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BlackBerry adquire a Movirtu para impulsionar a adoção de BYOD e COPE

A BlackBerry Limited (NASDAQ: BBRY; TSX: BB, empresa líder global em comunicações móveis, anunciou hoje que adquiriu a Movirtu, um fornecedor de soluções virtuais de identidade para operadoras móveis que permite a ativação de vários números em um único aparelho. Isso vai permitir um gerenciamento mais otimizado em ambientes que adotam os aparelhos dos funcionários nas redes da empresa (BYOD) e que oferecem aparelhos corporativos com uso pessoal (COPE). Os detalhes da transação não foram divulgados.

Com a plataforma SIM virtual da Movirtu, é possível implementar números corporativos e pessoais em um mesmo aparelho com faturação independente para serviços de voz, dados e mensagens utilizados por cada número. Como resultado, os funcionários podem alternar entre o perfil pessoal e de trabalho com facilidade sem a necessidade de levar múltiplos aparelhos ou cartões SIM. As faturas são emitidas individualmente para a empresa e para o funcionário. Além disso, em combinação com a plataforma BlackBerry Enterprise Service (BES), clientes empresariais poderão aplicar políticas de TI para os números corporativos sem impactar a usabilidade do aparelho para fins pessoais.

“No mundo BYOD e COPE, há uma série de desafios de eficiência e comodidade que devem ser enfrentados tanto pelas empresas quanto pelos funcionários e operadoras”, afirma John Chen, presidente executivo e CEO da BlackBerry. “A aquisição da Movirtu complementa nossa estratégia de oferecer serviços com valor agregado adicional, além de otimizar nossos principais ativos, incluindo a plataforma BES, junto com nossa infraestrutura global que está conectada a um grande número de operadoras móveis em todo o mundo”.

A aquisição complementa soluções BlackBerry como o Secure Work Space e o BlackBerry Balance, e outras tecnologias de particionamento, que dão aos funcionários liberdade e privacidade para o uso pessoal dos aparelhos e oferecem a segurança e o gerenciamento necessário para o uso corporativo. Com a Movirtu, os funcionários podem alternar entre os perfis para realizar chamadas, utilizar o plano de dados e enviar mensagens tanto em suas redes locais como em roaming.

“A BlackBerry é o melhor parceiro para nos ajudar a concretizar nossa visão de redefinir a experiência móvel com a introdução de identidades virtuais”, afirma Carsten Brinkschulte, CEO da Movirtu. “Encaramos os desafios dos ambientes BYOD e COPE oferecendo nossa solução de tecnologia inovadora através da rede atual de operadores e clientes BlackBerry em todo o mundo”.

Os novos recursos de SIM virtual serão oferecido pela BlackBerry através de operadoras móveis para fornecer aos clientes identidades múltiplas com base na oferta de serviços. A BlackBerry vai oferecer suporte às operadoras para implementação da tecnologia Movirtu para os sistemas operacionais dos principais smartphones.

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É possível existir cidades sem automóveis?

Por Jorge Abrahão*

Helsinque, na Finlândia, quer provar que sim, revolucionando a mobilidade urbana para que seus habitantes prefiram o transporte público ao individual.

Em maio deste ano, o governo federal anunciou novas medidas de estímulo à produção industrial para tentar manter o emprego e a renda em alta. Como já ocorreu nas vezes anteriores, o “remédio” virá por meio de incentivos fiscais a setores da indústria e, novamente, o mais beneficiado será o setor automotivo. Desta vez, a maior parte dos benefícios foi direcionada para os veículos incluídos no Regime Automotivo do Mercosul, com a redução nas alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Essa redução vale até o final do ano.

Manter aquecido o mercado de automóveis é uma necessidade das economias de alguns países emergentes, como o Brasil. Aqui, as montadoras mantêm mais de 130 mil empregos. E cada emprego criado na indústria montadora pode gerar outros dez postos de trabalho no amplo universo da indústria automotiva, da mineração ao comércio. Os cálculos são da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A Receita Federal estima que o Tesouro Nacional deixou de arrecadar, este ano, só por conta desses incentivos aos carros, mais de R$ 1 bilhão. No geral, ainda segundo esse órgão, a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2014 previa um gasto tributário de quase R$ 250 bilhões, correspondendo a 5% do PIB ou a dez vezes o gasto com o Bolsa Família, que atende 50 milhões de pessoas.

Algumas isenções são pertinentes, pois envolvem desonerações de importações de equipamentos de alta tecnologia, incentivo a segmentos econômicos de alta inovação ou com grande potencial de inclusão social. Mas outros, não seria o caso de a sociedade se perguntar se vale a pena pagar por eles? Porque, em última instância, é isso o que acontece: carros mais baratos são financiados pelos impostos de todos. É isso o que queremos neste momento? Não haveria outras maneiras de se manter emprego em alta com o estímulo a setores que também ajudem a construir a economia do futuro? Ou será que não há saída para a nossa indústria e as nossas cidades que não a produção indiscriminada de automóveis?

Essas reflexões me vieram à mente quando li recentemente que a capital da Finlândia, Helsinque, quer se livrar dos carros individuais até 2025. Claro que não vai impedir nem proibir a aquisição de veículos pelos cidadãos. Todavia, pretende promover uma revolução na mobilidade de tal maneira que as pessoas prefiram o transporte público ao individual.

Menor desigualdade ajuda

A Finlândia é um país da Escandinávia, no norte da Europa, que ocupa o 24º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), com 0,879 (muito alto). Ajustado pela desigualdade, novo cálculo introduzido este ano pela ONU, o IDH da Finlândia fica em 0,830, mantendo o país na mesma classificação. Portanto, trata-se de uma nação com baixo índice de desigualdade e bem-estar distribuído de forma bastante igualitária para toda a população.

O projeto de Helsinque para livrar as suas ruas dos carros até 2025 (em onze anos, portanto) usa respeito à cidadania, bom senso e aplicativos de internet, bem como melhoria ainda maior dos transportes públicos.

A ideia é tornar o transporte público tão eficiente que nenhum morador da cidade pense em utilizar carro quando precisar se locomover pelas ruas da capital, não importa a distância a percorrer. Para tanto, o ônibus, o veículo leve sobre trilhos (VLT), o trem ou outra forma de mobilidade pública será transformada numa estrutura mais personalizada e prática, com o uso da tecnologia e da internet.

O funcionamento será assim: todos os modais oferecidos pela prefeitura serão interligados e gerenciados por um software para evitar atrasos, prevenir acidentes e avisar os usuários com antecedência sobre problemas ocorridos nas diversas linhas. Esse software poderá ser baixado no celular, no computador pessoal ou acessado em locais públicos, como praças, bancos, shoppings e escolas. Os usuários conseguirão ter acesso aos horários, trajetos e outras informações por meio desse aplicativo.

Pelo celular, o usuário também poderá solicitar ao motorista parada fora do ponto, com antecedência, para maior comodidade, como já existe num serviço de micro-ônibus na cidade. Esse aplicativo também permite o aluguel de bicicletas, o agendamento de táxis e o compartilhamento de automóveis.

Muitos podem pensar que essa solução só é possível para uma cidade como Helsinque, que tem em torno de 500 mil habitantes. Entretanto, aqui no Brasil não temos soluções criativas de mobilidade nem em cidades menores. Então, a questão é de vontade política.

Em São Paulo, os motoristas de ônibus já são obrigados por lei a parar fora do ponto para idosos, gestantes e pessoas com deficiência. Por que não aproveitar o potencial da tecnologia e da internet para estender essa comodidade a todos?

* Jorge Abrahão é diretor-presidente do Instituto Ethos.

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Como proteger o seu roteador de ataques

Quem possui roteador wireless pode ser alvo de hackers que invadem sistemas para roubar informações sigilosas de usuários. Casos assim são bastante comuns, mas só ocorrem se a rede for desprotegida. Cada vez mais provedores oferecem promoções que incluem roteadores Wi-Fi. Porém, em alguns casos, as redes sem fio estão expostas e podem ser acessadas por qualquer pessoa. Você pode dificultar a ação desses criminosos tomando algumas precauções.

Quando lidamos com roteadores, sabemos que cada um é de um jeito, porém todos seguem uma mesma linha de raciocínio. Primeiro, acesse a página de configuração de seu roteador. Cada aparelho tem um manual de instruções específico que indica como fazer esse caminho. Caso não o tenha em mãos, busque na internet o manual da marca e modelo do seu roteador.

Você deve abrir a opção relacionada a wireless (que também pode ser WLan e Wi-Fi) e trocar o nome de sua rede. Normalmente, o campo que contém esta informação é o SSID, que já vem preenchido com o nome da marca de seu aparelho.

Em seguida, é preciso ativar uma forma de criptografia dos dados. Ou seja, os dados que circulam em sua rede serão seguros, pois mesmo que sejam interceptados por dispositivos de terceiros eles não serão decifráveis. Os roteadores fornecem as formas de criptografia e as mais conhecidas são WEP, WPA e WPA2. Ative uma delas.

Outra atitude importante a se tomar é desativar a exibição do nome da rede. Se ele está escondido, é muito mais difícil que seja atacada. A única desvantagem desta abordagem é que, sempre que algum amigo quiser usar sua rede, ele deverá procurar pelo nome.
Também é fundamental revisar periodicamente se há atualizações disponíveis para o firmware do roteador, já que elas corrigem erros críticos de segurança. O processo de atualização não demora tanto tempo e pode evitar ataques a vulnerabilidades desconhecidas.
E, claro, use uma senha forte e que seja trocada regularmente. Evite usar senhas com datas e sequências de números, pois estas são mais fáceis de serem descobertas.

O que é DNS e os ricos de vírus
DNS significa Domain Name System, ou Sistema de Nomes de Domínios. É um computador com uma espécie de banco de dados que relaciona o endereço “nominal” de um site, como www.psafe.com, com o endereço real onde está a página na rede, para poder acessá-la. Esse “endereço real” é dado pelo número de IP (Internet Protocol).

Existem duas formas de acessar uma página na internet: pelo nome de domínio ou pelo endereço IP dos servidores nos quais ela está hospedada. Para que você não precise digitar a sequência de números no navegador sempre que quiser visitar um site, o DNS faz o trabalho pesado de traduzir as palavras que compõem a URL para o endereço IP do servidor.

Cada servidor possui um endereço IP único, logo, cada domínio leva a um IP específico. Por isso, não é possível ter dois sites diferentes com URLs iguais. Do contrário, diversos endereços diferentes poderiam encaminhar você para o mesmo site.

Para se conectar à internet, existem dois protocolos padrões: o IPV4 e o IPV6. O segundo, mais atualizado, está presente na maioria das máquinas desde o Windows XP. O objetivo é gradativamente substituir a versão anterior, IPV4, que suporta “somente” quatro bilhões de IPs no mundo todo, número que a cada dia diminui com o crescimento da web.

Uma ameaça brasileira
Foi descoberto recentemente um ataque criado por criminosos brasileiros, que tem como objetivo mudar as configurações DNS de roteadores domésticos, usando ameaças com base na web. Nestes ataques, os servidores DNS alterados e configurados no dispositivo de rede direcionam os usuários a páginas de phishing de bancos brasileiros, com objetivo de roubar credenciais financeiras de contas e senhas.

Os ataques voltados a roteadores, porém, estão longe de ser uma novidade. Somente entre os anos de 2011 e 2012, no Brasil, uma série de ataques remotos afetou mais de quatro milhões de modens DSL. O ataque explorava uma vulnerabilidade remota e mudava as configurações DNS.

Proteção é a melhor garantia
Como os hackers estão sempre reinventando os malwares, a única solução para se manter seguro com a sua rede é ter um antivírus eficiente e sempre atualizado no seu dispositivo.

O PSafe Total cuida da segurança de sua rede Wi-Fi, conferindo o nível de proteção da senha do roteador e possíveis falhas de segurança DNS. Assim, rapidamente, você determina a saúde do seu computador ou equipamento portátil.

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Ascenty firma parceria com DBACorp

Mais um parceiro acaba de se juntar ao programa de canais da Ascenty Data Centers, que foi reestruturado com o objetivo de ampliar a presença da empresa no mercado brasileiro. A nova parceria foi firmada com a DBACorp, empresa especializada em suporte e monitoração de bancos de dados – Oracle, SQL Server, mySQL e DB2 – e serviços de infraestrutura e monitoração – Microsoft e VMWare.

“Com isso, passamos a oferecer também serviços de data center aos nossos clientes, que ganham mais força na gestão dos seus ativos de infraestrutura e banco de dados”, ressalta Juarez Araújo, diretor comercial da DBACorp. “Esse é um grande diferencial que estamos trazendo para o mercado, a partir da união da expertise da DBACorp com a infraestrutura da Ascenty”, acrescenta.

Com matriz em São Paulo e filial no Rio de Janeiro, a DBACorp oferece um portfólio de produtos e serviços que tem o objetivo de garantir o funcionamento da infraestrutura de TI dos seus clientes – o que inclui instalação, configuração, suporte técnico, virtualização e monitoração proativa, dentro dos padrões exigidos pelos fabricantes. Possui uma equipe especializada e certificada para executar projetos nessas áreas.

A partir de agora, seu portfólio incluirá os serviços de data center de alta qualidade, disponibilidade e confiabilidade da Ascenty – colocation, cloud computing, hosting, serviços gerenciados, ambientes híbridos e telecomunicações. A empresa possui dois data centers em operação – localizados em Campinas e em Jundiaí, no interior de São Paulo -, ambos com certificação Tier III do Uptime Institute, principal autoridade internacional nessa área.

Além disso, a Ascenty está construindo mais dois data centers, também dentro dos padrões especificados por essa instituição: um deles em Hortolândia, na região de Campinas, e o outro na região metropolitana de Fortaleza (município de Maracanaú), no Ceará. A infraestrutura da Ascenty inclui ainda 2.500 km de redes de fibras ópticas próprias no estado de São Paulo.

“O objetivo do nosso programa de canais é montar um grupo seleto de parceiros estratégicos, para desenvolver projetos de qualidade para os clientes”, afirma Fábio de Mauro, gerente de canais da Ascenty. “Para isso, estamos buscando parceiros que enxerguem nossos serviços como um fator capaz de agregar valor às suas soluções e alavancar o seu negócio, entregando aos clientes soluções completas, fim a fim”, acrescenta.

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Saiba como escapar do phishing

O golpe do phishing é um dos mais comuns na internet há alguns anos. Essa fraude tem o objetivo de “pescar” informações e dados pessoais importantes, através de mensagens falsas. Com isso, os criminosos podem conseguir nomes de usuários e senhas de um site qualquer, e obter dados de contas bancárias e cartões de crédito.

A ilegalidade acontece de forma bastante simples. Os criminosos virtuais se aproveitam de conversas falsas em sites, programas e aplicativos de mensagens instantâneas e e-mails, fazendo os usuários clicarem em links maliciosos. Também existem páginas inteiras construídas para imitar sites de bancos e outras instituições. A ideia é sempre a mesma, independentemente da técnica usada: roubar informações confidenciais de pessoas ou empresas.

Para não cair em armadilhas como essa, o internauta precisa estar muito atento e prevenido. Para isso, a PSafe além de oferecer produtos capazes de impedir o problema, como o PSafe Total (Windows e Android) e o navegador seguro PSafe Internet, preparou algumas dicas para você evitar o phishing. Boa leitura e atenção!

Uma maneira comum de “pescar” vítimas é a criação de URLs extensas que dificultam a identificação por parte do usuário.
Um exemplo simples pode ser: secure.nomedoseubanco.com.br/internetbanking/eud=651656JFYDHJJUHGRedirectto:maisalgumacoisa.dominiofalso.com
Nele, o usuário pode dar atenção apenas ao início da URL e acreditar que está na região segura do site do seu banco, quando, na verdade, está em um subdomínio do website “dominiofalso.com”.

Use o truque da ‘senha errada’
Se você tiver a menor dúvida quanto ao site que está acessando, e achar que, por alguma razão, poderia não ser o do seu banco, use o truque do “falso positivo”. No momento em que o site lhe pedir a senha pela primeira vez, coloque uma senha propositalmente errada. Se o sistema aceitar o que você digitou, sem parar a navegação e dizer que a senha está errada, significa que você pode estar nesse falso domínio e sendo vítima de uma tentativa de golpe.
Isso porque o verdadeiro site do banco teria verificado a senha e informado que está errada, pedindo para digitar a senha novamente. O site falso não faz o mesmo, pois o objetivo dele é justamente lhe roubar a senha.

Golpistas usam proxy
Todo cuidado é pouco, já que um código malicioso simples basta para ser executado no computador da vítima. Esse código irá alterar as configurações do navegador de internet para usar o proxy definido pelo golpista. O proxy é configurado para entrar em ação somente nos sites dos bancos – sites comuns não passam pelo intermediário, garantindo o acesso normal à web.

Quando um site bancário é acessado, porém, o proxy toma conta. Em vez de direcionar o usuário ao site verdadeiro, ele envia uma página falsa ao navegador. Qualquer informação enviada ao site malicioso é repassada aos criminosos, que poderão realizar a fraude com os dados da vítima.

Como não existe a necessidade de um código malicioso permanecer em execução no computador o tempo todo, não existe queda de desempenho perceptível. Em muitos casos, o código é executado a partir de applets Java colocados em sites legítimos. O usuário, que não desconfia do problema, aceita e a configuração é trocada com um único clique.

Protocolo SSL auxilia contra ataques
Os servidores e os navegadores da internet contam com o protocolo SSL (Secure Sockets Layer) para ajudar os usuários a protegerem seus dados durante a transferência, por meio de um canal criptografado, de modo exclusivo para as comunicações privadas pela internet pública. Cada certificado SSL consiste em um par de chaves, além de informações de identificação verificadas.

Quando um navegador (ou cliente) da web aponta para um site protegido, o servidor compartilha a chave pública com o cliente para estabelecer um método de criptografia e uma chave de sessão única. O cliente confirma que reconhece o emissor do certificado SSL e que confia nele. Esse processo é chamado de “handshake de SSL” e inicia uma sessão segura que protege a privacidade e a integridade das mensagens.

Cuidado com o golpe no aplicativo do Facebook
Outro método que não é muito novo é constantemente usado no Facebook. O criminoso cria um subdomínio no próprio aplicativo. Projetado semelhantemente ao Facebook (Facebook Page Verification) e usando a logo de segurança da rede social.

A página de phishing pede aos usuários para entrar na URL do site e que a vítima digite seu login e senha do Facebook. Uma vez digitados, o hacker registra as informações.

Outros cuidados básicos devem ser tomados. Assim, você diminui o risco de ter seus dados expostos. Troque regularmente suas senhas. Para cada conta de e-mail, rede social ou qualquer tipo de login, use senhas distintas. Nunca as repita.

Lembre-se também de manter um antivírus eficiente e sempre atualizado, tanto no seu PC quanto em dispositivos móveis. O antivírus da PSafe, por exemplo, protege todos os seus aparelhos e ainda reconhece endereços falsos criados para ataques de phishing. Assim, fica mais fácil se proteger.

Quem usa PCs por um longo período acaba acumulando ferramentas e programas que vão deixando a máquina cada vez mais lenta. Mas, nem todos são do seu interesse e alguns nem chegam a ser utilizados, e ocupam espaço e prejudicam o desempenho de suas atividades.

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Pesquisa SolarWinds: 99% dos usuários finais corporativos no Brasil dependem do desempenho de aplicativos para a execução do trabalho

A SolarWinds (NYSE: SWI), líder no fornecimento de softwares poderosos e acessíveis de gerenciamento de TI, anunciou os resultados de uma pesquisa que enfatiza o impacto do desempenho e da disponibilidade de aplicativos para usuários finais corporativos no Brasil, e suas experiências e expectativas em relação à TI quando surgem problemas. Uma das principais descobertas é o fato de que, embora o aplicativo seja agora o centro de empresas de todos os tamanhos e seu desempenho seja o segredo do sucesso, a TI ainda luta para garantir seu desempenho e sua disponibilidade.

A proliferação das tecnologias BYOD, de nuvem, de SaaS e de consumo no local de trabalho transformou os aplicativos na tecnologia disruptiva que impulsionará a TI corporativa nas próximas décadas. Ao mesmo tempo, o suporte da cadeia de entrega de aplicativos fica mais complexo à medida que aplicativos se tornam mais conectados à rede, que a virtualização leva à convergência e abstração da infraestrutura de TI e que os usuários finais se tornam mais móveis.

“Aplicativos influenciam quase todos os aspectos do nosso mundo – nos negócios e fora deles – e muito mais hoje do que acontecia há cinco ou dez anos”, afirma Suaad Sait, vice-presidente executivo de produtos e mercados da SolarWinds. “A importância resultante do desempenho e da disponibilidade de aplicativos exige que o setor de TI se expanda além do gerenciamento centrado na infraestrutura e adote o gerenciamento centrado no aplicativo, e a qualidade desse gerenciamento pode construir ou acabar com uma empresa. Em última análise, a TI será responsabilizada pelo desempenho de aplicativos, quer o aplicativo esteja no local ou na nuvem. Não se trata apenas de saber se um aplicativo está funcionando, mas se funciona de modo a atender às expectativas do usuário final. Os resultados dessa pesquisa devem ser um alerta para os profissionais de TI no Brasil.”

Realizada em junho de 2014, a pesquisa entrevistou 207 usuários finais de aplicativos empresariais no Brasil, atualmente empregados em tempo integral e trabalhando em escritórios de empresas de pequeno, médio e grande porte, dos setores público e privado.

Resultados da pesquisa

O aplicativo é o coração do negócio e seu desempenho é o segredo do sucesso

Aplicativos como o Microsoft® Exchange™, SharePoint, NetSuite® e outros estão agora no centro de praticamente todas as funções essenciais aos negócios e de muitas outras. Grandes fornecedores como a Cisco reconheceram essa realidade ao projetarem ofertas de centros de dados como algo focado no aplicativo. Com isso, o desempenho e a disponibilidade dos aplicativos se tornaram mais importantes do que nunca; a produtividade, a satisfação do usuário final e as receitas são afetadas.

Na verdade, 99% dos usuários finais corporativos que responderam à pesquisa disseram que o desempenho e a disponibilidade dos aplicativos afetam sua capacidade de fazer o trabalho, com 70% dizendo que esses aspectos são absolutamente essenciais e 83% afirmando que a questão se tornou mais importante nos últimos cinco anos.

Além disso, 81% dos usuários finais corporativos já tiveram um problema de desempenho ou de disponibilidade de aplicativo crítico para os negócios, e 52% disseram que aplicativos lentos ou indisponíveis trazem perda financeira significativa para suas empresas anualmente.

A dependência em aplicativos é alta e as expectativas do usuário são ainda maiores

A qualidade da experiência que o usuário final tem com o aplicativo é fundamental para o sucesso. Usuários finais esperam que os aplicativos funcionem, e bem. Quando surgem problemas de desempenho e disponibilidade do aplicativo, os usuários finais esperam um tempo de resposta rápido para a resolução do problema pelo setor de TI, até poucos minutos em alguns casos. Por exemplo, 71% dos entrevistados disseram que esperam que os problemas de desempenho ou disponibilidade sejam resolvidos em no máximo uma hora depois de relatados, e 37% esperam uma resolução em meia hora ou menos.

A TI se esforça para garantir desempenho e disponibilidade de aplicativos

Apesar do aumento da percepção de que os aplicativos são o ponto mais importante da infraestrutura de negócios, aplicativos e algum tipo de ferramenta de gestão para seu suporte vêm sendo usados há décadas nas empresas. No entanto, a luta para a TI garantir o desempenho e a disponibilidade dos aplicativos essenciais aos negócios continua. Para ilustrar esse ponto, 86% dos entrevistados disseram que entraram em contato com o departamento de TI no ano passado devido a problemas de desempenho ou disponibilidade de aplicativos, e 46% afirmaram terem feito isso seis vezes ou mais.

A complexidade da pilha de aplicativos modernos (AppStack) ou a cadeia de entrega de aplicativos composta pelo aplicativo e toda a TI de backend que lhe serve de suporte – software, middleware e infraestrutura mais necessária para o desempenho –, aumenta o desafio de identificar problemas e o tempo necessário para resolvê-los. Por exemplo, 41% disseram que esperaram um dia inteiro ou mais para que problemas de disponibilidade ou desempenho com aplicativos essenciais aos negócios fossem resolvidos, enquanto 21% aguardaram vários dias ou mais.

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Jovens profissionais compartilham experiências em site

Um espaço com informações que facilitam a tomada de decisão em dilemas da vida profissional. Essa é a proposta do site Jovens Executivos (www.jovensexecutivos.com), que promove a troca de experiências entre profissionais por meio de depoimentos enviados por leitores da página.

Dificuldades, incertezas, medos, conquistas e metas de quem procura crescer na profissão. Toda experiência pode fazer parte do conteúdo do Jovens Executivos e qualquer pessoa pode participar.

Com o objetivo de mostrar outras perspectivas e contribuir para a tomada de decisões relacionadas à carreira, o site é uma ferramenta de aprendizado e divulgação de ideias relacionadas à profissão e aos negócios.

“A internet é o maior meio de busca para os jovens das gerações Y e Z, mas buscar algo específico em termos de experiências de outros profissionais é muito difícil. Percebi que eu mesma tinha dificuldade de tomar minhas decisões sem buscar informação e, uma vez que os resultados das buscas eram limitados, resolvi que seria importante abrir um canal de comunicação entre jovens”, afirmou Ana Carolina Carvalho, idealizadora do Jovens Executivos.

Para mandar um relato, o colaborador deve ir à seção “Enviar Entrevista”, onde responde um questionário e conta sua história. A página recebe os depoimentos, seleciona os casos mais interessantes e realiza entrevista com as pessoas escolhidas.

Os casos são publicados em uma das seis categorias do site: Liderança, Governança, Empreendedorismo, Comportamento, Inovação e Carreira. Além de ter o depoimento publicado, o jovem que envia sua experiência ganha um desenho exclusivo, usado também como ilustração da matéria.

Atualmente, o Jovens Executivos já conta com relatos em todas as categorias do site. Um deles é o caso da médica Juliana Chaib Ferreira Jorge, que conta como decidiu seguir os passos do pai, dermatologista, após ter aulas com ele durante a graduação e ao aproveitar o convívio em casa e na universidade para crescer profissionalmente.

Experiências que não deram certo e as lições decorrentes delas também estão no site, como a história do engenheiro de informática Tiago Aguirre. Em 1996, ele desenvolveu um software para gestão de obras que, apesar de ter sido um programa inovador, tornou-se obsoleto em uma época na qual poucas empresas brasileiras tinham infraestrutura e conhecimento para receber uma tecnologia que necessitava do uso de internet.

Histórias como a de Tiago e Juliana ilustram parte do conteúdo diversificado publicado pelo Jovens Executivos, que vai desde os desafios de trabalhar em uma universidade às mudanças no rumo profissional.

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Mercado de frotas no Brasil: não basta proteger, é preciso monitorar

Por Edésio de Campos Horbylon Neto

Levando em conta as altas taxas de criminalidade e violência no Brasil, adquirir um veículo para compor uma frota ou mesmo com a finalidade de realizar atividades comerciais exige um critério imediato de adoção de medidas de segurança, uma vez que são altas as chances de um veículo ser furtado, avariado ou roubado no país, se forem considerados alguns dos últimos índices nacionais divulgados. Sabe-se que o número de casos de roubos de cargas aumenta mais a cada ano que passa, com maiores incidências nas áreas próximas aos grandes centros urbanos. No ano de 2012, por exemplo, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística registrou a maior marca de roubos de cargas dos últimos 15 anos. Outro dado alarmante é que a taxa desses furtos saltou de 2,5 mil em 1994 para 32,2 mil em 2013, atingindo um pico histórico conforme uma pesquisa recente da Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Risco e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento.

Foi justamente pensando na precaução desse assombro que o Congresso Nacional criou há pouco tempo a Frente Parlamentar Mista de Combate ao Roubo de Cargas, presidida pelo deputado George Hilton (PRB-MG), e que envolve um grupo de 183 deputados e três senadores que pretendem intensificar a atuação do Congresso para acelerar a tramitação e aprovação de projetos de lei considerados prioritários para o enfrentamento desse tipo de crime. Os integrantes poderão agir como interlocutores junto ao poder executivo para solicitar a adoção de medidas que garantam mais proteção aos transportadores.

Sobre as tecnologias disponíveis para o mercado de monitoramento veicular, é possível segregá-las em quatro diferentes categorias: os rastreadores de automóveis, para segurança dos veículos e apoio à recuperação caso haja roubos; os rastreadores que unificam a segurança, logística e telemetria; os rastreadores que têm ênfase na logística e telemetria dos veículos; e os localizadores móveis, com o objetivo de apoiar o rastreador principal nas mercadorias de alta procura ou em solução à logística.

Contudo, as grandes inovações do segmento e que chamam a atenção são os produtos que têm como solução a telemetria, ou seja, utilizam o rastreador como meio de comunicação que engloba as mais diversas informações sobre o veículo, desde a otimização do uso, a redução de custos extras com manutenção ou combustível, até a prevenção de acidentes. Vale ressaltar que os produtos com base na radiofreqüência também são eficazes, uma vez que possibilitam a localização de veículos mesmo em ambientes fechados, como túneis, garagens ou subsolos.

O mais comum de acontecer no setor, no entanto, é a contratação de uma seguradora para a proteção da frota ou do veículo, apesar de existir atualmente no mercado uma alternativa muito mais eficiente, moderna e economicamente interessante: a aquisição de serviços de monitoramento e rastreamento veicular. Dessa forma, é possível monitorar em tempo real a localização exata da carga ou do veículo, privilegiando uma melhor gestão da frota.

No caso do monitoramento de uma frota, o ideal a ser feito é a adoção de um sistema de GPS e GPRS, que oferece soluções mais precisas, além da visualização de um mapa com a localização real do veículo. Inovador no mercado, o Siga Fácil é um dos lançamentos recentes da 3T Systems que oferece todas essas possibilidades. Homologado pela Anatel, o produto tem um sistema bastante simples de ser utilizado e, com a utilização de um chip pré-pago de qualquer operadora, uma mensagem SMS pode chegar ao interessado com as coordenadas e a última visualização real do veículo. A central de monitoramento fica disponível 24 horas e oferece suporte para bloqueio e recuperação do automóvel. Fato é que esse é um mercado em franca expansão e que permite monitorar veículos e frotas com baixo custo, além da facilidade do controle e acesso que pode acontecer remotamente, via celular.

Mas vale ressaltar que o mercado brasileiro, apesar de ter evoluído nos últimos anos, ainda não está maduro o suficiente e demanda amplo espaço para crescimento e melhorias, se comparado a países com as mesmas características e estatísticas de roubo, como é o caso, por exemplo, da África do Sul, onde o setor de rastreamento e monitoramento de veículos atinge quase 15% do total de veículos que circulam no país, enquanto no Brasil esse índice é de apenas 1,5%.

*Edésio de Campos Horbylon Neto é diretor superintendente da 3T Systems, do Grupo José Alves. Graduado em Direito pela Faculdade Anhanguera de Ciências Humanas, possui especialização MBA em Estratégias de Gestão em Marketing pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. O executivo acumula passagem na Autotrac, Texaco do Brasil e Xerox do Brasil.

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Aprenda 7 dicas para motivar os liderados

No dicionário, a palavra motivação significa o processo de iniciação de uma ação consciente e voluntária. Porém, nem sempre é tão simples estar motivado e, mais ainda, conseguir passar esse sentimento adiante, de acordo com Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg, empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais da linha de frente, assessment e coaching.

É possível trabalhar para que o ambiente tenha boas relações entre subordinados e, assim, a automotivação comece a florescer. Para o CEO, em algumas situações pequenos atos levam à automotivação e podem prevenir uma série de situações desgastantes, como intrigas entre colegas, que por sua vez geram problemas quanto ao trabalho em equipe e rendimento.

Confira as sete dicas do Grupo Kronberg para motivar os liderados:
1 – Encontre um propósito e visão de futuro comum. Existem tarefas rotineiras que podem se tornar maçantes. Por esse motivo, é necessário designar um propósito maior para elas. A tarefa realizada pode ter mais valor se for analisada de uma forma mais abrangente além das metas coletivas e profissionais. Entender o real valor por trás das tarefas é primordial para a motivação.

2 – Demonstre segurança. Se você mostra segurança no que faz, acaba por inspirar o mesmo sentimento em seu colaborador. Ajudá-lo a desenvolver essa segurança é necessário em seu desenvolvimento e essa característica pode ser desenvolvida por meio de treinamentos.
3 – Desenvolva o sentimento de autonomia. Para liderar excepcionalmente é preciso ter as competências básicas de um líder inspirador. Por isso é importante desenvolver o sentimento de autonomia em seu liderado. Dar liberdade para o colaborador criar e mostrar que ele pode assumir as responsabilidades sozinho são ferramentas fundamentais para o engajamento e automotivação.

4 – Relacione-se com o seu liderado. Sem uma boa comunicação, o relacionamento saudável entre colaboradores e líderes pode ser ameaçado. Uma boa comunicação pode ser útil para que o líder veja novos pontos de vista e saiba quais são os desafios internos e externos, o que gera um sentido de “fazer parte da equipe” para o colaborador.

5 – Reconheça trabalhos bem feitos. É preciso reconhecer a tarefa que foi executada corretamente pelo colaborador. Quando isso acontece, ele se sente satisfeito com o serviço realizado, o que engaja seu desenvolvimento e gera melhores resultados para a corporação.
6 – Não seja severo com os erros. É importante que o líder entenda que o “erro” do funcionário é na verdade uma experiência em que ele pode aprender. Penalizá-lo severamente por isso pode ser desmotivador. A ideia é entender o motivo que fez com que ele agisse de forma diferente da esperada e direcioná-lo no caminho certo.

7 – Faça com que os desafios sejam uma motivação na vida da sua equipe. Mostrar para o liderado que existem desafios e há possibilidade de superá-los é uma forma de motivá-lo a seguir em frente, esquecer as diferenças com os colegas e se dedicar para alcançar seus objetivos.

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Baixos salários e escassez de vagas podem inibir troca de emprego

Salários pouco atraentes e vagas em baixa no mercado têm sido as principais constatações dos profissionais para não trocarem de emprego. É o que revela a pesquisa realizada pela Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup.

De acordo com levantamento da consultoria, 21% dos consultados afirmam que os salários oferecidos estão abaixo do esperado, enquanto 18% citam a falta de novas vagas como entraves para trocarem de emprego neste ano. A pesquisa foi realizada com cerca de 460 profissionais técnicos e de suporte à gestão em julho deste ano.

Para Ricardo Haag, gerente executivo da Page Personnel, o crescimento tímido da economia afeta diretamente a criação dos novos postos de trabalho e salários mais atraentes. “Diante do cenário macroeconômico, as companhias não estão conseguindo expandir os negócios e, consequentemente, não criam vagas de trabalho, o que torna o ambiente de trabalho mais competitivo, com maior pressão por resultados. Isso acaba limitando também os salários oferecidos”, explica Haag.

Longos processos seletivos e a concorrência acentuada são mencionados por 14% e 11% dos entrevistados, respectivamente, como motivos que barram a mudança de emprego.
Confira abaixo outras razões:

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Compusoftware anuncia compra da Infoshot

A Compusoftware Solutions & Reseller, empresa brasileira de licenciamento de software corporativo e serviços de infraestrutura, anuncia a aquisição da Infoshot − companhia com sede em Minas Gerais e que atua na oferta de soluções Microsoft ao mercado. Com a compra, a Compusoftware, que atende 15% das 500 maiores empresas do País, fortalece a sua atuação em Cloud Computing com a oferta de um portfólio completo de serviços. A previsão de faturamento é de R$ 250 milhões no ano fiscal 2014/2015, sendo que 15% do montante virá da nova negociação.

A Infoshot foi criada em 2004, em Belo Horizonte, e presta serviços tecnológicos de integração e consultoria para as soluções Microsoft em todo o Brasil, principalmente para as plataformas Cloud, Azure e Office 365. Com um crescimento de 400% ao ano, a companhia mineira possui 40 consultores especialistas em Cloud e dezenas de clientes de médio e grande porte.

A nova aquisição corrobora a estratégia da Compusoftware de se posicionar cada vez mais como uma consultora completa em Tecnologia da Informação (TI), com foco em IaaS, PaaS e SaaS, assim como em complexos projetos de implementação ou migração para a Cloud Computing. “Hoje, é fundamental levar aos clientes, além da oferta de licenciamento, uma linha abrangente de serviços e consultoria. Com a expertise da Infoshot, a Compusoftware se torna uma empresa ainda mais especializada, garantindo a melhor solução para cada ambiente de TI”, ressalta Cristina Boner, presidente do Conselho da Globalweb Corp, holding da qual a Compusoftware faz parte.

Posicionada entre as cinco maiores revendedoras Microsoft no Brasil, a Compusoftware tem apostado, nos últimos anos, na diversificação das ferramentas de venda e no contato com o cliente para atender às crescentes exigências do mercado. Além de investir na abertura de canais e na qualificação de seus representantes, a companhia tem expandido sua presença por todo o País, em especial no Sudeste, mercado com grande concentração de empresas.

“Nosso objetivo é alcançar 10% do market share e fortalecer nossa base de clientes por meio da oferta de serviços de inteligência em TI”, comenta Adriano Vieira, COO da Compusoftware. Principal parceira da Compusoftware em Minas Gerais nos últimos quatro anos, a Infoshot terá um importante papel no crescimento da empresa neste ano. “Temos mais de dez anos de experiência em consultoria de TI, com grande expertise nas soluções Microsoft. A incorporação à Compusoftware, um dos maiores players do segmento nacional, traz como prospecção comercial um aumento anual de até 500% no faturamento da empresa e a expansão a novos mercados, como São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. O objetivo é continuarmos a prestar o melhor serviço de TI ao mercado”, finaliza Washington Rafael Silvestre, fundador da Infoshot.

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5 passos para fugir da recessão com educação financeira

A situação aparentemente é crítica, com o Brasil atravessando um período de recessão técnica, além disso, o sentimento de parte da população, do empresariado e mesmo de parte do político é que o pior ainda se aproxima e, por mais que o brasileiro tenha fama de ser descolado em driblar crise econômica, inflação e orçamento baixo, um clima de medo paira no ar.

Sem dúvida, vale ouro o aprendizado de anos convivendo com condições de instabilidade e incerteza. Mas, agora, num cenário mais favorável que tempos atrás, no qual se tem mais estabilidade, aumento de renda e de poder de compra, é importante combater esse clima de desânimo, pois, caso se torne crescente, pode sim levar à recessão. São nos momentos de baixas que as grandes nações mostram que possuem educação financeira e se projetam para crescer.

Portanto, esse é o momento para ajudar os brasileiros a somarem ao seu típico jogo de cintura a educação financeira – conhecimento que pode ajudar a traçar um futuro com mais qualidade de vida, sem, para isso, ter que abrir mão de realizar, no presente, seus sonhos de consumo e sem se tornar inadimplente. Assim, vamos a algumas orientações de como se passar por esse período:

Crie uma reserva financeira – falar em reserva depois de um momento em que as classes D e E estão em plena ascensão e sentindo, pela primeira vez, o gostinho de ter poder de compra, pode parecer um balde de água fria. Mas não é, pois, no Brasil, boa parte da população também tem comportamento de risco: gasta mais do que ganha e paga quando e como pode, sem perceber que os juros corroem suas finanças. Assim, já é hora de estabelecer prioridades e ter sempre dinheiro guardado para qualquer eventualidade.

Coloque a vida financeira em ordem – equilibrar ganhos e gastos para honrar compromissos financeiros, realizar sonhos e planejar um futuro seguro requer aprendizado, disciplina e uma atitude diferenciada na relação com o dinheiro. Para isso, faça um diagnóstico de suas finanças, fazendo um levantamento com todos os gastos por trinta dias, veja para onde estão indo os excessos e defina sonhos individuais e familiares, juntamente com uma estratégia para atingi-los.

Fuja do ciclo das dívidas – o ciclo do endividamento começa com a compra parcelada – cheque, crediário, cartão. Devido à falta de planejamento, logo se percebe que não vai dar para pagar a fatura do cartão. A tendência, a partir daqui, é buscar alternativas para combater os efeitos e não as causas do problema. Assim, a primeira alternativa, frequentemente, é usar o cheque especial ou pagar a parcela mínima, até chegar ao ponto em que não consegue nem pagar a mínima e o uso do limite do especial ficar extrapolado. A saída mais comum é recorrer a um empréstimo para quitar as dívidas. Com o tempo e os novos gastos, a parcela do empréstimo também passa a não caber mais no orçamento e, assim, chega-se a uma situação limitadora, que tem deixado brasileiros adoentados física e mentalmente.

Alfabetize-se financeiramente – combater as causas do que chamo de analfabetismo financeiro funcional é fundamental para as pessoas terem mais qualidade de vida. Esse combate se faz com ajuda de métodos vivenciais que estimulem mudanças de hábito na forma de administrar o dinheiro que entra e que sai, priorizando os sonhos e não o consumo, como a maioria de nós aprendemos desde criança. Isso exige atitude, disciplina e perseverança e resulta em um novo comportamento com relação ao dinheiro, quebrando o ciclo de gerações de pessoas endividadas e criando uma nova geração de indivíduos equilibrados financeiramente.

Estabeleça objetivos e sonhos – não é porque se está em um período de crise que se deve deixar de sonhar, muito pelo contrário, é fundamental que se tenha sempre, no mínimo, três objetivos para realizar (de curto, médio e longo prazos). Geralmente, em função de crises, as pessoas deixam os sonhos de lado e entram em pânico, o que só piora a situação. Tenha em mente que sempre se deve ter sonhos materiais e não materiais, já que esses são os impulsionadores para a prosperidade.

Em momentos de crise, é imprescindível mostrar à população os caminhos para não cair nas armadilhas do crédito fácil e o elevado estímulo ao consumo. É preciso implementar ações consistentes para conscientizar as pessoas de diferentes faixas etárias e todos os níveis econômicos a lidar corretamente com dinheiro. Só assim serão capazes de fugir da tão falada recessão e realizar seus sonhos de consumo, garantir uma aposentadoria com renda digna e, por que não, alcançar a autonomia financeira, ou seja, trabalhar por prazer e não por necessidade.

Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira, da DSOP Educação Financeira autor de diversos livros sobre o tema.

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