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Capgemini lança aplicativo para análise de demandas de clientes bancários por serviços digitais

A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, lança o Financial Services Insights App, aplicativo que reúne informações sobre bancos de varejo e os segmentos de seguros e investimentos, a partir de três websites interativos. Esses novos canais digitais foram desenvolvidos como resposta direta à demanda de bancos e seguradoras por dados, motivados pela preferência de seus clientes em relação a produtos, canais, transações e serviços digitais.

Com o objetivo de permitir uma análise personalizada, essas ferramentas têm a finalidade de atender às necessidades específicas de segmentação do mercado, com base em estudos de tendências e às comparações globais, regionais e locais. Os serviços são voltados para bancos, seguradoras e empresas de gestão do patrimônio.

Além de possibilitar o acesso aos dados mais recentes do mercado sobre preferências e comportamentos dos clientes, esses canais fornecem informações valiosas que ajudam a moldar as estratégias de desenvolvimento, transformação dos processos de negócio, lançamento de novos serviços e atendimento ao consumidor.

“Essas soluções digitais representam a última geração de liderança intelectual em serviços financeiros, por meio da qual levamos às companhias mais do que um simples relatório para que conheçam a fundo as preferências de seus clientes e o mercado. Sempre com base em dados que permitam a exploração e a interação detalhadas, e que norteiem a forma como suprem as necessidades do mercado”, explica o diretor de vendas e marketing da Divisão Global de Serviços Financeiros da Capgemini, Jean Lassignardie.

O Financial Services Insights App facilita o acesso à liderança intelectual da empresa em diversos setores, cobrindo áreas como bancos de varejo, mercado de capitais, cartões e pagamentos, riscos e conformidade, gestão patrimonial, seguros de vida, planos de pensão, seguro patrimonial e de acidentes.

Com o uso de referências das pesquisas realizadas pela Capgemini com quase 37 mil consumidores para a elaboração dos relatórios mundiais sobre Bancos de Varejo (WRBR, na sigla em inglês), Seguros (WIR) e Riqueza (WWR), os websites desenvolvidos pela companhia oferecem informações exclusivas sobre as preferências dos clientes em relação a Internet, tecnologias móveis, telefones e uso de outros canais.

Esses portais trazem dados visuais e interativos, bem como infográficos e vídeos, para que os usuários conheçam as últimas tendências relacionadas aos consumidores e criem gráficos dinâmicos, que podem ser customizados para possibilitar a análise de informações de vários países e regiões.

Os dados de pesquisa fornecidos pela Capgemini cobrem as seguintes áreas:

• O website com o conteúdo do World Retail Banking Report (Relatório Mundial Sobre Bancos de Varejo) – www.worldretailbankingreport.com – apresenta os mais recentes dados de 2014 sobre preferências e comportamentos dos clientes de bancos de varejo, explorando o uso da Internet, dispositivos móveis, agências, caixas eletrônicos ou telefone e suas experiências com cartões de crédito, contas, empréstimos e hipotecas.

• O portal do World Insurance Report (Relatório Mundial sobre Seguros) – www.worldinsurancereport.com – analisa a experiência dos usuários de seguradoras de vida e não vida em 30 países, inclusive suas impressões sobre a qualidade dos serviços, trazendo taxas semestrais de eficiência nas áreas de sinistros, subscrição, operações e aquisições, incluindo referências de 2014.

• Já o website do World Wealth Report (Relatório Mundial sobre Riqueza) da Capgemini e da RBC – www.worldwealthreport.com – fornece informações sobre o tamanho do mercado, alocação de investimentos, comportamentos e preferências de pessoas com maior patrimônio, além de dados sobre população e riqueza de 71 países.

Juntos, o Financial Services Insights App e os novos websites fornecem informações completas sobre cada setor e seus usuários para os segmentos bancário, de seguros e gestão patrimonial, bem como analistas financeiros e pesquisadores.

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Seis dicas para evitar fraudes online

Com a febre da Copa do Mundo se espalhando, torcedores podem passar a acessar uma infinidade de sites para obter informações sobre os jogos, inscrever-se em sorteios, jogar, reproduzir vídeos por streaming e talvez até fazer algumas apostas. No entanto, os profissionais de TI precisam estar atentos para o fato de que hackers exploram esse entusiasmo e essa impulsividade pela Copa do Mundo. Há centenas de sites perigosos disfarçados de legítimos que podem invadir seu sistema, levá-lo a revelar as credenciais da sua conta, fazê-lo instalar malwares no sistema e até mesmo retirar dinheiro de contas on-line. Essa semana, inúmeras denúncias de brasileiros enganados por esses sites ao pagar por ingressos da Copa que nunca receberam foram divulgadas.

Veja a seguir algumas dicas para identificar sites potencialmente perigosos e não deixar que sua empresa – ou você mesmo – se exponha a hackers e a fraudes.

1) Alguma coisa parece suspeita?

Não se deixe envolver por aquilo que deseja fazer em um site desconhecido. Assim que acessar um site novo – seja um site de rede social, de informações financeiras ou de apostas – dê uma olhada geral e verifique se lhe parece suspeito de alguma maneira. Verifique o seguinte:

• Posicionamento irregular do conteúdo do site
• Anúncios aleatórios que não fazem sentido
• Pop-ups, complementos ou downloads de programas desnecessários
• Textos com erros gramaticais ou com gramática inadequada ou estranha

Não caia em golpes que dizem que você ganhou uma incrível soma de dinheiro em um site que não tem nada a ver com você. Você pode acabar se envolvendo em uma bela pegadinha. Nem tudo o que reluz é ouro!

2) Confirme que o site é seguro

Verifique se o site é seguro, especialmente se compartilhar informações como dados pessoais e dados de contas. Verifique se os certificados SSL são válidos e se o protocolo de Internet é HTTPS. Você pode usar utilitários online de verificação SSL gratuitos para verificar se há certificados de segurança e examinar a autenticidade do certificado, a validade, a resolução de DNS e outros detalhes.

3) Fique atento para downloads não iniciados ou automáticos

Às vezes, basta fazer login em um site para iniciar um download. Isso pode ser um malware disfarçado de um .exe legítimo, mas, ao executá-lo, o sistema poderá ser comprometido. Se isso acontecer, cancele imediatamente o download, faça uma varredura com um antivírus conhecido ou simplesmente pesquise o nome do arquivo no Google para ver se é um ataque de malware ou golpe conhecido. Só o execute se tiver certeza de que é seguro.

Às vezes, os malwares podem ser baixados automaticamente para o seu sistema de forma invisível, o que obviamente é ainda mais difícil de detectar sem monitoramento do sistema. Mesmo um clique inocente em uma área sombreada do site pode iniciar a transferência de um processo duvidoso. Fique de olho na barra de status ao clicar em qualquer parte estranha de um site. Ela vai mostrar o URL de destino se houver um hiperlink.

4) Não siga links aninhados

Tenha cuidado redobrado com links aninhados. Se todos os direcionamentos de URL do site o levarem a domínios diferentes, ligados uns nos outros, é possível que o site não seja legítimo. Por isso, tenha cuidado com suas transações.

5) Faça seu próprio diagnóstico em domínios suspeitos

Não importa se você encontrou o URL em um e-mail ou em um bate-papo: se não souber que é confiável, tome precauções e faça seus próprios testes on-line se não quiser acabar vítima de phishing.

• Faça uma pesquisa online para ver se o nome do site está associado a fraudes.
• Faça o diagnóstico de Navegação Segura do Google para verificar a autenticidade do site e se o site hospedou qualquer conteúdo perigoso no passado. Digite http://www.google.com/safebrowsing/diagnostic?site=www.seusite.com e verifique os resultados.
• Você pode verificar o domínio do site em http://www.malwaredomainlist.com/mdl.php. Se o domínio que você está verificando aparecer aqui, evite-o.
• Serviços como http://www.urlvoid.com/ e http://scanurl.net/ analisam sites por meio de vários mecanismos de lista negra e ferramentas de reputação online para detectar sites que hospedam conteúdo perigoso e gerar relatórios de phishing.
• Use http://www.dnsstuff.com/ da SolarWinds para obter mais detalhes sobre o IP e a propriedade de domínio de um site.

6) Analise logs para encontrar sinais e pistas
Especialmente em redes organizacionais, onde é difícil controlar as atividades de navegação na Web dos funcionários, a melhor abordagem para os profissionais de segurança é monitorar os logs de várias partes da infraestrutura de TI, como estações de trabalho dos usuários finais, softwares antivírus, IDS/IPS, servidor da Web, proxy da Web, servidor de DNS etc. Correlacionar esses logs em tempo real fornecerá uma consciência situacional para detectar padrões incomuns na rede, processos e serviços indesejados, sites de downloads, consumo de largura de banda etc. Assim, você pode identificar anomalias que podem ser ocasionadas por práticas inseguras de navegação na Web.
Nesta era digital de crimes cibernéticos, segurança não é um privilégio, mas uma necessidade. Mantenha-se seguro!

Dados do autor: Vinod Mohan é gerente da equipe especializada em marketing de produtos da SolarWinds.

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Metade dos brasileiros é favorável à realização da Copa do Mundo no Brasil

Metade da população brasileira é a favor da realização da maior competição do futebol mundial no Brasil: 51% versus 42% que são contra, mostra pesquisa do IBOPE Inteligência sobre a Copa do Mundo de 2014. Em fevereiro, data da última pesquisa sobre o assunto, 58% eram a favor e 38% contra.

No entanto, a população fica dividida quando avalia as chances de sucesso do evento no país. Os que acreditam que a realização da Copa tem grandes chances de ser bem-sucedida somam 36%, enquanto os que acham que as chances são pequenas totalizam 31%. Outros 28% declaram que há médias chances de sucesso.

O levantamento também investigou se, na percepção dos entrevistados, as pessoas em geral estão torcendo mais para que o evento dê certo ou se estão torcendo mais para que o evento dê errado. Assim, 59% dizem que os brasileiros estão torcendo mais para que dê tudo certo, ao passo que 22% acreditam que a população quer que dê tudo errado. Outros 12% têm a percepção de que as pessoas estão indiferentes nesse aspecto. Os que não sabem ou preferem não responder somam 7%.

E ao serem perguntados sobre o que eles próprios desejam, 71% dos entrevistados dizem querer que dê tudo certo e 11%, para que tudo dê errado. Os que não torcem por nenhuma dessas situações totalizam 14% e 4% preferem responder ou não sabem.
Em relação aos sentimentos para o torneio, os negativos prevalecem sobre os positivos. A soma dos sentimentos negativos superam os negativos em 23 pontos percentuais, quando somadas as três principais menções dos entrevistados. Em fevereiro, os aspectos positivos superavam os negativos em nove pontos percentuais.

Em maio, os sentimentos mais citados, pelo lado negativo, são preocupação (30% x 27% em fevereiro) e desperdício (29% x 28% na pesquisa anterior), percentuais que sobem para 39% e 37%, respectivamente, entre os que possuem ensino superior completo. Pelo lado positivo, as principais menções são para alegria (26% x 29% em fevereiro) e esperança (18% x 20% no estudo passado), que sobem para 43% e 23%, respectivamente, entre aqueles que possuem renda familiar de até um salário mínimo.

Termômetro
Para medir o interesse dos brasileiros em relação à Copa, o IBOPE Inteligência solicitou que os entrevistados indicassem em um termômetro o seu grau de envolvimento com o torneio. Os resultados foram bem divididos: 39% declaram que o seu envolvimento com o evento está ‘frio’ (eram 24% em janeiro de 2011, quando essa pergunta foi feita pela primeira vez), sendo que 18% dizem que em seu termômetro a temperatura está ‘gelada’ (o nível mais baixo de envolvimento com o evento). Outros 30% indicam que estão bastante envolvidos e apontam as temperaturas mais ‘quentes’ no termômetro (somavam 37% em janeiro de 2011), mas somente 7% e 5%, respectivamente, mencionam as temperaturas ‘fervendo’ e ‘muito quente’. Outros 28% (37% no levantamento anterior) apontam a temperatura morna como a mais adequada para medir seu envolvimento com a competição.

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Smartphones e tablets revolucionam o consumo de mídia, levanta estudo da Bain & Company

Pesquisa sobre mídias digitais com mais de seis mil consumidores da Alemanha, Brasil, China, Estados Unidos, França, Índia, Reino Unido e Rússia revela diferenças de comportamento entre consumo de conteúdo digital em países avançados e emergentes

Impulsionados pela rápida adoção de smartphones e tablets, os consumidores de mídia digital (vídeo, videogames, música e livros) estão deixando de comprar aparelhos domésticos fixos para consumirem plataformas on-line, aumentando a pressão em cima de editores de conteúdo para aumentar o investimento e focar na inovação. Esse foi o resultado do estudo “A Era da Curadoria: da abundância à descoberta” da Bain & Company, consultoria global de negócios. A pesquisa foi feita em oito países (Alemanha, Brasil, China, Estados Unidos, França, Índia, Reino Unido e Rússia) e contou com seis mil respondentes. Os principais resultados incluem:

• O número de indivíduos que possuem smartphones nos mercados avançados (Alemanha, Estados Unidos, França e Reino Unido) saltou de uma média de 49% em 2012 para 64% em 2013. Já nos países em desenvolvimento (Brasil, Rússia, Índia e China) o número passou de 24% para 37%;

• O número de indivíduos que possuem tablets subiu de 18% em 2012 para 39% em 2013 nos mercados desenvolvidos. Nos países em desenvolvimento, o número subiu de 13% em 2012 para 21% em 2013;

• Quase 70% dos assinantes de serviços de streaming de vídeo on-line nos mercados desenvolvidos relatou assistir a mais conteúdo de vídeo hoje do que há três anos. Quase 60% dos assinantes de serviços de streaming de música passam mais tempo ouvindo música atualmente do que há três anos;

• Usuários multiplataformas (pessoas que possuem smartphone, tablet e televisão conectada à Internet) consomem mais vídeos que os usuários médios:

o Aproximadamente 70% dos usuários multiplataformas em mercados desenvolvidos relataram assistir a mais vídeos do que há três anos, enquanto esse número cai para 45% quando se fala de usuários médios;
o 83% dos usuários multiplataformas em mercados em desenvolvimento disseram que assistem a mais vídeos do que há três anos, enquanto somente dois terços dos usuários médios disseram assistir mais vídeos que há três anos.

“Tablets e smartphones estão aumentando a disponibilidade de conteúdos móveis que podem ser acessados de qualquer local e em qualquer horário”, diz Alfredo Pinto, sócio da Bain & Company. “Esses equipamentos estão – ainda que de maneira moderada – mudando os hábitos dos usuários que ouvem, assistem e consomem conteúdo nas diversas plataformas disponíveis”.

O relatório também encontrou diferenças importantes entre mercados e os formatos:

• No Reino Unido e nos Estados Unidos, mais de 40% dos consumidores leram pelo menos um e-book no último ano. Na Alemanha, a taxa cai para 25%. Na França o número é inferior a 20%;

• Vídeos on-line, incluindo conteúdos de longa e curta duração, atingem aproximadamente 75% dos usuários (versus 60% registrados em 2012);

• O uso de serviços de músicas por streaming como Spotify, Google Music e Pandora praticamente dobrou em comparação com 2012. As maiores taxas podem ser observadas nos Estados Unidos e França (mais de 40%), enquanto a adoção no Reino Unido e Alemanha ficou em 30%.

Com essas mudanças no consumo de conteúdo, o relatório também identificou a maneira pela qual os consumidores descobrem novos conteúdos: mais de 85% dos entrevistados em mercados avançados e cerca de 70% nos emergentes utilizam pelo menos uma das maiores plataformas (Amazon, Apple, Google e Sony) para comprar ou ver conteúdo digital em todos os formatos. Adicionalmente, usuários em mercados desenvolvidos disseram não estar mais baseando seu consumo em críticas ou avaliações feitas por profissionais, mas sim em recomendações e comentários que eles descobrem por meio das redes sociais.

Além disso, aproximadamente dois terços dos entrevistados na China e Índia disseram que concordam em fornecer dados pessoais em troca de recomendações personalizadas sobre vídeo e música. O número cai para cerca de 50% nos Estados Unidos e Reino Unido e para menos de um terço na França e Alemanha.

O estudo também propõe que os publishers foquem em três áreas principais para que suas mídias continuem relevantes enquanto as plataformas on-line estão no caminho de ganhar a maior parte do relacionamento direto com os usuários:

• Investir em conteúdo original e ganhar forte presença em produções: publishers de todos os formatos de conteúdo ainda podem desenvolver sua área de P&D, produção de conteúdo, desenvolvimento de audiência e monetarização, ainda que plataformas como o Netflix estejam investindo em produções originais próprias;

• Criar escala para manter acesso diferenciado a talentos e financiamento: somente os publishers que conseguirem criar um grande portfólio de projetos conseguirão ter destaque ao disponibilizá-los nas plataformas digitais enquanto absorvem todos os riscos envolvidos no processo de criação de novas produções. Escala acaba, por consequência, atraindo financiamento e talentos e pode ser obtida a partir de uma integração vertical ou expansão geográfica.

• Embarcar na análise de dados para complementar o conteúdo editorial: os publishers devem investir na obtenção de expertise para a coleta de dados de consumidores e de mercado, o que inclui programação e processos criativos para competir com as plataformas que têm acesso mais direto aos dados e comportamento de usuários.

“Mais do que nunca, as melhores estratégias devem estar baseadas em conteúdo original de qualidade de destaque, já que o mercado está saturado. Mas elas devem conter, também, ideias profundas e analíticas sobre o comportamento do usuário. Na visão da Bain, juntar esses dois mundos representa o maior desafio e a oportunidade de mídia mais promissora que as empresas de mídias têm atualmente”, conclui Alfredo Pinto.

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Carlos Canto, da Imóvel Magazine, garante que não há motivo para se falar sobre bolha no mercado imobiliário

O diretor da revista Imóvel Magazine é categórico ao afirmar que não há número da economia ou risco próximo para que se fale em bolha imobiliária no Brasil. No Paraná, especialmente em Curitiba, a atividade econômica em melhor condição que a média do Brasil ajuda a segurar preços e manter uma boa perspectiva para o futuro.
Carlos Canto também fala que construtoras e imobiliárias precisam se especializar nos projetos e no atendimento para poderem crescer.
Veja a entrevista ao programa de tv Valor Agregado:

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Estoque: o coração da logística

Por Victor Simas*

Com o vai e vem de nossas mercadorias, um fator é vital para o fluxo de produtos dentro da cadeia logística: o estoque. Nele, é armazenado tudo o que a empresa oferece em vendas e distribuição. A boa administração dessa etapa é extremamente importante para que não haja frustração da demanda, atrasos e erros nas entregas.

A qualidade e a eficiência da logística estão inteiramente ligadas ao estoque de uma empresa, já que esse setor absorve mais de 30% dos custos totais de uma operação. Ajustar as quantidades armazenadas está entre os processos de distribuição são fundamentais, também, para reduzir custos excessivos e não só facilitar os procedimentos na cadeia de entrega.

Muitos profissionais consideram o estoque como a parte mais burocrática do ciclo de escoamento dos produtos. Devemos salientar que essa etapa é tão importante quanto às outras, mas apresenta características determinantes para a conclusão do ciclo. Apesar de depender diretamente do nível de vendas de uma empresa, o estoque é um setor que demanda muita atenção, uma vez que seus custos têm impacto grande no resultado financeiro de uma companhia.

Para organizar um estoque de forma efetiva, deve-se mapear ações rotineiras dentro do sistema de administração local, como nível de determinado produto armazenado, “ressuprimento” de materiais, controle de compras e entregas, além da estrutura do ambiente físico. Passos como esses são fundamentais na organização do local de armazenamento. Dessa maneira, a eficiência gerada pela boa administração é o que destaca um estoque no mercado e gera ganhos nos resultados de uma organização.

Para isso, a gestão dos estoques não deve ser realizadas isoladamente. Um bom estoque nada mais é do que o reflexo de uma empresa organizada, que se preocupa com o armazenamento correto de seus produtos e com o nível de suprimentos oferecidos. Diversos fatores, como a larga produção de determinado produto, contribuem ativamente para definir a maneira como um estoque se encontra e também a eficiência no fluxo de produtos que ficam estocados ali. Resumidamente, podemos afirmar quer organizar e administrar o estoque de uma grande empresa demanda tempo e dedicação, mas é uma tarefa que efetivamente vai gerar resultados para o negócio.

*Victor Simas é presidente da Confenar (Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição).

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Engajamento é a ferramenta de gestão mais importante para CEOs e profissionais de RH atualmente, aponta pesquisa

Diretores de Recursos Humanos e CEOs compartilham da mesma percepção para as empresas atingirem resultados positivos. É o que aponta pesquisa da Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão, realizada com mais de 400 profissionais do setor e CEOs.

De acordo com os dados do levantamento, 30% dos profissionais de RH consultados consideram o engajamento a principal ferramenta de gestão para conseguir resultados positivos nas empresas. A mesma pergunta feita apenas para CEOs alcançou aderência de 41% dos entrevistados.

Já remuneração e talent management são lembrados por 21% e 20%, respectivamente, dos executivos de RH. Já para os CEOs, os mesmos fatores representam 24% e 23%.

Conforme a pesquisa, employer branding corresponde a 17% das melhores práticas de gestão para os executivos de RH, enquanto que para os CEOs apenas 6%. Já as ferramentas e ações de treinamento, para os profissionais de RH representaram 12% e para o alto escalão somente 6%.

“É fundamental para o RH participar efetivamente das decisões estratégicas desde a sua concepção, para um melhor planejamento do desenvolvimento organizacional e consequente desenvolvimento das equipes de alta performance. A área de Recursos Humanos ainda sofre com o não alinhamento e falta de informação, o que cria uma pressão exacerbada, que poderia ser evitada com um melhor fluxo de comunicação nas corporações. A pesquisa mostra que há uma leve evolução, mas que a proximidade entre RH´s e CEOs precisa aumentar.” – avalia Sérgio Sabino, Diretor de Marketing e Planejamento Comercial do Michael Page na América Latina.

Treinamento e gestão do conhecimento é o grande desafio do gestor de RH

Ainda de acordo com os dados da pesquisa, 22% dos gestores de recursos humanos consideram que treinamento e gestão do conhecimento é o grande desafio do setor. Já 20% e 19% dos consultados estão preocupados com retenção de talento e remuneração, respectivamente. 16% apontam transformação cultural e desenvolvimento de liderança como desafios de gestão. 13% acreditam em atração de talentos e 10% em assessment e coaching.

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O atendimento adequado em 13 passos

O atendimento é mais que um diferencial, é uma necessidade básica em qualquer negócio. Atender bem extrapola as premissas da boa educação, atender bem é ter sensibilidade, entendimento e técnica para transmitir ao cliente todas as informações necessárias que precisa saber.

Segundo uma pesquisa da empresa norte-americana US News And World Report, especializada em comportamento dos consumidores, aproximadamente 68% dos clientes não voltam ou não continuam a comprar determinado produto ou serviço pelo mal atendimento e pela má qualidade dos serviços prestados. A pergunta que fica é a seguinte: como está o atendimento em sua empresa? Seus funcionários são qualificados, motivados e treinados para atender os anseios dos seus clientes? O que os clientes falam de sua empresa?

Hoje, por mais que a empresa esteja extremamente estruturada e que a marca esteja adequadamente exposta, um desvio na reputação pode ser fatal. Assim, manter o nome sem reclamações ultrapassa investimentos na área de marketing.

O consumidor é implacável com os deslizes das empresas e dependendo da gravidade da situação, impactará diretamente nas vendas e até mesmo em uma desvalorização financeira de seus produtos e serviços. Para as pequenas e médias empresas a importância do atendimento se torna ainda mais relevante. A marca de uma pequena empresa não é tão divulgada como as das grandes corporações, assim, a repercussão de um atendimento inadequado pode ser desastrosa.

Para estas empresas, o bom atendimento é vital, pois são seus poucos clientes quem propiciam a sobrevivência de um negócio. O cliente deve sair satisfeito com o atendimento recebido, sendo necessário verificar quais os comportamentos, quais as necessidades e como supri-las.

Assim, os colaboradores das organizações devem atuar para encantar os clientes, obtendo um melhor retorno financeiro a todos. Superar as expectativas sempre, esse é o caminho! Lembrando que cliente insatisfeito conta para dez pessoas e as satisfeitas para apenas duas pessoas.

Veja algumas orientações sobre o tema:

1. Ser rápido e solícito com o cliente é uma necessidade para cativar o consumidor. O profissional deve ser treinado para atender a cada cliente como ‘o cliente dele’;

2. O colaborador deve conhecer a fundo todos os detalhes do produto ou serviço que está oferecendo ou que o cliente está pedindo;

3. É fundamental ter em mente que nunca é perda de tempo fazer demonstrações e prestar informações detalhadas;

4. É importante que se crie identificação, assim, deixe que o cliente conheça a sua empresa, fazendo com que se tenha entendimento do que se está oferecendo;

5. Ser verdadeiro é fundamental, tenha isso como preceito básico e exercite o perguntar mais do que falar;
6. Todo cliente tem seu tempo, se ele estiver com pressa, seja ágil, se for moroso, mantenha-se tolerante, paciente e calmo;

7. Só prometa prazos, horários e outros se realmente puder cumprir;

8. Seja ético, íntegro e sincero com todos os tipos de clientes e conquiste para sempre sua confiança;
9. Evite deixar o cliente esperando, se observar que irá demorar, pare por um instante o que está fazendo para dar um posicionamento pela demora;

10. Evite amadorismo e erros grosseiros de linguagem, isso vale tanto com atendimento pessoal como por telefone, busque reconhecer qual o estilo do cliente e adapte sua linguagem, se atente para nunca ser vulgar ou inconveniente;

11. Evite transferências desnecessárias, entenda o que a pessoa necessita e caso tenha que transferir para outro colaborador, seja assertivo;

12. Cuidado com os valores ou mesmo produtos que serão apresentados, se o cliente sentir que estão tentando enrolar ou tirar vantagem na negociação ficará muito mais difícil;

13. Sempre faça um follow-up, ligue para ver se estava tudo certo. Avalie o atendimento e a satisfação.

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Ministério de Ciência e Tecnologia lança edital para seleção de 100 startups

O secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação (Sepin/MCTI), Virgilio Almeida, e representantes do programa Start-Up Brasil lançaram nesta terça-feira (27), em São Paulo, o edital para a seleção de 100 startups, dividido em duas etapas.
A primeira contempla 50 startups, sendo 75% das vagas destinadas a empresas brasileiras e 25%, a empresas internacionais. As inscrições começam amanhã, com a publicação do edital, e terminam no dia 14 de julho. Podem ser feitas pelo site: www.startupbrasil.org.br.

A segunda fase também selecionará 50 startups, nos mesmos moldes, e o cronograma terá início no próximo semestre, em data a ser definida.

Inserido no programa TI Maior, o Start-Up Brasil é uma iniciativa do MCTI em parceria com aceleradoras e visa apoiar empresas nascentes de base tecnológica (startups) que cumprem a função de revitalizar o mercado, elaborando produtos e serviços com viabilidade econômico-financeira.

Novidades

O edital apresenta algumas diferenças em relação ao lançado em 2013. Desta vez, podem se inscrever empresas com até quatro anos de constituição (emissão de CNPJ) – no edital anterior, o prazo era de três anos. Para facilitar a inscrição dos projetos, será fornecido um modelo de proposta que poderá ser preenchido online pelas interessadas.

O público-alvo também foi ampliado. “Pela primeira vez, empresas que adotam soluções inovadoras em hardware também terão a possibilidade de participar do Start-Up Brasil”, explicou o secretário do MCTI. “Até então, apenas as soluções em software eram contempladas”, disse Virgilio.

O edital traz modificações que irão ampliar a interação entre startups e aceleradoras. “Cada startup deverá indicar seis aceleradoras de interesse, entre 12 opções disponibilizadas”, informou o gerente de operações do Start-Up Brasil, Vitor Andrade. “Esse processo permitirá ao empreendedor avaliar se a aceleradora interessada em seu projeto tem o perfil desejado para alavancar o negócio”.

Empresas que já receberam investimentos de uma das aceleradoras que compõem a iniciativa não estão habilitadas a participar.

Brasileiros residentes fora do país há mais de três anos também podem apresentar seus projetos para avaliação, classificando-os como startup internacional, modalidade que terá direito a até 25% dos projetos selecionados. “Empresas estrangeiras não têm necessidade de apresentar o CNPJ para participar do programa”, explicou Rafael Moreira, diretor de Software e Serviços de TI do MCTI.

Cronograma

Após o encerramento das inscrições, em 14/7/14, os projetos serão avaliados por uma banca composta por representantes de universidades, pesquisadores, integrantes do MCTI e representantes do setor privado.

Com a divulgação dos resultados e o anúncio das startups selecionadas, começa a fase de relacionamento entre os empreendedores e as aceleradoras – momento em que a startup escolhe a aceleradora que será sua parceira no desenvolvimento do negócio.

Em seguida, inicia-se o processo de aceleração e liberação dos recursos. O programa Start-Up Brasil repassará até R$ 200 mil para cada startup desenvolver os projetos apresentados. Esse valor pode ser complementado pelas aceleradoras, sem intermediação do ministério.

Texto: Leonardo Aragão – Ascom do MCTI

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Tecnologia cobrada em dólar afeta desenvolvimento do setor de contact center

Com o desenvolvimento econômico do país nos últimos anos e a expansão do consumo, o setor de contact center tem se reinventado para agilizar ainda mais o atendimento ao consumidor. Prova disso, é a utilizaçã o de multicanais como chat, e-mail, redes sociais, telefone, dispositivos móveis, entre outros meios, o que exige das empresas um investimento grande em tecnologia de softwares e equipamentos.

Contudo, todo este processo, que deveria alavancar o crescimento do setor, é prejudicado pelo alto custo que se paga pela tecnologia atualmente. O que tem sido um dos principais fatores para a redução de rentabilidade das companhias do segmento nos últimos anos.

Por ser cotada em dólar, as renovações de licenças de softwares, por exemplo, custam em torno de 20% a mais do que deveriam, e impactam diretamente no empresário, que necessita investir tanto em treinamento para adaptação desta nova tecnologia como em equipamento para suportá-la. “A tecnologia custa caro e quem busca estar à frente no mercado tem de acompanhar este processo, pois os softwares se modernizam, demandam mudanças de arquitetura de hardwares, que obrigam a troca de maquinário, sendo necessário um profissional treinado para manuseá-las, o que encarece no custo a ser repassado para o contratante”, afirma Lucas Mancini, presidente do Sintelmark.

Para Andres Enrique Rueda Garcia, presidente da URANET, empresa do segmento, que investe em média de 7% a 10% da margem de seu negócio em tecnologia, o contratante deveria valorizar mais o aspecto tecnológico na hora do contrato. “A empresa que contrata os serviços de contact center deveria valorizar melhor esse investimento e, consequentemente, entender melhor os aspectos que giram em torno da composição de valores do serviço prestado pela contratada”, argumenta o executivo.

Garcia destaca ainda que uma importante opção seria a valorização de empresas de tecnologia nacionais. “Atualmente, o setor depende, e muito, de tecnologia importada e, com a variação cambial nos últimos tempos do dólar, fica improvável manter os preços em reais. Creio que o melhor caminho é o reconhecimento das companhias nacionais de TI, como a solução IntergrALL, desenvolvida por empresa 100% brasileira e sem uma arquitetura atrelada a outras tecnologias importadas de alto custo”, analisa.

Renault apoia restauração do Teatro Guaíra em Curitiba

A Renault do Brasil, em parceria com o Governo do Estado do Paraná através da Secretaria de Cultura, anunciou hoje o seu apoio à restauração do mais tradicional teatro do Paraná e um dos mais importantes do Brasil: o Teatro Guaíra. Símbolo cultural da cidade de Curitiba, ele receberá investimentos de R$ 2,8 milhões da Renault para reforma de suas instalações. A expectativa é de que as obras sejam concluídas até dezembro deste ano.

“É um grande orgulho para todos nós, da Renault, participarmos da restauração do Teatro Guaíra, que além de ser um símbolo de Curitiba e do Paraná é reconhecido por sua relevante contribuição às artes e à cultura”, destacou Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil. Os recursos serão destinados à recuperação do auditório Bento Munhoz da Rocha Netto, mais conhecido como “Guairão”, que em dezembro próximo completará 40 anos, e à troca das cortinas do Auditório Salvador de Ferrante, o “Guairinha”.

Inaugurado no dia 12 de dezembro de 1974, o Guairão já foi palco de grandes nomes do teatro e da música brasileira e internacional, como Fernanda Montenegro, Paulo Autran, Roberto Carlos, Chico Buarque, entre tantos outros. Bailarinos famosos como Rudolf Nureyev e Margot Fonteyn, e maestros renomados como Zubin Mehta e Isaac Karabtchevsky, também já se apresentaram no Guairão. Além disso, é a casa do Balé Teatro Guaíra e da Orquestra Sinfônica do Paraná, que são reconhecidos internacionalmente pela qualidade dos seus trabalhos.

O Guairão ainda não havia passado por nenhuma reforma desde a sua inauguração. Os recursos agora disponibilizados serão aplicados especialmente no restauro das poltronas e na troca de toda a forração da sala e das cortinas. O Teatro Guaíra, mantido pelo Governo do Estado, é tombado pelo Patrimônio Histórico do Paraná desde 2003 e só em 2013 recebeu mais de trezentas mil pessoas em seus auditórios.

RENAULT NA CENA CULTURAL

Há 15 anos produzindo no País, a Renault é uma empresa paranaense e quer estar cada vez mais próxima da sociedade, desenvolvendo ações que promovam o seu desenvolvimento social e cultural. Além do apoio à restauração do Teatro Guaíra, a Renault participa também de outras importantes iniciativas nas áreas artísticas, culturais e esportivas do Paraná.

Neste ano, a Renault voltou a patrocinar, pelo segundo ano consecutivo, a realização do Festival de Teatro de Curitiba, um dos mais importantes do País. Também na capital paranaense, a Renault detém, desde 2012, os direitos de naming rights do Expo Renault Barigui, um centro de exposições instalado no principal parque da cidade, o Barigui.

No ano passado, através de parcerias com a Secretaria do Esporte do Estado, a Renault apoiou a reforma do Centro de Excelência em Ginástica do Paraná (Cegin), voltado à preparação de atletas da ginástica artística brasileira. Ainda em 2013, na cidade de Paranaguá, apoiou também a recuperação do prédio (um edifício histórico com quase 170 anos) e instalação da Biblioteca Mário Lobo, primeira sucursal da Biblioteca Pública do Paraná, cujo acervo soma 10 mil volumes.

A Renault também detém, desde 2012, os direitos de naming rights do Teatro Renault, principal sala de espetáculos musicais de São Paulo, de projeção internacional. Em cartaz com um dos espetáculos de maior sucesso na Brodway, o Rei Leão já levou aproximadamente 450 mil pessoas em mais de 300 apresentações desde sua estreia.

INSTITUTO RENAULT

O Instituto Renault, lançado em 2010, reforça a disposição da Renault em contribuir para a melhoria de vida dos brasileiros e a preservação da biodiversidade. Sua atuação está voltada a quatro eixos principais: Educação, Segurança no Trânsito, Desenvolvimento Social e Diversidade e Sustentabilidade Ambiental e Mobilidade. Em 2013, o Instituto realizou investimentos de R$ 8,6 milhões, em ações que impactaram mais de 160 mil pessoas.

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Aplicativo garante agilidade em promoção de Dia dos Namorados

As conhecidas promoções de Dia dos Namorados promovidas pelos shoppings agora contam com a tecnologia para acabar com as filas na hora de trocar as notas fiscais por cupons. Os clientes dos shoppings da Sonae Sierra Brasil podem baixar o aplicativo Chega de Fila e participar dos sorteios com poucos toques na tela do celular e ainda garantir cupons em dobro.

Utilizar o aplicativo é simples. Basta fazer o download na App Store ou na Google Play (disponível para smartphones com os sistemas operacionais iOS e Android, respectivamente), fotografar suas notas fiscais e preencher um rápido formulário com os dados pessoais. O cadastro das notas também pode ser feito pelo site www.chegadefilapromo.com.br. Para estimular ainda mais a participação pelo aplicativo e site, os shoppings darão cupons em dobro para os consumidores digitais! A novidade faz parte do projeto SSB Digital Experience, que tem o objetivo de levar experiências digitais aos shoppings.

A PROMOÇÃO
Realizar sonhos é o objetivo da promoção de Dia dos Namorados dos empreendimentos da Sonae Sierra Brasil, que acontece até 15/06. Intitulada Sonho Real, a campanha sorteia barras de ouro para os consumidores. Participam os quatro shoppings da capital paulista – Boavista, Campo Limpo, Penha e Plaza Sul –, além do Shopping Metrópole, em São Bernardo do Campo; o Franca Shopping, em Franca; o Tivoli Shopping, em Santa Bárbara d’Oeste; o Parque D. Pedro Shopping, em Campinas, e o Manauara Shopping, em Manaus.

Já em Londrina, O Boulevard Londrina Shopping sorteia um automóvel RAV4 e 30 minigeladeiras retrôs. O Uberlândia Shopping premia com um carro Mini-Cooper e dois kits com TV e home-theather, e o Passeio das Águas Shopping, de Goiânia, com duas Pajeros.

Para participar, basta o cliente trocar seus cupons fiscais nos valores estipulados por cada empreendimento (entre R$ 250,00 e R$ 300,00).

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