das captações superaram a expectativa da empresa, e por essa razão, um novo processo se inicia. Entre os recordes recentes da plataforma, vale destacar que as três maiores rodadas da equity crowdfunding para startups do País ocorreram via EqSeed. A agrotech Horus e a Cervejaria 3 Cariocas captaram cada uma R$ 2 milhões, em rodadas encerradas neste mês de setembro. Já a startup de eficiência energética GreenAnt recebeu R$ 1,6 milhão em julho.

No momento, a plataforma conta com uma rodada aberta: a rede de pontos de retirada Pegaki busca R$ 1,2 milhão. Esta é a segunda rodada da empresa via plataforma. No ano passado, a startup captou R$ 360 mil em 9 dias, captação mais rápida da história da plataforma. Para este ano, estão previstas ainda mais quatro rodadas – provenientes do processo seletivo anterior (2018.2) – além das empresas a serem selecionadas nesse novo processo, que pode chegar até o limite de dez startups.

De 2016 para cá, a EqSeed já conclui 18 rodadas, totalizando R$ 12 milhões de reais em investimentos. Deste valor, R$ 8 milhões foram aportados só de janeiro deste ano para cá. Neste período, a plataforma registrou ainda crescimento de mais de 60% em sua base de investidores, chegando a cerca de 16 mil investidores – pessoa jurídica e pessoa física – e o ticket médio dos investidores superou R$ 15 mil em todas as rodadas. Com as empresas selecionadas nessa nova Seleção, a expectativa é ultrapassar R$ 20 milhões investidos pela plataforma.

De acordo com Kelly, esse momento de intenso crescimento da EqSeed vem ocorrendo principalmente após se tornar a primeira plataforma de investimentos em startups aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários em janeiro desse ano. “A aprovação da plataforma pela CVM trouxe segurança e confiança para o investidor. Quando ele entra na plataforma, percebe o profissionalismo da plataforma e nosso alto grau de exigência na seleção de startups, entende o funcionamento do negócio e aí fideliza. É isso que tem ocorrido. Vemos cada vez mais empresários, executivos, professionais e até investidores pessoas jurídicas construindo suas carteiras de investimentos em startups em nossa plataforma.”, finaliza.