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Programa Pulse da B2Mamy busca acelerar startups em fase inicial

Voltado para mulheres que querem impulsionar suas startups, aprender os diversos conceitos do empreendedorismo e imergir nesse mundo ou implementar processos mais ágeis a B2Mamy , primeira empresa que capacita e conecta mães ao ecossistema de inovação e tecnologia para que elas sejam líderes e livres economicamente criou o Pulse. O programa de aceleração powered by Google for Startups é focado em startups early stage, ou seja, que estejam na fase inicial .

A 8ª edição do Pulse, assim como a anterior, acontece totalmente online e conta com 10 vagas subsidiadas pelas marcas apoiadoras, como Huggies e ConectCar. As inscrições estão abertas até 24 de julho e as empresas interessadas devem preencher os seguintes critérios:

• Estar em estágio inicial (early stage);

• Liderados ou fundados por mulheres e mães (reservamos 30% das vagas para outros perfis);

• Negócios no contexto digital com soluções em tecnologia (marketplace, EAD, APPS e SaaS).

Com mais de três anos de atuação no mercado, a B2Mamy já acelerou mais de 231 empresas e já capacitou mais de 10.500 mulheres. As últimas turmas formadas pelo Pulse, juntas, já faturaram mais de R﹩ 729.934,40.

Mais do que orientar ideias na fase inicial, a B2Mamy entrega informações essenciais para as mães empreendedoras, dando a elas oportunidades reais de na área das startups. “O programa Pulse nasceu com o intuito de trazer conexão a essas empreendedoras e a vivência do mercado na prática”, comenta Dani Junco, CEO e fundadora da aceleradora.

B2Mamy Pulse – 8ª turma

Seletivas até: 24 de julho

Início das aulas: 06 e 07 de agosto

Final das aulas: 11 de dezembro

Link Inscrição:

http://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeXXlTVSMit4JfDbzALfCvyHG_mgXxry_etlu-VKvQe4XvBJg/viewform

Pulse:

http://www.b2mamy.com.br/to-no-pulse

Mais de 70% das startups não possuem estratégia formal de relacionamento com o cliente

Mais de 70% dos fundadores e tomadores de decisão informaram que não possuem uma estratégia formal de suporte ao cliente. Essa é uma das descobertas do The Startups CX Benchmark, relatório criado pela Zendesk, Inc. (NYSE: ZEN) a partir da análise de mais de 4.400 startups em estágio inicial ao redor do mundo.

O documento mostra que, embora não exista uma abordagem única, as histórias de sucesso dentro do grupo analisado têm uma coisa em comum: a capacidade de fornecer um suporte mais holístico aos clientes desde o início. Sendo assim, muitas empresas estão perdendo a oportunidade de oferecer as experiências que os diferenciam de seus pares e promovem o sucesso comercial a longo prazo.

De acordo com o relatório, as startups de rápido crescimento — aquelas que dobraram a contagem de agentes de suporte ao cliente nos primeiros dois anos de uso de Zendesk e têm 18 meses ou menos entre as rodadas de financiamento divulgadas publicamente — fazem investimentos maiores e mais rápidos em suas estratégias de CX.

De fato, 33% dessas empresas têm mais probabilidade de adicionar suporte omnichannel ou multicanal nos dois primeiros anos. O resultado é de resoluções mais rápidas (de aproximadamente metade do tempo de espera dos clientes), melhor eficiência da equipe e mais opções para os clientes encontrarem o suporte que procuram, o que leva a um CX aprimorado.

O relatório identificou seis ações nas quais as empresas devem se concentrar para operar como uma startup de crescimento rápido nos primeiros dois anos, em ordem de prioridade:

1. Configure uma função de suporte ao cliente que priorize velocidade e conveniência para seus clientes e equipes de atendimento;

2. Adicione canais ao vivo, como telefone e chat, que são alternativas mais rápidas aos tickets via e-mail e web;

3. Abra canais de mensageria, como mídias sociais e WhatsApp, para alcançar clientes nos canais que eles usam no dia a dia;

4. Estabeleça uma central de ajuda ou Perguntas Frequentes que inclua pelo menos 30 artigos que respondam às perguntas mais comuns;

5. Introduza pelo menos um novo aplicativo ou integração à sua plataforma de suporte ao cliente a cada seis meses para aumentar a produtividade do agente de suporte e otimizar os fluxos de trabalho;

6. Mantenha entre três e oito horas os tempos de primeira resposta e de resolução do atendimento.

O relatório também indica que as startups de crescimento rápido direcionam mais recursos para autoatendimento e canais em tempo real, como telefone e chat, sendo que os unicórnios — empresas privadas avaliadas em mais de US$ 1 bilhão — são ainda mais ágeis na adoção dos canais de atendimento em tempo real. Os unicórnios também priorizam adicionar o autoatendimento, como centrais de ajuda, 61% mais rápido do que outras startups no primeiro ano.

“As startups que desejam se superar devem investir na construção de uma base sólida em experiência do cliente desde o início”, disse Jeff Titterton, CMO da Zendesk. “Os clientes esperam mais das empresas, independentemente de tamanho, idade ou setor. Ter suporte ao cliente diferenciado pode ser a diferença entre deixar de escalar e se tornar uma startup de sucesso e crescimento rápido.”

Startup Xerpa anuncia trabalho remoto definitivo

A Xerpa, criadora do Xerpay, aplicativo que permite que o trabalhador acesse o seu salário referente aos dias já trabalhados, quando quiser, sem que precise esperar a data de pagamento, anunciou que todos os seus funcionários terão a livre escolha de trabalhar remotamente, mesmo após o fim da quarentena. A empresa está funcionando remotamente, desde o dia 16 de março em função da pandemia e tem tido uma experiência surpreendente nesse período.

Em uma pesquisa recente feita internamente, 94% dos funcionários sentem que a sua produtividade é igual ou melhor trabalhando remotamente, e isso também tem se comprovado nos resultados da Xerpa. Na mesma pesquisa, 77% responderam que gostariam de continuar trabalhando remotamente, quando o isolamento acabar.

Com base nessa experiência, a companhia está liberando os seus colaboradores para escolherem entre três planos de trabalho. Nos dois planos mais extremos, o funcionário trabalhará todos os dias remotamente, onde quiser, ou a semana toda no escritório, como já era feito antes da pandemia. O terceiro plano é um meio termo, no qual ele poderá optar por trabalhar de 2 a 3 dias na empresa, e o restante em casa.

John Delaney, COO da Xerpa, acredita que muitas empresas vão seguir no futuro pós-pandemia com equipes, fisicamente, distribuídas e trabalhando num modelo mais flexível. “Como a maioria das empresas, nós antes deduzíamos que precisávamos de uma equipe fisicamente presente para ter sucesso, mas a realidade é outra. Descobrimos neste período de quarentena que o estilo de trabalho distribuído é tão eficiente quanto (ou mais) o que fazia os colaboradores irem de casa ao trabalho, diariamente. E, considerando o potencial ambiental, social e os benefícios pessoais, sentimos uma obrigação de nos mover nessa direção. Acredito que muitas empresas vão seguir neste mesmo caminho conosco”, explica o executivo.

No entanto, John complementa: “sabemos também que o trabalho remoto tem seus desafios, é uma opção muito pessoal. Por isso, decidimos que, assim como oferecemos liberdade financeira aos colaboradores das empresas que são nossas clientes, queremos oferecer essa liberdade e autonomia para os membros do nosso time, para que eles possam escolher a forma que mais se encaixe na rotina deles. Parte disso é deixar claro, desde já, a nova política permanente da empresa, para que os nossos colaboradores consigam se planejar melhor. E claro, estaremos em constante aprendizado sempre, abertos à sugestões e ajustes”, finaliza Delaney.

A Xerpa permanece trabalhando 100% remotamente por enquanto e os planos que incluem o uso do escritório estarão disponíveis para o time assim que a empresa puder reabrir o escritório com segurança.

Qintess anuncia programa de aceleração de startups

Com o objetivo de levar a inovação de forma real para empresas de todos os portes e segmentos, a Qintess, uma das principais fornecedoras de soluções de tecnologia do Brasil e América Latina, anuncia o lançamento do Qintess Ignite StartupS, programa de aceleração que investirá na geração de novos negócios em seu ecossistema de clientes, shareholders e parceiros. O Qintess Ignite StartupS oferecerá suporte completo para as participantes, com direito a sessões de mentoria, suporte a desenvolvimento tecnológico especializado, infraestruturas resilientes, coworking para co-criação de soluções e, ainda, espaço de trabalho dentro do novo escritório central da Qintess, em São Paulo.

“A busca pela inovação está em nosso DNA e não há forma melhor de encontrar as novidades que farão a diferença no mercado do que valorizando quem está disposto a repensar os modelos existentes”, diz Nana Baffour, Chairman, CEO e Chief Culture Officer da Qintess. “O Qintess Ignite StartupS é, nesse sentido, uma plataforma de mão-dupla bastante importante para nós: de um lado, nos ajudará a ter a melhor visão sobre as soluções digitais que vão transformar e ajudar os clientes, colaboradores e sociedade.

E, ao mesmo tempo, nos dará a chance de contribuir com a construção de um ecossistema de inovação digital cada vez mais sustentável no Brasil”.

Aberto para startups com soluções em 6 segmentos e mercados iniciais (Digital Finance e Financial Retail, Digital Retail e CPG, Digital Marketing, Digital Insurance e Digital Government), o programa garantirá a aceleração completa das startups. “Nosso objetivo é contribuir para melhorar as opções de negócios disponíveis para cada uma. Neste programa, os participantes terão acesso a todo o conhecimento e experiência de nossa equipe de mentores experientes e também ao nosso ecossistema de fundos de investimento global”, destaca Breno Barros, Vice-presidente de Inovação & Marketing da companhia para o Brasil e América Latina.

O executivo destaca também que o Qintess Ignite StartupS deverá simplificar o acesso das startups a um ambiente profissional de alta performance, com nossos cerca de 3.500 colaboradores, ampliando a produtividade e eficiência das mesmas. “Vamos avaliar questões como real necessidade e momento do mercado, escalabilidade, capacidade de integração, viabilidade econômica, internacionalização, dentre outros, como fatores iniciais. As melhores poderão, no fim, ser integradas ao nosso ecossistema de empresas investidas”.

Outro diferencial é a integração dos participantes à rotina da operação da Qintess. A companhia disponibilizará espaço de coworking para reforçar a colaboração entre as equipes, incentivando o desenvolvimento de tecnologias em conjunto. “Além disso, os projetos do Qintess Ignite StartupS farão parte do ecossistema de Open Innovation com as ideias que surgem de nossos colaboradores – Qintess Labs – que a Qintess já possui em atividade”, explica Barros.

A expectativa é, com isso, valorizar a visão de negócios e a possibilidade de integração entre iniciativas de inovação. Além disso, a ação também pretende apoiar a expansão do portfólio da companhia, destacando a diversidade para novos negócios. “Estamos ansiosos para reunir ideias e soluções que nos permitam oferecer o melhor da tecnologia a nossos clientes, colaboradores, acionista e sociedade”, destaca o executivo. “Nosso compromisso é ser uma fornecedora de inovação completa, preparada para a realidade das empresas nesses novos tempos”, diz.

As startups interessadas em participar dos processos de seleção do programa devem preencher as fichas de inscrição disponíveis no link www.qintess.com/ignite, até o dia 17 de julho de 2020. No site, os interessados também encontram mais informações sobre o programa e os requisitos técnicos e organizacionais para a participação.

Hospital Alemão Oswaldo Cruz participa do Programa Startups Connected da Câmara Brasil-Alemanha

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz participa da 5ª edição do Startups Connected, da Câmara Brasil-Alemanha, programa que tem por objetivo estimular a aproximação entre startups e grandes empresas, além da criação de novas soluções em conjunto. É o segundo ano consecutivo que o Hospital participa dessa ação. O programa reúne anualmente grandes empresas âncoras associadas à Câmara Brasil-Alemanha que buscam nas startups candidatas soluções aderentes aos seus desafios. Aquela que for mais bem avaliada em cada desafio será selecionada para participar do programa de aceleração, no qual deverá desenvolver um projeto piloto em conjunto com a empresa âncora.

Para esta edição, o desafio proposto pelo Hospital intitula-se “Digitalização da Jornada do Paciente” e pretende trazer soluções de ferramentas e sistemas de gestão que possam integrar os processos do Centro Especializado em Oncologia do Hospital.

“Estamos em busca de processos e soluções que possam trazer mais agilidade, fluidez e interconexão das pegadas do paciente ao longo das diferentes fases de seu tratamento oncológico, seja nas consultas clínicas, nos agendamentos de exames, procedimentos, terapias infusionais e cirurgias. O desafio é uma excelente ferramenta para identificarmos e aplicarmos melhorias em toda a cadeia que envolve o paciente em tratamento oncológico”, afirma o Dr. Gustavo Prado, gerente de Inovação e Educação Médica do Hospital.

As startups que tiverem interesse em participar, precisam realizar as inscrições até o próximo dia 20 de julho, pelo seguinte endereço http://www.startupsconnected.com.br. A Câmara Brasil-Alemanha intermedeia todo o processo, desde a inscrição no programa até a apresentação dos cases com aderência às soluções que as empresas buscam. A startup vencedora receberá mentoria e investimentos da empresa-âncora, tendo acesso a diversos benefícios, de acordo com o seu perfil e estágio de maturidade.

Para a atual edição, a Câmara Brasil-Alemanha estima cerca de 300 inscrições. As startups vencedoras serão anunciadas no dia 1º de setembro e, além de poderem desenvolver um projeto-piloto com a empresa-âncora, terão uma série de benefícios, como participação em workshops exclusivos, assessoria em áreas diversas, suporte para internacionalização e ajuda de custo para desenvolvimento do projeto-piloto, além da oportunidade de realizar um pitch no 8º Congresso Brasil-Alemanha de Inovação , que acontecerá no formato online no dia 24 de setembro. Para as startups ganhadoras, o início do processo de aceleração está previsto para setembro e terá a duração de três meses. Para conhecer mais detalhes e realizar a inscrição no desafio do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, acesse o site www.startupsconnected.com.br e clique no card.

Em SC, startups criam soluções para ajudar empresas e pessoas na pandemia

A inovação terá um papel importante na retomada da economia neste período de crise. E o momento de dificuldade também é de oportunidade para apaixonados por economia criativa, tecnologia e inovação. Em Santa Catarina, startups pré-incubadas no Cocreation Lab propõem soluções que ajudam empresas e pessoas a sair da crise.

“A economia criativa é uma vocação do estado, que tem terreno fértil para que projetos assim se desenvolvam. A crise traz desafios, mas também oportunidades para que empreendedores ofereçam soluções que possam auxiliar diversos setores”, comenta Luiz Salomão Ribas Gomez, professor de Design da UFSC e fundador do Cocreation Lab.

Kangoru

A Kangoru, de Rio do Sul, nasceu da ideia de quatro amigos do curso de Sistemas de Informação da UNIDAVI após uma pesquisa de mercado com 400 pessoas da região.

“Descobrimos que 94% das pessoas têm dificuldades em encontrar profissionais na hora de realizar um serviço, seja porque desejam um profissional de confiança e capacitado ou por não conseguirem encontrar o profissional desejado”, explica Ricardo Fronza, um dos criadores.

O objetivo da Kangoru é conectar pessoas que querem realizar um serviço a profissionais dos mais diversos segmentos – são mais de 300 profissões. A ferramenta é totalmente gratuita, mas os profissionais podem pagar uma pequena mensalidade de R$ 24,90 para terem acesso ao plano premium, com alguns recursos extras.

“Mas com o momento atual, e sabendo que os trabalhadores autônomos, liberais e freelancers são um dos que mais sofrem com a pandemia, liberamos a plataforma com todos os recursos gratuitamente por um ano, até maio de 2021. Somos aliados do profissional neste momento de crise, seja por quem quer ser encontrado por pessoas que buscam seus serviços em sua região, seja para trabalhadores formais que perderam seus empregos e procuram por trabalhos temporários”, finaliza Fronza.

Até lá, a equipe vai trabalhar para desenvolver mais ferramentas dentro da plataforma, como pagamento online (dispensando o uso de uma máquina de cartão); área de especialização do profissional (cursos, livros, palestras, eventos), sistema administrador financeiro (emissão de boletos, custos, finanças), entre outros recursos.

Ajuda Videira

Participantes do Programa Nascer, uma parceria entre Fapesc e Sebrae que ocorre nos núcleos do Cocreation Lab em 15 cidades de Santa Catarina, desenvolveram a plataforma AjudaVideira (ajudavideira.com.br). A ideia surgiu a partir de uma parceria das equipes Agência Sete+1 e (Re)Existir, selecionadas para o programa em Videira, com o auxílio da empresa Nonna Comunicação.

A estrutura básica consiste em oferecer a quem está precisando de algum auxílio uma ferramenta que possibilite cadastrar suas necessidades ou até mesmo de terceiros, permitindo que a comunidade tenha conhecimento dessas demandas e possa se mobilizar em prol de quem mais precisa.

Os pedidos são organizados por bairros e categorias. Já os voluntários cadastrados, além de ajudar pedidos específicos, podem também cadastrar doações que tenham disponíveis. Entre os itens solicitados estão alimentos, roupas, cobertores, máscaras, produtos de higiene pessoal e gás, além de pedidos de emprego.

Algumas ferramentas também buscam facilitar o uso da plataforma, como, por exemplo, cadastro de alertas de pedidos de ajudas, onde são enviados periodicamente para os voluntários cadastrados um relatório de pedidos realizados na plataforma, conforme os critérios escolhidos para serem avisados.

YouDo

A YouDo, produto da startup Panthro Tech pré-incubado no Cocreation Lab do Campeche, em Florianópolis, tem como propósito inicial acelerar o pedido do cliente de restaurantes e facilitar a visão de gerenciamento do empresário, mas acabou se tornando uma solução útil e segura para reduzir o contato físico na hora de fazer pedidos.

Por meio da tecnologia do QR Code, o cliente consegue acessar o cardápio, fazer o pedido e pagar sem precisar fazer o download de um aplicativo ou utilizar tablets disponibilizados pelo restaurante. Tudo ocorre pelo celular do próprio cliente. O produto já está na fase inicial de vendas e em breve vai ser utilizado em um dos maiores food parks da Capital catarinense. Segundo o fundador Odolir Daniel dos Santos Junior, o fato da tecnologia ser uma aliada no combate à propagação da Covid-19 foi fator determinante para fechar o negócio.

Agendaki

Já na Grande Florianópolis, no Cocreation Lab de São José, nasceu o Agendaki, uma plataforma que permite que consumidores agendem o atendimento nas lojas que pretendem visitar. A ferramenta é gratuita e fácil de usar, e permite que lojistas e clientes combinem um horário específico para o atendimento, evitando aglomerações dentro da loja e possíveis filas na parte de fora dela. Há ainda um botão que encaminha a conversa para o WhatsApp – assim, o lojista pode apresentar os produtos antes de o cliente se dirigir à loja.

O uso da plataforma é simples: basta o lojista se cadastrar gratuitamente e preencher um formulário com algumas especificações, como área da loja. Para os clientes, vai aparecer a informação de quantas pessoas podem ser atendidas no local a cada período. A ferramenta pode ser adaptada às regras de qualquer cidade do país e às recomendações das autoridades para preservação da saúde. Em São José, por exemplo, as lojas do comércio de rua devem limitar a ocupação em 50% da capacidade.

“Queremos ajudar a evitar perda de tempo e situações de risco à saúde”, explica Thaís Cardoso, uma das idealizadoras.

O Agendaki foi desenvolvido por Osmair Fuck (Palhoça), Gregório Bandeira (Blumenau) , Raiza Teles (Fortaleza), Thaís Cardoso (Balneário Camboriú), Laerte Souza (São José) e Lucas Fachini (França). Thaís, Lucas e Laerte se conheceram no país europeu, onde tiveram a ideia de criar uma iniciativa que impactasse positivamente o Brasil. Inspirados em ações similares que existem por lá, criaram a Menuzum, plataforma que revende produtos alimentícios que não foram vendidos no dia e que não podem ser reaproveitados no dia seguinte, como pães frescos, alimentos de buffets, entre outros. Atualmente, a Menuzum é um dos projetos participantes da pré-incubadora Cocreation Lab em São José, que ajuda a tirar ideias criativas do papel e é apoiada pela Prefeitura de São José, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação, e pelo Sebrae. O Agendaki é um projeto paralelo da equipe, também apoiado pelo Cocreation Lab.

Startup acelerada pelo FIEMG Lab é comprada pela WEG

A Mvisia, que faz parte do grupo de startups aceleradas pelo FIEMG Lab 4.0 e é especializada em soluções de inteligência artificial aplicada à visão computacional para a indústria, foi comprada pela WEG S.A. A empresa, que passa a ter 51% do capital social da startup, está localizada no município de Jaraguá, Santa Catarina, e atualmente é considerada uma das maiores fabricantes de equipamentos elétricos do país.

A WEG é um dos destaques no ramo de Visão Computacional para a indústria, possuindo softwares e sistemas de visão próprios, com forte know-how em aplicações de processamento embarcado e algoritmos de machine learning para vídeos e imagens, com integração aos sistemas MES utilizados na indústria, bem como no processamento em nuvem via dispositivos móveis ou integrado a plataforma aberta WEGnology®. “A nossa proposta de valor é tirar informações de imagens e vídeos utilizando técnicas de inteligência artificial e machine learning. Fazemos isso de uma forma rápida e simples”, explica Fernando Lopes, diretor administrativo da startup. A Mvisia tem como principais produtos uma plataforma de visão computacional e uma linha de câmeras inteligentes, em que se consegue fazer análise de vídeos em tempo real, sem precisar de conexão com a internet ou uma grande estrutura de suporte.

Lopes conta que a negociação com a Weg começou em janeiro deste ano e que o contrato só foi fechado agora, devido a crise causada pela pandemia do novo coronavírus. “A Weg é uma empresa brasileira, que trabalha com tecnologia nacional de ponta e, por isso, a proposta nos alegrou muito”. O grupo catarinense adquiriu
51% da startup, mas que a manterão os sócios, a equipe e a marca originais. “Mantivemos nossa autonomia e agora temos, por trás, uma grande estrutura. Estamos muito contentes com essa nova fase e batalhamos por isso durante cinco anos. Agora somos o braço da divisão computacional do Grupo WEG”, comemora.

FIEMG Lab 4.0 – O programa de aceleração da FIEMG é voltado para startups com soluções industriais (indtechs) que promove o desenvolvimento de novas tecnologias e funciona como um hub de inovação aberta aplicada para a indústria. “Foi quase um ano de aceleração no FIEMG Lab e posso considerar que foi a melhor aceleração que já passamos”, afirma Lopes, pontuando que a experiência foi completa, com riqueza de aprendizado e de convivência.

“Estruturamos muitas coisas com o conhecimento adquirido e fizemos muitas conexões”, ressaltou salientando a importância de programas de conexões entre a indústria e agentes de inovação, como o FIEMG Lab. “Só assim conseguiremos mudar o cenário atual e sermos, finalmente, o país do futuro. Isso só depende de nós e de iniciativas pessoais”, pontua diretor administrativo da Mvisia.

Starter Business Acceleration divulga as dez startups finalistas do módulo América Latina

O Starter Business Acceleration, programa mundial de aceleração de negócios com startups que oferecem soluções aplicáveis ao setor de energia, selecionou dez startups para participarem do módulo América Latina. Idealizado pela EDP, empresa que atua em toda a cadeia do setor elétrico, o programa recebeu o recorde de 820 candidaturas de 74 países, sendo o Brasil um dos países com maior número de inscrições.

As empresas selecionadas são, Atlas Power, Energy Source, GreenAnt, IndustryCare, Plataforma Verde, Nuveo Technologies, eConciliador (Brasil), Inti-Tech (Chile), PDP – Tech e Chakratec (Israel). O módulo ocorrerá digitalmente entre os dias 30/06 e 02/07, onde as empresas poderão apresentar seus projetos para os executivos de convidados do evento e discutir formas de colaboração visando a adoção das novas tecnologias. As startups selecionadas para o módulo América do Latina, se juntam a outras 20 startups que irão participar dos módulos Europa e América do Norte durante o mês de julho.

As trinta startups que seguem na disputa apresentarão suas soluções para as empresas do Grupo EDP, que detém uma capacidade instalada de 27GW, 74% dela provenientes de energias limpas (eólica, solar e hídrica), e 12 milhões de clientes, além de outras duas utilities parceiras que integram o programa: a Verbund, maior fornecedora de eletricidade da Áustria; e a Turning Tables, empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva.

Os dez projetos com maior potencial serão posteriormente selecionados para participar da final mundial e o vencedor será anunciado, em novembro em Portugal, durante o Web Summit, garantindo um prêmio de 50 mil euros.

As startups participantes oferecem soluções alinhadas com as áreas de negócio prioritárias para as utilities: energias limpas, soluções com foco no cliente, inovação digital, armazenamento de energia, redes inteligentes, inovação em processos internos e inovação de impacto.

“O ecossistema brasileiro de startups vem crescendo em tamanho e qualidade nos últimos anos. Essa edição do programa reflete a maturidade e o interesse das empresas participantes no mercado da América Latina, bem como a sinergia cada vez mais natural com o setor de energia. O programa Starter representa a oportunidade de colaboração entre as startups e Utilities visando acelerar novos modelos de negócio e otimização de processos através da adoção de novas tecnologias na cadeia de valor da companhia.”, ressalta Livia Brando, diretora de Inovação e Ventures da EDP Brasil.

Startups selecionadas

Atlas Power – desenvolveu uma solução que utiliza a reciclagem de baterias de veículos elétricos para aplicação em sistemas de armazenamento de energia – www.linkedin.com/company/atlaspowerbms

Chakratec – desenvolveu uma tecnologia que permite a instalação de carregadores de veículos elétricos ultrarrápidos sem a necessidade de uma rede robusta de alimentação por meio do armazenamento de energia. chakratec.com

eConciliador – solução que automatiza a resolução de conflitos e litígios online, apoiando as equipes jurídicas na tratativa de grandes volumes de processos judiciais, bem como a cobrança de dívidas – www.econciliador.com.br

Energy Source – desenvolveu uma solução focada na utilização de baterias de íon de lítio para tanto a reciclagem quanto para reutilização para armazenamento eficiente de energia. – www.energysource.com.br

GreenAnt – solução completa de eficiência energética que inclui medidores inteligentes, plataforma de monitoramento de consumo on-line e inteligência artificial aplicada a gestão do consumo – www.greenant.com.br

IndustryCare – solução de inteligência artificial aplicada à indústria 4.0 através do monitoramento em tempo real do comportamento e desempenho de equipamentos e processos, auxilia na identificação de ineficiências e orientação de projetos de Eficiência Energética – www.industrycare.com.br

Inti-Tech – projeta, fabrica e opera um robô próprio utilizado para fornecer limpeza diária autônoma para usinas solares fotovoltaicas de diferentes tamanhos – www.inti-tech.com

Nuveo Technologies – solução de transformação digital baseada em inteligência artificial aplicada a imagens e dados – www.nuveo.ai

PDP-Tech – desenvolveu uma tecnologia IoT que monitora as condições dos equipamentos elétricos cruciais de alta/média tensão e prevê sua expectativa de vida por meio de sensoriamento sem contato e análise de eventos de descarga parcial – www.pdp-tech.com

PlataformaVerde – solução de tecnologia baseada em blockchain aplicável a gestão ambiental, rastreamento da cadeia produtiva e de logística – plataformaverde.com.br

Na última edição, o Starter atraiu cerca de 500 startups e selecionou um total de 30, vindas de 13 países, para trabalhar diretamente com a EDP e as utilities parceiras do programa. Isso resultou em um pipeline de 50 projetos-piloto e 10 potenciais investimentos.

Ecossistema de inovação

Criada em maio de 2018, a EDP Ventures Brasil é o primeiro veículo de investimento do setor elétrico brasileiro, com R$ 30 milhões em recursos a serem destinados a startups que atuam em seis verticais: energia renovável, redes inteligentes, armazenamento de energia, inovação digital (blockchain, IoT, big data, realidade virtual), soluções com foco no cliente e áreas transversais (legal techs, fintechs, hrtechs). Interessados podem acessar o site www.edpventures.vc para obter mais informações.

Já receberam investimentos no Brasil as startups Dom Rock, Delfos e Fractal Engenharia e Sistemas. Desde 2008, os veículos de Venture Capital do Grupo EDP já aplicaram globalmente 33 milhões de euros em 27 startups, que juntas empregam mais de 750 colaboradores e têm mais de 100 milhões de euros de receita por ano.

Startups buscam empresas juniores para consolidar negócio

Segundo a Associação Brasileira de Startups, o Brasil tem – em média – 12.700 startups, um crescimento de 27% em relação ao ano de 2018. O crescimento vem acompanhando o desenvolvimento das Empresas Juniores no mercado, que registraram um aumento de 16% no número de empresários, segundo a Confederação Brasileira das Empresas Juniores. Dois modelos de negócios que apresentam muitas características em comum e que, muitas vezes, se complementam e consolidam os negócios.

Apesar das diferenças, onde as startups são empresas que buscam explorar atividades inovadoras no mercado e têm como objetivo gerar lucro, e as empresas juniores, um modelo que realiza atividades presentes no mercado atual, sem fins lucrativos e gerida exclusivamente por alunos do ensino superior, as duas formas de negócio podem usufruir de uma relação mutualista.

Segundo Luan Donadio, assessor da área de projetos da Poli Júnior – empresa júnior de engenharia da USP – muitas vezes, uma startup necessita de um serviço proveniente de outras empresas, e pode ser muito inteligente comprar produtos ou até fechar parcerias com empresas juniores. No caso da Poli Júnior, o custo dos projetos são até 60% abaixo do valor cobrado pelas empresas sêniores e, normalmente, como as startups têm orçamentos menores, essa parceria pode ser crucial para a sobrevivência da mesma. “Dentro das EJs, os membros das startups podem encontrar mentes inovadoras para auxiliar e participar da idealização de inovações, o que é muito interessante para esses negócios que apresentam uma grande necessidade de se modernizar no mercado”, comenta.

Para as empresas juniores, essa união também é benéfica. “Devido a aproximação com a realidade de outras empresas, podemos agregar conhecimento voltado para o nosso próprio crescimento e trazer muito mais desenvolvimento para os membros, que ganham interesse pela área e acumulam repertório. Além disso, essa afinidade pode resultar em um ou vários clientes fidelizados para comprar projetos e contribuir para o progresso da empresa”, explica Donadio.

Dentro da Poli Júnior, um bom exemplo é o desenvolvimento na realização de projetos para startups na área de fintech, fazendo pesquisas em busca de ideias para esse negócio. Apesar de ser uma aproximação recente, a oportunidade de mostrar o desempenho e a capacidade da Poli Júnior trouxe como resultado a fidelização de novos clientes para a realização de futuros projetos.

Para mais detalhes, acesse o site: http://www.polijunior.com.br/ .

Wayra completa 8 anos investindo e escalando startups no Brasil

Neste ano, a Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica e uma iniciativa Vivo, completa 8 anos de atuação no Brasil. Desde a chegada ao país em 2012, inicialmente como uma aceleradora, a Wayra tem apostado e investido no empreendedorismo brasileiro. Até hoje, foram mais de R$ 15 milhões investidos em mais de 75 startups de diversas áreas.

O sucesso da Wayra fica latente no bom desempenho das startups do portfólio e nas principais saídas, como o super exit da Teravoz, que retornou mais de 30 vezes o capital investido ao ser adquirida pela Twillio no início do ano, entre outros exits que praticamente retornaram todo o capital já investido pela Wayra no Brasil.Tem sido uma longa e bem-sucedida jornada, mas assim como as grandes startups, a Wayra também começou pequena, como uma faísca de uma grande ideia que precisava de uma excelente execução. De um pequeno prêmio, a Wayra se tornou um importante Corporate Venture Capital, com um fortíssimo time nos bastidores.

Acelerando e escalando startups

A Wayra iniciou em 2012 no Brasil como uma aceleradora de startups, que de pouco em pouco – com um trabalho árduo em equipe -, se tornou uma aceleradora reconhecida, atraindo as melhores startups e mantendo um bom contato com os investidores, oferecendo um ciclo completo de desenvolvimento para as empresas das primeiras turmas de aceleração, que muitas vezes nem mesmo compreendiam o conceito de “startup”, como a Qranio, uma das primeiras investidas da Wayra no Brasil.

Com duração de 12 meses, os programas de aceleração da Wayra se dividiam em duas etapas, causando uma sobreposição entre as turmas que estavam “graduando” e as que estavam “iniciando”, o que gerava uma troca muito positiva entre os empreendedores “entrantes” e “de saída”. Aos poucos, o modelo de aceleração da Wayra se provou positivo para ajudar a “engrenar a primeira marcha” de muitas startups brasileiras, profissionalizando o setor. Samir Iásbeck, por exemplo, CEO da Qranio, conta que ser uma startup investida da Wayra foi um divisor de águas para a Qranio, o que fez a empresa chegar em outro patamar.

Com o passar dos anos, a Wayra percebeu que não era mais preciso oferecer programas de aceleração para incentivar o empreendedorismo local. Chegara a hora de fazer investimentos mais robustos, ainda que menos frequentes, em empresas em estágios mais maduros, para apoiá-las no processo de escalar suas operações. Com as empresas já atuando com “mais velocidade”, o ambiente empreendedor brasileiro finalmente atingiu a maturidade necessária para começar a discutir sobre escalar negócios em startups mais desenvolvidas.

De aceleradora para hub de inovação aberta da Vivo

Por isso, em 2018, tudo mudou. A Wayra deixou de ser uma aceleradora para focar na melhoria dos negócios, reforçando a atuação em escala internacional, o escalamento das entregas e a geração de novos negócios e contratos com grandes corporações. Como consequência desse novo posicionamento, a Wayra também passou a focar em startups em estágio mais maduro, com potencial para se tornarem parceiras ou fornecedoras do grupo Telefônica/Vivo. Hoje, cerca de 20% das investidas da Wayra fazem ou fizeram negócios com a empresa.

O resultado do bom trabalho também fica evidente nos exits, principalmente a partir de 2019, com as saídas da Pier e da Mediação Online (Mol), e os consolidados neste primeiro semestre de 2020, com o super exit da Teravoz após ser adquirida pela Twillio e a saída recente da Gupy. A qualidade das novas entrantes para o portfólio, como é o caso da Docket e VOLL (recém-investida), também refletem o foco na escalabilidade dos negócios, que já chegam à Wayra em estágios mais maduros, buscando internacionalizar e alavancar seus produtos.

O amadurecimento da Wayra acontece não apenas na busca de startups investidas que estejam mais prontas para serem escaladas, mas também no aumento do valor dos investimentos feitos e das conexões que proporciona para as startups do portfólio seja com a Vivo ou outras corporações, fundos de investimentos e parceiros. No início da jornada da Wayra, o ticket de investimento nas startups girava em torno de R$ 96 mil por empresa, valor que hoje foi catapultado para até R$ 1 milhão por startup.

Startups mais incríveis, exits mais extraordinários

O grande desafio da Wayra, desde 2012, tem sido conseguir cumprir com a sua missão de promover inovação aberta, conectando mercado e empreendedores. Felizmente, essa missão tem sido continuamente cumprida. “Temos conseguido resultados espetaculares na estratégia de investimentos. A inovação aberta precisa de paciência para que as startups que a Wayra investe possam amadurecer e conseguir resultados tanto de negócios quanto de retorno dos investimentos”, detalha Miguel Arias, diretor de empreendedorismo global da Telefônica.

Agora, depois de 8 anos “empreendendo” com os empreendedores, a Wayra inicia uma nova fase, com mais abertura do ecossistema para parceiros públicos e provados no Brasil. “Queremos trazer startups ainda mais incríveis, celebrar novos exits extraordinários e continuar ajudando empreendedoras e empreendedores a fazer negócios com grandes empresas”, almeja Carol Morandini, head de portfólio e country manager interina no Brasil.

E se depender da determinação da Wayra, tudo isso tende mesmo a acontecer: nem mesmo a pandemia segurou os investimentos do hub, que só no último semestre fez mais de 12 novos investimentos, demonstrando a firmeza da promessa de continuar apostando nos ecossistemas inovadores da América Latina e da Europa. “O Brasil é não apenas um mercado chave pra Telefónica como grupo, mas é também um dos ecossistemas mais vibrantes do mundo. Por isso, estamos animados em continuar superando as barreiras para ajudar a escalar as startups do país”, promete Arias.

Da mesma forma que as startups do hub também precisaram passar por estágios de criar projetos piloto, de pivotar seus negócios e ajustar suas formas de atuar para conseguirem escalar, assim também tem sido com a Wayra, que hoje se vê pronta para deslanchar. “Assim como o mundo, a Wayra também está em constante mudança. Quem não inova, morre mesmo. Felizmente, a Wayra está preparada para continuar viva por muitos mais anos, trazendo ainda mais oportunidade e incríveis exits para o nosso portfólio”, celebra Morandini.

 

ABES fecha parceria com BR Angels

A ABES, Associação Brasileira das Empresas de Software, acaba de fechar uma parceria com o BR Angels – empresa responsável por entregar capital intelectual aos empreendimentos B2B e B2B2C no Brasil. A iniciativa visa fornecer mais um apoio às empresas participantes do ABES Startup Internship Program, projeto que disponibiliza a essas empresas serviços como consultoria jurídico-tributário, infraestrutura de compliance, diagnóstico LGPD, plano de saúde e dentário, pesquisas de mercado e participação em comitês sobre relevantes temas do setor. Essa iniciativa visa contribuir para o fortalecimento do empreendedorismo no setor de tecnologia brasileira e aproximá-los da missão de tornar o país mais digital e menos desigual.

“Muitos negócios precisam de suporte e estímulo para driblar os desafios do mercado, e a nossa missão é incentivar cada vez mais o gerenciamento empresarial por meio de uma rede de serviços importantes para o êxito das startups”, comenta Jamile Sabatini, Diretora de Inovação e Fomento da ABES.

Para Orlando Cintra, CEO do BR Angels, o ingresso ao programa tem muito a contribuir para o segmento de TI. “Estamos satisfeitos com o fechamento desta parceria e com a possibilidade de colaborar com este programa. Acreditamos que essa é, sem dúvida, uma grande oportunidade para apoiarmos a geração de novos empreendedores no nosso país e contribuir para a digitalização do país”, revela o executivo.

O programa tem duração de seis meses e os benefícios são disponibilizados para as startups por intermédio de incubadoras, aceleradoras, ou fundos de investimentos parceiras. “O Brasil tem aproximadamente 149 milhões de internautas ativos, quinto maior mercado do mundo. Porém de acordo com o Fórum Econômico Mundial, estamos em 71ª posição em termos de competitividade, entre 141 países. Nosso objetivo é contribuir para o crescimento desses negócios e ajuda-los a vencerem a complexidade do mercado por meio dos nossos 33 anos de experiência. Eles são importantes agentes no fortalecimento da inovação e dinamismo da economia brasileira “, comenta o presidente da ABES, Rodolfo Fücher.

Para participar do programa, a startup deve estar ligada à BR Angel ou alguma outra parceira do ABES Startup Internship Program e seguir as orientações disponibilizadas no site http://www.abessoftware.com.br/associados/programa-startup-internship. Em caso de dúvida, contatar a Central de Relacionamento ou e enviar e-mail para filiacao@abes.org.br. Não é cobrada taxa de filiação.

Programa de aceleração da Neo Química abre inscrições para empreendedores e startups

Estão abertas as inscrições para a segunda edição da Neo Acelera, programa de aceleração da Neo Química, marca líder nas categorias de genéricos e similares em que está presente. Com o tema “Longevidade Ativa”, apoiará negócios sociais voltados para os desafios da maturidade, que já impactem seu público alvo e tenham potencial para ganhar escala. As inscrições podem ser feitas até 12 de julho pelo site http://www.neoacelera.com.br/.

Após a primeira edição da Neo Acelera em 2019, com foco em atenção primária à saúde, a marca iniciou, ainda no ano passado, a discussão para escolha do tema de 2020, escolhido com base no cenário demográfico, econômico e social no país.

“Escolhemos o tema da longevidade ainda antes da pandemia, e sua relevância ficou ainda mais clara para nós após os últimos acontecimentos. A população madura já era um grupo social carente de soluções específicas para as suas necessidades e essa questão se intensificou por ser, esse grupo, o que sente com maior intensidade os impactos da doença, afirma Natalia Niro, gerente executiva da Neo Química.

“Seguiremos buscando negócios sociais que tragam inovações e soluções reais para os principais desafios enfrentados por uma sociedade que é cada vez mais longeva e desigual e por este segmento da sociedade que luta para ter reconhecimento, atenção e cuidado, envolvendo também as suas redes de apoio”.

As soluções das startups devem estar relacionadas aos seguintes temas, dentro do conceito de Longevidade Ativa: Aprendizagem ao longo da vida; Ocupação e vida profissional; Planejamento financeiro e saúde financeira; Mobilidade e autonomia; Movimentação e segurança; Gestão integrada da saúde; Cuidado e acompanhamento pessoal; Mente ativa e saudável; e Cuidados com o fim da vida.

A iniciativa promoverá a capacitação dos empreendedores por três meses, abrangendo três bootcamps online, conexão com mentores da Neo Química e especialistas do mercado e acompanhamento semanal da equipe da Yunus Negócios Sociais para o desenvolvimento de soluções relevantes para o público 60+. Ao final, um dos empreendimentos poderá receber um aporte de até R﹩ 150 mil para aumentar o impacto do seu negócio.

O programa de aceleração da Neo Química reforça o posicionamento da marca – A saúde de todos é a nossa vocação – e o propósito de ajudar a garantir o direito à saúde de todo brasileiro, por meio da promoção de relações potentes que auxiliem, acelerem e potencializem a saúde no Brasil. A iniciativa é desenvolvida em parceria com Yunus Negócios Sociais, com apoio da Pipe.Social e da consultoria Hype60+.

Em 2019, a Neo Acelera abordou a atenção primária à saúde, com a participação de oito negócios. O UPSaúde Health Tech, aplicativo criado por empreendedores da Paraíba, foi escolhido para receber o investimento em dinheiro. Além disso, outra startup, a Oriente-me, tornou-se parceira da marca, por meio de atuação pela plataforma NeoPharma.

Longevidade no Brasil

A geração prateada no mundo cresce 3% ao ano, mais do que qualquer outro grupo de pessoas. A população brasileira com mais de 60 anos já chega a cerca de 30 milhões. O Brasil é um dos países com o envelhecimento populacional mais acelerado do mundo. Em 32 anos, será o sexto com maior parcela da população 60+, devendo chegar a 67 milhões, à frente de todos os países em desenvolvimento.

Por outro lado, este público movimenta US﹩ 15 trilhões por ano globalmente. É a terceira maior atividade econômica do mundo. No Brasil, representa quase 20% do consumo: cerca de R﹩ 1,6 trilhão/ano. No entanto, essas condições se apresentam de forma desequilibrada.

De acordo com o Fórum Internacional da Longevidade, as desigualdades sociais se acentuam com o envelhecimento. Gênero, raça/cor da pele, nível educacional e condição social são determinantes na construção da longevidade saudável. Necessidades não atendidas ao longo da vida, limitações de acesso e exclusão continuada sofrem um efeito acumulativo que se amplifica na velhice. Isso se reflete em índices desequilibrados de esperança média de vida ou de capacidade funcional.

“Sabemos que iniciativas para uma longevidade ativa intrinsecamente significam uma oportunidade de impacto social, já que estamos falando de uma população esquecida em termos de oportunidade e inovação. Com o programa de aceleração deste ano, queremos ir além e endereçar os desafios da longevidade na base da pirâmide. Quais são os principais desafios dos longevos nesse contexto? Como garantir igualdade de acesso a produtos e serviços, para que todos tenham a oportunidade de uma velhice saudável e ativa? É um desafio contundente, mas é onde focamos aqui na Yunus Negócios Sociais”, afirma Túlio Notini, diretor da unidade de Corporate da instituição no país.

“A longevidade é uma grande oportunidade de negócio e de impacto social no Brasil. De um lado, temos um grande número de brasileiros acima dos 60 anos, ativos, com renda e usuários de tecnologia, com muita vida pela frente; do outro, um leque de desafios ainda não atendidos. Negócios inovadores estão surgindo a cada dia para solucionar esses problemas e temos uma possibilidade de visibilidade não só nacional, mas também global na corrida pela atenção dos maduros. Ouso dizer que esse não é apenas um mercado, mas o mercado do futuro”, ressalta Layla Vallias, consultora na Hype60+ e uma das coordenadoras da pesquisa Tsunami 60+ .

Mariana Fonseca, futuróloga, cofundadora da Pipe.Social e também uma das coordenadoras do estudo Tsunami60+ destaca: “Envelhecer é uma novidade. Por mais que a frase possa remeter a uma contradição, estamos vivendo mais do que o esperado; encontrando desafios nunca enfrentados e mudando paradigmas sobre a idade. É necessário mudar o mindset e dar luz às pessoas que passaram dos 60, 70, 80, 90, 100 anos. São elas que vão nos ensinar sobre os desafios e demandas não atendidas de uma população cada vez mais longeva. O futuro é velho”.

Neo Acelera 2020 – Longevidade Ativa

Inscrições de 15 de junho a 12 de julho
Site: http://www.neoacelera.com.br/
Informações: contato@pipe.social