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América Latina lidera o mundo em maturidade na experiência do cliente

Todas as empresas, não importa o porte ou segmento, estão hoje sob pressão para oferecer uma experiência ao cliente (CX) da qual possam se orgulhar. Para apoiar as organizações nesse sentido, a Zendesk, em parceria com a Enterprise Strategy Group (ESG), realizou durante os meses da pandemia um estudo na América Latina para entender como e em até que ponto a adoção de melhores práticas em CX melhora a capacidade de oferecer uma experiência superior ao cliente e às equipes internas de atendimento, além de incrementar os resultados do negócio.

Para analisar os dados, a ESG criou um modelo que segmenta os respondentes (e as organizações que eles representam) em três níveis de maturidade de atendimento e suporte: campeões, em crescimento e iniciantes. O estudo descobriu que existe uma ligação clara entre as empresas com maior maturidade em experiência do cliente e um maior sucesso em participação de mercado, aumento dos gastos dos clientes e processos mais ágeis nos últimos seis meses. O levantamento mostra que a América Latina está à frente do resto do mundo em termos de maturidade, onde 39% das organizações são campeãs, 34% estão em crescimento e 28% são iniciantes em atendimento ao cliente. Mas, o que torna uma empresa referência em CX? A seguir, explicamos as diferenças entre cada uma delas:

Campeões: de acordo com o estudo, os campeões representam 39% do mercado latinoamericano e 41% no Brasil. Essas empresas têm 4,4x mais probabilidade de exceder suas metas de CSAT (nível de satisfação do cliente), o que as tornam 2,3x mais propensas a ganhar participação de mercado, mesmo em tempos difíceis, como nesta pandemia, e com 6,5x mais chances de aumentar os gastos dos seus clientes. Elas empregam seis ou sete das melhores práticas prescritas em nosso modelo de maturidade, investem em ferramentas para melhorar a performance da equipe, como soluções que permitem que os agentes de atendimento façam bem o seu trabalho, e capturam muitos dados em tempo real, que apoiam no atendimento e nas tomadas de decisão. Todas essas melhores práticas se refletem em resoluções mais rápidas aos clientes. As empresas campeãs são, em média, 37% mais rápidas do que as demais em resolver o problema de seus consumidores. Além disso, elas têm 1,5x mais probabilidade de ter um tempo médio de primeira resposta abaixo de uma hora, 2x mais probabilidade de relatar que menos de 1% dos problemas do cliente não podem ser resolvidos, e equipes de suporte mais felizes (com 5,8x mais probabilidade de classificar como nada problemática a taxa de rotatividade do time).

Em crescimento: estas organizações fizeram progressos significativos no atendimento ao cliente e na curva de maturidade de seu suporte. Elas adotam quatro ou cinco das melhores práticas do nosso modelo de maturidade, mas ainda têm uma margem para melhorar a captura em tempo real dos feedbacks de seus clientes e usá-los em suas decisões de negócio. Além disso, elas raramente afirmam ter à disposição todas as métricas de apoio que gostariam de ter e, apenas um quarto delas acredita fornecer as melhores ferramentas para as equipes de suporte. Essas empresas representam 34% do mercado latinoamericano.

Iniciantes: estas organizações são as menos maduras hoje em dia quando se trata de atendimento e suporte ao cliente. Elas adotam três ou menos das melhores práticas do nosso modelo de maturidade e, geralmente, têm equipes que necessitam de mais treinamento, estão sobrecarregadas com suas cargas atuais de trabalho e não possuem os dados ou ferramentas corretas para agir de acordo com o retorno do cliente. Essas empresas representam 28% do mercado latinoamericano.

“As empresas que colocam o cliente no centro de suas estratégias de negócio têm seus níveis de satisfação mais altos e, clientes felizes são mais propensos a se tornarem fiéis e promover a marca”, diz Luiz Antunes, diretor de Solutions Consulting da Zendesk na América Latina. “Minhas três principais dicas para aquelas empresas que ainda não são campeãs no serviço ao cliente é, em primeiro lugar, focar no desempenho do CX, colocá-lo realmente como uma área crítica para o sucesso do negócio. A segunda dica é investir mais tempo e esforço na capacitação da equipe de suporte e, por fim, adotar ferramentas e tecnologias que viabilizem um bom atendimento ao cliente”, acrescenta.

Como usar dados na tomada de decisão estratégica

Cerca de 60% das empresas brasileiras baseiam suas decisões em Data & Analytics, segundo o Global State of Enterprise Analytics 2019. Diante disso, é essencial conhecer as formas de uso dessas informações para melhorar toda a operação e auxiliar na tomada de decisão estratégica.


Segundo Antonio Rodrigues, um dos fundadores e vice-presidente da BRQ Digital Solutions, uma das maiores empresas de tecnologia do país, especializada em Data & Analytics, por meio dos dados é possível compreender informações consolidadas de tudo o que já aconteceu para prever cenários e criar planejamentos eficientes, o que permite escolher o caminho com menor grau de erro. “Assim, é possível ter maior agilidade nas empresas. Além disso, as informações apoiam a criação de melhores estratégias de negócio, ao permitir entender situações que possam vir a ocorrer no mercado”, explica Antonio.

Para usar os conceitos em tomadas de decisão é preciso identificar quais informações são relevantes para cada demanda e, então, definir uma estratégia de coleta e análise. Segundo Antonio, são diversas as áreas que os dados podem aprimorar. “Fazer uma análise diagnóstica do negócio, por exemplo, ajuda a entender o status da empresa, seus erros e acertos.

Dessa forma, os processos podem ser aprimorados e as decisões futuras terão um direcionamento mais embasado. As informações também ajudam na criação de insights certeiros ao detectar padrões em diversas áreas do negócio – vendas, resultados internos, etc”, destaca.

“A partir de pesquisas, entende-se as reais necessidades dos clientes, o que ajuda a construir serviços e processos mais personalizados e, portanto, mais bem-sucedidos com o público alvo.” reforça Antonio Rodrigues.

Ao tomar decisões com base em dados, é interessante levar em consideração se essas ações foram bem sucedidas. Para realizar essa avaliação, é proveitoso seguir alguns passos:

1) Defina os objetos da análise, o que se espera alcançar com o estudo;
2) Crie um planejamento que determine as fontes dos dados, os processos de análise e os responsáveis;
3) Crie indicadores que façam sentido para cada negócio.

2020: Um ano disruptivo

Por Alberto Machado Neto, Diretor de Petróleo, Gás Natural, Bioenergia e Petroquímica da ABIMAQ

Um ano que, dizem, não vai terminar, mas que, na verdade, nem começou. Que apesar de ser par está sendo um ano ímpar. Que distanciou os próximos e aproximou os distantes. Que limitou viagens, mas permitiu irmos a vários locais em um mesmo dia, sentados na mesma cadeira. Que fechou escritórios, manteve as pessoas em casa e mudou o conceito de trabalho.

Um ano que favoreceu fisioterapeutas, otorrinos, oculistas, nutricionistas e, principalmente, psicólogos, para suportar novos hábitos e desajustes funcionais. Um ano em que todos nos tornamos profundos conhecedores de infectologia e passamos a opinar nos tratamentos disponíveis. Ano em que perdemos alguns bons amigos e nos alegramos pela recuperação de muitos deles.

Um ano que limitou o networking, mas aumentou o working na Net. Um ano em que, depois de tanto usar delivery, a ida ao supermercado virou um programa e, em alguns casos, uma ida à estratosfera pelos preparativos para começar e terminar a viagem. Um ano em que a parte do corpo de maior contato com o álcool deixou de ser a boca e passou a ser a mão, em que o Google fez as provas de muitos alunos e os funcionários, ao invés de deixarem o paletó na cadeira do escritório, passaram a deixar uma foto no Zoom.

Enfim, depois dessas e de outras tantas “novidades” será que podemos avaliar 2020 e ter esperanças em 2021?

Apesar dos pesares, muita coisa aconteceu e há uma luz no fim do túnel. Estou otimista. Existem muitas linhas n’água e muitas oportunidades à nossa volta. Temos muitos pontos fortes, conhecemos nossos pontos fracos e, o fato de termos aprendido a reconhecer nossas fraquezas na pandemia, acaba sendo também um ponto forte.

A Covid 19 causou mudanças em série, afetando globalmente todos os setores da economia como a redução da demanda de petróleo a níveis nunca vistos, a queda significativa no PIB mundial, a corrida contra o tempo no desenvolvimento de vacinas, o desemprego em massa e o desabastecimento em muitos segmentos. Muitas atividades foram paralisadas por meses e outras ainda não retornaram e, talvez não retornem.

Olhando agora o copo meio cheio, muitos projetos estruturantes estão avançando como a Nova Lei do Gás, o Novo Marco do Saneamento, a Reforma Tributária, as privatizações e conceções, entre outros, que deverão contribuir para o reaquecimento da economia, já começando a ser percebida pela retomada do crescimento industrial verificada nos últimos meses.

No setor de energia, o programa de alienações da Petrobras, o Programa de Revitalização da Atividade de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres – Reate, o Programa de Revitalização e Incentivo à Produção de Campos Marítimos – Promar, o Renova Bio que é uma política de Estado que reconhece o papel estratégico de todos os biocombustíveis, a implantação de grandes projetos de geração eólica offshore e, mais recentemente, as perspectivas da inclusão do Hidrogênio, que surge como nova oportunidade na tendência de descarbonização das matrizes energéticas da maioria dos países, devem gerar muitas oportunidades de negócios. Tal fato traz reflexos importantes na geração de energia e na matriz logística, afetando, dentre outras, a indústria automobilística com reflexos importantes previstos já para o final desta década, com a proibição de motores à explosão na Europa.

Assim, tudo indica que, tão logo encontremos meios de mitigar os efeitos da Covid 19, seja por vacinas ou por tratamentos eficazes, existem boas perspectivas para começar um novo ciclo de crescimento, em um novo normal, com mudança de paradigmas e busca de novas rotas, muitas delas aprendidas nesses dias difíceis que estamos passando. A responsabilidade pela retomada está em nossas mãos.

Business France Brasil anuncia parceria com a OasisLab

A Business France Brasil anuncia parceria com o OasisLab com objetivo de facilitar o contato entre empresas de tecnologia francesas e empresas brasileiras em busca de soluções inovadoras, a fim de impulsionar a criação de oportunidades de negócios entre a França e o Brasil.

A estreita colaboração entre a Business France e a OasisLab permitirá o desenvolvimento de novas sinergias destinadas a promover e acelerar a transformação digital das empresas brasileiras.

Através desta parceria, marcada pelo entusiasmo e pela convicção compartilhada de que a inovação e a transformação digital são a ponta de lança do desenvolvimento estratégico sustentável, a Business France e a OasisLab estão empenhados em estimular e melhorar as futuras iniciativas resultantes da colaboração entre empresas francesas e brasileiras.

Segundo Roberta Lara Fernandes, responsável pelo departamento de tecnologia da Business France America Latina, “esta parceria é estratégica para impulsionar o desenvolvimento de startups francesas dentro de um ecossistema que busca constantemente soluções tecnológicas inovadoras para enfrentar os novos desafios impostos pelo contexto atual e ser capaz de responder às novas expectativas dos consumidores”.

Já para Ronald Nossig, diretora do OasisLAB, uma das tendências atuais na área da inovação é o Open Inovation, ou seja, a busca por inovação por meio de parcerias e tecnologias que estão fora do ambiente da empresa. “Nesse cenário, podemos contribuir, e muito, com o propósito principal da Business France.

Caio Camargo é o novo diretor de Shopping da Linx

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, acaba de anunciar a chegada de Caio Camargo como diretor comercial da área de Shopping. Camargo será responsável pela estratégia comercial da vertical, com o objetivo de impulsionar o crescimento e desenvolvimento de soluções para o próximo ano.

“Quero aproveitar minha expertise e conhecimentos para alavancar as estratégias comerciais do segmento de Shopping da Linx, consolidando a área ainda mais entre os clientes e abrindo novas frentes de mercado”, comenta Camargo, que terá reporte direto para Claudio Alves, diretor de Customer Success.

O novo diretor, que se define como um apaixonado por tudo que está ligado ao varejo, também é palestrante, professor e blogueiro. É autor do livro “Arroz, Feijão & Varejo”, um dos mais vendidos sobre o setor varejista desde seu lançamento, e arquiteto formado pela Universidade São Marcos.

Com MBA em Marketing pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o executivo tem ampla experiência em vendas, marketing e varejo, com mais de 22 anos de experiência no setor e atuação em empresas como Uemura, C&C Casa e Construção, Dicico, Gad Retail, Virtual Gate e Grupo Gouvêa de Souza.

SP Ventures anuncia novo fechamento de fundo que agora supera R$ 130 milhões

A SP Ventures , uma das gestoras de Venture Capital mais tradicionais do país, reconhecida globalmente pela especialização na cadeia do agronegócio, anuncia novo fechamento de seu fundo AgVentures II, que agora supera R$ 130 milhões. Liderado pela Adisseo, uma das maiores empresas globais de nutrição animal, e Mosaic, uma das maiores empresas em produção e comercialização de fertilizantes. Essa nova rodada de investidores também contou com Family offices brasileiros e um dos maiores produtores de grãos da América Latina.

Além do Brasil, países como Argentina, Chile, Colômbia e México também são mercados de interesse para o fundo. A SP Ventures busca negócios disruptivos e transformadores que consigam agregar valor em um mercado tão disputado como o AgFood. O investimento em empresas inovadoras pode atingir o valor de R$ 300 milhões em novas captações. O escopo de investimento do fundo inclui empresas de tecnologia digital ou ciências da vida que atacam os principais problemas das cadeias agrícola e pecuária da América Latina.

De acordo com Francisco Jardim, sócio-fundador da SP Ventures, a entrada de mais investidores estratégicos torna a SP Ventures um investidor financeiro ainda mais qualificado. “A densidade de conhecimento e os ativos operacionais no campo ao qual poderemos ter acesso e disponibilizar para as nossas investidas, através de uma multinacional como a Adisseo ou Mosaic, eleva bastante a qualidade da nossa proposta de valor para os fundadores”, explica.

Além do retorno financeiro, o fundo também possui um importante objetivo de impacto ambiental e social. Através da disseminação de inovações tecnológicas, as empresas investidas deverão tornar a agricultura e a pecuária da região mais verde e sustentável, enquanto aumentam a produtividade e rentabilidade do setor. Como característica importante do fundo está o fato que seus investimentos serão destinados a empresas que cumpram com os critérios de ESG, ou seja, que tenham as melhores práticas ambientais, sociais e de governança. Como exemplo, entram em seu radar companhias capazes de aumentar a produtividade das áreas agrícolas existentes e diminuir a pressão pelo desmatamento; que reduzam o desperdício de água e otimizem o uso de insumos, restringindo a quantidade de fertilizantes, pesticidas e outros produtos químicos; e que estabeleçam o empoderamento do produtor rural. No caso da pecuária, soluções de biotecnologia para a nutrição e reprodução de animais de produção, além de tecnologias digitais que promovam gestão e eficiência, são algumas das oportunidades que serão contempladas. Todas as cadeias de abastecimento de proteína animal são alvo do fundo.

“A Adisseo vem proativamente acompanhando o desenvolvimento de tecnologias disruptivas na agropecuária e na produção animal e tem investido em startups, seja por meio do nosso fundo AVF, principalmente na Europa, ou via investimentos diretos, como pelo JV Calysseo, na Ásia”, sinaliza Guy Harari, Diretor Global Sênior e representante da Adisseo no AgVentures II. “Nós reconhecemos a importância da América Latina, em particular o Brasil, como uma potência global na produção animal capaz de suprir proteína acessível para uma população mundial crescente e cada vez mais exigente nos quesitos preço e qualidade”, complementa.

“Este investimento é uma das várias etapas que a Mosaic pretende realizar para promover a inovação e construir um portfólio de saúde do solo, fornecendo acesso e informações sobre tecnologias agrícolas emergentes no mercado”, explica Kim Nicholson, Vice-Presidente de Agro Tecnologia e Inovação da Mosaic Company.

Em agosto, a SP Ventures anunciou o primeiro fechamento do fundo, no valor de R$ 90 milhões. Essa primeira captação reuniu fundos globais de Venture Capital de algumas das principais multinacionais do segmento agro, como BASF Venture Capital e a Syngenta Ventures, além de atrair investidores financeiros, como o FoF Capria, líder em Venture Capital nos mercados emergentes e que possui investidores âncoras como Bill Gates, Paul Allen e a Ford Foundation, e a BID Labs, braço de Venture Capital e inovação do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

A captação ocorreu durante a pandemia, demonstrando a confiança dos investidores na resiliência do agronegócio da região. “Nos últimos meses, observamos muitos investidores desistirem de compromissos de longo prazo na economia real devido à incerteza causada pela pandemia. Nosso fundo tem a duração de 10 anos e investe em Companhias de capital fechado que estão resolvendo alguns dos principais problemas do campo. Essas captações de investimento demonstram uma forte confiança no futuro do nosso agronegócio”, finaliza Francisco Jardim.

StartupRio acelera a inovação com IBM Cloud

O programa StartupRio anunciou hoje a colaboração da IBM, companhia líder global em nuvem híbrida e inteligência artificial, para aproximar mais de 150 startups ao universo corporativo e das tecnologias exponenciais e ajudá-las a escalar seus negócios através da inovação aberta.

Os empreendedores que fazem parte do StartupRio terão acesso ao Startup With IBM. Eles terão acesso à plataforma de nuvem híbrida aberta e segura da IBM (incluindo Red Hat OpenShift), e poderão construir soluções com até US$ 120.000 em créditos de IBM Cloud. À medida que evoluem em seus modelos de negócio, as startups também poderão ser selecionadas pela IBM para participar do IBM Open Ventures, iniciativa de inovação aberta que promove a integração de soluções de scale ups (startups em fase mais madura) a uma vasta rede de instituições líderes de mercado.

O StartupRio, executor dos editais da FAPERJ, tem como objetivo fomentar o desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo digital no Estado do Rio de Janeiro, impulsionando as startups de áreas como saúde, educação, finanças, impacto social, inteligência artificial, IoT, agritech entre outras, a transformar suas ideias em negócios digitais e fazendo-as crescer para melhorar o ambiente de negócios do Estado. Inicialmente, mais de 150 startups participarão do programa apoiado pela IBM.

Para o Coordenador Geral do StartupRio, Paulo Espanha, a ampla presença da IBM nas principais indústrias do país é um dos principais benefícios para as startups. “Para o empreendedor, não basta oferecer apenas tecnologia. Para transformar boas ideias em negócios digitais, é preciso ter também conhecimento de indústria e uma ampla rede de acesso às principais empresas que atuam no Brasil. Com a IBM, vamos acelerar ainda mais o desenvolvimento do ecossistema empreendedor para que mais startups possam crescer e executar suas ideias inovadoras”.

“Os benefícios da inovação aberta são para todos. A construção de ecossistemas robustos, apoiados por IBM Cloud e IBM Watson, ajuda as organizações a inovarem de forma mais rápida e com maior eficiência para beneficiar os seus clientes. Na IBM, nos dedicamos a ser inovadores para promover uma cultura de abertura e colaboração, não apenas entre os nossos funcionários, mas também entre os nossos parceiros, clientes e startups para gerar mudanças significativas em todas as indústrias.” disse Joaquim Campos, Vice-presidente de Cloud and Cognitive Software da IBM Brasil.

O StartupRio faz parte da IBM Startup Ecosystem. A IBM apoia startups em todos os estágios de sua jornada. Ao construir soluções usando créditos na nuvem, as startups não apenas recebem suporte técnico e capacitação digital, mas também podem aproveitar um ecossistema de desenvolvedores, que conta com arquitetos técnicos e mentores. Existem mais de 15 programas de aceleradores executados pela IBM e parcerias com mais de 250 aceleradores e incubadoras em todo o mundo.

Overdrives e NE Capital anunciam as startups do programa de aceleração

O Centro de Inovação da UNINASSAU – Overdrives e a NE Capital divulgaram, nesta terça-feira (22), as cinco startups que irão receber o aporte total de até R$800 mil reais para participar do programa de aceleração Pontes Overdrives. As escolhidas foram: Whywaste, Afarma, Scamb, Bota na Rifa e Bhave.

Pelo Pontes Overdrives, cada startup receberá um aporte de R$160 mil por um ciclo de seis meses de aceleração, podendo ser estendidos por mais seis meses. O presidente do Ser Educacional, grupo mantenedor da Overdrives, Jânyo Diniz, ressaltou o investimento. “Com o aporte e a aceleração, as empresas poderão desenvolver seus projetos com suporte significativo nos próximos meses. A parceria com a NE Capital, do Grupo JCPM, também vai potencializar a possibilidade de conexões, negócios e crescimento.”

Sérgio Barreto, gerente de Inovação do Grupo JCPM, empresa da qual faz parte a NE Capital, pontua a relevância de conseguir atrair ideias de todo o País, muitas delas focadas em resolver problemas e dores reais do nosso cotidiano. “A chamada, que foi nossa primeira, se mostrou interessante e, até certo ponto, com formato célere na identificação de possíveis novos negócios para o Grupo. E termos nos unido a uma empresa que já tem experiência nesse processo, como é o caso da Overdrives, foi uma grande vantagem”. O gestor destaca ainda que, num futuro próximo, o Grupo pode também buscar startups para atuar de forma mais sinérgica com os negócios onde o JCPM já tem atuação, como é o caso de Comunicação e Shopping Center.

O diretor da Overdrives, Luiz Gomes, destacou o potencial das selecionadas. “Todas as escolhidas têm projetos maduros e com grande possibilidade de contribuição para a sociedade. Vamos trabalhar juntos no desenvolvimento dos negócios, viabilizando novos contatos e investimentos adequados.”

Conheça as selecionadas:

Whywaste (RJ)
Sistema que monitora o vencimento dos produtos de um mercado, diminuindo o volume de alimentos descartados por prazo de validade;

aFarma (RJ)
Plataforma que simplifica o processo de retirada de medicamentos subsidiados pelo governo por meio das farmácias populares;

Scamb (SP)
Plataforma para compra e venda de produtos usados, hoje focada em artigos do vestuário feminino, mas com projeção de crescimento para outras categorias;

Bota na Rifa (PE)
Sistema de gestão de rifas on-line;

BHave (PE)
Plataforma para suportar a atuação profissional de psicólogos que tratam paciente com autismo, utilizando a metodologia ABA (Análise do Comportamento Aplicada – em português).

PageGroup aponta as 30 profissões em alta em 2021

O PageGroup, referência mundial em recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos, revela a lista de cargos que estarão em alta no Brasil em 2021. O material, produzido pelos consultores de carreira da Page Executive, Michael Page, Page Personnel, Page Interim e Page PCD, traz as profissões com maior possibilidade de demanda a partir de análises de mercado e tendências de contratações das empresas para o próximo ano. Os cargos considerados nessa lista contemplam o alto escalão, média e alta gerência, níveis técnico e de suporte à gestão, além de terceiros e temporários.

“A pandemia mudou a forma de contratação das empresas e dos processos seletivos. Tivemos muitas contratações remotas e demandas por cargos ligados às áreas de Saúde e Tecnologia, setores fortemente impactados neste ano. As companhias também aceleraram as contratações de terceiros e temporários, tendência que deve ser mantida no próximo ano. Com a chegada da vacina, reformas estruturais em curso e retomada da economia, a expectativa é que em 2021 as empresas reforcem seus times e busquem uma nova onda de expansão”, explica Ricardo Basaglia, diretor geral da Michael Page e Page Personnel.

Para estruturar essa relação, o PageGroup consulta permanentemente empresas de todos os portes (pequena, média e grande) em 14 setores de todo o Brasil. A partir dessa conversa e do entendimento das reais necessidades de contratação, os consultores consolidam essas informações e produzem a relação final dos cargos com maior possibilidade de demanda das empresas.

Confira a lista

Recursos Humanos

Cargo: Gerente de Recursos Humanos

O que faz: responsável por todos os produtos de Recursos Humanos, com forte atuação com a liderança da empresa. Atua no desenho das estratégias de pessoas, sendo parceiro estratégico do negócio.

Perfil da vaga: profissional com olhar de business partner, foco em resultados e visão de negócio. Atualizado com as práticas da área de RH do mercado, experiência na primeira cadeira de RH e reestruturação organizacional. Inglês avançado / fluente é um requisito importante para esse tipo de posição.
Salário: R﹩ 25 mil e R﹩ 45 mil

Motivo para alta em 2021: com o redesenho das estruturas, teremos equipes mais enxutas e consequentemente o mercado buscará profissionais mais generalistas.

Cargo: Especialista em Aquisição de Talentos

O que faz: atuação com atração de talentos, tendo um olhar estratégico para o negócio, por meio de programas como: onboarding, employer branding, recrutamento interno e programa de trainee.

Perfil da vaga: profissional com foco em resultados, forte visão de negócio e criativo. Atualizado com as práticas da área de RH do mercado, experiência em empresas de tecnologia e/ou startups e gestão de equipes. Inglês avançado / fluente é um requisito importante para esse tipo de posição.

Salário: R﹩ 15 mil e R﹩ 20 mil

Motivo para alta em 2021: retomada de mercado e redesenho das estruturas com novos objetivos.

TI

Cargo: DPO (Data Protection Officer)

O que faz: com a nova lei de proteção de dados pessoais, o DPO será o profissional encarregado de administrar e avaliar todos os dados da empresa, desde a coleta até o tratamento das informações. Além disto, terá um papel de interlocutor com o órgão regulatório de fiscalização de dados.

Perfil da vaga: importante que o profissional tenha visão interdisciplinar, englobando governança de tecnologia, segurança da informação e cyber security, além de entender sobre a nova legislação que entrará em vigor. Além disto, importante que seja um bom comunicador para se relacionar com autoridades e profissionais de dados.

Salário: R﹩ 20 mil

Motivo para a alta: Com a nova lei geral de proteção de dados as empresas são obrigadas a terem uma pessoa responsável por fazer a ponte entre a situação da empresa e negócio e o que a lei determina. O profissional foi procurado durante 2020 de forma tímida uma vez que a lei foi postergada, mas apostamos que 2021 seja o ano efetivo das contratações de DPOs.

Cargo: Gerente de Cyber Security

O que faz: profissionais são responsáveis por liderarem toda estrutura de segurança da informação, assim como área de riscos, governança e segurança cibernética – implantam processos de segurança, lideram estratégias de segurança, direcionam iniciativas, ferramentas e projetos de tecnologia para evitarem ataques, assim como os detecção e resolução dos mesmos.

Perfil da vaga: profissionais desta área possuem histórico de tecnologia e estudos e conhecimentos em políticas de governança, gestão de segurança da informação, riscos e auditoria. Esses profissionais são buscados desde 2019 pois as empresas vinham agilizando as buscas por executivos com alto nível de conhecimento em segurança da informação e crimes cibernéticos. Com a pandemia, muitas empresas aproveitam o cenário para buscarem os melhores profissionais do mercado, evitarem crises de fraudes e vazamento de informações e já aproveitam para preparar a empresa para uma possível transformação digital e consequentemente desenho de novas políticas e processos de segurança.

Salário: R﹩ 25 mil a R﹩ 35 mil

Motivo para a alta: Profissionais já em alta desde meados de 2019, as empresas vinham agilizando as buscas por profissionais executivos com alto nível de conhecimento em segurança da informação e crimes cibernéticos. Com a pandemia, muitas empresas aproveitam o cenário para buscarem os melhores profissionais do mercado, evitarem crises de fraudes e vazamento de informações e já aproveitam para preparar a empresa para uma possível transformação digital e consequentemente desenho de novas políticas e processos de segurança, pós COVID-19.

Cargo: Especialista em Cloud

O que faz: os especialistas em cloud (geralmente com foco em AWS ou Azure) apoiam as companhias na sustentação saudável da operação remota e garante que todos os sistemas em cloud funcionem bem e não atrapalhem o dia-a-dia da operação.

Perfil da vaga: experiência e conhecimento em cloud computing, arquitetura híbrida para serviços e arquitetura de datalake e banco de dados distribuídos são os conhecimentos mais procurados.

Salário: R﹩ 14 mil a R﹩ 19 mil

Motivo para a alta: As empresas tiveram que correr contra o tempo para se adaptarem a um novo formato de trabalho em home office. Com isto, muitos projetos de transformação digital e migração de sistemas para cloud que já estavam sendo analisados, foram agilizados. Os especialistas em Cloud (geralmente com foco em AWS ou Azure) apoiam as companhias na sustentação saudável da operação remota e garante que todos os sistemas em cloud funcionem bem e não atrapalhem o dia a dia da operação.

Cargo: Gerente de Data Science

O que faz: esses profissionais são focados em trazer inteligência e estratégia para as companhias por meio de estruturação de base de dados e utilização de análises dos dados. Podem ajudar as empresas a encontrar o melhor caminho de operação por meio de análises inteligentes dos dados orientando as empresas a se direcionarem e na tomada de decisões do negócio.

Perfil da vaga: Formação acadêmica em exatas como matemática, estatística e física são diferenciais, além de experiências com BI, Analytics e Engenharia de dados.

Salário: R﹩ 19 mil a R﹩ 29 mil

Motivo para a alta: Um dos perfis mais requisitados do mercado, independente do segmento, continua em alta. No novo cenário, os profissionais focados em trazer inteligência e estratégia para as companhias são ainda mais desejados, uma vez que podem ajudar as empresas a encontrar o melhor caminho de operação em um cenário de incerteza. Análise inteligente dos dados nunca foi tão importante e ajuda ainda mais as empresas a se direcionarem no cenário de pandemia e crise econômica.

Cargo: Desenvolvedor de Games

O que faz: Responsável pela programação dos jogos e por elencar e utilizar as tecnologias e linguagens de programação necessárias para que os games tenham todas as funcionalidades existentes. Como um simples bug de código pode impactar em todo o jogo, em geral as empresas de games são exigentes quanto ao conhecimento técnico destes profissionais. Não é exigência em todas as empresas, mas em geral quanto mais o programador gostar e se interessar pelo universo de games, melhor.

Perfil da Vaga: As tecnologias e linguagens de programação mudam de acordo com o tipo de jogo e stack de tecnologia da empresa. Em geral, tecnologias como JAVA, principalmente para o desenvolvimento do Android, Kotlin (linguagem de Android), C++, Unity e PhoneGap (HTML, CSS, JavaScript)

Salários: R﹩ 8 mil a R﹩ 15 mil

Motivo para a alta: o mercado de games cresceu muito durante a pandemia devido ao confinamento e ao aumento da utilização de jogos online como forma de esporte possível para o novo momento.

Digital

Cargo: Gerente de Produto

O que faz: responsável por direcionar a estratégia, o plano de evolução e as entregas dos produtos digitais.

Perfil da vaga: trabalham na intersecção de três áreas de uma empresa: experiência de usuários, tecnologia e negócios. Atuação com produtos digitais, como plataformas, aplicativos, sites etc. Usam metodologias para orquestrar toda gestão.

Salários: R﹩ 25 mil a R﹩ 40mil + stock options

Motivo para a alta: crescimento do mercado de digital e altos investimentos em startups e possíveis unicórnios. Cresce a necessidade de melhoria de estratégia e features de apps e jornada do cliente.

Finanças

Cargo: Business Controller

O que faz: um Business Controller é voltado para o negócio. Ele se associa a outras funções fora da operação de finanças, atuando quase como um consultor. É um profissional ativo, focado externamente e orientado para o futuro. Possui forte relacionamento com áreas como logística, produção, vendas e marketing.

Perfil da vaga: criará planos de negócios e definirá maneiras de identificar lacunas e oportunidades tanto nos processos da empresa quanto na economia, sempre com foco na economia de custos e ganho de eficiência. Para realmente saber o que impulsiona o negócio, o Business Controller define maneiras de medir e relatar os principais indicadores dele. É um profissional que vai se preocupar, por exemplo, muito mais com lucros e perdas do que somente com o balanço.

Salários: R﹩ 15 mil a R﹩ 30 mil

Motivo para a alta: as empresas observaram, especialmente em momentos de crise, a importância de ter profissionais com uma visão mais ampla do negócio. Se fez fundamental ter profissionais que pensem o negócio, que saibam entender os impactos de suas ações no dia a dia da área para os resultados da companhia.

Cargo: Gerente Fiscal

O que faz: coordenar e revisar o cálculo de impostos e obrigações acessórias, apoio na apuração e pagamento de tributos, atendimento a auditorias, implantação de melhorias fiscais, cálculo de impostos diretos e indiretos, elaboração de declaração de IR.

Perfil da vaga: atuar na coordenação, acompanhamento, controle e execução das atividades ligadas à apuração e recolhimentos de impostos federais, estaduais, municipais e demais taxas e contribuições, lançamentos, registros, escrituração fiscal e planejamento tributário. Assegurar a adequada apuração dos impostos devidos pela empresa. Gerenciar mudanças e melhorias nos sistemas utilizados pela empresa, para atendimento aos processos fiscais e tributários, assegurando a atualização de acordo com a legislação fiscal. Fornecer suporte à equipe fiscal e garantir a constante atualização própria e da equipe sob sua gestão, bem como realizar demais atividades correlatas e inerentes ao cargo.

Salários: R﹩ 14 mil a R﹩ 20 mil + variável.

Motivo para a alta: posição com muitas movimentações. Alta demanda por bons profissionais na área para garantir savings para a empresa.

Agro

Cargo: Gerente Territorial de Vendas

O que faz: responsável por gerir a carteira de vendas de uma determinada região, incluindo a gestão do time responsável pela atuação de ponta da mesma. Este time pode ser composto por vendedores, representantes ou até mesmo um time híbrido. É comum também encontrar estruturas onde esse profissional é o ponto central de relacionamento junto a canais de distribuição, realizando além da ponte com a fabricante, suporte a venda, também uma gestão por influência e suporte a treinamentos ao time do parceiro.

Perfil da vaga: profissionais com alta capacidade de liderança, boa comunicação e dinamismo. Na maioria dos casos, é requisito obrigatório formação acadêmica técnica na área, como por exemplo Agronomia, Zootecnia e correlatas. São profissionais que precisam ter a capacidade de transitar em ambientes corporativos, para desenvolvimento de estratégias, mas também vivenciar o agro na ponta junto a pequenos produtores.

Salário: de R﹩ 13 mil a R﹩16 mil + remuneração variável.

Motivo para a alta: com o ótimo momento vivido pelo agronegócio no Brasil, as empresas viram a necessidade de aumentar o time de vendas, buscando maior capilaridade, profissionais consultivos e com foco em soluções para melhorar os resultados em cada regional.

Engenharia e Manufatura

Cargo: Coordenador de Saúde, Segurança e Meio Ambiente

O que faz: responsável por toda a estrutura de Saúde, Segurança e Meio Ambiente das empresas, muitas vezes assumindo também a segurança patrimonial. Deve garantir que a cultura de segurança seja seguida desde o mais alto nível da organização até o chão de fábrica, capacitando e promovendo treinamentos para todos. Assegurar que as normas e leis de Meio Ambiente sejam devidamente seguidas.

Perfil da vaga: liderança de equipes é obrigatório, pois geralmente atuam com times superiores a 12 pessoas de diferentes áreas. Ter conhecimento nas NRs principais e atuação direta com ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001. Além de conhecimento técnico e liderança, tem que ser um perfil muito pró ativo e dinâmico e que consiga conversar em todos os níveis hierárquicos da companhia, muitas vezes liderando a estratégia dentro da empresa.

Salário: de R﹩ 9,5 mil a R﹩ 13 mil

Motivo para a alta: muitas empresas familiares de médio e grande porte estão começando a ter um olhar mais crítico sobre a área de EHS de forma como um todo, principalmente em Segurança do Trabalho e Gestão Ambiental. Os perfis mais demandados são aqueles que conhecem tecnicamente, já tenham vivido experiências de implementação de normas e mudança de cultura e principalmente, que tenham habilidades com gestão de pessoas.

Logística

Cargo: Coordenador de Suprimentos

O que faz: elo entre as estratégias da área de compras e a execução operacional. Conduz negociações e busca estrategicamente novos fornecedores e alternativas no mercado para melhor rentabilizar o orçamento estipulado para a área. Também mantém interface diretamente com produção e logística e planeja todo o fluxo de compras no curto, médio e longo prazo.

Perfil da vaga: realiza o mapeamento de processos e normativas na área de Compras e garante a padronização. Avalia curva ABC e desempenho dos fornecedores, traduzindo para estratégias de sourcing de novas fontes de fornecimento. Negocia ativamente e garante as métricas de saving e de lead time de entrega de produtos.

Salário: de R﹩ 9 mil a R﹩ 12 mil

Motivo para a alta: com o cenário econômico que vivemos este ano, as empresas identificaram a necessidade de ter um departamento de suprimentos estruturado, com procedimentos, compliance, indicadores de nível de performance de fornecedores e política de estoques bem definidas. Conduzir essas mudanças envolve estruturação processual e muitas vezes mudanças culturais onde é necessária uma coordenação atuante.

Saúde

Cargo: Enfermagem Assistencial (Hospitalar)

O que faz: realiza a promoção segura e eficaz da assistência ao paciente. Supervisiona o cuidado, procedimentos e manejo do tratamento ao doente. Apoio educacional e treinamento com relação aos protocolos hospitalares aos técnicos e auxiliares. Realiza tarefas administrativas como checagem de prescrições, atualização de informações no prontuário para uma assistência de qualidade.

Perfil da vaga: experiência na supervisão do cuidado ao paciente, na realização de procedimentos hospitalares, além de acompanhar o tratamento do doente devido às complexidades.

Salário: R﹩ 3,5 mil a R﹩ 6,5 mil

Motivo para a alta: o mercado apresenta maior busca por profissionais assistenciais, devido ao aumento contaminados com necessidade de assistência hospitalar.

Cargo: Médico Assistencial (Hospitalar)

O que faz: responsável pelo atendimento assistencial dos pacientes, interface com toda a equipe multidisciplinar, organização das informações via prontuário e prescrições, participação ativa na evolução do tratamento do paciente por meio de reuniões e avaliação/acompanhamento dos indicadores de qualidade assistencial.

Perfil da vaga: experiência em rotina baseada no atendimento assistencial (hospitalar), integrando todo o cuidado com a equipe multidisciplinar para a efetividade do tratamento médico (baseando-se nos padrões de avaliações de cada serviço).

Salário: R﹩ 15 mil a R﹩ 35 mil

Motivo para a alta: o mercado apresenta maior busca por profissionais assistenciais, devido ao aumento de contaminados com necessidade de assistência hospitalar.

Cargo: Gerente de Assuntos Regulatórios

O que faz: responsável pela gestão dos processos de registro e renovações de produtos/serviços, aprovações e renovações de licenciamentos e certificações regulatórias. Gerenciamento dos cumprimentos legais e adequações de normas, além de realizar reuniões técnicas com os representantes da ANVISA e demais órgãos reguladores. Responsável pelo compliance das informações regulatórias dos produtos/serviços do portfólio da empresa. Coordenação de dossiês e gestão da equipe para a submissões aos órgãos específicos.

Perfil da vaga: habilidades para organização, implementação e acompanhamento dos processos de registro e renovações de produtos/serviços, experiência na participação ativa de licenciamentos e reuniões técnicas com os representantes dos órgãos reguladores.

Salário: R﹩ 20 mil a R﹩ 35 mil

Motivo para a alta: necessidade de maior regularização e atualização dos procedimentos via ANS para a cadeia de serviços devido à pandemia e desenvolvimento de novos produtos para as indústrias de saúde de modo geral.

Cargo: Gerente Comercial – Medical Devices

O que faz: responsável pelas estruturas de venda, e eventualmente também tem gestão do marketing. É quem define a estratégia e políticas comerciais da empresa, atuando com a sua equipe na linha de frente de vendas por meio do canal direto ou distribuição.

Perfil da vaga: profissional com habilidade e experiência em definição da estratégia do negócio, incremento de vendas e otimização da equipe de campo e técnica.

Salário: R﹩15 mil a R﹩ 30 mil

Motivo para a alta: algumas empresas de medical devices tiveram suas vendas alavancadas por terem um portfólio de produtos, que atuam na prevenção, combate ou ainda no tratamento de pacientes afetados pela covid-19.

Jurídico

Cargo: Gerente Jurídico de Societário, M&A e Mercado de Capitais

O que faz: responsável por gerir a rotina societária do dia-a-dia da companhia e suas subsidiárias. Além disso, possui grande responsabilidade frente aos órgãos reguladores como CVM e na estruturação de operações financeiras como IPO e/ou estruturação de bonds.

Perfil da vaga: atua na participação ativa nos projetos estratégicos, nas operações de M&A, emissões de dívidas, além de assessoria direta ao Conselho de Administração, Comitês e Diretoria.

Salários: R﹩ 20 mil a R﹩ 35 mil + variável

Motivo para a alta: com o aumento do número de IPOs no mercado, as empresas vêm buscando profissionais com experiência em estruturação de aberturas de capital e forte base societária.

Cargo: Gerente Jurídico

O que faz: Gestão de todo o departamento jurídico (questões cíveis, tributárias, societárias, entre outras), elaboração e acompanhamento de ações judiciais contra terceiros, estruturação de departamento jurídico, análise e elaboração de contratos, relacionamento com investidores.

Perfil da vaga: Irá estruturar processos e procedimentos para arcar com as demandas internas da empresa. Seja no lado de consultorias internas ou na gestão do contencioso. Irá gerenciar escritórios terceiros nas demandas de maior necessidade e complexidade da empresa. É o responsável por mapear riscos jurídicos nas operações da empresa e apresentar soluções.

Salário: R﹩ 15 mil a R﹩ 25 mil + variável

Motivo para a alta: com a retomada da economia pós-crise econômica dos últimos anos, empresas menos estruturadas vêm buscando internalizar suas demandas jurídicas com foco em diminuição de custos com escritórios de advocacia

Vendas

Cargo: Executivo Sênio de Vendas de Tecnologia – Serviços Financeiros

O que faz: Profissional é responsável pela venda de serviços, softwares ou produtos para o segmento de serviços financeiros.

Perfil da vaga: Profissional sênior, estratégico. Deve conhecer profundamente sua carteira de clientes, seja ela composta por uma ou mais contas. Deve entender o planejamento estratégico de longo prazo do cliente e como ele poderá ajudá-lo a atingir esses objetivos por meio de uma oferta customizada.

Salário: R﹩ 15 mil a R﹩ 40 mil + variável

Motivos para a alta: os bancos são os maiores compradores de tecnologia do Brasil e são clientes-alvo para a grande maioria dos players de tecnologia.

PCD

Cargo: Analista de Planejamento/ BI – PCD

O que faz: responsável por garantir a melhor qualidade dos dados (conhecer ambiente BI, SQL, Hadoop e Cloud); gestão de indicadores de desempenho e geração de insights para o negócio; atuar em um time multidisciplinar e colaborativo com as áreas de Tecnologia, CRM, Canais Digitais, Ciência de Dados, Marketing etc. Desenvolve e implementa aplicações e automatizações em processos operacionais. Desenvolve dashboards para acompanhamento das automatizações implantadas.

Perfil da vaga: profissional com habilidade para análise, estruturação e apresentação de dados para áreas de negócios diariamente, com o foco em gerar insights por meio dos dados. Facilidade na interação com diversas áreas dentro da companhia para absorção e distribuição de informações.

Salário: Pleno: de R﹩ 5 mil a R﹩ 7mil. Sênior: R﹩ 8 mil a R﹩ 10mil.

Motivo para a alta: as empresas estão em busca de dados que fundamentem a tomada de decisão para planejamento, investimentos e estratégia e procuram profissionais especializados em gerar e acompanhar essas informações.

Terceiros e Temporários

TI

Cargo: Analista de Business Intelligence, Dados e Automação

O que faz: trabalha com toda a estruturação técnica de informação (extração, armazenamento, modelagem e análise) utilizando metodologias próprias para organização de insights, desenvolvimento de painéis, relatórios e apresentação de dados estruturados para diferentes áreas e stakeholders.

Perfil da vaga: os profissionais que atuam com dados são bastante analíticos e possuem um papel importante e fundamental junto às áreas de negócios das empresas, por isso comunicação assertiva é fundamental. Para aqueles que desejam atuar em multinacionais é fundamental ter proficiência no inglês avançado pela interação com times globais e reportes gerenciais.

As empresas buscam profissionais proativos e sintéticos, que consigam contribuir com novas ideias para o desenvolvimento da empresa. Ferramentas como Power BI, Tableau e Python são extremamente importantes e requisições primárias para a ingressão.

Salário: R﹩ 3,5 mil a R﹩ 8mil

Motivo para a alta: o aumento de demanda em diversos setores e consequente transição para o ambiente digital (ex: e-commerce), além de implementações e novos sistemas, trouxe a necessidade manifesta e urgente de analisar melhor interesses e interações (cliques, compras, visualizações) do consumidor, além de dados e processos internos, otimizando a geração de mais resultados e proporcionando automação de fluxos e ações manuais.

Cargo: Especialista em Segurança Digital/Infraestrutura

O que faz: Profissional com profunda experiência em legislação e domínio técnico para estruturação de departamento, documentos e equipes focadas em identificar fraudes, golpes e táticas de roubo e exposição de informações sensíveis e do negócio, além de adequar todos processos e cultura às normas e procedimentos para devido armazenamento e uso com segurança de todos dados controlados pela empresa.

Perfil da vaga: uma das posições mais demandadas no mercado, esses profissionais precisam se manter bastante atualizados, tanto em relação às ferramentas de proteção quanto às novas ameaças que surjam. Por se tratar de uma área bastante específica, as empresas buscam perfis que consigam explicar de forma clara e simples o desafio da área aos gestores, a fim de mostrar a importância da segurança da informação de forma macro, não focada apenas na área de tecnologia. Muito importante que o candidato tenha certificações como CISSP, Cisco CCNA Security, dentre outras.

Salário: A partir de R﹩ 10 mil

Transações de e-commerce apresentam crescimento contínuo em 2020 durante a pandemia de COVID-19

Análise realizada pela Visa Consulting & Analytics (VCA), consultoria estratégica da Visa, revela que, em outubro de 2020, as transações online na região da América Latina e Caribe* tiveram um crescimento cinco vezes superior ao de transações presenciais, quando comparadas à média de janeiro e fevereiro de 2020, o que mostra uma aceleração no uso de pagamentos digitais por parte dos portadores de cartão da região durante a pandemia de COVID-19.

“A análise mostra um crescimento continuado no uso de e-commerce pelos consumidores da América Latina e do Caribe, bem como uma migração para os pagamentos digitais durante a pandemia, na comparação com os tempos pré-COVID”, comenta Javier Vazquez, head da Visa Consulting & Analytics na região América Latina e Caribe. “Combinando insights sobre as tendências em pagamento digital ao know-how da Visa, podemos ajudar instituições financeiras e empresas a entender as prioridades e a melhorar as experiências de pagamento dos consumidores, especialmente com essas mudanças provocadas pela pandemia de COVID-19”.

Tendências nas categorias de consumo

As categorias de consumo mais impactadas na América Latina e no Caribe durante a pandemia, tendo em vista o número de transações realizadas entre março e outubro de 2020 vs. o mesmo período em 2019 foram:

• Impacto positivo: produtos digitais (jogos, apps e livros/filmes/TV via streaming); pagamentos recorrentes (TV a cabo ou satélite; rádio; serviços de utilidade pública como luz e água; combustível e assinaturas); serviços profissionais (limpeza, construção, entrega/armazenamento/mudança, serviços financeiros, despesas legais)

• Impacto negativo: companhias aéreas, despesas de viagem, hospedagem, locação de veículos e transporte.

A análise também permite identificar sinais de recuperação no varejo, incluindo segmentos como lojas de departamento, roupas e eletrônicos:

• O número de transações de vendas no varejo (presenciais e online) aumentou desde o ponto mais baixo registrado em abril, até atingir o pico, em outubro de 2020.

• O número de transações em categorias de consumo do varejo online quase dobrou em outubro de 2020 na comparação com as médias de janeiro e fevereiro de 2020.

A Visa está comprometida a continuar trabalhando e inovando em suas soluções de pagamento para oferecer experiências de pagamento cada vez mais convenientes, modernas e seguras aos seus portadores de cartão, seja por meio de canais virtuais, de pagamentos por aproximação ou pagamentos praticamente isentos de fricção no ponto de venda.

A equipe Visa Consulting & Analytics (VCA) é composta por consultores e especialistas em métodos de pagamento que trabalham em parceria com clientes como credenciadores, emissores e estabelecimentos comerciais para identificar oportunidades para melhorar a performance e a lucratividade desses clientes. Ao combinar conhecimento da indústria de pagamentos com visão estratégica, VCA alavanca sua expertise em análise de dados para desenvolver soluções inovadoras que permitem que seus clientes expandam o próprio negócio, compreendam os consumidores e otimizem recursos.

*Metodologia

A análise foi realizada com base nos dados transacionais da VisaNet de janeiro a outubro de 2019 e 2020, comparando o número de transações e o volume nominal de pagamentos em dólares a cada semana durante o período acima especificado. A análise inclui os seguintes países e territórios na região América Latina e Caribe: Anguila, Antígua e Barbuda, Argentina, Aruba, Bahamas, Barbados, Belize, Bermuda, Bolívia, Brasil, Ilhas Virgens Britânicas, Ilhas Cayman, Chile, Colômbia , Costa Rica, Curaçao, República Dominicana, Ilhas do Caribe Holandês, Equador, El Salvador, Granada, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Montserrat, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, St. Maarten, St. Kitts e Nevis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Trinidad e Tobago, Turcas e Caicos, Ilhas Virgens dos Estados Unidos e Uruguai.

Empreender é fazer: como estar preparado para todos os momentos

Por Anderson de Andrade, sócio da Invisto Venture Capital

O ano que está se encerrando certamente ficará nos livros de história como um dos mais desafiadores deste século em todas as áreas, seja ciência, governo, finanças, comércio ou cultura.  Todos os setores e mercados foram afetados pela pandemia ao longo de 2020.

Eu costumo dizer que  um grande sucesso é um conjunto de pequenos fracassos, ou seja, você provavelmente vai vivenciar situações bem pouco agradáveis até encontrar o êxito naquilo que você faz. Mas são momentos assim que nos fazem aprender e não nos deixam incorrer nos mesmos equívocos ali na frente.

Veja eu,  tenho mais de 30 anos de estrada profissional, e sempre foi a vontade de fazer melhor e diferente que me motivaram a não desistir. Eu nasci no interior de uma cidade – que já é considerada interior – chamada São Borja, na fronteira do Brasil com Argentina, no Rio Grande do Sul. Era um lugar onde não haviam grandes oportunidades – ao menos na época em que eu era menino – saí da casa dos meus pais aos 13 anos, imbuído de um sentimento que é comum aos empreendedores: estava incomodado com as opções que tinha, aquilo não era suficiente para mim, eu queria mais e sabia que teria que trabalhar e estudar muito para isso.

Trabalhei muito, primeiro como office boy, depois do advento da tecnologia, como instrutor de informática – vale ressaltar que aprendi utilizando de favor o único computador que havia na cidade, da meia noite às cinco e meia da manhã – depois fui vendedor, trazia computadores do Paraguai para serem comercializados na região e aos 19 anos cheguei a ser gerente da mesma escola onde comecei dando aulas e fazendo limpeza.

Cheguei em um determinado ponto onde precisei decidir se seguiria este caminho ou escutaria o anseio que ainda tinha, de querer construir algo maior, estudar mais, conhecer mais. Optei por seguir meu instinto e desembarquei em Joinville após 24 horas de viagem, em um domingo à noite. Na manhã seguinte, segunda-feira,  fui contratado para ser instrutor de informática.

Em 1998, com o início da internet no Brasil, que à época já contava com mais de um milhão de usuários, decidi empreender pela primeira vez.  Junto com um sócio, desenvolvemos um portal para estudantes, com dicas e informações relevantes para o público. Na época eu também fazia diversas entrevistas para o portal, uma delas foi o senhor João Batista Sérgio Murad, o Beto Carrero. A entrevista aconteceria em um domingo e eu tinha apenas 15 minutos, de acordo com a secretária dele, pois ele precisava realizar a apresentação icônica com o seu cavalo. Ao me receber, o Beto pontuou o quanto precisava ser rápido em função de seus compromissos e eu disse a ele que não se preocupasse, que seriam apenas 3 perguntas. 

Empreender é fazer, esta foi a resposta que ele me deu ao ser questionado sobre o que era empreender. Ele ainda me mostrou cinco projetos que estavam em sua gaveta – a maior parte deles já realizados dentro do parque homônimo – e a conversa seguiu. Saímos às 20h do parque para jantar, junto com meu sócio, compromissos cancelados e uma conversa que marcou para sempre a minha vida e meu caminho.

De lá pra cá, se vão mais de 20 anos. Eu me tornei empresário, fundei uma agência de marketing digital que foi vendida recentemente para o grupo BriviaDez. Me tornei também investidor, sócio de uma empresa de Venture Capital, a Invisto, sou conselheiro em outras empresas de ramos distintos, participei de grandes negociações e vejo no empreendedorismo um catalisador de mudanças.

Contei toda esta história pois, na minha visão, diversos momentos difíceis que vivi serviram para me ensinar, disciplinar e mostrar que adversidades são, em sua grande parte, imprevisíveis, mas também são elas que forjam a nossa capacidade de resiliência. 

Como este ano que vivemos, não estava desenhada a pandemia nem sua avassaladora extensão, as perdas provocadas são enormes, e aqui me refiro unicamente à economia, mas precisaremos saber lidar com elas e a partir delas, pois se não existe fórmula pronta para o sucesso, certamente não existe para superar os problemas facilmente.

Por isso, meu conselho é, estude, faça alianças valiosas, busque ser educado com todos, não é só você que está passando por uma crise, fortaleça suas relações interpessoais – com a sua equipe, sócios – essas são fundamentais para qualquer empreendimento, e principalmente, seja resiliente na sua decisão.

O ano que vem chegando vai ser o momento de colocar em prática tudo o que você conseguiu tirar de melhor desta crise, ele certamente não será fácil, nada é, mas se empreender é fazer. 

Bossa Nova encerra 2020 celebrando 23 exits no portfólio

A Bossa Nova Investimentos, micro venture capital que investe em startups em estágio pré-seed com atuação em todo território nacional, celebra neste fim de ano a conquista de 23 exits em seu portfólio. Mesmo em um ano com tantas incertezas econômicas e sociais, duas startups, Agenda Edu e Melhor Envio, que receberam aporte da investidora, realizaram suas transações de vendas para grandes empresas do mercado brasileiro.

Com sua tese de investimento diferenciada e um forte trabalho de conexão e incentivo com as startups que fazem parte do seu portfólio, a Bossa Nova é líder de mercado em Exits. “Nosso objetivo é sempre apoiar as iniciativas que decidimos investir para que elas cresçam de forma escalável e ganhem reconhecimento no mercado. A formalização de uma venda é a certeza de que caminhamos na direção certa e seguiremos sendo os principais promotores de startups que alcançam o Exit no Brasil”, comenta João Kepler, Diretor da Bossa Nova.

Os resultados alcançados com essas transações também são motivo de celebração. Startups como a Pedala, dlieve, Agenda Edu e Melhor Envio, todas com exits concretizados, resultaram em uma multiplicação de até 10 vezes o valor investido inicialmente. “Com um trabalho desenvolvido diretamente para as necessidades de cada negócio, em poucos anos conseguimos um retorno até além do esperado”, diz Kepler.

Durante sua trajetória, a Bossa Nova já fez mais de 700 investimentos em mais de 500 startups dos mais variados segmentos. Em 2021, pretende alcançar a marcas de mil investimentos e seguir apostando em comitês de investimento e parcerias que apoiam e impactam o ecossistema de inovação brasileiro.

Pandemia acelera experiência digital dos 50+, aponta pesquisa do Agibank

O banco digital Agibank, em parceria com o Núcleo 60+, desenvolveu o estudo inédito “50+: novos tempos, novos hábitos”. A pesquisa mapeia as principais mudanças no comportamento das pessoas com mais de 50 anos no Brasil durante a pandemia e também suas preferências no relacionamento com as instituições financeiras.

A primeira descoberta é que a pandemia acelerou a experiência digital desse público. O uso do celular foi o que mais cresceu entre as ferramentas digitais: 60% dos 50+ registraram aumento na utilização. Em relação aos canais de compra, 26% passaram a usar mais serviços de delivery e 28% fizeram mais compras online. Já no uso de canais de atendimento financeiro, os meios pela internet foram os que mais cresceram: do total, 32% disseram usar o aplicativo do banco no celular mais do que antes, e 27% afirmaram isso sobre o internet banking. Dos brasileiros com mais de 50 anos, 88% possuem um celular ou smartphone, 75% têm acesso à internet pelo celular, 47% têm computador/notebook e 44%, uma Smart TV em casa.

Canais e meios

Sobre os canais preferidos para atendimento, o primeiro lugar (22%) ficou com o aplicativo do banco no celular. Na sequência, aparece o caixa eletrônico da agência, com a preferência de 17% dos consultados com mais de 50 anos, contra 8% na faixa entre 30 e 49 anos – o que mostra a importância do ponto físico entre os maduros. Depois, ainda aparecem os serviços bancários na lotérica (14%) e o caixa eletrônico fora da agência (10%).

O cartão de débito/crédito é a forma mais usada – por 52% dos entrevistados – para movimentações financeiras. Para os mais jovens, esse percentual é de 36%. Outro destaque é que 26% dos 50+ costumam sacar toda a renda para usar o dinheiro em espécie ao longo do mês. Na faixa entre 30 e 49 anos, esse volume é de apenas 14%. E ainda: 35% dos maduros utilizam os aplicativos dos bancos para movimentar seus recursos e outros 34% usam caixas eletrônicos 24 horas.

Com a crescente digitalização, um possível abandono das experiências nos pontos físicos poderia ser observado, mas, na maioria dos casos, o que vemos é uma complementação entre canais. Apesar de as compras online e por delivery terem crescido para uma fatia, 41% dos 50+ continuam comprando presencialmente da mesma forma como faziam antes da pandemia.

A experiência financeira presencial também chama a atenção. Mesmo que 45% dos 50+ tenham usado menos o atendimento dentro das agências durante a pandemia, esse canal ainda é o terceiro que eles mais preferem (atrás apenas do app no celular e do caixa eletrônico na agência), o que indica uma continuidade no uso desse meio em um contexto de maior segurança no futuro.

“Mesmo que os 50+ sejam o grupo que mais cresce e vai seguir crescendo no Brasil – hoje são 54 milhões e, até 2050, devem chegar a 98 milhões de pessoas – eles demandam por assessoramento financeiro e um atendimento atento e inclusivo. E são os 50+ o nosso foco no Agibank. Mais do que oferecer produtos e serviços, queremos contribuir para que os maduros consigam gerir sua vida financeira com mais autonomia. É por isso que criamos jornadas cada vez mais digitais, sem abrir mão do atendimento próximo e consultivo como mecanismos para promover a justiça financeira e desafiar a concentração no mercado”, afirma Saulo Barbosa, líder de Marketing do Agibank.

Em um recorte específico nas classes mais baixas de renda, as casas lotéricas aparecem como principal meio de atendimento financeiro, seguida pelo saque em espécie. O cartão, meio mais usado para movimentação do dinheiro pelos 50+ nas classes A/B/C, perde o primeiro lugar para a lotérica nas classes D/E.

Para um momento pós-pandemia, o que se pode prever é que o público maduro seguirá buscando uma maior complementação de canais de atendimento, com foco em uma experiência diferenciada no ponto físico, algo que atualmente não se pode obter da mesma forma no digital.

“Desenvolvemos uma pesquisa focada no consumidor 50+ para apoiar o Agibank na sua evolução digital e no atendimento personalizado desse público. Registramos a maturidade dos mais velhos no uso de tecnologia e como suas preferências estão sendo influenciadas pelo momento que estamos vivendo”, comenta Gabi Michelin do Núcleo 60+, uma iniciativa das empresas Raizes.etc, SeniorLab e Ativen com foco no mercado da longevidade.

Sobre o estudo

A pesquisa, realizada entre os meses de setembro e outubro de 2020, teve abrangência nacional e coletou dados de 1.464 pessoas, sendo 1.006 indivíduos com 50 anos ou mais, dentro da amostra principal, e os outros 458 de 30 a 49 anos, que formaram a amostra controle. O estudo possui 95% de confiança e margem de erro de 3,01% para o grupo 50+ e 4,6% para o grupo de 30 a 49 anos.

Após um 2020 imprevisível, isto é o que se pode esperar da nuvem híbrida em 2021

Por Mukesh Khare, Vice President at IBM Systems Research

Há um ano, poucas empresas poderiam ter antecipado as mudanças dramáticas que 2020 lhes preparava. A medida em que as organizações realizam suas transformações digitais, elas vão se dando conta do valor dos ambientes de nuvem híbrida e como obter o melhor de cada solução de nuvem.

Apesar das empresas ainda lidarem com elevados níveis de imprevisibilidade em 2021, várias tendências que surgiram este ano permitem-nos fazer algumas previsões sobre o que esperar no próximo ano:

Em 2021, tecnologias de segurança como Confidential Computing, criptografia Quantum-safe e criptografia totalmente homomórfica farão até mesmo as indústrias mais reguladas migrarem para a nuvem híbrida.

Já é visível que as empresas continuarão a descentralizar as operações de TI para ambientes de nuvem híbrida ao longo do próximo ano – e até mesmo as empresas das indústrias mais altamente reguladas estarão entre elas. Para fazer isso com sucesso, as organizações precisam tomar medidas de segurança que melhorem o isolamento, garantam a integridade dos sistemas e dos dados e precisam implementar estratégias de “confiança zero” (ou zero trust) enquanto permanecem em conformidade com as regulamentações mais estritas de privacidade de dados em todo mundo – tudo isso paralelamente à evolução de ameaças complexas de segurança. Os sistemas de hardware que oferecem essas capacidades de segurança serão amplamente adotados para proteger as cargas de trabalho on premise e de nuvem pública. Esses sistemas de hardware, como LinuxONE e IBM Z, oferecem um nível superior de segurança para cargas de trabalho tradicionais e de código aberto.

Nuvens específicas para cada indústria, como a IBM Cloud for Financial Services e a IBM Cloud for Telecommunications, são desenhadas para enfrentar os desafios únicos e requisitos de segurança de indústrias altamente reguladas. Em geral, veremos os provedores continuarem a investir em inovação de segurança, à medida que as empresas busquem a adoção destas tecnologias, incluindo Confidential Computing, em seus ambientes de nuvem híbrida como uma forma de proteger os dados durante o processamento e quando estão ociosos. A Confidential Computing, combinada com a criptografia de dados ociosos e em trânsito, com controle exclusivo de chaves, protege os conjuntos de dados sensíveis e altamente regulados e também as cargas de trabalho das aplicações.

Adicionalmente, as empresas de tecnologia, incluindo a IBM, são as pioneiras dos computadores quânticos, que estão preparados para solucionar alguns dos problemas mais desafiadores que mesmo os supercomputadores mais poderosos do mundo não podem resolver. Eles também apresentam riscos potenciais, como a capacidade de quebrar rapidamente algoritmos de criptografia e acessar dados confidenciais. Esperamos que as empresas comecem a adotar a criptografia Quantum-safe e se preparem para quando os computadores quânticos de larga escala se tornem parte do nosso léxico diário, não só para garantir a disponibilidade dos dados hoje, mas também para ajudar a protegê-los contra ameaças futuras.

Da mesma forma, mais empresas começarão a experimentar a Criptografia Totalmente Homomórfica (Fully Homomorphic Encryption ou FHE) para proteger seus dados. A FHE permite que os dados permaneçam criptografados mesmo durante o processamento. Por exemplo, as companhias de seguros podem executar análises sobre dados de saúde dos pacientes sem que qualquer informação pessoal identificável seja visível para a seguradora.

IA irá automatizar a migração para a nuvem híbrida ensinando as máquinas a “raciocinar”.

As tecnologias de IA, como técnicas baseadas em gráfico, o processamento de linguagem natural (NLP) e IA explicável já estão sendo aplicadas à linguagem humana: pense em reconhecimento de voz e aplicativos de tradução de idiomas. E agora, a aplicação da mesma IA nos códigos das máquinas irá acelerar significativamente a migração de aplicações em para a nuvem e suas capacidades de gerenciamento. Essas técnicas de IA permitem a racionalização do comportamento das aplicações e de sua estrutura para recomendar e automatizar a geração de candidatos a microsserviços identificados.

Essa abordagem vai além do processo “tradicional” de conteinerização. A automação é necessária para migrar cargas de trabalho de missão crítica para ambientes em nuvem. Muitas vezes, as empresas precisam primeiro determinar exatamente onde suas aplicações de missão crítica estão sendo processadas. Uma vez feito isso, há muito em jogo ao mover essas aplicações e dados que vêm operando on premise há anos para ambientes de nuvem híbrida, partes as quais essas empresas podem não controlar diretamente.

A IA também vai melhorar a experiência dos desenvolvedores de nuvem e engenheiros de confiabilidade; vai automatizar a modernização e o desenvolvimento de aplicações em novos ambientes para auxiliar na gestão diária das aplicações. De fato, o papel dos engenheiros de confiabilidade está destinado a crescer, à medida que as empresas acelerem o uso de técnicas e estratégias baseadas em IA, como ChatOps, para gerenciar suas aplicações e ambientes. Os engenheiros de confiabilidade vão antecipar e abordar os riscos de forma proativa, assim como extrair insights a partir de dados não estruturados mais complexos, uma função crítica conforme as aplicações vão migrando para operar em ecossistemas de nuvem híbrida.

As ferramentas de código aberto ajudarão a unificar as nuvens, simplificando as habilidades que os desenvolvedores necessitam para programar e usar uma nuvem híbrida

Hoje, se você deseja processar um grande conjunto de dados em um laptop, que exija o uso de 100.000 contêineres, é preciso saber como recodificar as aplicações para a nuvem híbrida. Os desenvolvedores precisam de acesso não apenas a uma plataforma de nuvem híbrida, mas também de ferramentas e frameworks que lhes permitam resolver problemas e serem produtivos. Os desenvolvedores e cientistas de dados sem muitos anos de experiência encontram muita dificuldade em programar em ambientes de nuvem híbrida.

No próximo ano, ferramentas de código aberto ajudarão a integrar muitas nuvens e sistemas on premise em uma plataforma híbrida única e transparente, encurtando a curva de aprendizado dos programadores e não programadores. As empresas adotarão um modelo de implementação de aplicações que seja mais fácil de programar e utilizar, mesmo para quem não tem muita experiência com a nuvem híbrida. Este avanço irá liberar programadores com experiência para trabalhar em projetos de maior valor. Precisamos que os especialistas no assunto possam se concentrar no problema real que estão tentando resolver, ao invés de se preocupar em como vão executar seus softwares de forma eficiente em múltiplas nuvens. Programas como o IBM Cloud Satellite, que utiliza o Red Hat OpenShift, permitem que os usuários construam, implementem e gerenciem os serviços de nuvem em qualquer ambiente, a partir de um único painel de controle.

Veremos algumas das inovações de hardware de nuvem híbrida mais avançadas e poderosas estenderem-se a dispositivos de computação de borda, graças aos avanços na eficiência dos hardwares de computação

Os hardwares para treinamento de modelos de IA são notoriamente famintos por recursos e consomem dinheiro, tempo e energia. Por exemplo, o maior modelo de escala industrial em atividade atualmente, o GPT-3 da OpenAI, tem 175B de parâmetros – mais de 100 vezes maior do que modelos de apenas alguns anos atrás. Ele custa vários milhões de dólares para ser treinado e gera uma pegada de carbono durante o treinamento que é maior do que as emissões de 20 carros em todo seu período de atividade.

Em 2021, veremos grandes avanços em hardwares de IA usados para construir e implementar os modelos de IA. A eficiência dos sistemas de treinamento de inteligência artificial aumentará em uma ordem de grandeza que se compara aos melhores sistemas comercialmente disponíveis hoje. Aliada aos avanços do 5G, a computação de IA sustentável em borda poderia apagar a fronteira entre a nuvem e o edge, oferecendo uma atualização tecnológica fundamental para as infraestruturas de nuvem híbrida e um avanço importante para a privacidade e segurança dos modelos de IA, ao manter mais dados na borda. Se espera que a arquitetura celular 5G seja um catalisador para impulsionar a adoção generalizada de edge computing.

Os aceleradores de hardware de IA em infraestruturas de nuvem híbrida poderiam suportar grandes processamentos de treinamento de IA nos data centers. E a mesma tecnologia também poderia ser implementada em uma escala menor ou incorporada em outros processadores na borda. A expansão dos aceleradores de hardware compatíveis com o OpenShift suportará ainda mais a implementação flexível dos nossos avanços tecnológicos de hardwares de IA até a borda.

Como você pode ver, 2021 será focado em melhorar tanto o poder como a eficiência da IA, para que ela possa ajudar as empresas a endereçar uma série de desafios para implementar, simplificar e gerenciar os ambientes de nuvem híbrida de forma segura para um número maior de usuários. Está claro que as tecnologias de nuvem híbrida continuarão a derrubar as barreiras para as empresas e que serão uma estratégia de visão de futuro.

InovAtiva Brasil acelerou 252 startups em 2020

Contribuindo com o ecossistema de inovação do país, o programa InovAtiva Brasil acelerou 252 startups em 2020. Esse número foi alcançado no ano em que a marca se reposicionou como um hub de aceleração, conexão e capacitação de startups e, pela segunda vez consecutiva, recebeu o prêmio Top Ecossistema no 100 Open Startups.

“No Governo Federal, nós não cansamos de dedicar os nossos melhores esforços para que o empreendedorismo cresça e possa ser desenvolvido em todas as regiões do país. Nosso objetivo, por meio de várias ações, é chegar a mais de dez mil startups aceleradas”, enfatizou Carlos Da Costa, Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (SDIC/SEPEC/ME).

No primeiro semestre de 2020, o programa InovAtiva Brasil recebeu inscrições de todos os estados brasileiros e obteve a marca inédita de 128 startups aceleradas em um único ciclo. Além disso, neste ano o InovAtiva de Impacto obteve 335 candidaturas, número recorde dentre todas as edições deste programa.

Em dezembro, o hub concluiu os ciclos dos programas InovAtiva Brasil 2020.2 e InovAtiva de Impacto 2020 . O encerramento aconteceu no evento InovAtiva Experience, realizado nos dias 05, 12, 13 e 14 de forma totalmente online. Na ocasião, os participantes receberam orientação e capacitação para otimizar as práticas de gestão, administração, marketing e investimentos para o futuro. Além disso, também apresentaram suas soluções para a maior banca de mentores e investidores do país.

Em sua 12ª edição, o Experience promoveu painéis sobre investimentos, mentorias coletivas, palestra sobre o ecossistema de inovação brasileiro ministrada pela unicórnio EBANX e entrevistas sobre o ambiente regulatório de startups e inovação aberta. Além disso, foi realizada a ação Domingo da Comunidade, que reuniu Líderes de Comunidade InovAtiva Brasil para falarem sobre as oportunidades de empreendedorismo existentes nacionalmente.

Ao final do evento, 14 startups foram eleitas como destaques em suas áreas de atuação, de acordo com os critérios grau de inovação, potencial de mercado, maturidade da solução e equipe:

• Agronegócios: Quiron Digital (SC), especializada no monitoramento remoto da qualidade da produção florestal, a startup utiliza tecnologias de visão computacional para dar aos gestores maior assertividade em suas tomadas de decisão em operações no campo;

• Educação & Saúde: Nick Saúde (SP), plataforma (aplicativo e site) que integra coleta de dados no atendimento médico de ambulatórios e pronto atendimento;

• Jurídico & Financeiro: Dados Legais (RJ), plataforma para identificar os fluxos de informações pessoais dentro de uma companhia;

• Mobilidade & Serviços: Ayo – Mobilidade Intermunicipal (PE), empresa focada em mobilidade intermunicipal que conecta passageiros e motoristas por meio do seu aplicativo;

• Impacto: Neuroganho (MG), oferece ferramentas, orientação e acompanhamento para pais estimularem o desenvolvimento de crianças e jovens com deficiências intelectuais;

• Recursos Humanos: Medei (SP), plataforma voltada a realização de homologação de rescisão contratual por meio de videoconferência e assinatura eletrônica de documentos;

• Tecnologia da Informação & Comunicação: NeuralMind (SP), ajuda empresas a reduzir riscos, erros e aumentar a produtividade em transações de alto impacto;

• Entretenimento & Marketing: GamerApp (MS), aplicativo voltado para gamers que permite a troca, compra e venda de jogos;

• Comércio – Logística & Serviços: iFeira (RN), startup que conecta pequenos e médios comerciantes de redes de supermercado e lojas locais de produtos para o lar com o consumidor final;

• Saúde: Benditas Mães (RS), plataforma de conexão e serviços do segmento materno-infantil;

• Infraestrutura, Construção Civil & Mercado Imobiliário: ConnectData (SP), solução de rastreamentos de ativos para o contexto industrial;

• Comércio – Varejo & Serviços: Total Strategy (GO), plataforma que monitora a quantidade de produtos perecíveis que vencem antes de chegar aos consumidores;

• Tecnologia da Informação & Comunicação: AZpop (SP), aplicativo que funciona como um catálogo de números de WhatsApp;

• Impacto: NetWord Agro (PR), startup de monitoramento digital de solos e lavouras para culturas de extensão e pastagens.

“Ao contribuirmos para o crescimento dessas startups e podermos ajudá-las à se conectarem com o mercado, estamos consequentemente contribuindo para posicionarmos o Brasil como um país que estimula o empreendedorismo inovador e com um dos maiores programas de aceleração do mundo”, afirma o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Pessoas engajadas são mais inovadoras e lucrativas para as empresas

Ao longo dos mais de 25 anos de atuação e aplicação de pesquisas de clima, o Great Place to Work® (GPTW) chegou a dados importantes, que comprovam o quanto o melhor lugar para trabalhar pode ser uma excelente estratégia para o negócio.

Dados do último estudo sobre as Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil revelaram o alto nível de inovação e de confiança das companhias participantes do ranking. Observou-se que as empresas premiadas estão 3 vezes a frente no estágio acelerado de inovação do que as não premiadas.

Em média, cada empresa recebeu 1.334 sugestões de funcionários, sendo que 58% foram colocadas em prática, gerando um ganho de R﹩ 207 milhões por organização. Vale destacar que 87% das melhores empresas de 2020 possuem alguma prática para receber sugestões vindas de colaboradores.

Excelentes lugares para trabalhar inspiram confiança da equipe também. 58% dos respondentes têm muita confiança na alta liderança e 36% afirmam ter confiança suficiente.

Engajamento lucrativo

Para engajar os colaboradores é fundamental que a empresa faça um acompanhamento contínuo das equipes, entendendo o grau de envolvimento com as atividades e o significado do trabalho em suas vidas. Dessa forma é possível promover um ambiente acolhedor e empático, que priorize o bem-estar, a valorização e as oportunidades de crescimento.

Esses são os principais fatores motivacionais, por isso, é fundamental ter uma cultura forte de engajamento. Confira alguns benefícios diretos do engajamento:

Rotatividade três vezes inferior ao restante do mercado – quando estimuladas, as pessoas tendem a permanecer no trabalho;

Retorno financeiro três vezes mais atraente para acionistas – colaboradores felizes e autoconfiantes são 12% mais produtivos;

Elevação da confiança interna e do engajamento – a comunicação entre líderes e colaboradores, com feedbacks bem construídos ajuda a elevar o nível recíproco de confiança e engajamento.

Para Roberto Mosimann, diretor executivo da regional Rio de Janeiro do GPTW, nos últimos anos várias empresas vem se aproximando da consultoria, tanto por fortalecimento de marca como para melhoria nos processos de gestão das empresas. “A importância desta aproximação é que, com a incorporação da nossa metodologia, todos ganham, a empresa, as pessoas e a sociedade”, explicou Roberto.

O que é engajamento de funcionários?

A relação que o profissional estabelece com a empresa onde trabalha e desenvolve suas atividades e que abrange camadas afetivas e emocionais, além do vínculo empregatício, pode ser chamada de engajamento.

Colaboradores engajados têm comportamento de dono, participando das atividades e decisões da empresa com maior entusiasmo e senso de pertencimento. Eles defendem a empresa, os projetos e as atividades com propriedade, pois acreditam que estão no melhor lugar para trabalhar.

O engajamento desenvolve nos profissionais um desejo genuíno de entregar excelência e eficiência no trabalho. Acordar cedo e cumprir a jornada, chegando a ultrapassar o limite de horas, costuma não ser um problema para quem trabalha em um ambiente saudável e feliz.

BASF e Mercedes-Benz aceleram startups para o setor agrícola

Com o objetivo de agregar valor em toda a cadeia produtiva da agricultura, a BASF, por meio de sua plataforma de inovação e empreendedorismo AgroStart, juntou-se à Mercedes-Benz na busca de soluções para a mobilidade agrícola nas categorias de robótica/mobilidade, sensores/IoT, conectividade, gerenciamento da lavoura com o uso de telemetria e smart farming.

As startups selecionadas foram a Cropman, responsável por oferecer soluções em diagnósticos de solos de alta precisão e rendimento, a Pix Force, que desenvolve soluções para interpretar imagens e vídeos por meio de Inteligência Artificial, e a Kalliandra, empresa com foco em agricultura irrigada.

Para Eduardo Menezes, gerente de Produtos Digitais da Divisão de Soluções para Agricultura da BASF na América Latina, “a Mercedes-Benz traz toda a sua expertise sobre mobilidade, que, aliada à expertise de campo da BASF, formam uma combinação promissora para o desenvolvimento de novas soluções que apoiem os desafios desse segmento”.

Na agricultura, os segmentos de robótica, Internet das Coisas, sensoriamento, drones, e outros, estão todos ligados à mobilidade, uma das principais dores levantadas pelos agricultores. “As startups escolhidas para o processo de mentoria e aceleração trazem serviços que vão ao encontro das necessidades dos agricultores. Juntos, BASF e Mercedes-Benz, pretendemos cocriar soluções que envolvam estas diferentes frentes. Nossa intenção é a de atender demandas reais, envolvendo nossos clientes no processo e gerando benefícios para todos os lados”, complementou.

O objetivo da parceria é o de impulsionar a produtividade e rentabilidade no campo. Esse compromisso ganha ainda mais força com a aceleração das startups selecionadas em cada categoria. Os cases concorrentes foram avaliados em apresentações online por uma banca formada por representantes da BASF, Mercedes-Benz do Brasil, Grunner, Raízen e Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha. Ao todo, 57 startups se inscreveram no projeto.

Mercedes-Benz passa a fazer parte do Ecossistema AgroStart

Criado há pouco mais de dois anos, o Ecossistema AgroStart reúne parceiros de diferentes segmentos com especialistas e infraestrutura para desenvolver produtos ou serviços de forma rápida e escalável. Hoje fazem parte desta iniciativa a Bosch, o Banco do Brasil e a Samsung. A fim de oferecer experiências, ferramentas e visibilidade aos empreendedores que buscam criar soluções competitivas para o setor, a Mercedes-Benz se junta ao time de empresas parceiras.

“Com essa parceria com a BASF, buscamos encontrar propostas que irão possibilitar impactos positivos para a cadeia agrícola brasileira, auxiliando os agricultores”, declarou Karl Deppen, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina. “Apoiamos assim as startups no desenvolvimento de tecnologias que possam gerar maior produtividade e mais rentabilidade no campo. Juntos, vamos acelerar ainda mais o agronegócio, o setor que puxa o crescimento da economia no País”, finalizou.

olist acelera expansão com aquisição da PAX

Com objetivo de complementar seu ecossistema e impulsionar os clientes, o olist, solução de vendas que alia tecnologia e inteligência de mercado para o e-commerce, anuncia a aquisição da PAX, startup de tecnologia e soluções de logística. A transação é o segundo M&A após o recente aporte de R$ 310 milhões, e faz parte do plano de expansão da empresa, além de fortalecer a presença da marca no segmento de comércio eletrônico e marketplaces.

Hoje, a PAX já conta com cinco centros de cross docking em funcionamento nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre. Com a compra, o olist tem como plano fechar 2021 com 30 novos hubs nas principais cidades do país e, assim, se tornar o pioneiro na coleta de pedidos diários, independente do porte da loja cliente.

“Vamos aumentar nossa capacidade produtiva para centenas de milhares de pedidos por mês. Esse M&A terá um impacto considerável no nosso negócio como um todo, uma vez que com a eficiência no prazo de entrega, conseguimos ser ainda mais competitivos para entregar a melhor experiência para o consumidor e gerar valor para nossos parceiros”, afirma Tiago Dalvi, CEO do olist .

“Uma das nossas prioridades é acelerar a dinâmica de aquisições em mercados e produtos que façam sentido. A chegada da PAX é o nosso segundo grande movimento, após o anúncio da rodada de investimentos. A primeira foi na Clickspace, uma startup especializada em soluções relacionadas a marketplaces e social commerce. Estamos ativamente conversando e negociando com outros players.“, completou Eduardo Ferraz, CFO do olist .

Após um ano e nove meses de atuação, a PAX irá focar na expansão do first mile, acelerando os diferentes pilares de logística no olist e possibilitando uma integração ainda mais robusta com outros operadores. O objetivo é ajudar o comerciante a vender mais, partindo da redução do prazo de entrega, independente da região, fator decisivo no momento das compras. O frete é um componente importante, e se apresenta como um entrave para a conclusão das compras. Pesquisas feitas pelo Facebook, mostram que 90% dos consumidores disseram que se importam com o tempo que os produtos levam para serem entregues e 71% declararam estar insatisfeitos com o valor do frete.

“Em tempos de crescimento expressivo do mercado online, é preciso estar atento a todos os diferenciais que as empresas podem oferecer para uma jornada de compra memorável. O uso da tecnologia na logística trazendo, por exemplo, a rastreabilidade do produto é fundamental, tanto para o consumidor, quanto para a empresa, e o know how do olist e da PAX estão em linha com essa estratégia”, ressalta Dalvi.