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Parceria com Cubo Itaú torna a Funcesp a primeira entidade de previdência a participar do processo de open innovation no hub

A Funcesp acaba de firmar parceria com o Cubo Itaú, principal hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, tornando-se assim a primeira entidade de previdência complementar a participar do centro para o processo de open innovation. A iniciativa vai ao encontro do objetivo da organização de fortalecer cada vez mais a cultura de inovação e transformação digital em toda sua cadeia operacional.

“A conexão com as fintechs, como são conhecidas as startups de finanças, e as healthtechs (de saúde) do Cubo Itaú nos auxiliará na estratégia de trazer soluções e ferramentas de Inteligência Artificial para o dia a dia da Funcesp, com benefícios diretos para nossos colaboradores, participantes e beneficiários”, comenta o presidente da Funcesp, Walter Mendes.

O presidente da Funcesp destaca ainda que a parceria tem como um de seus focos principais o envolvimento de colaboradores de todas as áreas. “Levaremos nossos profissionais até o Cubo para que identifiquem, no ecossistema de startups, soluções de inovação que proporcionem otimização e agilidade de processos, redução de custos, entre outros impactos positivos na operação”.

A parceria com o Cubo Itaú consolida o processo de transformação digital iniciado na Funcesp com iniciativas implantadas em diferentes áreas da entidade e que já vêm provocando mudanças na forma de se trabalhar, com foco em eficiência operacional e ganhos de produtividade.

“Ficou ainda mais evidente a necessidade das empresas investirem em soluções digitais para permanecerem relevantes em sua área de atuação. E a Funcesp entra no momento ideal no Cubo, pois as corporações que estão no processo de transformação digital, e cultural, vão ser protagonistas no novo normal”, fala Pedro Prates, Co-head do Cubo Itaú, complementando que ter no hub a maior entidade fechada de previdência complementar de capital privado do país vai ser uma excelente oportunidade para crescimento deste segmento, que pode contribuir de forma significativa para a sociedade.

Vale do Pinhão promove inédita competição on-line de startups de Curitiba

Oferecer mentoria e até possibilidade de investimento para startups e empreendedores de Curitiba, durante a pandemia da covid-19, é o objetivo do Pitch Live, inédita competição on-line promovida pelo Vale do Pinhão. O projeto une disputa e aprendizado, com foco em oportunidades de desenvolvimento de produtos e serviços inovadores.

Cris Alessi, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, avalia que o formato da competição do Vale do Pinhão contribuirá com o crescimento dos participantes, já que todos vão sair ganhando com a experiência e o aprendizado proporcionado.

“O Pitch Live dará mais visibilidade às startups e gerará mais negócios em Curitiba, mesmo durante a pandemia do novo coronavírus”, analisa Cris. A Agência Curitiba, ligada à Prefeitura, é responsável pela organização do evento digital.

A competição é dividida em três etapas e em duas delas estão previstos pitchs (apresentações rápidas) on-line, quando as startups vão “se vender” para jurados indicados por fundos de investimento do Vale do Pinhão.

Já estão confirmados nas bancas representantes do Anjos do Brasil, Curitiba Angel, Redpoint Eventures, Bzplan, HAG Ventures, GoVentures, BumpLab Startup, Platta Investimentos, JUPTER, Founder Institute Brazil, Honey Island Capital, VMF Participações, 2be Solutions e Excelência Participações.

Fases

Na primeira fase, as startups passam por uma seletiva e deverão se inscrever, até 17 de junho, no link da competição on-line. A partir de informações detalhadas no formulário, como estágio do projeto, equipe, produto e mercado, técnicos e parceiros da Agência Curitiba farão uma curadoria para escolher as 20 empresas que irão para a próxima etapa da competição do Vale do Pinhão.

Na segunda fase, começam os pitches das startups selecionadas, com apresentações de até quatro minutos. Serão dois grupos, divididos em dez competidores, que farão apresentações on-line para os jurados nos dias 19 de junho (grupo 1) e 26 de junho (grupo 2), às 16h30.

Com transmissão ao vivo pelo Youtube do Vale do Pinhão, os competidores serão avaliados a partir de critérios como grau de maturidade da empresa (e equipe), novidade, diferenciação e utilidade da inovação tecnológica apresentada.

A final da competição será no dia 1º de julho, às 16h, quando os oito finalistas se enfrentarão em um “Business Round” especial, versão on-line da rodada de negócios mensal promovida pelo Vale do Pinhão (o evento está suspenso com a pandemia). Serão pitches de quatro minutos para cada finalista e os jurados terão mais três minutos para fazer perguntas.

Nesta última etapa, o público também poderá votar e as empresas mais bem avaliadas somarão pontos extras em relação à votação do júri também formado por fundos de investimento.

Premiação

Como premiação, as startups receberão certificados como “Empresa Promissora” (2º e 3º lugares) e “Empresa Destaque” (1º lugar), oferecidos pela Agência Curitiba. Além disso, os fundos de investimento parceiros irão oferecer mentorias e a possiblidade de as empresas mais bem colocadas participarem de programas de aceleração e até de rodadas de investimento.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

CognIO firma parceria com a Cemig para desenvolver produtos inteligentes

A startup CognIO, que participa do FIEMG Lab, acertou uma parceria estratégica com a Cemig SIM dentro do seu programa de inovação aberta para o desenvolvimento de soluções em IoT, sigla que significa em português internet das coisas – conceito que se refere à interconexão digital de objetos cotidianos com a internet. A Cemig SIM será sócia da startup para a comercialização de duas plataformas e a CognIO será a responsável pelo desenvolvimento da tecnologia, engenharia e serviços necessários para a produção.

De acordo com Vanderson Sena, CEO da CognIO, a Cemig SIM – que faz parte do grupo Cemig que é uma das empresas madrinhas do FIEMG Lab – se mostrou interessada no ICE Guard, produto desenvolvido com o objetivo de reduzir perdas e realizar controle de qualidade e monitoramento em equipamentos de refrigeração. “Eles acharam o produto fabuloso e se dispuseram a revender. Além disso, nos disseram que precisavam de uma plataforma para a gestão da eficiência energética. A partir daí desenvolvemos o Energy SIM”, contou o CEO.

O ICE Guard realiza a gestão da cadeia fria, monitora os processos e com isso propicia ao cliente, atacadista ou industrial, que ele tenha um controle da sua cadeia fria ao visualizar e ter toda as variáveis para controlar a qualidade alimentar, a eficiência energética. “No Brasil, 15 milhões de toneladas de comida são jogadas no lixo pela ineficiência operacional na cadeia fria. O ICE Guard surde da necessidade de cuidar de todos os processos desta cadeia para que as pessoas não comprem comida estragada”, afirmou Sena.

E para que as empresas possam alcançar uma economia em suas plantas energéticas, que pode variar de 10 a 35%, a CognIO criou o Energy SIM. “É uma plataforma que permite um controle apurado do gasto de energia. Em momentos de crise como o que estamos vivendo, é importante reduzir gastos e, no momento da retomada, o uso racional vai contribuir para a manutenção do negócio”, explicou.

A CognIO é uma startup de Belo Horizonte, que existe desde 2018, e participa do programa de aceleração do FIEMG Lab 4.0. Para o CEO, participar do programa potencializou o desenvolvimento da empresa. “O FIEMG Lab é um divisor de águas, pois foi durante a aceleração que desenvolvemos o ICE Guard e tivemos a oportunidade de desenvolver um novo produto que contribui para a nossa jornada e nos coloca em um outro patamar”, comemora Sena.

EMBRAPII recebe projetos de startups e pequenas empresas para parceria internacional

Para estimular o compartilhamento de conhecimento tecnológico e promover a internacionalização deempresas, a EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) e o IraSME, consórcio que reúne instituições de fomento à inovação de vários países, estão recebendo propostas de Projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) de startups, de pequenas e médias empresas brasileiras.

Os projetos devem ser realizados em parceria com a indústria dos países membros da rede (Canadá, Áustria,República Tcheca, Alemanha, Turquia, Rússia, Luxemburgo e Bélgica). O objetivo é que as propostas sejam voltadas para o desenvolvimento de soluções e novas tecnologias. Não há restrição de área de conhecimento e todos os setores industriais podem apresentar projetos.

Para confirmar a participação, as empresas brasileiras devem procurar uma das 55 Unidades EMBRAPII (veja aqui), centros de pesquisa integrantes da rede da instituição brasileira, para submeter seu projeto à avaliação. Oprazo final é 30 de setembro.

“A adesão da EMBRAPII à Rede IraSME vai ao encontro das ações que a organização tem estabelecido para promover a internacionalização das empresas brasileiras. Startups, pequenos e médios empreendedores do país poderão ter acesso a equipamentos e conhecimento tecnológico de importantes centros de pesquisas. Além disso, a parceria também vai fortalecer a cooperação entre instituições de pesquisa tecnológica brasileiras no exterior e da própria EMBRAPII com outras organizações de fomento”, destaca o diretor de Operações da EMBRAPII, Carlos Eduardo Pereira. 

Empresas do Cubo Itaú apostam na aceleração da transformação digital

Momentos de crise costumam propiciar grandes oportunidades de negócios. E o cenário atual diante da pandemia da Covid-19, certamente mostrará uma evolução na retomada de atividades, assim como nas ações das empresas que estão se adaptando ao novo normal.

O Cubo Itaú, criado em um período adverso da economia, é um exemplo de oportunidade diante da crise – ele foi inaugurado em 2015, quando o país perdeu grau de investimento por agências internacionais de classificação de risco e vivia um momento delicado.

Pedro Prates, co-head do mais relevante hub de empreendedorismo tecnológico na América Latina, aponta que se adaptar é necessário para driblar as dificuldades no mercado. “Enxergamos esse momento como uma oportunidade, pois as empresas precisam se adaptar diante da crise”, afirma Prates.

Desde o lançamento do Cubo Itaú, é possível ver a evolução exponencial do ecossistema no Brasil. O hub tinha em seu portfólio pouco mais de 40 startups e menos de 5 mantenedores no momento de sua criação. Hoje, esses números são muito maiores. Seja em espaço, quantidade de startups e empresas mantenedoras que estão passando pelo processo de transformação digital – atualmente, são mais de 300 startups e 28 empresas parceiras.

“Soluções digitais passam a ser, sem dúvida, protagonistas no processo de mudança que irá definir o sucesso de empresas no novo normal. Para isso, a forma como se pensa tecnologia e na geração de valor ágil ao cliente passa a ter papel central nas estratégias corporativas. Não se trata de um ideal intangível”, diz o co-head do Cubo.

Um dos cases do portfólio do hub que vem olhando para a transformação é a brMalls, que atua no setor de varejo e faz parte do Cubo desde 2018. Segundo a especialista de inovação aberta da companhia, Carolina Padilha, o objetivo da empresa sempre foi o de protagonizar o movimento de transformação digital do varejo.

Desde de sua entrada até hoje, a brMalls conta com mais de 30 cases de contratação de startups por varejistas. “Fomentar, contribuir com o crescimento e manutenção do ecossistema de startups é essencial para que as companhias continuem gerando novas soluções ao mercado”, aponta Carolina.

Desde que a empresa começou o processo de inovação aberta no hub, foi possível utilizar o ecossistema para ir além. “A testagem de hipóteses, aprendizado de novas formas de trabalho, aceleração do roadmap digital e o entendimento de como trabalhar com o modelo de plataforma aberta hoje possibilitam conexões mais rápidas e eficazes”. Foi possível também implementar a cultura de experimentação, segundo Carolina. “Entendemos que é importante testar, errar, aprender, mudar de direção e responder rápido. E isso está nos ajudando muito no momento de crise”, conta.

Outra empresa que também passa pelo processo de inovação aberta é a Cogna. Uma das principais organizações educacionais do mundo e parceira da vertical Cubo Education, a companhia teve mais de 43 experimentos de inovação em 2019 e ajudou a acelerar a transformação digital com inovações que trouxeram retornos significativos de eficiência, produtividade, performance, contou a Gerente de inovação aberta, Anieli Scandarolli.

“A parceria com startups também contribuiu antecipando diversas tendências educacionais para nossos alunos, o que nos estimulou a atualizar um currículo transversal de tecnologia e novas habilidades essenciais para o futuro no mercado de trabalho. Entre os cases, destaco a Fhinck, que nos ajudou a otimizar a performance dos times internos durante a integração da Somos com a Kroton em 2019 e a Tamboro que como parceira contribuiu para a formação sócio emocional de cerca de 2 mil graduandos”, destaca.

Startup lança dispositivo para higienização das mãos com álcool em gel em espaços coletivos

A pandemia da Covid-19 incluiu um novo e necessário hábito na rotina das pessoas: higienizar frequentemente as mãos com álcool em gel. Para garantir que esse cuidado possa ser realmente tomado, especialmente em locais com maior circulação de pessoas, a startup bento-gonçalevence Icehot desenvolveu um dispositivo extremamente oportuno: o FácilGel.

O equipamento disponibiliza pequenas porções do desinfetante para que a pessoa possa fazer a esterilização das mãos de forma prática e segura: o acionamento que libera o álcool em gel é feito por meio de um pedal. Dessa forma, evita qualquer contato manual com o aparelho. Esse diferencial é mais uma garantia de proteção contra o vírus.
Idealizado no formato vertical, o dispenser tem aproximadamente um metro de altura e dez centímetros de largura, dimensões que permitem a instalação em qualquer local. Sua estrutura de base e pedal são feitas em aço carbono, e o corpo é fabricado em plástico – aumentando a durabilidade, com seis meses de garantia por parte do fabricante, e facilitando a mobilidade. Não é necessária conexão com pontos de energia elétrica para o funcionamento do equipamento. O sistema tem capacidade para atender até cinco mil aplicações por carga – sua capacidade permite armazenar três litros de álcool em gel.

“As aplicações do FácilGel são inúmeras: em indústrias, para facilitar a higienização de colaboradores em espaços comuns, em estabelecimentos comerciais como lojas e restaurantes, e em qualquer ponto onde haja circulação de pessoas. É uma forma prática e inteligente de atender ao cumprimento de uma norma que beneficia a todos”, explicam os idealizadores Alex Oliveira e Samuel Panta.

Já disponível para encomenda, as empresas interessadas podem aproveitar a oferta de lançamento e adquirir o FácilGel por R$ 289,00 a unidade. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail atendimento@facilgel.com ou no sitewww.facilgel.com.br.

 

Divulgação FácilGel

Digibee recebe aporte de US$ 5 milhões e investe em expansão para os EUA

Receber um aporte de US$ 5 milhões, investir na expansão internacional e somar mais de 90 clientes de grande porte, em plena pandemia, é um feito e tanto. Pois a Digibee, scale-up brasileira de tecnologia que atua na integração de sistemas, está crescendo exponencialmente, em meio a um cenário em que muitas empresas ainda tentam sobreviver. Sediada no Cubo Itaú, com 50 funcionários, vem se destacando nesse momento de transformação digital, num mercado dominado por empresas americanas.

Após uma rodada de investimentos que começou no fim do ano passado e foi concluída em março, em plena crise econômica, a scale-up, há apenas 3 anos no mercado, soma grandes clientes como Dasa, RedeD’Or, Santander, Makro, Assaí Atacadista, Pernambucanas, Canon, Totvs e Accenture, entre outros. A Digibee criou uma plataforma (Hybrid Integration Platform) que simplifica a integração de sistemas de ponta a ponta – uma questão sempre complexa em tecnologia –, com uma velocidade até 10 vezes mais rápida e mais eficiente que as abordagens tradicionais.

“Apesar da pandemia, tivemos em 2020 o melhor trimestre da história da Digibee e estamos mantendo a expectativa de crescer quatro vezes em faturamento este ano. Com o trabalho remoto, notamos um aumento de 25% na produtividade, resultando em maior velocidade de entrega e mais qualidade. Oferecemos uma redução significativa de custos para nossos clientes que pode chegar a 90% “, conta Rodrigo Bernardinelli, CEO da Digibee. Entre os investidores deste aporte estão o grupo GAA Investments, sediado na Flórida (EUA) e o executivo Laércio Albuquerque, com 25 anos de experiência em empresas multinacionais de TI.

“O GAA Investments apostou desde o início na Digibee, quando fizeram a primeira rodada de investimentos em nossa empresa, junto com o Paulo Veras, fundador da 99 Taxi. Já a entrada do Laércio Albuquerque como investidor é impactante, pois, como parte do conselho consultivo, ele promoverá a Digibee em ações sociais, tão essenciais hoje, além de toda a experiência e o relacionamento próximo com o setor de tecnologia B2B”, pontua o Bernardinelli.

Multiplicando a aposta

Para Geraldo Neto, cofundador do GAA Investments, “aquele time que a gente apostou, há um ano e meio, atingiu um crescimento absurdo. A gente está sonhando alto com a Digibee, com essa bandeira que está sendo fincada nos Estados Unidos”, ressalta.

Laércio Albuquerque explica o investimento na Digibee pelo potencial de movimentos ainda mais ambiciosos, depois de consolidar a operação nos EUA, como abrir capital num IPO. “É a tecnologia brasileira ganhando espaço no mercado internacional. Com o novo aporte, terá ainda mais recursos para operar com força máxima nos próximos anos”, avalia.

Segundo o CEO da Digibee, a crise econômica demonstrou que a plataforma é uma alternativa viável para projetos de tecnologia que precisam ser otimizados. “Capacidade de entrega e simplicidade é o que estamos oferecendo aos clientes neste momento de turbulência. Nosso foco é em grandes empresas, com sistemas legados e ambientes complexos de TI. Trabalhamos para que saiam fortalecidas do grande desafio que vivemos hoje”, conclui.

B2Mamy lança plataforma de realidade virtual e streaming e recebe investimento de 600 mil reais durante a quarentena

Em tempos de isolamento social e distanciamento, o maternar, consumir, empreender e se capacitar também ganham novas práticas e significados. Muitas mães precisaram se reinventar e a B2Mamy Aceleradora, primeira empresa que capacita e conecta mães ao ecossistema de inovação e tecnologia para que elas sejam líderes e livres economicamente, também se preocupou com isso.

A partir das reflexões proporcionadas pelo momento atual, a aceleradora se dedicou a repensar como escalar o abraço. O abraço acolhedor é uma marca da B2Mamy, que se faz presente em todos os encontros da Comunidade, e no ambiente online não será diferente.

Assim foi criada a B2Mamy e-Place, a primeira plataforma de realidade virtual e streaming, especializada na jornada da maternidade. “A B2Mamy e-Place é um ambiente online único, baseado em 4 principais pilares: Conteúdo e Entretenimento produzido ou curado pela B2Mamy, Dados & Pesquisa de mercado para marcas que tenham fit com a audiência, Conexões com outras mães e players do ecossistema e Consumo com a oferta de produtos e serviços exclusivos. Atuaremos como uma versão segmentada do Netflix e de jogos como Second Life e Fortnite”, afirma Dani Junco. Depois do primeiro acesso, com login realizado, a usuária da plataforma não estará no trabalho ou em casa, mas em um terceiro lugar, totalmente focado em promover a melhor experiência e a mais humanizada possível.

Mesmo em meio a atual crise econômica, um pool de investidores anjos aporta capital e a B2Mamy recebe os recursos para tracionar esse novo modelo de negócio totalmente digital e escalável. “Há algum tempo acompanhava a evolução da B2Mamy, que é uma empresa fantástica, com propósito, tração e grandes sócias e acredito que com a B2Mamy e-Place, a empresa acertou e agora investimos para ajudá-las a crescer”, destaca Daniel Magalhães, um dos anjos dessa rodada.

Para a aceleradora, foi preciso reformular os programas, eventos e ações, evoluindo-os para o mundo digital. Dani Junco, fundadora e CEO da B2Mamy, afirma que afastamento social não precisa significar isolamento emocional e, por isso, entende que é importante que as mães da Comunidade B2Mamy continuem juntas e em movimento.

O lançamento da nova plataforma aconteceu durante a 4ª edição do B2Mamy Day, no último dia 30 de maio. Na ocasião, a empresa promoveu um sábado especial com mais de 14 horas de conteúdo online em 3 arenas de discussões e palestras, pitch fight para investidores e salas para consumo dos produtos e serviços de empresas apoiadoras.

Um time renomado de integrantes da Comunidade B2Mamy foi selecionado para participar deste lançamento. Camila Farani, Rafa Brites e Mariana Ferrão são algumas das palestrantes que estavam ao vivo no lançamento falando sobre síndrome da impostora, inteligência emocional e jornada da maternidade. Outras temáticas importantes foram discutidas como diversidade e inclusão, investimentos em startups e motivações para novos negócios. Para conferir o conteúdo do B2Mamy Day que foi transmitido no último sábado e demais conteúdos produzidos pela B2Mamy para o evento, basta acessar http://www.b2mamyeplace.com.br.

O Pitch Fight também alcançou as expectativas da aceleradora, com quase 100 inscrições, 8 mulheres foram selecionadas para a final ao vivo. Durante 3 minutos, cada participante teve que defender seu modelo de negócio para convencer os jurados que merecia uma vaga na próxima turma do Programa Pulse, no valor de R﹩ 3.000,00.

O B2Mamy Day ainda incentivou doações para a campanha “Womby: inclusão por um bit”, um programa de impacto social para capacitação em profissões digitais e empregabilidade de mães que moram na periferia dos grandes centros, dando uma nova perspectiva econômica para essas mulheres em situação de vulnerabilidade e mudar esse jogo. As doações foram coletadas por meio de um QR-Code durante o evento.

Para encerrar o lançamento, além das palestras e discussões ao vivo na Arena Conectar, as cantoras Tiê e Sarah Renata junto com a DJ Li Saito, fizeram uma live exclusiva para a plataforma, marcando também o conceito de entretenimento que a mesma possui.

Agrofy vence prêmio “Emerging Startup Awards 2020”

A Agrofy, startup argentina que busca ser o maior marketplace para o agronegócio do mundo, foi selecionada entre as “Startups Emergentes”, por pesquisa da AgriTech, no prêmio “Tracxn Emerging Awards 2020”, no dia 28 de maio.

O prêmio reconhece a Agrofy como uma das principais empresas agrícolas do mundo, sendo premiada na categoria “Minicorn”, que reconhece o desempenho das startups e elegem as que apresentam alto potencial para conquistar o título de unicórnio. “Estamos orgulhosos por esse reconhecimento, ainda mais pela nossa história e por levarmos o DNA agro da origem argentina da empresa para outros países e com serviços inovadores e adaptados para cada região”, destaca Rafael Sant’Anna, country mananger da Agrofy no Brasil.

Escolhida na categoria “Minicorn”, que elege os empreendimentos de alto crescimento em estágio inicial (Série A +) com competência de levar os negócios para o próximo nível, escalando em ritmo de crescimento acelerado. “Estamos muito felizes por sermos escolhidos e reconhecidos como uma das principais expoentes do setor ao promover novas tecnologias e soluções para os produtores rurais”, completa Sant’Anna.

O prêmio é organizado pela Tracxn, plataforma global projetada para investidores que rastreia empresas inovadoras em mais de 300 setores de tecnologia, com cerca de 800 temas emergentes em mais de 30 países. Os critérios de avaliação envolvem o acompanhamento das atividades das empresas presentes no ecossistema das startups pelo mundo, incluindo fundos de capital de risco, fundos de private equity e bancos de investimento, entre outros.

A plataforma destaca que o setor AgriTech é um dos mais atraentes para os investidores ao movimentar US $ 28,6 bilhões no mundo investidos em 2.200 empresas por ano. Confira a lista com todos os participantes da competição em http://tracxn.com/d/emerging-startups/agritech-startups-2020.

Igualdade de gênero: startup brasileira é reconhecida internacionalmente pela Women’s Empowerment Principles

 

A startup brasileira HealthBit, referência em tecnologia especializada em saúde, acaba de ser reconhecida internacionalmente pela organização Women’s Empowerment Principles. A WEPs, em parceria com a ONU Mulheres, busca igualdade de gênero e incentiva empresas a promover o empoderamento das mulheres no local de trabalho, mercado e comunidade.

São 7 princípios que foram estabelecidos pelo Pacto Global da ONU e pela ONU Mulheres. Eles foram elaborados pelos padrões internacionais de trabalho e direitos humanos e as empresas reconhecidas têm participação e são responsáveis ​​pela igualdade de gênero e pelo empoderamento das mulheres.

Ao ingressar na comunidade Women’s Empowerment Principles, o CEO da HealthBit, Murilo Wadt, automaticamente se comprometeu com os princípios de empoderamento das mulheres nos níveis mais altos da empresa e com o trabalho colaborativo para promover práticas de negócios que capacitam as mulheres. Isto inclui remuneração igual independente do gênero, práticas de educação e treinamento para a igualdade de gênero e tolerância zero a assédio sexual no local de trabalho.

Práticas que são princípios da startup brasileira desde a fundação, há 5 anos. Hoje, as mulheres representam62,5% dos cargos mais altos da HealthBit e conselhos e equipes administrativa elas representam 43%.

De acordo com líder de Desenvolvimento Humano Organizacional da HealthBit, Aline Nishiyamamoto, fazer parte da comunidade WEPs é uma conquista muito significativa: “Na HealthBit buscamos ter um time integrado aos nossos valores e que acredite em nossa missão. Desde o processo seletivo, até em ações institucionais e cotidianas, buscamos seguir um caminho que promova a igualdade de gênero, por entender a relevância e importância do assunto em um mundo no qual ainda estamos longe do ideal. O reconhecimento da WEPs veio como um sinal de que, mesmo tendo sempre onde melhorar, estamos no caminho certo”, conta Aline Nishiyamamoto.

Os princípios

O trabalho da WEPs é muito importante para a luta das mulheres em busca da igualdade de gênero. Mas apoiar mulheres em cargos altos e de confiança também é muito benéfico para a empresa. “As empresas que investem em mulheres e apóiam a liderança e a tomada de decisões das mulheres e se comprometem com a igualdade de gênero geralmente superam seus concorrentes. Os Princípios de Empoderamento das Mulheres oferecem uma ótima plataforma para a mudança.”, afirmou Amina Mohammed, vice-secretária geral das Nações Unidas no Fórum WEPs.

Conheça quais são os 7 princípios da The Women’s Empowerment Principles:

1. Liderança corporativa de alto nível: um importante passo para tornar a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres uma prioridade estratégica dentro das empresas;

2. Trate todas as mulheres e homens de maneira justa no trabalho, sem discriminação: que é um princípio alinhado com os direitos humanos;

3. Saúde, bem-estar e segurança dos funcionários: tem como base a questão de que os empregadores possuem um enorme peso na preservação e promoção da saúde dos funcionários;

4. Educação e treinamento para a igualdade de gênero: promover treinamentos que falem sobre a igualdade de gênero e como a empresa contribui para isso, além de promover educação e treinamentos complementados com programas de networking e orientação às mulheres;

5. Desenvolvimento empresarial, cadeia de suprimentos e práticas de marketing: criar políticas inclusivas da cadeia de suprimentos, dos padrões de envolvimento e manter uma comunicação que retrate mulheres e homens em papéis iguais e multidimensionais;

6. Iniciativas comunitárias e advocacia: investir em programas de desenvolvimento comunitário para que a empresa contribua com a igualdade de gênero junto com iniciativas que já a fazem;

7. Medição e relatórios: este princípio fala sobre a importância dos mecanismos de medição e criação de relatório para analisar o desempenho e o progresso da empresa.

boostLAB, do BTG Pactual, abre inscrições para potencialização de startups em nível avançado

O boostLAB abre inscrições na próxima segunda-feira (1) para sua sexta edição do programa de potencialização de startups em nível avançado, as chamadas Scale-ups. O programa do BTG Pactual , maior banco de investimentos da América Latina, conta com a parceria e metodologia da ACE, uma das maiores empresas de inovação corporativa da América Latina.

Nessa edição, o boostLAB busca soluções nas seguintes áreas: Open Banking, Fintechs, ERPs, Machine Learning, Artificial Intelligence, Real Estate, Big Data, Legaltechs, Insurtechs, Blockchain e Edtechs. Para participar do programa, é importante que as Scale-ups tenham ao menos dois sócios com dedicação exclusiva, produto pronto, tração e vendas recorrentes para resolver problemas reais, de forma escalável.

“Estamos cada vez mais satisfeitos com os resultados do boostLAB, que também se consolidou como o hub de negócios do BTG Pactual para o ecossistema Tech. Neste Batch, estaremos ainda mais atentos às soluções relacionadas ao Open Banking, haja visto os avanços da implementação deste modelo no Brasil”, diz Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB.

A quinta edição do programa superou a marca de 335 empresas inscritas. Para o Batch #6 serão selecionadas de cinco a dez startups para seguirem no programa durante o segundo semestre. As inscrições vão até 17 de julho e devem ser feitas pelo site: http://www.boostlab.com.br/.

Incentivos para as startups

A iniciativa prevê a realização de parcerias e negócios com o BTG Pactual, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema. As selecionadas recebem também créditos na nuvem e benefícios que podem chegar a mais de R$ 300 mil.

Um dos pontos de destaque do boostLAB é a proximidade dos sócios e diretores sêniores do banco, que oferecem mentorias e dividem suas experiências por meio de seu Conselho. Cada um dos envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Banco. São eles: Frederico Pompeu – Head do boostLAB, que tem dedicação exclusiva ao programa, Amos Genish (Sócio responsável pela Unidade Digital de Varejo), André Alves (Head de Marketing), André Fernandes (Head de Risco), Gabriel Motomura (Líder da área de crédito para PMEs), José Vita (Membro do Comitê Executivo), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), Mateus Carneiro (Head do RH), Mauro Dutra (CFO do Banco Pan), Pedro Henrique Fragoso (Private Equity), Renato Mazzola (Head do Private Equity e do time de Infraestrutura), entre outros.

Além do Conselho, um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação também se dedica ao programa, como Cláudio Galeazzi, ex-CEO do GPA e BRF e grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, Edison Ticle, CFO da Minerva, Florian Bartunek, CIO da Constellation, Otávio Araujo, CFO da Dotz, Sônia Hess, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil, Stelleo Tolda, COO do Mercado Livre e muitos outros. As Scale-ups também contam com um time grande de mentores da ACE e do Google Launchpad.

Startup lança função de rastreio de funcionários para evitar contaminações

A Novidá – startup membro do hub Cubo Itaú, focada em geolocalização de alta precisão – lançou um módulo em sua plataforma para rastrear a movimentação dos funcionários de seus clientes e evitar a disseminação do coronavírus.

Usando um conceito chamado contact tracing (ou rastreamento de contatos), o objetivo é que, caso uma empresa confirme a contaminação por covid-19 em um de seus funcionários, ela consiga saber quais foram as áreas percorridas por esse colaborador e com quem ele entrou em contato nos últimos dias, permitindo tomar decisões que evitem maior disseminação.

Além disso, a plataforma também alerta em tempo real a formação de aglomerações e violações dos limites de distanciamento social recomendados, possibilitando que os colaboradores mantenham distância segura entre si e que o gestor possa agir nestes casos. Por fim, a solução ainda pode ser usada para fazer a gestão dos times de limpeza e garantir a execução e qualidade na higienização dos espaços internos.

“Ao que tudo indica, essa pandemia ainda continuará nos abalando pelo menos a curto e médio prazo. Mas as empresas precisam retomar suas atividades. Assim, mais do que nunca o foco agora precisa ser a garantia da segurança e saúde dos colaboradores. Foi por isso que implementamos esse módulo adicional dentro de nossa plataforma”, explica Fábio Rodrigues, diretor executivo da Novidá.

O grande trunfo da Novidá para implementar sua solução é a união entre Internet das Coisas e Inteligência Artificial. A startup utiliza sensores fixos distribuídos pelo ambiente e dispositivos móveis de baixíssimo custo (smartphones ou crachás especiais, por exemplos) com os colaboradores. Esses sensores se comunicam e, por meio dos algoritmos desenvolvidos pela Novidá, conseguem entender o comportamento e localização das pessoas.

Assim, em uma plataforma web, o gestor consegue visualizar as rotas percorridas por cada funcionário, acompanha os tempos de execução de cada tarefa, localiza um colaborador em tempo real, acessa o mapa de calor de sua planta e tem informações assertivas sobre o que acontece em seu negócio.

“Nossa solução sempre teve o foco em otimizar a gestão de equipes operacionais para aumentar a produtividade de nossos clientes. Nesse momento, a missão continua a mesma, mas acrescentamos a esse ‘pacote’ a saúde e segurança dos colaboradores. Até porque, no fim do dia, a saúde dos funcionários está diretamente ligada à produtividade da organização”, afirma Fábio.

Em 2019, a Novidá multiplicou sua receita em 350%, oferecendo sua solução para organizações como PSA Groupe, GOL, Cubo Itaú, Andrade Gutierrez, entre outras. A empresa também foi eleita a startup mais atrativa do país com uso de Internet das Coisas, de acordo com o ranking do 100 Open Startups. Na última semana, a Plug and Play (uma das maiores aceleradoras do Vale do Silício) destacou a Novidá como uma das principais soluções globais entre as startups para a retomada das operações nas empresas.

“A retomada das operações exige cautela e estratégia. Porém, é possível aliar segurança com produtividade. Esse é o momento de garantir a saúde dos colaboradores e otimizar ao máximo a gestão operacional. Acredito que a Novidá tem muito a oferecer nesse sentido”, conclui Fábio.