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Startup Weekend Energy Tech traz o ecossistema de startups ao setor elétrico

Já pensou que a energia que você produz quando caminha pode ser rentável? O projeto vencedor da primeira edição Startup Weekend de energia elétrica na América Latina, ocorrido nos dias 22, 23 e 24 de março, em São Paulo, trouxe uma solução que une mobilidade e nanogeração de energia (para uso pessoal), a Green Box. No primeiro dia do evento foram realizados pitches (apresentações rápidas). As ideias mais votadas foram trabalhadas em uma maratona de 54 horas, onde os participantes receberam a mentoria de um time de especialistas de diversas áreas ao longo da jornada. No final, os projetos foram apresentados para um corpo de jurados do setor.

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) foi uma das patrocinadoras com Schneider Electric, Paradigma, VMBears e Omega Energia, com o apoio do InovaBra, Celebrar.co, Advisor BPO, Clube de Negócios, Bella Notte, Alura, SOAP e Eureka. Com 83 participantes, muitos destacaram a importância de fomentar ações como esta ao setor elétrico. O criador da ideia da Green Box, o cientista da computação e arquiteto de soluções da CCEE Saulo Roncon, viu a sua ideia inicial se transformar e o time até conseguiu potenciais clientes durante o processo de criação. Roncon destaca que este tipo de evento traz inovação para a empresa pela mudança de mindset na forma de trabalhar de quem participa. Ainda destaca que ações como esta irão refletir no mercado de energia inteiro. “O apoio da CCEE é essencial e deveriam trazer mais edições sobre este tema”, acrescenta Roncon.

O engenheiro William Matsubara, gerente de tesouraria da CCEE, estava no time que ganhou em terceiro lugar com o projeto Clima Certo, aplicativo que ajuda as pessoas a saberem qual é o tamanho do ar-condicionado adequado ao espaço em que ele será instalado — trazendo eficiência energética. “A CCEE tem esta cultura de inovação. O Inova CCEE, que é o mote deste ano, é exatamente isto: focar em inovação e procurar um jeito melhor e mais fácil de fazer as coisas. Este evento mais que validou isto”, conclui Matsubara. Também foram vencedores o projeto Flashback (2º lugar) e Energy Chain (menção honrosa).

Networking foi um dos motivos da participante dessa maratona criativa, a engenheira mecânica Marina Galli, mestranda em Energia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), decidir se inscrever. Marina conta que a Startup Weekend fomenta ideias e o diferencial desta edição foi ter focado em energia elétrica, área de seu interesse para criar uma startup. O engenheiro de software da Siemens, David Gabriel de Souza Joaquim, foi ao evento como observador: “Infelizmente, existem poucas startups do setor e tem de ter mais empresas promovendo este tipo de evento”, diz Joaquim, que trabalha com transformador de potência e acredita que será interessante esta triagem de startups para trazer soluções às necessidades da área já existentes ou repassá-las para que tragam mais soluções.

Inovação como mantra da CCEE

O consumo total de eletricidade deve crescer cerca de 50% acima da economia brasileira até 2026, ano em que, estima-se, a eficiência energética irá representar 7% do consumo final energético do Brasil, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Para adotar uma visão de futuro com o objetivo de que o País não perca a transformação tecnológica que o setor elétrico viverá, é imprescindível investir em tecnologias disruptivas.

O gerente executivo de Arquitetura de Sistemas, Dario Almeida, que foi um dos jurados desta edição, destaca que a CCEE tem se aproximado das startups: “Inovar é um pilar de sustentação e desenvolvimento da CCEE”. Almeida reforça ainda que: “vamos levar este modelo de trabalho (construído durante o evento)nas nossas inovações”. Dos 83 participantes, 24 trabalham na CCEE. “É um marco para nós, como companhia, muitos deles estiveram entre os primeiros colocados. Dos que ganharam, têm grande potencial para continuar (com o projeto) seja em paralelo, seja com apoio da CCEE. O que fica como grande ganho é a metodologia, é a imersão, é o aprendizado, é esta experiência transformadora”, analisa um dos organizadores da edição de energia do Startup Weekend, Will Nascimento.

Para o executivo de Contabilização e Liquidação da CCEE, Ediléu Cardoso Júnior, o setor de energia elétrica está passando por uma transformação e precisa beber desta fonte das startups, pois precisa inovar para ser dinâmico ao crescer. Cardoso Júnior foi um dos mentores e acrescenta que também foram desenvolvidos projetos que focam em problemas do setor de comercialização, como um grupo que falava que o problema era o risco de contraparte, que é uma condição que está acontecendo hoje. “O mercado de energia é muito carente de inovação. Tentamos trazer esta dinâmica para o mercado. Acredito que conseguimos”, analisa o líder da organização da edição Startup Weekend Energy, o analista de sistemas, Gilberto Silveira Junior.

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Projetos de health tech podem se inscrever em programa gratuito do Sebrae-SP

Durante o Speed Mentoring, empreendedor terá ajuda para desenvolver e validar a ideia de negócio voltada para aplicação de tecnologia na saúde
Os empreendedores com ideias de negócios de health tech, ou seja, de tecnologias ligadas à saúde, podem se inscrever para participar do Programa Speed Mentoring do Sebrae-SP. O programa tem como objetivo ajudar no desenvolvimento e validações iniciais do projeto. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 29 de abril.

De acordo com a consultora do Sebrae-SP Elisabete Fernandes, o Speed Mentoring tem como foco potencializar uma ideia, um time ou um projeto que se encontra em fase inicial, ou seja, aquele que está apenas na ideia. “O programa vai ajudar o potencial empreendedor ou empreendedor a validar as hipóteses iniciais da sua ideia ou projeto de negócio”, destaca.

O programa começa no dia 7 de maio e segue até o dia 30, na Escola de Negócios Sebrae-SP, em São Paulo. A programação inclui workshops, rodadas de mentorias, bate papo com especialistas. Ao final do programa apresentam o pitch, uma apresentação rápida do projeto, para uma banca composta por convidados que atuam no mercado. Os encontros serão realizados nas terças e quintas de maio, com mais de 40 horas de atividades.

Todos os projetos serão avaliados e até 45 empreendedores serão escolhidos (podem participar duas pessoas por projeto). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site: http://bit.ly/SMHealthtech2019.

Durante o ano, serão abertas inscrições para novas edições do Speed Mentoring voltadas para projetos de música, games, fintech, audiovisual, edutech e startup world.

Programa Speed Mentoring – Health Tech

Local: Escola de Negócios Sebrae-SP – Alameda Nothmann, 598, Campos Elíseos, São Paulo
Inscrições gratuitas: http://bit.ly/SMHealthtech2019
Prazo: 29 de abril

Programação

1ª semana – Desenvolvimento Empreendedor
7 de maio: Oficina Desafio fast food
9 de maio: Oficina Qual seu modelo de negócio + bate papo com especialista

2ª semana – Desenvolvimento da ideia
14 de maio: Oficina Minha ideia vai virar
16 de maio: Oficina Tripé do desenvolvimento

3ª semana – Validação
21 de maio: Desenvolvimento pelo cliente
23 de maio: Captação de recursos + Bate Papo Empreendedor + rodada de mentoria

4ª semana – Apresentação Modelo de negócios
28 de maio: Oficina de pitch 1
30 de maio: Oficina de pitch 2 + banca

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moObie anuncia expansão da operação de carsharing para todas as cidades do Brasil

Após boa performance no Estado de São Paulo e nas capitais brasileiras, a moObie, maior plataforma de carsharing da América Latina, anuncia a expansão da sua operação para todas as cidades do País. A partir de agora, proprietários de todo o território nacional podem ofertar seus automóveis para alugar no app a outras pessoas físicas; da mesma forma, usuários da moObie poderão encontrar carros em qualquer região.

A expansão para todas as cidades brasileiras é mais um passo no processo de consolidação da moObie, iniciado no segundo semestre de 2018 com o recebimento de aporte de R$ 15 milhões de investidores-anjo e parcerias com Toyota e Liberty Seguros. Em março de 2018, a plataforma contava com 75 mil usuários cadastrados e 4 mil veículos disponíveis. Após um ano, a moObie aumentou os números: atualmente são 270 mil usuários e 17 mil veículos cadastrados.

O crescimento ocorre na medida que o conceito de carsharing passa a ser cada vez mais compreendido pelos brasileiros como uma alternativa de geração de renda para pequenas empresas e pessoas físicas que estão com o carro sem uso na maior parte do tempo. “A moObie serve como um investimento: ao alugar o carro que está parado na garagem, o parceiro garante uma renda extra. O retorno financeiro serve como renda extra e até como forma de custear o próprio carro”, explica Tamy Lin, CEO e fundadora da plataforma.

Por conta do aumento das demandas, a empresa mudou para um novo escritório em São Paulo e aumentou em 30% os times de operações, inovação e growth. A expansão da operação amplia a abrangência atual – de cerca de 100 cidades incluindo capitais e o Estado de São Paulo – para mais de 5.570 municípios. Segundo Tamy, “vamos chegar em cidades onde não há nem aplicativos de táxi ou de mobilidade urbana. Nestes locais, seremos a principal solução de mobilidade urbana para muita gente”.

Período de testes nas capitais

Até o final de 2018, a startup atuava de forma consistente em todo o Estado de São Paulo e em Curitiba. Após receber de proprietários de outras regiões inúmeros pedidos de inclusão de carros na plataforma, em janeiro de 2019 foi ampliada a operação para as 26 capitais estaduais e Distrito Federal.

A operação nas capitais foi usada como um projeto piloto para compreender os diferentes mercados locais e o potencial de cada um. Após laboratório de 45 dias, a equipe de operação da moObie concluiu que era necessário expandir o modelo, de acordo com as demandas recebidas.

“Durante o teste, verificamos como cada região trata a questão da renda extra e o ato de alugar o veículo para um terceiro. Resultou em duas demandas: em regiões turísticas, os parceiros colocam o carro no aplicativo para alugar às pessoas que chegam para passar alguns dias no local. Em outras, onde o transporte público é insuficiente e táxis são caros, o compartilhamento é opção para o uso no dia a dia. Isso, somado aos pedidos que recebemos diariamente de todos os pontos do Brasil, nos faz concluir que o mercado de compartilhamento é possível em todo o País”, comenta Tamy.

O funcionamento

A locação acontece de Pessoa para Pessoa (P2P) por meio de um app intuitivo e prático. O condutor que precisa de um carro faz o cadastro do cartão de crédito e a CNH pelo celular, que é avaliada pelo time da moObie quanto à validade e regularização, além de outros critérios que garantem a segurança.

Já o proprietário cadastra seu carro, que passa por validação onde são verificados a situação junto ao Detran/Denatran, vigência do seguro e critérios de elegibilidade (ano de fabricação igual ou superior a 2009 e menos de 100 mil km rodados).

Depois de cadastrado, o interessado acessa o app para buscar o veículo disponível mais indicado à sua necessidade em um mapa de localização, verifica preço e solicita a reserva. Do outro lado, o dono visualiza o pedido e tem autonomia para aceitar ou não a solicitação na data especificada, de acordo com sua disponibilidade. O pagamento é feito no ato da confirmação da reserva via cartão de crédito do condutor e entra na conta do proprietário do carro cadastrada na moObie em datas pré-definidas.

No ato da entrega das chaves, é realizado um check-in no próprio app; da mesma forma, na devolução é feito check out via celular. O carro deve ser devolvido nas mesmas condições em que foi entregue, limpo e abastecido. Caso haja infração ou acidente durante a locação, há processos preestabelecidos. O número da habilitação do usuário fica registrado e o carro está segurado durante todo o período de locação – (se houver sinistro, a seguradora da moObie é a responsável e não a do proprietário. E se houver infração, os pontos vão para o usuário, não para o dono do carro).

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ABESE abre inscrições para startups com soluções inovadoras em segurança eletrônica

As startups com tecnologias e modelos de negócio emergentes em segurança terão a oportunidade de se apresentarem para mais de 45 mil participantes durante a EXPOSEC 2019 – que acontecerá entre os dias 21 a 23 de maio, em São Paulo. A Ilha de Startups desenvolvida pela ABESE – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança, receberá as inscrições dos projetos interessados até o dia 19/04. Para se inscrever basta acessar o site: http://startup.abese.org.br/
As startups devem apresentar produtos ou modelos de negócio inovadores e funcionais para o setor de segurança (direta ou indiretamente). Além disso, a solução deve conseguir abarcar o mercado nacional ou global. Ao todo, serão escolhidas 8 empresas que receberão um espaço com toda a infraestrutura necessária durante a Exposec 2019.

A primeira fase do processo de seleção será apresentada no dia 22 de abril – com a divulgação dos finalistas – e no dia 01/05, os selecionados serão apresentados ao público.

“O Comitê de Startups da ABESE foi pensado para aproximar o setor tradicional de segurança aos novos empreendedores, acelerando a validação, desenvolvimento e expansão de novos negócios para todo o setor”, explica Edson Pacheco, coordenador do Comitê de Startups da ABESE.

O setor de segurança eletrônica faturou no ano passado R$ 6,52 bilhões no país, um crescimento de 8% – e para 2019 as oportunidades podem ser ainda maiores. “Cada vez mais a área de segurança eletrônica se torna um mercado atrativo e interessado em soluções inovadoras e tecnológicas. A previsão é que este ano cresça 10%”, completa Selma Migliori, presidente da ABESE.

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StartOut Brasil está com inscrições abertas para ciclo Toronto

O StartOut Brasil, programa de apoio à inserção de startups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, está com as inscrições abertas para o segundo ciclo de 2019. Os empreendedores interessados em participar da imersão em Toronto (Canadá) terão até o dia 8 de abril para preencher o formulário disponível em http://www.startoutbrasil.com.br/ciclo/toronto/.

De acordo com Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação no Ministério da Economia, o Brasil tem muitas startups que desenvolvem soluções incríveis, mas que precisam ganhar competitividade no mercado internacional. “Assim como acontece com os negócios tradicionais, a maior parte das startups brasileiras tem foco no mercado interno, e muitas vezes perdem o timing e oportunidades no exterior. Criamos o StartOut Brasil para ajudar essas empresas a terem um mindset global, a exportarem suas soluções e se estabelecerem em outros países de forma mais segura e assertiva.”, afirma Nazareth.

O programa é destinado a startups brasileiras que já tenham tração no mercado doméstico e condições concretas de se internacionalizar, sem comprometer suas operações no país. Para participar, as empresas precisam ter faturamento (de preferência acima de R$500 mil por ano) ou já ter recebido algum tipo de investimento.

O formulário deve ser preenchido obrigatoriamente em inglês, de forma detalhada e apresentando dados corretos e específicos sobre a empresa e mercado alvo. Cada inscrição será inicialmente analisada por avaliadores das instituições organizadoras e as 40 startups mais bem posicionadas serão avaliadas por especialistas no mercado de destino.

Serão selecionadas 15 startups brasileiras que nunca participaram ou fizeram parte de apenas um ciclo do programa e até cinco startups classificadas como graduadas, ou seja, aquelas que participaram de dois ou mais ciclos do StartOut Brasil. O resultado será anunciado no dia 7 de maio.

Preparação para a missão

As empresas aprovadas passarão por um processo de preparação para a missão, que terá duração de um a dois meses e que incluirá acesso à plataforma “Passaporte para o Mundo” (ambiente virtual com informações sobre as oportunidades de negócios internacionais) e workshop presencial com apresentações sobre o ecossistema de destino, treinamento de pitch presencial e encontro com o matchmaker, que organizará as reuniões de negócio em Toronto.

As startups selecionadas na categoria Ampla Concorrência contarão ainda com sessões de consultoria com especialistas em expansão internacional; interação com mentores com experiência no mercado canadense; sessões de treinamento de pitch online; e sessões de consultoria após o retorno da missão, para suporte e orientação com relação aos próximos passos.

Missão em Toronto

Entre os dias 23 e 28 de junho de 2019, os empreendedores terão uma agenda intensa no Canadá, que contará com treinamento de pitch internacional; conexão com clientes, parceiros e investidores; visitas a ambientes de inovação; acesso a workshops com prestadores de serviços; reuniões com potenciais parceiros de negócios; e imersão no ecossistema de inovação de Toronto.

A todas as startups são oferecidas ainda possibilidades de apoio para promoção de exportação do produto/serviço, instalação no país visitado, atração de investimentos e diversas possibilidades de conexões a uma rede internacional de parques tecnológicos, incubadoras, aceleradoras e coworkings.

A Cônsul-Geral do Brasil em Toronto, Ana Lélia Beltrame, comemorou a inclusão da cidade no calendário 2019 do programa. “Como o Canadá é um dos destinos mais abertos e receptivos para a internacionalização de empresas e um dos mais dinâmicos ecossistemas de inovação do mundo, as startups participantes serão fortalecidas e ganharão experiência sem precedentes para seu modelo de negócios, fazendo-o mais competitivo internacionalmente”, comenta Ana Lélia.

Reconhecimento e Landing

Ao retornar da missão, as startups continuam recebendo acompanhamento personalizado para aprimorarem sua estratégia de expansão e maximizar as oportunidades identificadas no exterior. “Um diferencial do StartOut é que as startups são acompanhadas por 18 meses, desde a preparação para internacionalização até a geração de negócios no país de destino”, finaliza o gerente de inovação do Sebrae, Célio Cabral.

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FGV promove workshop gratuito sobre Investimentos em startups

Apresentar caminhos para quem deseja conhecer melhor e trabalhar com startups, indústria de private equity e venture capital. Essa é a proposta do workshop de lançamento do MBA em Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups. O evento acontece na quarta-feira, dia 27, na sede da FGV, em Botafogo.

O encontro terá dois painéis: “Investimentos de Private Equity” e “Venture Capital e Investimentos em Startups”. Dentre os palestrantes estão gestores de empresas desses setores, como Axxon Group, Brookfield, Crescera Investimentos, DXA Investments, e.Bricks Ventures, HIG Capital, Monashees, Vinci Partners, entre outros convidados.

Evento: Workshop de lançamento do MBA em Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups

Data: 27/03/2019
Local: FGV Botafogo (Praia de Botafogo 190, Auditório 12º andar).
Horário: das 8h30 às 13h30
Inscrições: fgv.br/eventos-nucleo-rio

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CargoX é posicionada como um dos próximos unicórnios brasileiros de acordo com a KPGM

CargoX, startup brasileira fundada em 2013, com o objetivo de se tornar a maior empresa de tecnologia e revolucionar o setor de transporte e logística do país, foi posicionada em um estudo inédito da Distrito em parceria com a KPMG, como um dos próximos unicórnios brasileiros. Podem ser consideradas unicórnios as startups que alcançam um bilhão de dólares em valuation.

O objetivo da CargoX é conectar empresas que precisam levar seus produtos para diferentes regiões do País a caminhoneiros autônomos e pequenos frotistas, reduzindo neste processo ineficiências de cadeia. Com o uso do aplicativo, o caminhoneiro chega a faturar até 40% na realização de fretes.

“Trabalhamos com afinco para que a tecnologias como machine learning, oferecidas pela CargoX, ofereçam benefícios aos caminhoneiros autônomos do Brasil. Expandir o negócio nos ajuda a fazer cada vez mais por esta parcela da população ainda pouco valorizada”, afirma Federico Vega, CEO e fundador da CargoX.

A CargoX também foi cogitada para se tornar unicórnio em um ranking global, divulgado pela CB Insights, no início de 2019. Na ocasião, foram selecionadas 50 empresas e apenas duas brasileiras estavam na lista.

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Com apoio da ABDI e Fiesc, Spin e A2C convocam startups e indústrias para participarem de mapeamento exclusivo

A transformação digital tem impactado todos os setores da economia e, acompanhar esse processo, é uma questão de sobrevivência. Segundo cálculos da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), até 2028, 15% das corporações nacionais devem atuar baseadas na Indústria 4.0. Pensando nisso, a A2C, empresa de transformação de marcas e de negócios, e a Spin, primeira aceleradora especializada em startups com foco em indústrias do Brasil, com apoio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), estão convocando startups e indústrias de todo o território nacional para participarem de um mapeamento exclusivo do setor.

O objetivo do Mapa Startup+Indústria é traçar os desafios e os caminhos para direcionar a atuação e os investimentos do ecossistema de inovação de todo Brasil. Segundo Anderson de Andrade, CEO da A2C, as indústrias estão sendo pressionadas pelo mercado para serem mais ágeis frente às mudanças e uma das formas de promover a inovação na nova economia é integrar o ecossistema de startups com o setor fabril. “A sinergia que propomos entre a inovação disruptiva das startups com o poder de escalabilidade das indústria é o motor para que isso aconteça. Acreditamos que o Mapa Startup+Indústria é importante pa ra ambos os grupos”, conta o empreendedor.

Beny Fard, head de operações do Stanford Research Institute no Brasil e CEO da Spin, reforça que para as startups é fundamentalmente importante saber como as indústrias estão buscando soluções de inovação e, para as indústrias, é uma forma de enxergar o potencial de inovação e as soluções que estão despontando no mercado para acelerar a inovação. “A inovação aberta por meio de startups é uma forma inteligente e rápida de reposicionar a indústria frente às crescentes demandas do consumidor inserido na nova economi a global”, afirma Fard.

Para Guto Ferreira, presidente da ABDI, é parte da missão da agência fomentar o networking entre startups e indústrias para que soluções disruptivas auxiliem no desenvolvimento produtivo do país. “Desde 2016, desenvolvemos o programa Startup Indústria, que está contribuindo não apenas com as soluções inovadoras propostas pelas startups, mas também com a mudança do mindset das indústrias”, avalia Ferreira.

Para o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, o mapeamento tem importância central para a formulação de estratégias de inovação na indústria. “Esta pesquisa permitirá conhecer mais profundamente o cenário da inovação, do inter-relacionamento entre a indústria e as startups, permitindo buscar a melhor aplicação e direcionamento dos investimentos”, destaca.

Os interessados em participar do mapeamento, terão até o dia 29 de março para preencher o questionário no site: http://bit.ly/mapa-startup-industria. As indústrias e startups participantes receberão, em primeira-mão, os resultados do levantamento.

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Desafio busca startups com soluções para pacientes com diabetes; prêmios totalizam mais de R$ 2 mi

A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), em parceria com o Design Thinking Lab (DTlab) apresenta o Diabetes Innovation Challenge, programa que busca fomentar a inovação, o talento, a criatividade e o senso empreendedor no desenvolvimento de startups que tenham propostas para melhorar a qualidade de vida e gerar experiências memoráveis às pessoas com diabetes.

O desafio procura startups cuja solução, ou parte da solução esteja orientada para o diabetes. Poderão participar startups nacionais e internacionais, em qualquer estágio de desenvolvimento (validação, negócio ou escala) ou de modelo negócio. Serão selecionados cinco finalistas para apresentarem suas iniciativas durante o 3º Simpósio Internacional de Tecnologias em Diabetes (SITEC), que será realizado entre os dias 25 e 27 de abril, no Hotel Pullman Vila Olímpia, em São Paulo.

De acordo com Paulo Bettio, fundador do Design Thinking Lab, empresa idealizadora e promotora do Diabetes Innovation Challenge, startups nacionais e estrangeiras podem participar. Os finalistas e vencedores serão premiados com benefícios que totalizam aproximadamente R$ 2,5 milhões. “A comissão julgadorá contará com a participação de membros do DTLab, da SBD, de profissionais especialistas em diabetes e negócios e das empresas patrocinadoras do Desafio. Serão selecionadas cinco startups para a fase final”, afirma.

Os prêmios englobam acesso completo aos serviços e infraestrutura do IBM Cloud (como Analytics, IoT e Inteligência Artificial) por um ano, bolsas para investir nas soluções propostas, mentoria e consultoria de especialistas em diabetes e inovação, além de uma viagem ao Vale do Silício, com inscrição no programa Silicon Valley Learning Experience. “As startups também terão um estande exclusivo no SITEC, onde poderão apresentar suas propostas diretamente ao público mais interessado nelas: os médicos”, comenta Bettio.

Para participar, os interessados devem se inscrever pelo site até o dia 12 de abril. A startup deve criar um perfil, que resuma os aspectos gerais da empresa, e enviar um vídeo de até 10 minutos apresentando a solução. Os selecionados serão revelados no dia 15 de abril e participarão da final durante o 3º SITEC.

Para mais informações, acesse: https://sitec.med.br/challenge

DIABETES INNOVATION CHALLENGE

Inscrições até 12 de abril: https://sitec.med.br/challenge
Publicação dos cinco finalistas: 15 de abril de 2019
Exposição SITEC: 25 a 27 de abril de 2019
Demo Day SITEC: 26 de abril de 2019
Demo da startup vencedora: 27 de abril de 2019

3º Simpósio Internacional de Tecnologia em Diabetes

Data: 25 a 27 de abril de 2019
Local: Hotel Pullman São Paulo – Vila Olímpia
Endereço: R. Olimpíadas, 205 – Vila Olimpia, São Paulo – SP
http://stiec.med.br/

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Startup Monetizze é certificada pela GPTW

O Grupo Monetizze, dirigido por Márcio Motta, Fernanda Campos e Neison de Paula, e que emprega cerca de 175 colaboradores, acaba de ser certificado pelo GPTW – Great Place to Work. O selo confirma que a empresa conseguiu a pontuação necessária para ser considerada uma excelente empresa para o colaborador e também permite competir ao Ranking das Melhores Empresas Para Se Trabalhar. O Great Place to Work é pioneiro em conduzir essa pesquisa presente em todo o mundo, em mais de 50 países, nos seis continentes.

A Monetizze é referência no mercado de afiliados e produtores digitais. Por dois anos consecutivos, 2017 e 2018, a empresa foi eleita a melhor plataforma de infoprodutos do país. A premiação foi realizada no maior congresso de Marketing de Afiliados da América Latina, o Afiliados Brasil.

Omiexperience abre primeiro lote de ingressos para festival de empreendedorismo

A Omiexperience, startup que fornece a mais completa plataforma de gestão em nuvem para pequenas e médias empresas, acaba de abrir as vendas do primeiro lote de ingressos para o We Are Omie, evento de empreendedorismo que no ano passado atraiu mais de 2800 pessoas. Os ingressos podem ser adquiridos no link www.eventbrite.com.br/WeAreOmie19.

O We Are Omie, que neste ano acontece no dia 8 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, é uma oportunidade única de networking e aprendizado prático para empreendedores e contadores brasileiros. O encontro traz cases de sucesso práticos e conteúdo relevante, além de análises e tendências da contabilidade e do empreendedorismo mundial com o objetivo de apontar caminhos para um futuro próspero e de permanente evolução.

Em 2018, o evento contou com palestra magna do economista Ricardo Amorim e palestras sobre a jornada do consumidor, da diretora LATAM da Winning By Design, Renata Centurion; sobre a importância de metodologia em vendas, de Gilberto Cunha Jr., Head da Omie Academy da Omiexperience; sobre construção de marca, do fundador da agência Fábrica e mentor da Endeavor Brasil Luiz Buono; e sobre inovação e resultados, ministrada por Kip Garland, o fundador da primeira consultoria de inovação da América Latina, a innovationSEED, entre outras.

O We Are Omie é dividido trilhas de conteúdo adaptadas aos diferentes públicos do evento. Na trilha Gestão Empresarial Transformadora, empreendedores de sucesso compartilham dicas para uma maior produtividade, menos burocracia, otimização de processos, análise e interpretação de dados e potencialização dos lucros. Já a trilha Marketing e Vendas de Resultado é focada em processos de marketing voltados para tornar uma marca referência no mercado de forma a potencializar seu crescimento exponencial. Por fim, a trilha A Empresa Contábil Perfeita traz insights para contadores e empreendedores contábeis com relação ao novo mundo da contabilidade, que inclui automação de processos, análise e interpretação de dados, consultoria contábil e gestão de crise.

Nesta edição, o We Are Omie oferece ainda um aplicativo que conecta empreendedores de áreas correlatas, o MatchBusiness, que otimiza o networking entre pessoas que podem de fato suprir as necessidades umas das outras.

Outra grande aposta do evento são as sessões de Speed Mentoring, ou mentoria rápida, com grandes mentores, que vão tratar as principais dores do empreendedorismo e da jornada de crescimento,em momentos de bate-papo, com dão orientações e dicas práticas e dicas.

O evento faz parte de uma série de iniciativas da Omiexperience, embaixadora da #culturadocrescimento, visando a ferramentalizar empresários e contadores, de forma a desenvolver o mercado do país como um todo, cumprindo assim seu propósito de levar prosperidade para o ecossistema de PMEs brasileiro.

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iClinic adquire a base da indiana Practo no Brasil e abre temporada 2019 de aquisições

A startup iClinic, líder nacional em soluções em nuvem para clínicas e consultórios médicos, começa 2019 com aquisições. A empresa acaba de adquirir a base de clientes da empresa indiana Practo no Brasil, que oferece um software de gestão e agendamento online.

A aquisição faz parte de um forte processo de expansão da iClinic. Ano passado a empresa realizou o mesmo movimento com outras duas empresas, dentre elas a carteira de clientes da P2D Prontuário Universal, que possuía um sistema de prontuário eletrônico. Para este semestre, estão previstas mais duas aquisições. A iClinic estima que as cinco aquisições juntas devam somar mais de 6 mil clientes à base da companhia e acrescentar R$ 20 milhões de faturamento nos próximos dois anos.

De acordo com o fundador e CEO da iClinic, Felipe Lourenço, as aquisições são um meio de acelerar o crescimento da empresa. “O mercado ainda carece de soluções de ponta quando o assunto é tecnologia aplicada à gestão em saúde. Clínicas e consultórios ainda sofrem com problemas básicos da falta de digitalização como a grande ineficiência gerada pela dependência do papel, baixa presença online e dificuldades na gestão do negócio. A tecnologia já está disponível, o que precisamos é apresentá-la ao médico, colocá-la em seu campo de visão e deixar claro os benefícios para o exercício da medicina. As aquisições visam reforçar o nosso acelerado ritmo de expansão e tendem a acelerar essa aproximação”, explica.

Digitalização potencializa Telemedicina

Recentemente, o Conselho Federal de Medicina (CFM) autorizou a realização de consultas online, telecirurgias e telediagnóstico, entre outras formas de atendimento à distância. Formado em Informática Médica e especialista em Gestão de Saúde, ambos pela USP, Lourenço vê a autorização com otimismo, mas pondera que o processo tem que ser implantado com responsabilidade e cautela.

“É curioso porque quando falamos em tecnologia aplicada à medicina, a barreira não é a viabilidade técnica, mas sim cultural e regulatória. Por isso esse posicionamento do CFM é importante. Agora se quisermos falar em saúde digital e Telemedicina em todo o seu pleno potencial, temos que começar da base. De maneira simples, o que quero dizer é que hoje temos um bocado de sistemas com tecnologias ultrapassadas em clínicas e consultórios, que na grande maioria das vezes não se conversam. Para se falar em saúde digital em grande escala, três etapas são essenciais: digitalização, padronização e conexão. E esse é o papel da iClinic nesse ecossistema”, finaliza.

Desde sua fundação, em 2012, a health tech já beneficiou mais de 18 milhões de pacientes por meio de 80 milhões de atendimentos.. Atualmente, sua solução é usada em mais de 930 cidades em cerca de vinte países, especialmente Brasil e Angola.

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