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Apple, Google, Samsung: o que os novos pays significam para o e-commerce brasileiro?

Por Rogério Signorini, Diretor geral da Braspag

O e-commerce segue crescendo no país. Foram 12% no ano passado, estimativas apontam para 15% em 2018 e agora o setor ganha importantes aliados: os novos pays. Os serviços de pagamento da Apple, Google e Samsung vêm fortalecer ainda mais este mercado, trazendo mais comodidade aos consumidores e mais chances de conversão para lojistas.

Segundo o estudo E-commerce Radar 2017, idealizado pelo Atlas, com o aumento da penetração de smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017, percentual que só tende a subir ainda mais, visto que, segundo projeções da FGV, o número de smartphones no Brasil deve se igualar em breve ao de habitantes, devendo chegar a 236 milhões em dois anos. Todos esses números só comprovam o enorme potencial de vendas que os novos pays trazem ao e-commerce. Mas em que consiste a tecnologia?

Para os e-commerces, os novos pays funcionam no formato de carteira digital. O usuário deve capturar a frente do cartão com a câmera do aparelho ou adicionar os dados manualmente. A cada transação, o cliente escolhe em sua carteira digital com qual cartão deseja pagar. O lojista recebe, a partir do aparelho, os dados do cartão de forma criptografada. Essa criptografia é transmitida à empresa responsável pelo gateway de pagamento, que decodifica os dados e transmite ao adquirente. Tudo de forma muito segura, tanto para o lojista quanto para o portador do aparelho. Nas transações online e em apps, um toque e o dedo posicionado no Touch ID confirmam a compra.

E falando em compras via aplicativos, de acordo com o Mobile Payment Journey, a nossa familiaridade com os smartphones, e mais ainda, com os apps, é notável: 78% dos brasileiros que possuem os aparelhos preferem comprar via app, número que fica acima dos 71% da média global. O mesmo estudo indica, porém, que ao mesmo tempo em que os brasileiros são atraídos pelos benefícios da velocidade e simplicidade de comprar via app, também abandonam as compras por desconfiar da segurança. Muito provavelmente os novos pays ajudarão a diminuir essa desconfiança. Vale lembrar ainda que os novos sistemas de pagamento também funcionam no varejo físico, por tecnologia de aproximação (NFC – Near Field Communitacion).

E se com todos esses números ainda não ficou clara a força dos novos pays para o comércio, aqui vai mais um dado: o potencial do Apple Pay no Brasil é de, inicialmente, 1,2 milhão de pessoas, segundo estimativas de mercado, pois esta seria a quantidade de clientes que acessam um dos bancos habilitados hoje por meio de um iPhone 6 ou superior (dispositivo compatível com a tecnologia). Imagine isso somado ao Google Pay – que conta com suporte do Bradesco, Banco do Brasil, Neon, Banrisul, Brasil Pré-Pagos, Caixa Econômica Federal e Porto Seguro – e ao Samsung Pay (este já disponível para dezenas de cartões com bandeiras Visa e Mastercard)?

Os novos pays vieram para ficar, ou melhor, para mudar a história dos meios de pagamento no Brasil e projetar ainda mais o crescimento do e-commerce. A tecnologia está aí, disponível para os consumidores e lojistas, basta começar a usar para escrever também suas próprias e bem-sucedidas histórias no comércio digital!

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E-commerce: Dynatrace alerta que sites brasileiros demoram mais para abrir

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, divulga levantamento que realizou para analisar o comportamento e experiêcias de compra no e-commerce de algumas categorias do varejo mundial. A pesquisa acompanhou diversas datas comemorativas de 2017 e foi concluída no período do Natal com dados de importantes mercados do mundo, como Brasil, Reino Unido, EUA, França, Alemanha, China, Austrália, Espanha, países nórdicos. Os resultados têm como objetivo auxiliar os varejistas na melhoria de suas lojas virtuais, que muitas vezes perdem clientes por causa de problemas técnicos nos seus sites.

“Os consumidores esperam que os sites sejam carregados dentro de três segundos ou menos”, explica Dave Anderson, Especialista em Desempenho Digital da Dynatrace, sobre a necessidade do levantamento para apoiar aos comerciantes. O executivo destaca que empresas que utilizam soluções como as da Dynatrace conseguem ter sites mais ágeis e preparados para serem acessados simultaneamente por milhares de consumidores. Segundo ele, sem o uso de tecnologia específica, esse desempenho não consegue ser obtido.

De acordo com o levantamento, nos países da Europa e América do Norte analisados a média de visibilidade completa dos sites e prontos para serem utilizados pelos consumidores foi de até 2,5 segundos, sendo Alemanha e Reino Unido os mais rápidos. Já no Brasil, a média foi de 4 segundos, tendo apresentado um pico de acesso no dia 18 de dezembro, entre às 10h e 13h.

Na avaliação do carregamento completo das páginas por categoria de vendas no Brasil, os cincos primeiros varejistas em ordem descrente foram papelaria e informática (4s), brinquedos (4,78s), perfumaria e cosméticos (4,93s), vestuário (7s) e varejista (7,06s). No quesito de visualização completa dos canais, a classificação ficou na ordem de perfumaria e cosméticos (1,45s), varejista (2,07s), livraria (2,14s), vestuário (2,24s) e papelaria e informática (2,29s). Todos tiveram 100% de disponibilidade de acesso.

“Nossa métrica visualmente completa foi desenvolvida para ajudar as organizações a se concentrarem no que realmente afeta a experiência do usuário. Fornecer aos compradores uma ótima experiência de compras on-line é vital para os varejistas que buscam ter sucesso no mundo de comércio eletrônico. Portanto, a conclusão visual deve ser a chave mestra para qualquer organização que procure realmente entender a experiência do usuário online “, finaliza Anderson.

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OLX passa a operar 100% na nuvem

Empresa suporta 1,5 bilhão de pageviews por mês e 5TB de dados coletados todos os dias

A OLX, maior plataforma de compra e venda online do Brasil, converteu toda a sua operação para cloud computing. Agora, 100% da demanda está hospedada na Amazon Web Services.

Os números de tráfego da companhia são altíssimos: 50 milhões de usuários únicos; 1,5 bilhão de pageviews (desktop e mobile); 500 mil novos anúncios por dia e 2 milhões de vendas por mês. Por isso, o nível de exigência para performance e segurança são altos.

A escolha pela nuvem da Amazon foi estratégica. “Grande parte da equipe já tinha experiência com a Nuvem da Amazon, o que facilitou a migração. Além disso, a nuvem da Amazon hoje é a mais madura do mercado e essa foi uma referência importante para a escolha do provedor. Ela já é arquitetada com foco em continuidade e contingência e, considerando nossos números altíssimos de demanda, a segurança geral da operação foi outro fator que pesou na escolha”, destaca Bernardo Carneiro, CTO da OLX. O processo de migração durou seis meses, sem impacto significativo na operação.

Carneiro explica que, apesar de a tecnologia principal escolhida pela OLX seja a AWS, a empresa está investindo em testes multicloud. O software de gerenciamento permite que a organização mantenha parte da busca na Amazon e parte no Google. “Assim, conseguimos tirar o melhor de cada tecnologia para entregar o máximo possível de agilidade e performance ao nosso usuário”, destaca o executivo. “Hoje, usamos balanceamento elástico e expansão de disco sem limitações. Até então, a tecnologia que usávamos tornava a operação cada vez mais cara em virtude do alto volume de tráfego na plataforma”, afirma.

A tecnologia em nuvem permite que a empresa foque no desenvolvimento de ferramentas que melhorem a experiência do cliente. “A adoção por cloud é uma tendência global e que só tende a evoluir. Nos próximos anos, nossa intenção é desenvolver a plataforma com foco em machine learning. Até 2020 pretendemos ter – ao menos – 80% dos times utilizando desta plataforma”, conclui o executivo.

Com a operação 100% na nuvem, a empresa atende à demanda de maneira mais suave. O CTO da OLX explica que com a nova estrutura de nuvem será possível atender uma demanda maior de usuários sem alteração no nível do serviço, mesmo em tempos de maior exigência operacional, como, por exemplo, após uma campanha de marketing.

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Gastos de e-commerce com publicidade mobile supera a de desktops

A SEMrush, líder mundial em marketing digital e fornecedora de ferramentas de monitoramento online, anuncia os resultados de uma pesquisa realizada mundialmente com mais de 8 mil sites de comércios eletrônicos, divididos em 13 categorias. O estudo identificou as principais tendências de marketing digital para 2018.

Com a proposta de coletar informações sobre fontes de tráfego, quantia investida em publicidade, tipo e tamanho de anúncios gráficos, assim como os dispositivos visualizados, as palavras e frases mais populares, entre outros aspectos do e-commerce mundial, o estudo revelou que os gastos em publicidade digital para dispositivos móveis foram consideravelmente superiores (85,39%) aos voltados para desktops (14,81%).

Partindo da divisão do total de sites estudados em diversas categorias – como alimentação, eletrônicos, vestuários, livros e viagens -, a pesquisa da SEMrush registrou que mais de 50% das lojas online que fizeram parte do estudo investiram em torno de U$ 1.000 em publicidade paga. A segunda maior faixa de gastos com anúncios foi de US$ 10.000 a U$ 50.000; Do total, cerca de 15% dos e-commerce gastaram entre US$ 1.000 e US$ 5.000.

Dentre as categorias analisadas, marcas do segmento de “Moda e Vestuário” são as que mais investem em anúncios pagos, com 81% do orçamento total acima de US$ 10.000, seguida por “Livros” (80%) e “Casa e Jardim” (47%).

O estudo ainda aponta que o tráfego direto é a principal forma como os clientes acessam os sites de e-commerce: o formato corresponde a 42,18% dos acessos, seguido por ferramentas de pesquisas, responsáveis por 40,1%. Um dado interessante revelado pelo estudo é que, embora haja intensos investimentos sendo feitos pelas marcas em redes sociais, os consumidores estão clicando pouco em sites pelas redes sociais, sendo que apenas 2,92% deles chegam aos sites de e-commerce por este caminho.

“As estratégias em relação ao e-commerce têm mudado globalmente e o Brasil não fica de fora dessa estatística. Este mercado encontra-se em pleno crescimento e a principal mudança que notamos é a preferência pelos dispositivos móveis, evidenciada por esse aumento de investimento em publicidade mobile, em comparação aos gastos com anúncios em desktops”, comenta Maria Chizhikova Marques, coordenadora do Mercado Brasileiro da SEMrush.

A pesquisa da SEMrush também listou os termos que mais envolvem emoções nos anúncios e despertam a curiosidade dos consumidores. A frase mais usada é “frete grátis”, seguida de “sem juros” e “melhor preço”. O estudo destaca ainda que os e-commerce apostam em algumas táticas para ativar os gatilhos emocionais que fazem os consumidores comprarem, como mencionar garantias e fazer chamadas que transmitam sensação de urgência.

Sobre o estudo E-commerce 2017

A pesquisa reuniu um grande conjunto de dados de mais de 8 mil sites de e-commerce visitados entre os dias 1 de janeiro e 31 de novembro de 2017 em diferentes países como Estados Unidos, Brasil, Reino Unido, Espanha, Alemanha e outros. Dividido em 13 categorias, como Eletrônicos, Alimentação, Vestuário e moda, Livros, Móveis, Viagens, entre outras, o estudo completo pode ser conferido no link abaixo: pt.semrush.com/ebooks/pesquisa-ecommerce-2017/

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GoRead lança parceria com Itaucard

O GoRead, maior plataforma de revistas digitais do Brasil com mais de 200 títulos de diversos assuntos e interesses no mesmo aplicativo, apresenta uma nova parceria a partir desta semana: Assim como a Vivo e o Terra, Itaucard agora se junta ao nome de parceiros da plataforma de revistas digitais do Grupo Abril. Segundo Rodrigo Chinaglia, diretor de Produtos e Serviços de Assinaturas, “a parceria com o Itaucard vem ao encontro do nosso objetivo, que é levar a leitura de revistas digitais para um número cada vez maior de pessoas que buscam conteúdo qualificado”, afirma.

Com a novidade, o cliente que possuir Itaucard, além de garantir o primeiro mês de assinatura gratuitamente, também terá desconto de 50% nas seis mensalidades seguintes e de 10% a partir do oitavo mês. Vale ressaltar que a vantagem é concedida somente se os pagamentos das mensalidades forem realizados com os cartões de crédito válidos na campanha.

Clientes que já são assinantes do GoRead também poderão garantir o benefício. Basta acessar o site https://www.goread.com.br/itaucard e solicitá-lo.

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E-commerce fatura R$21 bilhões no 1º semestre de 2017, aponta Ebit

Webshoppers 36 traz um capítulo especial sobre Digital Commerce, que movimentou R$93,5 bi em 2016 e quase dobrou de tamanho em 4 anos

O e-commerce faturou R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017, crescimento nominal de 7,5% ante o mesmo período de 2016, quando foram registrados R$19,6 bilhões. O número de pedidos aumentou 3,9%, de 48,5 milhões para 50,3 milhões, e o tíquete médio registrou expansão de 3,5%, passando de R$403 para R$418. Os números são do relatório Webshoppers 36, divulgado nesta quarta-feira (23) pela Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro.

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, a economia brasileira deu seus primeiros sinais de reação na primeira metade de 2017, e isso refletiu positivamente no e-commerce. “No primeiro semestre de 2016, no auge da crise política e econômica, o número de pedidos registrou queda pela primeira vez na história, retraindo 1,8%. Nos primeiros seis meses deste ano, além da recuperação do crescimento, o e-commerce ultrapassou pela primeira vez a barreira de 50 milhões de pedidos”, afirmou.

De acordo com o Webshoppers 36, uma das principais causas para o aumento dos pedidos foi a queda dos preços dos produtos comercializados online. O Índice FIPE Buscapé, que monitora a evolução dos valores cobrados no e-commerce, aponta para deflação de 5,38% nos últimos 12 meses encerrados em junho de 2017. “Em condições favoráveis de mercado, o comportamento do índice é deflacionário, principalmente devido a sua composição e suas características”, explica.

O número de e-consumidores ativos registrou uma expressiva expansão de 10,3% no período, para 25,5 milhões. Para esse levantamento, a Ebit considera os consumidores que fizeram pelo menos uma compra no e-commerce no primeiro semestre de 2017.

Crescimento significativo do M-commerce e redução do frete grátis

O crescimento das vendas via smartphones e dispositivos móveis em patamares bem acima da média do mercado também foi um dos destaques do relatório Webshoppers 36. A expansão registrada no primeiro semestre de 2017 foi de 35,9% – nove vezes maior do que o volume de pedidos do mercado – registrando um share de 24,6% de todas as vendas do mercado.

“O que mais impressiona é o crescimento de 56,2% de volume financeiro. Esse movimento deve-se à aproximação do valor do tíquete médio de compras via dispositivos móveis, que registrou aumento de 14,9% no período, se comparado ao mercado como um todo”, aponta André Dias, COO da Ebit.

Os players do e-commerce reduziram a oferta de frete grátis. Dados do relatório Webshoppers 36 apontam que, para o mercado em geral, houve uma redução de 42% para 38% no 2o trimestre deste ano se comparado com o mesmo período de 2016. Levando-se em conta apenas os dez maiores players, esse percentual reduz de 26%, para 18% do mesmo período do ano passado. “O mercado definitivamente tem procurado manter o posicionamento na oferta de frete gratuito apenas para algumas categorias mais específicas de mercado ou quando o consumidor não tem urgência para receber o produto. Dessa forma, pode aguardar por um tempo maior de entrega ou ainda retirar os produtos em alguma loja física”, explica Dias.

Expectativas para o Segundo semestre

Para o segundo semestre de 2017, a perspectiva é que as três grandes datas do calendário do varejo – Dia das Crianças, Natal e, principalmente, Black Friday – impulsionem as vendas. Para este semestre, a Ebit espera um crescimento de 12% a 15%. Levando em conta os números deste primeiro semestre e a estimativa para o segundo, a Ebit prevê que o mercado volte a registar expansão de dois dígitos, atualizando para 10% a perspectiva de crescimento do mercado no acumulado do ano.

Digital Commerce

O relatório Webshoppers 36 traz um estudo inédito sobre o Digital Commerce, que agrega venda de produtos novos e usados de empresas para consumidores (B2C) e de consumidores para consumidores (C2C), além de serviços (Turismo e Ingressos). Esse mercado movimentou R$93,5 bilhões no ano passado.

De 2012 a 2016, o Digital Commerce apresentou crescimento nominal de 88% com crescimento médio anual (CAGR – Taxa Composta Anual de Crescimento, em português) de 17%. Neste mesmo período, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro apresentou um recuo de 3,9%. “Esse crescimento mostra o dinamismo e o potencial do comércio eletrônico nacional”, afirma Pedro Guasti.

Para consultar a 36ª edição do relatório Webshoppers, acesse o site: www.ebit.com.br/webshoppers

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FH conquista certificado PCoE de hybris

Além de ser uma das principais empresas de soluções fiscais do Brasil, a FH, empresa de tecnologia especializada em negócios e soluções em TI, possui a maior capacidade instalada do país para projetos omnichannel. E, mais uma vez, a companhia se destaca ao conquistar o Certificado PCoE de hybris da América Latina. Vale lembrar que, em 2014, a companhia foi a primeira parceira SAP da América Latina a receber a Certificação Commerce Developer hybris.

“Graças à expertise em suporte técnico e ao alto nível de seus profissionais, esta é a segunda certificação hybris recebida, o que confere à empresa o título de melhor parceira hybris do Brasil”, relata Eduardo Arantes, Gerente da Unidade de Outsourcing da FH.

Para o gerente, esta certificação autentica a característica inovadora dos serviços de suporte prestados pela companhia, que atua em mais de 25 países nos segmentos da indústria: varejo, manufatura, fashion, utilities, financeiro, farmoquímica, agroindústria. serviços e setor público.

“A FH, em parceria com a SAP/hybris, oferece aos clientes as melhores soluções de comércio eletrônico do mercado, capacitando-os para melhorar a experiência de seus usuários no ambiente omnichannel. Destaco, ainda, que a obtenção da certificação PCoE hybris nos credencia para o que há de mais sofisticado em termos de solução e-commerce no mundo, para isso temos um time de 60 pessoas que monitora em tempo real o negócio eletrônico de nossos clientes e responde aos problemas na velocidade que este segmento demanda”, completa.

hybris revoluciona o conceito de digital commerce

O avanço de mídias móveis traz consigo a necessidade de investimentos em soluções de omnichannel. E, ao contrário dos concorrentes que não possuem um conceito de multicanais integrado, a hybris – principal plataforma de digital commerce disponível no mercado – nasceu omnichannel, o que permite à marca uma divulgação com a mesma experiência de navegação em todos os canais de venda: loja física, loja virtual, callcenter, redes sociais, entre outros meios.

Criada em 1997 na Alemanha e disponível no Brasil desde abril de 2013, a solução hybris – comprada pela SAP em agosto de 2014 – consolida dados, canais e operação, possibilita a simplificação dos multicanais com o aumento de competitividade e promete solucionar um antigo desafio: integrar o varejo offline e o online, além de unir as exigências do B2C aos processos de gestão do B2B nos quesitos de logística, processos de compras, atendimento eficaz e disponibilidade de produtos.

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