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Intel e Telit fecham parceria para incentivar internet das Coisas do Brasil

A Intel e a Telit Wireless Solutions anunciaram colaboração para incentivar o empreendedorismo da Internet das Coisas no Brasil. Para isso, a Intel fornecerá kits de desenvolvimento para grupos classificados da Telit Cup Brasil, uma competição criada para incentivar estudantes universitários e de cursos técnicos de engenharia e tecnologia a desenvolverem suas ideias para máquinas conectadas que podem melhorar a qualidade de vida urbana.

Os doze grupos aprovados na primeira fase da Telit Cup Brasil, formados por até três estudantes e um professor orientador de instituições como USP, Inatel e Fiap, terão até junho para apresentar um protótipo funcional do business plan apresentado durante as inscrições. “Os módulos da Telit fornecem funcionalidades de comunicação como 3G, 2G e GPS, e o kit da Intel é o acompanhamento perfeito para processar os dados enviados pelas soluções desenvolvidas pelos grupos”, explica Ricardo Buranello, diretor geral e vice-presidente da Telit Latin America.

O objetivo principal da competição é que essas soluções se tornem negócios no mundo real que possam potencialmente ser inseridos no mercado e melhorar a qualidade de vida em nossas cidades. Por isso, a propriedade intelectual de todas as soluções desenvolvidas durante a competição pertencerá exclusivamente aos estudantes e professores responsáveis por sua criação. “O papel da Intel e da Telit é fornecer aos grupos aprovados os kits e o suporte técnico durante a competição, para que os grupos possam atingir seus objetivos”, explica Rubem Saldanha, gerente de educação da Intel. “Estamos ansiosos para ver o que essas mentes jovens e brilhantes podem fazer com nossa tecnologia”.

O primeiro prêmio da Telit Cup Brasil será uma viagem para Las Vegas para que todos os membros do grupo vencedor visitem uma das maiores feiras de tecnologia do mundo, a CTIA, e possam fazer contatos para a implementação de suas idéias.

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Venda de ativos não estratégicos é tática das empresas para garantir bom desempenho em 2015

Pesquisa realizada pela Ernst &Young (EY) mostra que mais da metade dos executivos ouvidos preveem aumento de operações de desinvestimento ao longo do ano

desinvestimento será uma das principais medidas adotadas pelas companhias em 2015 para atender à pressão por melhoria do portfolio e maior retorno para os acionistas. É o que mostra estudo Closing the deal: strategies to increase speed and value, realizado pela Ernst & Young (EY). De acordo com a pesquisa, 54% dos executivos ouvidos preveem aumento na venda de ativos não estratégicos ao longo do ano.

Para aqueles interessados em vender, o momento também é bom. Quase metade das companhias consultadas (42%) espera aumento de ofertas não solicitadas. Além disso, diante dos potenciais benefícios do desinvestimento, 47% das empresas afirmam que, mesmo não tendo a venda de ativos em seus planos, considerariam a operação se os valores oferecidos tiverem um prêmio entre 10% e 20%.

Para muitas companhias, a venda de ativos é a principal estratégia adotada para crescer. Do total de empresas entrevistadas, 74% afirmaram ter investido o capital levantado com operações de desinvestimento na expansão do negócio. Os aportes foram destinados para fusões e aquisições (17%), novos produtos, mercados ou geografias (23%) ou reinvestidos no core business (34%).

As demandas dos acionistas continuarão a ser o principal fator motivador para o desinvestimento em 2015, 45% dos participantes indicam que a militância dos investidores influenciou as decisões pelo desinvestimento tomadas recentemente.

O estudo também revelou que enquanto muitos executivos seguem boas práticas para revisão dos portfolios, 58% deles admitem que não realizam esse processo com a frequência necessária.

Ao mesmo tempo, 55% indicam que análises do negócio fariam suas avaliações de portfólio mais efetivas. Companhias que registraram aumento do valor da empresa após operações de desinvestimento tinham 58% mais propensas a fazerem uso de ferramentas do que aquelas que apresentaram baixa performance.

“Os acionistas estão mais arrojados do que nunca e eles não deixam pedra sobre pedra na busca por fontes inexploradas de ganhos. Desinvestimentos continuarão a ganhar força, não apenas pelas demandas dos acionistas, mas também pela preferência das companhias por revisão e constante aperfeiçoamento dos portfólios”, diz Viktor Andrade, sócio de Fusões e Aquisições da EY no Brasil.

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Lumen IT é premiada na Conveção Anual de Parceiros da Thomson Reuters

A Lumen IT, empresa de Tecnologia da Informação com foco de atuação no middle market, acaba de conquistar o primeiro lugar na categoria “Novos Clientes” do Prêmio Especial oferecido pela Thomson Reuters em sua Convenção Anual de Vendas 2015.

Com presença estabelecida no Brasil há várias décadas, a Thomson Reuters, provedor líder mundial de soluções tecnológicas e informações inteligentes para empresas e profissionais, reúne a cada ano seus canais de vendas e parceiros de negócios para avaliar o desempenho registrado no período anterior e compartilhar estratégias de crescimento. Ao final do encontro, acontece a entrega do Premio Canais Thomson Reuters, um dos mais esperados pelo mercado, em que são reconhecidos os Canais de Vendas que mais se destacaram em diferentes categorias.

“O objetivo é reconhecer publicamente os parceiros de negócios que nos apoiam em nosso objetivo de entender as necessidades e desafios do mercado para oferecer soluções cada vez mais apropriadas e eficientes”, diz José Lima, head de Operações da divisão de Tax & Accounting Software da Thomson Reuters no Brasil.

“De nosso lado, posso afirmar que receber esse prêmio é motivo de grande orgulho e satisfação para a equipe Lumen IT. É o reconhecimento de um trabalho sério e dedicado que vimos construindo ao longo de toda nossa trajetória profissional, sempre com nosso foco direcionado aos desafios e necessidades de nossos clientes – seja na fidelização da base instalada, seja na conquista de novas contas e oportunidades”, diz Régis Lima, CEO da Lumen IT.

Segundo ele, é também importante considerar o peso desse prêmio. “Muitos estudos e publicações especializadas em Marketing, Sales Efectiveness e Desenvolvimento de Mercado ressaltam os desafios de se conquistar um cliente novo, esforço que pode ser de 5 a 10 vezes mais difícil do que manter um cliente atual”, analisa. E acrescenta: “Ficamos muito satisfeitos de poder contribuir positivamente para ampliar e fidelizar a base de clientes que encontram nas soluções oferecidas pela Thomson Reuters o suporte necessário para melhor gestionarem seus negócios, tomando melhores decisões mais rapidamente”.

A Thomson Reuters é um dos maiores conglomerados de tecnologia informação do mundo, atendendo a diversos segmentos de mercado. Combina ampla experiência de mercado com conteúdo relevante e tecnologia inovadora para respaldar a atuação dos principais tomadores de decisão nos mercados financeiro, de risco e compliance; jurídico; tributário, contábil e de gestão de comércio exterior; de propriedade intelectual e ciência; e de mídia, impulsionada pela Reuters News, organização de notícias mais confiável e prestigiada do mundo.

No segmento fiscal e tributário, no qual a Lumen IT atua como parcerio estratégico de negócios, a Thomson Reuters oferece um portfolio completo e integrado de soluções e conteúdo por meio de marcas amplamente reconhecidas e respeitadas no mercado local, tais como Mastersaf, CHECKPOINT, FISCOSoft, ONESOURCE, ONESOURCE Global Trade (Powered by Softway) e Domínio Sistemas.

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O caminho da TI no pequeno varejo

Por André Bretas, diretor de Small Business da TOTVS

Até pouco tempo, ao pensar em montar seu próprio negócio, o primeiro grande desafio era a escolha de um ponto comercial. A chegada da Internet e o crescimento exponencial dos dispositivos móveis mudaram o comportamento das pessoas, não só frente a essa decisão, mas também em todas as outras esferas do dia a dia. O e-commerce deslanchou nos últimos anos e hoje ao criar uma empresa, para a maioria dos pequenos empresários, o primeiro passo é desenvolver uma loja virtual.

Com ela, as pessoas não precisam mais pagar aluguel ou se preocupar com a região ideal para se estabelecer. Além disso, o e-commerce confere às empresas a oportunidade de comercializar seus produtos para consumidores em cidades e países distantes, pessoas que dificilmente teriam acesso à loja e suas mercadorias.

Por isso cada vez mais varejistas estão aderindo ao modelo. Em 2014, o setor chegou à marca de R$ 35,8 bilhões no Brasil, crescendo 24% em relação a 2013, de acordo com a E-bit, empresa especializada em informações sobre e-commerce. Para 2015, apesar da retração esperada na economia do país, a E-bit prevê um crescimento nominal de 20%, atingindo um faturamento estimado de R$ 43 bilhões.

No entanto, embora as lojas físicas estejam migrando para o comércio eletrônico, temos assistido a um novo movimento no país, principalmente no varejo. Hoje, a maior parte dos novos empresários começa com uma loja virtual e só depois, com a empresa estruturada, estabelece um ponto comercial. A operação entra em funcionamento de forma mais rápida e simples. Além disso, já nasce totalmente conectada à nova geração de empreendedores e consumidores, acostumados a fazer compras pela Internet e divulgar as informações pelas redes sociais.

Por nascerem digitais, essas empresas tendem a buscar uma solução de gestão apenas quando o volume de vendas atinge determinado patamar, visando controlar melhor o andamento das vendas e entregas de mercadorias, bem como o fluxo de caixa da empresa. Este monitoramento torna-se ainda mais importante visto que o mundo digital não nivela os negócios pelo porte e sim pela qualidade do serviço. Quanto maior a qualidade, maior o potencial de se destacar, independentemente do tamanho da empresa. O segredo é crescer de forma sustentável.

Com o apoio de uma ferramenta que garanta a organização do negócio, as rotinas passam a ser padronizadas e os dados unificados, permitindo identificar com precisão a curva de crescimento. O próximo passo torna-se então seguro e assertivo: estabelecer uma loja física. Nesse momento, será necessário um novo investimento, não só no ponto comercial e em funcionários, mas também em uma solução de Ponto de Venda, mais conhecida como PDV. O sistema escolhido deve ser aderente à legislação fiscal vigente e permitir a impressão do cupom fiscal ou a emissão do cupom fiscal eletrônico.

Com a loja física, o empresário conseguirá interagir pessoalmente com os consumidores, tendo a oportunidade de solidificar a relação de proximidade e confiança já estabelecida por meio da loja online. Porém, mesmo com a facilidade de adoção de plataformas de e-commerce e soluções de gestão, é importante que o empresário identifique o momento ideal de dar o próximo passo. E, após a abertura da loja física, lembrar que é necessário oferecer ao cliente do ponto comercial a mesma qualidade de atendimento e eficiência do comércio eletrônico.

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Amcham divulga economia criativa do Brasil a investidores estrangeiros

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A Amcham – Brasil lançou um guia para investidores estrangeiros sobre a economia criativa brasileira. O novo How To Understand Creative Economy in Brazil chega para integrar a série How To Do Business and Invest in Brazil, que, com 21 títulos, divulga informações específicas de como fazer negócios em solo brasileiro.

Com atividades econômicas nas artes, artes visuais, publicidade, rádio e TV, cinema, vídeo, jogos, moda, design e arquitetura, a economia criativa possui característica de criar empregos mais qualificados e tem se destacado no país. O Panorama da Economia Criativa do Brasil, do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), estima que o setor movimente entre 1,2% e 2% do PIB (Produto Interno Bruto), 2% da mão-de-obra e 2,5% da massa salarial formal do país.

De acordo com o Ministério da Cultura, que abriga a Secretaria de Economia Criativa (SEC), o crescimento do setor em 2013 foi de 6,13%, enquanto o do PIB atingiu 2,3%.

Esse fenômeno ocorre no mundo todo. O último relatório de investimento global da Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento), de 2013, mostrou que em 2011 o setor movimentou US$ 624 bilhões, com taxa de crescimento anual de 8,8%. Nos países em desenvolvimento, chegou a ampliar 12,1% ao ano, entre 2002 e 2011.

Desenvolvido em parceria com o Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, o How To Understand Creative Economy in Brazil apresenta as particularidades da economia criativa no Brasil, seus pontos fortes e carências, além de iniciativas públicas e privadas para sua promoção.

“O setor está crescendo e o Brasil é forte nessas atividades. O guia auxilia o estrangeiro a entender a economia criativa no país, com o objetivo de impulsionar os negócios”, afirma Camila Moura, diretora de Produtos e Serviços da Amcham.

Economia criativa

O Ministério da Cultura definiu cinco áreas de atividades da economia criativa no Brasil: patrimônio (materiais e imateriais, museus e arquivos); expressões culturais (artesanato, artes visuais, culturas afro, indígenas e populares); artes e espetáculos (dança, música, circo e teatro); audiovisual, livro e literatura (cinema e vídeo e publicações); e criações funcionais (moda, arquitetura, design e arte digital).
São segmentos que geram produtos tangíveis, bens intangíveis e propriedade intelectual, o que perpetua receitas empresariais por meio de royalties.

O guia How To Understand Creative Economy in Brazil está disponível gratuitamente na página www.amcham.com.br/howto.

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Oracle OpenWorld Latin America 2015: três dias de inovação para os negócios

Maior conferência de negócios e tecnologia da Oracle na América Latina acontece de 23 a 25 de junho, em São Paulo, e destacará como a tecnologia pode alavancar os negócios com mais agilidade. Em paralelo, o JavaOne 2015 trará novidades da plataforma mais popular do mundo para desenvolvedores de toda a região.

O Oracle OpenWorld Latin America, maior evento de tecnologia da Oracle na América Latina, ocorrerá de 23 a 25 de junho de 2015, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, tendo como tema principal a transformação empresarial em um mundo cada vez mais conectado e dinâmico. O objetivo principal do encontro é mostrar como as soluções tecnológicas podem modernizar, simplificar e inovar os processos das empresas com agilidade, acelerando a transformação dos negócios.

Cloud computing está transformando o dia a dia das empresas ajudando-as a serem mais modernas e ágeis em seus projetos e no atendimento às exigências do mercado e dos seus clientes. O evento abordará as últimas tendências e perspectivas de como as companhias podem evoluir e ser mais competitivas com soluções em cloud.

Os participantes conhecerão todo o potencial dos aplicativos, plataformas e hardwares do portfólio da Oracle durante as keynotes, sessões paralelas e exposição. A interação e conteúdo serão os principais destaques do Oracle OpenWorld Latin America 2015, possibilitando que clientes, especialistas de TI, executivos das mais diversas áreas e analistas de mercado compartilhem ideias sobre as empresas modernas, desde inovação, passando por cloud, Customer Experience, Big Data e Engineered Systems.

Pela importância do evento para a América Latina, Mark Hurd, CEO da Oracle, participará do Oracle OpenWorld Latin America 2015, como keynote principal, compartilhando a visão da empresa e como cloud tem revolucionado os negócios em todo o mundo.

Na agenda do Oracle OpenWorld Latin America temas relacionados às áreas estratégicas também terão espaço e agenda exclusiva, como gestão do Atendimento aos Clientes, Recursos Humanos, Marketing, Vendas e Operações.

Paralelo ao Oracle OpenWorld acontecerá o JavaOne 2015, congresso para a comunidade de desenvolvedores e líderes de Java, com discussões e apresentações sobre a evolução da plataforma tecnológica mais popular do mundo.

A expectativa é reunir cerca de 10 mil pessoas durante os três dias de evento, que terão a oportunidade de interagir e obter conhecimento nos keynotes, sessões paralelas e estandes de parceiros na área de exposições.

Para mais informações sobre o evento, acesse:
Oracle OpenWorld Latin America
https://www.oracle.com/openworld/br/index.html
JavaOne
https://www.oracle.com/javaone/br/index.html

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Mulheres representam 90% da operação de call center em home office

As mulheres cada vez mais contribuem ou desejam contribuir com a renda familiar. Muitas, no entanto, não conseguem estruturar uma rede de apoio aos filhos e acabam optando por ficar em casa.

Mas, como ser multitarefa já é uma das qualidades femininas, poder aliar trabalho e família é totalmente possível mas privilégio de poucas. A Home Agent, empresa inovadora de terceirização de call centers em sistema home office, trouxe luz ao dilema de tantas profissionais. 90% da operação da Home Agent são mulheres e 70% delas têm filhos. 100% delas se declaram felizes com a escolha. O modelo implantado pela empresa possibilita o trabalho em casa, com qualidade e tempo para a família. Cerca de 70% já deixou de participar de processos seletivos por conta da distancia. “Nossos atendentes recebem todo treinamento e material necessário para a qualidade as operações funcionarem em casa. Eles têm à disposição seu próprio ‘mini call center’ pronto para atender os clientes&rdquo ;, afirma Fabio Boucinhas, CEO da Home Agent.

“Ao lado da família a preocupação com problemas cotidianos é menor e a qualidade de vida é maior, sem perder tempo com o estresse do trânsito a empresa e os clientes só têm a ganhar, pois o atendimento oferecido pelo operador terá muito mais qualidade”, explica o CEO. Trabalhando em casa as mulheres economizam cerca de 4 horas do seu dia, horas que são perdidas no trânsito. “Se pararmos para calcular, em um ano ela ganha 60 dias que podem ser melhores dedicados ao trabalho e à família. Mães mais presentes são mais felizes e consequentemente mais produtivas”, acredita Fabio.

Pesquisa realizada pela Home Agent aponta que 50% das mulheres se sentiam culpadas por trabalhar fora e 95% acreditam que a família se sente mais segura com a mãe/mulher em casa. O sistema de trabalho home Office possibilita acima de tudo dias melhores para o funcionário e para os que estão ao seu redor.

Na soma final, todos saem ganhando, a empresa tem menos faltas de funcionários, o cliente tem mais qualidade no atendimento, o colaborador trabalha mais feliz e os filhos têm por perto a mãe em tempo integral.

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Infecções por Trojans financeiros diminuem 35%, diz Symantec

Em 2014, o número de infecções de Trojans financeiros diminui 35% no mundo, principalmente devido às diversas operações de detenção de polícias internacionais em parceria com a indústria de segurança, como a Symantec. Entretanto, 1467 instituições financeiras em 86 países foram alvo desses ataques. No Brasil, o principal foco foram os boletos bancários, que receberam malwares que interceptam e manipulam os documentos originais para que o dinheiro seja enviado aos atacantes ao invés do destinatário original.

Os dados, retirados do Estudo de Trojans Financeiros 2014 da Symantec, revelam ainda que os criminosos virtuais estão se concentrando em novos alvos fora do sistema bancário online, como os Bitcoins e os gerenciadores de senha. Além disso, buscam também vantagens a partir de ofensivas presenciais em caixas eletrônicos e nos tradicionais ataques de engenharia social e em e-mails.

“As instituições financeiras são alvos recorrentes de ataques virtuais. No Brasil, por exemplo, essas empresas sofrem regularmente grandes ondas de spam que tentam instalar malwares nos computadores e dispositivos móveis dos usuários”, afirma André Carraretto, especialista de Segurança da Informação da Symantec. “O Boleto, por exemplo, se mostrou um grande caminho para ataques, já que essa é uma das formas de pagamento mais conhecida no país, permite a transferência de dinheiro online para os cibercriminosos e pode chegar ao computador comprometido através de campanhas de spam ou sequestro de DNS”, complementa o especialista.

Outros fatores destacados pela pesquisa incluem:

• As nove maiores instituições financeiras foram atacadas por mais de 40% dos Trojans.
• A instituição financeira mais visada está localizada nos EUA e foi atacada com 95 por cento de todos os Trojans analisados.
• As taxas de phishing em e-mails caíram 74% em 2014.
• Os EUA são o país com o maior número de infecções de Trojans financeiros, seguido pelo Reino Unido e Alemanha.

Além disso, a Symantec ainda avalia que os cibercriminosos continuam a visar alvos de alto perfil e, por isso, recomenda as seguintes dicas:

– Tenha cuidado ao receber e-mails não solicitados, inesperados, ou suspeitos
– Mantenha o software de segurança e sistemas operacionais atualizados
– Ative recursos de segurança avançados, como ativação por duplo fator, se disponível
– Use senhas fortes para todas as suas contas
– Sempre saia da sua sessão de banco on-line quando terminar
– Ativar notificações de login da conta, se disponível
– Verifique os extratos bancários para acompanhar regularmente atividades suspeitas
– Informe sua instituição financeira de qualquer comportamento estranho ao usar o seu serviço
Malware do Boleto

Nos últimos três anos, o malware de boleto surgiu com foco no mercado brasileiro. Atualmente, ao menos três famílias diferentes dessa ameaça atingem os usuários desse sistema de pagamento e, apesar de ser difícil estimar o total de perdas, é possível concluir que estas campanhas continuam lucrativas para os criminosos.

“É muito provável que mais grupos cibercriminosos busquem os boletos nos próximos meses, o que levará a novas variantes de malware e à modificação de Trojans já existentes”, analisa Carraretto. “Por isso, essa ameaça deve ser enfrentada como em evolução e a vigilância constante é muito necessária”, finaliza o especialista.

Para evitar ser comprometido pelo malware Boleto, a Symantec recomenda as seguintes boas práticas:

• Seja cauteloso ao receber e-mails não solicitados, inesperados ou suspeitos
• Evite abrir anexos e clicar em links de e-mails não solicitados, inesperados ou suspeitos
• Mantenha o software antivírus e os sistemas operacionais atualizados
• Evite utilizar Boletos suspeitos
o Se o código de barras não funcionar, verifique e certifique-se de que não foi manipulado
o Compare o número de identificação com Boletos anteriores. Geralmente, se forem enviados pela mesma empresa, a primeira metade do número de identificação não muda

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Brasoftware encerra 2014 com crescimento de 39% no faturamento

A Brasoftware, empresa provedora de soluções tecnológicas, encerrou 2014 com faturamento R$ 810 milhões de reais, 39% a mais em relação a 2013. O resultado foi impulsionado pelo crescimento no número de contratos para setores como o de manufatura, serviços e área governamental; e a expansão geográfica da empresa que, atualmente, possui escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília, além de gerentes regionais presentes em outras 15 capitais do país.

“Mesmo em um cenário econômico retraído e com investimentos direcionados para os grandes eventos que o país está recebendo, o resultado apresentado pela Brasoftware comprova que as soluções de ti realmente são um diferencial competitivo para qualquer segmento de negócio e, dentro deste cenário, a companhia tem se consolidado como um grande provedor de soluções em software, para pequenas, médias e grandes empresas, ou ainda órgãos públicos”, ressalta Eduardo Sukarie, Diretor Comercial da Brasoftware.

Desempenho regional

Em 2014, o processo de expansão regional seguiu em ritmo acelerado. Os escritórios regionais foram responsáveis por 33% do faturamento, quando comparado com o resultado da empresa de 2013. O escritório de Brasília teve um acréscimo de 270%; enquanto o do Rio de Janeiro alcançou 55%, a região Sul 41% e a região do Nordeste 50%.

“As regionais tiveram um crescimento médio de 50%, fator fundamental e estratégico para o resultado da companhia, o que justifica os constantes investimentos realizados tanto no Nordeste e Centro-Oeste do País, como no Sul e interior de São Paulo”, conta Eduardo Sukarie.

As conquistas

Além do crescimento expressivo, 2014 foi um ano muito especial para a Brasoftware. A revendedora brasileira com capital e atuação 100% nacional foi eleita como “O Melhor Parceiro Global de Licenciamento de Software por Volume Microsoft”. A companhia concorreu com mais de três mil canais em todo mundo e o reconhecimento é resultado de uma parceria de mais de 25 anos de um trabalho sério e engajado.
“Isso marca nossa história, pois é um grande feito, além de enaltecer o pioneirismo, o comprometimento e a paixão pela excelência na relação com nossos clientes, parceiros e colaboradores que sempre foi a marca da Brasoftware”, comemora Jorge Sukarie, presidente da Brasoftware.

A Brasoftware ainda foi reconhecida como o maior parceiro no Brasil e na América Latina pela Arcserve; parceira Gold da Autodesk e a maior do país; o primeiro parceiro Adobe na oferta de contratos ETLA (Enterprise License Agreement) e recebeu o título pelo melhor desempenho em vendas Symantec. “Estes reconhecimentos foram resultado da flexibilidade e do alinhamento do nosso modelo de negócios para com as necessidades de nossos clientes, assim como as oportunidades de mercado”, conta o Diretor Comercial da empresa.

O Futuro

O ano de 2015 é visto com bastante otimismo pela Brasoftware, a companhia estima crescer 20% este ano. Para isso, manterá os investimentos que tem realizado nos últimos anos, como o das estruturas regionais, a expansão das áreas de pré e pós-venda e o crescimento em verticais, principalmente a de Governo. Além disso, a empresa irá expandir sua atuação nos estados de Minas Gerais, Espirito Santo e Santa Catarina e as regiões Nordeste e Centro-Oeste do país, do mesmo modo em que ampliará o atendimento, por meio de gerentes regionais, nos Estados que já possui escritórios. “A expectativa é estabelecer, cada vez mais, uma relação de confiança e sinergia entre nossos colaboradores, em todos os escritórios, e atuar com outros serviços em nossa base de clientes”, revela Eduardo Sukarie.

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AÇÃO Informática anuncia Edson Massao Yamasaki como novo gerente da Unidade de Negócios HP

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Edson possui mais de vinte anos de experiência em projetos de Tecnologia da Informação. É formado em física pela Universidade de São Paulo, com mestrado em Engenharia Elétrica. Também possui a certificação MASE HP Storage e cursa, pela Fundação Getúlio Vargas, um MBA em Gestão e Estratégias de Negócios.

Na AÇÃO Informática, ao longo de quatro anos, já passou pelos cargos de Arquiteto de Soluções e Gerente de Produto HP Storage.

Sobre a AÇÃO Informática

A AÇÃO Informática conhece o mercado de tecnologia da América Latina como poucos e representa as maiores empresas de software, hardware, aplicativos e networking do mundo. Em 2015, o Grupo adaptou seu modelo de negócios para seguir inovando e liderando na distribuição de soluções de tecnologia. Seus principais pilares de atuação são: Big Data & Analytics, Cloud Computing, Segurança e Customer Experience (mobile & social), baseados em plataformas de infraestrutura convergente, implantados para manter o negócio em movimento. Por meio da subsidiária AKTIO, a empresa possui operações também na Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai.

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Pesquisa da Michael Page com 500 executivos avalia confiança no mercado de trabalho em 2015

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Apesar de um cenário macroeconômico mais restritivo, pesquisa da Michael Page com 500 executivos posicionados entre média e alta gerência e com remuneração fixa mensal entre R$10 mil e R$ 35 mil, demonstra que 51% destes profissionais estão confiantes quanto ao mercado de trabalho em 2015.
Para João Marco Frederico, diretor executivo da Michael Page, o indicador reflete o baixo índice de desemprego registrado no país. Em janeiro, o indicador ficou em 6,8%, segundo o IBGE, menor patamar da série histórica. “São profissionais bem qualificados, que se movimentam facilmente no mercado. Sabem que se por um lado não há ampliação de novas vagas, há espaço para substituições”, afirma o executivo.
Plano de carreira
A pesquisa da Michael Page detectou que 38% dos profissionais pretendem se arriscar a mudar de emprego ao longo de 2015. Deste universo, 21% almejam um salto ainda maior: mudar de setor. “São profissionais alocados em setores mais duramente atingidos pelo momento econômico, como setor automotivo, Oil&Gas e construção”, pondera Frederico.

Para 41% dos profissionais, porém, a prioridade para 2015 é acumular experiências no emprego atual. 12% dos profissionais entrevistados dizem ter como prioridade a busca de crescimento nas empresas onde já trabalham, enquanto outros 10% irão investir em aperfeiçoamento acadêmico.

Horizonte
O levantamento também procurou identificar os planos de contratações das empresas este ano e identificou que 37% das companhias pretendem expandir o quadro de funcionários em 2015.
Embora 63% das empresas declarem, no levantamento, que não pretendem ampliar os quadros, haverá demanda por pessoal para substituição e reposição de executivos. “Devemos ter um ano fortemente marcado por substituição de profissionais, afinal, com uma economia fraca, cresce as metas e os parâmetros de eficiência”, analisa Frederico.

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Cabeamento Estruturado é tema de palestra gratuita

 

Cabeamento Estruturado é tema de palestra gratuita

Nexans e Faculdade Impacta promovem evento para tratar da importância do cabling
A Nexans, líder global na fabricação de cabos e sistemas de cabeamento, em parceria com a Faculdade Impacta, referência em cursos de graduação, pós-graduação e MBA nas áreas de TI, Gestão, Design e Mercado Digital, promovem no próximo sábado, dia 7 de março, a palestra gratuita “Cabling: a importância, carreira e certificação”. Na ocasião, temas como a realidade das infraestruturas no Brasil e no mundo e o mercado brasileiro serão abordados pelos palestrantes Álvaro Salgueiro Monteiro, instrutor de redes do grupo Impacta, e Fernando de Mesquita Ferreira, coordenador de vendas do segmento de datacable da Nexans do Brasil.

“O cabeamento é um item fundamental para o perfeito funcionamento das redes atuais. Cerca de pouco mais de 50% dos problemas de rede são problemas de cabeamento, e o cabeamento representa apenas 5% do investimento total em TI das empresas, em média. Por outro lado, o cabeamento tem um ciclo de vida mais longo, pois pode funcionar por muitos anos, diferentemente de softwares e servidores, que são trocados com muito mais frequência”, afirma o coordenador de vendas.

Para ele, o profissional de TI ou de Infraestrutura que souber projetar e instalar perfeitamente redes de cabeamento estruturado terá um diferencial competitivo frente aos demais profissionais da área. “No Brasil, a qualidade da mão de obra, no geral, tem deixado muito a desejar”, explica.

Para participar da palestra, basta inscrever-se no site www.impacta.edu.br, na área de eventos. A palestra é gratuita e pede-se a doação de um quilo de alimento não perecível (exceto sal) que será destinado para a Fundação Francisca Franco.

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