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Startup aposta em novo modelo de supermercado online

Você já parou para pensar quanto tempo do seu dia você gasta indo ao supermercado? Além dos gastos com deslocamento, perdemos tempo procurando produtos e, muitas vezes, acabamos gastando mais do que o necessário, pois as promoções nos atraem a cada corredor e nos fazem levar coisas que não precisamos de fato. Para ajudar os consumidores nessas tarefas, os empreendedores Bruna Vaz Negrão, de 25 anos, e Fábio Rodas Blanco, 26, criaram a Shopper.com.br, uma plataforma que auxilia os usuários a planejarem e economizarem nas compras de supermercado.

Muito mais que um supermercado online, a startup se destaca por ser um sistema de reabastecimento de itens de consumo doméstico: produtos de limpeza, higiene pessoal, alimentos não perecíveis, bebidas, pets e frutas.

A empresa trabalha com o modelo de compras planejadas. O cliente escolhe os produtos no site ou aplicativo e recebe em casa. No mês subsequente, ele é lembrado, dias antes, para que faça ajustes em itens e quantidades, e receba outra cesta. “Nosso objetivo é ajudar as pessoas a abastecerem suas casas para que não faltem itens essenciais no dia a dia”, afirma Fábio.

Na plataforma, o cliente tem a flexibilidade de fazer ajustes no pedido, suspender a entrega ou reagendar para outra data. “Nossos clientes podem alterar 100% de suas cestas entre uma entrega e outra. Diferente de outros modelos de assinatura, estamos atentos à necessidade deles e, por isso, não cobramos nenhuma taxa a mais pela mudança, nem mesmo pelo cancelamento dos serviços”, explica Bruna.

A Shopper.com.br possui um acervo com mais de 2.100 itens e atende mais de 500 bairros da Grande São Paulo, entre eles: Jardins, Higienópolis, Vila Olímpia, Vila Mariana e até a região de Alphaville. O pedido mínimo feito pela plataforma é de R$150,00 e até R$249,90 é cobrada uma taxa de R$9,90 de frete. Para as compras acima de R$250,00, o frete é gratuito.

Além de manter a despensa sempre abastecida, o modelo ajuda as pessoas a planejarem com antecedência suas compras, o que faz com que a startup consiga se organizar melhor e comprar direto dos fabricantes apenas aqueles produtos que sabe que vai vender. Esse planejamento também se traduz numa logística mais eficiente, organizada com antecedência. Somados, esses fatores possibilitam à Shopper.com.br cobrar preços baixos: em média 12% menores que os dos supermercados online tradicionais. Essa maior eficiência do modelo já gerou R$ 1,8M de economia aos milhares de clientes.

Expansão do negócio

A Shopper.com.br iniciou a operação em 2015 e já apresenta resultados bastante positivos. Com crescimento de 20 a 35% ao mês, a startup acaba de captar R$10 milhões. “Queremos manter essa curva de crescimento. A nossa intenção é expandir para mais 300 bairros até o final de 2019”, destaca o CEO da startup.

Hoje, a empresa possui 110 colaboradores e tem mais de 50 vagas abertas, em 20 posições diferentes. Com um Centro de Distribuição de 2.300m², localizado na cidade de São Paulo, a startup já tem mais de 100 mil pessoas cadastradas na plataforma.

“Nós queremos construir um país com menos desperdício, mais eficiente, no qual as pessoas possam consumir e viver de forma inteligente, sem se preocupar com a falta de produtos básicos em casa”, finaliza Fábio.

Spin abre inscrições para sétimo ciclo de aceleração

A Spin, primeira e maior rede de aceleradoras startup+indústria do Brasil e uma das dez melhores do país conforme o Startup Award 2018, abriu as inscrições para o sétimo ciclo de aceleração. O programa é destinado a startups de todo o país que desejam ganhar escalabilidade nos negócios.

Com metodologia exclusiva do Vale do Silício no Brasil, o processo transformador tem como foco as validações e ajustes necessários ao crescimento sustentado e consequente sucesso das startups. Ele ainda oferece programa exclusivo de governança corporativa para startups, coaching em grupo e individual, treinamentos e workshops, mentorias com grandes especialistas em diversas áreas, suporte jurídico, assessoria de imprensa e conexão com possíveis clientes e potenciais investidores.

O programa tem 12 semanas de duração, inscrições abertas até 15 de setembro e início do programa agendado para a segunda quinzena de outubro. Todas as unidades da Spin ao redor do país como São Paulo — SP, Curitiba no Paraná, Jaraguá do Sul, Joinville e Blumenau em Santa Catarina, estarão disponíveis para realizar o ciclo. As inscrições devem ser feitas por meio do site: http://academy.spin.capital/programs

Callflex investe R$ 2 mi em startup de Customer Experience

A Callflex, atuante há doze anos desenvolvendo soluções para o mercado de atendimento no Brasil, anuncia o investimento de R$ 2 mi na 2CX. A startup com foco em Customer Experience criou uma abordagem própria chamada “Make Sense” e modelos de Design Sprint para desenhar a melhor jornada e entregar a melhor experiência neste processo.

Com pouco mais de um ano no mercado, a 2CX vem alçando grandes voos, atendendo clientes dos segmentos financeiro, health care e automobilístico, como Troller-Grupo Ford e Bradesco. Recentemente, a startup ainda venceu o programa Innovation Station, tendo como objetivo elaborar para a Auchan, um dos maiores grupos varejistas da Europa, um projeto focando o futuro do varejo no continente.

Defensora e atuante em prol do melhor relacionamento empresa-cliente, a Callflex sempre desenvolveu suas soluções com o objetivo de facilitar e aproximar esta relação, objetivo compartilhado pela startup, um dos motivos do aporte.

“Investimos na 2CX pois compartilhamos da mesma missão, a de melhorar o sistema de atendimento no Brasil. A startup sempre trouxe isso em seu DNA aliado a um modelo diferenciado de construção de jornadas para o cliente”, afirma Alexandre Azzoni, sócio-fundador e CSO da Callflex.

Marcelo Rodrigues, CEO da 2CX, comenta que o investimento é uma prova de que a startup está no caminho certo. “A Callflex já era uma parceira, já usávamos suas soluções e eles também utilizavam nosso know how em suas entregas. Com o investimento, agora estamos ainda mais fortes no mercado, prontos para desenvolver ainda mais o nosso time e nossa empresa.”

Além do investimento, neste ano a Callflex aumentou o seu time de colaboradores em 30%. Contrariando o mercado, a empresa vem passando por uma crescente vertiginosa, mesmo em um momento delicado para o setor de atendimento no Brasil.

“Sempre estivemos atentos ao mercado, as suas necessidades. Nossas soluções, mesmo os discadores, que são tão criticados de uma forma geral, aqui na Callflex sempre foram desenvolvidos dentro de uma regra clara de aproximar empresas e clientes e não o contrário, como temos visto algumas tecnologias e estratégias. Assim, momentos como este, que poderiam gerar uma crise para algumas empresas do setor, aqui o vemos como mais uma possibilidade de continuarmos crescendo, levando nossas soluções, já desenvolvidas de berço em conformidade com as novas regulamentações, aos nossos clientes. E tudo isso agora agregando a expertise da 2CX”, finaliza Azzoni.

CDL/BH recebe a primeira edição em Minas do Startup Weekend Retail

Minas Gerais receberá pela primeira vez uma edição do Startup Weekend Retail, evento mundial de inovação focado em varejo. O encontro acontecerá no fim de semana dos dias 13, 14 e 15 de setembro, na sede da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH).

O Startup Weekend é um evento que acontece no mundo inteiro, por meio uma rede global de líderes e empreendedores, que tem por missão inspirar, educar e capacitar indivíduos, equipes e comunidades. Na etapa de Belo Horizonte, o desafio será criar uma startup (empresa com solução escalável e inovadora) em 54 horas para solucionar algum desafio do varejo. Ao longo desses três dias, os participantes são encorajados a terem boas ideias, validá-las, construir o modelo de negócios, desenvolver um protótipo e realizar uma apresentação para uma banca avaliadora. Mas, apesar de ser uma competição, o maior prêmio é a experiência adquirida com isso.

Estrella Galicia abre inscrições para programa de aceleração TheHop, destinado a apoiar startups

Os empreendedores brasileiros interessados em crescer junto com uma das principais mais inovadoras marcas de cerveja premium do país têm a partir de hoje a oportunidade de participar do TheHop Brasil, o Programa de Empreendedorismo Colaborativo TheHop da Estrella Galicia. A etapa brasileira do ambicioso Plano de Transformação Digital da cervejaria espanhola pretende promover o ecossistema de inovação com foco na cadeia de valor da empresa e suas áreas. Após o sucesso da primeira edição do programa na Espanha, em 2018, a iniciativa desembarca agora no Brasil. As inscrições estarão abertas entre 19 de agosto e 30 de setembro.

O projeto é composto de uma série de iniciativas centradas em três grandes critérios: fomento do ecossistema empreendedor, busca por novas soluções em sintonia com os desafios da empresa e incentivo à colaboração entre Estrella Galicia e jovens empreendedores.

“A Estrella Galicia se identifica com valores como inovação, vontade de aprender e de pensar fora da caixa, todos atributos essenciais ao momento da empresa no país e muito presente nas características dos empreendedores brasileiros. Por isso estamos com grande expectativa de experimentar coisas novas e, ao mesmo tempo, de compartilhar o nosso conhecimento com as startups brasileiras”, afirma Juan Paz, diretor-geral da Estrella Galicia no Brasil.

Aberta à comunidade empreendedora do Brasil, a convocação será reforçada nas universidades, coworkings e centros de empreendedorismo de vários estados do país. As equipes deverão defender suas ideias diante de uma banca composta por profissionais internos e externos da rede da Estrella Galicia. Das empresas nascentes espera-se ideias e projetos relacionados à cadeia de valor da Estrella Galicia, como também propostas de tecnologias alternativas como inteligência artificial, big data e Internet das Coisas (IoT).

Neste sentido, TheHop se dedicará a encontrar parceiros que desenvolvam iniciativas dentro de quatro áreas específicas: User Experience (UX), E-commerce, Experience for Consumers e Solutions for Bars/Restaurants/Sell points. Ao abraçar a expertise e as ideias de startups dedicadas a resolver estes problemas, a Estrella Galicia espera expandir sua rede de fornecedores e inovar mais e mais.

A apresentação das 15 startups finalistas (Pitch Day) acontecerá no dia 10 de outubro. Nesta peneira serão selecionadas as cinco empresas que serão aceleradas. No dia 31 de outubro, as cinco startups viajarão à Espanha, num processo de imersão e aprendizado com os executivos de lá. Uma vez de volta ao Brasil, a aceleração começa no dia 10 de novembro e se estenderá até o dia 20 de fevereiro de 2020 em um escritório em São Paulo.

Os ganhadores dos Prêmios TheHop terão acesso à formação específica. Isso inclui sessões de mentoring com executivos da empresa no Brasil e na Espanha, além dos vencedores da 1a edição do TheHop. Da mesma forma, serão oferecidas sessões de coaching com profissionais qualificados e colaboração com o ecossistema da Estrella Galicia, para que suas ideias se desenvolvam da maneira mais inovadora possível. “A inovação é um ponto-chave para a Estrella Galicia. Ao ativar esta iniciativa, reforçamos a importância que damos a poder trabalhar com o talento inovador e empreendedor nas diferentes áreas da nossa cadeia de valor”, destaca Ignacio Rivera, CEO Global da Estrella Galicia.

Em 2018, na versão espanhola da ação, foram 423 empresas inscritas e, destas, 18 tornaram-se finalistas. No fim, seis foram escolhidas para entrar no programa de aceleração. De fato, após o fim do projeto todas ainda seguem em contato e constante criação conjunta com a Estrella Galicia. Mas também contam com especialistas externos que os ajudam no desenvolvimento do piloto e aconselham nos diferentes eventos de rede.

Um Plano de Transformação Digital para revolucionar a experiência do cliente

Com o Programa de Empreendedorismo Colaborativo TheHop, a Estrella Galicia consolida o seu planejamento digital e segue reinventando o seu modelo de negócio para manter o ritmo de crescimento obtido nos últimos anos.

Liderado diretamente por Ignacio Rivera, principal executivo da empresa, o Plano de Transformação Digital tem apoio de toda a equipe de direção, à qual se uniu recentemente Juan José Delgado (ex-Amazon) como novo Chief Digital Officer (CDO). Trata-se de um dos processos de transformação mais completos e avançados da indústria espanhola, e um exemplo no setor cervejeiro na Europa.

“A transformação digital tem de ser uma ajuda para que a organização alcance seus objetivos fundamentais de maneira mais eficiente, autônoma e escalável”, afirma Ignacio Rivera. “É uma ferramenta que agrega muitíssimo valor às equipes para competir na nova economia”, destaca.

Empresa brasileira de automação de RH expande para Portugal e Espanha

A Alstra, primeira startup brasileira a usar inteligência artificial para hiperconectar especialistas independentes a oportunidades de trabalho em projetos, expande suas operações para Portugal e Espanha. Fundada há pouco mais de um ano e tendo como base a transformação digital para atender as exigências do mercado do futuro, a plataforma já conta com mais de 6,5 mil especialistas cadastrados no Brasil e grandes clientes como Itaú, Femsa, Coca Cola, Travelex, KPMG, PWC e Recovery.

A proposta da Alstra é suprir a necessidade crescente do mercado por talentos e habilidades cada vez mais específicos de forma ágil, assertiva e sem burocracias. Para isso, são usados algoritmos proprietários de matching, que combinam o perfil, a experiência e o conhecimento técnico do profissional com as particularidades do projeto.

De acordo com Cai Igel, sócio fundador da companhia, o futuro do trabalho já começou. Por isso, o foco da Alstra é atrair os profissionais da economia GIG, ou seja, especialistas que já trabalham de forma independente e talentos que buscam um modelo profissional diferente. “Percebemos que muitos profissionais já se cansaram do modelo de trabalho formal, sem propósito, aquela rotina monótona de bater ponto que todos conhecemos. A nossa demanda cresce na medida em que as pessoas percebem que podem ser protagonistas de suas carreiras e encontrar o equilíbrio ideal entre vida pessoal e profissional. Do outro lado, estão empresas que buscam flexibilizar seu acesso à capital intelectual e otimizar a realização de projetos estratégicos”.

A Alstra está levando esse mesmo conceito para Portugal e Espanha, países estrategicamente escolhidos para iniciar a expansão da startup por serem mercados bem estruturados e berços de ecossistemas de inovação e de tecnologia. Segundo Cai, “milhares de profissionais em todo o mundo anseiam por trabalhar quando e onde quiserem. Essa é nossa missão: unir talentos com as melhores oportunidades. Sem burocracia, lentidão ou demora”.

Um dos objetivos da Alstra na Península Ibérica é encontrar parcerias de sucesso. “Pretendemos acessar o superecossistema de inovação desses países para conectar a companhia com diversas soluções que possam agregar e aprimorar nossa expertise tecnológica e de mercado”, comenta o executivo.

ESPM Tech chega a Florianópolis, um dos maiores ecossistemas de startups de tecnologia do país

A capital de Santa Catarina é hoje um dos principais polos de startups de tecnologia do Brasil, com mais de 900 empresas com graus diferentes de maturidade e que geram, segundo dados da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), uma receita total anual de 5,4 bilhões de reais. Há, atualmente, cerca de 2 500 profissionais empregados na área para cada 100 000 habitantes.

Ecossistemas de startups de tecnologia como Florianópolis dependem de uma estrutura de ensino superior que forme, de maneira consistente, um grande número de profissionais especializados. Foi essa demanda que levou a ESPM, escola de negócios referência nas área da economia criativa, a inaugurar em agosto sua unidade TECH na cidade. A ESPM Tech Florianópolis está com as inscrições abertas para os cursos de pós-graduação em Marketing Digital, Big Data em parceria com a IBM, e Empreendedorismo Digital.

“A ESPM chega a Florianópolis com o objetivo de oferecer cursos diferenciados e de vanguarda para a gestão e empreendedorismo de negócios da economia criativa”, diz Genaro Galli, diretor de Pós-Graduação e Educação Continuada da ESPM SUL. “Queremos fazer parte da história de inovação que vem sendo construída na cidade.”

Na ESPM TECH Florianópolis serão aplicadas novas metodologias de ensino e aprendizagem ativa em todas as salas, integrando tecnologias digitais à visão empreendedora. Os espaços foram desenvolvidos para propiciar a troca e a colaboração entre alunos e professores.

O novo campus está localizado na SC-401, Térreo da Cassol Centerlar, ao lado da ACE, empresa de investimento em startups e inovação corporativa — parceira da ESPM na Pós-Graduação em Empreendedorismo Digital — e outras organizações ligadas à inovação digital como Mercado Livre, Acate, Peixe Urbano, Softplan e Sapiens Parque.

As matrículas podem ser realizadas pelo site www.espm.br/pos-graduacao/florianopolis

gA abre escritório em Israel para acelerar a inovação e a criação de tecnologias

O gA, companhia global de tecnologia que utiliza plataformas digitais e serviços de transformação para capacitar empresas, anuncia a abertura de um novo escritório comercial em Tel Aviv, Israel. O objetivo é acelerar o processo de inovação através da adoção de novas tecnologias emergentes nos produtos do gA e nas iniciativas da sua base global de clientes.

Inaugurado, o novo escritório está bem avançado no fornecimento de tecnologias de Inteligência Artificial, incluindo mecanismos preditivos de comportamento social, plataformas de ideação que usam dados e mídias sociais publicamente disponíveis, plataformas de análise de texto e visualização computacional aplicada para otimizar dispositivos. Outra frente alvo é a comunicação utilizando a Internet das Coisas (IoT) em grandes ambientes industriais.

Israel tornou-se um dos mais importantes centros de desenvolvimento de tecnologia e inovação do mundo. Além de ser o ranking número um em termos de novos empreendimentos tecnológicos, o investimento de risco em títulos per capita estão em terceiro lugar na listagem de novas empresas na Nasdaq. Vale ressaltar que o local é o centro de algumas das tecnologias mais disruptivas, como Waze, Amdocs e Checkpoint, e o centro de P&D (Pesquisa & Desenvolvimento) preferido por Google, Cisco, Intel e Microsoft.

A gestão do escritório local é conduzida por Oren Gershtein, reconhecido empreendedor israelense e ex-diretor executivo de uma incubadora de tecnologia em Israel. “Estamos honrados em fazer parte da cobertura global do gA. Acreditamos que a oportunidade de implementar a tecnologia israelense nas Américas não tem limites”.

O gA está focada na construção de uma nova plataforma de consultoria baseada em assinatura. Nesta linha, uma das primeiras iniciativas, que ocorreu no ano passado, foi o lançamento do Navigate, uma plataforma de tomada de decisão baseada em Inteligência Artificial projetada para empresas centradas em dados. “Nossa empresa está muito comprometida com a ideia de trazer e impulsionar a inovação e o empreendedorismo israelense para os mercados nas Américas e na Europa e a iniciativa de um novo escritório em Tel Aviv irá acelerar essa estratégia”, comenta Paulo E. Brugugnoli, Chief Technology Officer do gA.

As ações da operação de Israel relacionadas ao Brasil serão apresentadas no evento “Ecossistemas de Inovação: como acelerar a criação de valor”. O encontro, promovido pelo gA em São Paulo, conta com a presença de Oren Gershtein, e acontece no próximo dia 28 de agosto.

Ecossistemas de Inovação: como acelerar a criação de valor

Data: 28/08

Local: Hotel Blue Tree Morumbi – Av. Roque Petroni Junior, 1000 – São Paulo

Horário: 8h às 13h

Inscrições: https://bit.ly/2ZiQVda

Start-Up Chile oferece investimento de US$ 80 mil para startups

Para muitas startups que estão em busca de investimento, a Start-Up Chile, maior aceleradora da América Latina e uma das 10 maiores do mundo, está com inscrições abertas até o próximo dia 27 de agosto.

As startups selecionadas receberão, cada uma, US$ 80 mil. Ao longo de seis meses, os empreendedores terão acesso a uma rede corporativa nacional e internacional, investidores, mentores e parceiros globais, além de todo apoio o desenvolvimento de projetos e expansão para novos mercados.

Algumas startups brasileiras já participaram do Start-Up Chile, como foi o caso da Husky, app que facilita a vida de quem precisa receber pagamentos profissionais de empresas estrangeiras, suportando pagamentos enviados de mais de 200 países e em 37 moedas. Para Maurício Carvalho, Fundador e CTO da Husky, que hoje faz parte da rede de mentores do programa, “é uma oportunidade para as startups desenvolverem e melhorarem seus produtos, dentro de um programa que oferece total apoio a essas empresas, com aporte de capital, mentoria e conexões com especialistas do mercado. Eu e meu sócio, Tiago Santos, participamos do programa em 2017 e isso foi essencial para o desenvolvimento do nosso negócio”, observa Carvalho.

A Apoia.se, plataforma que permite criar um clube de assinatura para produtores de conteúdo, também passou por uma experiência muito positiva, já que na época estava com um protótipo funcional e clientes, mas precisava escalar a operação e montar uma equipe estruturada. “Além de nos proporcionar um período de estabilidade financeira, todo o aprendizado nos ajudou para que pudéssemos nos estruturar melhor”, comenta Hernán Efron, CEO da plataforma.

Para a Signa, plataforma online adaptada e com cursos produzidos didaticamente em libras e com legendas, o contato com empreendedores e investidores de outros países abriu possibilidades para a equipe pensar globalmente. Em estágio de desenvolvimento do produto, a participação foi crucial para manter o negócio estável e conseguir alavancar outros níveis. “O programa nos deu um fôlego financeiro para construirmos o produto e testar paralelamente, tendo todos os fundadores se dedicando 100% ao negócio. Mas a maior contribuição foram as conexões que fizemos e mantemos até hoje, desde empreendedores até outros stakeholders do ecossistema de empreendedorismo”, conclui a CEO Fabíola Borba.

Os selecionados serão anunciados em 29 de novembro e o programa terá início no dia 4 de fevereiro de 2020. Para mais informações sobre o Start-Up Chile, acesse: www.startupchile.org/programs/seed/

Startup revoluciona aprendizado do corpo humano em faculdades de medicina

A anatomia do corpo humano foi reproduzida por uma startup brasileira, por meio dos óculos de Realidade Virtual (VR), para ensinar além de fotos, falas e cadáveres. Com a tecnologia desenvolvida pela MedRoom, edtech que usa VR e conceitos de gamificação no treinamento de alunos de faculdades de medicina, os estudantes podem analisar individualmente, e com fidelidade, os órgãos de uma paciente virtual e ver a estrutura anatômica da paciente de forma realista, além de interagir com os órgãos.

“Nosso objetivo é ajudar o estudante a consolidar o conhecimento teórico para chegar melhor preparado à prática. Por isso é interessante usar os equipamentos de VR, ali se aprende em um ambiente controlado, com uma experiência gamificada e guiada pelo professor”, explica Vinicius Gusmão, CEO da MedRoom.

Hoje, a startup conta com um time de 25 pessoas e já instalou laboratórios virtuais em universidades como Medicina Albert Einstein, Faculdade Pernambucana de Saúde, Faminas e Unifaminas, além de duas faculdades mexicanas. O objetivo da empresa é expandir e chegar a, pelo menos, 30 faculdades de medicina brasileiras até 2021 e aumentar o faturamento para R$5 milhões até o final de 2019.

Para além de estudos sobre o corpo humano, a solução da MedRoom pode ser utilizada para quem treina atendimentos emergenciais, sem colocar uma vida em risco. Por meio de um projeto imersivo criado juntamente com a CMOS DRAKE, empresa referência na produção de desfibriladores cardiovasculares (DEA), os alunos simulam circunstâncias que requerem a ressuscitação cardiopulmonar (RCP). A captação de movimento e desenvolvimento da simulação foi toda realizada e construída pela equipe da startup em seu escritório.

Segundo Vinícius Gusmão, o potencial de exploração das experiências são infinitas. Pensando no futuro, o empreendedor conta que a startup pretende desenvolver novas simulações com casos clínicos.

“No futuro, os alunos vão conseguir treinar como receber e conversar com pacientes, examiná-los, fazer o diagnóstico, decidir quais procedimentos ou medidas tomar e, por fim, chegar à realização do procedimento de fato”, ressalta.

As edtechs representam 7,8% do total de startups no Brasil, crescendo em média 20% ao ano, segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (Cieb). Dentre diversas ramificações de atuação, a MedRoom se destaca por olhar para o Ensino Superior. Muitos estudantes de medicina hoje não têm contato com órgãos reais, apenas se escolherem a carreira cirúrgica. Para tornar o acesso ao estudo do corpo e suas especificidades mais democrático e real – sem a necessidade de cadáveres em aula – a startup reproduz cada centímetro com perfeição. É possível, inclusive, isolar sistemas, ossos, músculos e órgãos individualmente para conhecê-los melhor.

“Pensamos muito no professor em cada avanço que fazemos com o Atrium. Nossa solução permite que o professores incrementem suas aulas e unam sua expertise e conhecimento com nossa solução. Desde o estudo de anatomia e fisiologia no corpo virtual, podendo gerar novos conteúdos através de um criador de aula na web, onde é possível colocar exames de imagem, vídeos e testes”, explica Sandro Nhaia, CTO e sócio-fundador da startup.

A anatomia do corpo humano foi reproduzida por uma startup brasileira, por meio dos óculos de Realidade Virtual (VR), para ensinar além de fotos, falas e cadáveres. Com a tecnologia desenvolvida pela MedRoom, edtech que usa VR e conceitos de gamificação no treinamento de alunos de faculdades de medicina, os estudantes podem analisar individualmente, e com fidelidade, os órgãos de uma paciente virtual e ver a estrutura anatômica da paciente de forma realista, além de interagir com os órgãos.

“Nosso objetivo é ajudar o estudante a consolidar o conhecimento teórico para chegar melhor preparado à prática. Por isso é interessante usar os equipamentos de VR, ali se aprende em um ambiente controlado, com uma experiência gamificada e guiada pelo professor”, explica Vinicius Gusmão, CEO da MedRoom.

Hoje, a startup conta com um time de 25 pessoas e já instalou laboratórios virtuais em universidades como Medicina Albert Einstein, Faculdade Pernambucana de Saúde, Faminas e Unifaminas, além de duas faculdades mexicanas. O objetivo da empresa é expandir e chegar a, pelo menos, 30 faculdades de medicina brasileiras até 2021 e aumentar o faturamento para R$5 milhões até o final de 2019.

Para além de estudos sobre o corpo humano, a solução da MedRoom pode ser utilizada para quem treina atendimentos emergenciais, sem colocar uma vida em risco. Por meio de um projeto imersivo criado juntamente com a CMOS DRAKE, empresa referência na produção de desfibriladores cardiovasculares (DEA), os alunos simulam circunstâncias que requerem a ressuscitação cardiopulmonar (RCP). A captação de movimento e desenvolvimento da simulação foi toda realizada e construída pela equipe da startup em seu escritório.

Segundo Vinícius Gusmão, o potencial de exploração das experiências são infinitas. Pensando no futuro, o empreendedor conta que a startup pretende desenvolver novas simulações com casos clínicos.

“No futuro, os alunos vão conseguir treinar como receber e conversar com pacientes, examiná-los, fazer o diagnóstico, decidir quais procedimentos ou medidas tomar e, por fim, chegar à realização do procedimento de fato”, ressalta.

As edtechs representam 7,8% do total de startups no Brasil, crescendo em média 20% ao ano, segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (Cieb). Dentre diversas ramificações de atuação, a MedRoom se destaca por olhar para o Ensino Superior. Muitos estudantes de medicina hoje não têm contato com órgãos reais, apenas se escolherem a carreira cirúrgica. Para tornar o acesso ao estudo do corpo e suas especificidades mais democrático e real – sem a necessidade de cadáveres em aula – a startup reproduz cada centímetro com perfeição. É possível, inclusive, isolar sistemas, ossos, músculos e órgãos individualmente para conhecê-los melhor.

“Pensamos muito no professor em cada avanço que fazemos com o Atrium. Nossa solução permite que o professores incrementem suas aulas e unam sua expertise e conhecimento com nossa solução. Desde o estudo de anatomia e fisiologia no corpo virtual, podendo gerar novos conteúdos através de um criador de aula na web, onde é possível colocar exames de imagem, vídeos e testes”, explica Sandro Nhaia, CTO e sócio-fundador da startup.

Startup faz gestão de processos jurídicos por meio de Inteligência Artificial e Big Data

O Data Lawyer, hub de tecnologia jurídica com produtos voltados para gestão e análise de dados, anuncia o pré-lançamento do DL Insights, uma ferramenta de jurimetria que tem como objetivo tornar o direito mais orientado a dados. A nova plataforma é focada em grandes escritórios e departamentos jurídicos, e utiliza big data e inteligência artificial para analisar processos trabalhistas de todos os estados a partir de 2014.

Além da ferramenta de jurimetria, a startup também oferece o ERP, sistema de gestão de processos que conta com armazenamento, compromissos, prazos e parte financeira do escritório, bem como acompanhamento de publicações e monitoramento processual.

De acordo com Caio Santos, CEO e fundador do Data Lawyer, a gestão eficiente de um escritório de advocacia no mundo moderno é um grande desafio. “O problema é encontrado quando os gestores e colaboradores se perdem em compromissos cotidianos, fazendo com que a organização das atividades e a atenção voltada a elas não seja realizada. Por isso, repensar as atividades que atrasam os escritórios e compreender métodos de mudanças se torna essencial”, afirma o executivo.

O DL Insights contém em sua base de dados mais de cinco milhões de processos trabalhistas datados desde 2014 nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, e até setembro irá conter mais de 11 milhões de processos de todo o país. Por meio da análise textual de todo o conteúdo dos processos, a inteligência desenvolvida pela empresa identifica os valores, decisões, assunto, dentre outros pontos, e oferece para o usuário um panorama geral e parametrizado das ações.

Mais do que uma startup de gestão jurídica, o Data Lawyer acredita em uma advocacia orientada a dados e nasceu para ser um hub de tecnologia e soluções jurídicas inteligentes. “O setor de advocacia ainda é analógico, burocrático, lento e ineficiente. Nosso objetivo é levar mais inovação para esse mercado que é conservador e necessita de mais informações e automações para poder ser mais célere”, afirma Santos.

O Data Lawyer realizou o pré-lançamento da plataforma na Lawtech Conference 2019, evento que reuniu na última quinta-feira (23) startups do setor jurídico. Por enquanto, a ferramenta está disponível para soluções customizadas sob demanda, e o lançamento oficial do produto será em setembro. As funcionalidades disponíveis na plataforma vão desde a análise de processos trabalhistas, decisões de juízes, sentenças e valor das causas.

“O Brasil é um dos maiores mercados jurídicos do mundo, com 80 milhões de processos ativos nos tribunais e um mercado super competitivo. É uma oportunidade ideal para inovar. A tecnologia pode tornar a vida de juristas e advogados muito mais fácil e produtiva”, reitera Santos.

Startups são aliadas dos expats

Por Claudio Scheuer

Já pensou em trabalhar a partir de qualquer lugar do mundo? Ok. Você precisa somente de um bom e confiável acesso à internet. Em um mundo onde os nômades digitais crescem a cada dia, trabalhar remotamente da sua casa no Morumbi ou à beira da praia na Tailândia, já não é surreal, muito menos distante. Brasileiros sendo contratados por empresas americanas, indianos indo trabalhar em Londres, isto já virou rotina. Apelidados de expats, termo em inglês para expatriados, estes nômades enfrentam desafios e muitos, muitos problemas.

Cobertura de seguro de saúde, envio de remessas de dinheiro, emissão de documentos, a lista não tem fim! A parte boa é que a tecnologia vem se tornando uma aliada e várias soluções foram e estão sendo criadas para facilitar o processo de quem decide mudar e viver em outro país.

A mundialmente conhecida Transferwise, por exemplo, começou pela insatisfação de um expat, que quando morava na Inglaterra enviou seu dinheiro para seu país de origem, a Estônia, pela primeira vez. A finalidade era somente pagar o financiamento da sua casa no seu país natal. Para seu desespero, no dia seguinte, ele descobriu que o banco cobrou uma taxa altíssima para a transferência internacional que beirava 5% do montante.

Inconformado, ele decidiu falar com um amigo que estava morando na Estônia para que pagasse seu financiamento. Ficou decidido que eles pagariam as contas um do outro, um na Inglaterra e outro na Estônia, desta forma o dinheiro não precisava circular internacionalmente e eles conseguiam evitar as altas taxas dos bancos. Desta ideia simples, a partir de um problema recorrente aos expats, surgiu a Transferwise já avaliada em mais de U$1 BI.

E quando você é um expat e precisa de atendimento médico em outro país? O que você faz? Como paga pelo serviço? SafetyWing, guarde este nome. Esta startup norueguesa está propondo aliviar as dores de cabeça geradas por despesas médicas no exterior. Sim, eu sei que você já conhece seguros de viagem, mas a proposta é outra. O plano inicial custa US$37 a cada 4 semanas, renovável automaticamente. A solução facilita a imigração de quem tem medo dos gastos ao precisar de atendimento médico em países como Estados Unidos.

Até mesmo a verificação de identidade pode ser um incômodo. Imagine você ter que achar um cartório, ou notary (em inglês), para reconhecer documentos ou atestar veracidade de assinaturas? Já existem vários projetos de startups mundo a fora que prometem acabar com este processo complicado por meio de tecnologias ligadas à blockchain.

A Yoti, como exemplo, é uma startup de Londres que já está aplicando tecnologia de reconhecimento facial para atestar a idade de usuários de aplicativos. Desta forma sites para adolescentes e crianças se tornam mais seguros por terem seus usuários realmente com idades compatíveis. A startup também conta com um aplicativo de identidade digital, que permite que usuários se identifiquem através do celular, ao invés de carregar um documento de identidade.

Grandes formas de disrupção já derrubaram paredes, muros e atravessaram oceanos. A era digital já é realidade há muito tempo. Oportunidades camufladas de problemas não param de surgir. Simples, pode ser o novo modo de pensar. Habilidades únicas são cada vez mais requisitadas e valorizadas. Não podemos afirmar como o mundo será em 20 anos. Só o que podemos assegurar é que problemas ainda serão resolvidos por pessoas criativas com mentes disruptivas, de qualquer idade, etnia e credo. Por um motivo simples, os problemas sempre existirão.

Claudio Scheuer, head internacional da Spin, primeira e maior rede de aceleradoras starup + indústria do Brasil.