Category food service

Startup Tagme apresenta o Smartlink, plataforma digital que reúne serviços para restaurantes e diminui a dependência de aplicativos de entrega

A pandemia de Covid-19 acelerou a busca do setor de bares e restaurantes por alternativas que garantam a sua sobrevivência. Muito embora a solução mais óbvia e imediata fosse consolidar os serviços de delivery, com o passar do tempo ficou claro que apenas as entregas não seriam suficientes para manter as portas abertas. E que depender de aplicativos terceirizados está longe do ideal. Neste contexto, a Tagme Food Solutions, startup líder em soluções de hospitalidade para restaurantes no país, investiu em pesquisa e inovação e desenvolveu o Smartlink, uma nova solução digital capaz de integrar todos os serviços dos restaurantes ao alcance de um clique, gerar novas receitas e diminuir a dependência dos aplicativos de delivery.

Mesmo antes da pandemia, o consumidor mais digital e conectado já exigia um novo tipo de atendimento no segmento de alimentação. Ainda em 2019, a 13ª Pesquisa Setorial ABF Food Service apontava que 78% das marcas pesquisadas pretendiam investir em tecnologias de serviços delivery no ano seguinte, contra 66% no ano anterior. Os pedidos online vieram a seguir, com 68% das projeções de investimento, contra 53% no mesmo período.

Em todo o Brasil, apenas 9% das vendas de restaurantes eram feitas por entrega. Atualmente a modalidade supera 30% do total – com previsão de que se mantenha assim mesmo com a reabertura.

Neste contexto, a demanda pelos aplicativos de entregas disparou. Segundo pesquisa da startup de gestão de finanças Mobilis, os gastos dos brasileiros com as principais empresas do setor cresceram 103% no primeiro semestre de 2020.

Mas a relação entre os restaurantes e aplicativos nem sempre é tranquila. Entre as empresas menores, as reclamações vão das altas taxas cobradas (entre 25% e 30%) à falta de visibilidade nas plataformas, em detrimento de marcas maiores ou que têm contrato de exclusividade.

Mas se com a chegada da pandemia, o delivery virou regra, com a reabertura dos estabelecimentos, foi necessário reinventar modelos de atendimento para se adaptar a uma realidade de menos contato físico e otimização das soluções digitais.

Das reservas virtuais a um novo jeito de fazer delivery, restaurantes ganham ferramenta poderosa para vendas dentro e fora do salão

Surgiu assim o Tagme Smartlink, um ambiente digital que reúne dezenas de funcionalidades, atividades e demandas da operação em um único link. O serviço já vem sendo adotado na prática por todos os mais de mil restaurantes que já eram clientes da companhia, em quase 100 cidades brasileiras. Incluindo restaurantes premiados e grandes redes como 348 Corrientes, Gurumê, Serafina e Temakeria & Cia. A grande maioria foi beneficiada automaticamente no mínimo pela inclusão do serviço de espera remoto e da visualização do cardápio digital.

Na prática, trata-se da primeira solução omnichannel – metodologia que reúne e interliga diversos serviços simultaneamente em um único ambiente – para restaurantes do Brasil. O Smartlink permite que estabelecimentos de todos os tamanhos, em qualquer lugar do país, unifiquem o acesso a serviços como sistema de reservas online, menus e cartas de vinho digitais, lista de espera virtual, pré-venda de itens do menu, pedidos para retirada, entregas em locais próximos e como não poderia faltar, delivery. O último deles com um importante diferencial.

Através do Smartlink o restaurante pode direcionar o consumidor para aplicativos de entrega, ou operar através de delivery próprio, cuja interface também é produzida pela Tagme. Assim os estabelecimentos deixam de ser reféns das margens e comissões elevadas cobradas pelos aplicativos, mas deixam os clientes à vontade para escolher em qual canal preferem pedir. A novidade impõe um desafio logístico ao setor, mas uma vez que seja superado, pode virar o jogo a favor dos restaurantes. Esta disputa tem, de um lado, aplicativos de entrega ganhando muito, com relações com entregadores no mínimo questionáveis, e de outro, os restaurantes reféns de um serviço terceirizado que, apesar de gerar venda, diminui muito suas margens de lucro e nem sempre atua de maneira eficiente.

João Paulo Alves, CEO da Tagme, fala sobre a importância dos restaurantes terem maior independência e controle de suas rotinas. “Estamos há 12 anos trabalhando intensivamente com os melhores restaurantes do Brasil, depois de tanto tempo, acredito que conseguimos atingir um modelo que reúne todas as funcionalidades e que equilibra melhor as forças do setor sempre com foco no interesse do nosso cliente.” aponta o executivo.

Outro diferencial importante é que, ao contrário dos aplicativos de entregas, todas as ações nos serviços do Smartlink, da reserva de mesa ao pedido de delivery, geram dados para o próprio estabelecimento que podem ser usados para impulsionar cada vez mais as vendas, tanto porta para a dentro quanto porta para fora dos estabelecimentos.

Deste modo, o empresário não apenas amplia a sua base de clientes, mas gera inteligência para sua operação, entende os hábitos do público, pode moldar promoções, ou até mesmo otimizar a rotina do restaurante de acordo com os dados coletados. Dados estes que incluem desde o tempo de ocupação de cada mesa, em média, horários de pico de reservas e entregas até calcular a compra de acordo com os pedidos, evitando desperdícios.

Perspectivas para o food service em 2021

Por André Gasparini , diretor comercial da Agropalma

O ano de 2020 foi desafiador para praticamente todos os setores da economia. A crise de saúde e sanitária causada pela pandemia atingiu com mais força alguns segmentos, como o de food service. A condição de isolamento social, como uma das medidas para conter o novo coronavírus, teve desdobramentos que mudaram até mesmo o perfil de consumo, entre eles, o alimentício. Restrições de funcionamento relacionadas aos horários e formas de atendimento exigiram que os estabelecimentos se adaptassem rapidamente, a fim de garantir sua receita e sobrevivência.

De acordo com dados levantados pela ABIA (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos), em conjunto com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e projeções da Food Consulting, aproximadamente 25% dos operadores de food service não resistiram à crise e encerraram suas atividades. Grande parte das falências se deve à falta de adaptação dos negócios aos novos canais comerciais, como os aplicativos de refeições com delivery e take away. O que antes era visto como uma ferramenta a mais para impulsionar as vendas, tornou-se a essência do empreendimento, devido à atual necessidade do consumidor.

Outro canal que também ganhou relevância no período foram as plataformas de promoção por meio das mídias sociais, que se tornaram verdadeiras vitrines virtuais para venda dos itens oferecidos, assim como seus diferenciais e lançamentos. Nesse ponto, podemos dizer que esses canais permitiram ir além da exposição comum às vitrines físicas, eles possibilitaram maior interação com o consumidor, entendimento de suas expectativas e necessidades, para aplicação de melhorias contínuas ao dia a dia do negócio. Foram como termômetros, com rápidos feedbacks, para que o operador pudesse avaliar seu nível de aceitação e preferência de seus clientes.

Essas plataformas foram também fundamentais para os novos negócios que surgiram no período. Com o aumento do desemprego, algumas pessoas precisaram se reinventar para garantir uma renda e muitas receitas culinárias de família foram colocadas em prática e oferecidas ao público. Ainda que de maneira informal, houve um aumento considerável dessa fatia do food service.

Embora todos os desafios enfrentados, os estabelecimentos que conseguiram atravessar esse período, de forma sustentável, contarão agora com um cenário menos competitivo e mais promissor, com a perspectiva de manter e até ampliar sua participação no comércio. Dentro desses novos padrões de funcionamento, impulsionados principalmente pelo delivery e take away, estima-se que o setor passará de uma queda de 32% em 2020 para uma alta em torno de 25% em 2021, segundo as projeções da Food Consulting.

Um futuro ainda incerto acaba trazendo insegurança à ponta de toda essa cadeia, fazendo com que os operadores do food service sigam com cautela em suas compras e investimentos em estoques. Mas, diante das perspectivas positivas, aos poucos, é possível sentir o mercado se adequando ao seu novo normal. Os desafios sempre existirão, mas eles também vêm acompanhados de oportunidades. Manter o otimismo e buscar novas soluções diante das adversidades nos torna mais fortes, nos faz seguir em frente e alcançar o sucesso. Juntos, vamos superar essas dificuldades para um futuro melhor para todos.

Startup vê demanda por digitalização de restaurantes quadruplicar e recebe aporte para expandir operação

A Styme, startup de serviços para restaurantes e consumidores, já sente o reaquecimento do mercado com a procura cada vez maior de restaurantes por serviços de tecnologia que auxiliem na digitalização dos processos operacionais e, consequentemente, na retomada das atividades devido à pandemia. Desde julho, a Styme conquistou 60 novos clientes e acaba de receber um aporte de R﹩ 400 mil para expandir sua operação em todo o país, com a expectativa de crescer cerca de 120% em relação aos clientes e 173% em faturamento até o fim deste ano.

A principal questão a ser solucionada é o distanciamento entre clientes e funcionários dos estabelecimentos de alimentação sem perder a qualidade e empatia no atendimento. Um dos principais serviços da startup nesse sentido é a plataforma de cardápios digitais, disponibilizados via tablets, que permitem uma experiência completa reduzindo em até 70% o contato com os garçons. Casa Graviola, Méz, Cachaçaria Água Doce, Habib´s, Ragazzo, Dasbrot, B de Burguer, Hot n Tender e Camarão Express são alguns dos clientes que utilizam a plataforma.

A qualidade visual do menu digital, desenvolvido com design e curadoria fotográfica de cada prato, além de informações detalhadas sobre sua composição, estimula o desejo pelo menu e melhora a experiência do cliente, que consegue ter uma perspectiva mais real do produto oferecido, diminuindo o volume de dúvidas a serem tiradas com os garçons e, portanto, o contato entre as partes.

Além disso, a Styme utiliza inteligência artificial para programar a venda sugestiva de acordo com as opções selecionadas pelo consumidor. Enquanto o cliente pede um simples prato como um hambúrguer, o cardápio sugere acompanhamentos que harmonizam com o item selecionado pelo cliente. O pedido feito pela interface é enviado diretamente à cozinha, sem intermédio de funcionários do local.

A tecnologia otimiza em 30% os custos com a mão de obra, além de contribuir com um aumento de até 20% do tíquete médio do restaurante. “O garçom para de fazer aquele trabalho operacional e foca em ser um consultor de vendas. Além disso, conseguimos captar informações dos clientes e o nível de satisfação do atendimento por meio de pesquisas impostas pelo cardápio”, explica Frederico Tonietto, CEO da Styme.

A plataforma também permite que o restaurante tenha processos mais ágeis, podendo ajustar promoções, formatos, combos e até mesmo o próprio menu, de acordo com os pratos que estão sendo mais vendidos e que indicam a preferência dos clientes. Até o fim deste ano, a Styme deve lançar a versão do cardápio digital com pagamento via QR CODE.

A Styme também é parceria da Linx, líder no segmento de softwares de gestão para o varejo, que permite conexão do cardápio digital com os sistemas operacionais de restaurantes de todo o país. Hoje, a solução atende em média 50 mil pedidos por mês e está presente em 12 estados do Brasil.

Tags, , ,

iFood lança projeto inédito de bikes elétricas para uso exclusivo de entregadores ciclistas em São Paulo

O iFood, foodtech líder na América Latina, em parceria inédita com a Tembici, empresa líder de micromobilidade na América Latina, inaugurou nesta semana o iFood Pedal, em São Paulo. Um projeto pensado e desenvolvido exclusivamente para entregadores que usam bicicleta e contempla três pilares importantes: bikes elétricas exclusivas, o espaço Ponto de Apoio iFood Pedal e o Pedal Responsa, curso digital de conteúdo formativo e de conscientização desenvolvido pelo Instituto Aromeiazero, organização sem fins lucrativos que utiliza a bicicleta para reduzir as desigualdades sociais e contribuir para tornar as cidades mais resilientes.

Uma das grandes novidades do projeto é a disponibilidade de bicicletas elétricas ou e-bikes que tem pedal assistido, ou seja, o motor é acionado quando a bicicleta é pedalada, sem acelerador, tornando a bike mais leve. Com velocidade limitada a 25 km/h e bateria com autonomia de 60km, seus freios e peças de transmissão carregam selo de empresas renomadas do mercado, proporcionando a máxima qualidade e segurança.

“Na área de logística, há uma equipe dedicada ao desenvolvimento de iniciativas que atendam às necessidades dos entregadores. Faz parte do nosso dia a dia exercer a escuta ativa, trazer parceiros com grande expertise e, assim, criar soluções efetivas para os entregadores de bike. A Tembici, referência em mobilidade ativa, foi essencial para construção do iFood Pedal, e o Aro, especialista em impacto socioambiental por meio da mobilidade, contribuiu com sua experiência com bike no terceiro setor para a capacitação. Depois de pouco mais de um ano de pesquisas, análises e entendimento de como aperfeiçoar a jornada na plataforma, foi possível implementar um projeto que vai incentivar o uso de um modal seguro e eficiente, trazendo melhoria para o dia a dia dos entregadores que utilizam bike”, diz Roberto Gandolfo, vice-presidente de Logística do iFood.

No Ponto de Apoio iFood Pedal, além de retirarem e devolverem as bikes elétricas, os entregadores participantes recebem máscaras, álcool em gel, o capacete e a bag. O espaço funciona todos os dias, das 10h às 23h, e oferece estrutura de banheiros, água, café, recarga para celular e local para refeições. Além disso, todas as medidas de segurança, higienização e distanciamento social foram fortemente implementadas. O endereço escolhido também foi considerando conveniência para entregadores (as) que usam bicicleta, já que Pinheiros (Rua Fradique Coutinho, 540) é um dos pontos com grande concentração de pedidos.

Quem adere ao Pedal iFood também tem acesso ao Pedal Responsa. O curso, desenvolvido pelo Aro, tem como objetivo de abordar cuidados e responsabilidades dos entregadores com a bike elétrica, além de trazer outros temas, como saúde, prevenção ao coronavírus e comunicação com o cliente. Após uma avaliação online do curso, os (as) participantes do piloto recebem um certificado de formação e ganham um kit contendo power bank, squeeze, jaqueta corta vento e uma camisa de proteção UV.

“O curso busca a valorização da ciclologística e da diversidade. Acreditamos que as mulheres podem ter ainda mais espaço espaço nessa nova plataforma. Além disso, nosso objetivo principal é ressaltar os aspectos positivos da utilização das bikes na logística para cidades mais sustentáveis e resilientes”, diz Murilo Casagrande, Diretor de Desenvolvimento Institucional do Aro.

O projeto pioneiro se inicia em caráter piloto com poucos entregadores, por este motivo, a compra do plano iFood Pedal não estará disponível para todos nos primeiros meses. Até o final deste ano, o projeto alcançará 500 bicicletas nas ruas de São Paulo. Durante os primeiros meses, serão avaliadas a aderência e impacto do projeto no dia a dia destes entregadores a fim de serem identificadas possíveis melhorias para que a solução seja escalada gradativamente.

O iFood Pedal ainda amplia a possibilidade de uso das bikes, uma vez que os entregadores do projeto também terão direito de utilizar as bicicletas do Bike Sampa, projeto de compartilhamento de bicicletas em São Paulo, além das elétricas disponíveis no Ponto de Apoio iFood Pedal.

“Há tempos identificamos a necessidade de desenvolver um projeto como esse. Vimos este público crescer rapidamente na nossa base de clientes e era preciso criar algo que realmente atendesse as necessidades dos entregadores ciclistas, até que encontramos no iFood a vontade de fomentar o delivery por bicicleta. Um projeto com tantas entregas para este público é pioneiro no mundo e estamos muito felizes em fazer parte disso”, diz Tomás Martins, CEO e co-fundador da Tembici.

Funcionamento e ficha técnica

• Para ter acesso ao plano, os (as) participantes deverão acessar “iFood Pedal “, no app iFood para Entregadores. Após a realização do cadastro, seleção e pagamento do plano, o entregador já está liberado para utilizar todos os benefícios;

• Plano semanal por R﹩ 9,90.

Bike Elétrica: iFood Pedal

• Adicional de R﹩2 por dia para retirada de bike elétrica no Ponto de Apoio iFood Pedal;

• O entregador tem direito a duas viagens de até 4 horas, respeitando o intervalo de 4 horas entre elas;

• Caso este tempo seja ultrapassado, há cobrança de R﹩ 5 a cada 1 hora.

Bike Manual: Bike Sampa

• Acesso pelo app do Bike Itaú, sem cobrança adicional;

• Até duas retiradas por dia nas estações do Bike Sampa;

• Viagens de até 4 horas inclusas. Caso este tempo seja ultrapassado, há cobrança de R﹩ 5 a cada uma hora;

• Disponibilidade 24 horas, exceto das 16h às 19h.

Inicialmente, o plano deve ser adquirido pelo app do iFood para Entregadores com uso do cartão de crédito e, nos próximos meses, outras formas de pagamento serão incluídas.

Tags, , ,

Os novos desafios de segurança digital do delivery brasileiro

Por Anderson França, CEO da Blockbit

Você já pensou em como o serviço de entrega de um restaurante pode impactar a sua privacidade? Saiba, então, que a segurança dos dados pessoais estará cada vez mais no centro das discussões de nossas vidas nos próximos anos, inclusive na hora de pedir o seu jantar. O tema é preocupante e se torna ainda mais importante agora, em tempos de isolamento social, já que estamos compartilhando informações para uma infinidade de empresas e de entregadores. Diante desse novo ambiente, até mesmo a compra daquela pizza de sexta à noite pode estar sendo alvo de um hacker. Já imaginou?           

Pode parecer exagero pensar assim, mas a segurança digital será um item prioritário para pessoas e empresas. A transformação imposta pela pandemia tem feito com que restaurantes e bares precisem se preparar para uma nova era no uso de informações, com registros específicos de clientes, armazenando dados e efetuando transações com segurança. Em outras palavras, à medida que os pedidos chegam pela web, eles precisam acompanhar o aumento de volume não apenas em suas cozinhas e fluxos de entregas, mas também na proteção de toda a estrutura digital.

Segundo pesquisas de consultorias nacionais, a área de entregas praticamente dobrou de tamanho no Brasil durante os primeiros meses da pandemia, impulsionada principalmente pelo setor de alimentação. Como resultado, temos presenciado uma explosão de novos aplicativos e serviços – que nem sempre entregam a segurança digital.

Motivos para vivermos essa ascensão do delivery, evidentemente, não faltam. O maior deles é que o uso dos aplicativos de entrega tem sido o caminho fundamental para a sobrevivência de vários restaurantes e bares que tiveram movimento reduzido por conta das medidas de restrição. Não por acaso, aliás, temos visto seguidamente o aumento no número de compras para entrega, até mesmo em ramos que, no passado, sequer planejavam esse formato de vendas.

Seja como for, empresários do mercado devem entender que ter atenção aos dados dos clientes é uma questão vital para a manutenção de suas operações em longo prazo. Estudos globais indicam, por exemplo, que mais da metade dos clientes que estão pedindo suas compras em casa deverão continuar com os pedidos on-line como uma forma de consumo mesmo após o fim da pandemia.

 Isso significa que bares e restaurantes já não podem mais se dar ao luxo de ficar off-line nem que seja por um minuto sequer. É preciso garantir alta disponibilidade das redes, com proteção sempre em dia. Empresários do setor deveriam entender, portanto, que a conexão de suas marcas e serviços com o público agora, definitivamente, inclui a segurança de dados e a experiência virtual de suas operações. Com o alto número de conexões e fluxos online em seus sistemas, garantir a disponibilidade das redes, além da segurança, é essencial.

Eles precisam se certificar, por exemplo, que as plataformas de delivery utilizadas realmente adotam as melhores práticas de cibersegurança e privacidade do mercado. Da mesma maneira, evidentemente, também é preciso que os restaurantes e bares adotem os sistemas mais adequados para suas operações internas, buscando sempre as soluções mais completas para garantir a segurança dos clientes diante das ameaças digitais.

Um caminho para isso é focar em pontos como o monitoramento ativo de todas as conexões com bloqueio de tráfego e conteúdo indesejado, segmentação das redes (separando o acesso para a parte administrativa da rede aberta para clientes) e, ainda, estabelecer configurações bem específicas para a gestão do ambiente como um todo. Nesse cenário, não há dúvidas de que as redes SD-WAN, definidas por software, são ótimas opções para conectar filiais com eficiência, reforçando a disponibilidade das redes e simplificando o gerenciamento centralizado de qualquer parâmetro de segurança relacionado à infraestrutura ou à rede.

 Investir em soluções mais modernas é, agora, o único jeito de acompanhar a transformação que temos vivido, com a era do delivery se tornando inquestionável. Isso porque a segurança cibernética está inserida como chave de sucesso nesse novo normal que estamos construindo. À medida que caminhamos para um mercado fígital (com a mescla do físico e digital em todos os nossos pontos de contato), é mandatório que as empresas compreendam a exigência trazida pela mobilidade e pela conectividade.

A crise do Covid-19 certamente pode ter forçado a expansão do e-commerce, mas o modelo de consumo das pessoas não voltará ao patamar anterior ao coronavírus. Isso implica dizer que o comércio eletrônico e o delivery continuarão a ser partes importantes da rentabilidade das operações. Do mesmo modo, cuidar da experiência dos consumidores e da segurança digital dos dados será uma das etapas do trabalho das empresas e estabelecimentos.

Vale destacar, ainda, que a necessidade de cuidar das informações é um parâmetro legal. É fundamental estar em acordo com as regras da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e do Marco Civil da Internet, que exigem novas práticas para proteger as informações sensíveis dos consumidores, sob risco de penalizações, como multas e bloqueios digitais.

Ao que parece, estamos cada vez mais dependentes dos serviços que levam as coisas do mundo para dentro de nossos lares. Imaginar o delivery do seu restaurante favorito como um dos envolvidos nessa jornada de transformação digital parecia algo desproporcional, mas não é – em um ambiente super conectado, todos temos responsabilidade em relação à segurança digital. É fundamental que os restaurantes e bares entendam isso rapidamente para não colocar em dúvida uma receita que tem tudo para fazer sucesso.

Tags, ,

Em ritmo de crescimento acelerado, Liv Up abre mais de 70 vagas

A Liv Up, uma das mais proeminentes startups brasileiras, reforçou seu ritmo acelerado de crescimento e essa semana anunciou mais de 70 vagas em áreas diversas de atuação que vão desde chefs de criação, líderes de desenvolvimento de produto, engenheiros de software, cientista de dados, entre outros. Sendo que algumas das posições são remotas, o que abre oportunidade para pessoas de todo o Brasil.

A foodtech que recentemente anunciou mais de 50% de mulheres na liderança da empresa e 51% no quadro geral de funcionários afirma que está com posições abertas para diferentes níveis de senioridade e para trabalhar em áreas como tecnologia, produto digital, portfolio, branding, logística e operações “Acreditamos que os valores da empresa têm nos ajudado a conquistar pessoas de destaque em suas áreas e com muito potencial para assumir novos desafios no mundo das startups e ajudar a construir uma empresa cada dia mais diversa e inovadora” afirma a diretora de Pessoas e Cultura, Cleide Oliveira.

Nascida com o propósito de transformar a relação das pessoas com a comida, a Liv Up é uma empresa de alimentação saudável que busca por meio do fornecimento de alimentos preferencialmente orgânicos, naturais e sem aditivos, causar impacto positivo em toda a cadeia, desde a relação com os fornecedores até o consumidor final. Com muita tecnologia e uso de dados a empresa tem despontado pela inovação no setor de alimentação em busca de escalar grandes desafios e gerar uma experiência positiva a todos que se conectam com a marca.

As oportunidades podem ser acessadas nos links:

http://www.linkedin.com/jobs/search/?f_C=10475106&geoId=92000000

http://apply.workable.com/livup/j/F35AA7 840F/

Food service ganha software para impulsionar retomada dos negócios pessoais

A GrandChef, foodtech especializada na gestão completa de restaurantes, bares e estabelecimentos gastronômicos, anuncia o lançamento da nova versão de seu software, que planeja ser um grande aliado na retomada das atividades de estabelecimentos no pós-pandemia. O sistema, 100% online e com armazenamento em nuvem, facilita o controle de pedidos por meio de comandas eletrônicas, controle de caixa e de estoque, gestão de mesas (incluindo a leitura de QR Code) e de balcão, disponibilizando todas as informações na tela do smartphone ou Tablet.

“Nossa proposta é oferecer uma tecnologia de ponta e acessível aos micro e pequenos empreendedores do comércio de gastronomia em todo o Brasil, para que possam ter uma visão completa de todos os pedidos do seu estabelecimento, tornando a administração mais fácil, profissional e eficaz. Com a nova versão, é possível gerenciar seu negócio onde e quando quiser, por meio de um smartphone conectado à internet”, revela Geison Correa, CEO e sócio fundador da GrandChef.

Com integrações que permitem o pagamento online e integração com Ferramentas de Marketing, a solução possui o módulo de delivery online, que possibilita ao dono do estabelecimento usufruir de funcionalidades específicas, tais como o desenvolvimento de um site com cardápio online com fotos e descrições dos pratos; a realização de campanhas de marketing e remarketing com Google e Facebook/Instagram para a fidelização de clientes; a criação de cupons e códigos promocionais de desconto; divulgações via WhatsApp Business.

Atualmente, a GrandChef já é utilizada por mais de três mil estabelecimentos e tem integração com plataformas como PicPay Pagseguro e com equipamentos de automação comercial como Controlid, Bematech, Elgin, Epson, Toledo, Magna, Filizola entre outros.

Com planos a partir de R$ 69,90 ao mês, os interessados podem testar o software e suas funcionalidades por 30 dias gratuitamente. A GrandChef conta com uma equipe de profissionais altamente capacitados na área de serviço de atenção ao consumidor, consultoria, marketing, análise, desenvolvimento e atendimento, que dão todo o suporte aos clientes.

“Queremos oferecer uma ferramenta que vá além dos controles de planilhas ou soluções legadas, mas sendo tão acessível e mais intuitiva. Para tanto, estamos sempre nos adaptando às necessidades do nosso cliente, desenvolvendo novas ferramentas e formas de gerenciamento por meio de customizações em demanda. Com o lançamento e novas parcerias, a expectativa é crescer 50% até o final do ano em relação a 2019”, ressalta Correa.

Go2Go apoia gestão inteligente de restaurantes e digitalização do food service

Para alavancar e digitalizar o setor alimentício, a Go2Go foi fundada em 2019 com o objetivo de transformar a gestão de pedidos de bares e restaurantes de todo o País por meio da digitalização de processos. O propósito da startup é trazer o serviço de balcão ao meio digital, reunindo todos os serviços de um restaurante em um só lugar, por meio da unificação de pedidos de diferentes origens na mesma plataforma.

A empresa nasceu para atender a uma lacuna de sistemas que resolvessem problemas específicos da indústria de restaurantes, após a intensa transformação nas últimas décadas impulsionada pelo crescimento das plataformas de delivery. O software integra multiplataformas, atua na construção dos canais de vendas online, fornece uma ferramenta de central de atendimento e apoia a logística dos restaurantes, desde o pedido até a entrega.

A partir da inteligência de mercado que oferece, a solução ainda devolve o protagonismo para os restaurantes, que passam a ter uma visão completa e aprofundada dos dados de performance da marca em cada um dos canais de venda. Outro serviço oferecido pela startup é a consultoria especializada em estruturar toda a operação de vendas digitais de redes de grande porte.

“A Go2Go quer trazer de volta a autonomia dos donos de restaurante e ajudar a alavancar cada empreendedor nesse momento de crescente digitalização”, explica Leandro Rossi, CTO da empresa.

O software, que atende empreendedores de todos os portes, cria a possibilidade de gerir em um só lugar os pedidos que chegam por todas as plataformas, além de oferecer customização do serviço, entregando soluções ideais para cada estabelecimento.

Sua plataforma de inteligência mostra aos donos de restaurantes dados como os itens mais vendidos por eles em plataformas como iFood, Uber Eats, RAPPI e outras espalhadas pelo Brasil, além de disponibilizar um mapa de calor que permite ao gestor saber onde está seu público e quais são os itens de maior procura em cada região.

Outro perfil beneficiado pela solução é o de franquias. Entre os serviços desenvolvidos pela tecnologia Go2Go, está o cardápio eletrônico, que auxilia as franquias do País a unificarem seus respectivos menus de forma padronizada e enxergarem a performance de toda a rede, aumentando assim a eficiência.

“Antes vista como acessória a esse mercado, a deliveryização tem ganhado cada vez mais força nos últimos anos, em especial durante a atual pandemia”, afirma Leandro. Apesar da oportunidade de vender mais, muitos donos de restaurante encaram dificuldades na hora de gerir todos os canais ao mesmo tempo, enfrentando problemas que vão desde promoções que eliminam sua margem de lucro até a falta de um relacionamento mais próximo com o consumidor.

Nova realidade do Food Service: Linx promove live sobre a importância do cardápio e embalagens na era do delivery

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, continua, pelo segundo mês, sua série de lives sobre a importância da inovação tecnológica para o setor em um momento que pede mudanças. Denominados ‘Papo Linx’, os eventos online são gratuitos e têm como objetivo ajudar lojistas a manterem as vendas em um cenário desafiador.

As lives são conduzidas por especialistas da Linx que trabalham com os mais diversos segmentos do varejo. Além disso, clientes da companhia são convidados para mostrar exemplos de como inovar em cada tipo de negócio. Para participar, os interessados devem acessar este link no dia e horário de cada evento.

Nesta semana, a empresa promoverá uma live dedicada ao segmento de Food Service, com foco em embalagens e entrega em domicílio. Intitulada ‘Cardápio & Embalagens no Delivery: como obter melhores resultados’, a sessão contará com Rodrigo Andrade (Diretor do segmento de Food Service da Linx), Simone Galante (Fundadora e CEO da Galunion), Victoria Gabrielli (Diretora de Marketing e Trade Marketing da McCain Foods Brasil) e Itagiba Fortunato (Diretor da Tuicial Indústria Gráfica). O evento online acontecerá na quinta-feira (21/5), às 15h.

As lives começaram no início de abril e já abordaram temas como desafios do e-commerce, gestão do estoque na crise, omnichannel, reinvenção do varejo, entre outros. Para mais detalhes acesse o YouTube da Linx econfira os debates que já aconteceram: http://www.youtube.com/channel/UCgy4D2ESnXSGPUwvi16tt8A.

Cargill e USP promovem hackathon para apresentar soluções para Food Service no pós-pandemia

A Cargill e a Universidade de São Paulo (USP) estão com inscrições abertas para a 3ª edição da maratona tecnológica SancaThon, que neste ano acontecerá entre os dias 25 de abril e 13de maio, e desafiará estudantes, desenvolvedores, empreendedores, designers e entusiastas a criarem, em uma semana, modelos de negócios, produtos, serviços e tecnologias para o futuro do food service pós-pandemia de COVID-19. O desafio está sendo realizado em conjunto com parceiros de toda a cadeia do Food Service, como BRF (pelo BRF Hub), Bloomin’ Brands (Outback), Turn the Table, Abia, Abrasel, IFB, Grupo Alento, Arco Foods, Irmãos Avelino, Galunion, Food Consulting GS&Libbra, FCSI, Mintel, Fispal Food Service, Delivery do Bem, Zygo Tecnologia, Liga Ventures, Weme e Foodtech Hub.

Realizada anualmente de forma presencial, a 3ª edição do SancaThon será promovida 100% online em 2020, com engajamento de várias universidades de todo o país. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até dia24/04, diretamente pelo site do evento http://www.sel.eesc.usp.br/sancathon. Os grupos serão formados no início do desafio.

“Estamos vivenciando um momento de incertezas, onde teremos que buscar novas alternativas para antigos hábitos e negócios. Para auxiliar pequenas e médias empresas do ramo a enfrentarem esses e outros desafios, junto com a principal universidade do país, queremos trazer ideias e inovação para pensarmos sobre as tendências para o food service”, afirma Augusto Lemos, Diretor Geral da Cargill Foods para América do Sul.

São esperados participantes de todo o país, com perfis diversos, entre desenvolvedores, designers e negócios, e não é necessário nenhum conhecimento prévio do setor, uma vez que será oferecida uma imersão bastante completa com líderes e parceiros que são referência nacional em Food Service. Os participantes poderão competir em grupos de quatro a seis pessoas, sendo formados de forma multidisciplinar.

“A Engenharia é a arte de identificar problemas, e propor e desenvolver soluções para a preservação e melhoria da qualidade de vida da sociedade. A crise, como a pandemia que vivenciamos, exige, subitamente, novas soluções para problemas desconhecidos. Esse é o momento em que a criatividade humana leva a novas descobertas, inventos e estratégias, a partir do desafio, da aflição e da esperança. O Hackathon proposto, certamente, apresentará novas soluções de interesse imediato,” comenta o Prof. Edson Cezar Wendland, Diretor da Escola de Engenharia de São Carlos da USP.

Para a competição, os participantes terão acesso a sessões de conteúdo com diversos especialistas sobre o contexto e necessidades do atual cenário, apontando as principais demandas e dificuldades do setor. E, durante a maratona, os desafiados contarão ainda com a orientação de mentores das diversas áreas, que ajudarão a sanar dúvidas para acelerar o desenvolvimento de suas ideias.

O diferencial dessa competição será uma segunda etapa, também de uma semana, na qual até 20 equipes serão selecionadas e receberão uma ajuda de custo para testarem a sua ideia junto a operadores e distribuidores. E, após passarem por uma banca de jurados, formada por líderes e especialistas da Cargill, da USP e das organizações parceiras, os grupos poderão negociar a continuidade do projeto com interessados nasua implementação. Contando, ainda, com premiações financeiras, cursos, experiências, exposição no mercadoe indicações a banco de talentos dos parceiros.

A SancaThon é uma maratona de desenvolvimento de tecnologia que fomenta a cultura empreendedora e desperta o desejo dos participantes de desenvolverem projetos inovadores. Com uma proposta direcionada,oferece mentorias e treinamentos para auxiliar na elaboração de protótipos e modelos de negócios viáveis.

O evento é realizado em conjunto pela Cargill, EESCIn (Centro Avançado EESC para apoio à Inovação daEscola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo), Núcleo de Empreendedorismo da USP São Carlos (NEU-SC) e pela Semana da Integração da Engenharia Elétrica (SIEEL).

Startup lança sistema de delivery próprio para restaurantes no Brasil

Diante da crise decorrente do Covid-19, entre os mais diversos setores da indústria de serviços, o gastronômico é certamente um dos mais afetados. Porém, o uso tecnologia pode ser determinante para a sobrevivência deste mercado. Pensando nisso, a Tagme Food Solutions, startup que cria soluções tecnológicas restaurantes em 50 cidades do Brasil, está lançando um sistema de delivery próprio para cada um deles. Com taxas competitivas, e geração de novas bases de clientes para os restaurantes, a ferramenta chega para ajudar as empresas durante o período de retração do mercado.

Pioneira na criação de ferramentas digitais de hospitalidade para restaurantes, como serviços online de reservas, gestão de filas, captação de clientes e fidelização e CRM, essa é a primeira ação da Tagme voltadapara vendas fora do restaurante. “Diante do quadro do Coronavírus, houve um congelamento neste modelo de negócios, e vimos a necessidade de criar uma solução de delivery próprio para cada restaurante, com maior eficiência, menores taxas e geração de CRM para os estabelecimentos”, afirma João Paulo Alves, sócio-diretor da Tagme.

Ao contrário do modelo tradicional de marketplace, o serviço da Tagme cataloga informações sobre cada cliente para os restaurantes, possibilitando uma maior fidelização no futuro através de campanhas de engajamento. Com isso, os estabelecimentos poderão personalizar o atendimento e oferecer vantagens específicas para cada perfil de consumidor.

Serviço não necessita de download e oferece repasses mais rápidos aos restaurantes

Com um layout intuitivo e de fácil operação, a nova ferramenta pode ser incorporada nas redes sociais,whastapp, Google e sites dos restaurantes, facilitando a comunicação com o cliente e aumentando a agilidade nos pedidos, sem que haja a necessidade de o usuário baixar um aplicativo. Para a entrega, o estabelecimento pode optar por uma logística própria ou terceirizar com um parceiro de logística indicado pela Tagme. Outra vantagem é a velocidade do repasse, feito em cinco dias.

O serviço já foi adotado por 120 restaurantes, nas principais capitais do país, como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Brasília e Teresina. Esse número tem potencial de crescimento alto, visto que a empresa atende hoje 800 clientes, em mais de 55 cidades, espalhadas por todas as regiões do Brasil.

Entre os clientes que já aderiram ao serviço estão nomes consagrados no setor, como Le Vin e Vokos, no Rio de Janeiro, Pobre Juan, Serafina, La Piadina, em São Paulo, e Amado, em Salvador. O sistema está disponível também para outros modelos de negócios, como lojas de conveniência e boxes do CEASA.

Aplicativos de pagamento e delivery transformarão o futuro do foodservice

As dinâmicas econômica, tecnológica e de tendências do consumidor são as que mudam muito rápido e ditam o futuro em todos os setores do mercado. Com o foodservice não é diferente. Por isso, cresce o movimento de empresas que se reinventam, trazendo novas soluções em produtos e serviços, que estejam em sintonia com as evoluções social e cultural onde atuam. Importantes marcas do mercado foodservice estarão mostrando suas novidades na segunda edição da ANUFOOD Brazil – Feira Internacional Exclusiva para o Setor de Alimentos e Bebidas. A feira acontece entre os dias 9 e 11 de março no São Paulo Expo.

O setor tem 160 milhões de consumidores por mês no Brasil, de acordo com o Institudo Foodservice Brasil, e mesmo assim os desafios acompanham os outros setores da economia no país: quando há crise e redução do poder de compras do consumidor, o primeiro item a ser preterido é o de lazer. E isso afeta – e muito – o setor de foodservice. A Abrasel – Associação Brasielira de Bares e Restaurantes – vai discutir o assunto durante a feira no II Encontro Abrasel – ESBRE: Saberes para Bares e Restaurantes. “O setor tem enfrentado essa crise com galhardia, lutando, inovando, enxugando custos, investindo em marketing agressivo. É preciso falar sobre o assunto com quem está atuando diretamente na área”, explica Percival Maricato, presidente da Abrasel.

Um dos principais assuntos que serão abordados no encontro são as mudanças na forma de consumir. “O cenário atual é de evolução fantástica do delivery e de aplicativos de pagamento. É preciso acompanhar a evolução, se adiantar e inovar para enfrentar a violenta concorrência característica do segmento. O empreendedor tem que se aperfeiçoar a cada dia, reduzindo custos, aumentando faturamento, qualificando-se de forma permanente”, argumenta Maricato.

A ANUFOOD Brazil é o cenário perfeito para discussão do futuro do segmento, bem como um ponto de encontro de profissionais qualificados reunidos pela Abrasel. “Nossa contribuição é enfrentar todo e qualquer barreira que tentam impor ao setor, e uma feira altamente especializada como a ANUFOOD cai como uma luva para enfrentar esses desafios, já que é muito focada em produtos, serviços, conteúdo e relacionamento, peças fundamentais para se atingir nossas metas”, conclui.

O II Encontro Abrasel – ESBRE: Saberes para Bares e Restaurantes acontece nos dias 9, 10 e 11 de março, paralelamente às outras atividades da ANUFOOD Brazil. Veja a programação completa: http://www.anufoodbrazil.com.br/forum-abrasel/

ANUFOOD Brazil

Data: 9 a 11 de março de 2020

Feira: 10h às 19h | Congresso: dia 9, das 11h às 17h30

Local: São Paulo Expo

Endereço: Rodovia dos Imigrantes Km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP

Parcerios estratégicos – ABIA, ABIR e ITAL