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CASE e Startup Summit se unem e consolidam o maior evento de empreendedorismo online da América Latina

Promover ações de incentivo, pulverizar o conhecimento sobre crescimento e performance e alcançar o maior número de pessoas na América Latina. É com base nessas premissas que o CASE, Conferência Anual de Empreendedorismo e Startups, e o Startup Summit, principal evento do ecossistema de inovação do Sul do país, se unem, e em ação inédita, consolidam a maior reunião digital de empreendedorismo em continente latino americano.

Após inúmeros encontros, os dirigentes da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) entenderam o momento em que o mundo passa e se certificaram da missão que tinham: ajudar empreendedores de todo o continente a alavancar seus negócios. Desses encontros surgiu a primeira edição totalmente online e gratuita do CASE + Startup Summit, que será realizada entre os dias 19 e 23 de outubro.

“Neste momento de crise, precisamos apoiar de todas as formas os empreendedores e empresas do ecossistema brasileiro e internacional. Por isso, decidimos em uníssono realizar o maior evento do setor, de forma online e gratuita, com toda a expertise de duas das entidades mais atuantes no Brasil”, comenta José Muritiba, diretor executivo da Abstartups.

Em 2020, os visitantes digitais contarão com uma série de palestras, workshops e debates sobre empreendedorismo, investimentos, tendências, marketing, vendas, diversidade, entre outras discussões compartilhadas por grandes nomes nacionais e internacionais. Ao todo são esperados mais de 20 mil participantes.

Segundo Luc Pinheiro, diretor técnico do Sebrae Santa Catarina a expectativa para essa primeira edição online é atrair participantes que nunca puderam acompanhar o CASE ou o Startup Summit. “Entendemos que o momento que vivemos é delicado e repleto de restrições. Mas conseguimos enxergar a atual situação com uma chance para ampliar nosso leque de atuação e levar toda a atmosfera de inovação para pessoas que ainda não tiveram essa oportunidade no mundo físico. Por meio da tecnologia, conseguiremos atingir um número ainda maior de empreendedores”, pontua.

Para gerar tração e engajamento do público de todo o país, o CASE + Startup Summit apresentará conteúdos 24h por dia. Pela manhã, o público poderá acompanhar conteúdos administrados pelos patrocinadores e, à tarde, terão a oportunidade de participar dos painéis principais em quatro palcos simultâneos.

“Diferente das edições anteriores, o CASE + Startup Summit terá cinco dias de duração, com conteúdos ininterruptos. Com isso desejamos atingir o maior número de interessados em mergulhar no mundo do empreendedorismo e, seguindo uma tendência mundial, nos encaixarmos na rotina de cada um. Ou seja, uma grande oportunidade para se aprimorar e poder ter o conselho de grandes nomes do mercado ao alcance de um clique”, explica Iomani Engelmann, presidente da ACATE

Tanto o CASE quanto o Startup Summit já possuem uma trajetória de sucesso consolidada. Em seis edições, o CASE já reuniu mais de 20 mil participantes na cidade de São Paulo e levou ao público grandes nomes como Neil Patel, Daniel Hoe (Salesforce), Gustavo Caetano (Samba Tech), Paul Walsh (Visa), Geoff Ralston (Y Combinator), Morten Primdahl (Zendesk), Chris O’Neill (Evernote) e Paula Belizia (Microsoft).

Já o Startup Summit, em duas edições (2018 e 2019) reuniu mais de sete mil empreendedores em Florianópolis/SC, onde o evento ocorre. No palco do Summit já passaram nomes como: Uri Levine (Waze), Ragnar Sass (Pipedrive), Eric Santos (RD), Leandro Caldeira (Gympass), Vinicius Roveda (ContaAzul), Renata Centurion (Winning By Design), Camilla Junqueira (Endeavor), Diego Gomes (Rock Content) e Camila Farani (Shark Tank Brasil).

Para a edição de união e consolidação do ecossistema de startups e empreendedorismo, em 2020, são esperados mais de 300 palestrantes. Entre os confirmados estão Alphonse Voigt (cofundador e CEO da EBANX); Brad Feld (cofundador da aceleradora Techstars); Brian Requarth (cofundador da Viva Real); Camilla Junqueira (Diretora da Endeavor); Florian Hagenbuch (cofundador e CEO da LOFT); Eric Santos (cofundador e CEO da Resultados Digitais); e Thais Suzuki (head de customer experience da iFood).

“Pela primeira vez conseguimos reunir os esforços de duas grandes forças que são esses eventos em prol de levar conhecimento, expertise e, mais do que isso, esperança a todos os empreendedores brasileiros. Sabemos da luta de todos para manter suas empresas abertas e nossa missão é ser o alicerce nesse momento”, ressalta Bruno Quick, diretor técnico do Sebrae Nacional.

Além dos painéis e debates de conteúdos, o evento contará ainda com o já renomado Startup Awards, o Oscar das startups brasileiras. Assim como nas edições anteriores, serão contempladas 13 categorias, como: Aceleradoras, Comunidade do Ano, Comunidade Revelação, Corporate, Educação, Herói (a), HUB, Impacto Social, Investidor (a) Anjo (a), Mentor (a), Imprensa, Startup do Ano e Startup Revelação.

CASE + Startup Summit 2020

Data: 19 a 23 de outubro

Acesso: http://www.casestartupsummit.com.br/

Programa IA2 MCTIC: inscrições abertas para credenciamento de aceleradoras e ICTs

Estão abertas até o dia 13 de março as inscrições para as instituições credenciadas ao CATI (ICTs) e as aceleradoras com experiência aplicada em Inteligência Artificial interessadas em participar do Programa IA2 MCTIC, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) com o apoio da Softex.

Nesta etapa, até 20 equipes formadas por ICTs e aceleradoras serão selecionadas. O Programa IA2 MCTIC oferece investimentos totais de até R﹩ 500 mil por startup e seus principais eixos temáticos são as áreas de agronegócio, saúde, indústria e cidades inteligentes. As aceleradoras podem reter equity e o Programa realizará um aporte de co-investimento de mesmo valor.

As ICTs serão responsáveis pelo apoio, acompanhamento do desenvolvimento da solução e suporte tecnológico enquanto as aceleradoras responderão pelo investimento e suporte na escalabilidade do modelo de negócios dos projetos de pesquisa selecionados. As instituições podem inscrever diversos projetos sob o mesmo CNPJ.

O Programa IA2 MCTIC, que tem por objetivo selecionar 100 e financiar até 30 projetos de pesquisa, permitirá que ICTs e aceleradoras atuem em conjunto com startups desenvolvendo soluções mais robustas e criando negócios de maior impacto. Além do fomento a novos negócios, ele viabiliza acesso aos mercados nacional e também internacional por meio de inovação aberta.

Assim que forem selecionadas as ICTs e Aceleradoras, será realizada a chamada para a seleção de startups, empresas de TI e grupos de pesquisa. Confira todos os detalhes do edital no endereço http://softex.br/iamctic/

Andrea Dietrich é nova sócia da aceleradora de negócios Organica

A Organica tem uma nova sócia: Andrea Dietrich. Profissional de marketing com foco em desenvolvimento de marcas e estratégia digital com passagem por empresas como GPA, Netshoes e BRF, Andrea se junta a Roni Cunha, Renato Mendes, Priscilla Erthal, Luciane Aquino, Pedro Paulo Moraes e Maurício Alexandre à frente da aceleradora de negócios. Com trajetória marcada por movimentos de transformação digital, a nova afiliada chega para agregar ao time no desenvolvimento de marcas, cultura e estratégia de negócios na Nova Economia.

Com formação em publicidade e propaganda e pós graduada em Gestão de Negócios pela FGV, Andrea é apaixonada por novas tecnologias, economia colaborativa e marcas de propósito, afinidade que pretende desenvolver no trabalho de aceleração de empresas.”Me dedico a ajudar as organizações, de startups a grandes empresas, a se conectarem com as transformações digitais e a encontrarem seu propósito no mundo”, comentou.

Andrea teve ampla experiência em empresas líderes de mercado em segmentos distintos. Ela foi responsável pela estruturação de um dos primeiros núcleos dedicados ao digital no varejo brasileiro em 2010 no Grupo Pão de Açúcar. Posteriormente também liderou o reposicionamento de marca do maior e-commerce de artigos esportivos do mundo (Netshoes) e de uma das empresas de alimentos mais valiosas do País (Perdigão). Hoje, além da atuação como consultora, ela é empreendedora co-fundadora da Évolus, startup de educação para varejo. Eleita como uma das 50 profissionais mais inovadoras do mercado e TOP 3 de canais digitais da Info Exame, Andrea também é colunista do jornal Meio e Mensagem.

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Como evitar a polarização de ideias no ambiente corporativo

Por Diego Daminelli, do time da aceleradora de Negócios Organica

O termo polarização já está no mainstream, ou seja, no cotidiano dos brasileiros. É mais comum ainda ouvir essa palavra em referência à atual corrida eleitoral. A população, desde os últimos anos, vem se dividindo em diferentes escalas da esquerda e da direita e outras ideologias opostas também separam grupos sociais. E quais são os maiores reflexos dessa situação?

Discussões rasas sem a profundidade necessária para que o tema seja devidamente decupado e também o afastamento pessoal e intelectual das pessoas, cada um correndo para sua bolha, são algumas das consequências dessa divisão social.

Mas será que são apenas estes os casos de polarização que trazem prejuízo? Na verdade, os ambientes corporativos também relatam casos e casos de perda de produtividade por conta destas discussões.

Na Organica, empresa que lidera a aceleração de negócios, conforme passamos mais tempo dentro das empresas que aceleramos, aprofundamos ainda mais os estudos sobre cultura, análise de público-alvo, jornada de clientes, objetivos e priorização de projetos. Podemos perceber que existem pequenas arenas e debates políticos entre a equipe comercial e a de Tecnologia de Informação, marketing versus suporte ou dentro de uma mesma equipe, por exemplo, branding versus performance.

Qual empresa nunca viu uma discussão de um comercial com a “demora” da entrega da equipe de produto? Quem nunca viu uma equipe de performance dizer que branding “fica gastando com besteira, mas quem converte é a gente.”

No curto prazo, esse embate pode parecer positivo. “Tenho uma equipe muito motivada que briga pela empresa”. Não, cada um briga para ter razão, briga por seus objetivos pessoais.

Nestes casos, alavancas de trabalho com foco em cultura e também de gestão costumam amenizar ou resolver grande parte desse problema que se resume em: cada um remando para seu lado ao invés de remarem rápido e juntos o famoso “Andar em Bloco”, quando falamos de cultura ou projetos de gestão em Squads, onde pessoas e áreas diversas se agrupam em projetos, um modelo que ficou muito famoso com a Spotify.

Em outros casos, alinhados com esses trabalhos específicos de Cultura e Gestão, se derrubam os “muros” de algumas áreas criando grandes setores de “Client centric”, ou seja, foco no cliente na abordagem para fazer negócios que se concentra em criar uma experiência positiva para o cliente.

Bill Macaitis, ex CMO da Slack, Zendesk e Ex VP da Sales Force, derrubou esses muros e uniu embaixo de seu guarda-chuva as áreas de Marketing, Vendas e Client Success (suporte). Com isso, ele unificou metas e colocou a satisfação e encantamento do cliente como principal objetivo de todas as áreas, seja em qual momento o cliente tivesse contato com a empresa. Não por coincidência, se tornaram cases de sucesso de gestão e resultados

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B2Mamy, que impulsiona negócios de mães empreendedoras, abre inscrições para programa de aceleração

A B2Mamy, aceleradora que conecta mães empreendedoras ao ecossistema de inovação, está com inscrições abertas para o B2Mamy PULSE até o dia 30 de julho. O programa, que acontece com apoio do Campus São Paulo – um espaço Google para empreendedores, propõe uma aplicação totalmente prática e imediata para a ideia ou empresa durante quatro meses.

O intuito do B2Mamy Pulse que inicia sua quarta turma no dia 10 de agosto é criar uma rede de capacitação e conexões em torno dessa mãe empreendedora de forma a impulsioná-la de maneira sustentável e com foco em tração, introduzindo as integrantes no mundo das startups e gerando oportunidades reais.

As três turmas que já participaram de programas anteriores, totalizando cerca de 50 empresas aceleradas em diversos segmentos, faturaram juntas no período de aceleração aproximadamente R$ 800.000,00.

As inscrições para a 4ª turma do B2Mamy PULSE estão abertas e podem ser realizadas neste link.

B2Mamy PULSE – 4ª turma – Powered by Campus São Paulo

Quando: 10 de agosto de 2018, sexta-feira, das 14h às 18h

Onde: Campus São Paulo (Rua Coronel Oscar Porto, 70 – Paraíso – São Paulo/SP)

Inscrições: http://bit.ly/2sP0Chj

Mais informações: http://www.b2mamy.com.br/

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Cervejaria Ambev lança aceleradora para soluções ambientais

A Cervejaria Ambev quer encontrar ideias disruptivas que ajudem a resolver algumas das principais questões ambientais da atualidade. Para isso, lança sua aceleradora com foco em impulsionar propostas que contribuam para a construção de um mundo melhor em temas como emissão de carbono, agricultura sustentável, embalagem circular e água. A ideia é identificar soluções inovadoras de empreendedores, startups e acadêmicos.

A melhor proposta será pilotada junto à Cervejaria Ambev e competirá internacionalmente com propostas de outros países na aceleradora global do grupo AB Inbev. Ao final, o grande vencedor terá a chance de fechar um contrato com a multinacional e apresentar sua ideia a fundos globais de investimento de alto impacto.

Além do vencedor, a Cervejaria Ambev também premiará outras propostas bem avaliadas com programas de treinamento e mentoria da liderança da companhia, para identificar e desenvolver o potencial das ideias e pessoas participantes, com possibilidade de futuras contratações.

Os interessados já podem fazer o cadastro em www.aceleradoraambev.com.br e aguardar os comunicados sobre as próximas etapas do programa.

“Nossa nova aceleradora cria oportunidades de identificar e apoiar projetos inovadores de pessoas e empresas também preocupadas em resolver os maiores problemas ambientais da atualidade. Isso está conectado ao nosso sonho de unir as pessoas por um mundo melhor”, comenta Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Cervejaria Ambev.

A aceleradora faz parte da Plataforma 100+, lançada recentemente pela companhia. A 100+ reúne ações de impacto positivo para além dos muros da cervejaria, que buscam construir um legado sustentável para a sociedade e o meio ambiente pelos próximos 100 anos e mais. Recentemente, a companhia lançou suas metas ambientais para serem atingidas até 2025, que estão alinhadas aos desafios das ideias propostas na plataforma:

Ações Climáticas: 100% da eletricidade comprada pela Cervejaria Ambev deve ser advinda de fontes renováveis. Além disso, a cervejaria vai reduzir em 25% as emissões de carbono ao longo de sua cadeia de valor.

Gestão de Água: melhorar de forma mensurável a disponibilidade e a qualidade da água para 100% das comunidades em áreas de alto estresse hídrico com as quais a cervejaria se relaciona.

Agricultura Inteligente: 100% dos agricultores parceiros da cervejaria devem estar treinados, conectados e com estrutura financeira para desenvolver um plantio cada vez mais sustentável.

Embalagem Circular: 100% dos produtos da Cervejaria Ambev devem estar em embalagens retornáveis ou que sejam majoritariamente feitas de conteúdo reciclado.

Serviço
Site: www.aceleradoraambev.com.br
Quem pode participar: pessoas empreendedoras com sugestões inovadoras para problemas ambientais
Prazo para cadastro: 31 de agosto
Premiação: aceleração de projeto com potencial de concorrer junto a outros países a um contrato global com AB Inbev, além de apresentação a grupo de investidores globais de alto impacto

Aceleradora de Negócios Organica chega ao Rio Grande do Sul

A Aceleradora de Negócios Organica anuncia sua expansão rumo ao Sul do País com a oficialização da sua chegada a Porto Alegre (RS). A nova operação reforça o crescimento da empresa fundada em 2014 por Roni Cunha Bueno e Renato Mendes e tem como objetivo atender à demanda de clientes que buscam criar modelos de negócio vencedores dentro da Nova Economia.

À frente da expansão para a praça está a sócia Luciane Aquino. Ela explica que a chegada ao Rio Grande do Sul foi um movimento natural do mercado. “O mercado de Porto Alegre é muito rico e nós temos sido procurados por muitas empresas com potencial para crescimento na economia digital. Algumas são startups já com tração e que precisam crescer ainda mais rápido, e outras são empresas tradicionais que perceberam que precisam dominar o digital para não perder mercado, mas não conseguem vencer as barreiras culturais para ter sucesso”, comenta Luciane.

No Rio Grande do Sul, a Organica já está trabalhando com as empresas como a Umbler, de hospedagem em nuvem por demanda, Rocket.Chat, plataforma de chat corporativo, e Delivery Center, solução de entregas que integra varejo online e offline.

Em todo País, a aceleradora já auxiliou mais de 40 empresas a crescer, entre elas MaxMilhas (Melhor startup 2017 pela Startup Awards), Méliuz (Melhor startup 2016 pela Startup Awards), Dr. Consulta (Empresa de maior impacto 2017 pela Latam Founders), Banco Votorantim, Mercado Bitcoin, Netshoes, Banco Modal, Banco Olé (Grupo Santander), Oi, Time for Fun, Terra, GetNinjas, Leiturinha, Netfarma, Serasa Experian, Empiricus, Netfarma, e.Bricks Ventures, Dinda, Object Edge, ProntMed, entre outras.

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Algar Ventures divulga empresas selecionadas para seu programa de aceleração

A Algar Ventures, braço de corporate venture capital do grupo Algar, anunciou as 15 scale-ups (empresas de alto crescimento) que participarão de seu programa de inovação aberta, em parceria com a Endeavor, com duração prevista de seis meses.

O objetivo do Algar Ventures Open é de apoiar os empreendedores nos seus desafios e acelerar ainda mais o crescimento das empresas, além de encontrar oportunidades de investimento em novos negócios para complementar o portfólio do Grupo.

As empresas escolhidas foram selecionadas por uma comissão formada por executivos da Algar e da Endeavor com base em vários critérios como oportunidade de mercado, diferencial competitivo, inovação no modelo de negócios, histórico da empresa nos últimos meses, além dos perfis do empreendedor e do time.

A próxima etapa é a fase de diagnóstico das empresas e escolha do mentor-padrinho, da rede da Endeavor. Após isso, será definida a conexão com um executivo c-level da Algar e dos fundos convidados, além da realização de mentorias coletivas em São Paulo.

A conexão com a Algar dará aos participantes acesso às unidades de negócios do Grupo, possibilitando a troca de conhecimento entre as empresas e eventuais investimentos por parte da Algar Ventures no decorrer do programa.

Estas são as empresas selecionadas para o Algar Ventures Open:

mLabs: visa promover a inclusão digital de pequenas empresas nas mídias sociais, por meio de uma plataforma facilitadora da gestão. Por meio de algumas ferramentas como agendamento de posts, acompanhamento de feed, análise de métricas, etc. permite que micro empresários tirem proveito das mídias sociais.

Dom Rock: solução de ambiente unificado de captura, consolidação e análise de dados, para dar suporte às organizações na transformação digital, tendo como pilares de tecnologia Big Data, análise de dados e aprendizado de máquina.

Agendor: CRM no modelo de SaaS focado para o time de vendas com ferramentas complementares que garantem a gestão do funil de vendas. Possui as versões web e mobile, com diversas funcionalidades que facilitam o trabalho das equipes.

Squid: especializada em marketing de influência, a empresa mapeia, recruta e gerencia micro-influenciadores. Sua tecnologia auxilia na gestão de todas as etapas de uma campanha, desde a identificação do micro-influenciador ideal, passando pelo alinhamento de estratégia, curadoria, ativação e monitoramento.

Solubio: tecnologia para produção de defensivos biológicas na fazenda (on farm). A solução é composta de Laboratório e BioFábrica OnFarm®, instalado nas propriedades agrícolas, e através de um sistema de alta qualidade permite redução de grandes custos com defensivos.

Dentro da História: plataforma de histórias personalizadas para crianças. Através da plataforma, crianças podem interagir com avatares próprios e imprimir seus livros personalizados, mesclando uma experiência online e offline.

Scicrop: plataforma integrada de agricultura digital para coleta, análise e visualização de dados de diversas fontes. Através do uso de uma API própria fornece serviços de agricultura de precisão, gestão da fazenda, etc.

Enbox: plataforma de negociação de energia elétrica que conecta consumidores livres, geradores e comercializadores. Funciona como um leilão dinâmico e possibilita que sejam executadas ordens de compra, venda e swap em tempo real.

Nazar: software para monitoramento que identifica a causa de problemas de performance de bancos de dados que afetam sistemas e aplicações. Possui painéis de monitoramento em tempo real e permite identificar a raiz dos problemas, além de otimizar o uso e custos com infraestrutura.

CleanCloud: plataforma de gerenciamento de computação em nuvem que possibilita maior visibilidade da sua arquitetura/gastos e oferece inteligência por meio de recomendações diárias e automáticas, analisando dezenas de variáveis.

Bela: fintech de turismo que possui uma plataforma para pagamento, gestão, venda e operação. A solução completa, plug and play, atende hotéis, agências e atrações turísticas.

Huggy: plataforma para atendimento digital concentrando diversos canais de comunicação e dividindo o atendimento em camadas: atendimento automático, atendimento inteligente (chatbots) e atendimento humano.

Mediação Online: plataforma de mediação online para resolução de conflitos de forma fácil, rápida e com validade jurídica, para promover o diálogo entre as partes e auxiliá-las na criação de alternativas para colocar fim ao litígio.

Grão Direto: aplicativo para facilitar negociações entre compradores e produtores, conectar cooperativas e entregar uma inteligência de mercado mais efetiva.

Zissou: oferece colchões de alta qualidade com conceito ‘bed in box’. O colchão vem em uma caixa compacta retangular que cabe o elevador e no porta-malas, facilitando a instalação, e pode ser testado durante 100 dias.

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Chega ao mercado nova aceleradora para startups HRTechs

A Conquest One, consultoria brasileira especialista em Staffing de TI, anuncia a criação de uma aceleradora para startups: a CQ1 Lab. Um espaço que será dedicado à aceleração de startups focadas em tecnologias para o mercado de Gestão do Capital Humano, conhecidas como HRTechs.

O trabalho da CQ1 Lab será o de mentoria, e além do ecossistema de inovação do qual farão parte, as startups aceleradas poderão aproveitar de todo o conhecimento que Antonio Loureiro e Marcelo Vianna têm acumulado com a trajetória da Conquest One. Experiências que abrangem o foco no ecossistema de Gestão do Capital Humano, domínio do ambiente de tecnologia para desenvolvimento de soluções, e experiência no desenvolvimento de negócios; resultado de mais de 20 anos de relacionamento com stakeholders de mercado.

As empresas candidatas passarão por uma análise que verificará o nível de maturidade do negócio, o estágio de desenvolvimento do produto/solução, aplicabilidade ao mercado, entre outros. Todas as fases buscam garantir que a ideia da acelerada esteja alinhada aos critérios da CQ1 Lab. Vale lembrar que a aceleradora não descarta a possibilidade de investimentos financeiros diretos nas aceleradas.

“Queremos compartilhar da nossa experiência e ajudar empreendedores a transformarem suas startups em negócios de sucesso. Além disso, também temos um DNA de empreendedores e conhecemos profundamente o processo de desenvolvimento de uma ideia de negócio, bem como do seu ciclo evolutivo.” analisa Antonio Loureiro.

Além de Marcelo e Loureiro, a CQ1 Lab contará também com a expertise de finanças do investidor-anjo de Rafael Brunacci, somando seus conhecimentos ao trabalho de mentoria, acompanhamento das startups, modelagem financeira, e desenvolvimento dos MVPs (Minimum Viable Product – Produto Mínimo Viável). E vale lembrar que ainda existe a possibilidade de novos mentores – que serão avaliados – serem acrescentados à aceleradora. “A tecnologia tem muito a acrescentar para o setor de RH, uma vez que os profissionais serão cada vez mais alocados em atividades estratégicas, e as soluções como inteligência artificial e automação vão reduzir a necessidade das atividades repetitivas. Além disso, o mundo tem passado por transformações contínuas na relação das pessoas com o ecossistema corporativo”, explica Marcelo Vianna.

O primeiro passo da criação da aceleradora partiu dos próprios fundadores e diretores da Conquest One, os quais possuem mais de 20 anos de experiência como empreendedores, e uma trajetória profissional que inclui participações em iniciativas ligadas à internet/tecnologia, ainda em um período no qual o termo ‘startup’ não era conhecido

“O propósito da CQ1 Lab é usar da nossa experiência e conhecimento para auxiliar empreendedores que têm uma boa ideia a acelerarem os seus projetos, e utilizando da abundância do capital financeiro disponível no mercado para investimento em caso de ideias de inovação de qualidade e escaláveis”, explica Rafael Brunacci, lembrando que, segundo a Associação Brasileira de Startups uma em cada quatro startups sobrevive aos primeiros cinco anos.

Aceleração corporativa

Não serão apenas as startups que se beneficiação da CQ1 Lab, o time de mentores aproveitará o ecossistema de inovação criado a partir das aceleradas, para alavancar a inovação em empresas já estruturadas.

O projeto surgiu em função da dificuldade que as companhias tradicionais têm de acompanhar a velocidade da criação de startups em seus segmentos de negócios. O foco desse sistema será o de impulsionar negócios inovadores e diferentes ideias dentro de estruturas convencionais, as quais geralmente sufocam novas possibilidades.

A CQ1 Lab optou por não criar períodos de inscrição, e os interessados em fazer parte do projeto podem entrar em contato com a aceleradora no portal http://wwww.cq1lab.com.br/

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Crescimento exponencial é foco de empresa especializada na aceleração de negócios e pessoas

Com escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro, a Organica, empresa que lidera o crescimento acelerado de negócios, tem o objetivo de auxiliar companhias em busca de avanço exponencial e sustentável, em um ambiente cada vez mais desafiador. Fundada em 2014 por Roni Cunha Bueno, a empresa, que cresceu três vezes no último ano, conta com os sócios Renato Mendes, Priscilla Erthal e Pedro Paulo Moraes, além de 13 outros associados. Já passaram pelo seu portfólio mais de 40 empresas, entre elas MaxMilhas (Melhor startup 2017), Méliuz (Melhor startup 2016), Dr. Consulta (Empresa de maior impacto 2017), GetNinjas (eleita pela Forbes uma das empresas mais promissoras do país) e Mercado Bitcoin.

Os sócios da Organica perceberam que o mundo está passando por uma mudança estrutural e que novos modelos de negócio estão transformando para a sempre a chamda a Velha Economia. Diversas grandes companhias que não acompanharam essas mudanças fecharam as portas nos últimos anos como a BlockBuster, Kodak e o My Space. Outras, entenderam que na Nova Economia, as regras do jogo são diferentes. A Organica nasceu para ajudar a ambas: fazer com que as antigas empresas encontrem oportunidades no mundo digital e ajudar as novas empresas a crescer de forma exponencial e sustentável dentro da Nova Economia.

“Estamos vivendo um período único em termos de oportunidade de expansão de negócios por meio do digital. Juntamos na Organica pessoas que passaram por grandes experiências e hoje o propósito é encontrar, juntos, os novos caminhos do crescimento”, explica Roni Cunha Bueno, CEO.

Entre as empresas aceleradas pela Organica estão: Nestshoes, Banco Modal, Banco Olé (Grupo Santander), Oi, Time for Fun, Terra, GetNinjas, Leiturinha, Netfarma, Serasa Experian, Empiricus, Netfarma, e.Bricks Ventures, Dinda, Objetct Edge, Me Salva!, ProntMed, entre outras.

Para quem precisa pensar como uma organização exponencial, a Organica mergulha rapidamente no negócio e busca novas visões, ações e alternativas para dinamizar e atingir o máximo potencial de crescimento. Para aquelas que já fazem parte da Nova Economia, especialistas auxiliam a empresa a repensar seu modelo de negócio para crescer de forma sustentável. “Nosso mercado é altamente complexo e competitivo e a Organica conseguiu construir alicerces importantes para dar suporte e acelerar o crescimento da Modal Mais”, diz Rodrigo Puga, CEO do Modal Mais. Veja mais depoimentos aqui.

“Nosso time reúne expertises complementares [que vão de pessoas, TI, Finanças, Marketing a Operação e Gestão], o que torna nossa atuação dinâmica na identificação de oportunidades, execução de planos de ação e alcance de resultados acima da média”, explica Priscilla, sócia diretora.

O trio de sócios se conheceu na Netshoes, onde Roni Bueno foi VP, Renato, Head de Marketing & Communications da Latin America e Priscila, Head de Marketing & Performance. Além deles, a Organica conta com grandes nomes em seu time como Luciane Aquino, ex-VP Global de Mídia do Terra; Flavia Russa, que liderou por 7 anos toda a compra de mídia e a estratégia promocional da Cnova Casasbahia.com.br, Extra.com.br e Pontofrio.com.br; Maurício Alexandre, ex-CMO da Bidu Corretora; Vinicius Picollo, que passou pela Leroy Merlin, Netshoes e Toyota; Wagner Tebaldi, que participou da expansão da B2W, na Americanas.com; Kat Wendelstadt, que construiu a área de Marketin no Dr. Consulta; e Bruno Tataren, premiado Empreendedor Social de Futuro pela Folha.

“O grande diferencial da Organica é que nós vivemos o crescimento exponencial na prática. Toda nossa metodologia é empírica. Nós conhecemos as dores dos empreendedores porque já as sentimos – e soubemos como superá-las”, completa Renato.

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Yubb recebe aporte de R$ 1 milhão para escalar operação

Bernardo Pascowitch, CEO do Yubb
(Foto: Fernando Torres)

O Yubb, buscador de investimentos que traz opções para aplicar melhor seu dinheiro, anuncia o primeiro seu aporte resultado de uma rodada de investimentos. Seis investidores que trabalham nos mercados de investimentos, bancos e outros serviços financeiros injetaram o total de R$1mi naquele que é conhecido popularmente como “o Buscapé dos investimentos”.

Números da startup – O dinheiro do aporte no Yubb será alocado nas áreas de marketing, expansão, programação, web design e produto na startup que tem sede em São Paulo. Em outubro deste ano foram visualizados mais de 2 milhões e 300 mil listas de pesquisas feitas por usuários entre o leque de 1300 investimentos de 122 instituições financeiras brasileiras mapeadas. A meta é dobrar esse número em maio de 2018.

Mudança de cenário – Espera-se também que o case do Yubb colabore com a mudança de cultura de aportes em startups no Brasil que é pouco focada em investimentos de risco. “Temos poucos exemplos nacionais de sucesso no mercado. Com essa nossa estratégia temos o objetivo de provar que podemos criar uma cultura de investimento de risco no nosso país para fomentar a inovação”, afirma Bernardo Pascowitch, CEO da plataforma.

Sobre a Startup – O Yubb foi fundado em 2014. Dois anos depois, lançou o buscador de investimentos que logo ganhou destaque no cenário de startups por fazer muitos brasileiros deixarem de guardar dinheiro na poupança e fazerem suas primeiras aplicações. As opções contempladas nas pesquisas são CDBs, LCIs, LCAs, LCs, LFs, RDBs, Tesouro Direto, robôs de investimento e fundos de investimento, sendo a única plataforma do Brasil que mostra gratuitamente o passo a passo concretizar essas operações.

Os aplicativos estão disponíveis para download no iPhone e Android e não é preciso fazer cadastro para acessar as ferramentas.

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Aceleradora de negócios da FGV recebe inscrições de startups interessadas em mentoria gratuita

Startups que tenham interesse na mentoria gratuita da aceleradora de negócios GVentures da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) têm até o dia 31 de maio para se inscreverem no programa de quatro meses a partir do segundo semestre. Podem participar empresas com modelo de negócio escalável em qualquer setor de atuação e um dos requisitos é que a startup tenha um aluno ou ex-aluno da FGV entre seus sócios — as inscrições e o regulamento completo podem ser acessados aqui.

A GVentures é a primeira aceleradora universitária de negócios do país que não cobra participação na empresa (equity) ou taxas. Criada em 2016 e veiculada ao GVCenn (Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios) da FGV EAESP, tem como modelo o que já vem sendo feito por universidades renomadas no exterior, como a aceleradora Rock de Harvard e a aceleradora MIT Delta V do MTI.

“A GVentures, além de ser uma aceleradora com propósitos educacionais, ao definir e atuar no pre-seed brasileiro, supre uma lacuna no mercado já que não há praticamente veículos focados nesta fase de desenvolvimento de negócios”, explica o coordenador e professor Gilberto Sarfati. Os pre-seed são negócios que superaram a fase de ideação e que se encontram em processo de validação de seus modelos de negócios.

“O principal objetivo do processo de aceleração da GVentures é levar, ao longo da aceleração, a empresa a atrair seus primeiros clientes e obter faturamento. Uma vez que a empresa começa a faturar, ela é percebida como seed e, portanto, alvo de investimento anjo e de aceleradoras equity based.”

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