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Igualdade de gênero: startup brasileira é reconhecida internacionalmente pela Women’s Empowerment Principles

 

A startup brasileira HealthBit, referência em tecnologia especializada em saúde, acaba de ser reconhecida internacionalmente pela organização Women’s Empowerment Principles. A WEPs, em parceria com a ONU Mulheres, busca igualdade de gênero e incentiva empresas a promover o empoderamento das mulheres no local de trabalho, mercado e comunidade.

São 7 princípios que foram estabelecidos pelo Pacto Global da ONU e pela ONU Mulheres. Eles foram elaborados pelos padrões internacionais de trabalho e direitos humanos e as empresas reconhecidas têm participação e são responsáveis ​​pela igualdade de gênero e pelo empoderamento das mulheres.

Ao ingressar na comunidade Women’s Empowerment Principles, o CEO da HealthBit, Murilo Wadt, automaticamente se comprometeu com os princípios de empoderamento das mulheres nos níveis mais altos da empresa e com o trabalho colaborativo para promover práticas de negócios que capacitam as mulheres. Isto inclui remuneração igual independente do gênero, práticas de educação e treinamento para a igualdade de gênero e tolerância zero a assédio sexual no local de trabalho.

Práticas que são princípios da startup brasileira desde a fundação, há 5 anos. Hoje, as mulheres representam62,5% dos cargos mais altos da HealthBit e conselhos e equipes administrativa elas representam 43%.

De acordo com líder de Desenvolvimento Humano Organizacional da HealthBit, Aline Nishiyamamoto, fazer parte da comunidade WEPs é uma conquista muito significativa: “Na HealthBit buscamos ter um time integrado aos nossos valores e que acredite em nossa missão. Desde o processo seletivo, até em ações institucionais e cotidianas, buscamos seguir um caminho que promova a igualdade de gênero, por entender a relevância e importância do assunto em um mundo no qual ainda estamos longe do ideal. O reconhecimento da WEPs veio como um sinal de que, mesmo tendo sempre onde melhorar, estamos no caminho certo”, conta Aline Nishiyamamoto.

Os princípios

O trabalho da WEPs é muito importante para a luta das mulheres em busca da igualdade de gênero. Mas apoiar mulheres em cargos altos e de confiança também é muito benéfico para a empresa. “As empresas que investem em mulheres e apóiam a liderança e a tomada de decisões das mulheres e se comprometem com a igualdade de gênero geralmente superam seus concorrentes. Os Princípios de Empoderamento das Mulheres oferecem uma ótima plataforma para a mudança.”, afirmou Amina Mohammed, vice-secretária geral das Nações Unidas no Fórum WEPs.

Conheça quais são os 7 princípios da The Women’s Empowerment Principles:

1. Liderança corporativa de alto nível: um importante passo para tornar a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres uma prioridade estratégica dentro das empresas;

2. Trate todas as mulheres e homens de maneira justa no trabalho, sem discriminação: que é um princípio alinhado com os direitos humanos;

3. Saúde, bem-estar e segurança dos funcionários: tem como base a questão de que os empregadores possuem um enorme peso na preservação e promoção da saúde dos funcionários;

4. Educação e treinamento para a igualdade de gênero: promover treinamentos que falem sobre a igualdade de gênero e como a empresa contribui para isso, além de promover educação e treinamentos complementados com programas de networking e orientação às mulheres;

5. Desenvolvimento empresarial, cadeia de suprimentos e práticas de marketing: criar políticas inclusivas da cadeia de suprimentos, dos padrões de envolvimento e manter uma comunicação que retrate mulheres e homens em papéis iguais e multidimensionais;

6. Iniciativas comunitárias e advocacia: investir em programas de desenvolvimento comunitário para que a empresa contribua com a igualdade de gênero junto com iniciativas que já a fazem;

7. Medição e relatórios: este princípio fala sobre a importância dos mecanismos de medição e criação de relatório para analisar o desempenho e o progresso da empresa.

boostLAB, do BTG Pactual, abre inscrições para potencialização de startups em nível avançado

O boostLAB abre inscrições na próxima segunda-feira (1) para sua sexta edição do programa de potencialização de startups em nível avançado, as chamadas Scale-ups. O programa do BTG Pactual , maior banco de investimentos da América Latina, conta com a parceria e metodologia da ACE, uma das maiores empresas de inovação corporativa da América Latina.

Nessa edição, o boostLAB busca soluções nas seguintes áreas: Open Banking, Fintechs, ERPs, Machine Learning, Artificial Intelligence, Real Estate, Big Data, Legaltechs, Insurtechs, Blockchain e Edtechs. Para participar do programa, é importante que as Scale-ups tenham ao menos dois sócios com dedicação exclusiva, produto pronto, tração e vendas recorrentes para resolver problemas reais, de forma escalável.

“Estamos cada vez mais satisfeitos com os resultados do boostLAB, que também se consolidou como o hub de negócios do BTG Pactual para o ecossistema Tech. Neste Batch, estaremos ainda mais atentos às soluções relacionadas ao Open Banking, haja visto os avanços da implementação deste modelo no Brasil”, diz Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB.

A quinta edição do programa superou a marca de 335 empresas inscritas. Para o Batch #6 serão selecionadas de cinco a dez startups para seguirem no programa durante o segundo semestre. As inscrições vão até 17 de julho e devem ser feitas pelo site: http://www.boostlab.com.br/.

Incentivos para as startups

A iniciativa prevê a realização de parcerias e negócios com o BTG Pactual, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema. As selecionadas recebem também créditos na nuvem e benefícios que podem chegar a mais de R$ 300 mil.

Um dos pontos de destaque do boostLAB é a proximidade dos sócios e diretores sêniores do banco, que oferecem mentorias e dividem suas experiências por meio de seu Conselho. Cada um dos envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Banco. São eles: Frederico Pompeu – Head do boostLAB, que tem dedicação exclusiva ao programa, Amos Genish (Sócio responsável pela Unidade Digital de Varejo), André Alves (Head de Marketing), André Fernandes (Head de Risco), Gabriel Motomura (Líder da área de crédito para PMEs), José Vita (Membro do Comitê Executivo), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), Mateus Carneiro (Head do RH), Mauro Dutra (CFO do Banco Pan), Pedro Henrique Fragoso (Private Equity), Renato Mazzola (Head do Private Equity e do time de Infraestrutura), entre outros.

Além do Conselho, um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação também se dedica ao programa, como Cláudio Galeazzi, ex-CEO do GPA e BRF e grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, Edison Ticle, CFO da Minerva, Florian Bartunek, CIO da Constellation, Otávio Araujo, CFO da Dotz, Sônia Hess, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil, Stelleo Tolda, COO do Mercado Livre e muitos outros. As Scale-ups também contam com um time grande de mentores da ACE e do Google Launchpad.

Startup lança função de rastreio de funcionários para evitar contaminações

A Novidá – startup membro do hub Cubo Itaú, focada em geolocalização de alta precisão – lançou um módulo em sua plataforma para rastrear a movimentação dos funcionários de seus clientes e evitar a disseminação do coronavírus.

Usando um conceito chamado contact tracing (ou rastreamento de contatos), o objetivo é que, caso uma empresa confirme a contaminação por covid-19 em um de seus funcionários, ela consiga saber quais foram as áreas percorridas por esse colaborador e com quem ele entrou em contato nos últimos dias, permitindo tomar decisões que evitem maior disseminação.

Além disso, a plataforma também alerta em tempo real a formação de aglomerações e violações dos limites de distanciamento social recomendados, possibilitando que os colaboradores mantenham distância segura entre si e que o gestor possa agir nestes casos. Por fim, a solução ainda pode ser usada para fazer a gestão dos times de limpeza e garantir a execução e qualidade na higienização dos espaços internos.

“Ao que tudo indica, essa pandemia ainda continuará nos abalando pelo menos a curto e médio prazo. Mas as empresas precisam retomar suas atividades. Assim, mais do que nunca o foco agora precisa ser a garantia da segurança e saúde dos colaboradores. Foi por isso que implementamos esse módulo adicional dentro de nossa plataforma”, explica Fábio Rodrigues, diretor executivo da Novidá.

O grande trunfo da Novidá para implementar sua solução é a união entre Internet das Coisas e Inteligência Artificial. A startup utiliza sensores fixos distribuídos pelo ambiente e dispositivos móveis de baixíssimo custo (smartphones ou crachás especiais, por exemplos) com os colaboradores. Esses sensores se comunicam e, por meio dos algoritmos desenvolvidos pela Novidá, conseguem entender o comportamento e localização das pessoas.

Assim, em uma plataforma web, o gestor consegue visualizar as rotas percorridas por cada funcionário, acompanha os tempos de execução de cada tarefa, localiza um colaborador em tempo real, acessa o mapa de calor de sua planta e tem informações assertivas sobre o que acontece em seu negócio.

“Nossa solução sempre teve o foco em otimizar a gestão de equipes operacionais para aumentar a produtividade de nossos clientes. Nesse momento, a missão continua a mesma, mas acrescentamos a esse ‘pacote’ a saúde e segurança dos colaboradores. Até porque, no fim do dia, a saúde dos funcionários está diretamente ligada à produtividade da organização”, afirma Fábio.

Em 2019, a Novidá multiplicou sua receita em 350%, oferecendo sua solução para organizações como PSA Groupe, GOL, Cubo Itaú, Andrade Gutierrez, entre outras. A empresa também foi eleita a startup mais atrativa do país com uso de Internet das Coisas, de acordo com o ranking do 100 Open Startups. Na última semana, a Plug and Play (uma das maiores aceleradoras do Vale do Silício) destacou a Novidá como uma das principais soluções globais entre as startups para a retomada das operações nas empresas.

“A retomada das operações exige cautela e estratégia. Porém, é possível aliar segurança com produtividade. Esse é o momento de garantir a saúde dos colaboradores e otimizar ao máximo a gestão operacional. Acredito que a Novidá tem muito a oferecer nesse sentido”, conclui Fábio.

Startups têm vagas de emprego abertas para contratação imediata


De acordo com dados divulgados pela plataforma de recrutamento Glassdoor, já pode se ver uma queda de 1,2% nas vagas ofertadas no Brasil. Mesmo em meio ao difícil cenário econômico pelo qual o mundo enfrenta, várias startups estão com vagas de emprego abertas para as cidades de São Paulo e Curitiba, confira:

A iugu , startup de meios de pagamento, está com 63 vagas abertas. No momento, todas são direcionadas para São Paulo, nos áreas de atuação de Sistemas (Engenharia), Projetos, Comercial, Marketing e Business intelligence. Os talentos interessados podem se inscrever pelo iugu.com/vagas.

Além disso, a QuiteJá , plataforma digital de renegociação de dívidas, está com quatro vagas para Curitiba nos cargos de: Fullstack Developer – Jr. / Pleno, AWS Specialist e auxiliar administrativo. Outras informações, só entrar em contato por meio do e-mail talentos@quiteja.com.br.

A Wise&Trust , fintech americana especializada em fundos de investimentos em ativos digitais, também está com vagas abertas para Florianópolis no cargo de Desenvolvedor Web (Níveis estágio e Júnior). Para participar da seleção, os interessados devem enviar currículo para hr@wisetrust.ai.

Aceleradora mapeia startups que podem auxiliar setores impactados pelo coronavírus

A crise causada pela pandemia do coronavírus afetou a economia de forma incalculável e alguns setores estão sofrendo consequências graves, como o de transporte, turismo e gastronomia. Na contramão, outras áreas do mercado têm tido picos de demanda neste período conturbado, principalmente serviços que podem ser feitos a distância, como aplicativos de videochamada, como o próprio Zoom.

Neste cenário, existem as startups, empresas que possuem a disrupção em seu DNA. Por terem este perfil mais ligado à inovação, algumas estão conseguindo atravessar a fase atual de forma positiva ou, inclusive, propondo algum tipo de avanço para todo seu segmento. Para mostrar isso, a Troposlab – aceleradora de negócios, projetos e pessoas – fez um mapeamento de negócios que foram acelerados por ela, e que podem ajudar outras empresas a reinventarem-se e a superarem a crise do coronavírus.

“Existem efeitos de curto, médio e longo prazo e já começamos a ver um desenho de setores que estão sendo e serão mais afetados, seja pela doença em si, seja pelos efeitos econômicos do confinamento que estamos vivendo. Por isso, mapeamos alguns dos principais setores que estão sofrendo com as atuais medidas e as principais startups aceleradas que podem ajudar na reinvenção destes negócios”, explica Pedro Teixeira, cofundador e diretor de aceleração da Troposlab.

Varejo

Uma área que foi muito impactada e está precisando se reinventar e reformular seu modelo de negócios é a de varejo. Inúmeras empresas têm tido queda nas vendas porque não podem abrir e ainda não possuem uma plataforma online.

• eMercado e Domusca : duas startups que atuam no setor de varejo supermercadista. Mesmo com o confinamento, as pessoas precisam comprar itens essenciais de alimentação. Para evitar que elas se arrisquem e saiam de casa, as duas plataformas funcionam como deliverys para quem deseja fazer as compras do mês.

• N2N Virtual: Para os microempreendedores que precisaram fechar as portas de seus pequenos negócios, essa startup é uma boa opção de migração para o online. É um marketplace que permite que qualquer um crie sua loja virtual, uma oportunidade para novas ideias.

• Take Now: Sente falta das outlets e de promoções como “Compre Agora” ou “Veja Agora”? A Take Now trazer este conceito para o online e qualquer pessoa pode vender pela plataforma. Funciona como um marketplace de moda que lança promoções que ficam disponíveis na tela por 1 minuto e meio. Se a pessoa não se interessar pela oferta, o produto não aparece mais. Se ela gostar, ele fica disponível por 5 minutos para fechar a compra. Algumas vezes, há produtos por R﹩ 1.

• Rectrix , Simbio e Shelfpix : Startups B2B que oferecem soluções tecnológicas com softwares de gestão de vendas e caixa. Um segmento para ficar atento, pois com o aumento de demandas no online, é preciso ter um sistema de operação eficiente e que controle o fluxo de informações das operações de uma empresa de varejo.

Turismo

A área de turismo e viagens foi a que sofreu instantaneamente com a crise do coronavírus. Em tempos de isolamento social, as viagens de férias e as hospedagens em hotéis são as primeiras a pararem. Como as empresas estão lidando com o momento atual e se planejando para o futuro é que vai determinar se vão sobreviver ou não.

• Mevow e Mibusca : são plataformas de busca e comparação de preços de passagens aéreas. Nos dois exemplos, elas podem funcionar de forma integrada com outros players do setor que precisam se reinventar, como no caso de agências de viagem e turismo.

Alimentação

Categorias de mercado que necessitam da presença física e trabalham com a ideia de interação social ficaram de mãos atadas com a quarentena, especialmente os pequenos bares e restaurantes de bairro, que tinham uma clientela fixa da região. Muitos já trabalhavam com plataformas de delivery, como iFood e Uber Eats, e outros precisaram utilizar estes sistemas às pressas para não perder espaço.

• Menyoo: é uma plataforma que funciona de forma complementar com aplicativos de delivery, possibilitando a chegada de cardápio de um determinado estabelecimento a mais lugares e, consequentemente, trazendo mais vendas.

• Bom de copo : os happy hours tiveram uma pausa, mas mesmo assim é possível reconectar a comunidade cervejeira por meio da tecnologia. A startup liga produtores, estabelecimentos e clientes para estabelecer relacionamentos entre esses grupos.

• Sacola de Minas: funciona como um marketplace de produtos artesanais onde fabricantes podem comercializar seus produtos que antes eram vendidos em pequenas quitandas e mercearias. Há uma grande gama de produtos, desde queijos e doces mineiros a artesanatos.

Entretenimento

Assim como a área de gastronomia sofreu pelo distanciamento social, o setor de entretenimento, cultura e lazer está vendo os impactos com seus pontos de portas fechadas. O jeito de se entreter mudou. Milhares de músicos estão fazendo lives de show e os serviços de streaming estão mais fortes do que nunca.

• Cennarium: uma espécie de Netflix de peças de teatro e musicais, a startup tem o objetivo de levar a experiência dos palcos para o ambiente digital com apresentações musicais, circo, performances de dança e muito mais, além de democratizar o acesso à cultura.

• HOLOBOX: startup que reproduz personagens, objetos e pessoas em hologramas. No momento atual, as lives se tornaram parte da rotina. Mas em breve, é possível que as transmissões em holografia possam se tornar realidade em um mundo pós Covid-19.

• ampyou e Eshows : as duas startups atuam como portais para conectar artistas com clientes para contratação de shows particulares, enquanto as aglomerações precisam ser evitadas.

Abstartups anuncia AWS como nova mantenedora

No Brasil, estima-se que, atualmente, haja entre 10 e 15 mil startups. Destas, 13 mil são mapeadas e acompanhadas pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups), instituição sem fins lucrativos que representa as startups brasileiras e ajuda a desenvolver o ecossistema e a economia. Apoiando essa missão, a plataforma de serviços de computação em nuvem AWS acaba de se tornar a mais nova mantenedora da Associação.

Com o intuito de estimular e servir de combustível para startups em todo Brasil, as mantenedoras apoiam a Associação em seus projetos institucionais e têm contato direto com empresas inovadoras em todo território nacional. “Se tornar patrocinador é uma forma de contribuir ativamente com o ecossistema de startups e participar de uma organização que está há oito anos gerando impacto empreendedor em todo Brasil”, pontua o diretor executivo da Abstartups, José Muritiba.

Além disso, a AWS é agora o novo mantenedor estratégico do programa de Comunidades da Abstartups na execução do StartupOn, evento itinerante, que busca fortalecer e conectar as diversas comunidades brasileira, bem como continuar o trabalho de mapeamento dos atores desse universo. Com o cenário do isolamento social causado pelo Covid-19, o evento passará a ser em formato online.

Nos últimos 14 anos, startups têm escolhido construir suas soluções na AWS por diversas razões. A AWS entende e conhece a realidade das startups e tem ajudado as maiores Startups do mundo, como Netflix, Airbnb, Slack, iFood, GuiaBolso, entre outras. Há um time dedicado de desenvolvimento de negócios e de vendas formado por experts em startups – de fundadores a ex-investidores e uma variedade de programas desenhados para ajudar no engajamento de milhões de clientes AWS, além de apoio com créditos, novos workloads nas plataformas, conexões e mentorias. Além disso, Startups escolhem AWS por oferecer a mais ampla capacidade técnica – unidas à velocidade e qualidade de execução, podem criar negócios disruptivos sem distrações. Este patrocínio busca levar acesso à tecnologia e conhecimento a todas as comunidades empreendedoras no Brasil.

Além sa AWS, mais de 20 empresas fazem parte dos mantenedores da Abstartups. “Por ano, conseguimos impactar mais de 50 mil empreendedores diretamente e isso não seria possível sem uma rede de parceiros e mantenedores que trabalham para impulsionar as startups”, afirma Muritiba.

Programa IA2 MCTIC abre chamada para startups, grupos de pesquisa e empresas de tecnologia

O Programa IA2 MCTIC, desenvolvido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em parceria com a Softex, aceleradoras e centros de pesquisa, anuncia o lançamento do edital de chamada para inscrição de startups, grupos de pesquisa e empresas de tecnologia interessados em desenvolver de soluções escaláveis baseadas em Inteligência Artificial em quatro áreas prioritárias: agronegócios, saúde, indústria e cidades inteligentes.

Voltado ao fomento da inovação e da competitividade, seu objetivo é promover a aceleração tecnológica de soluções de impacto através da incorporação de Inteligência Artificial. Combinada a outras tecnologias, o emprego da IA está entre as dez principais tendências tecnológicas estratégicas segundo levantamento realizado pelo Gartner. Os investimentos em Inteligência Artificial têm crescido a uma média anual de aproximadamente 20% e atingiram no ano passado, segundo a BCC Research, US$ 15,2 bilhões.

O Programa IA2 MCTIC selecionará inicialmente 100 projetos para pré-aceleração que receberão mentoria e suporte técnico das ICCs e das aceleradoras com experiência aplicada em IA já cadastradas. Na sequência, serão escolhidas 30 startups que poderão receber investimento tanto das ICCs como das a aceleradoras.

“Por sua abrangência nacional, o IA2 MCTIC é uma forma de injeção de capital no mercado ao possibilitar investimentos em projetos de P&D orçados em até R$ 500 mil. Promoveremos uma aceleração do projeto de modo ágil para que as startups, grupos de pesquisa e empresas de tecnologia consigam desenvolver seu projeto em um prazo de três meses. Depois, o grupo ainda será acompanhado por mais seis meses para acesso e validação junto ao mercado e a clientes pelas aceleradoras e ICT’s do Programa. Após esse processo, realizaremos a conexão com uma empresa que poderá contratar ou investir na solução”, explica Diônes Lima, vice-presidente da Softex, acrescentando que a meta é manter o cronograma de atividades acordado antes do início da pandemia de coronavírus.

O IA2 MCTIC engloba um trabalho em quatro frentes: empresas interessadas em testar tecnologias de IA a partir de desafios enfrentados em suas organizações (empresas âncoras); aceleradoras, responsáveis pelo investimento e suporte aos executores dos projetos de P&D selecionados e na escalabilidade de seus modelos de negócios; instituições do CATI, responsáveis pelo apoio e acompanhamento do desenvolvimento da solução e suporte tecnológico; e startups, grupos de pesquisa ou empresas de TI que executarão os projetos de P&D sob a orientação e com o apoio do CATI e das aceleradoras.

Para inscrições e informações adicionais sobre o Programa IA2 MCTIC visite http://softex.br/iamctic/

Startup Home Agent abre mais de 80 novas vagas

Indo na contramão do aumento do desemprego que atinge o Brasil desde o início da pandemia do novo coronavírus, a Home Agent, primeira operação de atendimento do Brasil baseada totalmente em home office, abriu mais de 80 novos postos de serviço desde o início de abril. Todas as novas posições são em modelo home office e com contratos de trabalho CLT.

As novas contratações são resultado do aumento do quadro de clientes durante a crise do COVID-19: desde o início do período de isolamento, a empresa viu a busca pelos seus serviços aumentar em 50%. Nos últimos meses, a Home Agent percebeu a demanda do mercado e passou a não só terceirizar o atendimento como também a ajudar empresas a fazerem a transformação de sua operação própria de atendimento in loco para o formato home office com sua metodologia, processos, infraestrutura e até recrutamento de profissionais com perfil adequado para a modalidade.

Para Fabio Boucinhas, fundador e CEO da startup, os novos tempos aceleraram uma transformação digital nas empresas. “Percebemos que muitos executivos não estavam prontos para o cenário que surgiu na época da pandemia. Por isso criamos soluções para ajudar diferentes empresas a manter o atendimento ao cliente funcionando mesmo em tempos de isolamento social”, afirma. “Esse movimento permitiu que abríssemos novos postos de trabalho e mantivéssemos nossa previsão de aumento de faturamento de 120% em 2020”, completa o executivo.

A aposta de Boucinhas no home office, que era somente tendência até pouco tempo, tem se mostrado certeira. “Sei que a demanda por este tipo de serviço irá continuar crescendo mesmo após o fim da pandemia, pois o home office definitivamente já faz parte do ‘novo normal’”, afirma. A Home Agent tem tido uma procura muito grande por candidatos que querem trabalhar 100% do tempo de casa: a empresa recebe em média 3 mil novos contatos de possíveis candidatos por mês.

Cuidados na relação startup-mentor (e vice-versa)

Por João Gabriel Chebante

O ano é 1977. Steve Jobs e Steve Wozniack estavam numa garagem do que hoje chamamos Vale do Sílcio numa noite de discursos sobre tecnologia aonde todos os presentes mostravam suas idéias e projetos para desenvolver o computador pessoa.

Depois da sua vez (e, segundo a lenda) uma aparição apática de Woz, Jobs sai do recinto e encontra uma pessoa que ficou previamente interessada no seu projeto. Mike Markulla era um profissional de longa data do mercado de tecnologia naquela região, se interessou pelos perfis dos fundadores da empresa e foi seu primeiro mentor.

Tempos depois, realizou o primeiro cheque (como investidor-anjo) e trouxe consigo o icônico fundo Sequoia momentos depois para rodadas seguintes. E foi conselheiro por toda a primeira etapa de Jobs na Apple, antes de ser demitido por John Sculley.

Para uma startup, a presença de um mentor pode ser um forte diferencial entre a vida e a morte do projeto, por tudo que uma pessoa mais experiente pode trazer: conhecimento do mercado de atuação, contatos, canal de atuação, conselhos técnicos, de gestão e de liderança. Não à toa boas startups logo constroem um conselho, com regras básicas de governança, a partir dos seus primeiros investidores ou mentores.

Mas cuidado: a startup deve estruturar estrategicamente sua rede de mentores. Quais as competências que faltam ou que precisamos buscar? Alguma pessoa experiente no nosso segmento pode agregar abrindo portas e reflexões? Como pretendo compor um grupo de pessoas que traga os pontos citados acima e catapultar o projeto somado a capacidade de execução da equipe?

A não reflexão sobre este prisma traz conseqüências diversas: pessoas que não conhecem o mercado e “palpiltam” sobre temas fora das suas competências, o que pode minar a gestão de expectativa da equipe sobre o projeto como um todo.

Acreditem: tem muito projeto bom, com equipe consistente, que desiste do projeto a partir de uma soma de feedbacks negativos vindos de gente que não são explorados dentro das suas devidas competências. E isso pode acontecer em qualquer momento: dos primeiros clientes a investidores-anjo, fundos e aceleradores.

No entanto nunca se demandou tanta a atividade de mentoria quanto nos últimos meses: se há insegurança quanto o cenário de macro e microambiente de mercado para as maiores empresas do mundo, que possuem liquidez e todos os recursos possíveis, imagina para negócios enxutos que nasceram para confrontar um momento de incerteza?

Fala-se muito das startups a partir de agora também terem um olho sobre o caixa e sua geração a partir de novos projetos e rodadas de investimento, mas também teremos como fator crítico a construção de uma consistente cultura organizacional (o branding será fundamental para sobreviver a ambientes de forte instabilidade), bem como as práticas de governança formatarão a rede de contatos estratégicos para pavimentar uma história de crescimento mais lento, porém consistente.

Geralmente o caos traz a criação de uma nova ordem. Ainda que tenhamos um mundo líquido, com taxas de juros reais negativas em boa parte do mundo (até no Brasil) e um apetite maior ao risco – o que deve gerar um forte crescimento mundial em 2021 – os fundamentos que constroem uma startups de sucesso são outros a partir de agora.

A começar de quem será a rede que vai te auxiliar a explorar este novo normal d oportunidades.

João Gabriel Chebante, fundador da Sucellos, responsável por levar inteligência aos processos de investimento, fusão e aquisição de empresas

Moki ingressa no Cubo Itaú

O Moki, software de gestão de informação utilizado para apoio a tomada de decisões mais assertivas nas empresas, por meio de tecnologias como Big Data e loT (Internet das Coisas), passa a integrar o time de startups do Cubo Itaú, maior hub de empreendedorismo tecnológico da América Latina.

Se destacando como uma solução inovadora no mercado, o Moki é o único software que possui o Intelligent Check, que ajuda empresas a gerar insights para seus negócios a partir do cruzamento, e o compartilhamento via app, de indicadores operacionais e financeiros, checklists de auditoria de processos, redes sociais, plataformas de e-commerce, plataformas de delivery, ERP, serviços de reputação, dispositivos IoT, e qualquer outro serviço que esteja em cloud. As equipes passam a atingir resultados diferenciados ao integrar checklists, Indicadores, ferramentas de análise preditiva e inteligência de dados em um só sistema.

“Somos uma empresa de tecnologia e atuamos no setor há mais de 15 anos. Estar no maior hub de empreendedorismo tecnológico é muito gratificante, pois temos certeza que iremos nos conectar com empresas parceiras para oferecer nossa solução e ter novos insights, assim como gerar novos negócios e aprimorar o nosso conhecimento”, diz Guilherme Werneck, CEO e founder do Moki.

Startup Doctoralia abre novas vagas de emprego

Considerada a maior plataforma de saúde do mundo e responsável por mais de 2 milhões de agendamentos de consultas por mês, a Doctoralia está com inscrições abertas para 16 vagas de empregos.

Serão destinadas 15 vagas para o Programa de Estágio 2020, englobando cursos como Administração, Marketing ou Direito, e uma vaga para Pré-Vendas, na qual o profissional realizará o primeiro contato comercial, com o objetivo de prospectar novos clientes. Para realizar a inscrição, os candidatos devem acessar os seguintes links: Pré-vendas (SDR) e Programa de Estágio 2020. Os selecionados vão trabalhar na sede da empresa, em Curitiba (PR).

ANFACER e Conecta Startup Brasil: mais inovação e tecnologia na indústria cerâmica

Como a inovação e a tecnologia podem resolver gargalos da indústria cerâmica em várias frentes de negócios?

Foi com essa dúvida que a ANFACER, por meio da Iniciativa ANFACER+Sustentável, foi selecionada pelo programa Conecta Startup Brasil. O projeto foi criado para promover o ecossistema de inovação brasileiro, em uma ação integrada de ideação, conexão, capacitação e que envolve um investimento de até R﹩ 200K.

“A participação da ANFACER no Conecta Startup Brasil é altamente estratégica porque contribui na construção e no fortalecimento da inovação, como potente instrumento para aumentar a competitividade das indústrias cerâmicas”, afirma Maurício Borges, CEO e Presidente-Executivo da entidade.

“Empreendedores, startups em estágio inicial, empresas, parceiros, investidores, mentores se conectam a um mesmo objetivo: aumentar a densidade de startups alinhadas com os desafios do setor produtivo. Com isso, a intenção da ANFACER é saber como funciona esse ecossistema e como acontece a interação entre empresas e startups”, detalha Anderson Vieira, Consultor de Qualidade e Inovação da ANFACER e que está à frente da coordenação entre a entidade e a iniciativa.

Ele afirma que “foi por meio desse programa que a associação deu match com duas startups: a Big Bang A Força do Varejo e a Estant.pro. que podem, dentro de suas expertises, apresentar soluções importantes para reaquecer o comércio pós-crise COVID-19. A primeira tem o objetivo de estreitar a relação com o varejo e, a segunda, com especificadores, como arquitetos e designers de interiores”, complementa Anderson.

Vale ressaltar, que a Anfacer acredita no potencial de unir as práticas das startups com o ambiente das indústrias para incentivar novas soluções para o setor e possibilitar o crescimento das empresas mais inovadoras, porque o universo de produção de soluções das startups se conecta às necessidades da indústria para gerar os melhores resultados.
Nesse contexto, o Conecta Startup Anfacer irá realizar essa ponte para estimular um novo caminho de inovação. As ações do programa criam ambiente favorável para a disrupção, permitindo que as startups desenvolvam soluções de manufatura, novos negócios e produtos, melhorias de processos e serviços, gerando alto impacto no contexto industrial. “É uma forma potente de transformar a cultura e a mudança de mindset por meio de novos processos e olhares sobre a produção”, salienta Anderson.

Conheça um pouco de cada startup e como elas podem agregar valor, além de achar soluções práticas para a indústria cerâmica.

Big Bang A Força do Varejo

Trata-se de uma plataforma Business-to-Business (B2B) de compra coletiva, auxiliando os pequenos e médios comércios a renovar os estoques de maneira competitiva, incluindo reduções de custo de frete e prazos de pagamentos especiais, de acordo com o volume de produtos adquiridos, além de trazer as tendências do setor diretamente para o público final em um curto espaço de tempo.

Sediada em Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, “a startup foi criada para contribuir e colaborar com o desenvolvimento de donos de lojas de materiais de construção, que sentem o impacto do rápido crescimento do comércio online e também com a ampla margem de negociação das grandes redes varejistas”, adianta MezakGualberto, diretor comercial.

Estant.pro: os lançamentos de revestimentos em tempo real com o especificador

O Estant.pro foi criada para trazer as coleções mais atuais da indústria para o momento fundamental dos projetos de arquitetos e designers de interiores, ou seja, a hora de escolher os revestimentos do projeto e especificar os produtos. Trata-se de um plugin elaborado para ser instalado como uma das ferramentas do SketchUp, programa da Trimble largamente usado pelos profissionais para a criação de modelos em 3D.

“Dessa forma, o arquiteto já consegue visualizar os revestimentos para pisos e paredes aplicados diretamentenos ambientes e com as mais diversas opções criadas e lançadas pela indústria cerâmica”, revela Yasmim Macedo, arquiteta responsável, entre outras funções, pela experiência e relacionamento com o cliente.

Para as duas plataformas, a ANFACER contribui em fomentar negócios ao apresentar a indústria cerâmica a conhecer esses serviços. A intenção é fazer com que o mercado reaqueça em rodadas de negócios produtivase soluções que venham a facilitar o cotidiano de profissionais.

O Conecta Startup Brasil é realizada pela Softex, com os apoios da ABDI; do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; e do CNPQ.

Programa de seleção de desenvolvedores do Cubo Itaú abre segunda edição com mais de 160 vagas em startups

O movimento Cubo For Devs, lançado no fim de 2019 pelo Cubo Itaú com o objetivo de aproximar a comunidade de desenvolvedores ao universo do ecossistema de inovação, está com inscrições abertas para sua segunda edição, com mais 160 vagas de trabalho disponíveis nas startups que fazem parte do hub. Em meio à pandemia da Covid-19, que deixou a economia instável em todo o mundo, a programa mostra a força do setor de tecnologia – e será realizado 100% online.

Uma das propostas do movimento é o #TechTalents, iniciativa moderna de recrutamento e seleção feita em parceria com a Gama Academy. O programa contribui para troca e aprimoramento de experiências entre talentos do setor, bem como na diminuição da lacuna que existe hoje na busca por profissionais qualificados.

As inscrições – para profissionais de todo o Brasil – estão abertas e os candidatos podem realizar os testes até dia 28 de maio pelo site http://cubofordevs.gama.academy/. A feira de contratações online e as entrevistas acontecem no dia 2 de Junho. As 160 vagas disponíveis são alocadas em startups que fazem parte do Cubo, mais relevante hub de empreendedorismo da América Latina.

“O movimento Cubo For Devs foi pensado em função da forte demanda por desenvolvedores que o mercado enfrenta, mas quando fizemos o lançamento em 2019 não podíamos imaginar o que viria pela frente. Se ele já era de extrema importância para o fortalecimento da economia, que necessita de profissionais da área de tecnologia, imagina agora? Lançar a segunda edição do #TechTalents neste momento sensível se torna ainda mais importante, pois não resta dúvida sobre a importância da transformação digital nas empresas, que veio para ficar”, afirma Renata Zanuto, co-head do Cubo Itaú. Para ela, é de extrema relevância mostrar que existe um mercado aquecido, que demanda e precisa contratar, mesmo em meio a tantas incertezas na economia.

As startups com vagas abertas são das mais diversas áreas, de RH à educação. Entre elas estão Abstartups, B2Blue, Cosmobots, Dootax, Eskolare, Eunerd, Guiando, Manipulaê, Mol, Pin People, Quatro Logística 4.0, Revex e Talent Academy. As vagas são para front-end, back-end, full-stack e cientista de dados, em todos os níveis de senioridade, desde estágio a profissionais com mais de cinco anos de experiência. As ofertas de trabalho variam entre vagas remotas, presenciais em São Paulo e também para fora da cidade.

O processo seletivo #TechTalents traz dinamismo, conteúdo, capacitação e diversidade na forma de trabalhar, sendo composto de meetups, eventos, conteúdo para capacitação e contratação na última etapa do processo. Com a situação de distanciamento social exigida pelo momento atual, todo o processo será realizado online, com o mesmo conteúdo.

“Um dos principais diferenciais no programa é o conteúdo que compartilhamos com os candidatos ao longo da jornada. Continuamos a parceria com a Gama Academy, que além de trazer novidades no teste online também irá entregar conteúdos por e-mail para o desenvolvimento dos Devs, dicas para o processo seletivo e entrevistas, entre outros”, explica Renata.

Serão realizadas três lives com conteúdo para os candidatos durante o processo seletivo, nos dias 13, 20 e 27 de maio. Entre os temas abordados estão as principais skills necessárias de um programador diante das exigências do mercado de trabalho e como prezar pela qualidade da área no mercado de trabalho com a demanda de desenvolvedores em alta.

Datas e cronograma:

·Inscrições e realização de testes até dia 28 de Maio: http://cubofordevs.gama.academy/.

·Lives com conteúdos para os candidatos nos dias 13, 20 e 27 de maio

·Feira de contratações online e entrevistas no dia 2 de junho

Cenário de tecnologia no Brasil:

Segundo pesquisa desenvolvida pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual, entre 129 países o Brasil é o 66º mais inovador (Índice Global de Inovação – IGI). Estima-se que daqui a 10 anos haja uma transformação digital que irá impactar 30 milhões de pessoas no mundo, mudando as relações de trabalho. O mercado nessa área está aquecido, mas a mão de obra especializada ainda é muito escassa.

Outro estudo, desenvolvido pela Gama Academy e focado no desenvolvimento profissional para o mercado digital, aponta que havia, somente em janeiro desse ano, cerca de 2.849 vagas em aberto para desenvolvedores. O mapeamento, intitulado “Tech Jobs Report”, pesquisou vagas disponíveis em startups brasileiras. Foram mapeadas 352 startups, o que não representa nem 1% do total em todo o Brasil – o último levantamento feito pela Associação Brasileira de Startups apontou mais de 13 mil.

VRMonkey é uma das 10 selecionadas para a última fase do programa de aceleração FIEMG LAB 4.0

A VRMonkey, startup graduada e residente na Incubadora USP/Ipen-Cietec, está entre as 10 empresas selecionadas para a última fase do FIEMG LAB 4.0, ciclo de aceleração promovido pela FIEMG, com suporte no desenvolvimento de tecnologias e modelos de negócios de startups com foco de atuação na indústria. A VRMonkey participa do programa desde o primeiro semestre de 2019, por meio da proposta de um simulador industrial que usa tecnologia de realidade virtual para promover maior produtividade e segurança.

A solução

Com a solução o aprendizado prático é 7 vezes mais efetivo do que métodos expositivos tradicionais, aumentando a retenção do conhecimento, reduzindo, simultaneamente, tempo improdutivo dos processos, por meio de sua natureza digital, simplificando a logística e reduzindo custos desnecessários. “Essa é tecnologia já é utilizada por empresas dos Estados Unidos e Europa. No Brasil, a VRMonkey foi selecionada pelo FIEMG Lab, além dos editais FINEP Startup 2019 e Conexões para inovação do Sebrae/Petrobras, para acelerar a adoção da tecnologia no país”, informa Pedro Kayatt, Co-founder da VRMonkey.

O programa

O programa também conta com o apoio de empresas como: Vale, CEMIG, Gerdau e RHI Magnesita, que possuem interesse nas soluções desenvolvidas pelos participantes. Com adesão de mais de 100 companhias, as startups passaram por uma rigorosa seleção, sendo que 50 apresentaram sua solução, 20 foram selecionados para uma primeira fase de capacitação e apenas 10 chegaram a fase final, recebendo recursos para o desenvolvimento de sua tecnologia, além de mentoria para o desenvolvimento de seus negócios e conexões com a indústria.

Trybe anuncia contratação de Ex-VP de Produto e Engenharia do Google

 

A Trybe – escola referência em formação em programação, uma das profissões mais procuradas pelo mercado – dá mais um ambicioso passo em sua visão de ser a melhor instituição para formação de pessoas em desenvolvimento de software na América Latina. Reforçando ainda mais sua preocupação constante com qualidade, a escola resolveu investir ainda mais na formação dos estudantes e acaba de anunciar a chegada de Nelson Mattoscomo Conselheiro Técnico e Pedagógico Sênior. “Ter um profissional do nível do Nelson no time com certeza valida ainda mais nosso comprometimento com a qualidade da formação que visamos oferecer aos nossos estudantes,comenta Matheus Goyas, CEO e cofundador da Trybe.

 

Nelson traz para a escola uma bagagem rica de experiência no mercado. Durante seus 30 anos de carreira como executivo técnico, foi vice-presidente de Produto e Engenharia do Google para Europa e Mercados Emergentes, engenheiro e vice-presidente de Tecnologias da Informação e do Usuário da IBM, bem como professor da Universidade de Kaiserslautern, na Alemanha. No Google, o executivo aumentou o número de funcionários técnicos na Europa de menos de 300 para mais de 3.5 mil engenheiros. “Em todo mundo ocidental a falta de mão de obra qualificada na área de desenvolvimento de software se tornou um problema muito grave. A Trybe tem tudo para resolver esse desafio e, com isso, ter um impacto muito positivo não somente na sociedade e na economia do Brasil, como o restante do mundo.  Por isso aceitei o convite de ajudá-los”, explica Mattos.

Com a chegada de Nelson, a escola pretende reforçar as melhores práticas de formação dos seus estudantes, tanto pela sua perspectiva acadêmica como Phd, como pela sua perspectiva profissional como VP Google e IBM. Além disso Nelson vai atuar diretamente com o time de tecnologia, produto e aprendizagem na formação e aprimoramento das pessoas, do produto, da formação e do currículo da companhia.

 

A bagagem de Nelson para a Startup é indiscutível, ao longo de sua trajetória, o executivo e seu time fez contribuições importantes para muitos projetos do Google, incluindo Google Chrome, Android e aplicativos para celular, Google Hangouts, privacidade, extensões para proteção das crianças no sistema de busca, ferramentas de proteção de direitos autorais do YouTube, recursos do Google Maps como trânsito e rotas, Google Agenda e Google Flights, Gmail, entre outros. Nelson também esteve à frente dos esforços do Google para fortalecer o ecossistema de empreendedorismo no Reino Unido, liderando a abertura do Google Campus em Londres e, mais tarde, em São Paulo. Também impulsionou os esforços do Google para trazer conteúdo cultural on-line, criando o Instituto Cultural do Google baseado em Paris e liderando projetos culturais do Google no mundo todo.

 

Por fim, Nelson liderou os esforços do Google nos mercados emergentes. “Eu sempre quis tornar a internet parte integrante da vida cotidiana das pessoas na África, Ásia, América Latina e no Oriente. Por isso, entre 2009 a 2014 conduzi uma série de iniciativas que ajudaram a aumentar a adoção da internet nos mercados emergentes, melhorando a infraestrutura nesses países, fornecendo produtos inovadores e aumentando a conscientização e, em particular, o conhecimento e a educação sobre a internet”, conta Mattos.

 

Atualmente, Nelson é conselheiro de startups no Vale do Silício, Brasil, Europa, África e Ásia, além de membro ativo do conselho de administração de seis organizações e membro de um fundo de investimento em tecnologia no Oriente Médio. Ocupa o cargo não-remunerado de diretor de operações da Karimu International Help Foundation, conduzindo projetos para eliminar a pobreza das comunidades rurais da Tanzânia. Também atua como voluntário em organizações na Indonésia e nas Filipinas.

 

Ao longo de sua carreira, Nelson recebeu uma série de prêmios e reconhecimentos, incluindo o título de Embaixador de Kaiserslautern, na Alemanha, e o título de Embaixador Mundial de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, por suas contribuições para ambas as cidades, além de servir como modelo para futuras gerações de profissionais. Recebeu seu Ph.D. em Ciência da Computação pela Universidade de Kaiserslautern e é bacharel e mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Publicou mais de 80 artigos sobre gerenciamento de banco de dados e tópicos relacionados, possui 13 patentes e é autor do livro Uma Abordagem à Gestão da Base de Conhecimento.

 

Ainda neste ano, a Trybe espera abrir mais nove turmas e chegar a 600 estudantes. Até 2021, a startup, que atualmente tem hubs em Belo Horizonte, São Paulo, Itajubá e Florianópolis, além de operar em mais 12 cidades na modalidade sem hub, projeta alcançar a marca de três mil estudantes.

Startups de impacto socioambiental podem se inscrever em programa de aceleração online

Segundo dados do 2º Mapa de Negócios de Impacto , estudo que acompanha a evolução dos negócios de impacto socioambiental no Brasil, o país conta hoje com 1002 soluções voltadas para essa área. Para ajudar no fomento ao ecossistema, o InovAtiva de Impacto , vai selecionar 40 empresasinovadoras, de base tecnológica, com potencial para gerar lucro e, ao mesmo tempo, resolver problemas sociais e/ou ambientais, para participar do Ciclo 2020 de Aceleração. O programa é coordenado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia e pelo Sebrae.

A escolha dessas soluções será realizada por uma rede de avaliadores qualificados para analisar os projetos submetidos com base em quatro critérios: Grau de Inovação, Potencial de Mercado, Maturidade da Solução e Equipe, e Tese de Mudança. No dia 22 de julho será anunciado, no site do programa, as startups que receberão, durante seis meses, gratuitamente e de forma totalmente online, cursos de capacitação, mentorias individuais e coletivas, além de treinamento de simulação de pitch (discurso feito a investidores).

“Desde 2016, realizamos quatro ciclos do InovAtiva de Impacto. Como fruto desta iniciativa, conseguimos acelerar negócios de todo o país com foco em meio ambiente e/ou sociedade. Para isso, contamos com uma rede de 600 mentores que auxiliaram nossas startups com informações, conselhos e contatos”, comenta Gustavo Ene, Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia.

Ao final do ciclo, conforme seu desenvolvimento durante o programa, 20 startups serão convidadas a participar do InovAtiva Experience, evento de conexão com organizações e empresas voltadas para impacto, em que se apresentam para uma banca de investidores e representantes de aceleradoras e de outras instituições ligadas ao tema.

“Sustentabilidade é bom para os negócios, pois estamos falando de oportunidades para as empresas, para a sociedade e para os consumidores. Negócios de impacto socioambiental se tornam cada vez mais importantes, pois trazem soluções voltadas a resolverem problemas reais, ao mesmo tempo em que buscam viabilidade econômica”, explica o Diretor Técnico do Sebrae, Bruno Quick. Ele ressalta ainda que o Sebrae apoia os pequenos negócios que já estão neste caminho ou querem se tornar mais sustentáveis e que o tema está na agenda do Sistema Sebrae, junto ao ganho de competitividade e inovação, temas fundamentais de atuação da instituição.

Inscrições

As inscrições para o Ciclo 2020 de Aceleração do InovAtiva de Impacto deverão ser realizadas até 1º de junhono site do programa . Para participar, as startups precisam estar formalizadas como empresas, possuir base tecnológica ou um modelo de negócios inovador,ter como missão gerar impacto social ou ambiental positivo econtar com alto potencial de escalabilidade.

Com processos digitais, startup Fix cresce durante pandemia


Criada há três anos, a Fix é uma startup que inova na oferta de serviços de manutenção residencial, consertos e instalações. Oferece orçamentos e mão de obra qualificada para proprietários de imóveis, inquilinos e também faz a intermediação desses serviços entre as partes. Tudo de forma digital.

E em um momento em que os brasileiros vivem em isolamento pela pandemia de coronavírus, a startup cresce com a alta demanda por serviços domésticos que atendam pela internet.

O fundador Eduardo Basile Quadrado explica que, “pela plataforma, o cliente pode pedir orçamentos enviando fotos e vídeos do serviço que precisa fazer no imóvel. Os profissionais prestadores recebem a demanda e definem valores. A conversa com as partes é toda digital. Mais de 70% dos casos são solucionados sem a necessidade de uma visita técnica presencial. E isso tem sido um grande diferencial com a restrição de circulação por grandes centros como São Paulo”.

A crise econômica gerada pela pandemia também aumentou o número de desocupações de imóveis. E a empresa cresce ao ampliar parcerias com imobiliárias, que contam com vistorias digitais e profissionais aptos a realizar reparos necessários para que os imóveis estejam em condições satisfatórias para uma nova locação.

“A Fix está se consolidando como um braço forte de tecnologia para o setor imobiliário nas demandas por assistência técnica remota”, conta Eduardo. Já são mais de cem parcerias em que as imobiliárias são compensadas com um percentual sobre os serviços realizados dentro da parceria. A startup também valoriza os prestadores de serviços. Todos passam por qualificação do Senai – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – e são recompensados financeiramente por responderem a pedidos de orçamentos, independente de executar ou não os serviços.

A Fix parte, agora, para expansão em outras grandes cidades como Porto Alegre e Curitiba. Na capital paranaense, firmou parceria com a imobiliária Apollar. Rio de Janeiro e Belo Horizonte devem ser os próximos destinos.

Eduardo Basile Quadrado ainda ressalta os cuidados da startup durante o período de pandemia. “Adotamos 100% de home office desde 13 de março. 20% de nossos prestadores de serviços se enquadram em grupos de risco e temos o cuidado de orientá-los quanto a cuidados de proteção nesse período’, explica o empresário.

Natura Startups participa de Speed Mentoring para incentivar mulheres na tecnologia

Acontece até o dia 26 de maio, o programa de capacitação do Sebrae-SP, Speed Mentoring Woman Tech. Esta é quinta edição do evento e o segundo ano com o apoio da Natura. O programa apoia, com conteúdos sobre gestão, a estruturação ou remodelagem de negócios liderados por mulheres. O objetivo é alcançar maior robustez dos projetos para diminuir as chances de insucesso. Ao todo, mais de 50 mulheres participam do Speed Mentoring Woman Tech. O programa é gratuito e possui 40 horas de duração, divididas entre atividades práticas, rodadas de mentoria e bate-papos com especialistas.

Devido ao contexto de isolamento social imposto pela pandemia do Covid-19, essa edição será realizada totalmente online. Durante o evento, algumas líderes da Natura participarão de conversas e mentorias com as participantes para a avaliação dos projetos.

“Participar do Speed Mentoring contribui diretamente com uma das missões do Natura Startups, que é fomentar o empreendedorismo e apoiar o desenvolvimento do ecossistema de inovação. Empreender não é uma jornada fácil, e sabemos que quando uma mulher decide seguir por este caminho, as dificuldades são ainda enormes. É por isso que temos grande satisfação em poder apoiar novamente essas empreendedoras por meio da parceria com o SEBRAE”, explica Marina Almeida, gerente do Natura&Co Innovation Lab e Natura Startups.

“Mais de 200 projetos já passaram pelo programa e alguns já consolidados como negócios. Pontos importantes do programa são atuar com o empoderamento feminino, além da formação técnica e a ampliação da rede de contatos”, comenta Elisabete Fernandes, Consultora de Negócios do Sebrae-SP e Gestora do Programa.

Sobre o Programa Natura Startups

Lançado em 2016, o Programa Natura Startups reforça a atuação da companhia no ecossistema de inovação, uma ferramenta relevante para fomentar o empreendedorismo e gerar novas oportunidades e conexões. Em 2019, mais de 300 empresas interagiram com a Natura, 40 startups realizaram testes e 9 se tornaram parceiras da empresa.