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Impostômetro da Associação Comercial registra R$ 1 trilhão nesta terça-feira (12/8) às 11h

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) vai registrar a marca de R$ 1 trilhão nesta terça-feira (12/8) por volta das 11 horas. Esse é o montante desembolsado pelos brasileiros desde 1º de janeiro de 2014 para pagar impostos, taxas e contribuições para União, Estados e municípios.

Neste ano, o valor de R$ 1 trilhão chega 15 dias antes do que em 2013, indicando aumento da carga tributária.
O presidente da ACSP, Rogério Amato, chama a atenção para a notícia e para o aumento do peso tributário, apesar das desonerações promovidas pelo governo a alguns setores e das recentes quedas do nível de atividade econômica. “É um descompasso: a arrecadação cresce mais do que a economia brasileira. O contribuinte paga muito e, em contrapartida, não tem um retorno compatível – os serviços públicos deixam a desejar”, diz Amato, que também é presidente da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo) e presidente-interino da CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil).

Ele comenta o significado da marca de R$ 1 trilhão em ano eleitoral. “O Brasil não suporta mais carregar esse peso tributário. Precisamos lembrar disso todos os dias, todo mês, mas em época de eleição isso deve ser ainda mais debatido. Precisamos exigir impostos mais justos e melhor aplicados. Essa é uma das grandes causas de nossa entidade. Assim, convidamos todos os brasileiros a ficarem ainda mais de olho no imposto”, ressalta o presidente da Associação Comercial de São Paulo.

Óculos para ver melhor os tributos
Para chamar a atenção do consumidor para a marca de R$ 1 trilhão e a elevada carga tributária em 2014, o Caminhão do Impostômetro vai passar por seis cidades do interior paulista. A ação é uma iniciativa da ACSP e da Facesp em parceria com as associações comerciais dos municípios.
O ponto de partida será na capital em frente ao painel do Impostômetro dia 12/8, às 11 horas – ocasião em que o painel chegará à marca do trilhão.

Depois, o Caminhão parte para Sorocaba (dia 13/8), Campinas (14/8), Mogi das Cruzes (15/8), São Carlos (18/8), Santos (19/8) e São José dos Campos (20/8). O veículo ficará estacionado durante algumas horas em pontos estratégicos e de grande circulação em cada cidade. Um painel do Impostômetro vai estar acoplado no caminhão e mostrará os valores pagos pelos brasileiros e pelos moradores da cidade para pagar todos os impostos, taxas e contribuições.
Quem parar para olhar o Caminhão do Impostômetro vai poder entrar no veículo e visualizar diversos produtos do dia a dia, com os respectivos preços. E, para enxergar as cargas tributárias de cada produto, utilizará óculos mágicos feitos com uma tecnologia chamada selecionamento cromático. Só quem colocar os óculos vai conseguir visualizar as cargas. A ação lúdica é uma forma de convidar o consumidor a enxergar melhor o quanto paga de imposto. Há produtos em que as cargas passam de 40% do preço final.

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Ampliação do Simples Nacional dará fôlego para micro e pequenas empresas

A presidente Dilma Rousseff sancionou recentemente a lei complementar que amplia, a partir de 2015, o acesso ao Simples Nacional. O programa unifica o pagamento de oito tributos cobrados pela União, estados e municípios das micro e pequenas empresas. Com isso, mais de 140 atividades, que não estão atualmente contempladas, poderão aderir a esse modelo de tributação no próximo ano. O critério geral para aderir ao Simples passará a ser o faturamento das empresas, que pode chegar a até R$ 3,6 milhões por ano.

Pelo novo formato do programa, passarão a ter direito a aderir empresas jornalísticas, consultórios médicos e odontológicos, escritórios de advocacia, corretores de imóveis e de seguros e fisioterapeutas, entre outros. Só não poderão participar do regime de tributação empresas produtoras de bebidas alcoólicas e de tabaco.
De acordo com professor de contabilidade da Faculdade Mackenzie Rio, Edmilson Lins Machado, essa iniciativa era esperada pelo mercado já que as microempresas e as empresas de pequeno porte vêm enfrentando dificuldades como o impedimento de vários serviços, a substituição tributária, o aumento do limite assim como maiores incentivos.

“As mudanças serão muito bem-vindas já que o contribuinte do Simples estava ficando com um custo muito alto e não conseguia repassá-lo. Acredito também que seria interessante o aumento do limite, mas já teremos uma mudança bastante significativa dentro dessas alterações e inclusões. O ano 2015 será um ano de ajustes e as empresas (Micro e EPP) são o fôlego e o termômetro de nossa economia”, avalia.

Segundo Machado, uma das questões mais esperadas referia-se à questão da limitação dos prestadores de serviços que estavam impedidos de serem inclusos no Regime Simplificado em razão de um artigo que estava aposto na Lei Complementar 123/06, como, por exemplo, os representantes comerciais, os profissionais liberais, dentre outros (foram inclusos 140 novos serviços). Outros pontos importantes:

• Com relação ao aumento de limite, não ficou definido na nova legislação essa possibilidade, ao contrário manteve-se o mesmo patamar atual (microempresa – faturamento R$ 360 mil ao ano e EPP – faturamento R$ 3,6 milhões ao ano).

• Outra situação importante refere-se à mudança da base de cálculo, pois a incidência passa a ser o faturamento, ou seja, não mais as atividades ou anexos, o percentual será aplicado dentro das faixas a serem definidas.

• Também será necessário abordar que alguns percentuais serão acrescidos, já que serão definidos e escalonados de acordo com o faturamento, mesmo assim ainda será na maioria dos casos uma melhor opção.

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Crescimento de serviços em TI abre espaço para empresas internacionais no setor

Registro de crescimento médio de 40% ao ano e expectativas de fechar 2014, um ano tido por muitos como perdido, com 30% de crescimento, são os frutos que a americana Disys colhe por ter investido e apostado no Brasil desde 2007. Com um faturamento de 40 milhões em 2013, a Disys do Brasil vem se consolidando como uma das maiores empresas no país que oferece serviços de BPO (Business Process Outsourcing), consultoria de estratégia e serviços ligados ao desenvolvimento e suporte na área de tecnologia.

Para 2014, o mercado brasileiro deve investir somente na área de serviços em TI cerca de US$21,2 bilhões, um acréscimo de 11,2% em relação a 2013. Esse aumento nos investimentos no mercado brasileiro reflete diretamente na Disys, que está presente em mais de 15 países nos cinco continentes, e vem superando as expectativas da matriz americana. De acordo com o VP Brazil Operations, Luiz Ricardo Martins, os investimentos da Disys no Brasil vêm dando retornos de destaque. “Em 2014, nos primeiros cinco meses do ano, nós crescemos 25% a mais que comparando com o mesmo período do ano passado”, afirma.

Atendendo grandes nomes do segmento industrial e de serviços no Brasil, a Disys aposta na qualidade dos serviços para estabelecer parcerias globais com seus clientes. “Nosso objetivo é poder oferecer ao cliente linhas de serviço diferenciadas e complementares, para que possamos atender de forma ampla em diversos lugares do mundo”, explica Martins.

Nova sede em Porto Alegre

A DISYS está investindo na ampliação de suas operações em Porto Alegre. Ao decidir unificar as operações no Rio Grande do Sul, a empresa fez um investimento 40% maior para colocar seus 150 colaboradores em uma única sede, com estrutura mais moderna e nova infraestrutura. Os investimentos somente para essa nova unidade giram entre R$200 e R$ 300 mil reais. Para a diretora da operação DISYS no Rio Grande do Sul, Claudia Romanini, a estratégia é uma aposta para ganhar sinergia, pois agrega áreas comuns e converge em muitos pontos de gestão. “Nós tínhamos duas unidades, uma em Porto Alegre para atender um grande cliente da área de aço e outra unidade dentro do Tecnosinos – Parque Tecnológico de São Leopoldo – que funcionava como nosso primeiro centro offshore. Nosso objetivo é ampliar nossa capacidade de atuação e inserção no segmento empresarial”, explica Claudia. Hoje, a unidade do Rio Grande do Sul representa 30% do faturamento total da DISYS no Brasil.

Com as mudanças, a DISYS quadruplicou sua operação no Rio Grande do Sul, com investimentos em infraestrutura e também em pessoal. Assim será possível atender novos projetos e ampliar a capacidade de atuação para serviços em TI. “Temos a partir desse momento mais força para atuar na região”, afirma Claudia.

Expansão e consolidação

Está nos planos da Disys uma expansão tanto dentro do Brasil quanto pela América Latina. Para início de 2015 está sendo estruturada a abertura de uma unidade da Disys em Buenos Aires, que ficará sob a administração da filial brasileira. “Temos um projeto em andamento com um cliente do setor de alimentos que deve ser expandido do Brasil para toda a América Latina. Só isso já justifica nossa entrada no mercado argentino, além das oportunidades de negócio que visualizamos lá com outros projetos”, aponta.

Para a consolidação da atuação no Brasil, estão nos planos também a aquisição de pequenas empresas do segmento de TI para o aumento da gama de serviços oferecidos no país. “A ideia é procurar projetos que venham de encontro ao nosso e possam oferecer mais facilidades ao cliente, fortalecendo os vínculos para novas oportunidades”, comenta Martins.

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Investimento em tecnologia é questão de sobrevivência para indústria têxtil

Por Claudio Grando

A indústria têxtil e de confecções, uma das mais antigas do Brasil, vive uma dicotomia: o setor presencia o aumento da concorrência de produtos importados, com consequente queda das receitas. Mas, para fazer frente a essa questão, o setor precisa investir em tecnologia de forma a se tornar cada vez mais eficiente e competitivo. Tal situação fica evidente quando analisamos os recentes números divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

Segundo a entidade, as expectativas trazidas pela realização da Copa do Mundo foram frustradas. Em levantamento pelo Siscomex/MDIC, comparando-se a atual Copa com o evento realizado em 2010, o volume de importação de camisetas de malha mais que dobrou nos períodos idênticos de janeiro a maio, de 1,46 mil toneladas para 3,1 mil toneladas. Informação oficial da Associação de Fabricantes e Exportadores de Artigos Têxteis de Bangladesh dá conta de que as vendas deste ano de camisetas subiram 14% em função do mundial.
Ainda de acordo com a ABIT, de janeiro a abril deste ano, ocorreu uma queda de 6,9% no segmento têxtil e crescimento de 0,8% no vestuário, na comparação com igual intervalo anterior. A questão que se impõe diante desse quadro, é de que, cada vez mais, a indústria brasileira precisa aumentar sua competitividade de forma a fazer frente aos produtos importados, cujos preços são muito mais atrativos para artigos com menor valor agregado.

Nossa indústria demonstra um perfil variado. Há desde empresas modernas e altamente competitivas em nível internacional até as mais sucateadas. Tal situação está relacionada ao histórico protecionista do governo. Por muito tempo, o mercado brasileiro foi marcado pela proibição das importações, o que levou a nosso atraso tecnológico. Somente na década de 90, é que a situação mudou e, com abertura econômica, as pequenas e médias empresas, que atuavam no mercado interno e exibiam uma tecnologia defasada, depararam-se com a concorrência externa e a competição que, desde lá, só se intensifica.

O fato é que a concorrência externa está aí e, portanto, a modernização não é mais luxo, mas sim questão de sobrevivência. O investimento na atualização do parque industrial pode parecer alto num primeiro momento, ainda mais quando o empresário se depara com queda das receitas e de suas margens. Entretanto, os que acompanham o segmento percebem que o retorno é rápido, diante da maior eficiência, melhor qualidade dos produtos e aumento de produção.

A boa notícia é que existem soluções acessíveis para empresas de qualquer tamanho. Os avanços da tecnologia tornam possível reduzir os desperdícios de tecido, aumentar a produtividade, reduzir o tempo de produção e valer-se do conceito de fast fashion, que é uma alternativa para o mercado brasileiro responder com rapidez à concorrência dos importados. É possível produzir moda com custo mais baixo e qualidade superior à que vemos no mercado atual. Para isso, não é necessário fazer uso de mão de obra escrava, mas sim aprimorar a produção por meio do uso das tecnologias hoje disponíveis no mercado.

* Claudio Grando é sócio-diretor da Audaces, empresa especializada na criação de tecnologias para a moda, e presidente do Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC).

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Imóveis residenciais novos em Curitiba acumularam valorização de 5,5% no primeiro semestre

O preço médio do metro quadrado privativo na capital paranaense chegou a R$ 5.991,00, em junho. O índice de correção dos studios, lofts e apartamentos de um dormitório foi de 10,7%, quase o dobro da média do mercado.

Os apartamentos residenciais novos ofertados em Curitiba acumularam valorização de 5,5% no primeiro semestre desse ano, chegando a R$ 5.991,00 o preço médio do metro quadrado privativo na cidade. Os dados são de pesquisa realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) em parceria com a BRAIN Bureau de Inteligência Corporativa. Os studios, lofts e apartamentos de um dormitório acumularam a maior alta no período, com reajuste de 10,7%, e valor médio do metro quadrado a R$ 6.718,00. O desempenho, em valores percentuais, foi semelhante ao primeiro semestre do ano passado, em que o preço dos imóveis novos foi atualizado em 5,4%.

Os apartamentos novos de quatro dormitórios tiveram a segunda maior correção do período, de 7,1%, com valor médio do metro quadrado privativo a R$ 8.116,00. Já a variação dos apartamentos de dois e três dormitórios, no primeiro semestre do ano, foi próxima – de 5% e 4,3%, respectivamente – com média do metro quadrado privativo em R$ 5.524,00 e R$ 5.894,00, nessa ordem.

De acordo com o presidente da Ademi/PR, Gustavo Selig, os dados são uma amostra do que o comprador vai encontrar em relação a preços para os imóveis novos que serão apresentados na 23ª Feira de Imóveis do Paraná – 2014, a ser realizada de 27 a 30 de agosto, no Expo Renault Barigui, pavilhão de exposições do Parque Barigui, em Curitiba.

“O mercado imobiliário em Curitiba cresce com regularidade. O preço dos imóveis não vão baixar, visto que os custos para construir continuam em crescimento na cidade e, consequentemente, isso implica diretamente num acréscimo do valor de venda do bem. Quem quer sair do aluguel, ou mesmo trocar de residência, deve correr contra o relógio, sob o risco de pagar mais caro pela espera. A feira imobiliária, que acontece no fim do mês, é uma ótima oportunidade para o comprador buscar o imóvel do seu estilo e gosto, dentro do seu orçamento”, afirma Selig.

Considerando os últimos 12 meses, tendo junho como mês de referência, o preço dos apartamentos residenciais novos apresentou variação média de 9,8%. No período, as maiores correções foram para os studios, lofts e apartamentos de um dormitório, bem como para os apartamentos de quatro dormitórios, de 12,6% e de 12%, respectivamente. Já os as unidades de três dormitórios foram reajustadas em 11,7% e as de dois dormitórios em 7,1%.

Na variação mensal, os apartamentos residenciais novos foram reajustados em 1,5%. Os apartamentos de quatro dormitórios e os studios, lofts e apartamentos de um dormitório tiveram correções semelhantes – de 2,3% e de 2,2%, respectivamente – seguidos dos imóveis novos de dois dormitórios (1,6%) e de três dormitórios (1,1%). O levantamento da Ademi/PR contou com uma amostra de 348 empreendimentos e 12.238 apartamentos residenciais novos (na planta, em construção ou concluídos), à venda por construtoras, incorporadoras e imobiliárias, em Curitiba.

Bairros – Considerando o valor dos imóveis novos disponíveis para a venda em Curitiba, em junho, o Batel manteve-se na liderança para o maior valor do metro quadrado privativo para studios, lofts e apartamentos de um dormitório, na média de R$ 9.581,00, valor 3,1% maior do que o apurado em maio para a tipologia na região. Em relação aos apartamentos de dois dormitórios, o bairro desbancou o São Francisco da liderança, com preço médio do metro quadrado privativo de R$ 11.541,00. O Batel também mantém-se na dianteira quanto aos valores para as unidades novas de três dormitórios, com metro quadrado privativo de R$ 9.050,00, em média. Entre os imóveis novos com quatro dormitórios, o Ecoville permanece na liderança, com o valor médio do metro quadrado privativo a R$ 8.979,00.

Veja também uma entrevista em vídeo com Gustavo Selig. O presidente da Ademi-PR fala sobre o mercado imobiliário e a preparação para a Feira de Imóveis, que acontece no final de agosto. Ele também descarta o risco de bolha imobiliária.

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A influência da tecnologia para os olhos


Você trabalha diante de um computador o dia inteiro, está sempre checando as redes sociais no celular e, quando está em casa, assiste TV, joga videogame e acompanha as principais notícias do dia no tablet? Cada vez mais os recursos tecnológicos estão à disposição no mercado e, muitas vezes, inseri-los no nosso dia a dia facilita diversas tarefas. No entanto, é preciso ficar atento. O uso contínuo dessas tecnologias em excesso pode ser prejudicial à visão.

Segundo o oftalmologista Richard Yudi Hida, a exposição prolongada a aparelhos eletrônicos pode acarretar alguns sintomas como dores de cabeça, irritação nos olhos e fadiga. “Após o uso continuo e exagerado desses aparelhos, é natural que o individuo sinta sintomas temporários de cansaço visual, que consiste em dor de cabeça, lacrimejamento, ardência, incômodo à luz, oscilação da visão e sensação de peso nas pálpebras. Porém, acredita-se que esses danos são temporários e melhoram quando se descansa o corpo. Não existem evidências de que as consequências possam ser irreversíveis”, ressalta.

Comum na sociedade moderna, a Síndrome da Visão Cansada é causada pela fixação das vistas na tela dos aparelhos que emitem luz durante muito tempo. “Quando o usuário não pisca, a córnea fica ressecada e desprotegida, o que gera os sintomas citados anteriormente. Juntando fatores como ar condicionado, poluição e muitas horas de trabalho, muitos podem desenvolver um quadro chamado de olho seco evaporativo, podendo causar sintomas que podem atrapalhar na suas atividades diárias”, explica o especialista.

O cansaço é uma reação natural à tensão a que os olhos são submetidos, já que é preciso forçá-los para ter foco e enxergar imagens definidas em pontos pequenos. Em geral, não se trata de algo grave, mas é preciso estar atento. “Em crianças e adolescentes a vista cansada pode estar relacionada com dores de cabeça e dificuldade em se concentrar na sala de aula. Já em pessoas com mais de 50 anos, o problema pode estar relacionado a outras doenças relacionadas com a idade, como catarata, degeneração macular entre outros”, alerta.

VISÃO E LUMINOSIDADE

Presente na maioria dos celulares, a luz azul ajuda a regular o relógio biológico, chamado de circadianismo ou ciclo circadiano. O nosso “relógio biológico” é responsável por “organizar” nosso corpo para entender o que é dia e o que é de noite. Contudo, alguns estudos já mostraram que a exposição a essa luz em excesso durante a vida toda – não só de celulares, mas de computadores, tablets e televisores – pode causar degeneração macular, uma das principais causas da cegueira. Ao mesmo tempo, o seu corpo pode não entender que precisa descansar se não for exposto à luz azul, causando insônia em alguns indivíduos.

Evitar a luz azul é quase impossível, já que estamos expostos constantemente à luz solar e à artificial, mas cuidar da saúde dos olhos é essencial. “Pequenas práticas cotidianas podem fazer toda a diferença. Se expor a luz azul no início do dia, de preferência à luz do dia pode fazer com que seu corpo entenda que precisa “acordar” e aumentar o metabolismo corporal geral. É importante lembrar que não se deve olhar diretamente para o sol, apenas ficar exposto à luminosidade do dia. À noite, evitar ou diminuir o uso de aparelhos que emitam luz azul (tablet, televisores, celulares, etc.). Caso não consiga evitar ou diminuir o uso desses aparelhos, sugere-se o uso de filtros de luz azul nos óculos para evitar que altere no ciclo circadiano e tenha insônia”. Tais achados são resultados de várias pesquisas realizadas ao redor do mundo para esclarecer possível impacto na sociedade moderna.

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Paulo Gaba Jr. é o novo presidente da FENALOC

O empresário Paulo Gaba Jr. é o novo presidente da Presidente da Federação Nacional das Empresas Locadoras de Veículos Automotores (Fenaloc), entidade que reúne os sindicatos patronais do setor e é vinculada a Confederação Nacional dos Transportes (CNT). O mandato é de quatro anos e Gaba substituirá José Adriano Donzelli, que permanece na diretoria (veja abaixo a composição completa da chapa).

A eleição foi realizada no último dia 25 de junho, em Brasília (DF). A chapa única foi eleita por aclamação, durante a Assembleia Geral Ordinária da entidade.

Conforme o novo presidente eleito, o trabalho da Fenaloc será voltado para alavancar a projeção nacional e a representatividade do setor de locação. “Vamos consolidar o diálogo com os órgãos públicos e com as autoridades”, adianta Paulo Gaba. “Paralelamente, também trabalharemos para estimular o desenvolvimento, o crescimento e a integração dos sindicatos do nosso setor”.

Paulo Gaba lembra que o setor de locação de veículos evoluiu significativamente, tanto em termos de volume de frota como também junto às indústrias do turismo e dos transportes. “Certamente, em função disso teremos uma agenda repleta, tanto em Brasília como em cada Estado da Federação”, projeta o novo presidente.

Conforme Gaba, entre as metas da nova gestão também estará a consolidação da Fenaloc. “Vamos estimular a união, dividindo responsabilidades”, resume. “Pretendemos ter todos os sindicatos colaborando efetivamente e em conjunto, dentro de um verdadeiro espírito de cultura federativa”, afirma.

Confira a relação completa da nova diretoria da Fenaloc

Presidente – Paulo Gaba Junior
Vice-Presidente – Valmor Weiss
Diretor Administrativo – Edson Ganho
Diretor Financeiro – Saulo Tomaz Froes
Diretor da Região Sudeste – Paulo Miguel Junior
Diretor da Região Nordeste – Alberto Faria da Silva
Diretor da Região Sul – Tércio Gritsch
Diretor da Região Centro-Oeste – Marco Antonio de Almeida Lemos
Diretor da Região Norte – José Emilio Houat
Diretor de Relações Públicas e Institucionais – José Adriano Donzelli
Presidente do Conselho Fiscal – Rodolfo Miranda Marques
Conselheiro Fiscal – Lusirlei Albertini
Conselheiro Fiscal – Rogério Vila Verde Reis
Conselheiro Fiscal – Ricardo Gomes Braz da Silva
Conselheiro Fiscal – Nilson Oliveira Silva

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Stone Age desenvolve solução de prevenção de fraude para indústria financeira

A Stone Age, empresa especializada em grandes volumes de dados, lança uma solução antifraude voltada para o setor bancário. A plataforma realiza operações online, em tempo real, para detectar atividades suspeitas e possíveis fraudes em operações de concessão de crédito, autorizações, alterações cadastrais e de atributos como senha, limites e endereço de entrega. A novidade apresentada pela solução é a identificação, localização e classificação da fraude, assim como a integração com qualquer sistema de vendas, e-commerce ou autoatendimento, dando poder de segmentação e alta flexibilidade.

A plataforma da Stone Age tem capacidade de cruzar grandes volumes de dados de diversas fontes para validar as informações passadas pelos clientes, evitando assim fraudes como falsidade ideológica, clonagens de cartão e outros tipos de golpes no setor financeiro. A solução também permite realizar bloqueios automáticos e concessão mais ágil de crédito.
“Através do cruzamento de informações com as bases de dados, além das confirmações pessoais, a solução aprova a validade dos documentos e já dá um resultado na hora para o cliente. Não há perda de tempo”, diz Vladimir Motta, gerente de Planejamento Estratégico da Stone Age.

Entre as plataformas que dão suporte à solução antifraude da companhia estão o Stone Age BFS, sistema capaz de tomar decisões de maneira automatizada, Stone Age Workflow Studio, que permite a criação de regras de negócio, Stone Age Database, banco de dados que possibilita a manipulação de grandes volumes de dados em computadores de pequeno porte, e Stone Age Analytics & Dashboard, ferramenta que permite consultas e recuperação de milhões de registros por segundo.

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Profissionais de marketing desistem de consumidores inativos cedo demais, aponta estudo da Return Path

A Return Path, líder mundial em Email Intelligence, lança o ebook “Programa de Email Win-Back: todo mundo recomenda, mas será que funciona mesmo?”. O estudo mostra que as campanhas de win-back, conhecidas como ferramenta de reengajamento de usuários inativos, são uma excelente forma para reduzir o risco de queda na entregabilidade na caixa de entrada e aumentar o alcance da audiência.

“Os profissionais de email marketing que não tentam resgatar seus usuários inativos ou param de enviar emails rapidamente para esses usuários, aparentemente estão excluindo assinantes valiosos de seus mailings”, aponta Louis Bucciarelli, Country Manager da Return Path.

A análise de 300 milhões de mensagens enviadas para mais de 100 milhões de assinantes mostraram uma forte correlação negativa entre a entrega na caixa de entrada e o volume de email enviado para assinantes inativos. As marcas que enviaram a maioria dos emails para assinantes inativos tiveram a maior parte dos emails bloqueados ou movidos para a caixa de spam, especialmente no provedor Gmail, que se revelou a caixa de entrada mais difícil de se alcançar, de acordo com o estudo.

“Como o email continua a ser o caminho mais agressivo e de melhor custo-benefício para as marcas se manterem conectadas, maximizar o crescimento da audiência e alcançar a caixa de entrada são pontos críticos para um programa de marketing saudável”, diz, George Bilbrey, presidente da Return Path. “Profissionais de marketing com visão analítica para equilibrar esses fatores individualmente de acordo com cada provedor, e que utilizem táticas como as campanhas de win-back, simplesmente terão desempenho superior em todos outros pontos. O crescimento será mais rápido com relacionamentos mais fortes, além de gerar maior receita ao se tornar mais competitivo”, completa.

O conteúdo dos emails de win-back observados no estudo desempenha um papel fundamental para o sucesso dessas campanhas. Em geral, as mensagens que conseguiram reengajar mais usuários foram aquelas que deixaram claro o seu propósito já na linha de assunto. Os emails contendo, por exemplo, “sentimos sua falta”, “volte!”, tiveram desempenho superior a ofertas promocionais convencionais. Entre as ofertas, aquelas com quantias fixas de desconto (R$ off) foram significativamente mais lidas do que aquelas com porcentagens de desconto (% off), embora usadas com menor frequência.

Remetentes que implantaram campanhas de win-back pararam de enviar mensagem para 4% dos assinantes, mas a maioria (85%) desses usuários não era inativa – pelo menos leram a mensagem de win-back e não se descadastraram. Entre todos os disparadores e provedores de caixa de entrada, aproximadamente 12% de todas as mensagens de win-back foram lidas, geralmente com poucos dias após a entrega. No entanto, 45% dos assinantes se reengajaram com os rementes dos programas de email após uma média de 57 dias, lendo mensagens subsequentes. “Rementes que excluíram assinantes antes deste período perderam a oportunidade de reativar potenciais consumidores valiosos”, destaca Bucciarelli.

O estudo mostra que a compreensão de quantos dias são necessários antes de desistir dos assinantes – especialmente em provedores como o Gmail – é a chave para manter as listas livres o suficiente dos usuários inativos e evitar problemas de entregabilidade, sem necessariamente ter de encerrar relacionamentos de marketing.

A pesquisa mostra ainda que os provedores de email possuem diferentes definições e tolerâncias de inatividade antes de filtrar as mensagens, o que exige a customização das campanhas de win-back. Alguns permitem muito mais tempo sem engajamento antes de tomar ações que afetem a entregabilidade, permitindo aos remetentes esperar mais após o envio de campanhas de win-aback antes de remover assinantes.

O ebook oferece outros dados sobre o que funciona e o que não funciona, além de dicas para uma campanha efetiva da reenganjamento. O material completo pode ser baixado no link: br.returnpath.com/ebook-win-back

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Congestionamentos no RJ e em SP custam R$ 98,4 bi

O custo dos congestionamentos nas duas principais regiões metropolitanas do país – Rio de Janeiro e São Paulo – ultrapassou R$ 98 bilhões em 2013, valor superior ao PIB de 17 estados, entre eles Espírito Santo, Ceará, Pará e Mato Grosso. O valor equivale a 2% do PIB brasileiro e a 2,3 vezes o investimento previsto na concessão de 7,5 mil quilômetros de rodovias para os próximos 25 anos.

Os dados são do estudo “Os custos da (i)mobilidade nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo”, divulgado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado Rio de Janeiro). O estudo aponta que os períodos de pico nas duas regiões metropolitanas já atingem 11 horas, sendo que no Rio de Janeiro ocorrem das 5h30 às 11h e das 14h30 às 19h30; e em São Paulo das 5h30 às 8h30, das 10h30 às 14h30 e das 17h30 às 19h.

Na região metropolitana do Rio de Janeiro, o tempo perdido diariamente em congestionamentos de 130 km, em média, trouxe prejuízo econômico de R$ 29 bilhões em 2013, o que equivale a 8,2% do PIB metropolitano. A estimativa é de que em 2022 a extensão dos congestionamentos poderá atingir 182 km e o custo seja de R$ 40 bilhões. A previsão considera a hipótese de que não sejam realizados novos investimentos além dos já previstos relacionados à ampliação da infraestrutura de transportes (especialmente trem, metrô e barcas) e também as projeções de crescimento populacional e de frota de veículos nos próximos anos.

Já nos 39 municípios da região metropolitana de São Paulo, os congestionamentos atingiram, em média, 300 km por dia em 2013 e o custo relacionado foi de R$ 69,4 bilhões. O valor equivale a 7,8% do PIB metropolitano. De acordo com as estimativas da FIRJAN, não havendo intervenções para ampliar significativamente o transporte de massa, os congestionamentos poderão atingir 357 km em 2022, ao custo de R$ 120 bilhões.

Federação aponta a desconcentração de
atividades como caminho para reduzir o problema

De acordo com a FIRJAN, a principal solução para a questão de mobilidade urbana é a realização de um planejamento integrado, que envolva todos os municípios metropolitanos e permita a desconcentração da oferta de atividades – como educação, saúde, comércio e produção industrial – levando infraestrutura e emprego para perto de onde moram as pessoas.

A atual concentração, segundo a Federação, obriga a população a realizar longos deslocamentos diários, em um mesmo sentido e horário. A ampliação da cobertura de transporte de massa, com ramificação para áreas de grande concentração habitacional, evitaria a utilização excessiva do transporte rodoviário, ajudando a melhorar sensivelmente a mobilidade.

O estudo “Os custos da (i)mobilidade nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo” pode ser acessado através do link http://migre.me/kG5bb.

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5 melhores práticas para mais segurança em mobilidade corporativa

As empresas que decidem implementar a mobilidade para seus funcionários enfrentam um desafio crescente de ameaças de segurança. Para os departamentos de TI, não é fácil manter a segurança dos seus funcionários e também garantir sua satisfação. Os funcionários querem acessar informações em qualquer lugar, a qualquer momento e a partir de qualquer dispositivo sem proteções complicadas que atrapalham seu trabalho.

Por outro lado, a prioridade dos gerentes de negócios é proteger as informações sensíveis da companhia sem abrir mão do crescimento, inovação e competitividade. A Citrix recomenda a inclusão de políticas corporativas inteligentes como parte de uma estratégia robusta de segurança, com execução precisa e monitoramento constante. Essas políticas também devem refletir as necessidades e hábitos dos usuários da companhia.

Baseada em sua experiência com a habilitação de funcionários móveis em todos os tipos de empresa, a Citrix apresenta as cinco melhores práticas que garantem a máxima segurança em mobilidade empresarial para equilibrar esse conflito de interesses.

1. Educar os funcionários

Uma força de trabalho informada e consciente da segurança é a primeira linha de defesa contra as ameaças, por esse motivo deve ser uma prioridade ensinar os funcionários como trabalhar com segurança de qualquer lugar e qualquer dispositivo.

Pregar simplesmente as melhores práticas é uma receita para o fracasso. É importante passar algum tempo descobrindo quem são os usuários, o que fazem e o que precisam. Depois, explicar as políticas de segurança de sua empresa em termos fáceis e relevantes para sua função.

2. Criar uma relação mais próxima entre os executivos de TI e os diretores das linhas de negócio.

É fundamental estabelecer relações de trabalho próximas entre os executivos de TI e os gerentes das linhas de negócio, por que encontros frequentes entre os responsáveis por cada negócio criam um espaço onde os líderes de segurança podem construir estratégias apropriadas e alinhadas com as iniciativas empresariais desde o princípio. Para os executivos de TI, isso oferece uma perspectiva precisa dos riscos que enfrentam e as necessidades de cada grupo de negócios.

3. Uma visão moderna e móvel das políticas de segurança

A informação por si só não garante uma segurança forte. Muitos dispositivos, redes e sistemas de armazenamento usados pelos funcionários estão fora do controle do departamento de TI. Por esse motivo, os executivos de TI devem modernizar sua visão das políticas tradicionais de segurança dentro da nova realidade de serviços em nuvem e a mobilidade.

Comece pensando como pretende habilitar acesso aos dados corporativos de acordo com a localização do funcionário e o tipo de dispositivo usado. A maioria das empresas adotam políticas graduais que protegem as informações sensíveis com mais empenho que as informações públicas e, inicialmente, restringem acesso para colaboradores que usam seus próprios dispositivos.

Depois, eles revisam suas políticas de segurança para levar em conta os riscos como o armazenamento de dados empresariais em dispositivos pessoais, a publicação de senhas em monitores e o uso de um USB não regulado pela companhia.

4. Fiscalização constante e justa de políticas

As políticas de segurança podem perder valor com o passar do tempo se os usuários não acreditam que terão repercussões em caso de violação, ou pior ainda, se acreditam que ignorar as políticas de segurança é uma forma de aumentar sua produtividade. As políticas devem ser mantidas e sempre alinhadas com os negócios da companhia. Por isso, os lideres de segurança devem cumprir as políticas de maneira consciente. A Citrix assegura que, o desenvolvimento das políticas com a colaboração de todos os departamentos das empresas, com uma visão de segurança enraizada na cultura corporativa, torna as violações pouco frequentes.

5. Automatizar a segurança

Para fortalecer ainda mais as políticas de segurança, use um software para automatizar sua aplicação. Por exemplo, muitas soluções de segurança podem implementar várias opções predeterminadas. Também é possível aplicar políticas de segurança mais rígidas nas opções para a experiência do usuário, por exemplo, proibindo a execução de aplicativos não autorizados pela rede da companhia, ou limitando quais aplicativos os arquivos anexados a emails podem abrir.

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Mitsubishi Motors inova com atendimento via WhatsApp


Buscando atender da melhor forma os clientes, a Mitsubishi Motors apresentou no último fim de semana uma novidade: o WhatsApp pode ser usado como um canal de atendimento para a consulta do modelo Lancer.

O consumidor pode obter todas as informações sobre o sedan, como cores, modelos, ver fotos e vídeos, tirar dúvidas e checar preços. Para fechar o negócio, é encaminhado a uma loja. Por enquanto, o serviço é experimental e está disponível nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

“A Mitsubishi tem a preocupação de sempre pesquisar diferentes formas de falar diretamente com o consumidor e se adequar às suas necessidades. Esta é a primeira vez que uma marca faz um atendimento deste tipo. Não há nada melhor do que entender o que o cliente quer, seus desejos e suas demandas – e poder atendê-lo em tempo real”, explica o diretor de marketing da Mitsubishi Motors, Fernando Julianelli.

Para utilizar o serviço, basta adicionar no aplicativo WhatsApp o número de telefone: (11) 94652-2111.

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