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FGV realiza workshop sobre Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups

A Fundação Getulio Vargas realizará na segunda-feira (2/12), a partir das 8h30, em São Paulo, um workshop sobre o mercado de private equity, venture capital e investimentos em startups. O objetivo é debater o crescimento e desenvolvimento do país a partir dos investimentos em startups, inovação, venture capital e private equity.

O evento reunirá em um mesmo ambiente investidores, gestores de private equity e venture capital, corporações interessadas em inovação, conselheiros e executivos de fundos de pensão, formuladores de políticas públicas, consultores, advogados, fundadores de startups e demais interessados no tema.

O workshop será dividido em quatro painéis: Alocação pelos LPs em Venture Capital e Private Equity: Desafios e Oportunidades; Investimentos de Private Equity; Inovação, Venture Capital, Private Equity e a Revolução nos Negócios Tradicionais; e Venture Capital e Investimentos em Startups.

Participam grandes nomes do mercado como: Eric Acher, sócio, Monashees; Luís Ricardo Martins, presidente, ABRAPP; Luiz Chrysostomo, sócio, NEO Investimentos e Diretor, ANBIMA; Carlos Garcia, sócio, Itajubá Investimentos; Alexandre Saigh, sócio, Patria Investments; Cristiano Lauretti, sócio, Kinea Private Equity; Mario Malta, sócio, Advent International; Priscila Rodrigues, sócia, Crescera Investimentos; Luiz Maia, sócio, Brookfield; Anderson Thees, sócio, Redpoint eventures; Frederico Pompeu, sócio, BTG Pactual e head, BoostLab; Rafael Padilha, diretor, Bradesco Private Equity & Venture Capital; Cláudio V. Furtado, presidente, INPI; Fernando Wagner da Silva, sócio, Crescera Investimentos; Izabel Gallera, sócia, Canary; Laura Constantini, sócia, Astella Investimentos; Pedro Oliveira, senior investment officer, Kaszek Ventures; e Maria Rita Spina Bueno, diretora executiva, Anjos do Brasil.

Inscrições:http://educacao-executiva.fgv.br/sp/sao-paulo/eventos/workshop-de-lancamento-do-mba-em-private-equity-venture-capital-e-investimentos-em-startups?geo-popup=hide

Workshop Private Equity e Venture Capital

Data: 2 de dezembro de 2019

Horário: 8h30-13h

Local: FGV – Rua Itapeva, 432 – Auditório FGV

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Japoneses querem investir em startups brasileiras

De acordo com o Banco Central (BC), o Japão ocupa a 9ª posição no ranking de principais países investidores no Brasil, principalmente nos segmentos de fabricação e montagem de veículos, reboques e carrocerias, artigos de borracha e plástico, além de produtos alimentícios e bebidas. Mas os investimentos podem sofrer um incremento em breve. As companhias daquele país, que já atuam por aqui, estão de olho nas boas oportunidades junto as empresas inovadoras, em especial startups. Chama a atenção deles, aquelas dos setores de agritech (22%), tecnologia da informação (13%), fintech e logística (ambas com 9% cada).

Os dados integram um relatório do Grupo de Estudos das Empresas Japonesas sobre Inovação no Brasil criado em maio último pela Japan External Trade Organization (JETRO) em parceria com as companhias que integram o Grupo de Trabalho de Inovação da Câmara de Comércio e Indústria Japonesa no Brasil, que reúne 22 corporações que atuam no país. Além das quatro áreas citadas, os nipônicos têm interesse nos setores de mobilidade, health tech e infraestrutura (todos com 6%). Outros, como biotecnologia, marketing, retailtech e security (com 3%) também são mencionados.

A boa notícia para os brasileiros é que 26% dos japoneses querem inovar a partir dos novos modelos de negócios das startups, e outros 17% objetivam investir e até adquirir companhias ou atuar no co-desenvolvimento de produtos e serviços com empresas recém-criadas e rentáveis. “Há interesse das companhias do Japão em ampliar os negócios a partir das subsidiárias que conhecem bem o mercado local, mas outras nações têm recebido prioritariamente os investimentos, embora reconheçam a importância brasileira”, argumenta Atsushi Okubo, diretor-presidente da JETRO no Brasil.

De acordo com ele, outros mercados acabam por receber investimentos japoneses pelo desconhecimento, muitas vezes, do potencial brasileiro de inovação. “Para obter mais apoio, 40% das companhias que compõem o grupo de estudos afirmam que é preciso a matriz enviar seus principais executivos para desbravarem o Brasil”, afirma Okubo. “Os dois países são grandes parceiros comerciais, mas as relações nessa área de inovação são tímidas. Nosso papel com a JETRO, como organização de fomento do comércio exterior e investimentos do governo japonês, é diminuir essa lacuna, pois sentimos que há um grande potencial para o incremento de novos negócios”, completa. O SoftBank Group já descobriu isso e, por meio do seu fundo de investimento, já investiu por aqui em grandes startups como a fintech Creditas, a empresa de ginástica Gympass e as de logística Loggi e Rappi, com valores que chegam a US$ 1 bilhão por rodada de aporte.

Na pesquisa do Grupo de Inovação, a visita ao ecossistema brasileiro para a construção de um networking e a participação em programas de aceleradoras privadas e mesmo de inovação aberta por agências governamentais, respectivamente, foram citados por 41% e 18% dos japoneses como fundamentais para avançar no Brasil. “Hoje, temos casos em que as empresas buscam solucionar problemas resultantes dos ambientes de negócios no Brasil, como o Custo Brasil, através da inovação, porém, 50% delas priorizam a busca de novos negócios a partir de suas operações locais”, diz Okubo.

Encontro de inovação na Japan House – Para diminuir essa lacuna no ambiente de inovação entre brasileiros e japoneses, a JETRO, em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Japonesa no Brasil, o Consulado Geral do Japão em São Paulo e a Japan House São Paulo, promovem no dia 18 de novembro o Primeiro Grande Encontro de Inovação Aberta Brasil-Japão. O evento reunirá grandes empresas japonesas atuantes na América Latina e tem o objetivo de aproximar e fomentar o diálogo e conhecimento sobre inovação com as corporações, startups brasileiras e seus ecossistemas.

Na programação, painéis de “Como e porque inovar no Brasil”, com apresentações de André Maciel (Softbank Latin America), Mitsuru Nakayama (CEO da Brazil Venture Capital) e Francisco Jardim (CEO da SP Ventures), e discussões com grupos de empresas japonesas (Sompo Seguros, Mitsui & Co. Brasil e Yamaha Motor do Brasil) e brasileiras, respectivamente, moderadas pela KPMG e Plug and Play Brazil. Haverá ainda o relato de cases da Ambev (Bruno Stefani), Truckpad (Carlos Mira), Checklist Fácil (Maurício Fragoso), Everis NTT Data (Roberto Celestino Pereira) e Caixa (Luis Felipe Bismarchi), além da participação da Associação Brasileira de Startups (Amure Pinho).

A JETRO, com a analista Tatiana Nagamine, aproveita também o encontro para apresentar seus programas de fomento para levar empresas brasileiras ao Japão por meio do Invest Japan. Já o diretor Kenji Kainuma abordará aspectos de propriedade intelectual relacionadas às startups no Japão. “O Brasil é um oásis de oportunidades para nós, sobretudo pelo longo histórico de relacionamento econômico e social. Por isso é fundamental termos bons parceiros no país”, diz o diretor-presidente da JETRO São Paulo.

De acordo com o estudo Global R&D Funding Forecast, os gastos com P&D devem crescer 3,6% em todo o mundo em 2019, totalizando US$ 2,3 trilhões. E, segundo o Índice Global de Inovação (IGI), o Brasil ocupa a 66ª posição entre as nações mais inovadoras do planeta, em lista liderada pelo trio Suiça, Suécia e Estados Unidos. O Japão ficou em 15º lugar.

Primeiro Grande Encontro de Inovação Aberta Brasil-Japão

Data: 18 de novembro de 2019

Horário: das 14 às 18 horas (vagas limitadas)

Local: Japan House São Paulo
Endereço: Avenida Paulista, 52, São Paulo

Informações: http://www.jetro.go.jp/brazil/topics/446610.html

Inscrições para o Safira Labs terminam amanhã (12/11)

As inscrições para o Safira Labs, programa que oferece um espaço de incubação e uma rede de conexões para startups de diversos setores que precisam estruturar melhor seus modelos de negócios, terminam nesta terça-feira (12/11).

Não há limites para apresentação de projetos, e podem se inscrever startups que atuem nos segmentos de Analytics, Inteligência Artificial, Big Data, Lawtech, HRtech, Computação em Nuvem, Digital Midia, e-Commerce, Fintech, Marketplace, SaaS e IoT. Os interessados devem se inscrever no portal http://www.safiralabs.com.br/.

Criado pela Safira Energia, uma das principais comercializadoras e consultorias em análises, estratégias e soluções para o setor energético do Brasil, a segunda edição do programa já registrou até agora mais de 200 projetos.

“Ficamos muito surpresos com o grande número de interessados em participar do programa. Por essa razão, o prazo, que inicialmente terminaria no fim de outubro, foi ampliado. Também decidimos incluir um atrativo a mais, e o melhor projeto, ao término do programa pode ser capitalizado, caso seja de interesse de ambas as partes”, revela o diretor executivo da Safira, Mikio Kawai Junior.

O Safira Labs irá selecionar 15 startups para participar de um Pitch Day, que acontece nos dias 26 e 27 de novembro. Na sequência, os selecionados passarão por entrevistas com especialistas da Safira entre os dias 02 e 06 de dezembro. Os projetos que integrarão a segunda edição do programa serão conhecidos no dia 13/12, e a startup que apresentar o melhor projeto receberá ainda um prêmio especial: uma passagem de ida e volta aos Estados Unidos para uma experiência no Vale do Silício (EUA).

O programa tem duração de um ano, podendo ser renovado, e terá início em janeiro de 2020. As startups selecionadas contarão com infraestrutura física na região de Pinheiros, em São Paulo, participarão de workshops com profissionais dos mais diversos ecossistemas, e farão mentoria com especialistas externos e também com profissionais da própria Safira, das áreas jurídica, de marketing, recursos humanos e contabilidade.

Com mais de 11 anos de história, a Safira é uma empresa de destaque no setor elétrico brasileiro, consolidada e integra os rankings das 1.000 maiores empresas da revista Valor 1000, das 1.000 maiores empresas da revista Melhores da Dinheiro e das 300 melhores empresas da revista Época Negócios 360. “A origem da Safira Energia é semelhante à de muitas startups, razão pela qual queremos nos conectar e incentivar ideias e empresas inovadoras que, ao empreender, podem fazer a diferença em diversos setores da economia”, completa Mikio Kawai Junior.

Fintech insere universitários ao ecossistema de inovação em iniciativa do BC

Com a missão de viabilizar câmbio justo para todos, a fintech TransferHub (www.transferhub.com.br), ingressou este ano no LIFT (Laboratório de Inovações Financeiras Tecnológicas), coordenado pelo Banco Central, e foi uma das quatro empresas convidadas a participar do LIFT Learning, projeto da instituição para aproximar o meio acadêmico do ecossistema de inovação. Com formato colaborativo, a iniciativa terá mentorias especializadas e o desenvolvimento de soluções tecnológicas para o mercado financeiro.

“É fundamental envolver os jovens em programas como esse, para que tenham interesse na área, adquiram conhecimento e participem da inovação disruptiva”, diz Rafael Mellem, CEO do TransferHub, que juntamente com N26, Sicoob e bxblue, faz parte da primeira edição do LIFT Learning. Cada um vai propor desafios e liderar um grupo de 10 a 15 alunos — da graduação ao mestrado — na produção de protótipos.

Para os estudantes, é a chance de se aproximarem do universo das startups, com modelos de negócio, técnicas e questões específicas do segmento — que não são ensinados em sala de aula. “É um ciclo de aprendizado virtuoso, com interação de conhecimento e tecnologias e aumento da capacidade produtiva, em progressão crescente”, diz a professora Carla Rocha, coordenadora técnica do LIFT Learning.

Durante os quatro meses de duração do programa, os alunos receberão bolsa de estudos e cada equipe terá o gerenciamento presencial e remoto da empresa orientadora — com profissionais de TI e executivos. “A proposta faz parte da agenda de desenvolvimento BC#, que visa a educação, o fomento à cultura de fintechs e o acesso às tecnologias. O intuito é que seja nacional e recorrente”, adianta o professor Ricardo Fernandes Paixão, gestor acadêmico da iniciativa, que é idealizada também por membros do LIFT, Fenasbac e Banco de Brasília.

Robô otimiza câmbio ao remover fator emocional

O desafio para os integrantes do time do TransferHub será um RoboTrader para operar o fechamento de câmbio Dólar/Real no mercado à vista. Com um sistema autônomo de operações usando algoritmos, a solução vai proporcionar ganho de tempo, independência e maior estabilidade nas taxas. “Ao remover o fator emocional das decisões, o usuário tem mais agilidade, limita os riscos e tem mais chances de aproveitar oportunidades”, diz Mellem. O protótipo resultante será apresentado no evento LIFT Day, em março 2020, em Brasília (DF), e será disponibilizado na fintech como ferramenta para empresas e indivíduos.

Ao mesmo tempo, o TransferHub também está incubado no laboratório de inovações financeiras e tecnológicas do Banco Central, o LIFT, onde está desenvolvendo o protótipo do aplicativo para operações casadas de câmbio voltado a pessoa física. Com mentorias e parceria tecnológica de grandes nomes como IBM, Microsoft, Oracle, AWS e Multiledgers, além do BC e da Fenasbac, a plataforma busca ganhar escala nos negócios. “Entramos de cabeça nesses programas para contribuir com soluções para o sistema financeiro nacional, de modo que o mercado de câmbio seja justo para todos”, diz Mellem.

Startup australiana é a grande vencedora do Starter Acceleration Program

A startup australiana, LexX Technologies foi eleita a grande vencedora da primeira edição global do Starter Acceleration Program, o programa de aceleração de startups da EDP. A etapa final da competição aconteceu durante o Web Summit, um dos maiores eventos de empreendedorismo e inovação do mundo, realizado em Portugal. A startup vencedora foi premiada com 50 mil euros.

O programa, que neste ano passou a ser global, contou com módulos em três regiões — Europa (em Madri, Espanha), América Latina (em São Paulo, Brasil) e América do Norte (em Houston, Estados Unidos) — recebeu aproximadamente 500 inscrições, sendo 129 delas vindas do Brasil, o recordista de candidaturas neste ano. As startups brasileiras ColabApp e Loud Voices Services ficaram entre as nove finalistas da competição, além da Trato, startup mexicana que se classificou no módulo LATAM.

“O ecossistema de startups contribuirá diretamente para a construção do futuro do setor elétrico. Por isso, queremos fomentar a busca por novas soluções e seguir engajados na geração de novos negócios e no crescimento destas empresas”, destaca Livia Brando, gestora executiva de Estratégia, Inovação e Ventures da EDP no Brasil.

Em linha com as áreas estratégicas da EDP, as startups apresentaram projetos nas seguintes categorias: Energias Limpas, Soluções com Foco no Cliente, Inovação Digital, Armazenamento de Energia, Redes Inteligentes e Inovação em Processos Internos.

“Para nós é uma grande honra ter representado o Brasil na final do Starter. Contamos com a ajuda da EDP durante todas as fases do programa. O maior prêmio é estar aqui, na final de um grande programa global de aceleração, no maior evento de empreendedorismo do mundo”, destaca Felipe Almeida, CEO da Loud Voices Services.

A startup vencedora desenvolveu uma assistente inteligente, que tem como objetivo trazer experiência, conhecimento e aprender técnicas de manutenção, otimizando a avaliação e eficiência dos ativos das empresas.

Desde 2008, os veículos de Venture Capital do grupo EDP já aplicaram globalmente mais de 35 milhões de euros em 29 startups, que juntas empregam mais de 750 colaboradores e têm mais de 100 milhões de euros de receita por ano. No País, a EDP ventures Brasil é o primeiro instrumento de corporate venture capital voltado ao setor de energia. Lançado em 2018, já investiu em três startups, também oriundas de programas de engajamento com startups da EDP.

Novos parceiros

Três parceiros internacionais se juntaram a esta primeira edição do Starter Acceleration Program: a American Eletric Power, utility que tem mais de cinco milhões de clientes em 11 estados norte-americanos; a Turning Tables, uma empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva; e a Verbund, maior fornecedora de eletricidade da Áustria, com quase meio milhão de clientes. O programa conta também com a parceria da ACE e da LMarks, duas especialistas em projetos de inovação e empreendedorismo e presença mundial.

Conheça o perfil da startup vencedora, e das brasileiras selecionadas para a final do programa:

LexX Technologies – Sydney (Inovação Digital): plataforma inovadora que realiza diagnósticos e propõe soluções para técnicos de manutenção. Com base nos conceitos que fomentam a Indústria 4.0, a startup realiza combinações de recentes tecnologias como Inteligência Artificial, Machine Learning e processamentos em linguagem natural para fornecer conhecimento técnico e recursos avançados para diversas indústrias.
https://www.lexxtechnologies.com/
ColabApp – São Paulo (Soluções com Foco no Cliente): plataforma digital que conecta cidadãos à administração pública e/ou empresas privadas, promovendo a melhoria da qualidade dos serviços prestados.
www.colab.re

Loud Voice – São Paulo (Inovação Digital): solução de comunicação de voz que permite uma conversa real entre bots e humanos, gerando uma experiência humanizada e de qualidade.
www.loudvoiceservices.com

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Oracle abre mais espaço para inovação, cultura e tecnologia em São Paulo

Para promover a transformação digital, inovação, conhecimento e experiências, por meio da tecnologia, acaba de ser inaugurada a Casa Oracle, local para estreitar conexões com clientes, parceiros, estudantes, educadores, startups, desenvolvedores e comunidade. O principal propósito é incentivar a inovação em todos os níveis da sociedade, incluindo a co-criação de soluções baseadas em tecnologias emergentes e nuvem, como Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Blockchain, entre outros.

A empresa quer atrair para a Casa Oracle um público variado, como estudantes e professores do programa Oracle for Knowledge; escolas técnicas e ONGs que participam das atividades de Cidadania Corporativa, como AI for Good; startups do programa Oracle for Startups; clientes e parceiros para encontros e sessões de prototipagem e design thinking, bem como favorecer encontros com desenvolvedores no local.

A Casa conta com vários espaços colaborativos como: laboratório de inovação, espaço para design thinking, espaço de coworking para desenvolvedores, estudantes e influenciadores e estúdio audiovisual. Inclui uma área reservada para prototipagem e demonstrações de realidade virtual, análise comportamental e big data.

O espaço nasceu dos resultados do processo de transformação cultural da Oracle no Brasil, principalmente sob a gestão do presidente Rodrigo Galvão. “Estamos muito felizes e orgulhosos em ter uma casa no Brasil para permitir a consolidação da nossa cultura, como empresa de tecnologia, que habilita a transformação dos nossos clientes. Precisamos estar inseridos neste contexto e propiciar aos nossos clientes esta materialização prática de suas ideias”, diz Galvão.

Idealizada por uma equipe multidisciplinar, a Casa Oracle conta com funcionários de diversas áreas da empresa. “Eles formaram um comitê, organizaram a reforma do espaço, criaram as regras de utilização e governança da casa e até elegeram um ‘síndico’. É uma clara demonstração de como a mudança cultural da empresa vem favorecendo o surgimento de projetos ‘bottom up’, propostos pelos próprios funcionários”, explica o executivo.

A Casa Oracle está situada no Co.W. Coworking Berrini, um galpão industrial totalmente reformulado que transborda inovação e autenticidade. São 6 mil metros quadrados de estrutura completa e capacidade para receber até 760 pessoas, em espaço com localização privilegiada.

As startups também estão contempladas na Casa Oracle. O local será usado para fomentar a atração de startups e sua conexão com clientes e colaboradores Oracle. A empresa vem apoiando uma nova onda de empreendedores por meio do Oracle for Startups, programa exclusivo de aceleração que possibilita parcerias de negócios e cria um ciclo virtuoso de inovação.

Recentemente renovado, o Oracle for Startups passa a contemplar empresas de todos os tamanhos e fases em todo o mundo, oferecendo créditos gratuitos e descontos em soluções Oracle Cloud, além de recursos de mentoria on-line e assistência de migração para a nuvem. Lançado há dois anos, recebeu inscrições de centenas de startups. Nesse período, 12 foram aceleradas no Brasil, com diversos projetos construídos em conjunto, clientes Oracle consumindo as soluções e algumas inclusive se tornando fornecedoras da empresa.

Algumas demos disponíveis no OpenSpace da Casa Oracle:

• CarNext: Experiência imersiva com óculos de realidade virtual em que um CFO pode monitorar como estão as suas fábricas, identificar problemas e tomar ações, analisar diversos tipos de número, etc.

• Techshop: A primeira “meshup aplication” do mundo, proporciona uma experiência fluida e intuitiva para um vendedor que tem em seu device todos as aplicações para realizar suas atividades. C (podemos projetar e várias pessoas podem ver ao mesmo tempo)

• Protótipos: São apresentadas jornadas prototipadas de várias indústrias de forma a oferecer uma experiência fluida e conversacional de hiper conveniência e personalização, como o banco do futuro, o shopping do futuro, a seguradora do futuro, etc.

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Eretz.bio completa dois anos de atuação

Com o objetivo de fomentar o ambiente de empreendedorismo e inovação em saúde no Brasil, a Eretz.bio, primeira incubadora de startups voltadas exclusivamente para o mercado de healthtechs, completa, neste mês, dois anos desde sua criação acumulando diversas marcas importantes para o ecossistema brasileiro e se destacando como um importante hub de inovação no país.
“Passamos por uma revolução na área da saúde liderada pela transformação digital que as novas tecnologias proporcionam ao setor. A Eretz.bio nasceu como evolução desta transformação e é, hoje, uma das responsáveis pela mudança cultural de todo o Einstein. Estamos muito satisfeitos com os resultados das startups incubadas aqui e principalmente com as mais maduras que alçam seus próprios voos”, afirma Sidney Klajner, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

Nos últimos anos, mais de 1.700 startups apresentaram suas soluções para serem avaliadas pela equipe da Eretz.bio. Atualmente, a incubadora conta com 33 startups incubadas, em diferentes áreas de atuação, como Digital Health (gestão e assistência), Inteligência Artificial, Biotecnologia, Medtech e Ensino.

Outro marco em 2019 foi a realização do III Encontro Internacional de Empreendedorismo e Inovação em Saúde, considerado o maior evento de empreendedorismo e inovação em Saúde no Brasil e que, nesta edição, reuniu mais de 700 participantes e 27 startups expositoras e cerca de 200 startups presentes. “É um mercado aquecido e em expansão e continuamos atrás de soluções disruptivas capazes de contribuir positivamente e impactar o sistema de saúde como um todo”, afirma Claudio Terra, Diretor de Inovação e Transformação Digital do Einstein.

Inaugurada em novembro de 2017, a Eretz.bio proporciona aos empreendedores incubados um espaço de coworking, laboratórios e equipamentos do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP), além de acesso às diversas unidades geridas pelo Einstein como a Unidade Morumbi e os hospitais públicos que faz gestão, o Hospital Municipal M’Boi Mirim – Dr. Moysés Deutsch e o Hospital Municipal Vila Santa Catarina – Dr. Gilson de Cássia Marques de Carvalho.

Tão importante quanto os espaços, laboratórios e acessos às unidades assistenciais, são também os vários tipos de apoio aos empreendedores das startups. Foi estabelecido, por exemplo, um Programa de Mentoria com dezenas de executivos do Einstein e também profissionais externos com grande experiência em vários aspectos do empreendedorismo, como funding, estratégias de crescimento acelerado, gestão de pessoas, aspectos jurídicos e de propriedade intelectual, entre outros. Ademais, há um esforço da liderança de toda a organização em desenvolver projetos de várias naturezas com as startups. Atualmente já são quase 50 projetos em curso, envolvendo pesquisa clínica, validação científica, pesquisas e desenvolvimentos em conjunto e acordos também. Além disso, o intercâmbio internacional vem se fortalecendo com vários acordos formais e informais com outros centros de apoio à startups de saúde de vários países.

Este ambiente de inovação e empreendedorismo externo é complementado pelo apoio ao intraemprendedorismo. Neste sentido, vale destacar o desenvolvimento de projetos conjuntos nos últimos meses. São eles a Radsquare, especializada em soluções de automação para diagnóstico clínico e radiológico, o VarStation, plataforma completa para processamento e análise de dados genéticos humanos focados em Sequenciamento de Nova Geração ou NGS (do inglês, Next-Generation Sequencing), e o Escala, desenvolvido no Laboratório de Inovação do Hospital Israelita Albert Einstein, que planeja e gerencia escalas e jornadas de trabalho para a saúde e outras atividades em regime de plantão.

Para 2020, os planos são receber mais startups e promover ainda mais trocas de conhecimento entre o ambiente de inovação e a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. “Temos outras seis startups que estão em vias de integrar nosso ecossistema já nas próximas semanas e esperamos contribuir e impactar positivamente a saúde no Brasil”, completa Claudio Terra.

Eretz.bio e inovação em números

33 startups incubadas presencialmente e virtualmente
3 spinoffs
+ de 1.700 startups apresentadas à equipe do Einstein nos últimos 4 anos
+ de 200 eventos gratuitos relacionados à inovação e empreendedorismo em saúde

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Loft adquire Decorati e concretiza 15º exit da ACE

A ACE, empresa de inovação, acaba de anunciar mais um Exit, ou seja, a venda de uma startup do seu portfólio. A Decorati, especializada na reforma e decoração de apartamentos, foi comprada pela Loft, plataforma digital que utiliza a tecnologia para simplificar a compra, reforma e venda de apartamentos de luxo. Com esse novo deal, a ACE já acumula 15 exits em seu portfólio.

A startup chegou à ACE em 2017, ano em que também atingiu seu break even. Em seu primeiro ano de operação, foram realizados 193 projetos com 58 clientes. Hoje, a Decorati tem 115 funcionários e ultrapassou a marca de 300 clientes no último ano. Além de movimentar um ecossistema de mais de 1 mil pessoas, incluindo engenheiros, empreiteiros, marceneiros, arquitetos e demais profissionais envolvidos nas obras.

“A Decorati passou pelo nosso processo de aceleração em 2017, e foi investida ao fim do programa. Desde então, a startup apresentou um crescimento de 600%”, explica Mike Ajnsztajn, cofundador da ACE.

Em outubro de 2018 a Decorati foi responsável por fazer toda a estrutura do escritório da empresa de inovação, tendo em mãos seu primeiro grande projeto a ser finalizado dentro de 60 dias. Apesar do curto prazo, a startup conseguiu entregar, em 53 dias, um ambiente mais sério e maduro, com cores sóbrias e muito uso de madeira. “Foi uma maneira de colocar o produto da Decorati à prova e é satisfatório ver que outras empresas estão valorizando isso também”, afirma Ajnsztajn.

A gestão da empresa permanecerá com seus co-fundadores Rafael Pais e Murillo Morale, e seguirá atuando como uma empresa independente, atendendo a Loft e outros clientes. “A ACE nos ajudou a ser quem somos hoje, eles nos deram todo o suporte necessário, além da oportunidade de reformar o escritório, um grande desafio que nos preparou para os próximos”, conta Rafael Pais, co-fundador da Decorati.

“Já realizamos mais de 2.000 projetos, mais de 18 mil metros quadrados de obras entregues em ciclos de 60 dias e hoje tocamos 150 reformas simultâneas”, conta Rafael Pais.

A ACE, como uma das únicas investidoras da Decorati e tendo acompanhado o processo de crescimento da startup tem muito orgulho dos resultados alcançados. Além dessa startup a ACE já produziu outros 14 exits, como Hiper, InfoPrice, Kaplen, LoveMondays, Venda.la, e Conaz.

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Selecionadas as 10 startups que estarão no Conahp 2019

Entre os dias 26 e 28 de novembro, as dez empresas selecionadas no Startups Anahp apresentarão seus projetos no Congresso Nacional de Hospitais Privados (Conahp), em São Paulo. As startups foram escolhidas ontem, dia 4 de novembro, com base em suas soluções tecnológicas voltadas à saúde humana, e a vencedora – que será anunciada ao final do evento – ganhará um estande para expor durante todo o Conahp 2020.

A banca responsável pela seleção foi composta por Marco Bissi, costumer success da Associação Brasileira de Startups, Rafael Barbosa, da Bionexo, Mara Nasrala, superintendente executiva do Hospital Santa Rosa, e José Henrique Salvador, diretor de operações do Mater Dei, além da diretoria e especialistas da Anahp.

Confira abaixo as startups (em ordem alfabética) e os projetos que estarão na sétima edição do Conahp:

• 3 Wings Inteligência e Gestão LTDA – Soluções de software e consultoria para automação e ganho de controle, qualidade e produtividade (redução de tempo e custos) em processos operacionais de hospitais.

• Anestech Tecnologia da Informação LTDA – Plataforma mobile que traz um suporte ao anestesista promovendo a gestão de riscos e controle de eventos adversos em momentos onde é necessária tomada de decisão imediata.

• Brain4care (Braincare Desenvolvimento e Inovação Tecnológica S.A.) – Primeiro método no mundo para acesso não invasivo à ICP waveform (curva da pressão intracraniana), viabilizando um novo sinal vital.

• CUCO Health – Acompanhamento do paciente durante a após seu tratamento, com o objetivo de aumentar a adesão e educação sobre a patologia e gerar feedback para a equipe multidisciplinar envolvida no cuidado.

• Doc Line Medicina e Tecnologia LTDA – Realização de atendimento médico através de smartphone e tablet. O médico realiza o atendimento via desktop ou notebook, com possibilidade de emissão de receitas, atestado, relatórios e solicitações de exames, com certificado digital.

• DrChat – Vinculada à Medicinia, trata-se de uma plataforma white label para que hospitais possam oferecer atendimento remoto aos seus pacientes utilizando seus próprios médicos.

• PBSF – Protecting Brains & Saving Futures – Telemedicina focada na prevenção de lesões cerebrais em recém-nascidos de alto risco.

• Promptly Health – Voltada ao paciente, a plataforma realiza coleta e análise de dados padronizados e cientificamente validados sobre desfechos clínicos, promovendo um melhor gerenciamento próprio da saúde.

• UpFlux – Plataforma de inteligência de processos hospitalares, para melhorar a eficiência nas linhas de cuidados e adesão aos protocolos.

• Vivax Serviços EPP Ltda – Desenvolvedora de robô portátil para reabilitação neurológica e ortopédica dos membros superiores, voltado às vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC).

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ACE apresenta o passo a passo para o RH Moderno e um levantamento exclusivo com 168 HRTechs

O RH está passando por uma nova transformação mais radical, baseada não só em tecnologia, mas também em mudança cultural. Neste cenário, o RH toma o protagonismo como um dos grandes responsáveis pelo sucesso das empresas, especialmente em momentos incertos e cheios de transformações. E mais: além de resolver o problema do presente, o RH precisa se antecipar às tendências do futuro.

Diante disso, a ACE criou um report com os principais pilares dos desafios do RH, divididos em blocos temáticos como Cultura e Propósito, Transformação digital (você sabia que apenas 15% das empresas consideram alta a utilização de tecnologia em seus RH?), o RH ágil e a construção do RH moderno.

A tecnologia está revolucionando mercados cada vez mais tradicionais e com o RH não foi diferente, as HRtechs são startups brasileiras que estão mudando mercado de recursos humanos no Brasil. Com essa realidade se aproximando cada vez mais das grandes empresas brasileiras, a ACE, empresa de inovação, mapeou 168 startups que atuam em toda a jornada do RH, desde plataformas de divulgação de vagas, até acompanhamento de desempenho e engajamento e comunicação.

Diante do desafio, a ACE ainda propõe sete dicas essenciais para a construção do RH moderno.

1. RH protagonista da inovação

O departamento pode ter um papel questionador no modo de operar as empresas. Aproveite o espaço para sugerir novas metodologias, ferramentas e processos. Seja a mudança dentro das companhias.

2. Incentive a cultura do aprendizado

Erros fazem parte do processo de inovação e devem ser tolerados. Mas se for para errar, que seja rápido e que a rota seja corrigida o quanto antes. O erro, no caso, é persistir nele.

3. Dê feedbacks constantes

Não espere avaliações semestrais ou anuais para melhorar o desenvolvimento dos colaboradores. Feedbacks contínuos ajudam melhorias nas rotinas e relacionamentos, antes que o desgaste já esteja instalado.

4. Absorva novas tecnologias

Não tenha medo de adotar novas ferramentas que automatizem o trabalho. Deixe que plataformas façam a parte mais operacional e foque os esforços no estratégico.

5. Trabalhe a marca empregadora

Colaboradores alinhados com o propósito da empresa são mais leais e produtivos. Deixe claro, desde o início do processo de seleção, os valores e objetivos da empresa. Mostre porque é uma boa opção.

6. Repense processos obsoletos

Burocracias, processos, demorados, sistemas… Antes de adotar e seguir em frente, questione se ainda faz sentido e se existiria uma ferramenta mais ágil para ajudar na execução.

7. Monitore dados

RH também deve ser um departamento Data Driven. Crie um dashboard para acompanhamento de contratações, avaliações, treinamentos, desempenho, retenção e monte um escopo de trabalho baseado em dados.

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Evento debate benefícios da tecnologia para o Legislativo

Responsável por elaborar, discutir e promulgar as leis que regem a nossa vida em sociedade, o Poder Legislativo tem muito a ganhar em eficiência com a ajuda da tecnologia e da inovação. Esse foi o tema que permeou os debates do LegisTech Forum, evento promovido pela Bússola Eleitoral que reuniu especialistas de diversos setores em São Paulo nos últimos dias 31, 1º e 2.

O fórum reuniu 45 palestrantes nacionais e internacionais incluindo nomes como Rolf Rauschenbach, cientista político suíço, Beth Noveck, diretora de inovação do Estado de Nova Jersey, o integrante da bancada ativista Pedro Telles e os deputados estaduais Marina Helou (REDE/SP), Chicão Bulhões (NOVO/RJ). e Sérgio Victor (NOVO/SP).

Fundadora e diretora-executiva do BrazilLAB (hub de inovação GovTech que conecta startups ao poder público), Letícia Piccolotto foi keynote speaker no primeiro dia de evento. De acordo com a executiva, 61% dos quase 108 milhões de usuários de internet no Brasil procuram informações de governo ou serviços públicos online, e a contínua digitalização do atendimento pode representar uma economia de R$ 663 milhões ao ano para o governo brasileiro.

“O Brasil hoje discute a Reforma Administrativa. Temos muitas oportunidades para avançar e melhorar a eficiência do Poder Legislativo. O BrazilLAB quer levar a tecnologia como um grande aliado nesse processo”, afirmou Letícia.

BrazilLAB busca startups para inovar o Legislativo

Chegando à sua 4ª edição este ano, o Programa de Aceleração do BrazilLAB está em busca de startups que tenham soluções capazes de aumentar a eficiência na gestão pública. Pela primeira vez, o organização programa também selecionará soluções que possam ser aplicadas ao Legislativo ou ao Judiciário, além do Executivo.

As inscrições para processo seletivo do programa podem ser realizadas pelo link http://inscricao.brazillab.org.br/ até o dia 18 de novembro. Para se inscrever, não é necessário que a startup tenha desenvolvido a solução especificamente para o setor público, basta que a solução tenha potencial de impacto e se enquadre em um dos três desafios propostos pelo BrazilLAB. Além de “Eficiência na Gestão Pública”, também é possível inscrever soluções nas categorias “Smart Cities e Urban Techs” e “Habilidades na Sociedade 5.0”

No dia 15 de dezembro, o BrazilLAB anunciará as 25 startups selecionadas para participar do programa e, ao final dos três meses da aceleração, os empreendedores serão avaliados por uma banca composta por líderes públicos, parceiros e especialistas, que identificarão as melhores soluções.

Os três primeiros colocados ganharão horas de assessoria jurídica dedicada e poderão participar de eventos com gestores públicos. O grande vencedor ganhará um contrato de investimento de até 250.000 reais e uma missão ao Vale do Silício, nos Estados Unidos.

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São Paulo Tech Week e CCBC recebem inscrições para Elevator Pitch 2019

Estão abertas as inscrições para o Elevator Pitch 2019, ativação da São Paulo Tech Week, feita em parceria com a Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), SP Negócios e Prefeitura de São Paulo, que irá selecionar startups brasileiras para uma imersão no ecossistema canadense. A edição deste ano conta com o apoio da Totvs. As indicações poderão ser realizadas até o dia 08 de novembro no site oficial do evento.

O anúncio das selecionadas para a competição será feita no dia 15 de novembro. Ao todo, serão escolhidas 50 empresas de todo país para participarem do evento no dia 24 de novembro, no tradicional Edifício Martinelli, um dos mais imponentes prédios do centro da capital.

Na ocasião, os empreendedores terão a oportunidade de fazer seu pitch para investidores e aceleradoras do Brasil e do Canadá em um elevador que irá do primeiro ao último andar do edifício. As três empresas que mais se destacarem terão a oportunidade de passar por uma imersão no Canadá.

Elevator Pitch

Quando: 24 de novembro de 2019
Onde: Edifício Martinelli – R. São Bento, 405 – Centro Histórico de São Paulo, São Paulo – SP
Link para inscrição: http://bit.ly/2Nx39pP

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