Page

Category startup

Mondelez Brasil acelera inovações em co-criação com startups e plataformas digitais

view.aspx

A Mondelez International, detentora de marcas como Lacta, Trident e Oreo, realiza a segunda edição do programa Digital Accelerator, que busca startups e parceiros digitais para empreender de maneira colaborativa a fim de acelerar a transformação da maneira como a companhia conecta suas marcas aos consumidores, além de potencializar a cultura de criatividade nos times de marketing e no ecossistema de trabalho.

O evento de lançamento, que ocorreu no último dia 13 e já iniciou tirando todos os participantes de suas zonas de conforto, aconteceu na Wayra – parceira do programa e onde algumas das startups mais criativas do Brasil foram aceleradas. Durante todo o dia, eles tiveram contato com os parceiros digitais e foram provocados a pensar diferente.

A companhia acredita na inovação como motor de crescimento e desenvolvimento de seus talentos. Por essa razão, o objetivo do programa é encorajar os times de marketing da Mondelez Brasil a pensarem fora do lugar comum, a se arriscarem sem medo e a aprenderem fazendo. Os projetos devem ser baseados em plataformas mobile, focados em elevar a relação entre os consumidores e as marcas a um novo patamar no universo digital, além de ter potencial para serem escalados para a América Latina.

Primeiro encontro do Digital Accelerator 2016, na Wayra Brasil

“O Digital Accelerator é uma grande oportunidade que nós desenvolvemos para acelerar a inovação na Mondelez International e transformar a forma como nos conectamos com as pessoas. Queremos criar o futuro mobile, hoje. As indústrias de tecnologia e de mídia digital são algumas das mais inovadoras do mercado, especialmente no que se refere a experiência e engajamento do consumidor, e têm alguns dos talentos mais criativos do mundo. Nossa empresa também tem alguns dos melhores talentos da área de marketing, e por isso queremos colocá-los para trabalhar juntos, para incentivar dentro da companhia uma cultura de criatividade empreendedora”, afirma Maria Mujica, diretora de marketing e comunicação da Mondelez International Latinoamerica.

A Seleção

Em parceria com empresas que têm o digital em seu DNA, a Mondelez International desenvolverá projetos que acelerem de forma exponencial o crescimento de suas marcas neste universo. No Brasil, os projetos serão escolhidos após um processo seletivo que começou no último dia 13, no qual as empresas candidatas – Tinder, Buzzfeed, Waze, Spotify, Vice, Vevo, Izit, InLocoMedia, Twitch, Aquto, EA Games, Heatmape e Spumenews – apresentaram as suas capacidades e conheceram os desafios de cada uma das marcas da companhia. A partir daí, cada marca escolherá um parceiro para trabalhar e, juntas, farão a co-criação de um projeto. As três propostas selecionadas receberão o investimento de US$ 30 mil cada uma para sua implementação.

“Estamos mudando a nossa forma de investir em mídia. Entendemos que o ambiente digital é onde o nosso consumidor mais a consome, então é lá que precisamos estar. Também sabemos que o retorno sobre investimento em digital é o dobro se comparado com a mídia tradicional, por esse motivo, até 2018, 30% do total do investimento em mídia, será em digital”, reitera Mujica.

Mais informações a respeito do Digital Accelerator estão disponíveis no site http://www.digitalaccelerator-mdlz.com/

Tags, , , ,

Os 10 motivos que levam os jovens a optar por trabalhar numa startup

Geralmente a vida em uma startup está associada a certos conceitos tais como: “horários flexíveis”, “uma mesa de ping-pong” ou “um escritório mais despojado“, aspectos que não refletem ou representam o que realmente ocorre em tais empresas, na realidade, nem se aproximam do espírito que se respira quando se inicia um empreendimento deste estilo.

Como não existe uma definição única de startup, pode-se considerá-la como uma companhia com um alto potencial de crescimento a um ritmo muito acelerado e que, além disso, sustenta uma missão ambiciosa tentando resolver algum tipo de problema ou necessidade de uma grande quantidade de pessoas ou organizações.

Companhias como Nuvem shop, Cinemad ou Brownie do Luiz se aplicam a esta definição. Cada uma delas tem uma missão ambiciosa junto com objetivos agressivos, ano após ano, e para alcança-los, requerem um dinamismo especial de trabalho. Por outro lado, há exemplos de empresas que já transcorreram esta definição de startup e que hoje são grandes companhias como é o caso do Mercado Livre, Google, Facebook, entre outras empresas.

O fenômeno das companhias modernas traz consigo uma quebra de paradigma ligada a diversos aspectos tradicionais do ambiente de trabalho. Por exemplo, em que o Google contribuiu neste sentido? São mundialmente conhecidas as mudanças inovadoras que foram geradas em seuambiente de trabalho: horários flexíveis, ambientes que estimulam a imaginação, refeitórios livres, escritórios dinâmicos e muito mais. Representam, além disso, um modelo de negócio de êxito e lideram no quesito inovação.

Então, qual é a motivação para ingressar em uma startup? Por quê os jovens se atraem pelo desafio de fazer parte delas?

Para esta pergunta, há resposta. Segundo, Randstad Award, os jovens se preocupam mais em ter um bom treinamento, com o conteúdo do trabalho que realizam, e com a oportunidade de crescimento profissional. Portanto, todas as organizações que busquem ser uma marca forte voltada para esta geração deverão trabalhar desta maneira para chamar sua atenção e atraí-los.

Os motivos pelos quais um jovem decide integrar uma startup poderiam ser resumidos em 10 itens:

1. Adeus à rotina: ingressar no mundo startup envolve mudar de atividades ao longo do dia, ser parte de trocas constantes na organização das equipes de trabalho, ter que provar, errar e melhorar constantemente, tendo a sensação de que a casa está fora de ordem ou feita caos. Uma startup necessita de agilidade para tomar novos rumos constantemente; caso contrário, morre na praia.

2. Crescimento profissional: em uma startup não é possível falar em um limite em relação ao plano de carreira, evolução e desafio pessoal. O aprendizado é contínuo, se baseia no ato de fazer, e a realidade com constantes mudanças faz com que os desafios se renovem a cada passo. Definitivamente, não há limites para o crescimento, tudo depende das próprias ações, resultados e expectativas.

3. Horários fixos? Em uma startup desaparece a noção de “cumprir” um horário. Os prazos de trabalho, por exemplo, têm uma ordem, mas estão ligados à atitude e as capacidades. Dentro de uma startup todos fazem sua parte; cada dia conta e pode fazer a diferença entre o êxito e o fracasso.

4. O dinheiro não é tudo: obviamente a aspiração por um salário competitivo existe mas fica em segundo plano no rol das prioridades dentro de uma startup.

5. Perks (benefícios): A dinâmica de trabalho permite oferecer certas vantagens muito valorizadas neste meio, como horários flexíveis, a possibilidade de trabalhar em “home office” ou um escritório com um ambiente mais despojado. As corporações, por sua vez, oferecem outro tipo de benefícios.

6. Gerar um impacto real: uma startup nasce com a ideia de sanar um problema ou necessidade que muitas pessoas ou organizações têm. Esta acaba por ser a missão da companhia.

7. Nome próprio: ao fazer parte de uma equipe pequena, de menos de 100 pessoas, o que cada um faz ou deixa de fazer pode realmente fazer a diferença. Portanto, todos têm nome e sobrenome e um certo protagonismo a desenvolver.

8. Empreender dentro de uma startup: muitos dos que se juntam a uma startup o fazem porque querem empreender algum dia ou inclusive já fizeram. A realidade é que se juntar a uma startup já é empreender. Todas as companhias têm recursos limitados para executar e alcançar seus objetivos, mas em uma startup tal limitação é particularmente mais notória e por isso deve-se pensar em ideias bem inovadoras e diferentes

9. União em equipes: em uma startup se respira um ar de compromisso e entusiasmo. Por se tratar de equipes menores, a união e a coesão se dão naturalmente. Se trabalha em um ambiente de superação continua que envolve uma entrega de 110%. E, através desta dinâmica, todos ensinam a todos.

10. Formar uma cultura: a cultura de trabalho é formada em equipe de maneira horizontal. Não resulta de uma estrutura vertical, onde as ações e costumes da equipe vêm especialmente dos integrantes de hierarquias superiores e dão um rumo ao estilo de trabalho e aos valores da empresa.

Tags, , , , , , ,

Competição seleciona startups para incubação na França

Brasileiros podem se inscrever na segunda temporada do FRENCH TECH TICKET. Equipes vencedoras serão hospedadas na França para desenvolver seus projetos.

Startups brasileiras já podem se inscrever na 2ª temporada do French Tech Ticket, uma competição global aberta para empreendedores com startups em fase de criação ou crescimento, e concorrer a € 45,000 em financiamento. Após uma 1ª temporada bem-sucedida, com 23 equipes de startups de 23 países alocadas em Paris, a 2ª temporada da competição está mais ambiciosa: serão 70 equipes vencedoras em todo o mundo, hospedadas por mais de 40 incubadoras de alto renome por toda a França a partir de janeiro de 2017.

Todo segmento é elegível ao prêmio e os times de startups devem ser compostos por grupos de 2 a 3 pessoas. Os membros devem possuir fluência em inglês, pois o programa será realizado inteiramente no idioma. Além desses requisitos, as equipes vencedoras devem estar preparadas para se mudar para a França em janeiro de 2017 e dedicar 100% de seu tempo ao desenvolvimento do projeto pelo período de um ano.

Os interessados devem se inscrever até o dia 24 de agosto no site www.frenchtechticket.com. As startups ganhadoras serão anunciadas ainda em dezembro deste ano.

Tags,

Bayer recruta startups para iniciativa em parceria com a Câmara Brasil-Alemanha

Você quer que a sua startup cresça e apareça? A Bayer vai te ajudar nesta empreitada. A multinacional alemã, com foco de atuação em Ciências da Vida, busca startups que possuam soluções para as áreas de agricultura ou saúde (humana e animal) para integrar o projeto Startups Connected, em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha. As inscrições podem ser feitas até 15 de julho.

A iniciativa faz parte do programa AHK Startups Accelerator, que visa dar apoio às startups com o objetivo de promover o crescimento e gerar oportunidades de negócio entre elas e às empresas patrocinadoras da iniciativa. A proposta é fomentar o crescimento de soluções digitais inovadoras que já estejam disponíveis no mercado. O programa tem a duração de 3 meses.

“Essa é uma iniciativa orientada às startups brasileiras, em um país que se desponta como um celeiro global de empreendedorismo. Para se inscrever na categoria Ciências da Vida, representada pela Bayer nesse programa, as startups precisam apresentar uma solução inovadora para as áreas de agricultura ou saúde humana e animal. Buscamos projetos digitais que reforcem nossa cultura de inovação e nossa missão de fazer ciência para uma vida melhor, e para isso o principal critério de escolha será o potencial de impacto que a solução apresenta para a sociedade e/ou no seu respectivo mercado de atuação”, ressalta Camila Navarro, IT Digital & Innovation Manager da Bayer.

A partir da participação no programa de aceleração, as startups terão acesso a benefícios como: possibilidade de ser vinculada a desafios das empresas patrocinadoras; revisão do modelo de negócio; criação de um plano de ação e contato com as empresas patrocinadoras. Confira mais informações no regulamento: http://www.startupsconnected.com/#!regulamento/vha40

Como participar?

A startup precisa estar qualificada entre as três finalistas em uma das categorias do Prêmio Brasil-Alemanha de Inovação, e também integrar o processo de diagnóstico, visto que será usado como base para escolha das startups que participarão do programa de aceleração.

Para participar, a startup precisa escolher uma categoria, preencher o formulário e acompanhar o cadastro – http://www.fundacity.com/cmara-brasil-alemanha/apply/921

• Mobilidade
• Ciências da Vida
• Cultura
• Digitalização
• Cidades do Futuro

Datas e prazos:

Prêmio Brasil-Alemanha de Inovação:

• Prazo de inscrição: até 15 de julho;
• Processo de avaliação: 18 de julho a 2 de setembro;
• Premiação: 29 de setembro em São Paulo/SP.

Programa AHK Startups Accelerator:

• Diagnóstico: 30 de setembro;
• Aceleração: 17 de outubro de 2016 a 17 de janeiro de 2017;
• Apresentação dos resultados: 1 de fevereiro.

Tags, , , , , , , ,

Especialista dá dicas de como fazer uma campanha de crowdfunding bem sucedida

O crowdfunding (que em tradução livre seria “fomento da multidão), transformou-se em um movimento com dimensões exponenciais. No Brasil, o sucesso se refletiu nos sites de compras coletivas, os quais, ultrapassaram a casa dos milhares em menos de seis meses de existência.

Com isso, o crowdfunding se tornou atrativo e uma chance para realizar um sonho, ajudar as pessoas, concretizar projetos ou lançar produtos. Pessoas ou empresas podem obter o sucesso esperado através desta alternativa, cada vez mais viável e aceita. Entretanto, há uma pergunta que muitos ainda fazem. Por onde começar? Como organizar uma campanha?

Vinicius Maximiliano, autor do livro “Dinheiro na Multidão” – Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional explica que uma característica comum a projetos bem sucedidos é a simplicidade com que a ideia do projeto é transmitida. Contudo, simplicidade não se confunde com amadorismo. “Ser simples, significa dizer claramente o que se pretende, quem vai fazer, como e quando. Por isso abuse da criatividade, pois as pessoas quando analisam um projeto, buscam aquilo que elas gostariam de fazer por si mesmas, mas o farão através da janela do seu projeto. Então seja simples, porém ousado”, aconselha.

O autor explica que não se pode esquecer que o financiamento coletivo de um projeto é um negócio. Mesmo quando se trata de questões filantrópicas, o que se propõe a ser feito é uma gestão profissional de fundos para uma causa em si. “Portanto, é fundamental incluir no orçamento assessoria especializada para essa estruturação. Em um projeto de tudo ou nada, economizar nisso pode ser definitivamente negativo. Inclua esses custos no projeto e estruture-o de forma profissional. Afinal, você está fazendo uma “oferta” que outros validarão e colocarão algum dinheiro nela.

Vinicius aconselha que quanto mais transparente o idealizador da campanha for, mais confiança terão no projeto. “Muitos sites já oferecem essa assessoria de lançamento e criação. Além disso, procure um advogado e um contador. Números e leis (mesmo as que ainda não existem!) fazem a diferença em um pais como o Brasil. Pode ser que você nem saiba, mas que exista algum benefício fiscal para quem doar fundos a um tipo específico de projeto, o que aumenta as chances de sucesso”, afirma o especialista.

As pessoas estão cansadas de conviverem com “inatingíveis”. Financiadores de projetos coletivos buscam proximidade, facilidade de contato e possibilidade de opiniões. Ninguém quer um cara ou uma moça que sequer conseguem identificar ou que nunca responde e-mails de elogio ou crítica. “O conceito de coletivo, ainda mais no Brasil, onde somos naturalmente mais sociáveis, assume contornos quase que pessoais. Portanto, esteja preparado para interagir, e muito com seus financiadores”, aponta Vinicius.

Credibilidade é tudo no mundo virtual. Em financiamento coletivo então, é 100% essencial escolher bem. “Diga-me sua plataforma e lhe darei ou não um like!”. Bem por ai. Afinal, sites ou plataformas que não possuem o público alvo ideal para o seu projeto, simplesmente poderão frustrar suas expectativas”, destaca o autor do livro. Para isso é necessária pesquisar, conversar com os sites, com as plataformas, fazer levantamentos, verificar a credibilidade social da plataforma. “Se o site é um veículo praticamente obrigatório, então tem que sempre buscar o melhor modelo e o mais atualizado! ”, defende.

Algumas campanhas são bem longas, chegam a durar 60 dias. Haja material e motivação para todo esse tempo. Imagine o financiador que fez a doação no primeiro dia, todo empolgado com seu projeto. Ao final de 55 dias, por exemplo, ele muitas vezes nem vai lembrar que ajudou. A fatura do cartão de credito já vai ter sido paga 30 dias antes. Assim, é preciso usar a criatividade e manter seu público ativo, envolvido. As pessoas querem saber o que está acontecendo, a evolução, números alcançados. Se a campanha não estiver indo tão bem, o ideal é pedir ajuda. “Conclame as pessoas a se movimentarem para alcançar o objetivo. Faça novos vídeos, mostre números, resultados, produtos em andamento. Enfim, apareça, mesmo durante a campanha! Quem só dá as caras no lançamento, dificilmente vai terminar com o total financiado”, alerta.

Ter um cronograma claro, estruturado e organizado de todo o desenvolvimento do projeto é importante. Afinal, quem financia, quer acreditar que tudo será feito da forma como foi proposto. Uma dica é aplicar algumas regras e conceitos e Project Manager (voltamos a figura da assessoria) para mostrar ao público que existe uma linha de ação para cada passo do projeto. E isso nada tem a ver com o tamanho da arrecadação. Tem relação direta com profissionalismo no trato com o dinheiro de terceiros e que confiam em você.

Caso o projeto tenha como foco um novo produto, maravilha! Mas é preciso ter algo para mostrar. “Quem vem para a rede buscando vender somente uma ideia, pode se queimar no mercado brasileiro. Nossa cultura é bem diferente da norte americana ou inglesa, onde as pessoas são educadas desde cedo para um conceito de “risco de investimento” em ideias. Aqui, somos naturalmente conservadores, desconfiados e céticos. Existe todo um pano de fundo econômico por trás disso, mas o importante é perceber que, se o seu financiador não perceber algo “palpável” ele vai pensar muito mais para financiar seu projeto do que se você tivesse pelo menos um protótipo, por mais amador que seja”, aponta.

Querendo ou não, crowdfunding e financiamento coletivo é um novo e bonito nome para falarmos de investimento. Afinal, as pessoas se identificam com a causa ou projeto, e entregam o dinheiro para que o idealizador possa utilizá-lo. “ Agradeça, se possível diretamente, a cada doador. Não estou falando do e-mail automático dos sites. Estou falando de algo pessoal, único, diferente. As pessoas estão cofiando em você, não interessa quanto doaram ou qual o tamanho do seu projeto. E confiança não se compra, se adquire e se agradece! ”, destaca Vinicius.

Um erro comum é vermos projetos desenhados e estruturados para os “conhecidos” – amigos, familiares, parentes, colegas de trabalho – ou seja, aquelas pessoas que tendem a nos apoiar independente da solidez da ideia. É natural. “Por isso, os projetos têm de ser sempre desenhados “para fora”, ou seja, para pessoas que nunca viram você na vida, não sabem nada sobre você e que terão que acreditar e confiar no que está falando em um vídeo de três minutos. Portanto, crie projetos para fora, nunca para dentro. Salvo se sua família e amigos, sozinhos, conseguirem financiar tudo… ai é bem diferente! ”, orienta o especialista.

Vinicius acredita que toda forma de ganhar dinheiro e atuar na sociedade é válida. Porém, há algumas pessoas com muita gana nos valores a serem arrecadados. “O projeto e a arrecadação têm que ser suficientes para sua realização, não para tornar seu criador rico ou pagar as contas atrasadas dele. O cuidado precisa ser ainda maior quando falamos de campanhas parciais, ou seja, aquelas em que o idealizador, mesmo que não atinja o total pleiteado, ele vai levar as doações com ele. Se for esse o seu caso, não esqueça que um projeto com custos mal equacionados pode simplesmente ser inviável se não atingir a meta de financiamento… e todos os que apostaram na ideia podem ficar muito decepcionados com sua postura caso não entregue o prometido, com muito menos dinheiro”, conclui.

Tags, , ,

Quando uma startup cresce: o novo momento do VivaReal

O VivaReal, plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel, teve uma mudança no seu time executivo. Brian Requarth, co-fundador e CEO da empresa, deixou o cargo para se dedicar a função de Presidente do Conselho do VivaReal. Lucas Vargas, ex-Executivo-Chefe de Operações, assumiu o cargo de CEO da empresa. Na nova função, Brian vai cuidar da gestão do quadro de investidores, da definição da estratégia e manterá o relacionamento com clientes e parceiros. No papel de CEO, Lucas acompanhará e orientará a execução da estratégia do VivaReal. No dia a dia cuidará das diversas áreas do negócio, dando instruções nas questões táticas para garantir o crescimento contínuo da empresa.

Com trajetória empreendedora, Brian fundou o VivaReal no Brasil em 2009. Enquanto CEO, Requarth viu o faturamento mais que dobrar a cada ano e captou mais de $70 milhões de dólares em rodadas de aportes financeiro. Em pouco tempo, o VivaReal tornou-se líder no segmento que atua, ajudando as pessoas a encontrar a casa dos sonhos e ultrapassando concorrentes que estavam há anos no mercado. Lucas começou no VivaReal no final de 2012 como Vice-Presidente Comercial. O primeiro desafio dele foi cuidar da expansão da plataforma pelo Brasil. Naquele ano, a empresa contava com 60 colaboradores.

“A trajetória profissional de Lucas, seu envolvimento com o VivaReal, os objetivos que nos ajudou a alcançar e o crescimento para o qual nos levou mostraram que ele é a pessoa certa para essa fase de maior consolidação da empresa”, afirma Brian. Com o trabalho de expansão de Lucas, o VivaReal passou a ter 16 escritórios espalhados pelo país, mais de 450 colaboradores e 18 mil anunciantes. Em 2015, ele assumiu o cargo de Vice-Presidente Executivo. Além da área Comercial, ficou sob sua responsabilidade toda a equipe de Marketing. No final do mesmo ano, Lucas se tornou Executivo-Chefe de Operações (COO). Passaram para os seus cuidados o Comercial, Marketing, Pessoas (Recursos Humanos, Administrativo e Endomarketing), Financeiro e Jurídico.

Antes do VivaReal, Lucas era co-CEO no Groupon Brasil, onde também foi responsável pela expansão dos negócios regionalmente. Ele fundou e dirigiu a startup Deu Samba, passou pelo Banco Santander e Bain & Company. No México, trabalhou na empresa de auditoria PricewaterhouseCoopers (PwC). Lucas é mestre em Administração de Empresas pela Universidade de Harvard, Engenheiro de Telecomunicações pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e Administrador de Empresas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Meu principal desafio será consolidar o VivaReal como a maior plataforma digital de imóveis do Brasil. Hoje já temos mais de 15 milhões de visitas mensais e 4,5 milhões de imóveis anunciados. Nosso objetivo é seguir crescendo e utilizar a tecnologia para transformar cada vez mais o mercado imobiliário, oferecendo transparência e eficiência para os consumidores, corretores, imobiliárias e construtoras”, comenta Lucas.

Tags, , , , , ,

InovAtiva Brasil oferece curso gratuito sobre modelagem financeira para startups

Empreendedores de todo o país interessados em criar um plano de finanças sólido, que garante o interesse de investidores e gera lucros, devem ficar atentos ao novo curso oferecido pelo InovAtiva Brasil. Estão abertas as inscrições para a nova capacitação gratuita oferecida pelo maior e mais abrangente programa de aceleração de startups do país. Neste módulo, que terá início em 18 de julho, os participantes aprendem a elaborar a modelagem financeira do negócio.

O curso é aberto a startups ou qualquer interessado pelo assunto. O conteúdo é destinado àqueles que já elaboraram a proposta de valor da startup e, agora, precisam transformá-la em números. O curso auxilia o empreendedor a se planejar para gerar uma receita que cubra os custos de estruturação e operação do negócio, demonstrando, quantitativamente, que a empresa terá uma boa saúde financeira.

Para Luiz Caselli, senior expert da McKinsey & Co. e um dos mentores do curso, em geral, os empreendedores são muito otimistas com relação à capacidade da empresa em gerar lucros. No entanto, qualquer investidor reconhece quando a modelagem financeira está frágil. “Por isso é que se devem utilizar técnicas que possibilitem a correta precificação do produto ou serviço e a identificação e gestão dos itens necessários para a estruturação e a operação do negócio”, explica.

As aulas são ministradas em vídeos curtos, acessíveis também por celular e que se encaixam na rotina apertada do empreendedor. Além da plataforma audiovisual, materiais complementares são disponibilizados para que os participantes possam se aprofundar nos tópicos que julgarem mais importante.

Neste módulo, o participante aprende metodologias de precificação e a calcular custos pré-operacionais. O curso ainda compreende casos reais como, por exemplo, o relato de Claudio Grando, sócio da Audaces, empresa do ramo de tecnologia da moda. “É preciso que você consiga entender qual é o valor da solução oferecida a seus clientes. Além disso, na interação com investidores, é essencial que você tenha testado previamente a sua proposta”, destaca Grando. Com o curso, o participante estará mais bem preparado para começar a vender de forma mais agressiva e sentir segurança para decolar a empresa.

Curso de MODELAGEM FINANCEIRA para startups
Inscrições: www.inovativabrasil.com.br
Início: 18 de julho de 2016
Término: 7 de agosto de 2016

Tags, , , , ,

Startup do Cietec é vencedora do Oitavo Concurso Acelera Startup da Fiesp

A empresa de biotecnologia BR3, associada à Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo Cietec/IPEN/USP, foi a vencedora na categoria Operacional do Oitavo Concurso Acelera Startup, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp. A premiação aconteceu dia 5 de julho e o reconhecimento veio pelo inseticida biológico DengueTech, produto que elimina larvas do Aedes aegypti, desenvolvido a partir de pesquisas de cientistas ligados à Fiocruz.

O DengueTech é um tablete que contém o microrganismo Bacillus thuringiensis israelensis, conhecido como Bti. Seu funcionamento é muito simples, basta colocar o comprimido no recipiente onde pode se acumular água, mesmo que ainda esteja seco, e isso já basta para inviabilizar o criadouro por um período de 60 dias. Quando a água chegar e os ovos do mosquito eclodirem, as larvas vão ingerir o Bti e morrerão antes de se tornarem adultos.

A BR3 competiu no Oitavo Concurso Acelera Startup da Fiesp com mais de 4.500 empresas. Ao entregar o prêmio ao empreendedor Rodrigo Perez, CEO da BR3, o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, destacou a importância de um produto como esse e disse que a Fiesp vai dar apoio para o desenvolvimento da empresa.

Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec, é um entusiasta do DengueTech. “A função da incubadora é incentivar suas empresas a inovarem de forma a impactar positivamente a sociedade. O DengueTech, sem dúvida, é um dos produtos mais relevantes que já saíram do Cietec, nos nossos 18 anos de atividade”.

Tags, , , , , , ,

Siemens funda a next47 como unidade separada para startups

Em vigor em 01 de outubro de 2016, a Siemens criará uma unidade separada para fomentar ideias disruptivas com mais vigor e acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias. O nome da unidade, “next47,” joga com o fato de que a Siemens foi fundada em 1847. Reunir suas atividades de startup existentes no next47 permitirá à empresa unir o melhor dos dois mundos: next47 aliará agilidade, velocidade e independência com uma base de clientes global, muitos anos de experiência, credibilidade e solidez financeira. A nova unidade terá financiamento de € 1 milhão para os primeiros cinco anos. Siegfried Russwurm, Diretor de Tecnologia da Siemens, chefiará a nova unidade em uma base de atuação.

“A própria Siemens foi uma startup em 1847 – fundada em um quintal em Berlim,” disse Joe Kaeser, Presidente e Diretor Executivo da Siemens AG. “Com a next47, estamos vivendo de acordo com os ideais do fundador de nossa empresa e criando uma importante base para fomentar inovação conforme continuamos o desenvolvimento da Siemens.” A nova unidade receberá a independência necessária, mas pode, no entanto, aproveitar as vantagens oferecidas pela Siemens. Ela terá escritórios em Berkeley, Xangai e Munique, e abrangerá todas as regiões do mundo a partir desses locais. A next47 se construirá sobre as atividades de startup existentes da Siemens. A nova unidade será aberta a empregados, bem como aos fundadores, startups externas e empresas estabelecidas, caso queiram buscar ideias de negócio em campos estratégicos de inovação da empresa. “Next47 dará a liberdade para experimentar e crescer – sem as restrições organizacionais de uma grande empresa. Nossa nova unidade buscará vigorosamente a estratégia da Siemens e nos permitirá tocar em ideias disruptivas em nossas principais áreas de eletrificação, automação e digitalização”, disse Siegfried Russwurm.

O primeiro projeto no next47, após um acordo com a Airbus em abril de 2016, será a eletrificação da aviação. As duas empresas pretendem demonstrar até 2020 a viabilidade técnica de sistemas de propulsão híbrido/ elétrico para aviões de pequeno porte a aviões de passageiros de médio porte. Outros campos de inovação importantes incluirão inteligência artificial, máquinas autônomas, eletrificação descentralizada e mobilidade em rede. A nova unidade também irá preocupar-se com os chamados aplicativos com blockchain que são projetados para fazer a transferência de dados na indústria e no comércio de energia, por exemplo, mais simples e mais seguros.

Siemens tem colaborado com startups desde os anos 1990. Nos últimos 20 anos, a empresa investiu mais de €800 milhões em cerca de 180 startups. Siemens está em contato com mais de 1.000 startups por ano, lança cerca de 20 empreendimentos cooperativos por ano e fundou, ela própria, mais de uma dezena de startups.

Tags,

Holding de investimento e desenvolvimento de startups, eGenius Founders, focará em fintechs

A eGenius Founders, uma holding de investimento e desenvolvimento de empresas de tecnologia, tem como principal objetivo de negócios para os próximos meses se especializar no mercado de fintech, que são startups voltadas ao mercado financeiro. Desde o seu lançamento, em dezembro de 2014, a empresa já investiu e desenvolveu dois marketplaces de serviços, Easy Carros e Singu, e duas plataformas de fintech, a BeeCâmbio, um marketplace de corretoras de cambio, e F(x), um marketplace de crédito estruturado. Com as quatro empresas já foram investidos mais de R$ 5 milhões e até o fim de 2016 esse número deve ultrapassar R$ 15 milhões.

“Como estamos sempre atentos às tendências, voltamos parte dos nossos esforços para desenvolver novas soluções tecnológicas no setor de fintech, que se mostra muito promissor no Brasil. Somente nas duas verticais que estamos atuando hoje, crédito e cambio, são quase R$2 trilhões em transações de acordo com dados do Banco Central, considerando nosso mercado target estamos falando de mais de R$200 bilhões. Eventualmente podemos avaliar ideias inovadoras que possam aparecer em outros segmentos, mas nesse momento nosso foco esta em fintech”, explica Alexandre Liuzzi, fundador da eGenius Founders.

Além de Alexandre, a holding tem como sócios fundadores grandes nomes como Marcio William, também co-fundador da Easy Taxi, Fabio Arruda e Eduardo Kupper, ex-executivos da Rocket Internet.

Desde de que iniciaram o projeto com a BeeCâmbio, em agosto de 2015, mais de R$50 milhões ja foram transacionados pelo novo site da empresa. E somente nos 6 primeiros meses após o lançamento da F(x), mais de R$ 120 milhões em propostas de crédito foram colocadas através da plataforma. Para 2017 a expectativa da empresa é que os volumes combinados de Bee e F(x) ultrapassem a marca de R$1 bilhão.

A eGenius normalmente atua como co-fundadora de startups (no modelo venture builder), normalmente entrando em um estágio bastante inicial e utilizando o seu proprio time de tecnologia e gestão, em conjunto com os fundadores, para transformar ideias em empresas de verdade. Depois de um periodo de desenvolvimento e estruturação que pode durar de 6 a 18 meses, a eGenius ajuda os fundadores e executivos a captarem recursos com diferentes tipos de investidores, e passa a ter um papel menos ativo no dia a dia da empresa.

“Estamos envolvidos em todas as etapas do processo de criação de uma nova empresa, desde a concepção do negócio, estudo do mercado, validação das premissas, testes de hipoteses, planejamento de crescimento e escalabilidade, operações, suporte financeiro, legal e administrativo. Isso além da gestão do time de tecnologia e produto”, explica Fabio Arruda, que esta atualmente trabalhando com a BeeCâmbio.

Tags, , , , , , ,

ACE abre inscrições para nova turma de aceleração de startups

A ACE, eleita pelo terceiro ano consecutivo como Melhor Aceleradora da América Latina pelo LatAm Founders, está com inscrições abertas para mais uma turma de startups.

O processo seletivo está aberto até o final de julho, e tem como meta escolher os melhores empreendedores para dois programas de aceleração: ACE Growth, voltado para startups em momento de crescimento, e ACE Start, para empresas em validação.

As startups irão acelerar nos hubs de São Paulo, Curitiba ou Goiânia. Pela primeira vez os empreendedores poderão escolher para qual programa e região desejam aplicar suas startups. Dependendo do momento da empresa, ela pode receber investimento de até R$ 150 mil.

Como se inscrever

Todas as inscrições são feitas pelo Fundacity (http://www.fundacity.com/goace), plataforma feita especialmente para a seleção de startups. Com mais de 600 startups inscritas no último semestre, a ACE espera chegar a 1.000 inscrições para a próxima turma.

“Temos mais oportunidades para empresas em validação, além de um novo foco para startups regionais”, afirma Carol Piguin, Startup Hunter responsável por toda seleção da aceleradora.

Por conta do grande volume de inscrições e do alto grau de exigência da ACE, o questionário também passou por modificações. “Ampliamos o formulário para conseguirmos avaliar as empresas com mais propriedade. Uma seleção rigorosa é o primeiro passo para conseguirmos as melhores startups para cada um dos programas”, diz Carol.

Investimento e regiões

ACE Growth (http://goace.vc/growth) é uma continuação do trabalho da antiga Aceleratech, que já acelerou mais de 70 empresas com grande sucesso. Esse programa oferece R$ 150 mil de investimento por 10% de participação na empresa e é destinado para startups em estágio de crescimento.

Já o recém-criado ACE Start (http://goace.vc/start) seleciona startups em estágio de validação, e acelera as empresas sem investimento, sem custo nem participação acionária. O maior trabalho é confirmar as hipóteses das startups e prepará-las para o crescimento.

As inscrições para os “hubs” de Curitiba e Goiânia também estão abertas: startups das regiões Sul e Centro-Oeste terão preferência nestes locais, em uma iniciativa para fomentar os ecossistemas empreendedores locais. Neste caso, a negociação envolve um aporte de R$ 100 mil por 10% da companhia.

E startups com negócios voltado para Internet das Coisas, plataformas de atendimento a clientes e soluções em Tecnologia de Informação e Comunicação para micro e pequenas empresas ainda podem se inscrever em um programa de aceleração corporativa, fruto de uma parceria entre a ACE e a Algar Telecom.

O processo seletivo está aberto até o final de julho, mas as startups que se inscreverem antes serão avaliadas também com antecedência. Cadastrando-se no site da ACE (http://info.goace.vc/inscricoes), o empreendedor recebe informações e as melhores práticas de como inscrever sua startup. A ACE publicou recentemente um vídeo com seis dicas para se inscrever para uma aceleradora:

Tags, , , ,

Monsanto investe em fundo de startups brasileiras para acelerar inovação na agricultura

A Monsanto anuncia sua entrada no fundo Brasil Aceleradora de Startups – BR Startups, um Fundo de Investimentos em Participações (FIP) focado em startups brasileiras. Com o aporte da Monsanto, o fundo BR Startups passará a investir em startups que estejam criando inovação tecnológica para o agronegócio.

A seleção para a nova rodada de investimentos, de R$ 250 mil a R$ 1,5 milhão por startup, começa nesta terça-feira (5/7) e vai até o dia 7 de agosto de 2016. Para participar, as Agritechs com pelo menos dois sócios e faturamento anual entre R$ 300 mil e R$ 10 milhões devem se inscrever pelo link: http://www.fundacity.com/fundo-br-startups/apply/990.

O objetivo da Monsanto é acelerar a inovação na agricultura brasileira e dentro da própria empresa, por meio do investimento e da interação com os empreendedores brasileiros mais inovadores. Além de contribuir com seu investimento no fundo, a Monsanto dividirá com as startups de agricultura o conhecimento e experiência no agronegócio brasileiro.

“Acreditamos que a colaboração é uma ferramenta fundamental para que o mundo consiga alimentar 9,7 bilhões de pessoas em 2050, e este é um passo nessa direção”, disse o presidente da Monsanto para a América do Sul, Rodrigo Santos, durante o Global Agribusiness Forum. Em sua apresentação durante o evento, Santos destacou que a inovação tecnológica é ainda mais crucial para a agricultura neste momento de revolução digital.

O fundo BR Startups foi criado pela Microsoft Participações, holding de investimentos lançada em 2012 para realizar investimentos estratégicos relacionados ao fomento à inovação e ao empreendedorismo, em conjunto com a Qualcomm Ventures, a ES Ventures (Portugal) e a Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio). O foco do fundo é em empresas que já passaram por um processo de aceleraç&atil de;o, mas que ainda não têm porte suficiente para acessar o mercado de venture capital série A. “A união de forças entre a Monsanto e o Fundo BR Startups dará aos empreendedores mais inovadores do país uma oportunidade única de usar toda a tecnologia disponível para transformar a agricultura nacional”, diz Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil.

O fundo é gerido pela MSW Capital, gestora com experiência na orientação de empreendedores e histórico em fusões e aquisições. “Ao integrar a Monsanto ao seu time de cotistas corporativos, o fundo BR Startups se fortalece como principal veículo estratégico de corporate venture no Brasil e ganha o conhecimento e a parceria da líder mundial em tecnologia agrícola, impulsionando um setor c have da economia brasileira”, afirmou o gestor do fundo, Moises Swirski.

Inovação na Monsanto

A Monsanto também está investindo no pré-lançamento do primeiro produto da sua afiliada de agricultura digital The Climate Corporation no Brasil. O FieldViewTM Plus será utilizado por cerca de 100 produtores brasileiros de soja e milho nesta safra e o lançamento está previsto para os próximos dois anos. “O Brasil é um dos primeiros países onde demos esse passo, depois dos Estados Unidos”, afirmou Mateus Barros, líder comercial da The Climate Corporation para a América do Sul.

Nos Estados Unidos, a Monsanto mantém o fundo de investimentos Monsanto Growth Ventures (MGV), o braço de venture capital da empresa, que anunciou seu primeiro portfólio de investimento em janeiro e já permitiu o avanço de startups em áreas chave da produtividade agrícola, agricultura digital e produtos biológicos. “A inovação é o modelo de negócio da Monsanto e por isso precisamos buscar parcerias com startups, que trazem agilidade e novos olhares para resolver problemas antigos”, disse Santos.

Esses investimentos estratégicos de colaboração somam-se ao constante investimento da Monsanto em inovação. Anualmente, cerca de 10% do faturamento é investido em Pesquisa e Desenvolvimento. No ano fiscal de 2015, esse investimento foi de US$ 1,5 bilhão. Desse esforço surgem produtos como a soja Intacta RR2 PRO®, a primeira biotecnologia agrícola desenvolvida por uma multinacional para as necessidades da América do Sul. Em junho de 2016, a Monsanto foi reconhecida como uma das 50 empresas mais inteligentes pela revista americana MIT Technology Review.

Tags, , , , , , ,