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Associação Brasileira de Startups anuncia nova diretoria para biênio 2021-2022

Em Assembleia Geral Ordinária realizada em 30 de outubro, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade sem fins lucrativos que representa o ecossistema, realizou eleições para definir a nova Diretoria da Associação, cujo mandato será válido por dois anos a partir de janeiro de 2021. Em chapa única inscrita, a votação se deu por aclamação na Assembleia com associados.

Na ocasião, Felipe Matos Sardinha Pinto, founder da 10kDigital foi apresentado para assumir o cargo de presidência, tendo Ingrid Barth, founder da Linker, como sua vice presidente, e Cristiano Fernandes de Freitas, sócio da Syhus Contabilidade, como novo diretor financeiro. José Muritiba segue como diretor executivo, cargo que assumiu no início de 2020.

Mestre em Empreendedorismo pela USP e Autor do livro “10 Mil Startups”, Matos é sócio da 10K Startups, consultoria em empreendedorismo, transformação digital e aceleração de ecossistemas de inovação para startups, empresas e governos, e já apoiou mais de 10 mil startups no Brasil. Foi fundador da aceleradora Startup Farm, COO do programa governamental Start-Up Brasil no MCTI e co-fundador do venture builder Instituto Inovação; e de outras iniciativas que o levaram a trabalhar com inovação em mais de 10 países.

“Me sinto honrado pela confiança que o ecossistema de startups depositou em mim para liderar a Abstartups. Para o futuro, pretendo fortalecer o papel da associação como uma das principais vozes de representação do setor junto à sociedade e ao poder público, atuando para avançar em políticas públicas e iniciativas que possam dinamizar o segmento. Também pretendo avançar na produção de dados mais completos e abrangentes, na formação de talentos qualificados, na promoção da diversidade e inclusão e no desenvolvimento das comunidades locais de startups pelo Brasil, que já são uma marca forte da história da entidade”, pontua o novo presidente da Abstartups.

Bacharel em economia e finanças pela Universidade Metodista de São Paulo e com MBA em Neuroeconomia e Economia Comportamental pela ESPM, Ingrid Barth tem larga experiência em vendas e coordenação de operações de crédito e gestão de tesouraria, bem como conhecimento em negociações contratuais relacionadas a operações cross boarder de derivativos e empréstimos. Em 2018, fundou a Linker, o 1º banco digital 100% focado em startups e seus empreendedores, onde atua como COO. Atualmente, também é CEO da ABFintechs, faz parte do Comitê de Jovens Empreendedores na FIESP, entre outros.

Já o novo diretor financeiro da Abstartups é empreendedor e compartilha seus conhecimentos como palestrante oficial da ContaAzul e mentor do Founder Institute, Eretz.bio, Liga Ventures, Parque Tecnológico de Sorocaba e mais de outras 10 aceleradoras/incubadoras pelo Brasil. Desde 2013, busca construir um legado de inovação no mercado contábil como fundador e CEO da Syhus, hub de serviços contábeis especializado no mercado de tecnologia e novos modelos de negócio.

Até a posse em 01 de janeiro de 2021, o presidente Amure Pinho segue no comando da entidade.

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Como a inovação aberta pode fortalecer o ecossistema de startups?

Por Mariana Yazbéck

Inovar é preciso! Prova disso é que o número de startups que tem a inovação como parte de seu DNA vem aumentando consideravelmente ao longo dos anos. Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), temos hoje 13.478 iniciativas mapeadas por todo o Brasil, em 2011 esse número era de apenas 600.

Com a chegada da pandemia do Covid-19, ficou ainda mais evidente a necessidade de apostar na inovação dentro das empresas. Prova disso é um estudo da agência FleishmanHillard, que apontou que 80% dos entrevistados acreditam que o coronavírus mudará de maneira irrevogável a forma como veem o mundo. Além disso, de acordo com o artigo “Knowing When to Reinvent“, da Harvard Business Review, em média, 80% dos executivos de grandes companhias reconhecem que é preciso se transformar. Ou seja, mais do que nunca, precisamos falar sobre o assunto e conhecer novas formas de trazer mudanças para dentro das organizações, principalmente aquelas que atuam em verticais mais tradicionais.

Neste contexto, é necessário falarmos em inovação aberta. Segundo Henry Chesbrough (2003), esse termo se refere ao uso de entradas e saídas intencionais de conhecimento para acelerar a inovação interna e expandir os mercados pelo uso externo da inovação, respectivamente. Ou seja, esse tipo de metodologia permite a troca de conhecimentos entre empresas em prol da transformação, principalmente no âmbito tecnológico.

Se olharmos para o mercado, podemos ver diversas iniciativas neste sentido e que têm prosperado. Um exemplo disso foi a parceria entre a Cargo Sapiens, startup acelerada pela FIEMG Lab, e a Usiminas, Líder no Mercado de Aços Planos no Brasil, para a otimização do processo de contratação do frete internacional das operações de importação.

Por meio de plataforma própria, a solução da Cargo Sapiens eliminou cerca de quatro meses de trabalho envolvido no processo de licitação de frete internacional (BID) e gerou redução de custo global de 13,48%. A iniciativa trouxe ainda simplificação e agilidade ao processo, além de ter elevado o nível de governança e compliance, se tornando o case de inovação com startup de maior destaque na Usiminas em 2019.

Outra parceria que podemos destacar é a da Termica Tech Solutions, startup Digitalização de Processos Térmicos e a Fiat Chrysler Automobiles (FCA), um dos maiores grupos automotivos do mundo, que teve como objetivo aumentar a produtividade no processo de tratamento térmico das peças do câmbio da FCA. A solução apresentada pela Termica analisa os dados históricos para a identificação de ganhos potenciais. A partir disso, levantou-se um potencial de aumento da produtividade de até 20% em uma linha de tratamento térmico.

Esses são apenas alguns exemplos entre muitos que existem atualmente no mercado e que não só podem, como devem ser replicados. A utilização de soluções criadas por startups permite que muitas organizações incorporem inovações que jamais teriam sido implementadas, por uma série de fatores como falta de tempo, conhecimento ou recursos disponíveis.

Ao mesmo tempo, criar parcerias com essas empresas altamente tecnológicas permite que todo o ecossistema seja fortalecido, ou seja, é uma relação de ganha-ganha, onde todos crescem durante o processo. Por isso, afirmo sem medo que a inovação aberta é um caminho altamente vantajoso e que pode ser utilizado em diversos setores, promovendo transformações positivas e potencializando o crescimento de todos os envolvidos. Aposte nessa ideia!

Mariana Yazbéck, gerente do FIEMG Lab, maior hub de inovação aberta de startups industriais

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BossaBox recebe aporte de R$ 8 milhões para potencializar transformação digital em empresas brasileiras

BossaBox, primeira a operar por squads-as-a-service no Brasil, acaba de receber um aporte de R$ 8 milhões liderado pela Astella Investimentos, acompanhada pela Redpoint eventures e MIT Angels – ambas empresas conhecidas por investir em empreendedores e startups que têm foco em tecnologia e no mercado digital. “A pandemia acelerou tendências que prevíamos na BossaBox e, por conta disso, tomamos a decisão de realizar essa captação. Estamos aqui para suprir o mercado que necessita de agilidade em inovação e transformação digital, bem como dar as melhores oportunidades de desenvolvimento para a nossa base de profissionais”, afirma André Abreu, CEO da BossaBox.

Planejando triplicar sua receita até o fim de 2020, a organização – que já desenvolveu soluções para empresas como Corteva, Valid, Neoenergia e Hering, entre outras – pretende fechar o ano com faturamento de R$ 11 milhões. A nova rodada de investimento fará com que a startup pioneira em conectar empresas a freelancers de tecnologia no Brasil entregue mais valor para todas as partes interessadas. Para seus clientes, a BossaBox quer ampliar a jornada de transformação digital em grandes corporações ao ir além da construção ágil de produtos digitais, apoiando também a inovação tecnológica e cultural dentro das organizações.

A empresa investirá em desenvolvimento profissional e pretende alcançar maiores níveis de impacto em sua base de prolancers, reforçando seu propósito de fazer com que profissionais de tecnologia de todo o país atuem em projetos com as marcas mais importantes do País, tudo isso sem precisarem se deslocar para os grandes centros urbanos. Com seu serviço, a BossaBox democratiza as oportunidades nessa área e aposta no desenvolvimento profissional dos prolancers, algo que será intensificado com o investimento recebido.

Para Marcelo Sato, sócio da Astella Investimentos, “a BossaBox traz o modelo mental típico aos times de desenvolvimento das startups de crescimento exponencial para o mundo corporativo em transformação digital. A solução permite aos gestores manterem o foco nas estratégias corporativas além de municiá-los com produtos digitais para se diferenciarem de forma rápida e eficiente. Encontramos no time de founders – André, Giovanni, Eduardo e João – a energia e conhecimento necessários para levar a BossaBox para o próximo estágio de maturidade e escalabilidade.”

O CEO da startup destaca ainda que o investimento é um grande reconhecimento pelo trabalho que a BossaBox tem desenvolvido durante os últimos anos. “Com fundos que são referência investindo em nossa empresa, conseguimos dar um grande passo para executar nossos planos. Ter o apoio do time da Astella e a Redpoint na companhia mostra que estamos no caminho certo e com a equipe certa. Somos fãs do trabalho que os dois fundos desenvolvem no ecossistema e estamos muito empolgados com o que está por vir com essa parceria”, comenta o empreendedor.

A BossaBox possui mais de 10 mil profissionais cadastrados e já desenvolveu mais de 90 projetos em todo o país. Com agilidade, excelência, segurança e praticidade, a plataforma monta em poucos dias o time que contribuirá em grandes projetos de inovação, além de absorver toda a responsabilidade pelo desenvolvimento das soluções adequadas a cada cliente. As organizações apostam na expertise e agilidade dos profissionais da BossaBox para acelerar a inovação dentro de estruturas mais tradicionais e alocar suas próprias equipes de tecnologia em projetos internos voltados para a estrutura de TI da companhia.

Depois de enfrentarem um rigoroso processo seletivo criado pela BossaBox, os prolancers, como são chamados os profissionais freelancers cadastrados na plataforma da startup, praticam novas habilidades, se envolvem em projetos relevantes, possuem autonomia e acesso a uma fonte de renda estável, mesmo trabalhando de forma remota.


A startup encontrou neste formato um meio de promover a diversidade e inclusão dentro da área de tecnologia, sem esquecer a qualidade. Além de ampliar o acesso a oportunidades profissionais que antes só estavam disponíveis nos grandes centros urbanos, a BossaBox também apoia ativamente iniciativas como a capacitação de mulheres em tecnologia da Reprograma, projeto para o qual a empresa doou toda a receita de seu evento Product Masterclass, realizado em julho e agosto deste ano.

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Três startups brasileiras estão na final global do Starter Business Acceleration

Depois do recorde de candidaturas em 2020, o Starter Business Acceleration, programa mundial de aceleração de negócios com startups que oferecem soluções aplicáveis ao setor de energia, selecionou as nove finalistas globais. Idealizado pela EDP, empresa que atua em toda a cadeia de valor do setor elétrico, o concurso terá três representantes brasileiras na final: Energy Source, Nuveo Technologies e Plataforma Verde. A final do concurso acontece no próximo dia 18 em formato virtual e a startup vencedora garante um prêmio de 50 mil euros.

Neste ano, o programa recebeu 820 candidaturas de 74 países, sendo o Brasil um dos países com maior número de inscrições, com mais de 120 candidatos. Além das brasileiras, são finalistas as seguintes startups: Aerones (Letônia), Aplanet (Espanha), ClimaCell (Estados Unidos), EET (Dinamarca), YData (Portugal) e Yotta Energy (Estados Unidos). O Starter Business Acceleration teve módulos na América Latina, Europa e América do Norte.

Na grande final, as startups apresentarão suas soluções para as empresas do Grupo EDP, que detém uma capacidade instalada de 27GW – 74% dela provenientes de energias limpas (eólica, solar e hídrica)— e 12 milhões de clientes, e para duas utilities parceiras que integram o programa: a Verbund, maior fornecedora de eletricidade da Áustria; e a Turning Tables, empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva.

As finalistas oferecem soluções alinhadas com temas prioritários para as utilities: energias limpas, soluções com foco no cliente, inovação digital, armazenamento de energia, redes inteligentes, inovação em processos internos e inovação de impacto.

“Tivemos um ano desafiador em todos os sentidos e, mesmo assim, podemos ver uma edição de excelência em nosso programa de aceleração. Além do recorde de inscrições, o nível e maturidade das startups participantes impressionou. Teremos uma final com soluções de alto nível e com alta aplicabilidade para o setor elétrico”, destaca Andrea Salinas, diretora de Inovação e Ventures da EDP Brasil.

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Inscrições abertas para 2º edição do prêmio EDF Pulse no Brasil

O Grupo EDF abriu inscrições para a 2ª Edição do Prêmio EDF Pulse Brasil, que vai reconhecer projetos inovadores de empresas e startups nacionais que contribuam para os desafios das cidades e indústrias. O EDF Pulse Brasil 2021 vai oferecer dois prêmios de R$ 20 mil, um para cada categoria – Smart City e Smart Factory. Cada vencedor poderá apresentar a sua iniciativa às equipes da EDF Pulse Croissance, o fundo de investimento e incubadora do Grupo EDF. Além disso, caso alguma inovação seja de interesse das empresas do Grupo EDF no Brasil, haverá a possibilidade da realizar uma parceria para o desenvolvimento do projeto. As inscrições do prêmio vão até 8 de janeiro de 2021 pelo site http://www.edf.fr/pulse-brasil, e a cerimônia de premiação será realizada em evento 100% digital em março de 2021.

As empresas do Grupo promoverão um webinar para apresentação do prêmio e esclarecimento de eventuais dúvidas. O encontro virtual será no dia 10 de novembro, às 14h, pelo link http://www.youtube.com/watch?v=bfNLhP9mmI8

Estão habilitadas a concorrer pequenas empresas e startups, domiciliadas no Brasil e compostas por no máximo 30 colaboradores, que podem ter sociedade com empresas de até 500 pessoas. Para ser elegível, o projeto também precisa estar em nível avançado de desenvolvimento: contar com um protótipo, já ser comercializado ou estar na fase pré-marketing.

Os projetos serão avaliados por um júri de especialistas e executivos do Grupo EDF a partir dos seguintes critérios: qualidade e robustez da solução; impacto e progresso para a sociedade; sustentabilidade do modelo do negócio; e a equipe (visão, complementaridade, experiências, habilidades).

Na 1ª edição do Prêmio Pulse Brasil, que ocorreu no ano passado, os vencedores foram: HVEX na categoria Smart City ao possibilitar a gestão ativa de energia para grandes consumidores, como redes comerciais e indústrias e Pix Force na categoria Smart Factory, que desenvolveu uma solução baseada na visão computacional para inspeção das linhas de transmissão.

Líder global em energia de baixo carbono, o Grupo EDF promove o Prêmio Pulse desde 2014, com edições na França, Itália, Reino Unido e África. No Brasil, o prêmio é resultado da parceria entre as principais empresas do Grupo no país: Citelum, EDF Norte Fluminense, EDF Renewables e Framatome.

2º EDIÇÃO DO PRÊMIO EDF PULSE BRASIL

Inscrições: até 8 de janeiro de 2021 pelo site http://www.edf.fr/pulse-brasil

Podem concorrer: pequenas empresas e startups domiciliadas no Brasil e compostas por no máximo 30 colaboradores, que podem ter sociedade com empresas de até 500 pessoas.

Categorias: a) Smart City (R$ 20 mil): inovações que transformem cidades e territórios para enfrentar desafios demográficos e ambientais e b) Smart Factory (R$ 20 mil): iniciativas que visam acelerar a convergência entre meios e processos industriais e tecnologias digitais para maior eficiência e novos ganhos na otimização do consumo.

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Liga Ventures lança estudo do mercado de turismo

A Liga Ventures, plataforma de inovação aberta que facilita e potencializa interações entre startups e empresas, acaba de lançar o Liga Insights Travel Tech, estudo que reúne informações sobre o impacto que a pandemia trouxe ao setor de turismo no Brasil e no mundo, e como as tendências de inovação e tecnologia ajudam na retomada desse mercado.
Realizada em parceria com grandes players do mercado, como ENGIE, STATE, Cargill, Derraik & Menezes e iDEXO, a pesquisa concentrou a opinião de mais de 20 especialistas, empresas, startups e associações do setor, tais como OYO, LATAM, Atlantica Hotels, ABRACORP, CVC Corp., entre outras.

Segundo dados da Organização Mundial de Turismo (OMT), em abril deste ano houve uma queda de 97% na movimentação global de turistas – queda esta que, em março, já havia sido de 55. Ao todo, a OMT estimou um prejuízo de US$195 bilhões para o setor, entre os meses de janeiro a abril – período considerado como alta temporada para o turismo. No Brasil, o valor chega a R$62 bilhões em perdas, de acordo com a Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Para Raphael Augusto, Head do Liga Insights, em meio ao cenário de crise, a busca por inovação está sendo fundamental para a retomada das atividades no setor. “Durante a pandemia notamos que as empresas que investiram em tecnologia e inovação foram as que conseguiram buscar soluções de maneira mais ágil para tentar contornar a crise que impactou diretamente os negócios. No setor de turismo não foi diferente, e as empresas tiveram que readequar seus planos para sobreviverem e gerarem receita”, explica o head.

O estudo conta também como a experiência de transformação dos últimos anos no setor por conta das tecnologias pode ser agora um facilitador nessa “parada não programada”.

“Muitos dos unicórnios criados nos últimos anos atuam diretamente neste setor e tiveram o seu sucesso pautado na digitalização de processos e facilitação da experiência do cliente. Em um momento de necessidade rápida de retomada, essa visão é quase mandatória para quem procura adequar os seus atuais serviços e produtos e vislumbrar uma perenidade do seu negócio”,”, ressalta Raphael.

Não foi apenas o mercado de viagens que sofreu com o COVID-19. O sistema hoteleiro global também sentiu o impacto causado pela pandemia, que deve seguir, em menor escala, no ano de 2021. Ainda de acordo com o levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo os Estados do Rio de Janeiro (R$ 12,48 bilhões) e São Paulo (R$ 31,77 bilhões) concentram mais da metade das perdas do setor hoteleiro. A taxa de cancelamento chegou a superar os 90% durante os meses de isolamento social.

A discussão sobre a retomada do mercado e os impactos no setor está no estudo que traz listas de startups, entrevistas com empreendedores, cases e análises sobre soluções internacionais e nacionais.

Confira aqui o estudo completo do Liga Insights Travel Tech

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ASICS abre inscrições para programa global de aceleração de startups

A ASICS começou a aceitar novas inscrições para a 4ª edição do ASICS Accelerator Program – seu programa global de aceleração de startups, que aceitará inscrições de qualquer país, incluindo o Brasil, até o dia 16 de novembro.

O tema da pesquisa do ASICS Accelerator Program este ano é a filosofia principal da marca: Sound Mind, Sound Body ™ (Mente Sã, Corpo São). O recrutamento visa captar, principalmente, ideias para produtos e serviços que usarão a tecnologia e a força da ASICS para contribuir em iniciativas com foco em wellness e bem-estar, tanto da perspectiva da mente quanto do corpo, tornando possíveis o estilos de vida equilibrado para mais pessoas, bem como criar um novo valor.

As inscrições para o programa acontecem até o dia 16 de novembro. Após a primeira etapa de inscrição para o programa e uma entrevista de triagem, as startups serão selecionadas para participar do Demo Day – todas as selecionadas poderão consultar os mentores da ASICS para melhorar a eficácia de seus planos de parceria de negócios até o Demo Day.

O Demo Day será realizado de forma online em fevereiro de 2021, e o corpo diretivo da ASICS irá avaliar as apresentações de cada startup antes de tomar uma decisão final sobre a vencedora. Em seguida, serão realizadas demonstrações e realizados planos de parceria de negócios com as startups selecionadas.

No ano passado, quatro propostas de parceria de negócios foram concretizadas a partir do resultado do Programa ASICS Accelerator – com produtos, serviços e conteúdo que contribuíram para oportunidades comerciais em 2020, foram solicitados e testados no mercado. A ASICS desenvolveu em conjunto o sapato inteligente EVORIDE ™ ORPHE, que oferece respostas sobre as mudanças no movimento do pé em tempo real, juntamente com o vencedor do Grande Prêmio no new folk studio, Inc.

À medida que a sociedade e o meio ambiente passam por mudanças rápidas, é fundamental que a ASICS reforce sua pesquisa em tecnologia e também busque ativamente parcerias promissoras para poder oferecer produtos, serviços e um ambiente que contribuam para melhorar as condições de saúde das pessoas, tanto da perspectiva da mente quanto do corpo. A ASICS deseja alcançar um crescimento sustentável por meio de parcerias com startups que gerem valor para a sociedade como um todo, visando um futuro mais sustentável.

Para saber mais sobre o programa e inscrições, acesse http://corp.asics.com/en/ventures/accelerator_program/.

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Como iniciar uma cultura de CX para a sua startup?

Por Kristen Durham, vice-presidente de Startups da Zendesk.

Se a sua startup ainda não pensou no suporte ao cliente, você não está sozinho. Em pesquisa recente com fundadores e tomadores de decisão de startups, mais de 70% dos entrevistados relataram que não têm uma estratégia formal de suporte ao cliente. E não é nenhuma surpresa. Os fundadores têm muitas prioridades paralelas: desenvolver produtos, arrecadar fundos, estabelecer a adequação do produto ao mercado, montar uma equipe e definir a cultura da empresa, por exemplo.

Embora todos saibamos intuitivamente que uma startup só sobrevive e cresce com a aquisição e retenção de clientes, passar do reconhecimento desse fato para construir uma estratégia formal para atender às necessidades do cliente exige esforço. Não importa em que estágio você esteja, cada decisão de concentrar recursos em algum lugar significa que há menos recursos disponíveis para todo o resto.

Então, quando e como você começa a priorizar os investimentos na experiência do cliente em sua startup? Para embasar essa resposta com dados, analisamos os comportamentos históricos de suporte ao cliente de mais de 4.400 startups que participam da pesquisa Startup Benchmark, e comparamos isso a indicadores externos de desempenho.

Nossa pesquisa encontrou uma ligação clara entre melhores experiências do cliente e crescimento mais rápido. As startups de alto crescimento se movem com mais rapidez e investem mais do que seus pares para atender clientes. A pesquisa mostrou que, em média, as startups de rápido crescimento adicionaram suporte dentro de 10 meses de sua primeira rodada de financiamento. Além disso, as startups de rápido crescimento oferecem mais maneiras de seus clientes entrarem em contato com eles; quase 60% fornecem suporte omnicanal – o que significa oferecer opções de contato por e-mail, chat, centros de ajuda, mensagens e/ou telefone – para ajudar a reduzir o tempo de espera e construir equipes mais eficientes.

As startups de rápido crescimento também aproveitam melhor a tecnologia para seu benefício e, por isso, são capazes de conduzir equipes mais eficientes com melhores resultados. Eles criam centros de ajuda 1,3x mais robustos, utilizam APIs 1,4x mais frequentemente para criar tickets de suporte e usam 2,8x mais automações de fluxo de trabalho em suas equipes de suporte. O resultado final é que essas equipes podem lidar com quase 50% mais tickets por agente do que seus pares, e o fazem em 40% menos tempo. Você sempre pode optar por trabalhar mais, mas não há razão para não trabalhar de maneira mais inteligente.

Cinco etapas para começar

Nossa pesquisa identificou cinco ações nas quais as empresas devem se concentrar para operar como uma startup de rápido crescimento nos primeiros dois anos, em ordem de prioridade:

• Configure uma função de suporte ao cliente que priorize velocidade e conveniência para seus clientes e equipe de atendimento (9 a 10 meses a partir do financiamento);


• Adicione canais ao vivo, como telefone e chat, que são alternativas mais rápidas para e-mail e tickets pela web (12-17 meses a partir do financiamento);


• Lance canais de mensagens, como mídias sociais e WhatsApp, para alcançar clientes nos canais que eles usam em suas vidas diárias (14 meses a partir do financiamento);


• Estabeleça uma central de ajuda ou Perguntas Frequentes e inclua pelo menos 30 artigos que respondam às questões mais frequentes (30 artigos até o sexto mês);


• Apresente pelo menos um novo aplicativo ou integração à plataforma de suporte ao cliente a cada seis meses para aumentar a produtividade do agente de suporte e otimizar os fluxos de trabalho. Isso pode ajudar a manter os tempos de primeira resposta e de resolução entre três e oito horas.

Se você ainda não tem certeza de que é o momento certo para adotar uma plataforma de suporte ao cliente, procure esses gatilhos que os líderes de startups identificaram como os mais importantes para agir: aumento do volume de consultas de clientes, aumento de custos (devido ao aumento de contratação e custos de tecnologia dos sistemas existentes de suporte) ou o lançamento de um novo produto.

Embora não haja uma fórmula mágica para um crescimento mais rápido, nossa pesquisa sugere benefícios claros em fornecer melhores experiências ao cliente. Afinal, clientes satisfeitos são aqueles que sempre voltam e recomendam você para outras pessoas – e isso é sempre bom para os negócios.

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Open Day[s]: Ambev, Engie, ArcelorMittal e outras grandes empresas apresentam desafios para startups

Um dos grandes desafios para as startups é conseguir oportunidades para apresentar seus produtos e serviços para grandes empresas. Para promover essa aproximação, o LinkLab, programa de inovação aberta da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), promove nos dias 3, 4 e 5 de novembro a sétima edição do LinkLab Open Day[s], evento de conversas e negócios entre startups e corporates. Ambev, Engie, ArcelorMittal, Koerich, CTG Brasil e, Clamed Farmácias são algumas das empresas confirmadas. As inscrições são gratuitas e estão abertas para startups de todo o Brasil no site https://linklabopenday.com/

Durante os três dias de evento, os participantes terão a oportunidade de interagir com representantes das corporates em salas de bate-papo virtuais ao vivo, esclarecendo suas dúvidas sobre os desafios de inovação. As startups poderão encontrar previamente mais de 50 desafios mapeados pelas corporates no site do LinkLab,  e assim ver em qual deles sua solução pode ser mais adequada. Além disso, uma sala exclusiva ficará disponível para networking (entre startups, parceiros e corporates) e também um espaço da ACATE, no qual os participantes podem conhecer mais sobre a Associação e demais programas e benefícios.

“O LinkLab impulsiona o ecossistema de inovação e tecnologia, acelera o processo de inovação de empresas e facilita a entrada de startups em grandes mercados. Nessa relação, as corporates conseguem atingir seus desafios de inovação com maior rapidez, enquanto as startups têm a oportunidade de conhecer melhor seu mercado e gerar negócios. O Open Day muitas vezes é o primeiro passo de uma parceria de sucesso, um momento único de a startup mostrar que sua solução pode servir para um desafio da empresa”, destaca Silvio Kotujansky, head de Inovação e Novos Negócios da ACATE. 

Inscrições para solução de desafios vão até o dia 8 de novembro

O LinkLab conecta médias e grandes empresas a startups há mais de três anos com o objetivo de solucionar problemas e criar negócios inovadores. O programa está com chamadas abertas para startups se inscreverem na resolução de mais de 50 desafios até o dia 8 de novembro.  As empresas participantes buscam startups para promover inovação aberta e soluções para diversas áreas de negócios, como logística, marketing, data science, relacionamento com clientes, varejo, big data dentre outras.  Na página do LinkLab, é possível conhecer cada uma das corporates e seus os desafios

Para participar no LinkLab Open Day não é obrigatório se inscrever no LinkLab, porém para apresentar o seu pitch posteriormente caso haja interesse de alguma corporate, é preciso estar inscrito. As inscrições para o LinkLab são abertas o ano inteiro, mas é nesse momento que existem mais desafios rodando.

Corporates participantes da Rede LinkLab: AMBEV, ArcelorMittal, Bloco, Catarinense Pharma, CESUSC, CISA, CLAMED, Code7, CTG Brasil, Dimas, Engie, FCDL Santa Catarina, Fort Atacadista, Governo de Santa Catarina, Grupo ND, Koerich, Marisol, Orbenk, Porto Itapoá, Realize, Schulz, SETA Engenharia, Teltec Solutions, Tigre, Unimed Grande Florianópolis, UNIASSELVI, Univen, WEG e Whirpool

Elo seleciona mais 3 startups para o Programa de Aceleração 2020

Dando continuidade à estratégia de inovação e ao propósito de captar novas oportunidades no momento em que são concebidas, a Elo – empresa 100% brasileira de tecnologia de pagamentos – realiza em parceria com a Plug’n’Play, uma das maiores aceleradoras do vale do silício, a segunda rodada do Programa de Aceleração da Elo em 2020. As startups selecionadas para a segunda rodada são: Ironchip, Movva e Prometeo. Elas chegam com objetivo de desenvolver em conjunto com a Elo produtos e serviços que construam os modelos de negócios do futuro no setor de pagamentos.

O Programa de Aceleração ocorre em duas rodadas ao longo do ano e funciona da seguinte maneira: a Plug & Play seleciona startups por todo o mundo com base nos desafios estratégicos propostos pela Elo. Em seguida, é feito um Selection Day com as empresas listadas pela aceleradora, onde estas realizam um pitch aberto para a Elo inteira, contando um pouco sobre a empresa e solução. No caso da segunda rodada deste ano, participaram 10 startups com as soluções mais variadas como: big data, analytics, open banking, pagamentos digitais e educação financeira.

“O programa de aceleração com a Plug’n’Play é parte importante da nossa estratégia de construção do futuro dos pagamentos. Acreditamos na relação com as startups como um terreno fértil para a inovação”, comenta Duda Davidovic, Gerente Executiva de Inovação da Elo.

Considerando os dois ciclos de aceleração, a Elo já avaliou em torno de 250 startups. No primeiro ciclo, que ocorreu de maio até agosto, foram aceleradas as empresas Datarisk, Spinpay, FullFace e Kublau. Já o segundo ciclo, que também tem duração de 3 meses tem início em outubro. Confira abaixo mais detalhes sobre as startups selecionadas.

Sobre as Startups

A primeira Startup é a Ironchip (Espanha), que possui uma tecnologia que permite que você use um local seguro como uma identidade digital ou senha. A solução permite que você configure uma geolocalização considerada segura e limite ações como uso de um app ou início de transações a esse local, servindo como um fator de autenticação. Já tem casos aplicados em fintechs, indústrias e law enforcement.

Já a Movva (Brasil), possui soluções utilizando o conceito de nudges, que são reforços positivos que sugerem comportamentos e incentivam escolhas. A startup possui uma solução chamada Poupe+, onde são enviados nudges semanais com conteúdos financeiros e sugestões de atividades que possibilitam a mudança de comportamento do consumidor.

Por fim, a startup Prometeo (Uruguai), que é uma plataforma de Open Banking na América Latina, que oferece através de APIs acesso a informações bancárias de clientes, possibilitando a criação de soluções financeiras digitais. Atualmente, a startup está conectada com mais de 30 instituições financeiras em 9 países da América Latina (incluindo México e Brasil) e fornece acesso a mais de 45 APIs.

Startup vê demanda por digitalização de restaurantes quadruplicar e recebe aporte para expandir operação

A Styme, startup de serviços para restaurantes e consumidores, já sente o reaquecimento do mercado com a procura cada vez maior de restaurantes por serviços de tecnologia que auxiliem na digitalização dos processos operacionais e, consequentemente, na retomada das atividades devido à pandemia. Desde julho, a Styme conquistou 60 novos clientes e acaba de receber um aporte de R﹩ 400 mil para expandir sua operação em todo o país, com a expectativa de crescer cerca de 120% em relação aos clientes e 173% em faturamento até o fim deste ano.

A principal questão a ser solucionada é o distanciamento entre clientes e funcionários dos estabelecimentos de alimentação sem perder a qualidade e empatia no atendimento. Um dos principais serviços da startup nesse sentido é a plataforma de cardápios digitais, disponibilizados via tablets, que permitem uma experiência completa reduzindo em até 70% o contato com os garçons. Casa Graviola, Méz, Cachaçaria Água Doce, Habib´s, Ragazzo, Dasbrot, B de Burguer, Hot n Tender e Camarão Express são alguns dos clientes que utilizam a plataforma.

A qualidade visual do menu digital, desenvolvido com design e curadoria fotográfica de cada prato, além de informações detalhadas sobre sua composição, estimula o desejo pelo menu e melhora a experiência do cliente, que consegue ter uma perspectiva mais real do produto oferecido, diminuindo o volume de dúvidas a serem tiradas com os garçons e, portanto, o contato entre as partes.

Além disso, a Styme utiliza inteligência artificial para programar a venda sugestiva de acordo com as opções selecionadas pelo consumidor. Enquanto o cliente pede um simples prato como um hambúrguer, o cardápio sugere acompanhamentos que harmonizam com o item selecionado pelo cliente. O pedido feito pela interface é enviado diretamente à cozinha, sem intermédio de funcionários do local.

A tecnologia otimiza em 30% os custos com a mão de obra, além de contribuir com um aumento de até 20% do tíquete médio do restaurante. “O garçom para de fazer aquele trabalho operacional e foca em ser um consultor de vendas. Além disso, conseguimos captar informações dos clientes e o nível de satisfação do atendimento por meio de pesquisas impostas pelo cardápio”, explica Frederico Tonietto, CEO da Styme.

A plataforma também permite que o restaurante tenha processos mais ágeis, podendo ajustar promoções, formatos, combos e até mesmo o próprio menu, de acordo com os pratos que estão sendo mais vendidos e que indicam a preferência dos clientes. Até o fim deste ano, a Styme deve lançar a versão do cardápio digital com pagamento via QR CODE.

A Styme também é parceria da Linx, líder no segmento de softwares de gestão para o varejo, que permite conexão do cardápio digital com os sistemas operacionais de restaurantes de todo o país. Hoje, a solução atende em média 50 mil pedidos por mês e está presente em 12 estados do Brasil.

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CASE Startup Summit 2020 reuniu mais de 30 mil pessoas de todo o Brasil

Durante 19 e 23 de outubro, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) promoveram o CASE Startup Summit 2020, maior evento de startups da América Latina, e que reuniu mais de 30 mil participantes de todo o país em sua primeira edição totalmente digital e gratuita.

Ao todo, empreendedores, investidores e envolvidos no universo das startups puderam conferir cinco trilhas de conteúdos em 24h de conteúdos distribuídos em quatro palcos, com mais de 200 palestrantes, além de mentorias gratuitas coletivas e individuais com a Inovativa Brasil, Darwin Startups e ACE Startups, totalizando quase 5 mil empresas atendidas, além de um espaço online exclusivo com 84 startups de todo o País na área de exposição.

Pelos palcos, passaram Brian Requarth (cofundador da Viva Real); Florian Hagenbuch (cofundador e CEO da LOFT); Eric Santos (cofundador e CEO da Resultados Digitais); Rafael Costa (partner da Vulcan); Thais Suzuki (head de customer experience da iFood), além de representantes do iFood, Stone, 99, Darwin Startups, Google for Startups, RD Station, Cubo, Nubank, entre outros.

Um dos destaques foi o painel sobre a Lei Geral de Proteção de Dados que contou com a presença da Maria Cecília Gomes, Privacy&Data Protection Researcher da FGV, Paula Zanona, advogada e Data Protection Counsel da Neoway e Fernando Bousso, Head of Privacy and Data Protection e sócio da Baptista Luz Advogados, que ressaltou a importância da legislação para empreendedores do ecossistema que desejam mostrar ao mercado que estão legalmente mais alinhados com algumas das exigências internacionais de tratamento de dados pessoais de forma flexível.

Outro tema de destaque durante o CASE Startup Summit 2020 foi o Marco Legal das Startups, assinado pelo presidente da República na última semana, e que seguiu para aprovação no Congresso. No evento, o relator do projeto e deputado Vinicius Poit comentou em palestra sobre o tema, realizada em 20 de outubro, que acredita que o documento será aprovado este ano ainda. “O plano é retomar as discussões na comissão especial que trata sobre o projeto, elaborar o relatório e entrar com um requerimento de urgência para enviar o Marco diretamente para votação pelos deputados federais”, lembra.

No dia 21, o especialista em cultura e Customer Experience Expert da Walt Disney Company Leader, Mike Donnelly, falou sobre a cultura de startups, destacando três pontos estratégicos que os empreendedores devem seguir para alcançar sucesso. “Independente do propósito definido da empresa, defina padrões e processos que garantindo que a proposta da empresa seja seguida por todos, independente do cargo e função da empesa, sem deixar perder nada no meio do caminho; sem perder a essência”, recomendou Donnely.

Em 23 de outubro, ocorreu a final do Startup Awards 2020, conhecido como o Oscar das Startups, que destacou personas e empresas em 15 categorias, incluindo Shawee como Startup do Ano e Transfeera, como Startup Revelação 2020, João Kepler como Investidor Anjo, Ambev em Corporate, Distrito como Hub de Inovação e Se Candidate, Mulher!, como startup de impacto social.

“Estamos muito gratos aos nossos patrocinadores, mentores e parceiros pelo apoio que nos deram para concluir um evento tão grande e inovador quanto o CASE Startup Summit, que levou conteúdo de qualidade em um formato totalmente disruptivo. Sem dúvidas, foi um trabalho colaborativo super importante para o ecossistema como um todo”, conclui Amure Pinho, presidente da Abstartups.

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