Page

Category startup

Fintech Adianta recebe investimento de R$ 8 milhões

Há dois anos no mercado, a startup Adianta, fintech focada em antecipação de recebíveis para pequenas e médias empresas, acaba de receber um novo investimento no valor de R$ 8 milhões. Acompanhada dos antigos investidores, como Yellow Ventures e OsherTech, a nova rodada do aporte inclui os fundos DGF Investimentos e 42K Investimentos, que estruturou um club deal com investidores de fintechs, como a Chromo Investimentos, a Capital Lab e Roger Ingold – ex-CEO da Accenture, e empreendedores, como Sandro Reiss – fundador e CEO da Geru – e Jaime de Paula – fundador e CEO da Neoway.

Com este novo investimento, dentre os planos de crescimento para a startup estão a ampliação do time de engenheiros de desenvolvimento e da equipe de vendas a fim de aumentar a capilaridade da plataforma, além da criação de novos serviços e produtos voltados para pequenas e médias empresas. “A 42K e seus investidores enxergam muitas oportunidades em fintechs de crédito e acreditamos que a Adianta está desenvolvendo uma plataforma para adiantamento de recebíveis e produtos financeiros de muito sucesso, complementado o ótimo portfólio de investimentos na área como a Geru e a BizCapital”, afirma Eduardo Smith.

Até o final do primeiro trimestre deste ano, a Adianta começará o atendimento aos fornecedores de serviços, além de estudar novos produtos de capital de giro. Até o momento, a empresa já recebeu pedidos de cerca de R$ 110 milhões em crédito. Agora, a expectativa para 2019 é alcançar uma carteira de crédito de R$ 100 milhões, incluindo em seu portfólio desconto de duplicatas de serviços, bem como alguns parceiros estratégicos. “O que queremos é desenvolver um relacionamento de longo prazo com os nossos clientes, sempre com a preocupação de desburocratizar a experiência de concessão de crédito. Aos poucos, estamos levando a inovação das fintechs para este segmento”, revela Marco Camhaji, CEO da Adianta.

O executivo explica que o aporte é bastante representativo para a atuação da empresa. “Com a evolução do motor de crédito, devemos garantir um índice mais alto de aprovação das operações, beneficiando as PMEs para que sejam atendidas cada vez mais pela Adianta”, esclarece Camhaji.

A ideia da startup surgiu quando seus fundadores identificaram um gargalo no mercado financeiro para a captação de créditos por parte das pequenas e médias empresas, seja pelo tamanho do negócio ou pelo seu tempo de operação. Disponível todos os dias da semana, 24 horas por dia, a dinâmica de funcionamento da plataforma é simples e totalmente digital: basta o cliente adicionar o formato XML da nota fiscal de venda, que já é realizada toda a formalização do crédito de uma forma bastante intuitiva. A avaliação é realizada em tempo real, sem burocratização, e o cliente imediatamente tem acesso ao status de seu processo.

EqSeed realiza eventos em diversas capitais do Brasil para startups captarem até R$ 5 milhões

A EqSeed, plataforma que conecta investidores a startups, realiza uma rodada de eventos chamada EqSeed Workshop Tour. Trata-se de uma série de Workshops voltada exclusivamente para empreendedores sobre como as empresas devem fazer para realizar rodadas de investimento de até R$ 5 milhões pela plataforma.

O sócio-fundador da fintech, Brian Begnoche, estará presente para tirar todas as dúvidas dos empreendedores sobre o processo de aprovação da EqSeed e sobre o que a startup precisa ter para realizar sua rodada pela plataforma. “O interesse dos empreendedores nesse modelo vem aumentando fortemente. Em 2018, a rodada média na EqSeed foi de mais de R$ 1 milhão, com duração média de 38 dias. Essa velocidade de captação é difícil ignorar”, afirma o executivo.

Em novembro, a EqSeed captou R$2,5 milhões de investimento em apenas 27 horas por meio de sua própria plataforma, quebrando o recorde de maior rodada individual do equity crowdfunding no Brasil. “Pretendemos continuar quebrando recordes esse ano e para fazer isso, queremos aprovar R$12 milhões de rodadas para startups no primeiro semestre desse ano”, finaliza.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas por meio do link http://bit.ly/eqseedworkshoptour.

Grade de eventos:

14 de fevereiro – São Paulo

WeWork Nações Unidas 14261

Av. das Nações Unidas, 14261 – Brooklin

19 de fevereiro – Curitiba

Auditório da Legacy Partners

Rua General Mário Tourinho, nº 1805, conj. 702 – Seminário

21 de fevereiro – Florianópolis

Auditório do Impact Hub Floripa (Acate Building)

Rod. José Carlos Daux, 4150

26 de fevereiro – Rio de Janeiro – (data alterada por conta dos temporais na cidade)

Arena Fábrica de Startups – Centro Comercial AQWA Corporate

Via Binário do Porto, 299, 3º andar – Santo Cristo

Startup leva inteligência artificial para acelerar aprovação de alvarás pelas prefeituras

Com o objetivo de levar mais inovação às prefeituras do País, a 1Doc, startup que oferece uma plataforma em nuvem de comunicação, atendimento e gestão documental, uniu forças com a Softplan, empresa pioneira na área de simplificação e automatização de processos para gestão pública, setor de construção e justiça, na oferta de uma solução que automatizará todo o processo de validação e aprovação de alvarás. Com isso, as gestões municipais terão muito mais eficiência na tramitação do documento.

Baseada em conceitos de inteligência artificial e machine learning, a 1Doc implantou a inovação a partir da expertise em tecnologia e conhecimento da Softplan, que com uma estratégia de investimentos em pesquisa e inovação, estruturou laboratórios de ciência de dados para o desenvolvimento da solução. Com isso, implantou o recurso em sua plataforma de gestão pública, possibilitando análises prévias, validação e classificação de documentos e encaminhamento de processos de forma automática e ágil.

Presente em cerca de 60 municípios brasileiros, a 1Doc oferecerá inicialmente a tecnologia nas cidades catarinenses de Schroeder e de Biguaçu. Com o recurso em funcionamento, estima-se uma redução significativa no tempo de tramitação desses processos, que hoje levam em torno de 60 dias para serem concluídos. Ou seja, todo o processo de análise e aprovação de projetos para construção de residências, comércios e indústrias será feito de forma totalmente digital.

De acordo com Jéferson de Castilhos, fundador da 1Doc, o grande diferencial será em permitir que os próprios técnicos das prefeituras possam realizar a geração de documentos específicos para cada contexto com o benefício da criação de modelos a partir da tecnologia de machine learning. “Isso ocorrerá sem a necessidade de possuir conhecimentos em desenvolvimento de sistemas ou inteligência artificial, ocorrendo de forma intuitiva”, afirma.

Atualmente, a plataforma 1Doc garante celeridade dos atos administrativos e permitindo transparência e acesso à informação para todos os cidadãos. Isso é possível por oferecer resposta aos pedidos e requerimentos, nos prazos estabelecidos em lei, via internet. Tanto o profissional responsável pelo projeto quanto os proprietários podem acompanhar o processo de aprovação e liberação da obra ou outra solicitação por SMS ou por um e-mail previamente cadastrado no sistema.

Castilhos diz que existe uma procura constante por parte da gestão pública em buscar mecanismos que aperfeiçoem os processos dentro do órgão. “Para sair da era da burocracia e da morosidade, cada vez mais as Prefeituras têm buscado a tecnologia como solução para digitalização dos processos e, mais recentemente, investido em tornar os processos realmente inteligentes”, afirma.

Com a nova solução, a partir do uso da inteligência artificial, as gestões municipais poderão ter agilidade em análises prévias, validação e classificação de documentos e encaminhamento de processos de forma automática e ágil. “Tudo isso tornará o trabalho dos servidores públicos ainda melhor, uma vez que este profissional ficará dedicado à parte nobre das atividades, deixando a parte chata à cargo dessas novas tecnologias, o que torna célere a tomada de decisão e o atendimento aos cidadãos”, diz o fundador da 1Doc.

Empreenda Santander 2019 contemplará empreendedores de todo o Brasil

Já estão abertas as inscrições do maior programa de incentivo ao empreendedorismo no Brasil do Santander Universidades: o Empreenda Santander 2019 faz parte do projeto global Santander X, com o qual o Banco promove o empreendedorismo universitário em todo o mundo.

A segunda edição terá três categorias: Universidade & Microempreendedor, Universitário Empreendedor e aquela destinada à Startup. O Programa é a evolução dos Prêmios Santander Universidades, realizados até 2015 e durante os 11 anos de sua existência foram recebidas mais de 20 mil inscrições, 161 projetos premiados e R$ 11 milhões em prêmios.

O Empreenda Santander tem como objetivo fomentar o empreendedorismo em todo o Brasil e apoiará os negócios dos contemplados destes três perfis com apoio financeiro, bolsas de estudo e mentoria por até 6 meses.

Na categoria Universitário Empreendedor podem participar universitários matriculados em cursos de graduação, pós-graduação em qualquer Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo Ministério da Educação e também alunos de ensino técnico, sob orientação de um professor escolhido. O objetivo é apoiar ideias inovadoras, e o projeto selecionado receberá aporte financeiro de R$30 mil, bolsa de estudos na Babson College – para professor e aluno – nos Estados Unidos e mentoria de até seis meses realizada pela ACE.

Em Startup a finalidade é apoiar iniciativas com alto potencial de crescimento e escala. Participam empreendedores com negócio já constituído no mercado e a startup finalista receberá o valor de R$100 mil, além de bolsa de estudo na Babson College e mentoria de até seis meses realizada pela Endeavor.

Na esfera de Universidade & Microempreendedor o foco é capacitar a instituição de ensino para que esta apoie o desenvolvimento do negócio do microempreendedor selecionado, para isso a Universidade receberá um treinamento exclusivo da Aliança Empreendedora.

Os microempreendedores devem ser clientes do Prospera Santander Microcrédito, e os interessados devem procurar o agente de crédito para gravar um vídeo contando sobre seu negócio. Após a etapa de inscrição dos microempreendedores, as Universidades poderão assistir aos vídeos e escolher entre os negócios que desejam contribuir. A instituição de ensino superior selecionada receberá R$15 mil para aplicar no plano de capacitação que apoiará o microempreendedor por até seis meses, e este poderá receber R$5 mil para investir em seu negócio.

Na avaliação de Steven Assis, Head do Santander Universidades “o programa oferece uma jornada completa de empreendedorismo que aborda desde a ideia que muitas vezes ainda não saiu do papel até negócios escaláveis que buscam aceleração para se consolidar no mercado”.

O carioca Marcelo Guedes Roque, da Preço Certo, foi o contemplado da categoria Startup na última edição do programa. A Preço Certo é uma startup de formação de preços e simulação de resultados para comércio e prestadores de serviço. A plataforma visa simplificar o que hoje é muito difícil para as MPEs: precificação com precisão para entender qual o impacto nos indicadores e resultado mensal do negócio. Segundo ele a iniciativa foi um divisor de águas para sua empresa: “ A capacitação na Babson College associada à mentoria com executivo do Banco e a aceleração da Endeavor mudou nossa empresa da água para o vinho. Estamos crescendo muito desde então. Recomendo a todo empreendedor que se candidate no Empreenda Santander. Não é uma jogada de marketing do Banco. É trabalho sério. Tem muita gente competente diretamente envolvida nesse suporte”, garante.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 25 de abril de 2019 pela plataforma de empreendedorismo global do banco, o Santander X (brasil.santanderx.com/empreenda).

Startup apresenta aplicativo que ajuda deficientes visuais a se localizar

Foto:Valdecir Galor/SMCS – Prefeitura de Curitiba

Um aplicativo para celular de fácil manuseio, que permite aos deficientes visuais se localizar pela cidade. Este projeto foi apresentado ao prefeito Rafael Greca nesta quarta-feira (30/1) pela Veever, uma startup curitibana que trabalha desde 2015 a ideia de inclusão de deficientes por meio da tecnologia.

De acordo com João Pedro Novochadlo, um dos fundadores da Veever, o projeto nasceu durante um hackathon – competição entre empresas de tecnologia – promovido em Curitiba em 2015. A Veever venceu o certame com o aplicativo para ajudar os deficientes visuais.

“O sistema funciona com beacons, dispositivos de microlocalização que seriam fixados em pontos chave da cidade, cujo sinal é interceptado pelo smartphone do usuário. Trocando em miúdos, é como se fosse um GPS, mas com maior precisão”, resumiu.

João Pedro, publicitário de formação, é fascinado por tecnologia. Ele contou que mandou implantar em sua mão um chip que permite abrir a porta de casa sem chave. Greca ficou impressionado. “Essa eu nunca tinha visto: um guri com chip. Quero ver eles no Paiol Digital, apresentando estas maravilhas”, cobrou o prefeito.

Promovido pelo Vale do Pinhão, o movimento da Prefeitura e do ecossistema para incentivar o ambiente da inovação da cidade, o Paiol Digital busca o engajamento de pessoas conectadas ao mundo do empreendedorismo, da inovação e das novas tecnologias, propiciando networking e fomentando ações voltadas ao desenvolvimento da cidade, das pessoas e dos negócios.

Acessibilidade plena

O prefeito explicou as vantagens da invenção da Veever. “Se tivesse um cego aqui, ele saberia que está no gabinete do prefeito. Além disso, esta tecnologia ajuda a identificar o Interbairros, o Ligeirinho e todo o sistema de transporte”, contou.

O projeto para inclusão de deficientes visuais através da tecnologia já está entre 30 selecionados para participar do HackBrazil, evento que será realizado na Universidade de Harvard, em Boston (EUA), de 4 a 9 de abril. Se o projeto da Veever ficar entre cinco finalistas os integrantes conquistarão o direito de apresentar a ideia à banca de notáveis no evento internacional, tendo entre eles o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o empresário Jorge Paulo Lehmann, controlador da InBev.

O prêmio para o vencedor da etapa final será de R$ 75 mil. “Nós já estamos comprometidos em aplicar o valor integralmente no desenvolvimento do projeto”, garantiu João Pedro. O prefeito gravou uma mensagem de apoio aos jovens e desejou boa sorte na competição, além de pedir que sejam abertos espaços para disseminação da ideia nos eventos sobre tecnologia na cidade.

Participaram também do encontro os demais integrantes da Veever, Lohann Ferreira (programador), João Guilherme Baglili (engenheiro civil), e Leonardo Garcia Custódio (médico); além de Denise Moraes, da Assessoria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Ana Paula Guzela Bertolin, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), e Mateus Bacila.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

Máxima Sistemas promove Hackathon em prol da inovação no mercado atacado distribuidor

Imagine permitir que seus clientes criem seus próprios indicadores de negócios, visualizando em dashboards e relatórios personalizados. Esta plataforma foi construída em 40 horas no primeiro hackathon promovido pela Máxima Sistemas, companhia de tecnologias móveis para força de vendas, e-commerce, trade marketing e logística para o setor atacado distribuidor.

A maxHackathon, ocorrido em dois dias seguidos, focou suas atividades no desenvolvimento de novas funcionalidades tecnológicas para serem incluídas nas soluções criadas pela Máxima Sistemas, que atualmente atende a mais de 51 mil usuários e 1,3 mil clientes em todo o Brasil. Tudo para facilitar a rotina de atacadistas distribuidores.

Os participantes, que faziam parte dos times de desenvolvimento e suporte da empresa, tinham como regra criar um componente para que os clientes pudessem elaborar e editar relatórios gráficos de indicadores e dashboards, o qual pudesse ser integrado a qualquer produto da Máxima, nas versões mobile e web.

Integrante da equipe Rampage, que criou o projeto vencedor da maxHackathon, o designer UX, Raul Silva, explica: “Nossa ideia surgiu para ajudar os clientes da Máxima a construir de forma fácil e escalável seus relatórios, conectando-os a diversas ferramentas de BI que permitem uma análise completa de dados. Foi muito bom participar do desafio e ver a empolgação e a dedicação do time. Uma experiência realmente inesquecível”, relata Silva.

A maratona de programação também se mostrou uma boa oportunidade para a companhia ampliar a cultura de inovação entre os seus colaboradores. “Esta é uma maneira de descobrir novos produtos, de engajar a equipe e de conhecer melhor o poder de transformação dos nossos jovens talentos por meio da inovação, além de ser uma forma de exercitar a criação e ter um termômetro a fim de saber como a equipe tem se preparado para lidar com ferramentas futuras e tendências tecnológicas”, finaliza Wagner Patrus, CEO da Máxima Sistemas.

Capgemini e Efma lançam a FinTechVisor Race 2019, voltada para startups financeiras

A Capgemini e a Efma anunciam a primeira edição da FinTechVisor Race to the Top 2019, competição que oferece às startups[1] participantes a oportunidade de apresentar as mais inovadoras soluções de negócios a um painel de elite, composto por instituições financeiras e influenciadores do setor.

A FinTechVisor Race to the Top 2019 tem o desafio de revelar as mais interessantes inovações desenvolvidas pelas FinTechs, conectando-as a novas oportunidades de mentoria e parcerias. Este é o primeiro concurso do gênero realizado no portal FinTechVisor, lançado no início deste ano para incentivar uma maior colaboração entre as startups e instituições financeiras tradicionais.

Para participar, os candidatos foram convidados a preencher uma página de sua empresa na plataforma FinTechVisor e enviar um vídeo de 90 segundos. O conteúdo deve apresentar a relevância da solução para o mercado, sua inovação e o potencial de negócios nas seguintes categorias: Bancos & Meios de Pagamentos, Financiamento, Seguro de Vida, Seguros para Bens-Vida-Saúde, Criptomoeda & Blockchain, Gestão de Patrimônio, Investimento & Mercados de Capital, RegTech & Cibersegurança, Plataformas & APIs Abertas, Gestão Financeira Pessoal, Contabilidade & Gestão Financeira de Negócios, e Insights & Dados para Serviços Financeiros. Apenas um vídeo por candidato será aceito, mas o conteúdo pode abranger duas categorias. O prazo de inscrições pelo site FinTechVisor se encerra em 1º de fevereiro de 2019.

Uma lista de 10 indicados (um por categoria) será anunciada pela Capgemini e pela Efma no portal FinTechVisor em 12 de fevereiro de 2019. A votação então será aberta a todos os visitantes do site, incluindo membros da Efma, clientes da Capgemini e as próprias FinTechs. Em 7 de março de 2019, durante um webinar online, os três finalistas apresentarão sua solução à um painel com representantes das instituições financeiras e influenciadores do setor, que selecionarão o vencedor geral.

O campeão receberá uma mentoria exclusiva da Capgemini, além de uma oportunidade de apresentar sua solução na conferência “Bank + Fintech”, da Efma (a ser realizada em 2 e 3 de abril de 2019), além de oportunidades promocionais em importantes eventos do setor e de networking com as principais instituições financeiras participantes do painel de jurados. Os vencedores ainda serão convidados a participar do ScaleUp Qualification Program, projeto da Capgemini para as ScaleUps[2] que oferece oportunidades para ganhos em credibilidade e aumento na probabilidade de parcerias bem-sucedidas.

“O futuro dos serviços financeiros reside na parceria efetiva entre FinTechs e instituições tradicionais”, afirmou Elias Ghanem, CTO e Líder para FinTechs da área de serviços financeiros da Capgemini na Europa. “Desenvolvemos o portal FinTechVisor para facilitar a colaboração entre as companhias estabelecidas e as emergentes do mercado, criando um espaço onde as ideias possam ser compartilhadas e as parcerias formadas. O FinTechVisor Race to the Top 2019 dá vida a esse conceito, apresentando as inovações para o mercado”, completa.

“Desde o lançamento do portal FinTechVisor, em maio de 2018, construímos uma forte comunidade de FinTechs inovadoras”, revelou Vincent Bastid, CEO da Efma. “Estamos ansiosos para prover uma nova plataforma para que as FinTechs mostrem a força de suas propostas e ofereçam uma oportunidade renovada para as instituições tradicionais em busca de novos parceiros de negócios”.

HRTech recebe investimento de R$ 11,5 milhões liderados por Valor Capital e Maya Capital

No mercado há três anos e com grandes clientes como Ambev, Kraft Heinz e Somos Educação, além de atuação em cinco países, a Gupy, líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial no Brasil, acaba de receber um investimento no valor de R$ 11,5 milhões. O novo aporte, feito pelos fundos Valor Capital, com atuação no Brasil e EUA, e Maya Capital, liderado por Lara Lemann e Monica Saggioro configura a HRTech como uma das primeiras em recrutamento a receber investimento Series A no país.

Com o objetivo de aprimorar as soluções do sistema e expandi-lo nacionalmente, o investimento também auxiliará a startup a promover maior eficiência e disrupções no mercado de Recursos Humanos. “O Brasil é o quinto maior mercado de recrutamento e possui características específicas que dificulta a boa atuação de soluções de fora. Com esse investimento vamos evoluir o sistema para oferecermos ainda mais inovações para os nossos clientes e sermos líderes aqui e em breve em novos países”, pontua Mariana Dias, CEO e cofundadora da empresa.

A empresa, que em 2016 foi acelerada pela Wayra, programa de inovação aberta e empreendedorismo da Telefónica, já havia recebido, em 2017, um aporte no valor de R$ 1,5 milhão do fundo de investimento Canary, liderado pelos fundadores do Peixe Urbano, M Square e Printi, e do fundo Yellow Ventures, liderado por Patrick Sigrist, fundador do iFood. A rodada contou ainda com dinheiro de investidores-anjos, que trouxeram, também, importante conhecimento para auxiliar na estratégia de expansão da empresa. “Apesar de termos três anos no mercado, ainda estamos começando, temos muito chão pela frente e cada investimento é único e muito transformador. Além do próprio capital estratégico, cada investimento nos proporciona ampliar o suporte operacional e a conectividade aos mercados globais”, comenta Mariana.

Novos algoritmos de recrutamento e crescimento

Com crescimento de pelo menos 15% ao mês em Receita Recorrente, até o final de 2018, a empresa mais do que quintuplicou suas receitas em relação à 2017. O foco principal da Gupy está em acelerar ao máximo a evolução do seu produto focado na eficiência e experiência de todo o processo de recrutamento e otimizar sua máquina de vendas para alcançar médias empresas e outros grandes nomes do mercado. “Acreditamos que este é o momento para termos uma grande transformação na forma como as empresas contratam. Queremos proporcionar aos nossos usuários as melhores tecnologias, inovações e experiências e assim continuar liderando as disrupções que esse mercado necessita”, destaca Mariana.

Atualmente, o novo algoritmo da plataforma ajuda o recrutador a realizar uma triagem de currículos com 70% menos esforço operacional. Essa tecnologia de Inteligência Artificial faz com que os clientes da Gupy só precisem analisar, em média, os 12 perfis de candidatos mais compatíveis para encontrar aquele ideal para a vaga, ao invés de dezenas e muitas vezes centenas de currículos. Esse mecanismo é uma estratégia para que o RH consiga gerar cada vez mais valor para o negócio. “Pessoas são o bem mais valioso de qualquer organização competitiva, para isso selecionar os melhores talentos não é mais só um papel estratégico do RH, mas também dos CEOs e de todos os gestores. A Gupy existe para tornar fácil e rápido conseguir atrair, gerir o processo de recrutamento e selecionar com alta assertividade os candidatos certos para cada vaga, assim acreditamos que teremos gente mais realizada nas empresas conseguindo impactar suas organizações e o mundo”, explica Guilherme Dias, CMO e cofundador da startup.

Residente duas vezes consecutivas no Programa Google for Statups e selecionados entre 12 startups no mundo para o Google Alumni Summit em Israel no final de 2018, a startup possui, hoje, mais de 60 funcionários e escritório próprio em função do crescimento vertiginoso. A expectativa para este ano, além de aumentar a equipe e as operações no Brasil, é otimizar mais os processos de recrutamento através de algoritmos cada vez mais eficientes e entregar uma experiência inovadora para os candidatos.

Como é trabalhar em uma startup: será que me encaixo?

Por Helena Lizo, Head de Finanças & People da Revelo, plataforma de recrutamento digital

Em todo o Brasil, estima-se que existam cerca de seis mil startups. Este número é mais do que o dobro registrado há seis anos e pode ser ainda maior porque muitas delas ainda estão em fase de ideias e nem todas têm um CNPJ próprio.

Com o crescimento acelerado deste novo tipo de negócios, surgem no mercado uma série de oportunidades para trabalhar em empresas que fogem dos padrões tradicionais, com uma estrutura mais enxuta e horizontal, regras mais flexíveis e ambiente colaborativo. Mas afinal, como é trabalhar em uma startup?

Startups permitem maior flexibilidade de rotinas e proporcionam contato real com todas as áreas de atuação da empresa. Elas têm um ambiente rico em termos de conexões e aprendizado, muito importante para os profissionais, independentemente do estágio de carreira em que se encontram.

Engana-se, por exemplo, quem pensa que este é um ambiente reservado apenas para profissionais jovens. De fato, pessoas que estão ingressando no mercado se beneficiam por poder experimentar um modelo de negócios com ampla interação e com mais rapidez de retorno das ações de cada profissional, o que pode contribuir também para a afirmação da escolha profissional destes jovens e percepção da responsabilidade das atividades executadas em sua área. Por outro lado, pessoas com mais experiência, ao trabalharem em startups, conseguem renovar seu conhecimento de negócios, arejar práticas antigas e se manter atualizados com o mercado em um momento profissional de estagnação.

Além disso, por reduzir as barreiras de contato com outras áreas, startups oferecem maiores chances de mudanças horizontais e, com o rápido crescimento dos negócios, também é possível alcançar promoções e movimentações verticais em um curto espaço de tempo. A autogestão, ou o famoso “senso de dono” é muito explorado neste tipo de empresa – e este é o melhor ambiente para experimentar essa habilidade importantíssima para a carreira de todos os profissionais, independentemente de sua idade.

Em comparação com empresas convencionais, onde as equipes têm tarefas bem definidas e rotinas que se encaixam em uma cultura já estruturada, nas startups os processos estão sendo aprimorados e trabalhados para funcionar com escalas crescentes. Esse cenário, que pode parecer caótico para algumas pessoas num primeiro momento, traz mais energia para o dia a dia do trabalho, movimenta as pessoas entre tarefas diversas e transforma os resultados das startups por dentro e por fora. Enquanto empresas mais antigas possuem um crescimento lento e gradual, os avanços dos negócios em startups são exponenciais!

Mas, claro, nem tudo são flores. Trabalhar em startups representa sim um desafio muito grande para profissionais de todas as áreas. Pela lógica do funcionamento da empresa, sobram tarefas que não possuem um responsável óbvio, por isso acabam sendo abraçadas por funcionários independentemente de suas áreas de atuação. Mas nem todos acumulam tarefas por obrigação e sim por afinidade. Existe uma liberdade muito maior em permitir que as pessoas encontrem tarefas soltas pelas quais possuem interesse e cuidem delas. Uma pessoa que trabalha em uma área de vendas, por exemplo, pode ser responsável por organizar os eventos internos de integração.

Em geral, os pontos negativos das startups podem ser contornados com o entendimento do modelo de negócio e a adequação do perfil do profissional à cultura da startup. O mais importante é que o profissional de uma startup tenha em mente que a flexibilidade e organização das suas responsabilidades vão sim impor um alto dinamismo ao trabalho, mas também vão exigir uma boa dose de autogestão e controle das próprias tarefas. Dessa forma, as pessoas devem estar preparadas para atuar em diversas frentes, sem nunca deixar de lado a prioridade de fazer o que amam!

Lawtechs e Legaltechs: um mercado promissor

As Lawtechs e Legaltechs são empresas que oferecem serviços e produtos para o universo jurídico, e estão ganhando cada vez mais espaço e importância, tanto no cenário internacional quanto no cenário nacional. O mercado dessas empresas atingiu investimento recorde de mais de US$ 1 bilhão no mundo todo, em 2018, nos principais investimentos e M&As pesquisados e catalogados pela pesquisa da Lawgeex, e estão distribuídos em mais de 40 negócios.

O crescimento no setor foi brusco em comparação ao ano anterior, que segundo a mesma pesquisa teve investimento de US$ 233 milhões em empresas jurídicas de TI em 61 negócios.

Boa parte do investimento em 2018 foi em soluções que utilizam Inteligência Artificial, que teve o montante de US$ 362 milhões desse financiamento. Mas, as áreas de atuação das Lawtechs e Legaltechs vêm se diversificando e visam atender especificidades tanto antigas como aquelas decorrentes de novas tecnologias, à exemplo das empresas na categoria de RegTech, TaxTech e Compliance.

Problemas que antes demandava muito tempo e eram difíceis de serem solucionados, hoje podem ser resolvidos como mais facilidade pelos serviços ofertados por essas empresas e os avanços tecnológicos.

O ecossistema e o mercado estão em contínuo crescimento e no Brasil temos um cenário muito forte que favorece essas empresas. Com a Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs – AB2L, as Lawtechs e Legaltechs têm o apoio e o fomento no setor. São conectadas a todo um ecossistema de inovação no universo jurídico, que engloba demodays, hackatons, mentorias, techdays. Além de vários lançamentos de produtos inovadores e o amadurecimento dessas empresas no mercado.

Há um ano e meio a AB2L reunia 20 associados, hoje a associação tem cerca de 400, entre eles 128 LawTechs e 50 em early stage (estágio inicial de validação do seu produto). Porém não só as Lawtechs/Legaltechs fazem parte do ecossistema de inovação, grandes escritórios e departamentos de jurídicos já compreenderam a importância de estarem conectados ao que há de mais novo no cenário de direito e tecnologia. Assim como os profissionais autônomos que perceberam que a atualização à esses novos assuntos é um grande diferencial.

Empresas como Amil, Suzano Papel e Celulose e Klabin fazem parte da AB2L e contam com diversas iniciativas da associação, como os demodays, em que podem conhecer os novas tecnologias e adota-las em seus processos. O mercado é promissor e estar conectado com ele fará toda diferença.

Tags, , , ,

Por que escolher um espaço compartilhado?

Por Renato Auriemo

Antigamente, quando um profissional decidia abrir seu negócio haviam duas opções: alugar uma sala comercial, o que traria custos operacionais, além de aspectos burocráticos e gastos com manutenção, ou trabalhar em casa, que reduziria algumas despesas a pequeno e médio prazo, porém, poderia acarretar na diminuição da produtividade. Com o surgimento dos coworkings, esse cenário mudou!

Muitos profissionais têm optado por sua utilização por conta da infraestrutura aliada ao custo-benefício. No mercado já é possível encontrar variados tipos de espaços compartilhados que vão desde os básicos, onde há somente algumas salas com mesas e Wi-Fi, até os mais elaborados, com arquitetura impecável e equipamentos de ponta. Existem ainda os segmentados, que buscam atrair empresas de um determinado setor, promovendo troca de experiências entre os residentes.

Por conta da procura e das vantagens que oferecem, o aumento no número de escritórios colaborativos têm sido significativo, se tornando uma tendência. Quando o primeiro Censo de Coworking foi feito no Brasil, em 2015, haviam cerca de 238 coworkings. Já o último estudo, divulgado em 2018, mostrou que há em média 1.194 nos país inteiro. Então, por que não apostar em um ambiente compartilhado?

Listo aqui alguns dos inúmeros benefícios de se instalar em um coworking:

1. Custo mais baixo

Uma das maiores dificuldades do empreendedor quando monta o seu negócio, é o custo com a implantação e manutenção de um escritório. Para ter seu próprio espaço os gastos com decoração, móveis, computadores, telefones, contas de luz, água, telefone, internet, entre outros, são inevitáveis e altos. Porém, quando se tratam de coworkings, as salas já estão prontas, mobiliadas e o custo total com as despesas pode ser até 40% menor.

2. Menos burocracia

No valor do aluguel de uma sala em um escritório colaborativo já estão embutidos gastos com internet, água, energia, IPTU, café e condomínio. Isso evita que o empreendedor tenha muitas contas para pagar e dá tempo para que ele pense no que realmente importa, sua empresa.

3. Netwoking

Por conta da grande movimentação de empreendedores em um mesmo ambiente, os coworkings podem trazer uma grande oportunidade para fechar novas parcerias, além de ajudar na troca de experiências.

4. Inovação

Com toda a transformação digital que vivemos hoje, a busca por inovação nunca foi tão imprescindível para o crescimento de uma empresa. E é por isso que muitos coworkings têm cada vez mais se estabelecido como hubs de inovação. Esse movimento tem acontecido como meio de criar conexões entre startups e grandes empresas, gerando novos negócios.

5. Mais produtividade

Muitos profissionais optam por trabalhar home-office por conta da redução de custos, porém, muitas vezes não é possível focar totalmente nas atividades por conta de inúmeras distrações. Já os coworkings possuem escritórios privativos que evitam interrupções desnecessárias.

6. Sem mudanças drásticas com o aumento de equipe

A medida que a sua empresa cresce, a tendência é que a sua equipe aumente também. Por isso, é importante pensar em lugares que não tornem essas mudanças muito bruscas. Nos espaços compartilhados, o empreendedor não precisa se preocupar com isso, já que torna possível a locação de salas maiores.

Em linhas gerais, é importante entender o que funciona melhor para você e para a sua empresa e a utilização de coworkings pode ser um passo para o sucesso do seu negócio. Aposte sem medo!

Renato Auriemo, CEO do Co.W.

Tags, , ,

MIT Sloan seleciona startups brasileiras

MIT Sloan School of Management

Com base em seus modelos de negócios, potencial de crescimento e êxito, as startups brasileiras C6 Bank e Gocase foram escolhidos para sediar projetos do Laboratório Global de Empreendedorismo (G-Lab) em colaboração com o MIT Sloan School of Management, fundador do programa internacional.

Desde o ano 2000, equipes do G-Lab têm trabalhado para resolver questões empresariais de mais de 375 companhias em mercados emergentes ao redor do mundo em áreas críticas, como crescimento estratégico, entrada em novos mercados, precificação, marketing, benchmarking, captação de recursos e estratégia financeira. No processo, os alunos do MBA ganham experiências reais em criar, desenvolver e administrar jovens empresas com infraestruturas diversas, bem como em pensar sobre o papel da política, cultura e outras variáveis não-econômicas.

O trabalho externo dos alunos do MIT Sloan para o C6 Bank e a Gocase começou em setembro de 2018 e acabará em fevereiro de 2019, incluindo uma análise final e aprofundada. Os resultados das equipes incluirão uma apresentação formal e materiais concretos com ferramentas de alto impacto que podem ser usados pelas empresas imediatamente.

“Trabalhamos com empreendedores em toda a América Latina por quase 20 anos”, conta o professor do MIT Sloan Simon Johnson, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional e cofundador do G-Lab. “Esses homens e mulheres são notavelmente resilientes e oferecem grandes perspectivas para o futuro. É um privilégio e uma grande lição para os nossos alunos encontrar formas de ajudá-los. Todos retornam aos Estados Unidos impressionados com a energia e a intensidade dos CEOs dessas empresas”.

C6 Bank

Sediada em São Paulo, a startup C6 Bank, que recentemente recebeu licença do Banco Central para operar como um banco múltiplo, emprega atualmente 300 funcionários e tem como foco médias e pequenas empresas e pessoas físicas. Uma equipe internacional de quatro alunos do MBA do MIT Sloan – uma das escolas de negócios mais reconhecidas do mundo – auxiliará o C6 a definir um plano para a criação de um Robo-Advisor a partir de um produto viável mínimo (MVP). Eles estão trabalhando no escritório do C6 Bank em São Paulo durante todo o mês de janeiro.

No dia 28 de janeiro, o C6 lançará um centro de inovação chamado Opp, com espaço para 90 empresários, no seu escritório em São Paulo. Com o objetivo de se tornar um próspero hub para startups, o Opp vai sediar um programa de formação em empreendedorismo que combinará rodada de investimento e mentoria.

Em breve, o C6 também oferecerá uma plataforma completa de serviços financeiros, incluindo serviços bancários tradicionais. Além disso, ainda neste ano, a startup planeja abrir um escritório em Nova York dedicado à análise de dados.

“Acreditamos que as universidades e empresas devem trabalhar juntas para promover a inovação. Temos muito orgulho de trabalhar com os alunos do MIT Sloan e esperamos poder continuar fortalecendo nossa parceria”, afirma Eduardo Prado, sócio do C6 Bank.

Gocase

Lançada há três anos no Brasil, a Gocase tornou-se rapidamente uma das maiores marcas digitais brasileiras. Com mais de 1.3 milhões de seguidores no Instagram, a startup tem foco no desenvolvimento de acessórios personalizados que refletem a personalidade de cada cliente. O objetivo do Gocase é mudar a maneira como os gadgets são vistos e percebidos, transformando-os em novos conceitos que combinem com o estilo de vida dos clientes, com inspiração nas últimas tendências de moda e design. A marca rapidamente expandiu para o exterior, já tendo comercializado produtos para mais de 130 países e possui escritórios em Fortaleza (CE), Amsterdã (NL) e na China.

Uma equipe internacional de quatro alunos do MBA do MIT Sloan está trabalhando no Brasil e na Holanda durante o mês de janeiro, com o objetivo de desenvolver um plano de entrada para a Gocase no mercado dos Estados Unidos.

G-Lab

O G-Lab é um dos 15 laboratórios pioneiros do Action Learning, disponíveis para os alunos do MIT Sloan. Embora as atividades do projeto variem, elas estão agrupadas por temas comuns, incluindo aprendizagem experimental, reflexiva e entre pares, mentoria docente, solução de problemas reais, transferência de conhecimento, e o envolvimento de uma equipe de estudantes com vistas a gerar um impacto mensurável tanto no quesito social quanto nos negócios. Esses desafios de gerenciamento em tempo real trazem a teoria à vida.

A MIT Sloan School of Management, localizada em Cambridge, Massachusetts (EUA), é uma das principais fontes acadêmicas de inovação em teoria e prática da gestão. Com estudantes de mais de 60 países, desenvolve líderes eficazes, inovadores e com princípios que impulsionam a economia global. Para saber mais, acesse: http://mitsloan.mit.edu

Tags, ,

boostLAB, do BTG Pactual, está com inscrições abertas para potencialização de startups

O BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, abriu inscrições para a terceira edição do boostLAB, programa de potencialização voltado para startups de nível mais maduro, as chamadas scale-ups. A iniciativa, realizada em parceria com a ACE, eleita três vezes como melhor aceleradora da América Latina, prevê a realização de parcerias e projetos piloto com a instituição financeira, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema.

Serão seis startups selecionadas para o programa, que tem duração de cinco meses. Nessa edição, o programa de potencialização busca principalmente fintechs, agritechs, legaltechs e startups que atuem com inteligência artificial ou real estate. Durante a seleção, mais importante do que o tamanho do faturamento da empresa é se ela já tem um sólido portfolio de clientes e dedicação integral de pelo menos dois sócios fundadores ao negócio.

Os interessados em participar do programa devem se inscrever por meio do site do boostLAB (www.boostlab.com.br) até o dia 15 de fevereiro de 2019. O boostLAB fica localizado em São Paulo, no WeWork Faria Lima.

A primeira edição do programa foi avaliada em 100 NPS (Net Promoter Score – métrica que tem como objetivo medir a satisfação e lealdade dos clientes) pelas Scale-ups que participaram do programa, pontuação inédita para um programa desse tipo coordenado pela ACE até então.

Um dos pontos fortes do programa é a oportunidade de gerar negócios com o banco e empresas parceiras. Outro ponto de destaque do boostLAB é a proximidade com os sócios e diretores sêniores do BTG Pactual, que oferecem mentoria e dividem suas experiências por meio de um Conselho. Cada um dos sete envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Grupo. São eles: Frederico Pompeu – que tem dedicação exclusiva ao programa -, Renato Mazzola (Head do Private Equity), Gustavo Roxo (CTO), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), José Vita (Membro do Comitê Executivo), Mateus Carneiro (Head do RH) e André Alves (Head de Marketing).

As Scale-ups também contam com a metodologia de potencialização da ACE e os conselhos de um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação, como Stelleo Tolda (COO do Mercado Livre), Cláudio Galeazzi, grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, e Sônia Hess, ex-CEO da Dudalina, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil. Quem acaba de se juntar ao time é Joel Rennó, CFO da OLX, empresa global de comércio eletrônico.

Outra novidade é que além de créditos de US$ 10 mil no serviço de nuvem da Amazon (AWS) e US$ 3 mil no da Google, a Oracle também aderiu ao programa, oferecendo créditos de USD 15 mil para as Scale-ups participantes.

Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB, conta que está muito feliz com os resultados das edições anteriores. “Já potencializamos 12 empresas e todas tiveram crescimento significativo. Para nós também tem sido um aprendizado conviver com empreendedores tão competentes. A essa altura, já estamos começando a fazer investimentos em algumas empresas e temos parceria com quase todas. Queremos ser o banco desse ecossistema em todas as etapas da vida dos empreendedores e das empresas”, afirma. O KPI (Key Performance Indicator) médio de cada empresa que participou do programa cresceu 233%.

Resultados de edições anteriores

A recém-terminada segunda edição do programa contou com 132 empresas inscritas. Seis delas foram selecionadas e potencializadas: Bxblue, Nexoos, Virtus Pay, Ewally, Digesto e Omie.

A Omie, que é um sistema de ERP (Enterprise Resource Planning), aumentou a receita em 20% e conquistou quatro mil novos clientes durante a potencialização. Além disso, o volume emitido de NF-e de R$ 4 bilhões para R$ 5,1 bilhões ao mês. A empresa oferece um sistema de gestão completo para pequenas e médias empresas com CRM, Finanças, Fluxo de Caixa, NF-e, Estoques e Frente de Loja.

Durante o boostLAB, a Nexoos ampliou seu negócio, passando a ser também um market-place lending, além de peer-to-peer lending. “Tivemos aumento de 30% na receita contra o trimestre anterior. A empresa sai do programa com um nível de maturidade muito maior”, disse Daniel Gomes, CEO e fundador da empresa.

Já a primeira rodada, que aconteceu no primeiro semestre, contou com inscrição de 124 empresas, dentre as quais seis foram escolhidas: Neurotech, Agronow, Clicksign, Finpass [antiga F(X)], Liber Capital e Zigpay.

A Finpass foi uma das empresas que mais se beneficiou do programa. Trata-se de um marketplace de crédito para médias e grandes empresas, que utiliza tecnologia de “matching” para tornar esse processo mais inteligente, rápido e efetivo. Ao final da participação no boostLAB, o volume transacionado pela plataforma teve crescimento de 966%.

O cenário das Agtechs cresce e já são cerca de 338 startups de tecnologia agrícola no Brasil

Segundo levantamento realizado pela SP Ventures, em parceria com Centro Universitário FEI e com as startups Agtech Garage, Usina, Esalqtec e Agrihub, existem cerca de 338 Agtechs mapeadas no Brasil.

O agronegócio é a economia mais dinâmica e representa cerca de 50% das exportações do país e 23% do PIB. O setor tornou-se tão globalmente integrado e importante para a economia que se tornou imune às volatilidades econômicas e políticas. Isso mostra a importância das agtechs no Brasil.

Outro levantamento, dessa vez realizado pela ABStartups, mostra que o setor de agropecuária, por exemplo, foi o setor com melhor desempenho da economia em 2017 com um crescimento de 13%. No total, 70% do território nacional são startups que trabalham com agronegócio. Além disso, 37% dos estados brasileiros têm mais de três agtechs. E dos cinco estados com maior representatividade, três são da região Sul.

A melhoria da infraestrutura tecnológica do Brasil, como conectividade, penetração móvel, imagens de satélite e alfabetização digital, tem sido fundamental para o desenvolvimento do ecossistema agtech do país, permitindo que as empresas tragam novos produtos e soluções para os agricultores brasileiros de maneira econômica. Segundo a SP Ventures, entre 2012 e 2017, o uso de smartphones aumentou de 16% para mais de 70%.

Fundos de investimentos como a SP Ventures, referência na condução de investimentos em Venture Capital no Brasil, também estão de olho nesse mercado com o objetivo de ajudar no desenvolvimento do setor e impulsionar negócios que tenham tecnologias inovadoras, com alto impacto e potencial de crescimento.

A Fundepag, especializada na gestão de negócios no agronegócio brasileiro, é outro exemplo. Responsável por incluir as empresas no range de conexões, seu maior objetivo é potencializar a inovação no setor, ampliar o acesso às pesquisas e criar conexões entre pesquisadores, institutos, governo, startups e aceleradoras.

Conheça abaixo algumas startups que têm revolucionado o mercado agro no país:

Agrosmart: principal plataforma de agricultura digital para países em desenvolvimento de agricultura tropical, ajudando produtores rurais e a tomarem melhores decisões no campo e serem mais resilientes às mudanças climáticas. A empresa gera recomendações ao monitorar lavouras por meio de sensores e imagens de satélite, interpretando as necessidades da planta em tempo real em relação a irrigação, doenças e pragas. O uso do sistema permite economizar até 60% de água, 40% de energia e aumentar a produtividade em até 15%, tornando o cultivo mais inteligente;

FastAgro: é uma empresa focada no desenvolvimento de soluções para a fisiologia das plantas. Com 26 produtos em seu portfólio, a empresa agrega valor na cadeia de produção das culturas de soja, algodão, feijão e milho no cerrado do Brasil, Argentina e Paraguai;

Glovo lança serviço de entregas para empresas

A Glovo, startup espanhola de delivery multicategoria, buscando sempre oferecer facilidade e comodidade aos seus usuários, apresenta mais uma solução para o mercado brasileiro: o Glovo Business. A partir de agora, além do aplicativo que realiza entregas de farmácia, mercado, restaurante e diversos estabelecimentos na categoria ‘qualquer coisa’, a plataforma disponibilizará um serviço destinado a soluções logísticas como envios e entregas para empresas e organizações de qualquer setor ou tamanho.

O Glovo Business chega ao mercado para complementar o que já é oferecido pela plataforma e tem como objetivo trazer soluções rápidas para as empresas independente da situação. A área de abrangência para esse serviço é a mesma do aplicativo atual e, por isso, a estimativa é que todas as entregas sejam feitas em até 45 minutos, garantindo máxima eficiência para os clientes.

“Estamos constantemente inovando e atendendo às necessidades de nossos usuários. Com este serviço de entrega para empresas, esperamos facilitar o dia a dia das organizações que, hoje, contam com processos burocráticos e complexos para execução de tarefas básicas como enviar algo. Além disso, ao invés de ter que entrar em contato com empresas terceiras e avaliar a disponibilidade de motoboys, o Glovo Business acelera a contratação do frete e garante disponibilidade de frota, tornando todo o processo simples e rápido”, afirma Oscar Pierre, CEO da Glovo.

Pensando no serviço de logística de levar, trazer, buscar e entregar, com o Glovo Business é possível fazer 4 tipos de solicitações, cada uma para uma necessidade específica. O primeiro é chamado de pedido único, no qual o entregador leva um produto de um ponto para o outro. Pode ser usado para entregar um presente para uma pessoa querida. O segundo é chamado de pedido com retorno, no qual o entregador leva um item de um ponto para outro e depois retorna ao local inicial. Pode ser usado para levar um documento importante, coletar uma assinatura e trazer de volta. Já o terceiro é pedido com múltiplos destinos, no qual o entregador retira diversos produtos ou documentos em um local e os entrega em vários destinos. E, por fim, o pedido com múltiplas retiradas, em que o entregador faz o recolhimento dos itens de vários locais e realiza a entrega na empresa.

Para usar a nova funcionalidade basta acessar o link da Glovo Business. Para empresas que já tem cadastro na Glovo, é possível fazer login utilizando os mesmos dados, com a mesma conta. Se não, é só realizar um novo cadastro.

Além disso, o novo serviço oferece diferentes formas de pagamento com o intuito de atender de forma inteligente os estabelecimentos, dependendo do volume de pedidos que pretendem realizar. Para empresas que utilizarão o serviço em casos esporádicos, é possível fazer o pagamento usando o cartão de crédito e nesse caso o pedido é cobrado no ato da compra. Para empresas que pretendem utilizar o serviço com recorrência, é possível efetuar o pagamento por boleto bancário, no qual a plataforma contabiliza todos os pedidos realizados no mês e unifica a cobrança.O preço pode variar de acordo com a quilometragem percorrida, iniciando em R$ 6,90 e com teto de R$ 19,90 por entrega.

“É possível entregar uma carteira de trabalho no RH da empresa, levar um documento para ser assinado e depois trazer de volta ao local inicial, buscar os itens de um evento em diferentes locais e entregar tudo na empresa e até retirar documentos e entregar cada um em diferentes locais. A mesma facilidade e comodidade que os nossos usuários já conhecem, agora disponível para empresas”, finalizaBruno Raposo, country manager da Glovo no Brasil.

Para saber mais sobre a Glovo, acesse: http://glovoapp.com/pt-br/

Glovo acelera crescimento global com um novo VP de Engenharia e 300 contratações na área de tecnologia

A Glovo, startup espanhola de entregas rápidas, anuncia a contratação de Mustafa Seszgin como VP de Engenharia. O profissional vai comandar a equipe com o objetivo de prosseguir a escalada global da empresa, além da dar continuidade à rápida expansão em novos territórios da América Latina, Europa e África.

A startup, que já está presente em 79 cidades e 21 países, permite aos consumidores fazerem pedidos de qualquer item pelo app, com entregas em menos de uma hora.

A contratação é anunciada após a startup levantar 134 milhões de dólares em uma rodada de investimento com a AmRest, Indinvest e fundos internacionais anteriores, como a Rakuten. Mustafa, que havia sido Head de Engenharia da Uber na Europa, Oriente Médio e África, deverá agora guiar a contratação de 300 engenheiros para se juntarem à Glovo e preencherem a demanda exponencial que a empresa vive no momento.

Sezgin acredita que a oportunidade para a Glovo no próximo ano é enorme, tanto pela perspectiva de negócios, quanto pela de engenharia. “Assim como escalamos a atuação globalmente, a Glovo irá levar as capacidades e sistemas de engenharia para um nível superior. Construir uma plataforma e um time de engenharia irá resolver desafios complexos que constantemente melhoram a experiência do usuário. Estou muito animado em fazer parte dessa jornada”, explica.

Para o VP de produto da startup, Bartek Kunowski, a Glovo está crescendo rapidamente e tem grandes ambições nos próximos 12 meses. “Ter as qualidades e a experiência do Mustafa nos ajudando a fortalecer o time global de engenharia é fundamental para o próximo passo da nossa incrível história de crescimento”, adiciona Kunowski.

Ainda segundo Bartek, o investimento em talentos é estratégico para o caminho que a empresa está seguindo. “Nós estamos numa ótima posição, em que profissionais de engenharia experientes e com ótimas habilidades acreditam em nossa missão, e querem fazer parte dessa experiência na Glovo”, finaliza.
A contratação de Mustafa Seszginr é mais uma entre a série de recentes admissões de profissionais que foram da Uber para a Glovo, com a missão de ajudar na escala global da startup. Como parte desta lista, estão os seguintes nomes:

Utsav Agarwal, Head de Expansão na Glovo;

Vignesh Anand, Head de Operações de Parceiros na Glovo;

Kritarth Chhabra, Head global de Novos Negócios e Receita na Glovo;

Ankit Mishra, Líder de Operações globais na Glovo;

Vishal Verma, Head global de Novos Negócios na Glovo;

Florian Jensen, Head de Fraudes e Pagamentos na Glovo.

4 dicas para quem sonha em criar uma startup global

A maioria dos empreendedoras sonha – ou já sonhou – com a possibilidade de tornar seu negócio global ou pelo menos de criá-lo com intuito de, no futuro, estar apto para se estabelecer em outros terrenos. Essa vontade, no entanto, não é tão simples quanto parece.

Para que o sonho se torne realidade, é fundamental conhecer a cultura, os costumes e a economia dos países que estão na mira do plano de expansão de sua empresa e organizar o passo a passo do seu plano de negócio desde quando ele ainda é uma ideia.

Um caso brasileiro de sucesso internacional é a Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, fundada em 2014 pelo curitibano Alessio Alionço. A empresa foi criada com o objetivo de atingir outros polos, além das fronteiras brasileiras. “Nós percebemos que é muito mais fácil ser global desde o primeiro dia do que migrar de um produto local para um produto global posteriormente”, conta Alionço.

Hoje, a plataforma em nuvem da Pipefy está presente em 15.000 empresas, que vão de pequenos negócios como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco, a grandes empresas como Accenture, IBM, Santander e Wipro, passando por startups que já receberam investimentos, como a Olist e a Nibo. Além de uma sede em Curitiba, no sul do Brasil, a startup também está instalada no berço das empresas inovadoras, o Vale do Silício, e já atende clientes em mais de 150 países, quase 77% de todo o mundo.

“O Pipefy foi projetado para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores. Com a plataforma, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI”, explica o empreendedor paranaense.

Alessio Alionço elencou 4 dicas para quem sonha em criar uma startup global. Confira!

1. Planejamento é tudo!

Antes de se aventurar em terras internacionais, planeje, desenhe e estruture seu negócio. É fundamental querer que a empresa seja global antes mesmo dela sair do papel. Então defina seus objetivos, o que deve ser alcançado e em quanto tempo e crie um ambiente propício para isso.

2. Hora de pesquisar

Se o projeto está na mão, é hora de definir os mercados para se inserir. Pesquise tudo! Conheça a cultura, os costumes e, principalmente, a economia dos países que pretende buscar expansão.

3. Seja universal

Não é à toa que a língua inglesa é considerada universal. Para alcançar resultados ainda mais promissores, é indispensável saber se comunicar em inglês. Então não perca tempo e invista em aulas para aprender o idioma. Estude, viaje, treine e torne sua equipe apta não só a falar, mas a persuadir no ambiente de trabalho.

4. Sempre o melhor

Seu produto deve ter um diferencial para se destacar diante dos demais. Ofereça aos clientes um design bem feito, em inglês, com experiência 100% self-service. Desse modo, é possível causar um alto impacto no interessado, que, depois de totalmente engajado, estará disposto a comprar o produto.

Startup gaúcha recebe premiação do Sebrae

A Zuna, startup gaúcha criada com o intuito de transformar o mercado de estágios no Brasil, foi vencedora do Programa StartupRS de 2018, realizado pelo Sebrae. O destaque permite que a Zuna se aproxime mais do ecossistema de startups no Brasil, tendo acesso a organizações globais que apoiam iniciativas empreendedoras.

Dentre os prêmios, a startup terá a oportunidade de fazer um pitch para as aceleradoras WOW, Ventiur e Fundo Criatec, terá mentoria técnica e de negócio com a IBM, parte do IBM Global Entrepreneur Program, está automaticamente selecionada para o Programa Scale do StartupRS em 2019 e terá 3 meses de incubação sem custo no Unitec/Tecnosinos ou na Raiar/PUC.

“Ser reconhecida no principal programa para startups do RS como principal destaque, é uma chancela de que estamos no caminho certo, de que aprendemos rapidamente com nossos erros e que a equipe está muito engajada e em sintonia. Evoluímos muito ao longo do programa e como somos obstinados pelos clientes, estamos muito felizes do que já podemos oferecer”, comenta Everton Mendes, CEO da Zuna.

A participação no StartupRS Scale oferece consultoria especializada em preparação de investimentos e, além da mentoria da IBM, o prêmio também engloba mentoria com uma grande empresa referência no mercado de atuação da startup. Em adição a isso, ajuda na organização dos objetivos, metas e perspectiva de crescimento, além de proporcionar uma rica troca de experiências com pessoas e empresas envolvidas no mercado.

A Zuna oferece uma plataforma online e mobile para que as pessoas possam encontrar o estágio ideal de forma simples. Além disso, permite que empresas divulguem vagas e realizem todo o processo de contratação online, evitando contratos impressos e deslocamentos desnecessários.

A startup foi criada em fevereiro de 2018 para trazer o mercado de estágios no Brasil para o Século XXI, conectando estudantes, empresas e universidades de forma eficiente e prática.

“Tornar incrível a experiência de todos os envolvidos, estudantes, empresas e universidades, este é o propósito da Zuna”, acrescenta Everton.

Ao longo de cinco meses, as startups participantes do programa do Sebrae contaram com workshops, participação em eventos, sessões de consultoria e mentoria para lapidar seu modelo de negócio e desenvolver seus produtos.

Em dezembro de 2018, o Sebrae RS realizou o Demo Day da edição do Programa Startup RS e as 15 startups participantes do programa apresentaram seus pitchs para uma banca de empreendedores e investidores parceiros do programa.

A Zuna foi escolhida como o grande destaque da edição de 2018 do programa.