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Magalu compra Hub Fintech e fortalece sua plataforma de serviços financeiros

O Magalu acaba de anunciar a aquisição, por 290 milhões de reais, da Hub Fintech, uma plataforma completa de serviços para contas bancárias digitais e cartão pré-pago. Com a aquisição, os mais de 29 milhões de clientes pessoas físicas do Magalu e os 40 mil sellers do marketplace passam a contar com uma conta bancária digital completa, gratuita e totalmente integrada ao superapp. “A aquisição da Hub adianta em vários anos a jornada de desenvolvimento da nossa plataforma de pagamentos, tanto para pessoas jurídicas quanto para pessoas físicas”, diz Frederico Trajano, CEO do Magalu. “Analisamos dezenas de fintechs no mercado. O processo foi longo porque tínhamos interesses
bem específicos. Procurávamos um alvo asset light, com uma tecnologia proprietária forte e com acesso ao Sistema Brasileiro de Pagamentos. Encontramos a HUB”.

A plataforma de serviços da Hub permite que clientes do Magalu façam compras, depósitos, transferências (P2P, TED, DOC e PIX), pagamentos (boletos, contas de consumo, impostos e PIX), saques (lotéricas, caixas eletrônicos e lojas do Magalu) e tenham acesso a serviços como recarga de celular e de vale-transporte. Além disso, um cartão pré-pago que reflete o saldo da conta digital, permitindo também transações no mundo físico.

Com operação iniciada em 2012, a Hub Fintech tem uma de suas subsidiárias, a Hub Pagamentos, regulada pelo Banco Central e totalmente integrada ao Sistema de Pagamentos Brasileiro e ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (PIX). A companhia é uma das maiores plataformas de Banking as a Service (BaaS) do país e líder no processamento de cartões pré-pago (com capacidade de produção de 30 milhões de cartões por ano), atendendo clientes de diversos segmentos como varejo, mobilidade, instituições financeiras e outras fintechs.

Com cerca de 250 colaboradores, a Hub possui aproximadamente 4 milhões de contas digitais e cartões pré-pago ativos, que movimentaram 7 bilhões de reais nos últimos 12 meses. A companhia gerou uma receita bruta (não auditada) de 159 milhões de reais, no mesmo período. O grupo de 100 desenvolvedores da fintech será integrado ao Luizalabs, que passa a contar com 1.500 profissionais de tecnologia e inovação.

A conclusão da aquisição da Hub pela Magalu Pagamentos precisa passar pela avaliação e aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE e do Banco Central. Pelo lado do Magalu, os advisors da operação foram o banco Rothschield e o Pinheiro Neto Advogados. A auditoria ficou sob a responsabilidade da EY.

Onze aquisições estratégicas em 2020


Neste ano, apesar de todos os desafios impostos pela pandemia de covid-19, o Magalu acelerou sua estratégia de fortalecimento de seu ecossistema digital. A Hub Fintech foi a décima primeira compra estratégica do ano de 2020.

O Magalu fez a aquisição das startups AiQFome, Hubsales e Stoq, da plataforma de mídia da Inloco, da livraria online Estante Virtual, do site de notícias de tecnologia Canaltech, e da escola de marketing digital ComSchool.

Prefeitura do RS implementa atendimento por vídeo para seus serviços públicos

As dificuldades geradas pela pandemia do coronavírus se prolongam e obrigam órgãos públicos a se aperfeiçoarem no atendimento à população. Os gestores ainda buscam maneiras de tornar cada vez mais próximo e eficiente o atendimento remoto aos cidadãos. Algumas prefeituras do país já avançaram na busca por meios eficientes para isso.

Em Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre, a oferta de serviços digitais foi complementada pelo atendimento com suporte em vídeo, integrado ao sistema de gestão já usado pela administração municipal. A ideia é possibilitar que o cidadão interaja “olho no olho” com o servidor público, acelerando o esclarecimento de dúvidas e tornando oferecendo um atendimento de confiança e praticidade.

Inicialmente a solução foi implantada na Secretaria Municipal da Fazenda. No órgão, há 10 fiscais tributários atendendo remotamente. Por vídeo, é possível tirar dúvidas ou encaminhar demandas sobre IPTU, ISS, ITBI e nota fiscal eletrônica. Para utilizar a ferramenta basta fazer um agendamento pela internet e acessar uma sala virtual. No atendimento por vídeo, os servidores podem verificar documentos, esclarecer dúvidas e encaminhar soluções de forma remota.

A ferramenta vem sendo testada desde julho de 2020 na Secretaria da Fazenda e já possibilitou 304 atendimentos por vídeo. Os resultados positivos levaram o município a ampliar o uso para o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT). Agora a novidade é utilizada também como auxiliar na gestão de recursos humanos da gestão pública de Gravataí.

Especializada em soluções de gestão pública digital em nuvem, a empresa catarinense IPM Sistemas atua em parceria com o poder público no projeto de vídeo atendimento. “A digitalização de processos, que já vinha ocorrendo em todo o Brasil, especialmente na iniciativa privada, ganhou muita força durante a pandemia e a tendência é acelerar ainda mais, pois todos perceberam que utilizar tecnologia pode de fato melhorar o serviço público”, observa o empresário Aldo Mees.

Gravataí é exemplo disso também em outra área. A Prefeitura lançou nos primeiros dias de dezembro um serviço de agendamento online de consultas nos serviços municipais de saúde. Via aplicativo, o cidadão pode marcar a consulta – de uma semana para a outra, como ocorre no processo tradicional -, escolher o médico, a data e o horário da consulta. Já o médico pode consultar o histórico do paciente e toda a sua agenda do dia de forma digital.

“Nós tivemos em 2019 quase 76 mil processos que foram exclusivamente digitais em Gravataí”, diz o secretário da Administração, Modernização e Transparência, Alexsandro Lima Viera. Segundo ele, a manutenção de estruturas adequadas para trabalho remoto durante a pandemia garantiu segurança aos servidores e gerou até ganhos de eficiência. Nos últimos meses, diz, a Secretaria da Fazenda e a Procuradoria do município zeraram a fila de expedientes e processos que estavam pendentes nos dois órgãos.

Bradesco é o único banco brasileiro reconhecido no “Open Innovation Challengers”

O Bradesco está entre os 25 “Open Innovation Challengers” do Corporate Startup Stars Awards 2020, premiação global que reconhece as companhias mais ativas em iniciativas de inovação aberta, por meio de indicações de startups convidadas, possibilitando um ambiente mais colaborativo entre startups e grandes corporações. A ação é organizada pela consultoria internacional Mind The Bridge em parceria com a Câmara de Comércio Internacional (ICC). Com sua primeira edição global, esta premiação já está em sua quinta edição e é umas das mais prestigiadas da Europa.

O Bradesco atua desde 2014 com startups e fintechs por meio do ecossistema inovabra, composto por oito programas de ação complementares, sendo eles: habitat, lab, ventures, internacional, hub, startups, polos e pesquisa. Em 2018, o banco lançou o inovabra habitat, ambiente de coinovação, com atuação física e digital, que representa um importante elemento de apoio para viabilizar a estratégia de inovação aberta e que conta atualmente com cerca de 169 startups e 75 empresas residentes, totalizando 1.500 pessoas trabalhando de forma colaborativa para inovar. Mais de 240 contratos já foram firmados entre empresas e startups residentes no espaço, sendo 16 deles entre Bradesco e startups em 2019. O inovabra habitat conta ainda com mais de 1 mil startups conectadas por meio dos centros parceiros ACATE e Porto Digital.

Entre 2018 e 2020, o ecossistema inovabra já somou 186 MVPs e 74 deles já avançaram para a fase de contratação e desenvolvimento interno. Nesse período, também foram mais de 3 mil startups analisadas ​​e mais de 60 provas de conceito concluídas. Hoje, são nove startups em negociação, sendo 17 contratadas e 10 investidas pelo inovabra ventures.,

“Colaborar para inovar resume o conceito de inovação aberta. É a forma que o Bradesco adota para garantir a continuidade do seu negócio em um cenário de rápidas mudanças. Além disso, é uma relação ganha-ganha. Nós aprendemos com a essência ágil, experimental e adaptável das startups e, por outro lado, investimos e contribuímos para aprimorar suas soluções, agregando nossa experiência e conhecimento como uma organização sólida e com uma grande rede de relacionamento”, destaca Walkiria Marchetti, diretora executiva do Bradesco.

Sobre a premiação

A seleção das empresas premiadas foi realizada por meio de uma chamada pública, em que as startups são convidadas a indicar as corporações mais ativas e amigáveis ​​no trabalho com pequenos negócios. As companhias nomeadas foram então convidadas a se candidatar ao Corporate Startup Stars Awards, fornecendo informações detalhadas e referências sobre sua estratégia de inovação aberta, como organização, estrutura, processos e cultura – atividades como scouting, aceleradores, compras de startups, investimento, aquisições e resultados alcançados.

“A inovação em tempos desafiadores é mais vital do que nunca. Embora essas empresas pioneiras estejam desempenhando um papel de liderança em seus respectivos ecossistemas, elas também estão tendo um impacto internacional. Mostrar histórias de sucesso e reconhecer os melhores esforços da classe por meio desses prêmios contribui para um ciclo virtuoso de influência positiva que ajuda a estimular o crescimento de startups corporativas e a colaboração globalmente”, disse John W.H. Denton AO, Secretário-Geral da Câmara de Comércio Internacional.

Para saber mais sobre o programa de inovação aberta do Bradesco, acesse o site https://www.inovabra.com.br.

BID Lab aporta R﹩ 4,4 milhões em inovação no IdeiaGov

O BID Lab, braço de inovação do Banco Interamericano de Desenvolvimento, e o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP assinaram contrato para o aporte de US﹩ 870 mil, o equivalente a R﹩ 4,4 milhões, para financiar a pilotagem e internacionalização de soluções inovadoras selecionadas por meio do Programa IdeiaGov, Hub de Inovação que traz soluções de mercado e da sociedade para desafios do Governo do Estado de São Paulo. Os recursos serão utilizados para implementar soluções no InovaHC, núcleo de inovação do Hospital das Clínicas, que mapeou, em conjunto com o IdeiaGov os desafios para os quais as soluções são direcionadas.

Com essa doação do BID, serão apoiados pelo menos dez projetos que buscam solucionar problemas de saúde pública originados do enfrentamento à pandemia da COVID-19, mas que terão aplicações em diversas outras áreas. Entre elas, existem ferramentas para usar inteligência artificial no diagnóstico de COVID-19 e outras doenças por imagens de raio-x e tomografia, aplicações de Internet das Coisas para equipamentos de UTI e digitalização da jornada do paciente no hospital. As propostas foram apresentadas por startups, consórcios de empresas, instituições científicas e tecnológicas ao longo de oito editais abertos no programa IdeiaGov. O Hub de Inovação do Governo do Estado de São Paulo conta com diversos parceiros, incluindo o BID.

“A pandemia ainda não acabou e precisamos nos manter vigilantes e atuantes. Por isso, consideramos essa parceria com o HC de SP e com o governo paulista tão relevante. Com o ecossistema de pesquisa e inovação mais robusto da região, o Brasil é capaz de prover soluções para problemas que afligem não só o território nacional, mas o mundo, e é preciso estimular esse potencial criativo”, diz Morgan Doyle, representante do BID no Brasil.

“Este aporte é essencial para o desenvolvimento da ciência e tecnologia e um passo fundamental para o Governo na revolução digital na saúde. O recurso irá ajudar a impulsionar soluções inovadoras, principalmente, neste período difícil em que estamos vivendo de combate à pandemia. O IdeiaGov é hub de Inovação essencial, que busca resolver os desafios da administração pública adotando soluções inovadoras propostas por startups e pesquisadores”, afirma Patrícia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico.

Liderado pelas Secretarias de Desenvolvimento Econômico, de Governo e a Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo, o IdeiaGov é operado pelo Impact Hub, organização brasileira conectada a uma rede global de empreendedores com o propósito de desenvolver soluções e negócios de transformação. “A parceria com o BID alavanca ainda mais o potencial dessa iniciativa que já conta com diversos parceiros, a liderança do Governo do Estado de São Paulo e a gestão do Impact Hub”, explica Henrique Bussacos, sócio-fundador do Impact Hub.

Para o presidente do Conselho Diretor do Instituto de Radiologia e da Comissão de Inovação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), Giovanni Guido Cerri, ter o apoio do BID na identificação de novas ferramentas tecnológicas para combater e reduzir os impactos do coronavírus na saúde da população é muito significante. “Trata-se não só de um reconhecimento do trabalho que vem sendo desenvolvido no InovaHC, ficará como legado para a medicina no Brasil. O apoio do BID ao nosso trabalho de inovação, e na busca de startups, é um reflexo da solidez do trabalho que tem sido feito durante a pandemia e no futuro da saúde”, afirma Giovanni Guido Cerri.

Próximos passos

Agora, os preponentes selecionados terão acompanhamento metodológico por parte da equipe do BID Lab, braço de Inovação do BID, e serão guiados para que as soluções amadureçam, sejam testadas, aperfeiçoadas e possam ser lançadas nos mercados nacional e internacional.

Os recursos do BID e do Governo de São Paulo vão viabilizar itens como prototipagem e compra de insumos para esses desenvolvimentos.

Durante o processo, os participantes também desenvolvem projetos piloto, ganhando acesso às instalações de ponta do Hospital das Clínicas de São Paulo, aos pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP e de outros órgãos vinculados ao governo paulista.

Os desafios são lançados por meio de editais divulgados no site do IdeiaGov , onde as empresas interessadas se inscrevem e passam por um processo seletivo que analisa aspectos tecnológicos, operacionais e de mercado das soluções propostas.

Para 2021, ABIT projeta produção semelhante à de 2019

As produções de manufaturas têxteis e de peças de vestuário no Brasil devem alcançar, em 2021, 2,09 milhões de toneladas e 5,81 bilhões de peças, marcas semelhantes às registradas em 2019 (2,05 milhões de toneladas e 5,94 bilhões de peças, respectivamente), último ano antes que o setor sentisse os impactos econômicos resultantes da pandemia de Covid-19. Os valores representam crescimentos de 8,3% e 23% na comparação com as projeções para o fechamento deste ano.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Valente Pimentel, no entanto, ressalva que, embora os números pareçam altos, na verdade, a comparação é sobre uma base baixa. Isso porque o setor vinha buscando se recuperar desde 2010 e, em 2019 estava reconquistando um crescimento mais sólido, mas foi atropelado pela pandemia, sendo um dos que mais sofreram.

Em 2020, o setor estima encerrar dezembro tendo produzido 1,87 milhão de toneladas de manufaturados têxteis e 4,76 bilhões de unidades de vestuário, volumes afetados pelo reflexo da crise sanitária na atividade econômica. Em faturamento, o setor projeta para o próximo ano R$ 55,3 milhões em manufaturados têxteis e R$ 152,1 bilhões em produtos de vestuário, o que representará, respectivamente, altas de 10,5% e 24% em relação aos valores registrados neste ano. Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (17), durante a divulgação do balanço anual da Abit.

Com relação às vendas no varejo, a entidade espera a comercialização de 6,2 bilhões de peças em 2021, o que representará um crescimento de 25% em comparação com este ano de 2020, quando devem ser vendidas até o fim de dezembro 5 bilhões de peças. Em faturamento, no mesmo comparativo, o incremento deve acompanhar o ritmo das vendas, e o comércio espera atingir R$ 228,9 bilhões no próximo ano. O número é 26% maior que os R$ 181,4 bilhões que deverão ser registrados em receita do setor em 2020.

“A previsão está atrelada à manutenção das atividades econômicas em relativa normalidade, em ano em que ainda será necessário se superar efeitos da crise sanitária”, avalia Fernando Pimentel. “Um eventual novo fechamento do varejo por conta do recrudescimento da pandemia deve jogar a estimativa para baixo”, complementa.

Com relação ao nível de emprego, Pimentel explica que o setor perdeu neste ano 39 mil postos de trabalho, mas que já para o ano que vem a expectativa é recuperar aproximadamente 65% desse volume, fechando 2021 com saldo positivo de 25 mil vagas de trabalho. “A recuperação será gradual”, diz o presidente da Abit.

Apesar de um 2020 difícil, por conta da pandemia provocada pela Covid-19, as empresas associadas à Abit demonstraram grande poder de adaptação e contribuíram para que o País fizesse a travessia da maneira mais natural possível. A produção de máscaras cirúrgicas pelas empresas do setor saltou de 6,5 milhões para 140 milhões em quatro meses, período em que 140 empresas converteram suas linhas de produção para atender a essa demanda.

O setor, por meio das Companhias, doou R$ 53 milhões em equipamentos de proteção individual e respiradores (contabilizados até maio). A tecnologia de tecidos com proteção antiviral, antes pouco conhecida pelo grande público, também se popularizou.

Perspectivas

Segundo estudos das equipes econômicas, o PIB do Brasil deve crescer em 2021 perto de 4% e, desta forma, Fernando Pimentel espera alavancar o PIB da indústria têxtil em torno de 2,5%. Ele reforça, no entanto, que esse incremento nos resultados está diretamente atrelado à retomada de uma agenda positiva, que envolve diversas discussões, como reforma tributária, reforma do setor elétrico, pacto federativo, nova lei de licitações, entre outros temas da agenda governamental.

Fundo WE Ventures recebe investimento de R$5 milhões da Porto Seguro para fomentar empreendedorismo feminino no país

O Fundo WE Ventures, que tem como foco o investimento em startups de tecnologia com faturamento mínimo anual de R$200 mil, lideradas por uma equipe feminina com pelo menos 20% de participação, anuncia a entrada da Porto Seguro com capital de R$ 5 milhões. Por meio do investimento no fundo, a seguradora brasileira irá direcionar recursos para startups com lideranças femininas e que atuam no segmento de seguros, saúde, soluções financeiras e serviços em geral.

O WE Ventures faz parte das iniciativas do Women Entrepreneurship (WE), programa desenvolvido pela Microsoft Participações em parceria com o Sebrae Nacional e M8 Partners, em associação com a Bertha Capital, que tem como objetivo incentivar o empreendedorismo feminino no país por meio de cursos de capacitação e investimentos para mulheres empreendedoras.

A parceria com a Porto Seguro integra o Mais WE, iniciativa que contempla uma série de investimentos recebidos pelo WE Ventures em diferentes áreas da economia como tecnologia, saúde, educação, seguros, jurídico e sustentabilidade. O Mais WE, por sua vez, é parte do plano Microsoft Mais Brasil, lançado pela empresa em outubro, que abrange iniciativas de apoio e compromisso com o desenvolvimento econômico sustentável do País, englobando programas de sustentabilidade, qualificação profissional e suporte para facilitar a busca por oportunidades de emprego. 

“Estamos honrados em poder contar com a parceria da Porto Seguro para nos apoiar com o nosso compromisso de fomentar o empreendedorismo feminino no Brasil, um cenário que está começando a mudar, mas que ainda tem um bom caminho a percorrer para chegarmos a uma realidade ideal de igualdade de gênero. Diversidade e inclusão são pilares da cultura da Microsoft e esse projeto é uma de nossas ferramentas para promover mudanças significativas nessa frente”, afirma Franklin Luzes, vice-presidente de inovação, transformação e novos negócios da Microsoft Participações.

Até o momento, o WE Ventures já incorporou três parceiros estratégicos a sua rede de investidores cotistas âncora – Flex, Grupo Sabin e Multilaser – e pretende captar até R$ 100 milhões em cinco anos. “Em novembro de 2020, completamos um ano no mercado com diversas conquistas voltadas ao incentivo de mulheres empreendedoras em todo o país. O aporte da Porto Seguro no WE Ventures irá ajudar diversas startups lideradas por mulheres em determinados segmentos a terem oportunidades iguais de crescimento no competitivo mercado em que atuamos”, diz Marcella Ceva, head do WE Ventures.

“Estamos entusiasmados em poder colaborar com o empreendedorismo feminino e crescer ainda mais com essa experiência. Temos apetite para evoluir nos mercados de seguros, saúde, soluções financeiras e serviços em geral, e essa parceria é uma oportunidade que fortalecerá o nosso objetivo de integrar negócios e tomar decisões colocando o cliente no centro”, explica Marcelo Picanço, vice-presidente de seguros da Porto Seguro.

As startups interessadas podem se inscrever no processo seletivo do WE no endereço: http://we.ventures.

ENGIE lança desafio com aporte de até R$ 2 milhões para startups brasileiras

A ENGIE, a maior empresa privada de energia do Brasil, atuando em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas, está com inscrições abertas para o Desafio ENGIE – Vamos Além da Energia. A iniciativa, uma parceria com o SENAI, disponibilizará até R$ 2 milhões para startups que apresentarem proposta para desenvolver soluções inovadoras que ajudem a acelerar a transição energética.

“O projeto é mais uma ação da ENGIE para promover a inovação e estimular o empreendedorismo na área de tecnologia. O desafio está alinhado com o nosso propósito de agir para acelerar a transição para uma sociedade neutra em carbono, por meio de consumo reduzido de energia e soluções ambientalmente mais amigáveis”, ressalta Raphael Barreau, diretor de Desenvolvimento de Negócios, Inovação e Estratégia da ENGIE.

As empresas interessadas têm até o dia 11 de fevereiro de 2021 para submeter suas propostas, respondendo desafios associados a cinco áreas: excelência operacional, loss control, carreira e sucessão, análise de estabilidade para segurança de barragens e mitigação do impacto ambiental.

Poderão participar startups e demais companhias de base tecnológica. Serão selecionadas até oito empresas, em duas etapas. Os projetos deverão ter duração máxima de dois anos e orçamento entre R$ 250 mil e R$ 400 mil.

As inscrições devem ser realizadas por meio da Plataforma Inovação para a Indústria, no site https://plataforma.editaldeinovacao.com.br/. O edital com mais informações também está disponível no portal.

CALENDÁRIO DO DESAFIO

Período de inscrição das ideias pelas Startups Dezembro/2020 – Fevereiro/2021

Primeira etapa de seleção: Fevereiro 2021

Segunda etapa de seleção: Março 2021

Divulgação dos selecionados: Abril 2021

Aeroporto de Guarulhos instala soluções com inteligência artificial e medição de temperatura no Terminal 3

O Aeroporto Internacional de Guarulhos registrou crescimento de 12,4% na movimentação de passageiros em novembro, em comparação ao mês anterior. Após queda de mais de 50% no número de passageiros entre janeiro e julho de 2020, a expectativa é de aumento na demanda do maior aeroporto da América do Sul. Em meio à pandemia, para garantir a segurança de passageiros e colaboradores, o empreendimento reforçou a tecnologia para as festas de final de ano.  

Desde a última segunda-feira (14), o Terminal 3 conta com um totem de atendimento com reconhecimento facial de alta precisão para medir a temperatura dos passageiros no embarque e desembarque Internacional – que cresceu 29% no último mês. A tecnologia da fabricante Dyno tem a capacidade de atender 1200 pessoas por hora, uma média de 28.800 pessoas por dia. 

O equipamento combina medição de temperatura, reconhecimento facial e inteligência artificial para respaldar o embarque e desembarque seguro antes mesmo do passageiro entrar em contato com os colaboradores da companhia aérea. A tecnologia reconhece o uso de máscara e a incidência de casos febris. O Totem Touchless é ativado por sensor de presença e não necessita de nenhum contato físico. Possui também dispensador de álcool gel, acionado por sensor de presença, sem a necessidade de toque.

Com regras de segurança redobradas, na ocasião do reconhecimento de um passageiro ou membro da tribulação com temperatura que possa indicar um quadro febril, o dispositivo avisa o usuário calmamente sobre o resultado da medição ao mesmo tempo que emite um alerta para a equipe do aeroporto, que está treinada para acompanhar o paciente a uma área especial onde a temperatura será aferida por um profissional da saúde. Em caso de passageiros sem uso da máscara, o sistema também emite um aviso. Caso, a suspeita de Covid-19 seja confirmada, o paciente é impedido de seguir viagem e é encaminhado à uma unidade de saúde.

Além do totem, a câmera Dyno DM60 também foi instalada no terminal 3. É integrada a um software com algoritmo de reconhecimento facial de alta precisão e desenvolvida especificamente para ambientes com alta circulação de pessoas, como metrôs, aeroportos, terminais e hospitais. O sistema tem capacidade para ler cerca de 3.600 pessoas por hora e em 24 horas realiza a medição térmica de 86.400 pessoas. Realiza calibragem inteligente e contínua para reduzir a taxa de falsos alarmes, além de triagem rápida sem contato, evitando a infecção cruzada.

Comunidade Anjos & VCs divulga pesquisa inédita contendo o mapa e as rotas dos investidores de startups no Brasil em 2020

O ano de 2020 vai marcar a humanidade pela enorme mudança de hábitos dentro e fora das organizações. O “novo normal” já força as empresas e os investidores a buscarem novas oportunidades e a mudarem sua forma de negociar e investir para construirem juntos um “novo futuro”. E para entender sobre o comportamento dos investidores de startups neste ano, a Comunidade Anjos e VCs da JUPTER realizou uma pesquisa inédita contendo o Mapa e as Rotas de Investidores de Startups no Brasil.

A pesquisa, que foi realizada entre os meses de janeiro e dezembro de 2020, teve o objetivo de mapear os players da Comunidade de Investidores Anjos & VCs, para identificar onde investem e de que forma as startups captam recursos, incluindo os investimentos mínimos, médios e máximos, organizados por rodadas de preferência e divididos em grupos de aceleração, grupos de Anjos, Pré-Seed, Seed, Series A, Series B, Private Equity, Family Offices e Corporate Venture Capital.

“Nos últimos anos, o número de investidores cresceu, antes eram cinco mil e hoje temos mais de oito mil pessoas. Proporcionalmente ao tamanho do nosso PIB e da nossa população, eles ainda são raros no Brasil. Todos os dias melhoramos este relatório, todos os dias existem dados novos. É muito bom ver que o Brasil tem um ecossistema super dinâmico de investidores e a gente foi capaz de agir muito rápido na crise deste ano”, afirma Bruno Dequech Ceschin, líder da pesquisa e cofundador da JUPTER, plataforma para encontrar, financiar e lançar as startups que estão construindo o futuro.

Realizado com 128 players, através de um questionário com perguntas de múltiplas respostas, o Mapa de Investidores 2020 revelou que 88,3% dos investidores estão ativos para aplicar capital em novas startups, 70,3% já estão investindo e gerando portfólio, 28,9% estão em processo de estruturação de novos fundos e 13,3% estão ativos para novos investimentos, contra 16,4% que estão desinvestindo e 1,6% inativos para novos investimentos. São 37 novos fundos de investimentos sendo estruturados hoje no país, fato que deverá transformar o ambiente competitivo brasileiro.

Outro dado relevante no relatório é sobre o estágio de preferência que estes investidores optam na hora de aplicar recursos para as startups. Segundo o levantamento, 39,8% responderam que iniciam na rodada Seed – que gera fundos para apoiar o desenvolvimento e a validação de produto e mercado da empresa, 15,6% em Pré-Seed, 14,8% em Series A, 12,5% em rodadas anjo e 11,7% em aceleração. A pesquisa também revelou que, atualmente, a fonte de recursos dos investimentos nas startups são de 71,7% dos proprietários, 47,5% de Family Offices e 30% de corporações, demonstrando o protagonismo do setor privado brasileiro e o grande apetite a risco das pessoas, famílias e empresas brasileiras.

“Uma das tendências de investimentos para os próximos meses é que os investidores especialistas ganhem mais espaço, amadurecendo o mercado, com financiamento de startups de segmentos específicos, como fintechs, agtechs, educação, construção civil e mercado imobiliário, healthtech, entre outros. O Brasil tem pelo menos R$ 5 bilhões declarados pelos nossos investidores que estão compromentidos e em busca de oportunidades para serem investidos em novas startups”, explica Ceschin, líder da pesquisa, que também ressalta o amadurecimento da experiência dos investidores generalistas, que investem em diversos tipos de segmentos de negócios, já tendo participado de milhares de rodadas de investimentos combinados. “Bons investidores generalistas atuam como uma plataforma ampla que proveem recursos financeiros, mas também vantagens competitivas que todas as startups investidas precisam, permitindo que os especialistas agreguem algo mais específico nelas, numa relação de co-investimento muito sinérgica que potencializa os resultados para todos”.

Já sobre as Rotas de Investimentos de Startups em 2020, o relatório traçou os possíveis caminhos de financiamento para uma startup captar recursos, que pode iniciar em aceleradoras, grupos de investidores anjo, Seed, Pré-Seed, Series A, Series B, entre outros, conforme mapa destacado abaixo. “Não tem um caminho único e cada vez eu vejo menos startups seguir o mesmo caminho. Ela pode começar a vida dela de financiamento com uma aceleradora e ir para um grupo anjo ou Pré-Seed, por exemplo. Não tem um caminho linear, mas na realidade é o menos linear possível”, complementa Ceschin.

Para consultar a pesquisa completa com o Mapa e a Rota de Investidores de startups no Brasil em 2020, clique no link https://jupter.hubspotpagebuilder.com/rota

Mas por que este é o momento de investir em startups?

Com a taxa SELIC em um dos menores patamares, em 2% ao ano, este é o momento para que os investidores tomem risco. Antigamente, existia um desestimulante em investir em startups, que eram os próprios juros oferecidos em CDB, Tesouro Direto, entre outros, que ofertavam ganhos de dinheiro por conta da alta dos juros, é o que comenta Bruno Ceschin, da Comunidade de Investidores Anjos & VCs. “O Brasil já tem unicórnios, fusões e aquisições, tem IPOs frequentes nas Bolsas de Valores, tem empresas de tecnologia que foram criadas há muito pouco tempo e já valem muito no mercado – isso derruba o mito de que o investidor não terá saídas. A opcionalidade para o investidor sair com sucesso da sua jornada é cada vez maior”.

De acordo com o cofundador da JUPTER, os investidores ainda têm muitas dificuldades para iniciar e se aprofundar neste assunto, pois não há muitos materiais de estudos disponíveis, as redes de conhecimento são fechadas, além de ser uma atividade muito solitária, pois o investidor também não vai compartilhar casos com qualquer pessoa. Por conta destes fatores, a Comunidade de Investidores Anjos & VCs lançou um programa com experiências práticas de investimentos em startups, chamado Investor Trek. A jornada, que tem início em fevereiro de 2021, irá oferecer 100 horas de conteúdo, focado em quem deseja se tornar ou já é um investidor, abordando temas do universo de investimentos de capital de risco.

O Investor Trek tem vagas limitadas, a duração é de 12 meses e é direcionado para investidores anjos, conselheiros de administração, empresários, gestores de capital de risco, assessores de investimentos, mentores de startups, executivos (c-level), herdeiros, entre outros profissionais que administram dinheiro. Os participantes dessa jornada terão uma oportunidade única de aprender com os maiores especialistas do mercado de Venture Capital brasileiro, serem mentorados por eles, e dessa forma poderem compartilhar oportunidades reais de investimentos em startups – o que reforça o aprendizado contínuo para investidores. Para se inscrever ou consultar mais informações, acesse https://jupter.hubspotpagebuilder.com/investor-trek-anjos-vcs-jupter. 

TerraMagna é vencedora de etapa brasileira da Startup World Cup

A TerraMagna, agtech de crédito para produtores rurais brasileiros, é a vencedora da etapa brasileira da Startup World Cup, a principal competição do gênero do mundo. O anúncio foi feito na tarde desta quinta-feira, 17/12, pelo Secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Gustavo Junqueira, após o segundo dia de apresentações das 10 finalistas.

Durante a edição deste ano do evento, que teve como foco soluções para problemas específicos do agronegócio, o diretor-executivo e cofundador da TerraMagna, Bernardo Fabiani, mostrou como a startup usa fontes alternativas, como dados de satélite, para avaliar o risco de vendas a prazo de insumos e fornecer crédito para pequenos e médios produtores. Por meio de parcerias desenvolvidas com distribuidores e indústrias para definição do rating de crédito de produtores e gestão de penhores de safra, a empresa também conecta as dívidas desses produtores ao mercado de capitais, possibilitando que credores antecipem seu recebimento.

O próximo desafio para Fabiani e Rodrigo Marques, também cofundador e COO, será concorrer com outras startups do mundo a um investimento de US$ 1 milhão, no Vale do Silício, nos Estados Unidos, em 2021. Segundo Fabiani, vencer a etapa foi o reconhecimento da importância que o crédito tem para toda a cadeia de valor do agronegócio. “Quem olha para uma lavoura, muitas vezes não consegue ver toda a infraestrutura que existe por trás para permitir que ela exista, todos os insumos necessários. A agricultura brasileira é extremamente baseada em crédito e percebemos que existia essa carência do mercado de uma solução de crédito. O que fizemos foi justamente criar uma maneira, digamos assim, de resolver o insumo que dá origem a todos os outros insumos, que é o crédito. É uma vitória para a TerraMagna, sem dúvida, mas é uma vitória também para a agricultura do Brasil”, salienta Fabiani.

Ao anunciar a vencedora, o Secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Gustavo Junqueira, parabenizou todas as startups participantes e as finalistas, por todo o trabalho realizado e aos juízes que contribuíram para o sucesso do evento. “Parabéns à TerraMagna! Ficamos muito honrados de tê-los representando o Brasil na próxima etapa da Startup World Cup”. Os jurados desta edição foram: Tomás Peña (The Yield Lab), Francisco Jardim (SP Venture), Marco Poli (Closed Gap Ventures), Paulo Silveira (FoodTech Hub Br), Rosana Jamal (Baita), Alain Marques (AgVenture) e Franklin Ribeiro (InvestSP).

Promovida em mais de 50 países pela Pegasus Tech Venture, o evento faz parte da programação da São Paulo Tech Week 2020 e conta com os apoios da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e da Invest SP – Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade.

Propostas inovadoras durante a pandemia são reconhecidas em premiação

O Some Control Awards irá premiar doze cases em categorias diferentes que podem ser indicados por qualquer profissional até o dia 20 de dezembro

Não é novidade que o ano de 2020 foi atípico para todas as empresa e profissionais do país. Mas, diante de tantos obstáculos, muitos profissionais conseguiram encontrar métodos inovadores para superar a crise e, por isso, se destacaram no mercado neste tão ano difícil. Com objetivo de reconhecer e valorizar os esforços desses profissionais em criar controles voltados ao futuro, a Comunidade Governança e Nova Economia (Gonew.Co) lançou a primeira edição do #SomeControlAwards.

A premiação inédita homenageará doze cases de profissionais em categorias diferentes, que podem ser indicados por qualquer pessoa, por meio do site da instituição, até o dia 20 de dezembro. As categorias reconhecem desde Conselheiros que conseguiram promover práticas de inovação, profissionais que criaram políticas de inclusão e diversidade nas empresas, advogados que resolveram contradições jurídicas conectando inovação e regulação e também sucessores que tiveram destaque ao assumirem empresas familiares.

“Não temos dúvidas de que as relações e contradições foram aceleradas em 2020. Cada vez mais precisaremos de métodos de controles práticos se quisermos continuar inovando no ritmo que estamos. Por isso é tão importante reconhecermos os esforços feitos pelos profissionais e incentivar que mais cases de destaque surjam no mercado”, ressalta Anderson Godz, fundador da comunidade GoNew.

Após as indicações do público, os masters da Comunidade Gonew escolherão, por meio de votação, os três finalistas de cada categoria que serão divulgados no dia 7 de janeiro de 2021. A revelação dos vencedores será realizada no dia 14 de janeiro de 2021, durante o evento Gonew Way.

Para indicar os profissionais nas categorias desejadas, basta acessar o site https://bit.ly/3gJFjVY, preencher o formulário com seus dados, após isso, inserir o nome e o Linkedin do profissional indicado abaixo de cada categoria. As categorias disponíveis são:

  • Conselheiro de Inovação: A categoria busca reconhecer o conselheiro que melhor conseguiu promover práticas de inovação neste ano.
  • Nova Geração: Reconhecimento do sucessor de destaque em empresas familiares.
  • Agente de Transformação: Aquele que influenciou as maiores transformações no âmbito público ou empresarial em 2020.
  • From Corp to Startup: O profissional que realizou com maior destaque a transição do meio corporativo para o mercado de startups.
  • Advisor da Diversidade: Quem se destacou por gerar impacto positivo por meio do incentivo de políticas de inclusão e diversidade.
  • Talento Legal: Frente às contradições jurídicas surgidas ao conectar inovação e regulação, quem foi o advogado que mais se destacou?
  • Talento Startup: Categoria voltada a reconhecer o profissional de startup que mais se destacou em sua área de atuação e trouxe grandes resultados para a empresa.
  • Talento Empreendedor: O proprietário ou sócio de empresa que merece ser reconhecido em 2020.
  • Case ESG: Reconhecimento do profissional que conduziu as melhoras práticas e projetos ESG (Environmental, Social and Corporate Governance).
  • Case de Transformação: Aquele que desenvolveu o melhor projeto de transformação aplicado em 2020.
  • Case de Engajamento: Quem se destacou em 2020 ao criar modelos de engajamento e governança unindo pessoas e práticas.
  • Case de Gestão de Ativo: O profissional focado no investimento de startups que foi destaque por seu desempenho em gerir portfólios diversificados neste ano transformador.

SomeControl AWARDS 🏆

Indicações de Cases e Profissionais: Até dia 20/12

Categorias: https://bit.ly/3gJFjVY

Omie abre 57 vagas em todo o Brasil

Omie, empresa de gestão (ERP) na nuvem número um do Brasil, anuncia a abertura de 57 vagas nas áreas de Marketing, Enterprise, Vendas, Suporte Técnico, Customer Success. Grande parte das oportunidades são para cargos na matriz da companhia na cidade de São Paulo e para trabalho no sistema home office. Há também posições abertas nas cidades de Varginha (MG), Porto Alegre (RS), Belém (PA), Aracaju (SE) e Diadema (SP). Omie

Mesmo com o delicado momento econômico causado pela pandemia em todo o mundo, desde o mês de agosto a Omie apresentou significativa taxa de crescimento e retomada em suas contratações. Com mais de 50.000 clientes, para potencializar seu novo ciclo de crescimento, a companhia precisa recrutar novos profissionais para compor seu time.

“Acompanhamos nossos clientes desde o início de seu negócio até ele alcançar faturamentos significativos. Queremos profissionais que se comprometam a cumprir essa missão conosco e que estejam dispostos a aprender e desenvolver novas habilidades todos os dias”, afirma Eliana Rozenchan, gerente de RH da Omie.

Para se candidatar e saber mais informações sobre as vagas, acesse o link.

Mercado de PCs tem alta de 9,9% no terceiro trimestre de 2020, diz IDC Brasil

O mercado de PCs cresceu 9,9% no terceiro trimestre de 2020 com a venda de 1.611.907 computadores, segundo o estudo IDC Brazil PCs Tracker Q3 2020 realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Os notebooks contribuíram para o resultado: foram 1.304.720 unidades, 25,7% a mais do que o mesmo período de 2019. “As demandas de home office e home schoolling, que continuaram por conta da pandemia e a necessidade de mobilidade, explicam esse movimento”, afirma Rodrigo Okayama Pereira, analista de mercado da IDC Brasil. Quanto ao preço médio dos notebooks ficou em R$ 4.363, 0,4% a mais do que no trimestre anterior, sinalizando que apesar de novos incrementos no preço, a participação de notebooks de entrada trouxe um equilíbrio no preço médio do produto.

Já as vendas de desktops sofreram queda de 28,3%. No terceiro trimestre de 2020 foram vendidas 307.187 unidades, por R$ 3.555, em média, 2,4% a menos do que no segundo trimestre de 2020.

Do total de 1.611.907 máquinas, 1.160.724 foram comercializadas no varejo e 451.183 consumidas pelo mercado corporativo.

Segundo a IDC, no período, houve uma mudança no calendário de abastecimento do varejo. As fabricantes decidiram enviar produtos para os canais em setembro, quando historicamente essa atividade acontece com maior ênfase em outubro, para se prepararem para a Black Friday. “A pandemia e a falta de componentes que mudou o fluxo nos meses anteriores foi o motivo dessa antecipação“, conta.

Para o quarto trimestre de 2020, a IDC Brasil prevê que o varejo continuará registrando alta, em média de 22%, e o setor corporativo, terá um crescimento tímido de 0,1%. “O mercado corporativo caminha para uma leve retomada. Asempresas estão perto de fechar seus balanços e podem usar o restante de seus orçamentos para fazer novos investimentos para o próximo ano”, diz o analista. Ele destaca o segmento de educação, que tende a se preparar para um 2021 de ensino híbrido. No total, a IDC Brasil prevê alta de 8,4% no mercado de PCs no quarto trimestre de 2020.

Credicard e Maturi têm vagas abertas em programa exclusivo para inclusão de pessoas com mais de 50 anos

Pessoas com mais de 50 anos que estão buscando uma nova oportunidade no mercado de trabalho podem se inscrever no programa “Credicard 50+”, que em parceria com a startup Maturi terá um processo seletivo para ocupar seis postos de trabalho em iniciativas da marca em São Paulo – exclusivos para a faixa etária. O programa tem como objetivo incentivar a inclusão e desenvolvimento de pessoas no mercado de trabalho, promovendo um ambiente mais plural. As inscrições estão abertas até o dia 15/01.

Não há exigência de formação específica – somente curso superior – para se inscrever para as vagas, que têm uma carga horária de 30 horas semanais. Experiência e flexibilidade para trabalhar em ambientes dinâmicos são desejados. A seleção será realizada pela Maturi, empresa especializada no tema de diversidade etária, responsável também pela contratação dos aprovados – prevista para a segunda quinzena de fevereiro. Todo o processo seletivo será feito de maneira 100% online.

“Nosso objetivo em Credicard é oferecer soluções cada vez mais adequadas às necessidades dos clientes – e quanto maior a diversidade de nosso time, teremos mais e melhores resultados, adequados a todos os tipos de público. Acreditamos também que ter diversidade – de todos os tipos, incluindo a etária – é muito importante para seguirmos sendo inovadores. Temos atualmente um programa de estagiários 50+, que nos trouxe ainda mais clareza sobre essa necessidade. Incluir pessoas que possuem experiência e não conseguem se recolocar no mercado de trabalho é extremamente relevante, e temos certeza que tê-las em nossa equipe resultará em resultados ainda melhores para nossos clientes”, Priscilla Ciolli, superintendente de Credicard.

Os contratos de trabalho terão a duração de seis meses – prazo que pode ser estendido – e são para atuação na região de São Paulo (inicialmente em home office), com inserção na Metodologia Ágil de trabalho e participação em squads da Credicard. As vagas oferecem salário compatível com o mercado e benefícios como plano de saúde e vale transporte (caso o trabalho volte a ser presencial).

Os participantes selecionados passarão por treinamentos diversos conduzidos pela Maturi, tais como trabalho em equipe, comunicação, empatia, relacionamento, diversidade, relações intergeracionais e metodologias ágeis. A Maturi também fará uma campanha de inclusão e sensibilização para toda a equipe de colaboradores da Credicard.

A Maturi é uma plataforma de recolocação e educação, com o objetivo de ajudar profissionais acima de 50 anos a se atualizarem e voltarem ao mercado de trabalho e também preparar as empresas para lidarem com os desafios da longevidade que impactam especificamente a força de trabalho.

“Estamos muito animados com esta parceria pois vamos incluir os ‘maturis’ em posições que tem tudo a ver com o futuro do trabalho, auxiliando a Credicard a entender e atender cada vez melhor seus clientes maduros. Assim todos saem ganhando e evoluímos na construção de uma cultura intergeracional no mercado de trabalho”, salienta Mórris Litvak, fundador e CEO da Maturi.

O Credicard 50+ é um projeto em parceria entre a Credicard, a Maturi e o Itaú Viver Mais – instituto do Itaú Unibanco que busca investir na promoção contínua da rede de proteção, segurança financeira e inclusão digital para melhoria da qualidade de vida da população idosa, por meio de patrocínios, iniciativas, apoio ao poder público e à sociedade civil. O Itaú Viver Mais tem desenvolvido pilotos de modelos de trabalho direcionados para pessoas com mais de 50 anos, em busca de fomentar o “longeviver” e preparar a empresa e a sociedade para o futuro do trabalho, antecipando tendências e promovendo a diversidade geracional.

Mais detalhes sobre as vagas e a inscrição em https://maturijobs.empregare.com/pt-br/vagas-de-jornada-

Softex anuncia fundo de R$ 50 milhões para startups

A Softex, em parceria com a Bertha Capital e M8 Partners, se uniram para lançar um Fundo de Investimento em Participações – Capital Semente, voltado a investir em startups da Quarta Revolução Industrial.  O advento da digitalização como um vetor de transformação de processos, produtos, serviços e modelos de negócio tem impactando significativamente a atividade empresarial. Soma-se a isso um conjunto de outras tecnologias relacionadas a impressão 3D, novos materiais e biologia sintética, por exemplo, que integram o mundo físico, digital e biológico caracterizando uma 4a. revolução industrial.
 

O “Fundo Softex 4RI” será dedicado ao desenvolvimento de iniciativas disruptivas, de base tecnológica, que busquem alavancar soluções com tecnologias voltadas à Quarta Revolução Industrial. O objetivo é contribuir significativamente para ampliar o volume de startups ligadas à Quarta Revolução Industrial, em especial àquelas com soluções que possam apoiar a digitalização da economia brasileira.
 

O FIP Softex 4RI terá como cotistas empresas beneficiárias da Lei de Informática Nacional que poderão investir recursos de P&D no Fundo, apoiando a geração de startups e se transformando em sócias dos negócios nascentes de base tecnológica. O FIP nasce aderente às regulamentações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com vistas à captação do recurso das contrapartidas em P&D da Lei de Informática com o foco em capital semente, investindo em empresas de base tecnológica com faturamento médio limite de R$ 16 milhões por ano no momento do aporte, detendo participação sempre minoritária.
 

Do ponto de vista da base legal aplicável e da estratégia de investimento, destacamos:

  • O Fundo deve se destinar à capitalização de empresas de base tecnológica, empresa de desenvolvimento ou produção de bens e serviços de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC);
  • O Fundo não poderá ter participação majoritária na empresa investida;
  • A startup deve apresentar pelo menos duas das seguintes características:
  • desenvolver bens, serviços ou processos tecnologicamente novos ou significativas melhorias tecnológicas nesses;
  • comercializar direitos de propriedade intelectual ou direitos de autor de sua propriedade, ou que estão em fase de obtenção; ou bens protegidos por esses direitos;
  • as despesas de P&D não sejam inferiores a 5% da receita bruta, sendo excluídas dessas despesas os valores direcionados à formação de ativo imobilizado; ou
  • execute por meio de sócios ou empregados diretos, profissionais técnicos de nível superior, atividades de desenvolvimento de software, engenharia, pesquisa e desenvolvimento tecnológico e de mercado.
  • Além disso, a startup também deve satisfazer:
  • Receita bruta anual de até R$16MM, com receita apurada não superior a esse limite nos últimos 3 anos e distribuir, no máximo, 25% dos lucros durante o período em que receber aporte de recursos do Fundo;
  • O investimento não poderá ser feito em empresa controlada, direta ou indiretamente, por sociedade que apresente ativo total superior a R$80MM ou receita bruta anual superior a R$100MM
  • O fundo deve manter, no mínimo, 90% (noventa por cento) de seu patrimônio líquido investido nos ativos (empresas de base tecnológica, podendo investir até 10% do valor do Fundo em ativos no exterior. O Fundo Inova 4RI tem o objetivo de captar R$ 50 milhões em até quatro anos. Os aportes nas startups irão de R$ 500 mil a R$ 5 milhões.

Segundo Ruben Delgado, presidente da Softex, instituição que executa vários programas de apoio a startups no Brasil (Startup Brasil, Conecta Startup, Conexão Startup-Indústria, dentre outros), a oportunidade de um Fundo de Investimento era a peça final que faltava no ecossistema Softex, pois permitirá que muitos recursos alocados nas fases mais arriscadas na forma não-reembolsável em diferentes programas poderão ser aproveitados pelo Fundo de investimento, criando mais um mecanismo de apoio ao ecossistema de startups.  Muitas startups interessantes poderão ser acessadas pelas empresas beneficiárias de Lei de Informática, que poderão ter um “quinhão” do fundo para as suas verticais de negócios definidas.

Do ponto de vista da tese de investimento e das áreas nas quais as startups serão selecionadas, Rafael Moreira, CEO da Bertha Capital, salienta que tecnologias disruptivas tais como Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT) e Computação em Nuvem são exemplos de tecnologias transversais que habilitam negócios inovadores que estarão no centro da tese de investimento. “O Fundo Inova 4RI possui um foco em colocar mais um instrumento para o ecossistema de startups e para as empresas beneficiárias da Lei de Informática, porque combinará startups nas principais tecnologias habilitadoras no mercado, além de trazer várias corporações empresariais com seus desafios e, portanto, oportunidades de demanda e apoio segmentado em setores econômicos tais como bancos, indústria, eletrônica, dentre outros”, ressalta Moreira.

Para mais informações sobre o fundo, acesse: https://fip4ri.softex.br/   

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Eleições nos EUA: Relatório Amcham analisa como fica a relação com o Brasil após oficialização da vitória de Biden

Oficializada a vitória do candidato Joe Biden pelo colégio eleitoral nos Estados Unidos, o que esperar da relação bilateral entre Estados Unidos e Brasil? De acordo com a última edição do relatório ‘Trump vs Biden’, elaborado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil) e Prospectiva Consultoria, espera-se mudanças na administração interna e principalmente na política externa do democrata. Em relação ao Brasil, espera-se que o acordo já concluído sobre temas não tarifários seja mantido, em especial porque possui o apoio do setor empresarial norte-americano e não depende de aprovação do Congresso dos EUA para entrar em vigor. A análise completa está disponível para download aqui .

ACORDO BRASIL E ESTADOS UNIDOS

Por outro lado, a negociação de um acordo mais abrangente de comércio, envolvendo a redução de tarifas e outros temas mais intrincados, como serviços, propriedade intelectual e compras públicas, embora seja uma iniciativa bem vinda, está envolta de enorme complexidade. Para tanto, seriam necessárias consultas prévias ao Congresso americano e, do lado brasileiro, uma definição se as negociações ocorreriam em conjunto com o Mercosul ou de forma individual pelo Brasil – o que demandaria, nesse último caso, alteração das regras do bloco, em consenso com Argentina, Paraguai e Uruguai.

Além disso, a negociação de um acordo comercial envolvendo Brasil e EUA sempre será desafiador, em grande parte pelo fato de as economias serem muito parecidas em vários aspectos (ambos são grandes produtores de commodities agrícolas e produtos industrializados, como aço, alumínio e automóveis). Mais decisivo ainda, uma iniciativa dessa natureza não deve encontrar priorização na agenda comercial dos EUA, sobretudo nos primeiros anos da administração Biden.

Com a vitória de Biden, o tema da sustentabilidade e da preservação ambiental ganhará centralidade na agenda de comércio e de investimentos envolvendo o Brasil, assim como já ocorre hoje na relação do Brasil com os países europeus. A percepção sobre o compromisso brasileiro na área ambiental será determinante para os rumos do relacionamento com os EUA.

O FATOR CHINA

Outro ponto de atenção na relação bilateral deriva da crescente disputa geopolítica entre EUA e a China. Essa questão deve influenciar a agenda norte-americana para a América Latina e, em particular, para o Brasil. Apesar dos EUA deterem o maior estoque de investimentos estrangeiros em território brasileiro, seu crescimento anual vem diminuindo desde o início da década. Por outro lado, a China vem se tornando uma importante fonte de aporte de capitais no Brasil.

Os EUA precisarão reconquistar seu espaço na região e reforçar os instrumentos para viabilizar sua presença competitiva em temas que perpassam investimentos, 5G, cooperação científica, entre outros. A atuação de órgãos como o Eximbank, a International Development Finance Corporation (DFC) e projetos específicos na esteira da recente iniciativa Growth in the Americas (América Cresce), lançada em 2019, podem desempenhar papel importante.

EDIÇÕES ANTERIORES

Esta é a quarta edição de uma série de quatro documentos com interesse especial sobre os efeitos para as relações bilaterais com o Brasil e para as empresas sediadas no País. Veja aqui a primeira , segunda e terceira edição dos relatórios que acompanharam esse processo.

Neogrid faz sua estreia na B3

A Neogrid, empresa do segmento de software para a gestão de cadeias de suprimentos, anunciou nesta quarta-feira a sua oferta pública inicial (IPO) na bolsa de valores brasileira (B3). A oferta primária foi coordenada pelo Credit Suisse, Citi e UBS BB e o valor inicial sugerido para a ação (ticker NGRD3) foi de R$ 4,50.

A Neogrid levantou nessa oferta primária R$ 486,5 milhões. Os valores captados serão investidos em fusões & aquisições – M&A (80%) e em marketing (20%).

“A Neogrid começa um novo capítulo na sua jornada. Com a confiança dos investidores, reforçamos nosso compromisso para elevar a potência de nossas soluções e levá-las para mais clientes no Brasil e no mundo”, afirma Eduardo Ragasol, CEO da Neogrid.

Fundada em 1999, a Neogrid é uma empresa de Software as a Service (“SaaS”), dados e tecnologia para soluções de supply chain. O objetivo da companhia é conectar parceiros de negócios (indústrias, distribuidores e varejistas), integrando suas operações por meio de um portfólio modular de soluções eficientes, precisas e inteligentes.

“A Neogrid possui um modelo de monetização marcado pela previsibilidade de receita e com altos índices de retenção de clientes. Com os aportes do IPO, vamos acelerar questões como pesquisa & desenvolvimento, fusões, aquisições, vendas, além de intensificar a nossa expansão internacional”, explica Ragasol.

A rede Neogrid conecta empresas e outros participantes da cadeia de suprimentos em sua plataforma. Atualmente, são mais de 37 mil indústrias, 5 mil distribuidores e 150 grandes redes varejistas (que representam milhares de lojas físicas), distribuídos em todo o país e internacionalmente.

“A rede e plataforma da Neogrid favorecem todo o ecossistema da cadeia de suprimentos. Em um mundo onde os produtos viraram commodities e preços não são mais diferenciais, o bom gerenciamento de estoque e a liberação de capital de giro passam a ser uma vantagem competitiva decisiva”, pontua Miguel Abuhab, fundador da Neogrid.

A Neogrid passa a ser a 163ª empresa listada no novo mercado, segmento com os mais elevados padrões de governança corporativa. A cerimônia de lançamento contou com a participação de executivos e de conselheiros de administração da companhia, além de Gilson Finkelsztain, presidente da B3.

O que 2020 ensinou para o e-commerce

Por Samantha Schwarz, gerente de e-commerce da Infracommerce


Em 2020, o mundo se viu forçado à uma aceleração dos processos digitais e o mercado de e-commerce, que já tinha um crescimento natural e constante, foi para muitos a única saída de manter os negócios ativos. E os números não me deixam mentir: uma pesquisa da Ebit-Nielsen estima que mais de 7 milhões de brasileiros fizeram sua primeira compra on-line neste ano.

Por mais que todo esse movimento tenha sido uma aceleração de um processo que já estava por vir, 2020 foi um ano de muitos aprendizados para o e-commerce, que precisou de adaptações e recursos, para conhecer melhor seus novos clientes. O primeiro aprendizado é que esses novos hábitos de consumo vieram para ficar! Uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo indica que a expectativa é que cerca de 70% dos consumidores continuem comprando on-line, mesmo com a volta do varejo físico. Isso significa que a experiência do consumidor se tornou algo mais importante do que nunca.

Os consumidores que já estavam no e-commerce só reforçaram este comportamento e, para os recém-chegados, descobriu-se um universo a ser explorado. Dentro desse cenário, lidar com o aumento da concorrência também foi um desafio para o varejo on-line. Com a digitalização cada vez mais estimulada é preciso acompanhar de perto as novidades no mundo on-line, afinal, a demanda existe, mas se sua loja não estiver com a oferta pronta, outras estarão.

E é por isso que a multicanalidade começou a mostrar sua força. A opção de fluidez entre vários canais, como físico e on-line, é um dos pontos que as marcas precisam aprender a trabalhar bem para garantir uma boa experiência em todos os pontos de contato com seu consumidor, evitando que ele precise procurar na concorrência a facilidade, comodidade ou produto que você pode oferecer. Expandir para o modelo multicanal exige muita preparação e entendimento deste novo cenário, pois os consumidores que até então tinham que passar pela porta da loja, agora estão em qualquer lugar do mundo.

Não é apenas a tecnologia que as empresas precisam se preocupar, disponibilidade de estoque, regiões que deseja atender, atendimento ao consumidor, como será o sistema de troca e devolução, encargos fiscais das vendas on-line, leis de proteção ao cliente on-line, esses são alguns dos vários pontos que a marca precisa se atentar para entrar no mundo digital.

E por falar nisso, a omnicanalidade também mostrou a sua força em 2020. O mercado percebeu que não existiam apenas dois canais – on-line e físico -, mas sim um ecossistema no qual podemos transitar em inúmeros universos, como m-commerce e social commerce, comparando preços, aproveitando suas funcionalidades e conveniência. Uma das maiores novidades do ano foi o surgimento das Lives Commerces que foram uma sensação na Black Friday 2020.

Mas afinal, depois de tanta movimentação, será que o próximo ano também guarda surpresas para esse mercado? Minhas apostas ficam com: estratégias personalizadas, mais valorização das experiências, lojas virtuais interativas e assinatura como modelo de negócios. Entretanto, acredito que o maior aprendizado foi que, depois de um ano tão atípico, percebemos que as surpresas podem aparecer e as empresas precisam estar preparadas para mudarem o jogo de forma rápida.