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Programa de pré-aceleração de startups Safira Labs está com inscrições abertas

O Grupo Safira, um dos principais do ecossistema de energia do País, anuncia mudanças no seu programa de apoio a startups, que chega à sua 3ª edição. O Safira Labs, agora, será um programa de pré-aceleração e passa a considerar startups de base tecnológica em estágio inicial, que ainda necessitam de apoio para estruturar melhor o seu modelo de negócios. Startups e empreendedores interessados em participar do programa devem se inscrever até o dia 30 de abril de 2021, através do http://safiralabs.com.br/ .

“Em um mundo cada vez mais conectado, ganham cada vez mais relevância as ideias inovadoras e os projetos digitais com potencial de contribuir para um amanhã melhor. Por isso, o Safira Labs vem, continuamente, se aprimorando e, a partir de 2021, passa a ser um programa de pré-aceleração de startups”, explica o diretor executivo do Grupo Safira, Mikio Kawai Júnior, ao lembrar que o programa já havia sido ampliado para apoiar o empreendedorismo digital em projetos que vão além do setor de energia, incubando e acelerando startups de diferentes áreas, mais ainda com sinergia com o Grupo Safira. “Estamos dando agora um passo ainda maior”, destaca.

Estão aptas a participar do Safira Labs startups de base tecnológica, ou seja, que deixaram a fase de ideação e já partiram para o desenvolvimento de MVP e validação, voltadas ao B2C (Business to Consumer) ou B2B2C (Business to Business to Consumer), e que sejam dos segmentos de Regtechs, Autotechs, Fintechs, Wealthtechs, Cleantechs, Insurtechs, Retailtechs, HR Techs e Datatechs.

Durante o processo de seleção das startups, serão avaliados a composição do time, considerando a presença de pessoas de ramos de conhecimento distintos e complementares, assim como a maturidade dos empreendedores; a visão de mercado; a capacidade de execução e a sua adequação às propostas programa.

Além do espaço colaborativo – o Safira Vórtex, localizado no bairro de Pinheiros, capital paulista, o programa oferece mentorias em inovação, marketing, jurídico, financeiro e estratégia; workshops e palestras; metodologia própria, desenvolvida pelo Grupo Safira; software de gestão de tarefas e processos; mentores externos reconhecidos pelo mercado, aumento da rede de networking; e um prêmio para a startup vencedora da edição.

Com uma trajetória reconhecida no setor de energia e em iniciativas de inovação, o Grupo Safira iniciou com atividades focadas em comercialização de energia e consultoria e se consolidou nestas áreas. Em 2018, deu início a um plano de transformação do negócio, com foco ainda maior em desenvolver inovação e apoiar o empreendedorismo digital, por meio de projetos que vão além do setor de energia, incubando e acelerando startups de diferentes ecossistemas, que têm potencial de convergência com o grupo.

Entre os exemplos de startups que já passaram pelo Safira Labs, estão Festa Compartilhada, Free Skate e Neo 3D. O programa já investiu mais de R﹩ 1 milhão na infraestrutura e benefícios e teve mais de 200 inscritas ao longo das duas edições.

Tetra Pak atrai startups para promover inovação na indústria alimentícia

Com o objetivo de conectar as demandas do mercado consumidor com a indústria de alimentos e bebidas, programa busca acelerar projetos que respondam às novas demandas de consumo


Uma das líderes mundiais no fornecimento de tecnologias de envase e processamento de alimentos e bebidas, a Tetra Pak está com inscrições abertas para o seu programa de aceleração de startups: o Startup Tetra Pak. O programa busca identificar empresas que estejam desenvolvendo produtos alimentícios que respondam às novas demandas do mercado consumidor brasileiro e que se destaquem por terem proposta inovadora.

Os projetos acelerados serão aqueles que se diferenciam em termos de formulação ou que entreguem algum diferencial ao consumidor, como bebidas com alto valor nutricional ou maior valor agregado. No último ano, por exemplo, a indústria de alimentos investiu no lançamento de produtos capazes de aumentar a imunidade e em bebidas que priorizam em sua formulação ingredientes de origem vegetal.

O programa de aceleração é realizado em parceria com a Plug & Play, plataforma de inovação que conecta grandes corporações a startups de diferentes setores. O programa busca acelerar negócios que já estejam em desenvolvimento, mas que ainda possam ser impulsionados, ou projetos embrionários que ainda precisem de amadurecimento.

Essa é a segunda chamada do programa de aceleração – a primeira ocorreu em janeiro, com a seleção de cinco startups. Em parceria com consultores da Tetra Pak e da Plug & Play, as empresas selecionadas estão desenvolvendo formulações e estratégias de negócios focadas no mercado brasileiro. A previsão é que novos produtos, frutos da primeira onda de aceleração, cheguem às gôndolas ainda neste ano.

No Brasil e no mundo, a Tetra Pak apoia fabricantes de alimentos e bebidas no desenvolvimento de novos produtos, fornecendo soluções integradas que vão desde consultoria de mercado até a entrega de equipamentos de processamento e envase utilizados na fabricação de alimentos e bebidas.

“Independentemente da etapa de desenvolvimento do projeto, a Tetra Pak possui um time de profissionais especializados e infraestrutura própria para dar suporte às startups aceleradas. Da definição do conceito, passando pela construção de uma nova marca e até a formulação e modelo de processamento, a Tetra Pak tem capacidade para apoiar no desenvolvimento de novos projetos”, explica Luis Antonio Kuhl, diretor de Vendas e de Novos Negócios da Tetra Pak Brasil.

Mais informações sobre o Startup Tetra Pak estão disponíveis em http://startup.tetrapak.com.br/

Aceleração e parceria para a operação fabril

A primeira onda do programa de startups da Tetra Pak ocorreu em janeiro. Dentre as empresas aceleradas estão fabricantes de bebidas Alcoólicas (Babuxca), chás (Inovamate), bebidas base vegetal (Fresco), com alto teor de proteína (Mother) e alimentos focados em nutrição infantil (Pic-Me).

As empresas participando da aceleração estão utilizando a estrutura do Centro de Inovação ao Cliente (CIC), da Tetra Pak, para realizar testes e ajustes em seus produtos. Em virtude da pandemia de Covid-19, o programa está mesclando encontros remotos e presenciais, seguindo protocolos de segurança e respeitando o fechamento de atividades determinado por autoridades locais.

Encerrado o processo de mentoria, os produtos serão processados e envasados em fábricas operando no sistema de copacking. O modelo prevê a cessão de espaço de uma fábrica existente para um produtor que ainda não tenha unidade própria de produção ou capacidade para ampliar a sua operação.

A Tetra Pak trabalha com copackers em diferentes regiões do país, sendo uma facilitadora ao conectar fabricantes com essas unidades de produção. Todos os copackers parceiros da companhia operam com máquinas de processamento e envase fornecidas pela Tetra Pak.

Nos últimos anos, a Tetra Pak tem direcionado esforços para a atração de parceiros em novos segmentos do setor de alimentos e bebidas. Do total de novos clientes atraídos pela companhia em 2020, cerca de 30% se enquadram no modelo de operação de startups.

“Nosso programa local de aceleração visa responder às latentes demandas do consumidor final e, por consequência, aos desafios da indústria alimentícia. A ideia é que possamos unir forças às empresas aceleradas para levar ao mercado soluções inovadoras e relevantes que se conectem às necessidades do consumidor brasileiro”, explica Kuhl.

ACATE completa 35 anos e mira em formação de novos talentos para o ecossistema de inovação

Com o desafio de continuar fortalecendo o ecossistema de tecnologia e inovação em Santa Catarina e colocar o estado no radar global, a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) completa 35 anos no mês de abril. Apesar do momento de crise mundial, a associação segue desenvolvendo programas e projetos estruturantes para fomentar o empreendedorismo tecnológico, formar e atrair novos talentos para o estado. Hoje, conta com 1.400 empresas associadas e está presente em nove polos regionais.  

As aceleradas transformações digitais ocorridas em decorrência da pandemia do coronavírus acenderam um sinal ainda maior de alerta para o setor de tecnologia. Ao mesmo tempo que inúmeras empresas conseguiram crescer ofertando suas soluções ao mercado, a falta de mão de obra qualificada se acentuou. Por este motivo, um dos principais objetivos da ACATE para os próximos anos é contribuir de forma efetiva para a capacitação de novos profissionais. Em 2020 a entidade  iniciou um mapeamento estadual para identificar o volume e o perfil dos profissionais demandados nas diferentes regiões do estado, que servirá de insumo para futuras parcerias e ampliar iniciativas como o programa DEVinHouse, que está formando desenvolvedores e inicia em breve novas turmas. 

“É uma situação global que também se reflete aqui: ter profissionais qualificados para que o setor continue se desenvolvendo. Todas as esferas da sociedade precisam se envolver, e a ACATE busca atuar junto ao Governo no fortalecimento da formação de base, despertando o interesse dos jovens para a área, além de estimular as empresas para que fortaleçam sua cultura para atrair e reter talentos. É uma área com empregabilidade muito alta e remuneração quase três vezes superior ao salário médio nacional”, destaca Iomani Engelmann, presidente da ACATE. 

Quando a ACATE começou, em 1986, a trilhar o caminho do setor tecnológico no Estado, os números alcançados eram impensáveis na época. Hoje são mais de 12 mil empresas no setor, que faturam R$ 17,7 bilhões, e empregam 56,5 mil pessoas, segundo dados do ACATE Tech Report 2020. Na contramão da crise, a ACATE conseguiu realizar as mudanças necessárias para apoiar na velocidade com que as empresas foram desafiadas a produzir tecnologia e inovação e registrou um crescimento de 295 empresas associadas, 10,5% a mais do que em 2019. 

A capilarização da atuação da entidade para todas as regiões de Santa Catarina é um dos pontos de crescimento. Hoje, a ACATE possui em seu Conselho empresas de todos os portes e diferentes polos, inaugurou novos Centro de Inovação em parceria com o Governo e outras entidades e, mais recentemente, levou a metodologia MIDITEC para Joinville. Na visão do presidente Iomani Engelmann, isso demonstra a importância das conexões e do desenvolvimento de iniciativas conjuntas. “Ao longo de toda a trajetória da ACATE, sempre ficou claro que, quando o ecossistema é unido, todos se fortalecem. O fato de termos crescido em número de associados no último ano demonstra o valor que a entidade leva para todas as empresas e para a sociedade”, explica. 

 A Associação foi fundada em 1° de abril de 1986 com o objetivo de administrar o Condomínio Industrial de Informática (CII), prédio que abrigava as primeiras empresas de tecnologia de Florianópolis. Ao longo destes 35 anos, foram inúmeras conquistas e desafios para o desenvolvimento do setor. A criação do MIDI Tecnológico em 1998, incubadora gerida pela ACATE e mantida pelo Sebrae/SC, é um dos marcos. Outro importante momento da história mais recente da ACATE foi a inauguração, em 2015, da sua nova sede no Centro de Inovação ACATE (CIA) – Primavera, em Florianópolis. 

Nos últimos anos,  a ACATE recebeu diversos prêmios, como o de Melhor Hub de Inovação do país em 2018 e 2019 pelo Startup Awards; o MIDITEC foi eleito com uma das cinco melhores incubadoras do mundo segundo o UBI Global em 2018 e 2019, e obteve a certificação CERNE 2, sendo uma das sete primeiras incubadoras do país a ganharem este reconhecimento, das mais de 380 que existem. Além disso, participou de duas missões internacionais com a presidência da república – Índia e Estados Unidos.

De olho no futuro: atração de investimentos

Mesmo com números expressivos ao longo de 35 anos de atuação, Iomani explica que a ACATE quer continuar avançando no objetivo de colocar Santa Catarina no cenário global. “Temos o desafio de aumentar a atração de investimentos para o estado.  Mesmo em meio à pandemia, já foram injetados mais de R$ 2 bilhões na aquisição de empresas catarinenses. Acredito que no Brasil já existe um reconhecimento do nosso estado, por isso também trabalhamos fortemente o tema da internacionalização”, conta. Ele ainda ressalta que, além dos investimentos internacionais, a criação de fundos estaduais é fundamental. 

“Temos o fundo de R$ 100 milhões Invisto com a ACATE, que está sendo muito bem aceito pelo mercado, com perspectivas de fechar a rodada de captação antes do previsto. Os desafios são inúmeros, mas revisitando todo o caminho que a ACATE percorreu e conseguimos chegar até onde estamos,  vejo que vamos chegar muito mais longe”, finaliza

Histórico

– 1986 – 11 empresas de tecnologia se reuniram para representar o setor.

– 1988 – ACATE foi declarada entidade de utilidade pública em âmbito municipal e estadual. 

– 1998 – Foi criada a incubadora MIDI Tecnológico e formada uma parceria com o Sebrae.

– 2006 – Programa Juros Zero da FINEP: financiamentos para micro e pequenas empresas inovadoras catarinenses para inovação de processos, produtos e serviços

– 2009 – Na busca pelo associativismo inovador, foram criadas as Verticais de Negócio, que promovem a sinergia entre empresários do mesmo setor, criando um ambiente de colaboração e geração de negócios.

– 2013 – MIDI 2.0 Nova metodologia: treinamento e formação e capacitação do empreendedor (conhecimento em gestão financeira, contabilidade, liderança e gestão de pessoas). 

– 2015 – Há 6 anos o ecossistema de inovação ganhou um novo espaço, o Centro de Inovação ACATE Primavera. Junto com ele, veio uma necessidade de ir além de representar. A ACATE passou cada vez mais a ajudar as empresas de tecnologia e inovação a evoluir em suas jornadas.

– 2016 – Ampliação da atuação da Rede de Investidores Anjo (RIA) para os polos regionais.  

– 2017 – Criou o Linklab, programa pioneiro que aproxima médias e grandes empresas com startups que possam acelerar o processo de inovação delas e ao mesmo tempo dar às startups a oportunidade de acelerar sua participação em grandes mercados.

Iniciou o Programa ACATE Startups que ofereceu benefícios aos empreendedores, como valores diferenciados no aluguel de salas no Centro de Inovação Primavera, isenção de mensalidade, acesso a linhas especiais de financiamento, contato com fundos de investimento parceiros e participação no programa de mentoria.

– 2018 – Criou os grupos temáticos ACATE Internacionalização para reunir empresas internacionais a empreendedoras que desejam alcançar esse propósito e o grupo Mulheres ACATE com o objetivo de fortalecer o protagonismo feminino no universo tecnológico.

– 2020 – A estadualização era uma demanda importante para construir um ecossistema cada vez maior e mais próspero. Ao longo da última década uma aproximação com outros polos tecnológicos do estado foi formada. Essa aproximação rendeu um 90% de crescimento no número de associados nos 9 polos regionais parceiros da ACATE.

A pandemia pegou todos de surpresa, até mesmo as empresas mais preparadas. Novos negócios precisaram de apoio e a ACATE realizou projetos determinantes para remediar as perdas das empresas e dar impulso em seus caminhos.

O Plano de Ação ACATE Covid-19 impactou 16 mil pessoas. 104 novas empresas se associaram; 490 atendimentos realizados; e R$ 270 mil foram  liberados através da linha de crédito Únilos aos associados.

A iniciativa Fundo Garantidor ACATE (FGA), que fornecia cartas de garantia de crédito aos associados junto à instituições financeiras, contemplou 32 empresas, liberando R$ 3,9 milhões em linhas de crédito

– 2021 – Nesses 35 anos, o setor de tecnologia e inovação cresceu exponencialmente. Em 2020, Santa Catarina foi o estado com maior abertura de empresas de tecnologia. E as associadas ACATE tiveram uma produtividade duas vezes superior. Essa demanda por profissionais foi identificada e um projeto foi criado. O DEVInHouse deu oportunidade para 40 profissionais se capacitarem na primeira turma do programa e também a chance de serem efetivados pela empresa Softplan. Novas turmas serão formadas e mais profissionais chegarão ao mercado de trabalho, dessa forma o ecossistema de inovação cresce e se desenvolve cada vez mais.

Qintess Ignite Startups abre inscrições para 2021

Em 2020 programa de aceleração gerou soluções para oito grandes clientes das Qintess nos setores de Finanças, Seguros, Varejo e Governamental

A Qintess, umas 10 maiores empresas brasileiras de tecnologia, anuncia a segunda edição do Qintess Ignite Startups, programa de aceleração que tem como objetivo alavancar a atuação de startups no ecossistema da companhia, bem como gerar oportunidades de parcerias de negócios entre empreendedores e grandes clientes em diversos setores econômicos. 

O foco em 2021 é inovação baseada em inteligência artificial, aprendizado de máquina, análise avançada de dados, mineração de processos, computação de borda e SAP. No ano passado, o programa gerou soluções para oito grandes clientes da Qintess em setores como Finanças, Seguros, Varejo e Governamental. Ao todo, foram 30 reuniões de trabalho, 54 mentorias, agendas técnicas e 12 webcasts comandados pelas startups.  

“Estamos consolidando algumas startups como nossas parceiras permanentes, com o objetivo de gerar ofertas para os clientes, além de incluir novos pilares relacionados aos projetos internos de inovação da Qintess. Tudo isso para continuar tendo ganhos de produtividade e ampliação de produtos e serviços! ”, comenta Breno Barros, Vice-Presidente de Pessoas, Marketing e Inovação da Qintess.

“Também estamos alavancando nossas academias de talentos. Por exemplo, agora em abril acontecerá nosso primeiro “Hackat-UP”, uma maratona de programação que une 20 pessoas formadas pela nossa academia por um período de tempo de uma semana a fim de explorar dados e códigos, e discutir novas ideias para nossas Startups aceleradas na nossa parceira Vale do Dendê. É uma incrível evidência de nosso propósito: unir a inovação sustentável com pessoas capacitadas e preparadas dentro de casa!.”, finaliza Breno.

Serviço

Qintess Ignite Startups

Quando: inscrições até 30 de abril

Onde: https://qintess.com/ignite-2021

Evento de Lançamento:

Lançamento Qintess Ignite Startups 2021

Quando: 16/04 às 15h

Onde: Transmissão via LinkedIn em https://www.linkedin.com/events/lan-amentoqintessignitestartups6782699849113456640/

Cerca de 5% das startups são fundadas por mulheres

Dados da Pesquisa Female Founders Report, conduzida pelo Distrito, será pauta do painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, no Fintouch, maior evento da ABFintechs

Segundo pesquisa realizada pelo Distrito em parceria com a B2MAMY e Endevor, 4,7% das startups são fundadas exclusivamente por mulheres, enquanto 5,1% são co-fundadas por mulheres (fundação mista entre mulheres e homens). Do outro lado, o número de empresas com apenas fundadores homens é quase 20 vezes maior – mais de 90% das startups no Brasil ainda são fundadas apenas por homens. Ao olhar especificamente para o número de mulheres negras nesse ecossistema, o dado é ainda menor, apenas 19%.

A urgência do debate será pautada durante o Fintouch, maior evento no calendário da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) e o maior do Brasil focado em fintechs. O painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social” será liderado por Fernanda Ribeiro, Líder de Diversidade na AbFintech, Presidente na Afrobusiness Brasil e Co-fundadora da Conta Black, além de Lilian Natal, do  Distrito, Dani Junco, da B2MAMY e Anita Fiori , do BID. 

“Precisamos bater na tecla da diversidade como inclusão social e estratégia de negócios. Afinal, ao não investirem em negócios liderados por mulheres, em especial, as negras, todos perdem a chance de ter um portfólio diverso e com altíssimo potencial de ganhos, inovação e sustentabilidade”, aponta Fernanda Ribeiro. 

Negócios de impacto social são repletos de inovação, escalabilidade e lucratividade. Um exemplo disto está na própria Conta Black, fundada pela executiva, que é uma comunidade financeira que se propõe em resolver o desafio da desbancarização e consequentemente a exclusão financeira. Ambas responsáveis pela desigualdade social.

“Precisamos iniciar de imediato uma jornada de inclusão, a partir da diversificação de investimentos e inclusão de mulheres em boardings e conselhos. Tenho esperança de que o atual momento possibilite uma reflexão mais profunda, que leve por fim, a uma transformação desse cenário”, reforça. 

Fintouch

Com o tema “Vamos encontrar juntos as respostas para os desafios das fintechs em 2021 e 2022?”, a programação do Fintouch 2021 contará com a participação de nomes de referência nacionais e internacionais do ecossistema de inovação e serviços financeiros. O encontro, marcado para os dias 15 e 16 de abril, das 9h às 18h, e acontecerá pela primeira vez de forma totalmente online. 

Mantendo a excelência dos conteúdos, o evento abordará assuntos para além do painel sobre “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, tais como Tokenização de Ativos; CBDC, Stablecoins e Corporate Coins; Open Finance; Identidade Digital para Fintechs; Serviços e Produtos para Desbancarizados; AgFintechs: Regulação, Crédito de Carbono, Empresas ESGs; Regulação; Como se conectar com Organizações Internacionais para captar investimentos e Parcerias fora do Brasil; dentre outros. Para saber mais acesse: https://www.abfintechs.com.br/fintouch.

BR Angels passa a apoiar startups do primeiro Hub focado em educação da América Latina

Com o objetivo de fomentar o empreendedorismo e fortalecer o ecossistema de startups no Brasil, o BR Angels Smart Network, associação de investimento anjo composta por executivos C-Level, anuncia parceria com o Learning Village , primeiro Hub de inovação focado em educação da América Latina, criado pela SingularityU Brazil e HSM. Com isso, o BR Angels passa a apoiar as startups que compõem o projeto com mentorias dos seus mais de cem associados – empreendedores e CEOS de importantes companhias em diferentes mercados, com perfis variados em alta gestão, recursos humanos, finanças, vendas, marketing, tecnologia, dentre outros. Além disso, as startups que estiverem buscando investimento anjo, poderão participar do processo de screening do BR Angels e receber aportes financeiros do grupo.

“A filosofia do BR Angels é apoiar o empreendedorismo brasileiro, por isso ficamos honrados com o convite para a parceria com o Learning Village. Com as mentorias, vamos entregar, além de capital financeiro, capital intelectual. Valorizando sobretudo o conceito de smart money, poderemos contribuir com a expansão das startups que navegam no ecossistema do Learning Village”, sinaliza Orlando Cintra, fundador e CEO do BR Angels.

“O Learning Village tem como premissa conectar diferentes agentes e stakeholders, formando uma grande rede de novos negócios e networking, principalmente para o setor de educação. Por isso, ter o BR Angels como parceiro é fundamental para as startups presentes no espaço, que poderão contar com toda a expertise do grupo e de seus executivos”, reforça Reynaldo Gama, CEO da HSM e Co CEO da SingularityU Brazil.

Localizado no bairro Vila Madalena, na capital paulista, e com uma área de 3.000 m², o Learning Village tem como intuito estimular a inovação e a educação no Brasil por meio da aplicação de tecnologias exponenciais e desenvolvimento de pessoas. Além de fortalecer um ecossistema entre startups, grandes empresas e laboratórios de inovação, o local é um ambiente de networking, troca e aprendizado.

O espaço conta com sete pavimentos, lab maker, sete estúdios de gravação, agência e produtora de conteúdo. Nos estúdios, as startups podem gravar pitches, podcasts e produzir conteúdo para redes sociais. O local também abriga um auditório para até 150 pessoas, arenas, salas de aulas e reuniões, além de servir para realização de cursos, palestras, workshops, meetups e outras iniciativas para o fomento das aplicações das tecnologias em temas como saúde, inovação, negócios, empreendedorismo, gestão e desenvolvimento de pessoas.

Além do BR Angels, o Learning Village conta com founding partners como Ânima Educação, Ambev, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Deloitte, Hospital Sírio-Libanês, Unimed e Vibra. E parceiros como Athie Wohnrath, Boston Scientific do Brasil, CI&T, Egon Zehnder e Grupo Kallas. O Hub abriga também HRtechs, EDtechs e escolas de mindfulness e de programação.

TIVIT lança Pitch Day: iniciativa aproxima startups e abre oportunidades para aquisições

A TIVIT, multinacional brasileira e one-stop-shop de tecnologia, está buscando novas parcerias com startups que tenham vontade de transformar ideias em soluções para o mercado. Após a criação da TIVIT Ventures, o seu braço para aquisições com capital de R$ 400 milhões para investimentos até 2025, a companhia anuncia a criação do TIVIT Pitch Day. Trata-se de um espaço para aproximar startups do ecossistema da TIVIT, que, por meio do site https://labs.tivit.com/pitch-day/ permite que empreendedores enviem os seus pitchs com maior agilidade. Com isso, as startups selecionadas poderão ofertar as suas soluções no marketplace de serviços da TIVIT, o que garante acesso à uma ampla gama de clientes para acelerar os seus negócios.

“O Pitch Day nasceu da necessidade de encontrar startups inovadoras para a resolução de problemas do mercado de forma eficiente e ágil”, explica George Bem, CTO, diretor de inovação da TIVIT e responsável pelo TIVIT Labs.  “Com a iniciativa, abriremos uma sessão por mês para conhecer as startups inscritas e que poderão nos apresentar as suas soluções. A prioridade é identificar as que são altamente inovadoras, que trabalhem em modelo SaaS, e tenham interesse em escalar os seus negócios ou dar início a um processo de aquisição”, detalha Eduardo Sodero, Cheif Strategy Officer e head de M&A da TIVIT.

O Pitch Day abre espaço para as primeiras inscrições já em março – o prazo de encerramento é 16 de abril – para a realização da primeira sessão no dia 22 de abril. Para o cadastro, é necessário enviar uma apresentação da startup e esclarecer qual o problema de mercado solucionado. Com a ideia aprovada, cada empreendedor terá um tempo para defender o seu pitch e mais dez minutos para debater a solução com especialistas da TIVIT. 

Como benefício, as startups aprovadas poderão ser incluídas no portfólio de serviços da TIVIT. Ou seja, poderão ofertar as suas soluções para toda a base de clientes da multinacional, uma forma de acelerar os negócios e exponenciar o crescimento. Além disso, caso seja de interesse do empreendedor, ele poderá participar de rodadas de negociações com a TIVIT Ventures, voltada para a aquisição de startups.

Investimento em inovação

O lançamento do Pitch Day é mais um fruto do alto investimento em inovação feito pela TIVIT nos últimos anos. Em 2020, foi lançado o TIVIT Labs, um laboratório de inovação em São Paulo para o desenvolvimento de soluções ainda não encontradas no mercado. A TIVIT Ventures, por sua vez, concentra o investimento de R$ 400 milhões em cinco anos para a aquisição de startups de alta escalabilidade. Com o Pitch Day, a TIVIT reforça a sua inserção no ecossistema de startups, com o objetivo de estimular a criação de negócios inovadores no Brasil.

Mais informações sobre o Pitch Day estão no link: https://labs.tivit.com/pitch-day/ 

Ferramenta de automatização chega para ajudar os deliverys

O ano de 2020 foi um choque para todo o mercado. A pandemia que atingiu o mundo inteiro levou dor de cabeça para muitas pessoas, obrigando-as a ficarem em casa. Diversos setores foram diretamente atingidos e ainda lutam para se recuperar dos efeitos da crise econômica gerada, no entanto, mesmo em meio a este cenário houve um setor que se saiu bem e ganhou destaque nas estatísticas de crescimento durante o período de isolamento: o delivery.

Sem ter como ir ao restaurante, as pessoas tiveram que recorrer ao delivery para atender às suas necessidades dentro desta nova realidade. Seja para comemorar um aniversário, ou até mesmo para acompanhar um filme à noite, as entregas se tornaram a primeira opção dos consumidores.

No último ano, os gastos dos clientes com delivery registraram aumento de 149%, segundo pesquisa realizada pela Mobills, startup de gestão de finanças pessoais. Com o aumento da demanda pelas entregas em domicílio, os aplicativos que realizam o intermédio entre cliente e o restaurante foram os que mais se beneficiaram devido às altas taxas que cobram dos estabelecimentos. Para reduzir o custo com estes apps, o caminho para o delivery foi realizar seu atendimento através de um canal direto com o consumidor, via troca de mensagens on-line.

Grande parte dos restaurantes recorreu ao WhatsApp como meio para facilitar a realização dos pedidos pelos clientes, no entanto quando o atendimento na plataforma não é bem executado, ao invés de facilidade gera ainda mais dor de cabeça. Quando este atendimento é realizado de forma “manual”, ou seja, quando demanda a intervenção de um funcionário do estabelecimento para responder e anotar uma grande quantidade de pedidos, as chances de que ocorram falhas e de que o cliente fique insatisfeito são enormes.

“Oferecer suporte é o primeiro passo para fidelizar o cliente. Quando se realiza o atendimento de forma manual, no início o restaurante pode até se sair bem, porém quando enfrentar uma grande demanda de pedidos, alguma falha vai ocorrer. Seja uma resposta demorada para o cliente, ou um repasse de informações equivocado para a cozinha, o que gera mais dor de cabeça e prejuízo”, comenta Alexandre Nepomuceno, CEO da Cinndi, serviço de atendimento automatizado.

A solução para evitar os prejuízos do atendimento manual e o pagamento de tarifas absurdas às empresas que oferecem serviços de entrega já existe: é o uso do robô de atendimento, que auxilia o consumidor a realizar o seu pedido com o restaurante. Além de responder prontamente, evitando que o cliente aguarde ser atendido por longos períodos, o robô registra vários pedidos simultaneamente, sem possibilidade de falha. Com isso o gestor do delivery fideliza seu consumidor e não precisa mais recorrer aos aplicativos de intermédio.

“Não é barato ter um delivery. Os custos incluem água, energia, materiais, alimentos e também funcionários. Gastar mais ainda com taxas gigantes de aplicativos é uma dor de cabeça sem fim para os donos. Então a ideia de ter seu canal de atendimento direto com o cliente é a melhor economia que se pode ter”, explica Alexandre Nepomuceno.

Outras vantagens que vemos nesta ferramenta, popularmente conhecida como bot, vão desde contar com a modernização do processo, gerando considerável economia de tempo, até oferecer ao cliente um multiatendimento de qualidade, com mensagens objetivas e padronizadas. Com isto o restaurante tem a possibilidade de reduzir custos e ampliar a margem de crescimento, atendendo a uma quantidade maior de clientes a cada dia, sem a necessidade de contratar mais funcionários.

“Ter esse atendimento automatizado auxilia muito o gestor do delivery. Uma pessoa que cuida somente do atendimento via mensagem on-line, por mais atenciosa e rápida que seja, tem seus limites. Com o bot não, seu suporte ao cliente é rápido, objetivo, e de larga escala, fazendo com que as vendas cresçam exponencialmente”, informa o CEO da Cinndi.

Em 2020 a Cinndi teve um crescimento de 300% no ano. A startup, que já teve uma rodada de investimento em seu projeto, mostra que essa ferramenta tem futuro nas mãos dos gestores de delivery. Com o sucesso, a Cinndi agora está recebendo sua segunda rodada de investimentos, para poder fomentar essa tecnologia no setor.

2021 seguirá com interação social reduzida. A previsão de longo prazo é de que mesmo após a reabertura definitiva dos estabelecimentos, em parte devido à consolidação do “home office” para muitas empresas, grande percentual dos consumidores manterá sua preferência pelo serviço de entrega, que deve se preocupar cada vez mais em oferecer uma boa experiência ao cliente. Neste cenário a automatização do atendimento deixou de ser tendência e se tornou uma necessidade. Para se manter no patamar onde chegou, o delivery deverá contar com a tecnologia na utilização de novas ferramentas disponíveis no mercado.

Banco Carrefour consolida seu programa de inovação e abre inscrições para o Startup Jam

O Banco Carrefour colocou o pé de vez no mundo das startups. Depois de realizar o Demo Day, em 22 de fevereiro deste ano, a empresa se lança o Startup Jam, com inscrições abertas até o dia 2 de abril. O projeto é um dos programas de inovação aberta do Banco Carrefour, que busca realizar provas de conceito remuneradas com startups, a fim de identificar potenciais parcerias e negócios.

O foco do Startup Jam 2021 serão as áreas de Atendimento Central e Digital. No caso da Squad Atendimento Central, o objetivo é mapear o tagueamento existente de todas as interações do cliente nos canais de atendimento, capturar e visualizar as informações ali depositadas, criar o match entre o perfil de operador para atender diferentes necessidades de clientes e proporcionar ao operador uma melhor forma de consultar seus resultados, conteúdo para atendimento e comunicação com o seu gestor.

Já na área de Atendimento Digital, a meta é facilitar o acesso aos canais digitais, sem perder de vista a segurança e confiabilidade. Outro objetivo é buscar metodologias que estabeleçam um pipeline de criação de banco de dados para proporcionar ao cliente um atendimento inovador e fluído na resolução de questionamentos.

Para Charles Schweitzer, head de inovação do Banco Carrefour, a cultura baseada na inovação tem sido peça-chave na operação da instituição em meio a um mercado financeiro repleto de fintechs, grandes bancos e outras empresas do segmento. “Além de criar e executar rápido sempre pensando em nossos clientes, nós nos colocamos um outro desafio importante, que é estar aberto para trocar ideias e experiências. Por tudo isso, estamos muito animados com que está por vir”, afirma.

O programa é uma parceria entre o Banco Carrefour e a Kyvo Design-Driven Innovation, plataforma brasileira de inovação com histórico de aceleração de mais de 120 startups para algumas das maiores empresas do país. As inscrições vão até o próximo dia 2 de abril e já estão disponíveis através do link https://bit.ly/startup_jam.

DemoDay

No fim de fevereiro, a área de atendimento do Banco Carrefour esteve também no centro em outro ciclo de relacionamento da instituição com startups, o Demo Day. O evento, que contou com inovações dos mais diferentes vértices, reuniu sete startups. Cada uma delas apresentou novas abordagens, que vão desde risco de crédito até a inclusão de pessoas com algum grau de deficiência no universo de compras Carrefour.

As startups que se apresentaram do Demo Day foram: Cinnecta, especializada em inteligência de dados, First Performance, voltada a soluções para melhorar o relacionamento das empresas com seus clientes, a Inclue, que ajuda as empresas a melhorarem seus produtos e canais de venda para públicos desatendidos do mercado, como idosos e pessoas com algum nível de deficiência, Benefício Legal, uma legaltech que desenvolve soluções inovadoras para problemas jurídicos, Suthub, focada na distribuição digital de seguros, O2Obots, que usa inteligência artificial para vender seguros e créditos, e Manfig, voltada a melhorar o entendimento do público das empresas para oferecer soluções mais aderentes às necessidades do mercado.

MOV(-)19 anuncia as startups que receberão investimento de crowdfunding e serão aceleradas em programa remoto

O MOV(-)19, movimento idealizado por um grupo de empreendedores para captar recursos que serão investidos na aceleração de dez startups brasileiras, já definiu as empresas que participarão do programa. Foram selecionadas startups que desenvolveram soluções capazes de minimizar os impactos da pandemia na sociedade em diferentes segmentos. 

O programa remoto de 12 semanas tem oito horas semanais de atividades que entregarão aos empreendedores  conhecimento para que possam ter a estrutura necessária para se desenvolverem e ganharem espaço em seus mercados de atuação. Durante o programa 70% das doações da campanha de crowdfunding serão divididas entre as startups. A alocação de recursos, assim como as metas e OKRs das startups, ficarão expostas publicamente na página oficial do MOV(-) 19, durante todo o programa.

Entre as atividades previstas no cronograma do MOV(-)19 estão: conexões com mentores do programa, que são experts em diversos nichos como fintech, foodtech, rhtech, healthtech; reuniões de checkin de OKRs, mentorias one-on-one, treinamentos semanais de “Pitch Perfeito” e acompanhamento financeiro. Além disso o programa também oferecerá workshops com parceiros do programa sobre diferentes temas relacionadas ao mercado como, growth hacking, LGPD, contabilidade para startups, trabalho remoto, finanças, CNV (Comunicação Não Violenta) leis e contratos para startups, financiamento, pitch entre outros temas de relevância para o desenvolvimento das startups.  

O programa idealizado pelo ResumoCast For Startups, um dos maiores canais de empreendedorismo do Brasil, tem como objetivo combater os impactos da pandemia por meio do empreendedorismo, para isso, reuniu empresários com experiência no mercado de startups e desenvolveu uma campanha de crowdfundig, onde os repasses para as startups ocorrerão sem que elas precisem entregar qualquer participação acionária dos seus negócios para a aceleradora. O objetivo do movimento é arrecadar R$1 milhão, até o dia 18 de abril. Qualquer um pode colaborar, para isso basta acessar o link https://www.resumocast.com.br/mov-19

Conheça mais detalhes sobre as startups selecionadas: 

Conectadoc (https://conectadoc.com.br/) – A Conectadoc é uma plataforma de saúde  que permite interação entre profissionais e pacientes de ponta a ponta ; e gestão dos dados de saúde de maneira integrada, segura , agnóstica e escalável. O paciente no centro do cuidado, como deve ser.

Conexão Farma (https://conexaofarma.com.br) – uma startup que utiliza Big Data, Inteligência Geográfica e conhecimento especializado para ajudar o empreendedor de varejo a tomar decisões mais sólidas baseadas em dados, facilitando o aumento de receita e trazendo assertividade na expansão.

GreatBox (https://www.instagram.com/greatboxbrasil/) – a empresa realiza eventos de forma segura, amorosa, prática e sustentável e ajuda as pessoas a se manterem conectadas durante os momentos difíceis de lockdown.

Hub Power (https://www.instagram.com/hubpower.com.br/) – é um hub de soluções inovadoras e digitais que ajuda empreendedoras autorais a superar os desafios de empreender em meio a pandemia. 

Jenn Saúde (https://www.jenn.com.br/) – uma plataforma que conecta laboratórios e prestadores de serviços aos pacientes que precisam de acesso a medicina diagnóstica de qualidade.

Suvic (https://www.suvic.com.br) – O App SUVIC é a sua Carteirinha de Vacinação Digital e GRATUITA, com funções de Agendamento (SUS e Particular), Histórico, e armazena em um único local todas informações sobre sua saúde.

HYGIFORCE (https://www.instagram.com/hygi.force/) –  é uma startup que oferece serviço especializado em sanitização e desinfecção de ambientes, focada na eliminação e prevenção do Novo CoronaVírus, utilizando equipamentos e produtos de última geração. 

PetPro – (https://www.instagram.com/meupetpro/) A empresa oferece segurança, comodidade e economia para quem possui pet e precisa de serviços para garantir seu bem-estar. Além disso, oferece inserção dos prestadores ao cenário digital, e auxílio em gestão e administração dos negócios.

VIDGI (games.vidgi.com.br) – uma plataforma de campeonatos de jogos multiplayer que promove entretenimento,conexão social e geração de renda em períodos de isolamento e lockdown. 

Assinadoc (https://assinadoc.com/) –  uma plataforma que reduz burocracias e principalmente o contato físico na hora de assinar documentos, possibilitando que todo o processo seja feito de forma digital e segura para as partes envolvidas.

Startup OLÉ-BRASIL’21: última chamada para inscrições

Encerra-se nesta sexta-feira (26) o prazo de inscrição para as startups brasileiras interessadas em criar conexões para o crescimento e desenvolvimento do seu negócio, incluindo acesso a fundos de investimentos internacionais, conhecimento e go to market para a Espanha, através do Startup OLÉ-BRASIL’21.

O evento, que conta com o apoio da Softex para a sua realização, ocorrerá virtualmente nos dias 22 e 23 de abril. Ao se inscreverem, as startups brasileiras contarão com benefícios como acesso a reuniões “one-to-one” de matchmaking com diversos investidores e corporações internacionais, participação em competição de pitch e acesso à plataforma exclusiva de networking do evento.

Entre investidores e corporações internacionais com participação confirmada estão AC Ventures, Kamay Ventures, Globant Ventures, Redwood Ventures, Artifex Angels, Dalus Capital, Hag, Cites, Capital Invent, Gridx, Impulsa Visión RTVE e Axon Partners.

“A Espanha dispõe de um ecossistema vibrante apoiado por 156 aceleradoras e tem duas de suas cidades – Madrid e Barcelona – ocupando respectivamente o 23º e 24º lugares no ranking das 50 melhores cidades do mundo para erguer a sua startup. Há, também, muitas oportunidades para aproveitar financiamentos e auxílios oferecidos pelo governo espanhol para startups e as comunidades têm total independência para lançar iniciativas de apoio a empreendedores que decidam se estabelecer nas suas regiões”, explica Ana Pires, gerente da área internacional da Softex.

As dez melhores startups selecionadas na competição de pitch do Startup OLÉ-BRASIL’21 obterão acesso direto ao Startup OLÉ Blended Edition 2021, que ocorrerá de 8 a 10 de setembro de 2021 em Salamanca, na Espanha.

Para informações adicionais e inscrições para o Startup OLÉ-BRASIL’21 acesse https://lnkd.in/eY_kpae

Atento anuncia chegada de novo parceiro para programa de aceleração de startups

A Atento Next, aceleradora de startups da Atento, multinacional líder em soluções de customer experience no Brasil e na América Latina, selecionou mais uma startup para se juntar ao seu programa de aceleração e agregar iniciativas inovadoras e tecnologias disruptivas para melhoria da experiência dos consumidores: a Twist, empresa de Data Science que realiza a coleta, processamento e análise de dados. A startup contará com o apoio da companhia para a cocriação de projetos que contribuam para potencializar a performance e resultados dos clientes da Atento na monitoria e classificação de perfis de contato das redes sociais em tempo real.

“Nos interessamos pelo programa de aceleração da Atento por conta do crescente investimento da companhia em tecnologia e pela qualidade do serviço prestado em CX. Temos a certeza de que será uma ótima oportunidade para testarmos nossas soluções e escalarmos nossos negócios, além de colaborar para alcançarmos o nosso objetivo de crescer 50% neste ano”, conta Fernando Ferreira, sócio da Twist.

O Diretor de Inovação da Atento, Mauricio Castro, explica que a empresa vem selecionando startups que estão alinhadas à estratégia da companhia e que agreguem valor aos negócios. “Acreditamos que, além de oportunidades valiosas às startups parceiras, esse programa de aceleração gere novas ofertas e modelos de negócio aos nossos clientes, maximizando resultados e melhorando a experiência dos seus consumidores”, afirma o executivo.

Para seu programa de aceleração, a Atento fechou parceria com a Liga Ventures, empresa especializada em programas de inovação que conectam grandes empresas e startups. O processo de seleção se iniciou em novembro de 2020 com a inscrição de 257 startups com projetos relacionados às novas tecnologias e modelos de negócios.

Atento Next

Inovação está no centro da estratégia da Atento, tanto que, em 2020, a companhia foi a primeira do setor no mundo a conquistar o selo ISO 56002, de gestão de inovação. Ainda em 2020, lançou sua aceleradora de startups, a Atento Next.

O programa é uma das iniciativas do hub de inovação da Atento, que visa alavancar os processos de inovação, gerando novas linhas de negócio e produtos, além de aproximar de empresas que já nasceram digitais.

Dialog recebe aporte de R$ 4 milhões

O Dialog, startup de comunicação interna e RH que funciona como um superapp para os colaboradores, acaba de receber um aporte de R$ 4 milhões, realizado por quatro grupos de investidores anjo, um corporate venture e executivos do mercado de comunicação e RH. O processo, liderado pelo grupo BR Angels, contou também com a participação da Meta Ventures – braço de investimentos da empresa de tecnologia Meta – e Urca Angels, Gávea Angels e Anjos do Brasil. O Dialog, que nasceu como um produto da Critical Mass em 2016, agência de UX do Grupo In Press e da Omnicom, tendo a PepsiCo como primeiro cliente, se tornou um negócio sustentável, fez seu spinoff em 2020 e, logo recebeu investimento anjo de executivos do mercado, como do Antônio Salvador, ex executivo de RH e transformação digital do Grupo Pão de Açúcar.

Atualmente com mais de 25 clientes e cerca de 200 mil colaboradores na sua base de usuários de diversos segmentos, incluindo marcas como Klabin, SBT,Via Varejo, Avon e Livelo, está focada nas empresas com 500 ou mais colaboradores. A startup, que atraiu o olhar dos investidores, em meio à pandemia cresceu 70% em um ano, entrou para o Cubo e foi destaque em RH pelo Top 100 Startups,InovAtiva Brasil e vencedora do desafio Bring Your SaaS, da Meta Ventures Com o intuito de humanizar a comunicação interna de médias e grandes empresas com seus colaboradores, o Dialog é um hub de soluções focadas no colaborador.

De acordo com o CEO da startup, André Franco, o investimento será aplicado na evolução da plataforma, enriquecendo a experiência do colaborador, na integração com outros canais de comunicação interna e de serviços para o colaborador, e na inteligência de dados. “Durante a nossa jornada temos nos posicionado como um aplicativo de comunicação interna – principal canal entre a empresa e colaboradores. Agora, com o aporte, estamos trazendo os serviços de RH para o colaborador para dentro da plataforma, como holerite, ponto digital, treinamentos, onboarding e resultados de vendas, além de inteligência de dados, com insights sobre engajamento, alcance, absorção, influenciadores internos e prevenção de rotatividade, entre outros”, destaca o empresário.

Ainda de acordo com ele, se trata de uma inteligência de dados baseada no comportamento da pessoa, que consegue dizer se o colaborador está desmotivado, comparando o comportamento dele com o de colaboradores que saíram da empresa por estarem com a saúde mental abalada. “É uma forma de prevenir um problema, alertando o RH antes, para que possam dar atenção a esses colaboradores, priorizando a motivação. Tudo isso por meio do aplicativo Dialog. Somos pioneiros desse mercado e com esse investimento visamos liderar o segmento na América Latina, sendo o primeiro Superapp do colaborador no Brasil”, completa.

Mercado propício para investimentos

Para Orlando Cintra, fundador e CEO do BR Angels, grupo de investimento anjo formado por mais de 100 empreendedores e CEOs, não foi diferente. “O Dialog nasceu para atacar uma das principais dores das organizações: a comunicação com as pessoas, que são o principal ativo de qualquer negócio. Uma pesquisa da Robert Ralf mostrou que 80% dos profissionais empregados passaram a considerar o home office como um modo de trabalho e não mais um benefício. Dos entrevistados que estão no mercado, 11% disseram que não aceitariam uma proposta de trabalho que não oferecesse ao menos o modelo híbrido”, diz.

Segundo Cintra, a pandemia impulsionou fortemente a demanda por ferramentas de comunicação interna para garantir maior efetividade e produtividade no momento em que todos tiveram que partir para o trabalho remoto. “Identificamos no Dialog uma startup que desenvolveu o modelo de negócio certo no momento certo, criando uma tempestade perfeita para escalar rapidamente. Identificamos também um time executivo muito experiente e dedicado ao negócio, o que reforçou nossa decisão de investir ao lado de outros importantes investidores”, comenta.

O Dialog foi o vencedor do primeiro desafio “Bring Your SaaS”, concurso nacional realizado pela Meta Ventures, braço de venture capital da Meta, empresa focada em consultoria e serviços de transformação digital. “A seleção teve como objetivo aproximar ainda mais a Meta do ecossistema de inovação, por meio de parceria com startups do tipo SaaS. A estratégia da empresa em apostar nesse desafio nacional nos posiciona entre as companhias que promovem open innovation no Brasil”, conta Claudio Carrara, VP da Meta.

Foram 139 startups inscritas no desafio que destacou o Dialog. “A diversidade de segmentos e a maturidade das startups finalistas do ‘Bring Your SaaS’ nos mostrou o potencial do modelo no Brasil. O que eu posso garantir é que tivemos um trabalho árduo para chegar à vencedora, que apresentou uma solução que acreditamos e achamos que tem sinergia com os negócios da Meta. Por isso, avançamos tão rápido em apostar no Dialog e já aportamos investimento no negócio”, explica Marcio Flôres, Head da Meta Ventures. Nesse mercado de RH e comunicação, o investimento se torna uma grande chave para posicionar a startup no setor.

Pensando nisso, a Gávea Angels – primeira associação de investidores anjo da América Latina – acredita que foi uma boa oportunidade de investimento. “Uma comunicação fluida entre a empresa e seus colaboradores, sem ruídos e alinhada estrategicamente, é o sonho de toda liderança. O Dialog viabiliza essa possibilidade, com tecnologia, inovação e escalabilidade. Vimos na startup uma ótima oportunidade”, finaliza Cecília Andreucci, membro e conselheira da Gávea Angels.

ADM Venture Capital, empresa do Grupo Rendimento, renova estratégia e busca startups Series A

A ADM Venture Capital, braço de investimentos em startups e Fintechs do Grupo Rendimento – do qual faz parte o Banco Rendimento, a Cotação (empresa de câmbio) e a Agillitas (de meios de pagamento) -, reformulou o seu perfil estratégico ao ajustar o foco de investimentos em startups para aquelas de Series A, quando o negócio já está provado, mas a empresa precisa de dinheiro para escalar o seu negócio e se consolidar. Um exemplo prático é o investimento na Grão Direto – plataforma de comercialização digital de grãos que realizou recentemente uma captação com investidores de R$ 13,5 milhões – e na projeção que a ADM Venture Capital faz para três novos investimentos em startups em 2021.

“O ano de 2020 foi complicado, mas produtivo e definidor. Encerramos um ciclo com a venda e o desinvestimento em startups do tipo Seed e subimos nossos parâmetros para investir em empresas que estão no nível Series A. Buscamos parceiros com um grau maior de maturação e encontramos a Grão Direto, que trabalha em um segmento importante para a economia brasileira, o agronegócio. Além da participação como investidor, iremos fornecer toda a infraestrutura tecnológica para a implementação dos serviços financeiros da plataforma através de nossas APIs e serviços de pagamentos e liquidações, garante Roger Ades, diretor do Grupo Rendimento e responsável pela gestão da ADM Venture Capital.

O executivo aponta que o Grupo Rendimento quer enfatizar ainda mais o perfil da ADM como Corporate Venture por meio de seus investimentos em Venture Capital. “O nosso posicionamento é como Smart Money e queremos facilitar o acesso da Grão e de outras startups ao Grupo Rendimento e seus serviços. Buscamos neste ano investimentos em múltiplos perfis, e estamos em conversa com empresas de diversos segmentos. Pode ser uma Fintech, alguém que ofereça serviços B2B, uma empresa de logística ou mesmo uma healthtech. Ou ainda quem precise utilizar de meios de pagamento digitais como o PIX, ou fornecer contas de pagamento e liquidação para seus clientes, através de nossas plataformas de Bank as a Service, explica Ades.

Esses fatores de atração é que levaram até a Grão Direto, empresa que soma R$ 18 milhões em captações de investidores – sendo a última rodada, na qual a ADM Venture Capital participou, de R$ 13,5 milhões. Esse último valor vai garantir a ideia de expansão da Grão de 70 mil usuários em três estados para 500 mil usuários em 10 estados até 2022. Com a startup merecendo destaque ao oferecer a flexibilidade necessária para que todos os participantes da cadeia produtiva – tradings, cerealistas, cooperativas, corretoras tradicionais, fábricas de ração, granjas, confinamentos, armazenadores, traders, entre outros – realizem a comercialização de grãos dentro da plataforma, com acesso ágil e eficiente às melhores informações.

Ao falar dos investidores presentes na mais recente rodada de aporte, como a ADM-Grupo Rendimento, Alexandre Borges, CEO da Grão Direto, afirmou: “Esse é certamente um dos grupos mais importantes de investimento em tecnologia no agronegócio da América Latina, com a presença de diversos perfis relevantes para promover esta revolução ‘fora da porteira´. Temos imenso orgulho de juntarmos excelentes fundos de venture capital com grandes corporações da agricultura e do mercado financeiro, além de executivos com experiências globais”. Ao lado da ADM Venture Capital, estão: Lanx Capital, líder da rodada, Bayer, Barn Investimentos, além de grandes executivos como Luiz Edmond, Fued Sadala, Osvaldo Barbosa de Oliveira, William Kern, Roberto Martins, Mauro Muratório, Ricardo Coelho Duarte e representantes de grandes grupos ligados à agricultura como Bernardo Klabin, Luxor Agro e Diego Schlatter.

Startups aceleradas pela Wayra estão com vagas abertas em todo o Brasil

A Wayra , hub de inovação da Vivo no Brasil e da Telefónica no mundo, anuncia novas vagas para quem busca oportunidades de emprego no ecossistema de empreendedorismo e inovação. As startups que compõem seu portfólio buscam especialistas para diversos cargos e salários para atuar nas empresas: Iupay, RankMyApp, Proradis, e Econodata.

Confira as vagas abaixo:

Econodata (10 vagas)

A Econodata é uma plataforma assertiva de dados de prospecção B2B com foco em gerar mais oportunidades de vendas de empresas ativas. A startup abriu vagas home office com salários acima do mercado, para posições em Pré-Vendas (SDRs e BDRs), TI (Tech Lead, Data Engineer, Full Stack Developer),Customer Success e Sales Executive. além de vaga de estágio para Developer. Para mais informações, acessar: https://vagas.econodata.com.br/

Proradis ( 9 vagas)

A healthtech tem como principal objetivo desenvolver soluções para o mercado de radiologia e diagnóstico por imagem. A Proradis está integrando e reinventando o ecossistema de centros de diagnósticos por imagem, profissionais radiologistas, seus solicitantes e seus pacientes. A startup que conta com o investimento da Wayra está com 9 vagas em aberto, são elas: Executivo de Contas, Desenvolvedor Full Stack, Product Owner, Analista de Relacionamento, Estagiário de Relacionamento. Para se inscrever acesse: https://proradis.solides.jobs/

RankMyAPP (6 vagas)

Referência global em inovação e qualidade focada em estratégia de mobile marketing, como o melhor ranqueamento nas lojas virtuais com App Store Optimization e Campanhas de mídia para aplicativos, a RankMyAPP ocupa o 3º lugar no ranking mundial de agências e/ou empresas que trabalham com ASO. A startup está com 6 vagas abertas para as posições de Account Manager, Analista de dados, Analista de

QA Júnior, Executivo de vendas, Desenvolvedor(a), Full-Stack Pleno/Sênior (Remoto), e Business Operations Coordinator. Para mais informações acesse: https://rankmyapp.gupy.io/

Iupay (1)

A startup que viabiliza a melhor experiência de pagamentos para pagadores e emissores, Iupay , está com uma vaga para Senior Software Engineer. A empresa busca um candidato formado em Engenharia da Computação, Ciência da Computação ou áreas correlatas. O profissional irá desenvolver micro serviços e jobs de backend de larga escala para servir de suporte para o novo sistema de pagamentos digitais do Brasil. Para se inscrever: vagas@iupay.com.br

Startup recebe R$ 700 mil do BID LAB para inteligência artificial que identifica COVID-19

A startup brasileira Laura está entre as vinte selecionadas da América Latina e Caribe para receber um aporte financeiro do BID Lab, o laboratório de inovação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A solução tecnológica desenvolvida para auxiliar na identificação e acompanhamento de casos de Covid-19 receberá um investimento de US $128 mil para implementar a inteligência artificial em até cinco municípios brasileiros e 10 unidades de Pronto Atendimento, tanto na rede pública quanto privada.

O Pronto Atendimento Digital (P.A. Digital) foi lançado em abril de 2020 e já funcionou em 25 instituições de saúde, incluindo parcerias com as prefeituras e operadoras de saúde. Graças à inovação, mais de 160 mil pessoas já receberam atendimento de saúde digital. Além do projeto enviado pelo Instituto Laura Fressatto, braço filantrópico da startup, outras vinte propostas de diferentes países latino-americanos foram selecionadas entre 500 inscritas. 

Criado para identificar e acompanhar remotamente casos suspeitos de infecção pelo novo coronavírus, o P.A. Digital é uma inteligência artificial que atende os cidadãos por meio de uma interface de conversa digital. Ao interagir no site das prefeituras, os pacientes tiram dúvidas sobre sintomas e são acompanhados por 15 dias. Os casos mais graves são encaminhados para atendimento presencial. Aqueles que apresentam sintomas mais leves ou que não correspondem a riscos de infecção por Covid-19 são orientados a permanecer em casa, evitando aglomerações desnecessárias nas unidades de saúde. Para os pacientes com risco moderado, há possibilidade de teleorientação pela enfermagem e, se necessário, teleconsulta médica embarcada na solução.

Com o investimento do BID Lab, a tecnologia será ampliada tanto em termos territoriais quanto em aplicações na saúde. Além de dispor do chatbot para acompanhamento da pandemia, as cidades de Curitiba(PR), São Bernardo do Campo (SP) e Catanduva(SP) passam a oferecer aos pacientes o P.A. Generalista, tecnologia capaz de fazer a triagem e acompanhamento de outras doenças. “É uma extensão em outras linhas de cuidado, principalmente pensando em demandas simples do dia a dia e que podem ser atendidas de forma digital, como dor de cabeça e dor de barriga”, explica Dr. Hugo Morales, Diretor Médico da companhia. “É uma digitalização da atenção primária com objetivo de minimizar a sobrecarga dos serviços de saúde”. Até então, a tecnologia funcionava com exclusividade na região de Criciúma e no Litoral de Santa Catarina, por meio de uma parceria com a Unimeds. 

Para o representante do Grupo BID no Brasil, Morgan Doyle, o setor público e o ecossistema de inovação brasileiro têm muito a ganhar ao trabalharem juntos. “O ecossistema brasileiro é o mais robusto da região, com inovações tecnológicas de vanguarda e pode oferecer soluções rápidas e de alto desempenho. Ao trabalhar diretamente com as startups, o setor público está ajudando a fortalecer o ecossistema, ao mesmo tempo em que se moderniza e oferece serviços mais custo-efetivos aos cidadãos”, disse.

O impacto da tecnologia nestes municípios e instituições de saúde será mensurado em uma pesquisa científica conduzida pelo setor de research da startup e coordenada pelo Diretor Médico da Laura, Dr. Hugo Morales em parceria com o Dr. Adriano Massuda, professor da FGV e pesquisador-visitante no Departamento de Saúde Global e Populações da Harvard T.H. Chan School of Public Health. 

Ambev premia startup com projeto inovador de ESG com R$100 mil

Em busca de soluções inovadoras para suas práticas ambientais, sociais e de governança – ESG, a Ambev desenvolveu a Aceleradora 100+, com apoio institucional da Rede Brasil do Pacto Global da ONU. Neste ano, a cervejaria conheceu iniciativas de startups que usam tecnologia para aprimorar processos produtivos e reduzir impactos no meio ambiente. As três melhores propostas acabam de ser premiadas no Demo Day, evento de encerramento do programa.

“O fomento à criação de tecnologias disruptivas é uma prática importantíssima para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Acredito que a transformação social e ambiental que precisamos para fazer deste mundo um lugar melhor para todos e todas ocorrerá a partir da combinação de inovação e da conscientização crescente dos mercados consumidor e de capitais e, consequentemente, das empresas”, disse Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global.

A startup vencedora Zoomagri desenvolveu um software que funciona como uma espécie de scanner, que realiza testes de qualidade em insumos agrícolas. A tecnologia apresentada detecta propriedades de cada matéria-prima, evitando um maior descarte de grãos. Isso possibilita um melhor aproveitamento e, consequentemente, menor uso de recursos naturais para o plantio. Com isso, há menos desgaste da terra e desperdício de água, além de diminuir emissão de gases poluentes.

“O time da Ambev se comprometeu em ajudar startups que sonham em criar empresas inovadoras e sustentáveis do futuro! Desde o início fomos acompanhados por eles, e temos a certeza de que após o programa nosso relacionamento vai crescer, escalar globalmente e durar muitos anos”, comenta Fernando, cofundador e diretor administrativo da startup Zoomagri.

Já a Growpack apresenta tecnologias inovadoras para transformar compostos orgânicos, descartados no plantio, em um biomaterial que pode ser utilizado para a produção de embalagens. A principal matéria-prima usada até o momento pela startup é um dos grandes rejeitos da indústria agrícola: a palha do milho. As primeiras embalagens criadas por ela usando a palha foram caixas de take-away. Tudo isso se traduz em uma economia de 80% de água, 25% no uso de energia para produção de papelão e redução de 50% nas emissões de CO2.

A Boomera, que também ganhou destaque, transforma lixo em uma linha de novos produtos, por meio de tecnologia, design e cooperativas de catadores. Com isso, a startup incentiva a economia circular e retira cerca de 60 mil toneladas de lixo por ano do meio ambiente. Um dos resultados alcançados, no decorrer da Aceleradora 100+, foi o desenvolvimento de “capas” para os pallets utilizados nas fábricas da Ambev, necessárias para o transporte seguro dos produtos.

“Este ano, mais uma vez, selecionamos startups que atuam em diferentes áreas de negócio e com tecnologias variadas. Com essa nova turma de aceleradas, vamos crescer juntos e construir um legado sustentável” comenta Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Ambev. “Enxergar o ecossistema conectado, poder dividir conhecimento, conhecer novas ferramentas digitais e construir ideias junto a parceiros e novos talentos são movimentos que estão totalmente alinhados à cultura que estamos criando de dentro para fora da Ambev”, completa.

A princípio, apenas a vencedora e a segunda colocada receberiam prêmio, mas o painel deliberou empate para o segundo lugar, e a Ambev optou por dobrar o prêmio do segundo lugar. A Zoomagri, que saiu vencedora, receberá R$100 mil e GrowPack e Boomera receberão R$30 mil, cada uma.

“Foi muito enriquecedor poder conhecer e, especialmente, reconhecer ações de grande impacto sustentável como as que vimos no DemoDay. Incentivar empresas que estão sempre em busca de avanços inovadores, que geram valor para as pessoas e que trazem benefícios para o planeta, assim como a DSM, que represento, que também possui como direcionadores principais a sustentabilidade e inovação embasada na ciência”, ressalta Mauricio Adade, presidente da Royal DSM América Latina, que também foi apoiadora da premiação e contou com a presença de Mauricio na banca julgadora.

O Demo Day, evento de premiação que foi aberto ao público, pode ser assistido no canal da Ambev, pelo Yotube: https://bit.ly/AmbevLive

Governança nas startups: um diferencial para atrair investimentos

Empresas que implantam o modelo conseguem mostrar que têm todo o controle sobre os processos de gestão e que são capazes de entregar os resultados prometidos

Há muito tempo, a governança corporativa é uma obrigação nas grandes corporações. No universo das startups, empresas novas e pequenas, mas com alta probabilidade de se tornarem gigantes, esse conceito ainda não é tão propagado. É muito comum o empreendedor gerir seu negócio visando apenas os resultados financeiros necessários para a empresa crescer, lucrar e dar o retorno almejado pelos investidores.

Mas o surgimento de mais e mais startups em um cenário econômico de dificuldades, faz com que os investidores avaliem com muito mais cautela onde aportar seus recursos. Ter retorno é importante, mas colocar dinheiro em uma empresa cuja gestão é falha representa um risco alto, que ninguém quer correr. Por essa razão, para essas empresas, a implantação de um modelo administrativo baseado nos conceitos da governança corporativa pode ser o diferencial no momento em que é preciso captar recursos.

Isso porque a governança corporativa é uma matriz institucional que estrutura as relações entre sócios, conselhos, órgãos de controle, diretoria e partes interessadas, e que determina e monitora os objetivos perseguidos pela organização. A adoção dessa prática é fundamental para mitigar conflitos de agência, estabelecer diretrizes, entre outros.

“A adoção de boas práticas de governança corporativa proporciona melhor gerenciamento de riscos, maior transparência de informações financeiras, sistema de compliance mais robusto e maior alinhamento das diretrizes e políticas entre os stakeholders”, disse o sócio-fundador da BR Rating, Marcos Rodrigues. O também sócio-fundador, Olavo Rodrigues, completa: “Esses aspectos contribuem para o aumento da confiança dos investidores e redução de risco, o que beneficia o valor da organização e sua melhor classificação de crédito”. A BR Rating é a primeira agência de classificação de risco e avaliação dos sistemas de governança corporativa do Brasil.

Acontece que a maioria dos criadores de startups não fazem ideia de como implantar um modelo de governança corporativa. É mais comum, nesse segmento, que os empreendedores se preocupem com seu público-alvo, com a inovação, mas não com outros pontos importantes como os cuidados necessários para mitigar riscos do empreendimento, evitar problemas societários e assegurar competências necessárias para entregar o produto idealizado, dentre outros.

É nesse contexto que existem empresas como a Play Studio, consultoria de inovação e venture builder, que além de trabalhar para viabilizar captações de recursos, atua como gestora de startups. Seu trabalho, baseado nos conceitos da governança corporativa, contribuem para que os investidores tenham a confiança necessária nas startups, pois há um gestor profissional por trás. A Play procura dar robustez às startups que ela apoia, através de consultoria que alavanca os processos, gestão e a governança dos negócios. “A Play entra para organizar a startup, definindo sua estratégia de crescimento. Isso atrai o interesse do investidor anjo, pois ele conta com parâmetros sólidos de avaliação que só é possível obter quando a empresa tem a governança implantada”, explica o sócio-diretor da Play Studio, Romulo Perini.

A Hurst Capital, maior plataforma de investimentos alternativos da América Latina, é um exemplo de empresa que se beneficiou do modelo de governança. Por ser gerida dentro dos parâmetros exigidos pelo mercado, a Hurst não só cresceu como também adquiriu duas startups. Uma delas é a Watermelon, proprietária do App Renda Fixa, e a outra a Dividendos.ME, aplicativo para controle de investimentos em renda variável. Ambos serviços complementares aos produtos oferecidos pela Hurst. “O ambiente baseado na governança foi essencial para captarmos os recursos necessários ao nosso crescimento. E a partir daí, quando iniciamos o processo de aquisições, optamos por escolher empresas que complementassem nosso negócio, mas que também atendessem ao mesmo conceito de gestão, como ocorre com essas duas”, afirmou o CEO da Hurst, Arthur Farache.

O CEO e sócio fundador da Hyupp, Ahmed Kadura, reforça que a governança é importante para captação de investimentos porque os investidores fazem um pente fino e um raio X do quadro societário da empresa e do CEO e esperam que os responsáveis pela empresa consigam entregar o mínimo desenhado. “Para captar recursos é imprescindível ter uma boa governança, ter um plano de negócios bem desenhado e um projeto bem apresentado. Dessa forma você consegue mostrar que não é um aventureiro e que tem domínio sobre o plano traçado”. Startup líder em inovação, praticidade e mobilidade ao usuário, com o serviço de compartilhamento de baterias portáteis (Powers Banks), a Hyupp está em preparação para buscar uma nova rodada de investimentos. “Estamos confiantes nesse processo. A governança implantada em nossa empresa mostra que somos capazes de entregar o que é prometido. E o investidor gosta de ter essa certeza”, conclui Kadura.