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Programa que visa transformar o Centro de São Paulo com inovação de startups tem inscrições prorrogadas até janeiro de 2020

A ISSO!, startup voltada para o desenvolvimento de outras startups e para a criação de um hub de talentos, prorrogou as inscrições para o seu programa HACKEANDO CENTRO até o dia 15 de janeiro de 2020.

O programa, que visa acelerar a transformação urbana e o desenvolvimento social do Centro de São Paulo por meio da construção de um ecossistema de inovação para impulsionar a revitalização da região, levará para o mesmo teto: startups, designers e hackers para desenvolver soluções tecnológicas e desenhar um centro mais:

• Conectado – prédios inteligentes, serviços digitais, internet das coisas, sensores nas ruas e inclusão digital;

• Aberto – o Centro como um ecossistema de inovação aberta, atraindo comunidades de talentos inovadores, colaborando para a criação de um modelo de governança inclusivo, mediante plataformas colaborativas;

• Sustentável e Seguro – inovação para suportar os programas de planejamento urbano, promovendo mobilidade, reciclagem, energias renováveis, economia compartilhada, utilização dos espaços ociosos, valorização do patrimônio histórico e cultural da região central.

De acordo com Alessandro Martineli, CMO da ISSO!, o HACKEANDO CENTRO é uma iniciativa que visa criar um movimento de transformação real, unindo os melhores talentos e recursos. “Temos como objetivo levar o conceito de inovação aberta para além de suas aplicações no mundo corporativo, concentrando-o nos processos complexos de renovação urbana que envolvem uma série de atores públicos, privados e coletivos que devem alinhar suas estratégias e colaborar no que chamamos de Open City Innovation (Inovação em Cidade Aberta). Queremos criar um movimento com a participação da sociedade para ajudar a tornar o Centro em um polo de economia criativa, bem como um local para os millenials morarem e trabalharem”, explica.

Inicialmente, o programa, que conta com inscrições gratuitas e premiação de R$50.000,00 em dinheiro, terá foco nas verticais: SecureTech, UrbanTech e DesignTech. A primeira edição do HACKEANDO CENTRO trabalhará a vertical SecureTech, sob o tema: “Segurança e zeladoria tecnológica para o Vale do Anhangabaú e arredores” e visa atrair startups que têm atuação na área de segurança pública para testar suas tecnologias utilizando dados reais e em um ambiente desafiador, representado pelo Centro de São Paulo.

Os participantes devem ter competências relacionadas ao enfrentamento dos problemas ligados aos desafios propostos pelo programa, por exemplo: profissionais e estudantes das áreas de Arquitetura, Design, Engenharias, Gestão de Projetos e Políticas Públicas, Segurança Pública, Tecnologia da informação e Comunicação.

Para viabilizar o HACKEANDO CENTRO, a ISSO! conta com patrocinadores. Para a primeira edição, que tem duração até maio de 2020, dividido em quatro fases, a startup tem o apoio do Banco Original. “Com os impactos positivos gerados a partir do programa, acreditamos que iremos atrair novos parceiros para as próximas edições”, comenta Martineli.

Para mais informações sobre o programa, inscrições e patrocínio, acesse: http://hackeandocentro.com.br/

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São Paulo receberá maior evento de startups da América Latina

A Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade que representa o ecossistema, confirma a 6ª edição da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo – Case 2019, maior evento latino-americano voltado para startups, a ser realizado em 28 e 29 de novembro deste ano, em São Paulo.

Os participantes contarão com novidades em relação aos anos anteriores, a começar pelo espaço. Para atender o crescimento do público e de estandes, a edição 2019 acontece no Transamérica, com um público esperado de 10 mil participantes, que poderão contar com conteúdos focados no futuro da inovação.

“Hoje, as startups e o ecossistema deixaram de ser uma promessa, tornando-se a realidade do presente. Este é o momento de tomar consciência dos nossos próprios feitos e, mais importante, de não se acomodar. O futuro é líquido e está em constante transformação. E o resultado disso tudo nós vamos celebrar, investigar e entender juntos no CASE 2019”, pontua o diretor executivo da Abstartups, Rafael Ribeiro.

Entre os palestrantes já confirmados, estão: o co-fundador do Wikipedia, Jimmy Walles;a Head of Growth Marketing at SEMrush, Anna Lebedeva; Eric Santos, CEO plataforma de marketing digital RD Station; André Street, cofundador startup de processamento de cartões, Stone; Rony Meisler, fundador e CEO da marca de roupas carioca Reserva e Lara Lemann, Co fundadora da empresa especializada em investimento imobiliário MAYA Capital.

Com uma área exclusiva dedicada aos expositores e feira de negócios, o evento esse ano contará também com uma plenária e quatro arenas de conteúdo voltadas para os principais áreas dentro de uma startup: hacker (desenvolvedores e tecnologia), hipster (design, UX e produto), hustler (vendas e customer success) e hyper (marketing e Growth Hacking).

6ª Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (Case 2019)

Data: 28 e 29 de novembro de 2019, das 10h às 20h
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Av Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro – São Paulo (SP)

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GovTech: 5 áreas que podem ser exploradas pelas startups

A digitalização de serviços públicos vem se tornando cada vez mais relevante na pauta dos governos. E não é à toa: dados do Relatório “Estratégia Brasileira de Transformação Digital” revelam que uma boa estratégia digital pode trazer ao Brasil um aumento de 5,7% do Produto Interno Bruto (PIB) e economizar até 97% dos custos de atendimento e serviços públicos.

Isso mostra uma enorme possibilidade para startups que desejam trabalhar com o governo. Só na esfera federal, as compras em TI movimentaram cerca de cinco bilhões de reais em 2012.

Nesse cenário, o BrazilLAB, principal hub de inovação que conecta startups ao poder público, destaca cinco áreas a serem exploradas por empreendedores e que podem gerar grande impacto nesse contexto de transformação digital.

• Digitalização de processos

O Brasil tem 107,9 milhões de usuários de Internet, dos quais 61% (aproximadamente 65,8 milhões de pessoas) procuraram informações de governo ou realizam serviços públicos online.

A contínua digitalização do atendimento pode representar uma economia para o governo brasileiro de R$ 663 milhões ao ano. Para a sociedade como um todo, a economia alcança a casa de R$ 5,6 bilhões ao ano. Ou seja, uma economia total de R$ 6,3 bilhões ao ano.

A startup “Fábrica de Negócio”, por exemplo, conseguiu, através de sua solução de auditoria em folhas de pagamento, economizar cerca de oito milhões para a prefeitura em despesas com folha.

Dessa forma, soluções que priorizem a automatização e digitalização de processos se fazem necessárias em todas, Executivo, Legislativo e Judiciário, e têm grandes chances de aplicabilidade.

• Transparência

A sociedade está passando por uma grande mudança na sua relação com a Gestão Pública, e as lideranças do setor precisam responder a esses novos de forma eficaz.

Entre as principais necessidades estão a redução da burocracia, aperfeiçoamento de gestão de pessoas e, em especial, a ampliação da transparência das ações do governo.

“O cidadão anseia que a sua interação com o governo seja uma experiência positiva e que a participação na vida pública seja mais simples e rápida, ao mesmo tempo em que quer ter confiança de que os recursos públicos são utilizados com eficiência. Por isso, ações que privilegiem a transparência de dados são fundamentais”, explica Letícia Piccolotto, fundadora do BrazilLAB.

• Smart Cities e Urban Techs

No Brasil, mais de 80% da população brasileira vive em cidades. E, apesar de ocuparem apenas 2% do espaço, elas são responsáveis por consumir entre 60% a 80% da energia e gerar 75% da emissão de carbono.

Um grande exemplo de Smart City é Barcelona, que, por meio de projetos em Internet das Coisas (IoT), conseguiu criar 47 mil empregos, além de economizar 42 milhões de euros em apenas um ano. No Brasil, já vemos alguns exemplos, como Curitiba, considerada a cidade mais inteligente e conectada em 2018.

Dessa forma, tecnologias para apoiar o uso estratégico de recursos, gerar economia, desenvolvimento e qualidade de vida nas cidades são imprescindíveis, e ganham cada vez mais espaço, inclusive, nas esferas públicas.

• Habilidades na Sociedade 5.0

Cerca de 65% das crianças que estão no ensino primário terão empregos que hoje nem sequer existem. Além disso, estima-se que, em 2019, haverá 161 mil vagas abertas e não preenchidas para profissionais de TI, segundo estudo promovido pelo BrazilLAB em conjunto com o Centre for Public Impact, da consultoria BCG.

O desafio da transformação digital no Brasil passa pela educação e formação das competências necessárias para interagir com a tecnologia, tanto para consumi-la, quanto para produzi-la. Pensar em soluções que priorizem habilidades para uma sociedade 5.0 deve ser a tônica da agenda de desenvolvimento do Governo nos próximos anos.

• Gestão de Pessoas

A liderança tem um papel fundamental no que se refere à visão de longo prazo, enquanto a governança determina a capacidade de concretizar tal visão. Do ponto de vista tecnológico, a transformação digital de um país pode ser feita em apenas alguns meses. No entanto, do ponto de vista político, pode levar anos de articulação.

Por isso é necessário que se criem agendas claras e que se determinem as atribuições de cada agente para que seja possível garantir que funcionários públicos sintam-se empoderados, e não ameaçados pelas mudanças.

É necessário incentivar o avanço de ferramentas e métodos que busquem a qualificação e desenvolvimento desses profissionais.

Programa de Aceleração

O BrazilLAB tem como missão fomentar a inovação dentro do setor público, por meio da mobilização, conexão e empoderamento de diferentes atores da sociedade. Para isso, promove um programa de aceleração focado em conectar startups a governos.

As inscrições para a 4ª edição do Programa de Aceleração do BrazilLAB estão abertas e podem ser realizadas pelo link http://inscricao.brazillab.org.br/ até o dia 18 de novembro. Qualquer startup com soluções que possam ser adotadas pelo poder público pode participar – não é necessário que a solução tenha sido desenvolvida especificamente para esse fim. Os 25 empreendedores selecionados serão anunciados no dia 19 de dezembro.

A principal novidade desta edição é que o BrazilLAB considerará projetos capazes de atender, além do executivo, o judiciário e o legislativo – poderes que não costumam ter foco das startups.

Ao final dos três meses da aceleração, os empreendedores serão avaliados por uma banca composta por líderes públicos, parceiros e especialistas, que identificarão as melhores soluções. Os três primeiros colocados ganharão horas de assessoria jurídica dedicada e poderão participar de eventos com gestores públicos. O grande vencedor ganhará um contrato de investimento de até 250 mil reais e uma missão ao Vale do Silício, nos Estados Unidos.

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Jobecam é selecionada para integrar o Pulse, hub de inovação da Raízen

A Jobecam , plataforma de empregos e entrevistas gravadas que torna os processos de seleção mais eficientes e justos por meio da tecnologia de vídeo e inteligência artificial, acaba de ser selecionada para integrar Pulse, hub de inovação promovido por uma das maiores exportadoras de açúcar do mercado internacional, a Raízen.

Voltado à empreendedores do agronegócio, indústria, logística, varejo, gestão e produtividade, o hub da marca é focado em inovação e promete ser um ponto de encontro entre startups, corporações, investidores, entidades e universidades.

A CEO e fundadora da Jobecam, Cammila Yochabell, acredita que ter a Raízen como aliada do propósito da empresa ajudará a propulsionar o crescimento da marca. “O Pulse, hub de inovação da Raízen vem ajudando muitas startups a se destacarem, e ser uma delas, é gratificante”, pontua a empresária.

Parceria

A Jobecam e a Raízen iniciaram a parceria este ano, quando a startup realizou o processo seletivo às cegas para uma vaga na área administrativa, da unidade da empresa em Piracicaba. A startup ajudou a empresa a encontrar o candidato ideal para a posição, acelerando o processo seletivo em, pelo menos, 70%.

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Abstartups divulga mapeamento de startups do Sul

Buscando compreender o ecossistema de startups nas mais diversas regiões do país e suas características locais, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) acaba de divulgar o 3º mapeamento de startups por região, desta vez, do sul do país.

Com nove comunidades, entre elas Vale do Pinhão, Comunidade RS, Campos Valley, Desbravalley e outras, o estudo foi realizado entre os meses de setembro e outubro deste ano, trazendo dados interessantes em relação ao perfil dessas empresas, como porte, perfil dos fundadores e setor de atuação, incluindo informações das comunidades.

Com 1704 startups ativas na região, sendo Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis, com 21%, 16,6% e 10,8%, respectivamente; o ecossistema do sul é composto por empresas em fase de tração (38%) e operação (30%), sendo educação, soluções para o agronegócio e de saúde e bem-estar os maiores mercados de atuação dessas inovações.

“No levantamento, ficou claro que as 16 comunidades são diferentes entre si, mas muito unidas no sentido de pertencimento e compartilhamento entre as cidades que, muitas vezes, coexistem em incubadoras, centros tecnológicos e cases de sucesso, alavancando não só o desenvolvimento de uma comunidade, mas de uma região”, pontua o presidente da Associação Brasileira de Startups, Amure Pinho.

Apesar de 67% das startups locais ainda terem recebido incentivos externos, outros 19% receberam aportes de investidores anjos, e 30% já foram aceleradas ou incubadas. Se tratando de modelos de negócios, o SaaS (50,35) e Marketplace (14,5%) são maioria, operando, em grande parte (54,7%) para outras empresas, em negócios B2B.

Para acessar o mapeamento completo, acesse: http://abstartups.com.br/mapeamento-sul

Software na nuvem simplifica processos de RH em empresas de pequeno e médio porte

Tornar a área de Recursos Humanos menos burocrática, promovendo uma melhor experiência entre empresas e colaboradores, é um dos principais objetivos de gestores e administradores. E foi com essa visão que os empreendedores Marcelo Furtado, Rodrigo Silveira e Anderson Poli fundaram, em 2012, a Convenia . A ideia do negócio surgiu quando eles olharam para trás e perceberam que, apesar da carreira promissora que tinham, sentiam-se mal geridos nas empresas em que trabalhavam.

Então, juntos, decidiram desenvolver um software para auxiliar nos processos de departamento pessoal de pequenas e médias empresas, otimizando e desburocratizando o RH, da contratação ao desligamento de um funcionário.

A plataforma, que é a primeira em nuvem desenvolvida para gerir pessoas no Brasil, permite ao departamento pessoal controlar desde pagamento até o feedback dado aos colaboradores. Além disso, oferece baixo custo para as empresas, sendo 100% digital, e segurança em informações sigilosas.

De acordo com Marcelo Furtado, fundador e CEO do Convenia, um dos pilares no desenvolvimento do produto é uma visão focada nas dores dos clientes; ou seja, pequenas e médias empresas, que contam com operações menores, o que não significa problemas menores.

“Se identificarmos algo que ainda não fazemos, isso vai para a área de design de produto, que constrói protótipos e volta a validar com os clientes que as solicitaram. Só a partir da aprovação dos próprios clientes que fizeram o pedido e de resolver de fato uma dor deles, que nos damos por satisfeitos”, explica Furtado.

Ele acrescenta que uma das vantagens de gerir um RH com um software como o Convenia é a otimização do tempo que a ferramenta oferece. Além disso, evita prejuízos e futuras perdas para a empresa como o pagamento de férias duplicadas; multas do eSocial, como, por exemplo, pela falta do envio de informações da movimentação de pessoal; erros em benefícios e até processos trabalhistas.

“A tecnologia em si não muda a vida de nenhuma empresa. Porém, aliada à nova forma de pensar do profissional de RH, transforma a maneira como se conhece a gestão de pessoas, ao ajudar empresas a serem mais humanas”, analisa o CEO da Convenia.

Thinkseg está entre as 100 startups pioneiras em inovação no mundo, em 2019, pela Fintech Global

CEO da Thinkseg, Andre Gregori

A Thinkseg está entre as 100 selecionadas no InsurTech 100 em 2019, segundo critérios da consultoria Fintech Global, com base em Londres. A divulgação dos nomes das startups ocorreu nesta quinta (24 de outubro).

As 100 insurtechs pioneiras em inovação em seguros do mundo foram selecionadas, por especialistas, dentre uma lista de mais de 1 mil empresas que se inscreveram no Fintech Global.

“As finalistas foram reconhecidas pelo uso inovador da tecnologia para resolver problemas significativos da indústria ou para gerar economia de custos ou melhorias de eficiência em toda a cadeia de valor de seguros”, diz o release da consultoria Fintech Global.

“O prêmio significa o reconhecimento pela persistência, há três anos, em aprimorar o seguro por trecho, liga e desliga, juntamente com a avaliação do modo de dirigir do motorista. Trata-se de um modelo inovador para o mundo. Estou muito feliz com a menção na lista mundial”, diz o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

Segundo dados do Fintech Global, desde o início de 2017, quase US$ 10 bilhões foram investidos no segmento de insurtechs no mundo, sendo que mais de US$ 3,7 bilhões somente neste ano de 2019.

Desde que foi criada, em 2016, a Thinkseg tem recebido aportes, exclusivamente do único investidor Andre Gregori, atualmente CEO da Thinkseg, startup de seguros que integra o Thinkseg Group.

Startup brasileira apresenta projeto sustentável em Nova York e União Europeia

O Brasil ainda está longe de se tornar um dos primeiros no ranking dos países mais sustentáveis — Suíça, França e Dinamarca lideram no quesito ações ambientais. Mas, uma startup brasileira acelerada pela Cervejaria Ambev tem ganhado olhares e admiração nacional e internacional, além de gerar resultados significativamente positivos ao meio ambiente. A Green Mining, que surgiu para solucionar um dos problemas quanto ao descarte de embalagens pós consumo, nas últimas três semanas, apresentou seu projeto de logística reversa em Nova York (Estados Unidos), Sardenha (Itália) e em Bruxelas (Bélgica), durante a Conferência Internacional de Cooperação Urbana (International Urban Cooperation — IUC), promovida pela União Europeia.

“Realizamos uma apresentação para cerca de 100 representantes de regiões da Europa e da América Latina, vindos de mais de 28 países diferentes. Para nós, é uma grande satisfação poder falar para pessoas de todo o mundo o que fazemos e o potencial que nossa solução tem para ser desenvolvida em larga escala” diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining que contou que, durante o evento IUC, na Bélgica, foi assinada uma carta de intenções com uma agência de desenvolvimento regional da Polônia, que já é a parceira do Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE) no programa.

O projeto da startup consiste no processo de coleta de embalagens em bares e restaurantes feito de maneira ambientalmente correta, por meio de triciclos, sem emissão de gás carbônico. Em parceria com a Cervejaria Ambev, o vidro recolhido é levado direto à fábrica da própria cervejaria, devolvendo o material à cadeia produtiva da empresa. Atualmente, a Green Mining possui HUBs em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e já encaminhou para reciclagem mais de 350 toneladas de vidro, evitando a emissão de mais de 58 toneladas de CO2 desde o início da ação, em dezembro do ano passado.
De acordo com o CEO do CIOESTE, Francisco Maciel, a escolha da Green Mining fez todo sentindo para alavancar com soluções na cooperativa da União Europeia. “Queremos alavancar pequenas e médias empresas que proporcionam o desenvolvimento econômico e sustentável, tudo o que encontramos na Green Mining”, afirma Francisco.

Em Nova York, o evento Super Demo Day ocorreu na sede global da AB InBev e proporcionou a apresentação de resultados da startup para investidores, organizações e associações de alto impacto. O evento marcou uma nova etapa da Aceleradora 100+, programa de aceleração de startups com soluções socioambientais da Cervejaria Ambev. A Green Mining participou da primeira edição do programa e, quando se inscreveu, estava começando a criar a sua tecnologia de logística reversa. A startup foi uma das selecionadas para a aceleração global e, desde então, tem participado de eventos e fechado diversos acordos e parcerias nacionais e internacionais. “Ver como a Green Mining cresceu e continua aumentando seu impacto positivo pelo mundo é sensacional. Esse é o nosso objetivo com a Aceleradora 100+: encontrar startups que compartilhem do nosso sonho de construir um mundo melhor”, celebra Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Cervejaria Ambev.

Já na Sardenha, Rodrigo Oliveira apresentou os resultados da Green Mining no 17º Simpósio Internacional de Gestão de Resíduos — um dos principais fóruns de resíduos sólidos da Europa.
“Tivemos a oportunidade de apresentar um estudo de caso de recolha de vidros em São Paulo. O simpósio reuniu profissionais de muitos países que todos ficaram bastante entusiasmados com os resultados obtidos até o momento”, conta Rodrigo.

A Green Mining já fechou 10 parcerias e acordos nacionais e internacionais e, este mês, venceu a maior competição de ideias em negócios verdes do país e em novembro, vai representar o Brasil na final global que acontece em Amsterdã. Segundo o presidente da startup, após estas apresentações, o projeto tende a crescer a nível mundial.

Como funciona o sistema de logística reversa da Green Mining
A eficiência dessa economia circular colocada em prática pela startup é baseada em um sistema de certificação que é feito em todas as fases do processo, garantindo que todo o material coletado chegue ao seu destino de maneira correta. “Todas as informações são registradas no aplicativo da Green Mining por cada coletor, que recebe um smartphone para realizar o trabalho. Com informações como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis, o sistema permite, também, rastrear o percurso de cada triciclo, garantindo a transparência da informação”, finaliza o presidente da Green Mining.

 

 

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ABFintechs defende modernização do mercado financeiro

A modernização do mercado financeiro é caminho sem volta, segundo a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) . Na era em que códigos e algoritmos substituem atividades e ocupações, despontam no mercado as fintechs – startups de tecnologia do setor financeiro – como Nubank, Creditas e Guiabolso. Juntas, as fintechs revolucionam o mercado ao modernizar as operações e oferecer às pessoas maior transparência e facilidades para lidar com o dinheiro.

A Associação representa os interesses das mais de 300 fintechs brasileiras associadas junto aos órgãos de regulamentação e proporciona impacto social positivo por meio do crescimento do empreendedorismo e do acesso à inovação. Além disso, gera negócios entre os associados, solidificando a modernização do mercado financeiro.

A ABFintechs defende o empoderamento do indivíduo e apoia ferramentas que propiciem o acesso a melhores produtos e serviços financeiros. A Associação acredita, por exemplo, que manter uma conta corrente pode ser mais fácil e barato, investir pode ser mais rentável e fazer transações, comprar e quitar dívidas também pode ser mais prático.

História e membros

Fundada em outubro de 2016, a ABFintechs conta com gestão horizontal, exercida igualmente por cinco diretores que são empreendedores de fintechs e conhecem os principais obstáculos ao desenvolver inovações em serviços financeiros no Brasil. São eles: Bernardo Pascowitch do Yubb, Diego Perez da StartMeUp, Ingrid Barth da Linker, Mathias Fischer da Meu Câmbio e Paulo Deitos da Cap Table.

Além disso, a Associação conta com mantenedores e conselheiros. Entre os conselheiros estão: Dorival Dourado, ex-presidente da Boa Vista SCPC que conhece a cena do crédito no mercado financeiro; Guilherme Horn, fundador das corretoras Órama e Ágora, ex-Accenture e atualmente conselheiro do Banco do Brasil; José Luiz Rodrigues, especialista em regulação financeira do Brasil e com grande experiência junto ao Banco Central e CVM (Comissão de Valores Mobiliários);Pedro Englert, ex-sócio da XP Investimentos e atualmente CEO da StartSe e sócio de 5 fintechs; Rodrigo Menezes, sócio fundador do Derraik & Menezes Advogados, um dos principais escritórios de assessoria para startups do Brasil; Romero Rodrigues, referência de empreendedorismo no Brasil, fundador do Buscapé e sócio investidor da Redpoint e Ventures; e Monica Saccarelli, ex-Rico Investimentos e atualmente sócia da Diin.

A regulamentação dos diversos segmentos em que atuam as fintechs é vista pela Associação como a possibilidade de garantir a continuidade dos negócios e da inovação, algo que facilitará a integração com o sistema financeiro e empresas tradicionais. Em sua atuação junto aos órgãos governamentais e reguladores, a ABFintechs ressalta que o surgimento de novas ferramentas – mais eficientes, transparentes e colaborativas – é resultado dos avanços tecnológicos e culturais dos últimos anos, além de tendência inevitável para o futuro.

Startup brasileira de IoT vence programa de aceleração da Estrella Galicia

A inovação do mercado cervejeiro é o ponto chave da Estrella Galicia que, por meio do TheHop, seu programa de empreendedorismo colaborativo com intercâmbio na Espanha, selecionou cinco startups para o programa de aceleração. Dentre elas está a brasileira ChoppUP, desenvolvedora de equipamentos de alta eficiência para servir bebidas e prestadora de serviços de geração e análise de dados.

O TheHop buscou encontrar startups e/ou scale-ups para desenvolver iniciativas dentro de duas macro-áreas: Indústria 4.0 e Experiência com Consumidores, além de projetos contendo tecnologias alternativas como inteligência artificial, big data e Internet das Coisas (IoT). Com isso, selecionaram a ChoppUP que, além de inovar no Brasil ao criar uma máquina que serve chope de baixo para cima, apresentou um projeto-piloto que traz conceitos de Indústria 4.0 à cadeia logística e de operações da cervejaria.

A ideia consiste na criação de novas soluções de software que, unidas aos dispositivos IoT da ChoppUP já instalados nos pontos de venda de bebidas, trarão a revolução digital à operação logística da indústria de bebidas, integrando e automatizando a cadeia de distribuição desde a produção até o consumidor final. “Para nós, o programa também é um importante marco para estabelecermos uma relação duradoura com a marca espanhola aqui e na Europa. Ser uma das 5 selecionadas foi uma grande conquista para a ChoppUP e ajudará a expandirmos o alcance de nossas soluções para novos elos na cadeia de valor de bebidas e para novos países”, explica Bruno Salman, CFO da ChoppUP.

Os produtos e serviços da ChoppUP impactam diretamente na eficiência operacional, gerando dados e economia. “Nosso produto endereça uma ineficiência própria deste setor da indústria, que hoje conta com um parque de equipamentos obsoletos. Com nossa clara proposta de valor, estamos crescendo tanto através da substituição deste parque como pela instalação nos novos entrantes no mercado”, afirma Gil Neto, CCO e Co-founder da ChoppUP.

Do Brasil para a Espanha

Ainda este ano, as cinco startups selecionadas se preparam para um período de imersão na Espanha, num processo de trocas, networking e aprendizado com os executivos europeus. Quando retornarem ao Brasil, a aceleração se estenderá até fevereiro de 2020, com forte interação com os executivos da Estrella Galicia e mentores do mercado. A aceleração terá como base de operação um espaço personalizado para o TheHop no coworking Spaces Vila Madalena-Pinheiros.

“Ao ativar esta iniciativa, reforçamos a importância que damos a poder trabalhar com o talento inovador e empreendedor nas diferentes áreas da nossa cadeia de valor”, destaca J J Delgado, CDO Global da Estrella Galicia e responsável pelo TheHop na Espanha e no Brasil. Ele explica que no programa não há contrapartida acionária entre a Estrella Galicia e as startups aceleradas.

Primeiro Pitch Day ANBIMA conecta startups a instituições tradicionais do mercado de capitais

A ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) realiza nesta quarta-feira, 23, a primeira edição do Pitch Day para mercado de capitais. Quinze startups e fintechs apresentarão soluções para 20 desafios das atividades de estruturação de ofertas públicas, negociação e distribuição de produtos de investimento a uma plateia composta por representantes de empresas associadas e instituições parceiras convidadas. O objetivo é aproximar o mercado financeiro tradicional à comunidade de inovação.

“Todas as indústrias do mundo estão passando por um movimento de digitalização, inovação e tecnologia. Com a de investimentos não é diferente”, afirma Zeca Doherty, superintendente-geral da ANBIMA. “Neste momento de transformação, acreditamos que as startups têm muito a contribuir. O olhar de fora sempre enriquece as discussões e tem algo a acrescentar, ainda mais quando se tratam de empresas que respiram inovação no dia a dia”, completa.

Mais de 60 empresas se inscreveram para o Pitch Day. Além da apresentação, os projetos serão disponibilizados em um e-book enviado em primeira mão aos associados da ANBIMA.

Governo Federal prepara 19 startups para missão em Xangai

Representantes das 19 startups selecionadas pelo programa StartOut Brasil para missão internacional participaram de dois dias de workshop na Escola de Negócios do Sebrae, em São Paulo. Em dezembro, estes empreendedores vão para uma imersão em Xangai, na China, onde terão a oportunidade de promover conexões com empresas chinesas. A iniciativa é realizada pelo Sebrae, Apex-Brasil, Anprotec e os Ministérios da Economia e Relações Exteriores.

O evento ocorreu nos dias 18 e 19 de outubro e promoveu a integração entre os participantes do programa, com compartilhamento de informações sobre o mercado chinês. Na oportunidade, também foi apresentado um portfólio de soluções ofertadas pelas instituições realizadoras.

Os empreendedores foram aconselhados por Rafael Wandrey, Coordenador-Geral de Inovação no Ministério da Economia, a estudarem bem o mercado a fim de estarem mais preparados para a expansão internacional. Outro ponto de atenção para a missão está na observação dos documentos necessários para a viagem, conforme orientações dadas por Leonardo Santana, do Ministério das Relações Exteriores. Outras dicas, como questões de cultura e negócios, foram abordadas por Reinaldo Ma, da Tozzini Freire Advogados e Ricardo Pelegrini.

“O StartOut é um programa estruturado para impulsionar a internacionalização destas startups. A participação no workshop que antecipa a viagem é fundamental para a preparação destes empreendedores. É a oportunidade de melhorarem seus pitches e aproveitarem para demandar agendas de negócios mais assertivas para sua estratégia de inserção internacional”, comenta Cristina Mieko, analista de inovação do Sebrae.

As startups escolhidas para o StartOut nesta edição desenvolvem soluções aderentes a este mercado. Algumas delas já são graduadas, ou seja, participaram de dois ou mais dois ciclos do programa StartOut, como é o caso da Shelfpix, plataforma de inteligência artificial, e da Rocket.Chat, desenvolvedora de colaboração e comunicação corporativa.

“Já participamos da edição Berlim e Lisboa. Nosso propósito era conhecer melhor estes dois mercados e saber onde poderíamos ter melhor atuação. Para a viagem da China, temos o mesmo objetivo. Como já iniciamos participação no mercado asiático, esta edição nos dará a oportunidade de conhecer melhor os players locais”, explica Leonardo Coletti, vice-presidente de Sales da Rocket.Chat.

Como veterana no programa, a Shelfpix compartilha da mesma visão. “Participamos de outras edições e já entendemos a dinâmica do StartOut. O conhecimento do mercado chinês que o programa proporciona nos ajuda a ter uma experiência melhor, além de mapear futuros negócios na região”, diz Hildo Rocha, CEO da startup.

Já outras selecionadas, como a Cheap2ship, que desenvolve soluções para intermediações de fretes internacionais e foi uma das finalistas do Desafio Sebrae Like a Boss em 2019, participam pela 1ª vez de um ciclo do StartOut Brasil.