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Fintech insere universitários ao ecossistema de inovação em iniciativa do BC

Com a missão de viabilizar câmbio justo para todos, a fintech TransferHub (www.transferhub.com.br), ingressou este ano no LIFT (Laboratório de Inovações Financeiras Tecnológicas), coordenado pelo Banco Central, e foi uma das quatro empresas convidadas a participar do LIFT Learning, projeto da instituição para aproximar o meio acadêmico do ecossistema de inovação. Com formato colaborativo, a iniciativa terá mentorias especializadas e o desenvolvimento de soluções tecnológicas para o mercado financeiro.

“É fundamental envolver os jovens em programas como esse, para que tenham interesse na área, adquiram conhecimento e participem da inovação disruptiva”, diz Rafael Mellem, CEO do TransferHub, que juntamente com N26, Sicoob e bxblue, faz parte da primeira edição do LIFT Learning. Cada um vai propor desafios e liderar um grupo de 10 a 15 alunos — da graduação ao mestrado — na produção de protótipos.

Para os estudantes, é a chance de se aproximarem do universo das startups, com modelos de negócio, técnicas e questões específicas do segmento — que não são ensinados em sala de aula. “É um ciclo de aprendizado virtuoso, com interação de conhecimento e tecnologias e aumento da capacidade produtiva, em progressão crescente”, diz a professora Carla Rocha, coordenadora técnica do LIFT Learning.

Durante os quatro meses de duração do programa, os alunos receberão bolsa de estudos e cada equipe terá o gerenciamento presencial e remoto da empresa orientadora — com profissionais de TI e executivos. “A proposta faz parte da agenda de desenvolvimento BC#, que visa a educação, o fomento à cultura de fintechs e o acesso às tecnologias. O intuito é que seja nacional e recorrente”, adianta o professor Ricardo Fernandes Paixão, gestor acadêmico da iniciativa, que é idealizada também por membros do LIFT, Fenasbac e Banco de Brasília.

Robô otimiza câmbio ao remover fator emocional

O desafio para os integrantes do time do TransferHub será um RoboTrader para operar o fechamento de câmbio Dólar/Real no mercado à vista. Com um sistema autônomo de operações usando algoritmos, a solução vai proporcionar ganho de tempo, independência e maior estabilidade nas taxas. “Ao remover o fator emocional das decisões, o usuário tem mais agilidade, limita os riscos e tem mais chances de aproveitar oportunidades”, diz Mellem. O protótipo resultante será apresentado no evento LIFT Day, em março 2020, em Brasília (DF), e será disponibilizado na fintech como ferramenta para empresas e indivíduos.

Ao mesmo tempo, o TransferHub também está incubado no laboratório de inovações financeiras e tecnológicas do Banco Central, o LIFT, onde está desenvolvendo o protótipo do aplicativo para operações casadas de câmbio voltado a pessoa física. Com mentorias e parceria tecnológica de grandes nomes como IBM, Microsoft, Oracle, AWS e Multiledgers, além do BC e da Fenasbac, a plataforma busca ganhar escala nos negócios. “Entramos de cabeça nesses programas para contribuir com soluções para o sistema financeiro nacional, de modo que o mercado de câmbio seja justo para todos”, diz Mellem.

Startup australiana é a grande vencedora do Starter Acceleration Program

A startup australiana, LexX Technologies foi eleita a grande vencedora da primeira edição global do Starter Acceleration Program, o programa de aceleração de startups da EDP. A etapa final da competição aconteceu durante o Web Summit, um dos maiores eventos de empreendedorismo e inovação do mundo, realizado em Portugal. A startup vencedora foi premiada com 50 mil euros.

O programa, que neste ano passou a ser global, contou com módulos em três regiões — Europa (em Madri, Espanha), América Latina (em São Paulo, Brasil) e América do Norte (em Houston, Estados Unidos) — recebeu aproximadamente 500 inscrições, sendo 129 delas vindas do Brasil, o recordista de candidaturas neste ano. As startups brasileiras ColabApp e Loud Voices Services ficaram entre as nove finalistas da competição, além da Trato, startup mexicana que se classificou no módulo LATAM.

“O ecossistema de startups contribuirá diretamente para a construção do futuro do setor elétrico. Por isso, queremos fomentar a busca por novas soluções e seguir engajados na geração de novos negócios e no crescimento destas empresas”, destaca Livia Brando, gestora executiva de Estratégia, Inovação e Ventures da EDP no Brasil.

Em linha com as áreas estratégicas da EDP, as startups apresentaram projetos nas seguintes categorias: Energias Limpas, Soluções com Foco no Cliente, Inovação Digital, Armazenamento de Energia, Redes Inteligentes e Inovação em Processos Internos.

“Para nós é uma grande honra ter representado o Brasil na final do Starter. Contamos com a ajuda da EDP durante todas as fases do programa. O maior prêmio é estar aqui, na final de um grande programa global de aceleração, no maior evento de empreendedorismo do mundo”, destaca Felipe Almeida, CEO da Loud Voices Services.

A startup vencedora desenvolveu uma assistente inteligente, que tem como objetivo trazer experiência, conhecimento e aprender técnicas de manutenção, otimizando a avaliação e eficiência dos ativos das empresas.

Desde 2008, os veículos de Venture Capital do grupo EDP já aplicaram globalmente mais de 35 milhões de euros em 29 startups, que juntas empregam mais de 750 colaboradores e têm mais de 100 milhões de euros de receita por ano. No País, a EDP ventures Brasil é o primeiro instrumento de corporate venture capital voltado ao setor de energia. Lançado em 2018, já investiu em três startups, também oriundas de programas de engajamento com startups da EDP.

Novos parceiros

Três parceiros internacionais se juntaram a esta primeira edição do Starter Acceleration Program: a American Eletric Power, utility que tem mais de cinco milhões de clientes em 11 estados norte-americanos; a Turning Tables, uma empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva; e a Verbund, maior fornecedora de eletricidade da Áustria, com quase meio milhão de clientes. O programa conta também com a parceria da ACE e da LMarks, duas especialistas em projetos de inovação e empreendedorismo e presença mundial.

Conheça o perfil da startup vencedora, e das brasileiras selecionadas para a final do programa:

LexX Technologies – Sydney (Inovação Digital): plataforma inovadora que realiza diagnósticos e propõe soluções para técnicos de manutenção. Com base nos conceitos que fomentam a Indústria 4.0, a startup realiza combinações de recentes tecnologias como Inteligência Artificial, Machine Learning e processamentos em linguagem natural para fornecer conhecimento técnico e recursos avançados para diversas indústrias.
https://www.lexxtechnologies.com/
ColabApp – São Paulo (Soluções com Foco no Cliente): plataforma digital que conecta cidadãos à administração pública e/ou empresas privadas, promovendo a melhoria da qualidade dos serviços prestados.
www.colab.re

Loud Voice – São Paulo (Inovação Digital): solução de comunicação de voz que permite uma conversa real entre bots e humanos, gerando uma experiência humanizada e de qualidade.
www.loudvoiceservices.com

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Oracle abre mais espaço para inovação, cultura e tecnologia em São Paulo

Para promover a transformação digital, inovação, conhecimento e experiências, por meio da tecnologia, acaba de ser inaugurada a Casa Oracle, local para estreitar conexões com clientes, parceiros, estudantes, educadores, startups, desenvolvedores e comunidade. O principal propósito é incentivar a inovação em todos os níveis da sociedade, incluindo a co-criação de soluções baseadas em tecnologias emergentes e nuvem, como Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Blockchain, entre outros.

A empresa quer atrair para a Casa Oracle um público variado, como estudantes e professores do programa Oracle for Knowledge; escolas técnicas e ONGs que participam das atividades de Cidadania Corporativa, como AI for Good; startups do programa Oracle for Startups; clientes e parceiros para encontros e sessões de prototipagem e design thinking, bem como favorecer encontros com desenvolvedores no local.

A Casa conta com vários espaços colaborativos como: laboratório de inovação, espaço para design thinking, espaço de coworking para desenvolvedores, estudantes e influenciadores e estúdio audiovisual. Inclui uma área reservada para prototipagem e demonstrações de realidade virtual, análise comportamental e big data.

O espaço nasceu dos resultados do processo de transformação cultural da Oracle no Brasil, principalmente sob a gestão do presidente Rodrigo Galvão. “Estamos muito felizes e orgulhosos em ter uma casa no Brasil para permitir a consolidação da nossa cultura, como empresa de tecnologia, que habilita a transformação dos nossos clientes. Precisamos estar inseridos neste contexto e propiciar aos nossos clientes esta materialização prática de suas ideias”, diz Galvão.

Idealizada por uma equipe multidisciplinar, a Casa Oracle conta com funcionários de diversas áreas da empresa. “Eles formaram um comitê, organizaram a reforma do espaço, criaram as regras de utilização e governança da casa e até elegeram um ‘síndico’. É uma clara demonstração de como a mudança cultural da empresa vem favorecendo o surgimento de projetos ‘bottom up’, propostos pelos próprios funcionários”, explica o executivo.

A Casa Oracle está situada no Co.W. Coworking Berrini, um galpão industrial totalmente reformulado que transborda inovação e autenticidade. São 6 mil metros quadrados de estrutura completa e capacidade para receber até 760 pessoas, em espaço com localização privilegiada.

As startups também estão contempladas na Casa Oracle. O local será usado para fomentar a atração de startups e sua conexão com clientes e colaboradores Oracle. A empresa vem apoiando uma nova onda de empreendedores por meio do Oracle for Startups, programa exclusivo de aceleração que possibilita parcerias de negócios e cria um ciclo virtuoso de inovação.

Recentemente renovado, o Oracle for Startups passa a contemplar empresas de todos os tamanhos e fases em todo o mundo, oferecendo créditos gratuitos e descontos em soluções Oracle Cloud, além de recursos de mentoria on-line e assistência de migração para a nuvem. Lançado há dois anos, recebeu inscrições de centenas de startups. Nesse período, 12 foram aceleradas no Brasil, com diversos projetos construídos em conjunto, clientes Oracle consumindo as soluções e algumas inclusive se tornando fornecedoras da empresa.

Algumas demos disponíveis no OpenSpace da Casa Oracle:

• CarNext: Experiência imersiva com óculos de realidade virtual em que um CFO pode monitorar como estão as suas fábricas, identificar problemas e tomar ações, analisar diversos tipos de número, etc.

• Techshop: A primeira “meshup aplication” do mundo, proporciona uma experiência fluida e intuitiva para um vendedor que tem em seu device todos as aplicações para realizar suas atividades. C (podemos projetar e várias pessoas podem ver ao mesmo tempo)

• Protótipos: São apresentadas jornadas prototipadas de várias indústrias de forma a oferecer uma experiência fluida e conversacional de hiper conveniência e personalização, como o banco do futuro, o shopping do futuro, a seguradora do futuro, etc.

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Eretz.bio completa dois anos de atuação

Com o objetivo de fomentar o ambiente de empreendedorismo e inovação em saúde no Brasil, a Eretz.bio, primeira incubadora de startups voltadas exclusivamente para o mercado de healthtechs, completa, neste mês, dois anos desde sua criação acumulando diversas marcas importantes para o ecossistema brasileiro e se destacando como um importante hub de inovação no país.
“Passamos por uma revolução na área da saúde liderada pela transformação digital que as novas tecnologias proporcionam ao setor. A Eretz.bio nasceu como evolução desta transformação e é, hoje, uma das responsáveis pela mudança cultural de todo o Einstein. Estamos muito satisfeitos com os resultados das startups incubadas aqui e principalmente com as mais maduras que alçam seus próprios voos”, afirma Sidney Klajner, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

Nos últimos anos, mais de 1.700 startups apresentaram suas soluções para serem avaliadas pela equipe da Eretz.bio. Atualmente, a incubadora conta com 33 startups incubadas, em diferentes áreas de atuação, como Digital Health (gestão e assistência), Inteligência Artificial, Biotecnologia, Medtech e Ensino.

Outro marco em 2019 foi a realização do III Encontro Internacional de Empreendedorismo e Inovação em Saúde, considerado o maior evento de empreendedorismo e inovação em Saúde no Brasil e que, nesta edição, reuniu mais de 700 participantes e 27 startups expositoras e cerca de 200 startups presentes. “É um mercado aquecido e em expansão e continuamos atrás de soluções disruptivas capazes de contribuir positivamente e impactar o sistema de saúde como um todo”, afirma Claudio Terra, Diretor de Inovação e Transformação Digital do Einstein.

Inaugurada em novembro de 2017, a Eretz.bio proporciona aos empreendedores incubados um espaço de coworking, laboratórios e equipamentos do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP), além de acesso às diversas unidades geridas pelo Einstein como a Unidade Morumbi e os hospitais públicos que faz gestão, o Hospital Municipal M’Boi Mirim – Dr. Moysés Deutsch e o Hospital Municipal Vila Santa Catarina – Dr. Gilson de Cássia Marques de Carvalho.

Tão importante quanto os espaços, laboratórios e acessos às unidades assistenciais, são também os vários tipos de apoio aos empreendedores das startups. Foi estabelecido, por exemplo, um Programa de Mentoria com dezenas de executivos do Einstein e também profissionais externos com grande experiência em vários aspectos do empreendedorismo, como funding, estratégias de crescimento acelerado, gestão de pessoas, aspectos jurídicos e de propriedade intelectual, entre outros. Ademais, há um esforço da liderança de toda a organização em desenvolver projetos de várias naturezas com as startups. Atualmente já são quase 50 projetos em curso, envolvendo pesquisa clínica, validação científica, pesquisas e desenvolvimentos em conjunto e acordos também. Além disso, o intercâmbio internacional vem se fortalecendo com vários acordos formais e informais com outros centros de apoio à startups de saúde de vários países.

Este ambiente de inovação e empreendedorismo externo é complementado pelo apoio ao intraemprendedorismo. Neste sentido, vale destacar o desenvolvimento de projetos conjuntos nos últimos meses. São eles a Radsquare, especializada em soluções de automação para diagnóstico clínico e radiológico, o VarStation, plataforma completa para processamento e análise de dados genéticos humanos focados em Sequenciamento de Nova Geração ou NGS (do inglês, Next-Generation Sequencing), e o Escala, desenvolvido no Laboratório de Inovação do Hospital Israelita Albert Einstein, que planeja e gerencia escalas e jornadas de trabalho para a saúde e outras atividades em regime de plantão.

Para 2020, os planos são receber mais startups e promover ainda mais trocas de conhecimento entre o ambiente de inovação e a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. “Temos outras seis startups que estão em vias de integrar nosso ecossistema já nas próximas semanas e esperamos contribuir e impactar positivamente a saúde no Brasil”, completa Claudio Terra.

Eretz.bio e inovação em números

33 startups incubadas presencialmente e virtualmente
3 spinoffs
+ de 1.700 startups apresentadas à equipe do Einstein nos últimos 4 anos
+ de 200 eventos gratuitos relacionados à inovação e empreendedorismo em saúde

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Loft adquire Decorati e concretiza 15º exit da ACE

A ACE, empresa de inovação, acaba de anunciar mais um Exit, ou seja, a venda de uma startup do seu portfólio. A Decorati, especializada na reforma e decoração de apartamentos, foi comprada pela Loft, plataforma digital que utiliza a tecnologia para simplificar a compra, reforma e venda de apartamentos de luxo. Com esse novo deal, a ACE já acumula 15 exits em seu portfólio.

A startup chegou à ACE em 2017, ano em que também atingiu seu break even. Em seu primeiro ano de operação, foram realizados 193 projetos com 58 clientes. Hoje, a Decorati tem 115 funcionários e ultrapassou a marca de 300 clientes no último ano. Além de movimentar um ecossistema de mais de 1 mil pessoas, incluindo engenheiros, empreiteiros, marceneiros, arquitetos e demais profissionais envolvidos nas obras.

“A Decorati passou pelo nosso processo de aceleração em 2017, e foi investida ao fim do programa. Desde então, a startup apresentou um crescimento de 600%”, explica Mike Ajnsztajn, cofundador da ACE.

Em outubro de 2018 a Decorati foi responsável por fazer toda a estrutura do escritório da empresa de inovação, tendo em mãos seu primeiro grande projeto a ser finalizado dentro de 60 dias. Apesar do curto prazo, a startup conseguiu entregar, em 53 dias, um ambiente mais sério e maduro, com cores sóbrias e muito uso de madeira. “Foi uma maneira de colocar o produto da Decorati à prova e é satisfatório ver que outras empresas estão valorizando isso também”, afirma Ajnsztajn.

A gestão da empresa permanecerá com seus co-fundadores Rafael Pais e Murillo Morale, e seguirá atuando como uma empresa independente, atendendo a Loft e outros clientes. “A ACE nos ajudou a ser quem somos hoje, eles nos deram todo o suporte necessário, além da oportunidade de reformar o escritório, um grande desafio que nos preparou para os próximos”, conta Rafael Pais, co-fundador da Decorati.

“Já realizamos mais de 2.000 projetos, mais de 18 mil metros quadrados de obras entregues em ciclos de 60 dias e hoje tocamos 150 reformas simultâneas”, conta Rafael Pais.

A ACE, como uma das únicas investidoras da Decorati e tendo acompanhado o processo de crescimento da startup tem muito orgulho dos resultados alcançados. Além dessa startup a ACE já produziu outros 14 exits, como Hiper, InfoPrice, Kaplen, LoveMondays, Venda.la, e Conaz.

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Selecionadas as 10 startups que estarão no Conahp 2019

Entre os dias 26 e 28 de novembro, as dez empresas selecionadas no Startups Anahp apresentarão seus projetos no Congresso Nacional de Hospitais Privados (Conahp), em São Paulo. As startups foram escolhidas ontem, dia 4 de novembro, com base em suas soluções tecnológicas voltadas à saúde humana, e a vencedora – que será anunciada ao final do evento – ganhará um estande para expor durante todo o Conahp 2020.

A banca responsável pela seleção foi composta por Marco Bissi, costumer success da Associação Brasileira de Startups, Rafael Barbosa, da Bionexo, Mara Nasrala, superintendente executiva do Hospital Santa Rosa, e José Henrique Salvador, diretor de operações do Mater Dei, além da diretoria e especialistas da Anahp.

Confira abaixo as startups (em ordem alfabética) e os projetos que estarão na sétima edição do Conahp:

• 3 Wings Inteligência e Gestão LTDA – Soluções de software e consultoria para automação e ganho de controle, qualidade e produtividade (redução de tempo e custos) em processos operacionais de hospitais.

• Anestech Tecnologia da Informação LTDA – Plataforma mobile que traz um suporte ao anestesista promovendo a gestão de riscos e controle de eventos adversos em momentos onde é necessária tomada de decisão imediata.

• Brain4care (Braincare Desenvolvimento e Inovação Tecnológica S.A.) – Primeiro método no mundo para acesso não invasivo à ICP waveform (curva da pressão intracraniana), viabilizando um novo sinal vital.

• CUCO Health – Acompanhamento do paciente durante a após seu tratamento, com o objetivo de aumentar a adesão e educação sobre a patologia e gerar feedback para a equipe multidisciplinar envolvida no cuidado.

• Doc Line Medicina e Tecnologia LTDA – Realização de atendimento médico através de smartphone e tablet. O médico realiza o atendimento via desktop ou notebook, com possibilidade de emissão de receitas, atestado, relatórios e solicitações de exames, com certificado digital.

• DrChat – Vinculada à Medicinia, trata-se de uma plataforma white label para que hospitais possam oferecer atendimento remoto aos seus pacientes utilizando seus próprios médicos.

• PBSF – Protecting Brains & Saving Futures – Telemedicina focada na prevenção de lesões cerebrais em recém-nascidos de alto risco.

• Promptly Health – Voltada ao paciente, a plataforma realiza coleta e análise de dados padronizados e cientificamente validados sobre desfechos clínicos, promovendo um melhor gerenciamento próprio da saúde.

• UpFlux – Plataforma de inteligência de processos hospitalares, para melhorar a eficiência nas linhas de cuidados e adesão aos protocolos.

• Vivax Serviços EPP Ltda – Desenvolvedora de robô portátil para reabilitação neurológica e ortopédica dos membros superiores, voltado às vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC).

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ACE apresenta o passo a passo para o RH Moderno e um levantamento exclusivo com 168 HRTechs

O RH está passando por uma nova transformação mais radical, baseada não só em tecnologia, mas também em mudança cultural. Neste cenário, o RH toma o protagonismo como um dos grandes responsáveis pelo sucesso das empresas, especialmente em momentos incertos e cheios de transformações. E mais: além de resolver o problema do presente, o RH precisa se antecipar às tendências do futuro.

Diante disso, a ACE criou um report com os principais pilares dos desafios do RH, divididos em blocos temáticos como Cultura e Propósito, Transformação digital (você sabia que apenas 15% das empresas consideram alta a utilização de tecnologia em seus RH?), o RH ágil e a construção do RH moderno.

A tecnologia está revolucionando mercados cada vez mais tradicionais e com o RH não foi diferente, as HRtechs são startups brasileiras que estão mudando mercado de recursos humanos no Brasil. Com essa realidade se aproximando cada vez mais das grandes empresas brasileiras, a ACE, empresa de inovação, mapeou 168 startups que atuam em toda a jornada do RH, desde plataformas de divulgação de vagas, até acompanhamento de desempenho e engajamento e comunicação.

Diante do desafio, a ACE ainda propõe sete dicas essenciais para a construção do RH moderno.

1. RH protagonista da inovação

O departamento pode ter um papel questionador no modo de operar as empresas. Aproveite o espaço para sugerir novas metodologias, ferramentas e processos. Seja a mudança dentro das companhias.

2. Incentive a cultura do aprendizado

Erros fazem parte do processo de inovação e devem ser tolerados. Mas se for para errar, que seja rápido e que a rota seja corrigida o quanto antes. O erro, no caso, é persistir nele.

3. Dê feedbacks constantes

Não espere avaliações semestrais ou anuais para melhorar o desenvolvimento dos colaboradores. Feedbacks contínuos ajudam melhorias nas rotinas e relacionamentos, antes que o desgaste já esteja instalado.

4. Absorva novas tecnologias

Não tenha medo de adotar novas ferramentas que automatizem o trabalho. Deixe que plataformas façam a parte mais operacional e foque os esforços no estratégico.

5. Trabalhe a marca empregadora

Colaboradores alinhados com o propósito da empresa são mais leais e produtivos. Deixe claro, desde o início do processo de seleção, os valores e objetivos da empresa. Mostre porque é uma boa opção.

6. Repense processos obsoletos

Burocracias, processos, demorados, sistemas… Antes de adotar e seguir em frente, questione se ainda faz sentido e se existiria uma ferramenta mais ágil para ajudar na execução.

7. Monitore dados

RH também deve ser um departamento Data Driven. Crie um dashboard para acompanhamento de contratações, avaliações, treinamentos, desempenho, retenção e monte um escopo de trabalho baseado em dados.

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Evento debate benefícios da tecnologia para o Legislativo

Responsável por elaborar, discutir e promulgar as leis que regem a nossa vida em sociedade, o Poder Legislativo tem muito a ganhar em eficiência com a ajuda da tecnologia e da inovação. Esse foi o tema que permeou os debates do LegisTech Forum, evento promovido pela Bússola Eleitoral que reuniu especialistas de diversos setores em São Paulo nos últimos dias 31, 1º e 2.

O fórum reuniu 45 palestrantes nacionais e internacionais incluindo nomes como Rolf Rauschenbach, cientista político suíço, Beth Noveck, diretora de inovação do Estado de Nova Jersey, o integrante da bancada ativista Pedro Telles e os deputados estaduais Marina Helou (REDE/SP), Chicão Bulhões (NOVO/RJ). e Sérgio Victor (NOVO/SP).

Fundadora e diretora-executiva do BrazilLAB (hub de inovação GovTech que conecta startups ao poder público), Letícia Piccolotto foi keynote speaker no primeiro dia de evento. De acordo com a executiva, 61% dos quase 108 milhões de usuários de internet no Brasil procuram informações de governo ou serviços públicos online, e a contínua digitalização do atendimento pode representar uma economia de R$ 663 milhões ao ano para o governo brasileiro.

“O Brasil hoje discute a Reforma Administrativa. Temos muitas oportunidades para avançar e melhorar a eficiência do Poder Legislativo. O BrazilLAB quer levar a tecnologia como um grande aliado nesse processo”, afirmou Letícia.

BrazilLAB busca startups para inovar o Legislativo

Chegando à sua 4ª edição este ano, o Programa de Aceleração do BrazilLAB está em busca de startups que tenham soluções capazes de aumentar a eficiência na gestão pública. Pela primeira vez, o organização programa também selecionará soluções que possam ser aplicadas ao Legislativo ou ao Judiciário, além do Executivo.

As inscrições para processo seletivo do programa podem ser realizadas pelo link http://inscricao.brazillab.org.br/ até o dia 18 de novembro. Para se inscrever, não é necessário que a startup tenha desenvolvido a solução especificamente para o setor público, basta que a solução tenha potencial de impacto e se enquadre em um dos três desafios propostos pelo BrazilLAB. Além de “Eficiência na Gestão Pública”, também é possível inscrever soluções nas categorias “Smart Cities e Urban Techs” e “Habilidades na Sociedade 5.0”

No dia 15 de dezembro, o BrazilLAB anunciará as 25 startups selecionadas para participar do programa e, ao final dos três meses da aceleração, os empreendedores serão avaliados por uma banca composta por líderes públicos, parceiros e especialistas, que identificarão as melhores soluções.

Os três primeiros colocados ganharão horas de assessoria jurídica dedicada e poderão participar de eventos com gestores públicos. O grande vencedor ganhará um contrato de investimento de até 250.000 reais e uma missão ao Vale do Silício, nos Estados Unidos.

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São Paulo Tech Week e CCBC recebem inscrições para Elevator Pitch 2019

Estão abertas as inscrições para o Elevator Pitch 2019, ativação da São Paulo Tech Week, feita em parceria com a Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), SP Negócios e Prefeitura de São Paulo, que irá selecionar startups brasileiras para uma imersão no ecossistema canadense. A edição deste ano conta com o apoio da Totvs. As indicações poderão ser realizadas até o dia 08 de novembro no site oficial do evento.

O anúncio das selecionadas para a competição será feita no dia 15 de novembro. Ao todo, serão escolhidas 50 empresas de todo país para participarem do evento no dia 24 de novembro, no tradicional Edifício Martinelli, um dos mais imponentes prédios do centro da capital.

Na ocasião, os empreendedores terão a oportunidade de fazer seu pitch para investidores e aceleradoras do Brasil e do Canadá em um elevador que irá do primeiro ao último andar do edifício. As três empresas que mais se destacarem terão a oportunidade de passar por uma imersão no Canadá.

Elevator Pitch

Quando: 24 de novembro de 2019
Onde: Edifício Martinelli – R. São Bento, 405 – Centro Histórico de São Paulo, São Paulo – SP
Link para inscrição: http://bit.ly/2Nx39pP

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Programa que visa transformar o Centro de São Paulo com inovação de startups tem inscrições prorrogadas até janeiro de 2020

A ISSO!, startup voltada para o desenvolvimento de outras startups e para a criação de um hub de talentos, prorrogou as inscrições para o seu programa HACKEANDO CENTRO até o dia 15 de janeiro de 2020.

O programa, que visa acelerar a transformação urbana e o desenvolvimento social do Centro de São Paulo por meio da construção de um ecossistema de inovação para impulsionar a revitalização da região, levará para o mesmo teto: startups, designers e hackers para desenvolver soluções tecnológicas e desenhar um centro mais:

• Conectado – prédios inteligentes, serviços digitais, internet das coisas, sensores nas ruas e inclusão digital;

• Aberto – o Centro como um ecossistema de inovação aberta, atraindo comunidades de talentos inovadores, colaborando para a criação de um modelo de governança inclusivo, mediante plataformas colaborativas;

• Sustentável e Seguro – inovação para suportar os programas de planejamento urbano, promovendo mobilidade, reciclagem, energias renováveis, economia compartilhada, utilização dos espaços ociosos, valorização do patrimônio histórico e cultural da região central.

De acordo com Alessandro Martineli, CMO da ISSO!, o HACKEANDO CENTRO é uma iniciativa que visa criar um movimento de transformação real, unindo os melhores talentos e recursos. “Temos como objetivo levar o conceito de inovação aberta para além de suas aplicações no mundo corporativo, concentrando-o nos processos complexos de renovação urbana que envolvem uma série de atores públicos, privados e coletivos que devem alinhar suas estratégias e colaborar no que chamamos de Open City Innovation (Inovação em Cidade Aberta). Queremos criar um movimento com a participação da sociedade para ajudar a tornar o Centro em um polo de economia criativa, bem como um local para os millenials morarem e trabalharem”, explica.

Inicialmente, o programa, que conta com inscrições gratuitas e premiação de R$50.000,00 em dinheiro, terá foco nas verticais: SecureTech, UrbanTech e DesignTech. A primeira edição do HACKEANDO CENTRO trabalhará a vertical SecureTech, sob o tema: “Segurança e zeladoria tecnológica para o Vale do Anhangabaú e arredores” e visa atrair startups que têm atuação na área de segurança pública para testar suas tecnologias utilizando dados reais e em um ambiente desafiador, representado pelo Centro de São Paulo.

Os participantes devem ter competências relacionadas ao enfrentamento dos problemas ligados aos desafios propostos pelo programa, por exemplo: profissionais e estudantes das áreas de Arquitetura, Design, Engenharias, Gestão de Projetos e Políticas Públicas, Segurança Pública, Tecnologia da informação e Comunicação.

Para viabilizar o HACKEANDO CENTRO, a ISSO! conta com patrocinadores. Para a primeira edição, que tem duração até maio de 2020, dividido em quatro fases, a startup tem o apoio do Banco Original. “Com os impactos positivos gerados a partir do programa, acreditamos que iremos atrair novos parceiros para as próximas edições”, comenta Martineli.

Para mais informações sobre o programa, inscrições e patrocínio, acesse: http://hackeandocentro.com.br/

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São Paulo receberá maior evento de startups da América Latina

A Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade que representa o ecossistema, confirma a 6ª edição da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo – Case 2019, maior evento latino-americano voltado para startups, a ser realizado em 28 e 29 de novembro deste ano, em São Paulo.

Os participantes contarão com novidades em relação aos anos anteriores, a começar pelo espaço. Para atender o crescimento do público e de estandes, a edição 2019 acontece no Transamérica, com um público esperado de 10 mil participantes, que poderão contar com conteúdos focados no futuro da inovação.

“Hoje, as startups e o ecossistema deixaram de ser uma promessa, tornando-se a realidade do presente. Este é o momento de tomar consciência dos nossos próprios feitos e, mais importante, de não se acomodar. O futuro é líquido e está em constante transformação. E o resultado disso tudo nós vamos celebrar, investigar e entender juntos no CASE 2019”, pontua o diretor executivo da Abstartups, Rafael Ribeiro.

Entre os palestrantes já confirmados, estão: o co-fundador do Wikipedia, Jimmy Walles;a Head of Growth Marketing at SEMrush, Anna Lebedeva; Eric Santos, CEO plataforma de marketing digital RD Station; André Street, cofundador startup de processamento de cartões, Stone; Rony Meisler, fundador e CEO da marca de roupas carioca Reserva e Lara Lemann, Co fundadora da empresa especializada em investimento imobiliário MAYA Capital.

Com uma área exclusiva dedicada aos expositores e feira de negócios, o evento esse ano contará também com uma plenária e quatro arenas de conteúdo voltadas para os principais áreas dentro de uma startup: hacker (desenvolvedores e tecnologia), hipster (design, UX e produto), hustler (vendas e customer success) e hyper (marketing e Growth Hacking).

6ª Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (Case 2019)

Data: 28 e 29 de novembro de 2019, das 10h às 20h
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Av Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro – São Paulo (SP)

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GovTech: 5 áreas que podem ser exploradas pelas startups

A digitalização de serviços públicos vem se tornando cada vez mais relevante na pauta dos governos. E não é à toa: dados do Relatório “Estratégia Brasileira de Transformação Digital” revelam que uma boa estratégia digital pode trazer ao Brasil um aumento de 5,7% do Produto Interno Bruto (PIB) e economizar até 97% dos custos de atendimento e serviços públicos.

Isso mostra uma enorme possibilidade para startups que desejam trabalhar com o governo. Só na esfera federal, as compras em TI movimentaram cerca de cinco bilhões de reais em 2012.

Nesse cenário, o BrazilLAB, principal hub de inovação que conecta startups ao poder público, destaca cinco áreas a serem exploradas por empreendedores e que podem gerar grande impacto nesse contexto de transformação digital.

• Digitalização de processos

O Brasil tem 107,9 milhões de usuários de Internet, dos quais 61% (aproximadamente 65,8 milhões de pessoas) procuraram informações de governo ou realizam serviços públicos online.

A contínua digitalização do atendimento pode representar uma economia para o governo brasileiro de R$ 663 milhões ao ano. Para a sociedade como um todo, a economia alcança a casa de R$ 5,6 bilhões ao ano. Ou seja, uma economia total de R$ 6,3 bilhões ao ano.

A startup “Fábrica de Negócio”, por exemplo, conseguiu, através de sua solução de auditoria em folhas de pagamento, economizar cerca de oito milhões para a prefeitura em despesas com folha.

Dessa forma, soluções que priorizem a automatização e digitalização de processos se fazem necessárias em todas, Executivo, Legislativo e Judiciário, e têm grandes chances de aplicabilidade.

• Transparência

A sociedade está passando por uma grande mudança na sua relação com a Gestão Pública, e as lideranças do setor precisam responder a esses novos de forma eficaz.

Entre as principais necessidades estão a redução da burocracia, aperfeiçoamento de gestão de pessoas e, em especial, a ampliação da transparência das ações do governo.

“O cidadão anseia que a sua interação com o governo seja uma experiência positiva e que a participação na vida pública seja mais simples e rápida, ao mesmo tempo em que quer ter confiança de que os recursos públicos são utilizados com eficiência. Por isso, ações que privilegiem a transparência de dados são fundamentais”, explica Letícia Piccolotto, fundadora do BrazilLAB.

• Smart Cities e Urban Techs

No Brasil, mais de 80% da população brasileira vive em cidades. E, apesar de ocuparem apenas 2% do espaço, elas são responsáveis por consumir entre 60% a 80% da energia e gerar 75% da emissão de carbono.

Um grande exemplo de Smart City é Barcelona, que, por meio de projetos em Internet das Coisas (IoT), conseguiu criar 47 mil empregos, além de economizar 42 milhões de euros em apenas um ano. No Brasil, já vemos alguns exemplos, como Curitiba, considerada a cidade mais inteligente e conectada em 2018.

Dessa forma, tecnologias para apoiar o uso estratégico de recursos, gerar economia, desenvolvimento e qualidade de vida nas cidades são imprescindíveis, e ganham cada vez mais espaço, inclusive, nas esferas públicas.

• Habilidades na Sociedade 5.0

Cerca de 65% das crianças que estão no ensino primário terão empregos que hoje nem sequer existem. Além disso, estima-se que, em 2019, haverá 161 mil vagas abertas e não preenchidas para profissionais de TI, segundo estudo promovido pelo BrazilLAB em conjunto com o Centre for Public Impact, da consultoria BCG.

O desafio da transformação digital no Brasil passa pela educação e formação das competências necessárias para interagir com a tecnologia, tanto para consumi-la, quanto para produzi-la. Pensar em soluções que priorizem habilidades para uma sociedade 5.0 deve ser a tônica da agenda de desenvolvimento do Governo nos próximos anos.

• Gestão de Pessoas

A liderança tem um papel fundamental no que se refere à visão de longo prazo, enquanto a governança determina a capacidade de concretizar tal visão. Do ponto de vista tecnológico, a transformação digital de um país pode ser feita em apenas alguns meses. No entanto, do ponto de vista político, pode levar anos de articulação.

Por isso é necessário que se criem agendas claras e que se determinem as atribuições de cada agente para que seja possível garantir que funcionários públicos sintam-se empoderados, e não ameaçados pelas mudanças.

É necessário incentivar o avanço de ferramentas e métodos que busquem a qualificação e desenvolvimento desses profissionais.

Programa de Aceleração

O BrazilLAB tem como missão fomentar a inovação dentro do setor público, por meio da mobilização, conexão e empoderamento de diferentes atores da sociedade. Para isso, promove um programa de aceleração focado em conectar startups a governos.

As inscrições para a 4ª edição do Programa de Aceleração do BrazilLAB estão abertas e podem ser realizadas pelo link http://inscricao.brazillab.org.br/ até o dia 18 de novembro. Qualquer startup com soluções que possam ser adotadas pelo poder público pode participar – não é necessário que a solução tenha sido desenvolvida especificamente para esse fim. Os 25 empreendedores selecionados serão anunciados no dia 19 de dezembro.

A principal novidade desta edição é que o BrazilLAB considerará projetos capazes de atender, além do executivo, o judiciário e o legislativo – poderes que não costumam ter foco das startups.

Ao final dos três meses da aceleração, os empreendedores serão avaliados por uma banca composta por líderes públicos, parceiros e especialistas, que identificarão as melhores soluções. Os três primeiros colocados ganharão horas de assessoria jurídica dedicada e poderão participar de eventos com gestores públicos. O grande vencedor ganhará um contrato de investimento de até 250 mil reais e uma missão ao Vale do Silício, nos Estados Unidos.

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Jobecam é selecionada para integrar o Pulse, hub de inovação da Raízen

A Jobecam , plataforma de empregos e entrevistas gravadas que torna os processos de seleção mais eficientes e justos por meio da tecnologia de vídeo e inteligência artificial, acaba de ser selecionada para integrar Pulse, hub de inovação promovido por uma das maiores exportadoras de açúcar do mercado internacional, a Raízen.

Voltado à empreendedores do agronegócio, indústria, logística, varejo, gestão e produtividade, o hub da marca é focado em inovação e promete ser um ponto de encontro entre startups, corporações, investidores, entidades e universidades.

A CEO e fundadora da Jobecam, Cammila Yochabell, acredita que ter a Raízen como aliada do propósito da empresa ajudará a propulsionar o crescimento da marca. “O Pulse, hub de inovação da Raízen vem ajudando muitas startups a se destacarem, e ser uma delas, é gratificante”, pontua a empresária.

Parceria

A Jobecam e a Raízen iniciaram a parceria este ano, quando a startup realizou o processo seletivo às cegas para uma vaga na área administrativa, da unidade da empresa em Piracicaba. A startup ajudou a empresa a encontrar o candidato ideal para a posição, acelerando o processo seletivo em, pelo menos, 70%.

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Abstartups divulga mapeamento de startups do Sul

Buscando compreender o ecossistema de startups nas mais diversas regiões do país e suas características locais, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) acaba de divulgar o 3º mapeamento de startups por região, desta vez, do sul do país.

Com nove comunidades, entre elas Vale do Pinhão, Comunidade RS, Campos Valley, Desbravalley e outras, o estudo foi realizado entre os meses de setembro e outubro deste ano, trazendo dados interessantes em relação ao perfil dessas empresas, como porte, perfil dos fundadores e setor de atuação, incluindo informações das comunidades.

Com 1704 startups ativas na região, sendo Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis, com 21%, 16,6% e 10,8%, respectivamente; o ecossistema do sul é composto por empresas em fase de tração (38%) e operação (30%), sendo educação, soluções para o agronegócio e de saúde e bem-estar os maiores mercados de atuação dessas inovações.

“No levantamento, ficou claro que as 16 comunidades são diferentes entre si, mas muito unidas no sentido de pertencimento e compartilhamento entre as cidades que, muitas vezes, coexistem em incubadoras, centros tecnológicos e cases de sucesso, alavancando não só o desenvolvimento de uma comunidade, mas de uma região”, pontua o presidente da Associação Brasileira de Startups, Amure Pinho.

Apesar de 67% das startups locais ainda terem recebido incentivos externos, outros 19% receberam aportes de investidores anjos, e 30% já foram aceleradas ou incubadas. Se tratando de modelos de negócios, o SaaS (50,35) e Marketplace (14,5%) são maioria, operando, em grande parte (54,7%) para outras empresas, em negócios B2B.

Para acessar o mapeamento completo, acesse: http://abstartups.com.br/mapeamento-sul

Software na nuvem simplifica processos de RH em empresas de pequeno e médio porte

Tornar a área de Recursos Humanos menos burocrática, promovendo uma melhor experiência entre empresas e colaboradores, é um dos principais objetivos de gestores e administradores. E foi com essa visão que os empreendedores Marcelo Furtado, Rodrigo Silveira e Anderson Poli fundaram, em 2012, a Convenia . A ideia do negócio surgiu quando eles olharam para trás e perceberam que, apesar da carreira promissora que tinham, sentiam-se mal geridos nas empresas em que trabalhavam.

Então, juntos, decidiram desenvolver um software para auxiliar nos processos de departamento pessoal de pequenas e médias empresas, otimizando e desburocratizando o RH, da contratação ao desligamento de um funcionário.

A plataforma, que é a primeira em nuvem desenvolvida para gerir pessoas no Brasil, permite ao departamento pessoal controlar desde pagamento até o feedback dado aos colaboradores. Além disso, oferece baixo custo para as empresas, sendo 100% digital, e segurança em informações sigilosas.

De acordo com Marcelo Furtado, fundador e CEO do Convenia, um dos pilares no desenvolvimento do produto é uma visão focada nas dores dos clientes; ou seja, pequenas e médias empresas, que contam com operações menores, o que não significa problemas menores.

“Se identificarmos algo que ainda não fazemos, isso vai para a área de design de produto, que constrói protótipos e volta a validar com os clientes que as solicitaram. Só a partir da aprovação dos próprios clientes que fizeram o pedido e de resolver de fato uma dor deles, que nos damos por satisfeitos”, explica Furtado.

Ele acrescenta que uma das vantagens de gerir um RH com um software como o Convenia é a otimização do tempo que a ferramenta oferece. Além disso, evita prejuízos e futuras perdas para a empresa como o pagamento de férias duplicadas; multas do eSocial, como, por exemplo, pela falta do envio de informações da movimentação de pessoal; erros em benefícios e até processos trabalhistas.

“A tecnologia em si não muda a vida de nenhuma empresa. Porém, aliada à nova forma de pensar do profissional de RH, transforma a maneira como se conhece a gestão de pessoas, ao ajudar empresas a serem mais humanas”, analisa o CEO da Convenia.

Thinkseg está entre as 100 startups pioneiras em inovação no mundo, em 2019, pela Fintech Global

CEO da Thinkseg, Andre Gregori

A Thinkseg está entre as 100 selecionadas no InsurTech 100 em 2019, segundo critérios da consultoria Fintech Global, com base em Londres. A divulgação dos nomes das startups ocorreu nesta quinta (24 de outubro).

As 100 insurtechs pioneiras em inovação em seguros do mundo foram selecionadas, por especialistas, dentre uma lista de mais de 1 mil empresas que se inscreveram no Fintech Global.

“As finalistas foram reconhecidas pelo uso inovador da tecnologia para resolver problemas significativos da indústria ou para gerar economia de custos ou melhorias de eficiência em toda a cadeia de valor de seguros”, diz o release da consultoria Fintech Global.

“O prêmio significa o reconhecimento pela persistência, há três anos, em aprimorar o seguro por trecho, liga e desliga, juntamente com a avaliação do modo de dirigir do motorista. Trata-se de um modelo inovador para o mundo. Estou muito feliz com a menção na lista mundial”, diz o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

Segundo dados do Fintech Global, desde o início de 2017, quase US$ 10 bilhões foram investidos no segmento de insurtechs no mundo, sendo que mais de US$ 3,7 bilhões somente neste ano de 2019.

Desde que foi criada, em 2016, a Thinkseg tem recebido aportes, exclusivamente do único investidor Andre Gregori, atualmente CEO da Thinkseg, startup de seguros que integra o Thinkseg Group.

Startup brasileira apresenta projeto sustentável em Nova York e União Europeia

O Brasil ainda está longe de se tornar um dos primeiros no ranking dos países mais sustentáveis — Suíça, França e Dinamarca lideram no quesito ações ambientais. Mas, uma startup brasileira acelerada pela Cervejaria Ambev tem ganhado olhares e admiração nacional e internacional, além de gerar resultados significativamente positivos ao meio ambiente. A Green Mining, que surgiu para solucionar um dos problemas quanto ao descarte de embalagens pós consumo, nas últimas três semanas, apresentou seu projeto de logística reversa em Nova York (Estados Unidos), Sardenha (Itália) e em Bruxelas (Bélgica), durante a Conferência Internacional de Cooperação Urbana (International Urban Cooperation — IUC), promovida pela União Europeia.

“Realizamos uma apresentação para cerca de 100 representantes de regiões da Europa e da América Latina, vindos de mais de 28 países diferentes. Para nós, é uma grande satisfação poder falar para pessoas de todo o mundo o que fazemos e o potencial que nossa solução tem para ser desenvolvida em larga escala” diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining que contou que, durante o evento IUC, na Bélgica, foi assinada uma carta de intenções com uma agência de desenvolvimento regional da Polônia, que já é a parceira do Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE) no programa.

O projeto da startup consiste no processo de coleta de embalagens em bares e restaurantes feito de maneira ambientalmente correta, por meio de triciclos, sem emissão de gás carbônico. Em parceria com a Cervejaria Ambev, o vidro recolhido é levado direto à fábrica da própria cervejaria, devolvendo o material à cadeia produtiva da empresa. Atualmente, a Green Mining possui HUBs em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e já encaminhou para reciclagem mais de 350 toneladas de vidro, evitando a emissão de mais de 58 toneladas de CO2 desde o início da ação, em dezembro do ano passado.
De acordo com o CEO do CIOESTE, Francisco Maciel, a escolha da Green Mining fez todo sentindo para alavancar com soluções na cooperativa da União Europeia. “Queremos alavancar pequenas e médias empresas que proporcionam o desenvolvimento econômico e sustentável, tudo o que encontramos na Green Mining”, afirma Francisco.

Em Nova York, o evento Super Demo Day ocorreu na sede global da AB InBev e proporcionou a apresentação de resultados da startup para investidores, organizações e associações de alto impacto. O evento marcou uma nova etapa da Aceleradora 100+, programa de aceleração de startups com soluções socioambientais da Cervejaria Ambev. A Green Mining participou da primeira edição do programa e, quando se inscreveu, estava começando a criar a sua tecnologia de logística reversa. A startup foi uma das selecionadas para a aceleração global e, desde então, tem participado de eventos e fechado diversos acordos e parcerias nacionais e internacionais. “Ver como a Green Mining cresceu e continua aumentando seu impacto positivo pelo mundo é sensacional. Esse é o nosso objetivo com a Aceleradora 100+: encontrar startups que compartilhem do nosso sonho de construir um mundo melhor”, celebra Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Cervejaria Ambev.

Já na Sardenha, Rodrigo Oliveira apresentou os resultados da Green Mining no 17º Simpósio Internacional de Gestão de Resíduos — um dos principais fóruns de resíduos sólidos da Europa.
“Tivemos a oportunidade de apresentar um estudo de caso de recolha de vidros em São Paulo. O simpósio reuniu profissionais de muitos países que todos ficaram bastante entusiasmados com os resultados obtidos até o momento”, conta Rodrigo.

A Green Mining já fechou 10 parcerias e acordos nacionais e internacionais e, este mês, venceu a maior competição de ideias em negócios verdes do país e em novembro, vai representar o Brasil na final global que acontece em Amsterdã. Segundo o presidente da startup, após estas apresentações, o projeto tende a crescer a nível mundial.

Como funciona o sistema de logística reversa da Green Mining
A eficiência dessa economia circular colocada em prática pela startup é baseada em um sistema de certificação que é feito em todas as fases do processo, garantindo que todo o material coletado chegue ao seu destino de maneira correta. “Todas as informações são registradas no aplicativo da Green Mining por cada coletor, que recebe um smartphone para realizar o trabalho. Com informações como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis, o sistema permite, também, rastrear o percurso de cada triciclo, garantindo a transparência da informação”, finaliza o presidente da Green Mining.

 

 

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ABFintechs defende modernização do mercado financeiro

A modernização do mercado financeiro é caminho sem volta, segundo a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) . Na era em que códigos e algoritmos substituem atividades e ocupações, despontam no mercado as fintechs – startups de tecnologia do setor financeiro – como Nubank, Creditas e Guiabolso. Juntas, as fintechs revolucionam o mercado ao modernizar as operações e oferecer às pessoas maior transparência e facilidades para lidar com o dinheiro.

A Associação representa os interesses das mais de 300 fintechs brasileiras associadas junto aos órgãos de regulamentação e proporciona impacto social positivo por meio do crescimento do empreendedorismo e do acesso à inovação. Além disso, gera negócios entre os associados, solidificando a modernização do mercado financeiro.

A ABFintechs defende o empoderamento do indivíduo e apoia ferramentas que propiciem o acesso a melhores produtos e serviços financeiros. A Associação acredita, por exemplo, que manter uma conta corrente pode ser mais fácil e barato, investir pode ser mais rentável e fazer transações, comprar e quitar dívidas também pode ser mais prático.

História e membros

Fundada em outubro de 2016, a ABFintechs conta com gestão horizontal, exercida igualmente por cinco diretores que são empreendedores de fintechs e conhecem os principais obstáculos ao desenvolver inovações em serviços financeiros no Brasil. São eles: Bernardo Pascowitch do Yubb, Diego Perez da StartMeUp, Ingrid Barth da Linker, Mathias Fischer da Meu Câmbio e Paulo Deitos da Cap Table.

Além disso, a Associação conta com mantenedores e conselheiros. Entre os conselheiros estão: Dorival Dourado, ex-presidente da Boa Vista SCPC que conhece a cena do crédito no mercado financeiro; Guilherme Horn, fundador das corretoras Órama e Ágora, ex-Accenture e atualmente conselheiro do Banco do Brasil; José Luiz Rodrigues, especialista em regulação financeira do Brasil e com grande experiência junto ao Banco Central e CVM (Comissão de Valores Mobiliários);Pedro Englert, ex-sócio da XP Investimentos e atualmente CEO da StartSe e sócio de 5 fintechs; Rodrigo Menezes, sócio fundador do Derraik & Menezes Advogados, um dos principais escritórios de assessoria para startups do Brasil; Romero Rodrigues, referência de empreendedorismo no Brasil, fundador do Buscapé e sócio investidor da Redpoint e Ventures; e Monica Saccarelli, ex-Rico Investimentos e atualmente sócia da Diin.

A regulamentação dos diversos segmentos em que atuam as fintechs é vista pela Associação como a possibilidade de garantir a continuidade dos negócios e da inovação, algo que facilitará a integração com o sistema financeiro e empresas tradicionais. Em sua atuação junto aos órgãos governamentais e reguladores, a ABFintechs ressalta que o surgimento de novas ferramentas – mais eficientes, transparentes e colaborativas – é resultado dos avanços tecnológicos e culturais dos últimos anos, além de tendência inevitável para o futuro.