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Tendências para a adoção de redes 5G em 2021

Por Rogério Ferro

O ano de 2020 foi caracterizado por acontecimentos tão incomuns que modificaram as dinâmicas sociais em todo o mundo. Nunca a conectividade foi tão importante como agora, e é exatamente nisso que a indústria de telecomunicações concentra seus esforços, com a meta de construir um futuro no qual a conectividade seja verdadeiramente acessível para todas as pessoas.

Para alcançar essa meta é necessário acelerar as implementações de redes 5G em todo o mundo e ao mesmo tempo é imprescindível que os governos liberem espectro adicional, o que permitirá às redes de acesso terem mais usuários conectados e dados trafegando. Da mesma forma, é preciso continuar com a desagregação de RAN (Radio Access Networks) à medida em que as implementações de Open RAN adquirem um grande impulso e marcam o começo de uma nova geração de produtos e tecnologias inovadoras.

Para a a indústria de telecomunicações, será de suma importância elaborar uma estratégia de rede que seja funcional. Visando o planejamento desta estratégia, abordaremos em profundidade três aspectos que ajudarão a alcançar um futuro com a melhor conectividade.

Implementação de redes 5G para 2021

A pandemia da Covid-19 afetou muito a implementação das redes 5G em algumas regiões, entretanto, o lançamento no mercado dos telefones inteligentes que suportam este tipo de tecnologia, como são os casos do Samsung Galaxy S20 e do iPhone 12 da Apple, teve uma excelente aceitação por parte dos consumidores, o que deve continuar acontecendo durante 2021.

As operadoras devem avaliar os benefícios que as implantações de Massive MIMO (Multiple Input / Multiple Output) podem oferecer para a implementação de redes 5G na região pois, embora o Massive MIMO aumente a eficiência espectral entregando maior capacidade de rede e maior cobertura, os custos adicionais e requisitos de energia podem significar uma desvantagem operacional.

As implementações de Massive MIMO são ideais para o ambiente urbano denso, entretanto, as operadoras devem estar preparadas para enfrentar desafios mesmo neste cenário, pois há casos em edifícios altos onde a cobertura do sinal não alcança de forma satisfatória todos os andares. Por esta razão é fundamental que as operadoras selecionem a antena ideal de acordo com a arquitetura onde será implementada.

A nossa recomendação de modelos de antenas para situações específicas de alta demanda de tráfego de dados varia de acordo com a topologia do local, a indicação é a utilização de 64T64R em altos edifícios urbanos, 32T32R para estruturas urbanas menores e 32T32R ou 16T16R para locais suburbanos. Em áreas rurais a melhor opção é o 32T32R (FWA) e para locais com requisito de tráfego de dados moderado, pode-se utilizar soluções 8T8R para cobrir de forma satisfatória os edifícios urbanos de altura mediana.

Os governos e o espectro de banda

Administrar o espectro de forma a atender a mais usuários e dados é essencial para alcançar a meta que planejamos aqui: um futuro no qual a conectividade seja acessível para todas as pessoas. Porém, em muitos países da América Latina a maior parte do espectro é fornecido pelo governo ou por empresas privadas que oferecem serviços de internet sem fio.

Para poder ampliar o espectro na nossa região é indispensável a regulamentação governamental que tenta reduzir o impacto para os serviços de banda larga já existentes. Apesar dos desafios que isto representa para os provedores, espera-se que os governos liberem e dediquem mais espectro para as implementações 5G e redes do futuro.

Em alguns países já estão sendo desenvolvidos planos para a implementação de novas redes. Por exemplo, na Colômbia espera-se que, a partir de 2021, seja implantada uma rede LTE de banda baixa para as áreas rurais, enquanto em Porto Rico será permitido às operadoras de Massive MIMO e provedores de serviços de internet sem fio implementar redes LTE adicionais. O Chile já realizou uma licitação de espectro 5G, com um total de 1800 MHz distribuídos em quatro bandas: 700 MHz, AWS, 3.5 GHz e ondas milimétricas (em 26 GHz).

Este tipo de licitação de espectro poderia se tornar muito popular na América Latina no próximo ano por ter se transformado em uma nova fonte de rendimentos para os governos. Por outro lado, existem países que postergaram suas licitações para meados de 2021, este é o caso do Brasil, que no mês de junho deve fazer a licitação de espectro 5G em quatro bandas diferentes:700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz. O México se programou para uma licitação com 3,5 GHz dedicado ao 5G durante a segunda metade de 2021. Deste modo, o aumento do espectro dedicado ao 5G é uma tendência em âmbito global e espera-se que continue crescendo durante o próximo ano e no futuro.

Open RAN: nova geração tecnológica

O Open RAN é um novo paradigma onde as redes celulares irão incorporar componentes de hardware e software de diferentes provedores que operarão através de interfaces de redes abertas, isto é, “interoperáveis”, esta inovação marcará o início de uma geração de produtos e tecnologia nunca vistos.

Este paradigma oferecerá alguns benefícios para as operadoras de serviços móveis:

·         Ajudará a reduzir os custos ao utilizar equipamentos de processamento existentes no mercado, para utilização nas unidades de banda base e a produção do hardware RU (Radio Unit).

·         Possibilitará a desagregação de software do hardware proprietário, o que facilita a criação e rápida implementação de novos serviços.

·         A cadeia de fornecimento ficará mais sólida à medida que ingressem novos provedores no mercado, o que permite uma integração maior de soluções.

Ao permitir a interoperabilidade dos equipamentos móveis, o Open RAN desempenha um papel na implementação da tecnologia 5G que será indispensável em relação à conectividade que será buscada no próximo ano.

Embora exista a previsão de que a pandemia da Covid-19 continue afetando a América Latina pelo menos durante a primeira metade de 2021, a indústria de telecomunicações está construindo um futuro no qual a conectividade, que nos últimos meses foi nossa ponte com o mundo exterior, seja mais acessível e presente em toda a região.

As redes 5G terão uma implantação favorável no mercado latino-americano à medida que novos dispositivos móveis sejam lançados, pois incluirão tecnologia inovadora e trarão consigo a busca por um espectro maior, permitindo cada vez mais usuários e se apresentando como um passo importante em direção ao futuro das redes.

Rogério Ferro, diretor da área de soluções de mobilidade da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe

5G como forma de agregar valor para os negócios

Por Márcio Kanamaru

Embora líderes das maiores empresas de telecomunicações, mídia e tecnologia do mundo estejam entusiasmados com as oportunidades que o 5G apresenta, eles estão preocupados com os custos para construir as novas redes e o retorno sobre estes investimentos. Apesar do fato de que os consumidores provavelmente pagarão mais por uma conexão 5G, há um acordo de que esse aumento não cobrirá o investimento nem compensará as redes. O entusiasmo e a expectativa em torno do notável potencial do 5G para consumidores e estilos de vida são empolgantes, mas, na realidade, os maiores benefícios do 5G provavelmente surgirão no mercado corporativo.

Infelizmente, apesar dos vastos recursos do 5G para transformar tudo, desde comunicações à manufatura, saúde, varejo e muito mais, uma peça-chave deste cenário 5G ainda está faltando. A visão necessária para compreender e alinhar estrategicamente os benefícios do 5G com os modelos de negócios atuais e futuros é um desafio para a maioria das empresas. Questões sobre o retorno de iniciativas 5G de bilhões de dólares são o principal assunto, especialmente, porque nenhuma indústria ainda não empunhou a bandeira para dar vida ao 5G.
A realidade é que elas não obterão retornos adequados apenas dos consumidores. Ao mesmo tempo, a maior parte do novo valor gerado por meio do 5G irá para as plataformas de serviço em vez das empresas de telecomunicações que emitem as contas. Para pagar as contas, as divisões empresariais precisarão criar fluxos de receita lucrativos, sabendo que os clientes corporativos irão investir para melhorar drasticamente a produtividade e a segurança.

O 5G tem cinco recursos principais que gerarão valor ao redefinir drasticamente ou criar modelos de negócios – capacidade, confiabilidade, latência, largura de banda e eficiência – que irão proporcionar recursos transformacionais. Vejo a necessidade de as empresas de telecomunicações irem além desses fatores. Com uma melhor compreensão do que, por quê, quando e como o 5G trará benefícios tangíveis para os clientes empresariais, as empresas de telecomunicação podem desenvolver estratégias embasadas para o futuro.

Nesse sentido, podemos elencar os seis componentes do DNA empresarial do 5G que agregarão valor para os negócios. Eles são os resultados comerciais que podem ser gerados pelo 5G e, entre eles, estão os seguintes: tomada de decisão aprimorada por máquina; meio ambiente; visualização; automação ágil; maior eficiência e conexões confiáveis.

Sabemos que o Brasil ainda terá um longo caminho para a chegada do 5G. Recentemente, foi apresentada uma nova data tentativa para realização do leilão do espectro para o segundo semestre do próximo ano, devido aos desafios a respeito da limpeza da frequência utilizada pela tevê via satélite na faixa de 3,5 GHz que poderá impactar 15 satélites, entre outras demandas do setor para a viabilização do 5G no país. Mas, todos estão confiantes e, tanto sociedade civil quanto governo têm se mostrado diligentes em encontrar caminhos para que esta tecnologia tenha um impacto positivo nos próximos anos.

Obviamente que não será uma questão de acionar o botão 5G e ver um novo mundo emergir. Haverá implementações iniciais em áreas menores, o que chamamos de estilo de campus ou redes privadas. Essas redes 5G menores resolverão problemas empresariais e fornecerão inovações em setores centralizados, por exemplo, um ambiente de manufatura inteligente localizado.

Depois disso, conforme as redes 5G se tornem publicamente acessíveis, veremos o crescimento do uso nas cidades, permitindo que vários setores descentralizados gerem valor, incluindo área da saúde e serviços financeiros junto com mobilidade, entretenimento ao vivo e muito mais. Além desse período, podemos esperar o surgimento do uso sem precedentes dessa tecnologia que ainda não podemos prever.

Márcio Kanamaru, sócio de tecnologia, mídia e telecomunicações da KPMG no Brasil

Feninfra: sucesso do 5G no Brasil depende da China e de outros países

Por Vivien Mello Suruagy

Estamos ingressando em nova era de desenvolvimento, com o advento do 5G. Mais pessoas poderão estar conectadas ao mesmo tempo, com maior velocidade de navegação em dispositivos móveis, como tablets e celulares.

Cidades e eletrodomésticos inteligentes, entregas de encomendas por drones, carros autônomos, identificação facial de criminosos por meio de sensores em postes, cirurgias a distância, automatização do agronegócio e vídeos-chamadas em 3D são alguns dos avanços proporcionados pela nova tecnologia. Porém, as vantagens são mais amplas. A navegação na Web será até 100 vezes mais rápida do nos sistemas sem fio atuais. Poderemos baixar filmes em nossos celulares em menos de três segundos. O consumo de energia será menor e as baterias durarão muito mais, algo congruente com o conceito “mais por menos” e os preceitos da economia sustentável.

O 5G, que representará um salto em direção à inteligência artificial e à internet das coisas, deverá gerar negócios de 11 trilhões de dólares em 2025, conforme estimativas da consultoria Mckinsey & Company. Estamos falando de aumento significativo de produtividade, redução de custos e surgimento de novas soluções.

Contudo, para contarmos com esse fantástico futuro, inimaginável há poucos anos, alguns obstáculos precisam ser vencidos. A tecnologia é cara e a infraestrutura dispendiosa. Tudo se torna mais crítico quando falamos da necessidade de manutenção da saúde das empresas, abaladas pela crise provocada pela pandemia da Covid-19. Em todo o mundo, os distintos mercados enfrentam complexas turbulências.

Nesse cenário, torna-se premente reduzir despesas para transformar o capital, que anda escasso, em investimentos e geração de empregos, ampliando a conectividade brasileira. Tal desafio traduz-se, dentre outros requisitos, em não termos um leilão arrecadatório e restritivo, nem limitação de determinados fornecedores e tecnologias.

Há um debate sobre a proibição de produtos chineses, devido à segurança nacional. Tal preocupação, contudo, deve estar sempre presente e se aplica a produtos, equipamentos advindos de quaisquer nações. Todos os fornecedores, independentemente da origem, têm comprovado até o momento serem fiéis ao lema soberania e segurança nacionais. Proibição numa economia de mercado não são princípios do comércio global, e certamente significaria aumento nos custos, afetando toda a economia, num danoso efeito em cascata, considerando a importância vital da internet e das telecomunicações para todos os setores de atividade.

Muito mais importante e prudente do que restringir a competição é zelar pela qualidade do sistema e boas práticas e exigir equipamentos importados legalmente e certificados pela Anatel. Também são fundamentais a qualidade da mão de obra e a garantia da segurança das redes. O Brasil necessita, sim, de empresas sérias, que continuem resguardando e respeitando a segurança e soberania brasileira e contribuam para a digitalização dos processos.

Tais avanços são decisivos para incluir nosso país entre os protagonistas na Indústria 4.0, robótica e inteligência artificial, ao lado das nações mais desenvolvidas.

Vivien Mello Suruagy, presidente da Feninfra (Federação Nacional de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e Informática)

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Huawei destaca avanços do 5G durante a Futurecom Digital Week

Há 22 anos no Brasil, a Huawei participa ativamente na transformação digital do país em parceria com operadoras, desde a instalação do 2G até o 4.5G, além de já ter capacitado mais de 30 mil profissionais e estudantes em suas iniciativas e parcerias educacionais com instituições de todo o país. A colaboração da Huawei estará presente na Futurecom 2020 Digital Week, um dos maiores eventos dedicados a inovação na América Latina, que, este ano, será realizado em formato online, de 26 a 30 de outubro.

Durante os Meetups, Webinars, Podcasts e debates do evento, a Huawei demonstrará como os avanços de tecnologias como 5G, IA, Redes, Nuvem e IoT (Internet das Coisas) irão abrir oportunidades às pessoas, aos negócios e à sociedade.

“Junto com nossos clientes e parceiros, contribuímos para o desenvolvimento das redes móveis e de banda larga, que cobrem 95% da população brasileira. Ajudamos nossas operadoras parceiras a lançar as redes 2G até 4.5G no País e ajudamos a construir a primeira rede de fibra óptica de alta velocidade na região amazônica, conectando 20 cidades e beneficiando cerca de 4 milhões de pessoas”, explicou Sun Baocheng, CEO da Huawei Brasil, destacando que a empresa levará toda essa expertise para sua participação no evento.

No Brasil desde 1998, a Huawei tem contribuído para a transformação digital do País. Implantando soluções inovadoras e com uma operação localizada, a empresa gera 1.200 empregos diretos e mais de 15.000 indiretos.

O comprometimento com a missão de construir um mundo totalmente conectado e inteligente permitiu que a Huawei ofereça as soluções mais avançadas e acessíveis em diversos setores como finanças, energia, agricultura, transporte, mineração, cidades inteligentes e no setor público.

Confira a programação de participação da Huawei na Futurecom Digital Week 2020:

https://futurecom.easyevent.com.br/search?term=Huawei

–  26 de outubro, às 16:30h – MeetUp | Agronegócio: Do Plantio à Mesa do Consumidor: O Uso de Tecnologias como aliada na Transformação do Campo. Participação do diretor de Marketing da Huawei Brasil, Tiago Fontes.

–  27 de outubro, às 09:40h – PODCAST | O 5G, com o gerente de solução Wireless da Huawei, Bruno Alvarenga Martins Ribeiro.

–  27 de outubro, às 11:00h – WEBINAR | 5G Interconectando Tecnologias e Serviços, transformando Negócios. Participação do CEO da Huawei no Brasil, Sun Baocheng.

–  28 de outubro, às 09:40h – MeetUp | Governo: Importância da Digitalização das Instituições Públicas alinhada às Necessidades dos Cidadãos. Participação do Executivo de Soluções Huawei para a Indústria, Ricardo Mansano.

–  29 de outubro, às 09:40h – MeetUp | Varejo: Redesenhando a Experiência do Consumidor no Mundo Low Touch. Participação do Consultor de Vendas Corporativas da Huawei, Davi José Martins.

–  29 de outubro, às 16:30h – MeetUp | Energia: Da Geração à Entrega de Energia ao Consumidor: A Revolução Digital e o seu Impacto no Setor Energético. Participação do diretor da Huawei Enterprise, Francisco Costa de Menezes.

–  30 de outubro, às 10:30h – Fireside Chat | O 5G, com o gerente de solução Wireless da Huawei, Bruno Alvarenga Martins Ribeiro.

–  30 de outubro, às 11:00h – WEBINAR | Acelerando a adoção de 5G através da Construção de um Ecossistema de Colaboração e Inovação. Participação do diretor de Soluções da Huawei, Carlos Roseiro.

SERVIÇO

Evento: Futurecom Digital Week 2020 – Online e Gratuito

Período: 26 a 30 de outubro

Inscrição: https://www.futurecom.com.br/pt/digital-week.html#inscreva-se

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NEC participa do Futurecom 2020 e destaca sua estratégia com foco no 5G

Num ano em que a conectividade se mostrou imprescindível na vida das pessoas, em virtude do isolamento social, a NEC reafirma sua missão de contribuir para a inovação e a colaboração no setor da tecnologia e marca presença no principal evento de tecnologia da América Latina – o Futurecom. A iniciativa, que nesta edição acontece somente no formato digital, por meio de uma plataforma virtual repleta de conteúdo, traz a participação de executivos da organização nos âmbitos brasileiro e global.

No primeiro dia do evento, 26 de outubro, às 14h, Wagner Coppede, diretor de Negócios da NEC no Brasil, participa da apresentação do business case do banco digital Nubank. Na mesma data, às 15h50, Wagner Barroso, diretor de Negócios da NEC no Brasil, integra o webinar que tem como tema “Como destravar a digitalização no Brasil e impulsionar o avanço do 5G?”. Na terça-feira (27), às 10h30, a líder global da NEC para Negócios com Provedores de Serviço, Mayuko Tatewaki, fala ao público do evento, quando apresenta cases da organização ao redor do mundo e destaca o desenvolvimento das aplicações voltadas a 5G e OpenRAN, além de comentar sobre sua visão acerca do cenário atual do setor.

Ainda no segundo dia do Futurecom, às 13h30, o diretor de Tecnologia da NEC, Roberto Murakami, concede uma entrevista em formato de podcast para responder sobre o 5G e os planos da NEC para a chegada da tecnologia ao Brasil. Angelo Guerra, vice-presidente da NEC no Brasil, compõe uma sessão de webinar que conta com a presença de executivos de operadoras, empresas multinacionais e uma universidade, para falar acerca do tema “Um mar de possibilidades: uso combinado de 5G, IoT, Big Data & Inteligência Artificial Impulsionando novos modelos de negócios”, que acontece na quinta-feira (29), às 11h.

Além disso, a NEC contará com a presença de seus executivos nas sessões de MeetUp, que vão reunir especialistas de diversos setores para discutir o papel da tecnologia nas mais diversas verticais da economia, como Varejo, Agricultura, Serviços Financeiros, bem como no âmbito governamental.

Confira a lista dos executivos da NEC nos MeetUps:

• Agronegócio: do plantio à mesa do consumidor – o uso das tecnologias como aliadas na transformação do campo
Leandro Galante, head de OpenRAN e 5G Lab
26/10, das 16h30 às 18h


• Personalização de Serviços Financeiros: ponto chave na Fidelização de Clientes
Wagner Coppede, diretor de Negócios
27/10, das 9h40 às 11h

• Governo: a importância da digitalização das instituições públicas alinhada às necessidades dos cidadãos
José Fiochi, gerente de Negócios para Governos
28/10, das 9h40 às 11h

• Varejo: redesenhando a experiência do consumidor no mundo low touch
Paulo Bom, gerente de Negócios para Empresas
29/10, das 9h40 às 11h

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Futurecom: CommScope apresenta soluções inéditas e aborda temas como 5G, Saúde 5.0 e IoT

A CommScope, umas das líderes globais em soluções de conectividade para redes de comunicação, participará da Futurecom Digital Week, evento virtual e totalmente gratuito que será realizado de 26 a 30 de outubro, com uma ampla programação, que destaca produtos e temas como novas soluções para arquitetura de acesso distribuído (DAA), 5G, Wi-Fi 6 e 6E, IoT e a crescente demanda por conectividade, entre outros.

O evento, que terá mais de 60 horas de conteúdo disponíveis online, deve receber cerca de 10 mil visitantes virtuais.  “A Futurecom é uma ótima oportunidade para apresentarmos nossa visão sobre as principais tendências no mercado de tecnologia e nosso completo portfólio para infraestrutura de rede”, explica Adriana Antonelli, gerente de marketing para América Latina.

No dia 26/10, às 10h30, o destaque é a entrevista com o vice-presidente sênior de service providers para as regiões da América Latina e Caribe da CommScope, Marcos Takanohashi, que falará sobre os desafios nas áreas de Infraestrutura e Conectividade. No mesmo dia (26/10, às 14h20), Hugo Amaral Ramos, diretor de tecnologia da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe, comanda o webinar A crescente demanda por conectividade e seu impacto na infraestrutura e qualidade da entrega

Já no dia 27/10, às 11h, Ramos fala ao vivo sobre o tema 5G – Interconectando tecnologias e serviços, transformando negócios. E ainda no dia 27/10, às 16h30, Ricardo Wassermann, executivo de contas da CommScope comanda um MeetUp (encontro virtual que reúne executivos do setor para debater tecnologia e gestão) sobre um tema muito relevante no cenário atual: Saúde 5.0: o paciente empoderado e protagonista do cuidado.

No dia seguinte (28/10 às 9h40), Eduardo Oliveira, executivo de contas da CommScope RUCKUS, será o responsável pelo MeetUp Governo: Importância da digitalização das instituições públicas alinhada às necessidades dos cidadãos. No mesmo horário passa a estar disponível online o podcast IoT e 5G, com o especialista Hugo Amaral Ramos, diretor de tecnologia da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe.

Nesse mesmo dia (28/10, às 16h30) o tema será o MeetUp Promovendo maturidade para Indústria 4.0: Rumo à fábrica inteligente, em um encontro virtual com executivos do setor que terá a mediação dos executivos da CommScope Marcelo Oliveira e Lucio Marques. No dia 29/10, às 9h40, Gustavo Barros, executivo de contas da CommScope RUCKUS, fala sobre um tema extremamente importante no cenário atual no MeetUp Varejo: redesenhando a experiência do consumidor no mundo Low Touch

Além de acompanhar todas essas atividades, os visitantes virtuais poderão conhecer novos produtos da CommScope, que acabam de ser lançados pela empresa no exterior,   como os três novos equipamentos que capacitam as operadoras globais a dar o próximo passo em direção ao 10G na última milha, com o uso das mais recentes tecnologias de Remote PHY (R-PHY), Remote MACPHY e do conceito de Arquitetura  de Acesso Distribuído (DAA). Entre eles está o E6000n RD2322 RxD, que tira proveito da base instalada de nós de fibra das operadoras como a base para conduzir o poder de processamento mais próximo das instalações do cliente, com maior eficiência operacional, operações simplificadas de headend e facilidade para a virtualização.

Para ter acesso aos conteúdos exclusivos oferecidos pela CommScope no evento, visite https://commscopenofuturecom.com.br

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5G deve gerar US$ 22,5 bilhões em negócios B2B até 2024, aponta Movimento Brasil Digital

A implantação do sistema de conectividade móvel de quinta geração (5G) no Brasil deve gerar cerca de US﹩22,5 bilhões em negócios entre empresas (segmento B2B) até 2024, aponta estudo encomendado pelo Movimento Brasil Digital, união de empresas que buscam construir propostas que tragam tecnologia e inovação para o centro da estratégia do País, ao IDC, fornecedora líder de pesquisa e consultoria de TI global.

O documento mostra que o 5G deve expandir o mercado de novas tecnologias no Brasil –, entre elas destacam-se IoT (internet das coisas), Public Cloud Services, Big Data & Analytics e Security, especialmente a partir de 2022. Para o período 2020-2024, a taxa de crescimento anual composta (CAGR) deverá ser de 179% no período.

Já a expectativa para o investimento das empresas fornecedoras de serviço para a implementação da infraestrutura do sistema de conectividade para o 5G deverá ser de USS 2,5 bilhões, no mesmo período, e US﹩3,9 bilhões até 2025. O montante – e o apetite ao risco das empresas – está diretamente relacionada ao leilão de frequências para a rede 5G, que teve o cronograma afetado pela pandemia de COVID-19 e deve ser realizado em 2021.

“O 5G proporcionará a conectividade com excelência, sendo o grande vetor do desenvolvimento tecnológico do Brasil e do mundo na próxima década. O MBD quer ser um agente ativo nas discussões para viabilizar a tecnologia no Brasil, apontando oportunidades e ganhos que o País pode ter em diversos setores, além, claro, da geração de empregos na nova economia”, afirma o diretor executivo Vitor Cavalcanti.

Fonte: IDC

Novo ecossistema: indústria 4.0 no centro

O estudo do IDC mostra que o novo sistema de conectividade também impactará no rearranjo do ecossistema de tecnologia. Se antes a função central era exercida pela operadora, porque era a provedora de todos os elos da cadeia, agora o papel de ligação será feito por quem implanta a tecnologia, tendo o Use Case no centro das atenções, em seus mais variados setores, como utilities, manufatura, saúde, educação ou agronegócio.

Essa mudança de arquitetura, embora possa indicar perda de protagonismo para as operadoras, nem de longe significa uma redução de importância tampouco ostracismo. “Os players terão um grau de interdependência muito grande entre si. Para que as implantações prosperem é importante que não apenas as operadoras, mas todos os demais elos de uma mesma cadeia estejam dispostos a estabelecer esse grupo de alianças”, explica Luciano Sabóia, gerente de Telecomunicações da IDC Brasil, responsável pelo estudo.

“Uma vez que a implantação das novas tecnologias vai para o centro e o senso de ecossistema ganha ainda mais força, a missão do MBD de ajudar na capacitação de pessoas em habilidades digitais torna-se ainda mais urgente.”, completa Cavalcanti.

Exemplos de atividades que poderão ser adotadas em massa com o 5G

Fonte: IDC 2020

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5G: legislação brasileira avança para preparar infraestrutura de telecomunicações e municípios devem agir

Para preparar o ambiente do leilão do 5G no próximo ano, o presidente Jair Bolsonaro assinou em 1º de setembro o tão esperado Decreto que regulamentou a Lei Federal das Antenas, a fim de reduzir alguns dos mais importantes entraves que hoje dificultam a instalação de infraestrutura de telecomunicações e impedem o avanço da conectividade e da cobertura de telefonia no país. O texto é positivo e era aguardado por diversos setores da economia.

Nos próximos anos, fornecedores, fabricantes de equipamentos e operadoras de telecomunicação preveem investir cerca de R$ 35 bilhões para operacionalizar o 5G no Brasil. Quando falamos de infraestrutura passiva, somente empresas ligadas à Associação Brasileira de Infraestrutura para as Telecomunicações (Abrintel), que representa 65% do setor no mercado nacional de torres, planejam investir R$ 6 bilhões. O que ainda pouco se debate é que o avanço da digitalização depende da modernização de leis municipais obsoletas em todo o país. Enquanto não houvesse a regulamentação da Lei Federal de Antenas, boa parte dos recursos anunciados não seriam realizados. Agora, o cenário muda de figura.

Caso o leilão das novas frequências fosse realizado ainda este ano, como previsto antes da pandemia de Covid-19, seríamos uma nação com autorizações e outorgas para implantá-las, mas sem infraestrutura para tirar seu melhor proveito. Em outras palavras, apesar da regulamentação da Lei Federal das Antenas, boa parte das atuais leis municipais de antenas são incoerentes com a realidade tecnológica e impõem regras burocráticas que impedem o Brasil de atender à rotineira demanda por 4G e tornam impossível o desenvolvimento do 5G. Espera-se que os municípios se motivem a agir para modernizar suas leis.

Somente com a harmonização entre a Lei Federal de Antenas e normas municipais o país caminhará para a conectividade efetiva e para a diminuição da desigualdade digital. Destravar a instalação de torres e antenas é a condição básica para a ampliação da infraestrutura de telecomunicações. É preciso vontade política para o assunto entrar na pauta. Leis com mais de 20 anos, como é o caso de diversos municípios brasileiros, se tornaram antiquadas e altamente restritivas. Estas sequer previam as tecnologias atuais e muito menos a demanda crescente da sociedade por banda larga móvel e fixa.

As principais modernizações nas Leis de Antenas não são esperadas apenas pelo setor de telecom. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) também defende que as cidades adotem e façam valer o novo texto com a criação de uma janela única, ou seja, que apenas um órgão seja responsável por coordenar todo o processo de licenciamento urbanístico e ambiental nos municípios. Defende ainda a aderência à chamada autorização tácita, prevista no Decreto Federal, com prazo máximo de 60 dias para emissão de licenças de liberação para instalação de antenas. Assim, os municípios terão de analisar rapidamente os pedidos e, caso não haja respostas, entende-se que a autorização está dada até posterior fiscalização dos órgãos competentes.

Nos últimos dois anos, por exemplo, apenas na cidade de São Paulo, maior centro financeiro do país e da América Latina, operadoras e empresas de infraestrutura protocolaram mais de 1,8 mil pedidos de novas torres e antenas. Até o momento, apenas 90 foram liberados. O cenário se agrava com o advento do 5G, pois a implantação da nova tecnologia exigirá de 3 a 4 vezes mais antenas em relação à conexão 4G.

E se ainda existiam dúvidas quanto à essencialidade dos serviços de telecomunicações, a pandemia comprovou a duras penas sua importância para manter a dinâmica da economia e das relações pessoais. Nos próprios municípios onde a modernização das leis se mostra tão difícil, o teletrabalho, o ensino à distância e a compra remota com entrega em domicílio são apenas algumas das atividades que, dependentes e apoiadas na conectividade, ajudam a manter as atividades de milhares de famílias.

No cenário pós-Covid-19, não há dúvidas de que 5G será fundamental para a recuperação econômica global. Maior capacidade, maior velocidade e menor latência permitirão mais usuários, mais dados e conexões mais rápidas para novos serviços e maior produtividade das empresas. Permitirão também que as chamadas Cidades Inteligentes (Smart Cities), ganhem contornos visíveis.

Para os municípios que se prepararem para a chegada da nova tecnologia, transformações tão esperadas e que dependem de comunicação móvel de excelência se tornarão realidade, resultando em ganhos significativos para as áreas de saúde, transportes, educação, segurança e muitas outras. O desenvolvimento de novas soluções em robótica, inteligência artificial, mobilidade urbana, telemedicina e o fortalecimento da indústria 4.0 são apenas alguns dos segmentos que devem deslanchar nesse novo momento. Em todos eles, os fluxos de informações serão essenciais para o seu pleno funcionamento. Resta saber: quanto mais a burocracia e a dificuldade em modernizar as normas municipais atrasará o Brasil na sua transformação digital e na retomada da economia?

Por Luciano Stutz, presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura para as Telecomunicações (Abrintel) e Mônica Messenberg Guimarães, diretora de Relações Governamentais da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

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Covid-19 acelera mercado de dados fixos na América Latina, afirma a IDC

Antes da covid-19, as projeções de crescimento dos serviços fixos de dados na América Latina eram de, em média, 10% ao ano de 2019 a 2024. Porém, com a pandemia, a expectativa de crescimento é de 24% acima da previsão, ou seja, de 12,4% ao ano para os próximos quatro anos, estimam analistas da IDC, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e eventos para os mercados de tecnologia da informação, telecomunicações e tecnologia de consumo.

Com o surgimento da covid-19 as regras do jogo mudaram, a ponto das empresas de telecomunicações serem obrigadas a adiar ou reduzir seus investimentos, explicou Alberto Arellano, gerente de pesquisa em Telecomunicações da IDC México.

Fonte: Latin America Telecom Services Tracker IDC, maio de 2020.

“Somente nos primeiros dois meses de contingência do coronavírus, o tráfego de dados fixos cresceu até 30% e os dados móveis 10%”, afirma Diego Anesini, diretor de pesquisas da IDC América Latina.

“As mudanças na demanda resultaram em uma alta concentração nas redes de acesso do consumidor, devido ao uso de aplicativos para home office e serviços de streaming”, explica.

Mesmo com as mudanças, Luciano Saboia, gerente de pesquisa e consultoria em Telecomunicações da IDC Brasil, afirma que as operadoras conseguiram manter a qualidade dos serviços, tanto para os consumidores como para as empresas, que seguiram desenvolvendo suas atividades. “As operadoras aprimoraram suas ofertas e produtos e ampliaram funcionalidades de colaboração e de conectividade, ajudando os decisores de TI, por exemplo, a enfrentaram o ambiente desafiador. Um exemplo disso é o SD-WAN. Temos visto ofertas recentes combinando conectividade com a disponibilização de devices, como PCs, tablets e smartphones, principalmente para as pessoas que aderiram ao home office, o que reforça a capacidade do mercado em oferecer uma variedade de serviços”, completa.

Para Anesini, as operadoras tiveram que se fortalecer e reforçar principalmente o acesso à infraestrutura de ponta e seu desempenho.

O Chile liderará o mercado de 5G na América Latina.

No caso das redes móveis, o Chile se colocou como o país com maior avanço para as redes de quinta geração (5G), ao anunciar a primeira licitação desta frequência para outubro próximo, visto que seu principal uso será comercial, destacou Anesini.

Enquanto isso, Brasil e México anunciaram que, devido à complicações técnicas e financeiras causadas pela pandemia, a licitação do 5G será realizada até o próximo ano. “No Brasil ainda temos questões a serem definidas, como os participantes do leilão. Além das operadoras, existe uma grande quantidade de provedores regionais querendo usar a frequência do 5G para comercializar seus serviços”, explica Saboia. Segundo ele, fatores econômicos como a capacidade de investimento dos players, a capacidade do país para absorver os serviços e o ecossistema para utilizar a tecnologia no segmento também precisam ser definidos.

“Embora o México já tenha feito os primeiros testes, o leilão foi atrasado e as operadoras continuam desenvolvendo sua rede 4G”, destacou Alberto Arellano.

No caso da Argentina, seu desenvolvimento será mais lento devido à redução dos investimentos, principalmente após o ciclo de congelamento de preços dos serviços de telecomunicações que ocorrerá de 1º de setembro a 31 de dezembro, disse Sebastián Novoa, analista sênior da IDC do mercado argentino.

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Conheça as etapas e a importância dos testes para a implementação da tecnologia 5G no Brasil

A rede móvel de quinta geração (5G) está chegando ao Brasil. Apesar do leilão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ter sido adiado para 2021, três empresas já disponibilizam o serviço em 11 cidades brasileiras, testando assim o funcionamento da tecnologia que já é alvo de uma intensa disputa mundial e deverá impactar de forma decisiva campos como a velocidade e maior taxa na transmissão de dados, além de inaugurar de forma decisiva a chamada internet das coisas (IoT), integrando milhares de dispositivos a equipamentos, móveis e eletrodomésticos.

À parte da disputa política que envolve a chegada dessa nova tecnologia, certificadoras e laboratórios já atuam na capacitação de seus parques técnicos com o objetivo de avaliar os parâmetros principais da tecnologia 5G, sua compatibilidade eletromagnética, segurança elétrica oferecida ao usuário e suas características na emissão de rádio frequência que possa ser absorvida pelo corpo humano, durante a utilização do dispositivo móvel. Um trabalho silencioso, mas essencial para que a nova plataforma de dados opere de forma eficaz e segura para seus usuários.

“Este trabalho é importante e necessário para oferecer segurança ao usuário que vai utilizar o dispositivo, proteger o espectro, ou seja, garantir que o produto de telecomunicações em análise está operando na faixa de frequências correta, contra uso indevido e para que o dispositivo não cause ou sofra interferência no ambiente que é utilizado”, explica Fabio Jacon, vice-presidente de Telecomunicações da Associação Brasileira de Avaliação da Conformidade (Abrac), entidade que reúne empresas de certificação e inspeção no Brasil. Jacon destaca ainda que o processo de certificação e testes de cada produto que entra no mercado “leve de um a dois meses entre a realização dos testes, a análise do organismo e a avaliação final por parte da Anatel”.

Para avaliar a tecnologia 5G no Brasil foram definidos critérios baseados em referências internacionais da 3GPP (3rd Generation Partnership Project), que padroniza, com o apoio da indústria internacional, as novas tecnologias, e dessa maneira o serviço é o mesmo em todos os países, apenas com a diferença das frequências disponíveis em cada território. Os testes de avaliação da rede móvel de quinta geração incluem análise da tecnologia, Testes de Compatibilidade Eletromagnética (EMC), segurança elétrica do dispositivo e a avaliação de SAR (Specific Absorption Rate).

Em junho de 2020, a Anatel estabeleceu os requisitos de testes aplicáveis tanto para as estações rádio base, que irão prover a tecnologia 5G nas redes das operadoras de telecomunicações, quanto para os terminais móveis, que permitirão aos usuários acesso à tecnologia. Inicialmente, as operadoras móveis presentes no Brasil compartilharão as frequências que já estão alocadas para a operação da atual tecnologia celular, através de uma técnica chamada DSS (Dynamic Spectrum Sharing).

Seguindo as regras determinadas pela Anatel, ao lançar um novo produto no Brasil, o fabricante local seleciona um Organismo de Certificação Designado (OCD) e fornece as informações técnicas sobre o produto, que é analisado para que sejam determinados os padrões e ensaios aplicáveis. Na sequencia, escolhe-se o laboratório que fará os testes, que executa os ensaios e emite seu relatório. Este é analisado pela Certificadora que, em caso de resultados positivos, cadastra o produto na Anatel, que analisa a documentação e emite o certificado de homologação para que o produto ou serviço seja comercializado.

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