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Startup revoluciona aprendizado do corpo humano em faculdades de medicina

A anatomia do corpo humano foi reproduzida por uma startup brasileira, por meio dos óculos de Realidade Virtual (VR), para ensinar além de fotos, falas e cadáveres. Com a tecnologia desenvolvida pela MedRoom, edtech que usa VR e conceitos de gamificação no treinamento de alunos de faculdades de medicina, os estudantes podem analisar individualmente, e com fidelidade, os órgãos de uma paciente virtual e ver a estrutura anatômica da paciente de forma realista, além de interagir com os órgãos.

“Nosso objetivo é ajudar o estudante a consolidar o conhecimento teórico para chegar melhor preparado à prática. Por isso é interessante usar os equipamentos de VR, ali se aprende em um ambiente controlado, com uma experiência gamificada e guiada pelo professor”, explica Vinicius Gusmão, CEO da MedRoom.

Hoje, a startup conta com um time de 25 pessoas e já instalou laboratórios virtuais em universidades como Medicina Albert Einstein, Faculdade Pernambucana de Saúde, Faminas e Unifaminas, além de duas faculdades mexicanas. O objetivo da empresa é expandir e chegar a, pelo menos, 30 faculdades de medicina brasileiras até 2021 e aumentar o faturamento para R$5 milhões até o final de 2019.

Para além de estudos sobre o corpo humano, a solução da MedRoom pode ser utilizada para quem treina atendimentos emergenciais, sem colocar uma vida em risco. Por meio de um projeto imersivo criado juntamente com a CMOS DRAKE, empresa referência na produção de desfibriladores cardiovasculares (DEA), os alunos simulam circunstâncias que requerem a ressuscitação cardiopulmonar (RCP). A captação de movimento e desenvolvimento da simulação foi toda realizada e construída pela equipe da startup em seu escritório.

Segundo Vinícius Gusmão, o potencial de exploração das experiências são infinitas. Pensando no futuro, o empreendedor conta que a startup pretende desenvolver novas simulações com casos clínicos.

“No futuro, os alunos vão conseguir treinar como receber e conversar com pacientes, examiná-los, fazer o diagnóstico, decidir quais procedimentos ou medidas tomar e, por fim, chegar à realização do procedimento de fato”, ressalta.

As edtechs representam 7,8% do total de startups no Brasil, crescendo em média 20% ao ano, segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (Cieb). Dentre diversas ramificações de atuação, a MedRoom se destaca por olhar para o Ensino Superior. Muitos estudantes de medicina hoje não têm contato com órgãos reais, apenas se escolherem a carreira cirúrgica. Para tornar o acesso ao estudo do corpo e suas especificidades mais democrático e real – sem a necessidade de cadáveres em aula – a startup reproduz cada centímetro com perfeição. É possível, inclusive, isolar sistemas, ossos, músculos e órgãos individualmente para conhecê-los melhor.

“Pensamos muito no professor em cada avanço que fazemos com o Atrium. Nossa solução permite que o professores incrementem suas aulas e unam sua expertise e conhecimento com nossa solução. Desde o estudo de anatomia e fisiologia no corpo virtual, podendo gerar novos conteúdos através de um criador de aula na web, onde é possível colocar exames de imagem, vídeos e testes”, explica Sandro Nhaia, CTO e sócio-fundador da startup.

A anatomia do corpo humano foi reproduzida por uma startup brasileira, por meio dos óculos de Realidade Virtual (VR), para ensinar além de fotos, falas e cadáveres. Com a tecnologia desenvolvida pela MedRoom, edtech que usa VR e conceitos de gamificação no treinamento de alunos de faculdades de medicina, os estudantes podem analisar individualmente, e com fidelidade, os órgãos de uma paciente virtual e ver a estrutura anatômica da paciente de forma realista, além de interagir com os órgãos.

“Nosso objetivo é ajudar o estudante a consolidar o conhecimento teórico para chegar melhor preparado à prática. Por isso é interessante usar os equipamentos de VR, ali se aprende em um ambiente controlado, com uma experiência gamificada e guiada pelo professor”, explica Vinicius Gusmão, CEO da MedRoom.

Hoje, a startup conta com um time de 25 pessoas e já instalou laboratórios virtuais em universidades como Medicina Albert Einstein, Faculdade Pernambucana de Saúde, Faminas e Unifaminas, além de duas faculdades mexicanas. O objetivo da empresa é expandir e chegar a, pelo menos, 30 faculdades de medicina brasileiras até 2021 e aumentar o faturamento para R$5 milhões até o final de 2019.

Para além de estudos sobre o corpo humano, a solução da MedRoom pode ser utilizada para quem treina atendimentos emergenciais, sem colocar uma vida em risco. Por meio de um projeto imersivo criado juntamente com a CMOS DRAKE, empresa referência na produção de desfibriladores cardiovasculares (DEA), os alunos simulam circunstâncias que requerem a ressuscitação cardiopulmonar (RCP). A captação de movimento e desenvolvimento da simulação foi toda realizada e construída pela equipe da startup em seu escritório.

Segundo Vinícius Gusmão, o potencial de exploração das experiências são infinitas. Pensando no futuro, o empreendedor conta que a startup pretende desenvolver novas simulações com casos clínicos.

“No futuro, os alunos vão conseguir treinar como receber e conversar com pacientes, examiná-los, fazer o diagnóstico, decidir quais procedimentos ou medidas tomar e, por fim, chegar à realização do procedimento de fato”, ressalta.

As edtechs representam 7,8% do total de startups no Brasil, crescendo em média 20% ao ano, segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (Cieb). Dentre diversas ramificações de atuação, a MedRoom se destaca por olhar para o Ensino Superior. Muitos estudantes de medicina hoje não têm contato com órgãos reais, apenas se escolherem a carreira cirúrgica. Para tornar o acesso ao estudo do corpo e suas especificidades mais democrático e real – sem a necessidade de cadáveres em aula – a startup reproduz cada centímetro com perfeição. É possível, inclusive, isolar sistemas, ossos, músculos e órgãos individualmente para conhecê-los melhor.

“Pensamos muito no professor em cada avanço que fazemos com o Atrium. Nossa solução permite que o professores incrementem suas aulas e unam sua expertise e conhecimento com nossa solução. Desde o estudo de anatomia e fisiologia no corpo virtual, podendo gerar novos conteúdos através de um criador de aula na web, onde é possível colocar exames de imagem, vídeos e testes”, explica Sandro Nhaia, CTO e sócio-fundador da startup.

Startup faz gestão de processos jurídicos por meio de Inteligência Artificial e Big Data

O Data Lawyer, hub de tecnologia jurídica com produtos voltados para gestão e análise de dados, anuncia o pré-lançamento do DL Insights, uma ferramenta de jurimetria que tem como objetivo tornar o direito mais orientado a dados. A nova plataforma é focada em grandes escritórios e departamentos jurídicos, e utiliza big data e inteligência artificial para analisar processos trabalhistas de todos os estados a partir de 2014.

Além da ferramenta de jurimetria, a startup também oferece o ERP, sistema de gestão de processos que conta com armazenamento, compromissos, prazos e parte financeira do escritório, bem como acompanhamento de publicações e monitoramento processual.

De acordo com Caio Santos, CEO e fundador do Data Lawyer, a gestão eficiente de um escritório de advocacia no mundo moderno é um grande desafio. “O problema é encontrado quando os gestores e colaboradores se perdem em compromissos cotidianos, fazendo com que a organização das atividades e a atenção voltada a elas não seja realizada. Por isso, repensar as atividades que atrasam os escritórios e compreender métodos de mudanças se torna essencial”, afirma o executivo.

O DL Insights contém em sua base de dados mais de cinco milhões de processos trabalhistas datados desde 2014 nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, e até setembro irá conter mais de 11 milhões de processos de todo o país. Por meio da análise textual de todo o conteúdo dos processos, a inteligência desenvolvida pela empresa identifica os valores, decisões, assunto, dentre outros pontos, e oferece para o usuário um panorama geral e parametrizado das ações.

Mais do que uma startup de gestão jurídica, o Data Lawyer acredita em uma advocacia orientada a dados e nasceu para ser um hub de tecnologia e soluções jurídicas inteligentes. “O setor de advocacia ainda é analógico, burocrático, lento e ineficiente. Nosso objetivo é levar mais inovação para esse mercado que é conservador e necessita de mais informações e automações para poder ser mais célere”, afirma Santos.

O Data Lawyer realizou o pré-lançamento da plataforma na Lawtech Conference 2019, evento que reuniu na última quinta-feira (23) startups do setor jurídico. Por enquanto, a ferramenta está disponível para soluções customizadas sob demanda, e o lançamento oficial do produto será em setembro. As funcionalidades disponíveis na plataforma vão desde a análise de processos trabalhistas, decisões de juízes, sentenças e valor das causas.

“O Brasil é um dos maiores mercados jurídicos do mundo, com 80 milhões de processos ativos nos tribunais e um mercado super competitivo. É uma oportunidade ideal para inovar. A tecnologia pode tornar a vida de juristas e advogados muito mais fácil e produtiva”, reitera Santos.

Startups são aliadas dos expats

Por Claudio Scheuer

Já pensou em trabalhar a partir de qualquer lugar do mundo? Ok. Você precisa somente de um bom e confiável acesso à internet. Em um mundo onde os nômades digitais crescem a cada dia, trabalhar remotamente da sua casa no Morumbi ou à beira da praia na Tailândia, já não é surreal, muito menos distante. Brasileiros sendo contratados por empresas americanas, indianos indo trabalhar em Londres, isto já virou rotina. Apelidados de expats, termo em inglês para expatriados, estes nômades enfrentam desafios e muitos, muitos problemas.

Cobertura de seguro de saúde, envio de remessas de dinheiro, emissão de documentos, a lista não tem fim! A parte boa é que a tecnologia vem se tornando uma aliada e várias soluções foram e estão sendo criadas para facilitar o processo de quem decide mudar e viver em outro país.

A mundialmente conhecida Transferwise, por exemplo, começou pela insatisfação de um expat, que quando morava na Inglaterra enviou seu dinheiro para seu país de origem, a Estônia, pela primeira vez. A finalidade era somente pagar o financiamento da sua casa no seu país natal. Para seu desespero, no dia seguinte, ele descobriu que o banco cobrou uma taxa altíssima para a transferência internacional que beirava 5% do montante.

Inconformado, ele decidiu falar com um amigo que estava morando na Estônia para que pagasse seu financiamento. Ficou decidido que eles pagariam as contas um do outro, um na Inglaterra e outro na Estônia, desta forma o dinheiro não precisava circular internacionalmente e eles conseguiam evitar as altas taxas dos bancos. Desta ideia simples, a partir de um problema recorrente aos expats, surgiu a Transferwise já avaliada em mais de U$1 BI.

E quando você é um expat e precisa de atendimento médico em outro país? O que você faz? Como paga pelo serviço? SafetyWing, guarde este nome. Esta startup norueguesa está propondo aliviar as dores de cabeça geradas por despesas médicas no exterior. Sim, eu sei que você já conhece seguros de viagem, mas a proposta é outra. O plano inicial custa US$37 a cada 4 semanas, renovável automaticamente. A solução facilita a imigração de quem tem medo dos gastos ao precisar de atendimento médico em países como Estados Unidos.

Até mesmo a verificação de identidade pode ser um incômodo. Imagine você ter que achar um cartório, ou notary (em inglês), para reconhecer documentos ou atestar veracidade de assinaturas? Já existem vários projetos de startups mundo a fora que prometem acabar com este processo complicado por meio de tecnologias ligadas à blockchain.

A Yoti, como exemplo, é uma startup de Londres que já está aplicando tecnologia de reconhecimento facial para atestar a idade de usuários de aplicativos. Desta forma sites para adolescentes e crianças se tornam mais seguros por terem seus usuários realmente com idades compatíveis. A startup também conta com um aplicativo de identidade digital, que permite que usuários se identifiquem através do celular, ao invés de carregar um documento de identidade.

Grandes formas de disrupção já derrubaram paredes, muros e atravessaram oceanos. A era digital já é realidade há muito tempo. Oportunidades camufladas de problemas não param de surgir. Simples, pode ser o novo modo de pensar. Habilidades únicas são cada vez mais requisitadas e valorizadas. Não podemos afirmar como o mundo será em 20 anos. Só o que podemos assegurar é que problemas ainda serão resolvidos por pessoas criativas com mentes disruptivas, de qualquer idade, etnia e credo. Por um motivo simples, os problemas sempre existirão.

Claudio Scheuer, head internacional da Spin, primeira e maior rede de aceleradoras starup + indústria do Brasil.

boostLAB, do BTG Pactual, elege oito startups para sua 4ª Edição

Essa semana, as oito Scale-ups selecionadas pelo BTG Pactual para a quarta edição do boostLAB começam a ser potencializadas pelos executivos do Banco, pela aceleradora ACE e pelo time de mentores do programa.

São elas: A55, BizCapital, Diin, Levee, Mobills, Netlex, Tail e Vindi.

No total, 268 empresas se inscreveram para a iniciativa, que ocorrerá durante o segundo semestre de 2019. O número é 33% maior do que na rodada anterior e 116% que na primeira rodada.

As escolhidas são Scale-ups, ou seja, startups mais maduras, já com faturamento e carteira de clientes. A ideia central é encontrar sinergias entre as empresas selecionadas, o BTG Pactual e empresas parceiras do banco, a fim de ampliar os negócios, dar um “boost” nas escolhidas, beneficiando assim todos os envolvidos.

As empresas selecionadas também recebem créditos de US$ 10 mil no serviço de nuvem da Amazon (AWS), US$ 5 mil no da Google e US$ 15 mil da Oracle.

Para Frederico Pompeu, sócio responsável pelo boostLAB, “o grande diferencial do programa é o comprometimento e envolvimento de sócios sêniores do Banco para efetivamente fazer negócios com as Scale-ups participantes”.

Este ano, o BTG Pactual anunciou investimento em cinco startups que participaram do boostLAB, direta ou indiretamente: Agronow, Digesto, Finpass, Liber Capital e Resale. Em um ano e meio de boostLAB, 20 startups foram potencializadas e quase todas são parceiras de negócios do BTG Pactual. Além disso, o programa foi reconhecido como um dos 25 melhores centros de inovação do mundo, sendo o único da América Latina, pelo Prêmio The Innovators 2019, da Global Finance.

“O BoostLAB está se tornando o hub de negócios do banco para empresas Tech. O envolvimento cada vez maior do Banco com as startups traz inovação para todas as áreas de atuação do nosso Grupo”, afirma Pompeu.

Informações adicionais sobre as selecionadas:

A55
Solução de venture debt para empresas de tecnologia (asset light).
Plataforma para acompanhamento, em tempo real, do fluxo de caixa e recebíveis das empresas financiadas.

BizCapital
Fintech de crédito online com foco em PMEs.
Modelo proprietário de análise e score de crédito via plataforma, permitindo o desembolso ao tomador no mesmo dia.

Diin
Aplicativo de educação financeira para as classes C, D e E.
A solução tem o objetivo de criar uma reserva financeira para os usuários, por meio de diferentes desafios e objetivos traçados via app.

Levee
Startup de recrutamento para posições operacionais.
Por meio de machine learning, a ferramenta aumenta a eficiência no processo de seleção. Possuem base de dados de milhões de CPFs cadastrados.

Mobills
Aplicativo de gestão de finanças pessoais e monitoramento de transações.

Netlex
Startups de automação de documentos jurídicos para aumentar a produtividade. Por meio de um questionário inteligente, a ferramenta permite facilitar o trabalho no processo de criação de contratos e propostas.

Tail
Solução de big data e analytics que permite conhecer os interesses do consumidor, enriquecendo a base de dados da empresa e gerando insights para área de marketing para melhor conversão de vendas.

Vindi
Fintech de gateway de pagamentos. São especializados em cobranças de pagamentos recorrentes, com foco na indústria de serviços

Conheça as 50 empresas selecionadas para o Programa Conecta Startup Brasil

O Conecta Startup Brasil divulga a relação das 50 empresas selecionadas para participar do Programa, promover o relacionamento e o apoiar o desenvolvimento de startups em estágio inicial (early stage).

Resultado da ação conjunta entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a Softex e o parceiro executor, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), as atividades do Programa Conecta Startup Brasil incluem desde a ideação, passando pela conexão, capacitação, mentoria e também o acesso tanto ao mercado como a investimentos. Projetos aprovados das startups poderão receber até R$ 200 mil em aportes.

Entre as 50 empresas selecionadas nesta etapa, 48% são médias e pequenas e 52% são de grande porte. Em relação ao setor de atividade, 70% atuam no segundo setor, 22% no primeiro e 8% no terceiro. Os Estados com maior participação são São Paulo (17), Santa Catarina (7), Rio Grande do Norte (5), Minas Gerais (4) e Rio Grande do Sul (4). Quanto à atividade econômica, segundo a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) adotada pelo IBGE, 50% pertence às indústrias de transformação, 10% de informação e comunicação, 8% comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, 8% atividades científicas e técnicas, 4% educação e 4% atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados. Integram a relação de participantes Grupo Boticário, FCA FIAT Chrysler, 3M, Votorantim Cimentos, Burger King, L’Oreal Brasil, Johnson & Johnson, Natura e Unimed, entre outras.

Paulo Alvim, secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, destaca que “o grande diferencial do Conecta Startup Brasil é o fato de o programa abrir uma janela de oportunidade para as startups. Ao trabalharem para atender demandas concretas do setor produtivo, os empreendedores ampliam suas bases de negócios. Isso traz ganhos para todos e expande, pelo olhar do mercado, o funil da inovação.”

“Procuramos atrair empresas de todas as regiões que possuíssem desafios tecnológicos reais. Nosso próximo passo é capacitar as startups e, para isso, lançamos uma plataforma de EAD com conteúdo voltado para quem deseja tirar uma ideia do papel e transformá-la em um negócio. Na sequência, anunciaremos o edital que selecionará as 100 equipes empreendedoras que irão compor a última etapa de seleção do Programa”, explica Diônes Lima, vice-presidente da Softex.

Segundo o presidente da ABDI, Guto Ferreira, os pedidos tecnológicos apresentados pelas empresas fortalecem as startups. “As demandas reais das empresas preparam as startups para lidar com o mercado e com os novos tipos de inovação”, afirma.
Para as empresas, o Conecta Startup Brasil é uma oportunidade para fortalecer a cultura open innovation, participar do ecossistema de inovação e se relacionar com startups. Já as Universidades e Centros de Pesquisas e de Desenvolvimento se beneficiam da interação com o mercado e com o próprio ecossistema. A iniciativa também auxilia as entidades investidoras ao entregar startups mais robustas e com soluções aderentes às necessidades do mercado.

A relação das 50 empresas selecionadas para o Programa Conecta Startup Brasil está disponível para consulta no endereço https://conectastartupbrasil.org.br/edital/. Para acessar o conteúdo da plataforma EAD visite https://conectastartupbrasil.org.br/pagina-ead/

Maior evento de startups receberá grandes nomes do ecossistema

 

 

A fim de levar informação relevante para o público interessado em startups e no ecossistema, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade que representa o setor, confirma a participação de grandes nomes do setor na 6ª edição da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (Case 2019), maior evento latino-americano voltado para startups, que será realizado em 28 e 29 de novembro deste ano, no Transamérica Expo, em São Paulo.

Entre os empreendedores que colocam a mão na massa de verdade e tem as dicas de ouro para compartilhar nos palcos do evento está o fundador e CEO da Resultados Digitais e criador da RD Station, principal plataforma de automação de marketing e uma das empresas que mais crescem no Brasil, Eric Santos.

Contando um pouco da sua trajetória, Rony Meisler, fundador e CEO da marca de roupas carioca Reserva, ministrará uma palestra onde dará insights de como conseguiu conquistar um faturamento de R$ 338 milhões, em 2017, com sua startup de moda.

Outra empresa de grande destaque no cenário das startups, a WeWork levará o Diretor de Operações, Lucas Mendes, para a compartilhar um pouco sobre a “economia WeWork”, cuja estimativa é de contribuir diretamente com 988 milhões de reais e indiretamente com 213 milhões de reais ao PIB de São Paulo, totalizando 1,2 bilhão de reais.

O CEO da startup do setor bancário e financeiro Creditas, Sergio Furio, também marcará presença nos palcos do Case 2019. Para ele, em 10 anos, provavelmente não haverá mais distinção entre bancos e fintechs. “Os bancos necessitam incorporar características de fintech, e elas, por sua vez, devem se aproximar dos bancos em algumas dimensões. E neste contexto ocorrerão todos os tipos de competição e colaboração”.

Em um espaço maior, a edição deste ano do principal evento do cenário de inovação do Brasil e América Latina espera cerca de 10 mil participantes, que poderão encontrar quatro arenas de conteúdo voltadas para os principais áreas dentro de uma startup: hacker (desenvolvedores e tecnologia), hipster (design, UX e produto), hustler (vendas e customer success) e hyper (marketing e Growth Hacking).

CASE 2019
Data: 28 e 29 de novembro de 2019, das 10h às 20h
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Av Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro – São Paulo (SP)
Informações e ingressos: case.abstartups.com.br

Nexus e o Grupo A tornam-se mantenedores da ABstartups

No Brasil, estima-se que, atualmente, haja entre 10 e 15 mil startups. Destas, quase 13 mil são mapeadas e acompanhadas pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups),instituição sem fins lucrativos que representa as startups brasileiras e ajuda a desenvolver o ecossistema e a economia. Apoiando essa missão, Nexus Hub de Inovação do Parque Tecnológico de São José dos Campos e o Grupo A acabam de tornar-se mantenedoras da Associação.

Os mantenedores são empresas que querem estimular e servir de combustível para startups em todo Brasil, apoiando a Abstartups em seus projetos institucionais e têm contato direto com empresas inovadoras em todo território nacional. “Se tornar mantenedor é uma forma de contribuir ativamente com o ecossistema de startups e participar de uma organização que está há 8 anos gerando impacto empreendedor em todo Brasil”, pontua o presidente da Abstartups, Amure Pinho.

Tendo como foco a educação, que move o Grupo A, seja por meio dos livros – que deram origem à empresa há mais de 40 anos -, ou, mais recentemente, do portfólio de soluções edtech para o mercado de ensino superior, o presidente do Grupo A, Celso Kiperman, orgulha-se dessa aproximação ainda mais do ecossistema. “Nossa inspiração está nos desafios e oportunidades que a revolução digital traz para quem tem as missões de ensinar e aprender, e, por isso, apoiarmos e nos aproximarmos das startups, que compartilham dos nossos valores e também buscam construir o futuro da educação faz parte da nossa visão e missão para a educação brasileira e como líder nacional em soluções educacionais.”

Ao se tornar mantenedor da Abstartups, o Nexus, por sua vez, dá um novo passo para se posicionar nacionalmente. “O grande benefício é se conectar ao ecossistema nacional, pois sabemos que a associação é referência. Conseguiremos mostrar os grandes projetos e resultados de nossa comunidade, que é muito forte e bem estabelecida”, diz o head do Nexus, Alexandre Barros, que representa o hub que contempla diferentes etapas, voltadas para diferentes fases e perfis de empreendedorismo, desde o primeiro passo, com o Nexus Labs, ao Nexus Scale Up, voltado para startups em fase de tração e escala.

Além dessas novas empresas, a Random, B3, PiaR Comunicação, EDP Brasil, Sicoop, Salesforce, Gocommerce e a Sympla fazem parte dos mantenedores da Abstartups. “Por ano, conseguimos impactar mais de 50 mil empreendedores diretamente e isso não seria possível sem uma rede de parceiros e mantenedores que trabalham para impulsionar as startups”, afirma Amure Pinho.

Startups com soluções voltadas à saúde podem apresentar seus projetos no Conahp

Com foco na qualidade do serviço prestado ao paciente, a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) promove a segunda edição do projeto Startups Anahp. Serão selecionadas até 20 empresas que atendam aos critérios para que apresentem seu projeto prático presencialmente ou online. Após avaliação, as 10 melhores serão convidadas a participar do principal evento do setor hospitalar do Brasil, o Congresso Nacional de Hospitais Privados (CONAHP), que esse ano tem como tema “Saúde baseada na entrega de valor: o papel do hospital como integrador do sistema”.

As inscrições estão abertas e devem ser feitas até o dia 20 de agosto, pelo site do CONAHP, por empresas de até 20 funcionários e faturamento anual de até R$ 2 milhões, que trabalhem com tecnologias inovadoras aplicadas à saúde humana já disponíveis no mercado. O regulamento completo pode ser conferido aqui.

O evento contará com uma área de inovação exclusiva para que as startups possam expor suas ideias para os mais de 4 mil participantes, durante os dias 26, 27 e 28 de novembro.

Cronograma:

20/08 – Prazo final para envio dos projetos / inscrições
01/09 – Término da Avaliação dos Projetos
02/09 – Resultado das empresas selecionadas para apresentar o projeto prático (1ª etapa da seleção)
16/10 – Apresentação do projeto (presencial ou online) + Entrega do vídeo (conforme os requisitos descritos na área de inscrição)
23/10 – Definição das 10 Startups que participarão do CONAHP (seleção final)
24/10 – Anúncio das 10 Startups Selecionadas.
26, 27 e 28/11 – Exposição dos projetos no CONAHP

Em sua terceira fase, o Programa TechD recebe 621 inscrições de startups, empresas de TIC, grupos de pesquisa e consórcios

O Programa TechD, lançado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em parceria com a Softex, anuncia o resultado da chamada pública de inscrições para startups, empresas de TIC, grupos de pesquisa e consórcios nacionais e internacionais interessados em fornecer tecnologia para as empresas-âncoras e Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), centros de P&D e universidades participantes dentro de quatro áreas temáticas: IoT, Saúde, Energia e Mobilidade.

“Durante o período de submissão, encerrado em junho, recebemos 621 inscrições e após a fase de análise documental e habilitação com as bancas de avaliação, foram selecionados 182 projetos”, destaca Diônes Lima, vice-presidente da Softex.

Em sua primeira fase, o TechD firmou 22 acordos com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), universidades e centros de P&D distribuídos por 13 estados, possibilitando o suporte em todas as regiões do país. Na segunda etapa, foram confirmadas 36 médias e grandes companhias interessadas em testar tecnologias através de processos de inovação aberta – as chamadas empresas-âncora, entre as quais Braskem, Embraer, Furukawa, Klabin, Marcopolo, Positivo, Sercomtel e Votorantim.

Paulo Alvim, secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, explica que o TechD inicia agora a fase de avaliação dos projetos de pesquisa por ICCs e empresas-âncora. “Na sequência, teremos as diligências entre as startups, centros de P&D, universidades e empresas participantes. Ainda neste semestre serão firmados os termos de cooperação para início dos trabalhos. A missão do Programa é realizar essa ponte entre o universo empreendedor e o de pesquisa, contribuindo para o desenvolvimento de tecnologias com maior valor agregado”, ressalta.

Com recursos da ordem de até R$ 18 milhões, o TechD prevê a concessão de até R$ 500 mil de subvenções somados a possíveis investimentos de até 2 milhões que as empresas já habilitadas aportarão por projeto de tecnologia selecionado. Ele permite também que as empresas ofertem contrapartida financeira por projeto de interesse, que sejam sócias ou obtenham exclusividade no uso das soluções que serão implementadas.

Para a sua realização, o programa TechD conta com as parcerias estratégicas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Bossa Nova figura em ranking de startups na categoria de ecossistema

A Bossa Nova Investimentos, líder absoluta do segmento na América Latina, foi destaque do ranking anual Top 100 Open Startups, divulgado na última quinta-feira (18). Com mais de 10 mil empresas e startups inscritas na pesquisa, a Bossa Nova foi citada entre os 10 maiores fomentadores do ecossistema de startups no Brasil. “Nosso principal objetivo sempre foi promover o desenvolvimento de startups nacionais para democratizar o acesso ao capital e unir negócios promissores a investidores qualificados”, afirma Pierre Schurmann, CEO da Bossa Nova Investimentos.

Para o empresário, o país vem se destacando no cenário empreendedor e atraindo cada vez mais investidores estrangeiros devido ao número crescente de novos unicórnios (empresas que atingem valuation de mais de R$ 1 bi). “As perspectivas do mercado de venture capital são positivas e acredito que o país deva surfar um crescimento anual de 50% nos próximos três anos, pelo menos”, revela. A empresa, que já realizou 513 investimentos, pretende somar mil startups ao seu portfólio até 2020. Desde 2017, os empresários Pierre Schurmann e João Kepler contam com o apoio do Banco BMG como sócio.

Liderando o ranking Top 50 Open Corps, o Banco BMG foi outro grande destaque da pesquisa. A instituição foi a que mais fechou contratos com startups no último ano, segundo dados da Open Startups. Citado na categoria de grandes corporações, o BMG atua por meio do braço BMG UpTech com projetos e ações de incentivo ao empreendedorismo. “A oportunidade de estar constantemente dialogando e negociando com as startups, oxigena o ambiente de uma grande corporação. Nestes três anos de atuação, aprendemos como extrair o melhor da relação entre startups e grandes empresas, gerando ganhos expressivos para ambos”, destaca Rodolfo Santos, CEO do BMG UPTech.

Startups promissoras

Dentre as empresas que apareceram no ranking TOP 100 Open Startups como sendo as mais atraentes para o mercado corporativo, a Bossa Nova é investidora de 19 delas. “Como atuamos no estágio de pré-seed, que antecede o investimento semente, somos responsável por identificar os negócios que tem mais chances de crescerem exponencialmente”, explica João Kepler, sócio da Bossa Nova Investimentos, diretor de startups da Assespro e autor do livro Smart Money.

Confira abaixo a lista das startups investidas pela Bossa Nova que aparecem no ranking por categorias:

TOP 100 Startups: Simplifica Fretes, Standout, JUSTTO, dLieve, Biosolvit e Kriativar
TOP 10 Retail – NUMENU e Standout
TOP 10 Environment – Polen, Biosolvit, Aterra
TOP 10 Energy – Delfos
TOP 10 Healthcare – Psicologia Viva
TOP 10 Customer Service – Almoço Grátis e TotalVoice
TOP 10 Legal – Licentia
TOP 10 Marketplace – Simplifica Fretes
TOP 10 Transporte e Logistica – dLieve
TOP 10 Industry – Órbita Engenharia
TOP 10 Financial Services – Boletão
TOP 10 Productivity – Espresso
TOP 10 Big Data – KCollector
TOP 10 Education – Kriativar

Startups selecionadas do Starter Acceleration Program, da EDP, apresentam seus projetos em São Paulo

Na última sexta-feira (19), a EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico, realizou no espaço Unibes Cultural, em São Paulo, o primeiro Demoday do Starter Acceleration Program. O evento apresentou as iniciativas de cada startup selecionada, e reuniu cerca de 120 pessoas, entre empresas, apoiadores e convidados externos. O primeiro Demoday aconteceu em Junho com em Madri com as startups do Módulo Europeu, o próximo evento será do módulo da América do Norte e acontece no mês agosto em Houston, Estados Unidos.

Os projetos selecionados para a final propõem soluções de inovação envolvendo diferentes áreas, tais como, Foco em soluções para clientes, Smart Grids, Inteligente artificial, energia limpa e inovação para projetos internos.

Na próxima fase as startups ficarão focadas em desenvolver seus projetos, 3 empresas de cada módulo serão selecionadas para a grande final que acontecerá em novembro, em Lisboa, durante o Web Summit, um dos maiores eventos de inovação, empreendedorismo e tecnologia do mundo. As escolhidas terão um stand no local, podendo apresentar suas soluções ao mercado e prospectar novas oportunidades de negócio durante o Congresso. A startup vencedora será premiada com 50 mil euros.

Desde 2008 os veículos de Venture Capital do grupo EDP já aplicaram globalmente mais de 30 milhões de euros em 26 startups, que juntas empregam mais de 750 colaboradores e têm mais de 100 milhões de euros de receita por ano. No país, a EDP ventures Brasil é o 1º Corporate venture capital voltado ao setor de energia, lançado em 2018 já conta com duas startups investidas que passaram também pelos programas de aceleração da EDP.

Novos parceiros

Três parceiros internacionais se juntaram a esta primeira edição do Starter Acceleration Program: a American Eletric Power, utility que tem mais de cinco milhões de clientes em 11 estados norte-americanos; a Turning Tables, uma empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva; e a Verbund, maior fornecedora de eletricidade da Áustria, com quase meio milhão de clientes. O programa conta também com a L Marks e a Ace, duas especialistas em projetos de inovação e empreendedorismo e presença mundial.

Conheça o perfil das startups selecionadas:

Loud Voice – São Paulo (Foco em soluções para Clientes): plataforma de comunicação que permite uma conversa real entre bots e humanos gerando uma experiência de qualidade.

Neras – São Paulo (Smart Grids): solução com IoT voltada para a gestão eficiente do consumo de energia em estabelecimentos comerciais e industriais.

ColabApp – São Paulo (Foco em soluções para Clientes): plataforma que conecta consumidores à administração pública ou a empresas a melhoria da qualidade dos serviços prestados.

BLU365 – São Paulo (Foco em soluções para Clientes): plataforma de negociação de dívidas para gerar valor para credores e devedores por meio da combinação de ciência de dados, CRM e marketing orientado para o desempenho e suporte aos credores.

Fhinck – São Paulo (Inteligência Artificial): utiliza a tecnologia de IoT para eficácia e produtividade da força de trabalho, fornecendo análise em tempo real para melhorar processos e aumentar o desempenho e eficiência das equipes

Rio Analytics – Rio de Janeiro (Inteligência Artificial): empresa focada na aplicação de inteligência artificial para prever falhas de ativos industriais. A plataforma digital, através de algoritmos de aprendizagem promovendo aumentando a eficiência da produção.

Já Entendi – Paraná (Inovação em processos internos): startup de inteligência educacional que oferece uma metodologia capaz de transformar qualquer conteúdo de treinamento, como livros, manuais e folhetos em videoaulas com o uso de câmeras e dispositivos inteligentes.

Thermo-Off – Santa Catarina (Energia Limpa): possui um revestimento (como uma tinta), desenvolvido com base em nanotecnologia, com um alto poder de reflexão dos raios infravermelhos, ajudando grandes empresas a reduzir custos e economizar energia.

Pix Force – Rio Grande do Sul (Inteligência Artificial): desenvolve soluções usando tecnologias de visão computacional, inteligência artificial e machine learning para tratamento e interpretação de imagens e vídeos.

Trato – México (Inovação em processos internos): oferece uma plataforma para gerenciamento e interface de contratos jurídicos utilizando a tecnologia blockchain.

Monest está entre as startups mais atraentes de Financial Services do Ranking 100 Open Startups

A Monest, empresa de relacionamento que atua na recuperação de crédito para PME e promete acabar com a inadimplência de forma prática e sem burocracia, está entre as Top 10 do Ranking Financial Services, divulgado pelo movimento 100 Open Startups, no último dia 18 de julho.

Desde 2015, o número de fintechs no Brasil tem crescido 96% ao ano, somando mais de 400 startups de tecnologia financeira em operação atualmente, conforme aponta o Radar Fintechlab 2018. Este número representa 8,8% das startups do país.

Fundada em 2018, a Monest nasceu com a proposta de ajudar pequenas e médias empresas a recuperar o crédito, de forma diferenciada. Prática e sem burocracia, a empresa foca numa comunicação diferente com os devedores, destacando os benefícios de quitar as dívidas e manter o relacionamento com a credora.

Já são cerca de 100 clientes no portfólio, de segmentos variados, como medicina ocupacional, internet, educação, registro de marca, odontologia e diversos outros. Mesmo com pouco tempo de existência, cerca de 8 meses, já administra quase 6 milhões de reais em inadimplência e vem atuando na recuperação desses recursos. A expectativa é finalizar o exercício de 2019 com aproximadamente 460 clientes e o quádruplo desse valor em carteira.

Última semana para startups se inscreverem no boostLAB, programa de potencialização do BTG Pactual

Estão abertas até o dia 26 de julho, sexta-feira, as inscrições para a quarta edição do boostLAB, programa de potencialização para startups em nível avançado, as chamadas scale-ups, com grande possibilidade de crescimento. O programa do BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, conta com mentoria e metodologia da ACE, uma dos maiores empresas de investimento em startups e inovação corporativa da América Latina.

Nessa edição, buscam principalmente iniciativas ligadas a fintechs, machine learning, real estate, big data, agrotechs, insurtechs, blockchain, entre outras. É importante que as scale-ups tenham ao menos dois sócios com dedicação exclusiva, produto pronto, tração e vendas recorrentes para resolver problemas reais de forma escalável. As empresas podem ter recebido aportes em nível Seed, Séries A ou posteriores.

“Em pouco mais de um ano de boostLAB, ajudamos na evolução e desenvolvimento de 20 startups, investimos em quatro delas, e fizemos negócios com quase todas. Além disso, fomos reconhecidos como o melhor centro de inovação da América Latina*”, afirma Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB.

A quarta edição do boostLAB pretende superar a marca de 200 empresas inscritas alcançada no Batch anterior. Dentre elas, serão selecionadas de seis a oito para seguirem no programa durante cinco meses. As inscrições devem ser feitas pelo site: www.boostlab.com.br/.

O boostLAB fica localizado em São Paulo, no WeWork Faria Lima.

“As primeiras edições do boostLAB foram um sucesso e pretendemos, cada vez mais, auxiliar esses negócios, com mentorias de excelência para suprir dificuldades, fortalecer qualidades e guiar as startups para o crescimento ainda mais acelerado”, diz Pedro Waengertner, CEO da ACE e mentor no boostLAB.

Incentivos para as startups

A iniciativa prevê a realização de parcerias e projetos piloto com o BTG Pactual, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema. As selecionadas recebem mais de R$ 300 mil em créditos e benefícios com empresas parceiras como Amazon, Google e Oracle, entre outras.

Um dos pontos de destaque do boostLAB é a proximidade com os sócios e diretores sêniores do BTG Pactual, que oferecem mentoria e dividem suas experiências por meio de um Conselho. Cada um dos oito envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Grupo. São eles: Frederico Pompeu – que tem dedicação exclusiva ao programa -, Renato Mazzola (Head do Private Equity), Gustavo Roxo (CTO), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), José Vita (Membro do Comitê Executivo), Gabriel Motomura (lidera o negócio de crédito para PMEs), Mateus Carneiro (Head do RH) e André Alves (Head de Marketing).

As Scale-ups também contam com um time grande de mentores da ACE e do Google Launchpad, além dos conselhos de um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação, como Stelleo Tolda (COO do Mercado Livre), Cláudio Galeazzi, grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, e Sônia Hess, ex-CEO da Dudalina, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil. Quem acaba de se juntar ao time é Joel Rennó, CFO da OLX, empresa global de comércio eletrônico.

Foco em inovação

Na última semana, o BTG Pactual anunciou a criação de uma unidade full service de varejo que consolida suas iniciativas digitais nesse segmento. A unidade será liderada pelo sócio sênior do BTG Pactual Amos Genish, empreendedor bem sucedido, amplamente reconhecido pela sua experiência em tecnologia e inovação.

O objetivo da unidade é oferecer aos consumidores e empreendedores uma experiência bancária inovadora, transparente e completa. Isso engloba soluções de investimentos, conta corrente e banco transacional, serviços financeiros a PMEs, serviços bancários de crédito ao consumidor e plataforma de seguros e previdência. Essa oferta será feita por meio do BTG Pactual digital e também das participações no Banco Pan, Too Seguros e na BIT Pagg e BIT Seguros. A nova área englobará análise de dados, marketing de performance e user experience por meio de serviços prestados pela Decode. Sob o guarda-chuva da nova área, estará também o boostLAB.

“Com a criação da unidade digital liderada pelo Amos Genish, acredito que seremos capazes de ampliar e intensificar ainda mais o relacionamento com o ecossistema”, diz Pompeu.

* Prêmio The Innovators 2019, da Global Finance

Samsung Creative Startups seleciona incubadoras para 5ª rodada do programa

O Samsung Creative Startups, programa de aceleração de startups de base tecnológica realizado em parceria com a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) e com o CCEI (Centro Coreano de Economia Criativa e Inovação), está com inscrições abertas para as incubadoras e aceleradoras interessadas em apoiar as startups que serão selecionadas para a quinta rodada do programa.

As incubadoras devem estar credenciadas junto ao Comitê da Área de Tecnologia da Informação (CATI), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), e/ou ao Comitê das atividades de Pesquisa e Desenvolvimento da Amazônia (CAPDA), do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Também é necessário estar em situação regular para a utilização de recursos da Lei de Informática (Lei nº 8.248/1991).

No processo seletivo, serão aceitas incubadoras e aceleradoras que já tenham formalizado a solicitação do registro junto aos órgãos citados acima e ainda aguardam a publicação no Diário Oficial da União, assim como as associadas à Anprotec na Amazônia Ocidental e nas cidades de Macapá e Santana, no Estado do Amapá, sem credenciamento CAPDA, desde que estejam em operação há pelo menos um ano e possuam, no mínimo, cinco empresas de base tecnológica em processo de incubação ou aceleração.

Os ambientes de inovação selecionados devem participar do evento de transferência de conhecimento; controlar e monitorar as futuras empresas no âmbito do Programa; zelar pela administração e pelo uso adequado dos recursos provenientes do projeto; e possuir os recursos materiais e humanos necessários para o sucesso da operacionalização durante todas as etapas.

As incubadoras e aceleradoras também serão responsáveis por auxiliar as startups selecionadas para o Samsung Creative – que receberão R$ 200 mil livres de equity para desenvolver e aprimorar produtos e serviços – em treinamentos, assessorias e mentorias.

“As startups também terão acesso aos profissionais da Samsung e contarão com ajuda especial para conversar com as áreas atendidas pela empresa”, destaca Paulo Quirino, Coordenador Nacional do Programa Samsung Creative Startups na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung. “Ao final da quinta rodada, as startups poderão ser indicadas para um intercâmbio na Coreia do Sul para apresentar as soluções desenvolvidas para investidores asiáticos”, conta.

O presidente da Anprotec, José Alberto Sampaio Aranha, ressalta a importância dos ambientes de inovação ao Programa. “Através da rede de incubadoras, que recebe as startups do Programa, são oferecidas as ferramentas para que a empresa nascente chegue mais estruturada, com um produto melhor desenvolvido, e know-how ao mercado, porque é isso que transforma ideias em grandes projetos”, afirma.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 5 de agosto. O cadastro é concluído com o preenchimento do formulário de inscrição e o envio dos documentos necessários pelo e-mail: economiacriativa@anprotec.org.br.

SulAmérica promove encontro com startups para ampliar sinergias em Auto e Massificados

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, realizou nesta quarta-feira (3), no Rio de Janeiro, um encontro para conhecer startups com características que agregam valor aos produtos de Automóvel e Massificados. Chamado de “Pitch Day”, o evento reuniu desde empresas especializadas em inteligência artificial até companhias voltadas ao desenvolvimento de chatbots e blockchain, e possibilitou à seguradora avaliar potenciais parceiros para as linhas de produtos voltados para veículos, residências e empresas.

O “Pitch Day” ocorre em um contexto de investimento contínuo da SulAmérica em tecnologia e inovação e tem como meta aprimorar as experiências de clientes, corretores e demais parceiros em todas as linhas de negócio, entre elas Automóvel e Massificados.

Mercado em crescimento

Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o País já conta com mais de 10 mil startups – quase metade das empresas está sediada na região Sudeste. Especificamente no setor de seguros, o número das chamadas insurtechs (startups do mercado segurador) chega a 80. Em setembro de 2017, o País tinha apenas 25 empresas neste ramo, um avanço de 316%.

SAP Labs vai premiar startups que melhorem a vida das pessoas

Já estão abertas as inscrições para a terceira edição do SAP Innomarathon, competição regional de startups que visa estimular o desenvolvimento de soluções que melhorem a vida das pessoas por meio do uso de tecnologia. Criado pelo SAP Labs América Latina em parceria com Socialab, neste concurso as startups devem aplicar conceitos de inovação e novas tecnologia em projetos nas áreas de educação, serviços públicos, sustentabilidade e empreendedorismo social. Este ano, a maratona será realizada em nove países: Argentina, Chile, Brasil, Peru, Colômbia, México, Porto Rico, Costa Rica e Uruguai. Serão selecionadas seis startups em cada país para participar da primeira rodada de apresentações. A inscrição é gratuita e pode ser feita até 10 de julho nos links América Latina e Brasil.

Todos os inscritos vão acompanhar uma demonstração da plataforma SAP Leonardo, que inclui tecnologias emergentes como Internet das Coisas, blockchain, machine learning (aprendizado de máquina) e Big Data. Em seguida, cada participante deve fazer uma apresentação conceitual de uma solução que contemple uma das aplicações tecnológicas e que resolva um desafio enquadrado em um dos Objetivos Globais de Sustentabilidade da Organização das Nações Unidas.

Em 12 de julho, serão anunciadas as seis startups, de cada um dos países participantes, que irão avançar para a primeira rodada de apresentações, realizada em formato de maratona entre os dias 18 e 20 de julho nas cidades de Buenos Aires, Santiago do Chile, Lima, Bogotá, Cidade do México, San José, San Juan, Montevidéu e São Paulo.

A final, com as equipes vencedoras de cada país, será no dia 21 de outubro em Nova York. O vencedor receberá um prêmio de US$ 5.000 e 12 meses de mentoria da equipe de Responsabilidade Social do SAP Labs para ajudar a desenvolver o projeto.

“A SAP acredita que a tecnologia é um motor para o desenvolvimento da sociedade e quando incentivamos que os projetos busquem encontrar soluções para problemas complexos, como os colocados entre os objetivos globais de sustentabilidade da ONU. Queremos que mais pessoas e organizações debatam sobre situações reais e invistam sua capacidade criativa para inovar e apresentar novos formatos de plataforma que nos ajudem a enfrentar causas e consequências de problemas urgentes, como acabar com a pobreza, gerar bem-estar, proteger o meio ambiente, entre outros”, explica Lautaro Spotorno, Diretor de Comunicação e Sustentabilidade da SAP América Latina.
Nas edições anteriores, os projetos vencedores foram o Bikelite, uma solução para ciclistas que utiliza GPS para criar rotas seguras que evitam o risco de acidentes e situações como roubos ou ruas esburacadas, e o Ecolones, rede de pessoas que reciclam e trocam resíduos por criptomoedas para usar no comércio.

Em expansão, fintech Bcredi abrirá 50 vagas em Curitiba e São Paulo

A Bcredi – fintech especializada em crédito com garantia de imóvel – está crescendo rapidamente e abrirá até setembro processo seletivo para 50 vagas de trabalho em Curitiba (PR) e em São Paulo (SP). Do total, dez posições já estão abertas. Serão selecionados profissionais com perfil técnico que possuam experiência nas áreas de crédito imobiliário, tecnologia da informação, comercial, recursos humanos e vendas. Mais informações sobre as vagas em http://bcredi.gupy.io/.

“Iniciamos nossas operações em 2017, com 20 pessoas, e terminamos 2018 com 48. Atualmente, nosso quadro já conta com 103 colaboradores”, diz Maria Teresa Fornea, CEO da Bcredi. O crescimento do time vem para acompanhar a rápida expansão do negócio.

“Nossas projeções são ambiciosas. Queremos quadriplicar nossa operação, chegando a 120 milhões em originação até o final de 2019”, diz Maria Teresa. Muito além de metas desafiadoras do negócio, esses números representam capital de giro aplicado, dívidas quitadas, negócios abertos e estímulos sobre mercados que vão além do imobiliário.

No portal http://www.bcredi.com.br/ os usuários podem fazer simulações sobre crédito imobiliário. O investidor pode trocar uma dívida pesada por um crédito saudável, aplicar na própria empresa, abrir uma franquia ou ainda usar os recursos para construir ou reformar.

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Starter Acceleration Program seleciona startups para módulo da América Latina

A EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico, anuncia as startups que participarão do módulo América Latina de seu programa global de aceleração de startups, o Starter Acceleration Program. As 10 eleitas, vindas do Brasil e do México, desenvolvem soluções de inteligência artificial, big data, energias renováveis e smart grids (veja a lista).

“As startups selecionadas atuam com tecnologias emergentes que capazes de alavancar a transformação do setor de energia. Com a globalização do Starter, queremos reforçar o apoio ao ecossistema empreendedor brasileiro e, também, expandir nossa presença com inovação aberta em países da América Latina, fomentando novas soluções para o nosso negócio,” destaca Livia Brando, Head de Inovação e Ventures da EDP Brasil.

O programa, que neste ano passou a ser global, com módulos em três regiões – Europa (em Madri, Espanha), América Latina (em São Paulo, Brasil) e América do Norte (em Houston, Estados Unidos) – teve aproximadamente 500 inscrições. Foram escolhidas 10 startups para cada módulo, as quais passarão por uma semana de imersão para o desenvolvimento das propostas de projetos-piloto junto à EDP, com apoio do time de especialistas da Empresa, além das mentorias das aceleradoras.

Ao fim desse processo haverá um Demoday, no qual as startups farão os pitches. Após essa etapa, que, no País, acontece no dia 19 de julho no Unibes Cultural, em São Paulo, aquelas com maior potencial participarão da grande final em novembro, em Lisboa, durante o Web Summit, um dos maiores eventos de inovação, empreendedorismo e tecnologia do mundo. As escolhidas terão um stand no local, podendo apresentar suas soluções ao mercado e prospectar novas oportunidades de negócio durante o Congresso. A startup vencedora será premiada com 50 mil euros

Desde 2008 os veículos de Venture Capital do grupo EDP já aplicaram globalmente mais de 30 milhões de euros em 26 startups, que juntas empregam mais de 750 colaboradores e têm mais de 100 milhões de euros de receita por ano. No país, a EDP ventures Brasil é o 1º Corporate venture capital voltado ao setor de energia, lançado em 2018 já conta com duas startups investidas que passaram também pelos programas de aceleração da EDP.

Novos parceiros

Três parceiros internacionais se juntaram a esta primeira edição do Starter Acceleration Program: a American Eletric Power, utility que tem mais de cinco milhões de clientes em 11 estados norte-americanos; a Turning Tables, uma empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva; e a Verbund, maior fornecedora de eletricidade da Áustria, com quase meio milhão de clientes. O programa conta também com a L Marks e a Ace, duas especialistas em projetos de inovação e empreendedorismo e presença mundial.

Conheça o perfil das startups selecionadas:

Loud Voice – São Paulo (Foco em soluções para Clientes): plataforma de comunicação que permite uma conversa real entre bots e humanos gerando uma experiência de qualidade.

Neras – São Paulo (Smart Grids): solução com IoT voltada para a gestão eficiente do consumo de energia em estabelecimentos comerciais e industriais.

ColabApp – São Paulo (Foco em soluções para Clientes): plataforma que conecta consumidores à administração pública ou a empresas a melhoria da qualidade dos serviços prestados.

BLU365 – São Paulo (Foco em soluções para Clientes): plataforma de negociação de dívidas para gerar valor para credores e devedores por meio da combinação de ciência de dados, CRM e marketing orientado para o desempenho e suporte aos credores.

Fhinck – São Paulo (Inteligência Artificial): utiliza a tecnologia de IoT para eficácia e produtividade da força de trabalho, fornecendo análise em tempo real para melhorar processos e aumentar o desempenho e eficiência das equipes

Rio Analytics – Rio de Janeiro (Inteligência Artificial): empresa focada na aplicação de inteligência artificial para prever falhas de ativos industriais. A plataforma digital, através de algoritmos de aprendizagem promovendo aumentando a eficiência da produção.

Já Entendi – Paraná (Inovação em processos internos): startup de inteligência educacional que oferece uma metodologia capaz de transformar qualquer conteúdo de treinamento, como livros, manuais e folhetos em videoaulas com o uso de câmeras e dispositivos inteligentes.

Thermo-Off – Santa Catarina (Energia Limpa): possui um revestimento (como uma tinta), desenvolvido com base em nanotecnologia, com um alto poder de reflexão dos raios infravermelhos, ajudando grandes empresas a reduzir custos e economizar energia.

Pix Force – Rio Grande do Sul (Inteligência Artificial): desenvolve soluções usando tecnologias de visão computacional, inteligência artificial e machine learning para tratamento e interpretação de imagens e vídeos.

Trato – México (Inovação em processos internos): oferece uma plataforma para gerenciamento e interface de contratos jurídicos utilizando a tecnologia blockchain.

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