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Acesso á internet em domicílios dispara e chega a quase 90 milhões

O total de brasileiros que moram em domicílios com acesso à internet ganhou um novo impulso em 2014 e chegou a 87,9 milhões em maio. O número é 14,2 milhões maior do que os 73,7 milhões registrados no mesmo período de 2013, representando um crescimento anual de 19%. A informação é da pesquisa NetView, da empresa Nielsen IBOPE, que monitora a audiência da internet no Brasil desde o ano 2000.

Segundo o analista José Calazans, da Nielsen IBOPE, este foi o maior crescimento anual do número de pessoas com acesso domiciliar no Brasil. “Chegamos, novamente, a um patamar de crescimento exuberante. O aumento já era de quase 10 milhões por ano e, em 2014, o ganho superou 14 milhões. Foi o maior saldo anual já registrado no Brasil, resultado da expansão do acesso à banda larga nos últimos meses. Mantido esse ritmo, em 2016 teremos mais da metade da população com acesso domiciliar”, disse o analista.

O número de usuários ativos em domicílios, que são as pessoas que efetivamente usaram o computador com internet no mês, chegou a 49,5 milhões em maio de 2014, o que significou uma diminuição de 1,7% em relação aos 50,4 milhões do mês anterior e um crescimento acumulado de 5% sobre os 47,1 milhões de maio de 2013.
Acesso no trabalho e em domicílios

Quando se considera o conjunto das pessoas que têm acesso em casa ou no local de trabalho, a pesquisa NetView apurou em maio a marca inédita de 90,8 milhões, ou um aumento de 3,8% sobre o número anterior, de 87,6 milhões. Em relação ao mesmo período do ano passado, quando eram 76,6 milhões, a expansão foi de 19%. O número de usuários ativos em maio ficou em 58,9 milhões e foi 1,2% menor que o do mês anterior.

O total de pessoas com acesso em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses, clubes, igrejas etc) é de 105,1 milhões, segundo os números apurados em 2013 pela Nielsen IBOPE.

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O jovem internauta brasileiro possui perfil em 7 redes sociais

Apresentado no youPIX SP Festival 2014 nesta quinta-feira, estudo do CONECTA, comunidade online de pesquisa (www.conectaibrasil.com.br), mostra que o jovem internauta brasileiro possui, em média, perfil em 7 redes sociais. As mais populares são: Facebook (96% possuem perfil), YouTube (79%), Skype ( 69%), Google+ (67%) e Twitter (64%).

Navegar nessas redes é um hábito de 90% dos internautas de todo o país com idade entre 15 e 32 anos. Outras atividades comuns na web são buscar informações (86%), acompanhar notícias (74%), assistir a vídeos (71%), ouvir musica (64%) e trocar e-mails. “Engana-se quem já decreta a morte dos e-mails, já que esses jovens ainda recebem em média 2,8 emails diariamente”, avalia Laure Castelnau, diretora executiva do CONECTA.

Boa parte do acesso às redes ocorre em dispositivos móveis. O aplicativo do Facebook está presente em 88% dos celulares dos jovens, seguido dos aplicativos de email (84%), YouTube (81%) e WhatsApp (79%). Em tablets, o Facebook está instalado em 61%, os e-mails em 57% e o YouTube em 59%.

Em alguns casos, o uso desses aplicativos já se tornou um vício: 89% dos internautas estão continuamente conectados ao Facebook, 87% ao WhatsApp, 80% aos emails e 63% ao Instagram.

No caso dos aplicativos de entretenimento, serviços e informação, os mais usados são jogos (66% em celulares e 54% em tablets), previsão do tempo/clima (54%/29%), internet banking (39%/29%) e notícias (34%/28%).

Empresas e internautas – De acordo com o estudo do CONECTA, 47% dos internautas gostam de dar feedback às marcas e 40% querem interagir com suas marcas favoritas dando seus feedbacks.

Um terço dos jovens internautas brasileiros (34%) acreditam que as informações mais confiáveis sobre as empresa são as divulgadas em seus websites, porém 41% declaram que para encontrar informações confiáveis sobre marcas, produtos e serviços buscam outras fontes de informação.

Publicidade online – Banners irritam 43% dos internautas, mas, ao mesmo tempo, 49% prestam atenção e 44% concordam que essas peças contêm informações interessantes sobre promoções.

A pesquisa aponta também que 41%, na maioria das vezes, se cadastram impulsivamente para receber emails com novidades e depois acabam nem prestando atenção nessa comunicação. Os cadastros mais frequentes para receber newsletter ocorrem nos sites de e-commerce onde costumam realizar compras (47%), em sites de emprego (39%) e das marcas favoritas (36%). “É preciso estar atento à frequência de envios, já que para metade dos entrevistados, uma newsletter por semana é suficiente”, afirma a executiva.
A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 9 de julho de 2014, com 1.513 internautas de todos os estados do país, sendo 1030 participantes do painel CONECTAí e 483 internautas da base do youPIX.

Sobre o CONECTA

CONECTA é a plataforma web do IBOPE Inteligência, organização do Grupo IBOPE. Seu foco está na fusão do melhor da pesquisa online tradicional, tecnologia para gestão de painéis online – CONECTAí – e soluções interativas e inovadoras de marketing digital.

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Mulheres no mercado de trabalho: o futuro da liderança

Estudo da PwC revela que as mulheres da Geração do Milênio, nascidas entre 1980 e 1995, estão aumentando sua participação como força de trabalho, e reúnem características que são vitais para qualquer organização: alto nível de escolaridade, confiança e objetivos claros em relação à carreira

A mulher do Milênio representa uma nova era do talento nas organizações. Ela tem alta escolaridade, é mais confiante, e possui mais ambições em relação à carreira profissional do que as mulheres de gerações anteriores. De acordo com estudo da PwC, estima-se que, em 2020, as mulheres do Milênio representarão 25% da força de trabalho no mundo. Com essa ocupação crescente, surgem desafios para os empregadores, que já não podem mais desconsiderar este tipo de profissional como vital para garantir a sustentabilidade da organização.

O estudo Next Generation Diversity – Developing tomorrow’s female leaders identificou pontos-chave para os empregadores obterem sucesso em atrair, reter e desenvolver as habilidades das profissionais do Milênio. Um dos principais desafios apontados pela PwC é o de desenvolver essas profissionais para ocuparem futuros cargos de liderança. O estudo apontou que, apesar de as mulheres representarem 40% da força de trabalho global (percentual nunca antes visto), apenas 4,6% ocupam cargos de CEO.

Educação – As mulheres do Milênio superaram os homens da mesma geração em escolaridade. Em nível global, elas são maioria em 93 países entre os estudantes de Universidades (os homens predominam em menos da metade – 46 países). As mulheres possuem mais títulos de bacharelado e também de mestrado (maioria em 56 países enquanto os mestres masculinos predominam em 44). De acordo com o estudo da PwC, 55% dos títulos de graduação no Brasil em 2010 foram conquistados pelas mulheres.

Diversidade na prática – As profissionais do Milênio estão mais propensas a procurar empregadores que ofereçam políticas de diversidade e equidade de gêneros – 82% julgaram essas diretrizes como importantes em um ambiente de trabalho. No entanto, 55% das entrevistadas pela PwC reconhecem que não sentem que as oportunidades são as mesmas para os gêneros.

Outra característica forte dessas mulheres é que elas possuem afinidade com o meio digital, mas preferem reuniões presenciais para discutirem temas importantes ou delicados como promoção ou feedback sobre seus trabalhos. Trabalhar em uma empresa que se preocupa em investir em Tecnologia da Informação é fundamental para 59% das mulheres do estudo. No entanto, 51% defendem que a cultura do feedback deve ser estimulada à moda antiga: cara a cara com os chefes. Quando o assunto é plano de carreira, 96% das entrevistadas preferem o contato presencial.

Reputação importa – O estudo revelou que as mulheres do Milênio desejam que o seu trabalho tenha um propósito, que contribua para a sociedade e que possam sentir orgulho da empresa. Para a PwC, organizações e setores de mercado vão precisar desenvolver trabalhos estratégicos para comunicar os aspectos positivos dos empregadores a fim de conseguir reter os talentos dessas profissionais. Afirmaram que evitariam trabalhar em alguns setores por acreditarem que eles possuem uma imagem negativa – o mais citado foi o setor de Serviços Financeiros, seguido pelo de Óleo e Gás, 58% das mulheres.

Não só pelo dinheiro – Quase 20% das entrevistadas no estudo afirmaram que desistiriam ou adiariam uma promoção em troca de horários mais flexíveis de trabalho. As mulheres do Milênio entendem que é importante ter uma vida profissional equilibrada com a pessoal (97%). Segundo a PwC, é esperado que essas profissionais reestruturem o modelo tradicional dos turnos de trabalho.
Outro aspecto interessante é que essas mulheres planejam ter uma experiência de trabalho fora do seu país (71%). No estudo, 63% das entrevistadas identificaram uma experiência internacional como crucial para suas carreiras.

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Como evitar a depressão no ambiente corporativo

Baixo-astral, perda de interesse, dificuldade em planejar e se concentrar nas atividades diárias, esquecimento, problemas para dormir e choro sem razão são acontecimentos que muitas vezes ocorrem no cotidiano das pessoas, principalmente quando têm que desempenhar muitas tarefas no trabalho. De acordo com estudo realizado pelo Instituto Ipsos MORI, 50% dos profissionais que têm depressão possuem pelo menos duas dessas sensações. O Grupo Kronberg, empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais de linha de frente, pontua que o equilíbrio das sensações no dia a dia pode prevenir esse tipo de doença e tornar as pessoas mais felizes na vida profissional e pessoal.

De acordo com o CEO do Grupo Kronberg, Carlos Aldan, que também é antropólogo e sociólogo, a empatia (habilidade de colocar-se no lugar do outro) caiu 2,1% nos últimos anos, segundo pesquisa da SixSeconds e da Academia de Inteligência. “Possuímos tecnologias que melhoram a interação do ser humano com o mundo, como a comunicação via internet, por meio de smartphones dotados de aplicativos como Facebook e WhatsApp, que facilitam o contato entre pessoas. Porém, essas mesmas tecnologias acabam por afastar as pessoas que estão mais próximas, como familiares.”

Com base em palestras ministradas no Brasil inteiro pelo CEO, é possível prevenir a depressão por meio de alguns passos. “Entender as emoções, pensar positivamente, trabalhar a empatia e encontrar uma meta de vida são as dicas que auxiliam no aumento da felicidade”, diz Aldan.

Saber discernir os sentimentos, como aprender que paixão é diferente de amor, ajudará a seguir no próximo passo. Essa etapa consiste na pessoa aprender a lidar com os tipos de sensações que poderiam prejudicar a vida em alguns momentos. “Quando uma pessoa tem um comportamento ríspido, aprende que não se deve descontar os problemas nos outros e que isso não sanará o desafio de melhorar a situação, mas sim piorá-la. No momento em que se cria um recurso estratégico para melhorar a forma de lidar com determinadas emoções, a pessoa começa a conciliar essas atitudes com o conhecimento e reagirá de forma assertiva” explica o CEO.

Otimismo, investimento em empatia e estabelecimento de uma meta nobre de vida são outros segredos para alcançar a plenitude. Para Aldan, o pessimismo limita o ser humano da realização de grandes feitos, o impede de subir na vida e desenvolver-se como pessoa e profissional. Por esse motivo, o otimismo deve estar sempre presente em nosso cotidiano. A empatia também é essencial, pois auxilia a entender melhor o próximo, ao se colocar em seu lugar. Já a meta nobre de vida tem o papel de conexão do ser humano com um propósito maior, ou seja, o motivo pelo qual se acorda todos os dias e que ajuda a superar os desafios.

Sinais vitais de líderes

Abrangem de modo consistente tanto os fatores de desempenho organizacional como estratégia, operação, organização, pessoas, confiança, motivação, mudança, teamwork e execução assim como a perspectiva relacional como autoconhecimento, autocontrole, autodeterminação, autodireção, além da influência, eficácia, tomada de decisão, qualidade de vida, saúde e relacionamentos.

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Humildade e resiliência para superar "apagão" na carreira

Uma meta não atingida, um resultado abaixo do esperado ou um desempenho tão negativo a ponto de entrar para a história, marcando toda uma equipe de profissionais, antes considerada altamente qualificada em sua área de atuação. Seja no ambiente corporativo, seja no campo de futebol, a exemplo do que aconteceu com a seleção brasileira na recente goleada para a Alemanha na Copa do Mundo, o fato é que apagões na carreira são mais comuns do que se imagina.

“Momentos profissionais difíceis todos nós temos ou teremos um dia. A dinâmica da vida profissional é intensa e o que está perfeito hoje, pode não estar amanhã. O que funcionou um dia, pode não funcionar em outro”, afirma Marcelo Braga, sócio da Search Consultoria em Recursos Humanos.

Para o especialista, o mais importante nesses momentos é conseguir identificar o que poderia ter sido feito de modo diferente, onde ocorreram as falhas e onde estão as oportunidades de melhoria. “Só depois de reconhecer que houve falhas é que será possível estabelecer um plano de ação para não repetir o erro novamente”, explica Braga.
Na opinião do consultor, comparando com a seleção brasileira, a comissão técnica foi vitoriosa em 2002, vencendo a Copa de forma invicta. Após 12 anos, porém, conquistou todos os recordes negativos da história do futebol. “A comissão técnica insiste em dizer que repetiu ou até foi além do que foi feito em 2002 ou na Copa das Confederações, sem assumir os pontos fracos. Com pensamentos é improvável reverter situações. É preciso reconhecer onde falhou, pois não é possível não ter havido falhas e somente méritos por parte dos adversários com os resultados obtidos.”

Humildade, segundo o especialista, será fundamental para a recuperação da equipe e início do processo de mudança. “Depois que passar esse primeiro momento de impacto, força de vontade, estabelecimento de pequenas metas e disciplina para executar as atividades serão igualmente importantes. Resiliência, que é a capacidade de resistir a momentos difíceis, é uma palavra-chave neste processo”, completa Braga.

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Cibercriminosos já utilizam novos domínios genéricos em campanhas de phishing

Cibercriminosos pelo mundo já apontam suas armas de ataque para os novos gTLDs (generic Top Level domain), os domínios genéricos de nome, aprovados recentemente pela ICANN, o órgão que governa os domínios de internet. Os gTLDs já estão disponíveis através das empresas de registro, disponíveis para as companhias ou pessoas que querem registrar novos sites. Recentemente encontramos diversas atividades maliciosas que incluem malware e páginas de phishing nos seguintes domínios: .club, .berlin, .blue, .computer, .camera, .futbol, .link, .pink, .report, .travel, .vacations e .xyz.

Os gTLDs foram aprovados recentemente pela ICANN e as empresas já disponibilizam o registro para aqueles que querem fugir de sites .com ou .org e que buscam mais possibilidades de nomes. Devemos estar preparados para encontrar páginas do tipo “tudo.bom”, “sem.gripe”, “minha.webcam”, ou até mesmo “meu.email”. No Brasil diversas empresas como Globo, Natura, Bradesco e Vivo também registraram seus domínios.

TLDs mais populares, de acordo com http://ntldstats.com/tld

Os phishers brasileiros estão particularmente interessados nos gTLDs e já iniciaram seus ataques, registrando diversos deles usando nomes de marcas conhecidas, como bancos, lojas on-line e empresas de cartão de crédito. Por exemplo:

cielo-seucartaobateumbolao.xyz
megasaldao-americanas.xyz
lojadoricardoeletro.xyz
hsbc.club
santander.club
bradesco.club
ricardoeletro.club
ricardoeletro.computer
ricardoeletro.camera

Esses domínios foram utilizados com o intuito claro de atuarem em ataques de phishing, portanto não é surpresa saber que os dados encontrados no “whois” são completamente falsos.

Os brasileiros não são os únicos interessados; já encontramos sites fraudulentos em inglês, vendendo supostas moedas do jogo FIFA’14 hospedado num dominio .club.

Outros phishers continuam suas campanhas usando domínios mais antigos, como o .travel (criado em 2005). Abaixo você pode ver a página de phishing de um banco brasileiro.

Mas também há malware. Sabemos que os cibercriminosos por trás do exploit kit “Nuclear” estão hospedando seus kits de ataque e páginas comprometidas em .blue, .pink, .futbol, e .report.

Se você é um usuário de redes sociais e recebe e-mails constantemente fique atento, esses links mesmo sendo diferentes podem ser maliciosos como qualquer outro. Se você tem uma empresa é uma boa idéia monitorar os novos dominios registrados nos gTLDs para certificar-se de que a marca da sua companhia não é usada nesses ataques.

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Pirelli mostra o "olhar de Cristo" para você

A Pirelli comemora 85 anos de Brasil e, para celebrar, presenteia o país com a restauração de um de seus principais símbolos, o Monumento ao Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. E para contemplar os transeuntes do local, a multinacional italiana investe em uma ação interativa que vai tornar a visita até o monumento ainda mais especial, convidando as pessoas a saber: “Como o Cristo Redentor olha para você”.

Idealizada pela Leo Burnett Tailor Made, que faz um trabalho pontual para a Pirelli, a ação tem como objetivo tirar fotos das pessoas posicionadas em um certo alvo, delimitado no local, a partir da cabeça do Cristo (do alto de seus 38 metros de altura). Os interessados em participar da ação serão coordenados por promotores e darão seu Instagram, para que as imagens apareçam logo em seguida em suas páginas. Quem não tiver Instagram poderá capturar suas fotos no hotsite da Pirelli destinado à ação www.pirelli.com.br/olhardocristo

O hotsite será alimentado ainda com belíssimas imagens panorâmicas captadas do “olhar do Cristo” minuto a minuto e que estarão disponíveis no hotsite da Pirelli.

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Bicicletas elétricas mudam o cenário do transporte urbano


Em meio ao caos do trânsito, em grandes metrópoles ou cidades do interior, a bicicleta se apresenta, cada vez mais, como transporte alternativo. O modal luta, agora, por espaço como ferramenta de trabalho. Ágeis e ambientalmente sustentáveis, elas surgem como opção aos carros e, principalmente, as motos para entregas urbanas.

A preocupação especialmente com o meio ambiente incentiva o crescimento do mercado de entregas sustentáveis. Segundo o instituto americano de pesquisa ambiental, Pike Research, existem atualmente 17 milhões de bicicletas e motos elétricas no mundo. O mesmo estudo prevê que até 2017 esse número deve aumentar para 138 milhões.

A maioria das bicicletas elétricas vendidas no país são comercializadas por importadoras. Os modelos têm passado por transformações tecnológicas que, a cada dia, agregam mais valor a esses equipamentos, como os modelos super leves, ou os modelos dobráveis, para serem usados em combinação com outros modais de transporte.

A cada recarga, que é feita com uma tomada convencional e que dura, em média, duas horas e meia, a bicicleta pode desenvolver uma velocidade de até 25 km por hora, com autonomia de 60km.

E engana-se quem acha que a bicicleta elétrica fará de seu dono um sedentário. Diferente das motos elétricas, que funcionam como uma moto tradicional, ou seja, o condutor é guiado desde o início da viagem pela propulsão do motor, a bicicleta elétrica, que não possui sistema de tração, necessita que o usuário pedale alguns metros para que o sistema seja acionado.

Toda essa inovação das bikes elétricas estará presente na 10ª edição do Salão Latino Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias, que será realizado em São Paulo, entre os dias 4 e 6 de setembro. O evento tem o objetivo de ser o principal ambiente de negócios na América Latina para o fomento da inovação no campo dos veículos elétricos e trará, nos três dias, as principais novidades do setor, como carros, ônibus, motos, bicicletas, patinetes, cadeiras de rodas, empresas de tecnologia, equipamentos e peças.

Ricardo Guggisberg, diretor do Salão, afirma que o evento vem popularizar os benefícios dos veículos elétricos e acabar com os mitos sobre eles. “No caso das bicicletas elétricas, é importante mostrarmos a tecnologia agregada a esse tipo de veículo que, além do lazer, pode ser importante ferramenta de trabalho, com viés sustentável e econômico”, afirma o executivo.

Congresso de Veículos Elétricos – Mantendo a tradição, em paralelo à exposição, será realizado o Congresso de Veículos Elétricos, com um extenso programa de debates sobre os principais temas que permeiam o setor dos veículos elétricos no Brasil e no exterior. O congresso contará com a participação dos principais especialistas deste setor, autoridades, representantes de montadoras, formadores de opinião, entre outros, com o intuito de promover a troca de informações qualificadas e networking.

Para mais informações sobre o evento, credenciamento para o Salão e o congresso, acesse http://www.velatinoamericano.com.br/.

Acompanhe o Salão nas redes sociais:

Facebook: www.facebook.com/VeLatinoAmericano
Twitter: @velatinoameric1

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Mudança de estado é oportunidade para profissionais de TI

Com demanda por mais de 75 mil especialistas em TI no Brasil, trazer e treinar mão de obra de outros estados é saída para grandes companhias

Dados da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) mostram que, apenas em São Paulo, a projeção para abertura de vagas na área de TI em 2014 é de 50 mil, enquanto o número de formados é de 15 mil. Em contrapartida, temos, na Bahia, cerca de 1.300 graduados contra projeção de 800 vagas. Neste cenário, a saída para profissionais encontrarem vagas ou até mesmo para empresas encontrarem mão de obra qualificada pode estar na mudança de estado.

No caso da francesa global Atos, de serviços de tecnologia, que atuava no Brasil até 2012 com escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro, a inauguração de um novo centro de operações na cidade de Londrina, no Paraná, foi uma estratégia também para absorver novos talentos. “Avaliamos muitos pontos na escolha da nova cidade-sede da Atos no Brasil e, sem dúvidas, o número de graduandos nos cursos de TI foi um fator de peso na escolha”, conta Felipe Trevisi, Diretor de Operações da Atos.

Há cerca de dois anos em Londrina, a empresa, que atende por meio desta unidade toda a América Latina, amplia sua equipe constantemente. Atualmente, está com 46 posições abertas em cargos de especialista em tecnologia nas áreas de Telecomunicações, Segurança, SAP, Servidores, Banco de Dados, Telefonia, Redes, Suporte e Monitoring. Desta vez, a campanha de RH foi direcionada para recrutar pessoas de todo o País.

No Paraná, a projeção de 2010 era de 2 mil vagas em TI, sendo que o número de profissionais se formando chegava a 1.900. Para 2014, a Brasscom projeta 2 mil formados para 5 mil vagas, ou seja, o estado enfrenta uma crescente na demanda. Segundo a associação, 78 mil vagas devem ser abertas no País este ano, mas boa parte não deverá ser preenchida já que a projeção é de que faltem 45 mil profissionais em 2014.

Para enfrentar os desafios, a Atos tem investido em treinamentos de profissionais de TI e em campanhas de recrutamento. “Estamos felizes com o resultado da nossa última campanha de RH, porque recebemos currículos de profissionais de todo o Brasil para trabalhar em Londrina. Nossa visão é que estas pessoas buscam por qualidade de vida e novos desafios”, conta Felipe. Sergio Sgobbi, Diretor de Recursos Humanos da Brasscom, afirma que a Brasscom está totalmente de acordo com inciativas como a da Atos, que ajudam a desenvolver o mercado de TI.

O Centro de Operações da empresa em Londrina atende toda a América Latina e obteve investimentos da ordem de R$ 26 milhões, aplicados na instalação da nova sede, infraestrutura, treinamento e desenvolvimento de pessoas. Apenas em 2013, a empresa investiu 105 mil horas de treinamento.

Serviço: Campanha Atos Cidadão do Mundo – Centro de Operações Londrina

Quantidade de vagas: 46

Cargos e Pré-requisitos: Profissionais Sênior em TI ou Especialistas de TI com experiência nas áreas de Telecomunicações, Segurança, SAP, Servidores, Banco de Dados, Telefonia, Redes, Suporte e Monitoring e que tenham disponibilidade total de mudança de cidade.
Perfil profissional: gosto por desafios e tecnologia, interesse em autodesenvolvimento profissional e proatividade.
Canal para inscrição: br.atos.net/cidadaodomundo ou pelo email – selecao.rh@atos.net (Informar no título: Candidato Campanha Cidadão do Mundo)

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Passo a passo para implementar uma gestão por resultados em sua empresa

Por Diego Simioni

No passado, muitas empresas estavam satisfeitas controlando o relógio de ponto dos funcionários. Se trabalhou as horas determinadas, estava resolvido. Esse modelo de gestão está mais do que ultrapassado quando se pensa em administração de empresas.

Companhias privadas e públicas do mundo todo têm adotado uma ferramenta mais eficaz de administração: a gestão orientada para resultados. A proposta desse método é criar uma cultura organizacional da empresa diferenciada, sem preocupação excessiva com os procedimentos. Em outras palavras, em vez do foco nas horas trabalhadas, atenção dedicada aos resultados.

Como o foco é alcançar a meta, o método pode ser diferente a cada mês, até que se descubra aquele que trouxe o resultado mais rapidamente. Flexibilidade é a palavra chave. Uma das consequências desse modelo está em favorecer a criação, ou descoberta, de líderes dentro da empresa, já que os funcionários estão preocupados com resultados e tem muito mais responsabilidade do que se preocupar em chegar no horário.

Gostou da ideia? Confira, abaixo, os passos para adotar a gestão orientada aos resultados. Confira

Estratégia – É preciso definir missões e valores da empresa, fatores críticos de sucesso, objetivos estratégicos e operacionais. Para isso, é preciso fazer uma análise minuciosa dos negócios, produtos e serviços. Atentar ao ambiente externo, ou seja, concorrência e público-alvo, também é fundamental.

Não existem resultados sem ação e harmonia de todos os setores da empresa. Por isso, antes de colocar a mão na massa, após fazer esse levantamento e análise, é preciso traçar um plano de ações. Escolha quem vai executar as tarefas, quem vai coordenar as equipes e quanto vai custar cada ação.

É importante que, com base nos dados, objetivos e funções traçadas, você crie um manual de operação e de gestão para replicar os processos e capacitar a equipe de forma que todas as operações tenham um padrão único.

Indicadores de rotina – Para acompanhar o desempenho e a efetividade das ações e do trabalho da equipe, é preciso criar indicadores de rotina. Esses são, basicamente, um conjunto de informações mensuráveis capazes de avaliar o desempenho quantitativo e qualitativo de um profissional, de uma equipe ou de toda a organização.

Eles são essenciais para medir, não só a produtividade da equipe ou do funcionário, mas também a qualidade do serviço. No fundo, eles vão mostrar se a teoria se comprova na prática, se os planos de metas estão mesmo funcionando.

A elaboração de relatórios semanais com esses números facilita a detecção de erros quando eles estão ainda pequenos, e não se tornaram uma bola de neve que pode comprometer os resultados. Se os indicadores ficam abaixo das expectativas todas as semanas, é preciso rever e refazer os planos de metas. Contar com ajuda de ferramentas pode ajudá-lo bastante.

Capacitação da equipe – Se a gestão de resultados não é obcecada com os horários, ela, ao mesmo tempo, demanda que todos os profissionais estejam extremamente focados em atingir as metas esperadas. Não custa nada lembrar que o comprometimento no trabalho não está diretamente ligado à carga horária, mas sim ao cumprimento de tarefas.

Mas, para isso, é preciso que a empresa invista em aprendizado seja em treinamentos, workshops, e-learning e assessoria. Para tanto, é preciso traçar uma trilha de aprendizado como objetivo, recursos envolvidos e os tipos de investimento que serão feitos para cada área ou profissional.

Estabilização – Conseguiu atingir as metas? Ótimo, mas o trabalho não acaba aí. É preciso estabilizar os resultados. A equipe deve estar focada em mantê-lo ou superá-lo. Não pode esquecer e abrir mão, caso contrário, todo o trabalho terá sido em vão.

É natural a acomodação quando se atinge metas. Portanto, estabeleça novas metas para sempre manter os profissionais motivados. E continue acompanhando as atividades com os indicadores de rotina.

* Diego Simioni é administrador de empresas e sócio-fundador da GOAKIRA, consultoria empresarial especializada em franquias e varejo.

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Estudo do LinkedIn revela grandes diferenças entre as gerações no escritório

Pesquisa realizada em 14 países mostra importância do relacionamento interpessoal dentro das organizações
Existem diferenças entre as gerações de colaboradores dentro das empresas quando se trata de relações no trabalho, de acordo com as conclusões divulgadas nesta terça-feira pelo LinkedIn, a maior rede profissional mundial na Internet. O estudo Relacionamentos no Trabalho (Relationships @ Work) apresenta uma nova visão sobre diversos comportamentos no ambiente corporativo, desde abrir mão de amizades para a ascensão na carreira até o desempenho geral no trabalho.

Apesar do contraste entre as gerações Y e dos baby boomers¹, a importância dos relacionamentos no local de trabalho continua clara para muitas pessoas. Globalmente, quase metade (46%) de todos os profissionais acredita que amizades entre colegas os torna mais felizes no trabalho.

“As relações no trabalho estão definindo tanto a dinâmica no escritório, como o desenvolvimento individual. Criar uma cultura que permeie as diferentes gerações, cargos e personalidades, é um fator fundamental para construir um ambiente de trabalho bem-sucedido”, afirma Nicole Williams, consultora de carreiras do LinkedIn.

Veja a seguir as principais descobertas da pesquisa:

1. Plano de Carreira

Ainda que a felicidade seja importante para os profissionais, eles também valorizam a competição e o desejo de subir na hierarquia corporativa. No entanto há uma divisão geracional quando se trata das escolhas que os profissionais estão dispostos a fazer para se destacar na organização:

• Na comparação geral, os brasileiros se provaram um dos mais leais aos colegas de trabalho, sendo que mais da metade deste público (53,6%) disse que não estaria disposto a sacrificar uma amizade, mesmo que isso significasse receber uma promoção. Quando analisamos por gerações, a média se mantém próxima para os baby boomers, com 52,5% deles concordando com esta afirmativa. Já para a geração Y, este número é menor, sendo que 39% partilham da mesma opinião.

• Globalmente, este número é diferente; 68% dos respondentes pertencentes à geração Y sacrificariam a amizade com um colega por uma promoção, enquanto 62% dos baby boomers jamais considerariam esta oportunidade para ascender na carreira.

• No Brasil, 66% dos baby boomers e apenas 28% da geração Y acreditam que a amizade com colegas de trabalho não afeta seu desempenho profissional.

2. Amizades

Felicidade, motivação e produtividade são assuntos relevantes entre os profissionais no mundo todo e há uma relação direta entre estes atributos ao fato de ter amigos no trabalho:

• Mais de um terço (35,8%) dos entrevistados no Brasil disse que a amizade com colegas de trabalho os motiva.

• Globalmente, três em cada cinco trabalhadores da geração Y dizem que socializar pessoalmente com colegas torna o ambiente de trabalho melhor, comparados a apenas dois a cada cinco baby boomers. No Brasil, este número é um pouco mais equiparado entre as gerações, sendo que 56,3% da geração Y e 67,5% dos baby boomers concordam com esta afirmativa.

3. Comunicação no Trabalho

A pesquisa mostra que os colaboradores mais jovens se sentem mais à vontade para discutir seus problemas pessoais quando conversam com colegas no escritório:

• No Brasil, 54% da geração Y discute o salário com colegas no trabalho, comparado a 33% dos baby boomers.

• A maioria (61,4%) dos entrevistados brasileiros da geração Y é mais aberta a compartilhar conselhos sobre relacionamentos com colegas de trabalho, comparado a menos de um terço (32,5%) dos baby boomers.

Algumas descobertas no Brasil

• Entre todos os países pesquisados, os brasileiros são os mais propensos a falar com os seus colegas sobre questões familiares, com 60%;

• Mais da metade (51,60%) dos entrevistados no Brasil adicionam o seu gerente nas redes sociais em comparação a apenas 15,20% no Reino Unido;

• Quase 3 em cada 10 (29%) dos entrevistados brasileiros mantêm contato com o seu gerente fora do horário de expediente para assuntos sem relação com o trabalho;

• Mais da metade (54,90%) dos entrevistados no Brasil disseram ter confiado em um colega do trabalho em vez de um amigo ou parceiro sobre questões corporativas;

• 36,30% dos pesquisados no país disse que 41% de seus amigos são atuais ou antigos colegas de trabalho, e 10% disse que os colegas de trabalho representam de 61% a 80% de suas amizades.

Participe da conversa, utilizando #AmigoDoTrabalho e #WorkBFF para compartilhar seus “selfies” com colegas.

Acesse http://blog.linkedin.com/2014/07/08/work-bffs/ para saber mais sobre o estudo global Relacionamentos no Trabalho, do LinkedIn.

¹ A Geração Y é definida pelos entrevistados com idades entre 18-24 anos e os baby boomers, entre 55-65 anos.

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Gigante de Marketing Digital WSI amplia estratégia de crescimento no Brasil com Caio Cunha na presidência

O executivo Caio Cunha, que já ocupou importantes cargos de diretoria no Brasil e no exterior, em empresas como SAP e PriceWaterhouse Coopers, tem como objetivo fortalecer ainda mais a estrutura da máster-franquia brasileira da maior empresa de Consultoria de Marketing Digital do mundo

Com 28 agências de consultoria de marketing digital e três anos de atuação, a operação brasileira da WSI – We Simplify the Internet já é a sexta maior do mundo. Presente em 81 países, com 1100 consultores e faturamento anual de US$ 160 milhões, a maior empresa de Marketing Digital a franquear seus conceitos opera levando o que há de mais moderno em soluções de Internet a empresas de todos os portes.

A WSI é especialista em ajudar as empresas na geracão de oportunidades e no crescimento de vendas por meio de consultoria de SEO, geração de leads “on-line” (PPC e otimização de conversão), treinamentos e consultorias de marketing digital e geração de negócios via mídias sociais, fazendo a diferença nos negócios de seus clientes em todo o mundo.

Em 2014, só o mercado de marketing digital para geração de leads “on-line” no Brasil superará US$ 2 bilhões, quando mais de 107 milhões – ou 53% dos brasileiros – estarão navegando pela “internet”. Não há uma só empresa que não necessite dos serviços de primeira linha oferecidos por essa empresa.

Com potencial para ser um dos principais mercados da WSI do mundo, o Brasil tem muito a ser desenvolvido. É por esse motivo que o executivo Caio Cunha (foto) acaba de assumir a presidência da empresa, apoiado diretamente por Marcos Paulo Perfeito, que segue como general manager da empresa e responderá pelas áreas de Desenvolvimento e Branding. Cunha, além da Presidência, coordenará a área de Expansão e Novos Negócios. Nessa nova estrutura, Perfeito tem por fim liderar a introdução do novo plano de Marketing da empresa, começando no 2º semestre de 2014, bem como desenvolver e executar um plano de treinamento das metodologias, técnicas e ofertas de marketing digital oferecidas pela WSI para os consultores. Ele continuará apoiando os consultores no desenvolvimento e expansão de seus negócios.

Caio Cunha assume o cargo num momento crucial para a WSI no Brasil. “Neste ano, desenvolvemos um planejamento estratégico de Marketing e Expansão bastante ousado para nosso País, em relação ao número de novas unidades que serão abertas nos próximos anos e ao incremento de faturamento das agências de consultoria WSI já instaladas no Brasil. Com treinamento, muito trabalho e os parceiros corretos, certamente cumpriremos e superaremos as metas”, acredita.

A ideia de acelerar a expansão da WSI não significa que ela negligenciará o perfil de seus consultores. “O objetivo é crescer de maneira organizada, atingindo o patamar máximo de 100 agências nos próximos três anos. É o que queremos para nossa estrutura, de maneira a conseguir dar todo o suporte que nossos consultores de marketing digital precisam para se desenvolver plenamente”, acredita o novo presidente.

Outro objetivo da WSI nesse ano é de aumentar o faturamento das agências individualmente. Para isso, novos fornecedores estão sendo homologados pela rede. “Os consultores WSI têm conquistado faturamento maior que 50% ao ano nos últimos três anos. A previsão é que continuem crescendo nesse passo nos próximos três anos”, finaliza Cunha.

A trajetória profissional de Caio Cunha

Caio Cunha tem mais de 20 anos de bagagem profissional no mercado de tecnologia da informação e serviços. Executivo com atuação internacional e experiência em capacitação de negócios, Cunha estudou Administração de Negócios na Roosevelt University (EUA) e Estratégias de Negócios para Empresas em Crescimento na Stanford University Graduate School of Business (EUA). Além disso, tem formação em Gestão Internacional no IMD International (Suíça).

Ao longo dos últimos 20 anos, no mercado de tecnologia, Cunha exerceu posições de diretoria em grandes empresas multinacionais, como Hitachi Data Systems e SAP. Chegou a exercer funções de diretor-sócio na PriceWaterhouseCoopers, na qual iniciou sua carreira até atingir posição de diretoria responsável pelos serviços prestados a clientes como IBM e Unisys. Contribuiu em geração de novos negócios, incluindo a criação de novas subsidiárias internacionais, um centro de desenvolvimento de software, um centro de montagem e distribuição de equipamentos de armazenamento de dados. Estruturou uma “joint-venture” de compras eletrônicas (“e-procurement”) na industria de “Óleo e Gás” constituida em parceria com a SAP e a Petrobrás. Ele também trabalhou em conjunto com a Associação Brasileira de Empresas de Software para reverter uma lei de tributação sobre a indústria multinacional de software.

Sua trajetória na WSI também é longa e data de quando a empresa canadense aportou no Brasil, em 2010. Então, ele e sua esposa abriram uma consultoria de marketing digital desta marca e seu envolvimento com a WSI no exterior foi se estreitando. Antes de tornar-se presidente, o executivo já era Membro do Conselho da WSI no Brasil. Hoje, Cunha representa a América Latina no Conselho Internacional de Consultores da WSI.

O know-how de Cunha realmente soma valor à WSI, que se consolida a cada dia, no Brasil, como uma especialista em social selling, marketing B2B e desenvolvimento de estratégias de comunicação, geração de oportunidades e vendas pela internet. Por isso, a WSI oferece aos clientes soluções cujos resultados efetivos já são comprovados no mercado. “A WSI é dedicada a levar os negócios, ao redor do mundo, a uma posição privilegiada no que diz respeito ao maketing digital. Para tanto, atende a donos de empresas, CEOs, diretores de marketing e outros executivos, aumentando suas receitas e oferecendo mais rentabilidade”, considera o novo presidente.

Sobre a WSI

A canadense WSIé uma franquia especializada em Marketing de Internet e está presente em mais de 80 países. No Brasil, iniciou suas atividades no segundo semestre de 2010 e, desde então, está abrindo franquias por todo o Brasil.

Os consultores que compõem a rede – a maior do mundo em se tratando de soluções de marketing digital – oferecem a seus clientes soluções concretas, modernas e efetivas com base nas necessidades por eles apresentadas. Com isso, contribuem para que empresas de diferentes portes e segmentos se tornem mais competitivas.

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