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inovabra e 100 Open Startups se unem para democratizar a prática de open innovation no país

Atores de alta relevância no ecossistema de inovação brasileiro, o inovabra e a 100 Open Startups acabam de firmar uma parceria com o propósito de escalar o número de conexões entre empresas e startups, fomentar e estimular o acesso de novos players para a open innovation e potencializar a geração de negócios sustentáveis no ecossistema.

Por meio do acordo, o inovabra – ecossistema de inovação do Bradesco – será o patrocinador oficial e parceiro estratégico da principal categoria do Ranking 100 Open Startups, a TOP 100 Open Startups. Além disso, o Bradesco e suas corporações parceiras também poderão utilizar a plataforma digital da 100 Open Startups para lançamento de desafios de inovação e para ampliar conexões e oportunidades com as startups cadastradas.

Outra novidade é o lançamento da categoria TOP 10 ESG inovabra, que vai reconhecer iniciativas e soluções relacionadas ao meio ambiente, à responsabilidade social e às boas práticas de governança corporativa. As startups premiadas nessa categoria terão direito a se tornarem membros do inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, e ter acesso aos desafios de negócios lançados pelas corporações, além de participar dos eventos de conexão físicos ou remotos.

“A dinâmica do Ranking permanece baseada estritamente em dados gerados e validados, sem subjetividade, interpretações ou previsões. A parceria com o inovabra será uma oportunidade de proporcionar ainda mais reconhecimento e destaque para as corporações e startups premiadas. Queremos que essa união seja um motor para ampliar a visibilidade do ecossistema de open innovation e de soluções que trazem benefícios para a sociedade”, comenta Bruno Rondani, CEO da 100 Open Startups.

O inovabra também será parceiro estratégico da edição de novembro da Open Innovation Week | Oiweek Digital Especial ESG, principal encontro de open innovation do país, promovido pela plataforma 100 Open Startups para troca de conhecimento, cocriação de soluções e geração de negócios em inovação. Durante a semana, serão impulsionadas conexões entre as empresas que buscam soluções habilitadoras de negócios sustentáveis e as startups premiadas da categoria TOP 10 ESG do Ranking.

“A parceria com a 100 Open vai trazer um impulso adicional ao ecossistema que já vem crescendo ano a ano, propiciando a entrada de novas empresas na jornada da inovação aberta. Para o inovabra é uma forma de ampliar o portfólio de soluções maduras que podem ser utilizadas pelo Bradesco ou pelos seus clientes membros do inovabra habitat, principalmente as soluções para a pauta ESG”, afirma o superintendente executivo do Departamento de Pesquisa e Inovação do Bradesco, Fernando Freitas.

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Bossanova Investimentos lança comitê para investir até R$5 milhões em startups com soluções para o segmento de segurança

Para ampliar acesso ao mercado de Venture Capital, projeto “CT Segurança” já está em fase de captação e destinará o montante para até 10 empresas

Com a missão de ampliar o acesso ao mercado de Venture Capital no Brasil, a Bossanova Investimentos, micro venture capital que investe em startups em estágio pré-seed com atuação em todo o país, lança comitê para investir em startups com soluções para o mercado de segurança. Nomeado de “CT Segurança”, projeto terá até R$ 5 milhões para aportar em até 10 empresas inovadoras, escaláveis e que resolvam problemas nesse segmento.

Idealizado em parceria com o maior hub de segurança eletrônica da América Latina – o CT Segurança, o comitê busca por companhias que atuem em diversas vertentes do setor desde segurança eletrônica a patrimonial, buscando oportunidades inovadoras em toda a cadeia como sistemas de alarmes, proteção perimetral, drones, controle de acesso, bilhetagem, vídeo monitoramento, inteligência artificial, portarias remotas, cyber segurança, cidades inteligentes, entre outras.

O projeto será liderado por um time de especialistas e profissionais da área como: Adalberto Bem Haja, CEO da BHC Sistemas de Segurança; Christian Visval, Fundador e Proprietário do CT Segurança; Kleber Reis, Sócio proprietário da Engenharia Segura Consultoria e Representação; Antônio Malheiros, Software Engineering Manager no Mercado Livre; Helcio Binelli, Sócio proprietário da Pgb Security; Cândido Brito, Diretor da Alarm Center; e Mauro Mandeltraub, Fundador e Diretor da Mantra Monitoramento.

De acordo com João Kepler, CEO da Bossanova Investimentos, o objetivo é oferecer todos os recursos necessários para que as startups evoluam e tenham conexões valiosas para atingir novos patamares e conquistarem novas oportunidades de negócios.

“Sabemos que o mercado está bem aquecido. Por isso, buscamos cada vez mais por empresas tecnológicas que solucionem problemas de forma inovadora. Com a aceleração da transformação digital, o segmento de segurança se tornou um meio imprescindível para reduzir a incidência de vulnerabilidades. Esperamos dar todo o suporte financeiro e o nosso know-how para que esses players possam crescer ainda mais”, comenta o investidor.

Startups interessadas podem se inscrever por meio do link: https://bossainvest.com/ct-seguranca/

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Captação em Venture Debt permite Smilink a ter êxito na venda da empresa

A Smilink , startup brasileira que democratiza o acesso à ortodontia de ponta por meio de tecnologia proprietária, recentemente foi adquirida pela Neodent, empresa do grupo suíço Straumann, líder global em soluções odontológicas. Apenas 8 meses antes, a empresa havia recebido um aporte em modelo Venture Debt, realizado pela Brasil Venture Debt , no valor de R﹩ 4 milhões.

Segundo Marcos Boysen, diretor executivo da startup, a modalidade foi escolhida por permitir à startup captar recursos relevantes sem implicar em diluição acionária dos atuais empreendedores e investidores. “A captação por Venture Debt permitiu que a Smilink atingisse um novo patamar e conseguisse esse exit. Com a possibilidade de evitar uma diluição acionária dos atuais empreendedores e investidores, tivemos grandes resultados, como o aumento de 40% da nossa receita, entre janeiro e julho deste ano”, conta o executivo.

Com a possibilidade de expansão, a startup abriu mais 10 centros odontológicos e viu seu quadro de funcionários saltar de 60 para 85, em seis meses. Hoje a Smilink conta com diversas clínicas parceiras em 14 cidades brasileiras.

Os destaques da startup são a inteligência de dados e a padronização de processos, que permitem diminuir custos de ineficiências, melhorar resultados dos tratamentos e oferecer ao paciente uma jornada prática, rápida e previsível. O modelo da empresa facilita que o paciente realize uma avaliação clínica e escaneamento digital 3D com um dentista especialmente treinado e, posteriormente, receba um plano completo de tratamento com o resultado esperado e o tempo de tratamento.

O futuro da startup

Após a aquisição, a Smilink poderá colocar em prática seu plano de expansão. “Estimamos que entre 70% e 80% da população adulta tenha questões em relação à saúde bucal. Nesse cenário, nossa solução ganha relevância por ser eficiente, acessível financeiramente e altamente tecnológica. A chegada do grupo Straumann permitirá que ganhemos mercado e ampliemos nossa cobertura”, finaliza Boysen.

Investimento em Venture Debt

Opção para empresas inovadoras, o Venture Debt é uma modalidade que oferece um produto de dívida customizado. “É uma forma de atender as necessidades das empresas e startups por meio de um produto com juros, garantias e prazos adequados à realidade financeira e operacional de cada negócio, tendo como foco a geração de valor de longo prazo. Com esse tipo de captação, a empresa ganha fôlego para consolidar seus bons resultados, aumentar seu valuation e possibilita negócios maiores, como este com o Grupo Straumann”, conta Gabriela Gonçalves, Managing Partner do Brasil Venture Debt, responsável por este aporte, que conta com fundo de R﹩ 140 milhões dedicado exclusivamente a operações de Venture Debt e possui investidores como BNDES, XP Investimentos, BDMG e Bossa Nova.

Utilizado para complementar os investimentos de equity promovidos por fundos de Venture Capital, o Venture Debt tem o benefício de mitigar a diluição ao longo das diversas etapas de fundraising. Além disso, possui processos ágeis de due diligence e permite que as startups alonguem suas runways, realizando captações em estágio com maior maturidade e valuation .

Apesar de novidade no Brasil, o Venture Debt já é consolidado nos Estados Unidos como uma das principais opções de financiamento para startups. Em 2020, gerou operações da ordem de US﹩ 25 bilhões, cinco vezes mais do que em 2010, de acordo com dados do PitchBook.

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Ambev anuncia 3ª turma da Aceleradora 100+ com 20 startups que apresentaram soluções aos desafios socioambientais da atualidade

A terceira turma da Aceleradora 100+ acaba de ser anunciada! Após o Pitch Day, realizado no final de agosto, Ambev, Quintessa e PPA – Parceiros Pela Amazônia definiram a seleção das 20 startups que passarão por um mês de intensive learning, com executivos, mentores especialistas e fundos de investimento.

A seleção das startups teve como premissa conectar cada um dos seis desafios socioambientais propostos a um negócio:

• Gestão da água: monitoramento e análise de água; conservação e administração de bacias hidrográficas; e/ou tratamento e redução do consumo de água em manufatura e supply chain.
Startups selecionadas: Água camelo, Inspectral, Piipee e TRC Sustentável

• Agricultura sustentável: treinamento, engajamento e suporte a produtores e fazendeiros; qualidade e produtividade da colheita; e/ou outras inovações relacionadas à agricultura.
Startups selecionadas: Doroth e Sumá

• Mudança climática: consumo e monitoramento de energia; soluções alternativas e renováveis para o setor energético; redução, captura e remoção de emissões de CO2; análises financeiras e de gestão para mudanças climáticas; e/ou Logística Verde.
Startups selecionadas: Umgrauemeio e Recigases

• Embalagem circular: reciclagem, reutilização e devolução; materiais alternativos e inovações para embalagens; e/ou rastreabilidade e logística reversa de embalagens.
Startups selecionadas: Bioreset Tecnologia Ltda., IQX, Nova Brasil Ambiental e Residuall

• Ecossistema Empreendedor: valorização de produtos gerados no processo de produção da cerveja; rastreabilidade da cadeia produtiva/fornecimento responsável; incentivo a cadeias produtivas locais/regionais; e/ou diversidade e inclusão na cadeia produtiva.
Startups selecionadas: Afroimpacto, Aterra, Diversidade.io, Gran Moar e Linkana

• Conservação da biodiversidade na Amazônia: bioeconomia; sistemas regenerativos/restaurativos; e/ou cadeias de fornecimento sustentáveis.
Startups selecionadas: ForestWatch, Via Floresta e Vivalá

Após o intensive learning, parte das startups implementará pilotos junto à Ambev e parceiros, com acompanhamento de gestores da Quintessa e Ambev. O resultado dos pilotos serão apresentados para o público no início de 2022, no DemoDay, e o primeiro lugar será premiado com o valor de R$ 100 mil.

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Krilltech representará o Brasil em prêmio internacional de startups da KPMG

A startup Krilltech, atuante no setor de AgTech, é a grande vencedora da etapa Brasil da premiação internacional “Global Tech Innovator 2021”, da KPMG. Com isso, a empresa representará o Brasil na última etapa da competição internacional do prêmio em Lisboa, Portugal, em evento a ser realizado entre 1 e 4 de novembro de 2021. Na ocasião, as representantes de mais de 15 países farão apresentações a especialistas do setor no palco, e uma vencedora mundial será selecionada como a KPMG Private Enterprise Global Tech Innovator 2021. Conduzida pela KPMG, a iniciativa tem o propósito de apoiar startups que atendam a determinados critérios e tenham potencial de progredir nos negócios, ajudando os principais inovadores tecnológicos globais interessados em assumir a liderança do mercado no futuro.

“Estamos muito felizes em anunciar a startup vencedora brasileira, que se diferenciou no uso intensivo de tecnologia para transformar os negócios e a sociedade, sendo capaz de demonstrar como ser escalável em outros países, principalmente da América Latina. A iniciativa é uma excelente oportunidade para a startup selecionada fazer a disrupção acontecer, sendo uma forte candidata para ganhar a premiação mundial. Avaliamos startups com propostas de valor muito interessantes, escaláveis, tecnológicas e que resolvem problemas reais da sociedade. Não foi fácil chegarmos na finalista, diante da qualidade das concorrentes, mas certamente a vencedora da etapa nacional merece a conquista”, afirma Jubran Coelho, sócio-líder da área de Private Enterprise da KPMG no Brasil e na América do Sul.

A startup vencedora da última etapa no Brasil receberá: instalações para sua exposição no Web Summit, incluindo um estande dedicado e em destaque; passagem aérea e hospedagem; plataforma de exposição e credencial para a conferência; apresentação do seu negócio para a mídia antes, durante e após o Web Summit; participação em eventos da KPMG com expoentes dos negócios e CEOs de empresas globais de capital fechado de rápido crescimento. A ganhadora poderá também se conectar ainda mais a um ecossistema global focado em crescimento de negócios, com tecnologias inovadoras, modelos operacionais robustos, capacidade de demonstrar tração em suas atividades e potencial para atingir escala global.

As 10 startups que concorreram nesta etapa apresentaram seus negócios no dia 2 de setembro a um grupo de jurados especialistas do setor e convidados, os quais avaliaram os pitches e definiram a vencedora nacional. Entre as finalistas da etapa nacional, estavam startups atuantes nos seguintes setores: FinTech, Retail Tech, HR Tech, Blockchain, AgTecg, HardTech, Beauty Tech, CleanTech. Cada apresentação foi julgada com pontuação em seis categorias com o mesmo peso: disrupção e inovação; potencial de mercado; adoção do cliente; tração de mercado e marketing; potencial de longo prazo; e qualidade da apresentação (pitch). Os jurados da última etapa no Brasil foram os seguintes: Sandra Boccia (Editora Globo S/A), Lícia Souza (WE Impact), Fernando Lemos (Microsoft), Marcelo Sato (Astella Investimentos), Flavio Pripas (Redpoint eventures), Robson Del Fiol (Inmetrics), Lilian Natal (Distrito), Thammy Marcato (KPMG), Marienne Coutinho (KPMG), Jubran Coelho (KPMG) e Oliver Cunningham (KPMG).

A Krilltech é uma AgTech brasileira que emergiu de uma parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) focada no desenvolvimento de uma agricultura sustentável e de alta produtividade. Por meio dessa parceria, foram desenvolvidas tecnologias que buscam oferecer soluções disruptivas baseadas em Nanotecnologia Verde, de modo a aumentar a produtividade e a qualidade nutricional de cultivares. Com o uso de tecnologia na agricultura e horticultura, o objetivo da startup é melhorar o rendimento, a eficiência e a lucratividade do produtor.

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Startup do inovabra habitat é adquirida por empresa de capacitação e comunicação interna

As empresas sabem que para o sucesso dos negócios é fundamental manter os seus colaboradores bem treinados e informados. Mas em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e ambiente de negócios dinâmico, é preciso garantir que seus esforços de comunicação e treinamento sejam não apenas eficazes, mas também tenham um retorno positivo sobre o investimento. Nesse sentido, a aquisição da Hondana, pioneira em microlearning, pela Wunder, aplicativo de capacitação e comunicação interna, confirma a visão de que o conhecimento dos funcionários é a ferramenta mais eficaz para alavancar o desempenho dos negócios.

A Wunder, ferramenta que está ajudando dezenas de empresas a melhorar seus resultados fornecendo conteúdos em microlearning com gamificação. O fundador da Hondana, Greg Bateman, destaca que a missão da startup se alinha perfeitamente com a Wunder para transformar conhecimento em resultados de negócios mensuráveis. “Eu não poderia estar mais animado em ver a equipe Wunder ajudar milhares de funcionários da linha de frente a se aprimorarem e alcançarem um desempenho melhor”, conta.

Ele ressalta que grande parte do sucesso da Hondana e dessa aquisição é resultado da dedicação dos colaboradores, usuários engajados, clientes fidelizados e relacionamento próximo com parceiros de inovação como o inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco. “Hoje, as empresas de sucesso entendem que o acesso ao conhecimento é importante em todos os níveis de uma organização. O inovabra habitat nos possibilitou o acesso ao Bradesco e grandes corporações habitantes, sendo um catalisador para realmente desbloquearmos a Transformação Digital em maior escala”, explica Bateman e reforça que a Wunder vai continuar sendo habitante do espaço “com o objetivo de manter os relacionamentos criados pela Hondana e seguir gerando bons negócios”.

Ao adquirir a Hondana, a Wunder ganha a valiosa experiência no aumento de desempenho dos negócios em até 73% para empresas globais como Heineken e Stellantis. Isso promove a estratégia da Wunder em envolver os funcionários da linha de frente com conteúdos mensuráveis. “Estamos muito felizes por unir forças com a Hondana. Nosso momento não poderia ter sido melhor, pois as empresas e os funcionários estão se reinventando para uma economia pós-pandemia”, disse Nils Kauwertz, CEO da Wunder.

Bateman reforça que em 2016, quando a Hondana iniciou suas atividades, os esforços de aprendizagem e desenvolvimento corporativo estavam focados quase exclusivamente na gestão e confinados em uma sala de aula física. “Isso está mudando nos últimos anos e é ótimo fazer parte dessa transformação. A Wunder adquirir a Hondana é um símbolo dessa mudança e que nos possibilita ver um futuro brilhante para todos os funcionários, independentemente de onde eles se encontrem no organograma ou no mundo”, finaliza.

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Sky.One participa do SAP NOW Brasil com o objetivo de auxiliar as empresas na transformação digital

A Sky.One , startup especializada no desenvolvimento de plataformas que automatizam e facilitam o uso da computação em nuvem, será um dos destaques no evento SAP NOW Brasil 2021. Com data marcada para os dias 14 e 15 de setembro, a 26ª edição do evento será 100% digital e gratuita. Este ano, o tema central será “Empresas inteligentes em rede em um mundo em transformação”.

A participação da Sky.One tem como objetivo debater os principais benefícios da jornada para nuvem e auxiliar as empresas de todos os portes a inovarem na era da transformação digital por meio de soluções inovadoras. “A possibilidade de interagirmos diretamente com a própria SAP nas diversas trilhas de conhecimento e painéis é de extrema importância para entendermos o que está por vir nas diferentes aplicações que hoje apoiamos nossos parceiros e clientes. Isso ajuda a Sky.One a estar sempre preparada e a andar na mesma direção da transformação e disrupção digital que a SAP está trazendo ao mercado”, explica o Gerente de Vendas Latam da Sky.One e um dos palestrantes do evento, Guilherme Goulart.

Patrocinadora do evento e da trilha sobre Tecnologia e Plataforma, a Sky.One contará com quatro palestras no primeiro dia de apresentações, as quais contemplarão diversos debates, desde a transformação digital nas empresas até as possibilidades de implementar serviços financeiros na nuvem.

Entre os palestrantes estão: Roberto Arruda, Chief Revenue Officer da Sky.One; Ben-Hur Garcia, Gerente Comercial da Sky.One; Guilherme Goulart, Gerente de Vendas Latam da Sky.One; Caio Klein, Co-fundador e CPO da Sky.One e Leonardo Costanza, Diretor de Inovação e Novos Negócios da Sky.One.

Para participar do SAP NOW Brasil 2021 e conferir todas as palestras ministradas pelos especialistas da Sky.One, basta clicar aqui e preencher o formulário de inscrição.

Serviço – SAP NOW Brasil 2021
Data: 14 e 15 de setembro de 2021
Site e Link para Inscrição: https://sapnow.com.br/

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Via anuncia investimentos em startups de finanças

Helisson Lemos, Chief Innovation Officer (CINO) / Marketplace da Via

A Via anunciou investimentos nas fintechs GoPublic, Poupa Certo e byebnk, que oferecem diversos serviços, tais como soluções de crédito, pagamento, gestão e educação financeira, incluindo criptomoedas. Os investimentos são em startups em estágio inicial de atuação, de modo que a contribuição e geração de valor para o ecossistema da Via deve ficar mais evidente no longo prazo, mas contribuirão para acelerar a transformação digital da companhia e auxiliarão na busca de soluções inovadoras para melhorar a experiência do cliente em toda a sua jornada de compra e relacionamento.

Com os aportes, a dona de marcas como Casas Bahia, Ponto, Extra.com e banQi inicia o programa Via Next, desenvolvido em parceria com a Distrito. Faz parte da estratégia do Via Next investir até R$ 200 milhões em startups pelos próximos 5 anos, por meio de Corporate Venture Capital (CVC). Os investimentos anunciados hoje foram feitos no formato convertible debt (o valor investido entra como um empréstimo que pode ser convertido futuramente em ações).

A GoPublic oferece um ecossistema de soluções Software as a Service (SaaS) modular para facilitar a jornada de crédito e pagamentos, focado no comportamento do cliente e no fluxo do crédito, com maior eficiência no uso de dados e maior utilização de algoritmos de alta precisão.

A Poupa Certo, que também opera no Peru, no Chile, na Guatemala e no México, é uma plataforma de gestão e educação financeira que oferece uma experiência totalmente digital com estratégia de gamificação para jornadas de educação financeira customizadas.

A byebnk é uma plataforma de gestão de investimentos em criptomoedas que busca possibilitar aos seus clientes/usuários a realização de investimentos em ativos tradicionais por meio da chamada “tokenização” (transformação de ativos financeiros em criptomoeda) e também tem como propósito oferecer serviços de educação financeira aos brasileiros.

“O investimento da Via Next nessas três fintechs nos permite ganhar velocidade e fortalecer o ecossistema financeiro para nossos clientes, consumidores e para os lojistas do nosso marketplace”, afirmou Helisson Lemos, CINO/ Marketplace da Via. “São investimentos com retornos financeiros ou impacto em nosso ecossistema no longo prazo, mas estamos animados com a possibilidade de interagir com elas a partir de agora para acelerar a velocidade da nossa transformação”, conclui.

A companhia afirma que há ainda diversas oportunidades para encurtar caminhos e destravar valores em seu ecossistema, além de gerar negócios que vão além do varejo.

As três startups têm casos de uso já mapeados e em construção com a carteira digital banQi e a fintech Celer. Sempre plugadas ao banQi ou à Celer nas jornadas de banking e payments, propiciarão novas oportunidades aos sellers do Marketplace – tais como pagamentos, gestão financeira e dos seus negócios e acesso a crédito – e aos entregadores integrados à ASAPlog, bem como para outras opções idealizadas – e que oportunamente serão divulgadas.

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Startup Invest Summit irá investir R$ 15 milhões em até 50 startups brasileiras

Iniciativa do Sebrae e Bossanova Investimentos encerra o período de inscrições no dia 10 de setembro. Das centenas de startups já inscritas, 74% nunca receberam investimentos.

O Startup Invest Summit, iniciativa que investirá R$ 15 milhões em até 50 startups de todo o Brasil, encerra o período de inscrição em 10 de setembro. Em busca da ampliação do ecossistema empreendedor em todas as regiões do país, a ação, inédita no país, foi criada em parceria pelo Sebrae, principal entidade de fomento ao empreendedorismo do Brasil, e Bossanova Investimentos, micro venture capital que investe em startups em estágio pré-seed com atuação em todo o país, responsável pelo investimento. Não há custo para inscrição, que deve ser feita pelo site: www.startupinvestsummit.com.br. Os negócios mais bem avaliados seguirão para a etapa seguinte: apresentação do pitch durante o evento Startup Summit 2021, nos dias 14 e 15 de outubro, que ocorrerá em formato híbrido. Ao longo dos dois dias de evento, as bancas avaliadoras divulgarão a seleção de até 50 startups brasileiras e a quantia que receberão. 

De acordo com João Kepler, CEO da Bossanova Investimentos, a iniciativa tem como premissa buscar por modelos de negócios inovadores B2B ou B2B2C, que sejam digitais e escaláveis. “A Bossanova tem como missão, democratizar o acesso ao investimento em todo o país. Acreditamos que o Startup Invest Summit é a grande oportunidade para ajudar empreendedores a receberem investimentos de investidores altamente capacitados e com know how para dar todo subsídio necessário para que as startups evoluam e tenham conexões valiosas para atingir novos patamares e conquistarem novas oportunidades de negócios”, explica.

Outra característica alvo do Startup Invest Summit são negócios com faturamento mínimo de R$ 20 mil mensais e que estejam em rodada de capacitação no estágio pré-seed ou seed. Entretanto, das centenas de inscritas até o momento, 74% nunca receberam nenhum aporte, porcentagem que corrobora o dado da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) de 2020, que apenas 26,2% das startups brasileiras receberam algum investimento ou incentivo financeiro desde sua fundação. Sobre o tempo de criação, os dados parciais apontam que, aproximadamente, 40% já têm mais de 24 meses e que 79% estão nos estágios de primeiros clientes (40,46%) e crescimento de vendas (39,32%).

Inscrições por região

Mesmo com inscrições abertas para todo território nacional, o sudeste ainda é a região-origem de 48,43% das submissões, seguido pelo Sul (28,77%), Nordeste (13,11%), Centro Oeste (7,41%) e Norte, com 2,28%. De acordo com o “Global Startup Ecosystem Index Report” de 2021, o Brasil ocupa a 24ª posição deste ranking mundial, feito a partir de três critérios: quantidade, qualidade e ecossistema de negócios. São Paulo é uma das principais cidades deste ecossistema brasileiro, com 13 dos 20 unicórnios do país. No caso dos dados parciais sobre as inscrições do Startup Invest Summit, a discrepância entre as regiões também recai sobre São Paulo, que possui o maior número de submissões à iniciativa. 

A descentralização e criação de novos centros de inovação para além da capital paulista é um dos objetivos da iniciativa, que pretende selecionar modelos de negócios de todas as regiões do país. Segundo Bruno Quick, diretor técnico do Sebrae, essa característica torna o Startup Invest Summit ainda mais inédito. “Pretendemos tornar esta iniciativa na maior ação de investimentos em startups já realizada no país. Queremos conhecer e fortalecer as startups que fazem diferença em todas as regiões brasileiras e impactam todo o ecossistema de inovação nacional”, ressalta.  

Avaliação dos negócios

As startups inscritas passam por um processo de avaliação, com entrevistas feitas por um comitê especializado, que analisa nove pilares do negócio: time, perfil, escalabilidade, produto, modelo, marketing, mercado, vendas e financeiro. As empresas mais bem avaliadas serão divulgadas no dia 25 de setembro e passam para a última etapa, a apresentação em vídeo do pitch. Esta fase final acontecerá durante o evento Startup Summit, no dia 14 e 15 de outubro, que acontecerá de forma híbrida — presencial com entrada paga e digital com acesso gratuito. Ao longo dos dois dias de evento, os vídeos de apresentação das empresas serão avaliadas por 10 bancas de investidores, que definirão até 50 startups a serem investidas, assim como os valores do investimento. 

“O Startup Summit está consolidado como um dos maiores eventos do ecossistema de inovação do país. Ao apresentar os pitchs finais do Startup Invest Summit e o anúncio dos vencedores durante o evento, buscamos unir as duas iniciativas para potencializar e fortalecer ainda mais as startups brasileiras. E esse trabalho tem sido uma prioridade do Sebrae nos últimos anos”, comenta o diretor técnico do Sebrae/SC, Luc Pinheiro.

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inovabra habitat atrai startups internacionais

Sempre em busca de expandir os horizontes e gerar novos negócios de valor, o inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, tem feito parcerias de sucesso com startups internacionais que oferecem soluções para diferentes setores. WhyWaste (Suécia), Crowdform (Reino Unido), Colorkrew (Japão) e Clara (México) inauguraram recentemente seus escritórios no inovabra habitat, todos como sua primeira filial na América Latina. Já GoalPlan (Suécia) e Austin Labs (Estados Unidos) aproveitaram o recém-lançado modelo “conectado” do inovabra habitat para se juntarem de forma remota ao ecossistema.

“Com essa diversidade na origem das startups, a conexão e a troca de experiências é mais rica. Afinal, isso nos possibilita ver diferentes formas de investimento, funcionamento de mercados, cultura e desenvolvimento de soluções. O nosso objetivo é ampliar o portfólio do habitat para atender às demandas de inovação das corporações e do próprio Bradesco”, comenta a head do inovabra habitat, Renata Petrovic.

A Goalplan oferece uma solução de plataforma digital (SaaS) para organização de vendas e serviços em todo o mundo. O aplicativo possibilita a visualização centralizada e em tempo real de todos os KPIs gerados através de diferentes fontes de dados, melhor comunicação, maior comprometimento e acesso compartilhado a metas e resultados. O CEO da startup, Markus Täkte, explica que as empresas da Suécia têm uma longa história no Brasil e a Goalplan é mais um exemplo de como a tecnologia sueca e o empreendedorismo brasileiro se encaixam. “O vasto país, o ambiente vibrante de negócios e a necessidade de ferramentas digitais tornam o Brasil uma oportunidade perfeita para nós. Nosso objetivo é unir forças com o inovabra habitat, tornando-nos um membro ativo na comunidade, na esperança de nos alinharmos com clientes e parceiros para facilitar a digitalização das empresas brasileiras”, comenta Markus.

Outro exemplo é a WhyWaste, que foi pioneira no uso de inteligência artificial e big data como ferramentas de auxílio na gestão de vencimentos de produtos e com uma atuação que atende às práticas de ESG, que vem do inglês Environmental, Social and Governance, ou seja, Ambiental, Social e Governança (ASG, em português). A startup, que também é de origem sueca, ajuda o varejista a estabelecer regras e alertas de monitoramento de seus prazos de validade. No Brasil, a WhyWaste é a única empresa com sistemas já validados e escaláveis, bem como produtos, profissionais e experiência para atender grandes clientes, tendo alcançado números muito expressivos.

A japonesa Colorkrew funciona como uma rede social corporativa com foco na gestão de OKRs (Objectives and Key Results ou Objetivos e Resultados-Chave), entregando a exposição necessária aos funcionários para que possam compartilhar as conquistas das metas da empresa. Se por um lado as organizações ganham com os melhores resultados, os colaboradores buscam se expor e, consequentemente, crescer na empresa.
Já a Crowdform atua como uma agência de desenvolvimento de produtos e serviços digitais que combina estratégia, tecnologia e design para uma ampla gama de negócios, desde startups até grandes organizações espalhadas pelo mundo.

A Austin Data Labs está revolucionando a forma como Cadeias de Suprimentos complexas capturam oportunidades de margem através de aplicativos configurados em sua plataforma ScAIcloudⓇ. Utilizando Inteligência Artificial, Ciência de Dados e um time de ex-executivos da Indústria, a empresa direciona seus clientes a decisões mais lucrativas suportando processos de Planejamento de Demanda, Otimização da Produção e Revenue Management.

A Clara, última a se juntar ao ecossistema do inovabra habitat, é uma fintech cujo objetivo é facilitar a gestão de gastos corporativos para empresas em rápido crescimento. Os seus primeiros produtos são uma plataforma de controle de despesas e cartões de crédito corporativos. Para Layon Costa, responsável pelas operações da Clara no Brasil, se tornar habitante vai contribuir muito para a geração de novos negócios no país e estimular ainda mais o desenvolvimento da startup. “A Clara é a solução de pagamentos ideal para empresas que estão crescendo em ritmo acelerado, portanto esse é o habitat natural para nossa equipe. Temos plena convicção de que essa colaboração alavancará o crescimento ainda mais rápido de nossas operações em terras brasileiras e será o início de uma parceria frutífera”, destaca.

“Desenhamos um modelo que pudesse abranger empresas de diversos setores e de qualquer lugar do mundo, mesmo que remotamente. Hoje, o inovabra habitat conta com cerca de 200 startups e 73 corporações. Dessas, 44 empresas são conectadas, o que permite a ampliação do nosso portfólio de demandas por soluções inovadoras e potencialização da geração de negócios”, completa Renata.

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Itaú Unibanco incorpora startup Emergee, especializada em métodos para agilidade nos negócios

O Itaú Unibanco anuncia a incorporação, em setembro, da empresa Emergee, referência em métodos para agilidade nos negócios (Business Agility). O movimento é parte do esforço do banco para dar cada vez mais velocidade na transformação cultural e tecnológica, fundamental para a sua estratégia de centralidade no cliente.

Os profissionais da empresa se juntarão à estrutura denominada Escritório de Transformação, dentro da área de Pessoas do banco. Eles farão parte do time responsável por nutrir uma cultura ágil em todas as áreas do Itaú Unibanco a partir de novos modelos de trabalho, híbridos e descentralizados, permitindo que o banco tenha capacidade de continuar inovando em campos como escalabilidade, flexibilidade e especialização de seus produtos e serviços. Para isso, os especialistas atuarão nas frentes de educação executiva e consultoria interna, sempre com foco em agilidade, complexidade e práticas emergentes, temas estes que colocaram a Emergee em destaque no mercado nacional e internacional de agilidade.

Para Valéria Marreto, diretora da área de Pessoas responsável pelo Escritório de Transformação, a incorporação permitirá à organização acelerar e ampliar a implementação de metodologias de trabalho mais alinhadas à atual realidade do mercado. “Nossos clientes esperam que sejamos tão ágeis e efetivos quanto as melhores startups com as quais eles já interagem inclusive em outros setores, e essa aquisição nos permitirá avançar rapidamente nesse sentido, dentro do conceito “phygital”, em que unimos o atendimento físico e digital como parte de uma experiência completa com o Itaú.”

Para o fundador da Emergee e líder do time que se junta ao banco, Alexandre Magno, este é o contexto ideal para quem quer participar de grandes e desafiadoras transformações. “Entendemos que quanto mais qualidade houver nas iniciativas de transformação digital, maior será o impacto do nosso trabalho na sociedade. Este é um fator que sempre esteve no centro de nossos valores na Emergee, por essa razão embarcar neste desafio com o Itaú Unibanco faz muito sentido para a nossa empresa.”

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ao³/IOB investe R$ 15 milhões em startup portuguesa de benefícios corporativos Swood

A ao³/IOB, uma marca que potencializa negócios de micro, pequenas e médias empresas e escritórios de contabilidade, anuncia o investimento de R$ 15 milhões na startup portuguesa de benefícios corporativos, Swood. A novidade faz parte de um movimento da companhia para simplificar e levar valor, por meio da tecnologia, para a jornada de colaboradores e profissionais de recursos humanos.

Fundada em 2020, em Portugal, pelos brasileiros Julia Cohen, Bruno Lima e Leonel Sanches, a Swood chega ao Brasil impulsionada pelo investimento da ao³/IOB e tem planos de conquistar 1 milhão de usuários até 2025. A solução combina serviços financeiros com funcionalidades de RH para ajudar na gestão de pessoas, enquanto fornece para o colaborador total autonomia e flexibilidade para escolher seu benefício.

Com a plataforma da Swood, o profissional tem a liberdade de escolher como gastar o seu próprio benefício. A ideia é usar um único cartão, de bandeira MasterdCard, para pagar o supermercado, aplicativos de mobilidade, academia, combustível ou até assinaturas de serviços de streaming de música e filmes.

Segundo Jorge Santos Carneiro, presidente da ao³/IOB, o mercado está mudando e as empresas estão buscando novas formas de melhorar a experiência de seus colaboradores. “Nós enxergarmos o potencial da Swood justamente por ela mostrar essa sinergia com os novos modelos de trabalho e as tendências do setor de benefícios. A parceria vai potencializar nosso crescimento e acelerar a inovação do nosso portfólio”, afirma Santos Carneiro.

O investimento é um dos maiores já realizados em movimentos semelhantes no País, na fase de pré-seed, no segmento de software para RH/benefícios. Ele será usado no go to market brasileiro da Swood, com foco em vendas, relacionamento com clientes e desenvolvimento do negócio.

“A Swood tem um sonho grande! Nossa proposta é diferente porque ela não só agrega benefícios como combina diversas funcionalidades de RH e financeiras. Enxergamos um potencial enorme para o mercado brasileiro, assim estamos entusiasmados com a nossa chegada ao Brasil e com tudo o que vamos construir daqui para frente”, celebra Julia Cohen, CEO da Swood.

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Startups brasileiras recebem US﹩ 772 milhões em investimentos em agosto

O ecossistema de inovação brasileiro segue bastante aquecido. Somente em agosto foram investidos US﹩ 772 milhões, distribuídos em 56 rodadas, segundo dados do Inside Venture Capital Report, relatório mensal produzido pela plataforma de inovação aberta Distrito. O montante foi mais de quatro vezes superior ao mesmo mês de 2020, que registrou uma captação de US﹩ 191 milhões, em 45 investimentos.

Entre janeiro e agosto deste ano, as startups brasileiras já receberam cerca de US﹩ 6,6 bilhões em investimentos, em um total de 457 aportes – o volume acumulado já supera em mais de 85% o arrecadado ao longo de todo o ano de 2020.

Entre os principais aportes registrados no mês de agosto estão três rodadas Series C, captadas por Omie, Unico e Petlove. Os aportes foram de US﹩ 110 milhões, US﹩ 120 milhões e US﹩ 145 milhões, respectivamente. Uma extensão no valor de US﹩ 120 milhões da Series E do QuintoAndar também contribuiu para a grande elevação dos números – somada a valores anteriores, a rodada já acumula US﹩ 755 milhões em investimentos.

“O mercado tem atraído cada vez mais investimentos estrangeiros. Softbank, por exemplo, participou de três dessas transações. Sem dúvida alguma, isso fortalece a tese de amadurecimento do nosso ecossistema e, mais do que isso, marca a evolução e a consistência dessas empresas”, reforça Gustavo Gierun, cofundador e COO do Distrito.

No que diz respeito à distribuição de investimentos por setores, as fintechs seguem na liderança: desde janeiro, foram 115 rodadas, que juntas somaram US﹩ 2,6 bilhões. Em seguida, temos as retailtechs, como são chamadas as soluções no varejo. Foram US﹩ 631 milhões captados, distribuídos em 50 aportes. As edtechs, que atuam no setor de educação, figuram em terceiro lugar no ranking, com US﹩ 294 milhões, em um total de 40 aportes.

“Temos um ano extremamente aquecido, com um crescimento contínuo. Se esse ritmo se mantiver, é certo que até o final de 2021 devemos atingir uma marca entre US﹩ 8 e 10 bilhões de investimentos captados por startups nacionais”, afirma Tiago Ávila, líder de Dados do Distrito.

M&As

Com mais 26 fusões ou aquisições de startups realizadas em agosto, o ano já acumula 160 acordos dessa natureza. Como esperado, o setor constituído pelas fintechs é o que mais tem chamado atenção das empresas: foram 22 delas adquiridas até agora. Em seguida, estão as retailtechs (19) e martechs (14).

Em relação ao modelo de negócio adotado pelas startups adquiridas, mais da metade (58,5%) são B2B e têm como público-alvo outras empresas. Pouco menos de ¼ (23,1%) são B2C e trazem soluções diretamente para o consumidor.

Nesta edição do relatório, o Distrito traz ainda uma análise acerca do perfil dos compradores dessas startups. Entre 2010 e 2020, as transações dessa natureza eram realizadas, principalmente, por empresas grandes já estabelecidas (60,4%). Apenas 30,2% desses acordos eram realizados entre startups. Os 6,6% restantes dividiam-se entre holdings e investidores institucionais.

No primeiro semestre de 2021 já se nota, entretanto, uma maior concentração de fusões e aquisições realizadas por ou entre startups. O modelo já representa 54,1% das negociações mapeadas pelo Distrito, ante 36,4% das transações realizadas por grandes empresas. A inversão se dá tanto pelo amadurecimento do ecossistema de inovação como um todo, como também pelo acirramento da competição em setores específicos como o de fintechs, no qual se vê com frequência uma startup mais madura comprando outras para ampliar seu portfólio, oferecendo aos consumidores um leque maior de produtos e serviços.

“A aquisição e fusão de startups tem se mostrado uma ferramenta muito importante, tanto para a transformação digital das empresas, quanto para a conquista de uma fatia maior de um mercado hoje super competitivo”, aponta Gierun. “Nesse contexto, vale dizer que vão ficar para trás as companhias que não se atentarem para esse movimento e para as mudanças de comportamento e de consumo de seu público”, completa.

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ESG: como as greentechs brasileiras podem se associar a ecossistemas mais avançados como o canadense

De acordo com o Global Cleantech Innovation Index de 2021, o Canadá é líder global em tecnologias limpas e inovação, o que reafirma a capacidade do ecossistema canadense de aproveitar as tecnologias que beneficiam o meio ambiente e infraestrutura verde para atender à crescente demanda global. Greentechs brasileiras têm a oportunidade de aproveitar esse know-how ao participarem do programa de internacionalização no Canadá, o Dream2B Global Acceleration Program.

Estão sendo selecionadas startups com aplicações de tecnologias em ESG, Clean Energy, Agrotech, Blockchain, Nanotechnology, Industry 4.0, IOT, entre outras; que resolvam algum impacto ambiental. As interessadas têm até o dia 10 de setembro para se inscreverem gratuitamente no link. Em sua 6ª edição, a iniciativa selecionará 10 startups de todo o país.

“Segundo previsão da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o Canadá é o melhor país do G20 para fazer negócios. Mesmo com a pandemia, se manteve próspero, sendo um lar ideal para startups brasileiras que buscam expandir internacionalmente. Outros atrativos são: incentivo fiscal para as empresas estrangeiras, abertura do novo negócio em apenas dois dias e mão de obra qualificada em tecnologia, acesso aos 51 países que o Canadá tem acordo comercial bilateral e mais de 1,5 bilhão de consumidores. Estou ansiosa para conhecer as greentechs brasileiras que farão parte deste ecossistema na sexta edição do Dream2B Global Acceleration Program, são empresas que estão desenvolvendo tecnologia de suma importância para garantir o bem-estar do planeta e de todos nós.”, explica Regina Noppe, fundadora & CEO da venture builder canadense Dream2B.

Serão 10 startups selecionadas para esta edição, que acontecerá online de 01 a 26 de novembro. O programa incluiu mentoria com experts e empreendedores canadenses e brasileiros, workshops com profissionais para validação do modelo de negócios, reuniões com potenciais parceiros e clientes, e pitches para investidores. 

Startups brasileiras já são destaque

Em suas cinco edições anteriores, o Dream2B Global Acceleration Program ajudou mais de 45 startups. Uma delas a Safetest, startup mineira que desenvolveu teste de Covid-19 de resultado rápido e de baixo custo, obteve reconhecimento mundial após participar do programa de aceleração em 2019. “A Dream2B nos guiou em nossa jornada de internacionalização e, hoje, podemos realizar negócios nos Estados Unidos, Canadá e em vários países na Europa. E continuamos em plena expansão. As oportunidades que surgiram a partir do contato com a Dream2B foram imensas. Bastou que a gente soubesse aproveitá-las da melhor maneira”, explica Felipe Peixoto, CEO da Safetest.

A plataforma multistreaming Ciclano.io também já passou pelo programa. Segundo Maurício Castro, CEO da Ciclano, o processo de aceleração e internacionalização, foi muito importante para a startup em muitos aspectos. “Destaco o relacionamento com players importantes e mentores com foco no mercado Norte Americano. Exigir de nós, startups, o mesmo nível de entrega de grandes players e avaliar a forma de trabalho como um todo me fizeram ver com outros olhos o meu próprio negócio”, conta Castro. “Descobrir o que parece óbvio, mas nunca visto e aplicar as dicas dos mentores durante o processo já para validação fizeram grande diferença no negócio. Conectar-se com um ecossistema canadense também nos proporcionou escalar a nossa plataforma em um cenário global”, finaliza o CEO.

A Wedy foi acelerada em 2016. Era chamada “Me Casei” e vinha num progresso muito forte no mercado brasileiro, crescendo 200% ano a ano no Brasil. “Foi aí que percebemos que era o momento de pensar na internacionalização. Assim surgiu a oportunidade de participar do programa de aceleração da Dream2B. Foi possível conhecer melhor como funcionaria todo o processo de internacionalização e entender o mercado fora do país”, conta Marcio Acorci, CEO e cofundador da Wedy.

O executivo explica que um dos aprendizados que teve foi que a marca não conversava com o público estrangeiro. Me Casei era um nome totalmente português e brasileiro. Ao voltar do programa, trabalharam numa nova marca e em janeiro de 2018 se transformaram em Wedy. Como empreendedor, a experiência de vivenciar o aprendizado fora do Brasil, oportunidades de melhoria e aumentar o nível de conhecimento, foi de extrema importância”, conta o executivo.

A 6ª edição do Dream2B Global Acceleration Program é realizada pela Dream2B em parceria com a incubadora canadense Spark Centre, com apoio da Softex e Câmara do Comércio Brasil-Canadá.

Dream2B Global Acceleration Program

Gratuito

Prazo de inscrição estendido até 10 de setembro

Link para inscrição: https://www.dream2b.com.br/programa/#OVERVIEW

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R$ 5 milhões em 90 minutos: Zletric quebra recorde de captação de investimento na CapTable

A CapTable, maior hub de investimentos em startups do Brasil e que tem a StartSe como sócia, quebrou mais um recorde de investimento coletivos via oferta pública nesta terça-feira, 31. 

A recordista da vez é a Zletric. Ao atuar com o modelo energy as a service, a startup chamou a atenção de 207 investidores ao oferecer uma solução inteligente para recarga de veículos elétricos e híbridos fornecendo energia por meio de uma rede que abrange espaços comerciais e residenciais em diferentes localidades do país.

Com essa proposta, levantou R$5 mi em aporte durante apenas 1h30, se tornando o novo líder no ranking de fechamento de captação em investimentos coletivos no país, com uma média de R$ 55.555 captados por minuto. 

Confiança no setor 

O mercado de carros elétricos tem crescido em todo o planeta e no Brasil não é diferente. Com diferentes marcas e modelos de automóveis movidos a energia elétrica sendo lançados, o consumidor está se adaptando a essa nova vertente de locomoção. 

Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), o Brasil conta com mais de 50 mil veículos elétricos e a estimativa é que, até 2030, esse número seja de pelo menos 2 milhões. 

Um dos problemas ainda é a falta de pontos para abastecimento de carros elétricos em todo o país. Algumas pessoas sofrem por não ter um ponto de abastecimento em sua casa, condomínio, ou em algum local público em sua cidade. 

A proposta da Zletric com este novo aporte é aumentar o número de pontos de recarga, o que pode acelerar ainda mais a aderência dessa espécie de veículo por parte dos brasileiros.

De acordo com o levantamento da ABVE, o número de eletropostos teve uma alta de 50,8% em apenas três meses neste ano, passando de 500 locais, em março, para 754, no mês de julho. O avanço é claro, mas ainda falta muito para o país atingir um número ideal de eletropostos para suprir a demanda necessária. 

Enxergando esta lacuna, a Zletric vê espaço em um mercado que promete se expandir cada vez mais e agora visa entregar soluções que devem crescer ainda mais com o avanço da tecnologia de veículos elétricos no país.

“Para o morador que tem carro elétrico não ter que investir em uma estação, que custaria em torno de R$10 mil, nós fazemos o investimento e alugamos por R$169,00 mensais. O abastecimento é registrado conforme o usuário na central, sem interferência de qualquer funcionário, evitando assim questionamentos por parte de outros condôminos”, conforme explica o CEO da Zletric, Pedro Schaan.

O cofundador da CapTable, Guilherme Enck, explica que a Zletric apresentou um plano sólido para sanar a dor desse segmento, o que explica uma captação tão rápida. 

“Um plano ousado, mas bem estruturado, apresentado pela Zletric fez com que os investidores sentissem a confiança necessária para investir na startup. Investimentos de valores deste tamanho em tão pouco tempo refletem que o futuro da startup é promissor e de escalabidade”, explica Enck.

Destinação de recursos 

O valor captado pela Zletric será destinado ao plano de expansão da startup que pretende triplicar o negócio e se tornar referência deste mercado que está em plena expansão em todo o cenário nacional. 

O CEO da Zletric afirma que 48% do recurso será investido no que é considerado mais importante para o crescimento da startup. “Aplicaremos quase metade do valor captado em footprint, que representa a expansão da rede, a fabricação de novos equipamentos e a instalação das estações em pontos estratégicos do país. No momento, isso é o mais relevante para o crescimento da Zletric”, afirma Schaan. 

Schaan ainda explica que outros 22% do valor serão destinados a sales e marketing, visando expandir a imagem da startup e aumentar a procura pelas soluções oferecidas. O restante do valor será utilizado para os demais custos que vão sustentar as operações nos próximos 2 anos. 

A todo vapor

Com o encerramento da captação realizada para a Zletric, a CapTable beira sua segunda dezena de captações concluídas com sucesso neste ano. A plataforma, que já conta com mais de 5 mil investidores ativos, acaba de superar os R$30 milhões captados para 19 startups em 2021. 

O plano da CapTable é alcançar a marca de R$100 milhões investidos até o fim de 2021, conforme explica Paulo Deitos, cofundador da CapTable. “Os investidores estão ficando mais confiantes para investir em startups, exemplos como o do exit que aconteceu há poucas semanas aumenta ainda mais a confiança. Desta maneira, acreditamos que o plano de captar R$100 mi até o fim deste ano pode ser alcançado”, destaca Deitos.

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Liga Ventures promove segunda edição do maior evento de inovação aberta do país

Liga Ventures , pioneira no mercado de aceleração corporativa, irá promover nos dias 14, 15 e 16 de setembro, a segunda edição do Liga Open Innovation Summit , evento referência em inovação aberta no ecossistema, que une os objetivos de apresentar cases reais gerados entre corporações e startups, debater sobre cultura da inovação, tecnologia, tendências e sociedade do futuro com especialistas renomados no mercado e potencializar novos negócios.

Durante os três dias, os participantes terão acesso a 24 horas de conteúdos diversos com foco em inovação aberta. O evento será dividido em blocos temáticos como o Liga Talks, com mais de 50 líderes, especialistas e gestores de grandes empresas, abordando o impacto da inovação em diversos setores; Liga Insights, com os principais estudos de mercado destacando os desafios e tendências relacionadas à inovação e transformação digital.

Os participantes também terão acesso a Case Sessions: histórias reais sobre como grandes corporações atingiram resultados reais no relacionamento com startups; Living With Unicorns: conversas sobre cultura e gestão de startups unicórnios; e Pitches de mais de 25 startups selecionadas nos principais programas de aceleração do país, apresentando suas soluções e os negócios gerados com players de diversos setores – tudo isso com transmissão ao vivo.

Além disso, o Liga Open Innovation Summit contará com a presença dos keynotes: Seth Stephens-Davidowitz, ex-cientista de dados do Google e autor do best-seller “Everybody Lies”, que explora como as pesquisas do Google abrem uma janela sem precedentes para o comportamento humano, escolhas e tomada de decisão; Victoria Huff, sócia PwC US, Technology, Media and Telecomm. Antes de assumir sua posição atual, fundou e liderou a PwC New Ventures, uma incubadora de negócios, onde atuou na equipe de Liderança Executiva Global e dos EUA; e Edson Higo, presidente da Danone, empresa na qual trabalha há 15 anos. Atuou como presidente nas unidades da Danone na Argentina e na Austrália por 5 anos, e retornou ao Brasil para liderar a fusão de duas divisões da Danone Brasil em 2018, resultando na Danone Nutricia.

Segundo Rogério Tamassia, cofundador da Liga Ventures, o objetivo é fazer com que em sua segunda edição, o Liga Open Innovation Summit seja um grande canal para aproximar empresas do ecossistema de inovação. “A Liga Ventures tem como missão promover um cenário para a troca entre grandes corporações e startups, trazendo, por meio dessa conexão, soluções relevantes para o mercado. Com a segunda edição do Liga Open Innovation Summit, queremos proporcionar um terreno fértil para que essas interações ocorram de maneira genuína”, explica.

Os interessados em participar do Liga Open Innovation Summit 2021, podem se inscrever gratuitamente no site ligasummit.com .

Serviço:

• Data e horário – 14, 15 e 16 de setembro das 09h às 18h
• Custo – gratuito
• Inscrições – ligasummit.com
• Onde acontece – 100% online por meio do link do evento (disponibilizado mediante cadastro).

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Ambev e Arena Hub buscam startups por inovação no esporte

No sofá, na arquibancada, no boteco ou na cadeira numerada: onde você vibra? Adepto de uma ou de todas as opções – com direito àquelas mandingas, manias, catimbas e afins – todo fã de futebol sabe bem como torcer é coisa séria, uma experiência única e particular.

Pensando nisso, a Ambev e o Arena Hub anunciam o desafio Golaço, projeto que vai selecionar startups que se dediquem a desenvolver soluções para o mercado de esportes e entretenimentos. A ideia é fomentar a criação de produtos ou serviços inovadores, com os quais a Ambev pretende transformar a experiência do torcedor que consome futebol. A principal demanda é promover maior interação e engajamento dos fãs. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 01 de outubro pelo site.

O ecossistema de SporTechs é composto por Fintechs, HealthTechs, EdTechs, FoodTechs e MediaTechs, entre outras, e todas estão convidadas a participar do desafio.

Este é o primeiro projeto da parceria entre as duas empresas, oficializado em julho. Nela, a Ambev tornou-se a primeira mantenedora oficial do Arena Hub, que é o maior centro de inovação e fomento do empreendedorismo esportivo da América Latina e trabalha para despertar o ecossistema e potencializar negócios entre startups e entidades esportivas.

“Temos como missão fomentar negócios entre os players do esporte e do entretenimento. O desafio Golaço é mais uma iniciativa para incentivar empreendedores criativos que possam oferecer inovações diversas que conversem com torcedores e promovam experiências diferenciadas, impactando todo o mercado”, afirma Ricardo Mazzucca, CEO do Arena Hub. “A Ambev é uma empresa gigante em marketing, comunicação e relacionamento com o público, e é também a nossa primeira mantenedora oficial. A empresa tem contribuído com muitos insights que serão aplicados no hub, não apenas no Golaço, mas em outros projetos que faremos em conjunto”.

As startups selecionadas vão dedicar três meses para o desenvolvimento do produto ou serviço inovador e personalizado. Para lapidar os projetos, os participantes terão um programa que contará com conversas, mentorias, hackdays e uma intensa troca de conhecimento, que são importantes para desenvolver negócios de alto valor. Ao final, cinco finalistas receberão R$20 mil (vinte mil reais) cada, direcionados a cobrir os custos do período em que ficarem incubadas para a criação de POC’s. O programa acontecerá em 2021 e o valor será repassado às participantes em 2022.

“O esporte é um dos nossos territórios e, por isso, estamos muito animados com o Golaço. Um dos nossos objetivos, considerando nosso mindset de transformação digital, é incentivar todo o ecossistema para que, juntos, consigamos trazer soluções inovadoras e disruptivas, que promovam maior interação e engajamento, melhorando ainda mais a experiência do nosso público torcedor e a forma como ele consome o futebol. Para isso, contaremos com um time especializado que vai apoiar as startups finalistas, junto com o Arena Hub, em todo o processo”, comenta Felipe Bratfisch, Diretor de Patrocínios e Marketing de Experiências da Ambev.

Legado ao ecossistema esportivo


A Ambev assumiu protagonismo em projetos que buscam a melhoria do ecossistema esportivo a partir do Movimento por um Futebol Melhor, que oferece vantagens para os torcedores associados a seus times de coração. Lançado em 2013, o projeto se transformou em uma importante ferramenta de consolidação dos programas de sócio torcedor dos clubes brasileiros, que, atualmente, representam uma fonte de receita fundamental para manter o futebol no país. Em 2019, o programa passou a se chamar Clube Nº1, elevando as experiências exclusivas destinadas aos torcedores. Atualmente, o clube de vantagens conta com mais de 1,5 milhão de torcedores cadastrados.

Conheça mais detalhes do desafio Golaço Ambev by Arena Hub


Participar de um desafio como este proporciona aos empreendedores muita troca de conhecimento e networking. Durante o processo, os participantes selecionados terão momentos de capacitação e mentoria de acordo com o seu estágio e necessidade para melhor desempenho no evento. Cada startup será acompanhada por um mentor especialista em startups que irá orientar como modelar o seu negócio, como validar a sua ideia, como diminuir a incerteza do negócio e melhorar o desempenho de mercado da sua startup.

Além disso, estão programados workshops durante todo o período do programa e os empreendedores receberão conteúdo de alto nível para exercitar de forma prática as metodologias que hoje são trabalhadas pelas maiores startups do mundo. Além do chamado smart money, as cinco primeiras startups finalistas receberão aporte de R$ 20 mil (vinte mil reais) oferecidos pela Ambev para cobrir custos da criação de POC’s, e passarão pelas etapas descritas a seguir:

• 3 meses incubado no Arena Hub participando do Desafio Golaço Ambev;
• Acesso a rede de mentores do Arena Hub e da Ambev;
• Divulgação das 5 finalistas em todos os canais da Ambev e do Arena Hub.

Cronograma


Inscrições gratuitas: até 01/10/2021
Site para inscrições: https://www.ambev.com.br/desafio-golaco
Divulgação dos horários de apresentação dos Pitches ao júri selecionado: 25/10/2021
Início das mentorias de Pitch e modelos de negócio: 26/10 a 08/11/2021
Apresentação dos Pitches para a banca examinadora: 16 a 19/11/2021
Divulgação das Vencedoras: 22/11/2021

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Startup do mercado financeiro recebe aporte R$ 6,5 mi para formar mil analistas

Combater o desemprego com a criação de oportunidades em uma carreira promissora para jovens talentos sem qualquer conhecimento no mercado financeiro. Essa é a transformação social proposta por dois jovens empreendedores que há dois anos começaram do zero e hoje são responsáveis pela gestão de uma carteira de clientes que totaliza quase R$ 1 bilhão. Ao utilizar metas ambiciosas por meio da qualificação, a Marco Investimentos pretende multiplicar em cinco vezes esse valor de custódia até 2025. Quer alcançar os R$ 5 bilhões para se tornar uma plataforma referência em formação de profissionais no segmento em franca expansão no país.

Com as mentes abertas para promover profundas mudanças através de um trabalho duro, mas ao mesmo tempo com o objetivo de cuidar das pessoas, o economista Tiago Piassum Teodoro, de 27 anos, e Thales Nóbrega, de 30, não medem esforços para chegar ao topo numa velocidade impressionante. Apoiada pela XP Investimentos, a startup acaba de receber um aporte de R$ 6,5 milhões, que serão investidos em tecnologia e, sobretudo, em recursos humanos. O valor foi obtido junto a um investidor estratégico em uma primeira rodada já concluída e assessorada pela Biancamano Capital.

“Queremos nos tornar uma plataforma referência focada nos aspectos tecnológicos, e entregar para o parceiro B2B a melhor experiência para trabalhar conosco”, almeja Piassum. Audacioso, o projeto educacional será executado em nível nacional, com o objetivo principal de formar mil assessores no Brasil até 2025. Esses futuros assessores receberão uma formação através de cursos de capacitação a serem oferecidos em parceria com a XP School, que dá suporte ao projeto.

“Trata-se de um modelo próprio de captação de agentes autônomos, de educação e formação de profissionais. Vamos apostar em jovens recém-formados que tenham motivação para empreender. É uma grande oportunidade para que eles possam ganhar entre R$ 5 mil e R$ 10 mil por mês”, antecipa.

Projeto ambicioso e altamente escalável

Após idas e vindas, os fundadores traçaram metas ambiciosas. A plataforma própria de tecnologia e investimentos estipulou que pretende ter mil assessores de investimentos por meio da educação. Com isso, formataram um projeto de atrair jovens de 18 a 30 anos sem background financeiro para que esse contingente consiga mudar a vida das pessoas próximas e de comum convivência. Ao mesmo tempo, querem garantir boas rendas a esses profissionais, que giram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil mensais.

Essa faixa de valor está bem acima da média salarial da população brasileira. Dessa forma, a ideia é também promover uma transformação social, ao preparar esses jovens para atuarem no mercado financeiro brasileiro. “Empreender transforma e essa foi a maneira como eu e o Tiago enxergamos de vencer na vida”, diz Nóbrega.

Ao final de 2019, o escritório já computava R$ 100 milhões de custódia. Nessa ocasião, a XP entrou com um aporte de R$ 1 milhão para a empresa fazer a sua primeira expansão. “Investimos em pessoas e na nossa nova sede. Em 2020, terminamos com R$ 330 milhões e também atraímos novos sócios. No início de 2021, a Axis passou a se chamar Marco Investimentos, como um marco pela entrada de novos mais associados”, revive Nóbrega.

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