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Inscrições para regional Brasil da Startup World Cup 2020 estão abertas

Estão abertas as inscrições para a Regional Brasil da Startup World Cup 2020, a maior competição de startups do mundo, promovida em mais de 50 países pela Pegasus Tech Venture. A edição deste ano da competição está focada em Agtechs, Foodtechs e startups que ofereçam soluções para problemas específicos do agronegócio. A Startup World Cup 2020 – Regional Brasil está sendo realizada com o apoio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e da Invest SP – Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade.

A startup vencedora da etapa brasileira concorrerá a um investimento de US$ 1 milhão no Vale do Silício em 2021. A Startup World Cup Brazil deste ano tem como propósito apoiar o desenvolvimento e o crescimento de ecossistemas de inovação voltados a soluções para o agronegócio.

“O Brasil vem se destacando como um dos ecossistemas mais propícios à inovação no agronegócio e a Startup World Cup representa uma grande oportunidade de reconhecimento e visibilidade a iniciativas que trazem soluções disruptivas e ágeis aos desafios do setor”, destaca o Secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Gustavo Junqueira.

As startups interessadas em participar da Startup World Cup podem se inscrever até o dia 15 de novembro de 2020 pelo site http://tinyurl.com/startupworldcupbrazil

As 10 startups finalistas farão seus pitches (apresentações curtas) em inglês em dezembro de 2020. O evento poderá ser acompanhado de maneira online e gratuitamente.

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OutField Capital, Enzima e Ceará Sport Club lançam programa para startups

O mercado esportivo passa por momentos históricos, onde o empreendedorismo e a inovação finalmente começam a adentrar os campos de futebol. Um exemplo disso é o programa Vozão Conecta, iniciativa do Ceará Sporting Club em parceria com a ENZIMA e a OutField Capital , fundo de investimentos focado em startups ou empresas com soluções aplicáveis ao universo esportivo – o primeiro projeto de inovação aberto de um clube de futebol no Brasil!

O objetivo é dar oportunidade para que as startups tragam suas soluções para este universo e que possam participar mais efetivamente do segmento, mesmo em tempos de pandemia, já que o programa terá duração de 12 semanas e será realizado 100% de forma online. “O mercado de esportes sempre teve uma deficiência de investimentos, de soluções inovadoras, do que atenda de ponta a ponta desde a visão tecnológica e entendimento do consumidor até a bola no fundo da rede. Estamos buscando nessas startups o engajamento de torcedores, a produção de conteúdo, gestão e análise de redes sociais e novas tecnologias que tenham impacto na rotina do Clube”, conta Pedro Oliveira, cofundador da OutField.

As empresas interessadas podem se inscrever gratuitamente por meio do site oficial até o dia 16/11. Elas terão a oportunidade de trabalhar junto ao clube clube em projetos pilotos, além de usufruir de mentorias, networking, palestras e apoio em serviços jurídicos, contábeis e financeiros. Haverá ainda acesso a possíveis investidores do mercado, começando pela própria OutField Capital. Ao final do período, todos os participantes devem apresentar os projetos desenvolvidos durante um evento ao vivo – o Demo Day – que será transmitido nas redes sociais do Ceará. Elas também serão avaliadas pelo modelo de negócios, estágio de maturidade dos produtos e serviços e experiência.

As startups têm a chance de conseguir um contrato com o clube ou até investimento após o programa. “O Vozão Conecta é um programa pioneiro no futebol brasileiro e que, somado a diversas outras ações, coloca o Ceará Sporting Club como um grande clube inovador. Estamos fomentando um ecossistema de startups que vai favorecer ferramentas de inovação e tecnologia a serviço do clube. Ganha o mercado, ganha o clube. Estamos muito animados com esse projeto que estamos desenvolvendo em conjunto com a Enzima e com apoio da Outfield Capital”, Lavor Neto, diretor de comunicação e marketing do ceará Sporting Club.

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Cinco capítulos para transformar o pitch em um roteiro de sucesso e garantir investimento

Por Laércio Morato

Você, provavelmente, já deve ter ouvido alguém falar sobre um pitch deck ou mesmo ter visto um. Usualmente, chama-se de pitch deck as apresentações de empresas que estão em busca de investimentos para seus projetos e ideias. Mas, a verdade é que se pode elaborar um pitch para diversos outros motivos: apresentações institucionais, propostas de iniciativas de inovação, projetos de melhoria ou redução de custos, entre outros.

Um pitch pode ser comparado a um roteiro de um filme ou de um livro de ficção: traz um vilão (o problema ou desafio enfrentado), um herói (a ideia de resolução de problema), os aliados do herói (time envolvido) e a aventura do herói para derrotar o vilão (forma com que se planeja solucionar o problema).

É recomendado que esse pitch tenha cerca de 10 a 15 slides. Abaixo detalharemos, em 5 capítulos, como elaborar esse material.

Capítulo 1. O problema – 2 ou 3 slides

Em primeiro lugar deve-se apresentar o desafio enfrentado e qual a sua relevância. Ou seja, introduzir ao público quem é o vilão a ser derrotado.

Nesse momento, é muito importante convencer o público que o desafio é real e relevante. Pense em Star Wars sem Darth Vader, um Senhor dos Anéis sem Sauron ou Os Vingadores sem Thanos.

Para estruturar a apresentação, prepare 1 slide mostrando qual o tamanho do problema ou da oportunidade: tente buscar informações do tamanho do mercado que se pretende atacar, qual o custo de não resolver o problema apontado, quantas pessoas sua solução irá impactar, entre outros critérios que considerar relevante. Importante trazer dados concretos e a fonte de onde foram coletados.

Pense também, em um slide ilustrando quem é o público consumidor do seu produto ou serviço, qual área da empresa é impactada pelo problema e quais as principais dores enfrentadas.

Pode-se ainda, adicionar um slide extra mostrando porque o momento de resolver esse problema é agora. Não é um slide obrigatório, mas importante para o processo de convencimento.

Capítulo 2. A solução – 2 a 4 slides

Conhecido o vilão, vamos ao herói. Nessa sessão, é importante mostrar como será solucionado o problema ou o desafio apresentado.

Costuma-se mostrar em 1 ou 2 slides:

Uma apresentação de um modelo de negócios deve ilustrar qual será a forma de atuação (quais produtos e serviços irá vender) e qual será sua forma de receita. É de extrema importância mostrar uma ligação entre sua solução e a dor dos clientes.

Para projetos é válido mostrar como será estruturado o projeto (etapas) e quais as entregas esperadas em cada uma dessas etapas.

Caso esteja apresentando uma solução em andamento, vale trazer um slide contendo dados, histórico ou qualquer informação que dê a sensação de evolução da solução.

Outra parte importante a ser especificada nesse momento, caso haja informações suficientes, é em relação à forma de solucionar o problema. Por exemplo, mostrar o detalhamento da tecnologia a ser empregada, as etapas do projeto, os principais atributos do produto entre outros.

Afinal, se o seu herói já iniciou o treinamento para evoluir seu superpoder, por que manter isso em sigilo?

Capítulo 3. O mercado – 1 slide

O público deve saber onde se dará a épica batalha entre o bem e o mal. Crie um slide mostrando os substitutos à solução proposta. Ou seja, como o público resolve seus problemas atualmente, a quais produtos/serviços eles recorre e de qual concorrente costumam adquirir esse tipo de serviço.

Pode-se mostrar um mapa com os competidores, os processos que a área de sua empresa utiliza atualmente etc.

É importante evidenciar, nesse slide, qual o seu diferencial frente às soluções existentes.

Capítulo 4. O time – 1 ou 2 slides

Todo super-herói tem um time de apoio: a Comitiva do Anel, Han Solo, Chewbacca, Princesa Léia, Ron, Hermione entre muitos outros.

Logo, prepare um ou dois slides (dependendo do tamanho do seu time) mostrando quem está por trás da ideia, qual o papel de cada um na implementação e porque estão capacitados(as) para desempenhar aqueles papéis.

Caso haja investidores, patrocinadores, conselheiros ou qualquer outro tipo de apoio para a ideia/projeto é importante mostrar nessa sessão.

Capítulo 5 – O plano – 2 ou 3 slides

Por fim, deve-se mostrar ao leitor como se dará o plano da esperada batalha.

Monte um slide mostrando quais serão seus próximos passos, mostrando o que será feito em uma linha do tempo. Usualmente, mostra-se uma linha de 3 a 5 anos.

Por fim, deve-se mostrar uma projeção financeira (em 1 ou 2 slides), deixando claros o investimento necessário para tirar a ideia ou projeto do papel, como será utilizado esse recurso e qual o retorno esperado.

Gran Finale – 1 slide

Por fim, voltaremos ao começo. Pode parecer confuso, mas explicaremos melhor.

Ao terminar a elaboração da apresentação, vale um esforço para criar 1 slide resumo para mostrar sua ideia principal. É um slide extremamente relevante que para captar o interesse do seu público. Ele costuma conter uma breve explicação da solução e pode também abordar como será implementada essa solução.

Pense nele como um pequeno resumo da sua história que vai incentivar seu público a continuar atento à apresentação que vem a seguir (da mesma forma que um bom trailer faz com que queiramos assistir ao filme).

Fato é que a apresentação dos slides fará toda a diferença na hora de convencer a plateia de que o seu roteiro (sua ideia) é incrível, mas a simplicidade pode ser uma aliada e tanto da arte. Assim, coloque o que realmente for necessário em cada tópico e dê destaque às estatísticas, que são importantes para o investidor (o público-alvo). Não se esqueça que o principal objetivo do slide deve ser o de complementar o seu discurso. Este sim precisa ser o protagonista.

Laércio Morato, consultor da Play Studio, consultoria de inovação e venture builder

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SUSEP divulga lista com startups que poderão criar seguros inovadores

A Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) divulgou o resultado da seleção de empresas de tecnologia focadas em seguros (insurtechs em inglês) para sua experiência de Sandbox Regulatório. O Sandbox Regulatório é um ambiente controlado para testes de inovações e tem como objetivo flexibilizar os requisitos legais para novas seguradoras. As empresas selecionadas terão uma licença de seguradora, válida por três anos. Neste período elas poderão testar produtos, serviços e modelos de negócios inovadores.

O foco principal da iniciativa são produtos massificados e de curto prazo. Seguros complexos como previdência, resseguros ou grandes riscos não poderão ser criados pelas empresas selecionadas. As onze startups selecionadas foram: 88i.io, Coover, Emotion, Flix, Iza, Komus, Mag, Pier, Split Risk, Stone e ThinkSeg.

Segundo Rodrigo Ventura, fundador da insurtech 88i “antes do sandbox tínhamos que adaptar os produtos de seguradoras tradicionais para oferecer aos nossos clientes. Este processo pode ser muito demorado e caro. Agora poderemos criar seguros de forma mais eficiente e totalmente focado no que os clientes precisam”. A startup que hoje oferece seguros de celular aos clientes de empresas como Picpay, 99 e Allugator se propõe criar produtos para atender a dois mercados. O primeiro são bancos digitais e fintechs que passam a poder oferecer seguros diversos a seus clientes.

O segundo mercado são as empresas de delivery e entregas, que poderão cobrir perda de renda dos seus entregadores parceiros que adoeçam ou fazer a cobertura de danos a aparelhos celulares usado pelos trabalhadores, por exemplo.


A iniciativa da SUSEP é uma das pioneiras no mundo. Hoje poucos países como Cingapura, Austrália e China se utilizam de sandbox para incentivar a inovação no mercado financeiro.

Além da iniciativa em seguros, o Brasil também possui programas para incentivar inovação em investimentos, liderado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e há também uma iniciativa do Banco Central para fomentar inclusão financeira.

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Startup BossaBox aposta em squads-as-a-service e agiliza inovação dentro de empresas

Desde 2017, a BossaBox monta squads de profissionais de diversos cargos – como desenvolvedores, gerentes de produto e designers UI/UX, entre outros – para desenvolver produtos digitais e promover a inovação dentro das companhias de maneira ágil e qualificada. A solução tem se tornado cada vez mais essencial, já que, em média, 70% dos processos de transformação digital nas empresas falham e ainda apresentam um gap de 67% na contratação dos talentos necessários para iniciar essa transformação.

Primeira a operar por squads-as-a-service no Brasil, a BossaBox possui mais de 10 mil profissionais cadastrados e já desenvolveu mais de 90 projetos em todo o país. Com agilidade, excelência, segurança e praticidade, a plataforma monta em poucos dias o time que contribuirá em grandes projetos de inovação, além de absorver toda a responsabilidade pelo desenvolvimento das soluções adequadas a cada cliente. “Por meio de times qualificados e estratégias flexíveis, oferecemos aos nossos clientes uma entrega real e efetiva do produto esperado, por um preço justo. Acreditamos que não há barreiras geográficas para atrair os melhores profissionais”, afirma André Abreu, CEO da BossaBox.

Com base nesse modelo, a empresa já desenvolveu soluções para empresas como Unidas, Omo, Multicoisas e Hering, entre outras. As organizações apostam na expertise e agilidade dos profissionais da BossaBox para acelerar a inovação dentro de estruturas mais tradicionais e alocar suas próprias equipes de tecnologia em projetos internos voltados para a estrutura de TI da companhia.

Depois de enfrentarem um rigoroso processo seletivo criado pela BossaBox, os prolancers, como são chamados os profissionais freelancers cadastrados na plataforma da startup, praticam novas habilidades, se envolvem em projetos relevantes, possuem autonomia e acesso a uma fonte de renda estável, mesmo trabalhando de forma remota. A startup encontrou neste formato um meio de promover a diversidade e inclusão dentro da área de tecnologia, sem esquecer a qualidade.

“Temos um processo seletivo e de onboarding personalizado que inclui profissionais de cidades afastadas que nem sempre têm a oportunidade de atuar em grandes projetos devido a barreiras geográficas, já que grandes companhias estão localizadas na região sudeste e em grandes capitais brasileiras, por exemplo. Além disso, uma bandeira que sempre levantamos é a inclusão e diversidade dentro do setor de tecnologia, onde quase cerca de 70% é dominado por profissionais do sexo masculino”, ressalta Abreu.

A BossaBox também promove a educação e causas sociais relacionadas ao mercado de tecnologia. A empresa tem como um de seus propósitos empoderar profissionais transformadores por meio de treinamentos e acesso a conhecimento de qualidade, além de eventos como a Product Masterclass. Em 2020, o evento trouxe grande nomes do mercado de tecnologia para debater temas relevantes como: transformação digital, inovação durante a pandemia, product design, entre outros assuntos. Além disso, toda a renda arrecadada no evento foi revertida em 15 bolsas de estudos integrais no projeto de capacitação de mulheres no setor de tecnologia da Reprograma, instituição que visa inspirar, empoderar e educar mulheres com conhecimentos de computação por meio da educação.

Como funciona

Para os profissionais que desejam aderir à plataforma basta se cadastrar em http://bossabox.com/para-profissionais. Após o cadastro inicial, o usuário irá realizar testes e desafios práticos para que a empresa entenda suas habilidades e competências dentro da área em que atua. Por fim, caso o perfil do profissional se adeque a algum projeto, a BossaBox envia para o profissional a proposta para participar de uns de seus squads.

Para as empresas, a BossaBox entenderá exatamente qual é a necessidade e estratégia que o cliente espera e, com base nessa análise prévia, alocará os(as) melhores profissionais para executar o projeto.

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Reserva investe na TROC, startup de moda circular

O Grupo Reserva anuncia o investimento na TROC, startup curitibana de revenda online de roupas e acessórios premium. A combinação entre as empresas possibilitará que a TROC entre no mercado de moda masculina e que a Reserva faça parte da moda circular por meio da plataforma batizada de TROC RAAS – solução de logística reversa, que viabiliza empresas a transformarem roupas sem uso de seus consumidores em desconto para novas compras em suas lojas. O investimento dará continuidade no foco de sustentabilidade do Grupo e na aproximação de importantes startups.

Seguindo esse compromisso sustentável, a Reserva anuncia outra novidade, o lançamento de sua coleção de peças feitas a partir do upcycling de sobras de tecido da produção nas fábricas.

Para o CEO do Grupo Reserva, Rony Meisler, o investimento na TROC está totalmente ligado ao propósito compartilhado das duas empresas. “Nós acreditamos que a moda do futuro é circular e sustentável. Hoje nós temos orgulho de anunciar essa parceria rumo a um futuro cada dia mais consciente, juntando nossas expertises para tirar do papel a economia circular, conectando esse propósito com os nossos consumidores e tornando real essa oportunidade”, afirma Meisler.

A Reserva Mini foi a primeira marca do Grupo a estrear o serviço e após um mês de sucesso do novo projeto, a Reserva também inicia como parte da solução para um futuro mais sustentável no varejo. Para a TROC, a entrada da Reserva representa um novo nicho de atuação, pois a empresa inicia uma nova fase de vendas de roupas para o público masculino no brechó. Desde 2016, eram vendidas apenas peças para o público feminino e infantil.

Segundo a fundadora e CEO da TROC, Luanna Toniolo, a marca está em seu melhor momento e o investimento estratégico chega para a marca alcançar ainda mais rapidamente seus objetivos. “O mercado de revenda no Brasil está apenas iniciando e tem um potencial gigante pela frente. Estamos nos estruturando estrategicamente para continuar crescendo de forma consistente e coerente com nossos propósitos”, comenta a empresária.

Upcycling

O termo em inglês se refere a técnica que busca, com criatividade, dar um novo e melhor propósito para um produto ou material que seria descartado, sem degradar a qualidade e composição do material. Um item que passou pelo upcycle normalmente possui uma qualidade igual ou melhor que a de seu original. É exatamente isso que a Reserva aposta lançando a linha de peças feitas a partir do reuso das sobras de tecido em suas fábricas que estarão disponíveis no site e nas lojas física.

“Com o upcycling e a entrada da Reserva para TROC RAAS, atingimos o ciclo completo da moda circular oferecendo uma solução única e sustentável para os clientes brasileiros”, explica o CEO, Rony Meisler.

Com pólo, camiseta e bermuda, a Linha Reserva Circular fortalece o compromisso da empresa com processos de produção sustentáveis e que impactam o planeta o menos possível. A produção da linha é desenvolvida a partir de sobras de tecidos nobres. Em vez de descartados, os tecidos foram reciclados, passando pelo processo de serem desfibrados e tecidos novamente, dando novo significado ao que seria lixo. As peças oferecem conforto, com leveza e toque macio. Já a aparência é rústica, que lembra que essa peça tem uma história.

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Wayra lança desafios para startups na área de logística

Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica e uma iniciativa Vivo, abre inscrições para startups que tenham soluções para resolver desafios de uma grande corporação. As primeiras seis oportunidades são da área de logística e ficarão abertas até 31 de outubro no site da Wayra. As startups selecionadas para a fase final terão a chance de fazer pitch para executivos da Vivo visando gerar negócios com a empresa.

Os desafios têm como objetivo impulsionar o desenvolvimento de negócios entre startups scale ups e a empresa. Os contratos poderão seguir o modelo para uso interno, para soluções relacionadas a melhoria de eficiência e redução de custos operacionais, ou para uso externo, com a criação de novos produtos tanto B2B como B2C.

“Os desafios reforçam nosso posicionamento e propósito de conexão com o ecossistema empreendedor a fim de gerar negócios, trazer mais inovações e melhorar as operações e experiência dos clientes da Vivo.”, declara Livia Brando, Country Manager da Wayra Brasil.

Essa nova iniciativa prevê aumentar o volume de soluções com potencial para melhoria em custos e nível de serviço dentro da corporação. Entre os primeiros desafios estão oportunidades para logística reversa como plataforma de gestão e serviço de coleta, ferramenta de crowdshipping, sistema de gerenciamento de transporte entre outros.

“Trata-se de uma excelente iniciativa da Wayra para nos aproximar de startups que tenham potencial de acelerar nossas frentes de transformação digital na Logística com soluções inovadoras de baixo custo e maior eficiência operacional”, declara Leandro Stumpf, diretor de Logística da Vivo.

As startups selecionadas farão uma apresentação em formato de pitch para uma comissão avaliadora formada pelas equipes da Wayra e da Vivo e as finalistas serão apresentadas para a área. Os critérios para seleção incluem avaliação de equipe, solução e aderência à oportunidade.

Para as startups que não se enquadrarem nos desafios propostos, há também a opção de aplicar para fazer parte do portfólio da Wayra. A inscrição pode ser feita em qualquer momento do ano no site e a avaliação segue a tese de investimento da Wayra.

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Competição de startups, Extreme Tech Challenge acontece em outubro

StartSe e Extreme Tech Challenge (XTC) anunciam o lançamento do “XTC Brasil”, que visa elevar e apoiar startups brasileiras que estão construindo negócios revolucionários e com impacto positivo na sociedade. O XTC Brasil é um dos muitos eventos regionais realizados pelo XTC, a maior competição de startups do mundo para empreendedores que enfrentam desafios globais.

O XTC Brasil acontecerá no dia 30 de outubro, durante a Silicon Valley Web Conference da StartSe, que promete ser o maior evento de inovação, tecnologia e transformação digital já realizado na América Latina. O evento já acumulou mais de 300.000 inscrições e confirmou mais de 100 palestrantes, incluindo Tim Draper, da Draper Associates, Marc Tarpenning, cofundador da Tesla, Michael Seibel, da Y Combinator, Henrique Dubugras, da Brex, Hugo Barra, do Facebook, e David Velez, do Nubank.

“Nestes tempos de pandemia global e desastres naturais cada vez maiores e destrutivos, há uma necessidade urgente de soluções inovadoras que possam ajudar a resolver os problemas mais extremos do mundo”, disse Young Sohn, cofundador da XTC, presidente e diretor de estratégia, Samsung Electronics e presidente do conselho da HARMAN.

“As startups brasileiras têm uma rica história de criação de tecnologias de ponta que ajudam a promover mudanças sociais e melhorar a vida de muitos. É por isso que estamos orgulhosos de apoiar o lançamento do XTC Brasil e liderar a primeira competição regional de startups na América do Sul”, disse Bill Tai, cofundador da XTC e sócio emérito da Charles River Ventures.

“O XTC é um evento de extrema importância para o universo global de startups. Sediar esta primeira edição no Brasil, sem dúvida alguma, é um prazer imenso”, afirma Junior Borneli, fundador e CEO da StartSe. “Temos ao nosso redor empresas e startups dos mais diversos setores. São players que estão disruptando seus respectivos mercados e que têm todo o interesse em criar negócios revolucionários e de impacto”, completa

O Comitê de Avaliação do XTC Brasil analisará todos os candidatos. Dez startups serão então selecionados para apresentar os principais investidores de risco regionais e globais diante de uma audiência ao vivo no dia 30 de outubro. Os jurados do XTC incluem Veronica Serra da Innova Capital, Antoine Colaço do Valor Capital Group, Carlos Kokron da Qualcomm Ventures, Chris Chu da Samsung Catalyst Fund e Pat Burtis da Amadeus Capital.

Os juízes selecionarão três startups vencedoras que avançarão para as finais globais do Extreme Tech Challenge em maio e junho de 2021. Além disso, os três finalistas selecionados serão elegíveis para participar do XTC Bootcamp em maio de 2021 com orientação e treinamento fornecidos por líderes mundiais e investidores em tecnologia. Eles também terão a chance de competir pelo título de Vencedor Global do Extreme Tech Challenge.

As startups brasileiras que estão construindo negócios escaláveis ​​com impactos sociais positivos nas áreas de saúde, educação, fintech, transporte, cidades inteligentes, tecnologia limpa, energia, agrotech, alimentos e água e tecnologias facilitadoras estão convidadas a se inscrever em extremetechchallenge.org até outubro 9, 2020.

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ESPM acelera incubadora de startups na pandemia

A ESPM SP aumentou de quatro para dez o número de novos negócios acelerados no StartupLab neste segundo semestre. Parte da formação do curso de Administração, o StartupLab iniciou as suas atividades no início de 2020. 
As startups atendidas têm acesso a mentorias de modelagem de negócios com professores, atividades para captação de fundos, oficinas de prospecção de clientes, workshops de capacitação, entre outras atividades. Os novos negócios são focados em temas como varejo e delivery de alimentos.

O início do StartupLab em 2020 é a institucionalização de um apoio que já era prestado a alunos com iniciativas empreendedoras em anos anteriores. “Queremos ser um dos celeiros dos próximos unicórnios brasileiros”, afirma Fernando Domingues, coordenador da incubadora e professor na graduação de Administração da ESPM SP.

O StartupLab faz parte de uma mudança de estrutura geral da graduação em Administração, que adaptou disciplinas tradicionais do curso à realidade da transformação digital das empresas. “As disciplinas clássicas do curso de Administração na ESPM passaram a ter um olhar focado no empreendedorismo e na transformação digital das organizações. O StartupLab é uma peça fundamental nessa estratégia”, diz.

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Mais de 500 startups inscritas no iImpact, que visa destacar inovações com impacto social na AL

Mais de 500 startups se inscreveram no projeto iImpact, que visa mapear e reconhecer empresas comprometidas com o desenvolvimento sustentável e cujas inovações já estejam gerando impacto na sociedade e no meio ambiente na América Latina.

Desenvolvido pelo Innovation Latam, o projeto é inédito e visa expor, validar e conectar as startups latino-americanas com empresas e governos da região. “O selo iImpact facilitará o match entre as empresas e as inovações”, afirma João Pedro Brasileiro, fundador da plataforma Innovation Latam.

Nessa fase do projeto o que mais chamou a atenção dos especialistas da Fundação Dom Cabral é que mais da metade (55,6%) das startups já está em fase de tração e escala e com clientes ativos, mas ainda esbarram na falta de investimento. Segundo elas, a falta de investimento (34%), a aquisição de clientes (16%) e a necessidade de exposição (13%) são as principais dificuldades para o crescimento. As startups inscritas (12%) também citaram a ausência de incentivos governamentais.

“É preciso dar visibilidade urgente para esse importante trabalho que está sendo desenvolvido pelas startups, principalmente, numa região tão carente de projetos e políticas públicas em conformidade com os 17 ODS – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável definidos pela ONU”, afirma João Pedro.

Todas as empresas inscritas serão analisadas pela metodologia desenvolvida pelo Prof. Dr. Fabian Salum, da Fundação Dom Cabral, e submetidas a uma banca julgadora composta por docentes e mais de 70 executivos do alto escalão das principais empresas que atuam na América Latina e docentes. Entre elas: Aegea, IBM, Ambev, Grant Thornton, Grupo A.Yoshii Engenharia, MRV Engenharia, Dow, Electrolux, Gerdau, Oracle, Amazon, Bradesco, Cubo-Itaú, Banco Carefour, Roche,Saque-Pague e outras.

“É uma responsabilidade e ao mesmo tempo uma oportunidade de avaliar projetos de startups voltados para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentáveis, pois assim como a Aegea, essas iniciativas promovem inovação, geram impactos sociais relevantes e disseminem ações de sustentabilidade. A participação das startups auxilia empresas e governos nesse processo de incorporação do pensamento inovador”, afirma Marco Aurélio Silva, gerente de Eficiência e Tecnologia da Aegea.

Na etapa final, as startups aprovadas pela banca julgadora receberão o Selo iImpact e farão parte de um ebook com a descrição dos cases, estatísticas do setor e opinião de lideranças. Haverá ainda um evento de apresentação das startups e a divulgação no portal do projeto.

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Startup cria plataforma de automatização de protocolos médicos

O escritor Peter Drucker aponta que não é possível gerenciar algo que não se pode medir e, seguindo esse raciocínio, o engenheiro biomédico e CEO da Mindify, André Ramos, criou um software para capacitar equipes de saúde no uso de protocolos de referência, que receberam o nome de Protocolos Automatizados.

“Atualmente, o prontuário eletrônico usado pelas equipes de saúde não facilitam o entendimento, muitas vezes eles geram uma burocracia que chega a tomar 70% do tempo dos atendimentos. Em uma situação de pandemia o tempo é precioso, logo, as equipes são obrigadas a deixar de usar o prontuário eletrônico em sua plenitude, mas esse movimento faz com que dados deixem de ser gerados e sem eles torna-se impossível promover uma assistência custo-efetiva. Nosso papel com os protocolos automatizados é facilitar o trabalho do dia a dia das equipes de saúde”, explica André Ramos.

Com o intuito de alcançar o maior número de hospitais públicos e privados do país, André tentou contato com os governos, pois sabia que sua ferramenta seria útil para os profissionais de saúde, principalmente nos atendimentos do coronavírus, mas teve dificuldade de conseguir o contato certo.

Por participar de inúmeros grupos de inovação, o CEO conheceu o programa IdeiaGov, um Hub de Inovação que traz soluções de mercado e da sociedade para desafios do Governo do Estado de São Paulo. Entre os desafios em andamento, encontrou o Edital de Ofertas Tecnológicas para o enfrentamento da COVID-19 e decidiu inscrever sua proposta. André percebeu que o IdeiaGov seria o melhor caminho para apresentar os Protocolos Automatizados para o governo.

“Vimos a oportunidade de demonstrar as facilidades da Mindify para as pessoas certas, dentro de um contexto adequado. Com isso, nos inscrevemos, passamos por todos os processos e fomos selecionados. O IdeiaGov nos deu a oportunidade de mostrar e de aplicar nossas inovações. Já tivemos uma primeira reunião e agora, minha expectativa é que os Protocolos Automatizados sejam implementados no Hospital das Clínicas”, comenta o CEO.

Os Protocolos Automatizados

Os protocolos foram definidos a partir da experiência prática de lideranças médicas e podem ser trocados ou customizados para as particularidades de cada hospital. A Mindify simplifica e valida a coleta de dados, tanto pelo paciente, quanto pelos Profissionais da Saúde, e os apoia nas tomadas de decisões com base em guidelines de referência e em serviços de Inteligência Artificial (IA).

A ferramenta estava pronta desde 2019, bastou que fossem parametrizadas os protocolos de combate ao coronavírus. O CEO explica que a primeira versão demorou apenas três dias para sair porque eles têm um robô que automaticamente faz toda a programação dos protocolos, depois os protocolos foram sendo atualizados a cada duas semanas, pois as diretrizes clínicas mudavam o tempo todo conforme o entendimento da Medicina sobre a doença evoluída.

A proposta da empresa é assistir toda a jornada do paciente desde a triagem, passando pela quarentena em casa com telemonitoramento, chegando até a ajudar médicos no diagnóstico e da definição do tratamento. Tudo isso gera dados valiosos que podem ser anonimizados e então compartilhados com as lideranças médicas responsáveis pela definição e melhoria contínua dos protocolos.

“Um dos maiores benefícios dos Protocolos Automatizados é que a ferramenta é intuitiva ao ponto de ser capaz de ajudar na capacitação das equipes de Saúde, além disso, é muito ágil. Tudo isso estimula a geração de dados clínicos do mundo real, mesmo no caos da pandemia, que por sua vez ajudam gestores hospitalares e pesquisadores a promover um custo-efetivo combate à pandemia”, finaliza Ramos.

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Fligoo anuncia aporte Series A de R$ 40 milhões

A Fligoo, startup de análise avançada de dados, com sede em São Francisco, no Vale do Silício, e clientes como Coca Cola, Itaú, Walmart e B2W, anuncia aporte de R$ 40 milhões, liderado por family offices americanas e brasileiras. O investimento será dedicado ao crescimento das operações da empresa, tendo o Brasil como um dos principais focos. A Fligoo usa inteligência artificial, big data e machine learning para fornecer informações preditivas sobre o comportamento do consumidor e otimizar estratégias de negócio. Grandes empresas de mercados como o financeiro, de bens de consumo, varejo, educação e telecom confiam na Fligoo e seus mais de 4 mil algoritmos proprietários para tirarem proveito do recurso mais valioso do nosso tempo: os dados.

“Diferentemente de muitas startups, temos uma operação que apesar do nosso crescimento acelerado gera caixa. Na Fligoo não acreditamos no modelo de encher o cofre de dinheiro de venture capitalists para logo ser refém dos seus ‘terms’. Preferimos crescer o nosso business global a passos naturais e por meio do nosso network”, afirma Carlos Naupari, CEO da Fligoo no Brasil. A operação local da startup cresceu 400% na pandemia. “Depois dos Estados Unidos, em que já temos toda a operação rodando, o Brasil é o país mais importante para nós no momento e é aqui que está o maior potencial para nos tornamos o próximo unicórnio.”

A Fligoo nasceu em 2013, logo depois de um dos fundadores usar o seu conhecimento em computação para fazer um experimento diferente: analisar o comportamento online da mãe da sua então namorada. O objetivo? Descobrir o presente de Natal ideal. O perfume escolhido caiu em cheio no gosto da sogra que se tornou uma das principais apoiadoras do casamento que aconteceria anos depois. O episódio foi o embrião da Fligoo que ao longo dos anos evoluiu de um mecanismo capaz de indicar os melhores presentes a amigos e familiares para um framework proprietário de 4 mil algoritmos, desenvolvido com engenheiros do MIT, que ajuda grandes empresas a usar seus dados de forma segura para incrementar vendas, reduzir a perda de clientes, prevenir fraudes e otimizar processos, como análises de crédito.

A tecnologia da Fligoo se integra aos servidores existentes do cliente de forma remota e entrega resultados que conseguem superar o ROI de projetos ou iniciativas desenvolvidos internamente. A Fligoo usa AI para criar modelos preditivos do comportamento do consumidor. Esses usam vários métodos, incluindo florestas de decisão aleatórias, redes neurais e aprendizagem profunda, que permitem determinar qual produto é melhor para qual tipo de cliente, quando este deve ser oferecido, de que forma e por qual canal. O sucesso dessa abordagem é vista nos resultados comerciais que, em média, saltam 25%. Caso de um dos maiores bancos do Canadá que em dois anos de parceria registra mais de US$ 300 milhões em incremento de venda do seu cartão de crédito.

Parte da operação da startup se baseia em Córdoba na Argentina. É lá que ficam os gênios da Fligoo, os seus cientistas de dados, responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia da startup. São cerca de 40 pessoas dedicadas a treinar, testar e aprimorar os seus algoritmos. “Os clientes enxergam os nossos produtos como soluções holísticas que resolvem os seus maiores problemas para crescer e reter clientes . Somos uma alternativa bem vinda ao trabalho das consultorias tradicionais que dizem trabalhar com AI mas no final das contas entregam apenas belos PowerPoints”, afirma Naupari.

Ao longo dos anos, a Fligoo vem chamando a atenção do mercado. Em 2019, por exemplo, a empresa foi uma das sete selecionadas do programa Start Path, da Mastercard, que passou a apresentá-la à sua base de clientes. Hoje, além do hub em Córdoba, a empresa tem operações nos EUA (São Francisco, Nova York e Miami) e em Londres. Por lá, a startup integra o Scale Fintech, iniciativa da PwC para startups financeiras, e do programa de aceleração do Royal Bank of Scotland. Com vagas abertas e crescimento acelerado, a história da Fligoo está apenas começando.

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