Page

Category startup

Braskem Labs anuncia 20 startups selecionadas em sua sétima edição

A Braskem anuncia as 20 startups selecionadas para a próxima etapa do programa Braskem Labs, que chega à sétima edição em 2021. Com objetivo de impulsionar negócios sustentáveis criados a partir da química e do plástico, o programa conta este ano com as parcerias de Johnson & Johnson Consumer Health, Grendene, Sherwin-Williams e Oxiteno, que trabalharam juntas na escolha e darão mentoria aos projetos inovadores e com impacto positivo na sociedade e no meio ambiente. O Quintessa, aceleradora dedicada a startups de impacto socioambiental positivo, é parceiro da Braskem nesta plataforma pelo terceiro ano consecutivo.

Respeitando as medidas de isolamento social, a edição desse ano foi, pela segunda vez, em formato digital. A seleção ocorreu nos dias 11 e 13 de maio contando com os integrantes das empresas participantes e importantes nomes da cadeia da química e do plástico, que determinaram as startups que seguirão no Braskem Labs. O programa conta com duas frentes: 10 projetos irão participar do Braskem Labs Ignition, focado em startups ainda em fase de validação de modelo de negócio; e 10 do Braskem Labs Scale, que oferece suporte para negócios em fase de tração ou escala, impulsionando seu crescimento.

Desde 2015, quando foi criado, mais de 90 startups foram aceleradas pelos dois programas e, destas, 96% continuam no mercado e outras 34% atraíram investimentos externos. A próxima fase de aceleração teve início na última quarta-feira, 09/06, contando com um evento de kick-off. Ao longo deste ano, os empreendedores participarão de workshops e mentorias – individuais e em grupo – com executivos da Braskem e dos co-sponsors relacionados aos seus negócios, realizando dinâmicas envolvendo desde o estabelecimento de um público-alvo à construção do modelo de negócio.

Para Karla Censi, gerente de soluções sustentáveis na Braskem e responsável pelo programa de aceleração Braskem Labs, a iniciativa reforça o papel da Braskem de antever a importância de incentivar esse ecossistema e fomentar seu próprio programa de aceleração de startups há sete anos, como uma forma de apoio ao empreendedorismo e construção de parcerias em prol da inovação.

“Ao longo de todo o desenvolvimento do programa, temos notado movimentos que geram resultados positivos e viabilizam a realização de projetos disruptivos, tirando-os do campo das ideias e oferecendo possibilidades para que sejam colocados em prática. Com isso, o Braskem Labs contempla duas frentes primordiais nos negócios, não só no presente, mas também visando as gerações futuras: a inovação e a sustentabilidade”, afirma.

O Braskem Labs é inteiramente equity free, ou seja, as empresas apoiadoras não se tornam sócias das startups, o que reforça o posicionamento do programa em prol do ecossistema e dos empreendedores. Nos últimos seis anos, mais de 32% das empresas participantes firmaram parcerias com a Braskem ou co-sponsors.

Confira as empresas selecionadas para participar do Braskem Labs 2021:

Braskem Labs Ignition

Circular Brain

Primeiro ecossistema digital para rastreabilidade e gestão do Ciclo de Vida de equipamentos eletroeletrônicos. Um hub de soluções digitais para economia circular por meio de logística reversa (pós-venda e pós-consumo), segurança da informação, reuso, reciclagem e disposição final de produtos tecnológicos.

BioBeads

Produção e desenvolvimento de micro e nanopartículas poliméricas naturais biodegradáveis e/ou biocompatíveis para aplicação em diversos setores como cosmético, farmacêutico e médico.

Dana Agro

Linha de produtos atóxicos que protegem e renovam as culturas de cana-de-açúcar, soja, milho, hortaliças e frutas, dos danos ambientais (seca, chuva intensa, alternância de temperaturas, chuvas de granizo e geada). Por meio da tecnologia, o produtor tem garantida a produtividade e a arentabilidade nas lavouras frente as condições adversas.

Desembala

Comercialização de linha completa de produtos de limpeza disponíveis em sachês concentrados e hidrossolúveis.

FitStock

Plataforma digital onde as empresas podem anunciar seus excedentes de insumos químicos para venda, compra de materiais anunciados ou outras solicitações que sejam procuradas no mercado.

Instituto Cidade Jardim

Telhados verdes e jardins verticais que possibilitam espaço para produção local de alimentos, ajudando a reduzir as distâncias entre o produtor e o consumidor.

Minha Coleta

Solução que promove a coleta para todos tipos de resíduos em condomínios, com assinatura de crédito de logística reversa e programas de logística reversa para empresas.

Mush

Embalagens e isolamento acústico biodegradável produzidos a partir da tecnologia de micélio, com resíduos do agronegócio.

O2Eco

Placa de parafina com nano minerais que ativam o processo de bioestimulação, mobilizando, naturalmente, as bactérias que já estão no corpo hídrico a consumirem a matéria orgânica.

S3nano

Aditivo utilizado para eliminar fungos, bactérias e vírus das superfícies dos produtos, aumentando o tempo de vida da produção e reduzindo a transmissão de doenças.

Braskem Labs Scale

BioLambda

Venda de equipamentos de fotopolimerização de ambientes, ar e superfícies.

Bioz Green

Produtos de limpeza e higiene isentos de conteúdo petroquímico.

Coletando

Inclusão bancária por meio da coleta de resíduos. Por meio da plataforma, é possível gerar renda extra ao trocar embalagens por dinheiro.

Descarte Correto

Recebem ou compram resíduos eletrônicos, atuando em 3 frentes: (1) recuperação de computadores e venda a preços acessíveis para centros educativos, (2) recuperação de computadores e venda da licença da metodologia para centros educativos com cursos profissionalizantes e (3) venda da matéria-prima de volta para a indústria.

Fleurity

Venda de coletores menstruais ou calcinhas/absorventes reutilizáveis, reduzindo o risco de infecções e evitando o descarte de absorventes usados no meio ambiente.

Port Roll

Substituição da embalagem one way de madeira por caixas de plástico reutilizáveis.

Rochmam

Venda ou aluguel de máquinas para a recuperação de solventes.

TNS Nano

Soluções de nanotecnologia para aplicação em embalagens, tecidos, tintas, espumas e fibras.

Trashin

Sistema de coletas e projetos de logística reversa. Trabalham com educação e sinalização no ponto de coleta, rastreabilidade até a destinação adequada, dados em sistema online e cashback aos geradores sobre a venda dos resíduos.

YouGreen

Cooperativa que realiza a gestão integrada de resíduos para grandes geradores, trazendo uma solução completa para clientes industriais, comerciais e residenciais.

4º Simpósio Internacional de Segurança abre espaço para startups desenvolverem novas tecnologias no combate à criminalidade

Com o objetivo de descobrir novos projetos de tecnologia na área de segurança, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), lançou o II Desafio SINTSP – InTeSeg (Inovação, Tecnologia e Segurança), a partir de um chamamento público destinado a startups do Brasil inteiro. A competição, que aconteceu pela primeira vez no ano passado, visa apoiar iniciativas de desenvolvimento tecnológico e inovação para a modernização e melhoria da efetividade na segurança pública do país. Entre os critérios de grande relevância estão as tecnologias voltadas para a identificação, mapeamento, seleção e apresentação de empreendimentos do país .

A ação integra o cronograma do 4º Simpósio Internacional de Segurança, que será realizado no Distrito Federal dos dias 30 de agosto a 2 de setembro. O objetivo é ser um espaço totalmente focado em apresentar e demonstrar as mais modernas soluções tecnológicas de segurança existentes e já desenvolvidas. O evento é organizado pela ADPF e tem o apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Polícia Federal e Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF). Para o Delegado Federal Luciano Leiro, Vice-Presidente da ADPF, Diretor Regional da ADPF-DF e coordenador do simpósio, o II Desafio SINTSP- InTeSeg é uma forma de incentivar e descobrir novas soluções tecnológicas para segurança pública.

“Precisamos ainda debater muito sobre esse tema. Há uma escassez notória de recursos humanos, logo, a tecnologia tem suma importância no combate à criminalidade. Portanto, mais uma vez teremos a oportunidade de conhecer novos projetos, novas ideias e até aplicá-las em nosso sistema futuramente. Então, se você tem uma empresa ou startup e está com um projeto nessa área, se inscreva, mande sua proposta para nós. O espaço está 100% aberto”, explica.

Sobre o desafio

Podem participar do desafio startups de todo o país e, quem ainda não se enquadra no conceito pode apresentar uma ideia que será avaliada pela comissão, a fim de verificar sua viabilidade para a competição, conforme requisitos do edital. As iniciativas inscritas devem se enquadrar nos seguintes temas da área tecnológica: Segurança Pública, Fronteiras, Crimes Cibernéticos, Sensoriamento Remoto e Smart Cities. Há possibilidades de criação de projetos voltados para sistemas inteligentes que auxiliem no combate à criminalidade, programas de software e automação para monitoramento de cidades inteligentes, entre muitos outros.

As inscrições para o II Desafio SINTSP – InTeSeg devem ser feitas até o dia 30 de junho, com envio da proposta no e-mail desafio@sintsp.com.br. Os projetos serão julgados em alguns quesitos como originalidade, aplicabilidade, relevância, entre outros, por uma banca definida pela organização do evento, composta por representantes de empresas e entidades da área de segurança pública, entre 01 e 15 de julho. O resultado sairá no site do simpósio no dia 20 de julho e os vencedores participarão de um painel dentro da programação do simpósio apresentando suas ideias.

Para este ano, uma novidade importante: haverá uma premiação em dinheiro para os três primeiros colocados, R$ 25 mil, R$ 15 mil e R$ 5 mil, respectivamente. O edital completo com todas as informações pode ser conferido no www.simposioseguranca.com.br.

Outra informação a se destacar é que os participantes da edição de 2020 podem voltar à disputa esse ano, desde que seja apresentado um novo projeto. É o caso do empresário Otávio Soares, vencedor do I Desafio InTeSeg, liderando a startup GoLeadger. O produto vencedor desenvolvido foi o GoBio, uma plataforma de integração de bases de dados biográficas e biométricas de diversas organizações, que cria um documento de identificação nato-digital, ou seja, um “ID digital”, capaz de armazenar informações históricas e de indicar o registro ideal de um cidadão.

“A participação no Desafio foi muito importante primeiramente para validar a solução. Nada melhor do que ter uma equipe de especialistas em Segurança Pública avaliando e aprovando nosso produto. Adicionalmente a isso, temos toda a exposição da empresa no segmento e o relacionamento que foi feito”, conta o empresário que é graduado em Processamento de Dados e pós-graduado em Desenvolvimento de Sistemas.

Para a competição deste ano, o especialista irá apresentar um projeto focado no combate de crimes cibernéticos transnacionais. “Para nós, é sempre um motivador adicional. Depois que você ganha o primeiro, fica a expectativa do que vai apresentar na sequência. Não podemos decepcionar”, finaliza.

Sobre o Simpósio

A 4° edição do Simpósio Internacional de Segurança, com o tema “As Inovações Tecnológicas no Combate à Criminalidade”, reunirá diversos especialistas em segurança pública e inteligência, empresários do setor, representantes de instituições policiais e organizações da sociedade civil de 30 a 31 de agosto em formato presencial e de 31 de agosto a 2 de setembro de forma online, com gravação em um estúdio preparado especialmente para o evento. A expectativa é de que mais de 3 mil pessoas participem do simpósio.

Serviço:
II Desafio SINTSP – InTeSeg (Inovação, Tecnologia e Segurança)
Inscrições até 30 de junho no email desafio@sintsp.com.br
Resultado: 20 de julho de 2021

Sabemi lança programa de parcerias com startups

A Sabemi, uma das principais seguradoras do Brasil, lançou nesta semana o Inova, Programa de Inovação Aberta e Disruptiva, que busca conectar startups às estratégias de negócio da companhia. A iniciativa tem por objetivo possibilitar trocas que promovam inovação e projetos disruptivos, de modo a alavancar o crescimento de fintechs e insurtechs e, ao mesmo tempo, fortalecer os objetivos de médio e longo prazo da Sabemi.

Inspirado no mindset das startups, o programa busca agregar valor à seguradora, trazendo a inquietude de promover inovações no negócio. O Inova é estruturado a partir de quatro pilares centrais: eficiência operacional, aumento de receita, melhor experiência do cliente e otimização e personalização da oferta de produtos. Para se candidatar ao programa, as startups devem preencher o formulário disponibilizado no site da Sabemi e preparar um pitch de 10 minutos para o Speed Dating, encontro virtual para apresentação das startups.

“A Sabemi é uma empresa sólida, com quase 50 anos de mercado, mas tem alma de startup. O programa Inova faz parte da esteira de transformações que iniciamos em 2020 na companhia para estarmos sempre alinhados ao mercado e às inovações do mundo digital”, explica Marcia Ferla, Head de Marketing da empresa.

Por isso, o Inova tem o olhar voltado às fintechs e insurtechs, modelos de negócio em constante crescimento no Brasil. Segundo dados do Distrito Dataminer, atualmente, o país conta com 876 fintechs em atividade, sendo que, em 2020, as empresas captaram cerca de 1,9 bilhão de dólares. As insurtechs, por outro lado, constituem modelo mais incipiente no país. Essas startups, voltadas para o mercado de seguros, estão muito presentes em São Paulo. No total, há 113 insurtechs no Brasil, e 52% delas estão no estado de SP, conforme pesquisa da FIA – KPMG.

Ocyan Waves realiza Pitch Day com startups

Após análise de 150 startups interessadas em participar do programa de inovação Ocyan Waves Challenge, 18 delas foram selecionadas para a segunda fase, chamada de Pitch Day. O programa atraiu startups de dez estados brasileiros, de todas as regiões do país. 

Esta etapa aconteceu na última sexta-feira, dia 11, novamente em formato virtual devido à pandemia e ao distanciamento social. Neste dia, os participantes apresentaram aos times de cada projeto mais detalhes das soluções propostas para os desafios operacionais definidos pela Ocyan. Cada desafio ouviu três startups, que tiveram sete minutos para as apresentações, cada uma.

“O Pitch Day é muito importante porque permite uma interação maior entre as startups e a Ocyan. É o momento em que as equipes das áreas que precisam das soluções têm para fazer o primeiro contato com os empreendedores, esclarecer dúvidas e avaliar as propostas. Este é um dos primeiros passos rumo a construção de uma parceria e criação de uma relação futura entre as empresas”, explica Patrícia Grabowsky, gerente de Inovação da Ocyan.

As startups selecionadas têm expertise em diferentes segmentos e não apenas no setor de óleo e gás. “As pré-selecionadas vêm de seis estados diferentes, demostrando que a virtualização das fases do programa, acelerada pela pandemia, facilitou ainda mais o engajamento de startups de outros estados, que tem aumentado da primeira edição em diante. Tem sido uma boa experiência para nós encontrar empreendedores de alto nível por todo o Brasil”, avalia Patrícia.

Entre as startups selecionadas para participar do Pitch Day, Altave, BR Hommed, Confirm8, GLR Tech, DR TIS e VR Glass são de São Paulo. A DR1, Eyllo e a Pix Force são do Rio de Janeiro. A Instor e Optix, do Rio Grande do Sul. Das 18 startups, cinco são do Paraná: a Vidya, Goepik, LZ Energia, Quality Storm e Tau Flow. A Ledcorp é de Minas Gerais e a Mogai, do Espírito Santo.

Este ano, os desafios foram focados, sobretudo, em questões específicas de fases técnicas da operação da Ocyan. Foram eles: “Redução do consumo de diesel e emissão de gases dos moto-geradores”, “Aumento da produtividade e redução da digitação no levantamento de campo”, “Redução no número de consultas de exames periódicos presenciais na Base Macaé”, “Dificuldade na inspeção de Sistemas com Isolamento Térmico devido à necessidade de remoção”, “Inspeção inteligente de Drops (Risco de Quedas de Equipamentos)” e “Acesso à informação documentada atualizada na área operacional”.

As startups que forem selecionadas após o pitch day avançam para a etapa de Imersão, e a partir daí, aquelas com maior aderência aos desafios da empresa seguem adiante até o projeto piloto, quando as soluções começam a ser testadas internamente. Por fim, as startups aprovadas após o projeto piloto passam a ser fornecedoras da companhia ou até parceiras de desenvolvimento de soluções ligadas a atividades adjacentes às áreas de atuação da Ocyan.

As possibilidades de relacionamento da Ocyan com as startups ficam sempre abertas. O cadastro no site ocyanwaves.com pode ser feito a qualquer momento, de acordo com a estrutura de macro temas apresentada: Segurança, Meio Ambiente, Eficiência Operacional, Digitalização e Transição Energética. A startup que tiver conexão com esses temas pode se cadastrar, apresentar sua solução e ser chamada para novas oportunidades.

AceleraçãoDF agitará o ecossistema de inovação da capital federal

Startups, empreendedores, investidores, corporações tradicionais, agentes de inovação, estudantes e curiosos têm um encontro virtual marcado nesta quinta-feira (17) no AceleraçãoDF, evento que promete fazer barulho no ecossistema de inovação da capital federal.

Seu objetivo é fazer um intercâmbio entre os atores do ecossistema e estimular a troca de experiências. O encontro, totalmente gratuito e apoiado pela Softex, ocorrerá na cidade virtual especialmente criada, uma plataforma online que centralizará as informações, interações, vídeos, palestras e conexão entre os participantes.

O Distrito Digital, programa idealizado pela Softex e FAPDF, terá um estande virtual no evento. Apoiador do AceleraçãoDF, o Distrito reforçará a mensagem sobre a importância de se incutir um novo mindset nas empresas estabelecidas: colocar a inovação no centro de suas estratégias de negócios para que possam operar, cada vez mais, com uma “mentalidade de startup”. Vale ressaltar que o intraempreendedorismo e a inovação aberta contribuem fortemente para a construção desse nova modalidade. A Softex também terá um estande virtual.

Na oportunidade, serão apresentados o resultado do programa de três meses de imersão das startups aceleradas pela Cotidiano, organizadora do evento. Todas elas foram selecionadas durante a décima edição do CAMP, programa de Aceleração da Cotidiano.

Inscrições e informações https://conteudo.cotidiano.com.br/inscricao-aceleracaodf 

Serviço
AceleraçãoDF
Data: 17 de junho
Público-alvo: Empreendedores, startups, investidores, estudantes, curiosos e apaixonados por empreendedorismo e inovação
Onde? Cidade virtual exclusiva
Valor: Gratuito
Onde se inscrever? https://conteudo.cotidiano.com.br/inscricao-aceleracaodf 

Abstartups anuncia vencedores do Batch #2 Impact

Foi anunciado pela Associação Brasileira de Startups , (Abstartups), os novos associados Impact que terão benefícios exclusivos ao longo de um ano.

Os participantes passaram por uma criteriosa seleção que levou em consideração o faturamento, equipe, investimentos, impacto no ecossistema e o produto para garantir que as startups mais promissoras fossem escolhidas para este seleto grupo que terá como objetivo fomentar o empreendedorismo no Brasil.

A vantagens de se tornar um Associado Impact é a possibilidade de participar de programas de mentoria, treinamentos de pitch, conversas com investidores, colaborar para o blog da Abstartups e realizar networking em diversas oportunidades exclusivas, como o Jantar Impact.

Entre os vencedores, destaca-se startups das mais diversas categorias, representando a pluralidade do setor. Abaixo, a lista completa dos escolhidos:

• Urbis (Retailtech)

• Linker (Fintech)

• MobiAuto (Retailtech)

• NeuralMind (Regtech)

• Sami (Medtech)

• Napp (Retailtech)

• Coodesh (HRtech)

inovabra habitat e inovabra lab estão entre os melhores laboratórios de inovação financeira do mundo

Iniciativas do Bradesco são selecionadas pelo ranking World’s Best Financial Innovation Labs, da revista Global Finance

O inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, e o inovabra lab, laboratório colaborativo cujo objetivo é acelerar o desenvolvimento de inovações do banco juntamente com parceiros de tecnologia, estão entre os Melhores Laboratórios de Inovação Financeira do Mundo, segundo a 4ª edição do relatório anual World’s Best Financial Innovation Labs, da revista Global Finance. É o segundo ano consecutivo que o inovabra habitat faz parte do ranking, que já se tornou conhecido ao redor do mundo por apontar tendências e destacar as iniciativas de bancos, governos, fundos de investimento, universidades e ONGs em prol da inovação no segmento financeiro.

“O reconhecimento da Global Finance reforça o valor e impacto do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo inovabra ao longo dos anos, promovendo novos negócios por meio da inovação colaborativa, ao unir diversos players do ecossistema – startups, grandes corporações, investidores, mentores, parceiros tecnológicos e o próprio Bradesco”, afirma a diretora executiva do banco, Walkiria Marchetti.

Desde que foi criado, há três anos, o inovabra habitat tem como premissa apoiar as estratégias de inovação aberta e acelerar as jornadas de transformação digital e cultural das empresas habitantes e do próprio Bradesco. Desde então tem estimulado o seu ecossistema com novas tecnologias, inovações e capital, contabilizando cerca de 200 startups e 75 grandes empresas residentes, e mais de 2.000 startups junto à sua plataforma digital. Ao longo destes anos, realizou mais de 1.200 atividades de coinovação, cerca de 2.500 eventos presenciais e online – com mais de 163 mil participantes – e contribuiu para a geração de cerca de 500 contratos entre seus habitantes.

O inovabra lab, também lançado em 2018, foi criado para acelerar o processo de inovação a partir de um modelo colaborativo, ao reunir em um mesmo espaço diversas áreas de tecnologia do Bradesco e parceiros como AWS, Cisco, Dell EMC, Google, IBM, Intel, Microsoft e Oracle, entre outros. Com isso, o cliente tem a seu serviço um banco muito mais inovador, que consegue dar velocidade no lançamento de novos produtos e serviços para melhor atendê-lo. De janeiro de 2020 a março de 2021, foram concluídas quase 700 certificações de hardwares e softwares e cerca de 155 provas de conceito. Além disso, houve redução de 60% nos prazos de certificação de novas tecnologias, prototipação, experimentação, provas de conceito, lançamentos e soluções de novos desafios.

Além do habitat e do lab, que são parte do ecossistema de inovação do Bradesco, o inovabra conta ainda com os programas polos, ventures e pesquisa.

O ranking completo será publicado nas edições impressa e digital de junho da Global Finance e online em GFMag.com. Todo o processo de seleção é conduzido pelo conselho editorial da Global Finance, com a colaboração de repórteres especialistas nos temas avaliados.

InovAtiva promove primeiro evento InovAtiva Day

Evento online acontecerá no dia 19 de junho e contará com painéis e palestras abertas ao público

Estão abertas as inscrições para o InovAtiva Day, evento inédito realizado pelo InovAtiva, hub de inovação que promove um conjunto de iniciativas de apoio ao desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo inovador no Brasil. A primeira edição do encontro será realizada virtualmente no dia 19/06, das 09h às 17h30. O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas no site até 18/06.

O InovAtiva Day é uma novidade promovida pelo hub em 2021. No evento, serão realizados painéis com grandes nomes da área de empreendedorismo e inovação do país e atividades de conexão abertos ao público.

Realizado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o evento reforça a expansão do InovAtiva que, até 2024, vai apoiar 15 mil projetos inovadores.

“O InovAtiva tem um papel estratégico no ecossistema nacional de inovação. Queremos integrar e capacitar os empreendedores, além de promover a troca de conhecimento. Com o InovAtiva Day, teremos a oportunidade e o desafio de reunir a comunidade que se interessa por empreendedorismo inovador em diversas regiões do país”, explica o Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa.

Programação

Para esta primeira edição do InovAtiva Day, está confirmada a participação de, ao menos, 25 especialistas em empreendedorismo, inovação e startups para 9 horas de evento.

O evento terá início às 09h, com a palestra “Startups que transformam a forma como nos conectamos”, ministrada pelo CEO da startup Rocket.Chat, Gabriel Engel.

Na sequência, serão realizados dois painéis sobre negócios. Às 10h, acontece o painel “Negócios de Impacto Socioambiental: por onde começar e como tornar o negócio sustentável?”, que contará com a participação da CEO do Impact Hub Florianópolis, Gabriela Werner, e da CEO da startup Neuroganho, Ana Beatriz Correa.

Às 11h, participam do painel “Inovação nos negócios: sobre empreender e se reinventar” o gerente de comunidade na AMBEV, Marcos Medeiros e o fundador da 49 Educação, Leandro Piazza.

À tarde, das 14h às 15h, acontecerão cinco painéis regionais simultâneos – um para cada região do país. Cada painel contará com uma temática diferente, com o objetivo de abordar as especificidades dos ecossistemas de empreendedorismo inovador ao redor do Brasil.

Além de poder acompanhar as palestras e painéis, os inscritos no evento terão acesso às “salas de conexão”, espaços em que os participantes podem trocar conhecimentos e fazer networking. As salas serão divididas por temas: Vendas, Marketing Digital, Visão estratégica e direcionamento da empresa, Construção da rede de relacionamento e Acesso a investidores.

Paralelamente, no período da manhã os empreendedores participantes do Ciclo 2021.1 do programa InovAtiva Brasil participarão de treinamentos de pitch – como é chamada a apresentação de negócios das startups.

“Este tipo de ação permite que o tema seja abordado de forma mais interativa e ampla com os empresários, que precisam colocar em suas rotinas a prática da inovação. Este é o grande diferencial que as instituições envolvidas oferecem. É uma integração completa do ecossistema de inovação, em que todos estão envidando esforços para fazer o ecossistema”, explica o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick.

Serviço

O quê: 1º InovAtiva Day

Data: 19 de junho

Horário: 09h – 17h30

Inscrições: www.inovativabrasil.com.br/inovativaday  

Multinacional italiana adquire controle acionário de startup e inaugura vertical de tecnologia para gestão de pessoas no Brasil

Com a compra de 51% da startup Elofy, que atende clientes como Sicredi, Dasa e EDP Brasil, o grupo italiano expande sua atuação no mercado brasileiro e aumenta seu portfólio global de HRtechs


O grupo italiano Zucchetti anuncia nesta sexta-feira, dia 11 de junho, que adquiriu o controle acionário da startup Elofy, desenvolvedora de sistema para gestão de pessoas, que trabalha com o desenvolvimento e engajamento de colaboradores de empresas como Sicredi, Dasa e EDP Brasil. A aquisição é de 51% das ações da startup e teve o valor de R$5,6 milhões, com um contrato variável que pode chegar a R$40 milhões e um controle de 100% em três anos. A operação faz parte da estratégia de investimento e expansão da multinacional em soluções para o setor de recursos humanos de organizações no Brasil. Com produtos que atendem múltiplos segmentos, de varejo a indústrias, lojas virtuais a hotéis, a Zucchetti está presente em países como Alemanha, Estados Unidos, Espanha, França, Suíça e, há 10 anos, no Brasil — onde conta com 40 mil clientes, mais de 1.700 parceiros e 186 colaboradores.

Para a Zucchetti, a convergência com a Elofy abre as portas para o grupo no mercado de RH do país, sendo um passo decisivo em sua estratégia de expansão. A empresa já tem sua suíte de soluções para gestão de pessoas bem conhecida na Europa, atendendo empresas de grande porte e de diferentes segmentos. Para Alessio Mainardi, CEO da Zucchetti Brasil, ver uma startup tão jovem como a Elofy atendendo clientes significativos mostra a maturidade do negócio. “A sinergia da solução com as nossas operações já existentes no Brasil e no exterior, junto à adaptabilidade da ferramenta, que atende ao mesmo tempo empresas de pequeno, médio e grande porte — uma característica difícil de se encontrar em grande parte dos softwares —, foram os fatores mais importantes para a nossa decisão”, explica. A última aquisição da multinacional nesta vertical de tecnologia para gestão de pessoas foi a americana Beaconforce, startup do Vale do Silício que usa inteligência artificial para garantir o bem-estar dos funcionários.


Após a compra, a Elofy planeja acelerar o desenvolvimento do roadmap e firmar o seu posicionamento como o melhor software de gestão de desempenho e engajamento do Brasil. “Agora, nosso foco é evoluir muito em analytics para trazer insights poderosos que potencializem um RH cada vez mais estratégico e orientado aos dados nas organizações. Queremos crescer em ritmo acelerado e ingressar no mercado internacional a partir das conexões com a Zucchetti”, conta Daniel Kafruni, CEO e fundador da startup.


Fundada em 2017 por Daniel Kafruni, em Porto Alegre (RS), a Elofy conta com os sócios Lucas Kafruni e Eduardo Kafruni, 24 colaboradores e 70 mil usuários de empresas de médio e grande porte. A plataforma integra vários serviços em um único ambiente: gestão de objetivos e metas (OKRs), avaliação de desempenho, sucessão, plano de desenvolvimento individual (PDI), feedbacks contínuos, mural de elogios, conversas 1:1s e pesquisas customizáveis. Em 2020, a startup teve um crescimento de 300% na base de clientes e de 50% no faturamento em comparação ao ano anterior.

Segunda aquisição no Brasil em um ano

A Zucchetti é a primeira software house italiana e a maior companhia da Europa no seu segmento. No mundo, a empresa acumula 7 mil colaboradores, fornece software para mais de 600 mil empresas e apresenta um faturamento de mais de 1 bilhão de euros, aproximadamente R$ 6,8 bilhões. Com uma estratégia de crescimento orgânico e M&A, a multinacional conquistou neste ano o marco de 100 aquisições, passando a contar com mais de 2 mil soluções de software a nível internacional.


Com uma gama de produtos diversificada, atende empresas de todas as dimensões, desde pequenos empreendedores às grandes empresas. No Brasil, onde as principais soluções são sistemas de gestão e ERPs, a última compra foi da catarinense Compufour, desenvolvedora de sistemas de gestão para micro e pequenas empresas. Realizada durante a pandemia, em setembro de 2020, o negócio foi fechado por R$ 100 milhões. “Sempre estamos analisando e prospectando empresas que possam agregar valor ao nosso plano industrial de crescimento. Além do crescimento orgânico, a Zucchetti adquire empresas que possam complementar seu portfólio, proporcionando uma suíte ampla para os projetos atuais de software que o mercado exige”, explica Mainardi.


No Brasil, a empresa mantém dois pilares — software ERPs e software de automação comercial (PDV). Os softwares da linha de produtos Compufour compõem com mais três soluções o portfólio da Zucchetti no Brasil — o ERP para indústrias de grande porte, DebX, o software para automação comercial, linha Clipp e linha Softa, e o software para pequenas e médias indústrias Mago, que conta com mais de 50 mil usuários no mundo todo.

Largo da Batata desponta como nicho de empresas e startups

Empreendimentos inovadores, infraestrutura de transportes, vida gastronômica e cultural agitadas se mostram como tendências para as jornadas de trabalho no pós-pandemia 

Localizado no coração do bairro de Pinheiros, o Largo da Batata desponta no cenário paulistano como uma nova alternativa para empresas e startups que buscam melhor custo-benefício e qualidade de vida para os colaboradores. A combinação de aluguéis acessíveis, infraestrutura de transporte, metrô próximo e a chegada de novos bares e restaurantes tem tornado a região uma das mais procuradas de São Paulo. 

Em um cenário de pandemia mundial, as empresas passam a visualizar um futuro de jornadas híbridas, que variam do home office para o escritório, além, da busca constante por menor tempo de deslocamento e por empreendimentos mais modernos, que atendam as necessidades da nova realidade. E o largo da Batata vem de encontro com essa tendência. O bairro já é sede de empresas como a XP Investimentos e mais de 20 startups que buscam abrir suas empresas em locais de fácil acesso para seus funcionários e clientes. Isso aumentou a valorização da região, que está rapidamente se tornando um fortíssimo centro econômico em São Paulo. 

Levando em consideração as novas demandas da sociedade, o edifício Dynamic Faria Lima foi projetado a poucos passos da Faria Lima, em uma área de referência de entretenimento, gastronomia e serviços. O prédio está estrategicamente próximo a locais importantes, como o Centro Brasileiro Britânico, Instituto Tomie Ohtake, shoppings Eldorado e Iguatemi, praças, Sesc, permitindo facilidade e agilidade aos negócios com amplas opções de serviços nos entornos.  

Lançado no início de 2021, o empreendimento se destaca pela projeção anti-covid, permitindo maior ventilação e a entrada de luz natural nos ambientes. O rooftop descoberto também é um dos diferenciais como alternativa para receber clientes e marcar reuniões presenciais com segurança. O terraço a céu aberto ainda dá direito a uma vista privilegiada da cidade.  

O prédio conta também com varandas amplas, acesso independente de veículos para condôminos e visitantes, pés-direitos generosos, ampliando a circulação de ar nas unidades, e a implantação de lajes, visando uma iluminação natural. Na parte externa, o empreendimento se integra com o passeio público, onde o térreo traz um paisagismo que prioriza o caminhar fluido e espaçoso para o pedestre. Além disso, conta com áreas verdes em ao menos 25% do terreno. 

“Nossos projetos são pensados para contribuir com a sociedade e oferecer sempre saídas aos desafios históricos. A concepção do Dynamics pressupõe o atendimento a um público em um tempo de intensas transformações e necessidade de reinvenção nas mais diversas áreas. Por isso, esses diferenciais ficarão como legados para o mercado imobiliário. Além da localização privilegiada, que contribui para a qualidade de vida e de trabalho em qualquer momento da humanidade”, explica o CEO da Lucio, Lucio Junior. 

Revitalização 

O processo de revitalização do Largo da Batata começou em 2010, com a construção da estação de metrô Faria Lima. Logo após, em 2013, veio a inauguração do Terminal Pinheiros, e, então em 2014, a construção de mais uma estação: a Fradique Coutinho. Mais de R$ 200 milhões foram gastos com as obras públicas. 

De repente, o bairro se viu conectado a todo o resto da grande São Paulo, o que proporcionou um grande aumento de procura tanto de investidores quanto de moradores. A conectividade trazida pelas estações da linha amarela tornou o local um grande ponto de interesse para empresários. Dezenas de restaurantes foram abertos e a vida noturna se agitou. 

De acordo com uma pesquisa da plataforma de recrutamento digital Revelo, que atende cerca de 800 startups, o número de entrevistas com candidatos na região do Largo da Batata aumentou 208% no primeiro semestre de 2018 em relação ao mesmo período de 2017. Já o número de empresas ativas, que buscaram os serviços da Revelo, cresceu 93% de janeiro a junho de 2018. Entre os profissionais mais demandados pelas empresas da região, estão os de tecnologia, como desenvolvedores e designers de experiência do usuário em aplicativos e plataformas. 

“Todas essas vantagens buscadas pelas empresas nos últimos anos devem retornar com força quando a população estiver imunizada contra o coronavírus. Vemos um cenário de trabalho remoto aliado ao presencial, já que o olho no olho nunca poderá ser substituído, bem como a cultura e a gastronomia que o Largo da Batata proporciona em experiências presenciais”, analisa Lucio Junior. 

Healthtech de gestão de internações recebe 1,7 milhão de reais em nova rodada de investimentos

A Carefy, healthtech voltada para gestão e monitoramento de internações, fechou neste mês de abril, sua segunda rodada de investimentos com um aporte de R ﹩1,7 milhão de reais. O valor do aporte conquistado veio de duas renomadas investidoras, a Bossanova Investimentos e Elife Participações. Anteriormente, a heatlhtech já havia sido apoiada pelo investidor anjo Fabricio Scaff Galvão.

“Foi importante apoiar a Carefy em uma fase de ganho de maturidade e escala, chegando a uma solução completa, pronta para ganhar o mercado. Esta fase da empresa, junto com os investidores que chegam, abrirá novos horizontes, haja visto a urgência do mercado da saúde por soluções robustas como a nossa, que entrega custo-efetividade e eficiência ao setor.”, declara o investidor Fabricio Scaff Galvão.

Fundada em 2017, a Carefy possui uma tecnologia para gerenciar e monitorar de forma abrangente as internações com foco na melhoria do atendimento e formalização dos processos, analisando a auditoria de contas e sinalizando possíveis inconsistências que podem interferir na sinistralidade. A solução consiste em um aplicativo móvel que permite o acompanhamento da evolução clínica, comunicação entre equipes de auditores e autorizações, tudo em tempo real e de forma centralizada.

Para os fundadores Erika Monteiro, José Carlos Bueno de Moraes e Marcelo Santos, o anúncio do aporte marca um período de reconhecimento e consolidação da empresa, que nos últimos dois anos entrou para ranking Top 10 HealthTechs da 100 Open Startups. “Sabemos do nosso potencial dentro do mercado de saúde e estamos comemorando este momento, pois criamos a Carefy para melhorar a qualidade do atendimento aos pacientes de forma transparente, permitindo que as operadoras otimizem processos e gastos desnecessários, ou seja, apostamos em uma solução completa”, afirma Marcelo Santos, CEO da Carefy.

Com este investimento, a Carefy planeja expansão comercial da healthtech, com intuito de aumentar o time e trazer mais inovação. O propósito é gerar mais valor para os clientes. “Procuramos contribuir e desenvolver na área da saúde, trazendo boas experiências para as operadoras e para os pacientes.”, relata Marcelo.

De acordo com dados do HealthTech Report 2020, pesquisa feita pela Distrito, o número de startups na área de saúde cresceu 118% entre 2018 e 2020, mais da metade destas com menos de cinco de criação. Desde 2014 já foram investidos mais de 430 milhões de dólares nas startups brasileiras dessa área. No mundo todo existem 41 healthtechs unicórnios, startups avaliadas em mais de 1 bilhão de dólares.

“Vemos o problema que a Carefy está resolvendo em auditoria médica como um mercado de muito potencial nesta década. Por isso, para nós é uma honra trabalhar com o time e investir na ideia”, afirma Alessandro Lima, sócio da Elife Participações.

“Estamos muito contentes com esse apoio à Carefy. Esperamos que o futuro da empresa seja de cada vez mais sucesso. As startups de saúde cresceram muito durante a pandemia e estão mostrando que conseguem trazer soluções para esse mercado tradicional e chegar em mais pessoas. Investir em inovação é muito importante para o presente e futuro do Brasil”, comenta João Kepler, CEO da Bossanova Investimentos.

Camerite capta R﹩ 15 milhões do Zaphira Fundo de Investimento

A Camerite, startup de soluções de videomonitoramento colaborativo para cidades e governos por meio da Inteligência Artificial, com câmeras de vigilância integradas e armazenamento 100% em nuvem, acaba de captar um aporte de R﹩ 15 milhões do Zaphira Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia.

O investimento será aplicado na expansão da Camerite no mercado brasileiro, principalmente nas áreas de marketing e vendas, no desenvolvimento de sua Inteligência Artificial e em novas pesquisas. A expectativa da startup, que conta com mais de 120 franquias desde que iniciou este modelo, em 2019, é atingir o número de 900 franqueados e conectar 500 mil câmeras nos próximos quatro anos.

“Com um produto inovador e uma visão global da segurança, nossa plataforma já é utilizada em mais de 600 cidades, abrangendo mais de 300 mil usuários. Com apoio das forças de segurança, em alguns municípios, foi possível reduzir em até 80% os índices de roubos e furtos. É o caso de Palotina, no Paraná, onde conseguimos instalar uma câmera para cada 59 habitantes, tornando-a a cidade mais monitorada da América Latina”, pontua Cristian Aquino, fundador e CEO da Camerite. “Com a captação deste novo investimento, queremos aprimorar ainda mais nossa tecnologia e empoderar todo cidadão a viver em uma sociedade segura”, adianta.

Hoje, a Camerite conta com a maior malha de câmeras da América Latina conectadas em um único hub, o que possibilita a investigação e a resolução de diversas demandas e problemas relacionados à segurança pública. Outras tecnologias oferecidas pela startup, que até o momento já captou mais de R﹩ 40 milhões em investimentos, são reconhecimento facial, leitura de placas veiculares e análise de rotas com identificação de modelo e cor de veículos.

Linha do tempo

Inicialmente com o nome VejoAoVivo, a Camerite começou suas atividades em 2012, na cidade de Joinville (SC). A princípio, a empresa disponibilizava uma plataforma com aproximadamente quinze câmeras conectadas por todo o município catarinense. O objetivo era possibilitar aos cidadãos o acesso à imagens ao vivo da região, para verificarem as condições de trânsito e climáticas, como alagamentos, ou mesmo por curiosidade.

No ano de 2016, com o forte aumento da criminalidade e enxergando a latente necessidade de um sistema de videomonitoramento eficiente e acessível, a VejoAoVivo alterou sua razão social para Camerite, passando a gravar e armazenar imagens na nuvem. A startup também passou a processar e adicionar Inteligência Artificial ao conteúdo, melhorando a segurança das cidades. O avanço das tecnologias, somado ao conceito de colaboratividade, resultou na expansão das oportunidades de negócios.

“Acreditamos que a tecnologia é uma importante aliada para garantir a segurança e melhorar a qualidade de vida das pessoas nas cidades. Quando trazemos o fator colaborativo, potencializamos os resultados. Nosso objetivo é expandir a nossa plataforma para o maior número possível de cidades”, finaliza Cristian Aquino.

Buser capta R$ 700 milhões em rodada série C liderada pela LGT Lightrock e espera crescer 10 vezes em dois anos

Startup planeja investir R$ 1 bilhão e diversifica atuação, entrando nos segmentos de marketplace, transporte de cargas, financiamento e ônibus urbanos

Maior plataforma brasileira de intermediação de viagens de ônibus, a startup Buser acaba de concluir uma nova rodada de investimentos no valor de R$ 700 milhões. A operação foi liderada pelo fundo de growth equity com foco em impacto social LGT Lightrock (ex-LGT Lightstone) e também contou com a participação dos fundos Softbank, Monashees, Valor Capital Group, Globo Ventures e Canary, todos investidores da Buser nas séries anteriores, além do Iporanga Ventures.

Com a nova captação, a empresa mostra vigor ao anunciar um plano de investimento de R$ 1 bilhão no País para os próximos dois anos, focando na diversificação dos serviços e apostando no reaquecimento do mercado de turismo interno no pós-pandemia. A expectativa é crescer 10 vezes até o final de 2022.

Fundada em 2017 pelos mineiros Marcelo Abritta e Marcelo Vasconcellos, a Buser se desenvolveu rapidamente com o fretamento colaborativo, modalidade na qual os passageiros dividem a conta final do frete. Isso permite que as viagens sejam até 60% mais baratas que as realizadas pelas antigas viações. Prestes a completar quatro anos de operação, a empresa já conta com quase 4 milhões de clientes em sua plataforma.

Superadas as principais questões regulatórias de sua operação por fretamento, agora a Buser passa a focar na ampliação de seu portfólio de serviços, entrando em quatro novos segmentos: marketplace em parceria com grandes viações, transporte de cargas, financiamento de ônibus e transporte urbano. 

“Com o novo aporte, vamos continuar crescendo em número de passageiros, viagens e parceiros e nos preparando para a retomada do turismo, que vai chegar. O foco também será diversificar o negócio, que tem um potencial gigante para ajudar os brasileiros em várias outras frentes, como o transporte urbano de passageiros, um setor que é ainda mais fechado do que o interestadual e intermunicipal”, afirma Marcelo Abritta, co-fundador e CEO da Buser.

Líder dessa nova rodada de investimentos série C, a LGT Lightrock já ajudou a alavancar startups brasileiras que revolucionaram seus mercados, como a CargoX, a Creditas e o Dr. Consulta. O fundo é conhecido por sua presença em negócios que buscam resolver grandes problemas estruturais da sociedade, sempre aplicando em inovação para uma mudança sistêmica em larga escala. No caso da Buser, a LGT enxerga oportunidade para efetivamente melhorar o serviço de transporte rodoviário no País combatendo a concentração do mercado, que por décadas esteve sob domínio de poucos grupos empresariais avessos à inovação tecnológica.

Para Marcos Wilson Pereira, Managing Partner da LGT Lightrock, investir na Buser é apostar no futuro dos transportes. “Há uma clara tendência mundial na abertura de mercado com a entrada de novos players, o que tem contribuído para reduzir os preços e melhorar a segurança dos passageiros. E a Buser saiu na frente no Brasil, com quase 4 milhões de usuários em sua plataforma”, afirma Marcos.

Desde 2017, a LGT já investiu quase R$ 2 bilhões em nove empresas na América Latina. Esses deals foram parte de um primeiro fundo global da Companhia de US$ 1 bilhão, incluindo também Índia e Europa.

Agora, a LGT está levantando seu segundo fundo, com foco na América Latina. A própria LGT e seus sócios serão os investidores-âncora, mas pela primeira vez haverá abertura para a captação de investidores locais. O objetivo é levantar um fundo de R$ 1 bilhão para co-investir com outros veículos do grupo. Ativos como Creditas e Buser serão os primeiros seed assets desse novo fundo.

“Estamos muito animados em poder ampliar nosso compromisso com a Buser e ajudar na missão de oferecer transporte de qualidade a preços justos para todos os brasileiros. A oportunidade de mercado é enorme e a Buser está revolucionando um setor ao levar benefícios reais aos clientes”, afirma Felipe Fujiwara, do SoftBank Latin America Fund, investidor que já tinha participado de outras rodadas e continua apostando na empresa. “É incrível a capacidade de execução da Buser, eles têm uma visão muito clara de como democratizar o acesso ao transporte em toda a região. Esperamos continuar contribuindo com a startup, ainda mais nesse momento em que eles buscam diversificar e expandir o negócio”, completa o executivo.

Diversificar para continuar crescendo

Ainda no final de 2020 a Buser agregou à sua plataforma a oferta de viagens de ônibus em parceria com viações que operam nas rodoviárias, tornando-se também um marketplace. Em menos de seis meses, o Buser Passagens, como foi batizado, atingiu a marca de 3.000 passageiros transportados por semana, com 40 empresas parceiras. 

A empresa também começou em maio deste ano a operar em um novo segmento: o de transporte de cargas dentro dos ônibus. O Buser Encomendas é voltado para empresas (B2B), atendendo plataformas e integradoras logísticas, e-commerce, indústrias e pequenas transportadoras. O objetivo é atrair pequenas e médias empresas que não têm transporte próprio, ao mesmo tempo que otimiza a capacidade dos bagageiros de ônibus que circulam no Brasil.

Outra atividade que já era realizada em caráter experimental pela Buser terá um crescimento vigoroso. A startup irá ampliar o financiamento de ônibus junto às empresas parceiras, tanto em capital de giro quanto em compra de veículos novos.

A Buser irá utilizar o capital obtido nesta série C prioritariamente para ações de expansão de suas atividades e para a segurança dos usuários. Do investimento previsto pela empresa (R$ 1 bi) nos próximos dois anos, cerca de R$ 400 milhões devem ser usados para o processo de expansão em todo o País; R$ 200 milhões serão destinados ao financiamento de ônibus junto aos parceiros da Buser; outros R$ 200 milhões irão para ações de marketing para atrair novos usuários; já para a parte de gratuidades e promoções, em busca da fidelização dos clientes, devem ser usados cerca de R$ 150 milhões; e cerca de R$ 50 milhões para a estrutura de pontos de embarque e desembarque.

Consolidação do fretamento

A Buser tem comemorado sucessivas vitórias no campo jurídico e regulatório, o que denota que o mercado do transporte coletivo segue o mesmo caminho já percorrido no transporte individual, quando da chegada de aplicativos como Uber e 99. Em abril deste ano a entidade que reúne as viações que operam nas rodoviárias protocolou pedido de desistência de uma ação que ela própria havia proposto no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a plataforma, refletindo uma importante mudança de cenário do mercado. Outro exemplo foi a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, de dezembro do ano passado, que deu forte sustentação legal para a atividade da Buser ao julgar improcedente ação contrária à startup.

Mas não é apenas nos tribunais que o modelo de fretamento colaborativo vem se firmando. Em janeiro deste ano, o estado de Minas Gerais, que possui a segunda maior malha viária do país, foi o primeiro a modernizar completamente sua legislação, em um movimento que gerou muito mais competição, ao permitir a atuação livre da Buser e dos fretadores. Considerando que 66% das linhas de ônibus no Brasil hoje são operadas por apenas uma empresa, essa abertura não só é importante, mas urgente, pois é o único caminho para acabar com a concentração de mercado.

Além de beneficiar os consumidores, o fretamento colaborativo também gera uma contribuição importante para a nossa economia. O setor reúne hoje no Brasil uma cadeia produtiva relevante e positiva, responsável pela geração de 180 mil empregos diretos e indiretos, movimentando mais de 50 mil ônibus.

“Nascemos para democratizar o acesso dos brasileiros ao transporte rodoviário no Brasil e de fato estamos fazendo isso acontecer, levando uma opção de viagem muito mais barata e segura aos brasileiros. O novo round vai permitir que a gente continue promovendo essa revolução. As batalhas regulatórias até aqui não foram fáceis, mas estamos superando a maior parte delas, o que tem ajudado a plataforma a ganhar cada vez mais maturidade e tração”, complementa Abritta.

A busca pela modernização do setor e a democratização do transporte rodoviário, com ônibus mais seguros e preços que de fato permitem o ingresso de mais passageiros ao sistema, também já aconteceu em economias mais desenvolvidas, como Alemanha, França e Itália – que abriram o setor entre 2013 e 2015 -, melhorando claramente a vida dos usuários.

AkzoNobel convida startups para o seu desafio global de inovação

Primeira edição regional, realizada no Brasil em 2020, tem desenvolvimento de projetos e contratos assinados

Startups ao redor do mundo têm até 20 de julho para submeter suas engenhosas soluções para mais uma edição global do programa de aceleração e inovação da AkzoNobel, o Paint the Future. Todas as propostas receberão feedback de especialistas da multinacional holandesa em tintas e revestimentos. Os finalistas desse processo serão convidados para um evento de colaboração no final de 2021. Os vencedores, por sua vez, receberão ofertas de acordos de parceria para trabalhar com a AkzoNobel em oportunidades de negócios sustentáveis.

A abordagem única de ganha-ganha da empresa quando o assunto é inovação comprovadamente funciona. Novas tecnologias e soluções complexas podem ser desenvolvidas com muito mais rapidez por meio desse formato de colaboração. Em pouco mais de dois anos, o Paint the Future produziu 18 soluções de sucesso.

“Esperamos que as startups tenham em vista o quanto mais seria possível fazerem com acesso à experiência, recursos e alcance global da AkzoNobel – bem como ao conhecimento dos 2.220 membros em nosso ecossistema de inovação colaborativa”, disse Ally van der Boon, gerente do programa Paint the Future global. “Essa é uma oportunidade incrível para empreendedores e pesquisadores desenvolverem e acelerarem sua solução. Imagine o quão longe podemos ir juntos”, completa. A AkzoNobel conta com a parceria global da TNW (The Next Web) para ampliar a busca e atrair startups de ponta para o seu ecossistema de inovação.

O Paint the Future 2021 explorará soluções para cinco desafios propostos pela AkzoNobel:

  • Melhoria da funcionalidade: que nova funcionalidade empolgante e/ou poder transformador sua tecnologia pode oferecer para dar vida às superfícies?
  • Experiência do cliente: como sua solução poderia melhorar a forma como nossos clientes experimentam nossos produtos e serviços?
  • Aplicações inteligentes: como sua solução poderia mudar ou melhorar a forma como tintas e revestimentos são aplicados?
  • Soluções circulares: como sua solução permitiria o uso circular de materiais em qualquer ponto de nossa cadeia de valor
  • Manufatura e cadeira produtiva inteligentes: como sua solução pode nos ajudar a criar e adotar soluções mais inteligentes de manufatura e cadeia de suprimentos?

No Brasil – Primeira edição regional do Paint the Future, a versão brasileira que aconteceu no ano passado enfrentou o desafio adicional de ser realizada durante uma pandemia. Muito desse aprendizado está sendo levado para a nova edição global do programa de inovação, como a escolha dos temas e a adaptação para um formato mais digital e remoto.

“Essa troca de conhecimento e experiência é fundamental para empresas do tamanho da nossa se manterem relevantes e se adaptarem com agilidade às necessidades de um mercado que muda e demanda cada vez mais rapidamente”, comenta Daniel Geiger Campos, presidente da AkzoNobel para a América do Sul. “Seguimos conversando com as startups participantes da edição brasileira em 2020 e empolgados com a evolução dos projetos”, conta.

Cerca de oito meses após o evento de colaboração, a AkzoNobel já vê duas das soluções selecionadas sendo concretizadas. Vencedora do Paint The Future Brasil na categoria Ciclo de Vida Mais Sustentável, a Aterra, startup de Belo Horizonte, está implementando a plataforma de marketplace de resíduos que auxiliará a AkzoNobel a gerenciar todo o processo, da gestão à destinação final, potencializando os benefícios econômicos, ambientais e de governança.

“Com a Aterra conseguimos um parceiro para nos auxiliar em pesquisas para identificar outras possibilidades de destinação de nossos resíduos, além de termos acesso a uma diversidade maior de empresas homologadas para a função”, afirma Elaine Poço, diretora de P&D e Sustentabilidade da AkzoNobel para América do Sul. “Não é uma iniciativa muito comum no segmento de tintas, mas esperamos com isso despertar o interesse dos diversos participantes da nossa cadeia e mercado”, complementa.

Essa iniciativa está alinhada às metas de sustentabilidade da multinacional, que buscam reduzir o impacto da empresa no planeta. Para 2030, a AkzoNobel trabalha para diminuir em 50% a emissão de carbono e em 30% o uso de energia; adotar 100% de energia renovável; e reutilizar 100% da água e dos resíduos em suas fábricas ao redor do mundo – rumo à ambição, realista, de chegar a zero resíduo, ou seja, tudo deve ser reutilizado ou reciclado.

Mais um projeto originário da edição brasileira do Paint The Future que também começa a tomar forma é outra plataforma digital, esta de comércio eletrônico, com foco na melhor experiência para o consumidor final. Com contrato recém-assinado, a startup paulista Standout desenvolve para a companhia uma solução que propõe trazer para o digital uma sensação de loja física, disponibilizando todas as informações que o consumidor precisa em uma vitrine digital responsiva, facilitando, com isso, o processo de escolha e compra de tintas e revestimentos, tendo em vista os principais gargalos na jornada do cliente desse segmento.

Para mais informações e inscrições, acesse www.letspaintthefuture.com.

Novo Nordisk e Bluefields lançam programa de inovação aberta com aceleração de startups

Inovação aberta é o conceito que está movendo empresas sólidas no mercado como a Novo Nordisk e ajudando indústrias e organizações a promoverem ideias, pensamentos, processos e pesquisas, a fim de melhorar o que fazem e identificar novas oportunidades. A Bluefields, aceleradora de negócios, está junto com a Novo Nordisk em um programa de inovação aberta com foco nos segmentos de alimentos, saúde e agronegócio: o Biodigital Startups. Muito além da aceleração das startups, o programa oferece: intercâmbio cultural entre startups e empresas, validação de soluções inovadoras para ajudar empresas nos projetos internos e de clientes, e inovação cruzada, onde as companhias participantes cooperam entre si, trocando melhores práticas de inovação e identificando desafios em comum.

Para a Novo Nordisk, empresa global líder em pharma e presente no Brasil desde a década de 90, fazer parte do programa é a possibilidade de aprender e ensinar com o Biodigital Startups. “Acreditamos que a inovação é construída com conhecimento adquirido em conjunto com diferentes agentes do ecossistema de inovação e a startup é um deles. Além disso, temos como estratégia acelerar nossa jornada e entender a forma de organização das startups. Sabemos também que os membros do ecossistema podem se ajudar mutuamente, então acreditamos que podemos contribuir para o crescimento de algumas dessas novas empresas construindo juntos soluções e compartilhando nossa experiência também,” explica Juliana Cunha, gerente de Inovação e Estratégia da Novo Nordisk.

As startups que participarão do programa podem ficar empolgadas com os planos da Novo Nordisk para quem participar do projeto. “Vamos trazer para a startup a visão de negócio com necessidades reais do nosso mercado. Queremos em contrapartida aprender com os processos das startups e que ao final do programa os produtos desenvolvidos ou aprimorados possam ser passíveis de serem implementados por nós”, conclui Cunha.

Oportunidade para outras empresas

A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) só em 2020, gerou mais de 152 novas tecnologias que atingem tanto o setor agro e alimentício. Impulsionada pela necessidade de soluções na pandemia, as healthtechs em 2020, foram o terceiro setor de maior atuação no mercado de startups no Brasil, segundo dados da ABStartups (Associação Brasileira de Startups), são 396 empresas no setor de saúde e bem-estar. Esses dados evidenciam que o Brasil tem uma profunda vocação para inovar em saúde, alimentos e agronegócio.

A Bluefields quer expandir o programa para mais duas empresas parceiras com sintonia nas áreas presentes no programa. Ao desenvolver sinergias entre grandes companhias, empreendedores e tecnologias aplicadas nestes setores por meio de iniciativas como o Biodigital Startups, são criadas oportunidades de acelerar os ecossistemas de inovação e contribuir para a economia do país.

“Aceleradoras têm vocação de coadjuvante. Muitas startups de hoje serão as grandes empresas de amanhã. Então, fomentar relacionamentos entre essas startups e empresas como a Novo Nordisk, que construíram ao longo de décadas uma história em inovação, é algo muito relevante para o ecossistema brasileiro”, conclui Paulo Humaitá, fundador e CEO da Bluefields.

Método de aceleração

O programa de aceleração Biodigital Startups consiste em 12 encontros onde serão aplicadas metodologias de desenvolvimento de negócio, focadas na estruturação da startup, cujo conteúdo será disponibilizado 100% online, assim como todas as interações. Cada grupo de 10 startups selecionadas terão um Startup Partner, para acompanhar a evolução da startup, além de conectar com mentores e investidores.

Serão analisadas startups em estágio inicial de comercialização ou fase de tração. Os itens avaliados são: time e perfil dos sócios, aderência e potencial de negócio entre startups e empresas participantes, prontidão tecnológica e outros critérios técnicos.

Biodigital Startups

Inscrições abertas até 31 de julho de 2021

Link para inscrição do empreendedor: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeA6Nf9u9gW60CWo682pryYmULUFsjhnr2li9XY9vAVtZD1uQ/viewform

Finance Forward Latin America faz seleção de startups brasileiras

A Village Capital, empresa de capital de risco que encontra, treina e investe em startups, dá início à edição 2021 de seu programa “Finance Forward Latin America”. Com o apoio da MetLife Foundation no Brasil e da Moody’s, a aceleradora irá escolher startups que desenvolvem soluções tecnológicas em torno de questões de saúde financeira e o futuro do trabalho. O objetivo é incentivar projetos que possam ser aplicados a pequenas e médias empresas impactadas pela pandemia e assim ajudar na recuperação financeira destes negócios.  

Pela primeira vez, a Village Capital América Latina está priorizando inovações da tendência “Futuro do Trabalho”, ou seja, tecnologia que ajuda trabalhadores independentes, informais e essenciais a reduzir a volatilidade da renda, desenvolver habilidades profissionais, e acessar benefícios e dinheiro em caso de emergência. 

Os interessados devem se inscrever até 18 de junho neste link. Ao final do processo, de agosto a novembro, cerca de 12 startups participarão das oficinas virtuais com conteúdo voltado para o fortalecimento da sua prontidão para investimento (quando aplicável) e na sua próxima expansão. Cada empresa terá a oportunidade de trabalhar de perto com especialistas do setor, investidores e parceiros do ecossistema para desenvolver as relações necessárias para escalar seu impacto. 

A MetLife Foundation é parceira da Village Capital desde 2019 e apoiou startups brasileiras como Akredito, Monetus, Movva, DinDin e CloQ nos programas de aceleração em saúde financeira. Para o CEO da MetLife Foundation Brasil e Colômbia, Raphael da Carvalho, a participação neste projeto junto à Village Capital é imprescindível, ainda mais em um ano em que os impactos da pandemia nos pequenos e médios negócios mostra-se eminente. “Este é o terceiro ano consecutivo que o Brasil faz parte do apanhado de empresas que participam do Finance Forward, o que mostra não só o potencial das startups brasileiras globalmente, como também a necessidade dos novos empresários em terem projetos aportados. Acreditamos que oferecer mentoria e aporte financeiro a startups, que estejam trabalhando a inovação financeira, seja um caminho para trazer mais desenvolvimento ao País, principalmente em uma época econômica tão difícil, como esta que passamos por conta da pandemia”, comenta o executivo. 

“Em 2020, a economia da América Latina contraiu 4,1%, o declínio mais acentuado em décadas”, diz Daniel Cossío, líder regional da Village Capital América Latina. “Como resultado, os desafios econômicos enfrentados por milhões de pessoas e pequenas empresas têm aumentado. Felizmente, existe uma lista crescente de empresas iniciantes que estão tentando melhorar a saúde financeira de indivíduos e pequenas empresas, ajudando-as a administrar sua renda, a transição para a economia formal e a planejar o futuro. Estou entusiasmado em trabalhar com estas startups através deste acelerador”. 

“Na Moody’s, estamos comprometidos em capacitar as pequenas empresas em crescimento por meio do conhecimento”, disse Marina Rosemberg, Diretora e Gestão de Relacionamento da AMD na Moody’s. “Acreditamos que o treinamento oferecido no Finance Forward Latin America 2021, junto com recursos e confiança, capacitará os empresários a criar um futuro melhor, tanto para si próprios quanto para suas comunidades”. 

Todas as startups que se inscreverem no programa serão convidadas a se juntar na Abaca, a rede global online da Village Capital que ajuda os empresários a se tornarem conscientes de seus negócios e reconhecerem se estão prontos para receber investimentos. A rede também os conecta com os investidores e recursos certos. Para maiores informações, entre em contato com Sofia Candano da Village Capital (sofia.candano@vilcap.com). 

Company Hero recebe investimento de R$ 3,2 milhões para acelerar legalização de empresas brasileiras

Miklos Grof e Diego Izquierdo, sócio-fundadores da Company Hero

A Company Hero, startup que soluciona dores e elimina barreiras na jornada de prestadores de serviços e PMEs, anuncia a captação de uma nova rodada de investimento de R$ 3,2 milhões. O aporte da rodada pré-série A foi realizado pela Allievo Capital e por investidores da beegin.invest, plataforma de investimentos do Grupo Solum, que viabilizou co-investimento de mais de 100 investidores, incluindo membros de grupos de anjos como GV Angels, Poliangels, Harvard Angels, Insper Angels e Fundadores do JusBrasil. 

Com o investimento, a startup pretende alcançar receita anual recorrente de R$30 milhões até 2022, atingir 15 mil empresas assinantes – hoje são 5 mil -, e passar de 60 para 150 funcionários. A rodada foi realizada de forma remota e 100% online. “Negociar a rodada sem nenhum contato humano foi uma novidade que validou nosso propósito de facilitar e agilizar negócios. Estamos muito satisfeitos com o êxito da rodada e também com as portas que abrimos para futuras captações”, pontua Miklos Grof, CEO da startup.

A partir de agora, com a injeção do novo capital, a empresa tem como objetivo desenvolver uma solução enterprise para ajudar milhares de escritórios de advocacia e contabilidade a digitalizar seu braço paralegal. “Nossa proposta é desenvolver uma plataforma que facilite a interface paralegal de forma 100% digital para que advogados e contadores gerenciem diligências e processos com juntas comerciais, prefeituras, INPI e outros órgãos envolvidos na formalização de empresas”, explica Grof.

Além disso, a Hero irá desenvolver novos produtos para sua base de PMEs com a proposta de ajudá-las na fase inicial e também no crescimento do negócio com apoio administrativo, financeiro, de marketing e outros serviços. “Já temos parcerias confirmadas para oferecer soluções financeiras para PMEs assinantes da Hero sem custo adicional, e outras parcerias em negociação que temos buscado para facilitar a vida do empresário”, destaca o CEO.

A startup também pretende liderar o movimento de trabalho e negócios remotos. “Queremos investir em nosso time com o fortalecimento de nossa cultura e, cada vez mais, com foco em diversidade, desenvolvimento pessoal e bem-estar em um ambiente 100% remoto, modelo que apostamos para nosso negócio e incentivamos como propósito para as empresas assinantes dos serviços Hero”, completa Grof.

Mercado em franca expansão

Fundada em 2018 pelo húngaro Miklos Grof e o chileno Diego Izquierdo, a Company Hero chegou para solucionar uma grande dor dos empreendedores brasileiros: a burocracia e dificuldade para legalizar uma empresa. Desde que foi criada, a Company Hero já captou mais de R$5,5 milhões.

Entre as soluções oferecidas, a legaltech trouxe para o país um serviço que já é tendência no exterior e que teve uma procura crescente por aqui nos últimos meses: o Escritório Virtual. A solução permite que um negócio funcione de qualquer lugar, sem os altos custos e toda a burocracia gerada pela locação de um escritório convencional, como aluguel, condomínio e demais contas, além de ajudar PMEs e prestadores de serviço a economizar quase R$ 50 mil por ano e cerca de 210 horas anuais, que seriam desperdiçadas lidando com a burocracia de um espaço físico. “Essa plataforma também é uma forma de uma pequena ou média empresa ter a possibilidade de expandir de uma maneira mais ágil e contar com uma maior flexibilidade de atuação em sua fase inicial”, afirma o CEO. 

Diante do cenário de pandemia, e após diversas empresas incorporarem o modelo de trabalho remoto, a procura pelo serviço de Escritório Virtual da Company Hero aumentou em mais de 300%, entre 2019 e 2021. Atualmente com 5 mil clientes ativos e 15 Escritórios Virtuais em endereços nas principais regiões comerciais do país, a startup dobrou o tamanho do time nos últimos seis meses e segue com contratações constantes.

Além de apoiar as PMEs com soluções que agilizam e facilitam a formalização de seus negócios, a Hero também pretende revolucionar a legalização de empresas no Brasil, apoiando advogados e contadores por meio de uma plataforma 100% digital. “A ideia é  descomplicar a interface entre estes profissionais e seus clientes, agilizando o acompanhamento de processos em juntas comerciais, prefeituras e outros órgãos envolvidos na formalização de empresas”, finaliza Miklos Grof. 

Pegue e Pague: Empreendedores criam startup de minimercado automatizado para condomínios

Com bandeira própria ou white label, a Minha Quitandinha, que nasceu em Balneário Camboriú, Santa Catarina, opera no formato honest market e já está presente em quatro estados

Prático, acessível, cômodo, seguro, conveniente e rápido. Se são estes os adjetivos que têm norteado muitas decisões de compra, sobretudo nos últimos anos, foram estes, também, que definiram o propósito da Minha Quitandinha, uma startup de solução de minimercados autônomos 24 horas por dia dentro de condomínios, que chegam a disponibilizar cerca de 700 produtos ao consumidor. Os empreendedores que estão por trás desta startup são Guilherme Mauri, Marcelo Villares e Douglas Pena, que somaram suas experiências em consultoria corporativista, TI e franquias, respectivamente, para lançar, em março de 2020, em Balneário Camboriú, litoral norte de Santa Catarina, o minimercado focado em condomínios residenciais. 

Baseada no conceito de honest market, a Minha Quitandinha tem uma operação bem simplificada, pois não requer muito espaço, sendo o ideal acima de dois m², podendo ser no hall de entrada, recepção, corredor ou até mesmo em uma vaga de garagem, como foi no caso da unidade instalada na cidade de Itajaí, em Santa Catarina. O layout é pré-definido e personalizado para cada projeto de acordo com a área e caso desejável, podendo ser instalado em um container, se for numa área externa, ou white label, em que o nome da unidade é modificado e pode remeter a localização, por exemplo. Assim, o projeto arquitetônico, já pronto, é adaptado às medidas do novo local e repassado ao licenciado, que adquire os equipamentos e os acomoda de forma prática, sem necessidade de pregar nada à parede.  

Para o consumidor, também é tudo intuitivo: o minimercado está às mãos e é totalmente viabilizado pelo sistema de self-checkout. As compras são realizadas por meio de um app de celular gratuito que por geolocalização identifica a loja e permite o passo a passo seguinte bem simples: escanear o código de barra dos produtos que deseja adquirir e pagar diretamente pelo aplicativo, via cartão de crédito e, agora, mais recentemente, débito. Para a geladeira de bebidas alcoólicas, um QR Code afixado à porta só destrava via app, se validados os dados cadastrais com a Receita Federal, que confirma o usuário como maior de 18 anos. Além de cervejas geladas, alguns licenciados podem incluir, entre os produtos, sorvete e iogurtes. 

A ideia da Minha Quitandinha começou a ganhar forma no segundo semestre de 2020 e abriu sua primeira unidade em dezembro, em Itajaí, Santa Catarina, seguido de outras duas, na mesma cidade. Em janeiro, a quarta: desta vez, em Pelotas, num condomínio de casa, razão pela qual foi instalada no formato container. A partir daí, o ritmo acelerou e hoje já são 17 lojas e 12 licenciados, incluindo unidades em São Paulo, Belo Horizonte, Minas Gerais, e Belém, no Pará. Com um investimento total de R$ 190 mil, a startup cresce agora por meio de um licenciamento, com valores iniciais a partir de R$ 35 mil, já contemplando a taxa inicial, os treinamentos, a aquisição das estruturas e estoque inicial para uma primeira loja. 

Agora, a meta é conquistar seu primeiro milhão em 2021, triplicar o número de lojas em 2022 faturando R$ 48.000.000,00  e chegar a R$ 1 bilhão em 2023, com 800 lojas abertas. Razões para acreditar nisso não faltam: a Minha Quitandinha tem um horizonte promissor pela frente, já que oferece um serviço 100% digital, dispensando interações humanas e ainda gera cashback para o condomínio. E mais, a estruturação do negócio ao longo dos meses ampliou também o escopo da startup, que passou a mirar não só nos condomínios residenciais, como também em empresas, clubes, academias, marinas e hotéis que apresentem um fluxo médio diário de 500 pessoas ou mais. Em 2020, no Brasil, 278.703 estabelecimentos foram registrados com o CNAE 8112-5/00 (Condomínios prediais), 0,36% a mais que em 2019, segundo o portal Empresômetro, números que animam, com razão, os fundadores da marca.