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Wayra e Vivo lançam desafio focado em soluções antifraude e cibersegurança

A digitalização impactou os negócios em várias frentes e redobrou a atenção com questões relacionadas à segurança. De acordo com o Gartner, em 2021, os gastos mundiais com tecnologia, segurança da informação e serviços de gerenciamento de risco devem crescer 12,4%, movimentando cerca de US ﹩150,4 bilhões. Com o objetivo de acelerar a conexão entre as soluções antifraudes e as grandes organizações, a Wayra , hub de inovação aberta da Vivo, acaba de anunciar um desafio para as startups do setor.

“A Wayra vem apoiando a Vivo na colaboração com o ecossistema empreendedor visando trazer novas soluções em tecnologia capazes de aprimorar os processos e eficiência da companhia. Neste desafio, estamos focando em soluções em cibersegurança, um tema cada vez mais relevante e presente no dia-a-dia das pessoas e dos negócios, impulsionados pela transformação digital”, destaca Livia Brando, Country Manager da Wayra Brasil.

A iniciativa busca por startups que possam apoiar desafios específicos nas áreas de: autenticação de imagens e documentos; autenticação para atendimento seguro via WhatsApp; reconhecimento de voz para atendimento em televendas; gestão de plataforma anti-fraude para revendedores parceiros, gestão em rede e compliance de scripts; além de solução para detectar configurações maliciosas realizadas nos dispositivos como modems e roteadores.

“Como um dos maiores players de soluções em tecnologia e conectividade no país, a Vivo investe continuamente em segurança digital, tanto na formação de times altamente especializados como em processos e sistemas. Para evoluir ainda mais nos modelos de prevenção à fraude e garantir o maior nível de segurança aos clientes, queremos nos conectar com negócios que possam colaborar com a Vivo em uma das áreas prioritárias da empresa no momento”, comenta Rodrigo Gruner, diretor de Inovação e Serviços Digitais da Vivo.

As inscrições para o desafio vão até dia 11 de julho e é focado na geração de negócios. Para inscrever sua startup basta acessar o link: https://br-pt.wayra.com/desafios

BNDES Garagem abre inscrições para programa gratuito de aceleração de startups de impacto socioambiental

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está lançando a edição 2021 do BNDES Garagem – Negócios de Impacto, um programa de aceleração para startups de impacto. A iniciativa será conduzida pelo Consórcio AWL (composto por Artemisia, Wayra e Liga Ventures). Com o objetivo de selecionar e acelerar, neste ciclo, 45 negócios de diversos setores – com prioridade às soluções voltadas à Educação, Saúde, Sustentabilidade, Govtech e às Cidades Sustentáveis –, a ação espera estimular o campo do empreendedorismo de impacto, atuando no desenvolvimento de empresas para que elas alcancem resultados financeiros consistentes e impacto socioambiental positivo. As inscrições estarão abertas para empreendedores de todo o Brasil até 5 de agosto de 2021 e podem ser feitas pelo site garagem.bndes.gov.br

O programa será gratuito e irá selecionar empreendedores com negócios em dois estágios: Criação, para quem está começando a empreender com impacto e precisa de apoio nos primeiros passos, e Tração, para quem já tem um negócio de impacto e quer apoio para crescer e ganhar escala. Os selecionados serão potencializados por meio de metodologias de aceleração aplicadas pela Artemisia, Wayra e Liga Ventures – referências no ecossistema de empreendedorismo – e receberão apoio individual de especialistas; acesso a mentores para aconselhamento e resolução de desafios; conteúdos sobre inovação, empreendedorismo e impacto; serviços gratuitos e subsidiados;além de conexão com potenciais investidores e parceiros de empresas públicas e privadas.

De acordo com Bruno Laskowsky, diretor de Participações, Mercado de Capitais, Reestruturações e Crédito Indireto do BNDES, a segunda edição do BNDES Garagem vem para mostrar que o banco deseja, cada vez mais, gerar impacto na última milha, fomentar a cultura do empreendedorismo e contribuir para termos um planeta mais sustentável. “É por isso que, na edição 2021, vamos apoiar empreendedores que tragam soluções para os desafios sociais e ambientais do nosso país. Queremos transformar positivamente a vida dos brasileiros e o empreendedorismo com impacto é um ótimo caminho para atingirmos essa transformação de forma sustentável no tempo”, afirma Laskowsky.

Para Maure Pessanha, diretora-executiva da Artemisia, as organizações que compõem o consórcio acreditam na força do empreendedorismo para transformar o Brasil em uma potência de inovação e impacto socioambiental positivo. “Compartilhamos o objetivo de apoiar – em parceria com o BNDES – um conjunto relevante de soluções para os mais graves problemas globais associados à desigualdade social e a questões ambientais tais como a mudança climática. Podemos antecipar que os selecionados terão acesso às mais inovadoras metodologias de aceleração e gestão de impacto socioambiental”, afirma Maure, acrescentando que a parceria está apoiada em princípios como confiança; valorização da diversidade; transparência e integridade; busca por parcerias positivas; excelência para levar o país à fronteira da inovação com impacto social e ambiental; e gerar valor para os empreendedores e seus negócios.

Rogerio Tamassia, cofundador da Liga Ventures, salienta que a organização tem atuado fortemente no desenvolvimento do ecossistema empreendedor brasileiro ao longo dos anos e fazer parte da segunda edição do programa BNDES Garagem – desta vez, com foco em negócios de impacto – é motivo de muito orgulho. “Vimos o potencial de transformação do primeiro ciclo e, com os aprendizados gerados a partir dessa primeira fase, temos certeza de que esta edição será ainda mais significativa para o fomento do empreendedorismo no país. Além da parceira da primeira edição, a Wayra, temos agora também a Artemisia ao nosso lado. Ambas as organizações com expertises em campos fundamentais para a composição de um time de sucesso”, afirma Tamassia.

Para Livia Brando, Country Manager da Wayra no Brasil, a união entre as organizações do consórcio traz complementariedades capazes de alavancar o potencial de transformação do ecossistema empreendedor. “Nosso objetivo sempre foi impulsionar a geração de negócios e a escalabilidade das startups. Agora, com o programa BNDES Garagem – Negócios de Impacto, conseguiremos criar ações conjuntas que agregam um olhar focado também aos negócios de impacto. Queremos apoiar o desenvolvimento dos ecossistemas das cinco regiões do país, selecionando empreendedores e empreendedoras cujas soluções possam gerar mudanças efetivas para a sociedade como um todo”, ressalta Livia.

Critérios de seleção do BNDES Garagem – Negócios de Impacto

O programa BNDES Garagem – Negócios de Impacto vai apoiar empreendedores com negócios em dois estágios da jornada empreendedora: Criação (para os que estão começando a empreender e precisam de suporte para dar os primeiros passos) e Tração (para os que já têm negócios criados e demandam apoio para crescer ou escalar). Em Criação, o empreendedor receberá suporte para desenvolver o Produto Mínimo Viável (MVP, sigla do inglês Minimum Viable Product), validar a solução no mercado, lançar a startup e conquistar os primeiros clientes. A metodologia aplicada é composta por uma trilha de conteúdos, mentorias e workshops para apoiar o empreendedor a desenvolver o negócio de impacto; a duração da aceleração será de três meses. A startup que se destacar receberá uma premiação no valor de R$ 20 mil.

Em Tração, o empreendedor receberá suporte personalizado para acelerar o crescimento da própria startup, refinar o impacto da solução, além de ter acesso à rede de empresas parceiras – públicas e privadas – e de investidores. A metodologia é composta por trilhas de conteúdo alinhadas ao momento e à necessidade de cada negócio em um processo de aceleração flexível e personalizado, que conta também com conexões com mentores, empresas parceiras e investidores. Na prática, uma metodologia aplicada ao longo de quatro meses, pensada para empreendedores que desejam acelerar o desenvolvimento do negócio de impacto social ou ambiental para chegar rapidamente a outro patamar. Nesse estágio, a startup que se destacar receberá uma premiação no valor de R$ 30 mil.

Para ambos os estágios, estão credenciados a participar empreendedores de todo o país, que tenham intenção genuína de gerar impacto positivo; que sejam engajados com o negócio; e estejam abertos a repensar pontos fundamentais da solução dentro do programa.

Indigo anuncia Bernard Hennies como head do Marketplace Brasil

A Indigo, startup agro que desenvolve inovações digitais para o setor, anunciou Bernard Hennies como head do Marketplace Brasil. O executivo tem mais de 30 anos de experiência na cadeia global do agronegócio, incluindo produção, compras, manuseio, logística e comércio internacional, e já passou por empresas como ADM, Agspring e NovaAgri.  

“Estou animado em poder fazer parte dessa iniciativa da Indigo de trazer ao Brasil uma plataforma que permitirá que produtores rurais e compradores acessem um universo enorme de possibilidades para negociar”, afirma Hennies. 

Para o CEO LATAM da Indigo, Dario Maffei, a experiência de Hennies na implementação de modelos de negócios complexos relacionados à cadeia de abastecimento agrícola e relacionamento de longo prazo com os principais stakeholders no Brasil do mercado de grãos adicionará um novo conjunto de capacidades e visão diversa à startup no Brasil. “Com isso, expandiremos facilmente as sinergias com outras ofertas Indigo já existentes no país. Estamos muito entusiasmados em tê-lo em nosso time”, comenta. 

O Indigo Marketplace é uma solução já disponível nos Estados Unidos e que está em fase avançada de desenvolvimento para ser lançada no Brasil até o final de 2021. A plataforma permite conectar digitalmente produtores a compradores de commodities agrícolas para comercialização de grãos de forma ágil e segura. Um dos seus principais diferenciais é oferecer a realização de transações on-line e ferramentas de inteligência para o suporte de tomada de decisão no processo de compra e venda de grãos. 

De olho em novas tecnologias de impacto socioambiental, Ambev seleciona startups em nova rodada do programa Aceleradora 100+

A Aceleradora 100+, da Ambev, chega em sua terceira edição para impulsionar startups de impacto que, com projetos inovadores, ofereçam soluções aos principais desafios de sustentabilidade de hoje e dos próximos anos. Neste ano, a Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) e o Quintessa se juntam ao programa, gerando uma perfeita sinergia para fomentar soluções com real potencial para mudar o mundo.

As pré-inscrições estarão abertas a partir de 1º de julho pelo link https://aceleradora.ambev.com.br/. E as inscrições no programa poderão ser realizadas, de 5 a 23 de julho, por startups que se encontram no momento de ida a mercado, ou seja, já testaram inicialmente sua solução e agora desejam tracionar suas vendas. Os negócios selecionados passarão por um mês de intensive learning, no qual terão contato com executivos da Ambev, mentores especialistas e fundos de investimento, e receberão suporte individual para apresentarem uma proposta de projetos piloto para a Ambev e parceiros. As propostas mais qualificadas serão contratadas e os empreendedores receberão acompanhamento de gestores para a implementação dos pilotos. Além disso, o primeiro lugar será premiado com o valor de R﹩ 100 mil.

“Os desafios ambientais atuais exigem soluções inovadoras e fora da caixa, por isso a Aceleradora 100+ surge como uma oportunidade para encontrarmos essas ideias novas e desenvolvermos parcerias que vão impulsionar negócios e ajudar o meio ambiente”, afirma Rodrigo Figueiredo, Vice-Presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Ambev. “Além disso, a pandemia vem reforçando a necessidade de crescimento compartilhado, de trabalho em conjunto com o ecossistema. Este é o principal objetivo desta edição da Aceleradora 100+: provar que juntos podemos criar e desenvolver ações que tenham um impacto verdadeiro na sociedade”, conclui Rodrigo.

Na perspectiva de Augusto Corrêa, Secretário Executivo da PPA, “trazer um programa de escala global com um recorte específico para a Amazônia é algo muito significativo e impactante. Na Plataforma Parceiros pela Amazônia, temos trabalhado arduamente para fortalecer os negócios de impacto que prezam pela conservação da biodiversidade e qualidade de vida das comunidades da região”, comentou.

Também integrando o time de parceiros pelo deste ano, a diretora do Quintessa, Anna de Souza Aranha, conta que “a Aceleradora 100+ é um programa de inovação aberta exemplar por unir o avanço da empresa em suas metas de sustentabilidade com uma ótima proposta de valor aos empreendedores, apoiando seu desenvolvimento e implementando suas soluções de impacto socioambiental positivo na ponta”.

Desafios ambientais mundiais

A Ambev definiu, em 2018, objetivos de sustentabilidade bastante ambiciosos e a Aceleradora 100+ possibilita a conexão com startups inovadoras que estão trabalhando na resolução desses objetivos comuns.

O programa de aceleração integra uma iniciativa global da Ambev e conta com apoio institucional do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), balizando as diretrizes e desafios que estejam sempre alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Nesta terceira edição, a empresa busca soluções para seis desafios. São eles:

• Gestão da água: Monitoramento e análise de água; conservação e administração de bacias hidrográficas; e/ou tratamento e redução do consumo de água em manufatura e supply chain

• Agricultura sustentável: Treinamento, engajamento e suporte a produtores e fazendeiros; qualidade e produtividade da colheita; e/ou outras inovações relacionadas à agricultura

• Mudança climática: Consumo e monitoramento de energia; soluções alternativas e renováveis para o setor energético; redução, captura e remoção de emissões de CO2; análises financeiras e de gestão para mudanças climáticas; e/ou Logística Verde

• Embalagem circular: Reciclagem, reutilização e devolução; materiais alternativos e inovações para embalagens; e/ou rastreabilidade e logística reversa de embalagens

• Ecossistema Empreendedor: Valorização de produtos gerados no processo de produção da cerveja; rastreabilidade da cadeia produtiva/fornecimento responsável; incentivo a cadeias produtivas locais/regionais; e/ou diversidade e inclusão na cadeia produtiva

• Conservação da biodiversidade na Amazônia: Bioeconomia; sistemas regenerativos/restaurativos; e/ou cadeias de fornecimento sustentáveis.

Edições anteriores

Importantes projetos foram impulsionados nas duas primeiras edições da Aceleradora 100+, realizadas em 2018 e 2019, reforçando o objetivo do programa que é estimular o empreendedorismo e o desenvolvimento de pequenos e médios negócios, conectando ideias disruptivas aos pilares de sustentabilidade da companhia. Durante toda jornada do programa, o time da Ambev identifica oportunidades para as startups participantes, estabelecendo parcerias que podem, inclusive, resultar em fechamento de contratos.

Como exemplo, a parceria com a ManejeBem, startup fundada por três mulheres e vencedora da primeira edição da Aceleradora 100+, facilita a assistência técnica agrícola e realiza a estruturação de sistemas produtivos rurais. Através da plataforma criada com a Ambev é possível a captação de dados do campo, favorecendo o planejamento de ações e acompanhamento de impactos relacionados à sustentabilidade.

Com a startup FNM S.A foi firmada parceria para a produção de mil veículos elétricos. Junto com a Agrale, única fábrica brasileira de veículos em funcionamento hoje, a startup está desenvolvendo o caminhão FNM 833, de 18 toneladas, especialmente para atender às necessidades de logística da Ambev.

Inscrições abertas para o VC Challenge, desafio de inovação e startups

Um desafio de empreendedorismo e inovação para estudantes universitários e de ensino médio que desejem exercer o papel de liderança: essa é proposta do VC Challenge, iniciativa da KPTL, uma das maiores gestoras de venture capital da América Latina, que chega à quarta edição este ano. O desafio conta com patrocínio de Nestlé, 3M, Post it, Banco Daycoval, Taqtile, Zarpo, Justa, Agrotools, VTEX e apoio da Rede Gazeta.

As inscrições estão abertas para todos os estudantes que queiram mergulhar no ecossistema de “Venture Capital”, participando de dinâmicas e workshops.

Inicialmente voltado para cursos de graduação como Administração, Engenharia e Economia, o VC Challenge já reuniu, em edições anteriores, representantes de mais de 30 diferentes áreas da graduação. A novidade é que nesta edição de 2021, estudantes do ensino médio também poderão competir.

As inscrições vão até o dia 30 de julho no site www.kptl.com.br/vc-challenge/. O evento ocorre online, entre 31 de julho e 21 de agosto. A iniciativa vai reunir jovens de todo o país, em grupos de até quatro integrantes (veja detalhes no final desta matéria), ao longo de quatro semanas por meio de uma plataforma digital onde os participantes vão conhecer startups, traçando cenários de investimentos e desafios.

Ao final, vão ter a chance de ganhar um prêmio especial. Na edição de 2019, os vencedores receberam uma viagem com tudo pago para a Europa, além de ingressos do Web Summit, a maior conferência de tecnologia do mundo. A premiação desta edição será anunciada em breve.

Entenda a competição

No ano passado, 750 universitários, de 21 estados, representaram algumas das mais respeitadas instituições de ensino do país. Na experiência imersiva, os participantes têm a oportunidade de vivenciarem o ambiente de empreendedorismo dos dois lados da mesa: como investidores e como captadores de investimentos, desde a elaboração do estudo do mercado até apresentação dos “pitches”, contando sempre com mentoria de lideranças empresariais renomadas. É um desafio que tende a trazer não apenas conhecimento para os estudantes, mas também projeção para eles diante dos investidores e empregadores.

Responsável pela organização do desafio na KPTL, Renato Pavan explica um dos eixos centrais do projeto. “Notamos que os estudantes ainda estão muito distantes do ecossistema de inovação. O VC Challenge veio para fazer essa aproximação, auxiliando na criação de futuras lideranças preparadas para os desafios modernos”, conta Pavan.

Assim como na edição anterior, o projeto será realizado totalmente online, abrindo oportunidade para participantes de diferentes localidades, ampliando a captação de futuros talentos. Todo o conteúdo do desafio será disponibilizado em uma plataforma com streaming e conteúdo sob demanda, que também conta com fóruns e outras ferramentas de interação.

“As empresas têm adotado cada vez mais o home office, o que permite contratar pessoas Brasil afora. Da mesma forma, o VC Challenge nesse formato consegue conectar nossos parceiros com talentos que, muitas vezes, estavam distantes. Então, o VC Challenge aproxima as empresas e as lideranças desses talentos, assim como esses talentos conseguem ter um acesso a essas empresas”, detalha Pavan.

Passo a passo do VC Challenge

O VC Challenge é dividido em quatro fases ao longo de quatro semanas de duração. São elas:
– Fase 1: 
Na primeira fase, os participantes vão acompanhar uma série de debates sobre os três grandes setores de atuação da KPTL, dos quais os estudantes selecionarão um para elaborar um relatório, e escolherão uma empresa do segmento a qual eles gostariam de investir.

– Fase 2: 
Na segunda fase, os participantes vão assistir as apresentações de fundadores de três empresas investidas da KPTL e decidir em qual delas investiriam. Na dinâmica, os estudantes devem apresentar a escolha em uma simulação de comitê de investimento de uma gestora.

– Fase 3: 
Já na terceira fase, os participantes passam para a posição de empreendedores da startup em que decidiram investir, recomendando decisões estratégicas e estruturando um plano de negócios para a empresa. Os estudantes passarão ainda por palestras, mentorias, e interações com os fundadores e funcionários das startups para prepararem um “pitch” de captação de investimentos. Os cinco grupos que apresentarem os melhores “pitches” chegarão à quarta fase.

– Fase 4: 
Na última fase, os finalistas receberão mentoria dos fundadores das startups nas quais eles realizaram o desafio e apresentarão seu “pitch” para uma bancada de jurados e especialistas em Venture Capital. O grupo que levar a melhor, ganha o prêmio.

As inscrições podem ser feitas por meio desse link .

Startup do inovabra habitat contribui para inovar processo de recrutamento e seleção

Com mais de 2 mil testes disponíveis, a Rankdone se diferencia por sua diversidade, abrangência e segurança

Habitante do inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, a Rankdone, plataforma de recrutamento e seleção de pessoas, foi a escolhida pelo Bradesco para auxiliar sua área de Recursos Humanos a selecionar os melhores profissionais do mercado por meio de testes digitais mais eficientes, democráticos, inovadores e seguros. A plataforma tem um modelo colaborativo e funciona como um marketplace onde profissionais de várias áreas e de qualquer lugar do mundo podem criar suas avaliações e compartilhá-las dentro da Rankdone. Hoje, a ferramenta oferece mais de 2 mil testes – de hard e soft skills -, com avaliações para os mais diferentes perfis, desde testes para quem vai trabalhar diretamente com o Covid-19 até para vagas mais disputadas, como cientistas de dados.

Para o Bradesco, participar deste processo evolutivo e ter a oportunidade de customização com a Rankdone, conforme sua necessidade, trouxe um ganho exponencial. O banco alcançou agilidade com qualidade, reduzindo em 60% o tempo da etapa de testes. Além disso, a adesão às avaliações aumentou em 70%, ampliando ainda mais as oportunidades para candidatos de todo o Brasil.

Além das avaliações técnicas, é possível também conhecer em que trilha de carreira a pessoa terá mais aderência, como técnica, administrativa ou comercial por exemplo, garantindo mais satisfação pessoal e assertividade na condução de sua jornada. Desde a contratação da Rankdone, cerca de 15 mil candidatos foram selecionados com resultados positivos, com mais qualidade, eficiência e eficácia nas contratações.

“A Rankdone se diferencia por diversos aspectos, começando por oferecer um sistema seguro para aplicação das avaliações, evitando fraudes, e por possuir um vasto portfólio. Os principais fatores de sucesso dessa parceria estão relacionados à flexibilidade e à convicção de que o futuro inicia na mutação do presente. A tecnologia é fundamental, mas são as pessoas os grandes agentes responsáveis pelas mudanças. E ter um parceiro que denota a competência de escutar, entender as nossas necessidades e oferecer soluções alinhadas às nossas demandas é e sempre será um diferencial competitivo”, destaca a diretora executiva do Bradesco, Glaucimar Peticov.

A parceria é uma via de mão dupla. O Bradesco contribuiu para que a Rankdone inovasse e desenvolvesse a correção de redações por meio de inteligência artificial. “Após uma conversa com o Bradesco, vimos uma oportunidade e criamos o primeiro teste de redação com correção por inteligência artificial para processos seletivos do mercado. Hoje, mais de 10 mil candidatos já foram testados com esse recurso em diferentes empresas”, comenta o CEO da Rankdone, Marcelo Marques.

Segundo ele, a parceria com o Bradesco vai além da relação cliente/fornecedor. “Os profissionais de RH do banco são antenados e entendem o conceito de inovação, em termos de tecnologia e RH. Isso gera uma troca de conhecimento e facilita o nosso trabalho, além de nos impulsionar a melhorar e inovar sempre, com desafios e propostas disruptivas”, completa Marques.

Além da Rankdone o inovabra habitat conta com outras 19 HR Techs, que oferecem produtos e serviços como modelos de gestão de metas e de desempenho, head hunting, desenvolvimento e capacitação, recolocação de profissionais 50+, automatização de processos relacionados à administração de pessoal, entre outros.

Coinovação na prática

O inovabra habitat é o ambiente de coinovação do Bradesco com atuação física e digital onde startups, investidores, tech partners, consultores e mentores, grandes empresas, além do próprio Bradesco, trabalham de forma colaborativa para inovar e gerar novos negócios.

O inovabra habitat promove o encontro de startups de alto potencial, habilitadoras da transformação digital das empresas, com demandas de negócios. Além disso, impacta e estimula a cultura de inovação dos funcionários, por meio de eventos e conteúdos organizados com curadoria de temas relevantes para este fim.

Ao apoiar o desenvolvimento de iniciativas para coinovar com o ecossistema, a equipe inovabra também tem papel fundamental para fomentar os negócios. Foram ampliados os encontros com as corporações, que antes eram mensais e, depois da pandemia, passaram a ser semanais. Nesses encontros, as empresas habitantes compartilham conhecimentos, apresentam cases de inovação e se conhecem mutuamente em atividades de cocriação. Há apresentações de profissionais de mercado sobre os mais variados temas e pitches de startups de todos os eixos de atuação. Em meio à crise e ao isolamento social, o inovabra habitat aumentou em 25% suas atividades e eventos de conteúdo – todos no formato virtual.

“Promovemos a geração de negócios por meio de eventos, atividades e networking entre as corporações, startups e o Bradesco de maneira constante. O nossa propósito é facilitar o acesso das empresas ao ecossistema e contribuir para acelerar as jornadas de transformação digital e cultural dos seus funcionários”, destaca a head do inovabra habitat, Renata Petrovic.

O inovabra habitat faz parte do ecossistema de inovação do Bradesco, o inovabra, que conta ainda com os programas: lab, ventures, internacional, hub, startups, polos e inteligência artificial. Mais informações em https://www.inovabra.com.br/habitat.

Startup cearense recebe investimento de R$ 1 milhão

Com forte expansão no Nordeste, Sunne utiliza modelo de economia compartilhada e conecta usinas de geração de energia de fontes renováveis a consumidores

O grupo de investidores anjo GVAngels e a Eneva, maior operadora privada de gás natural do Brasil e uma empresa integrada de energia, acabam de aportar R$1 milhão na startup cearense Sunne. A companhia, que começou a operar em 2018, tem a proposta de levar energia limpa e renovável para pequenas e médias empresas, um mercado em expansão no Brasil. Nos últimos 10 anos, o Brasil recebeu cerca de US$ 20 bilhões em investimentos estrangeiros em energia renovável e a expectativa é que até 2050, esses investimentos cheguem a US$150 bilhões.

Com forte atuação no Nordeste, a Sunne utiliza o modelo de economia compartilhada, conectando usinas de geração de energia de fontes renováveis a consumidores.  A startup fecha contratos com os produtores de energia e compartilha essa capacidade na forma de créditos, que são descontados da conta de luz da concessionária que atende o cliente, gerando uma economia que pode variar entre 10% e 30%.

“Estamos acelerando o empoderamento do consumidor final que, parecido com ocorrido em outros mercados, começa a ser um agente também ativo. Hoje, o único vínculo que o consumidor tem com sua concessionária local é de receber uma conta todo mês que não entende, e mesmo assim tem que pagar para não ficar sem luz. Focando na experiência e em entregar economia a esse consumidor, queremos disruptar o mercado”, afirma Yuri Frota, CEO e fundador da Sunne.

“Além disso, é um mercado imenso, com bastante ineficiência, pouco tocado por tecnologia, e com monopólios que estão sendo desfeitos aos poucos. Acreditamos que é possível mudar positivamente a forma como o consumidor consome e se relaciona com energia. Dentro de poucos anos, o mercado de energia no Brasil será 100% livre, e cada consumidor poderá escolher com quem deseja comprar energia, nesse momento, queremos nos posicionar como a concessionária do futuro, 100% digital e sem ativos de geração de energia”, completa Frota.

A companhia, considerada uma concessionária do futuro, com uso de energia limpa, também atua no desenvolvimento de projetos de novas usinas e tem um software de gestão oferecido no modelo SaaS, que é uma forma de disponibilizar soluções de tecnologia por meio da internet, como um serviço. Atualmente com mais de 300 unidades consumidoras, incluindo residências, a empresa não tem usina de geração própria, o que lhe permite trabalhar com um modelo de negócio mais flexível, que pode oferecer para o consumidor a melhor opção de acordo, seja em economia ou até mesmo contratos sem prazo de fidelidade, por exemplo.

“O mercado de energia está em plena transformação e faz sentido para o GVAngels se posicionar frente a esse tipo de mudança. Entendemos que a Sunne apresenta, além de um excelente produto, também um ótimo empreendedor disposto a atingir esse sonho grande. Em termos de arquitetura de solução tudo parece adequado aos desafios da estratégia escolhida, por isso estamos seguros de que haverá uma disrupção, com resultados positivos para o mercado e todos os envolvidos”, destaca Francisco Aguiar, investidor que liderou o aporte pelo GVAngels.

Esse é o primeiro investimento da Eneva em uma startup e foi realizado por meio da Eneva Ventures, iniciativa da companhia para fomentar negócios inovadores. A aposta da empresa é que o modelo de comercialização da Sunne ganhará cada vez mais espaço no mercado. “Há várias tendências que vem moldando o setor de gás e de energia, com intenso debate para soluções mais limpas e eficientes. Diante disso, a Eneva vem buscando oportunidades de negócios em sua lente de inovação a partir de temas relevantes, como a sustentabilidade dos ativos, a digitalização das operações, descentralização da cadeia e descarbonização do setor. Acreditamos que a Sunne congrega esses atributos e oferece um modelo de comercialização que tende a crescer no país”, afirma Marcelo Habibe, CFO da Eneva.

Marco Legal das Startups é tema de evento da ABES

A ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software – realizará no dia 30 de junho, às 8h30, o encontro virtual ‘Marco Legal das Startups. Como fica o risco?’. A conversa contará com moderação de Rodolfo Fücher, presidente da ABES; e com a participação do Dr. Eduardo Felipe Matias, vice-presidente da Comissão de Startups da OAB/SP, sócio de NELM Advogados e coautor do estudo Sharing Good Practices on Innovation; a Dra. Juliana Natrielli Ribeiro, diretora adjunta da ABES e head de public policy da Buser; e Dr. Manoel dos Santos, sócio do escritório M.A.Santos, Côrte Real e Associados e diretor jurídico da ABES. As inscrições gratuitas podem ser feitas aqui e caso não consiga acompanhar o evento nesse dia, o vídeo ficará disponível no canal do Youtube da associação também.

A abertura do encontro será realizada pelo presidente do Conselho da ABES, Francisco Camargo. “O Marco Legal das Startups é um notável esforço para melhorar a segurança jurídica dos investidores e fomentar a inovação, que irá moldar a o futuro da economia”, declara o executivo.

Segundo Dr. Manoel dos Santos, a aprovação do Marco Legal das Startups é um passo importante para o empreendedorismo inovador, em especial para quem atua no setor de inovação e tecnologia, e portanto, é uma conquista relevante para a ABES e seus Associados. “É preciso, ponderar, no entanto, que o Governo Federal foi muito tímido em relação às expectativas que o projeto de lei havia criado, principalmente quando interveio durante a tramitação, pela eliminação do capítulo que tratava sobre stock options. Se a legislação se tornar menos burocrática e oferecer mais incentivos, essas empresas terão um papel importante na recuperação da economia brasileira. Com a supressão das “stock options”, a criação de um regime especial de contratação de soluções de inovação pela administração pública tende a se revelar na mais importante ferramenta de estímulo trazida pelo Marco Legal das Startups, possibilitando que estas passem a vender para o Estado, ganhando escala e competitividade”, declara o advogado.

“O Marco Legal das Startups traz importantes medidas para o fomento ao empreendedorismo inovador no Brasil, conferindo maior proteção aos investidores, simplificando o funcionamento das sociedades anônimas e facilitando a participação de empresas inovadoras nas licitações públicas. É verdade que alguns aspectos tributários e trabalhistas que vinham sendo discutidos, que poderiam representar um impulso significativo às atividades das startups no Brasil, ficaram de fora da nova lei e devem ser agora objeto de novos projetos. Mas, no balanço geral, esta é positiva e sua adoção é um passo na direção do reconhecimento das startups como um ator importante para o desenvolvimento econômico e social do País”, afirma Dr. Eduardo Felipe Matias.

O evento faz parte do cronograma de pautas da ABES que tem como objetivo contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos, de forma inclusiva e igualitária.

Além disso, para auxiliar as Startups, a ABES conta com o Startup Intership Program, que por meio de parcerias com incubadoras, aceleradoras ou fundos de investimentos, sem custo, tem como objetivo fortalecer o empreendedorismo e atrair talentos e investimentos para o setor de tecnologia brasileira. Com duração de 6 meses, o foco do programa é ajudar as empresas emergentes, que usam intensamente tecnologia e desejam operar ou ampliar suas atividades no Brasil, a superarem as complexidades presentes no mercado, colocando à disposição das participantes do programa, os mais de 35 anos de experiência da ABES nas áreas jurídica, regulatória, tributária e mercadológica.

Marco Legal das Startups. Como fica o risco?

Data: 30 de junho

Hora: 8h30

Inscrições: https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_kNN5suoTR0WT3ZLTPLTZ-w

Startup do setor automotivo Autoforce recebe aporte de R$ 2,3 milhões do GV Angels e BR Angels

A Autoforce, martech com foco em desenvolvimento de tecnologias e soluções de marketing digital para o setor automotivo, acaba de receber um aporte de R$ 2,3 milhões dos grupos de investidores anjo GV Angels e BR Angels. Criada em 2015 e com um portfólio de mais de 550 clientes, dentre concessionárias, revendas e montadoras, essa é a primeira vez que a startup participa de uma rodada de investimentos. O objetivo da captação é acelerar o lançamento da plataforma Autocommerce, o primeiro e-commerce para venda de veículos 100% online do Brasil.

O Autocommerce permitirá a criação de uma loja virtual personalizada, focada na apresentação do produto e na experiência de compra do consumidor. Dessa forma, vai conectar vendedores com compradores de veículos, que poderão percorrer todo o processo de aquisição de forma online, desde a seleção de características do veículo, avaliação digital de usados, simulação de financiamento diretamente com bancos parceiros, pagamento e contrato digitais e até home delivery. A experiência de conhecimento do veículo será enriquecida por meio de fotos, vídeos, imagens em 360 graus e chamadas de vídeo com um vendedor especialista, caso o cliente deseje.

Outros benefícios práticos da plataforma para as empresas do setor automotivo serão integração do estoque, organização e gerenciamento dos pedidos de compra, listas de clientes e solicitações de financiamento. O vendedor ainda poderá contar com insights mercadológicos a partir da análise do perfil e comportamento do consumidor, além de relatórios personalizados para a operação de vendas on-line com base nos principais indicadores da loja virtual. Para promover essa transformação digital no mercado, a Autoforce receberá, como remuneração, uma comissão de 0,3% sob o veículo vendido.

“Apesar de ser multi bilionário, o mercado automotivo é pouco tecnológico e está precisando de grandes mudanças estruturais em seus modelos de negócios. Queremos tornar as vendas complexas em experiências incríveis, conectando compradores e vendedores de veículos por meio do comércio eletrônico. Isso não será uma tarefa fácil, mas estamos dispostos a fazer acontecer. Nos últimos cinco anos, ajudamos centenas de concessionárias, revendedores e montadoras, como a Stellantis e HPE, a tornarem-se mais ágeis e independentes, mas sempre sonhamos com o dia em que as pessoas pudessem fazer todo o processo de visitar as lojas de concessionárias e revendas de forma online”, declara um dos fundadores e CEO da Autoforce, Tiago Cavalcanti Fernandes.

Solução atrai investimentos

A decisão pelo co-investimento das redes de investidores anjo GV Angels, formada por ex-alunos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e BR Angels, formada por empreendedores e executivos C-Level de grandes corporações, foi pautada no potencial de impacto econômico e social enxergado na Autoforce. 

Para Wlado Teixeira, Diretor Executivo do GVAngels, o ideal da equipe Autoforce em revolucionar o mercado automotivo foi crucial para a decisão de investir. “A Autoforce é referência no território nacional, a startup já possui alguns dos principais grupos de concessionárias como clientes e promete expandir a atuação com a proposta da plataforma Autocommerce. O time se mostrou dedicado e com propriedade no negócio, o que só reforçou a nossa decisão de investir”, explica.

Já segundo Orlando Cintra, fundador e CEO do BR Angels, a empresa, que já realizava um trabalho de destaque, promete acelerar ainda mais a inovação no setor com o lançamento do Autocommerce. “Com a solução digital para a compra e venda de automóveis, nós acreditamos que a empresa vai aquecer a economia e impactar os hábitos da sociedade. Por isso, a escolhemos para receber um investimento que vai muito além do financeiro e se caracteriza como smart money, pois também vamos somar com capital intelectual”, afirma. 

De acordo com o CEO Tiago Cavalcanti Fernandes, a chegada dos grupos de investimento anjo GV Angels e BR Angels mostra que a Autoforce está no caminho certo. “A confiança de fundos importantes sinaliza que estamos fazendo um bom trabalho e marca uma nova fase para a nossa empresa. Não queremos apenas dinheiro, até porque chegamos até aqui sendo 100% bootstrap. Buscamos conhecimento, conexões e o caminho das pedras para desafios que já foram resolvidos por outros empreendedores e investidores que fazem parte das redes”, declara. 

Desafio Food Loss abre segunda chamada para selecionar startups contra perda de alimentos

A quantidade de alimento que se perde no trajeto entre a fazenda e os fornecedores é enorme. Nem sempre o agricultor ou a empresa que compra frutas e verduras têm as embalagens certas para transportar a produção.

A falta de acondicionamento correto aliada ao tempo de duração das viagens e às condições das estradas levam muitos hortifrútis se perderem pelo caminho ou se danificarem no transporte, o que gera descarte quando o carregamento chega a seu destino. De acordo com uma pesquisa da Embrapa Agroindústria de Alimentos, somente na fase final (carregamento e frete), por exemplo, as perdas médias de alimentos chegam a 30% na cadeia de frutas e 35% na de vegetais.

Esse é apenas um dos problemas que impactam diretamente a perda de alimentos no Brasil e na América Latina. Tal realidade levou a Bayer e o Food Tech Hub Br a unir forças para selecionar startups com soluções para diminuir a perda de alimentos na primeira etapa da cadeia de alimentos, aquela que engloba o caminho do produto da lavoura até a chegada ao fornecedor, mas antes do varejo.

O projeto que recebe o nome de Food Loss Challenge está com a segunda chamada para inscrições aberta e tem o objetivo de identificar as empresas inovadoras capazes de minimizar prejuízos no setor de hortifrúti – especificamente nas culturas de tomate, melão, folhosas, batata e brássicas, como couve, repolho, nabo, brócolis etc.

“Queremos reunir startups que tenham sua atenção voltada para quatro temas prioritários para o desenvolvimento do agronegócio no Brasil, que são: produção agrícola, tecnologia e processos digitais, aumento do tempo de prateleira (ou shelf life) e segurança dos alimentos, além de transporte e armazenamento”, explica André Fukugauti, gerente de Inovação Aberta da divisão agrícola da Bayer.

O objetivo é encontrar empresas com soluções para evitar a perda no ciclo que vai do campo ao armazenamento, processo compreendido como Food Loss. A segunda etapa – Food Waste, que é o desperdício no varejo e na casa dos consumidores – não é o foco neste momento.

Como funciona a chamada?

A seleção para o Food Loss Challenge ocorre até 5 de agosto de 2021 e será composta por quatro etapas, são elas:

Etapa I – Inscrição: Cadastro no website e envio da inscrição.

Etapa II – Início da Qualificação das startups inscritas. Nesta etapa, os organizadores da chamada farão a avaliação dos inscritos e selecionarão um conjunto de startups que seguirão para a etapa III.

Etapa III – Seleção das Finalistas. A comissão examinadora poderá solicitar o envio de novas informações das startups qualificadas, para fins de análise complementar. As startups qualificadas serão convidadas, se necessário, a fazer uma apresentação detalhada de seus negócios, podendo conter detalhamento de alguns requisitos já informados previamente, informações novas sobre outros aspectos identificados pelos organizadores ou ainda um vídeo de apresentação da empresa gravado pelos empreendedores.

Etapa IV – Divulgação das Finalistas Selecionadas. No dia 29 de setembro, no evento virtual Food Loss Challenge, cada startup finalista apresentará seu negócio para uma banca de avaliação e seleção, composta por membros da agroindústria, venture capital, institutos de pesquisa e universidades, governo e membros independentes dos apoiadores.

Para saber mais, acesse: https://foodlosschallenge.com.br/

Alper abre inscrições para programa de aceleração de Startups

A Alper Consultoria em Seguros, por meio do seu braço digital, abre inscrição para a 3ª edição do programa de aceleração de startups. A Alper Digital selecionará cinco startups que irão participar de um programa de 12 meses que tem como objetivo gerar valor por meio de negócios, relacionamento e infraestrutura, sem solicitação de equity.

A Alper é referência em soluções de seguros, e está sempre buscando novas maneiras de inovar e trazer novas tecnologias com ganho de eficiência e escalabilidade no mercado. “Lançar nossa 3ª edição do Alper Digital é muito importante para nós. Queremos ampliar as soluções digitais aos nossos clientes, além de incentivar a inovação no mercado. A tecnologia é um importante segmento da companhia, que vem investindo fortemente em serviços e soluções, para transformar o mercado de seguros”, explica o CEO da companhia, Marcos Couto.

Desde que foi criado, em 2019, o Alper Digital já acelerou sete startups entre healthtechs, HR  Techs e outros. “Nós acreditamos na tecnologia como parte transformacional no cuidado com o cliente e com as pessoas, prova disso é o Dr. Alper, nossa plataforma de healthtech, que já realizou mais de 35.000 mil consultas em ambiente digital, em um ano de funcionamento. Na plataforma é possível ter acesso, além da telemedicina, a telepsicologia e a telenutrição. Isso demonstra nosso apetite pela inovação e aceleração”, ressalta,  a superintendente de digital da Alper, Gabriela Rosati.

Para se inscrever é no programa de aceleração é só acessar: http://digitalalper.com.br/

Cubo Itaú e Liga Ventures iniciam parceria levando soluções de startups para potencializar a eficiência dos processos internos das empresas no País

De um lado, a curadoria, conexão e alcance da comunidade Cubo Itaú e, do outro, a experiência na condução e implementação de iniciativas e projetos em inovação aberta da Liga Ventures. A expectativa é que a parceria entre as duas instituições potencialize a eficiência dos processos internos das empresas em ao menos 20% através de conexões e soluções de startups que contribuirão com os desafios de transformação digital dessas empresas e de seus processos internos.  O Cubo Itaú, mais relevante hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, e a Liga Ventures, plataforma de inovação aberta pioneira no mercado de aceleração corporativa e corporate venture, nasceram no mesmo período e tiveram contribuição direta na formação do ecossistema de inovação e startups do Brasil.

Definida como Jornada de Inovação Aberta, a iniciativa operada pelas duas instituições terá como enfoque principal a prospecção ativa e direcionada de startups para os desafios apresentados por corporações. Durante a jornada, as empresas participarão de encontros recorrentes com startups, curadas e selecionadas a fim de sanarem as dores e otimizarem oportunidades dessas empresas, objetivando ganhos de eficiência operacional e transformação digital para áreas internas, como RH, Operações, Marketing, Vendas, Logística, entre outras.

Além das mais de 450 soluções altamente selecionadas e em fase de tração que fazem parte da comunidade do Cubo Itaú, as corporações passam a contar com a base da Liga Ventures com mais de 25.000 startups catalogadas no Brasil e América Latina, ampliando ainda mais o portfólio para geração de negócios. As expertise e metodologia desenvolvidas ao longo de mais 50 programas de aceleração conduzidos pela Liga Ventures já geraram mais de 450 projetos entre startups e mais de 60 corporações diferentes nos últimos anos. Ao longo de 2020, apenas o Cubo recebeu mais de 350 desafios das grandes empresas que fazem parte da sua comunidade.

“É uma parceria que irá potencializar a geração de negócios entre startups e corporates, uma vez que vamos unir nossas experiências e trazer uma jornada ainda mais completa e eficiente para o processo de inovação aberta do mercado. Não temos dúvidas que teremos excelentes resultados ao final de cada conexão”, comenta a co-head do Cubo Itaú, Renata Zanuto.

A Liga Ventures entende que, com esse passo ao lado do Cubo Itaú, principal hub de startups da América Latina, a empresa está pronta para escalar sua atuação no mercado brasileiro. “A junção das competências do Cubo Itaú e da Liga criará um ambiente capaz de oferecer soluções para as principais necessidades das empresas em suas estratégias de inovação aberta com as startups. Como primeiro passo, vamos conduzir a Jornada de Inovação para os atuais mantenedores do Cubo, auxiliando na formação e conexão com startups para desafios internos das mesmas. Ao longo desses mais de cinco anos de experiência, nós conectamos oportunidades e transformamos negócios. A parceria com o Cubo marca uma evolução dessa trajetória e uma oportunidade madura para as empresas conseguirem acessar soluções e inovar ainda mais”, diz Raphael Augusto, diretor da Liga Ventures. “Este é o nosso primeiro movimento. Em breve, o mercado poderá acessar outras novidades da nossa parceria”, reforçam Zanuto e Augusto.

InovAtiva Brasil selecionará 360 startups para o novo ciclo de aceleração

O maior programa de aceleração da América Latina apoiará mais de 700 startups e projetos de negócios inovadores em 2021

Estão abertas as inscrições para o Ciclo 2021.2 do InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina. Até 360 startups e projetos de negócios inovadores de base tecnológica serão selecionados para participar de um ciclo de aceleração online e gratuito, realizado de agosto a dezembro deste ano. As inscrições seguem até 19 de julho e podem ser feitas no site.

O programa tem o objetivo de capacitar empreendedores de todo o país e oferecer oportunidades de conexão, visibilidade e mentoria para as startups aceleradas. O ciclo de aceleração está dividido em duas etapas: Aceleração e Conexão. Para a primeira etapa, serão selecionados até 360 projetos, que participarão de atividades de mentoria de negócios, capacitação empreendedora e do evento InovAtiva Day.

Entre as ações realizadas estão mentorias coletivas sobre temas como precificação, modelagem financeira e gestão de equipes; mentorias individuais de negócios; treinamento de pitch – como é chamada a apresentação de negócios das startups.

Finalizada a etapa de Aceleração, até 140 negócios seguem para a segunda fase, chamada de Conexão. Nela, os selecionados participarão de mentorias individuais especializadas para seus negócios – de acordo com necessidades mapeadas na etapa anterior – e terão a oportunidade de apresentar suas soluções para investidores e executivos de grandes empresas no InovAtiva Experience, evento de encerramento do ciclo.

“Estamos com inscrições abertas para até 360 projetos, totalizando 735 projetos apoiados pelo InovAtiva Brasil em 2021, um recorde na história do programa. Esse número traduz o esforço contínuo do InovAtiva Brasil para garantir que o país tenha reconhecimento como um dos principais ecossistemas de inovação no mundo”, diz Bruno Portela, Secretário Adjunto de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia.

Podem se inscrever soluções inovadoras de base tecnológica, de qualquer área de atuação, que desenvolvam produtos ou serviços em estágio de validação, operação ou tração. É preciso ter ao menos um MVP (Produto Mínimo Viável), a versão simplificada do produto de uma startup. O resultado dos projetos selecionados será divulgado no site no dia 16 de agosto.

“Neste ciclo, vemos a consolidação de uma fase do programa, onde selecionamos mais Startups, realizamos mais ações de conexão e agregamos mais valor à rede Inovativa”, afirma o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick.

Estudo inédito revela índice de efetividade das aceleradoras de impacto no Brasil

Como a atuação das aceleradoras de organizações sociais contribuiu para fortalecer negócios e OSCs e alavancar impactos sociais e ambientais positivos? Esta foi a pergunta feita à 11 organizações intermediárias (aceleradoras) e outros 73 negócios de impacto e organizações da sociedade civil (OSCs) que foram “aceleradas” entre os anos de 2020 e 2021.

Os resultados estão no estudo “Avaliação da Efetividade de Aceleradoras de Impacto”, realizado pela Move Social, com apoio do Instituto Sabin, Fundo Vale, Instituto de Cidadania Empresarial (ICE), Instituto humanize, Aspen Network of Development Enterpreneurs (ANDE), e serão apresentados nesta quinta-feira, 24, em um evento virtual às 16h (horário de Brasília).

Daniel Brandão, sócio-consultor da Move Social e idealizador do estudo, explica que “O interesse foi investigar em que medida organizações intermediárias (aceleradoras) contribuem com o fortalecimento de negócios e OSCs e alavancam impactos sociais e ambientais positivos. A partir disso, elaboramos uma abordagem inédita para compreender a efetividade dessas iniciativas no fortalecimento de organizações e na produção de impacto positivo nas pessoas e no planeta. A inovação está em conhecer estas mudanças a partir da perspectiva das organizações aceleradas, o que compõe um universo diverso de áreas de atuação, públicos priorizados e temas de impacto”.

O crescimento exponencial de negócios de impacto socioambiental no Brasil veio acompanhado de uma onda de iniciativas de aceleração destinadas a qualificar produtos e serviços oferecidos, bem como desenvolver organizações (incluindo as da sociedade civil) e contribuir com os impactos pretendidos. Estas organizações intermediárias dedicadas à aceleração passaram a ser parte integral e relevante do ecossistema de impacto no Brasil, facilitando o amadurecimento de ideias, a articulação de redes e – para o impact investing – se constituindo como elo determinante para o fluxo de investimentos.

Reconhecida a relevância destas organizações para o ecossistema e a maturidade já estabelecida no contexto brasileiro, torna-se necessário – para aprimorar ainda mais o papel que exercem – conduzir estudos que investiguem os avanços que foram capazes de produzir, bem como os pontos que precisam de atenção e ajuste em suas estratégias. A esta ambição associa-se a motivação de contribuir com o debate sobre métricas e abordagens avaliativas para este setor, aspecto reconhecido como um desafio para diversas organizações.

Entrevistas, revisão de literatura e atenção a padrões internacionais – com destaque ao Impact Management Project – permitiram à Move Social: a estruturação de uma Teoria de Mudança da atuação de organizações intermediárias (aceleradoras), a produção de um catálogo de métricas, um instrumento de coleta de informações e a elaboração de relatório que consolida os dados coletados – dados estes que serão apresentados no evento do dia 24 de junho.

Em linhas gerais, a avaliação foi bem positiva. Na percepção da contribuição para o desenvolvimento das dimensões organizações, por exemplo, o maior grau de pontuação foi destinado às dimensões “propósito e estratégia”, “marketing, comunicação e transparência” e “pessoas e cultura”. De acordo com as “aceleradas” respondentes, além da contribuição percebida para as diferentes dimensões de desenvolvimento organizacional, a ampliação de redes de relacionamento é fortemente reconhecida. Esse aspecto está alinhado aos principais benefícios esperados em acelerações, segundo o mapeamento realizado por meio de dados de inscrições de startups brasileiras em programas desta natureza. “É um primeiro grande passo na compreensão da efetividade das aceleradoras de impacto no Brasil. O estudo trouxe ótimos insights para empreendedores, para os gestores das aceleradoras, para os demais atores do ecossistema de impacto brasileiro e, em especial, para os investidores e apoiadores das aceleradoras”, destaca Gabriel Cardoso, gerente executivo do Instituto Sabin.

Metodologia:

A principal premissa foi a viabilidade do estudo. Neste sentido, adotou-se uma abordagem não experimental ancorada em três técnicas de pesquisa. A primeira foi a revisão de literatura para informar sobre resultados de estudos semelhantes, conceitos básicos e indicadores que poderiam ser adotados, instrumentos de coleta de dados já testados e conclusões defendidas por outros autores e autoras.

Informada por referências bibliográficas, a avaliação buscou conhecer o comportamento dos programas de aceleração, por meio de entrevistas semiestruturadas com gestores destes programas. A terceira e fundamental etapa do estudo foi a coleta de dados junto a negócios e organizações da sociedade civil que participaram de programas de aceleração empreendidos pelas aceleradoras parceiras no ano de 2019.

A estrutura do estudo foi definida antes da pandemia do Covid-19 e adaptações foram necessárias no curso do trabalho, principalmente relacionadas com a ampliação do tempo de coleta de dados. Entretanto, os impactos específicos desta pandemia na dinâmica organizacional não foram incorporados no escopo da avaliação.

SERVIÇO: O evento online para apresentação do estudo “Avaliação da Efetividade de Aceleradoras de Impacto” acontece na próxima quinta-feira, 24, das 16 às 18 horas (horário de Brasília), com apresentações de Daniel Brandão e de Abigayle Davidson, pesquisadora da Aspen Network of Development Enterpreneurs (ANDE). As inscrições podem ser feitas no site: https://lnkd.in/emun3Ex

Usiminas amplia parceria com startups

A Usiminas reforçou sua estratégia de inovação aberta e se conectou à plataforma Innovation Latam, que reúne cerca de 20 mil startups brasileiras e latino-americanas. Simultaneamente à adesão, a companhia já propôs cinco desafios com o objetivo de buscar melhorias para sua diretoria de Gestão de Pessoas e Inovação. Mais informações sobre os desafios podem ser consultadas na página da Usiminas na plataforma.

A gerente de Inovação da companhia, Ericka Menegaz, explica que a Usiminas tem um histórico de inovação, principalmente, voltado a produtos e conta já há 50 anos com o maior centro de pesquisas do setor na América Latina. Em 2019, a empresa reestruturou seus processos de inovação, buscando acelerar os processos também em outras áreas e lançou sua plataforma própria, o InovaAí. “Desde então, já fomos reconhecidos duas vezes como uma das empresas que mais relaciona com startup. Agora, damos um novo passo ampliando ainda mais as possibilidades que essas parcerias trazem para o nosso negócio”, destaca.

Nesse ano, a companhia já havia se tornado uma das indústrias madrinhas do Fiemg Lab 4.0, considerado o maior programa aceleração de startups para indústria do Brasil. Criado em 2016, o programa da Federação das Indústrias de Minas Gerais é voltado à aceleração de startups com soluções industriais (indtechs) com o objetivo de promover o desenvolvimento e a aplicação de novas tecnologias a partir de negócios inovadores. Ao mesmo tempo, a iniciativa realiza programas de inovação aberta e conecta essas jovens empresas de base tecnológica com o mercado, funcionando como um verdadeiro hub de inovação aplicada para a indústria. Ao todo, 20 startups participam da iniciativa.

Além dos desafios propostos, a companhia também conta com parceiros externos para o desenvolvimento de ideias e projetos concebidos pelas próprias equipes dentro do InovaAí Ideias, um programa de intraempreendedorismo que estimula os colaboradores a proporem e implantarem melhorias em suas áreas de atuação. No primeiro ciclo, encerrado em 2020, as 13 ideias finalistas geraram ganhos potenciais estimados em cerca de R$ 24 milhões, além de conseguirem reduzir riscos de segurança, algo primordial na indústria. No ciclo atual, foram mais de mil ideias inscritas. “O trabalho conjunto entre as nossas equipes e startups foi fundamental para que algumas das propostas pudessem ser colocadas em prática de maneira a atingir seu maior potencial. Essa complementariedade de visões, métodos e experiências contribui para que possamos acelerar mudanças e implantar melhorias com mais rapidez e assertividade”, avalia a gerente.

Confira abaixo os desafios lançados pela Usiminas na plataforma Innovation Latam:

Desafio para Acordo de Nível de Serviço com a área de RH
Desenvolver e aprovar método de controle do SLA (Acordo de Nível de Serviço, em português — é a especificação, em termos mensuráveis e claros, de todos os serviços que o contratante pode esperar do fornecedor na negociação) dos processos de RH, garantindo que os pedidos das áreas clientes e as respostas sejam registradas, viabilizando a verificação do prazo do atendimento, a quantidade de solicitações e soluções, e a qualidade da entrega

Desafio de Gestão de Treinamentos
Soluções para treinamentos, que forneçam uma experiência de aprendizado positiva, rápida e eficiente.

Desafio de Produtividade
Soluções que apoiem a gestão de indicadores de produtividade nas empresas Usiminas, com padronização entre as áreas e metodologia.

Desafio vale-café
Como digitalizar o processo de entrega do vale-café e chá da Usina de Ipatinga a fim de torna-lo mais ágil, seguro, transparente e auditável?

Desafio de Backoffice
Soluções inovadoras para processos de backoffice, ou seja, que não estejam diretamente ligados à nossa produção, mineração ou siderurgia.

Para saber mais, acesse a página. https://innovationlatam.com/ch/usiminas

inovabra habitat anuncia novos parceiros tecnológicos

Microsoft for Startups, Startup with IBM e Google Cloud for Startups disponibilizam benefícios financeiros e outras vantagens, por meio de tecnologias, serviços e produtos para as startups habitantes

Com o objetivo de fomentar e alavancar os negócios de seus habitantes, o inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, anuncia parceria com três grandes empresas de tecnologia por meio dos seus programas: Microsoft for Startups, Startup with IBM e Google Cloud for Startups. Com isso, as mais de 200 startups do ecossistema terão vantagens de aprendizado, melhor aproveitamento da tecnologia e acesso a benefícios financeiros.

O ecossistema do inovabra habitat conta com o apoio da Microsoft for Startups, que oferece até R$ 120 mil em créditos de nuvem no Microsoft Azure, acesso a produtos como o Office 365, suporte técnico gratuito 24 horas e contato com engenheiros para arquitetar, projetar, implementar, migrar e escalar soluções. Há ainda o acesso a oportunidades comerciais via marketplace e rede de vendedores da Microsoft.

Já a IBM oferece créditos de até US$ 120 mil por ano no Startup with IBM. O programa disponibiliza um catálogo com mais de 190 serviços, que permitem inclusive o gerenciamento e a modernização de cargas de trabalho. Ao construir soluções na nuvem IBM, as startups recebem treinamento digital e podem aproveitar um ecossistema de desenvolvedores e extenso material técnico.

No caso do Google Cloud for Startups, durante todo o ano os habitantes terão um suporte abrangente em serviços e produtos, além de treinamentos práticos e sob demanda, encontros informais, webinars e acesso total à comunidade de Google Cloud para desenvolvedores e C-levels. Também haverá sessões de mentoria técnica com experts e Googlers e as startups poderão ter acesso a até US$ 100 mil de créditos na Google Cloud Platform, de acordo com os critérios do programa.

“Estar no inovabra habitat e, agora, contar com os benefícios oferecido pelos parceiros tecnológicos, é fundamental para fomentar um modelo de negócios sustentável, apoiado em ferramentas tecnológicas de ponta e criando pontes para que a gente siga crescendo, otimizando custos e fazendo a diferença”, afirma Fábio Freire, CEO e cofundador da FindUP, startup de tecnologia do ramo de Field Service.

“Sem o suporte oferecido pelo inovabra habitat não teríamos conseguido chegar entre as cinco startups mais relevantes do agronegócio, segundo a 100 Open Startups, nem teríamos conseguido conquistar grandes empresas como clientes. Os benefícios oferecidos pelos parceiros tecnológicos são o empurrão que faltava para acelerarmos nosso negócio ainda mais e conquistarmos a América Latina”, destaca Rômulo Prudente, CEO da Implanta.

Para a diretora executiva do Bradesco, Walkiria Marchetti, o contato direto com as principais empresas de tecnologia do mundo é fundamental para aportar conhecimento e implementar novas soluções. “Nossa intenção é apoiar o crescimento das startups em todas as fases de sua jornada, além de fomentar os negócios e disponibilizar benefícios financeiros, que representam contribuições relevantes no conjunto das suas despesas, especialmente em um momento de crise”, explica.

Abstartups lança estudo sobre agtechs

Em busca de compreender o ecossistema em suas diversas atuações, a Associação Brasileira de Startups , entidade sem fins lucrativos que promove o ecossistema brasileiro de startups, em parceria com a Dell, lança o Mapeamento de Agtechs 2021 – Estudo das agtechs no Brasil e suas tecnologias.

O recente estudo tem como objetivo atualizar as informações sobre o segmento e conhecer melhor os desafios que as agtechs do país enfrentam neste momento. O setor agrícola é um dos mais importantes e lucrativos do Brasil, visto que em 2019 foi o responsável por movimentar mais de 20% do PIB brasileiro. As Agtechs representam 11,8% entre os segmentos mais comuns, ficando apenas atrás das startups relacionadas a educação e bem-estar. Ainda de acordo com o mapeamento, 47,1% das agtechs brasileiras já receberam investimentos – quase o dobro da média geral em todos os setores (26,7% em 2020).

O mapeamento classifica as startups em três momentos da gestão agrícola: antes da porteira (tudo que é necessário para a gestão agrícola, mas que não atua na fazenda); dentro da porteira (que envolve diretamente os produtores agropecuários); e depois da porteira (que se refere a tudo após a produção agrícola). No Brasil, 72,6% das agtechs estão localizadas na fase Dentro da Porteira, contra 10,2% no Antes da Porteira e 17,2% no da Porteira.

Felipe Matos, presidente da Associação Brasileira de Startups, aponta que o estudo revelou que o futuro do agronegócio está totalmente focado na tecnologia que já está revolucionando o setor: “Não resta dúvidas, que o futuro do agronegócio está totalmente atrelado a tecnologia, já que esta é a ferramenta base das soluções que vem revolucionando o setor, e o melhor caminho para verticalização da produção e garantir a escalabilidade das produções”.

“Com esse novo estudo, queremos trazer mais visibilidade e reforçar a importância das agtechs para a economia brasileira e em nosso ecossistema de startups. O segmento agro é um dos mais tradicionais e maduros, mas ainda com oportunidades para novas soluções e exponencial crescimento. E os resultados positivos deste estudo só comprovam esse promissor futuro”, afirma Ana Flávia Carrilo, coordenadora de Informação da Abstartups e responsável pelo estudo.

Principais insights do Mapeamento de Agtechs 2021 :
– Foram identificadas 299 agtechs ativas em todo Brasil;
– 54,1% das agtechs mapeadas estão em fase de validação e operação;
– O setor é majoritariamente composto por empreendedores homens, com 85,4% dos fundadores do gênero masculino;

– São Paulo é o estado com maior representatividade de agtechs (27,4%), seguido por Rio Grande do Sul (17,2%) e Paraná (12,7%);

– 47,1% das agtechs já receberam investimentos;
Para ter acesso ao estudo completo, acesse: https://abstartups.com.br/mapeamento-agtech/

Alvarez & Marsal investe na Booming Tech Hub

A Alvarez & Marsal segue investindo em tecnologia e inovação. A mais recente iniciativa da consultoria é a parceria com a Booming Tech Hub , empresa que promove mentoria, investimento e tecnologia para startups, para acelerar a cultura de corporate innovation no mercado global. Com a parceria, o ecossistema da Booming apoiará no desenvolvimento dos projetos que surgem dentro dos programas de inovação da A&M, além de executar a negociação com startups e gerir aportes às novas empresas. Desde 2019, a A&M aposta em inovação e empreendedorismo no Brasil, com a criação da plataforma BizHub e o fundo de venture capital Next A&M. Este ano, a consultoria pretende fechar entrada em mais cinco novas startups, alcançando um crescimento de dois dígitos em investimentos em relação ao ano passado, quando selecionou 12 startups entre healthtechs, agritechs, retailtechs e payment, com aporte médio de R﹩500 mil em cada uma.

“A Booming Tech Hub já atua conosco e nossos clientes com soluções de Fast Prototyping nos novos projetos, além de nos trazer dois dos nossos 14 investimentos. Certamente, participar de uma startup como a Booming Tech Hub potencializa o nosso espírito de ‘empreender para revolucionar’ e reforça o nosso posicionamento de criar e implementar novos modelos de negócio e fontes de receita”, pontua Luis Camisasca, líder de Inovação da A&M.

Segundo João Braga, CEO da Booming Tech Hub, o objetivo da parceria é unir forças e capacidades. “Temos a chance de trazer a nossa experiência e rede de contatos do mercado das startups e aproveitar o tamanho da estrutura e a capilaridade que a A&M apresenta no mercado global. Juntas, as empresas são capazes de unir tamanho, velocidade e direção na operação”, finaliza.

Os serviços serão realizados de forma ágil, integrada e com qualidade, atributos essenciais no desenvolvimento de startups de tecnologia, que apresentam alto potencial de crescimento e resposta a demandas urgentes. Ao otimizar o desempenho e maximizar o valor agregado, é possível construir pontes entre aqueles que querem transformar realidades e quem tem apetite por investir em novas ideias. E quem ganha é a sociedade.

Até o final de 2021, a Alvarez & Marsal pretende lançar o segundo fundo de venture capital de startups na ordem de US﹩ 20 milhões. Diferente do primeiro, o Next A&M 2 terá participação internacional, aproveitando os 4 mil consultores espalhados pelo mundo para investir em projetos na China, Emirados Árabes Unidos e Israel.