Page

Category startup

Após um ano de fundação, Randon Ventures apresenta novo foco de atuação

A Randon Ventures, unidade de investimento em startups das Empresas Randon, apresenta seu novo foco de atuação no mercado. A empresa, que foi constituída fevereiro de 2020, passará a investir e coinvestir em startups que já estejam em um estágio mais avançado, isto é, que tenham um produto pronto e que possuam sinergia com os negócios das Empresas Randon.

Entram no leque de interesse da companhia as fintechs – ligadas ao acesso ao crédito -, insurtechsautotechs – relacionada à mobilidade elétrica e tecnologia automotivas -, indústria 4.0 – smart manufacturing – e logtechs.

“O objetivo é estimular ainda mais oportunidades de novos negócios para as Empresas Randon, aproximar a organização de ecossistemas de inovação consistentes e ampliar a possibilidade de projetos de pesquisa envolvendo novas tecnologias disponíveis no mercado”, explica o gerente de Negócios e Estratégias Digitais das Empresas Randon e head officer da Randon Ventures, Mateus de Abreu.

Nesse primeiro ano de atuação, a Randon Ventures investiu aproximadamente R﹩ 18 milhões em quatro startups. Além do capital, a Ventures atua com capacitações, mentorias, cocriação de produtos e serviços e acesso a parceiros. A empresa segue, também, reforçando as parcerias para coinvestir com outros fundos de Venture Capital (VC) e Corporate Venture Capital (CVC) e trabalha para ampliar sua atuação internacional.

Entre as investidas estão Abbiamo, Grupo Delta, TruckHelp e Soon (conhecida anteriormente como Reboque.me). Em recente parceria com a 4all, também foi anunciada a criação de uma nova companhia para oferecer serviços financeiros digitais, por meio do projeto R4.

A Randon Ventures conta com a parceria da ACE, Ventiur, Distrito e a Baita Aceleradora. As startups que tiverem interesse em contatar a companhia, podem acessar o site http://randon.ventures/

Anjos do Brasil aporta R$400 mil na fintech Manda Pro Financeiro

A Manda pro Financeiro, fintech capixaba voltada a atender negócios de micro e pequeno portes, acaba de anunciar o aporte de R$ 400 mil realizado por investidores da rede da Anjos do Brasil, organização sem fins lucrativos de fomento ao investimento-anjo e apoio ao empreendedorismo de inovação.   

Esta é a primeira rodada recebida pela startup que iniciou suas operações em abril de 2019  em Vitória-ES pelos empreendedores Zé Correa e Dhan Sugui. Até então a empresa cresceu com investimento direto dos sócios. Voltada a facilitar a gestão financeira da MPEs, a Manda busca se tornar o próprio financeiro destas empresas que sofrem tanto para tocar o dia a dia e ainda ter um olhar organizado e analítico para o setor que é o coração de qualquer negócio. 

“Boa parte das MPEs tem pouquíssimo conhecimento sobre suas finanças e por conta da pandemia outra parcela teve uma queda abrupta de faturamento. Começamos atendendo empresas que estavam querendo começar a ter uma melhor organização e também otimizar seus custos com o financeiro, terceirizando o serviço”, conta José Correa, cofundador da Manda pro Financeiro.  

MPEs buscam na tecnologia maneiras de sobreviver em meio à crise 

Em uma pesquisa da Serasa Experian no final de 2020 foi apontado que mais de 90% das micro e pequenas empresas encontraram novas oportunidades dentro da pandemia muito devido a grande digitalização das atividades e processos. “Nós com o Manda entramos  nesse contexto, para levar às micro e pequenas empresas uma forte redução de custo e, ao mesmo tempo, aumentar a eficiência financeira. Deixamos o financeiro das empresas super organizados e o melhor de tudo, com técnicas que reduzem muito a inadimplência.”, afirma Correa.  

Totalmente fechada com membros da Anjos do Brasil, a rodada foi liderada pela investidora-anjo Angélica Nkyn com a participação de mais dois anjos, Alexandre Rocha e um executivo do setor agro que preferiu não revelar o nome. Após o aporte o valuation da Manda é R$4 milhões.  

Segundo Angélica, investidora líder desta rodada, o Manda Pro Financeiro deu um grande passo com o aporte. “Vislumbramos, após extensa análise e entendimento das dores dos clientes, maior robotização e aceleração no crescimento em todo Brasil, hoje focado no segmento de MPEs que entregam serviços. Esta é uma solução que desburocratiza atividades essenciais “Must Have” e estamos confiantes com o plano de crescimento e entrega dos sócios fundadores.” 

Hoje a Manda pro Financeiro atende 60 clientes com receita entre R$ 20 mil e R$ 300 mil. Com atual faturamento mensal recorrente de R$ 20 mil, a empresa projeta chegar em R$ 100 mil até o fim do ano e cerca de 250 clientes.  

Com o aporte da Anjos do Brasil a startup pretende desenvolver formas de integração ainda maior com os contadores para que os clientes empreendedores percam cada vez menos tempo enviando documentos ou mesmo respondendo a questões sobre o fluxo de caixa ou notas fiscais. Para isso acontecer na prática, o Manda terá uma área dedicada aos contadores com todas as informações necessárias para que o trabalho se torne cada vez mais ágil e fluido. 

“Nosso maior objetivo é cada vez mais ajudar o pequeno negócio a focar menos no seu backoffice e mais no seu core business. Sabemos que é uma faixa de empreendedores que luta para manter seus negócios e que uma gestão financeira organizada é essencial para a sobrevivência e potencial crescimento. Por isso, criamos um serviço acessível e intuitivo que permita a nossa parcela de contribuição para o sucesso deles”, finaliza Correa.  

Banco Carrefour anuncia incubadora de startups e pode ser cliente dos próprios colaboradores

Imagine uma empresa em que os funcionários podem se capacitar, desenvolver novos produtos e, ao final do processo, optar por criar sua própria Startup e ir ao mercado oferecer suas soluções. Tudo isso, tendo como garantia que o seu local de trabalho atual será o primeiro cliente. Esse é o novo programa de intraempreendedorismo do Banco Carrefour. Liderado pelo time de inovação da instituição, o projeto convidou colaboradores do Banco e de todo o Grupo Carrefour Brasil a construir novos produtos conectados a desafios da companhia e começar a empreender.

A inciativa teve início ainda em dezembro de 2020, quando aconteceram os primeiros Hackathons entre os times internos. Os eventos tiveram como foco a capacitação dos colaboradores e a disponibilização de dados para o desenvolvimento das soluções. De lá, saíram os quatro projetos selecionados e que agora estão em fase de estudo de viabilidade.

O desenvolvimento de cada solução segue até o mês de junho, quando os colaboradores passarão por um novo estágio de aceleração dos projetos em um Bootcamp, formato que une um treinamento intensivo com a aplicação na prática. Após esta etapa, acontecem as apresentações finais para a diretoria do Banco Carrefour.

A partir daí os participantes, em conjunto com a empresa, poderão optar por três alternativas, como a permanência com vínculo atual de trabalho, a incorporação do projeto como uma nova área de negócio dentro da instituição financeira ou, ainda, o desenvolvimento de sua própria Startup com base no projeto apresentado. Neste último caso, o Banco encerra o contrato com cada um dos envolvidos e passa ser cliente ou investidor da nova empresa criada, oferecendo um aporte inicial para início da operação.

Para Charles Schweitzer, head de inovação do Banco Carrefour, o objetivo do programa é criar um novo formato de construção de projetos entre organização e colaboradores. “Estamos falando aqui de um novo modelo de empreendedorismo. A empresa oferece a capacitação, a mentoria, as ferramentas e o espaço para discussão. O colaborador entra com a criatividade, o insight, a ideia inovadora. Ao final, juntos, podemos gerar oportunidade de novos negócios para todos e fortalecer o ecossistema”, afirma.

Núcleo financeiro do Grupo Carrefour Brasil, o Banco Carrefour tem construído nos últimos anos um ambiente de trabalho baseado na metodologia ágil aplicada ao negócio, implementando soluções baseadas nos pilares de inovação e apostando na transformação digital para colaborar com a vida financeira dos clientes de todo o ecossistema de varejo do grupo. Hoje possui mais 600 colaboradores e outros mais de 3 mil profissionais de atendimento e vendas.

Fabstart e Subsea 7 selecionam startups para programa de inovação sustentável

A inovação tem sido um dos pilares fundamentais para minimizar o impacto das atividades das empresas no meio ambiente. Pensando nisso, a Fábrica de Startups, empresa brasileira de fomento à inovação, se uniu à Subsea 7, líder global na entrega de projetos offshore e serviços para a indústria de energia em evolução, no projeto Sea The Future, uma iniciativa que vai selecionar startups que tragam soluções para tornar esse tipo de operação mais sustentável no Brasil.

À medida que a população se conscientiza da necessidade de se preocupar com o meio ambiente e cobra dos órgãos reguladores processos mais rígidos para a contenção de danos e para a concessão de licenciamento, as empresas passam a evoluir na busca por projetos que reduzam esse impacto. Um exemplo disso, são as offshores, que possuem atividades consideradas potencialmente poluidoras e são fiscalizadas pelo Ibama no Brasil.

“É urgente a criação de alternativas sustentáveis para que as offshores sigam desempenhando seu papel fundamental na economia nacional com o mínimo de impacto. Por isso, iniciativas como essa são tão importantes, elas fazem com que a inovação seja um catalisador de grandes transformações no país”, explica Hector Gusmão, CEO da Fábrica de Startups.
Assim, o foco do Sea The Future será conectar startups a grandes corporações e ajudá-las no desenvolvimento de soluções eficientes e sustentáveis para o futuro a nível global. O programa será norteado por três principais desafios a serem solucionados por essas startups:

– Minimizar o impacto ambiental das atividades onshore da Subsea 7
– Melhorar em UX os processos e procedimentos de engenharia da Subsea 7
– Atuar na compensação de gases de efeito estufa nas operações

A análise das soluções e tecnologias desenvolvidas levará em consideração o alinhamento aos desafios e negócios, grau de inovação, potencial de impacto e perspectiva de escalabilidade.

A norueguesa Subsea 7, que tem sede no Reino Unido, já possui departamentos e times atuando em ações inovadoras e iniciativas de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, uma vez que a inovação está entre seus valores e estratégias. Por isso, busca interagir com o ecossistema de inovação nacional para aperfeiçoar ainda mais sua metodologia e potencializar a redução dos impactos ambientais de sua operação.

“Estamos constantemente buscando soluções de impacto para desafios reais. Não é uma tarefa fácil, mas o resultado costuma ser muito gratificante. Temos certeza que será assim com o Sea The Future”, destaca Daniel Marins, gerente de Embarcações na Subsea 7.

O programa é destinado às startups que já tenham um MVP (produto mínimo viável) testado em pequena escala até aquelas que já tenham receita e estejam no mercado. A propriedade intelectual original da solução apresentada continuará sendo da startup e a Subsea 7 poderá contratá-la como fornecedora ou fazer uma parceria comercial para ofertar a solução para seus parceiros.

Para participar, os interessados podem se inscrever no site inscricoes.fabricadestartups.com.br/roadshow-sea-the-future/.

Abertas as inscrições para nova turma de programa de formação de desenvolvedores da ACATE e SENAI

Estão abertas as inscrições para a nova turma do DEVinHouse, iniciativa da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e do SENAI para impulsionar a formação de desenvolvedores. Serão oferecidas 45 vagas, sendo 15 delas com bolsas de estudos integral. A segunda edição do projeto terá a parceria da fintech Conta Zap, que vai disponibilizar 15 vagas exclusivas para os alunos do curso. Os interessados em participar podem se cadastrar até o dia 28 de maio no site http://devinhouse.sesisenai.org.br/acate/

A falta de profissionais para o setor de tecnologia, principalmente de desenvolvedores,  foi agravada com a pandemia devido às transformações digitais impostas. A consolidação do home office também acirrou a disputa pelos especialistas, que agora conseguem trabalhar para empresas de todo o mundo. Apoiar na formação destes profissionais é o objetivo do DEVinHouse, projeto que teve início em novembro de 2020 e atraiu mais de 800 inscritos na primeira edição. O vice-presidente de Talentos da ACATE, Moacir Marafon, destaca que ver pessoas iniciando o curso quase sem conhecimento em tecnologia e, em pouco tempo, já estarem desenvolvendo algo, prova que o modelo funciona. “Isso graças ao método que aproxima a empresa e o aluno, contribuindo na formação técnica e sua aplicabilidade em problemas reais, o que o aluno só encontraria quando do ingresso no mercado de trabalho”, disse. 

O diretor de educação e tecnologia da FIESC, Fabrizio Machado Pereira, explica que uma formação de qualidade é de extrema importância para ingressar na carreira. “O SENAI é um dos maiores formadores de desenvolvedores no campo da TI no Brasil e a maior escola profissionalizante da América Latina. Começar a carreira no mundo do desenvolvimento de software, um mercado que não para de crescer, é promissor. Além das bolsas de estudo, o projeto oferece a possibilidade de iniciar na empresa assim que se formar”, finalizou. 

A fintech Conta Zap, de Balneário Camboriú, resolveu apoiar  a iniciativa porque, desde sua fundação em 2019, se depara com esta barreira da ausência de profissionais qualificados no mercado. A empresa, inclusive, criou seu próprio treinamento para desenvolvedores no começo deste ano, pelo qual os participantes foram contratados posteriormente. “Apostar na formação destes profissionais é produtivo não apenas para a empresa, mas para o próprio ecossistema brasileiro. As habilidades de desenvolvimento são muito valorizadas pelo mercado hoje e essenciais para o nosso país dar um salto tecnológico, a exemplo do que já ocorreu em outras partes do planeta”, diz o CMO da Conta Zap, Raphael Andrade.

ACATE está mapeando a demanda de vagas das empresas 

Para ter um diagnóstico mais preciso da real necessidade das empresas de tecnologia catarinense, a ACATE está realizando uma pesquisa de mapeamento de vagas até o dia 10 de maio.  O resultado irá balizar a elaboração e execução de programas de formação de talentos, buscando sanar um dos principais problemas do setor de tecnologia.

A partir das informações coletadas, a ACATE irá articular parcerias com instituições de ensino para a promoção de cursos que atendam as necessidades do setor de tecnologia de cada região do estado. As empresas que responderem à pesquisa terão prioridade na participação de programas de formação de talentos promovidos pela ACATE e seus polos regionais. “No contexto atual, sabemos que a demanda é maior do que a oferta. Essa tendência vai aumentar cada vez mais e vai impactar o crescimento do setor de tecnologia e as empresas. Portanto, é um desafio que precisamos enfrentar de forma coletiva”, finaliza o vice-presidente de Talentos da ACATE,  Moacir Marafon. 

Liga Ventures, com apoio estratégico da PwC Brasil, mapeia mais de 100 startups com soluções destinadas à área da mobilidade

Pioneira na criação de mapas de startups em diferentes segmentos no Brasil e principal ponte para fomentar o desenvolvimento de soluções inovadoras entre startups e empresas no país, a Liga Ventures , com apoio estratégico da PwC , acaba de disponibilizar um radar com mais de 100 startups com soluções aplicadas ao setor de mobilidade. O resultado faz parte da Startup Scanner, ferramenta desenvolvida com o intuito de rastrear, acompanhar e mapear startups dos mais diversos segmentos, de forma totalmente gratuita e com atualizações constantes.

O radar da Startup Scanner aponta, neste momento, 112 startups de Mobilidade ativas, divididas em 10 categorias de aplicação, em 35 cidades diferentes do Brasil. Entre as categorias com mais soluções, estão: Mobilidade Elétrica (25%), E-hailing (12,5%), E-sharing (11,61%), Inteligência de Dados (11,61%) e Parking (9,82%). Em ano de fundação, 2017 lidera com 24,11% dos nascimentos e seguido por 2018, com 14,29%.

“A mobilidade é um setor que está em constante desenvolvimento. Existem pesquisas que mostram que até 2030 o mercado global de mobilidade vai crescer cerca de 75%, o que faz com que cada vez mais surjam novas soluções para esse segmento. O Startup Scanner de Mobilidade tem como objetivo fornecer informações confiáveis e, principalmente, dinâmicas sobre o crescimento das tecnologias voltadas para essa área. Além disso, a ferramenta é uma ótima fonte de informação para quem quer acompanhar o comportamento do ecossistema de inovação no Brasil”, comenta Raphael Augusto, diretor de inteligência e estudos de mercado e Startup Hunter da Liga Ventures.

A Startup Scanner tem como base o banco de dados da Liga Ventures, com mais de 17 mil startups e que conta com diversas fontes, como inscrições para os programas de aceleração, estudos do Liga Insights, eventos que promovem todos os anos, recomendações de parceiros externos, notícias em portais de negócios, bases abertas, indicações diretas e busca ativa de startups.

“Disponibilizar uma ferramenta como o Startup Scanner é uma das formas que encontramos de contribuir ativamente para o mercado. As inovações no Brasil estão em constante movimentação e poder acompanhar o desenvolvimento desse ecossistema de forma dinâmica é de grande valia. Nosso primeiro mapa foi lançado em dezembro, com foco em soluções em Energia. Desde então, já lançamos o radar de Sales Tech, FoodTechs e Health Techs e continuaremos com novidades todos os meses”, conta Luiz Ponzoni, sócio líder de novos negócios e investimentos da PwC Brasil.

O acompanhamento dos mapas pode ser feito de forma gratuita no link . Todos os meses a Liga Ventures, em parceria com a PwC, mapeiam novas soluções que são rastreadas de forma dinâmica pela ferramenta, com atualizações constantes que permitem acompanhar as principais mudanças no mercado.

AWS Clean Energy Accelerator for Startups: primeira aceleradora da AWS focada em fomentar inovações em tecnologias limpas com startups

Abordar mudanças climáticas requer inovação em todo o mundo, em todas as indústrias e em startups e corporações multinacionais. De energia distribuída a soluções de armazenamento e softwares de eficiência e otimização — o investimento em tecnologia limpa e a inovação estão aumentando. 

Com esse aumento na demanda, surge uma rápida proliferação de startups que trabalham para resolver os principais desafios energéticos atuais. Para ajudar a fomentar essa inovação, a Amazon Web Services (AWS) está lançando o AWS Clean Energy Accelerator.

AWS Clean Energy Accelerator é a primeira aceleradora da AWS focada em promover o rápido crescimento de inovações de tecnologia limpa. O objetivo é ajudar as startups que trabalham com energia limpa a acelerar seu impacto, acessar recursos adicionais e expandir seu alcance. As inscrições estão abertas a partir de hoje e as propostas podem ser entregues até 4 de junho de 2021. A AWS está oferecendo essa oportunidade em colaboração com a Freshwater Advisors, consultoria nacional de inovação e catalisadora de risco. Nos últimos oito anos, a Freshwater executou missões de scouting de tecnologia para mais de vinte empresas líderes nos setores de energia e indústria, buscando fazer parcerias com as mais brilhantes startups emergentes focadas em tecnologia para trazer novas soluções inovadoras ao mercado.

“Investir em energia renovável é uma das muitas ações que a Amazon está tomando como parte do Climate Pledge, um compromisso de ser carbono zero até 2040, dez anos antes do Acordo de Paris. Esse compromisso exigirá inovação de organizações estabelecidas em larga escala a startups em todo o setor de energia”, afirma Shane Owenby, vice-presidente de energia na AWS. “É por isso que estamos apoiando os criadores de tecnologias limpas para acelerar a implantação de suas inovações por meio de programas como o AWS Clean Energy Accelerator”.

 A AWS e a Freshwater Advisors estão aceitando inscrições de startups que trabalham com tecnologia limpa para armazenamento de energia, monitoramento, utilização e armazenamento de captura de carbono (CCUS), atividade sísmica, geração de hidrogênio para energia, rede inteligente, otimização geotérmica, ciência de materiais, bem como outras áreas de oportunidade.

“Nos últimos oito anos, a Freshwater conduziu missões de scouting de tecnologia para mais de vinte corporações líderes nos setores de energia e indústria, buscando fazer parcerias com as mais promissoras startups para viabilizar novas soluções diferenciadas. AWS Clean Energy Accelerator oferece uma plataforma única para catalisar essas colaborações e trazer novas soluções para o mercado”, diz David Weinstein, fundador e diretor executivo da Freshwater Advisors. “Estamos muito honrados por trabalhar com a AWS para lançar esta nova aceleradora. Trabalharemos em soluções colaborativas para ajudar a resolver a crise energética e climática”. 

A empresa irá avaliar os pedidos com base em diversos fatores, incluindo a inovação e a natureza única do projeto, o valor global que a solução trará para a indústria, a aplicação criativa da AWS para resolver problemas e a capacidade da equipe de entregar uma oportunidade identificada. 

A AWS e a Freshwater Advisors selecionarão dez startups para participar desta aceleradora de cinco semanas. As startups selecionadas podem receber crédito promocional AWS Activate, bem como mentoria técnica, de negócio e go-to-market de especialistas em energia limpa da AWS. O programa também oferecerá oportunidades de colaboração com clientes de energia da AWS e membros da Amazon Partner Network (APN) em busca de soluções de energia limpa.

Saiba mais sobre AWS Clean Energy Accelerator e como se inscrever.

MAPFRE Open Innovation (MOI) estreia 2ª temporada no país em busca de startups parceiras

Estão abertas as inscrições para o Desafio de Inovação que está em sua 2ª temporada. Podem inscrever-se startups em desenvolvimento, que possuam projetos de rápida implantação e respondam aos desafios mapeados pela organização em 2021. As inscrições têm início em 05 de maio e podem ser feitas por meio do link: http://moibr.mapfre.com.br/#desafios

O projeto integra o MAPFRE OPEN INNOVATION (MOI) criado em 2018, uma plataforma de inovação global da MAPFRE que tem como objetivo alavancar inovação e transformação dentro da companhia. A iniciativa atua por meio de uma comunidade formada por escritórios em diversos países, que compartilham projetos, boas práticas e conhecimento.

Para a edição deste ano foram propostos 3 desafios aos participantes: 1) otimização do relacionamento com clientes e distribuidores; 2) efetividade na conversão de vendas por meio da personalização da oferta baseada em dados e 3) eficiência operacional.

O primeiro desafio tem por objetivo tornar a jornada do seguro ainda mais amigável, por meio da disponibilização de diferentes canais para que cliente e distribuidor possam escolher aquele que melhor se ajuste à sua necessidade.

O segundo visa ampliar a conversão de vendas por meio de ofertas personalizadas, com base na inteligência de dados, para que o produto seja customizado ao cliente.

Já o terceiro pretende otimizar a eficiência operacional da companhia, por meio da adoção de novas tecnologias que possam contribuir com a gestão de recursos, técnica e de riscos de toda a jornada de seguros.

“O desafio foi idealizado para agilizar os processos de inovação dentro da empresa, buscando parceiros externos. O primeiro passo foi levantar e saturar informações com os responsáveis por conduzir a estratégia da organização, uma vez que possuem a visão de quais são os desafios e as oportunidades que a MAPFRE e suas respectivas áreas possuem. A área de Inovação foi responsável por estruturar entrevistas com os executivos-chave, captando a percepção de cada um. Ao final, temos os desafios mapeados, priorizados e alinhados à estratégia da companhia, o que potencializa ainda mais a possibilidade nesta busca por startups”, afirma Flavia Varga, head de Inovação da MAPFRE Brasil.

Para as startups selecionadas no Desafio, ainda há a possibilidade de contratação, por meio da implantação do projeto, não apenas no Brasil, mas em qualquer país onde a MAPFRE opera.

“A MAPFRE é uma empresa com inúmeras oportunidades. O que se espera com o programa é trazer a agilidade e o mindset das startups para que, juntos, possamos otimizar ainda mais a melhor a experiência de nossos clientes e distribuidores”, afirma Felipe Nascimento, CEO de Seguros da MAPFRE.

Mastercard seleciona seis Fintechs inovadoras para seu programa global de engajamento de startups

A Mastercard anuncia hoje a adição de seis novas fintechs ao premiado programa Mastercard Start Path. As empresas selecionadas irão ajudar a impulsionar a inclusão financeira e digital em escala e fornecer soluções focadas no desenvolvimento sustentável. São empresas que criam desde soluções de pagamentos baseadas em blockchain com o objetivo de humanizar as finanças, até startups que projetam plataformas de empréstimos sustentáveis para fechar a lacuna de crédito para pequenas empresas em mercados emergentes.

Entre as novidades do Mastercard Start Path, está a entrada da Moeda Seeds, fintech brasileira que oferece serviços de banco digital, pagamento e microcrédito movidos a blockchain. A cada ano, a empresa facilita transações de mais de US$ 100 milhões em todo o mundo, por meio de seus mais de 50.000 usuários globais, com seus cartões de débito Mastercard co-branded lançados em 2019. Por meio da mentoria e orientação do Start Path, além da rede global de fintechs, startups e bancos parceiros, a Moeda tem o objetivo de expandir seus serviços financeiros baseados em blockchain, acelerar seu desenvolvimento na indústria de meios de pagamento e impactar as plataformas de investimento em todo o mundo.

“À medida que o cenário de fintechs evolui aceleradamente, a Mastercard fornece a infraestrutura e os ativos necessários para ajudar as fintechs inovadoras a crescer e, com isso, trazer mais pessoas para a economia digital”, afirma Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard Brasil. “As mais novas empresas do Start Path representam o futuro do setor de fintechs, e estão projetando soluções inclusivas que antecipam as necessidades do consumidor. Estamos entusiasmados com a parceria com essas empresas inovadoras em seu caminho de ascensão”, finaliza o executivo.

O Start Path reúne uma rede diversificada de fintechs e startups inovadoras, que buscam acelerar a mudança no mundo. Globalmente, a Mastercard desenvolve um trabalho próximo com essas startups por meio de um programa de seis meses, durante o qual elas podem aproveitar a tecnologia, expertise e os recursos da empresa para acelerar rapidamente seus negócios. As startups têm acesso aos canais, clientes e equipes de produtos da Mastercard, bem como a eventos virtuais imersivos e uma programação voltada para oportunidades de co-inovação.

As fintechs globais selecionadas pela Mastercard para ingressarem no Start Path foram:
• Moeda Seeds (Brasil): oferece serviços de banco digital, pagamento e microcrédito movidos a blockchain, que buscam humanizar as finanças e promover impacto social.
• Asante Financial (Quênia): empresa de serviços financeiros digitais de impacto social, que apoia o crescimento da África, por meio de empréstimos sustentáveis para pequenas empresas e comunidades carentes.
• Cledara (Inglaterra): plataforma de gerenciamento de softwares como serviço (SaaS) all-in-one, que ajuda empresas a gerenciar, controlar e automatizar seus softwares em nuvem, permitindo que dimensionem seus processos operacionais, cumpram regulamentações e economizem dinheiro.
• Jifiti (Estados Unidos): fintech que oferece uma solução de ponta a ponta de financiamento ao consumidor, para que bancos e credores lancem, rapidamente, um mecanismo de “compre agora, pague depois”, que não exige qualquer integração com o ponto de venda.
• SpenDebt (Estados Unidos): a solução de pagamento SaaS da SpenDebt é uma maneira fácil de os consumidores automatizarem o pagamento de suas dívidas, por meio de um micro pagamento predefinido, descontado em cada transação.
• Tippy (Estados Unidos): sistema financeiro e de gorjeta digital, desenvolvido para o setor de beleza, que permite que as gorjetas sejam depositadas, direta e instantaneamente, na conta bancária do profissional do serviço.

O mercado global de fintechs deve crescer a uma taxa anual de, aproximadamente, 20% nos próximos quatro anos. Por isso, a Mastercard continuará a aprofundar o relacionamento com as fintechs e parceiros-chave, abrindo suas APIs para impulsionar uma economia mais inclusiva.

Para se registrar no Start Path, acesse o link:
http://www.f6s.com/mastercardstartpathglobal/apply.

Mindset Ventures capta US$ 52 milhões com seu terceiro fundo e já anuncia primeira saída

Mindset Ventures, gestora internacional de venture capital que conecta investidores renomados a empresas de tecnologia em estágio inicial localizadas nos Estados Unidos e Israel, captou US$ 52 milhões no Fundo III. “Estamos muito satisfeitos com o resultado que atingimos com esta captação”, afirma Nemer Rahal, CSO da gestora. “Mesmo em meio à pandemia, conseguimos absorver a grande demanda pelo nosso fundo e encerramos a captação com volume um pouco acima do nosso objetivo e dentro do limite máximo estabelecido para o fundo, uma ótima notícia para os nossos investidores, que participam conosco em empresas de dois dos mais relevantes pólos de desenvolvimento tecnológico do mundo”.

A Mindset Ventures investe em startups fundadas por empreendedores experientes, que já tenham clientes, geração de receita e tração comercial comprovada. “E, preferencialmente, com potencial para futura expansão para o mercado brasileiro. Esses indicadores têm nos permitido ser bastante assertivos. Só no ano passado, analisamos mais de 2,7 mil startups para escolher aquelas mais aderentes ao nosso mandato”, aponta.

Já Daniel Ibri, CIO da gestora, comemora um fenômeno positivo um tanto incomum no mundo de investimentos ilíquidos. “Em menos de seis meses após o investimento na Prodigy, já estamos vendendo a empresa. Isso é bastante raro no mercado de venture capital e prova a solidez da startup em que investimos”. A Prodigy Software fornece um software de varejo automotivo baseado em nuvem que faz parte do portfólio deste terceiro fundo.

A startup está sendo vendida com retorno significativo à Upstart Holdings, plataforma de inteligência artificial voltada a empréstimos pessoais. Com a aquisição, as ações da Upstart subiram mais de 30% em poucos dias, reflexo da boa percepção do mercado quanto à transação. Essa venda segue o exemplo da Voicea, startup americana de inteligência artificial baseada em voz que foi vendida à Cisco durante o período de investimento do fundo anterior da gestora com retorno financeiro anual superior a 400%.

Os investidores da Mindset Ventures são majoritariamente executivos, CEOs, corporações e family offices. Praticamente metade do portfólio deste terceiro fundo já está formado, atualmente com 9 startups, todas performando bem no mercado. “Em pouco tempo de operação do fundo, já tivemos excelentes indicações de performance das startups que hoje o compõem para os próximos anos, sendo que várias já captaram rodadas subsequentes”, ressalta Ibri. Desde 2016, a gestora já realizou mais de 45 investimentos nos EUA e em Israel, em modelos de negócio B2B em setores como healthtech, agronegócios, fintechs, cybersecurity e SaaS.

Techstars realiza segunda edição do Startup Weekend focado em soluções para o COVID-19

Inventores, inovadores, entusiastas e desenvolvedores de todo o país participarão de uma jornada para encontrar soluções contra os impactos da COVID-19

A Techstars, plataforma global de investimento e inovação, realizará o maior startup weekend online e nacional voltado para buscar soluções que minimizem os impactos da pandemia de COVID-19, de 21 a 23 de maio. O objetivo é oferecer a oportunidade de pessoas experimentarem o empreendedorismo na prática e validar uma ideia de negócio durante 54 horas.

Durante o Techstars Global Online Startup Weekend, os participantes trabalham juntos, de forma remota em uma plataforma adequada para o bom andamento das atividades, a fim de encontrar soluções para os desafios da pandemia. Por isso, a comissão organizadora convida a todas as pessoas interessadas em participar do evento a se inscreverem. Elas podem se inscrever para atuar em diversas áreas como Negócios, Design e Desenvolvimento de softwares.

Para participar, não há a necessidade de experiência prévia com startups ou com a metodologia. Basta contar com a própria vivência e a vontade de se conectar com mais pessoas que querem transformar essa realidade tão desafiadora que vivemos no contexto do COVID-19.

Esta é a segunda edição do evento no Brasil. A primeira ocorreu no início da pandemia, em abril de 2020, e teve mais de 2 mil inscritos.

“A edição de 2020 veio em um momento em que não imaginávamos as proporções dessa pandemia. Organizamos um evento em duas semanas, sem saber como poderia impactar a todos nós, era tudo novo e igualmente intenso”, conta Karine Charpinel, organizadora das edições do Techstars Global Online Startup Weekend de 2020 e 2021*.

Sobre a edição deste ano, a expectativa, segundo Karine, é de que se desenvolvam soluções relevantes nos temas considerados de maior impacto na sociedade atualmente, como saúde, trabalho e geração de renda.

MENTORIA

No evento, os participantes vão contar com o apoio de mentores incríveis, especialistas do setor, fundadores e parceiros que estão prontos para ajudar os times a percorrerem toda uma jornada em busca do desenvolvimento de protótipos que podem resolver grandes problemas gerados pela pandemia.

  • Serviço

Para mais informações e inscrições, as pessoas interessadas podem acessar o link http://bit.ly/tgosw-covid19

Programa InovAtiva Brasil divulga as startups selecionadas para o primeiro semestre de 2021

O InovAtiva Brasil anunciou nesta segunda-feira (26) os 386 projetos selecionados para participar do primeiro ciclo de aceleração do programa em 2021. Ao todo, foram escolhidas soluções inovadoras de 25 unidades federativas que participarão de atividades online de capacitação durante os próximos quatro meses.

Neste ano, o programa InovAtiva Brasil aumentou a sua capacidade de atendimento por ciclo de aceleração, que até então selecionava 160 startups por rodada. De acordo com o Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME), Carlos Da Costa, essa mudança tem como objetivo escalar o programa para alcançar mais projetos e fazer a diferença no ecossistema de startups do país.

“O fortalecimento do programa InovAtiva Brasil tem impacto muito positivo no âmbito nacional e vai garantir que o país siga na direção certa para se tornar uma referência mundial em startups. Nossa meta é atender 15 mil projetos inovadores nos próximos anos. Agora, com essa primeira rodada de aceleração de 2021, damos os primeiros passos para alcançar esse número”, afirma.

Os negócios inovadores inscritos foram analisados em cinco dimensões: grau de maturidade do negócio, grau de inovação, potencial de mercado, composição da equipe e potencial de escala da solução.

Agora, as startups selecionadas participam da primeira etapa do ciclo, chamada Etapa Aceleração. Nessa fase, são realizadas atividades de mentorias de negócios e capacitação empreendedora. Ao final desse período é realizado o evento regional InovAtiva Day, com treinamentos de pitch exclusivos para os participantes do programa de aceleração e conexões com público em geral.

Em julho, 160 startups passarão para a Etapa Conexão, segunda fase do ciclo em que os empreendedores participam de mentorias especializadas para o desenvolvimento de seus negócios. Ao final das atividades, é realizado o evento InovAtiva Experience, que finaliza o ciclo com o Demoday – momento em que as startups apresentam suas soluções para investidores.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o aumento de startups atendidas neste ciclo é o primeiro passo para que alcancemos nossa meta de 15 mil atendimentos. “Esse aumento se reflete em startups de mais qualidade para o mercado, que estarão mais preparadas e poderão conquistar mais investimentos e clientes a partir disso”, afirma.

Sobre as selecionadas

Representando 25 estados brasileiros, a maior parte das 386 startups selecionadas para a primeira fase do ciclo 2021.1 está situada na região Sudeste (168) e funciona no modelo de negócios SaaS (Software as a Service, uma forma de disponibilizar softwares e soluções de tecnologia por meio da internet, como um serviço) (32%) e foram fundadas entre 2019 e 2020 (71%).

A lista com todas as empresas selecionadas está disponível no site do programa: http://www.inovativabrasil.com.br/ciclo20211/

Overdrives lança chamada para sua 5ª turma de aceleradas

Aceleradora tem metodologia de acompanhamento 100% remoto com investimento de R$120 mil
O Centro de Inovação da UNINASSAU – Overdrives lança chamada para sua quinta turma de aceleração. As inscrições vão até o dia 30 de maio. Com uma metodologia 100% remoto, startups de todo o país podem se candidatar a receber o investimento de R$120 mil e receber suporte para desenvolvimento do negócio durante seis meses.

O programa de aceleração da Overdrives tem acompanhamento ativo voltado à geração de resultados. O método de trabalho está pautado em promover crescimento acelerado da startup por meio do fortalecimento da base do negócio, aumentando as chances de consolidação dela no mercado.

“Temos uma metodologia forte de conexão com profissionais extremamente experientes e mentorias que ajudam no crescimento e transformação da startup de acordo com o que o público-alvo dela está demandando, além de corrigir possíveis falhas que existam”, afirmou o head da Overdrives, Luiz Gomes.

Confira algumas vantagens da Aceleração:

• Acompanhamento para tomada de decisões estratégicas, identificando os riscos;
• Metodologia 100% remota, podendo ser realizada com empresas e profissionais de todo o Brasil;
• Mentores com conhecimentos técnicos e de mercado disponíveis para apoiar o negócio nas áreas críticas, reduzindo as chances de erros.
• Abertura com grandes empresas por meio de nossos investidores e parceiros estratégicos, as conexões via Overdrives reduzem a complexidade na comunicação;
• Acesso à benefícios técnicos que suportem o desenvolvimento dos negócios, reduzindo os custos com experimentação de ferramentas úteis para o desenvolvimento da solução;
• Possibilidade de expor as soluções em grandes meios de comunicação, ganhando visibilidade ao negócio para o mercado.

BR Angels firma parceria com Projeto Capital Empreendedor do Sebrae para incentivar startups em nova edição do evento

O BR Angels Smart Network, associação de investimento-anjo composta por executivos C-Level de grandes empresas, estabeleceu uma parceria com o Projeto Capital Empreendedor, iniciativa do Sebrae criada em 2018, que capacita startups anualmente para o acesso ao mercado de investimentos. O lançamento da próxima edição será no dia 11 de maio e o objetivo do trabalho conjunto é impulsionar novos negócios e unir forças para fomentar a cultura empreendedora no país. 

Na parceria, o BR Angels disponibilizará mentorias com seus associados para as startups participantes, além de acesso às plenárias do grupo para os novos empreendedores se adaptarem à dinâmica dos investimentos. Os finalistas ainda terão a possibilidade de participar de rodadas de captação de recursos.

“Hoje, BR Angels possui mais de 150 associados, CEOs, sócios-fundadores ou membros do  conselho de grandes companhias, com experiência nas mais diversas áreas, como planejamento estratégico, governança corporativa, gerenciamento de projetos, tecnologia, atendimento de clientes, marketing, além de muitas outras. Eu gosto de dizer que o BR Angels não oferece apenas capital aos novos empreendedores, mas Smart Capital, que vai muito além do apoio financeiro”, revela o CEO & Founder do BR Angels, Orlando Cintra.

A ideia de apoiar o Projeto Capital Empreendedor surgiu pelo fato do programa não se limitar às maiores capitais do país e atingir novos negócios do Brasil inteiro, o que promove o acesso justo e a integração de empresas inovadoras que não estão próximas dos grandes centros, onde tradicionalmente ocorre um número maior de projetos do tipo. 

Cerca de 500 empresas, de 23 estados, já passaram pelo Projeto Capital Empreendedor em suas três últimas edições. Destas, 71% afirmam que tiveram aumento no faturamento, além de 42% declararem um impacto superior à metade do faturamento total de antes. O BR Angels chega para somar conhecimento às mais de 6 mil horas de capacitação e mentoria oferecidas pelo programa.

Edição 2021

A edição em que o BR Angels se juntou ao programa promete ser a maior de todos os tempos, com a participação de 240 startups de todos os 26 estados brasileiros e do Distrito Federal. A expectativa é que 250 investidores participem do circuito de investimentos para acelerar as startups e mudar a realidade das novas empresas participantes. O CEO & Founder do BR Angels, Orlando Cintra, será um dos Keynote Speakers no congresso de lançamento do Projeto Capital Empreendedor 2021.

Com duração de maio até novembro de 2021, o evento traz novidades, a exemplo da Capacitação de Investidores. Além das mentorias, as startups selecionadas também poderão ter contato com os associados do BR Angels nas bancas dos eventos regionais e do evento final. O projeto conta com o apoio de outras instituições, como a CVM, B3, BNDES, KPTL, Finep, DGF Investimentos, dentre outras, e já beneficiou diretamente 85 negócios com R$ 52,9 milhões em investimentos.

Sinqia anuncia parceria com Microsoft for startups

A Sinqia, principal provedora de tecnologia e inovação para o setor financeiro do Brasil, anuncia parceria com a Microsoft for startups, programa idealizado para desenvolver empresas de tecnologia iniciantes por meio do acesso a ferramentas tecnológicas de ponta, como Azure e GitHub Enterprise. Somente em 2020, as startups do programa garantiram globalmente US$ 1 bilhão em oportunidades de vendas.

Uma das mais importantes parceiras da Microsoft no Brasil, a Sinqia agora poderá indicar startups, que já recebem investimento da companhia, para participar do programa após avaliação da Microsoft. “Estamos felizes em poder contribuir ainda mais com a capacitação e desenvolvimento tecnológico dessas empresas com serviços e produtos com tanto potencial, principalmente as que possuem soluções prioritárias à Sinqia, como BaaS, Plataforma de Open Banking e Hub de pagamentos. A colaboração é mais um importante passo em nossa missão de impulsionar o mercado financeiro por meio da inovação”, destaca Juliana Innecco, Head de Inovação do Torq Labs, laboratório de inovação da Sinqia. 

Em janeiro, a companhia lançou a Torq Ventures, programa da companhia que investirá mais de R$ 50 milhões em inovação e startups por meio de fundos de Corporate Venture Capital (CVC). A empresa também anunciou em março a inauguração da unidade Sinqia Digital, com a aquisição das empresas de tecnologia Simply e FEPWeb e parceria para a produção de conteúdo sobre inovação com o Distrito, plataforma com propósito de ajudar empresas a se transformarem com inovação e tecnologia. 

Em um mundo dinâmico, profissionais com mais de 50 anos encontram oportunidades de requalificação

Por Maria Filomena Brandão, gerente editorial de portfólio e coordenadora da Pearson Clinical

Quase 55 milhões de brasileiros têm mais de 50 anos, número que corresponde a 25% da população atual do Brasil, segundo dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística). A estimativa, de acordo com o órgão, é de que até 2040, metade da força de trabalho tenha mais de 50 anos e, em 2050, pessoas a partir dos 60 anos passem de 30%. São homens e mulheres cada vez mais ativos, que vêm buscando qualidade de vida e movimentando a economia. Somente no ano passado foram gerados pela Economia Prateada (referência aos cabelos grisalhos) cerca de R﹩ 1,8 trilhão, de acordo com levantamento realizado pelo Instituto Locomotiva, empresa especializada em pesquisas.

Mesmo com esse potencial de girar a economia, um estudo recente da consultoria americana Robert Half, identificou que 69% das empresas não contratam esses profissionais – e um dos aspectos está relacionado à desatualização. Apesar disso, o mesmo levantamento aponta que as organizações que absorvem colaboradores na senioridade levam em consideração a experiência do novo funcionário e também a inteligência emocional desses trabalhadores.

Em um contexto de oportunidades para marcas e profissionais, a atualização constante e a busca por conhecimentos são fundamentais para quem, independente da idade, deseja ascender na carreira ou recolocar-se no mercado de trabalho. Neste cenário, é importante sempre se lembrar do contexto do Século 21, onde as tendências de aprendizagem e busca por qualificação foram aceleradas pela pandemia. Em uma pesquisa realizada pela Pearson em 2020, que colheu as percepções de 7 mil pessoas com idades entre 16 e 70 anos, em sete países incluindo o Brasil, a marca global de educação apresentou dados importantes para o atual contexto.

No mundo inteiro, 83% dos entrevistados acreditam no aprendizado do tipo “faça você mesmo”. Esse resultado mostra que pessoas de todo o mundo estão buscando aprender de forma mais adaptável às suas realidades, o que também acontece com pessoas com idades acima dos 50 anos que buscam fontes de conhecimento para requalificação, por exemplo.

Diante deste cenário, confira cinco dicas importantes que podem ser úteis para equilibrar a saúde emocional e mental desses profissionais. Além disso, também ajudam a prepará-los para oportunidades que possam aparecer no mercado de trabalho.

1. Aprender e compartilhar

Em um mundo em constante transformação e com surpresas todos os dias, aprender é preciso. Uma dica é escutar os mais jovens e aceitar que muitas vezes eles sabem mais e podem ensinar. Além disso, aproveitar e aprender com cursos e palestras disponíveis na internet é uma ótima pedida. Interagir com colegas de trabalho e demais profissionais que possam agregar conhecimento é fundamental. Não se feche no casulo; a interação é a melhor maneira de aprender, ensinar e fazer um bom networking.

Compartilhar o que se sabe com outras pessoas e com as novas gerações é uma maneira de se colocar à disposição do aprendizado. É entender que quanto mais se ensina, mais se aprende. Seja um mentor, oriente e compartilhe conhecimento e experiências, mas também esteja aberto ao novo.

2. Mantenha a mente aberta

Se manter aberto a novos conhecimentos, novas possibilidades e oportunidades, ser flexível, aceitar as mudanças, as transformações e se estruturar para conseguir aprender e acompanhar o que de novo há em sua área é fundamental. Experiência não é fazer sempre o mesmo, mas sim aprender novas maneiras de fazer diferente para ganhar eficiência e qualidade sobre o que já faz e aprimorar suas habilidades.

Seja flexível e disponível para as novas iniciativas, novos projetos, novas estratégias e adapte-se aos novos desafios independentes da idade.

3. Aperfeiçoamento constante

Busque todo tipo de aperfeiçoamento. Para além de novos conhecimentos, é preciso se reciclar sempre. Novas ferramentas, novos processos e novos conhecimentos devem ser encarados para que estejam sempre atualizados dentro da área que atua e na função que exerce.

Recicle suas qualificações, amplie habilidades, as plataformas digitais nos ajudam com uma gama imensa de podcast, vídeos, textos, artigos, livros, revistas e outros tipos de conteúdos, além de cursos em universidades, workshops e os programas de treinamento que a maioria das empresas oferecem para seus colaboradores.

4. Aposte em aprender e usar novas tecnologias

Fique atento às novas tecnologias, aos novos recursos, aplicativos e demais programas digitais. O mundo exige que se tenha abertura para aprender a usar todas tecnologias que são oferecidas. É só não ter medo e vontade de aprender. Peça ajuda a quem tem mais conhecimento. Eles se encantam com o aprendizado e interesse de quem tem 50+.

5. Use e abuse das mídias sociais

Atualmente, as empresas estão buscando nas redes sociais bons profissionais. Um exemplo disso é o LinkedIn, principal rede profissional do mundo. Então, é importante ampliar a participação nesse tipo de plataforma. Tome cuidado quando for criar um perfil. Tenha em mente que é comum empregadores conferirem as redes sociais dos candidatos e dos próprios colaboradores na rede. As empresas estão de olho nas postagens, podendo validar um currículo e habilidades ou derrubá-lo por publicações inadequadas.

Acompanhar as redes sociais que focam no perfil profissional é uma maneira das pessoas se atualizarem. Por meio de artigos, por exemplo, é possível mostrar habilidades, conhecimentos, além da oportunidade de compartilhar ideias, experiências e opiniões.

Plugify capta R$ 32,6 milhões em debêntures

A Plugify, startup brasileira de Hardware as a Service – HaaS especializada em aluguel de equipamentos de TI para empresas, entre desktops, notebooks e smartphones, concluiu uma emissão de debêntures no valor de R$ 32,6 milhões. Os recursos levantados com a operação serão utilizados na ampliação dos parques de TI de clientes atuais e novos em atendimento à crescente demanda e permitirão à companhia seguir crescendo mais de 10% ao mês.

A rodada foi oversubscribed em mais de R$ 2,6 milhões, isto é, atraiu mais investimentos do que o prospecto inicial, e contou com a participação dos principais assets e fundos de crédito do Brasil, entre eles a Angá e a Augme. O reinvestimento foi realizado pela Jera Capital. A Plugify tem o objetivo de facilitar o acesso de PMEs e startups a equipamentos de TI de última geração. Hoje o Brasil possui mais de 7,5 milhões de PMEs, segundo o Sebrae, além de 13,7 mil startups, conforme a Abstartups – Associação Brasileira de Startups, o que demonstra o imenso potencial de mercado.

Em 2020, a startup já havia captado R$ 10 milhões por meio da emissão de debêntures em operação coordenada pela Jera Capital. Os papéis haviam sido planejados para utilização por 18 meses, mas se esgotaram em apenas 12 meses devido ao crescimento acima do esperado. Segundo Alexandre Gotthilf, fundador e CEO da Plugify, a alta na demanda é impulsionada “pelo momento de expansão do home office, em que as empresas precisam de parceiros para gerenciar os negócios a distância, inclusive de logística, para que sejam tão produtivos como eram nos escritórios”.

O executivo aponta que a pandemia acentuou a tendência mundial de migração do modelo de negócios asset-heavy, com grande uso de ativos próprios, para o modelo asset-light, em que as empresas têm mais interesse em acessar todos os recursos necessários para a operação do que em, propriamente, serem proprietárias desses bens. “Enquanto o modelo asset-heavy tira dinheiro da operação, o asset-light ajuda a companhia a crescer mais rapidamente e se adaptar de forma ágil às mudanças do mercado ao mesmo tempo em que se torna mais sustentável”, compara.

A expectativa da Plugify é positiva para o pós-pandemia. “Muitas empresas devem permanecer em sistema misto, com home-office sendo opção, mas mesmo as empresas mais tradicionais que voltem totalmente as operações para o físico poderão perceber que alugar é melhor do que comprar”, ressalta Gotthilf. Nos Estados Unidos, 80% das empresas já alugam seus equipamentos de TI, enquanto no Brasil o serviço contempla apenas 10%, segundo a IDC – International Data Corporation.

Atualmente, a startup atende empresas de todos os perfis e tamanhos com milhares de dispositivos alocados buscando auxiliar os clientes na implementação da infraestrutura de TI necessária para garantir a produtividade dos negócios. Por meio de assinaturas, disponibiliza equipamentos com tecnologia de última geração, sempre atualizados, que já incluem os softwares necessários para operação imediata por parte dos colaboradores em home office, além de ferramentas de dashboards, controles e planejamentos, que dão mais suporte para o desenvolvimento dos trabalhos.

AES Brasil abre chamada para terceiro ciclo de aceleração de startups

Em busca de fomentar o ecossistema de inovação e promover soluções ainda mais inovadoras para desafios internos, a AES Brasil , empresa geradora de energia renovável, abre chamada para o seu 3º ciclo de aceleração de startups. Com lançamento realizado no dia 27 de abril, o programa terá duração total de quatro meses.

Em sua terceira edição, o Programa de Aceleração AES Brasil visa desta vez contratar soluções inovadoras e maduras de startups que auxiliem a empresa a se preparar para seu crescimento em número de clientes e ofertas. Para a realização desse novo ciclo, a Companhia contará com o apoio da Liga Ventures , plataforma que transforma inovação aberta em resultado real e que será responsável pela gestão do programa. “Com o apoio e todo know-how da Liga, esperamos que as startups selecionadas nos ajudem a antecipar e solucionar desafios internos da AES Brasil. Além disso, os selecionados terão a possibilidade de crescimento, assim como a ampliação da rede de contatos e mentoria com especialistas renomados que irão contribuir com ensinamentos importantes para o desenvolvimento de seus negócios e principalmente com a superação de desafios em diferentes áreas,” explica Julia Rodrigues, Gerente de P&D e Inovação da AES Brasil.

No ciclo anterior realizado pela Companhia, foram gerados novos negócios com as startups movE e EnergyBrain, que oferecem, respectivamente, iniciativas voltadas para mobilidade elétrica e diagnóstico automatizado para otimização do consumo. “As parcerias com a movE e a EnergyBrain têm reforçado o nosso plano de estar à frente das transformações do setor através de soluções inovadoras. Entendemos que é um ganha-ganha, tanto para a AES Brasil, que busca fomentar o ecossistema de inovação e solucionar desafios internos de maneira inovadora, quanto para o desenvolvimento de expertise das startups“, afirma a gerente.

Para o cofundador da Liga Ventures, Rogério Tamassia, o programa tem sido benéfico para o mercado e auxiliado com o crescimento tanto da plataforma como da AES Brasil. “Esse é o terceiro ciclo que estamos ao lado da AES Brasil, para promover novas conexões e buscar soluções que agregam valor ao segmento de energia, além de gerar novos negócios entre a empresa e startups. Acreditamos que com a expertise da AES e nosso conhecimento estratégico no ecossistema de inovação, podemos contribuir de forma efetiva para a transformação da cadeia de inovação nesse mercado”, afirma Rogério.

As startups interessadas em participar do 3º ciclo do Programa de Aceleração da AES Brasil poderão se inscrever e tirar dúvidas a partir do dia 27 de abril por meio do site: aesbrasil.liga.ventures.