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Tendências para a área de infraestrutura de telecomunicações 2015

O ano de 2015 trará bastante movimento à área de infraestrutura de comunicação, principalmente devido a algumas mudanças de tecnologia e ao aumento da demanda do consumidor final por conectividade em todos os lugares.

Por isso, a SES lista três previsões para o mercado mundial de telecomunicação e de broadcasting, que vão desde o aumento do número de canais em Ultra HD e o uso de transmissão de dados via satélite em coberturas oceânicas, principalmente em trajetos aéreos e marítimos, até o uso cada vez maior de sistemas híbridos para a recepção de canais de televisão.

1. A transmissão da tecnologia Ultra HD irá evoluir e novos canais começarão a chegar aos usuários. Considerada uma evolução natural do HD, o Ultra HD (4K) começará a ter seus primeiros canais na Europa e EUA no início de 2016. Ao longo de 2015, a tendência é que as empresas passem a utilizar a tecnologia e produzir novos conteúdos. Além disso, o 4K também será impulsionado pelos Jogos Olímpicos Rio 2016, que será transmitido nessa resolução. Na região da América Latina, isso deve ocorrer a partir de 2017/2018.

2. Novas formas de distribuir dados por satélite trarão economia a empresas e consumidores. O aumento de demanda por dados em todos os locais está levando à criação de satélites voltados para esse mercado. Essa inovação, que beneficiará principalmente companhias aéreas e de rotas marítimas, permitirá ao consumidor se conectar por um custo menor e com maior qualidade em voos, cruzeiros e locais remotos, por exemplo.

3. Sistemas de televisão híbridos trarão maior opção ao usuário. Com a mudança de hábito dos consumidores, que buscam cada vez mais programações personalizadas e em múltiplas telas, as operadoras de televisão irão fornecer seus canais de forma híbrida. Ou seja, haverá a transmissão linear, no qual o usuário receberá os sinais e terá acesso às grades tradicionais, e também via internet, para compras online ou a seleção de programação à la carte.

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Marcelo Porto é o novo presidente da IBM Brasil

A IBM Brasil anuncia que Marcelo Porto será o novo presidente da companhia no país. Porto já ocupou diversas posições de liderança em seus 28 anos de trajetória no Brasil e exterior. Atualmente, atuava como Vice Presidente de Vendas da IBM Brasil. Em 2012, passou um ano na sede da IBM, em Armonk, New York, apoiando a CEO Ginni Rometty no desenvolvimento de projetos com clientes de todo o mundo. No Brasil, liderou as divisões de Software, Marketing, Serviços para Pequenas e Médias empresas na organização da América Latina, entre outras posições chave. Porto é graduado em Análise de Sistemas pela PUC do Rio de Janeiro.

Porto assume em um momento de rápida e intensa transformação no mercado de tecnologia. Entre suas missões, estão manter o crescimento alcançado pela IBM Brasil nos últimos anos, consolidar a estratégia da companhia no país com foco em Cloud, Analytics, Mobilidade, Social e Segurança, além de ampliar as vendas da IBM em todas as regiões brasileiras para novos compradores de tecnologia, como executivos de Marketing, Recursos Humanos, Finanças e Compras.

“Para mim, é um grande orgulho liderar uma das mais importantes e respeitadas unidades da IBM no mundo. A IBM Brasil está em um momento muito especial, com novos desafios, metas, oportunidades. Nossos clientes vem confiando em nossa companhia ao longo desses 98 anos no Brasil e continuaremos provendo o valor que precisam para crescerem e contribuírem para o desenvolvimento de nosso país. Sei que conto com um time extremamente competente, que busca sempre fazer melhor e diferente”, comenta Porto.

Porto substitui Rodrigo Kede, que ocupava a posição desde julho de 2012. Ele assume como Vice Presidente mundial de estratégia e transformação da IBM.

Kede liderou a transformação da IBM Brasil e mesmo diante de um contexto econômico desafiador e mudanças significativas na forma como as empresas adquirem TI, a empresa foi referência mundial em performance e crescimento. Sob sua gestão foi criado o Centro de Competência do Watson no Brasil, que está trabalhando para ensinar português brasileiro para o sistema cognitivo. Conduziu importantes negociações, como aquisição da Scopus, e teve um papel fundamental no fortalecimento e propagação da estratégia de inovação da IBM, dentro e fora da companhia. Nesse período, a IBM recebeu importantes reconhecimentos do mercado, entre eles, da Carta Capital, como uma das empresas mais admiradas do Brasil, sendo a única B2B entre as 20 primeiras.

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Prepare o seu e-commerce para 2015

O e-commerce no Brasil cresce a cada ano e para que a receita do comércio eletrônico continue crescendo é preciso que o varejo online se prepare para 2015. As compras de final de ano, como as promoções do Black Friday e os presentes de Natal alavancaram. A Navegg reuniu algumas tendências para que 2015 seja tão bom quanto 2014 para o e-commerce brasileiro:

Auge dos mobiles

Assim como o interesse pelos produtos, a maneira de comprar mudou e com os mobiles em alta, as plataformas de compras e pagamentos online devem se adaptar a tecnologia. É importante que as páginas estejam de acordo com cada tipo de dispositivo, sem perder a qualidade nem influenciar na navegação do consumidor.

Credibilidade

Alguns internautas ainda têm receios de realizar compras onlines com medo de não receberem os produtos ou de terem seus cartões de créditos fraudados, por exemplo. Assim, pergunte apenas o necessário ao seu cliente. Remover etapas desnecessárias durante a finalização da compra e ter um sistema de processamento de pagamento que tenha um selo anti-fraude passa segurança. Além disso, é importante chat online, o qual tira as dúvidas dos usuários em tempo real.

Conteúdo interativo

O marketing de conteúdo ganhou um grande espaço em 2014.O consumidor gosta de interagir com a marca e o produto, principalmente por meio das redes sociais. Blogs com conteúdos exclusivos, vídeos, infográficos, chats, textos informativos sobre as mercadorias, entre outros, são meios importantes para o diálogo entre o cliente e a empresa.

Personalização

Entregar o produto de acordo com os gostos e necessidades do cliente é um grande diferencial das marcas. A coleta de dados de audiência para a realização de campanhas personalizadas é hoje uma das principais estratégias do marketing digital. Com a segmentação dos consumidores em grupos de acordo com o seu perfil e comportamento de compra são realizadas mensagens direcionadas como o lançamento de um novo smartphone para aqueles que são aficionados por tecnologia. Soluções como Navegg E-commerce te ajudam a realizar esse tipo de tarefa.

Sobre a Navegg: Fundada em 2008 é a maior plataforma de gestão de dados de audiência da América Latina para publishers e anunciantes. Geramos dados de audiência acionáveis em mais de 250 milhões de usuários e processamos mais de 10 bilhões de eventos de dados por mês. Em parceria com mais de 110 mil sites extraímos a intenção de compra, o interesse de cada usuário e dados demográficos.

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Aquisição de imóveis por brasileiros nos EUA traz aumento de 45% na procura por soluções sucessórias

O brasileiro está investindo mais em imóveis nos EUA. Segundo dados recentes do Censo de Capitais Brasileiros no Exterior, do Banco Central, em cinco anos (entre 2008 e 2013), o número de investimentos em imóveis no exterior triplicou. E o maior número de aquisições foi em território americano, com 31% do total.

Com o alto índice de pessoas investindo em imóveis na terra do Tio Sam, a procura por soluções sucessórias também cresceu expressivamente. Em 2014, a Drummond – empresa que assessora brasileiros em transações internacionais, constatou um aumento de 45% na procura por planejamentos eficazes que possam reduzir o impacto fiscal e tributário em caso de falecimento do investidor brasileiro.

A legislação americana prevê impostos para transferência de um imóvel de pessoa física em caso de falecimento, o que pode atingir cerca de 40% do valor de mercado da propriedade. “Muitos pensam que é apenas registrar o imóvel no nome do filho para protegê-lo de impostos de transmissão, mas essa nem sempre é a saída mais adequada e segura”, aponta a consultora tributária especialista em trâmites internacionais Melissa Fernandes, da Drummond.

Segundo Melissa, se a ideia é gerar renda com o imóvel adquirido, alugando-o, por exemplo, e também trazer mais segurança quanto à exposição do patrimônio em caso de processos judiciais, uma das sugestões cabíveis é que a aquisição seja feita em nome de uma pessoa jurídica, abrindo-se uma empresa. “Cautela e precaução são palavras de ordem nesse momento. As quotas de uma pessoa jurídica, em muitos casos, são de propriedade de empresas estrangeiras – fora do território americano, e no caso de morte do sócio, a exposição ao imposto de sucessão é reduzido, uma vez que o imóvel é propriedade de uma empresa, e não de uma pessoa física” aponta Melissa, que complementa “É bom salientar que as quotas dessa empresa devem estar em nome de uma pessoa jurídica estrangeira, caso contrário o não residente estará exposto ao imposto de sucessão da mesma forma”.

Porém, se a intenção for utilizar o imóvel como residência (caracteriza-se residente fiscal o indivíduo com mais de 183 dias – consecutivos ou não, em território americano), sem a intenção de gerar renda, é indicado, por exemplo, adquirir o bem como pessoa física. Nesses casos, o imposto de sucessão é determinado a nível federal, e varia de acordo com a residência fiscal do herdeiro. E, também, a nível estadual- apenas quando ativo estiver no estado – e que varia de local para local. Em New York, por exemplo, pode ser de 5% até 16%.

Isso quer dizer que a abertura de uma empresa no exterior para a aquisição do imóvel é sempre o mais indicado?

Não necessariamente, aponta Melissa. “Empresas fora dos EUA possuem um custo maior de manutenção, e obrigações acessórias – como registros anuais junto às agências reguladoras americanas. Da mesma forma, adquirir imóvel como pessoa física também pode ter custos elevados. Ou seja, é necessário analisar todos os aspectos tributários, estudando de forma global o cenário e pontualmente cada caso. Não há uma fórmula pronta eficaz. O que existe é o desenvolvimento de um planejamento que consiga compreender todas as motivações e causas para a compra do imóvel nos Estados Unidos, e para cada uma delas, há efeitos que devem ser estudados ”, conclui a especialista tributária.

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Porto Digital é uma das sedes da Global Game Jam de 2015

Um dos mais importantes eventos para desenvolvedores de jogos eletrônicos – a Global Game Jam – terá um dos seus locais de realização no Porto Digital. Nos dias 23 a 25 de janeiro, a galeria de artes digitais do Portomídia estará preparada para se interligar com os outros encontros simultâneos que acontecerão ao redor do mundo.

Realizada pela International Game Developers Association (IGDA), a maratona este ano conta com o apoio do Portomídia, braço de Economia Criativa do Porto Digital. Além de incentivar o desenvolvimento de jogos inovadores, o evento estimula o networking e a colaboração entre profissionais da indústria de games, aspirantes e curiosos. As jams em várias cidades do mundo serão transmitidas via stream, possibilitando aos participantes acompanharem o trabalho de outros grupos.

Na Global Game Jam, os desenvolvedores se encontram na sexta à tarde, quando assistem a uma palestra e descobrem o “tema secreto” em cima do qual desenvolverão seus games. Em janeiro de 2014, foram criados mais de 4 mil jogos em todo o mundo.
“A Global Game Jam é um evento de proporção global, em que os participantes interagem direta ou indiretamente com pessoas de diferentes culturas, enriquecendo ainda mais o desenvolvimento de projetos”, explica Francisco Saboya, presidente do Porto Digital.

Sobre o Porto Digital

O Porto Digital é um dos pilares da nova economia do Estado de Pernambuco, com 200 empresas que faturaram uma média de R$ 1 bilhão (2010) e empregam mais de 6.500 pessoas. Sua atuação se dá em atividades altamente intensivas em conhecime nto e inovação, que são software e serviços de tecnologias da informação e comunicação e economia criativa, em especial os segmentos de games, multimídia, cine-vídeo-animação, música, design e fotografia, além de propaganda e publicidade.

Considerado uma referência na implementação do modelo da ‘triple helix’, o Porto Digital é fruto de uma ação coordenada entre empresas, governo e academia, que resultou, após 10 anos de sua fundação (2000), num dos principais ambientes de inovação do País.

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2015, o ano dos Serviços de Inovação e das Tecnologias Digitais

Por Henry Manzano*

O mercado tecnológico brasileiro está amadurecendo de forma rápida. Ainda que o cenário econômico nacional seja conservador, percebemos que o gasto básico de nossos clientes se mantem. Setores como o Varejo, que precisam estar conectados com as tendências globais, estão à procura de capacitação tecnológica, e investem nesta área. Existem muitos agentes de mercado em todos os setores que precisam de atualização tecnológica e não podem adiá-la ainda mais. As empresas começam a perceber a necessidade de terceirizar departamentos tecnológicos em busca de uma unidade específica em “Serviços de Inovação” que otimize suas funções. São nestes fatores que empresas como a TCS, dedicadas a oferecer serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, enxergam oportunidades.

Em 2014 percebemos um crescimento em Serviços de Infraestrutura de TI, Enterprise Solution – SAP & Oracle, e Tecnologias Digitais Futuristas, o que nos permite afirmar que o grande destaque do setor em 2015 será, como já vem sendo anunciado nos últimos meses, a adoção de tecnologias digitais. Internet das Coisas e Big Data estarão entre os mais procurados, enquanto o sistema de informação ERP continuará sendo implementado ou atualizado pelas companhias. As apostas são altas: segundo o IDC, os gastos mundiais com soluções de Big Data e Analytics em 2015 serão de 125 bilhões de dólares, e a Internet das Coisas será um dos aceleradores de inovação mais importantes para o crescimento de valor baseado na Terceira Plataforma de TI.

Nós, da TCS, estamos avaliando alguns setores da Indústria e de Serviços com base em nossa análise de mercado e em nossas capacidades globais de crescimento. Como parte da estratégia de desenvolvimento que viemos utilizando ao longo dos anos, estamos investindo no que é relevante para a Indústria e para o setor de Tecnologia. Nossa estratégia de investimentos de mercado está focada em Energia e Recursos, Bancos e Seguradoras, Varejo e Manufatura. Em 2015, pretendemos nos concentrar principalmente nestes setores estratégicos e focar nas necessidades dos clientes que já são nossos parceiros, prática fundamental na TCS: queremos melhorar a qualidade da experiência que já oferecemos a nossos parceiros.

Acreditamos que construir e investir nas aptidões e habilidades do país devem ser uma meta importante para os provedores do setor tecnológico, como a TCS, e daremos prioridade aos planos de capacitação de jovens talentos no Brasil. Já iniciamos alguns projetos de interface acadêmica, como o programa de trainees ILP (Initial Learning Program), cuja expectativa é recrutar cerca de 200 profissionais de todo o país nos próximos 5 anos; e o projeto Enable, que atenderá mais de 1200 alunos de centros estaduais em 2015 e recrutará jovens para preencher 50% das vagas de BPO oferecidas pela TCS. O aperfeiçoamento de competências também será uma prioridade importante para nós. As pesquisas de Satisfação no Trabalho foram bastante empregadas este ano, e pretendemos melhorar as relações através de programas de engajamento para os funcionários.

O ano de 2015 nos traz muitas expectativas. O mercado oferece boas oportunidades para as empresas que ofereçam serviços de inovação tecnológica e que saibam escutar as necessidades de seus parceiros. Como reflexo deste fenômeno, a perspectiva de crescimento da TCS é promissora. Estamos animados para embarcar nesta jornada.

*Henry Manzano é CEO da Tata Consultancy Services para América Latina.

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Banco do Brasil apresenta novo autoatendimento pela internet, celular e tablet

A partir de hoje, 21, o Banco do Brasil oferece novas soluções para o autoatendimento via internet, celular e tablet, com visual totalmente reformulado e com várias novidades.

O aplicativo do BB para dispositivos móveis passa a ter a opção “Fale Conosco”, solução inédita que permite aos clientes, correntistas ou não, registrar dúvidas, sugestões e reclamações via celular e tablet. Esses registros são tratados por equipe especializada e os clientes recebem resposta no próprio aplicativo, o que representa atendimento inovador no mercado bancário.

Para os clientes que usam os modelos de smartphone iPhone 5s e 6, outra novidade está no login de acesso à conta corrente, que agora pode ser realizado via Touch Id (sensor de impressão digital), facilidade que permite acessar a conta com toda segurança, apenas com um toque, utilizando a digital cadastrada no smartphone.

Uma função exclusiva do app do Banco do Brasil, que já existe e continua na nova versão, é a importação de boletos bancários recebidos por e-mail. Com apenas um toque no anexo recebido, o cliente abre o boleto pelo aplicativo do BB e o pagamento é agendado. Recentemente, o BB já havia inovado com o desenvolvimento de aplicativo que permite aos clientes simular as condições para financiamento de veículos.

Dentre as inovações apresentadas no novo autoatendimento do BB pela internet, destacam-se a “Minha Página”, disponibilizada logo após o login do cliente, que passa a ter opção de consulta rápida de valores disponíveis para movimentação, distribuição das aplicações e evolução do saldo em conta corrente em forma gráfica, além da nova barra de menu, que permanecerá fixa durante toda a navegação.

“Com o novo autoatendimento, o Banco pretende proporcionar ao cliente uma experiência única, independente do canal utilizado, sempre com a possibilidade de personalização. As inovações e aperfeiçoamentos facilitam a navegação, fortalecem o relacionamento do BB com os clientes e permitem uma expansão ainda maior do número de transações online.”, afirma Gueitiro Matsuo Genso, Diretor de Clientes Pessoas Físicas do BB.

Um vídeo que ilustra detalhes do lançamento está disponível no Youtube.

Evolução dos números do autoatendimento BB

O BB tem investido fortemente na oferta de soluções sofisticadas e diferenciadas em operações bancárias, buscando se destacar como um banco inovador e moderno. Essas ações têm gerado resultados positivos como, por exemplo, o aumento significativo de transações realizadas via autoatendimento pela internet e pelos dispositivos móveis.

Em 2014, esses canais de autoatendimento processaram mais de 3,6 bilhões de transações, representando 43% do total realizado no Banco do Brasil, excluídas as operações de saque. Se incluídas as transações realizadas nos caixas eletrônicos, mais de 90% das transações realizadas pelo Banco são automatizadas. Vale destacar o crescimento e aceitação do autoatendimento via celular, que já é mais acessado pelos clientes do que a solução pela Internet, o que evidencia a conveniência e praticidade desse canal.

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Bom atendimento fideliza clientes

Por Ricardo Barbosa*

Atualmente, os consumidores vão as compras e esperam um atendimento de qualidade para que haja bons negócios. Apenas com nossas experiências pessoais, já se pode notar a enorme defasagem existente na área de atendimento.

Dentre os principais erros que observamos está a má vontade no atender, confusão em relação aos pedidos, erros nos valores e falta de informações sobre os produtos, todos esses detalhes podem em maior ou menor grau prejudicar a sua empresa.

Toda organização necessita de um cuidado especial no atendimento ao público, sendo fundamental que a área de recursos humanos se atentem a esta questão, levando aos seus profissionais qualificação para o atendimento.

Dentre os pontos fundamentais estão:

Cuidados na comunicação verbal – Essa precisa ser persuasiva e objetiva, tem que se preocupar com uma boa dicção para cativar o ouvinte;

Cuidado com comunicação escrita – Muitas pessoas pensam apenas na fala, mas e-mails se tornam cada vez mais sinônimos de negócios e infelizmente, há quem trate essa comunicação com negligência. Um único cuidado poderia evitar a maioria dos problemas: ler o que acabou de escrever;

Otimizando reuniões de negócios – Se o atendimento ao cliente for em uma reunião, essa deve ser otimizada, com pauta e tempo definido;

Conheça o que vende – Para uma boa venda é fundamental conhecer o assunto com a maior profundidade que puder, esclarecendo dúvidas que possam aparecer e melhorando o diálogo com o cliente;

A prática leva a perfeição – Não deve haver timidez e a prática deve ser constante. Todas as oportunidades para se falar diante das pessoas deve ser aproveitadas.

Acredite em você – É fundamental identificar seus pontos positivos e ter confiança, mostrando-se pró-ativo em relação à venda.

Em caso de dificuldades e desconfortos, o profissional se sentirá melhor com um roteiro das informações que irá expor, o importante é falar um pouco mais devagar para não deixar que seu desconforto seja percebido.

*Ricardo M. Barbosa – é diretor executivo da Innovia Training & Consulting, além de Engenheiro de Produção formado pela Universidade Paulista – UNIP, pós-graduado em Gestão de Projetos pela Fundação Vanzolini da Universidade de São Paulo – USP, especialista em Project Management pela Fundação Getúlio Vargas – FGV/SP e possui o certificado pelo PMI (Project Management Institute) como PMP (Project Management Professional), Professor de programas de pós-graduação em conceituadas instituições de ensino, Consultor em Gestão de Projetos há 15 anos e já atuou como executivo em grandes empresas como Ernst & Young Consulting; Wurth do Brasil; Unibanco; Daimler Chrysler.

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A escolha do cliente: click, call ou face?

Por Marco Antunes*

A comunicação entre clientes e empresas no Brasil nunca esteve tão online como nos dias atuais. É uma revolução causada pelo crescente uso de meios digitais, incluindo as mídias sociais, por ambas as partes, e também pela grande mobilidade tecnológica dos quase 120 milhões de smartphones e tablets utilizados pelos brasileiros. As marcas, expostas em ambiente virtual, automaticamente proporcionam às companhias um canal poderoso de contato e isso modificou o comportamento dos clientes, que passaram a ter um papel mais atuante. Se antes as pessoas se conectavam à internet apenas para ler notícias, conversar com seu círculo de amizade e postar novidades, agora utilizam esses meios para estarem mais próximos das empresas, interagindo, compartilhando ideias, expondo elogios e também fazendo críticas, cobrando respostas imediatas e, muitas vezes, viralizando opiniões e experiências boas ou ruins que tiveram com as organizações.

Essa nova forma de relacionamento com os clientes fez com que as empresas passassem a investir em equipes especializadas no atendimento digital, especialmente nas redes sociais. Uma estratégia indispensável e eficaz, já que são ambientes coletivos que se tornam cada vez mais o canal predileto de contato para resolução de questões, em geral, de baixa complexidade. No Facebook, por exemplo, considerada a rede de maior alcance do mundo, com 1,35 bilhão de usuários mensais e 864 milhões de visitas por dia, a participação brasileira é de 89 milhões de pessoas por mês e 59 milhões de acessos diários com média de permanência de 29,7 horas por mês – sete horas a mais do que a média mundial. A dimensão desses números exprime a importância de as companhias estarem dentro das redes sociais se comunicando o tempo todo com seu público e clientes em potencial, de forma interativa, ágil e personalizada.

Definitivamente, as mídias sociais são extremamente valiosas para estreitar o relacionamento entre empresas e clientes. Elas não concorrem, mas sim complementam as opções de canais disponíveis ao lado dos tradicionais call center (telefone), chat e e-mail, que continuam sendo peças-chave para casos de maior complexidade. A SulAmérica, por exemplo, vem trabalhando para integrar todas essas frentes sob o conceito Click Call Face, que preza pela pluralidade comunicativa, explorando o que cada um deles tem de melhor a oferecer e contemplando a rapidez e a mobilidade tão necessárias a uma companhia de seguros, cujo contato com os clientes muitas vezes se dá em situações de urgência.

A tendência que estamos aplicando é que o canal online, o “click”, seja a primeira opção de segurados, corretores e prestadores para a solução de questões mais simples – ou seja, estimulamos o autosserviço -, passando para o atendimento telefônico, o “call”, se a dúvida ou reclamação persistir, até chegar ao presencial, o “face”, para casos de maior complexidade, quando nenhuma das etapas anteriores suprir as necessidades em questão.

Esse novo conceito permite que os clientes, corretores e prestadores possam entrar em contato e interagir com a SulAmérica quando e como quiserem, seja por chat, e-mail, whatsapp, call center, páginas no Facebook e Twitter, portais de atendimento ao cliente, corretor e prestadores e até via aplicativo mobile desenvolvido pela companhia. Este último utilizado atualmente por 400 mil segurados de Saúde, com funcionalidades como geolocalização da rede de prestadores e acompanhamento de validação prévia de procedimentos, que fizeram diminuir a procura pelo call center em 60 mil ligações em 2013.

As demandas externas, portanto, não podem ser centralizadas em um único canal de atendimento, e sim integradas aos mais diversos meios de contato para facilitar o acesso das pessoas às companhias. Não cabe mais às empresas definir como e quando irão se comunicar, pelo contrário, é preciso ter claro na estratégia corporativa que esta escolha agora é dos clientes.

Marco Antunes é vice-presidente de Operações e Tecnologia da SulAmérica.

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Startup brasileira fica entre as finalistas de desafio europeu e é premiada com roadshow a três capitais do empreendedorismo

Projetada para facilitar a organização de viagens, a Planedia teve sua plataforma apresentada durante a edição de outono do Lisbon Challenge, programa promovido pela associação sem fins lucrativos Beta-i. Concorrendo com outras 21 ideias, a startup brasileira conseguiu entrar na lista das dez selecionadas para apresentar os seus projetos a investidores num roadshow em Londres, no Reino Unido e São Francisco e Nova York, nos Estados Unidos e por ter se classificado entre as cinco melhores terá direito a vários serviços gratuitos, incluindo 30 anos de espaço para escritório, oferecido pela Câmara de Lisboa.

Em apenas três edições, o Lisbon Challenge já recebeu mais de mil candidaturas de startups de 57 países, tendo como resultado a duplicação do número de clientes de várias empresas participantes, um aumento de mais de 200% no número de clientes pagos, assim como a criação de empregos e obtenção investimentos. Somando os valores que as empresas angariaram após a participação no programa, a quantia chega a 23,5 milhões de euros. Participaram do evento os mesmos fundos de investimento que já “acreditaram” em serviços como Skype, Twitter, Facebook, Spotify e Soundcloud, revela a Beta-i em comunicado.

Para Beatriz Rodrigues, fundadora e CMO da Planedia, o reconhecimento do projeto vai permitir que a plataforma alcance investidores maiores. “Sabemos que o roadshow será entre os dias 19 e 24 de janeiro, que faremos visitas a grandes empresas de San Francisco, Boston, além de reuniões em Las Vegas e Los Angeles. Além de visitas às empresas como Samsung, Google, Facebook Square, RocketSpace, teremos encontros com mentores importantes profissionais da área e claro, participaremos de reuniões com investidores destes mercados”, relata Beatriz. Além da Planedia, foram selecionadas as startups My.skinmix, WalletSaver, Pure, Rewind Cities, MagniFinance, Tationem,Walmond, Doinn e Farmin.

Conheça a Planedia

Por meio do site, o viajante pode organizar os detalhes de sua trip em um único lugar. É possível comprar as passagens áereas, reservas os hotéis e organizar o roteiro de atrações a serem visitadas. Embora não solicite cadastro para seu uso, a Planedia oferece bônus para os usuários que se logarem na plataforma via sua conta no Facebook. Estando registrado, o viajante pode visualizar seus amigos que também usam a Planedia, exportar sua timeline com todos os detalhes da viagem e receber dicas de acordo com seu perfil. O cadastro na plataforma não tem custo.

As atrações das cidades têm seus textos revisados pela equipe do site, o que garante que os usuários vão encontrar apenas informações corretas. Para tornar a plataforma ainda mais interativa, em breve os usuários poderão deixar opiniões sobre as cidades visitadas e comentar cada atração vista durante a viagem. Dessa forma, quem estiver planejando a viagem poderá ter acesso a dicas mais precisas e confiáveis porque elas serão redigidas pelos amigos do usuário. Para iniciar o planejamento das próximas viagens, o usuário precisa apenas acessar www.planedia.com e o aplicativo será lançado no primeiro trimestre de 2015.

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Tecnologias móveis impactam trilhões de dólares e são responsáveis pela criação de 11 milhões de empregos

As tecnologias móveis estão oferecendo enormes benefícios para os consumidores, pequenas e médias empresas (PME) e para a economia mundial. O impacto econômico pode ser medido em trilhões de dólares, de acordo com um novo estudo do The Boston Consulting Group (BCG). O relatório, intitulado “A Revolução Móvel: como as tecnologias móveis conduzem um impacto de trilhões de dólares”, foi lançado ontem.

Em 2014, a indústria de tecnologia móvel gerou uma receita de quase US$ 3,3 trilhões de dólares em todo o mundo e é diretamente responsável por 11 milhões de postos de trabalho. Além disso, empresas desse segmento investiram US$ 1,8 trilhão em gastos de capital com pesquisa e desenvolvimento de 2009 até 2013, baseando-se quase exclusivamente no financiamento do setor privado.

Mas, para garantir a continuidade de inovação e crescimento global em toda a indústria, empresas de tecnologia móvel terão de investir US$ 4 trilhões até 2020 e superar desafios significativos, de acordo com o relatório, encomendado pela Qualcomm Incorporated, e produzido de forma independente pelo BCG.

O Impacto Sem Precedentes das Tecnologias Móveis

Para obter uma compreensão mais detalhada do impacto sem precedentes das tecnologias móveis ao consumidor, pequenas e médias empresas e na economia, o BCG analisou o seu uso e benefícios em seis países: Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Coreia do Sul, China e Índia.

A pesquisa ouviu aproximadamente 7.500 consumidores entre os seis países para quantificar os consumidores que derivam das tecnologias móveis. Entre os resultados, o estudo identificou:

• O superávit anual de consumidores agregados, ou seja, os benefícios que os consumidores recebem de tecnologias móveis e sobre o que eles pagam – corresponde a US$ 6,4 trilhões. Isso excede o PIB de todos os países do mundo, com exceção dos EUA e da China.
• Os consumidores nas economias desenvolvidas (Estados Unidos, Alemanha e Coreia do Sul) atribuem às tecnologias móveis um valor de mais de US$ 6.000 por ano, ou 12% de sua renda.
• Os consumidores nas economias emergentes colocam um valor ainda mais alto no celular em relação à sua renda. Na China e na Índia, o valor do consumo relatado com tecnologias móveis excede 40% a renda média.
• A maioria das pessoas entrevistadas estava disposta a deixar de jantar fora ou sair de férias por um ano, com objetivo de manter o seu telefone celular. Na China e na Coreia do Sul, a maioria dos usuários desistiria de uma assinatura de Internet banda larga em casa para não ter que sair sem um telefone celular.

O BCG também pesquisou 3.500 pequenas e médias empresas nos seis países analisados e avaliou suas economias com objetivo de compreender a empresa- e o nível do impacto das tecnologias móveis no país. Entre os resultados, a pesquisa identificou:

• Pequenas e Médias Empresas que adotam tecnologias móveis avançadas aumentam a receita até duas vezes mais rápido e adicionam postos de trabalho até oito vezes mais rápido do que seus concorrentes.

• A “divisão mobile” – a diferença de crescimento entre os líderes no uso das tecnologias móveis e os seus concorrentes – está prestes a aumentar. Acabando com essa divisão entre essas pequenas e médias empresas nos seis países que participaram da pesquisa, seriam acrescentados 7 milhões de postos de trabalho ao longo dos próximos três anos e aumentaria o crescimento do PIB em 0,5 pontos percentuais.
• As tecnologias móveis atualmente contribuem com mais de US$ 1,2 trilhão no PIB dos seis países, o que corresponde por quase metade do PIB global (47%). Isso equivale de 2 a 4% do PIB de cada país, e 11% no caso da Coreia do Sul.
• Nos EUA, 3,2% do PIB gerado por tecnologias móveis ultrapassa o PIB de indústrias consideradas como essenciais, como de entretenimento, transporte, automóvel, hotelaria e agricultura.

“O Mobile tem sido um grande impulsionador da economia, criando empregos e melhorando a vida dos consumidores”, disse David C. Michael, sócio sênior do BCG em São Francisco e coautor do relatório. “Mas muito mais inovação ainda é necessária. O governo tem um papel importante a desempenhar na manutenção de investimento em inovação e desenvolvimento em tecnologias móveis.”
A adoção de padrões 3G e 4G ultrapassou todas as outras tecnologias, crescendo para cerca de 3 bilhões de conexões em menos de 15 anos, e projetado para exceder os 8 bilhões de conexões até 2020. As grandes melhorias de desempenho nos padrões de comunicações móveis e custos decrescentes têm impulsionado o mobile a se tornar a tecnologia mais adotada de todos os tempos. Enquanto as velocidades de transmissão de dados móveis aumentaram consideravelmente – redes 4G oferecem velocidades de transmissão de dados 12 mil vezes mais rápidas do que 2G – os custos para adquiri-las despencaram.

O relatório oferece uma clara evidência de que os consumidores buscam avanços além da tecnologia disponível atualmente: 90% dos consumidores de 3G e 4G relataram que desejam velocidades ainda mais rápidas de dados, mais cobertura, mais tempo de bateria, e muitas outras melhorias. Muitos desses avanços exigirão investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento.

Desafios para Manter a Contínua Inovação e Crescimento

Para ajudar a sustentar e promover um ambiente de contínuo apoio ao investimento e inovação em tecnologias móveis, o BCG recomenda uma série de medidas a serem tomadas por governos e legisladores:

• Incentivar inovação em tecnologia por meio de uma forte proteção de patentes e licenciamento orientado para o mercado.
• Suporte na definição de normas ditadas em parcerias com indústria.
• Garantir a disponibilidade de espectro de radiofrequências suplementar.

“Como as conexões de banda larga móvel devem ultrapassar 8 bilhões em 2020, a demanda por capacidade adicional continuará a crescer”, disse Steve Mollenkopf, CEO da Qualcomm Incorporated. “A Qualcomm está investindo na próxima geração de tecnologias móveis para que os consumidores e empresas em todo o mundo possam continuar a se beneficiar dos novos recursos que vêm de avanços nas taxas de dados e outros recursos avançados.”

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Salesforce apresenta o relatório State of Marketing 2015 e revela prioridades para profissionais de marketing

Salesforce [NYSE:CRM], a empresa da Customer Success Platform e líder mundial em soluções de gestão de relacionamento com clientes (CRM), apresentou hoje o relatório State of Marketing 2015. Com base em uma pesquisa com mais de 5.000 profissionais de marketing de todo o mundo, a segunda edição anual deste relatório descobriu que esses profissionais planejam aumentar os investimentos em publicidade e marketing nas mídias sociais, mensagens mobile com base em geolocalização e, aplicativos para mobile e email marketing, em um esforço para criar jornadas relevantes para os consumidores. Além disso, 84% dos entrevistados disseram que planejam aumentar ou manter os orçamentos de marketing em 2015, com social e mobile marketing no topo da lista de prioridades. O download do relatório completo (em inglês) pode ser feito através do link: www.salesforce.com/form/marketingcloud/2015-state-of-marketing.jsp.

Seguem abaixo os principais destaques do relatórioState of Marketing 2015:

• A jornada do consumidor agora é crítica para o sucesso dos negócios. Há uma transição real do marketing focado em campanhas para jornadas do consumidor 1:1 personalizadas. De acordo com pesquisa recente da Salesforce e LinkedIn ,86% dos profissionais de marketing de nível sênior dizem que é fundamental criar uma jornada do consumidor relevante em todos os pontos de contato e canais. No relatório State of Marketing 2015, os entrevistados citaram ferramentas de apps para mobile, marketing analytics e gestão de relacionamento com clientes (CRM) como as tecnologias que são mais eficazes para a criação de uma real jornada do consumidor.

• Os orçamentos para as mídias sociais estão crescendo mais do que qualquer outro canal de marketing digital. Há uma grande mudança na forma como os profissionais de marketing veem as mídias sociais: 64% deles agora enxergam essa plataforma como um facilitador decisivo para produtos e serviços, 25% a mais do citado no relatório State of Marketing 2014. 70% dos profissionais de marketing disseram que vão aumentar os gastos com publicidade nas mídias sociais.

• Os profissionais de marketing estão integrando dispositivos móveis em sua estratégia global de marketing. Os profissionais de marketing estão cada vez mais focados em garantir que estejam alcançando seus clientes com interações 1:1 em tempo real através de dispositivos móveis. 68% relatam que integraram mobile em sua estratégia global de marketing, 48% a mais do que no relatório do ano passado. 65% planejam gastar mais com notificações push em celulares, com um aumento de 32% ano-sobre-ano. 58% possui agora uma equipe dedicada ao mobile marketing, 35% mais do que em 2014.

• O email é o motor do marketing digital. 73% dos profissionais de marketing concordam que o email é fundamental para o seu negócio, e 92% relatam que o email gera retorno sobre o investimento (ROI). 47% dos participantes da pesquisa citaram as taxas de click-through como a métrica-chave para medir o sucesso das campanhas de email marketing, enquanto 43% identificaram a taxa de conversão como a métrica-chave.

“O futuro do marketing é construir jornadas do consumidor relevantes para os clientes, através de interações entre vendas, serviços e marketing. É mais importante do que nunca conectar-se com cada pessoa que interage com a sua marca, e personalizar as jornadas com base em suas interações e preferências”, disse Scott McCorkle, CEO da Salesforce Marketing Cloud, Salesforce. “Nosso relatório State of Marketing 2015 mostra que este será o ano em que as empresas vão ‘ligar os pontos’ de maneira adequada e implementar uma abordagem verdadeiramente multicanal para personalizar o engajamento de cada cliente.”

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