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Nvoip recebe aporte de R$ 3 milhões em rodada liderada pela BR Angels

A Nvoip , startup mineira do ramo de telecomunicações, anuncia ter recebido um investimento de R$ 3 milhões em uma rodada liderada pelo BR Angels Smart Network , associação nacional dedicada a investimento-anjo composta por executivos C-Level com atuação em grandes empresas de diferentes mercados. Os outros investidores participantes são a Cedro Capital e a Bossa Nova Investimentos.

Fundada em 2018, a empresa sediada em Juiz de Fora (MG) é voltada ao fornecimento de serviços de voz na nuvem para o setor corporativo.Atualmente, a Nvoip conta com mais de 2.700 clientes ativos, distribuídos por 26 estados brasileiros e outros 19 países. Deste total de usuários, a maior parte está concentrada em São Paulo (44%).

Embora tenha sido homologada como uma operadora de telecom pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Nvoip em pouco se assemelha às outras empresas do gênero no país. A startup é uma das únicas no mercado capaz de fornecer serviços 100% na nuvem, o que exclui a necessidade de qualquer tipo de instalação física, mesmo no caso de complexos sistemas de PABX.

Para utilizar os serviços da Nvoip, basta que o usuário acesse o site da empresa, realize um cadastro simples e escolha as funcionalidades que precisa para criar o sistema de telefonia de sua empresa. Não é preciso contratar pacotes ou aderir a planos com prazos mínimos de carência. O cliente opta pelo que quer e paga somente pelo que utiliza, o que inclui 0800 e 4003 ou a numeração equivalente aos dois serviços em 73 países diferentes.

“A Nvoip é capaz de fazer com que call centers ou centrais de atendimento completas sejam criadas em questão de minutos. E isso a preços bastante acessíveis. Portanto, não pensamos duas vezes antes de apoiar essa iniciativa. Modelos de negócio como esse não são ondas passageiras. Eles chegam para transformar o mercado tal como o conhecemos. Em outras palavras, é o futuro batendo à nossa porta”, avalia Orlando Cintra, CEO da BR Angels.

Ampla cobertura

Por meio de uma tecnologia bastante inovadora, a Nvoip oferece a maior cobertura do país no que diz respeito à telefonia em nuvem. A empresa também disponibiliza conexão em mais de 70 países a partir de uma mesma numeração. Além de proporcionar escalonamento e provisionamento ilimitados, a startup ainda entrega portabilidade numérica gratuita e painéis de gestão digitais com histórico e gravação sem custos adicionais para quem a contrata.

Já a URA (Unidade de Resposta Audível) utilizada pela Nvoip possui as principais funcionalidades presentes nos mais modernos sistemas de PABX do mundo e opções de áudio em 29 idiomas. O principal diferencial nesse quesito é permitir que negócios de pequeno e médio porte também tenham acesso a todos esses recursos, o que inclui interligação de filiais, integração de PABX com celulares, computadores ou tablets, relatórios diários por e-mail com BI das operações de voz e SMS, entre muitas outras funções. Para contribuir com as PMEs, a startup ainda fornece todas essas operações, gratuitamente para empresas com com até três atendentes.

“A Nvoip vem ao encontro das necessidades de um mercado que ainda possui muitos clientes insatisfeitos com questões que envolvem qualidade de serviço, burocracia, amarrações contratuais, entre outros entraves. Com um time bastante diversificado, mas que sempre atua de maneira ágil e coesa, a startuptambém possui um business model capaz de favorecer a busca por soluções de mobilidade que, como sabemos, são cada vez mais imprescindíveis no mundo pós-pandemia”, assinala Paulo Pontin, Board Advisor da BR Angles no Conselho da Nvoip.

“A chegada de novos drivers como o 5G só impulsionarão o crescimento de empresas como a Nvoip. Por isso, nosso objetivo é ajudar na execução do plano de negócios da startup. Isso não somente com o investimento financeiro, mas, principalmente, em questões de governança, estratégia, planejamento e crescimento sustentável. Para tanto, estamos constituindo, em conjunto com a Nvoip, um Conselho Consultivo que contará com um representante da BR Angels”, revela Pontin.

Tecnologia nacional

Outra vantagem da startup é a utilização de sistemas proprietários totalmente nacionais. Essa característica facilita a operação e a manutenção dos serviços, mesmo nos casos em que é preciso acessar comandos mais avançados. Todas as ferramentas disponibilizadas aos usuários possuem uma linguagem simples, didática e tipicamente brasileira. A empresa ainda oferece suporte por telefone ou via chat para casos de maior complexidade.

“Ao longo dos anos, temos visto ideias muito boas desaparecerem do mercado por não conseguirem suportar a concorrência com as grandes telecoms do país. Por isso, o apoio que conseguimos neste momento é fundamental para que possamos crescer e consolidar modelos inovadores de serviço no segmento em que atuamos. Além disso, é importante ressaltar que não estamos recebendo apenas recursos financeiros. Por meio da BR Angels, poderemos contar com a orientação contínua de CEOS de algumas das principais empresas do país. Uma vantagem como essa não tem preço”, afirma Leandro Campos, CEO da Nvoip.

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Distrito é eleito o melhor hub de inovação do Brasil pela ABStartups

O Distrito, maior comunidade de inovação independente de startups do Brasil, foi eleito o melhor hub de inovação do Brasil pela Startup Awards 2020, mais importante premiação do setor, também conhecido como o Oscar das Startups. Organizada pela Associação Brasileira de Startups, a iniciativa tem como objetivo reconhecer os profissionais e empresas mais influentes deste universo. Atualmente, o Distrito possui cerca de 300 startups residentes, concentradas em 13 estados brasileiros.

As jovens empresas têm como apoio um programa digital para acelerar os negócios e, para aquelas que também precisam do espaço físico, o Distrito possui quatro hubs, dos quais três estão localizados em São Paulo e um em Curitiba.

“O principal valor dos hubs de inovação está nas conexões e nas oportunidades de negócios geradas entre as startups, as grandes empresas, os investidores e também a academia. Além da comunidade em si, o Distrito possui outras três frentes de negócio que complementam este pacote que oferecemos às startups e potencializam o seu alcance”, pontua Gustavo Araujo, cofundador e CEO do Distrito. “Sem dúvida alguma, este prêmio é o reconhecimento do sucesso deste formato e gostaríamos de agradecer as mais de 60 empresas que hoje investem em inovação aberta através do Distrito”, reforça Araujo, referindo-se aos braços de inovação corporativa, investimentos e inteligência de dados da companhia.

A migração para o universo digital era um projeto que já estava nos planos do Distrito, mas que acabou sendo acelerado pela pandemia. Atualmente, a empresa possui um time e uma estrutura que permite a qualquer startup, independentemente de sua localização, se conectar a seu ecossistema.

Recentemente, a companhia lançou o Distrito for Startups, um programa de desenvolvimento contínuo destas empresas, que tem como intuito auxiliar as novatas residentes, dos mais diversos estágios, a superar todos os seus desafios, ajudar em suas vendas e divulgação, atrair investimento, fazer a gestão de seus negócios, além de abrir as portas para novas parcerias, entre outros benefícios. Com um acompanhamento mais próximo, o empreendedor tem acesso a treinamentos de negócios e uma orientação com mentores reconhecidos pelo ecossistema.

“Apoiar estes empreendedores e ajudá-los a desenvolver a inovação é fomentar também a criação de novos empregos e a geração de renda e de conhecimentos, fatores que, juntos, podem trazer soluções para uma série de problemas de nossa sociedade. É nisto que acreditamos e é isto que nos impulsiona a chegarmos cada vez mais longe, atingindo e apoiando startups de todo o Brasil”, completa Lilian Natal, que coordena o programa do Distrito.

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Visa anuncia a aquisição da empresa YellowPepper

Serge Elkiner, CEO e fundador da YellowPepper e Eduardo Coello, presidente regional da Visa na América Latina e Caribe

A Visa Inc. (NYSE:V) anunciou hoje a assinatura de um acordo definitivo para adquirir a YellowPepper , uma fintech pioneira com tecnologia proprietária e parcerias que apoiam instituições financeiras e startups líderes na América Latina e Caribe. A aquisição baseia-se em uma parceria estratégica e investimento realizado pela Visa na YellowPepper em maio de 2018. A plataforma da YellowPepper oferece um conjunto rico de APIs para permitir que emissores, processadoras e governos realizem de maneira rápida diversos fluxos de pagamento por meio de uma única conexão.

A aquisição da YellowPepper acelera a estratégia da Visa em transformar-se na “rede das redes”, já que irá reduzir o time-to-market (tempo de chegada ao mercado) de emissores e processadoras, e os custos para acessarem soluções inovadoras e interoperáveis, independentemente de quem opera ou seja proprietário das trilhas de pagamento.

“Estamos muito entusiasmados com a aquisição da YellowPepper, e como ela fortalece nossa trajetória de crescimento de negócios na América Latina e Caribe. A aquisição irá acelerar a habilidade da Visa em criar soluções de pagamentos digitais inovadoras e acessíveis que empoderam consumidores e empresas, permitindo que prosperem social e economicamente”, afirma Eduardo Coello, presidente regional da Visa América Latina e Caribe. “A tecnologia da YellowPepper, que funciona como um ‘adaptador universal’, será a chave para construirmos nossa estratégia de ‘rede das redes’, nos transformando em um ponto único de acesso para iniciar qualquer tipo de transação e permitindo o movimento seguro do dinheiro”.

A YellowPepper facilitará uma integração mais fácil ao Visa Direct, a plataforma de pagamentos em tempo real da Visa, ao Visa B2B Connect, rede de pagamento – não baseada em cartão – entre países e empresas, além de serviços de valor agregado. Juntas, as empresas irão expandir a habilitação de produtos e serviços digitais, proporcionando experiências diferenciadas e seguras para todo o ecossistema, além de aumentar novos fluxos de volume e transações. Por exemplo, no começo deste ano, a Visa e a YellowPepper habilitaram a primeira plataforma de pagamento em tempo real no Peru ao desenvolver o PLIN, uma solução P2P com Scotia Bank, BBVA e Interbank. Ao combinar as capacidades do Visa Direct com as ferramentas patenteadas da YellowPepper como o Diretório Alias, o perfil da identidade do cliente e ferramentas de roteamento inteligente, consumidores podem usar seu email, número de telefone ou outras credenciais pessoais para transferir dinheiro pelo seu banco, usando a opção de pagamento de sua escolha.

“Durante os últimos três anos, trabalhamos de perto com a YellowPepper para oferecer soluções inovadoras para clientes na região. À medida que essas soluções se expandem para outros mercados, consideramos que alinhar-se mais estreitamente com a Yellow Pepper e combinar nossos negócios tornou-se uma extensão natural em nosso relacionamento. Juntos, podemos oferecer uma plataforma flexível e de baixo custo para conectar múltiplas redes para novos fluxos na América Latina e além”, explica Ruben Salazar, vice-presidente sênior de Produtos e Inovação da Visa América Latina e Caribe. “Com a aquisição da YellowPepper, nós facilitaremos para os clientes a habilitação de novos casos de uso e expandiremos nossos serviços de valor agregado, como tokenização, integração de multi-trilhos de pagamento, validação de identidade e ferramentas de risco e autenticação, entregando uma experiência de uso integrada”.

“A excepcional plataforma de tecnologia da YellowPepper é moderna, interoperável, segura e escalável,” afirma Serge Elkiner, CEO & Fundador da YellowPepper. “Juntas, Visa e YellowPepper podem entregar capacidades superiores de pagamento, oferecendo incomparáveis serviços de valor agregado para emissores, governos e processadoras em toda a região. A YellowPepper tem trabalhado para transformar o cenário bancário e de pagamentos na América Latina nos últimos 15 anos por meio da tecnologia e, com a aceleração da digitalização global e desaparecimento das fronteiras, nossos clientes se beneficiarão enormemente a partir dessa união com a Visa,” conclui o executivo.

A YellowPepper continuará a fornecer comercialmente suas soluções agnósticas, com o CEO Serge Elkiner na liderança da equipe na empresa. A transação está sujeita a aprovações regulatórias e outras condições habituais de fechamento, e deve ser concluída nas próximas semanas.

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StartSe e JA Brasil realizam evento gratuito para ajudar empreendedores na criação de startups

Projetar e dar vida a um novo negócio é o primeiro grande desafio do empreendedor. E foi para apoiar jovens que buscam colocar em prática suas ideias, que a organização social JA Brasil e a escola de negócios StartSe promovem a Jornada JA Startup. Trata-se de um evento online, aberto e gratuito inspirado em um curso homônimo já realizado pelas instituições. Mais breve, a nova iniciativa tem como intuito apresentar aos participantes de forma objetiva conceitos e modernas ferramentas de inovação, tecnologia e empreendedorismo, guiando-os no processo de criação de modelos de negócios disruptivos. O programa ocorrerá entre os dias 10 e 30 de novembro, com aulas, entrevistas e palestras ao vivo, sempre de terça a quinta-feira, das 17h às 18h.

Ao longo das três semanas do programa, os participantes terão a oportunidade de trabalhar em cima de uma ideia de startup que vislumbram, modular um produto e modelo de negócios e, ao final, apresentar o pitch da sua startup. Estes projetos, por sua vez, poderão ser inscritos no Desafio JA Startup, que premiará o melhor deles com uma bolsa para o programa online da Founder Institute, uma das maiores aceleradoras de startups em estágio inicial do mundo, sediada no Vale do Silício. Uma primeira seleção será realizada pelos próprios organizadores da Jornada e os dez com maior destaque passarão por um júri com a instituição americana.

Apesar de direcionado a jovens de 15 a 29 anos, não haverá qualquer limitação etária, geográfica ou de nível de escolaridade. As inscrições poderão ser realizadas entre os dias 27 de outubro e 10 de novembro, através do site jastartup.online.

As aulas serão ministradas ao vivo por profissionais da linha de frente da StartSe como Junior Borneli, fundador e CEO; Cristiano Kruel, head de inovação; e Pedro Englert, sócio. O programa também contará com a presença de lideranças e grandes empreendedores do mercado brasileiro.

“Sem dúvida alguma, damos mais um passo em prol do ensino empreendedor, apresentando a jovens de todo o Brasil conceitos ligados à inovação e essa nova economia, já tão presente em nosso dia a dia”, afirma Bety Tichauer, diretora superintendente da JA Brasil. “Firmamos ainda uma parceria com o Founder Institute, justamente para ampliar as possibilidades para que essas startups idealizadas durante o programa ganhem o mundo”, conclui.

Para a Head do programa JA Startup, Renata Tomazeli, a jornada é uma oportunidade mais abrangente para atender pessoas ainda não alcançadas pelo programa . “Nesta edição, não teremos restrições. A Jornada será aberta a todos que tenham interesse e queiram desenvolver as habilidades do agora. Lembrando que os empreendedores nunca tem todos os recursos ou prazos necessários, geralmente trabalham sem as condições ideais o que exige muita criatividade, determinação e resiliência. Exercitamos tudo isso no JA Startup”, diz.

Da ideia para a realidade

Camila Moyano, de 23 anosfoi uma das participantes do programa JA Startup realizado em agosto deste ano. Na ocasião, ela e seu namorado, Felipe Guerra, idealizaram a Feltroca, uma startup de trocas de brinquedos de feltro por assinatura. A iniciativa tem como objetivo incentivar nas crianças um novo olhar para o brincar, de modo mais consciente e sustentável para o planeta.

“Durante a pandemia, comecei a criar brinquedos de feltro como forma de distração, sem um propósito muito certo de negócio. Depois, ficamos sabendo do programa JA Startup e nos inscrevemos. O curso veio na hora certa e potencializou em nós o empreendedorismo. Passamos a acreditar e nos apaixonar pela Feltroca, um projeto totalmente inspirado no que a maternidade e paternidade trouxe para nossas vidas”, conta Camila, que é mãe de um menino de 5 anos.

Feltroca saiu do papel e atualmente atende famílias de dois bairros do Rio de Janeiro. A startup disponibiliza para os clientes dois planos de assinatura, que variam de R$ 20 a R$ 30 mensais, de acordo com a quantidade de trocas e de números de brinquedos disponibilizados para a criança.

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Gove recebe aporte de R$ 8 milhões, maior investimento de venture capital em uma govtech brasileira

Com rodada promovida pela Astella, empresa quer multiplicar por 10 a base de municípios que atende por meio de sua plataforma de inteligência

Gove, a plataforma de inteligência que aumenta a eficiência das finanças municipais, acaba de receber um aporte de R$ 8 milhões realizado pela Astella Investimentos. Essa é a maior rodada seed já levantada por uma govtech no Brasil.

“O investimento é um marco no ecossistema de govtechs, criando melhores condições para destravar um mercado que, por exemplo, nos EUA movimenta R$ 200 bilhões por ano só considerando compras de tecnologia de governos locais – no Brasil, as compras de tecnologia por parte de governos movimentam aproximadamente R$ 25 bilhões por ano. A entrada das govtechs no mainstream de investimentos de Venture Capital facilitará a criação de grandes empresas e tem potencial para aumentar, de maneira muito direta e rápida, a competitividade do país em si”, comenta Rodolfo Fiori, cofundador da Gove.

Para resolver o problema da alta ineficiência das finanças públicas municipais causada por, dentre outros motivos, informações descentralizadas e decisões pouco embasadas em dados e evidências, a empresa lançou, em 2018, uma plataforma de inteligência pioneira que melhora a eficiência das finanças municipais e facilita o dia a dia dos gestores públicos.

Segundo Edson Rigonatti, sócio da Astella, “encontramos na Gove os elementos que tornam as empresas tech grandes ícones da nossa sociedade: um time incrível com muita experiência, um produto dez vezes melhor do que qualquer alternativa e um processo de venda eficiente e escalável”.

Mirando expandir sua atuação, a Gove usará o investimento para aumentar a equipe de vendas em regiões estratégicas para a empresa e triplicar o time como um todo. Com isto, a empresa projeta, até o final de 2022, escalar seu impacto e negócio “multiplicando a quantidade de clientes, as cidades brasileiras, por 10”, sinaliza Fiori.

Segundo dados da startup, as secretarias de finanças municipais relatam, já no primeiro mês de uso do software de inteligência da Gove, uma melhora nas rotinas de gestão das finanças e, principalmente, conseguem identificar e implementar melhorias nas receitas e despesas do municípios. Teve casos, como conta Ricardo Ramos, também cofundador da Gove, em que “o uso da plataforma quadruplicou uma das receitas tributárias municipais”. Ao todo a govtech já contribuiu para o aumento da eficiência financeira de seus clientes em mais de R$ 100 milhões.

Em um momento crucial para o uso inteligente de recursos como é o caso da pandemia da Covid-19, que colocou pressão sobre as finanças públicas, a Gove conseguiu ajudar os municípios que já usam sua plataforma proprietária a administrar os cofres públicos de forma a atender melhor às necessidades da população. Entre alguns exemplos de ineficiências cruciais corrigidas pela Gove estão os preços na aquisição de medicamentos pelos municípios por valores acima do melhor disponível no mercado e identificação e utilização de recursos financeiros municipais esquecidos em contas correntes.

A Gove tem atuação nacional, e já implementa a solução em todas as regiões do país. A plataforma de inteligência auxilia desde municípios pequenos como Cotiporã (RS), São Bonifácio (SC) e Una (BA) até municípios de maior porte, como Blumenau (SC) e Araguaína (TO).

A empresa acredita que gestores públicos empoderados com dados e evidências podem tomar melhores decisões e aumentar a eficiência dos recursos financeiros, melhorando assim a qualidade dos serviços oferecidos ao cidadão.

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Com mais de 500 startups investidas, Bossa Nova vence prêmio Startup Awards

A Bossa Nova, micro Venture Capital que investe em Startups com atuação em todo território nacional, venceu na última sexta-feira, o prêmio Startup Awards, na categoria Venture Capital, a maior premiação do segmento no Brasil, organizado pela Associação Brasileira de startups. Essa é a primeira vez que essa categoria está no prêmio.

Em um ano atípico como 2020, a Bossa Nova seguiu apostando em startups dos mais diversos segmentos. Só no primeiro semestre a empresa investiu mais de 80%, comparado ao primeiro semestre de 2019 e planeja investir R﹩10 milhões em startups no estágio de seed e pre-seed até o fim do ano. Além disso, o ano já garantiu mais um recorde para a gestora, que ultrapassou a marca de 500 startups investidas no portfólio.

“Nós queremos conhecer as próximas grandes startups antes de todos. Por isso, investimos no Seed e Pre-Seed que é um estágio muito carente de investimentos no Brasil, mas extremamente rentável. Investindo nessa fase conseguimos ajudar as startups e diversificar nosso portfólio. Esse prêmio é um grande reconhecimento que estamos ajudando as startups e o ecossistema a crescer”, afirma Rafael Ribeiro Head de operações da Bossa Nova.

Somente esse ano, a Bossa Nova avaliou mais de 900 startups em todas as regiões do Brasil. É um escaneamento completo para garantir que o micro VC consiga ver oportunidades onde quer que elas estejam. “Tenho certeza que é essa postura de sair fora da bolha e abrir oportunidades para boas startups em todo Brasil que nos fez ganhar esse prêmio e tem feito nosso portfólio crescer”, afirma Rafael.

Ainda em 2020, a Bossa Nova lançou sete novas iniciativas de captação verticalizadas com comitês especializados para avaliar e apoiar as startups. A expectativa é de que em 2021 esse número cresça mais para que a empresa consiga diversificar em mais setores. O micro venture capital já foi eleito pela CBInsights o mais ativo da América Latina e quer ser o top of mind na Latam em investimentos em estágios iniciais.

A premiação ainda consagrou o Sócio da Bossa Nova, João Kepler como Investidor anjo do ano, o Rafael Ribeiro, Head de Operação como Mentor do ano e a Transfeera, aportada pela Bossa Nova, como Startup revelação.

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MIDITEC divulga 13 startups selecionadas em processo seletivo

O MIDITEC, incubadora da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) em parceria com o SEBRAE/SC, anunciou na última sexta-feira (23) as novas empresas participantes do programa. Foram selecionadas 13 startups de diferentes áreas de mercado, como saúde, agronegócio e energia. Akropoli, Aplicatify, Digital Engage, Donc!, Leevo, Rentsy, Auten, PecSmart, Aquila, Food Analytics, Next Fit, Panora e Panthro Tec terão a oportunidade de participar de uma jornada inovadora, abrangente e completa para o desenvolvimento dos seus negócios. 

A incubadora MIDITEC, eleita em 2018 e 2019 pela UBI Global como uma das cinco melhores incubadoras do mundo, recebeu 58 startups no processo seletivo. 61,7% optaram pela modalidade não residente e mais de 50% das empresas que se candidataram já haviam participado de outros programas da ACATE. Além disso, mais de 40% das startups inscritas eram de fora da região da Grande Florianópolis, inclusive uma dos Estados Unidos. 

Ao apresentar os selecionados, o presidente da ACATE, Iomani Engelmann destacou a sua própria experiência como empresário no programa, como foi fundamental para o desenvolvimento de sua empresa no mercado.  “A incubadora, MIDITEC, resume o que a ACATE prega e como queremos trabalhar com o ecossistema e transformar as pessoas e os negócios”, disse.


O programa de incubação pode durar de 12 a 36 meses, dependendo da maturidade da startup selecionada, e é composto por duas fases: Startlab – que contempla as etapas de validação e geração de demanda; e Growthlab – que abrange as etapas de tração de vendas e escala.

O processo seletivo para incubação no MIDITEC durou mais de um mês e foi realizado em quatro etapas: inscrições, avaliação dos candidatos, entrevistas e banca final. Alguns fatores analisados foram as soluções tecnológicas competitivas dos candidatos, o tamanho de mercado e potencial de escalabilidade; viabilidade econômica e financeira; estratégias para operacionalizar o negócio e modelo de monetização, e o perfil dos empreendedores (experiência de mercado, alinhamento com  cultura da incubadora e habilidades e competências para desenvolvimento do negócio).

As selecionadas terão acesso a consultores especializados, uma rede de mentores com mais de 50 membros, qualificações, networking, acesso a investidores e apoio contínuo da equipe para apoiar a evolução da startup.


Saiba mais sobre as as selecionadas para o Startlab:

Aquila: empresa especializada no fluxo de mamografia digital e que utiliza inteligência artificial, conhecimento médico e processos inovadores para aumentar a produtividade e qualidade desses serviços;

Food Analytics: startup de tecnologia especializada em dados de comportamento e operação para melhorar a gestão dos restaurantes de pequenas à médias empresas do foodservice;

Panora: fintech que nasceu com o propósito de tornar fácil e ágil o investimento em ações para quem está iniciando, desde a tomada de decisão até a gestão da carteira;

Panthro Tec: startup que possui solução para resolver problemas de atendimento em bares e restaurantes, por meio de QR Code;

Akropoli: solução em Analytics e que provê tecnologia para empresas alavancarem a experiência dos clientes a partir de dados;

Aplicatify: startup que possui solução SaaS de Marketing de Contexto, para aumentar a conversão de base de leads engajada em até 44%;

Digital Engage: focada em aumento da performance dos colaboradores e retenção de talentos nas empresas;

Leevo: plataforma para aluguel de veículos pelo períodos de seis horas para pessoas que desejam ser motoristas de aplicativo mas não possuem recursos financeiros para comprar um carro ou arcar com os custos de aluguéis tradicionais;

Rentsy: plataforma para locação de equipamentos hospitalares e que atua no formato marketplace. Viabilizam o aluguel de aparelhos de alta complexidade, como monitor multiparamétrico, tomógrafo e ultrassom.

Conheça as selecionadas para o Growthlab:

Next Fit: startup que oferece sistema de gestão e apoio para academias;

Donc!: startup que oferece a plataforma White Label para empresas gerenciarem serviços de campo, como montagens, entregas e assistências técnicas;

Auten: startup que é uma imobiliária de usinas de energia renovável;PecSmart: startup com solução de inteligência para a produção 4.0 de suínos e aves. A tecnologia fornece insights para identificação do melhor momento de intervenção no manejo e logística, redução de custos e melhoria da eficiência. 

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Como manter a identidade visual em uma Startup em crescimento

Por Ramon Marques, Diretor de Arte Sênior da Printi


A identidade visual de uma marca é muito importante, é através dela que seu posicionamento e identificação ficam evidentes para os consumidores. Quantas não conseguimos identificar só de ver um logo, uma letra, a fonte ou até mesmo a cor?

O design tem sido um diferencial em um mundo cada vez mais competitivo para as empresas, por isso a identidade visual precisa ser levada a sério em todas as áreas, produtos e comunicados. Manter uma uniformidade na identidade visual em todos os pontos de uma companhia é um desafio, principalmente em uma startup em crescimento. À medida que ela cresce e aumenta a demanda da área de design, a tendência é que haja uma dispersão da unidade visual ou até mesmo um maior tempo de criação.

Quanto mais a área cresce e contrata novos designers, aumentam as ideias de tipografias e padrões, resultando em mais variedade, o que não é exatamente bom para a identidade visual da marca. Ter uma espécie de âncora para definir o foco das peças é fundamental para manter uma unidade em uma área onde a criatividade e as possibilidades são infinitas.

Para ajudar a manter essa unidade e facilitar a utilização da identidade visual por todas as áreas, muitas empresas têm adotado o Design System, um conjunto de padrões de design com o objetivo de manter a consistência visual e funcional. Esse sistema ajuda não só a manter a unidade, como também auxilia a agilizar e facilitar o processo criativo dos designers e no entendimento das demais áreas sobre a identidade da marca.

Desenvolver esses pilares e padrões bem estabelecidos com o objetivo de manter um norte na hora de desenvolver novos componentes é uma das chaves para manter a unidade. Pode parecer simples, mas demanda uma análise de toda a identidade visual da startup para que ela não se perca e seja bem representada, ao mesmo tempo que não engesse o processo criativo e permita a versatilidade.

Aqui na Printi, por exemplo, conforme a empresa cresceu e passou de uma Startup para uma Scale-up, vimos a necessidade de definir pilares para guiar o processo criativo e suportar o aumento das demandas internas e externas. Implantamos o Design System não só como um produto interno, mas também para nossos clientes. Todos os itens comercializados pela empresa são personalizáveis, ou seja, podem ser customizados de acordo com a demanda do cliente. Muitas vezes isso exige um trabalho do nosso time de designers, seja para adaptar a ideia do consumidor ou até mesmo para criá-la do zero.

Para auxiliar o processo criativo do nosso time, desenvolvemos um conceito chamado “Peça por Peça” no qual enxergamos a construção de um design coeso como um quebra-cabeças. Dentro deste conceito, consideramos 5 pilares, que juntos e em harmonia contribuem para a criação, são eles: o Conceito artístico, o norte da criação; Elementos em harmonia, coesão entre os elementos que compõem a peça; Qualidade do elemento, o encaixe da peça com o resto dos elementos; e o Designer como dono, o designer cria as peças e todo o design.

Com essa estruturação conseguimos agilizar o processo de criação e manter uma unidade em nossos produtos. Além disso, o nosso Design System e nosso conceito “Peça por Peça” nos permite criar e inovar com mais eficiência nas demandas dos clientes.

Ter uma identidade visual coesa é importante para todas as empresas, inclusive para as Startups. Essa identidade pode sofrer variações de acordo com o tempo e o crescimento da empresa, isso é normal e esperado. O importante é que ela reflita o posicionamento, os objetivos, missão, valores e as qualidades de sua startup.

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Abstartups anuncia vencedores do Startup Awards 2020

No noite de 23 de outubro, durante o CASE Startup Summit 2020, maior evento latino-americano online voltado para startups, a Associação Brasileira de Startups ( Abstartups), entidade que representa o ecossistema, anunciou os vencedores da premiação Startups Awards, o Oscar das startups brasileiras.

Dentre as 15 categorias premiadas estão: Aceleradoras, Comunidade do Ano, Comunidade Revelação, Corporate, Educação, Herói (a), HUB, Impacto Social, Investidor (a) Anjo (a), Mentor (a), Imprensa, Startup do Ano e Startup Revelação, cujo objetivo é reconhecer os profissionais e empresas mais influentes do ecossistema brasileiro de startups.

Confira a relação completa dos vencedores:

Aceleradora: Darwin
Corporate: AmBev
Comunidade revelação: Tambaqui Valley
Comunidade do ano: Rapadura Valley
Startup Revelação: Transfeera
Educação: Gama Academy
Heroína do ano: Lindalia Junqueira
Hub de Inovação: Distrito
Imprensa: Bruno Pinheiro
Impacto social: Se Candidate, Mulher
Investidor anjo: João Kepler
Mentor(a): Rafael Ribeiro
Startup do Ano: Shawee
Universidade do ano: FGV
Venture Capital: Bossa Nova

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40 startups passarão por missão de internacionalização virtual

Para viabilizar a realização do ciclo Bogotá-Medellín, as cinco instituições realizadoras do StartOut Brasil reformularam o programa de modo que o apoio à inserção de startups brasileiras em mercado externos tivesse continuidade. Na seleção, 40 empresas foram classificadas para integrarem a primeira etapa do programa, a Missão Virtual.

Ela será realizada inteiramente de forma online. O principal objetivo é capacitar as startups para internacionalização e orientá-las para a prospecção de parceiros de negócios na Colômbia. Entre outubro e dezembro de 2020, os empreendedores participarão de atividades como treinamentos de pitch, mentorias coletivas de mercado, webinars com players do mercado, mentorias técnicas, agenda de negócios organizada por matchmaker, sprints de mentoria em internacionalização, apresentação de pitch para feedback de um público qualificado e Demoday para investidores.

Desenvolvimento do programa

O Ciclo Bogotá-Medellín é composto por três missões: Virtual, Imersão e Follow-up. Para a segunda etapa, serão selecionadas até 15 startups com base na avaliação da participação dos empreendedores na primeira fase, especialmente nos quesitos: qualidade do pitch, atratividade do mercado (potencial de parcerias) e comprometimento com o programa.

“A Missão de Imersão está prevista para ocorrer em março de 2021, mas só será realizada se estivermos seguros de que há condições sanitárias propícias para a execução da missão internacional. Até 08 de janeiro de 2021 anunciaremos essa decisão”, comenta Gustavo Ene, Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (SDIC/SEPEC/ME).

Após essa etapa, cinco empresas poderão participar da Missão Follow-Up, que vai apoiar as startups a aprofundarem as oportunidades de negócios prospectadas durante a missão internacional no retorno ao mercado colombiano.

Selecionadas para a Missão Virtual

Para esta fase, foram selecionadas startups brasileiras com foco em expansão e internacionalização, que tenham produto/serviço finalizado para comercialização e que estejam faturando ou já tenham recebido algum tipo de investimento.

Na categoria Ampla Concorrência, os negócios escolhidos são aqueles que nunca participaram ou que estiveram em apenas um ciclo do StartOut Brasil: Whywaste, Novidá, Predict Vision, Play2Sell, Ilhasoft, Nap It Global Network Solutions, Tarvos, Dr1 Imagens E Inspeções Ltda, Predify Smart Pricing, Bimachine, Sentimonitor, The Bridge, Quipo Tecnologia Ltda, Five Validation, Bluepex Tecnologia, Psicomanager, Everlog Tms, Neuralmind Inteligência Artificial Ltda, Pris, Litma Tecnologia, Eloverde Sistemas Ltda, Isportistics, Personal2Travel, Homecarbon Energy Solutions, Prosumir, 7 Waves Do Brasil Ltda, Futebol Interativo Treinamentos Ltda, Englishbay, Herself, Hortify, Hauseful Serviços Digitais e Farmly.

As Graduadas, empresas que já passaram por, no mínimo, dois ciclos do programa, por outro lado, são: TNS Nanotecnologia, Labsoft Tecnologia Ltda., Implanta It Solutions, Immail Do Brasil Serviços De Informática Ltda., Rocket.Chat, Molegolar e Aya Tech.

Para saber mais sobre essas empresas, acesse: http://www.startoutbrasil.com.br/ciclo/startups-aprovadas-ciclo-bogota-medellin/ .

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Celcoin recebe investimento de R﹩ 23 milhões e planeja expansão de serviços Open Finance

A startup Celcoin acaba de anunciar uma nova rodada de investimento no valor de R﹩23 milhões. O aporte foi liderado pela Vox Capital e teve também a participação do boostLAB, Hub de negócios do BTG Pactual para empresas tech.

Fundada em 2016, a empresa fornece uma plataforma de serviços financeiros conectada a concessionárias, órgãos públicos, operadoras de celular e distribuidores de produtos e serviços, que pode ser acessada por fintechs por meio da solução de APIs Open Finance, e por pequenos varejistas por meio de um aplicativo.

Com a plataforma, fintechs, bancos digitais e demais segmentos podem oferecer serviços que antes eram restritos aos grandes Bancos, como pagamento de contas e tributos, e ainda recargas de celular, recargas de transporte, transferências, débito automático e saques na Rede Banco 24 Horas. De acordo com Marcelo França, fundador e CEO do Celcoin, o objetivo é deixar as fintechs focadas no seu core business sem se preocupar com serviços que são complementares, mas obrigatórios em todas as contas digitais.

Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB, destaca que o investimento na Celcoin ajudará a alavancar ainda mais a empresa. “Uma de nossas maiores vantagens competitivas, especialmente com startups que crescem rapidamente, é a nossa capacidade de apoiar as suas necessidades bancárias e de apresentar novos clientes. Acreditamos no negócio e em todo o time da Celcoin. Estamos muito felizes com este grande passo”. Mais de dez startups que passaram pelo programa já usam as APIs da Celcoin.

Já em sua solução de rede própria de correspondentes digitais, milhares de lojistas usam o aplicativo Celcoin para acessar a plataforma de serviços e atender seus clientes recebendo contas, revendendo recargas, passagens, planos de TV, entre outros. A rede de agentes Celcoin também funciona como ponto de saque e depósito para fintechs e bancos. “Transformamos comerciantes em ‘correspondentes digitais’ para levar acesso à população desbancarizada e permitir que fintechs e Bancos tenham capilaridade e presença física”, afirma Marcelo.

A startup atende hoje mais de 110, dentre mais de 20 bancos, 8 empresas com capital aberto, dezenas de fintechs, sendo 7 consideradas unicórnios, além de corretoras, programas de fidelidade e operadoras de telefonia. Trabalha, ainda, na homologação de mais 20 empresas e possui uma rede de correspondentes digitais com 33 mil agentes, que estão presente em todos os Estados brasileiros. A grande maioria atua em segmentos de serviços essenciais, como farmácias, mercearias e mercados. Durante a pandemia, o volume de transações na rede cresceu 50%. De acordo com Adriano Meirinho, co-fundador do Celcoin: “Grande parte da população passou a evitar aglomerações nas lotéricas depois que descobriu que era possível pagar contas e fazer recargas nas farmácias e mercados do bairro”.

Segundo Daniel Izzo, CEO da Vox Capital, a fintech continua entregando excelentes resultados e com crescimento exponencial em seu segmento. “O aplicativo vem transformando a vida de muita gente. A rede de agentes já atende milhões de pessoas que, muitas vezes, não têm acesso para pagar suas contas, nem a alguns serviços básicos”.

Pela plataforma Celcoin, passam mensalmente as transações de 7 milhões de consumidores, um volume financeiro de R﹩1,2 bilhão e 1,3% das contas de consumo pagas no país. A empresa já gera caixa e pretende usar os recursos na expansão da rede de agentes, na conclusão do processo de obtenção da licença de Instituição de Pagamento no Banco Central, e na criação de uma nova geração de APIs de serviços financeiros para permitir que fintechs criem experiências inovadoras para seus clientes.

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Liga Ventures anuncia novo ciclo de aceleração com participação do Banco Carrefour e Grupo Boticário

A Liga Ventures, plataforma de inovação aberta que facilita e potencializa interações entre startups e empresas, está com as inscrições abertas para o novo ciclo de aceleração do Liga Emerging Technologies , programa que prospecta, seleciona e acelera startups de tecnologias emergentes. Desta vez, o programa contará com a parceria do Banco Carrefour, além do Grupo Boticário.

O Banco Carrefour entra no Liga Emerging Technologies com um foco na experiência de seus clientes e busca startups que possam ajudar a revolucionar as soluções financeiras e construir o posicionamento da marca centrado no consumidor. Dentre os temas de interesse estão o de tratamento de dados, o fortalecimento do engajamento com a marca e, também, o uso dos aplicativos do Cartão Carrefour e Cartão Atacadão. Em resumo, a base está em oferecer experiências, que vão muito além de transações financeiras.

“Temos no nosso DNA a inovação e a transformação digital e nada faz mais sentido para este nosso olhar do que criar um ambiente de troca e aprendizado com startups de todo o Brasil. Estamos ansiosos para essa nova iniciativa, que será um marco para a história do banco”, afirma Charles Schweitzer, head de inovação do Banco Carrefour.

O processo de aceleração das startups escolhidas terá duração de 4 meses e ao longo deste período os empreendedores receberão mentorias e terão a chance de desenvolver projetos em conjunto com as corporações parceiras desta edição, buscando sinergias e explorando oportunidades de negócios, com todo o suporte oferecido pela Liga Ventures.

“O objetivo da Liga Ventures é conectar empresas referências no mercado a startups de tecnologia para que explorem inúmeras oportunidades de negócio. É uma satisfação enorme alcançar nosso propósito por meio desse novo ciclo do programa Liga Emerging Technologies, agora, junto ao Banco Carrefour e nosso parceiro Grupo Boticário. Isso reafirma nosso posicionamento e tenho certeza de que estamos no caminho certo para promover a inovação aberta no país” comenta Daniel Grossi, sócio-fundador da Liga Ventures.

“No Grupo Boticário somos inquietos, buscamos constantemente a vanguarda da beleza. Participar do Emerging Techonologies nos aproximou do ecossistema de startups, permitindo a implementação de soluções inovadoras mais rapidamente. Esperamos desfrutar ainda mais desse relacionamento na segunda rodada do programa”, afirma Nato Porte, Diretor da Mooz – unidade de serviços financeiros do Grupo Boticário.

O programa está com inscrições abertas a partir de 20 de outubro de 2020 e as startups interessadas poderão se cadastrar na página do programa até o dia 29 de novembro.

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