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Abstartups e Darwin firmam parceria para melhorar mapeamento do ecossistema

A fim de fortalecer o ecossistema e conhecer, ainda mais o perfil dos empreendedores no Brasil, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups),instituição sem fins lucrativos que representa as startups brasileiras , firma parceria com a aceleradora Darwin Startups, que combinará sua base dados a da Abstartups.

A Darwin é a primeira aceleradora a apoiar a Abstartups nessa coleta, cujo objetivo principal é dar um panorama completo e atualizado sobre os players do ecossistema, mapeando as startups e buscando soluções para o setor, a fim de fortalecer e multiplicar a qualidade do que é oferecido em termos de inovação no Brasil.

“Parcerias como essa auxiliam a Abstartups a conseguir informações relevantes e atualizadas sobre o ecossistema brasileiro, colocando o StartupBase como o maior banco de dados de startups da América Latina”, afirma o diretor executivo da Associação, Rafael Ribeiro, que completa: “A partir desse alinhamento, teremos acesso a informações relevantes sobre as startups da aceleradora para alimentar nossa base que, atualmente, cobre pouco mais de 10.700 startups das 15 mil em atividade no Brasil. Nosso objetivo, para um futuro próximo, é conseguir mais parcerias nesse sentido com outras aceleradoras, hubs de inovação e comunidades”.

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Inovaparq e Grupo Tigre lançam programa de mentoria para startups

Com a presença de executivos da Tigre integrantes do Programa Feras 2020, dos empreendedores de 10 empresas encubadas e dos dirigentes do Inovaparq, foi lançado nesta terça-feira, dia 2 de abril, o Programa de Mentoria, com o objetivo de ampliar o leque de benefícios do programa de incubação. O parque, localizado na Univille, procura ser um ponto de aproximação onde orbitam Universidades, Empresas e Governos, de modo a promover um campo de inovação e desenvolvimento sustentável.

“Dentro do Programa Feras 2020, procurávamos novas formas de desenvolver ainda mais nossos executivos, com metodologias inovadoras e que realmente pudessem agregar algo de novo para os profissionais da Tigre. Com este programa de mentoria de startups, os ganhos serão para ambos os lados. Tenho certeza que a interação, a troca de experiencias e conhecimento e o network vão trazer muito aprendizado e crescimento para todos”, afirma Patrícia Bobbato, gerente de Pessoas e Comunicação Interna do Grupo Tigre.

Em parceria com o Grupo Tigre, o programa de mentoria vai auxiliar as empresas incubadas no parque de inovação tecnológica a desenvolver seus negócios, corrigir rota e incrementar o networking. Dez startups foram selecionadas para a primeira fase do programa e cada uma passa a ter suporte de um executivo da Tigre por quatro meses.

“O networking promovido entre as startups do Inovaparq com um profissional experiente de uma companhia multinacional representará a possibilidade do desenvolvimento de competências decisivas para os empreendedores do Parque”, enfatiza o diretor executivo do Inovaparq, Marcelo Leandro de Borba. As startups e mentores terão que apresentar feedbacks mensais, e ao final do programa será realizado um Demo Day, evento para compartilhar os resultados.

O programa de Mentoria faz parte do Feras 2020, onde a Tigre capacita e aprimora seus executivos. Na Mentoria, um profissional mais experiente investe seu tempo e know-how, orientando e dividindo suas vivências e conhecimentos com profissionais mais inexperientes, possibilitando desenvolvimento de ambas as carreiras.

“Esperamos que nossos executivos possam auxiliar os responsáveis pela startup no desenvolvimento de seu negócio, com correções de rota ou networking. Em contrapartida, imaginamos que ele trará o mindset de uma startup para nosso dia-a-dia: sendo mais simples, testando mais rápido, assumindo mais riscos.”, exemplifica Rafael Salomão, Gerente de Inovação e Sustentabilidade da Tigre.

Quem são as startups selecionadas:

4Factory – oferece um Sistema de Execução da Manufatura, baseado na nuvem, especialmente desenvolvido para empresas se adaptem aos desafios da Indústria 4.0.

Conecta Projetos – conecta projetos às empresas, mobilizando recursos para a transformação social

Convenix – plataforma de gestão de benefícios corporativos que permite a empresa ofertar uma gama maior de vantagens a seus colaboradores, com total controle, de forma simples e automatizada.

Onexo – oferece uma plataforma para registro e controle para os processos de produção de alimentos, que podem ser gerenciados a distância e a qualquer tempo.

DBM – desenvolve por meio da nanotecnologia mantas com padrão que imita a matriz extracelular do corpo humano para utilização como curativos.

Keep Eco – Desenvolve embalagem feita de tecido 100% algodão e uma liga de cera de abelhas e outras matérias-primas naturais que serve para manter os alimentos frescos de uma forma ecológica, evitando o uso de descartáveis.

Funcionárias – especialista em ressignificar materiais têxteis que não são mais utilizados, gerando impacto socioambiental, com a identidade cultural de Joinville.

Moralar – cria soluções para problemas de habitação social, executando obras sustentáveis, seguras, adequadas a preço acessível, para famílias de baixa renda.

UpFlux – desenvolve uma plataforma tecnológica que identifica os principais problemas de desempenho e gera alertas quando ocorrem desvios de execução de processo.

Viver – cartão de benefícios para indivíduos, familiares e empresas que buscam uma solução de acesso a saúde de qualidade e reserva financeira em caso de falta de recursos.

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Plug and Play avalia abrir escritório no Brasil e investe em roadshow

A Plug and Play, uma plataforma de inovação global, realizará seu primeiro Fintech e Foodtech Roadshow em São Paulo, Brasil. O evento será realizado no dia 10 de abril e reunirá 200 líderes do setor e empreendedores que lidam com os desafios nas áreas de alimentos e agronegócio, especificamente. A Shawee, startup brasileira capaz de automatizar hackathons, é a empresa responsável por apresentar o ecossistema de startups brasileiro e dar o suporte para a realização do evento. A plataforma foi criada em 2017 e já realizou 150 eventos em 10 estados brasileiros para 40 clientes, entre eles Uber, Itaú, SAP, IBM, Stone, Elo Cartões, Banco Original e outros.

As 20 startups selecionadas pela Plug and Play debaterão o atendimento das necessidades dos clientes conectados; Como trazer inovação para o financiamento rural e agrícola; E como reinventar os modelos de negócios existentes para o público seleto. “Nosso objetivo é introduzir tecnologias disruptivas do ecossistema global”, diz Omer Gozen, vice-presidente de Programas de Alimentos e Novos Materiais e Embalagens de Plug and Play. “O Brasil é um mercado que está demandando e o resultado deste evento fará parte de nossa avaliação de mercado, que poderá levar ao lançamento de um novo escritório em São Paulo”, conclui.

A Plug & Play já possui atuação em cinco grandes corporações brasileiras impulsionando a inovação em diferentes setores. Em serviços financeiros atendem Banco do Brasil e ELO; em Materiais e Energia dão suporte à Braskem e Gerdau; E no setor de saúde, dão suporte ao Hospital Israelita Albert Einstein.

Com uma base de 12 mil usuários cadastrados em sua plataforma, a Shawee, que está auxiliando na conexão com a comunidade desenvolvedora e empreendedora no Brasil, está dedicada desde setembro ao seu processo de internacionalização e contou com a parceria institucional da Plug & Play. “Nós nos apresentamos e nos conectamos rapidamente. Estar no Vale está sendo um grande aprendizado para nós e perceber que players como a Plug and Play estão interessados em conectar startups com corporações brasileiras mostra que o momento é bom para o Brasil e que realmente existem grandes oportunidades”, avalia Rodrigo Terron, CEO da Shawee.

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Faster Capital busca investidores no Brasil interessados em financiar startups

A FasterCapital ajuda aos investidores a terem acesso a startups promissoras e com grande potencial de crescimento, de forma certificada e garantida. A empresa já investiu cerca de 13 milhões de dólares em mais de 25 startups em todo o mundo. A empresa promove várias rodadas de financiamento por ano durante as quais são selecionadas startups que podem ser aceleradas ou incubadas.

A incubadora possui mais de 200 startups criativas e de altíssimo potencial de expansão que buscam levantar capital. Os investidores terão prioridade sobre os convites para eventos e analisarão apenas as startups que são adequadas para o que estão procurando (geografia, estágio, indústria).

De acordo com Marcelo Madeira, representante da FasterCapital no Brasil, a incubadora tem um modelo único chamado co-financiamento e co-fundação, que permite que empreendedores não-técnicos criem suas startups com investimentos da ordem de 200 mil a dois milhões de dólares e/ou recebam ajuda com investimentos na criação ou no desenvolvimento de seus produtos.

Programa de Aceleração

No programa de aceleração, a startup pode usar os recursos fornecidos pela FasterCapital, como orientação, estudo de marketing, estudo de viabilidade, consulta técnica, novos canais de vendas e financiamento. Para financiamento, a incubadora ajuda a startup a melhorar a forma como ela se apresenta e também promove a apresentação das startups às suas redes de investidores. Caso haja interesse por parte dos investidores, os fundadores das startups recebem uma ligação direta desses investidores. Nosso programa de aceleração, é fornecido um contrato não exclusivo para startups, ou seja, os empreendedores ainda podem levantar capital por conta própria.

Programa de Incubação

Esse programa envolve apoio aos empreendedores não-técnicos a construírem uma startup bem-sucedida, permitindo que os fundadores dessas startups se concentrem em outras áreas importantes, como refinar seus produtos ou serviços, dar foco no desenvolvimento de negócios, vendas e outras atividades importantes. O programa também está aberto para empreendedores técnicos que não têm uma equipe completa para construir seu produto. Neste caso, a FasterCapital trabalha em seu modelo único: co-fundador e co-financiamento. Atuar como co-fundador não se limita apenas ao desenvolvimento, mas sim ao pensamento sobre a startup, seu mercado, produtos e como é possível melhorar as chances da startup ter sucesso e gerar renda.

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Fintech Conference reúne especialistas do setor mais poderoso das startups

As fintechs, startups de tecnologia voltadas para o mercado financeiro, ganharam milhões de clientes por desburocratizarem e agilizarem o acesso a produtos e serviços financeiros. Para compreender o novo cenário financeiro do Brasil e do mundo, a StartSe, empresa de educação continuada e o maior ecossistema de startups do Brasil, e a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) promovem, em 22 de maio, a Fintech Conference em São Paulo.

O maior evento do setor da América Latina reunirá os maiores players e empresas do segmento para apresentar as principais tecnologias e oportunidades de mercado para empreendedores, investidores e profissionais. O evento será palco para exposição do ecossistema de tecnologia financeira e debates sobre o impacto positivo gerado por essas empresas no mercado nacional.

O Brasil é destaque entre os países da América Latina tanto em quantidade, quanto na qualidade das fintechs. As oportunidades são imensas: 694 fintechs atuam no Brasil, segundo a ABFintechs. O Nubank é só um exemplo de sucesso de startup que entendeu o mercado em um país onde quase metade da população é desbancarizada. Por focarem em segmentos específicos, de forma nichada, as fintechs conseguem oferecer alta performance com custos reduzidos. Tanto que 12% das fintechs brasileiras faturam mais de R$ 10 milhões por ano, segundo pesquisa da ABFintechs em parceria com PwC Brasil (PricewaterhouseCoopers).

Mais de R$ 1 bilhão foi investido nessas empresas ao longo de 2018 e 41% das fintechs ainda aguardam financiamento, o que mostra o potencial desse mercado. Mesmo os bancos de varejo já começam a incorporar o “espírito fintech”, com investimentos pesados em inteligência artificial e processos ágeis. Das 250 maiores fintechs de 2018 em todo o mundo, 30 delas (12%) se tornaram unicórnios (valor de mercado acima de US$ 1 bilhão), e quatro dos cinco unicórnios que alcançaram este patamar no Brasil em 2018 são fintechs. Em 2019, há espaço para muito mais.

Fintech Conference, da StartSe e ABFintechs.

Quando: 22 de maio, das 9h às 18h.

Local: Promagno Centro de Eventos.

Endereço: Avenida Professora Ida Kolb, 513 – Jardim das Laranjeiras. São Paulo/SP.

Ingressos: http://bit.ly/2CvuOTk

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Programa TechD abre chamada para startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios

A Softex, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), anuncia a abertura da chamada pública de inscrições para startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios de empresas interessados em participar do Programa TechD de apoio a tecnologias emergentes focadas em quatro linhas temáticas: IoT, Saúde, Energia e Mobilidade.

Com recursos da ordem de R$ 18 milhões, sua missão é fazer a ponte entre o universo empreendedor e o de pesquisa por meio da integração e da maior convergência entre startups, centros de P&D, universidades e empresas já consolidadas no mercado. A meta é apoiar no mínimo 30 projetos, dos quais 14 devem ser das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Já foram firmados 22 acordos com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), universidades e centros de P&D distribuídos por 13 estados que proverão suporte tecnológico aos projetos selecionados e 36 empresas de grande e médio porte para teste das tecnologias que serão desenvolvidas neste contexto de inovação aberta.

Nessa chamada do TechD, startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios de empresas também deverão apresentar uma estratégia para ampliação de mercado nacional e internacionalização. O Programa visa proporcionar parcerias internacionais para aprimoramento da tecnologia e desenvolvimento de negócios fora do país.

O programa prevê a concessão de recursos de até R$ 500 mil de subvenções somados a possíveis investimentos de até 2 milhões que as empresas já habilitadas aportarão por projeto de tecnologia selecionado.

“Ao estimularmos negócios inovadores alinhados às novas tendências tecnológicas estamos colaborando simultaneamente para fortalecer o ecossistema de startups nacional e, também, o de inovação e pesquisa. Somente dessa maneira tornaremos o país menos dependente de tecnologias internacionais e mais competitivo no mercado global”, explica Diônes Lima, vice-presidente da Softex.

O executivo destaca que o TechD aproveita a tendência de inovação aberta e a capilaridade da entidade para fomentar por todo o país o desenvolvimento de tecnologias com maior valor agregado. “Queremos potencializar o uso das tecnologias para fomentar a transformação digital nas empresas que irão testá-las, trazendo potenciais clientes para empreendedores e pesquisadores, além de promover sua consolidação no mercado nacional e sua internacionalização. Os Centros de P&D têm papel fundamental no desenvolvimento tecnológico e se beneficiam dos novos negócios que o programa lhes proporcionará. Outro objetivo é transformar em negócio a pesquisa aplicada realizada pelas universidades. O TechD tem ainda a proposta de auxiliar as startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios participantes a se estabelecerem no mercado de forma mais consistente e escalável”, conclui.

Para a sua realização, o TechD conta com as parcerias estratégicas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A íntegra do edital para as startups, consórcios, empresas de TI e pesquisadores está disponível para consulta no endereço https://techd.softex.br/

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Antes de ser uma competição, o mercado empreendedor pode ser uma corrida de revezamento

Por Marcus Rossi

Hoje, nós vivemos em uma era em que todos os mercados são capazes de dialogar de diversas formas, desenvolvendo e consolidando parcerias. Nesta lógica, é muito comum vermos os grandes empreendedores do mercado tradicional em um mesmo grupo, os de tecnologia em um outro grupo e assim por diante. No entanto, é preciso dar mais força para um movimento que já se vê crescendo aos poucos: as comunidades.

O surgimento dessa iniciativa proporciona o crescimento e o desenvolvimento de toda a economia, além de permitir a troca de experiências entre empresários que vivem diferentes realidades. A formação de comunidades é essencial para favorecer o surgimento de novas ideias e até mesmo parcerias, como tem ocorrido entre grandes empresas e startups, por exemplo.

Em uma comunidade, é essencial que estejam públicos de todas as pontas, que vão desde empreendedores, incubadoras, aceleradoras, acadêmicos, associações e representantes do governo, para que haja realmente uma troca de experiências e atribuições. Tudo em prol de um objetivo em comum, a inovação e o crescimento de todos.

Interagir com fontes de conhecimento é outro fator importante dentro desses grupos. No Brasil ainda é muito forte a ideia de medo da concorrência, afinal, se eu estiver compartilhando um contato que é meu com outro empreendedor, posso perder dinheiro ou oportunidades de negócios, certo? Errado! Quanto mais as pontas das minhas redes de contato estiverem interligadas, maiores são as chances de se obter benefícios.

É claro que temos um potencial imenso e o caminho é um só: confiarmos mais no nosso trabalho e nas empresas que levantam a bandeira do empreendedorismo brasileiro. Unir forças é o que pode fazer as organizações irem longe. Antes de ser uma competição, o mercado empreendedor pode ser uma corrida de revezamento: diversas marcas correm juntas em um mesmo sentido e defendendo um mesmo ideal. Pense nisso!

Marcus Rossi, CEO da Summit Hub, empresa que busca revolucionar e impulsionar o ecossistema de startups no Brasil.

iClinic participa da primeira edição do Brazil at Silicon Valley em Stanford

A startup iClinic, líder nacional em soluções em nuvem para clínicas e consultórios médicos, foi convidada para participar da conferência Brazil at Silicon Valley. O evento acontecerá nos dias 8 e 9 de abril, na Universidade de Stanford, é organizado por estudantes brasileiros da instituição e conta com apoio de grandes nomes como o empresário e investidor Jorge Paulo Lemann; Carlos Brito, CEO da Anheuser-Busch InBev; Hugo Barra, VP do Facebook; Eduardo Mufarej, fundador do RenovaBR e sócio da Tarpon Investimentos e Luciano Huck, apresentador de televisão.

A presença da iClinic será comandada pelo fundador e CEO da empresa, Felipe Lourenço, que vai apresentar a empresa na terça-feira (9), das 12h40 até às 13h50 (horário norte-americano). “É uma oportunidade única de apresentar e discutir em altíssimo nível sobre a nossa visão do futuro da saúde e como a tecnologia e a iClinic tem mudado este cenário no Brasil”, explica. “Estar dentre as 10 empresas de tecnologia convidadas a apresentar iniciativas que estão sendo desenvolvidas no Brasil é sem dúvida um grande reconhecimento, fruto de um trabalho sério realizado por um time extremamente talentoso e obcecado pela nossa missão de Descomplicar a Saúde no Brasil com tecnologia”, completa o executivo. A conferência abordará quatro temas: edtech, fintech, govtech e healthtech, este último, onde a iClinic se solidifica como grande expoente.

Líder em seu segmento no Brasil, esta não é a primeira vez que a iClinic é destaque internacional. No ano de sua fundação, a empresa recebeu aporte da Rockstart, uma das principais aceleradoras da Europa e passou um ano fora do Brasil, em viagens entre a Europa e o Vale do Silício desenvolvendo e aprimorando seu negócio. “Após ter estado em vários eventos, este sem dúvida tem um sabor especial. Em 2013, estivemos em Stanford como uma jovem e promissora startup de saúde. Seis anos depois, retornamos como uma da principais referências em saúde digital no País, isso é extremamente gratificante”, pontua o CEO.

Esta é a primeira edição do Brazil at Silicon Valley. O evento será aberto para apenas cerca de 550 convidados entre empresários de alto escalão, empreendedores, investidores, agentes públicos e professores de Stanford. “O evento irá mostrar ao mundo o que há de melhor em termos de empreendedorismo e inovação no Brasil e que temos muita gente boa e competente trabalhando duro para o avanço do nosso País. Para a iClinic é um orgulho fazer parte desse movimento”, finaliza Lourenço.

Brazil at Silicon Valley

Quando: 8 e 9 de abril

Onde: Universidade de Stanford – 450 Serra Mall, Califórnia, Estados Unidos

Mais informações: http://www.brazilatsiliconvalley.com/

HubSpot e AWS se unem para oferecer serviços focados em startups

A HubSpot, plataforma líder de CRM, marketing, vendas e atendimento ao cliente, e a Amazon Web Services (AWS) anunciam parceria para ajudar startups em todo o mundo a crescerem melhor. Juntas, as organizações passam a oferecer serviços e benefícios adicionais para os participantes dos programas das empresas voltados para startups: AWS Activate, HubSpot for Startups e Connect. Os programas têm como objetivo a oferta de recursos, treinamento e suporte para as empresas que estão iniciando no mercado e buscam ferramentas de qualidade e melhor custo-benefício.

Atualmente, a HubSpot já fornece aos membros do AWS Activate acesso ao software HubSpot for Startups, que inclui valores especiais no HubSpot Growth Suite, orientação executiva, conteúdo educacional adaptado para esse modelo de negócio e outras vantagens. Com a parceria, a AWS, focada em infraestrutura de serviços de computação em nuvem, passa a fornecer assinaturas e créditos para o programa AWS Activate para as startups participantes do programa Connect e HubSpot for Startups.

No programa Connect, a AWS passa a apoiar a iniciativa co-investindo para criar um ecossistema para os parceiros da HubSpot, com conteúdo adaptado aos desenvolvedores. Os integrantes do Connect também podem aproveitar os serviços da AWS e receber créditos que podem ser aplicados à sua conta.

Segundo Dharmesh Shah, CTO e co-fundador da HubSpot, a missão da empresa é ajudar milhões de organizações a crescerem e a parceria com a AWS ajuda a atender melhor à comunidade de startups nesse sentido. “Sou um defensor de startups desde que a HubSpot foi uma. Estamos orgulhosos de selecionar a AWS como nosso provedor de nuvem para executar nossas áreas de marketing, vendas e Service Hubs e esperamos expandir o uso de seus serviços para beneficiar empresas em crescimento”, explica.

Os interessados em participar do programa das empresas podem se inscrever diretamente no site da empresa:

https://www.hubspot.com/startups/partners/aws?_ga=2.180695655.1996923504.1545229320-926150863.1535028861

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Associação Brasileira de Startups anuncia novos mantenedores

No Brasil, estima-se que, atualmente, haja entre 10 e 15 mil startups. Destas, quase 11 mil são mapeadas e acompanhadas pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups),instituição sem fins lucrativos que representa as startups brasileiras e ajuda a desenvolver o ecossistema e a economia. Apoiando essa missão, o Sicoob e a EDP acabam de tornar-se mantenedoras da Associação.

Os mantenedores são empresas que querem estimular e servir de combustível para startups em todo Brasil, apoiando a Abstartups em seus projetos institucionais e têm contato direto com empresas inovadoras em todo território nacional. “Se tornar mantenedor é uma forma de contribuir ativamente com o ecossistema de startups e participar de uma organização que está há 8 anos gerando impacto empreendedor em todo Brasil”, pontua o presidente da Abstartups, Amure Pinho.

Para o diretor executivo do Sicoob, Eduardo Diniz, como uma Instituição Financeira diferenciada, eles têm um papel que vai além de oferecer produtos e serviços financeiros. “Nos preocupamos também com os associados, nos conectando com eles, e a entidades com os mesmos interesses, em busca da melhor solução para cada um, na coletividade”, pontua, e completa: “Desenvolvemos uma operação exclusivamente para atender à startups, com o foco de construir uma Instituição Financeira que atenda as demandas e expectativas do empreendedor, com produtos e serviços em condições especiais, feitos sob medida para viabilizar o seu crescimento. O Sicoob e a Abstartups são instituições que compreendem o valor da união, e como efetivamente isso pode fazer diferença aos negócios de alto impacto.”

Com forte foco em inovação, a EDP Brasil apoia o empreendedorismo por meio dos programas EDP Starter e Free Electrons, voltados à aceleração de startups em nível nacional e global, respectivamente. Além disso, no último ano, a Companhia criou a EDP Ventures Brasil, primeiro veículo de investimentos de capital de risco do mercado elétrico brasileiro, com R$ 30 milhões para destinar a startups capazes de gerar valor para o grupo nas seguintes verticais: energia renovável, redes inteligentes, armazenamento de energia, Inovação digital (blockchain, IoT, big data, realidade virtual), Soluções com foco no cliente (fintechs, soluções inteligentes para casa) e área de suporte (legal tech, plataformas de RH). “A EDP tem um histórico longo e consistente de apoio ao empreendedorismo. Acreditamos que a aproximação com a Abstartups nos permitirá potencializar nosso relacionamento com o ecossistema nacional e a geração de soluções inovadoras”, afirma Livia Brando, gestora executiva de Inovação na EDP Brasil.

Além dessas novas empresas, a Random, B3, PiaR Comunicação, Salesforce, Loja Integrada e a Sympla fazem parte dos mantenedores da Abstartups. “Por ano, conseguimos impactar mais de 50 mil empreendedores diretamente e isso não seria possível sem uma rede de parceiros e mantenedores que trabalham para impulsionar as startups”, afirma Amure Pinho.

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Em parceria com Aceleradora ACE, LIDE FUTURO promove Startup Day

A mais qualificada plataforma de conteúdo, experiência e networking, LIDE FUTURO, em parceria com a ACE, uma das maiores aceleradoras de startups da América Latina, promove, no próximo dia 10, o Startup Day. O evento acontece no MIS, em um único dia, e oferece uma agenda completa de consultoria e networking para jovens lideranças, abordando todos os temas e prioridades de uma startup.

Em mais um projeto exclusivo, o LIDE FUTURO reúne, além dos executivos da ACE, profissionais C-Level da GAMA, escola que capacita talentos nas áreas de programação, design, marketing e vendas para o mercado digital, e da Blanko, agência de comunicação focada em estratégia, planejamento e desenvolvimento criativos.

Durante o período da manhã, será oferecido um welcome coffee para os convidados, seguido pelas palestras da ACE, sobre Validação do Negócio, da Blanko, sobre Marketing Digital, e da GAMA, sobre Cultura Organizacional. Após o almoço, o evento segue exclusivo para os filiados do LIDE FUTURO, que contarão com uma mesa redonda com conteúdo simultâneo acontecendo de hora em hora. O fechamento do Startup Day fica a cargo de Pedro Waengertner, cofundador da ACE.

O LIDE FUTURO é composto por pessoas físicas que estão transformando e impactando os seus mercados com novos modelos de atuação, novas tecnologias e negócios disruptivos, gerando uma rede de relacionamento altamente qualificada e oportunidades reais de negócios.

Startup Day

Data: 10 de abril de 2019, quarta-feira

Horário: das 8h30 às 18h

Local: MIS (Av. Europa, 158 – Jardim Europa, São Paulo)

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Tatiana Pimenta é finalista no Cartier Women’s Initiative Awards

A sul-mato-grossense Tatiana Pimenta está entre as três finalistas da América Latina do prêmio Cartier Women’s Initiative Awards. A fundadora e CEO da startup Vittude, plataforma que conecta psicólogos e pacientes em poucos cliques, é a única brasileira selecionada para participar de uma premiação internacional de projetos empresariais encabeçados por mulheres. O foco da iniciativa, que acontece anualmente desde 2006, é premiar empreendedoras que estejam à frente de negócios com impacto social relevante em sete regiões do planeta: América Latina, América do Norte, Europa, África Subsaariana, Oriente Médio e Norte da África, Ásia Oriental, Sul da Ásia e Oceania. A iniciativa busca apoiar, reconhecer e encorajar mulheres criativas que contribuem de forma concreta na busca de soluções para o futuro do planeta.

“É uma grande honra representar o Brasil e as mulheres empreendedoras do nosso país. Ser finalista do prêmio é um reconhecimento internacional por um trabalho bem feito”, comemora Tatiana, que fundou a Vittude em 2016 a partir de uma necessidade pessoal.

Todas as finalistas receberão coaching de profissionais de mercado, altamente qualificados, e também uma formação em impacto social na conceituada escola de negócios francesa, Insead. As profissionais devem elaborar um plano de negócios detalhado e apresentar seu projeto perante um júri. Com base na qualidade do plano e no caráter persuasivo da apresentação verbal, será selecionada uma vencedora para cada uma das sete regiões do planeta, sendo Tatiana uma das três finalistas da América Latina.

As sete melhores colocadas (uma de cada região do planeta) serão anunciadas no dia 2 de maio de 2019, em São Francisco, na Califórnia. Elas receberão US$ 100 mil e uma formação em impacto social na conceituada escola de negócios francesa Insead, além de treinamento profissional, individual e personalizado. O júri avalia as empresas com base na criatividade (o grau de inovação evidenciado pelo conceito empresarial global), escalabilidade, sustentabilidade e eficiência financeira, impacto social, qualidade geral e a clareza do material apresentado.

“Em menos de uma década, as candidaturas passaram de 360 para quase 3.000 aplicações. Com um crescimento tanto na quantidade, quanto na qualidade das empresas que participam, a iniciativa tornou-se um passo transformador na vida de 198 empresárias em mais de 49 países”, afirma a presidente da Cartier, Cyrille Vigneron.

O perfil típico das finalistas da edição 2019 é composto por mulheres de 33 anos, em média, formadas em engenharia, e que estão à frente de negócios na área de saúde.

A trajetória da empresa

De olho em um cenário em que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 300 milhões de pessoas sofrem com depressão em todo o mundo e outras 260 milhões vivem com transtornos de ansiedade – muitas delas, inclusive, adquirem ambos, a Vittude desenvolveu uma plataforma que conecta psicólogos e pacientes em poucos cliques, levando saúde e bem-estar para brasileiros nos quatro cantos do mundo. Funciona da seguinte maneira: a pessoa acessa o site da startup – www.vittude.com, realiza um breve cadastro, escolhe seu psicólogo online de acordo com suas preferências e agenda a sessão. Tudo online, inclusive o pagamento.

O paciente também tem acesso a informações detalhadas sobre o currículo e a linha de atuação de cada psicólogo, a disponibilidade de agenda do especialista e o valor da consulta estipulado por cada profissional cadastrado no site.

“Segundo o do Ministério das Relações Exteriores, hoje 2,5 milhões de brasileiros vivem no exterior. Com o surgimento da terapia online, essas pessoas passam a ter acesso a psicólogos experientes e extremamente qualificados, de seu próprio país. Fazer terapia em uma língua que não é a materna é extremamente difícil. Há palavras que só existem no nosso vocabulário, como, por exemplo, saudade”, destaca a fundadora e CEO da Vittude, Tatiana Pimenta.

Hoje a startup conta com cerca de 2000 psicólogos e mais de 8 mil pacientes cadastrados, atuando em todo território nacional e alcançando brasileiros em outros 40 países. São mais de 1000 atendimentos realizados todo mês por profissionais qualificados e certificados pelos conselhos regionais de psicologia.

“Vejo o atendimento online como uma forma de ampliar o acesso a cuidados de saúde mental, em especial de forma preventiva. Hoje menos de 3% da população faz terapia, sendo que quase 60 milhões de brasileiros têm algum transtorno mental diagnosticado. Muitos só buscam a terapia quando já estão em uma condição de extremo sofrimento psíquico, necessitando de tratamento medicamentoso e atenção redobrada”, analisa Tatiana.

Para atender pacientes em quase todos os continentes, a Vittude desenvolveu um consultório virtual 100% criptografado, que garante a confidencialidade das consultas, de acordo com os protocolos internacionais de privacidade, como o HIPAA Act e o HITECH Act, que versam sobre sigilo e segurança de dados em atendimento de saúde.

Acesse http://www.vittude.com e saiba mais.

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Oi leva 31 startups para etapa final do processo seletivo para programa de aceleração do Oito

A Oi levou 31 startups para a etapa final do processo seletivo do segundo ciclo de aceleração do Oito, o hub de empreendedorismo e inovação da companhia. No pitching, que aconteceu esta semana no teatro do Oito, no Rio de Janeiro, cada empresa teve 20 minutos para apresentar suas propostas e responder perguntas da banca, composta por executivos de diferentes diretorias da Oi. O número de selecionadas será definido de acordo com a adequação das propostas aos desafios definidos no edital, elaborados com a contribuição de diferentes áreas da companhia.

O edital recebeu 204 inscrições de startups todas as regiões do Brasil e de outros quatro países (Canadá, Estados Unidos, Israel e Portugal). O Oito busca contribuir para o desenvolvimento de produtos e serviços de base tecnológica com capacidade de melhorar a experiência do cliente, aumentar a eficiência operacional da Oi ou de gerar novas oportunidades de negócios para a companhia ou seus parceiros.

“Nesse segundo ciclo de aceleração do Oito, buscamos projetos mais maduros, que já estejam prontos para aproveitar as alavancas de negócio da Oi, e recebemos muitas propostas com grande potencial de crescimento”, afirma Pedro Abreu, diretor do Oito.

Os desafios que deverão ser atendidos pelas startups foram divididos em quatro categorias: operacionais, financeiros, negócios e open telecom. A categoria que recebeu o maior volume de inscrições e teve o maior número de startups selecionadas para a etapa final foi a de negócios, cujos desafios foram elaborados pela diretoria de negócios B2B da Oi.

“O pitching é uma oportunidade de conhecermos melhor essas startups e avaliarmos se há de fato sinergia com o nosso negócio para desenvolvermos soluções inovadoras, seja para uso da companhia, seja para incluirmos no nosso portfólio e atendermos as novas demandas dos clientes”, afirma Adriana Viali, diretora de B2B da Oi.

Além da aderência aos desafios, os critérios de seleção serão a maturidade da solução e da empresa, a sua viabilidade técnica e econômica, a consistência entre o modelo de negócio e a estratégia de entrada no mercado, o grau de inovação e competitividade da solução, e a qualificação da equipe proponente.

“A aproximação com as startups oxigena a companhia e traz agilidade no desenvolvimento de soluções digitais inovadoras para as empresas que avançam no seu processo de transformação digital”, comenta Ricardo Drumond, diretor de Digital da Oi.

As startups selecionadas terão acesso a mentorias, apoio nas áreas gerencial, jurídica, financeira e de comunicação, e acesso facilitado a produtos e serviços de empresas parceiras, como IBM e Amazon Web Services. As incubadas também terão à disposição até três posições de trabalho no espaço de coworking do Oito e poderão receber novas receitas decorrentes da sinergia com a Oi e, eventualmente, investimento para desenvolvimento de adequações da solução. As condições e valores serão acordados entre as partes, incluindo a participação do Oito no seu capital social.

Conheça abaixo os desafios apresentados pela Oi e saiba quantas startups se classificaram para a etapa final em cada um deles.

– Desafios Operacionais

Gestão de Home Devices: 1
Ensino à Distância Gamificado: 2
Plataforma de Relacionamento: 2
People Analytics: 1
Gestão de Energia: 1

– Desafios de Negócios

Video Analytics: 3
Multicloud Management: 1
Marketing Digital + Gestão de Campanhas: 2
Marketplace: 4
IoT Low Cost + SaaS: 6
Experiência de Cliente (UX) em Loja: 4

– Desafios Financeiros

Cobrança Alternativa: 1
Alternativas de Arrecadação: 2

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Santander abre inscrições para a terceira edição do seu programa de aceleração de startups

O Santander Brasil abre hoje as inscrições para o Radar – Programa de Aceleração, que apoia empreendedores que buscam crescimento acelerado e desafiam o mercado financeiro com soluções inovadoras. O programa, que é realizado em parceria com a Endeavor, entra na terceira edição com uma série de mudanças.

As inscrições podem ser feitas no portal https://www.santander.com.br/hotsite/radar/ até o dia 05 de maio e são gratuitas. O Radar – Programa de Aceleração busca startups com perfil de scale-ups, com um moldeo de negócio escalável, um sólido portfólio de clientes, com vendas recorrentes e com dedicação integral dos seus sócios-fundadores.

Nesta edição, procuram-se soluções inovadoras em análise de dados, canais de relacionamento; eficiência em custos; e serviços para pequenas e médias empresas (PMEs). O programa também aceita inscrições de negócios que já tenham recebido aportes financeiros em nível Seed, Series A ou posteriores.

Durante cada período de aceleração serão oferecidos um diagnóstico do negócio (análise do estágio de maturidade dos principais desafios para o crescimento); capacitações individuais e coletivas com executivos do Santander e da Endeavor, além de uma rede de networking e conexões para geração de potenciais negócios.

Mais startups e dois batches por ano

O Radar – Programa de Aceleração terá algumas alterações a partir de 2019. Serão dois ciclos completos de seleção e aceleração (batches) por ano, e não apenas um. Outra mudança é a quantidade de startups que vão participar de cada batch: antes eram selecionadas cinco scale-ups e, agora, podem chegar a 10.

“Mais do que simplesmente entender essa nova dinâmica do mercado financeiro, temos que aprender com as startups. A ampliação desse relacionamento dissemina a cultura da inovação e gera novas oportunidades de negócios para todas as áreas de atuação do Santander. Queremos ser o banco dos empreendedores e o Radar Programa de Aceleração é mais um reforço do nosso posicionamento nesse ecossistema”, afirma Cássio Schmitt, diretor de Novos Negócios do Santander Brasil.

No primeiro batch do ano, as inscrições vão até o dia 05 de maio. No dia 08 de maio, os 18 finalistas que disputarão as vagas para as mentorias serão divulgados. Antes da etapa final, as scale-ups terão uma imersão com os mentores (sponsors) e uma apresentação (Pitch Day) para o Comitê Executivo do Santander Brasil e representantes da Endeavor. No dia 03 de junho, serão anunciadas as scale-ups selecionadas para participar da aceleração, que será realizada de 10 de junho a 13 de setembro.

Em setembro está prevista a abertura das inscrições para o segundo batch e, em dezembro, um Demo Day com a apresentação dos resultados dos dois batches de 2019.

“A terceira edição do Radar – Programa de Aceleração vem para consolidá-lo como uma das principais referências do mercado em scale-ups e desenvolvimento de negócios com grandes corporações, no caso o Santander Brasil. O engajamento empreendedor-empresa é uma das principais formas de inovação aberta para corporações e o Radar – Programa de Aceleração comprova isso pelos resultados de suas edições passadas, nas quais 80% das empresas aceleradas fizeram negócios com o Banco”, ressalta Luis Felipe Franco, head de Corporate Innovation na Endeavor Brasil.

Edições anteriores

Em 2017, estreia do Radar Santander, participaram da mentorias as scale-ups Pipefy, de gestão de processos e workflows para ganho de eficiência; Tempest, de solução de cyber segurança e combate a fraudes digitais; IDwall, de serviços de validação de documentos, verificação de identidade e background check; Moneto, de solução por aplicativo de recebimento, controle e cobrança para microempresário; e Docway, de base de médicos e pacientes para atendimento domiciliar.

No ano passado, receberam mentorias as scale-ups Aquarela, de plataforma de Data Analytics para predição de cenários; Arquivei, de gerenciamento e armazenamento automático de notas fiscais de forma automática; Escale, de marketing digital para aumento de performance em vendas; Sensedia, plataforma para design, segurança e gerenciamento de APIs; e Skore, de capacitação e gestão do conhecimento.

Somadas as duas edições anteriores, o programa recebeu mais de 500 inscrições e mais de 1 milhão de pessoas foram sensibilizadas via redes sociais.

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Gigante brasileira de tecnologia investe em HRTech de vídeo recrutamento

A Jobecam, plataforma de empregos que busca otimizar os processos de recrutamento e seleção, por meio da ferramenta de vídeo e uso de algoritmos inteligentes, acaba de receber aporte financeiro da BRQ Digital Solutions. A empresa, uma das gigantes da área de tecnologia no país, trabalha há 26 anos apaixonada por transformar negócios no setor.

Antes do investimento e da parceria, a marca é cliente da startup. A instituição faz uso da plataforma de vídeo e oferece vagas desde tecnologia a backoffice.

Para Cammila Yochabell, fundadora e CEO da Jobecam, a atuação da BRQ vai além do investimento financeiro. A executiva destaca que o modo de atuação da nova parceira na transformação digital das empresas, unindo a paixão em transformar negócios, está alinhado com as crenças da Jobecam, que, segundo ela, vem alterando positivamente os processos de recrutamento nas organizações.

“A BRQ por meio do BRQ Labs já vem atuando em decisões estratégicas junto ao board da Jobecam, com o foco de melhorias contínuas na tecnologia para que a plataforma escale de forma sustentável e segura, principalmente por já ser reconhecida como a melhor plataforma de vídeo recrutamento do mercado brasileiro”, afirma a empresária.

Já para BRQ, uma das principais razões para o investimento é acreditar em um recrutamento mais assertivo e ágil. “Vimos na Jobecam uma oportunidade de aprimorar o recrutamento do século 21 e conectar de forma eficiente candidatos e contratantes”, destaca Antonio Pimentel, sócio diretor da empresa.

Além do novo aporte, a Jobecam acaba de ser selecionada para o programa de aceleração do Facebook com a Artemísia, na Estação Hack, primeiro centro para inovação criado pela rede social americana no mundo para impulsionar startups de impacto social.

“Parcerias como estas espelham o crescimento da Jobecam no mercado, onde tem se consolidado como referência e sustentado a ideia de um recrutamento mais humanizado dentro das corporações”, analisa Cammila Yochabell.

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Startup Weekend Energy Tech traz o ecossistema de startups ao setor elétrico

Já pensou que a energia que você produz quando caminha pode ser rentável? O projeto vencedor da primeira edição Startup Weekend de energia elétrica na América Latina, ocorrido nos dias 22, 23 e 24 de março, em São Paulo, trouxe uma solução que une mobilidade e nanogeração de energia (para uso pessoal), a Green Box. No primeiro dia do evento foram realizados pitches (apresentações rápidas). As ideias mais votadas foram trabalhadas em uma maratona de 54 horas, onde os participantes receberam a mentoria de um time de especialistas de diversas áreas ao longo da jornada. No final, os projetos foram apresentados para um corpo de jurados do setor.

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) foi uma das patrocinadoras com Schneider Electric, Paradigma, VMBears e Omega Energia, com o apoio do InovaBra, Celebrar.co, Advisor BPO, Clube de Negócios, Bella Notte, Alura, SOAP e Eureka. Com 83 participantes, muitos destacaram a importância de fomentar ações como esta ao setor elétrico. O criador da ideia da Green Box, o cientista da computação e arquiteto de soluções da CCEE Saulo Roncon, viu a sua ideia inicial se transformar e o time até conseguiu potenciais clientes durante o processo de criação. Roncon destaca que este tipo de evento traz inovação para a empresa pela mudança de mindset na forma de trabalhar de quem participa. Ainda destaca que ações como esta irão refletir no mercado de energia inteiro. “O apoio da CCEE é essencial e deveriam trazer mais edições sobre este tema”, acrescenta Roncon.

O engenheiro William Matsubara, gerente de tesouraria da CCEE, estava no time que ganhou em terceiro lugar com o projeto Clima Certo, aplicativo que ajuda as pessoas a saberem qual é o tamanho do ar-condicionado adequado ao espaço em que ele será instalado — trazendo eficiência energética. “A CCEE tem esta cultura de inovação. O Inova CCEE, que é o mote deste ano, é exatamente isto: focar em inovação e procurar um jeito melhor e mais fácil de fazer as coisas. Este evento mais que validou isto”, conclui Matsubara. Também foram vencedores o projeto Flashback (2º lugar) e Energy Chain (menção honrosa).

Networking foi um dos motivos da participante dessa maratona criativa, a engenheira mecânica Marina Galli, mestranda em Energia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), decidir se inscrever. Marina conta que a Startup Weekend fomenta ideias e o diferencial desta edição foi ter focado em energia elétrica, área de seu interesse para criar uma startup. O engenheiro de software da Siemens, David Gabriel de Souza Joaquim, foi ao evento como observador: “Infelizmente, existem poucas startups do setor e tem de ter mais empresas promovendo este tipo de evento”, diz Joaquim, que trabalha com transformador de potência e acredita que será interessante esta triagem de startups para trazer soluções às necessidades da área já existentes ou repassá-las para que tragam mais soluções.

Inovação como mantra da CCEE

O consumo total de eletricidade deve crescer cerca de 50% acima da economia brasileira até 2026, ano em que, estima-se, a eficiência energética irá representar 7% do consumo final energético do Brasil, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Para adotar uma visão de futuro com o objetivo de que o País não perca a transformação tecnológica que o setor elétrico viverá, é imprescindível investir em tecnologias disruptivas.

O gerente executivo de Arquitetura de Sistemas, Dario Almeida, que foi um dos jurados desta edição, destaca que a CCEE tem se aproximado das startups: “Inovar é um pilar de sustentação e desenvolvimento da CCEE”. Almeida reforça ainda que: “vamos levar este modelo de trabalho (construído durante o evento)nas nossas inovações”. Dos 83 participantes, 24 trabalham na CCEE. “É um marco para nós, como companhia, muitos deles estiveram entre os primeiros colocados. Dos que ganharam, têm grande potencial para continuar (com o projeto) seja em paralelo, seja com apoio da CCEE. O que fica como grande ganho é a metodologia, é a imersão, é o aprendizado, é esta experiência transformadora”, analisa um dos organizadores da edição de energia do Startup Weekend, Will Nascimento.

Para o executivo de Contabilização e Liquidação da CCEE, Ediléu Cardoso Júnior, o setor de energia elétrica está passando por uma transformação e precisa beber desta fonte das startups, pois precisa inovar para ser dinâmico ao crescer. Cardoso Júnior foi um dos mentores e acrescenta que também foram desenvolvidos projetos que focam em problemas do setor de comercialização, como um grupo que falava que o problema era o risco de contraparte, que é uma condição que está acontecendo hoje. “O mercado de energia é muito carente de inovação. Tentamos trazer esta dinâmica para o mercado. Acredito que conseguimos”, analisa o líder da organização da edição Startup Weekend Energy, o analista de sistemas, Gilberto Silveira Junior.

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Projetos de health tech podem se inscrever em programa gratuito do Sebrae-SP

Durante o Speed Mentoring, empreendedor terá ajuda para desenvolver e validar a ideia de negócio voltada para aplicação de tecnologia na saúde
Os empreendedores com ideias de negócios de health tech, ou seja, de tecnologias ligadas à saúde, podem se inscrever para participar do Programa Speed Mentoring do Sebrae-SP. O programa tem como objetivo ajudar no desenvolvimento e validações iniciais do projeto. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 29 de abril.

De acordo com a consultora do Sebrae-SP Elisabete Fernandes, o Speed Mentoring tem como foco potencializar uma ideia, um time ou um projeto que se encontra em fase inicial, ou seja, aquele que está apenas na ideia. “O programa vai ajudar o potencial empreendedor ou empreendedor a validar as hipóteses iniciais da sua ideia ou projeto de negócio”, destaca.

O programa começa no dia 7 de maio e segue até o dia 30, na Escola de Negócios Sebrae-SP, em São Paulo. A programação inclui workshops, rodadas de mentorias, bate papo com especialistas. Ao final do programa apresentam o pitch, uma apresentação rápida do projeto, para uma banca composta por convidados que atuam no mercado. Os encontros serão realizados nas terças e quintas de maio, com mais de 40 horas de atividades.

Todos os projetos serão avaliados e até 45 empreendedores serão escolhidos (podem participar duas pessoas por projeto). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site: http://bit.ly/SMHealthtech2019.

Durante o ano, serão abertas inscrições para novas edições do Speed Mentoring voltadas para projetos de música, games, fintech, audiovisual, edutech e startup world.

Programa Speed Mentoring – Health Tech

Local: Escola de Negócios Sebrae-SP – Alameda Nothmann, 598, Campos Elíseos, São Paulo
Inscrições gratuitas: http://bit.ly/SMHealthtech2019
Prazo: 29 de abril

Programação

1ª semana – Desenvolvimento Empreendedor
7 de maio: Oficina Desafio fast food
9 de maio: Oficina Qual seu modelo de negócio + bate papo com especialista

2ª semana – Desenvolvimento da ideia
14 de maio: Oficina Minha ideia vai virar
16 de maio: Oficina Tripé do desenvolvimento

3ª semana – Validação
21 de maio: Desenvolvimento pelo cliente
23 de maio: Captação de recursos + Bate Papo Empreendedor + rodada de mentoria

4ª semana – Apresentação Modelo de negócios
28 de maio: Oficina de pitch 1
30 de maio: Oficina de pitch 2 + banca

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moObie anuncia expansão da operação de carsharing para todas as cidades do Brasil

Após boa performance no Estado de São Paulo e nas capitais brasileiras, a moObie, maior plataforma de carsharing da América Latina, anuncia a expansão da sua operação para todas as cidades do País. A partir de agora, proprietários de todo o território nacional podem ofertar seus automóveis para alugar no app a outras pessoas físicas; da mesma forma, usuários da moObie poderão encontrar carros em qualquer região.

A expansão para todas as cidades brasileiras é mais um passo no processo de consolidação da moObie, iniciado no segundo semestre de 2018 com o recebimento de aporte de R$ 15 milhões de investidores-anjo e parcerias com Toyota e Liberty Seguros. Em março de 2018, a plataforma contava com 75 mil usuários cadastrados e 4 mil veículos disponíveis. Após um ano, a moObie aumentou os números: atualmente são 270 mil usuários e 17 mil veículos cadastrados.

O crescimento ocorre na medida que o conceito de carsharing passa a ser cada vez mais compreendido pelos brasileiros como uma alternativa de geração de renda para pequenas empresas e pessoas físicas que estão com o carro sem uso na maior parte do tempo. “A moObie serve como um investimento: ao alugar o carro que está parado na garagem, o parceiro garante uma renda extra. O retorno financeiro serve como renda extra e até como forma de custear o próprio carro”, explica Tamy Lin, CEO e fundadora da plataforma.

Por conta do aumento das demandas, a empresa mudou para um novo escritório em São Paulo e aumentou em 30% os times de operações, inovação e growth. A expansão da operação amplia a abrangência atual – de cerca de 100 cidades incluindo capitais e o Estado de São Paulo – para mais de 5.570 municípios. Segundo Tamy, “vamos chegar em cidades onde não há nem aplicativos de táxi ou de mobilidade urbana. Nestes locais, seremos a principal solução de mobilidade urbana para muita gente”.

Período de testes nas capitais

Até o final de 2018, a startup atuava de forma consistente em todo o Estado de São Paulo e em Curitiba. Após receber de proprietários de outras regiões inúmeros pedidos de inclusão de carros na plataforma, em janeiro de 2019 foi ampliada a operação para as 26 capitais estaduais e Distrito Federal.

A operação nas capitais foi usada como um projeto piloto para compreender os diferentes mercados locais e o potencial de cada um. Após laboratório de 45 dias, a equipe de operação da moObie concluiu que era necessário expandir o modelo, de acordo com as demandas recebidas.

“Durante o teste, verificamos como cada região trata a questão da renda extra e o ato de alugar o veículo para um terceiro. Resultou em duas demandas: em regiões turísticas, os parceiros colocam o carro no aplicativo para alugar às pessoas que chegam para passar alguns dias no local. Em outras, onde o transporte público é insuficiente e táxis são caros, o compartilhamento é opção para o uso no dia a dia. Isso, somado aos pedidos que recebemos diariamente de todos os pontos do Brasil, nos faz concluir que o mercado de compartilhamento é possível em todo o País”, comenta Tamy.

O funcionamento

A locação acontece de Pessoa para Pessoa (P2P) por meio de um app intuitivo e prático. O condutor que precisa de um carro faz o cadastro do cartão de crédito e a CNH pelo celular, que é avaliada pelo time da moObie quanto à validade e regularização, além de outros critérios que garantem a segurança.

Já o proprietário cadastra seu carro, que passa por validação onde são verificados a situação junto ao Detran/Denatran, vigência do seguro e critérios de elegibilidade (ano de fabricação igual ou superior a 2009 e menos de 100 mil km rodados).

Depois de cadastrado, o interessado acessa o app para buscar o veículo disponível mais indicado à sua necessidade em um mapa de localização, verifica preço e solicita a reserva. Do outro lado, o dono visualiza o pedido e tem autonomia para aceitar ou não a solicitação na data especificada, de acordo com sua disponibilidade. O pagamento é feito no ato da confirmação da reserva via cartão de crédito do condutor e entra na conta do proprietário do carro cadastrada na moObie em datas pré-definidas.

No ato da entrega das chaves, é realizado um check-in no próprio app; da mesma forma, na devolução é feito check out via celular. O carro deve ser devolvido nas mesmas condições em que foi entregue, limpo e abastecido. Caso haja infração ou acidente durante a locação, há processos preestabelecidos. O número da habilitação do usuário fica registrado e o carro está segurado durante todo o período de locação – (se houver sinistro, a seguradora da moObie é a responsável e não a do proprietário. E se houver infração, os pontos vão para o usuário, não para o dono do carro).

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