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Startup Marmotex participa da Campus Party em dose dupla

Startup está entre as 200 selecionadas para participar da Startup & Makers Camp 2016 e também venderá refeições “marmotex”

A Marmotex, startup que desenvolveu um novo conceito de almoço corporativo que se difere do tradicional delivery por ser o elo entre o restaurante e o consumidor, foi selecionada para participar da Campus Party como integrante da Startup&Makers (S&M), que tem a missão de conectar os campuseiros com o mundo do empreendedorismo.

Em sua nona edição no Brasil, a Campus Party acontece entre os dias 26 e 31 de janeiro, no Anhembi, e é a maior experiência tecnológica do mundo nas áreas de inovação, criatividade, ciência, empreendedorismo e entretenimento digital.

A Startup&Makers tem a missão de conectar os campuseiros com o mundo do empreendedorismo e apresenta uma área de exposição, atividades de mentoria, networking, hackathons, além de conteúdo educacional com palestras e workshops. O espaço é dividido em dois grupos: Growth Stage, para startups em crescimento, e Early Stage, iniciantes. A Marmotex participa do grupo Growth Stage.

Outra participação da Marmotex na Campus Party acontece através da entrega de ‘marmotex’ para os campuseiros. Neste caso, será a segunda participação da startup no evento, que no ano passado vendeu mais de 1000 refeições.

Para adquirir sua refeição durante o evento, acessar a página www.marmotex.com, fazer o cadastro e se inscrever no grupo Campus Party. O campuseiro define a quantidade e datas nas quais quer receber sua refeição, que custa cerca de 50% menos do que o valor convencional. Excepcionalmente para o evento, o cardápio contará com duas opções, com preços a R$ 15,00 e R$ 22,90. Normalmente, o cardápio convencional da Marmotex tem mais de 10 opções diárias.

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Como uma startup brasileira pode revolucionar a Educação no Brasil e no mundo

Estimativas da OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) indicam que, na última década, metade do crescimento econômico nos países desenvolvidos foi devido a habilidades em educação melhoradas.

Segundo a Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e de Tecnologias para a Educação Básica do MEC, para melhorar as habilidades em educação é indiscutível a importância do experimento na fixação dos conteúdos e o valor do laboratório como fonte essencial do desenvolvimento pedagógico do educando faz parte de um desafio para as políticas públicas. O órgão destaca ainda que em grande parte das escolas brasileiras, os laboratórios estão sucateados, dada a falta de investimentos dos entes públicos, que não oferecem as condições mínimas necessárias à sua modernização ou até mesmo à reposição dos equipamentos que os compõem. (Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=607-laboratorio&Itemid=30192)

O laboratório didático ajuda na interdisciplinaridade e na transdisciplinaridade, já que permite desenvolver vários campos, testar e comprovar diversos conceitos, favorecendo a capacidade de abstração do aluno. Além disso, auxilia na resolução de situações-problema do cotidiano, permite a construção de conhecimentos e a reflexão sobre diversos aspectos, levando-o a fazer interrelações. Isso o capacita a desenvolver as competências, as atitudes e os valores que proporcionam maior conhecimento e destaque no cenário sociocultural.

Assim, a necessidade de inserir novas tecnologias, mostrar a importância da alfabetização científica e tecnológica no processo de formação dos indivíduos, destacar a associação entre as diferentes teorias e o ensino experimental tornam fundamental o uso de laboratórios nas escolas na era moderna.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), no seu Artigo 35, Inciso IV, diz: “É essencial a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina”. Mostra, pois, que as escolas de ensino médio devem proporcionar ao aluno oportunidades de união entre a teoria e a prática em cada disciplina.

De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, Anísio Teixeira (Inep), menos de 11% das escolas brasileira possuem laboratório de ciências, e das que possuem, menos de 2% são utilizados por falta de insumos, recursos humanos e segurança.

Além da falta de investimentos em infraestrutura e a precariedade daquelas existentes, temos ainda um grande desafio para educação em nossa Era: Segundo o estudo “O que pensam os jovens de baixa renda sobre a escola” elaborado pela Fundação Victor Civita, Fundação Itaú Social, Fundação Telefonica e publicado pelo CEBRAP em 2013, o grande problema na educação brasileira é que “a Escola perdeu o papel de referência na vida dos jovens”. O que se reflete nos índices alarmantes, que colocam nosso país nas piores posições do ranking mundial da educação, dentre estes, um índice é estarrecedor e revela a má qualidade de nossa educação: “74% da população brasileira não consegue entender um texto simples”.
(Fonte: http://www.fvc.org.br/estudos-e-pesquisas/2012/pdf/relatorio_jovens_pensam_escola.pdf)

A boa notícia é que uma startup brasileira, a Beenoculus, sensível a este grande problema nacional, pesquisa e vem investindo em inovações que acredita, podem melhorar a educação brasileira. Com uma proposta de implementar laboratórios de realidade virtual para simular laboratórios reais, a empresa desenvolveu de forma pioneira em todo o mundo uma inovadora metodologia que permite utilizar a realidade virtual como uma nova linguagem de comunicação com os jovens e não apenas como mais uma ferramenta tecnológica.
Com apenas 1 ano de vida, a Beenoculus ganhou em 2015 diversos prêmios importantes em desafios de startups pelo país, e agora é finalista do movimento 100OpenStartups que identifica as 100 startups mais atraentes do mercado para as grandes empresas. Esse reconhecimento é fruto do trabalho duro e inovador de seus 5 sócios e do apoio que receberam através de mentorias para desenvolvimento de suas estratégias no Programa Promessas Endeavor, no Programa Braskem Labs e como integrante do CUBO Coworking considerado um dos espaços de inovação mais promissores em todo o mundo.

Ainda colhendo os frutos desse trabalho e parcerias, a Beenoculus inicia o ano com investimentos superiores a R$ 1 milhão já assegurados com investidores que chegaram a um Valuation da empresa entre R$ 15 e R$ 20 milhões, recursos suficientes para desenvolver seu planejamento estratégico até o fim de 2016.

Caso raro no mercado, a empresa navega contra a corrente pessimista que assola a economia brasileira, contando com um acordo de cooperação assinado com a Universidade Estácio e outros projetos já contratados, a Beenoculus pretende avançar a passos largos com seus projetos na área de educação, projetando um faturamento superior a 10X o de seu primeiro ano. Com a Estácio a Beenoculus irá desenvolver em coprodução atividades educacionais em realidade virtual e aumentada para as principais disciplinas de ensino superior, atendendo a cursos de educação à distância e presenciais. Áreas como medicina, direito, engenharia, física, química, entre outras, se beneficiarão com as diversas experiências em realidade virtual que serão desenvolvidas através de uma inovadora metodologia criada pela Beenoculus e denominada: “Metodologia de Educação Imersiva em Primeira Pessoa – MEIP”.

E do que se trata esta metodologia? O cofundador e diretor de marketing da Beenoculus Rawlinson Peter Terrabuio explica:
“Com nossa metodologia somos capazes de colocar um sujeito na posição de um outro sujeito que realizou uma determinada ação, este agora passará a enxergar o mundo em 360o através da tecnologia de realidade virtual imersiva, com o mesmo ponto de vista daquele que realizou a ação, quem executa a ação será invariavelmente um profissional, aquele que detém o conhecimento e o domínio do que está realizando, e quem visualiza será o aprendiz.”
Para entender esse conceito peguemos um exemplo de um médico realizando uma cirurgia: A Beenoculus utilizando equipamentos especiais de audiovisual 360o, capta essa ação, edita, acrescenta elementos que auxiliam no entendimento do usuário como: locução, gráficos, animações e outras informações, para então um aprendiz (um aluno ou residente médico) visualizar o procedimento realizado através do ponto de vista do médico com o Beenoculus (um hardware que é a mídia de realidade virtual desenvolvida pela empresa, e tem o mesmo nome). É com essa metodologia que acontece o grande avanço na educação: Para o cérebro do sujeito que visualiza a ação em realidade virtual, é ele próprio quem está executando aquela ação e isso faz com que retenha em sua memória uma experiência próxima a prática, com muito mais qualidade e riqueza de informações do que ao visualizar por exemplo, o mesmo procedimento, em um vídeo na TV ou no computador.

Os potenciais da tecnologia e metodologia, principalmente para um país como o Brasil que tem urgência em avançar na melhoria da qualidade da educação, são gigantescos, isso porque a empresa conseguiu desenvolver uma solução de baixo custo para levar a tecnologia para escolas e universidades, segundo Rawlinson, a infraestrutura de laboratório de realidade virtual da Beenoculus pode ser implantada em uma escola pública ou privada por menos de R$ 80 mil reais, o executivo destaca que não são necessárias obras ou locais específicos para instalação dos laboratórios já que os conjuntos são móveis, ocupam pouco espaço para sua guarda e são utilizados nas próprias salas de aula: “além da realidade virtual transportar os alunos para mundos virtuais simulando as mais variadas situações do cotidiano, agora o aluno não precisa ir até o laboratório, é o laboratório que irá até ele e a qualquer tempo e em qualquer lugar.” complementa Rawlinson.

Grandes empresas mundiais como o Google, a Samsung e o Facebook com a Oculus VR tem suas soluções em realidade virtual, porém a desenvolvida aqui no Brasil pela Beenoculus tem vantagens sobre todas elas: Em relação ao Gear da Samsung a solução da Beenoculus custa 5 vezes menos, comparando com o Oculus Rift essa diferença aumenta para 15 vezes, ao contarmos impostos e custos de importação essa diferença será ainda maior, cerca de 30 vezes o custo do Beenoculus, com diversos recursos como ajuste de foco, ajuste de DIP (distância intrapupilar) permitir assepsia para uso coletivo e se tratar de um bem durável, a solução da Beenoculus está pronta para ser adotada pelas escolas e é muito mais robusta que por exemplo o projeto do Google Cardgoard, um dispositivo descartável feito de papelão.

Mas além de tudo isso, o grande avanço na proposta da Beenoculus é tratar a tecnologia como linguagem de comunicação com os jovens e não como mais uma ferramenta pedagógica.O executivo da Beenoculus destaca que “as atividades educacionais que estão sendo desenvolvidas permitirão aos alunos ter sentimentos e emoções enquanto aprendem, isso é efetivo, aprendendo assim a pessoa retém conhecimento porque vivencia experiências em Realidade Virtual muito próximas a prática”

A Beenoculus está depositando 4 novas patentes de equipamentos de audiovisual 360o para produzir conteúdos para a educação e destaca que está desenvolvendo parcerias com outras empresas e startups que irão fazer uso destas tecnologias para juntos construírem um grande acervo de obras de Realidade Virtual Imersivas para a Educação.

“Nós estamos chamando as empresas para trabalharem com a Beenoculus, empresas de games, de audiovisual, estamos desenvolvendo esse ecossistema, o BEE de nossa marca não é só uma palavra bacana em inglês com sonoridade, trata-se de um símbolo, BEE é Abelha em inglês e representa a cooperação, a colaboração, esse é o nosso DNA, não vamos fazer essa transformação na educação sozinhos, precisamos de Autores, Professores, Criativos, Matemáticos, Físicos, Designers, Programadores, Cineastas, Câmeras, Cientistas, Investidores, entre outros, a Beenoculus traz oportunidades para esses profissionais, para todo o ecossistema, temos um grande problema na Educação em nosso país e é essa enorme carência e necessidade que nos faz usar toda a nossa imaginação e criatividade para desenvolvermos uma inovação mundial que acreditamos irá transformar não só a educação no Brasil, mas em todo o mundo! Quem quiser poderá se unir a Beenoculus para fazer essa transformação.” conclui Rawlinson.

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Epitrack é a startup vencedora do “The Venture” Brasil

A startup Epitrack foi eleita vencedora do concurso “The Venture” Brasil, do whisky Chivas Regal. O anúncio acaba de ser realizado em festa exclusiva para convidados na última quinta-feira, dia 17, na Casa Fares, em São Paulo. O empreendedor Onício Leal Neto recebeu o prêmio das mãos de Lucas Foster e Maria Prata, mentores dessa edição do projeto. Também estiveram presentes no evento nomes como Dudu Linhares, Ícaro Silva e Lia Paris.

“Ser a representante brasileira na final do “The Venture” é uma das maiores conquistas da Epitrack até hoje”, afirma Juliana Perazzo, CFO da Epitrack. “Nossa proposta é utilizar a tecnologia na construção de uma sociedade mais colaborativa no controle de doenças infecciosas” comenta Onício Leal Neto, fundador da plataforma.

Desenvolvida pelo biomédico Onício Leal Neto, a startup de Recife (PE) é focada em vigilância epidemiológica em dispositivos móveis, detecção digital de doenças e treinamento para epidemiologistas. A Epitrack será a representante brasileira na final mundial do concurso, em julho de 2016 em Nova York, e ganha um curso na Singularity University (EUA), além de concorrer na etapa mundial com outras startups a um prêmio de U$$ 1 milhão.

“Nós sempre valorizamos o empreendedorismo e acreditamos que negócios e economia podem transformar problemas em oportunidades, sendo assim apoiar jovens que usam o seu talento para gerar oportunidades para os outros é natural para a marca. Com iniciativas como “The Venture” queremos impulsionar ideias que contribuam para que os negócios sejam usados como uma grande força do bem. Esperamos que o vencedor aproveite o curso na Singularity University, além da oportunidade de conhecer empresas líderes em tecnologia e serem orientados por especialistas. E, principalmente, que o projeto atinja todo seu potencial de transformação social” diz Melanie Conrad, gerente de marketing de Chivas da Pernod Ricard Brasil.

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Sobre Unicórnios e Elefantes, ou: Como a Cloud Computing está Impulsionando a Revolução das Startups – Por Renato Morsch*

Estamos muito empolgados com o fato da Salesforce ter apoiado o CASE2015, a maior conferência de startups da América Latina. A Salesforce é uma eterna startup, começamos em um apartamento em San Francisco faz 16 anos, e acreditamos enfaticamente na importância de fomentar a inovação e o empreendedorismo em nossas comunidades locais. E um dos fenômenos mais interessantes da revolução das startups são os Unicórnios. Nos dois últimos anos este curioso animal emergiu como o símbolo de fantasias das startups, ele se tornou o mascote das mudanças disruptivas. Alguns temem que estas valorizações enormes de mais de US $ 1 bilhão, retiradas do escrutínio das ofertas de ações públicas, sejam sintomas de uma bolha econômica prestes a explodir. Outros enxergam isso como avanços na criação de emprego – não somente na altamente tecnológica San Francisco, a casa da Salesforce, e o portal de entrada do Vale do Silício, mas também em qualquer cidade com rápido crescimento, onde a tecnologia é dominante. Com iniciativas como o CASE e a primeira edição da São Paulo Tech Week, estamos tentando trazer este ambiente e esta cultura para São Paulo e para o Brasil.

Em ambos os casos, o glamour dessas feras elegantes está ofuscando o elefante em salas de diretoria dos capitalistas de risco: Ou seja, o grau em que “a nuvem” tem absolutamente e inerentemente ativado esse fenômeno.

É notável que a nuvem tenha se tornado tão rapidamente a principal corrente aceita da atividade empresarial ligada à TI. Há menos de uma década, a computação em nuvem foi recebida com hostilidade por muitas organizações e profissionais de TI –
Um serviço barato que ameaçava a governança, uma praga para os provedores de hardware, uma ameaça destruidora para os empregos de profissionais com alto nível de especialização e altos salários. Recentemente, por volta de 2011, a computação em nuvem era o mote da desconfiança entre os departamentos de TI, que foi retratado em manchetes como “A nuvem vs. TI: seu emprego está em risco?”.

Hoje em dia, a balança das opiniões distintas claramente pendeu para o lado da nuvem, como uma criadora de oportunidades. Como aconteceu com a impressora de tipos móveis (e o que acontece com os escribas da aldeia?), o motor de combustão (os noivos não serão mais conduzidos por charretes?) e até mesmo o computador (milhões de funcionários ficando sem trabalho?) a nuvem está agora mensuravelmente fazendo a economia crescer, ao invés de fazer com que ela diminua. De acordo com um novo estudo da empresa da empresa de análise IDC, que vem acompanhando as mudanças no setor de tecnologia por 50 anos, a nuvem tem um impacto econômico enormemente positivo hoje – e também nos próximos anos.

Como a nuvem cria crescimento econômico

Como a nuvem faz isso? Vamos começar com a microeconomia. De acordo com a IDC, a nuvem liberta departamentos de TI da manutenção de sistemas e das atualizações de rotina, que afligem 71% das empresas pesquisadas recentemente pela IDC. Estas são tarefas que não são diferenciadoras quando feitas perfeitamente, mas que podem ser devastadoras para um negócio quando feita mais ou menos bem. Delegar essas tarefas para a nuvem permite a um departamento de TI interno de uma empresa se concentrar em inovação de alto valor: criando aplicativos de contato direto com o consumidor, novos serviços baseados na nuvem ou mesmo linhas de negócios inteiramente novas construídas com o poder analítico alimentado pela Internet das Coisas.

Os entrevistados para a pesquisa da IDC relataram uma mistura saudável de novos projetos empresariais, impulsionado por um novo excedente de “capacidade de inovação ” emergindo da nuvem. Estes projetos variaram de trabalho voltados para o cliente (como CRM ou gestão de vendas), para melhorias operacionais (tais como gestão de cadeia de demanda ou de fornecimento), para melhorias de produtividade (tais como gestão de RH ou gerenciamento de desempenho corporativo). O valor desta inovação – frequentemente criada pela TI corporativa – não só é notável, mas também eleva a TI da sala do servidor para a sala da diretoria. Para os profissionais que se lembram de quando a ” informatização ” era um ato de inovação, em vez de administração, é bom estar de volta.

O efeito da computação de nuvem na macroeconomia é ainda mais surpreendente. Irradiando para fora da linha da presença alteradora de horizonte de alteração da Salesforce, a IDC prevê que clientes e o ecossistema de milhares de parceiros em torno da Salesforce irão criar mais de 1 milhão de empregos em todo o mundo até o final de 2018; mais 1,5 milhões de postos de trabalho indiretos, como os funcionários que investem dinheiro na economia mais ampla. Nesse mesmo período, a IDC estima que os benefícios de computação em nuvem resultantes para os clientes da Salesforce irão adicionar US$ 272 bilhões no PIB mercados locais, que é um monte de unicórnios – e a Salesforce é apenas uma da crescente gama de nuvens para fazer negócios.

A IDC prevê que os Estados Unidos verão a “parte do leão” desse impacto no PIB – mais de 50% – , devido à sua grande parcela de implementação de nuvem. Tomando uma visão mais ampla, no entanto, essa é uma história de sucesso macroeconômico global, uma vez que 60% da criação de empregos vão acontecer em mercados fora dos Estados Unidos , onde os custos laborais são frequentemente menores. É ainda mais importante reconhecer que enquanto os gastos nuvem pública superaram US$ 50 bilhões em todo o mundo no ano passado, isso ainda representava menos de 3% do total de gastos em TI. Há oportunidade econômica significativa ainda por vir.

Unicórnios chamam a atenção, mas os líderes de negócios inteligentes estão aproveitando o elefante para trazê-los para o futuro. Estamos somente no começo do potencial da nuvem para estimular o crescimento econômico. A inovação que isso vai trazer, para empresas de todos os tamanhos, é limitada apenas pela nossa capacidade de vislumbrar novas experiências para oferecer para o cliente.

*Renato Morsch é Head de Enterprise Sales LATAM na Salesforce

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Maior fusão de duas startups na América Latina: Easy Taxi & Tappsi unem forças

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Easy Taxi e Tappsi anunciaram hoje, na Colômbia, a maior fusão de duas startups na América Latina. Impulsionados pela mesma missão – conectar passageiros e taxistas de uma maneira rápida, prática e segura – as empresas esperam acelerar o crescimento do mercado em uma região que ainda tem muito potencial a ser explorado. Hoje, apenas 15% de todas as corridas de táxi são pedidas pelos aplicativos de taxi.

Estratégia

A fusão é um passo importante para a melhoria da indústria de transporte na América Latina. Com a fusão, as empresas, que agora completam mais de oito milhões de corridas por mês, trabalharão juntas para continuar reformulando o setor e melhorar a experiência de transporte para taxistas e passageiros. No entanto, respeitando a preferência dos usuários, as empresas continuarão a operar independentemente com equipes e negócios separados.

A fusão permite a ambas compartilhar e coordenar as melhores práticas e assim, aprimorar continuamente os níveis de serviço a bordo do táxi. Entre os benefícios estão os treinamentos focados em atendimento ao cliente para proporcionar uma experiência de nível superior e o aprimoramento das iniciativas de segurança em todo o setor.

Gestão

Ao continuar operando como duas marcas separadas, Juan Salcedo permanecerá como CEO da Tappsi, enquanto Dennis Wang continuará liderando a Easy Taxi globalmente.

“Pelos últimos quatro anos, a Easy Taxi tem crescido enormemente de uma startup local pequena para uma empresa que hoje é líder na América Latina. Temos acompanhado de perto o desenvolvimento da Tappsi e estamos muito empolgados com fato de nos unirmos a uma empresa que compartilha os mesmos valores e visões sobre o setor de mobilidade urbana. Juntos, não só consolidaremos a nossa posição na região, mas também, continuaremos explorando o setor enquanto oferecemos a melhor solução de transporte possível aos nossos usuários” afirma Dennis Wang.

“Para o universo colombiano de startups, isso é um marco importantíssimo. Essa fusão da visibilidade do nosso país ao mundo tech. Como colombianos, estamos muito orgulhosos de nos unir a Easy Taxi, uma empresa sólida que traz investimento, conhecimento e experiência global para nosso ecossistema de empreendedorismo” completa Juan Salcedo.

Apps de chamadas de taxi líderes na América Latina

Desde 2012, as empresas forçavam uma a outra a continuar inovando e melhorando as condições do mercado. Ambas gastaram recursos e tempo para superar barreiras e transformar uma indústria.

Hoje, com uma visão compartilhada, Easy Taxi e Tappsi, esperam continuar aumentando o seu marketshare e consolidar a sua posição como o maior player da região.

A base de usuários compartilhada agora superará a barreira de 25 milhões de downloads, enquanto o número de taxistas será de meio milhão. Com o enorme potencial de crescimento do setor, as empresas continuarão recebendo investimentos para aplicar na América Latina e continuar impactando a região e a indústria.

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Startup Kokar arrecada R$ 300 mil Via EqSeed

A startup capixaba Kokar, desenvolvedora de uma solução descomplicada para automação residencial, finalizou sua captação, na qual conseguiu arrecadar R$300 mil reais em investimentos via EqSeed, uma das principais plataformas de equity crowdfunding do Brasil. O sucesso mostra que o mercado de automação residencial no país está em plena expansão e que existe demanda de investidores interessados em aportar em empresas startups.

Segundo Giulliano Siviero, COO da Kokar, o sucesso da campanha prova que a demanda para automação residencial no país está cada vez mais forte e que investidores aguardavam por uma solução realmente inovadora para o setor. “Estamos muito satisfeitos com o resultado da campanha, pois ela valida mais uma vez nosso produto e nos dá condições de alçar voos ainda mais altos”, comemora.

Brian Begnoche, sócio-fundador da EqSeed, concorda com Siviero e afirma que o modelo de equity crowdfunding está funcionando perfeitamente. “Ficamos muito felizes com o sucesso da campanha da Kokar. Tivemos investidores de diversos setores e perfis aplicando valores entre R$1.000 e R$50.000 – com um investimento médio de R$8.000. Estes números são realmente um ótimo resumo da captação possível via equity crowdfunding”, diz.

“A Kokar tem todas as qualidades que procuramos em uma empresa que capta investimento pela plataforma EqSeed: um produto forte, um modelo escalável e grande potencial de crescer nos próximos anos. Mais importante ainda é a equipe que tem um grande nível de profissionalismo, paixão e dedicação”, assinala Greg Kelly, também sócio-fundador da plataforma.

Com esse investimento, a Kokar pretende impulsionar o desenvolvimento da solução, em busca da liderança em automação residencial no Brasil. Para isso, dará prioridade para ampliação da equipe, – de 3 para 9 integrantes – investimento em ações de marketing e infraestrutura para melhorias do produto. “Agora que temos o investimento que precisamos para implementar o nosso modelo de negócios, queremos crescer e ganhar o mercado nacional. Para que isso ocorra, vamos em frente com ainda mais paixão e garra para conquistar esses objetivos” comenta Renan Arantes, CEO e sócio-fundador da Kokar.

De acordo com Kelly, a campanha comprovou que existe uma demanda entre investidores brasileiros para esse tipo de produto financeiro “Muitos que investiram na Kokar ficaram extremamente felizes em saber que podiam finalmente acessar esse tipo de investimento. Vários comentaram que sempre quiseram diversificar suas carteiras com investimento em startups, mas mal sabiam por onde começar. Após ver a estrutura e a segurança fornecidas pela EqSeed, já estão pedindo mais empresas nas quais possam investir. E vamos trazer essas campanhas em 2016, já a partir de janeiro”, afirma.

Ainda não conhece a Kokar?

O sistema da Kokar é formado por um aplicativo e três dispositivos: interruptor Guará, que ativa todo o sistema de iluminação; o módulo Sabiá, que dispara os comandos para dispositivos de áudio, vídeo e condicionadores de ar; e a central OKA, controladora de todo o sistema da casa. A mágica acontece na relação entre a central Oka e o aplicativo, que uma vez configurado, permite ao usuário através da troca de dados atuar sobre o sistema de qualquer lugar com apenas alguns toques.

“Até o momento, quem deseja automatizar sua casa encontra diversas barreiras infra estruturais e financeiras. Nossa solução é ideal para a geração de consumidores que busca interação completa com seus eletroeletrônicos como TVs, plataformas Blu-Ray, home theaters e condicionadores de ar, de maneira fácil e intuitiva através do smartphone ou tablet, de qualquer lugar do mundo e sem necessidade de obras nem grandes investimentos”, assinala Giulliano.

Modelo EqSeed é opção vantajosa para diversificar carteira

Por meio do site www.eqseed.com, o potencial investidor pode descobrir e interagir com micro e pequenas empresas nas quais é possível investir a partir de R$ 1 mil (por empresa). Visando a transparência, a plataforma oferece ao investidor a possibilidade de conferir o plano de negócios e confirmar os dados da empresa, além de contatar diretamente seus sócios. Vale ressaltar que todas as campanhas publicadas passam por um rigoroso sistema de avaliação, bem como um processo de aprovação com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Na prática, as ofertas de investimento na EqSeed tomam forma de uma campanha com uma meta e um prazo fixos, aproveitando-se de um mecanismo de “tudo ou nada”. Isto é, ou a empresa consegue arrecadar o montante total de investimento pedido no prazo, ou não recebe nada.

“O segmento de equity crowdfunding demanda empresas com equipes fortes e focadas, que visam atingir alto crescimento com modelos inovadores”, diz Begnoche. “Existem muitas startups excelentes no país, mas geralmente faltam experiência com captação de investimento. Agora elas podem contar com a EqSeed para realizar o processo” finaliza Kelly.

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iCode cria tecnologia para tradução de cardápios e impressos diretamente na tela de smartphones e tablets.

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O turista que vier ao Brasil nos próximos dias não precisa mais se preocupar em como fará para se comunicar em restaurantes, hotéis, bares e baladas. O motivo: uma tecnologia inovadora desenvolvida pela iCode Brasil, startup brasileira fundada em 2014 com o intuito de oferecer suporte extra aos estrangeiros que vivem ou que frequentam o Brasil durante as férias.

A chegada iminente das Olimpíadas de 2016 movimenta o setor de turismo em todo o território nacional, impulsionando a economia brasileira e gerando inúmeros empregos no setor.

Entre as principais áreas que receberão injeção de investimentos nos próximos meses, destacam-se a de bares, restaurantes e hotelaria, devido ao grande número de turistas que começam a chegar ao Brasil, trazendo Bilhões de Reais para serem consumidos e investidos em nosso País.
No entanto, uma grande dúvida paira sobre a cabeça de muitos empresários: como atender esses turistas em seu próprio idioma e obter ainda mais lucros em um ano de profunda recessão no Brasil?

“Criamos a tecnologia com o objetivo de oferecer aos estabelecimentos uma forma eficaz de atender os muitos turistas que vieram para a Copa do Mundo no ano passado. A proposta foi muito bem aceita e, logo de imediato, conseguimos implantar a iCode em diversos estabelecimentos. Porém, percebemos que em nosso projeto inicial, o cidadão que vive no Brasil, não tinha muito com o que interagir e acabava não se interessando pelo app. E foi a partir disso que iniciamos o processo de criação da nova versão da iCode Cardápios Inteligentes que promete revolucionar a forma como interagir com Turistas e Brasileiros em locais como restaurantes, bares, hotéis e resorts, por meio do Smartphone do próprio usuário. Em um ano de crise como a que vivemos, nossa tecnologia pode ser a solução que faltava para finalizar o ano no azul”, informa Rodolfo Parisi, sócio-fundador e diretor executivo da iCode Brasil.

A tecnologia utilizada pela iCode Brasil ainda é nova no mercado brasileiro. Enquanto boa parte dos desenvolvedores caminha para a criação de Aplicativos, a startup brasileira resolveu unir as melhores qualidade de um app, com todos os recursos da web, criando o primeiro WebApp voltado para atendimento de estabelecimentos comerciais por meio do Smartphone.

Cardápios no Smartphone e Tablets

A solução oferece uma implantação rápida e com baixo investimento (existem planos que vão do 100% gratuito até os mais completos com mensalidade e fornecimento de tablets), bastando ao restaurante, bar, hotel ou resort, optar pelo idioma que deseja ter em seu cardápio virtual para que a iCode Brasil implante a tecnologia criando etiquetas para o cardápio ou displays de mesa, possibilitando ao turista que possa fazer a leitura diretamente de seu aparelho.

O cliente, munido de um Smartphone ou Tablet, só precisa ter um leitor de QR Code (gratuito nas principais Stores de aplicativos) instalado em seu aparelho para que consiga ler a informação e ser automaticamente migrado para o cardápio escolhido, conseguindo compreender a informação de forma clara e em qualquer idioma.

“O legal da nossa plataforma e o grande diferencial, é que conseguimos manter exatamente o mesmo layout do cardápio impresso em nosso modelo virtual, garantindo que o estabelecimento mantenha sua linha de comunicação com o cliente sem qualquer ruído”, sentencia Parisi.

O sistema ainda oferece uma série de interações com o usuário final que tornam a iCode uma ferramenta poderosa também para empresas que desejam estar na mão do cliente no momento de consumo.

Pelo lado do usuário, ele poderá, por meio de um breve cadastro via Facebook ou E-Mail, acessar todas as informações sobre o local, endereço, horário de atendimento, traçar rotas via Google Maps, realizar pesquisa sobre os restaurantes cadastrados na plataforma, acessar as principais promoções e pratos do dia dos estabelecimentos, além de permitir a avaliação do local e realização de pré-reservas. Isso sem falar nos menus traduzidos em qualquer idioma que garantem com que qualquer estrangeiro se sinta em casa!

“Sem dúvida é uma ferramenta que poderá trazer muito retorno para os proprietários de estabelecimentos que recebem turistas e estrangeiros. Não há mais aquele risco de não entender o que o cliente pede ao garçom deixando ambos constrangidos. Com um simples toque no Smartphone o cliente pode saber todos os itens do cardápio, infos sobre o local, promoções e, até mesmo, agendar uma pré-reserva”, complementa Matias Tino, sócio-fundador e diretor de criação da iCode Brasil.

A iCode Brasil começou suas operações em 2014 e está presente em mais de 100 estabelecimentos nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Alagoas, Cuiabá, Manaus, Rio Grande do Norte, entre outros e pretende chegar em mais de 1000 estabelecimentos até o início das Olimpíadas.
Os planos para implantação da tecnologia variam entre R$ 19,90 por mês até R$399,99, tendo ainda um plano totalmente gratuito. A plataforma suporta quantos idiomas o varejista quiser.

“Acreditamos que a iCode tem potencial para estar presente em todos os restaurantes, bares, hotéis e resorts. O verão brasileiro traz uma quantidade enorme de estrangeiros e os loacis ainda não estão preparados para isso. Sem dúvida, com nossa ferramenta, eles se sentirão muito mais confortáveis. Além disso, há ainda a possibilidade de interação com o sistema e muitas outras funcionalidades”, conclui Guilherme Delphino, diretor de tecnologia da iCode Brasil.

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Aplicativo que permite solicitar crédito online faz sucesso entre consumidores

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O EasyCrédito, um aplicativo que permite ao usuário solicitar crédito através do Smartphone tem chamado a atenção de consumidores e instituições que permitem financiar seus produtos ou serviços. Em pouco tempo a empresa goiana ganhou espaço no mercado nacional de “fintech”, termo utilizado para empresas que criam produtos inovadores, aliando finanças e tecnologia.

O consumidor realiza sua solicitação através do smartphone e seu perfil passa por uma análise de crédito on-line, estando de acordo com as condições exigidas pela empresa, o crédito é aprovado na hora, e se a loja selecionada não estiver disponível, é possível visualizar outras marcas que oferecem crédito.

Segundo Marcos Ramos CEO da startup, o objetivo é desburocratizar o acesso ao crédito no Brasil, trazendo ao consumidor a comodidade de adquirir produtos e serviços sem perda de tempo, burocracia e constrangimento.

Criada em Abril de 2015 , a startup que começou em Goiânia, ultrapassou a marca de mais de R$ 2.000.000,00 em crédito aprovados e mais de 3.000 consumidores já testaram a solução. A tecnologia está disponível para smartphones com sistema operacional Android e IOS, o objetivo para 2016 é atingir todo mercando nacional.

Website: http://easycredito.me/

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Start Me Up capta R$ 300 mil reais em sua primeira oferta por meio do Equity Crowdfunding

Em apenas 19 dias, a startup atingiu a meta de captação. Em época de crise, a plataforma oferece um novo mercado de investimentos baseado em pequenos aportes, a partir de R$ 100, que visam impulsionar projetos inovadores, mesmo fora dos grandes centros Rio-São Paulo

A Start Me Up, primeira plataforma de investimento colaborativo no Brasil, conseguiu atingir em poucos dias a meta de captação de sua primeira oferta, prevista para ser encerrada em 90 dias. Foram 36 investidores que, em conjunto, aplicaram R$ 300 mil. O capital levantado será revertido para desenvolvimento de um novo ambiente de investimentos para suportar novas captações, aperfeiçoar processos internos da plataforma, além da contratação de novos colaboradores.

Para Fábio Silva, sócio fundador da Start Me Up, a crise financeira demandou a criação de um novo modelo de negócio, onde qualquer empreendedor interessado em projetos rentáveis pode investir, com um valor mínimo, em empresas com potencial de crescimento. Além disso, o equity crowdfunding é também uma alternativa de investimento para quem fica distante dos grandes centros Rio-São Paulo. Para se ter uma ideia, investidores localizados em Recife, Maceió, Salvador e Rio Branco aportaram recursos pela internet na primeira oferta da startup.

“Em um momento econômico de incertezas, o novo modelo é uma boa oportunidade de investimento devido à velocidade e valor agregado. Qualquer pessoa, em qualquer local do Brasil, pode apoiar um negócio inovador e ainda ter o direito de participar nos resultados financeiros da empresa, podendo, ao final, converter seu investimento em participação societária”, diz Fábio.

Nos 19 dias de captação em que a oferta esteve disponível, a Start Me Up recebeu investimentos diversos, entre R$ 100 e R$ 60 mil, tornando o Equity Crowdfunding uma alternativa viável para a captação recursos, mesmo na crise financeira, pois representa um menor custo de aquisição de capital, além de ser um bom momento para inovar e sair do tradicional. “Para o Brasil, o grande ganho é a real democratização do mercado de investimento em pequenas empresas”, explica.

Outras ofertas de investimento em projetos inovadores via Equity Crowdfunding estarão disponíveis no portal da Start Me Up já em janeiro de 2016. Entre elas, a captação de recursos para uma plataforma de intermediação de moto fretes capaz de conectar empresas/pessoas e transportadores, uma micro cervejaria de marcas premiadas, uma franquia online de reparos em aparelhos eletrônicos portáteis e um espaço de coworking e co-criação.

“Acreditamos que empreendedores de alto impacto devem ter alternativas fáceis e viáveis para a captação de recurso para o seu negócio, sem que para tanto tenha que recorrer a um empréstimo bancário a juros altíssimos. Por isso trabalhamos para o desenvolvimento de um novo mercado, o do investimento colaborativo de multidão, em que empresas inovadoras passam a obter recursos financeiros provenientes de um grupo indistinto de investidores, sejam estes amigos, conhecidos, profissionais do mesmo mercado, fundos de investimento, ou ainda pessoas que simplesmente acreditam no potencial de crescimento destas empresas, todas reunidas em uma única oferta, além de poder rentabilizar o investimento”, finaliza Fábio.

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As startups que se destacam em meio à crise

Em meio a uma grave recessão econômica que, ao que tudo indica, deve permanecer em 2016, o Brasil parece hoje um país arisco à inovação, e a novos investimentos. Felizmente, no entanto, esta é uma realidade distante do mercado de tecnologia, no qual o contínuo crescimento da base de usuários de internet, do consumo online e do número de aportes financeiros vêm impulsionando cada vez mais o desempenho de startups promissoras.

Na visão de Anderson Thees, sócio do fundo brasileiro de capital de risco Redpoint eventures, este é um movimento que deve se manter. “O Brasil possui hoje somente metade de sua população conectada à Internet. Ao mesmo tempo em que essas pessoas vão consumir cada vez mais utilizando as ferramentas digitais, a outra metade dos brasileiros irá, gradualmente, acessar a rede nos próximos anos”, explica. Thees lembra que o e-commerce e os serviços via web vêm crescendo cerca de 20% ao ano e que o Brasil já é hoje o quinto maior mercado de internet móvel no mundo.

Desde 2010, a América Latina como um todo presenciou um aumento de 800% no montante de investimentos de venture capital (capital de risco) em startups, totalizando hoje cerca de US$ 650 milhões. Somente neste ano, no Brasil, os investimentos já superaram a marca de US$ 150 milhões, um número ainda mais expressivo se levada em consideração a grande valorização cambial em 2015.

Tamanho resultado vem impulsionando o crescimento das empresas em estágio inicial. Um bom exemplo é a Viajanet. A empresa focada na venda on-line de passagens aumentou seu faturamento em 40% em relação a 2014. Este aumento foi possível graças ao crescimento da procura por passagens internacionais, resultado de várias promoções das empresas aéreas.

“Mesmo com o aumento do dólar, o preço médio em reais ficou cerca de 30% mais barato em alguns trechos para os Estados Unidos, gerando demanda em plena crise. Chegamos a mais que dobrar nossa venda de passagens aéreas internacionais”, diz Alex Todres, um dos fundadores da Viajanet.

Situação parecida ocorre com a Minuto Seguros. A corretora especializada na venda de seguros pela internet vem aproveitando a grande procura de apólices para carros usados, que bate recordes mensais consecutivos. A empresa explora um mercado que ainda tem muito a oferecer. De acordo com o órgão regulador SUSEP e estatísticas da Fenabrave e Anfavea, no Brasil só 15 milhões de veículos, do total de 45 milhões, são segurados.

“Do lançamento do site, em dezembro de 2011, até hoje, a empresa vem dobrando de tamanho a cada ano. Esperamos chegar ao fim de 2016 com mais 100 pessoas na operação, além dos 300 que temos atualmente”, diz o CEO da empresa, Marcelo Blay. A meta para 2015 é ampliar o volume de vendas em 100%.

Mas, talvez, o caso mais emblemático da pujança deste mercado seja o da PSafe. De 2014 para 2015, a companhia praticamente dobrou o número de downloads de seu aplicativo PSafe Total Android, atingindo a marca de 52 milhões de apps baixados. Neste período, a empresa atingiu ainda o valor de mercado de R$ 1 bilhão, sendo a primeira empresa de mobile app da América Latina a bater tal cifra. Em breve, a expansão também será geográfica, com a abertura de um escritório no México.

“Para a PSafe, internet rápida e segura é um bem público, similar à água potável e à energia, e direito do cidadão. Por isso, estamos desenvolvendo um projeto que envolve a instalação de redes seguras e gratuitas de Wi-Fi em estabelecimentos e transportes habilitados, chamado SafeWifi. Atualmente, a iniciativa já está disponível em mais de 500 bares e restaurantes de São Paulo e em fase piloto em 250 táxis na capital paulista. A expectativa é ampliar o escopo do projeto para o Rio de Janeiro e para outras capitais brasileiras em 2016”, conta Marco DeMello, CEO da PSafe.

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Dassault Systèmes lança Laboratório de Inovação e Programa de Aceleração de Startups

A Dassault Systèmes, a empresa 3DEXPERIENCE, líder mundial em software de projeto 3D, 3D Digital Mock Up and Product Lifecycle Management (PLM), anuncia o lançamento do 3DEXPERIENCE Lab – Laboratório Aberto de Inovação e Programa Acelerador de Startups, com o objetivo de fortalecer ainda mais projetos de vanguarda de transformação da sociedade.

Com o 3DEXPERIENCE Lab, a Dassault Systèmes ajudará startups selecionadas que desenvolvem produtos para a melhoria da vida de pessoas, cidades, estilos de vida, concepções de ideias, Internet das Coisas e movimentos de fabricação digital. No período de um a dois anos, as startups selecionadas terão acesso à plataforma 3DEXPERIENCE da Dassault Systèmes, habilidades técnicas e tutoria para criar experiências digitais que otimizem e validem seus produtos e processos. O acesso será ao mesmo conteúdo, tecnologia, aplicações e experiências que têm transformado o design, a engenharia e a fabricação da maioria dos produtos já utilizados pela sociedade. Além disso, a presença mundial da Dassault Systèmes ajudará a acelerar os lançamentos de produtos e a participação internacional de startups.

Com o 3DEXPERIENCE Lab, a Dassault Systèmes reforça o conceito de empresa social e utiliza os quase 35 anos de experiência em tecnologias virtuais para modelar uma nova estrutura de inovação aberta para um mundo mais sustentável. O 3DEXPERIENCE Lab envolve inteligência coletiva com uma abordagem de colaboração recíproca para promover empreendedorismo, dar vida a novas experiências e fortalecer o futuro da criação da sociedade.

“Muitos empreendedores promissores estão observando o mundo com um novo olhar, embora sejam forçados a inovar sozinhos, sem os benefícios de uma rede maior para criar, desafiar, consolidar e validar suas ideias. A inovação está no centro dos esforços da Dassault Systèmes. Acreditamos nas capacidades poderosas da plataforma 3DEXPERIENCE para ajudar inovadores a criar experiências de vanguarda que possam impactar a sociedade positivamente. O 3DEXPERIENCE Lab garante maior alinhamento com o nosso propósito de economia colaborativa ao oferecer novos meios de contribuir com projetos pioneiros, revelando talentos, criando novos espaços para interação e promovendo uma cultura coorporativa aberta e criativa”, afirma Bernard Charlès, Presidente Executivo da Dassault Systèmes.

O 3DEXPERIENCE Lab foi lançado em paralelo com a Fundação Dassault Systèmes, criada para apoiar projetos inovadores e transformadores de educação, pesquisa e conhecimento científico em instituições acadêmicas, institutos de pesquisa, museus, associações, centros culturais e outras organizações de interesse geral por meio da União Europeia.
Para maiores informações sobre o 3DEXPERIENCE Lab da Dassault Systèmes, acesse o site www.3DEXPERIENCELab.3ds.com.

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TOTVS Ventures investe no Brasil Aceleradora de StartUps Fundo de Investimentos em Participações

A TOTVS Ventures, unidade de Corporate Venture Capital da TOTVS, vai investir no Brasil Aceleradora de Startups Fundo de Investimentos em Participações (FIP), com o objetivo de apoiar o ecossistema brasileiro de empreendedorismo e fomentar a inovação no País. O valor do investimento realizado pela TOTVS Ventures não é divulgado. O fundo já conta com nomes de peso em gestão, com a MSW Capital como gestor, a Microsoft na consultoria técnica e BRZ Investimentos na consultoria de governança e estratégia.

Em pouco mais de um ano de operação, o grupo já criou a Acelera Partners, rede integrada de pós-aceleração de startups que realiza rodadas de seed investment, e investiu na Aceleratech, melhor aceleradora da América Latina pelo LatAM Founders Award, resultando até agora numa participação em mais de 40 startups brasileiras.

A sinergia identificada pela TOTVS entre o propósito do fundo e o da TOTVS Ventures, de fomentar a inovação, a criação e o desenvolvimento de startups no Brasil, motivaram a aposta na iniciativa. “Em pouco mais de um ano, o fundo realizou investimentos de impacto e ações importantes para o setor brasileiro de tecnologia. Com o nosso aporte, esperamos contribuir ainda mais para o desenvolvimento de inovações disruptivas e novas empresas do setor no país”, afirma Marcelo Cosentino, Chief International Sales and Relationship Officer da TOTVS.

O objetivo do FIP “Brasil Aceleradora de Startups” é, além de desenvolver um ambiente de empreendedorismo e inovação no Brasil, incentivar os empreendedores a apostarem em suas ideias e impulsionar a cultura de investimento em startups e da criação de fundos de capital semente no país. “A chegada da TOTVS Ventures dará ainda mais força para a iniciativa”, complementa o executivo.

Além do investimento, as startups selecionadas pelo FIP contam ainda com uma rede de parceiros que contribuirão com o seu desenvolvimento em diversas frentes: mentoria em áreas estratégicas, apoio operacional e tecnológico, espaço físico, business networking e apoio financeiro. Geralmente, cada uma já possui um negócio estruturado, com clientes e faturamento, mas ainda são empresas frágeis que necessitam de parceiros ativos para impulsionar a evolução dos seus empreendedores em empresários. Essa ênfase, somada a oportunidade de interagir com as empresas globais que compõe o grupo de investidores no FIP, garante as condições para o desenvolvimento de startups brasileiras com padrão e competitividade global.

Sobre a TOTVS Ventures

A TOTVS Ventures, unidade de Corporate Venture Capital da TOTVS, tem por objetivo realizar investimento em startups, reforçando a estratégia de inovação da TOTVS e fomentando o ecossistema de empreendedorismo em tecnologia dentro e fora do Brasil. A TOTVS Ventures iniciou suas operações em janeiro de 2013 e realizou investimentos no Brasil e EUA.

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