Page

Author admin

Huawei ganha o prêmio “Melhor Infraestrutura de Comunicações Móveis” em Congresso Mundial

 

A Huawei anunciou hoje que ganhou o “Prêmio Melhor Infraestrutura de Comunicações Móveis”, no Congresso Mundial de Comunicações Móveis de 2015, com sua inovadora solução LampSite.
Na era da MBB, a digitalização da cobertura interna (em recinto fechado) se tornou um consenso no setor. Ela pode reduzir consideravelmente os custos de construção e de manutenção da cobertura interna, continuando a melhorar a experiência da rede móvel de banda larga. Como a primeira solução de pequena célula (Small Cell) de banda base (baseband) centralizada do setor, o LampSite da Huawei está liderando a inovação da cobertura interna. Pela digitalização da arquitetura da rede, digitalização da operação e manutenção e digitalização da capacidade operacional, o LampSite fornece aperfeiçoamentos do desempenho da cobertura interna almejada, com melhor experiência de banda larga móvel, aumenta a produtividade dos negócios para empresas e cultiva o desenvolvimento de novos serviços de dados e novos assinantes.
O presidente de Produtos e Soluções da Huawei, sr. Ryan Ding, disse: “Gostaríamos de aproveitar essa oportunidade para estender nossos cumprimentos ao comitê de julgamento, a todos os colegas do setor e à GSMA. Nossa visão é a de “Open ROADS to a Better Connected World” (estradas abertas para um mundo mais bem conectado) e a solução LampSite é um dos elementos que nos permite concretizar essa visão. Em nove de nossas parceiras operadoras, estamos extremamente orgulhosos por sermos os primeiros a lançar comercialmente a solução LampSite, há quase dois anos. A solução foi projetada para ser mais escalável, flexível e mais fácil de implementar e gerenciar. É sem dúvida apropriado que no 20o aniversário desse prêmio da GSMA, a linha de produtos wireless da Huawei também esteja celebrando seu 20o aniversário. Nesses últimos 20 anos, a Huawei se esforçou para impulsionar o setor de comunicações móveis, através de colaborações na comercialização, na inovação e na padronização. Ao olhar para a frente, continuaremos a nos focar em inovações centradas no consumidor e manteremos o compromisso de ser a melhor parceira de negócios para todos os nossos clientes, em todo o mundo”.
Junto com a mudança de foco na operação da rede de voz para tráfego, a arquitetura da rede e as experiências do usuário se tornam essenciais para o desenvolvimento de estratégia das operadoras. A operadora concluiu, recentemente, a maior cobertura interna do mundo no Aeroporto Internacional de Pequim, na China, empregando o LampSite da Huawei. Toda a implementação levou apenas três meses e o custo total da implementação diminuiu 50%, em comparação ao de uma implementação tradicional, a taxa de pico atingiu 140 Mbps no teste, o que pode melhorar significativamente a experiência do usuário no terminal. É estimado que todos os investimentos da operadora terão retorno dentro de dois anos. Até agora, as soluções LampSite da Huawei vêm sendo comercializadas em mais de 70 operadoras de comunicações móveis, na Europa, Sudeste Asiático, Oriente Médio de América Latina.
Os julgadores disseram: “Isso representa uma promessa significativa de ajuda às operadoras de comunicações móveis, para melhorar a cobertura, a qualidade e a capacidade da banda larga móvel, usando a tecnologia de pequena célula, de uma maneira amigável ao dispêndio de capital”.
O “Prêmio Mundial de Comunicações Móveis” é o reconhecimento mais disputado no setor de comunicações globais. Estabelecido em 1996, o Prêmio atrai inscrições de todo o mundo, que são julgadas por um painel de especialistas independentes, altamente respeitados. O “Prêmio Melhor Infraestrutura de Comunicações Móveis” pertence ao “Prêmio Mundial de Comunicações Móveis” e é o prêmio mais valioso e competitivo do mundo, no setor de comunicações móveis. O Congresso Mundial de Comunicações Móveis apresenta os eventos de comunicações móveis do mais elevado nível, enquanto o prêmio GSMA é a maior honra no setor de comunicações móveis.

Tags, , ,

Velocidade da banda larga fica abaixo da contratada em 73% dos casos, em teste feito pela PROTESTE

speedtester

 

 

 

 

 

 

Em parceria com o site Minha Conexão, Associação lança medidor e ajudará quem estiver recebendo menos que o contratado
A velocidade da banda larga fixa contratada pelo brasileiro não segue os parâmetros mínimos de qualidade dos regulamentos de gestão de qualidade definidos pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Foi o que constatou a PROTESTE Associação de Consumidores em 1448 medições feitas em testes, com uma amostra de consumidores do Rio de Janeiro e de São Paulo. Apenas em 27% dos casos foi cumprido o regulamento.

Esta situação sujeita milhões de brasileiros a contratarem planos denominados de banda larga, com qualidade que não se adequa à oferta. Principalmente aqueles de menor poder aquisitivo, durante boa parte do mês ficam à margem das garantias de qualidade do serviço e têm velocidade de conexão da internet fixa bem inferior ao contratado.

Para ajudar o consumidor a monitorar a taxa de velocidade que recebe da sua operadora de internet e poder cobrar os seus direitos, a PROTESTE em parceria com o site Minha Conexão, está lançando um medidor de velocidade. Pelo site www.testeminhainternet.com.br o internauta é estimulado a fazer medições ao longo do mês. Nos casos em que forem constatados descumprimentos ao contrato, a entidade vai ajudar o consumidor a buscar os seus direitos.

Pelas regras de qualidade da internet fixa estabelecidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), as empresas são obrigadas a oferecer uma velocidade mínima para a banda larga. A velocidade instantânea entregue deve ser, no mínimo, 40% do contratado em 95% dos acessos.

As empresas também são obrigadas a entregar uma velocidade média de conexão de 80% da máxima contratada para a banda larga fixa, sendo que esse é o resultado da média de todas as medições realizadas no mês.

Na avaliação da PROTESTE, o consumidor tem direito de obter informações claras sobre o que a empresa está entregando, pois a publicidade promete uma velocidade alta e um serviço ininterrupto, o que na realidade não acontece. Se o que for informado na publicidade e na oferta do serviço não for cumprido, o consumidor tem direito ao abatimento proporcional na conta.

Para medir a velocidade, antes de iniciar o teste, é preciso fechar todos os programas e aplicativos que estão sendo utilizados para minimizar a interferência durante o processo.

A União Internacional de Telecomunicações define banda larga a capacidade de transmissão superior a 1.5 ou 2 Mbps mas, principalmente fora das grandes cidades, o consumidor tem dificuldade em obter tais velocidades. Independentemente de 2MB ser considerado rápido, o consumidor deve ficar atento à velocidade contratada e exigir que ela seja cumprida.

A Associação avalia que a Anatel não pode se omitir de obrigar as empresas a cumprirem os Regulamentos de Gestão de Qualidade.

A PROTESTE tem defendido que a infraestrutura de suporte à banda larga seja incluída no regime público pelo Ministério das Comunicações, a fim de que se possa impor às empresas metas de universalização, que viabilizariam a definição de prazos para a implantação de redes para atender a todos os cidadãos brasileiros.

Tags, , ,

As tecnologias que podem substituir as senhas

view.aspx

 

 

 

 

 

 

 

Qual é a senha mais segura para acessar seus aparelhos e serviços na internet? A resposta é difícil de ser respondida. Atualmente, há o consenso de que as senhas com caracteres diferentes, e com letras maiúsculas e minúsculas são a melhor forma de manter a privacidade a salvo. Há, porém, novas formas de acesso surgindo: a biometria, o reconhecimento fácil e até dos olhos. Todas elas, porém, têm sua eficácia contestada.

A Microsoft, por exemplo, acredita que a biometria é o futuro. Com o uso de senhas cada vez mais discutido, a empresa está se mexendo para ir além no Windows 10. A sua principal aposta é se juntar à aliança FIDO (Fast Identity Online) e adicionar suporte para a tecnologia de biometria no seu novo sistema, com lançamento previsto ainda para 2015.

De acordo com a companhia, “fazer a transição de senhas para uma forma de identidade mais forte é um dos maiores desafios enfrentados na computação online, e acreditamos que a autenticação FIDO, que é objeto de muita discussão, seja o caminho para o sucesso”.
Com o Windows 10, os aparelhos da Microsoft e serviços parceiros de Saas (software as a service) suportados pela autenticação Azure Active Directory podem ser acessados por meio de uma solução de autenticação de dois fatores de nível corporativo. Isto é, sem uma senha.

A aliança FIDO lançou a versão 1.0 e final das especificações de seus dois padrões: o biométrico e outro relacionado à autenticação em dois fatores, em janeiro deste ano, com apoio do Google, do Paypal, da Samsung e de outros gigantes da tecnologia. A elaboração da versão 2.0, por sua vez, ainda está em fase inicial, mas a Microsoft já deu a entender que as formas como implementará biometria em seu sistema terão certa influência nos projetos.

Biometria sofre muitas críticas
As fabricantes de smartphones Apple, Samsung e HTC já lançaram produtos que reconhecem os donos pela ponta dos dedos. E, diante da grande frequência com que escândalos sobre invasões de contas e roubos de identidades se repetem, as empresas extrapolam e pesquisam características supostamente únicas do nosso corpo como “arma” para proteger conteúdos digitais.

Mas, apesar de muitos apostarem na eficácia da biometria, outros tantos são críticos ferrenhos do sistema. Segundo especialistas, a biometria esbarra num problema semelhante ao das tradicionais senhas, mas com um agravante. Ambos os sistemas guardam as informações dos usuários em servidores. Quando estes são invadidos ou comprometidos, você possui a opção de mudar sua senha e voltar a acessar o serviço. O que não é possível com a biometria, já que você não pode mudar suas impressões digitais.
Outro problema da biometria seria a invasão de privacidade. Por exemplo, ao deixar sua impressão digital num banco, numa loja ou qualquer outro estabelecimento, você também está deixando toda a sua história. E ainda pior: a impressão digital pode ser coletada para tentativas de invasões e fraudes nas suas contas.

Seja como for, a biometria, se vingar, vai precisar vencer a desconfiança de muita gente, e fornecer soluções para os problemas apresentados por especialistas.

Outras tendências de acessos, também contestadas
Em pré-venda nos EUA, a pulseira Nymi é capaz de transformar batimentos cardíacos em senhas. Ela promete tornar o processo de autenticação digital mais seguro e prático. Contudo, cardiologistas questionam sua eficácia.

Desenvolvido pela companhia Bionym e previsto para chegar ao mercado ainda este ano, por um preço inicial de US$ 79, o acessório mede o eletrocardiograma (ECG) do usuário e o utiliza como login automático em serviços e dispositivos, como e-mail e smartphone. Para isso, utiliza sinal Bluetooth, e, de acordo com o seu site oficial, é capaz de funcionar mesmo que o ritmo cardíaco do usuário esteja alterado por estresse ou medicação, já que analisa o formato da onda do ECG, e não o seu ritmo, apenas uma vez, quando a pulseira é colocada.
Médicos dizem, contudo, que o uso do eletrocardiograma como sistema de identificação é duvidoso, já que existem diferentes padrões. Assim, o ECG não funciona como uma impressão digital.

Reconhecimento facial poderia ser burlado com foto
O Google é uma das empresas que mais batalha para implementar a segurança biométrica em seu sistema operacional Android. A versão Ice Cream Sandwich (4.0) tinha a opção de desbloqueio do aparelho por reconhecimento facial, mas a técnica foi considerada falha, pois especialistas demonstraram que ela poderia ser burlada com o uso de uma fotografia em alta resolução do dono.

Para tentar resolver esse problema, a empresa inseriu na atualização seguinte, a Jelly Bean, a possibilidade de requisitar um piscar de olhos para o desbloqueio.

Reconhecimento de íris pode ser o caminho
Já a Intel apresentou um protótipo de smartphone com tecnologia de segurança inspirada em filmes: o reconhecimento de íris. O aparelho usa a câmera frontal para analisar traços únicos dos olhos. O sistema, apesar de ser apenas um conceito, está pronto para ser incorporado aos produtos no futuro.

Quem está mais perto de lançar um smartphone com reconhecimento de íris é a marca chinesa ViewSonic, que pode comercializar o primeiro aparelho do mundo com essa novidade tecnológica, ainda em 2015.

O scanner de íris, no canto superior do painel do ViewSonic V55, é protegido por um pequeno componente de deslizamento. Assim como as impressões digitais, após a íris ser mapeada no aparelho, a ação poderá ser bloqueada apenas pelo proprietário do dispositivo que passou pelo mapeamento. Com o scanner de íris, é possível permitir que o usuário bloqueie arquivos de vídeos, fotos e outros componentes.

Dessa forma, se o dispositivo foi entregue a alguém que não seja o proprietário do aparelho, esses arquivos são protegidos. Segundo a empresa, com a tecnologia é muito difícil (praticamente impossível) falsificar o padrão da íris de um olho, ao contrário das impressões digitais.

por Ana Clara Nogueira, da  PSafe Tecnologia

Tags, , , , , , ,

Redes 4G cobrirão mais de três quartos da população da América Latina até 2020, revela pesquisa

 

 Redes 4G LTE cobrirão mais de três quartos da América Latina em 2020, de acordo com novos dados da GSMA Intelligence divulgados hoje, no Mobile World Congress, como consequência de aceleradas implantações 4G em toda a região. Os novos dados calculam que a cobertura 4G estará disponível para 76% da população latinoamericana até o final de 2020, acima dos 35% previstos no final de 2014.

A tecnologia 4G é atualmente responsável por uma porcentagem de um dígito das conexões1 móveis na América Latina, mas a GSMA Intelligence espera que essa participação seja responsável por mais de uma em cada quatro conexões em 2020. A previsão é de que o total de conexões móveis na América Latina alcance 709 milhões no final de 2014 e 889 milhões em 2020, com o 4G respondendo por 28% (245 milhões de conexões) no período.

O aumento dos níveis de investimento por operadoras móveis latinoamericanas

As despesas de capital (Capex) por operadoras de telefonia móvel na América Latina estão aumentando significativamente, e a previsão é de que se chegue a um total acumulado de US$ 193 bilhões no período de sete anos entre 2014 e 2020. As operadoras latinoamericanas investiram quase US$ 8 bilhões em licenças de espectro entre 2012 e 2015, principalmente para apoiar implantações 4G. A quantidade total de espectro atribuído a serviços móveis desde 2012 foi de 1472MHz, nas faixas de 700MHz, 850MHz, 1800MHz, 1900MHz, AWS (serviços avançados sem fio: 1700-2100MHz) e 2,6GHz.

Acelerando a adoção de smartphones na América Latina

Assim como a expansão do alcance da cobertura 3G/4G, a migração para redes de banda larga móvel de maior velocidade também está sendo impulsionada pela crescente adoção de smartphones. Os smartphones foram responsáveis por 32% das conexões da América Latina em 2014 e espera-se que sejam responsáveis por 68% do total em 2020. A essa altura, a América Latina terá a segunda maior base instalada de smartphones no mundo, atrás apenas da região Ásia-Pacífico. Abaixo uma lista de números de adoção de smartphones na América Latina por país:

Adoção de Smartphones como percentagem de conexões nos dez maiores mercados da América Latina: 2014 e 2020 (previsão). Fonte: GSMA Intelligence

Mercado / País 2014 2020
América Latina 32% 68%
Argentina 34% 72%
Brasil 38% 72%
Chile 36% 73%
Colômbia 31% 68%
República Dominicana 39% 66%
Equador 35% 67%
Guatemala 25% 63%
México 20% 62%
Peru 19% 57%
Venezuela 47% 73%

A tecnologia móvel é considerada o principal meio de acesso à Internet para grande parte da população latinoamericana, especialmente em áreas rurais. O número de conexões de banda larga móvel ultrapassou as conexões de banda larga fixa na região em 2011. Este é o caso dos cinco maiores mercados da América Latina, inclusive do Brasil, onde há mais de cinco vezes mais conexões de banda larga móvel do que de banda larga fixa.

Tags, ,

CGI é reconhecida como a melhor empresa para serviços de Tecnologia da Informação, Tecnologia Operacional e Serviços de Integração no Mercado de Utilities

A CGI (NYSE: GIB) (TSX: GIB.A), uma das maiores empresas de serviços de tecnologia da informação e processos de negócios do mundo, é reconhecida como “líder de mercado” pelo relatório intitulado “Ovum Decision Matrix: Selecting an IT-TO Integration Partner, 2014-15″ (Ovum Decision Matrix: Selecionando um Parceiro de Integração de Tecnologia da Informação e Tecnologia Operacional, 2014-15). A empresa estabelece uma posição de liderança no segmento com um serviço amplamente aceito como o melhor da classe.

Hoje, a indústria de Utilities percebe o valor convergente da Tecnologia da Informação (TI) e da Tecnologia Operacional (TO). A remoção de silos (armazenamento de produtos), criados por pessoas, sistemas e dados, permitirá um fluxo brando de informações que, cada vez mais, irá possibilitar o controle automático da rede distribuída. Por meio da combinação das tecnologias de TI e TO, e de outras fontes de dados da empresa, será possível criar uma organização ágil e reativa.
No relatório, a Ovum observou que a CGI está se aproximando da convergência IT-TO por meio da sua iniciativa recém-lançada Optimized Network Utility – ONU (Utilização Otimizada da Rede). A CGI tem desenvolvido a sua visão ONU baseada no aumento da demanda dos clientes por serviços de IT-TO e na oportunidade de combinar suas soluções em um único roteiro.
“Estamos muito felizes por sermos prestigiados como um líder de mercado neste relatório Ovum”, diz Nigel Spooner, Vice-Presidente global de Serviços de Utilities na CGI. “Este reconhecimento reforça a eficácia da nossa visão ONU e do quadro pragmático que desenvolvemos a fim de permitir que nossos clientes obtenham suas vantagens”.
Segundo a Ovum, “a ONU define como as tecnologias inteligentes podem ser implantadas de forma abrangente, colocando o cliente não como um mero indicador, mas como ponto de referência”.
A CGI demonstra sua força no trabalho de integração IT-TO por meio de projetos inovadores, como o InovGrid, em Portugal, e o Low Carbon London (Londres Baixo Carbono), no Reino Unido. Hoje, as tecnologias inteligentes vêm sendo implantadas em todo o mundo. No entanto, diferentes circunstâncias econômicas e sociais, como diferentes requisitos legais e regulamentares, mostram que não há um “modelo único” que sirva para todos. Desta forma, os benefícios dessas tecnologias não são distribuídos igualmente. A CGI traz uma abordagem diferenciada para IT-TO a partir da sua profunda experiência, habilidade de integração e software no setor de Utilities.
“Temos trabalhado com muitos clientes europeus na linha de frente de projetos de energia inteligente. A nossa mais recente conquista foi em fornecimento de serviços de dados centralizados no projeto britânico de medição inteligente. Esse é um reconhecimento das habilidades da CGI como especialista de dados líder no setor de Utilities”, afirma Stuart Ravens, especialista global de Utilities da CGI.

Tags,

Pesquisa Amdocs revela o que querem os usuários de telecom

Apesar da rotatividade, provedores tradicionais mantêm vantagem sobre grandes players na fidelização de clientes, segundo estudo realizado com consumidores em 16 países

A Amdocs, fornecedora líder de soluções de experiência do cliente, divulga hoje, no Mobile World Congress 2015 em Barcelona, os resultados de uma pesquisa independente realizada com 8.450 consumidores em 16 países, incluindo o Brasil, que explora O Novo Mundo da Experiência do Consumidor (The New World of Customer Experience), que tem um cenário competitivo em rápida mutação e com necessidade constante de competir, ao oferecer uma superior experiência ao cliente. A pesquisa mostra que, apesar dos desafios competitivos impostos pelos players over-the-top (OTT), a grande maioria dos clientes de serviços de telecomunicações ainda preferem os prestadores de serviços “tradicionais”. No entanto, mesmo os clientes valorizando o atendimento, a qualidade de rede e a reputação da marca de seus provedores de serviços, a rotatividade (churn) continua alta no setor.

O Amdocs Customer Experience Spotlight 2015, estudo independente realizado a pedido da Amdocs pelo Market Research (IEMR), destaca a importância de proporcionar uma experiência superior ao cliente para mantê-lo e atrair novos usuários, como uma estratégia de Wi-Fi de nível superior (carrier-grade) para combater os concorrentes que surgem no mercado móvel, além de oferecer pacotes multi-play para aumentar sua fatia de mercado.

Entre os principais resultados do estudo estão:

– A rotatividade dos clientes persiste no segmento de prestação de serviços: Apesar de 63% dos entrevistados afirmarem que recomendariam o seu prestador de serviços – citando como razões principais atendimento/experiência do cliente (89%), conexão de internet de alta qualidade e cobertura (59%), preços competitivos (58%) e reputação da marca (52%) -, 50% deles disseram que estão com o seu fornecedor de serviço atual há menos de um ano.

– Os clientes de telecomunicações preferem os prestadores de serviços “tradicionais”: 80% dos entrevistados não mudariam para grandes players (OTT) se eles oferecessem conectividade móvel. As principais razões citadas foram: problemas de privacidade e segurança, falta de confiança e possíveis dificuldades com qualidade de rede. As variações globais foram significativas – a maioria dos países do Pacífico Asiático (APAC) e os mercados emergentes se mostraram mais propensos a considerar os serviços dos OTT, enquanto que os mercados maduros da Europa e da América do Norte se mostraram mais leais.

– Os clientes desejam serviços inovadores e personalizados: Mais de metade dos entrevistados afirmaram que trocariam seu plano de assinatura móvel por um que incluísse serviços adicionais de comunicação (por exemplo: em casa, internet, TV). E quase o mesmo número de entrevistados mudaria de plano caso pudesse escolher os componentes do pacote.

– A oportunidade do multi-play permanece sem dono: Apesar de mais de metade (52%) dos entrevistados assinarem quatro serviços (banda larga, TV, celular e telefonia fixa), apenas 1% têm um único provedor Quad-play. A penetração do Triple-play também foi baixa (9%).

– O Wi-Fi de nível superior (carrier-grade) impulsionará a fidelização: Dos 62% que possuem um plano de internet móvel, 71% usam Wi-Fi com mais frequência do que sua conexão móvel.

“Em vista da volatilidade das expectativas dos clientes e da crescente ameaça de concorrentes disruptores, os prestadores de serviços são obrigados a adotar uma nova estratégia com uma visão multidimensional da experiência do cliente”, disse Chris Williams, head de marketing global da Amdocs. “Ao alavancar os pontos fortes em experiência do cliente e atrair novos usuários com pacotes inovadores, personalizados e multi-play, além de moldar a qualidade da experiência de rede através de estratégias de controle e visibilidade de Wi-Fi carrier-grade em tempo real, os prestadores de serviços têm uma tremenda oportunidade de liderar no Novo Mundo da Experiência do Cliente”.

Dados da pesquisa do Brasil

– 26% dos entrevistados brasileiros disseram que considerariam trocar seu prestador de serviços de telecomunicações por disruptores OTT, contra 20% da média global.

– As justificativas dos brasileiros para recomendar seus prestadores de serviços diferem pouco do resto do mundo: atendimento ao cliente/experiência do cliente (91% contra 89% da média global), preços competitivos (64% contra 58%) e reputação da marca (55% contra 52%).

– No Brasil há menos clientes com plano de internet móvel (52% contra 62% na média global), dos quais 71% usam mais wi-fi do que 2G/3G/4G. Outra surpresa: 52% dos clientes brasileiros usam wi-fi em locais públicos, contra 36% da média mundial.

 

 

Tags, ,

Gartner anuncia Conferência sobre Infraestrutura de TI, Operações e Data Center

 

 

O primeiro evento do ano acontece nos dias 7 e 8 de abril, em São Paulo

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia a Conferência Infraestrutura de TI, Operações e Data Center 2015, que acontece nos dias 7 e 8 de abril (Terça e Quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.
“Diante de um cenário econômico pouco promissor, a área de infraestrutura e operações (I&O) sofre pressão para diminuir gastos e fazer mais com menos. Apresentaremos no evento informações úteis, tendências e estratégias tecnológicas para ajudar profissionais de TI e CIOs a entregarem excelência operacional com redução de custos”, afirma Henrique Cecci, Diretor de pesquisa do Gartner e chairman da Conferência.
De acordo com a pesquisa do Gartner “Agenda do CIO para 2015”, infraestrutura e Data Centers fazem parte da prioridade número 1 dos CIOs em 2015 no Brasil e na América Latina. O Gartner aponta que essas são responsáveis por mais de 57% do budget de TI das empresas no Brasil. Além disso, Aplicações Cloud estão modificando por completo as áreas de TI das empresas. Por isso, o evento terá uma vertente exclusiva para discutir estes assuntos, inclusive com cases apresentados por analistas brasileiros.
A área de TI precisa enfrentar o desafio de assegurar uma infraestrutura estável e prover a agilidade necessária para tomar providências diante de oportunidades de negócios. “Para muitos líderes de I&O, a mudança para um “Data Center inteligente” possibilita que área se torne ainda mais estratégica, sendo capaz de fornecer uma contribuição fundamental para o desenvolvimento das empresas”, diz o analista.
Neste ano, o evento contará com analistas brasileiros e internacionais em sessões dividas nas seguintes vertentes de conhecimento: excelência na gestão de operações de TI, gestão da próxima geração de Data Center, tendências e cenários de TI, e as principais estratégias de Cloud. O Gartner apresentará os mais recentes Quadrantes Mágicos, terá novas sessões de Perguntas e Respostas, sessões interativas com pesquisas em tempo real, apresentará estudos de casos reais, reuniões one-on-one com analistas de renome mundial e novos workshops.
Na Conferência, os gestores aprenderão maneiras novas e eficazes de reduzir custos, capitalizar as forças de mudança em TI e liderar o caminho de modo proativo para a transformação das áreas de infraestrutura, operações e Data Center.
Este ano, o Gartner traz uma novidade para as empresas que participam com grupos de funcionários nas Conferências. Além do tradicional desconto, equipes de uma mesma companhia poderão agendar reuniões com um analista do Gartner para facilitar uma discussão ou assessorá-los em iniciativas estratégicas e projetos-chave e/ou com executivos selecionados dos fornecedores de soluções patrocinadores do evento, obtendo recomendações e suporte na elaboração de agendas personalizadas para o grupo.
Até dia 6 de março, a conferência está com desconto de R$ 475,00. As inscrições podem ser feitas por e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (011) 5632-3109 e 0800-7441440, ou pelo site: http://www.gartner.com/technology/summits/la/data-center-brasil/about.jsp.

Anote em sua agenda:
Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações e Data Center
Dias 7 e 8 de abril de 2015 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559

Sobre a Conferência Infraestrutura de TI, Operações e Data Center
A Conferência Infraestrutura de TI, Operações e Data Center fornece uma direção estratégica e táticas fundamentais para orientar em mudanças que precisam ser feitas na infraestrutura e nas operações das empresas. Mais informações estão disponíveis no site:

http://www.gartner.com/technology/summits/la/data-center-brasil/about.jsp

Tags,

Conheça as doze aceleradoras qualificadas pelo Programa Start-Up Brasil para 2015-2016

 

O Programa Start-Up Brasil, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com gestão operacional da Softex, acaba de selecionar as 12 aceleradoras que serão responsáveis por acelerar startups das futuras turmas do Programa, durante o período de 2015-2016. Lançado por meio da Secretaria de Política de Informática (Sepin), a terceira edição recebeu propostas até o dia 31 de janeiro e a seleção, que ocorreu no dia 25 de fevereiro, levou em conta questões como equipe e estrutura; experiência em aceleração e investimento, rede de relacionamento e alinhamento com o Programa Start-Up Brasil.

As aceleradoras qualificadas terão como responsabilidades oferecer um programa completo de aceleração, acompanhar as empresas no dia a dia, difundir e estimular a cultura empreendedora, contribuir para a inserção delas no exterior e as empresas estrangeiras no Brasil, bem como o de realizar aportes de capital de no mínimo R$ 20 mil em troca de uma participação acionária de no máximo 20%.

“Nos anos anteriores, identificamos que o tempo de validação do produto/negócio no mercado, ou seja o tempo que se leva para entender se o mercado pagará para usar o produto, foi de 31% menor entre as startups que estavam com uma aceleradora”, enfatiza Vitor Andrade, Responsável pelas Operações do Programa Start-Up Brasil. “Acreditamos que o trabalho com elas é a forma mais eficiente de fomentarmos as startups, empresas nascentes de base tecnológica e com alto potencial de crescimento, e assim contribuir para o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio da inovação,” finaliza.

Conheça o resultado das 12 aceleradoras qualificadas para 2015/2016:

21212 | Rio de Janeiro (RJ)
Acelera Cimatec | Salvador (BA)
Acelera MGTI, Fumsoft | Belo Horizonte (MG)
Aceleratech | São Paulo (SP)
Baita | Campinas (SP)
C.E.S.A.R. Labs | Recife (PE)
Gema Ventures | São Paulo (SP)
Jump Brasil | Recife (PE)
TechMall | Belo Horizonte (MG)
Ventiur | Porto Alegre (RS)
Wayra | São Paulo (SP)
WOW | Porto Alegre (RS)
Rede de Aceleradoras

Apesar do anúncio das 12 aceleradoras acima que farão parte da aceleração das futuras turmas, a rede não para por aí. Com esse resultado, o Programa Start-Up Brasil contará agora com 17 aceleradoras, que compreendem também a aceleração das turmas 1 a 4 e que continuam trabalhando lado a lado para que as empresas cresçam e virem grandes casos de sucesso no ecossistema empreendedor brasileiro. São elas:

1ª edição – Edital 2013, aceleradoras das Turmas 1 e 2: 21212, Acelera MGTI, Acelera Partners, Aceleratech, Outsource Brazil, Papaya, Pipa, Start You Up e Wayra.

2ª edição – Edital 2014, aceleradoras das Turmas 3 e 4: 21212, Acelera Cimatec, Acelera MGTI, Aceleratech, Baita, C.E.S.A.R. Labs, Pipa, Start You Up, TechMall, Ventiur, Wayra e WOW.

Neste edital, entraram para a lista a Jump Brasil, do Porto Digital, e a Gema Ventures. A partir de agora, um novo trabalho se inicia com as aceleradoras qualificadas para 2015/2016, mas muitas ações continuam com as que já estão rodando turmas anteriores. Importante ressaltar, ainda, que a partir da participação no Programa Start-Up Brasil, as aceleradoras se uniram e criaram a Abraii, Associação de Aceleradoras de Inovação e Investimento, que visa contribuir de forma conjunta/associada para o amadurecimento do Ecossistema Empreendedor Brasileiro.

Lista de Espera (ordem alfabética)

85 Labs, Ceará
Start You Up, Espírito Santo
Outsource Brazil, Rio de Janeiro
FabriQ, Manaus
Conheça todas as aceleradoras no site do Start-Up Brasil:

http://www.startupbrasil.org.br/quem-aceleradoras/. As novas estarão lá em breve.

 

Fonte: StartUP Brasil

Tags, ,

Mobile commerce ganha musculatura

Uma nova pesquisa do PayPal e da Ipsos* demonstra que o comércio via dispositivos móveis (o chamado mobile commerce) cresce perto de três vezes mais que a média de crescimento do e-commerce global tradicional. De 2013 a 2016, a média composta do crescimento do mobile commerce em de vários países está projetada em 42%, ante os 13% projetados para o e-commerce em geral. A pesquisa que investigou os hábitos de compras mobile de 17,5 mil consumidores em 22 países, incluindo o Brasil, também aponta alguns insights sobre o comportamento das compras mobile, barreiras e mercados em expansão.

“Estamos entrando no início do boom da era mobile,” afirmou Anuj Nayar, diretor sênior de Iniciativas Globais do PayPal. “No PayPal, em todo o mundo, vimos o crescimento do nosso mobile sair de menos de 1% do volume de pagamentos em 2010 para mais de 20% em 2014”.

“Isso também se reflete no Brasil, onde a média estimada de crescimento de 2013 a 2016 do mobile commerce é de 46%. O dado contrasta com a média de crescimento de compras no e-commerce de brasileiros no mesmo período prevista em 17%”, afirma Mário Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina.

Um futuro brilhante para o m-commerce

Por enquanto, o mobile commerce é relativamente pequeno se olharmos para o percentual que ocupa frente ao total dos gastos globais em e-commerce. De acordo com a pesquisa, os smartphones respondem por 9% dos gastos online feitos por dispositivos móveis, enquanto os tablets são responsáveis por 5% das compras feitas online. Ambos são ultrapassados pelos laptops, desktops e notebooks, os quais cumulativamente somam 85% do que é gasto online.

Ainda que os valores gastos sejam baixos, a prevalência das compras feitas por dispositivos é significativa. Mas de um quarto (28%) dos consumidores online afirmaram ter comprado algo por meio de um smartphone nos últimos 12 meses e 20% informa que o fizeram via tablet. O surgimento do comércio em smartphones está sendo liderado por jovens adultos. A média global de 59% dos compradores de smartphones são pessoas que têm de 18 a 34 anos versus 44% do restante dos compradores online.

Já, no Brasil, a incidência de brasileiros que compraram online via dispositivos móveis é ligeiramente maior do que a média dos 22 países: 34% ante os 33% registrados pelo grupo de países que fizeram parte do estudo. E, entre os brasileiros, 61% dos que compram via mobile têm entre 18 e 34 anos; já, quando a amostra compreende todos os consumidores online brasileiros entrevistados, 54% estão na mesma faixa etária.

China, Turquia e Emirados Árabes dominam as compras por smartphone

China, Turquia e Emirados Árabes dominam as compras por smartphone. Os consumidores dos Emirados atribuem 24% dos seus gastos online a compras feitas por meio de smartphones; consumidores chineses estão logo atrás, com 21%, enquanto os turcos ficam em terceiro lugar, com 19%. Os três grupos também lideram no que diz respeito à densidade das compras por smartphone. Na China, mais de dois terços (68%) dos consumidores online já usaram o smartphone para fazer uma compra nos últimos doze meses. Mais da metade (57% e 53% respectivamente) dos consumidores dos Emirados e da Turquia também o fizeram.

Os consumidores que usam smartphones optam por Apps

Ao redor do mundo, 64% dos adeptos do mobile commerce compraram por meio de um app (aplicativo de celular) enquanto 52% o fizeram por meio de um browser (navegador de internet). Entre aqueles que usaram as duas plataformas, os apps são preferidos tipicamente em função de sua rapidez e conveniência. Outros fatores que contribuem para o uso de apps, em cada país, incluem: “a confirmação instantânea do pagamento”, no México; “avisos para ofertas/descontos/cupons”, na China; e “registro dos recibos digitais”, em Israel.

No Brasil, 46% dos consumidores que usam smartphones e que já compraram na internet nos últimos doze meses usando tanto browser quanto aplicativos, preferem comprar via apps. Enquanto 36% ainda optam por browsers; 18% não têm preferência. Já, quando os brasileiros que detêm smartphones e tablets são perguntados sobre os benefícios do uso de aplicativos para realizar compras, 43% alegam que os aplicativos oferecem maior conveniência; 35% avaliam que os apps são um meio de pagamento rápido.

Pesquisa de produto hoje

Atualmente, a atividade mais citada pelos compradores de smartphones em todo o mundo é a busca por produtos: “a busca pela informação do produto dá-se no meu smartphone” (36% selecionaram), “uso o meu smartphone para ajudar a localizar informação sobre lojas e estabelecimentos” (27%), e “leio comentários e resenhas de consumidores em meu smartphone” (25%).

Contudo, quando o conjunto dos entrevistados nos 22 países foi indagado como gostaria de usar smartphones no futuro, as primeiras respostas foram relacionadas a funcionalidades nascentes, incluindo opções de pagamentos. 16% selecionaram “passar o meu smartphone pela caixa registradora para pagar (a exemplo do NFC)” e 15% citaram “fazer pedidos antecipados (por exemplo, comida ou um café) por meio de um app ou um browser no meu smartphone”.

No Brasil, a busca online por informação de produtos também é a principal atividade dos consumidores ao smartphone, sendo apontada por 38% (*) dos entrevistados que têm um smartphone, mas que ainda não utilizam o dispositivo para comprar online. Em segundo lugar, 30% dos brasileiros que detêm um smartphone fizeram buscas por estabelecimentos ou negócios e o mesmo tanto leram, nos últimos doze meses, as opiniões e referências de outros consumidores em seus smartphones.

Barreiras para o mobile commerce

A principal barreira para um crescimento maior do mobile commerce no mundo é o fato de que os consumidores ainda não se deram conta das vantagens de comprar por meio de seus dispositivos em uma escala maior.

Entre aqueles que não usam smartphones ainda para comprar, as principais barreiras citadas são: “prefiro comprar online a partir de outro dispositivo (laptop ou um desktop)” (39%), “a tela é muito pequena” (34%), e “prefiro acessar a internet por meio de outros equipamentos” (28%).

Aqueles que efetivamente compram via smartphones declaram motivos ligeiramente diferentes para não o fazer com maior regularidade: “a tela é muito pequena” (34%), “prefiro comprar online de outro dispositivo (laptop, desktop)” (27%), e “preocupo-me com a segurança online de compras feitas a partir de dispositivos móveis” (21%).

No Brasil, a principal barreira para a compra por meio de um smartphone – para quem não utiliza este dispositivo -, citado por 38% dos que têm um smartphone, mas que ainda não o utilizam para comprar online, é o fato de o consumidor ainda preferir outros equipamentos na compra online, a exemplo dos laptops e desktops. Já, no caso de quem já usou o seu smartphone nas compras nos últimos doze meses, o maior obstáculo citado por 31% dos casos, é o tamanho da tela.

“Com o advento de telefones celulares de baixo custo, telas maiores em celulares e melhorias na segurança dos dispositivos móveis, as barreiras do mobile commerce deverão decrescer”, acrescentou Nayar. “Essas melhorias, combinadas às opções de pagamento digital do estado da arte como o PayPal OneTouch ficará mais fácil, seguro e intuitivo para os clientes pagarem com seus telefones móveis.”

(*) A pedido do PayPal, o Ipsos entrevistou uma amostra representativa de 800 adultos no país (de um total de 17.519 em todo o mundo – com idade de 18 anos ou mais) que possuem e/ou usam um dispositivo habilitado para usar a internet* em cada um dos 22 países (Reino Unido, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Noruega, Dinamarca, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, China e Austrália). As entrevistas foram conduzidas online entre 9 de setembro e 3 de novembro de 2014. No Brasil, os trabalhos de campo foram conduzidos entre 23 de setembro e 13 de outubro em uma amostra de 800 pessoas. Os dados tiveram o seu peso calculado para representar a incidência de compradores online em todos os países, e o perfil demográfico dos usuários de internet em sete países. (*) Computador desktop, laptop, notebook, tablet, smartphone, alguns outros tipos de telefones móveis: organizador eletrônico/PDA wireless com funções de voz e funcionalidades de dados/ games com consoles com conectividade à internet (a exemplo do Wii).

(**) Os números globais citados aqui são uma média global dos 22 países pesquisados; nesse caso não houve foi calculado o peso para representar o tamanho das respectivas populações.

Tags, , ,

Como ganhar dinheiro usando o WhatsApp

A velocidade de comunicação proporcionada pelas últimas tecnologias vem sendo utilizada, em especial nas redes sociais e aplicativos, como estratégia para melhorar os negócios. É o caso do WhatsApp, um aplicativo de bate-papo que já tem mais de 47 milhões de usuários no país e que, justamente por alcançar tanta gente, ganhou uma função para lá de lucrativa entre comerciantes e autônomos.

Márcio Ribeiro, professor de Marketing Digital da Universidade Presbiteriana Mackenzie, ressalta que o aplicativo, assim como outros, ultrapassou fronteiras das relações sociais, indo além do uso recreativo. “Uma empresa precisa estar atualizada, senão fica para trás. No cenário das novas tecnologias, abre-se espaço também para novos profissionais, qualificados por dominarem as redes sociais e aplicativos”, diz o especialista. Uma mão de obra relativamente barata para as empresas vira chance de grana extra para muitos autônomos.

A classe que mais vem ganhando com o uso do WhatsApp nos negócios, no entanto, são os comerciantes. A empresária Ana Paula Lima de Alcântara, dona da marca de roupas Manalí Store, é um exemplo de quem investe em novas tecnologias, em especial no WhatsApp, para aumentar as suas vendas. “São inúmeras as vantagens que o WhatsApp trouxe para mim. Como não possuo um site, ele serve como um canal direto entre os clientes e eu, além de facilitar possíveis desentendimentos e tirar dúvidas”, diz sobre o sucesso do aplicativo na função de aumentar as vendas. “Outra vantagem do WhatsApp é a multiplicação da mensagem. Você envia para milhares de pessoas e estas ainda podem compartilhar seu post com amigos, aumentando muito a visibilidade do seu anúncio”, defende Luiz Benjamim, CEO da SallApp, empresa especializada em maketing mobile.

Hoje vivemos em uma era em que se vendem mais tablets e smartphones do que computadores pessoais. No Brasil, só no segundo semestre de 2014, foram vendidos mais de 13 milhões de aparelhos! Segundo a consultoria de tecnologia IDC, em 2013 o país vendeu mais tablets do que notebooks e computadores de mesa. Nessa realidade tecnológica, ajustar uma ferramenta como o WhatsApp ao campo profissional faz todo o sentido. E aprender a adaptá-la ao seus negócios pode render uma boa grana!

5 passos para ganhar dinheiro usando o WhatsApp (Imagem 1)

1- Tenha sua agenda atualizada

A organização é a base do negócio. Não deixe números ‘soltos’ na sua lista de contatos. Salve o nome ou alguma descrição que faça você lembrar quem é aquele cliente. Uma das vantagens do WhatsApp é que ele possui um ícone que te mostra quais números têm o aplicativo em seu celular.

2- Faça contatos

É importante para o vendedor se colocar sempre à disposição do cliente. Mostrar-se atento aos pedidos e dúvidas do consumidor, sempre perguntando se ele precisa de algo. Outro ponto a ser destacado é a pontualidade nas respostas. Fique atento para não gerar impaciência aos clientes. Imponha horários de atendimento e seja o mais rápido e direto possível no retorno. Lembre-se também que o WhatsApp é uma rede de relacionamentos, ou seja, é preciso desenvolver uma relação com os usuários. “Antes de tudo se apresente, dê boas-vindas ao cliente e crie um relacionamento. Até porque, dessa forma, conhece melhor a pessoa, vê se ela responde às mensagens, se é de fato cliente em potencial. Só depois de criada uma relação mande seu produto ou fale de seu serviço de forma mais clara”, aconselha Luiz Benjamim, CEO da SallApp.

3- Ofereça seu serviço pelo aplicativo

O WhatsApp é um excelente meio de compartilhamento de fotos, vídeos, documentos e até localização. Use isso a seu favor. Nem sempre o cliente tem tempo de atender ligações ou responder e-mails. É uma forma de contato que acaba facilitando todo o processo de venda, afinal, ele vê seu produto assim que clica na mensagem no app. É importante, no entanto, não ser muito agressivo na hora de tentar vender seus produtos – e se lembrar que ninguém quer ficar lendo longos textos, excessivamente “marqueteiros”. “Recomendamos textos curtos, diretos e, claro, mais informais, já que o WhatsApp é uma plataforma informal”, aconselha Luiz Benjamim. E não se esqueça de fotos e vídeos. “Uma foto é vista em menos de um segundo, ou seja, você passa a imagem mais rapidamente. Vídeos também fazem sucesso, desde que curtos e atrativos”, complementa o especialista.

4- Use o WhatsApp em conjunto com outras redes

Sim, o WhatsApp é muito eficaz na tarefa de se comunicar com o cliente. Mas hoje em dia, são raros os casos de pessoas que possuem somente um meio de comunicação. Usá-lo em conjunto com outras redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, fará seu leque de vendas aumentar muito.

5- Faça o chamado “Follow up”

“Follow up” (pronuncia-se fólou ap) é um termo em inglês muito usado no ramo comercial. Significa, basicamente, fazer um acompanhamento da compra e, em especial, do consumidor. Ou seja, você vende o produto e depois de um certo tempo busca saber se o cliente está satisfeito com a compra. Esse passo é importante pois serve como retorno para saber como estão seus negócios, e também para estender laços comerciais. “Acompanhando os dados você conhece melhor cada cliente e sabe o que funciona com a pessoa, o que facilita a venda e o relacionamento”, finaliza Luiz Benjamim.

Tags, , ,

BlackBerry firma parceria com o Google para aprimorar a experiência do usuário e a segurança móvel

A BlackBerry Limited (NASDAQ: BBRY; TSX: BB), empresa líder global em comunicações e mobilidade, anunciou hoje uma parceria com o Google que permitirá que o BES12™, uma solução de EMM multiplataforma da BlackBerry®, gerencie aparelhos equipados com Android for Work, solução do Google para separar dados e aplicativos pessoais e corporativos com segurança.

Com o apoio do BES12, o Android for Work cria um perfil seguro e dedicado para dados e aplicativos corporativos. A integração perfeita entre a solução BES12 e o Android OS permitirá a conteinerização no nível da plataforma. Essa combinação eliminará a necessidade de encapsular aplicativos e oferecerá fácil acesso ao Google Now e qualquer aplicativo para Android disponível no Google Play™ e permitido pelas políticas de TI da empresa.

O BES12 oferecerá às empresas a maneira mais segura e flexível de gerenciar o Android for Work. Smartphones e tablets com o Android for Work serão gerenciados naturalmente dentro do ambiente BES12, otimizando o gerenciamento de todas as plataformas de aparelhos e modelos de implementação, como BYOD e COBO, em um único centro de controle e de comando. O Android for Work poderá ser implementado com o BES12 de instalação local ou com a versão na nuvem e contará com a segurança móvel de excelência, arquitetura expansível e confiável infraestrutura de rede da BlackBerry.

“A BlackBerry trabalha em conjunto com o Google para oferecer aos clientes soluções que poderão ser implementadas com segurança nas principais plataformas móveis dentro de suas empresas”, afirma Billy Ho, Vice-presidente Executivo de Soluções de Valor Agregado e Produtos Empresariais da BlackBerry. “Juntos, o Android for Work e o BES12 oferecerão aos clientes uma nova opção para aprimorar sua segurança móvel e a produtividade de seus funcionários, além de tranquilidade por não precisarem abrir mão do controle sobre os dados corporativos, sacrificar a experiência do usuário ou aumentar a complexidade dos ambientes”.

Além de anunciar a compatibilidade do BES12 com o Android for Work, a BlackBerry ampliou seus esforços multiplataforma com o suporte para Android por meio de serviços de valor agregado, incluindo o BBM™ Meetings, BBM Protected™, VPN Authentication by BlackBerry® e WorkLife by BlackBerry®.

Tags,

Líderes precisam manter equipes engajadas durante cenário de crise econômica

Por Azizeh Emleh*

Passamos por um momento econômico brasileiro onde as notícias não são animadoras. Por isso, é importante que os principais líderes deixem claro as prioridades e diretrizes de suas empresas, a fim de evitar que as equipe não priorizem somente os interesses internos da sua área. As equipes com foco na visão do todo, passam atuar como um time do que cada um atuando individualmente. Quando todos devem estar unidos, em torno de um alinhamento, o qual é realmente importante no momento de crise econômica. Talvez não seja o momento para desenvolver novos produtos, mas dar foco no que está ganhando para ter resultado no curto prazo. Ter cuidado com os dados dos clientes, para a empresa não aumentar a inadimplência, assim, as equipes de vendas, devem atuar em conjunto com a equipe financeira e de marketing. Não olhar só para sua área mas olhar o todo. O líder também deve dar feedbacks pontuais aos seus liderados, para resgatar qualquer desvio que comprometa o alcance dos objetivos principais. Com isso, quando ele vai negociar, deve deixar claro o momento atual ao colaborar, para ele entender o cenário. Não deixar claro só o resultado que deseja, mas o motivo também é importante explicar. O por que está pedindo isso, o por que dessa diretriz da empesa.

Geralmente os líderes na correria do dia a dia, divulgam as metas específicas, mas não falam a respeito do cenário. Em cenário como estamos vivendo e importante explicar ao colaborador os reais motivos, você ganha o comprometimento dele, já que o colaborador entende o por que porquê. Por que estão pedindo esse resultado de repente? Porque estão focando em outra área e não a minha? Com a explicação dos líderes e o entendimento das equipes, quem ganha é a empresa e os colaboradores que estão alinhados com o principal objetivo da companhia, finaliza Azizeh.

A seguir, confira dicas da consultora e coach Azizeh Emleh de como manter a equipe engajada em possíveis cenários de crise:

1.Adotar a gestão transparente, para manter a equipe informada sobre os rumos e resultados organizacionais;

2.Estreitar o elo com as áreas de interface, tanto para integrar os diferentes interesses quanto para fomentar a agilidade nas decisões entre as equipes;

3.Adotar critérios claros de resultado e conduta para fornecer feedback´s pontuais;

4.Ser acessível e praticar a escuta ativa, para sanar inquietações ou necessidades geradas em cenários de crise ou de incertezas;

5.Capacitar a equipe a gerenciar os próprios conflitos;

6.Desenvolver sucessores que também possam ser aproveitados em outras áreas da empresa;

7.Ter a ética como valor chave nas decisões e coerência entre o discurso e a prática;

Azizeh Emleh é consultora, coach e prof. universitária do INSPER.

Tags, , , , ,