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Oxigênio Aceleradora lança novo modelo de aceleração

Começa nesta quinta-feira, 16 de maio, a nova fase de aceleração promovida pela Oxigênio Aceleradora. Voltado para startups em fase de tração, o modelo tem como objetivo impulsionar empresas em estágios mais avançados. As startups terão o acompanhamento de mentores de mercado, equipe da Oxigênio Aceleradora e Executivos da empresa. Serão selecionadas até 10 startups por ciclo, com dois ciclos por ano, sendo 4 meses de aceleração no escritório da Oxigênio em São Paulo. O espaço conta com um equipado laboratório de tecnologia, auditório, salas de reunião, local onde recebe e promove eventos sobre inovação e empreendedorismo.

A novidade oferece às startups selecionadas oportunidade de créditos em consultorias jurídicas, designer, growth, desenvolvimento e assessoria de imprensa, além de créditos em nuvem (AWS, Google e IBM), plataforma de contratação de desenvolvedores e vouchers de desconto com parceiros. A Oxigênio vai ainda provocar encontros com outras empresas parceiras e clientes do Grupo Porto Seguro, a fim de proporcionar oportunidades de negócios para essas empresas.

Uma outra mudança do programa é que agora ele será equity free, ou seja, as startups não precisam abrir mão de nenhuma participação societária para serem aceleradas. Isso abre espaço para a participação de startups em diferentes estágios, que estejam ou não captando investimentos.

“Nosso maior objetivo é criar oportunidades de negócios com a Porto Seguro, desenvolver empresas com soluções inovadoras e assim estimular o ecossistema do empreendedorismo no Brasil. Essa nova fase oferece uma série de facilidades às startups que já têm um projeto em andamento e precisam de estímulos para seguir com seu trabalho. Queremos startups que ofereçam soluções aos nossos negócios e contribuam para o mercado”, explica o gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Porto Seguro e Oxigênio Aceleradora, Mauricio Martinez.

Segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), em 2018 o Brasil contava com mais de seis mil startups, um crescimento de 316% comparado a 2012. “Atenta às necessidades dos novos empreendedores, a Oxigênio acredita que oferecendo consultorias qualificadas pode influenciar para que as startups multipliquem seu crescimento e criar um case de negócio com a Porto Seguro pode trazer benefícios para ambos os lados”, explica Martinez. Os interessados no novo processo seletivo, podem se cadastrar pelo site da aceleradora https://oxigenioaceleradora.com.br/.

Kovi capta US$ 10,6 milhões e faz maior rodada de investimento seed no Brasil

Uma das startups que mais crescem no País, a Kovi agora se prepara para uma nova fase de crescimento ao fazer uma das maiores rodadas de aporte no Brasil, e captar US$ 10,6 milhões em investimento seed. Com o aporte, a empresa visa manter seu franco crescimento, ampliando o desenvolvimento de sua plataforma através de novas melhorias e novas contratações.

Com modelo inovador, a Kovi, que faz parceria com montadoras e locadoras, possibilita que essas empresas cresçam neste mercado com um risco reduzido, podendo prestar o serviço de aluguel de carros sob demanda para motoristas de apps de transporte individual. Setor que tem média de crescimento de 20% por semana, e neste primeiro trimestre de 2019 já multiplicou em dez sua frota de carros. Dentro do mercado de mobilidade, é considerada uma das startups com maior potencial no País.

A Kovi tem a visão de prestar serviços essenciais, desde aluguel de carros, motos, seguro e empréstimos para Gig-Workers, como motoristas de aplicativos ou entregadores das plataformas Rappi, iFood, Loggi, Uber, 99, entre outras, com a missão de dar a melhor condição de vida e trabalho para esses usuários.

“Queremos ajudar um país de 13 milhões de desempregados, e acreditamos que a Kovi irá facilitar ainda mais a entrada de novas pessoas nestas plataformas. Acreditamos em uma nova economia em que os bens serão transformados de posse para consumo”, explica Adhemar Milani Neto, cofundador e CEO da Kovi.

A empresa trouxe um pool dos melhores investidores, entre elas a Monashees (um dos maiores VCs Latam), a YCombinator (maior aceleradora do mundo e investidora da Rappi, AirBnB), Kevin Efrusy (Accel partner) e a Maya Capital (fundado pela filha de Jorge Paulo Lemman). Os fundadores também foram executivos da 99/Didi, primeiro unicórnio brasileiro.

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Mapa Startup + Indústria do Brasil

A Spin, primeira aceleradora especializada em startups com foco em indústrias do Brasil e a A2C, empresa de transformação de marcas e de negócios, realizaram o primeiro mapa Startup + Indústria do Brasil. Com o apoio das entidades ABDI, ABII, ABIMAQ e FIESC, participaram do levantamento 55 indústrias de sete Estados e 18 cidades, e 295 startups de 22 Estados e 81 cidades. A partir dos dados atualizados foi construído uma análise cruzando as informações obtidas de ambos os públicos. Obter a visão das expectativas e necessidades da indústria foi fundamental para traçar a análise das respostas das startups participantes. Confira abaixo os principais dados computados:

INDÚSTRIA NO BRASIL

– Segundo cálculos da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), até 2028, 15% das corporações nacionais devem atuar baseadas na Indústria 4.0;

– De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Indústria, como um todo, representa 22% do PIB do Brasil;

– Responde por 49% das exportações;

– por 67% da pesquisa e desenvolvimento do setor privado;

– por 32% dos tributos federais (exceto receitas previdenciárias).

Para se ter ideia da importância desse movimento econômico, para cada R$ 1 produzido na indústria, são gerados R$ 2,40 na economia como um todo, sendo que nos demais setores, o valor gerado é menor: R$ 1,66 na agricultura e R$ 1,49 no comércio e serviços.

PERFIL DAS STARTUPS COM SOLUÇÕES PARA A INDÚSTRIA

São Paulo é, definitivamente, a maior influência nacional quando falamos de ecossistema de startups. Das 81 cidades mapeadas, a maior cidade do país representou também o maior índice de startups mapeadas: 19% do volume total;

A capital paulista e São José dos Campos foram as duas representantes do estado entre as 10 cidades mais representadas no Mapa Startup+Indústria, colocando São Paulo em segundo lugar em representatividade, atrás apenas de Santa Catarina;

O estado do Santa Catarina está no topo da lista com 30% da representação total, o que mostra o crescimento cada vez mais constante da maturidade catarinense no desenvolvimento do seu ecossistema de inovação dos últimos anos;

25% das startups mapeadas têm até dois anos de operação, tempo que compreende um processo de amadurecimento na constituição desses negócios iniciantes;

O número de startups com até dois sócios na sua formação chega a 47%, sendo que 38% dessas empresas têm dois sócios na composição societária;

Ainda em relação aos sócios, 84% do número total são homens;

É interessante analisar que a maior parte dos sócios – tanto homens quanto mulheres –, estão na faixa etária entre 30 e 44 anos;

EMPREGABILIDADE

São Paulo é o estado com o maior número de colaboradores indicados no mapeamento, com cerca de 31% do total informado na pesquisa. Seguido por Santa Catarina, com 29% e Minas Gerais, com 10%, logo na terceira posição;

O Sudeste, assim, é a região com o maior número de colaboradores mapeados pela pesquisa, compondo 47% do total pesquisado;

Ainda sobre o total de colaboradores, 76% têm uma média de idade entre 20 e 30 anos e 48% estão em startups com o nível operacional considerado em escala, ou seja, com alta capacidade de crescimento exponencial no mercado;

FATURAMENTO X MATURIDADE DO NEGÓCIO

26% das startups mapeadas faturam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil, correspondendo ao maior grupo dentre os pesquisados. Dentro deste grupo, Santa Catarina é o estado que possui a maior representatividade, com 37% do total das startups que geram essa faixa de faturamento anual;

São Paulo segue em segundo, com 22%. A relevância do ecossistema do estado de São Paulo foi determinante no grupo de startups que faturam acima de R$ 5 milhões: 29% das startups que superam esse faturamento anual são do estado. Deste número, 19% foram constituídas na cidade de São Paulo.

FATURAMENTO POR FASE

Dentro das startups mapeadas, 15% estão na fase de Tração dos seus negócios, faturando entre R$ 100 mil e R$ 500 mil por ano;

O segundo grupo com o maior número de startups encontra-se no estágio de Operação, com 11% do total mapeado;

Do grupo que fatura entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões, 11% encontram-se na região Sudeste – este número representa o maior grupo de startups entre as regiões do país;

TEMPO DE OPERAÇÃO X FATURAMENTO

Dentro das startups pesquisadas, 25% têm entre um e dois anos de operação, seguido pelo grupo das startups com até 1 ano de operação, com 22% do total;

Do grupo de startups mais maduras do Mapa, aquelas que possuem mais de 5 anos de operação, 6% dessas faturam entre R$ 1 milhão até R$ 5 milhões.

ACELERADAS

O número de startups mapeadas que já passaram ou ainda passam por um processo de aceleração é quase a metade do total pesquisado. De acordo com o Mapa, esse número chega aos 46%, com uma predominância em São Paulo e Santa Catarina;

No estado de São Paulo, o grupo de startups com o maior número de aceleradas refere-se às empresas com faturamento médio anual entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões. O maior grupo em Santa Catarina chega aos 7%, porém com outra faixa de faturamento, girando valores de até R$ 50 mil por ano.

MODELO DE NEGÓCIO

SaaS (Software como Serviço) foi o mais citado sendo o modelo de negócios de 35% das startups mapeadas. Seguido por Outros com 16% e App (aplicativo) com 14%. Do número total de empresas que atuam com SaaS no mercado, 11% são de Santa Catarina, 10% de São Paulo e 4% do Rio Grande do Sul;

Dentro das cinco principais áreas para as quais as soluções das startups mapeadas são direcionadas Vendas/Comercial é a mais citada com 19% do total, seguida pela Produção com 15% e Marketing e Comunicação, com 13%. As outras duas áreas são Logística, representando 11% das áreas de atuação das startups e Outros, com 8%, fechando a lista;

5% das startups mapeadas que faturam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil por ano são de áreas ligadas ao Comercial/Vendas dos seus clientes. É a maior representação apontada pela pesquisa.

SOLUÇÃO

Quando falamos sobre a orientação da solução da startup, buscamos colocar o foco do seu produto e/ou serviço que possa gerar um benefício claro para o seu cliente. De acordo com o Mapa, 20% do total das startups trabalham orientadas para Redução de custos e/ou perdas, seguido por soluções orientadas à Inovação e Tecnologia com 19% do total.

SETORES

Considerando os setores para os quais as startups já venderam algum tipo de solução, 8% do total afirmam já ter vendido para a Indústria de Tecnologia da Informação e para a Indústria de Alimentação e Bebidas. O mercado de Tecnologia da Informação, por exemplo, prevê um crescimento de 10,5% no Brasil em 2019, de acordo com o IDC Brasil;

Outros setores representativos da indústria mapeados foram o Metalmecânico, o Têxtil e o Farmacêutico, com 5% de atuação global das startups cada.

PRINCIPAIS OBSTÁCULOS

Assim como a Spin vê constantemente nas startups com que se relaciona, a dificuldade de acesso ao capital também foi vista como algo relevante no mapeamento. Do total das startups mapeadas, 26% têm esta dificuldade como a principal durante a sua jornada empreendedora. Logo em seguida vem o Mercado, 18% e Recursos Humanos, 16%, como principais obstáculos que as startups enfrentam.

FONTE DE INVESTIMENTOS

Para as empresas que estão buscando escalar seus negócios, o Capital Próprio é a principal origem desses recursos apontado por 24% das startups;

Modalidades mais maduras de investimento, como Venture Capital, vêm em seguida na preferência de 20% das startups que estão criando escala.

RECURSOS

Para 66% das startups mapeadas, o Capital Próprio é a principal origem dos recursos dos negócios iniciantes;

Em segundo lugar vem o Investimento-anjo, com 13% do total;

A grande maioria aponta o Brasil como o país de origem desses recursos financeiros – uma representação que chega a 94% do total das startups.

Para conferir o mapa completo com gráficos e outros dados, acesse: http://www.mapastartup.com/

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Governo Federal leva gratuitamente 19 startups para Toronto

As startups que irão participar do 7º ciclo de internacionalização do StartOut Brasil já foram escolhidas. Entre os dias 23 e 28 de junho de 2019, essas empresas farão uma imersão no ecossistema de Toronto, Canadá, para visitar aceleradoras, incubadoras e empresas locais; participar de seminário de oportunidades, reuniões com prestadores de serviços e encontros de negócio organizados pelo programa; além de realizar uma apresentação para possíveis investidores e parceiros.

Ao todo, foram selecionados 15 negócios na categoria “ampla concorrência”, que são startups que nunca participaram ou participaram de apenas um Ciclo do StartOut Brasil; e 4 startups na categoria “graduadas”, composta por empresas que já estiveram em dois ou mais ciclos de imersão oferecidos pelo programa. Essa triagem foi realizada pelos organizadores do programa – Ministério da Economia, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) – junto com avaliadores pertencentes ao ecossistema de destino.

“Após um ano de missões internacionais, os resultados do programa já são visíveis. Temos ao menos 25 negócios facilitados pela participação das startups nos ciclos do primeiro ano do StartOut (Paris, Berlim, Miami e Lisboa). São vendas, parcerias, provas de conceito, acordos de distribuição e exportações (bens e serviços) viabilizados pelo programa. Sem contar os resultados que envolvem melhorias de gestão e inovações nos produtos/serviços para o mercado internacional. Até o momento, o programa realizou 91 atendimentos de startups. A meta é levar 240 empresas para o exterior até 2021”, afirma Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação no Ministério da Economia.

Veja abaixo quais foram as startups escolhidas para participar na categoria “ampla concorrência”:

  1. Hype – produz animações para o mercado de entretenimento e cria conteúdos para televisão e cinema;
  2. key2enable Assistive Technology – empodera as pessoas com deficiência para desenvolverem suas competências e individualidades;
  3. Antares Recycling – especializada no desenvolvimento e implementação de soluções sustentáveis para reciclagem e reaproveitamento de resíduos industriais;
  4. InEvent – ajuda empresas a verem o poder de eventos e facilita a gestão de seus processos, a criação de soluções vencedoras e a entrega de experiências incríveis;
  5. Pris – soluções para nortear gestores em decisões capazes de aumentar o valor de seus negócios;
  6. FormulaXR (former Imersão Visual) – conferência virtual imersiva;
  7. Shawee – plataforma de gerenciamento para hackathons;
  8. Filho sem Fila Software Ltda – aplicativo que avisa a escola com antecedência quando os pais estão chegando;
  9. RIO Analytics – Artificial Intelligence for industry – utiliza inteligência artificial para predição de falha de ativos industriais;
  10. Jade Autism – aplicativo que estimula e desenvolve as funções cognitivas de crianças;
  11. Aptah Bioinformatica – empresa de bioinformática que visa reduzir o tempo, custos e riscos gastos no desenvolvimento de medicamentos;
  12. WNutritional – linha de bebidas funcionais, saborosas, livre de conservantes e rica em nutrientes;
  13. MSC MED – oferece metodologias de auxílio no desenvolvimento de projeto para dispositivos médicos implantáveis;
  14. TCL Soluções – desenvolvedora de soluções tecnológicas inovadoras que melhoram o mercado de recebíveis e meios de pagamentos;
  15. dLieve – sistema de monitoramento e gestão de entregas em tempo real.

E as selecionadas como “graduadas”:

  1. Portal Telemedicina LTDA – central médica online que atua unindo tecnologia, medicina e uma equipe incrível para atender clientes em todas as etapas de seu negócio;
  2. Shelfpix Tecnologia LTDA – desenvolvedora de uma tecnologia de ponta aplicada ao monitoramento do ponto de venda por meio do reconhecimento digital de imagens;
  3. Asel Tech – gestora de dutos para indústrias de petróleo, petroquímica e de gás e energia;
  4. Molegolar – startup que possibilita a formação de plantas arquitetônicas que se adaptam às necessidades dos usuários pela combinação de módulos para várias metragens.

Preparação

Para extrair ao máximo o que o Canadá tem a oferecer, as 19 empresas passarão por um processo de preparação para a missão, que dura de seis a oito semanas. Durante esse período, os empreendedores terão consultoria especializada em internacionalização; acesso à plataforma Passaporte para o Mundo da Apex-Brasil; conexão com mentores que conhecem o ecossistema de destino; workshop presencial em São Paulo (dias 24 e 25 de maio) e sessões online de treinamento de pitch.

Ao longo desse período de capacitação, é necessário que as startups tenham participação ativa nas atividades previstas, com dedicação de cerca de três horas por semana ao programa, e que definam o plano de negócios e a estratégia de entrada no mercado-alvo.

Sobre o Canadá

Com 5,5 milhões de habitantes, Toronto é rica em diversidade cultural e a maior cidade do Canadá. Essa nova potência tecnológica está se consolidando graças a união do Governo canadense com universidades, empresas, investidores e empreendedores locais.

Não satisfeito, o país quer continuar evoluindo. Para se tornar líder em pesquisa e desenvolvimento, o Canadá está com as portas abertas para imigrantes que desejam trabalhar com tecnologia nas áreas de deep learningmachine learning, redes neurais e natural language processing.

Próximo Ciclo

Simultaneamente ao evento presencial em São Paulo, ocorre a abertura das inscrições para o próximo ciclo do programa. De 24 de maio a 17 de junho, as startups interessadas em participar em uma imersão em Boston poderão se inscrever no site do programa.

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Pesquisa GENOME Startups 2019 aponta São Paulo como ecossistema promissor

Os investimentos globais, o aumento de unicórnios do País e as recentes inovações no setor recolocam São Paulo no estudo internacional mais abrangente e amplamente lida do mundo sobre ecossistemas de startups “Global Startup Ecosystem Report 2019”, realizado pela Startup Genome. Para compor o ranking atual, foram analisadas mais de 40 cidades e milhares de empresas pelo mundo.

O Vale do Silício continua liderando o ranking mundial de ecossistemas por mas um ano, seguido por Nova York, Londres e Pequim empatados em terceiro, com Boston fechando o TOP 5. No ranking dos 30 maiores ecossistemas, a América do Norte segue dominando, abrigando 14 dos TOP 30 ecossistemas de startups, sendo 12 destes nos Estados Unidos.

Na lista dos ecossistemas com potencial para estar no TOP 30 nos próximos cinco anos – que estão crescendo rapidamente – há um grupo diversificado, com Lagos e Jakarta lado a lado com Moscou e Melbourne, sendo São Paulo e Canadá os representante da América. Há aglomerações urbanas gigantescas e pequenas.

Hoje, São Paulo está entre os 10 principais ecossistemas globais para talentos acessíveis, é destaque no setor saúde e um dos 30 principais ecossistemas globais de Fintech. Chegou a esse estágio, segundo o estudo, pois criou US$ 5,1 bilhões em Valor do Ecossistema com US$ 120 milhões em financiamento em estágio inicial nos últimos dois anos e meio.

Na lista dos promissores, a justaposição é um bom lembrete de que o desempenho do ecossistema de inicialização não é simplesmente uma função do tamanho da população do GPD – eles estão relacionados, mas cada uma delas tem, pelo menos um unicórnio e também características chave como liderança regional. O estudo considera também esses ecossistemas como pontos de foco principais em suas áreas do mundo, como São Paulo na América do Sul, Lagos na África e Jacarta no sudeste da Ásia; e liderança sub setorial, com ecossistemas de classe mundial em subsetores específicos, como Shelzhen tem em manufatura avançada e robótica, e Montral tem em Inteligência Artificial.

“São Paulo tem tudo que um ecossistema de startups vibrante necessidade, força de trabalho altamente qualificada, diversidade de suas indústrias, parceiros públicos e privados profundamente engajados para comunidade líder global”, pontua o presidente da Associação Brasileira de Startups, Amure Pinho.

Além da classificação dos ecossistemas, o o Genome Startups 2019 aponta caminhos e desafios para que as lideranças locais possam seguir para ter maior destaque e ganhar espaço em inovação mundial, como, por exemplo, o Brasil que precisa de políticas para aumentar o funding de startups em estágio inicial..”Nossa missão como apoiadores da Genome e como representantes do setor no Brasil é agregar e estimular o desenvolvimento de startups brasileiras, gerando eventos, conteúdo e condições para que o ecossistema nacional possa crescer ainda mais, ganhando destaque devido no mercado global”, diz.

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Cognizant aposta em parcerias com startups no InovaBra Habitat

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, atua no InovaBra Habitat, um ecossistema de inovação e empreendedorismo com mais de 170 startups e cerca de 70 empresas dos mais diversos segmentos, possibilitando a geração de novos negócios e o desenvolvimento de soluções inovadoras com base no networking e na colaboração.

O conceito Cognizant Lab para o Habitat visa atuar em quatro eixos complementares: Soluções, Prototipação, Parcerias e Comunicação. Os dois primeiros eixos visam abordar cases reais e o desenvolvimento de protótipos inovadores. Já o terceiro eixo visa expandir o relacionamento com startups e outras empresas enquanto o quarto eixo difunde a atuação da Cognizant dentro e fora desse ecossistema.

Além disso, a Cognizant faz parcerias com startups do Habitat visando trazer soluções para áreas internas da companhia. É o que aconteceu com a área de Talent Acquisition. “A velocidade das mudanças tecnológicas exige flexibilidade e respostas rápidas às oportunidades apresentadas pelo mercado”, analisa Carla Catelan, responsável pela área de Talent Acquistion da Cognizant no Brasil. “Fazer parte desse hub de inovação acrescenta mais soluções ao nosso portfólio de serviços, além de abrir espaço para parcerias que também visam atender às áreas internas da própria empresa.”

A área de TA da Cognizant identificou que a pressão para aumentar a velocidade de contratação, bem como a experiência do candidato e do gerente contratante neste processo, exige uma ação imediata. Essa avaliação, de acordo com Carla, abriu uma oportunidade para se conectar com startups que oferecem soluções no ramo. Desse modo, a empresa decidiu organizar um Demo Day, no qual as startups apresentam suas soluções para analisar melhor as possibilidades.

“As startups conseguem otimizar e customizar soluções para atender às demandas de negócio e, consequentemente, melhorar a experiência dos stakeholders no processo de contratação”, comenta a executiva. “Além disso, descobrimos soluções que nem tínhamos como expectativa, mas que foram apresentadas como proposta, para que possamos reavaliar a forma como atuamos hoje”, conclui.

A Cognizant também tem explorado o ecossistema InovaBra Habitat, com seu espaço próprio para o desenvolvimento de projetos, realização de workshops, demonstração de soluções próprias e prototipagem de ideias que surgem após workshops de design thinking com clientes.

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Os seis elementos de sucesso para atuação em startups

O crescimento exponencial das startups já é uma realidade brasileira. De acordo com dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o mercado conta com 10 mil novas unidades de negócios espalhadas por todo o Brasil, principalmente em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Relativamente novo, esse negócio tem atraído milhares de pessoas todos os anos e oferecido oportunidades transformadoras para a carreira dos profissionais. Entre as principais características para integrar este universo, é necessário criatividade, agilidade, autogestão e espírito inovador. Segundo Paulo Lira, coordenador e supervisor acadêmico do HSM University, os atributos são exemplos que contribuem para o sucesso e desenvolvimento das startups e de seus colaboradores. Para as companhias, todas essas características contam como parte estratégica essencial para criar uma equipe em sinergia com modelos de perfis mais requisitados para ambientes de startups.

Para fazer parte destes ambientes, o executivo acredita que é importante que os profissionais tenham em mente essa mudança de mindset e a forma de se posicionar frente ao mercado para alcançar o sucesso dos negócios. Isso porque, cada vez mais, é exigido das startups estrutura organizacional bem definida quanto à negociação, pensamento estratégico e metodologias. A tecnologia também é fator ativo e necessário para os modelos de companhia pós-moderna, uma vez que as decisões precisam ser tomadas instantaneamente, para criar soluções mais eficazes a custos reduzidos.

Com expertise em educação corporativa, a HSM University observa uma grande movimentação dos profissionais na busca por conteúdos relacionados a liderança, produtividade, inovação e gestão em cenários de grande incerteza e de crise. “Estão cada vez mais interessados em entender os novos modelos de negócio, que embasam as organizações bilionárias da década atual, as novas tecnologias disruptivas, que são capazes de ditar outros padrões de comportamento e consumo, apontando para diversos mercados em rápido crescimento e para o sepultamento de mercados tradicionais”, explica Lira.

Para empreender ou atuar neste mercado em rápida evolução, o coordenador acadêmico identificou seis elementos fundamentais:

Estratégia na Era Exponencial – ter visão completa da empresa é essencial, por isso trabalhar a capacidade de criar gestões com bases estratégicas e políticas bem definidas, além de entender o mercado de atuação são cruciais para o bem desempenho da empresa.

Negociação em Ambiente de Rápida Mudança – agilidade e flexibilidade são pontos chaves neste quesito, no qual é importante entender linguagens interpessoais e definir conceitos e objetivos, tudo isso aliado as contínuas mudanças do mercado.

Empreendedorismo e Desenvolvimento de Plano de Negócios – liderança é uma das principais características em uma startup, com mais liberdade de empreender, o profissional deve enxergar e identificar oportunidades, avaliando riscos e criando ferramentas cada vez mais eficazes para o negócio.

Gestão do Comportamento Organizacional – Ainda um desafio de muitas empresas e um dos principais obstáculos para o desenvolvimento e produtividade. Os profissionais devem ter em mente a importância de desenvolver o trabalho em equipe e ter a capacidade de reconhecer os elementos que influenciam o comportamento individual e organizacional.

Gestão da Inovação – Tecnologia tem gerido todas as áreas organizacionais da empresa, estar sempre antenado as principais mudanças desse mercado e pensamentos estratégicos inovadores são cruciais para o bom desempenho do profissional.

Organização Antifrágil – Volatilidade tem sido o fator que coloca à prova tanto corporações quanto profissionais. Isso se deve muito por conta de um mindset voltado para a estabilidade entre organizações e profissionais. A mentalidade antifrágil tem a capacidade de recolocar a prática profissional em um ambiente em constante mudança, que contribui para uma rápida incorporação dos efeitos colaterais de determinada decisão, gerando benefícios e agilidade para a correção de rota.

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Flowsense é uma das TOP 5 startups do eMerge Americas 2019

A Flowsense, startup brasileira de inteligência e engajamento geolocalizado para aplicativos, foi eleita uma das TOP 5 startups no eMerge Americas 2019, evento de tecnologia e inovação que acontece anualmente em Miami e reúne os maiores players das Américas.

Milhares de empreendedores de vários países inscreveram seus pitches e, após um processo de seleção, foram definidas as 100 empresas que estariam no evento. Após uma rodada de play offs, cinco tiveram a oportunidade de apresentar seus negócios no palco principal para um júri composto por profissionais como o músico e empreendedor Pitbull, além de mais de 15 mil participantes.

“Destacamos casos de sucesso e as oportunidades que os dados geolocalizados – coletados de forma privada e segura – geram em termos de estratégias de comportamento de consumo. Entendendo quem são seus usuários, os locais que frequentam e suas preferências, os aplicativos aumentam consideravelmente suas taxas de engajamento e retenção”, afirma André Bain, co-founder da Flowsense.

“Para nós é uma grande honra figurar entre as cinco startups mais bem posicionadas no ranking do eMerge Americas 2019”, afirma Victor Lira, co-founder da empresa. “Amplificar os resultados dos apps, permitindo conhecer o comportamento on e off de seu público e fazer ações de retenção ou engajar melhor com sua base são elementos-chave para que os negócios criem outro nível de interação e conhecimento. Isso é algo não apenas revolucionário, mas efetivo para os negócios e a Flowsense está aqui para liderar essa revolução”, finaliza.

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TechD possibilita que startups, empresas de TIC e grupos de pesquisa ofereçam suas tecnologias a grandes companhias

A inovação aberta (open innovation), processo de inovação compartilhado por diferentes instituições com foco no desenvolvimento de tecnologias, é uma prática adotada pelas empresas há muito tempo e, recentemente, as startups foram incorporadas a esses processos e passaram a integrar a rotina de diversas organizações dos mais diversos setores no Brasil.

Esse ecossistema ganhou um novo catalisador, o Programa TechD, lançado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em parceria com a Softex. Com recursos de até R$ 18 milhões, sua missão é fazer a ponte entre o universo empreendedor e o de pesquisa por meio da integração e da maior convergência entre startups, centros de P&D, universidades e empresas do setor produtivo.

No início do mês de abril, a Softex anunciou a abertura da chamada pública de inscrições para startups, empresas de TIC, grupos de pesquisa e consórcios nacionais e internacionais interessados em fornecer tecnologia para empresas já inscritas no programa dentro de quatro áreas temáticas: IoT, Saúde, Energia e Mobilidade.

“O TechD reflete a prioridade conferida pelo Ministério ao fortalecimento das TICs nacionais e a nossa certeza de que o apoio à inovação é a estratégia correta para atingir o nosso objetivo”, destaca o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, Paulo Alvim, lembrando que as áreas temáticas contempladas pelo Programa apresentam uma intensa demanda tanto no Brasil como nos principais mercados mundiais.

Em sua primeira fase, o TechD firmou 22 acordos com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), universidades e centros de P&D distribuídos por 13 estados, possibilitando o suporte em todas as regiões do país. Na segunda etapa foram confirmadas 36 médias e grandes companhias interessadas em testar tecnologias através de processos de inovação aberta – as chamadas empresas-âncora, entre as quais Braskem, Embraer, Furukawa, Klabin, Marcopolo, Positivo, Sercomtel e Votorantim.

O setor com maior participação é o da Indústria de Transformação, no qual 34% das empresas habilitadas atuam. Em seguida, vem o de Informação e Comunicação, que responde por 27%. Na área temática de IoT, o principal interesse de 54% das habilitadas envolve o emprego da tecnologia para monitoramento e rastreamento.

Outros focos giram em torno de tecnologias IoT voltadas para a indústria 4.0 (32%), automação (27%) e RFID (27%). Já na área temática de Mobilidade, os principais subtemas são controle e monitoramento de tráfego (23%), seguido por soluções de Analytics e Big Data (20%) e Smart Cities (18%).

E a Inteligência Artificial aplicada à saúde, com 25%, é o interesse principal da área temática de Saúde, seguida por Big Data (22%), Telemedicina (20%), Analytics (18%) e Machine Learning aplicadas à área de saúde (8%).

“Além de tornar a produção científica uma importante ferramenta no posicionamento mundial do setor de software, hardware e serviços de TIC, o TechD colaborará para o desenvolvimento de tecnologias com maior valor agregado, capazes de contribuir para melhorar o ranking do Brasil como nação inovadora”, destaca Diônes Lima, vice-presidente da Softex, acrescentando que hoje o país figura na 99ª posição no Global Innovation Index 2017.

Para a sua realização, o TechD conta com as parcerias estratégicas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

As inscrições para as startups, consórcios, empresas de TIC e pesquisadores prossegue até o dia 13 de maio. A íntegra do edital e o calendário de roadshowx e webinars estão disponíveis para consulta no endereço https://techd.softex.br/.

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Abstartups e Google for Startups levam evento itinerante gratuito a Porto Alegre

Rio Grande do Sul, o atual segundo estado com mais startups no Brasil, de acordo com informações da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), com atuais 949 startups em atividade, é o local escolhido para receber a próxima edição do StartupOn, evento itinerante da Abstartups em parceria com o Google for Startups, em 9 de maio.

A ser realizado na Oca Brasil Innovative Hub, na capital Porto Alegre, a iniciativa tem o objetivo de fortalecer e conectar as diversas comunidades fora do eixo das grandes capitais do Brasil, bem como continuar o trabalho de mapeamento dos atores do ecossistema de startup, que possui entre 10 e 15 mil startups.

Com duração de um dia e totalmente gratuito, a edição de Porto Alegre fará parte do “Cresça com o Google”, que começa em 7 de maio, oferecendo treinamentos gratuitos e ferramentas para capacitação de pessoas e empresas em habilidades digitais. O StartupOn fecha o último dia com palestras do Tito Gusmão, CEO da Warren; Mônica Hirayama, Community Manager do Nubank; Danilo Sciumbata do Oca Brasil e Pedro Oliveira, Fábrica do Futuro, case da Dobra, com co-Founder Guto Massena, além de painel com os aceleradores locais WOW, Ventiur, Winnova, Wow Acaleradora, Grow+, com mediação do Sebrae/RS; e mentorias com com a Abstartups, Google for Startups, Nubank e Dobra.

“Sabemos das dores que todos os empreendedores passam no dia a dia para conduzir seu negócio e elas vão desde a necessidade de obter conteúdo de qualidade até a interação com outros profissionais do mesmo nível para trocar experiências. Por isso, nosso principal objetivo é fazer uma imersão sobre o ecossistema, oferecer interação e acesso a informações relevantes”, conta Rafael Ribeiro, diretor executivo da Abstartups.

Cresça com o Google
Datas: 7 e 8 de maio
Local: Centro de Eventos FIERGS – Av. Assis Brasil, 8787 – Sarandi
Inscrições: http://events.withgoogle.com/google-em-poa/

StartupOn Porto Alegre (RS)
Data: 9 de maio
Local: OCA Brasil Innovative Hub – Rua Barão de Santo Ângelo, 479 – Moinhos de Vento/Porto Alegre (RS)
Informações e inscrições: http:// abstartups.com.br/startupon/porto-alegre/#startupon

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Startup recompensa 20% dos funcionários com ações na empresa

Com o objetivo de entregar benefícios reais para todos, o Méliuz, empresa que devolve parte do valor gasto em compras, retribui não só consumidores como os colaboradores nas suas políticas internas. Prática conhecida como giveback consiste em promover colaboradores à sócios anualmente, realizar concursos que premiam novas estrelas do YouTube e até mesmo auxiliar novos empreendedores por meio de mentorias e palestras.

Israel Salmen e Ofli Guimarães, fundadores do Méliuz, se inspiraram em empresas do Vale do Silício ao desenvolver o processo em que os colaboradores do Méliuz são recompensados com stock options e se tornam sócios da empresa. A sociedade é concedida aos funcionários de acordo com seus resultados, seu histórico profissional e também sobre o que esperam para o futuro da empresa. Entre os sócios há um com 23 anos, alguns que receberam as stock options com somente 6 meses de Méliuz e os cargos vão de analistas a coordenadores, gerentes e diretores.

Neste ano, o Méliuz anunciou doze novos sócios, completando 20% do corpo de funcionários da empresa que possuem direito a stock options. “Queremos que todo colaborador se sinta parte do negócio. Nosso objetivo é reconhecê-lo por todo empenho e garra que apresentou ao longo dos anos nos desafios que enfrentou por nós. Em longo prazo, os efeitos para a empresa são excelentes: mais pessoas pessoas pensando com cabeça de dono e a retenção de talentos que são mais engajados com a empresa e que possuem e vivem nossos valores no dia a dia.” comenta Israel Salmen, fundador e CEO do Méliuz.

As ações de giveback não terminam em suas políticas internas. Em dezembro do ano passado, a empresa finalizou o Desafio Méliuz, competição que tem o objetivo de alavancar canais do YouTube. Foram 3 ganhadores e o prêmio de R$30.000 foi distribuído para cada um deles. “O Desafio Méliuz é algo que me enche de orgulho porquê vai de encontro com os nossos valores e o que queremos devolver para a sociedade. Buscamos realizar ações onde todos os envolvidos saiam ganhando – tudo aqui é Ganha-Ganha-Ganha.” ressalta Salmen. A 1ª edição do Desafio no Youtube foi realizada em 2016 e a ganhadora Ana Lídia Lopes tem mais de um milhão de seguidores hoje.

Selecionados como empreendedores Endeavor, os fundadores do Méliuz retribuem os aprendizados adquiridos com a instituição por meio de palestras em eventos. O Diretor de Operações, Lucas Marques, além de realizar mentorias nestes eventos, também dá aulas na UFMG, com o tema empreendedorismo. Além disso, os colaboradores realizam benchmarking, com o objetivo de compartilhar o que aprenderam e auxiliar aqueles que também estão em crescimento.

Essas práticas renderam à empresa o 28º lugar no ranking de melhores empresas para se trabalhar no ranking da Love Mondays, construído a partir da avaliação anônima dos próprios funcionários, ao lado de empresas como AMARO , Rentcars.com e Serasa Consumidor.

Siemens abre inscrições para o primeiro Hackaday MindSphere Brasil

Não é todo dia que programadores e start-ups têm a chance de apresentar soluções reais em IoT (Internet das Coisas) para clientes da Siemens. Mas, no Hackaday MindSphere Brasil, que acontece no dia 23 de maio, no Digital Enterprise Experience Center da Siemens, os participantes conhecerão de perto os desafios dos clientes da Siemens, estabelecendo networking com contatos estratégicos além de ampliarem seus conhecimentos com os conceitos e aplicações da indústria 4.0 desenvolvendo um aplicativo dentro do MindSphere, plataforma de IoT da Siemens

O evento foi criado com o objetivo de estabelecer uma ponte entre a inovação criativa e todas as pontas da cadeia produtiva. “A expectativa da Siemens é aumentar o relacionamento da empresa com desenvolvedores. Nosso intuito é que junto com eles possamos resolver os desafios reais de clientes potenciais para introduzi-los aos primeiros passos da Industria 4.0,” explica Murilo Morais, especialista em MindSphere da Siemens no Brasil.

Ao todo, 45 participantes serão selecionados para participar do Hackaday. Os participantes podem ser startups já formadas ou participantes individuais que terão suas equipes montadas durante o evento. Essa seleção será feita pela própria equipe da Siemens, depois de analisar vídeos de um minuto enviados pelos candidatos completando a seguinte frase: “O que me motiva a participar deste desafio é imaginar que eu e minha equipe somos capazes de _____”, além de um questionário com informações básicas relacionadas à experiência. Ao se inscrever, a(o) participante receberá um DevKit, kit do desenvolvedor contendo o material de estudo preliminar e toda a agenda do evento.

Os participantes terão que entender o problema do cliente, pensar de forma inovadora e criar a primeira versão de um aplicativo dentro da plataforma MindSphere, sistema operacional aberto baseado em nuvem da Siemens. Posteriormente eles terão a oportunidade de apresentar suas ideiasno estande da Siemens na Fispal Tecnologia, reconhecida como o maior evento de soluções e tecnologia para o segmento de Alimentos e Bebidas da América Latina.

Por meio dessa iniciativa, além de expandir o conhecimento desse novo mercado para desenvolvedores, start-ups e programadores, espera-se apresentar à diferentes segmentos da indústria soluções para Indústria 4.0, aumentando a competitividade dessas empresas globalmente, por meio de solução que conectem seus ativos ao mundo digital.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 02 de maio tanto em grupo* quanto individualmente, sendo que neste caso, os grupos serão formados previamente pela Siemens. Para se inscrever, basta acessar o link: http://new.siemens.com/br/pt/empresa/eventos/hackaday-mindsphere-2019.html#Contato

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