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O melhor momento para buscar um investidor anjo

Por Maria Rita Spina Bueno, diretora-executiva da Anjos do Brasil

O Brasil é uma fábrica de startups. Segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups) há mais de 6 mil delas buscando um lugar ao sol no mercado. Mas criar uma startup demanda muita dedicação do empreendedor e é preciso passar por várias etapas de desenvolvimento antes de buscar um investidor anjo, algo que muitos sonham, mas pouquíssimos, de fato, conseguem. Só em 2018, foram submetidas à rede da Anjos do Brasil cerca de 800 projetos de todas as partes do país e nas mais diferentes áreas. Apenas 20 receberam um aporte.

Por isso, em primeiro lugar, é necessário compreender quais são os estágios pelo qual uma empresa nascente passa para depois analisar qual o momento adequado para buscar investimento, sem atropelos. A fase inicial é momento em que a startup deixa de ser apenas uma ideia e se torna realmente um projeto. Nessa etapa, o empreendedor já deve ter o conhecimento básico sobre mercado onde irá atuar. Algumas dessas noções englobam, por exemplo, qual o diferencial do seu produto/serviço no mercado e qual a solução que ele traz.

Em seguida, há a fase intermediária, em que o empreendedor irá modelar o negócio. Ele fará um planejamento de como será o crescimento da empresa, qual o aporte necessário a ser obtido para alcançar determinado objetivo e estabelecimento de uma estratégia de mercado de curto prazo. É também nesse ponto do desenvolvimento que será formado o time da empresa.

Com isso, passamos para a etapa chamada de operação. Esse é o momento da “mão na massa”. Quando os planos já foram colocados em prática, ou seja, quando há pelo menos uma primeira versão do produto ou serviço sendo testado no mercado. Com ele, será possível entender quais mudanças serão necessárias, os desafios que devem ser superados e o que já está dando certo.

É nesse momento que fazemos uma pausa. Isso porque, em grande parte dos casos, esta é a melhor etapa para procurar um investidor anjo. Mas há um ponto em que o empreendedor precisa prestar atenção: não adianta procurar investimento se a startup precisa de capital imediatamente porque isso leva tempo, podendo chegar a meses para, enfim, fechar o negócio entre o investidor-anjo e o empreendedor.

Isso acontece porque é preciso estabelecer uma relação de confiança entre investidor e empreendedor, há também motivos mais técnicos que demandam tempo, como o processo de Due Diligence (uma avaliação para verificar a situação da startup antes de assinar o contrato). Dessa forma, podemos até considerar a etapa da operação como a mais adequada para procurar o investimento anjo, desde que fatores específicos de cada empresa sejam considerados e, principalmente, a questão do tempo.

Portanto, empreendedor, nada de atropelos. O ponto chave não é a ideia, é a execução. Investidores não querem implementar uma ideia, mas sim investir em bons empreendedores que realizem seus projetos de negócios. O melhor lugar para buscar investimento anjo é nas redes de investidores anjo organizadas. Elas agregam mais valor e tem boas práticas que fazem com que o processo funcione melhor.

Um alerta importante. O segmento de investidores anjo trabalha com 50% de mortalidade das startups nos primeiros dois anos de operação após investimentos realizados e apenas 10% das empresas realmente atingem um crescimento significativo depois de cinco anos. Aplicar objetivamente o plano de crescimento definido, acompanhando indicadores e resultados, é o grande segredo para sucesso da startup. Agora, mãos à obra!!!

Quatro startups amazonenses serão aceleradas na quarta rodada do programa Samsung Creative Startups

Quatro startups do Estado do Amazonas foram selecionadas para a quarta rodada do programa de aceleração Samsung Creative Startups, realizado em parceria com a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e o Centro Coreano de Economia Criativa e Inovação (CCEI). Alltism, Keep Smiling, RealVM e NavegAM receberão até R$ 200 mil, livres de equity, para investimento exclusivo no desenvolvimento de produtos e serviços, além de mentorias técnicas e de mercado, treinamentos e assessorias com profissionais da Samsung. No total, 12 startups participam da nova rodada.

Conheça as soluções:

ALLTISM

O ALLtism é uma ferramenta desenvolvida com o objetivo de unir pais e profissionais em benefício da criança autista. A plataforma oferece o acompanhamento das atividades propostas pelos profissionais envolvidos no tratamento, como psicólogos e fonoaudiólogos, e possibilita uma visão qualitativa e quantitativa da evolução da criança. Somado a isso, o ALLtism usa Inteligência Artificial para identificar correlações nesse histórico de exercícios e recomendar melhorias no tratamento. O acesso à plataforma é viabilizado via plano de assinatura mensal.

“Com o programa Creative Startups, pretendemos impulsionar o desenvolvimento do ALLtism e conhecer ainda mais o nosso público por meio das pesquisas que faremos dentro do programa e desenvolver habilidades de negócios com as mentorias recebidas. Acreditamos que a participação nesse programa nos dará visibilidade e mais credibilidade por estarmos junto a uma marca de renome como é a Samsung”, diz Juliane Silva, CEO da ALLtism.

KEEP SMILING

A startup KeepSmiling criou uma solução que monitora a escovação de crianças por meio de jogos educativos utilizando técnicas de inteligência artificial e diversão. O dispositivo plugado em qualquer escova coleta os dados e mostra o desempenho aos pais e dentistas.

“Inspirados pelos batches anteriores, a nossa expectativa no programa é alta. Com o apoio do programa, esperamos melhorar nossa solução de maneira geral, trazendo a melhor experiência possível para as crianças durante a escovação”, diz José Maria Filho, sócio-fundador da Keep Smiling.

NavegAM

A plataforma NavegAM é uma plataforma para comercialização de passagens para embarcações fluviais. Atualmente, a NavegAM consiste em um módulo interno para as embarcações para gerenciar as informações de venda das passagens, e um App para efetuar a venda dessas passagens tanto na própria embarcação, quanto nas agências que ofertam essas passagens.

“Na próxima etapa esperamos a ajuda da Samsung para melhoria do serviço oferecido atualmente, que é a comercialização das passagens nas embarcações e agências, além de ajuda na confecção e divulgação futuramente do e-commerce em desenvolvimento durante o Samsung Creative Startups”, diz Geferson Oliveira, CEO da NavegAM.

RealVM

O RealVM é um simulador em realidade virtual no qual o aluno poderá interagir com um paciente ligado a aparelho de ventilação mecânica. Com esse método, estudantes, professores de medicina e profissionais de saúde desenvolvem o raciocínio clínico, habilidades e competências por meio de respostas às ações no simulador. O aprendizado é feito por experimentação, sendo possível repetir o processo até encontrar o resultado mais condizente com o quadro do paciente.

“Nossa expectativa no programa é o desenvolvimento e a maturação do produto com o apoio dos especialistas e mentores da Samsung Creative Startups, bem como aprimorar o modelo de negócios para assim ter a oportunidade de entrar no mercado de maneira mais sólida e profissional”, diz Sibila Lilian Osis, CEO da Sensus Creation.

Desde 2016, quando ocorreu a primeira edição do Samsung Creative Startups, 33 startups já foram aceleradas. “O Creative Startups é parte da estratégia da Samsung para impactar e incentivar, com o apoio de incubadoras parceiras, o desenvolvimento de soluções tecnológicas em todo país. O diferencial do programa é manter o foco nos produtos e serviços oferecidos pelas startups, não somente na operação do negócio. Isso aumenta consideravelmente o tempo de vida no mercado”, diz Paulo Quirino, Coordenador Nacional do Programa Creative Startups na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung.

Ao final do Batch 4, as startups têm a chance de serem indicadas para um intercâmbio cruzado na Coreia do Sul, quando poderão apresentar as soluções desenvolvidas para investidores asiáticos. Em 2018, a IoT Makers, que criou o Galena, um roteador para Internet das Coisas que permite ao usuário conectar dispositivos como lâmpadas e smartphones e disponibiliza um sistema de autodiagnostico de segurança; e a Joga+, que desenvolveu um aplicativo para que jogadores de futebol otimizem seu desempenho em campo por meio do monitoramento das práticas feitos via smartwatch ou smartphone, foram as escolhidas.

As startups também podem ser selecionadas para participar do Samsung Developers Conference, a conferência anual de desenvolvedores realizada pela empresa em São Francisco, na Califórnia. É o caso da Dreamkid, empreendimento que criou o Felt, plataforma de jogos interativos para ajudar as crianças a expressarem e lidarem com os sentimentos, que foi a primeira startup a participar do evento por meio do Programa.

Como se destacar no mar de startups no Brasil?

De acordo com a Abstartups – Associação Brasileira de Startups – o Brasil já conta com mais de 10 mil startups. Recentemente, foi divulgada a lista com as 100 mais promissoras e que merecem atenção em 2019.

A tarefa de construir uma empresa, vencer os desafios diários, aprender com as dificuldades e obter sucesso é árdua e construída, dia a dia, por equipes que abraçam a ideia e acreditam que podem fazer a diferença na vida da sociedade.

Por isso, CEOs de 7 startups presentes na lista contam um pouco de suas experiências, dando conselhos para que você também conquiste uma destaque em seu segmento:

Rafael Pereira, CEO da REBEL

“Meu conselho pra quem está iniciando na arte de empreender é: foque em resolver o problema do cliente. Já existem vários, você não precisa – e nem deve – criar mais um. Outra coisa: muitas ideias vão dar errado. Não veja como um fracasso, e sim um aprendizado. Você aprende e não desiste. Neste momento, estamos trabalhando dia e noite pra melhorar a experiência do usuário, para atender cada vez melhor nosso cliente e acabar com a escravidão dos juros no Brasil”.

Marcelo França, CEO do Celcoin

“Há exatamente 3 anos lançamos o Celcoin. Foi um período em que construímos a equipe, o produto, superamos crises e aprendemos muito. Esse aprendizado veio principalmente a partir do contato com nossos usuários diretos ou ‘agentes’. Foi escutando o que eles precisavam que conseguimos chegar na versão atual do Celcoin e superar pela 1a vez a marca de R$ 100 milhões transacionados no mês em serviços.”

Ramires Paiva, CEO da Creditoo

“Nos últimos seis meses, crescemos dez vezes e, para mantermos a demanda dos nossos clientes, estamos contratando profissionais em diversas áreas. Não existe uma receita para se destacar, mas a Creditoo acredita que alguns fatores são bem importantes: trabalhe duro, atenda um mercado gigante, tenha um bom produto e tenha a melhor equipe possível para implantar esse produto. O principal conselho é pesquisar e estudar bastante para encontrar, principalmente: mercado grande, produto certo e uma boa equipe. Um negócio com essas características tem maior chance de prosperar, mesmo que aconteçam alguns imprevistos no caminho”

Carlos Tristan, co-fundador da Squid

“Estamos, pela segunda vez, na lista. Desta vez o momento é especial, já que estamos anunciando a nossa nova marca. Receber este reconhecimento nos mostra que estamos no caminho certo. Se eu pudesse dar uma dica aos empreendedores é que fiquem atentos às mudanças do mercado e busquem inovação constante para se diferenciar dos concorrentes. Busque se conectar com as pessoas que admira e confie mais na sua intuição do que no seu plano de negócios. É melhor errar rápido e colher esses aprendizados, do que passar meses desenhando uma ideia em um planejamento que nunca vai para o mercado.”

Marcus Figueredo, CEO da Hi Technologies

“Três coisas têm sido muito importantes para o sucesso da Hi Technologies até aqui. Primeiro, ter uma equipe formada por pessoas resilientes e comprometidas. Estamos no mercado há algum tempo e nem sempre o mar está calmo e, por isso, formar um time capaz de vencer qualquer desafio é essencial. Segundo, oferecer um produto que entregue valor ao mercado. Os serviços e produtos precisam ser desenvolvidos para fazer o que a tecnologia veio para fazer, eliminar os intermediários e agregar valor direto pro cliente final. E, por fim, ter investidores que acreditam nos fundadores. Aqui na Hi já colocamos dinheiro nosso por muitos anos para desenvolver e crescer o negócio. Mas chega uma hora em que você precisa de dinheiro externo e, nesse momento, é essencial escolher um investidor que confie na sua visão, na sua cultura e que possa abrir portas para um networking que realmente te ajude.”

Maurício Feldman, Sócio-fundador da Volanty

“A Volanty está em plena expansão para dar todo o suporte necessário à meta de crescer 25% ao mês.Para se destacar entre as startups não existe uma receita de bolo – é um conjunto de fatores que envolve muito trabalho, olhares voltados para o mercado nacional e internacional e o principal: concentrar os esforços em proporcionar novas experiências e transformar a realidade de um mercado tão tradicional quanto o de automóveis. Identificamos as dificuldades e dores das pessoas e estudamos as formas mais eficientes e escaláveis de oferecer uma solução melhor para elas.”

Eduardo Henrique, CEO da Wavy

“A Wavy é uma empresa do Grupo Movile, até então especialista em soluções de comunicação e conteúdo via serviços de mensagens, focada nos canais de SMS e WhatsApp Business API, mas que decidiu recentemente se reposicionar e ampliar a sua atuação para ajudar seus clientes com soluções de customer experience. A operação da empresa já alcançou o tráfego de mais de 1 bilhão de mensagens por mês em 10 países diferentes.

Aprendemos muito, tivemos muitos erros e acertos na nossa caminhada. Um conselho que posso dar, é que no nosso processo, percebemos que era preciso fazer muito mais experimentos, implementar e validar as ideias de forma mais ágil. Estávamos demorando 6 meses para lançar um projeto e gastando milhares de dólares para perceber que estávamos errados. Acho que todo empreendedor precisa ter a cultura de que errar é aceitável. No final do dia, o que importa é ter pensado em novas ideias, mensurado o resultado e aprendido rápido com o erro, para errar novamente. Isso vira um ciclo virtuoso, em que novas ideias surgem a todo momento, e uma delas pode significar a disrupção do seu negócio. Com essa cultura, é possível manter um nível de crescimento acelerado, o que buscamos a todo momento por aqui.”

Universo TOTVS apresenta painel “O Brasil que faz: Inovação” com as maiores startups do país

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, promove o painel “O Brasil que faz: Inovação”, com a participação de empresas que estão ganhando o mundo com modelos de negócios disruptivos, durante o Universo TOTVS 2019. O evento, que acontece entre os dias 25 e 26 de junho, em São Paulo, irá reunir grandes nomes para falar sobre as principais tendências de tecnologia e negócios do país.

Mediado por Juliano Tubino, vice-presidente de Negócios da TOTVS, o painel conta com a participação de Leandro Caldeira, CEO Brasil do Gympass, Gabriel Braga, cofundador e CEO do QuintoAndar, e Ricardo Bechara, diretor de expansão e cofundador da Rappi BR. O objetivo principal é mostrar como essas startups fizeram acontecer e romperam as barreiras existentes no mundo dos negócios para promover inovação.

As três empresas falam também como em uma economia cada vez mais disputada, as startups e os empreendedores precisam encontrar novas formas de destaque no mercado. “O empreendedorismo no Brasil ganhou fôlego nos últimos anos e temos contribuído para que nossa economia seja mais intensiva no uso de tecnologia e para que tenhamos cada vez mais unicórnios”, destaca o VP da TOTVS.

Ainda dentro dessa seara – “O Brasil que faz”-, mas sob o viés de Reinvenção, Laércio Cosentino mediará o painel, no primeiro dia de evento, sobre estratégias por trás de grandes empresas que não tiveram medo de ousar e se reinventar.

Outras grandes atrações do evento ficam por conta de nomes como a cantora Anitta, Duncan Wardle, ex-VP de Inovação e Criatividade da Disney, Mikkel Scane, CEO e Fundador da Zendesk, e Matt Britton, especialistas em negócios e no comportamento Millennial.

Com mais de 30 mil clientes em todo o mundo, a TOTVS tem como preocupação o desenvolvimento internacional de novas tecnologias, tendências e soluções, a fim de oferecer as ferramentas que o mercado exige e que atendem melhor às necessidades do consumidor final.

Universo TOTVS – dias 25 e 26 de junho de 2019

Onde: Expo Center Norte, R. José Bernardo Pinto, 333 – São Paulo – SP

Inscrições e mais informações: totvs.com/universo-2019

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Hub/sp seleciona startups para programa de aceleração

Mais que um espaço de coworking gratuito oferecido para empreendedores com toda infraestrutura necessária, o hub/sp – centro que aproxima a academia, poder público, iniciativa privada e o ecossistema de inovação, possui um programa de aceleração chamado hub/x. O programa oferece uma rede de mais de 60 mentores, de cinco países diferentes, incentiva a educação empreendedora, dá acesso a fontes de financiamento, eventos como workshops, cursos e palestras, dá acesso a dados disponibilizados pelas secretarias do governo e ainda conecta as startups aos programas de fomento ao empreendedorismo do Governo de São Paulo.

Lançado em novembro deste ano, o programa selecionou 26 startups no primeiro batch e está com vagas abertas para a segunda o segundo batch. Um dos grandes diferenciais do hub/x é que 20% das vagas são destinadas a startups nascidas e criadas na periferia.

“Nosso objetivo é aproximar essas comunidades, seus problemas e possíveis soluções ao mercado. Sabemos que esses empreendedores ainda enfrentam muitos desafios, com pouco – ou nenhum – acesso ao ecossistema de startups e aos investidores sedentos por boas ideias para aplicar dinheiro”, conta Luiz Candreva, head de inovação do hub/sp.

O Demo Day será no dia 28 de maio e as startups têm até o dia 25 para se inscrever no site: hubsp.co/sobre/

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Thomson Reuters participa do Lawtech Conference 2019 e traz especialista internacional em Startups

A Thomson Reuters, líder no desenvolvimento de soluções para o mercado jurídico, participa da terceira edição do Lawtech Conference, o mais importante evento no Brasil voltado às Lawtechs – startups que utilizam novas tecnologias para tornar a rotina do Direito mais eficiente e prática. Com mais de 50 expositores, entre grandes empresas e startups do setor jurídico, a Lawtech Conference 2019 espera ultrapassar o número de três mil visitantes em um único dia. Com o tema “Como a Tecnologia transformará o maior mercado jurídico do mundo?”, o encontro pretende apresentar as principais inovações que vão otimizar a rotina de trabalho dos advogados. A conferência acontece na próxima quinta-feira, 23 de maio, a partir das 9 horas, em São Paulo.

Presente desde a primeira edição do Lawtech Conference, este ano a Thomson Reuters será a anfitriã de um dos painéis mais concorridos do evento. Com o tema “Reprogramando o Direito: O próximo movimento”, que será apresentada pelo norte-americano Nick Jarema, é Vice-Presidente da Thomson Reuters Ventures, a palestra trará ideias sobre a transformação digital e conhecimentos que são importantes ao Direito globalmente. “Nossa base nesse evento é a transparência de ideias, debates e relações. Por isso, escolhemos um espaço central e desenvolvemos um conceito aberto, para que sejamos um ponto de encontro entre os visitantes, conectados com as startups que apoiamos desde a primeira edição do Accelerator Day. É um espaço onde a tecnologia e informações confiáveis são convid ativos à expertise humana, para que verdadeiras inovações sociais possam acontecer a partir dessa convergência”, afirma Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters na América Latina.

A Thomson Reuters também apresenta o maior estande da feira. Com 30m² e sem barreiras, a multinacional terá um espaço colaborativo, que remete ao FLIC (Future Law Innovation Center powered by Thomson Reuters), primeiro centro de inovação na América Latina, mantido pela Thomson Reuters. Com essa arquitetura aberta, a ideia é que o público presente no evento possa discutir sobre temas e possíveis soluções que venham a transformar a rotina de trabalho dos profissionais do Direito. Com um pequeno palco em seu estande, a partir da 9h da manhã, a multinacional receberá palestrantes convidados para debater “Direito Comportamental”, tema que será apresentado por Erik Navarro Wolkart, Juiz Federal e Coordenador do Instituto New Law, “Direito e Tecnologia reprogramando a sociedade”, por Camila Rioja, Head de Legal Tech no Opice Blum, Bruno, Abrusio e Vainzof Ad vogados Associados, e “Direito das Startups”, tema que será discutido por Erik Oioli, sócio-fundador do VBSO Advogados.

Para engajar os participantes no ecossistema de inovação do evento, a Thomson Reuters criou jornadas de liderança em experiências de aprendizagem que, além de novos conhecimentos, presentearão os visitantes com brindes exclusivos da marca, despertando assim o aprendizado em temas complexos de tecnologia.

Além da ilustre presença de Nick Jarema, a plenária principal do evento também contará com as presenças de renomados profissionais no Direito, como Alessandra Martins, Associada da Pinheiro Neto Advogados, Alexandre Zavaglia, CEO da Future Law, Bruno Feigelson, presidente da AB2L- Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs, Criatiano Kruel, Head de Inovação da Startse, Erik Navarro, presidente da Associação Brasileira de Direito e Economia, Daniel Marques, Diretor Executivo da AB2L, Dante Araujo, Head of Legal na IBM-Brasil, Fábio Cendão, Criador do Canvas Jurídico e Legal Hack, Ivar Hartmann, Mestre em Direito e Doutor em Direito Público, Junior Borneli, Head de Educação e Produtos da Startse, Karla Capela, Luciano Benetti, Secretário Nacional do Consumidor no Ministério da Justiça, Paula Guimarães, Fundadora da Comissão de Direito para Startu ps da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB em Minas Gerais, Pedro Englert, CEO da Startse, Ricardo Dalmaso, Mestre e Doutor em Direito Processual pela USP (Universidade do Estado de São Paulo), Victor Scarpa, Cofundador da JurisIntel, e Yve Carpi, Head do Jurídico Comercial, Energia e Contencioso da Raízen.

Saiba mais sobre a programação do Lawtech Conferece 2019, através do link.

Lawtech Conference 2019

Data: quinta-feira, 23 de maio, das 9h às 18h
Local: PRO MAGNO Centro de Eventos – Avenida: Profa. Ilda Kolb, s/n, bairro: Jardim das Laranjeiras, São Paulo/ SP
Entrada: mediante ingressos

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Brazil Accelerate 2030 divulga 35 empresas finalistas do prêmio

São Paulo, maio de 2019 – O programa Brazil Accelerate 2030, iniciativa do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Impact Hub, divulga nesta segunda-feira os selecionados para a etapa nacional do prêmio. O projeto conta com a parceria da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Fundação Grupo Boticário, Pfizer e International Trade Centre.

O coordenador do Accelerate2030 Brasil, André Maciel, se diz surpreso com o número alto de inscrições. “Fomos surpreendidos pelo grande volume de negócios de alta qualidade, o que tornou colossal a tarefa de decidir quais seriam as soluções que nós iremos apoiar. Foram quase 364 candidatos para apenas 30 vagas. Por isso, decidimos ampliar o número de selecionados e ao invés de 30, selecionamos as 35 organizaçõe”, enfatiza.

A banca avaliadora contou com mais de 70 pessoas, dentre eles, empreendedores, executivos, acadêmicos e especialistas de diversos setores e regiões do país. Cada negócio selecionado foi avaliado por no mínimo 3 pessoas, dentro dos critérios estabelecidos pelo edital do programa: clara contribuição aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), estar em estágio de crescimento e possuir um modelo escalável e uma equipe ambiciosa e competente.

Para essa primeira etapa nacional foram selecionados negócios de 12 estados brasileiros e 13 ODS diferentes. “Essa capilaridade de negócios demonstra a escala nacional do Programa e também a diversidade de soluções que merecem ganhar escala global”, finaliza Maciel.

Após um período de 3 meses de etapa nacional, as três empresas com melhor desempenho serão indicadas para a etapa global, iniciada em Genebra e composta por rodadas internacionais de negócios. A seguir as empresas que foram selecionadas para a etapa nacional:

Oxigênio Aceleradora lança novo modelo de aceleração

Começa nesta quinta-feira, 16 de maio, a nova fase de aceleração promovida pela Oxigênio Aceleradora. Voltado para startups em fase de tração, o modelo tem como objetivo impulsionar empresas em estágios mais avançados. As startups terão o acompanhamento de mentores de mercado, equipe da Oxigênio Aceleradora e Executivos da empresa. Serão selecionadas até 10 startups por ciclo, com dois ciclos por ano, sendo 4 meses de aceleração no escritório da Oxigênio em São Paulo. O espaço conta com um equipado laboratório de tecnologia, auditório, salas de reunião, local onde recebe e promove eventos sobre inovação e empreendedorismo.

A novidade oferece às startups selecionadas oportunidade de créditos em consultorias jurídicas, designer, growth, desenvolvimento e assessoria de imprensa, além de créditos em nuvem (AWS, Google e IBM), plataforma de contratação de desenvolvedores e vouchers de desconto com parceiros. A Oxigênio vai ainda provocar encontros com outras empresas parceiras e clientes do Grupo Porto Seguro, a fim de proporcionar oportunidades de negócios para essas empresas.

Uma outra mudança do programa é que agora ele será equity free, ou seja, as startups não precisam abrir mão de nenhuma participação societária para serem aceleradas. Isso abre espaço para a participação de startups em diferentes estágios, que estejam ou não captando investimentos.

“Nosso maior objetivo é criar oportunidades de negócios com a Porto Seguro, desenvolver empresas com soluções inovadoras e assim estimular o ecossistema do empreendedorismo no Brasil. Essa nova fase oferece uma série de facilidades às startups que já têm um projeto em andamento e precisam de estímulos para seguir com seu trabalho. Queremos startups que ofereçam soluções aos nossos negócios e contribuam para o mercado”, explica o gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Porto Seguro e Oxigênio Aceleradora, Mauricio Martinez.

Segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), em 2018 o Brasil contava com mais de seis mil startups, um crescimento de 316% comparado a 2012. “Atenta às necessidades dos novos empreendedores, a Oxigênio acredita que oferecendo consultorias qualificadas pode influenciar para que as startups multipliquem seu crescimento e criar um case de negócio com a Porto Seguro pode trazer benefícios para ambos os lados”, explica Martinez. Os interessados no novo processo seletivo, podem se cadastrar pelo site da aceleradora https://oxigenioaceleradora.com.br/.

Kovi capta US$ 10,6 milhões e faz maior rodada de investimento seed no Brasil

Uma das startups que mais crescem no País, a Kovi agora se prepara para uma nova fase de crescimento ao fazer uma das maiores rodadas de aporte no Brasil, e captar US$ 10,6 milhões em investimento seed. Com o aporte, a empresa visa manter seu franco crescimento, ampliando o desenvolvimento de sua plataforma através de novas melhorias e novas contratações.

Com modelo inovador, a Kovi, que faz parceria com montadoras e locadoras, possibilita que essas empresas cresçam neste mercado com um risco reduzido, podendo prestar o serviço de aluguel de carros sob demanda para motoristas de apps de transporte individual. Setor que tem média de crescimento de 20% por semana, e neste primeiro trimestre de 2019 já multiplicou em dez sua frota de carros. Dentro do mercado de mobilidade, é considerada uma das startups com maior potencial no País.

A Kovi tem a visão de prestar serviços essenciais, desde aluguel de carros, motos, seguro e empréstimos para Gig-Workers, como motoristas de aplicativos ou entregadores das plataformas Rappi, iFood, Loggi, Uber, 99, entre outras, com a missão de dar a melhor condição de vida e trabalho para esses usuários.

“Queremos ajudar um país de 13 milhões de desempregados, e acreditamos que a Kovi irá facilitar ainda mais a entrada de novas pessoas nestas plataformas. Acreditamos em uma nova economia em que os bens serão transformados de posse para consumo”, explica Adhemar Milani Neto, cofundador e CEO da Kovi.

A empresa trouxe um pool dos melhores investidores, entre elas a Monashees (um dos maiores VCs Latam), a YCombinator (maior aceleradora do mundo e investidora da Rappi, AirBnB), Kevin Efrusy (Accel partner) e a Maya Capital (fundado pela filha de Jorge Paulo Lemman). Os fundadores também foram executivos da 99/Didi, primeiro unicórnio brasileiro.

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Mapa Startup + Indústria do Brasil

A Spin, primeira aceleradora especializada em startups com foco em indústrias do Brasil e a A2C, empresa de transformação de marcas e de negócios, realizaram o primeiro mapa Startup + Indústria do Brasil. Com o apoio das entidades ABDI, ABII, ABIMAQ e FIESC, participaram do levantamento 55 indústrias de sete Estados e 18 cidades, e 295 startups de 22 Estados e 81 cidades. A partir dos dados atualizados foi construído uma análise cruzando as informações obtidas de ambos os públicos. Obter a visão das expectativas e necessidades da indústria foi fundamental para traçar a análise das respostas das startups participantes. Confira abaixo os principais dados computados:

INDÚSTRIA NO BRASIL

– Segundo cálculos da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), até 2028, 15% das corporações nacionais devem atuar baseadas na Indústria 4.0;

– De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Indústria, como um todo, representa 22% do PIB do Brasil;

– Responde por 49% das exportações;

– por 67% da pesquisa e desenvolvimento do setor privado;

– por 32% dos tributos federais (exceto receitas previdenciárias).

Para se ter ideia da importância desse movimento econômico, para cada R$ 1 produzido na indústria, são gerados R$ 2,40 na economia como um todo, sendo que nos demais setores, o valor gerado é menor: R$ 1,66 na agricultura e R$ 1,49 no comércio e serviços.

PERFIL DAS STARTUPS COM SOLUÇÕES PARA A INDÚSTRIA

São Paulo é, definitivamente, a maior influência nacional quando falamos de ecossistema de startups. Das 81 cidades mapeadas, a maior cidade do país representou também o maior índice de startups mapeadas: 19% do volume total;

A capital paulista e São José dos Campos foram as duas representantes do estado entre as 10 cidades mais representadas no Mapa Startup+Indústria, colocando São Paulo em segundo lugar em representatividade, atrás apenas de Santa Catarina;

O estado do Santa Catarina está no topo da lista com 30% da representação total, o que mostra o crescimento cada vez mais constante da maturidade catarinense no desenvolvimento do seu ecossistema de inovação dos últimos anos;

25% das startups mapeadas têm até dois anos de operação, tempo que compreende um processo de amadurecimento na constituição desses negócios iniciantes;

O número de startups com até dois sócios na sua formação chega a 47%, sendo que 38% dessas empresas têm dois sócios na composição societária;

Ainda em relação aos sócios, 84% do número total são homens;

É interessante analisar que a maior parte dos sócios – tanto homens quanto mulheres –, estão na faixa etária entre 30 e 44 anos;

EMPREGABILIDADE

São Paulo é o estado com o maior número de colaboradores indicados no mapeamento, com cerca de 31% do total informado na pesquisa. Seguido por Santa Catarina, com 29% e Minas Gerais, com 10%, logo na terceira posição;

O Sudeste, assim, é a região com o maior número de colaboradores mapeados pela pesquisa, compondo 47% do total pesquisado;

Ainda sobre o total de colaboradores, 76% têm uma média de idade entre 20 e 30 anos e 48% estão em startups com o nível operacional considerado em escala, ou seja, com alta capacidade de crescimento exponencial no mercado;

FATURAMENTO X MATURIDADE DO NEGÓCIO

26% das startups mapeadas faturam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil, correspondendo ao maior grupo dentre os pesquisados. Dentro deste grupo, Santa Catarina é o estado que possui a maior representatividade, com 37% do total das startups que geram essa faixa de faturamento anual;

São Paulo segue em segundo, com 22%. A relevância do ecossistema do estado de São Paulo foi determinante no grupo de startups que faturam acima de R$ 5 milhões: 29% das startups que superam esse faturamento anual são do estado. Deste número, 19% foram constituídas na cidade de São Paulo.

FATURAMENTO POR FASE

Dentro das startups mapeadas, 15% estão na fase de Tração dos seus negócios, faturando entre R$ 100 mil e R$ 500 mil por ano;

O segundo grupo com o maior número de startups encontra-se no estágio de Operação, com 11% do total mapeado;

Do grupo que fatura entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões, 11% encontram-se na região Sudeste – este número representa o maior grupo de startups entre as regiões do país;

TEMPO DE OPERAÇÃO X FATURAMENTO

Dentro das startups pesquisadas, 25% têm entre um e dois anos de operação, seguido pelo grupo das startups com até 1 ano de operação, com 22% do total;

Do grupo de startups mais maduras do Mapa, aquelas que possuem mais de 5 anos de operação, 6% dessas faturam entre R$ 1 milhão até R$ 5 milhões.

ACELERADAS

O número de startups mapeadas que já passaram ou ainda passam por um processo de aceleração é quase a metade do total pesquisado. De acordo com o Mapa, esse número chega aos 46%, com uma predominância em São Paulo e Santa Catarina;

No estado de São Paulo, o grupo de startups com o maior número de aceleradas refere-se às empresas com faturamento médio anual entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões. O maior grupo em Santa Catarina chega aos 7%, porém com outra faixa de faturamento, girando valores de até R$ 50 mil por ano.

MODELO DE NEGÓCIO

SaaS (Software como Serviço) foi o mais citado sendo o modelo de negócios de 35% das startups mapeadas. Seguido por Outros com 16% e App (aplicativo) com 14%. Do número total de empresas que atuam com SaaS no mercado, 11% são de Santa Catarina, 10% de São Paulo e 4% do Rio Grande do Sul;

Dentro das cinco principais áreas para as quais as soluções das startups mapeadas são direcionadas Vendas/Comercial é a mais citada com 19% do total, seguida pela Produção com 15% e Marketing e Comunicação, com 13%. As outras duas áreas são Logística, representando 11% das áreas de atuação das startups e Outros, com 8%, fechando a lista;

5% das startups mapeadas que faturam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil por ano são de áreas ligadas ao Comercial/Vendas dos seus clientes. É a maior representação apontada pela pesquisa.

SOLUÇÃO

Quando falamos sobre a orientação da solução da startup, buscamos colocar o foco do seu produto e/ou serviço que possa gerar um benefício claro para o seu cliente. De acordo com o Mapa, 20% do total das startups trabalham orientadas para Redução de custos e/ou perdas, seguido por soluções orientadas à Inovação e Tecnologia com 19% do total.

SETORES

Considerando os setores para os quais as startups já venderam algum tipo de solução, 8% do total afirmam já ter vendido para a Indústria de Tecnologia da Informação e para a Indústria de Alimentação e Bebidas. O mercado de Tecnologia da Informação, por exemplo, prevê um crescimento de 10,5% no Brasil em 2019, de acordo com o IDC Brasil;

Outros setores representativos da indústria mapeados foram o Metalmecânico, o Têxtil e o Farmacêutico, com 5% de atuação global das startups cada.

PRINCIPAIS OBSTÁCULOS

Assim como a Spin vê constantemente nas startups com que se relaciona, a dificuldade de acesso ao capital também foi vista como algo relevante no mapeamento. Do total das startups mapeadas, 26% têm esta dificuldade como a principal durante a sua jornada empreendedora. Logo em seguida vem o Mercado, 18% e Recursos Humanos, 16%, como principais obstáculos que as startups enfrentam.

FONTE DE INVESTIMENTOS

Para as empresas que estão buscando escalar seus negócios, o Capital Próprio é a principal origem desses recursos apontado por 24% das startups;

Modalidades mais maduras de investimento, como Venture Capital, vêm em seguida na preferência de 20% das startups que estão criando escala.

RECURSOS

Para 66% das startups mapeadas, o Capital Próprio é a principal origem dos recursos dos negócios iniciantes;

Em segundo lugar vem o Investimento-anjo, com 13% do total;

A grande maioria aponta o Brasil como o país de origem desses recursos financeiros – uma representação que chega a 94% do total das startups.

Para conferir o mapa completo com gráficos e outros dados, acesse: http://www.mapastartup.com/

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Governo Federal leva gratuitamente 19 startups para Toronto

As startups que irão participar do 7º ciclo de internacionalização do StartOut Brasil já foram escolhidas. Entre os dias 23 e 28 de junho de 2019, essas empresas farão uma imersão no ecossistema de Toronto, Canadá, para visitar aceleradoras, incubadoras e empresas locais; participar de seminário de oportunidades, reuniões com prestadores de serviços e encontros de negócio organizados pelo programa; além de realizar uma apresentação para possíveis investidores e parceiros.

Ao todo, foram selecionados 15 negócios na categoria “ampla concorrência”, que são startups que nunca participaram ou participaram de apenas um Ciclo do StartOut Brasil; e 4 startups na categoria “graduadas”, composta por empresas que já estiveram em dois ou mais ciclos de imersão oferecidos pelo programa. Essa triagem foi realizada pelos organizadores do programa – Ministério da Economia, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) – junto com avaliadores pertencentes ao ecossistema de destino.

“Após um ano de missões internacionais, os resultados do programa já são visíveis. Temos ao menos 25 negócios facilitados pela participação das startups nos ciclos do primeiro ano do StartOut (Paris, Berlim, Miami e Lisboa). São vendas, parcerias, provas de conceito, acordos de distribuição e exportações (bens e serviços) viabilizados pelo programa. Sem contar os resultados que envolvem melhorias de gestão e inovações nos produtos/serviços para o mercado internacional. Até o momento, o programa realizou 91 atendimentos de startups. A meta é levar 240 empresas para o exterior até 2021”, afirma Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação no Ministério da Economia.

Veja abaixo quais foram as startups escolhidas para participar na categoria “ampla concorrência”:

  1. Hype – produz animações para o mercado de entretenimento e cria conteúdos para televisão e cinema;
  2. key2enable Assistive Technology – empodera as pessoas com deficiência para desenvolverem suas competências e individualidades;
  3. Antares Recycling – especializada no desenvolvimento e implementação de soluções sustentáveis para reciclagem e reaproveitamento de resíduos industriais;
  4. InEvent – ajuda empresas a verem o poder de eventos e facilita a gestão de seus processos, a criação de soluções vencedoras e a entrega de experiências incríveis;
  5. Pris – soluções para nortear gestores em decisões capazes de aumentar o valor de seus negócios;
  6. FormulaXR (former Imersão Visual) – conferência virtual imersiva;
  7. Shawee – plataforma de gerenciamento para hackathons;
  8. Filho sem Fila Software Ltda – aplicativo que avisa a escola com antecedência quando os pais estão chegando;
  9. RIO Analytics – Artificial Intelligence for industry – utiliza inteligência artificial para predição de falha de ativos industriais;
  10. Jade Autism – aplicativo que estimula e desenvolve as funções cognitivas de crianças;
  11. Aptah Bioinformatica – empresa de bioinformática que visa reduzir o tempo, custos e riscos gastos no desenvolvimento de medicamentos;
  12. WNutritional – linha de bebidas funcionais, saborosas, livre de conservantes e rica em nutrientes;
  13. MSC MED – oferece metodologias de auxílio no desenvolvimento de projeto para dispositivos médicos implantáveis;
  14. TCL Soluções – desenvolvedora de soluções tecnológicas inovadoras que melhoram o mercado de recebíveis e meios de pagamentos;
  15. dLieve – sistema de monitoramento e gestão de entregas em tempo real.

E as selecionadas como “graduadas”:

  1. Portal Telemedicina LTDA – central médica online que atua unindo tecnologia, medicina e uma equipe incrível para atender clientes em todas as etapas de seu negócio;
  2. Shelfpix Tecnologia LTDA – desenvolvedora de uma tecnologia de ponta aplicada ao monitoramento do ponto de venda por meio do reconhecimento digital de imagens;
  3. Asel Tech – gestora de dutos para indústrias de petróleo, petroquímica e de gás e energia;
  4. Molegolar – startup que possibilita a formação de plantas arquitetônicas que se adaptam às necessidades dos usuários pela combinação de módulos para várias metragens.

Preparação

Para extrair ao máximo o que o Canadá tem a oferecer, as 19 empresas passarão por um processo de preparação para a missão, que dura de seis a oito semanas. Durante esse período, os empreendedores terão consultoria especializada em internacionalização; acesso à plataforma Passaporte para o Mundo da Apex-Brasil; conexão com mentores que conhecem o ecossistema de destino; workshop presencial em São Paulo (dias 24 e 25 de maio) e sessões online de treinamento de pitch.

Ao longo desse período de capacitação, é necessário que as startups tenham participação ativa nas atividades previstas, com dedicação de cerca de três horas por semana ao programa, e que definam o plano de negócios e a estratégia de entrada no mercado-alvo.

Sobre o Canadá

Com 5,5 milhões de habitantes, Toronto é rica em diversidade cultural e a maior cidade do Canadá. Essa nova potência tecnológica está se consolidando graças a união do Governo canadense com universidades, empresas, investidores e empreendedores locais.

Não satisfeito, o país quer continuar evoluindo. Para se tornar líder em pesquisa e desenvolvimento, o Canadá está com as portas abertas para imigrantes que desejam trabalhar com tecnologia nas áreas de deep learningmachine learning, redes neurais e natural language processing.

Próximo Ciclo

Simultaneamente ao evento presencial em São Paulo, ocorre a abertura das inscrições para o próximo ciclo do programa. De 24 de maio a 17 de junho, as startups interessadas em participar em uma imersão em Boston poderão se inscrever no site do programa.

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Pesquisa GENOME Startups 2019 aponta São Paulo como ecossistema promissor

Os investimentos globais, o aumento de unicórnios do País e as recentes inovações no setor recolocam São Paulo no estudo internacional mais abrangente e amplamente lida do mundo sobre ecossistemas de startups “Global Startup Ecosystem Report 2019”, realizado pela Startup Genome. Para compor o ranking atual, foram analisadas mais de 40 cidades e milhares de empresas pelo mundo.

O Vale do Silício continua liderando o ranking mundial de ecossistemas por mas um ano, seguido por Nova York, Londres e Pequim empatados em terceiro, com Boston fechando o TOP 5. No ranking dos 30 maiores ecossistemas, a América do Norte segue dominando, abrigando 14 dos TOP 30 ecossistemas de startups, sendo 12 destes nos Estados Unidos.

Na lista dos ecossistemas com potencial para estar no TOP 30 nos próximos cinco anos – que estão crescendo rapidamente – há um grupo diversificado, com Lagos e Jakarta lado a lado com Moscou e Melbourne, sendo São Paulo e Canadá os representante da América. Há aglomerações urbanas gigantescas e pequenas.

Hoje, São Paulo está entre os 10 principais ecossistemas globais para talentos acessíveis, é destaque no setor saúde e um dos 30 principais ecossistemas globais de Fintech. Chegou a esse estágio, segundo o estudo, pois criou US$ 5,1 bilhões em Valor do Ecossistema com US$ 120 milhões em financiamento em estágio inicial nos últimos dois anos e meio.

Na lista dos promissores, a justaposição é um bom lembrete de que o desempenho do ecossistema de inicialização não é simplesmente uma função do tamanho da população do GPD – eles estão relacionados, mas cada uma delas tem, pelo menos um unicórnio e também características chave como liderança regional. O estudo considera também esses ecossistemas como pontos de foco principais em suas áreas do mundo, como São Paulo na América do Sul, Lagos na África e Jacarta no sudeste da Ásia; e liderança sub setorial, com ecossistemas de classe mundial em subsetores específicos, como Shelzhen tem em manufatura avançada e robótica, e Montral tem em Inteligência Artificial.

“São Paulo tem tudo que um ecossistema de startups vibrante necessidade, força de trabalho altamente qualificada, diversidade de suas indústrias, parceiros públicos e privados profundamente engajados para comunidade líder global”, pontua o presidente da Associação Brasileira de Startups, Amure Pinho.

Além da classificação dos ecossistemas, o o Genome Startups 2019 aponta caminhos e desafios para que as lideranças locais possam seguir para ter maior destaque e ganhar espaço em inovação mundial, como, por exemplo, o Brasil que precisa de políticas para aumentar o funding de startups em estágio inicial..”Nossa missão como apoiadores da Genome e como representantes do setor no Brasil é agregar e estimular o desenvolvimento de startups brasileiras, gerando eventos, conteúdo e condições para que o ecossistema nacional possa crescer ainda mais, ganhando destaque devido no mercado global”, diz.

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Cognizant aposta em parcerias com startups no InovaBra Habitat

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, atua no InovaBra Habitat, um ecossistema de inovação e empreendedorismo com mais de 170 startups e cerca de 70 empresas dos mais diversos segmentos, possibilitando a geração de novos negócios e o desenvolvimento de soluções inovadoras com base no networking e na colaboração.

O conceito Cognizant Lab para o Habitat visa atuar em quatro eixos complementares: Soluções, Prototipação, Parcerias e Comunicação. Os dois primeiros eixos visam abordar cases reais e o desenvolvimento de protótipos inovadores. Já o terceiro eixo visa expandir o relacionamento com startups e outras empresas enquanto o quarto eixo difunde a atuação da Cognizant dentro e fora desse ecossistema.

Além disso, a Cognizant faz parcerias com startups do Habitat visando trazer soluções para áreas internas da companhia. É o que aconteceu com a área de Talent Acquisition. “A velocidade das mudanças tecnológicas exige flexibilidade e respostas rápidas às oportunidades apresentadas pelo mercado”, analisa Carla Catelan, responsável pela área de Talent Acquistion da Cognizant no Brasil. “Fazer parte desse hub de inovação acrescenta mais soluções ao nosso portfólio de serviços, além de abrir espaço para parcerias que também visam atender às áreas internas da própria empresa.”

A área de TA da Cognizant identificou que a pressão para aumentar a velocidade de contratação, bem como a experiência do candidato e do gerente contratante neste processo, exige uma ação imediata. Essa avaliação, de acordo com Carla, abriu uma oportunidade para se conectar com startups que oferecem soluções no ramo. Desse modo, a empresa decidiu organizar um Demo Day, no qual as startups apresentam suas soluções para analisar melhor as possibilidades.

“As startups conseguem otimizar e customizar soluções para atender às demandas de negócio e, consequentemente, melhorar a experiência dos stakeholders no processo de contratação”, comenta a executiva. “Além disso, descobrimos soluções que nem tínhamos como expectativa, mas que foram apresentadas como proposta, para que possamos reavaliar a forma como atuamos hoje”, conclui.

A Cognizant também tem explorado o ecossistema InovaBra Habitat, com seu espaço próprio para o desenvolvimento de projetos, realização de workshops, demonstração de soluções próprias e prototipagem de ideias que surgem após workshops de design thinking com clientes.

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Os seis elementos de sucesso para atuação em startups

O crescimento exponencial das startups já é uma realidade brasileira. De acordo com dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o mercado conta com 10 mil novas unidades de negócios espalhadas por todo o Brasil, principalmente em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Relativamente novo, esse negócio tem atraído milhares de pessoas todos os anos e oferecido oportunidades transformadoras para a carreira dos profissionais. Entre as principais características para integrar este universo, é necessário criatividade, agilidade, autogestão e espírito inovador. Segundo Paulo Lira, coordenador e supervisor acadêmico do HSM University, os atributos são exemplos que contribuem para o sucesso e desenvolvimento das startups e de seus colaboradores. Para as companhias, todas essas características contam como parte estratégica essencial para criar uma equipe em sinergia com modelos de perfis mais requisitados para ambientes de startups.

Para fazer parte destes ambientes, o executivo acredita que é importante que os profissionais tenham em mente essa mudança de mindset e a forma de se posicionar frente ao mercado para alcançar o sucesso dos negócios. Isso porque, cada vez mais, é exigido das startups estrutura organizacional bem definida quanto à negociação, pensamento estratégico e metodologias. A tecnologia também é fator ativo e necessário para os modelos de companhia pós-moderna, uma vez que as decisões precisam ser tomadas instantaneamente, para criar soluções mais eficazes a custos reduzidos.

Com expertise em educação corporativa, a HSM University observa uma grande movimentação dos profissionais na busca por conteúdos relacionados a liderança, produtividade, inovação e gestão em cenários de grande incerteza e de crise. “Estão cada vez mais interessados em entender os novos modelos de negócio, que embasam as organizações bilionárias da década atual, as novas tecnologias disruptivas, que são capazes de ditar outros padrões de comportamento e consumo, apontando para diversos mercados em rápido crescimento e para o sepultamento de mercados tradicionais”, explica Lira.

Para empreender ou atuar neste mercado em rápida evolução, o coordenador acadêmico identificou seis elementos fundamentais:

Estratégia na Era Exponencial – ter visão completa da empresa é essencial, por isso trabalhar a capacidade de criar gestões com bases estratégicas e políticas bem definidas, além de entender o mercado de atuação são cruciais para o bem desempenho da empresa.

Negociação em Ambiente de Rápida Mudança – agilidade e flexibilidade são pontos chaves neste quesito, no qual é importante entender linguagens interpessoais e definir conceitos e objetivos, tudo isso aliado as contínuas mudanças do mercado.

Empreendedorismo e Desenvolvimento de Plano de Negócios – liderança é uma das principais características em uma startup, com mais liberdade de empreender, o profissional deve enxergar e identificar oportunidades, avaliando riscos e criando ferramentas cada vez mais eficazes para o negócio.

Gestão do Comportamento Organizacional – Ainda um desafio de muitas empresas e um dos principais obstáculos para o desenvolvimento e produtividade. Os profissionais devem ter em mente a importância de desenvolver o trabalho em equipe e ter a capacidade de reconhecer os elementos que influenciam o comportamento individual e organizacional.

Gestão da Inovação – Tecnologia tem gerido todas as áreas organizacionais da empresa, estar sempre antenado as principais mudanças desse mercado e pensamentos estratégicos inovadores são cruciais para o bom desempenho do profissional.

Organização Antifrágil – Volatilidade tem sido o fator que coloca à prova tanto corporações quanto profissionais. Isso se deve muito por conta de um mindset voltado para a estabilidade entre organizações e profissionais. A mentalidade antifrágil tem a capacidade de recolocar a prática profissional em um ambiente em constante mudança, que contribui para uma rápida incorporação dos efeitos colaterais de determinada decisão, gerando benefícios e agilidade para a correção de rota.

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Flowsense é uma das TOP 5 startups do eMerge Americas 2019

A Flowsense, startup brasileira de inteligência e engajamento geolocalizado para aplicativos, foi eleita uma das TOP 5 startups no eMerge Americas 2019, evento de tecnologia e inovação que acontece anualmente em Miami e reúne os maiores players das Américas.

Milhares de empreendedores de vários países inscreveram seus pitches e, após um processo de seleção, foram definidas as 100 empresas que estariam no evento. Após uma rodada de play offs, cinco tiveram a oportunidade de apresentar seus negócios no palco principal para um júri composto por profissionais como o músico e empreendedor Pitbull, além de mais de 15 mil participantes.

“Destacamos casos de sucesso e as oportunidades que os dados geolocalizados – coletados de forma privada e segura – geram em termos de estratégias de comportamento de consumo. Entendendo quem são seus usuários, os locais que frequentam e suas preferências, os aplicativos aumentam consideravelmente suas taxas de engajamento e retenção”, afirma André Bain, co-founder da Flowsense.

“Para nós é uma grande honra figurar entre as cinco startups mais bem posicionadas no ranking do eMerge Americas 2019”, afirma Victor Lira, co-founder da empresa. “Amplificar os resultados dos apps, permitindo conhecer o comportamento on e off de seu público e fazer ações de retenção ou engajar melhor com sua base são elementos-chave para que os negócios criem outro nível de interação e conhecimento. Isso é algo não apenas revolucionário, mas efetivo para os negócios e a Flowsense está aqui para liderar essa revolução”, finaliza.

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TechD possibilita que startups, empresas de TIC e grupos de pesquisa ofereçam suas tecnologias a grandes companhias

A inovação aberta (open innovation), processo de inovação compartilhado por diferentes instituições com foco no desenvolvimento de tecnologias, é uma prática adotada pelas empresas há muito tempo e, recentemente, as startups foram incorporadas a esses processos e passaram a integrar a rotina de diversas organizações dos mais diversos setores no Brasil.

Esse ecossistema ganhou um novo catalisador, o Programa TechD, lançado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em parceria com a Softex. Com recursos de até R$ 18 milhões, sua missão é fazer a ponte entre o universo empreendedor e o de pesquisa por meio da integração e da maior convergência entre startups, centros de P&D, universidades e empresas do setor produtivo.

No início do mês de abril, a Softex anunciou a abertura da chamada pública de inscrições para startups, empresas de TIC, grupos de pesquisa e consórcios nacionais e internacionais interessados em fornecer tecnologia para empresas já inscritas no programa dentro de quatro áreas temáticas: IoT, Saúde, Energia e Mobilidade.

“O TechD reflete a prioridade conferida pelo Ministério ao fortalecimento das TICs nacionais e a nossa certeza de que o apoio à inovação é a estratégia correta para atingir o nosso objetivo”, destaca o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, Paulo Alvim, lembrando que as áreas temáticas contempladas pelo Programa apresentam uma intensa demanda tanto no Brasil como nos principais mercados mundiais.

Em sua primeira fase, o TechD firmou 22 acordos com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), universidades e centros de P&D distribuídos por 13 estados, possibilitando o suporte em todas as regiões do país. Na segunda etapa foram confirmadas 36 médias e grandes companhias interessadas em testar tecnologias através de processos de inovação aberta – as chamadas empresas-âncora, entre as quais Braskem, Embraer, Furukawa, Klabin, Marcopolo, Positivo, Sercomtel e Votorantim.

O setor com maior participação é o da Indústria de Transformação, no qual 34% das empresas habilitadas atuam. Em seguida, vem o de Informação e Comunicação, que responde por 27%. Na área temática de IoT, o principal interesse de 54% das habilitadas envolve o emprego da tecnologia para monitoramento e rastreamento.

Outros focos giram em torno de tecnologias IoT voltadas para a indústria 4.0 (32%), automação (27%) e RFID (27%). Já na área temática de Mobilidade, os principais subtemas são controle e monitoramento de tráfego (23%), seguido por soluções de Analytics e Big Data (20%) e Smart Cities (18%).

E a Inteligência Artificial aplicada à saúde, com 25%, é o interesse principal da área temática de Saúde, seguida por Big Data (22%), Telemedicina (20%), Analytics (18%) e Machine Learning aplicadas à área de saúde (8%).

“Além de tornar a produção científica uma importante ferramenta no posicionamento mundial do setor de software, hardware e serviços de TIC, o TechD colaborará para o desenvolvimento de tecnologias com maior valor agregado, capazes de contribuir para melhorar o ranking do Brasil como nação inovadora”, destaca Diônes Lima, vice-presidente da Softex, acrescentando que hoje o país figura na 99ª posição no Global Innovation Index 2017.

Para a sua realização, o TechD conta com as parcerias estratégicas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

As inscrições para as startups, consórcios, empresas de TIC e pesquisadores prossegue até o dia 13 de maio. A íntegra do edital e o calendário de roadshowx e webinars estão disponíveis para consulta no endereço https://techd.softex.br/.

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Abstartups e Google for Startups levam evento itinerante gratuito a Porto Alegre

Rio Grande do Sul, o atual segundo estado com mais startups no Brasil, de acordo com informações da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), com atuais 949 startups em atividade, é o local escolhido para receber a próxima edição do StartupOn, evento itinerante da Abstartups em parceria com o Google for Startups, em 9 de maio.

A ser realizado na Oca Brasil Innovative Hub, na capital Porto Alegre, a iniciativa tem o objetivo de fortalecer e conectar as diversas comunidades fora do eixo das grandes capitais do Brasil, bem como continuar o trabalho de mapeamento dos atores do ecossistema de startup, que possui entre 10 e 15 mil startups.

Com duração de um dia e totalmente gratuito, a edição de Porto Alegre fará parte do “Cresça com o Google”, que começa em 7 de maio, oferecendo treinamentos gratuitos e ferramentas para capacitação de pessoas e empresas em habilidades digitais. O StartupOn fecha o último dia com palestras do Tito Gusmão, CEO da Warren; Mônica Hirayama, Community Manager do Nubank; Danilo Sciumbata do Oca Brasil e Pedro Oliveira, Fábrica do Futuro, case da Dobra, com co-Founder Guto Massena, além de painel com os aceleradores locais WOW, Ventiur, Winnova, Wow Acaleradora, Grow+, com mediação do Sebrae/RS; e mentorias com com a Abstartups, Google for Startups, Nubank e Dobra.

“Sabemos das dores que todos os empreendedores passam no dia a dia para conduzir seu negócio e elas vão desde a necessidade de obter conteúdo de qualidade até a interação com outros profissionais do mesmo nível para trocar experiências. Por isso, nosso principal objetivo é fazer uma imersão sobre o ecossistema, oferecer interação e acesso a informações relevantes”, conta Rafael Ribeiro, diretor executivo da Abstartups.

Cresça com o Google
Datas: 7 e 8 de maio
Local: Centro de Eventos FIERGS – Av. Assis Brasil, 8787 – Sarandi
Inscrições: http://events.withgoogle.com/google-em-poa/

StartupOn Porto Alegre (RS)
Data: 9 de maio
Local: OCA Brasil Innovative Hub – Rua Barão de Santo Ângelo, 479 – Moinhos de Vento/Porto Alegre (RS)
Informações e inscrições: http:// abstartups.com.br/startupon/porto-alegre/#startupon

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Startup recompensa 20% dos funcionários com ações na empresa

Com o objetivo de entregar benefícios reais para todos, o Méliuz, empresa que devolve parte do valor gasto em compras, retribui não só consumidores como os colaboradores nas suas políticas internas. Prática conhecida como giveback consiste em promover colaboradores à sócios anualmente, realizar concursos que premiam novas estrelas do YouTube e até mesmo auxiliar novos empreendedores por meio de mentorias e palestras.

Israel Salmen e Ofli Guimarães, fundadores do Méliuz, se inspiraram em empresas do Vale do Silício ao desenvolver o processo em que os colaboradores do Méliuz são recompensados com stock options e se tornam sócios da empresa. A sociedade é concedida aos funcionários de acordo com seus resultados, seu histórico profissional e também sobre o que esperam para o futuro da empresa. Entre os sócios há um com 23 anos, alguns que receberam as stock options com somente 6 meses de Méliuz e os cargos vão de analistas a coordenadores, gerentes e diretores.

Neste ano, o Méliuz anunciou doze novos sócios, completando 20% do corpo de funcionários da empresa que possuem direito a stock options. “Queremos que todo colaborador se sinta parte do negócio. Nosso objetivo é reconhecê-lo por todo empenho e garra que apresentou ao longo dos anos nos desafios que enfrentou por nós. Em longo prazo, os efeitos para a empresa são excelentes: mais pessoas pessoas pensando com cabeça de dono e a retenção de talentos que são mais engajados com a empresa e que possuem e vivem nossos valores no dia a dia.” comenta Israel Salmen, fundador e CEO do Méliuz.

As ações de giveback não terminam em suas políticas internas. Em dezembro do ano passado, a empresa finalizou o Desafio Méliuz, competição que tem o objetivo de alavancar canais do YouTube. Foram 3 ganhadores e o prêmio de R$30.000 foi distribuído para cada um deles. “O Desafio Méliuz é algo que me enche de orgulho porquê vai de encontro com os nossos valores e o que queremos devolver para a sociedade. Buscamos realizar ações onde todos os envolvidos saiam ganhando – tudo aqui é Ganha-Ganha-Ganha.” ressalta Salmen. A 1ª edição do Desafio no Youtube foi realizada em 2016 e a ganhadora Ana Lídia Lopes tem mais de um milhão de seguidores hoje.

Selecionados como empreendedores Endeavor, os fundadores do Méliuz retribuem os aprendizados adquiridos com a instituição por meio de palestras em eventos. O Diretor de Operações, Lucas Marques, além de realizar mentorias nestes eventos, também dá aulas na UFMG, com o tema empreendedorismo. Além disso, os colaboradores realizam benchmarking, com o objetivo de compartilhar o que aprenderam e auxiliar aqueles que também estão em crescimento.

Essas práticas renderam à empresa o 28º lugar no ranking de melhores empresas para se trabalhar no ranking da Love Mondays, construído a partir da avaliação anônima dos próprios funcionários, ao lado de empresas como AMARO , Rentcars.com e Serasa Consumidor.