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Corteva Agriscience e Cubo Itaú anunciam parceria em busca de soluções inovadoras para os desafios do agronegócio

A Corteva Agriscience é a mais nova empresa mantenedora do Cubo Itaú, mais relevante hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina. O objetivo da companhia é estabelecer conexões com startups de diferentes setores, buscando soluções inovadoras para alguns dos desafios da indústria e da Corteva, que podem beneficiar produtores rurais, canais de distribuição, cooperativas e outros elos da cadeia.

“Somos uma empresa de inovação 100% focada em agricultura. Nesse momento, entendemos que era importante estabelecer uma parceria que nos permitisse contato com inovações adotadas em outros setores e, com isso, identificar soluções que possam ser estendidas ao nosso mercado”, explica Douglas Ribeiro, Diretor de Marketing da Corteva Agriscience.

Segundo Pedro Prates, co-head do Cubo Itaú, a parceria com a empresa trará novas possibilidades para expandir canais com startups do segmento. “A Corteva será a primeira empresa do ramo de agronegócio a integrar o Cubo, uma parceria estratégica para fortalecer o desenvolvimento de AgTechs no país. Essa parceria nos permitirá um olhar direcionado para o agronegócio, um cenário que é novo para o hub, estabelecendo conexões assertivas e de importância para o cenário nacional e mundial”.

Neste primeiro momento, a chegada da Corteva ao Cubo Itaú estará focada em três grandes desafios vivenciados pelos produtores rurais do Brasil: o acesso a crédito, utilização de Barter e a capacitação de pequenos agricultores.

Crédito e Barter

Uma pesquisa encomendada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), conduzida com produtores rurais de todo o país em 2019, mostrou que para quase 60% dos entrevistados o crédito rural é a demanda mais importante para o campo. Em complemento a esse dado, de acordo com um estudo encomendado pela Corteva e realizado pela consultoria Spark sobre jornada de compra, 50% dos produtores precisam dispor de recursos próprios como principal fonte de financiamento na compra de insumos, sementes e defensivos agrícolas.

A dificuldade de acesso ao crédito é uma barreira ao desenvolvimento do agronegócio no Brasil, seja pelo alto grau de burocracia e exigências, prazo para recebimento do dinheiro ou ainda pela dificuldade de avaliação do perfil de risco, principalmente considerando um setor que é tão dependente de fatores climáticos, como o agronegócio.

“Como indústria, temos o desafio de buscar modelos de negócios mais ágeis, modernos e digitais para facilitar o acesso ao crédito pelo produtor rural, com ferramentas que permitam avaliações de risco diferenciadas, considerando fatores como histórico de produtividade, perfil da região, média de inadimplência, e não só dados financeiros. E aqui, as startups podem nos ajudar com soluções que já foram implementadas em outros setores, por exemplo”, comenta Douglas Ribeiro.

Ainda na linha de acesso a financiamentos, o Barter é outro desafio da indústria. No agronegócio, ele consiste em um mecanismo de financiamento no qual o pagamento pelo insumo é feito por meio da entrega do grão na pós-colheita, sem a intermediação monetária. É uma ferramenta que mitiga risco e negocia na moeda do produtor.

Mas o Barter também enfrenta uma série de desafios. Os processos ainda são muito burocráticos e envolvem diversos players, o que dificulta o acesso a essa ferramenta por parte dos agricultores. Ainda segundo o estudo da Corteva, nas revendas e cooperativas pesquisadas, o Barter representa cerca de 20% da forma de pagamento utilizada. “Nesse sentido, a colaboração das startups do Cubo Itaú pode ser fundamental na criação de instrumentos que nos ajudem a promover um fluxo de trabalho eficiente, ágil e digital. Podemos, inclusive, desenvolver soluções que podem ser levadas para outros países”, complementa Ribeiro.

Capacitação de pequenos agricultores

O terceiro grande desafio, que será foco da Corteva no Cubo Itaú, é dar escala a um projeto social-econômico chamado Prospera, que tem como objetivo capacitar pequenos agricultores, que trabalham com milho (grão) e silagem.

O programa começou em 2017, em Pernambuco, com um grupo de 45 participantes. Devido ao grande impacto proporcionado na produtividade de suas lavouras e comercialização da produção, em 2018 o programa capacitou 428 participantes e, em 2019, chegou a 927 participantes.

Com o Prospera, pequenos produtores tiveram acesso a conhecimento técnico de alto nível que permitiu melhorias em suas lavouras de milho e na comercialização de sua produção. Esta transformação proporciona a expansão de renda dos agricultores, com um salto de produtividade de 10 sacas/ha no início do programa para 80 sacas/ha, em média. Destaque para um agricultor que, em 2019, bateu o recorde de 125 sacas/ha.

“Ainda há um número expressivo de produtores com baixo conhecimento técnico no Brasil, sem acesso a mercados e linhas de financiamentos. Estes fatores travam o desenvolvimento da produção agrícola nestas regiões e diminuem a qualidade de vida nas comunidades. Nosso objetivo é dar escala ao Prospera e capacitar 50 mil pequenos agricultores e conecta-los com cadeia de valor para produção e comercialização de milho. Mas, para isso, precisamos de ferramentas que nos auxiliem nesse processo. E aqui, mais uma vez, entra a nossa parceria com o Cubo Itaú e as startups residentes do hub”, completa o executivo da Corteva.

A parceria da Corteva Agriscience com o Cubo Itaú é mais um passo rumo ao propósito de melhorar a vida de agricultores e consumidores, garantindo progresso para as gerações futuras.

EBANX lança documentário sobre a história do primeiro unicórnio do Sul do Brasil

No mês em que o EBANX completa oito anos de fundação, a fintech especializada em pagamentos lança o documentário The Crazy Blue Ones, que conta a história da empresa desde o seu surgimento até a conquista do título de unicórnio, no ano passado.

O filme, realizado internamente pelo time de produção audiovisual do EBANX, envolveu uma equipe de aproximadamente 50 pessoas, que trabalharam na captura das imagens e na edição do material durante seis meses, até chegar ao resultado apresentado no lançamento, em fevereiro. O documentário traça um paralelo entre a história do EBANX e o Circus, evento anual que traduz a cultura da empresa, presente tanto nos materiais internos quanto no contato com clientes e parceiros.

“The Crazy Blue Ones” é a produção mais recente do time que se dedica diariamente à criação de conteúdos criativos e informativos da fintech, um investimento estratégico para atingir os diversos públicos da empresa. São 12 pessoas pensando em roteiros, layouts, mensagens e imagens que transmitam a cultura da fintech em cada material produzido.

“A produção de conteúdo é algo levado muito a sério pelo EBANX. Nossos materiais querem não somente munir nossos públicos de informação, mas criar valor para a empresa, nossos parceiros e o consumidor final, sempre em sintonia com nossos valores e nossa missão de promover acesso”, afirma André Boaventura, sócio e CMO do EBANX.

O time de produção audiovisual trabalha para atender a três demandas: endomarketing, cliente final e merchants. As linguagens são diferentes, mas a aposta em conteúdos em vídeo se sobressai.

Temas como empregabilidade trans, inovação investimento em cultura já foram alvo de campanhas do EBANX. Dúvidas de consumidores relativas a pagamentos e compras online são respondidas por meio de vídeos explicativos, disponíveis na Central de Ajuda do EBANX e em canais como YouTube e Vimeo. A equipe também produz materiais destinados às empresas globais que são clientes do EBANX e usam as soluções de pagamento da empresa para atuarem na América Latina: um dos produtos mais emblemáticos, por exemplo, explica o funcionamento dos Correios e os desafios logísticos do Brasil.

“Todas as áreas da equipe de marketing se conversam e produzem este conteúdo de forma colaborativa, atacando as principais perguntas e dores dos nossos clientes e consumidores finais. A estratégia é ser mais do que uma processadora de pagamentos, mas uma fonte de informação, uma referência na área”, diz Boaventura.

O recém-lançado documentário “The Crazy Blue Ones” reforça o espírito de comunidade e a missão de promover acesso, que move o EBANX desde seu início.

 

 

 

Quite.Já entra para o Scale-Up, o programa de aceleração da Endeavor

A Quite.Já , plataforma digital de recuperação de crédito, é uma das empresas participantes do Scale-up Endeavor, plataforma de aceleração através de conexões que transformam empreendedores e negócios. O programa seleciona empresas duas vezes por ano, em sete estados brasileiros, incluindo o Paraná. A organização de estímulo ao empreendedorismo está presente em 18 países, com foco em nações emergentes.

Dentre os critérios de seleção estão o alto potencial de crescimento, os diferenciais competitivos claros e os modelos de negócio comprovados pelo mercado. De acordo com Luiz Henrique Garcia, CEO da Quite.Já, este é um momento muito especial para a empresa. “O programa Scale-up tem um processo seletivo criterioso que busca não só empresas de algo crescimento nos últimos anos, mas também de grande impacto nos mais diversos segmentos da sociedade. Integrar este seleto grupo nos oferece a oportunidade de alinhar as diretrizes da empresa às melhores práticas de gestão aplicadas hoje em dia e nos permite estar ainda mais preparados para enfrentar os desafios do mercado”, analisa.

Atuando no Brasil desde 2000, com operações ativas em oito estados, a Endeavor já apoiou centenas de empreendedores de alto impacto, fomentando o ecossistema empreendedor brasileiro. “O programa nos permite ter contato com profissionais de altíssimo nível que nos orientam a superar alguns dos problemas que hoje são a realidade da empresa, as dores do alto crescimento, como gosto de comentar. Manter a empresa em constante crescimento, contratando, buscando novos desafios e permitindo que todos os colabores estejam dentro de um mesmo ideal é algo extremamente complexo”, completa Luiz.

Quem compartilha da mesma opinião é Rafael Abreu, sócio-fundador da Quite.Já. Abreu afirma que o Scale-up é um marco na história da empresa. “Tudo isso é resultado de um processo de expansão que estamos vivendo. O programa é importante por apoiar empreendedores a acelerarem o crescimento de suas empresas e formar uma nova geração de exemplos para o Brasil. A troca de experiências que ele possibilita entre os empreendedores é fundamental porque gera conexão com pessoas que fazem parte do nosso ciclo de contratação dos serviços prestados, além de proporcionar o surgimento de novos negócios”, finaliza.

Telefónica reforça investimento em venture capital com parceria da Redpoint eventures no Brasil

A Telefónica reposiciona sua estratégia de investimento em fundos de venture capital e anuncia novos aportes em mercados-chave para a companhia: Espanha, Estados Unidos, no Vale do Silício (Alter Venture Partners), Israel (Vintage Investment Partners) e Brasil. No país, o investimento será realizado no fundo da Redpoint eventures, gestora de venture capital que investe em startups de tecnologia na América Latina.

O objetivo é investir em empresas que gerem mais retorno e impacto para o grupo de telefonia, seja com tecnologias inovadoras para aumento de receita com novos produtos ou para melhorar a eficiência interna, como um fornecedor.

Os investimentos em fundos são feitos por meio do Telefónica Innovation Ventures, veículo de corporate venture capital da Telefónica que também investe diretamente em startups. Os aportes diretos acontecem desde 2007 e o portfólio atual possui 10 startups dos EUA, Espanha, Canadá, Israel e França. Já as parcerias com gestoras de fundos são desde 2012 e acumulam mais de 80 startups investidas em 12 fundos, incluindo dois da InvestTech no Brasil.

“A nova estratégia é uma evolução da primeira geração de fundos, Amérigo (2012-2018), cujo objetivo era fomentar os ecossistemas de inovação da Espanha e América Latina. Agora, o foco principal é dar suporte às principais áreas da operadora”, explica Guenia Gawendo, diretora global do Telefónica Innovation Ventures.

De acordo com a executiva, as gestoras parceiras trabalharão junto com equipes locais da operadora e/ou da Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica, para buscar e integrar startups que façam sentido na cadeia de valor da companhia. “As startups nos trazem tecnologia, novos produtos e serviços para nos diferenciar, além de contribuírem na agilidade de lançamentos ao mercado”, completa Guenia.

As áreas prioritárias são digital consumer, transformação digital, redes 5G e as próximas gerações, cibersegurança, nuvem, inteligência artificial, IoT, Blockchain, Fintech entre outras.

“Estamos animados com o fortalecimento de nossa parceria com a Telefónica/Vivo. Além do pioneirismo global da companhia em iniciativas de inovação e colaboração com o ecossistema de startups, a Telefónica é conhecida por ser referência, desde a época em que comecei a trabalhar no setor de venture capital há 17 anos. É um prazer e um privilégio tê-los como um de nossos investidores. Existe uma oportunidade enorme para explorarmos juntos”, afirma Anderson Thees, Managing Partner da Redpoint eventures.

Wayra Brasil dobra o ticket e investirá até R$ 1 milhão por startup
Como parte da estratégia global em open innovation da Telefónica, a Wayra dobra o valor dos aportes e passa a investir até R$ 1 milhão (250 mil euros) por startup. Os investimentos acontecem durante o ano todo, sem períodos específicos para inscrição, que pode ser feita a qualquer momento pelo site.

“Essa nova estratégia reforça o interesse da Telefónica em inovar com a colaboração externa e também o quanto acreditamos no potencial do ecossistema brasileiro. Trabalharemos ainda mais próximos da Redpoint para identificar as startups com grande potencial para fazer negócios com o grupo, além de oportunidades de coinvestimentos e investimentos em rodadas subsequentes”, comenta Renato Valente, diretor de inovação aberta da Telefónica e country manager da Wayra no Brasil.

A Wayra atua no ecossistema de empreendedorismo como um micro Corporate Venture Capital, ou seja, um fundo de investimento corporativo de capital semente. As áreas mais buscadas são de Data Analytics/Big Data, Inteligência Artificial, Cibersegurança, IoT, Realidade Virtual e Aumentada, além de fintechs, agtechs e edtechs.

Para conhecer todas as empresas do portfólio atual, acesse http://br-pt.wayra.com/startups.

Gofind é selecionada para o Scale-up Endeavor, em SC

A Gofind está entre as selecionadas para o Scale-Up Endeavor, importante programa de aceleração, realizado pela maior organização de apoio a empreendedores de alto impacto do mundo, que pela primeira vez terá uma turma em Santa Catarina. Durante cinco meses, a startup de Joinville irá participar de workshops e mentorias especializadas, com o objetivo de melhorar a capacidade de gestão e liderança da empresa, para ajudá-la a se tornar ainda mais competitiva.

Ao todo serão dez startups catarinenses, selecionadas pelo alto potencial de crescimento, diferenciais competitivos claros e um modelo de negócios comprovado pelo mercado, que terão a oportunidade de discutir e aprimorar questões como contratação de lideranças, acesso a capital e estratégia. Serão realizados workshops com foco nas dores do negócio, a partir das metodologias da Endeavor. Cada startup terá o acompanhamento de um mentor e padrinho e os empreendedores terão acesso ao Day1 e ao Scale-Up Summit, maiores eventos do país para empresas de alto crescimento.

“O ano de 2020 tem tudo para ser ainda mais positivo para a Gofind. Já passamos por outras acelerações e entendemos o quanto esse processo é enriquecedor para o nosso negócio. As empresas que participam do programa estão no momento certo para escalar e colocar em prática os conselhos dos mentores para crescer mais e de forma acelerada”, avalia Fernando Farias, CEO da Gofind.

Contrato Social ou vesting? Saiba qual o melhor acordo para uma startup

Por Arthur Braga Nascimento

Iniciar uma startup envolve dispor de muita dedicação, nem sempre ter um bom capital e saber que está lidando com riscos. Mas, mesmo com todos os desafios que esse ecossistema oferece, existem maneiras de mitigá-los. Tornar o colaborador como um sócio do negócio pode ser uma solução para evitar perda de capital. Como quase em tudo na vida, para realizar esse processo não há uma fórmula secreta e nesse caminho podem acontecer dores de cabeças com uma inclusão e saída abrupta no contrato social, por exemplo. Por isso, a modalidade conhecida por “Vesting” tem se tornado uma das melhores formas de garantir que a escolha não resulte em problemas.

Em linhas gerais, o contrato de Vesting pode ser utilizado por todos aqueles colaboradores que não fazem parte do cap table da empresa, incluindo fundadores, colaboradores e advisors, que querem o reconhecimento no trabalho executado, se tornando eventualmente sócio no negócio.

Um empreendedor pode até imaginar que essa não é uma troca justa, mas ao contrário disso, o Vesting permite que um novo colaborador receba sua participação de acordo com o tempo de trabalho. Esse recurso pode ser aplicado tanto para as grandes, quanto para as médias e pequenas empresas, principalmente as startups que geralmente se encaixam na categoria “pequenas empresas” e precisam crescer progressivamente.

Imagine um cenário que é muito comum de ser encontrado: um dos sócios abandona o projeto, enquanto um colaborador continua trabalhando e faz a startup finalmente decolar, gerando lucros consideráveis no mercado em que atua. De olho nesse valor, o sócio ressurge exigindo sua parte nos lucros, com base em sua participação, e o outro, que continuou trabalhando, não ganhará absolutamente nada.

Essa não é uma situação agradável e justa para o colaborador que contribuiu com o negócio, por isso, sugerir que o acordo seja feito por meio do Vesting é a maneira que as empresas têm de evitar esse tipo de transtorno. O referido formato é uma forma de testar se o colaborador merece ser sócio do seu negócio, e, também, para reter bons talentos, afinal de contas muitos bons colaboradores acabam saindo da Startup por não terem uma projeção de sociedade.

Ainda desmistificando, o Vesting não é um bicho de sete cabeças. O acordo pode ser feito com a ajuda de advogados que fazem parte de escritórios de advocacia especializados em startups e empresas em fase inicial.

O ponto central de um contrato nesse modelo é que quando há um pacto entre as duas partes, onde metas, se existirem, podem ser estabelecidas e cumpridas, todos podem se beneficiar. Afinal, por um lado a empresa aumenta seu potencial sem precisar comprometer seu capital, e por outro, o novo sócio não precisa arriscar seus próprios recursos financeiros. Além disso, você estará retendo um bom colaborador no seu negócio com prazo, e nesta forma estará testando para ver se realmente ele é uma pessoa confiável.

E aí, já pensou em aplicar o Vesting para seus colaboradores?

Arthur Braga Nascimento, sócio do BNZ e coordenador da Bonuz. Especializado em Ventures e Startups

Troposlab e Fundo Vale abrem edital para soluções voltadas aos sistemas agroflorestais

A Troposlab – aceleradora de negócios, projetos e pessoas -, acaba de abrir as inscrições para o programa Desafio Agroflorestal, em parceria com o Fundo Vale e a Reserva Natural Vale (RNV). O objetivo é fortalecer o ecossistema de negócios sustentáveis, por meio de Sistemas Agroflorestais (SAFs). A chamada quer atrair projetos, negócios e soluções inovadoras que impulsionam esse modelo de agricultura baseado em agrofloresta, que traz impactos ambientais e sociais positivos.

Os setores que o Desafio Agroflorestal pretende auxiliar são: logística, novos produtos (com foco no uso de matéria-prima natural), modelos de negócio, comercialização, processo produtivo e soluções financeiras (visando democratizar o acesso de agricultores a recursos financeiros). Quem tiver interesse em participar do programa, basta acessar o site – www.desafiogroflorestal.com.br — e se inscrever no edital até o dia 16 de março. No dia 10 de março será realizado uma webinar para esclarecimentos complementares. Os projetos selecionados serão divulgados no dia 20 de março.

Os selecionados iniciam o programa em abril com um Bootcamp (treinamento imersivo) e logo após passam pelo processo de aceleração até junho, quando ocorre o encerramento do programa com um Demoday, no dia 29 de junho. Além disso, as iniciativas premiadas vão participar do 4º Fórum de Investimentos e Negócios de Impacto, no qual terão a oportunidade de conhecer possíveis investidores para trabalhos de impacto no Brasil.

Dentro do processo de aceleração, a Troposlab vai aplicar uma metodologia de modelagem de negócios adaptável a cada estágio de desenvolvimento, ao tipo de projeto e ao perfil de cada empreendedor, tudo desenvolvido pela aceleradora. O programa ainda vai contar com grupos de mentoria atendendo assuntos específicos dos Sistemas Agroflorestais e negócios de impacto. Durante a aceleração, também serão realizados alguns Business Points, momentos de conexão dos empreendedores sociais com potenciais parceiros, clientes e usuários de valor para o negócio.

Já o Fundo Vale e a RNV, vão auxiliar os negócios identificando potenciais parceiros e possibilitando conexões para viabilização e implementação da solução inicialmente proposta. O Fundo Vale também vai arcar com os custos dos participantes selecionados nas fases de Bootcamp e Demoday, incluindo as despesas com hospedagem e transporte até os locais – o que permite que projetos e pessoas de várias cidades brasileiras consigam participar.

Para Nathália Tavares, sócia e diretora comercial da Troposlab, a iniciativa beneficia diversos setores da economia do país, além de incentivar a inovação. “Este programa em parceria com o Fundo Vale e a RNV tem o objetivo de fortalecer o ecossistema de negócios agroflorestais, aproximando os diferentes agentes desse ecossistema, enquanto estimula e promove impactos ambientais e sociais positivos. Com ele, conseguiremos encontrar diversas soluções inovadoras com alto potencial de impacto para o país que até agora não eram conhecidos ou até mesmo que não conseguiam incentivo”, afirma.

Site para se inscrever: http://desafioagroflorestal.com.br/
Período de inscrições: 17 de fevereiro até 16 de março
Webinar: 10 de março
Comunicado às selecionadas: 20 de março
Bootcamp: 15 de abril
Fase de aceleração: 20 de abril a 26 de junho
Demoday (encerramento): 29 de junho

500 Startups promove evento em São Paulo sobre mercado de CVC

Os investimentos em Corporate Venture Capital crescem a cada ano. Segundo um estudo realizado com mais de 100 empresas de VC, pela 500 Startups, fundo de Venture Capital mais ativo do mundo, foram mais de US$60,8 bilhões investidos em mais de 1.065 negócios, em 2018.

Diante desse cenário, a 500, em parceria com Brazil Innovators, irá promover um evento, no dia 03 de março, em São Paulo, sobre o tema. Na ocasião, a Managing Partner da 500 Startups, Bedy Yang, se juntará com Jason Miles, Managing Director da Volvo Financial Services Innovation Ventures e Alexa Hall, Global Corporate Developer do Google, para falar sobre as descobertas do mercado de CVCs no mundo, além de trazer uma discussão sobre esse setor aqui no Brasil.

“No ano passado, 23,1% das transações realizadas foram conduzidas ou apoiadas por unidades de CVCs, por isso resolvemos trazer esse tema para discussão. O ecossistema brasileiro de startups está crescendo muito e é importante que grandes empresas descubram como aproveitar oportunidades nesse setor através de estratégias bem definidas”, conta Itali Collini, diretora de operações da 500 Startups aqui no Brasil.

O evento terá início às 18h, no Cubo Itaú – Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila
https://bit.ly/2SNAkt4

Data: 3 de março de 2020
Horário: 18h30 às 21h30
Localização: Cubo Itaú – Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olímpia
https://bit.ly/2SNAkt4

Cubo Itaú promove série de workshops e cursos em Março

O maior hub de empreendedorismo tecnológico da América Latina, recebe em março série de workshops para quem quer dar um gás na carreira. Os eventos, começam com workshops gratuitos focados em liderança feminina para celebrar o Dia das Mulheres.

No dia 5 de março acontece a série de workshops e palestras ELA PODE. Idealizado pelo Cubo Itaú, junto com a Rede Mulher Empreendedora, tem foco em soft skills, para desenvolver a si mesma e seu negócio. Serão abordados temas sobre Liderança na vida e nos negócios, Marca pessoal, Técnicas de vendas e Construindo redes de relacionamento.

No dia 11 de março, à partir das 19h, acontece o meetup da Vertical Cubo Logística & Mobilidade com foco no fomento de assuntos relevantes para as comunidades destes setores. Neste primeiro, o tema é: “Como navegar pelas águas agitadas da transformação digital?”, liderado pela Wilson Sons – maior operadora integrada de logística portuária e marítima do Brasil.

Além dos workshops, temas como saúde, marketing digital e varejo, estão na agenda. Lista completa, acesse o site: http://cubo.network/eventos

Eventos em destaque:

Workshop Ela Pode

Na semana do dia da Mulher, o Cubo traz um dia de Workshops ELA PODE, junto com a Rede Mulher Empreendedora, a primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil. O ELA PODE é um Programa do Instituto Rede Mulher Empreendedora que oferece capacitações abordando temas importantes para os desafios mais comuns na área do empreendedorismo e empregabilidade, tais como: comunicação, liderança, negociação, finanças, networking, marca pessoal e ferramentas digitais.

Workshop ELA PODE: conteúdo soft skills, para desenvolver a si mesma e seu negócio. Serão abordados temas sobre Liderança na vida e nos negócios, Marca pessoal, Técnicas de vendas e Construindo redes de relacionamento.

Data: 05/03

Horário: 09h00 – 13:00

Valor: Grátis

Local: Cubo Itaú – Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olímpia

#CuboLogistics&Mobility – VLI Meetup 1 – Como navegar pelas águas agitadas da transformação digital?

No meetup “Como navegar pelas águas agitadas da transformação digital?”, dia 11/03 das 18h30 às 22h30, reuniremos grandes gestores para conversar sobre como estão realizando na prática essa mudança profunda e significativa em suas equipes e corporações.

Este é o momento ideal para quebrar algumas barreiras culturais e romper com o jeito “tradicional” de administrar equipes e negócios que ainda impedem algumas empresas de mergulharem nessa transformação digital!

Data: 11/03

Horário: 19h00 – 21h00

Valor: R﹩ 20,00

Local: Cubo Itaú – Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olímpia

Marketing Digital na prática

“Marketing Digital na prática e como você nunca viu!”, tem como proposta apresentar conteúdo avançado de temas como:

• Geração de Leads

• Marketing de Conteúdo

• Mídia de Performance

• Vendas

• Automação de Marketing

• Tendência do Áudio

• Social Media

Data: 19/03

Horário: 13h00 – 18h45

Valor: R﹩ 89,99 até 5 de março – Desconto para combo

Local: Cubo Itaú – Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olímpia

 

Trybe recebe aporte de R$ 42 milhões após seis meses de fundação

Em 2019, Matheus Goyas, João Duarte, Rafael Torres, Claudio Lensing e Marcos Moura, ao lado de seus antigos sócios e equipe de AppProva – startup de dados e avaliação fundada pelo grupo em 2012 e adquirida pela Somos Educação em 2017 – começaram a planejar seus próximos passos como empreendedores após encerrarem o primeiro ciclo de sucesso.

O grupo sempre trabalhou orientado por uma missão clara: gerar oportunidade para as pessoas por meio de soluções educacionais de alta qualidade. Somente por meio do AppProva ajudaram mais de cinco milhões de estudantes em todo Brasil e milhares de instituições de ensino. Com base nesse mesmo propósito de gerar oportunidades e após uma série de viagens e investigações para definir o novo problema que tentariam resolver, eles decidiram dar um próximo passo para apoiar o cenário de empregabilidade no Brasil.

Foi assim que nasceu, em agosto de 2019, a Trybe, a escola referência em formação em desenvolvimento de software, uma das profissões mais procuradas pelo mercado. A startup se destaca pelo foco na qualidade da formação de seus estudantes. A empresa estima que investe cerca de 3 a 4 vezes mais que ofertas similares para a capacitação de cada pessoa que se forma no curso.

O resultado é uma formação completa e aprofundada, que abrange desde as habilidades técnicas necessárias para desenvolvimento de software até as chamadas soft skills, essenciais e demandadas no mercado de trabalho. Além disso, a escola oferece mentorias individuais e uma série de desafios práticos para potencializar a formação dos estudantes e prepará-los para o mundo real.

O principal diferencial da escola é um programa de aprendizagem de alta qualidade de seis horas por dia com duração de um ano criado sob medida para formar pessoas que atenderão às demandas das principais empresas do Brasil e do mundo. “Nosso objetivo é acelerar a carreira da pessoa em desenvolvimento de software. A ideia é trabalhar ativamente desde o início do programa para preparar e conectar os estudantes com as nossas empresas parceiras”, enfatiza Goyas, CEO da startup.

As empresas que precisam recrutar pessoas em desenvolvimento de software podem estabelecer parcerias com a Trybe sem nenhum custo, já que o único objetivo da escola é aproximar os melhores empregadores de seus estudantes para oferecer boas oportunidades profissionais. A ideia, segundo a empresa, é sempre trabalhar para maximizar o sucesso das pessoas. Atualmente, a Trybe possui fila de espera de empresas querendo ser parceiras, tamanha a demanda.

Os interessados em se formar na escola também são numerosos. Foram mais de 4800 inscrições de pessoas interessadas em estudar na turma de janeiro, porém menos de 100 delas foram aprovadas – uma taxa de ingresso similar à de processos seletivos de universidades públicas e instituições estrangeiras renomadas. Isso porque o processo de seleção da Trybe é rigoroso e busca encontrar pessoas altamente esforçadas e capazes de aprender.

A estratégia está dando certo: apenas seis meses após sua fundação, a Trybe acaba de receber seu segundo aporte, de R﹩ 42 milhões, liderado pelo fundo Atlantico e composto por outros investidores, entre eles Canary, Global Founders Capital, e.Bricks, Maya e Norte. Anteriormente, a startup já havia captado uma rodada seed liderada pelo Canary e com participação de e.Bricks, Maya e Joa (fundo de investimento do apresentador Luciano Huck) e que contou, também, com investidores pessoas físicas de peso, como Armínio Fraga e Ronaldo Lemos.

Segundo Goyas, o valor será usado majoritariamente para investir na qualidade da formação dos estudantes. “A Trybe só ganha quando o estudante tem o sucesso profissional. Isso nos obriga a oferecer não só as melhores práticas de ensino, como também investir cada vez mais na qualidade e formação do estudante. Afinal, se nossos estudantes não forem bons profissionais, eles não terão sucesso e, consequentemente, nós perdemos com isso”, afirma o empreendedor.

Aqui, Goyas se refere a outro diferencial da escola, o Modelo de Sucesso Compartilhado (MSC). Nele, o estudante não precisa arcar com nenhuma taxa ou mensalidade até conseguir um trabalho que pague no mínimo R﹩ 3.500 por mês. Isso significa que a Trybe só ganha quando os estudantes passam a ganhar de verdade. Apesar de novo no Brasil, o modelo já vem sendo adotado nos Estados Unidos, conhecido por lá como ISA (Income Share Agreement).

A expansão também está no radar da startup. “Vamos expandir conforme tenhamos segurança que nossa qualidade está melhorando”, destaca o CEO da Trybe. Ainda neste ano, a escola espera abrir mais nove turmas e chegar a 600 estudantes. Até 2021, a startup, que atualmente tem hubs em Belo Horizonte, São Paulo, Itajubá e Florianópolis, além de operar em mais 12 cidades na modalidade sem hub, projeta alcançar a marca de três mil estudantes.

Stark Bank recebe aporte liderado pela Iporanga Ventures

A Stark Bank, fintech b2b líder em open banking no Brasil, recebeu um aporte financeiro liderado pela Iporanga Ventures. O fundo já realizou aportes em startups bem-sucedidas como a Loggi, Gorila Invest, Quero Educação entre outras. Fundada em 2018, a fintech brasileira planeja investir o valor recebido no desenvolvimento contínuo do produto.

A Stark Bank permite que seus clientes façam suas operações bancárias via API, simplificando processos e eliminando gargalos financeiros e operacionais. A solução ajuda startups que estão buscando rápida expansão a efetuarem um grande volume de transações de forma automatizada, permitindo que essas empresas escalem seus pagamentos. Como resultado, os times financeiros ganham mais controle, tranquilidade, segurança e produtividade, focando no core business.

Para o Founder e CEO da Stark Bank, Rafael Stark, o mercado brasileiro recebeu muito bem a proposta do produto. “Quando você olha para o seu cliente e tenta entender a dor dele, percebendo como sua solução tecnológica pode agregar é fantástico. Nós sabemos que o Brasil vive um boom de startups e quanto mais elas crescem, mais complexas se tornam suas operações financeiras. Para realizar muitas transações, são obrigadas a usar arquivos de remessa, uma tecnologia arcaica dos anos 90 que é ineficiente, lenta e ainda passível de fraudes. Isso é inadmissível nos tempos de hoje.”, explica.

Em 2019, a Stark Bank cresceu 81% ao mês em receita e 89% ao mês em volume movimentado em sua plataforma. Para 2020, a expectativa é transacionar R$ 10 bilhões ano. Segura e escalável, a API da Stark Bank coloca o desenvolvedor como centro do produto, fazendo com que a integração seja feita em poucos minutos, similar ao Stripe, startup americana de pagamento online avaliada em mais de US$ 35 bilhões.

“Resolvemos apoiar a Stark Bank porque acreditamos que haja uma dor real no processamento de pagamentos em escala para as empresas, uma vez que a tecnologia dos bancos ainda se apóia em arquivos de remessa, o que se traduz em erros operacionais e lentidão. Quando conhecemos o produto, o time e os números da Start Bank nos convenceram a fazer o investimento”, declara Leonardo Teixeira, sócio da Iporanga Investimentos.

O produto e os resultados da fintech fizeram com que seus colaboradores e até outros founders que já eram clientes da Stark Bank participassem dessa rodada de investimentos, como Marcelo Abritta, CEO da Buser, Gabriel Benarros, CEO da Ingresse, e Bruno Nardon Ex-CEO da Rappi Brasil. Além disso, a empresa foi apontada como startup tendência no Digital Banking Brasil, conforme estudo da Fisher Venture Builder, patrocinado pela KPMG. O levantamento apontou que as soluções de open banking e pagamentos instantâneos para o mercado B2B são considerados trends do mercado financeiro, principalmente por resolverem três gaps principais: reduzir riscos de lavagem de dinheiro, eliminar erros de cobrança bancária em grande escala e ajudar a escalar negócios.

“No Brasil temos hoje mais de 12 mil Startups e esse número cresce 30% ao ano. Temos 11 unicórnios, sendo 5 deles só em 2019 e tem muito mais ainda por vir. Acreditamos que esse boom de empresas de tecnologia irá acelerar a economia brasileira e tem um potencial de movimentar R$ 1 trilhão ao ano. Nós iremos impulsionar todos os empreendedores que, assim como nós, querem mudar o Brasil para melhor usando tecnologia”, afirma Rafael Stark.

A Stark Bank está preparada para empresas de qualquer tamanho e volume de transações financeiras. Seus clientes atuais incluem Rappi, Buser, Ingresse, Kovi, Rebel e Enova, entre outros. Empresas interessadas em usar as soluções open banking da Stark Bank para impulsionar suas operações podem saber mais e aderir aqui.

Como melhorar a comunicação entre empresa e colaboradores

Por André Franco

Uma boa comunicação dentro de uma empresa é essencial para um ambiente menos estressante e mais harmônico. De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa Dynamic Signal , cerca de 80% de seus colaboradores que participaram do levantamento, disseram que a ausência de comunicação acarreta em um ambiente estressante de trabalho. E como exemplo disso, podemos perceber o alto índice de pessoas com problemas psicológicos e o surgimento de doenças relacionadas ao trabalho como a Síndrome de Burnout, identificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) recentemente.

Por isso, empresas que desejam se manter atualizadas precisam investir no serviço de comunicação interna para ontem. Mesmo porque, essa nova geração que tem chegado ao mercado de trabalho – conhecida como geração Z – não vai querer trabalhar em um local sem propósito. Mas você deve estar se perguntando o motivo da comunicação interna bem feita ser tão importante para as corporações.

Um líder, dependendo do tamanho da empresa, nem sempre vai ter acesso a todos os colaboradores e isso pode criar uma distância e um sentimento de falta de significância e pertencimento para os colaboradores. E quando falamos dessa geração atual, precisamos lembrar que são jovens que gostam de ser ouvidos e querem ajudar em tomadas de decisões, notando sua relevância na organização, além de estarem informados sobre o que acontece na companhia, e não apenas nos seus silos.

Nas empresas que não possuem canais modernos de comunicação ponta-a-ponta, o contato entre a liderança e os colaboradores operacionais, normalmente, acontece via ‘cascateamento de informação’, o que facilita o famoso telefone sem fio, alimentando ainda mais a “rádio-corredor”.

Como melhorar a comunicação e evitar esses problemas?

Para lidar com a nova geração citada acima, é preciso adaptar-se à forma que ela tem maior propensão de consumir informação e se engajar. Assim, o uso de tecnologia e formatos que se assemelham com redes sociais – que são muito usadas pelos jovens no Brasil – podem ser um ganha-ganha, pois além de atrair colaboradores, geram métricas de alcance, absorção e engajamento para os gestores. Isso porque, é um local criado apenas para essa comunicação da empresa, com uma linguagem mais informal, para chegar em colaboradores de todos os cargos. Nela é possível criar diálogos, informar novidades e até identificar quem são os influenciadores da sua equipe.

Com esse canal mais claro e mais efetivo do que comunicados em cartazes ou e-mails – que muitas vezes são ignorados pelos colaboradores – é possível que o setor de recursos humanos também comunique para todos os benefícios que a empresa lhes proporciona, pois muitos colaboradores nem sabem os benefícios que podem ter. Dessa forma, colaboradores alinhados com o propósito e engajados tornam-se embaixadores da marca, ou seja, falam bem da empresa para as pessoas externas pelos simples fato de sentir orgulho de pertencerem àquela equipe, impactando positivamente na reputação da empresa e, consequentemente, nos resultados do negócio. O mesmo podemos dizer sobre o aumento da lucratividade das empresas que têm colaboradores engajados. Um estudo do Gallup Institute de 2017 afirma que empresas cujos colaboradores são engajados tem 21% maior rentabilidade e seus colaboradores são 17% mais produtivos do que em empresas com baixos índices de engajamento.

Além disso, não basta apenas implementar boas campanhas de comunicação e se esquecer do fato de que é preciso mensurar sua eficácia. “Canais modernos proporcionam desde métricas de alcance da comunicação até o índice de absorção de campanhas internas em cada setor e localidade da empresa, em tempo real, possibilitando aos gestores identificarem falhas de comunicação e atuarem com agilidade. O resultado da melhoria de comunicação tem impacto direto no negócio, reduzindo turnover e aumentando a produtividade dos colaboradores.

Se você é um gestor de comunicação interna ou de pessoas, vai querer se atualizar ou ficar para trás das tendências de comunicação internas atuais?

André Franco, CEO do Dialog .ci, startup responsável por desenvolver uma ferramenta online para melhorar a comunicação e engajamento dentro das empresas