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Pesquisa SolarWinds: 99% dos usuários finais corporativos no Brasil dependem do desempenho de aplicativos para a execução do trabalho

A SolarWinds (NYSE: SWI), líder no fornecimento de softwares poderosos e acessíveis de gerenciamento de TI, anunciou os resultados de uma pesquisa que enfatiza o impacto do desempenho e da disponibilidade de aplicativos para usuários finais corporativos no Brasil, e suas experiências e expectativas em relação à TI quando surgem problemas. Uma das principais descobertas é o fato de que, embora o aplicativo seja agora o centro de empresas de todos os tamanhos e seu desempenho seja o segredo do sucesso, a TI ainda luta para garantir seu desempenho e sua disponibilidade.

A proliferação das tecnologias BYOD, de nuvem, de SaaS e de consumo no local de trabalho transformou os aplicativos na tecnologia disruptiva que impulsionará a TI corporativa nas próximas décadas. Ao mesmo tempo, o suporte da cadeia de entrega de aplicativos fica mais complexo à medida que aplicativos se tornam mais conectados à rede, que a virtualização leva à convergência e abstração da infraestrutura de TI e que os usuários finais se tornam mais móveis.

“Aplicativos influenciam quase todos os aspectos do nosso mundo – nos negócios e fora deles – e muito mais hoje do que acontecia há cinco ou dez anos”, afirma Suaad Sait, vice-presidente executivo de produtos e mercados da SolarWinds. “A importância resultante do desempenho e da disponibilidade de aplicativos exige que o setor de TI se expanda além do gerenciamento centrado na infraestrutura e adote o gerenciamento centrado no aplicativo, e a qualidade desse gerenciamento pode construir ou acabar com uma empresa. Em última análise, a TI será responsabilizada pelo desempenho de aplicativos, quer o aplicativo esteja no local ou na nuvem. Não se trata apenas de saber se um aplicativo está funcionando, mas se funciona de modo a atender às expectativas do usuário final. Os resultados dessa pesquisa devem ser um alerta para os profissionais de TI no Brasil.”

Realizada em junho de 2014, a pesquisa entrevistou 207 usuários finais de aplicativos empresariais no Brasil, atualmente empregados em tempo integral e trabalhando em escritórios de empresas de pequeno, médio e grande porte, dos setores público e privado.

Resultados da pesquisa

O aplicativo é o coração do negócio e seu desempenho é o segredo do sucesso

Aplicativos como o Microsoft® Exchange™, SharePoint, NetSuite® e outros estão agora no centro de praticamente todas as funções essenciais aos negócios e de muitas outras. Grandes fornecedores como a Cisco reconheceram essa realidade ao projetarem ofertas de centros de dados como algo focado no aplicativo. Com isso, o desempenho e a disponibilidade dos aplicativos se tornaram mais importantes do que nunca; a produtividade, a satisfação do usuário final e as receitas são afetadas.

Na verdade, 99% dos usuários finais corporativos que responderam à pesquisa disseram que o desempenho e a disponibilidade dos aplicativos afetam sua capacidade de fazer o trabalho, com 70% dizendo que esses aspectos são absolutamente essenciais e 83% afirmando que a questão se tornou mais importante nos últimos cinco anos.

Além disso, 81% dos usuários finais corporativos já tiveram um problema de desempenho ou de disponibilidade de aplicativo crítico para os negócios, e 52% disseram que aplicativos lentos ou indisponíveis trazem perda financeira significativa para suas empresas anualmente.

A dependência em aplicativos é alta e as expectativas do usuário são ainda maiores

A qualidade da experiência que o usuário final tem com o aplicativo é fundamental para o sucesso. Usuários finais esperam que os aplicativos funcionem, e bem. Quando surgem problemas de desempenho e disponibilidade do aplicativo, os usuários finais esperam um tempo de resposta rápido para a resolução do problema pelo setor de TI, até poucos minutos em alguns casos. Por exemplo, 71% dos entrevistados disseram que esperam que os problemas de desempenho ou disponibilidade sejam resolvidos em no máximo uma hora depois de relatados, e 37% esperam uma resolução em meia hora ou menos.

A TI se esforça para garantir desempenho e disponibilidade de aplicativos

Apesar do aumento da percepção de que os aplicativos são o ponto mais importante da infraestrutura de negócios, aplicativos e algum tipo de ferramenta de gestão para seu suporte vêm sendo usados há décadas nas empresas. No entanto, a luta para a TI garantir o desempenho e a disponibilidade dos aplicativos essenciais aos negócios continua. Para ilustrar esse ponto, 86% dos entrevistados disseram que entraram em contato com o departamento de TI no ano passado devido a problemas de desempenho ou disponibilidade de aplicativos, e 46% afirmaram terem feito isso seis vezes ou mais.

A complexidade da pilha de aplicativos modernos (AppStack) ou a cadeia de entrega de aplicativos composta pelo aplicativo e toda a TI de backend que lhe serve de suporte – software, middleware e infraestrutura mais necessária para o desempenho –, aumenta o desafio de identificar problemas e o tempo necessário para resolvê-los. Por exemplo, 41% disseram que esperaram um dia inteiro ou mais para que problemas de disponibilidade ou desempenho com aplicativos essenciais aos negócios fossem resolvidos, enquanto 21% aguardaram vários dias ou mais.

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Jovens profissionais compartilham experiências em site

Um espaço com informações que facilitam a tomada de decisão em dilemas da vida profissional. Essa é a proposta do site Jovens Executivos (www.jovensexecutivos.com), que promove a troca de experiências entre profissionais por meio de depoimentos enviados por leitores da página.

Dificuldades, incertezas, medos, conquistas e metas de quem procura crescer na profissão. Toda experiência pode fazer parte do conteúdo do Jovens Executivos e qualquer pessoa pode participar.

Com o objetivo de mostrar outras perspectivas e contribuir para a tomada de decisões relacionadas à carreira, o site é uma ferramenta de aprendizado e divulgação de ideias relacionadas à profissão e aos negócios.

“A internet é o maior meio de busca para os jovens das gerações Y e Z, mas buscar algo específico em termos de experiências de outros profissionais é muito difícil. Percebi que eu mesma tinha dificuldade de tomar minhas decisões sem buscar informação e, uma vez que os resultados das buscas eram limitados, resolvi que seria importante abrir um canal de comunicação entre jovens”, afirmou Ana Carolina Carvalho, idealizadora do Jovens Executivos.

Para mandar um relato, o colaborador deve ir à seção “Enviar Entrevista”, onde responde um questionário e conta sua história. A página recebe os depoimentos, seleciona os casos mais interessantes e realiza entrevista com as pessoas escolhidas.

Os casos são publicados em uma das seis categorias do site: Liderança, Governança, Empreendedorismo, Comportamento, Inovação e Carreira. Além de ter o depoimento publicado, o jovem que envia sua experiência ganha um desenho exclusivo, usado também como ilustração da matéria.

Atualmente, o Jovens Executivos já conta com relatos em todas as categorias do site. Um deles é o caso da médica Juliana Chaib Ferreira Jorge, que conta como decidiu seguir os passos do pai, dermatologista, após ter aulas com ele durante a graduação e ao aproveitar o convívio em casa e na universidade para crescer profissionalmente.

Experiências que não deram certo e as lições decorrentes delas também estão no site, como a história do engenheiro de informática Tiago Aguirre. Em 1996, ele desenvolveu um software para gestão de obras que, apesar de ter sido um programa inovador, tornou-se obsoleto em uma época na qual poucas empresas brasileiras tinham infraestrutura e conhecimento para receber uma tecnologia que necessitava do uso de internet.

Histórias como a de Tiago e Juliana ilustram parte do conteúdo diversificado publicado pelo Jovens Executivos, que vai desde os desafios de trabalhar em uma universidade às mudanças no rumo profissional.

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Mercado de frotas no Brasil: não basta proteger, é preciso monitorar

Por Edésio de Campos Horbylon Neto

Levando em conta as altas taxas de criminalidade e violência no Brasil, adquirir um veículo para compor uma frota ou mesmo com a finalidade de realizar atividades comerciais exige um critério imediato de adoção de medidas de segurança, uma vez que são altas as chances de um veículo ser furtado, avariado ou roubado no país, se forem considerados alguns dos últimos índices nacionais divulgados. Sabe-se que o número de casos de roubos de cargas aumenta mais a cada ano que passa, com maiores incidências nas áreas próximas aos grandes centros urbanos. No ano de 2012, por exemplo, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística registrou a maior marca de roubos de cargas dos últimos 15 anos. Outro dado alarmante é que a taxa desses furtos saltou de 2,5 mil em 1994 para 32,2 mil em 2013, atingindo um pico histórico conforme uma pesquisa recente da Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Risco e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento.

Foi justamente pensando na precaução desse assombro que o Congresso Nacional criou há pouco tempo a Frente Parlamentar Mista de Combate ao Roubo de Cargas, presidida pelo deputado George Hilton (PRB-MG), e que envolve um grupo de 183 deputados e três senadores que pretendem intensificar a atuação do Congresso para acelerar a tramitação e aprovação de projetos de lei considerados prioritários para o enfrentamento desse tipo de crime. Os integrantes poderão agir como interlocutores junto ao poder executivo para solicitar a adoção de medidas que garantam mais proteção aos transportadores.

Sobre as tecnologias disponíveis para o mercado de monitoramento veicular, é possível segregá-las em quatro diferentes categorias: os rastreadores de automóveis, para segurança dos veículos e apoio à recuperação caso haja roubos; os rastreadores que unificam a segurança, logística e telemetria; os rastreadores que têm ênfase na logística e telemetria dos veículos; e os localizadores móveis, com o objetivo de apoiar o rastreador principal nas mercadorias de alta procura ou em solução à logística.

Contudo, as grandes inovações do segmento e que chamam a atenção são os produtos que têm como solução a telemetria, ou seja, utilizam o rastreador como meio de comunicação que engloba as mais diversas informações sobre o veículo, desde a otimização do uso, a redução de custos extras com manutenção ou combustível, até a prevenção de acidentes. Vale ressaltar que os produtos com base na radiofreqüência também são eficazes, uma vez que possibilitam a localização de veículos mesmo em ambientes fechados, como túneis, garagens ou subsolos.

O mais comum de acontecer no setor, no entanto, é a contratação de uma seguradora para a proteção da frota ou do veículo, apesar de existir atualmente no mercado uma alternativa muito mais eficiente, moderna e economicamente interessante: a aquisição de serviços de monitoramento e rastreamento veicular. Dessa forma, é possível monitorar em tempo real a localização exata da carga ou do veículo, privilegiando uma melhor gestão da frota.

No caso do monitoramento de uma frota, o ideal a ser feito é a adoção de um sistema de GPS e GPRS, que oferece soluções mais precisas, além da visualização de um mapa com a localização real do veículo. Inovador no mercado, o Siga Fácil é um dos lançamentos recentes da 3T Systems que oferece todas essas possibilidades. Homologado pela Anatel, o produto tem um sistema bastante simples de ser utilizado e, com a utilização de um chip pré-pago de qualquer operadora, uma mensagem SMS pode chegar ao interessado com as coordenadas e a última visualização real do veículo. A central de monitoramento fica disponível 24 horas e oferece suporte para bloqueio e recuperação do automóvel. Fato é que esse é um mercado em franca expansão e que permite monitorar veículos e frotas com baixo custo, além da facilidade do controle e acesso que pode acontecer remotamente, via celular.

Mas vale ressaltar que o mercado brasileiro, apesar de ter evoluído nos últimos anos, ainda não está maduro o suficiente e demanda amplo espaço para crescimento e melhorias, se comparado a países com as mesmas características e estatísticas de roubo, como é o caso, por exemplo, da África do Sul, onde o setor de rastreamento e monitoramento de veículos atinge quase 15% do total de veículos que circulam no país, enquanto no Brasil esse índice é de apenas 1,5%.

*Edésio de Campos Horbylon Neto é diretor superintendente da 3T Systems, do Grupo José Alves. Graduado em Direito pela Faculdade Anhanguera de Ciências Humanas, possui especialização MBA em Estratégias de Gestão em Marketing pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. O executivo acumula passagem na Autotrac, Texaco do Brasil e Xerox do Brasil.

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Aprenda 7 dicas para motivar os liderados

No dicionário, a palavra motivação significa o processo de iniciação de uma ação consciente e voluntária. Porém, nem sempre é tão simples estar motivado e, mais ainda, conseguir passar esse sentimento adiante, de acordo com Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg, empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais da linha de frente, assessment e coaching.

É possível trabalhar para que o ambiente tenha boas relações entre subordinados e, assim, a automotivação comece a florescer. Para o CEO, em algumas situações pequenos atos levam à automotivação e podem prevenir uma série de situações desgastantes, como intrigas entre colegas, que por sua vez geram problemas quanto ao trabalho em equipe e rendimento.

Confira as sete dicas do Grupo Kronberg para motivar os liderados:
1 – Encontre um propósito e visão de futuro comum. Existem tarefas rotineiras que podem se tornar maçantes. Por esse motivo, é necessário designar um propósito maior para elas. A tarefa realizada pode ter mais valor se for analisada de uma forma mais abrangente além das metas coletivas e profissionais. Entender o real valor por trás das tarefas é primordial para a motivação.

2 – Demonstre segurança. Se você mostra segurança no que faz, acaba por inspirar o mesmo sentimento em seu colaborador. Ajudá-lo a desenvolver essa segurança é necessário em seu desenvolvimento e essa característica pode ser desenvolvida por meio de treinamentos.
3 – Desenvolva o sentimento de autonomia. Para liderar excepcionalmente é preciso ter as competências básicas de um líder inspirador. Por isso é importante desenvolver o sentimento de autonomia em seu liderado. Dar liberdade para o colaborador criar e mostrar que ele pode assumir as responsabilidades sozinho são ferramentas fundamentais para o engajamento e automotivação.

4 – Relacione-se com o seu liderado. Sem uma boa comunicação, o relacionamento saudável entre colaboradores e líderes pode ser ameaçado. Uma boa comunicação pode ser útil para que o líder veja novos pontos de vista e saiba quais são os desafios internos e externos, o que gera um sentido de “fazer parte da equipe” para o colaborador.

5 – Reconheça trabalhos bem feitos. É preciso reconhecer a tarefa que foi executada corretamente pelo colaborador. Quando isso acontece, ele se sente satisfeito com o serviço realizado, o que engaja seu desenvolvimento e gera melhores resultados para a corporação.
6 – Não seja severo com os erros. É importante que o líder entenda que o “erro” do funcionário é na verdade uma experiência em que ele pode aprender. Penalizá-lo severamente por isso pode ser desmotivador. A ideia é entender o motivo que fez com que ele agisse de forma diferente da esperada e direcioná-lo no caminho certo.

7 – Faça com que os desafios sejam uma motivação na vida da sua equipe. Mostrar para o liderado que existem desafios e há possibilidade de superá-los é uma forma de motivá-lo a seguir em frente, esquecer as diferenças com os colegas e se dedicar para alcançar seus objetivos.

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Baixos salários e escassez de vagas podem inibir troca de emprego

Salários pouco atraentes e vagas em baixa no mercado têm sido as principais constatações dos profissionais para não trocarem de emprego. É o que revela a pesquisa realizada pela Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup.

De acordo com levantamento da consultoria, 21% dos consultados afirmam que os salários oferecidos estão abaixo do esperado, enquanto 18% citam a falta de novas vagas como entraves para trocarem de emprego neste ano. A pesquisa foi realizada com cerca de 460 profissionais técnicos e de suporte à gestão em julho deste ano.

Para Ricardo Haag, gerente executivo da Page Personnel, o crescimento tímido da economia afeta diretamente a criação dos novos postos de trabalho e salários mais atraentes. “Diante do cenário macroeconômico, as companhias não estão conseguindo expandir os negócios e, consequentemente, não criam vagas de trabalho, o que torna o ambiente de trabalho mais competitivo, com maior pressão por resultados. Isso acaba limitando também os salários oferecidos”, explica Haag.

Longos processos seletivos e a concorrência acentuada são mencionados por 14% e 11% dos entrevistados, respectivamente, como motivos que barram a mudança de emprego.
Confira abaixo outras razões:

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Compusoftware anuncia compra da Infoshot

A Compusoftware Solutions & Reseller, empresa brasileira de licenciamento de software corporativo e serviços de infraestrutura, anuncia a aquisição da Infoshot − companhia com sede em Minas Gerais e que atua na oferta de soluções Microsoft ao mercado. Com a compra, a Compusoftware, que atende 15% das 500 maiores empresas do País, fortalece a sua atuação em Cloud Computing com a oferta de um portfólio completo de serviços. A previsão de faturamento é de R$ 250 milhões no ano fiscal 2014/2015, sendo que 15% do montante virá da nova negociação.

A Infoshot foi criada em 2004, em Belo Horizonte, e presta serviços tecnológicos de integração e consultoria para as soluções Microsoft em todo o Brasil, principalmente para as plataformas Cloud, Azure e Office 365. Com um crescimento de 400% ao ano, a companhia mineira possui 40 consultores especialistas em Cloud e dezenas de clientes de médio e grande porte.

A nova aquisição corrobora a estratégia da Compusoftware de se posicionar cada vez mais como uma consultora completa em Tecnologia da Informação (TI), com foco em IaaS, PaaS e SaaS, assim como em complexos projetos de implementação ou migração para a Cloud Computing. “Hoje, é fundamental levar aos clientes, além da oferta de licenciamento, uma linha abrangente de serviços e consultoria. Com a expertise da Infoshot, a Compusoftware se torna uma empresa ainda mais especializada, garantindo a melhor solução para cada ambiente de TI”, ressalta Cristina Boner, presidente do Conselho da Globalweb Corp, holding da qual a Compusoftware faz parte.

Posicionada entre as cinco maiores revendedoras Microsoft no Brasil, a Compusoftware tem apostado, nos últimos anos, na diversificação das ferramentas de venda e no contato com o cliente para atender às crescentes exigências do mercado. Além de investir na abertura de canais e na qualificação de seus representantes, a companhia tem expandido sua presença por todo o País, em especial no Sudeste, mercado com grande concentração de empresas.

“Nosso objetivo é alcançar 10% do market share e fortalecer nossa base de clientes por meio da oferta de serviços de inteligência em TI”, comenta Adriano Vieira, COO da Compusoftware. Principal parceira da Compusoftware em Minas Gerais nos últimos quatro anos, a Infoshot terá um importante papel no crescimento da empresa neste ano. “Temos mais de dez anos de experiência em consultoria de TI, com grande expertise nas soluções Microsoft. A incorporação à Compusoftware, um dos maiores players do segmento nacional, traz como prospecção comercial um aumento anual de até 500% no faturamento da empresa e a expansão a novos mercados, como São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. O objetivo é continuarmos a prestar o melhor serviço de TI ao mercado”, finaliza Washington Rafael Silvestre, fundador da Infoshot.

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5 passos para fugir da recessão com educação financeira

A situação aparentemente é crítica, com o Brasil atravessando um período de recessão técnica, além disso, o sentimento de parte da população, do empresariado e mesmo de parte do político é que o pior ainda se aproxima e, por mais que o brasileiro tenha fama de ser descolado em driblar crise econômica, inflação e orçamento baixo, um clima de medo paira no ar.

Sem dúvida, vale ouro o aprendizado de anos convivendo com condições de instabilidade e incerteza. Mas, agora, num cenário mais favorável que tempos atrás, no qual se tem mais estabilidade, aumento de renda e de poder de compra, é importante combater esse clima de desânimo, pois, caso se torne crescente, pode sim levar à recessão. São nos momentos de baixas que as grandes nações mostram que possuem educação financeira e se projetam para crescer.

Portanto, esse é o momento para ajudar os brasileiros a somarem ao seu típico jogo de cintura a educação financeira – conhecimento que pode ajudar a traçar um futuro com mais qualidade de vida, sem, para isso, ter que abrir mão de realizar, no presente, seus sonhos de consumo e sem se tornar inadimplente. Assim, vamos a algumas orientações de como se passar por esse período:

Crie uma reserva financeira – falar em reserva depois de um momento em que as classes D e E estão em plena ascensão e sentindo, pela primeira vez, o gostinho de ter poder de compra, pode parecer um balde de água fria. Mas não é, pois, no Brasil, boa parte da população também tem comportamento de risco: gasta mais do que ganha e paga quando e como pode, sem perceber que os juros corroem suas finanças. Assim, já é hora de estabelecer prioridades e ter sempre dinheiro guardado para qualquer eventualidade.

Coloque a vida financeira em ordem – equilibrar ganhos e gastos para honrar compromissos financeiros, realizar sonhos e planejar um futuro seguro requer aprendizado, disciplina e uma atitude diferenciada na relação com o dinheiro. Para isso, faça um diagnóstico de suas finanças, fazendo um levantamento com todos os gastos por trinta dias, veja para onde estão indo os excessos e defina sonhos individuais e familiares, juntamente com uma estratégia para atingi-los.

Fuja do ciclo das dívidas – o ciclo do endividamento começa com a compra parcelada – cheque, crediário, cartão. Devido à falta de planejamento, logo se percebe que não vai dar para pagar a fatura do cartão. A tendência, a partir daqui, é buscar alternativas para combater os efeitos e não as causas do problema. Assim, a primeira alternativa, frequentemente, é usar o cheque especial ou pagar a parcela mínima, até chegar ao ponto em que não consegue nem pagar a mínima e o uso do limite do especial ficar extrapolado. A saída mais comum é recorrer a um empréstimo para quitar as dívidas. Com o tempo e os novos gastos, a parcela do empréstimo também passa a não caber mais no orçamento e, assim, chega-se a uma situação limitadora, que tem deixado brasileiros adoentados física e mentalmente.

Alfabetize-se financeiramente – combater as causas do que chamo de analfabetismo financeiro funcional é fundamental para as pessoas terem mais qualidade de vida. Esse combate se faz com ajuda de métodos vivenciais que estimulem mudanças de hábito na forma de administrar o dinheiro que entra e que sai, priorizando os sonhos e não o consumo, como a maioria de nós aprendemos desde criança. Isso exige atitude, disciplina e perseverança e resulta em um novo comportamento com relação ao dinheiro, quebrando o ciclo de gerações de pessoas endividadas e criando uma nova geração de indivíduos equilibrados financeiramente.

Estabeleça objetivos e sonhos – não é porque se está em um período de crise que se deve deixar de sonhar, muito pelo contrário, é fundamental que se tenha sempre, no mínimo, três objetivos para realizar (de curto, médio e longo prazos). Geralmente, em função de crises, as pessoas deixam os sonhos de lado e entram em pânico, o que só piora a situação. Tenha em mente que sempre se deve ter sonhos materiais e não materiais, já que esses são os impulsionadores para a prosperidade.

Em momentos de crise, é imprescindível mostrar à população os caminhos para não cair nas armadilhas do crédito fácil e o elevado estímulo ao consumo. É preciso implementar ações consistentes para conscientizar as pessoas de diferentes faixas etárias e todos os níveis econômicos a lidar corretamente com dinheiro. Só assim serão capazes de fugir da tão falada recessão e realizar seus sonhos de consumo, garantir uma aposentadoria com renda digna e, por que não, alcançar a autonomia financeira, ou seja, trabalhar por prazer e não por necessidade.

Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira, da DSOP Educação Financeira autor de diversos livros sobre o tema.

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Sebrae e Facebook lançam treinamento on line para capacitação de empreendedores

Sebrae e o Facebook apresentam nesta segunda-feira (1/9), o ‘Empreenda com o Facebook’, treinamento on line gratuito desenvolvido para empreendedores brasileiros.

Criado em um formato de jogo on line – disponível em www.empreendacomofacebook.com.br – o treinamento exige apenas que o interessado possua um perfil no Facebook. Uma vez dentro do jogo, o empreendedor será conduzido por cinco etapas distintas. O game começa com uma introdução sobre a importância do marketing digital para os pequenos negócios e o papel do Facebook nesse cenário. A seguir, ele será orientado para a criação de uma página – isso pode ser feito durante o jogo; e caso o empreendedor já possua uma página, ele pode pular essa fase.

O passo seguinte envolve o primeiro caso prático. O jogador terá o desafio de criar anúncios para um estabelecimento comercial fictício. Serão analisadas a pertinência do texto, a linguagem para o anúncio, além da adequação ao objetivo de negócios, que é atrair mais clientes. Ao término dessa etapa e dependendo do seu desempenho, o empreendedor será recompensado com “estrelas” que poderão ser trocadas por créditos para anúncios no Facebook – destinados a sua empresa real.

As etapas subsequentes envolvem o desenvolvimento da estratégia de negócios para empresas on line e físicas, além da recompensa também em estrelas para serem convertidas em créditos de anúncios. A pontuação máxima dará ao empreendedor R$ 200 em créditos de anúncio. A duração estimada do jogo é de 45 minutos a uma hora, mas o jogador não precisa passar por todas as etapas no mesmo momento. Também é possível repetir uma determinada fase, mas os bônus não são computados novamente.

O jogo on line comporta até 50 mil pessoas a cada mês – se esse número for ultrapassado, o empreendedor interessado receberá uma mensagem informando quando poderá jogar. Desenvolvido em linguagem de fácil compreensão, ele apresenta um conjunto de informações teóricas, mas tem nos exercícios práticos seu ponto forte.

“Os negócios simulados no jogo foram pensados a partir de dados do Sebrae e de outras fontes relacionadas, e mostram que a maior parte dos empreendedores brasileiros atua nas áreas de varejo e comércio”, explica Stephanie Johnson, gerente de contas do Facebook Brasil.

“A solução educacional resultado da parceria Sebrae/Facebook é, sobretudo, uma oportunidade de inclusão dos pequenos negócios nas redes sociais. O principal objetivo do jogo é estimular o empreendedor a criar uma página do seu negócio no Facebook e, com isso, ampliar as possibilidades de sucesso do seu empreendimento”, ressalta o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.

Atendimento em escala
O ‘Empreenda com o Facebook’ é mais um resultado da parceria entre a rede social e o Sebrae, anunciada em março deste ano, e que envolve ainda a série de Feiras do Empreendedor do Sebrae que até dezembro terá passado por 14 capitais.

“Quem visita as feiras tem acesso a informações gerais sobre como desenvolver uma estratégia de negócios dando visibilidade à sua empresa por meio do Facebook. As sessões presenciais, no entanto, não atendem a todas as cidades do país. O treinamento on line será importante para ampliar a capacitação de empreendedores de todo o país”, diz Fernanda Tosta, gerente de parcerias do Facebook Brasil.

Atualmente uma em cada três pequenas empresas no país tem uma página no Facebook. Para o diretor-técnico do Sebrae, “o treinamento on line é mais uma ferramenta de qualidade que vai apoiar a gestão dos pequenos negócios. O potencial de alcance que a rede possui tem que ser utilizado a favor do empreendedor que precisa ampliar suas estratégias de marketing e relacionamento com o cliente.”

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WebMotors migra 100% de seu portal para a nuvem

O WebMotors – maior portal brasileiro especializado no setor automotivo, líder no segmento e referência em classificados de veículos online – migrou 100% de sua infraestrutura para Cloud Computing (Computação em Nuvem) da plataforma Amazon Web Service (AWS). Com a mudança o carregamento médio do site ficou 45% mais rápido.

O portal que tem adotado há algum tempo uma postura mais jovem e atual, em linha com as expectativas do seu público, possuía uma infraestrutura baseada no modelo on-premise, com servidores dedicados em um data center local, trocado em Junho pela AWS. O planejamento de todas as etapas da migração, o escopo do projeto e execução foram elaborados pela CredibiliT, empresa de consultoria de Tecnologia da Informação (TI) especializada em Cloud Computing que hoje faz toda a manutenção do ambiente Cloud WebMotors. Segundo Marco Lonzetti, CIO (Chief Information Officer) do WebMotors, a migração para a nuvem possibilita o ganho de escala na estrutura de servidores e uma maior flexibilização nos processos de atualização do portal.

Um dos primeiros ganhos da modificação foi a otimização da navegação do internauta. “Nosso objetivo era, prioritariamente, melhorar a performance do portal. O trabalho apenas começou, mas já reduzimos o tempo médio de carregamento da homepage de 11 para 6 segundos, em média. As requisições em nossos servidores têm respostas 45% mais rápidas, segundo levantamento do Google Analytics”, explica o executivo.

O portal possui hoje mais de 200 mil anúncios e aproximadamente 2 Terabyte (TB) de imagens e vídeos, agora num ambiente que corresponde a mais de 70 servidores. A migração também possibilitará que o WebMotors adote, futuramente, o modelo DevOps (metodologia que permite o rápido desenvolvimento e implementação de melhorias sem perda da qualidade), visando alinhar os times de Desenvolvimento e Operações, em relação a processos, ferramentas e responsabilidades. A iniciativa irá acelerar as entregas de novos produtos, com elevado grau de qualidade.

“Os investimentos em tecnologia fazem parte de um movimento maior, que vai além da infraestrutura. A cultura da empresa também está sendo impactada, com investimentos em ferramentas de produtividade e colaboração, além de novos processos de desenvolvimento ágil e testes automatizados”, afirma Lonzetti.

Outra questão positiva está relacionada à preservação ambiental. “Somos uma organização cada vez mais preocupada com a conservação dos recursos naturais. O sistema permite aprimorar nossas ações nesse sentido, já que utilizamos somente o espaço de armazenagem necessário, com um número menor de máquinas, sem desperdícios de energia e reduzindo a emissão de gás carbono”, complementa.

Reformulação do site e aplicativos móveis

Os investimentos do WebMotors em tecnologia prosseguem. Para este semestre, a empresa programou modificações no site, além do lançamento de aplicativos transacionais para dispositivos móveis (smartphones e tablets). “O objetivo é nos tornarmos definitivamente multi-plataforma. Nossos clientes esperam gerar negócios onde quer que estejam, em um menor período de tempo. Nossa expectativa é nos tornarmos um empresa mobile first ainda em 2015”, projeta Lonzetti.

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Ampliação do mercado livre de energia impactaria em tarifas mais estáveis

Estudos realizados pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia Elétrica (Abraceel) mostram que atualmente os consumidores livres e especiais correspondem a 27% de todo o consumo de energia no Brasil, o que representa em torno de 64.700 MW médios em 2014. Segundo a instituição, esta fatia poderia aumentar em 5% o consumo do mercado livre e 14% nos especiais. “É importante lembrar também que os consumidores livres congregam 60% do PIB industrial nacional. Este percentual justifica a nossa luta para a isonomia entre os ambientes livre e cativo”, afirma Walfrido Avila, presidente da Trade Energy.

A Lei 9.074/95, criada em 1.995, permite que após oito anos de sua implementação, ou seja, desde 2003, o poder concedente reduza os critérios e limites de tensão para ampliar o mercado livre. Além disso, também previa a liberdade de escolha pelo fornecedor de energia. “Porém, este fato está longe da realidade, pois o Ministério de Minas e Energia e a Empresa de Pesquisa Energética alegam que esta expansão prejudicaria a contratação no ambiente regulado”, declara Avila.

A Trade Energy está de acordo com o ponto de vista da Abraceel. “A ampliação fortaleceria o setor de energia por aumentar a concorrência e o dinamismo do segmento, favorecendo, inclusive, o mercado regulado”, acrescenta o presidente.

Outro aspecto revelado pelo executivo ind ica que, se o mercado livre fosse mais amplo, as tarifas reguladas teriam menores impactos, demandando menos recursos do Tesouro Nacional. “O momento pelo qual o setor elétrico vem passando exigiu os aportes de recursos públicos para sanar os problemas financeiros das distribuidoras, para fazer frente às despesas elevadas, em função do alto PLD e do custo da geração térmica. Em paralelo, o ambiente livre também teve que enfrentar os mesmos problemas, mas sem nenhum auxílio, porque é responsável pela gestão dos próprios riscos”, comenta o executivo.

A solução, segundo Avila, seria, novamente, a permissão às distribuidoras de contratarem a própria energia, por meio de leilões organizados por elas. “Assim, acabaria definitivamente com o conceito da exposição involuntária, e a possibilidade da participação dos demais agentes nos leilões do ambiente de contratação regulado acabaria com a re serva de mercado das usinas hidrelétricas”, finaliza.

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Big Data já está presente no mercado americano de agricultura de precisão

Coletar informações para uso em sistemas inteligentes de tomada de decisão já começa a ser uma realidade no mercado americano de agricultura. Os dois maiores eventos internacionais do setor tiveram o tema “tecnologia da informação” como destaque, em julho, no país: o International Conference on Precision Agriculture (Conferência Internacional em Agricultura de Precisão – ICPA 2014), em Sacramento, California, e o o InfoAg, em Saint Loius, Missouri. E uma questão pertinente aos dois eventos é que a tendência para o futuro da agricultura de precisão é o processamento via web, utilizando recursos das nuvens, de dados captados sobre campo, solo, clima e planta, com simulações em tempo real de cenários de plantio e produção para cada produtor.

Tanto a ICPA quanto o InfoAG acenam para um cenário futuro em que todas as informações coletadas pelas tecnologias de agricultura de precisão começam a ganhar maior consistência, relacionando diferentes dados que podem contribuir ainda mais para o gerenciamento do solo e desenvolvimento das lavouras. No ICPA, por exemplo, dois pontos foram predominantes entre as pesquisas apresentadas: novos sensores para monitoramento de cultura e do solo, com enfoque em alcançar tomada de decisão em tempo real a partir da leitura da lavoura; e novos métodos para análise e interpretação de informações obtidas ao longo do ciclo da cultura, especialmente relacionados à modelagem e geoestatística.

Já no InfoAg a questão central das discussões foi o Big Data. A grande maioria dos temas abordados relacionaram-se a aplicações de sensores em campo e exemplos de estratégias elaboradas a partir das informações obtidas. Outro ponto discutido foram as novas formas de gerenciar os principais fatores de produção para aumentar a eficiência do sistema produtivo e atender as expectativas dos produtores.

De acordo com Tiago Garzella, diretor da InCeres AgSystem, empresa de sistemas de gerenciamento em Agricultura de Precisão no Brasil, os dois eventos discutiram muito a grande quantidade de informações geradas na agricultura e as melhores formas de organizá-las e interpretá-las para que sejam cada vez mais úteis e tragam mais benefícios aos produtores. “Hoje, mesmo aqui no Brasil, sabemos que acumulamos uma quantidade de informações bem maior do que podemos processar. Tanto lá quanto aqui já existe a convicção de que os sistemas de informação precisam estar preparados para não apenas acumular e organizar dados, mas auxiliar o usuário a identificar as informações mais importantes e utilizá-las para aumentar a eficiência do processo produtivo”. Garzella foi o único brasileiro a representar o setor de serviços em agricultura de precisão nos eventos americanos.

No Brasil, apesar de os agricultores brasileiros conhecerem os benefícios da agricultura de precisão, como aumento da produtividade e retorno econômico, ainda há uma grande parcela deles que acredita que a tecnologia é para os grandes. “Hoje o mercado já conta com sistemas em que o produtor pode processar os seus dados sozinho, através de sistemas fáceis de usar e com recursos avançados. Começamos a ver produtores com 2 hectares adquirindo sistemas para processar ele mesmo seus dados e gerar suas recomendações. Estamos passando por uma transformação no uso das informações do campo”, concluiu Garzella.

Salesforce.com é nomeada, pelo quarto ano consecutivo, a empresa mais inovadora do mundo

A Salesforce.com (NYSE: CRM), líder mundial em plataforma de gestão de relacionamento com clientes (CRM), anuncia que foi nomeada pela revista Forbes como a empresa mais inovadora do mundo, pelo quarto ano consecutivo. Essa premiação acontece após a companhia ter sido escolhida pela revista Fortune como a Empresa Mais Admirada do Mundo, pelo segundo ano consecutivo. Além disso, a empresa também ficou em 7º lugar no ranking das 100 Melhores Empresas Fortune para trabalhar. A Salesforce.com ainda está classificada entre as dez maiores empresas de software com rápido crescimento e plataforma CRM #1 do mundo.

“É maravilhoso que a empresa tenha sido reconhecida pela Forbes, com o recorde de quarto anos consecutivos, como a empresa mais inovadora do mundo”, diz Marc Benioff, presidente e CEO da salesforce.com. “É uma homenagem à equipe salesforce.com em todo o mundo e para o nosso constante foco em entregar casos sucesso aos clientes”, completa.

Salesforce.com e a Internet dos Clientes
Há 15 anos, a salesforce.com inovou o mundo de software para empresas com novos modelos de tecnologia, negócios e filantropia corporativa. E hoje, a salesforce.com é líder mundial em CRM, identificada como pioneira em cloud computing empresarial, além de inspirar novos modelos de filantropia a serem seguidos.

A salesforce.com continua a redefinir como as empresas se conectam com consumidores nessa nova era de engajamento dos clientes. Até 2020, de acordo com a Cisco, haverá 50 bilhões de dispositivos conectados – e por trás disso tudo, de cada aparelho e aplicativo existe um usuário. Quando as empresas conectam tudo na Internet dos Clientes, eles podem criar uma experiência direta com consumidores, em todos os canais.

Os empregados, parceiros e consumidores dedicados da salesforce.com ajudaram a plataforma de consumidores líder da indústria a se tornar o principal ecossistema de cloud computing para empresas. Indústrias e companhias de todos os tamanhos podem se conectar a seus clientes de uma nova maneira usando as últimas inovações em mobile, social e tecnologia na nuvem para vender, serviços, mercado e ter sucesso.

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