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E-book propõe dicas para maximizar a produtividade da área de TI

Os problemas comuns à área de TI geralmente são resolvidos com a melhora da gestão. Partindo dessa premissa, o ebook “Dicas Para Sua Equipe De TI Produzir Mais”, escrito por Antonio Carlos Soares, CEO e co-fundador do Runrun.it, oferece soluções que ajudam a exterminar o que acaba com o sono do gerente de TI: os grandes vilões das áreas de desenvolvimento que estouram o prazo e o orçamento.

Especialista em produtividade, Antonio Carlos Soares usou sua própria experiência à frente do Runrun.it, software de gestão de tarefas, tempo e desempenho, para dar dicas para analistas, gerentes, POs e CTOs. “O grande desafio das áreas de TI são as constantes mudanças de escopo e de priorização e a tendência a ignorar que os recursos envolvidos também executam outras tarefas corriqueiras, como propostas, correção de bugs e reuniões. A pior consequência disso é o prazo estourar, levando o orçamento junto. Há outras variantes que podem agravar esse quadro: turnover, tarefas piratas sendo requisitadas sem o gestor saber, erros não previstos e etapas mal planejadas”, afirma o autor.

O e-book promove a discussão sobre essas questões e mostra como esses e outros problemas podem ser resolvidos com o Runrun.it. O download pode ser feito gratuitamente pelo link http://promo.runrun.it/dicas-equipe-de-ti-produzir-mais

Sobre o Runrun.it: Software brasileiro de gestão de tarefas, tempo e desempenho, usado em 107 países por mais de 100 mil empresas, como Netshoes, Honda, NET, TIM, Amil, Embratel, Banco Votorantim S/A, FIESP, Saraiva, Infoglobo, FastShop, entre outras de diversos segmentos. Lançado comercialmente em maio de 2013, o Runrun.it auxilia gestores a aumentar a produtividade de suas equipes. À frente da empresa está o CEO Antonio Carlos Soares (AC Soares), que trabalha na gestão de organizações de alto crescimento há 20 anos.

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Gartner revela que tecnologia é prioridade para CEOs

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, revela que a maioria dos CEOs espera condições positivas para os negócios e as inovações tecnológicas aceleradas em 2015. Segundo a pesquisa “CEO Survey 2015”, o crescimento ainda é prioridade máxima e as mudanças relacionadas à tecnologia são vistas como a principal ferramenta para atingir esta meta este ano e em 2016. Esse e outros dados serão apresentados durante a Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management, que acontecerá nos dias 23 e 24 de junho (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“Todos os anos, pedimos aos CEOs uma lista com suas cinco prioridades para os negócios. Neste ano, o crescimento foi, mais uma vez, citado como a principal preocupação”, diz Mark Raskino, Vice-Presidente e Associado do Gartner. “Contudo, as menções explícitas ao crescimento foram inferiores ao ano passado. Atribuímos este declínio não a um menor interesse em crescimento, mas ao interesse crescente no mecanismo que irá propiciá-lo.”

A pesquisa do Gartner foi realizada com 400 líderes de negócios de organizações globais durante três meses. A maioria das empresas participantes do levantamento possui receita anual igual ou superior a 1 bilhão de dólares. Os resultados indicam condições positivas para os negócios, embora não espetaculares, num cenário no qual a estabilidade é fundamental para garantir investimentos estratégicos.

“A segunda categoria mais importante entre as prioridades para os negócios em 2015 e 2016 está relacionada à tecnologia. Essa é a posição mais alta já alcançada por este item na pesquisa, desde 1999, e acreditamos plenamente que os CEOs estejam mais concentrados do nunca nesta área”, diz o analista do Gartner. “Quando examinamos o contexto das respostas, o interesse dos CEOs em tecnologia se torna óbvio. Mais da metade das respostas está relacionada a questões tecnológicas de receitas e crescimento, tais como a multiplicidade de canais, o e-commerce e o comércio móvel.”

Os tópicos referentes ao consumidor permanecem no plano principal para a maioria dos entrevistados. Sobre investimentos em tecnologia nos próximos cinco anos, 37% dos líderes de negócios classificaram a gestão participativa dos consumidores como uma capacidade de liderança proporcionada pela tecnologia, seguida por digital marketing (32%) e business analytics (28%).

Os negócios baseados em Nuvem também alcançaram alto reconhecimento, uma vez que os CEOs perceberam que este é o local onde as novas plataformas industriais de ruptura e controle são criadas. No entanto, a revelação da pesquisa deste ano foi a ascensão meteórica da Internet das Coisas, tecnologia que apareceu muito pouco nos anos anteriores.

Com o digital começando a alterar fundamentalmente a natureza da indústria, os CEOs também estão mais preocupados com segurança e riscos. Segundo a pesquisa, 77% dos líderes concordam que “o mundo digital está criando novos tipos e níveis de risco para os negócios”, e 65% percebem que “os investimentos em práticas de gestão de riscos não estão acompanhando os novos e mais altos níveis de risco”.

“Embora esta tenha sido uma conclusão parcial, também verificamos uma forte evidência da crescente preocupação em outras respostas”, diz Raskino. “Os CEOs estão certos em se preocupar. Na medida em que os produtos e serviços tornam-se digitais, eles acrescentam muito mais utilidade ao consumidor, mas também atribuem um poder muito maior para forças que poderiam usurpar o controle digital. Os CEOs e CIOs deveriam colaborar para mobilizar a equipe de executivos quanto aos riscos cibernéticos”, afirma o analista do Gartner.

Anote em sua agenda

Evento: Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management
Data: 23 e 24 de junho de 2015 (terça e quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo – SP

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Tendências de uso de aplicativos móveis no Brasil

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Com mais de 190 milhões de usuários de celulares e contando com quase 40 milhões de smartphones ativos no Brasil, o país consolida-se como a quinta potência no uso de aparelhos móveis e, com isso, número de aplicativos baixados também é superior a outros países.

No mercado mundial de smartphones, o Brasil encerrou 2014 com o quinto maior volume de vendas, registrando 38,8 milhões de unidades ativas, de acordo com eMarketer, empresa especializada em pesquisas envolvendo o mercado digital. A China, que lidera o ranking, mantém 436,1 milhões de unidades, seguido de longe pelos EUA (com 143,9 milhões), Índia (76 milhões), Japão (40,5 milhões) e Rússia (35,8 milhões). A pesquisa também aponta 2 bilhões de usuários de smartphones em 2016.

Outro estudo, esse desenvolvido pela CA Technologies, com 1,450 empresas líderes em seus respectivos setores, em 13 países, entre eles Brasil, indica que as organizações que estão inseridas na Economia dos Aplicativos, por meio do desenvolvimento de novas estratégias baseadas em conceitos modernos de TI, como o DevOps (desenvolvimento de TI orientado à operação de negócios), Gerenciamento de Nuvem e Mobilidade, por exemplo, estão obtendo resultados significativamente melhores de negócio do que as companhias que ainda não se adaptaram a este novo paradigma de mercado, ao criar ou terceirizar a criação de aplicativos móveis.

Neste estudo, a CA Technologies mostra que, no mundo, 50% das empresas entrevistadas afirmaram que já percebem o impacto da Economia dos Aplicativos em suas respectivas indústrias. Como resultado desse panorama, 25% destas organizações também disseram que estão aumentando os seus investimentos para se adaptarem à nova realidade. No Brasil, 37% das companhias entrevistadas disseram que sentem de forma significativa os efeitos da Economia dos Aplicativos, entre elas, 28% responderam que estão aumentando os investimentos para se adaptarem ao novo contexto.

Outra pesquisa, mais recente, realizada pela revista Meio & Mensagem mostra que os dados de mobilidade superam expectativas e o setor se torna um dos mais rentáveis. A pesquisa mostra também que 84% dos consumidores usam até 10 apps diariamente, sendo social medias os mais usados. Atualmente, estão disponíveis 1,3 milhões de aplicativos na Google Play, sendo que entre os 20 mais baixados estão três bancos e, claro, o aplicativo da PSafe, que configura entre os mais baixados desde início do ano passado. Isso mostra que os usuários estão mais dispostos a aceitar as novas tecnologias e mover valores pelos gadgets, já que 67% já fizeram alguma transação de e-commerce por celular. A expectativa é de que até 2018 seja movimentado US$28,4 bilhões por este comércio.
Em uma pesquisa realizada pela PSafe, que conta com mais de 30 milhões de downloads do aplicativo PSafe Total Android, mostra os apps mais baixados na loja de aplicativos seguros Total Apps:

Destaques
1. Dieta & Saúde – Emagrecer
2. Caça-Palavras
3. OLX – Classificados Grátis
4. Bom Negócio – Classificados Grátis
5. Mercado Livre

Games
1. Meu Malvado favorito
2. Pou
3. Meu Tom Falante
4. Street Skater 3D
5. Caça-Palavras

APPs
1. ZapZap
2. Whatsapp Messenger
3. Me diga a operadora
4. Rdio Music
5. PicsArt – Photo Studio

E as funções mais utilizadas pelos usuários do PSafe Total Android são: Cofre 21% / Antifurto 15% / Verificação 7% / Total APPs 7% e Limpeza 6%

Entretanto, é muito importante lembrar que o uso dos aplicativos móveis pode ser uma porta de entrada para vírus e malwares, como alerta a PSafe. Dessa maneira, é recomendado sempre usar um antivírus. O PSafe Total Apps, por exemplo, ainda pode servir de cofre para todos os apps que o usuário desejar proteger, assim como otimiza o celular. Além de ser gratuito, aplicativo ainda conta com função antifurto.

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ParanáTIC 2015 ganha projeção internacional e confirma Foz do Iguaçu como sede do principal evento paranaense de tecnologia

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Nos dias 12 e 13 de novembro, a cidade paranaense de Foz do Iguaçu sedia o ParanáTIC 2015. O principal evento estadual de Tecnologia da Informação e Comunicações vai acontecer no Hotel Mabu e tem como grande novidade a presença de delegações de vários estados brasileiros e países da América Latina. A ideia é aproveitar o apelo turístico da cidade, que tem nas Cataratas do Iguaçu uma das 7 Maravilhas da Natureza, para reunir lideranças nacionais e internacionais do setor de TIC e posicionar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

A Assespro Nacional, Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, já confirmou a participação de representantes de 14 regionais da entidade para conhecer o trabalho do movimento paranaense de TIC, que conta com seis Arranjos Produtivos Locais apoiados pela Assespro-Paraná e pelo Sebrae. A participação internacional no ParanáTIC vai ser garantida pela ALETI, Federação Ibero-americana de Entidades de Tecnologías da Informação, que conta com 21 associações empresariais em 19 países.

Promovido em uma parceria da Assespro-Paraná com o Sebrae, o ParanáTIC reúne empresários, pesquisadores, professores, estudantes e profissionais da área de TIC, com o objetivo de promover a integração de pessoas visando a criação de empresas, produtos e serviços inovadores. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

A programação do evento será composta por palestras Magnas e palestras temáticas paralelas, apresentações de projetos, exposições e encontros com startups. Já estão confirmados como patrocinadores Itaipu Binacional, Copel Telecom, Compagas, Sanepar, GCI, BRDE, SETI, e Fomento Paraná entre outros.

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Salesforce e Sage anunciam parceria estratégica global

A Sage [LON:SGE] e a Salesforce [NYSE:CRM] anunciaram hoje que criaram uma parceria estratégia, juntando as soluções de contabilidade e folha de pagamento para pequenas empresas número 1 do mundo com a solução de CRM e plataforma de nuvem corporativa número 1 do mundo. Com essa parceria, a Sage construiu uma nova solução chamada Sage Life na plataforma Salesforce1, a solução de plataforma como serviço (PaaS) corporativa número 1 do mundo, a qual permite à pequenas empresas operar completamente na nuvem.

Atualmente, o pequeno negócio típico tem entre quarto e oito sistemas de software para gerir a empresa1, criando complexidade e dificultando sua capacidade de obter uma visão única das informações dos consumidores, funcionários e fornecedores. Otimizado para os dispositivos móveis e as mídias sociais, o Sage Life irá permitir ás pequenas empresas conectar os dados de seus consumidores, contabilidade e folha de pagamento, e dados financeiros, em um sistema, acessível de qualquer dispositivo em qualquer lugar.

O Sage Life é totalmente customizável, baseado na nuvem e pode ser usado em qualquer dispositivo móvel, de smartphones a smart watches, e de tablets a desktops. Com seu centro de controle de dispositivos móveis, os empregados têm acesso a dados em tempo real, e podem reagir como uma equipe. Tendo o networking social como seu núcleo, o Sage Life permite interconexões contínuas entre colegas, consumidores, parceiros, fornecedores e outros stakeholders.

“Junto com a Salesforce, a Sage está moldando o futuro dos pequenos negócios. Os softwares para pequenos negócios não têm mais que representar diferentes sistemas ou camadas de complexidade – eles serão simples, colaborativos e irão operar em tempo real. Com o Sage Life, nós estamos oferecendo inovação baseada em nuvem e em mídias sociais e dispositivos móveis, gerada por contabilidade em tempo real. Agora, gerir um pequeno negócio pode ser tão fácil como atualizar seu status do Facebook”, afirma Stephen Kelly, CEO da Sage.

“Eu estou entusiasmado em relação à oportunidade que essa parceria cria para nossos consumidores”, diz Marc Benioff, presidente e CEO da Salesforce. “Juntas, a Sage e a Salesforce estão permitindo às empresas de crescimento rápido gerir seus negócios na plataforma de nuvem corporativa número 1 do mundo”.

A plataforma Salesforce1, a Plataforma como Serviço número 1 do mundo para empresas, fornece as capacidades que as empresas e os desenvolvedores precisam para construir grandes aplicativos que são instantaneamente conectados por mídias sociais e dispositivos móveis. Nossos clientes construíram mais de 4 milhões de aplicativos na plataforma Salesforce1. Mais de 2 milhões de desenvolvedores estão criando aplicativos na plataforma Salesforce1, e o Salesforce AppExchange hospeda 2.700 aplicativos corporativos que se integram com a Salesforce. Aplicativos do AppExchange foram instalados mais de 3 milhões de vezes em todo o mundo.

A Sage está empenhada em apoiar as pequenas empresas em todo o mundo, bem como as comunidades que ela serve. Como parte da parceria, a Sage, uma empresa já líder em filantropia empresarial, também se juntou ao Pledge 1%, um movimento filantrópico baseado no modelo 1-1-1 da Salesforce.

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Porto Digital recebe inscrições para aceleradora

Estão abertas até o fim do mês as inscrições para a primeira turma da Jump Brasil, ligada ao parque tecnológico Porto Digital. Em parceria com o Instituto Talento Brasil e com investimento da Jereissati Participações, a aceleradora selecionará cinco empresas inovadoras.
As startups selecionadas passarão por um processo de aceleração realizado em cinco meses. Nesse período, as empresas receberão aporte financeiro de R$ 40 mil para a estruturação de modelo de negócios. Também é parte do programa sessões de capacitação, mentoria, consultoria empresarial, conexão com investidores e seminários.

“O Porto Digital possui uma estratégia de desenvolvimento do empreendedorismo e inovação suportada por incubadoras e aceleradoras. O público-alvo da Jump Brasil são as empresas que já apresentam maturidade no seu modelo de negócios e perspectivas de atender às demandas do mercado”, comenta Francisco Saboya, presidente do parque tecnológico.

As empresas procuradas são aquelas com produtos já lançados ou em fase de pré-lançamento com foco em TIC e Economia Criativa e com uso intensivo de tecnologia. Ademais, uma das vagas será destinada a projetos que contribuam para o desenvolvimento de soluções urbanas, com prioridade para os seguintes temas: mobilidade urbana, energia, poluição, sustentabilidade e segurança.

O superintendente da Jump Brasil, Pedro Souza, está promovendo uma série de encontros e conversas com atores do ecossistema local e regional para divulgar a chamada. “Além de encontros em faculdades, universidades e ambientes de coworking, estamos em contato com comunidades de startups de todo o Nordeste e disponíveis para tirar dúvidas e esclarecimentos”, explica.

Startups de todo o Brasil podem submeter propostas de aceleração. Para participar, as empresas devem submeter o formulário disponível no site da Jump Brasil (www.jumpbrasil.com), assim como anexar um vídeo de dois minutos com apresentação e justificativa de inscrição. Os selecionados nessa etapa passarão por entrevista presencial, na sede da aceleradora. Os finalistas assinarão contratos de participação societária.

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Pesquisa constata que um quarto dos usuários não entende os riscos de ameaças móveis

Apesar da grande popularização dos dispositivos móveis, os usuários ainda subestimam os riscos que correm ao se conectarem. Segundo uma pesquisa realizada pela Kaspersky Lab e pela B2B International, 28% dos usuários sabem nada ou muito pouco sobre malware móvel. Infelizmente, esta falta de conhecimento é benéfica aos cibercriminosos.

A pesquisa mostra que, dentre os aparelhos com sistema Android, somente 58% dos smartphones e 63% dos tablets estão protegidos por alguma solução antivírus enquanto, no geral, 31% dos smartphones e 41% dos tablets nem sequer estão protegidos por uma senha. A conduta despreocupada dos usuários talvez se deva ao fato de que 28% deles não sabem da existência de ameaças cibernéticas dirigidas a dispositivos móveis e 26% sabem, porém não se preocupam com elas.

Para piorar o cenário, dentre os Androids desprotegidos, 18% contém as informações que os criminosos mais querem encontrar: senhas dos cartões de banco, senhas de e-banking e outros dados financeiros. 24% dos mesmos usuários armazenam as senhas das redes sociais, e-mails pessoais e de trabalho, VPN (rede privada virtual) e outros recursos sensíveis. Mesmo os usuários que não se preocupam em proteger seus dispositivos com senhas, armazenam em seus smartphones e-mails pessoais (49%), e-mails de trabalho (18%), e “dados que não querem que ninguém veja” (10%).

Ainda de acordo com a pesquisa, usuários de Android enfrentam ameaças online com mais frequência do que os usuários de Windows*. Estes últimos têm mais conhecimento dos perigos da internet e 90% deles costumam proteger seus dispositivos. Desta forma, a pesquisa descobriu que, em um período de 12 meses, 41% dos usuários de smartphones e 36% dos usuários de tablets possuem aplicativos maliciosos; as contas de serviço de 18% dos usuários de smartphones e de 24% dos usuários de tablets foram hackeadas, enquanto os ciberataques financeiros afetaram 43% dos usuários de smartphones e 50% dos usuários de tablets. Contabilizando todos os sistemas de diferentes plataformas móveis, a média de ataques soma 31% (aplicativos maliciosos), 14% (invasão de contas de serviços online) e 43% (ciberataques financeiros) – significativamente menor do que apenas os valores da plataforma Android.

“O fato das ameaças para dispositivos móveis crescerem não surpreende, já que os dispositivos estão fazendo cada vez mais e muitas pessoas passaram a utiliza-los. É claro que isto atrai os fraudadores. Para que não se tornem vítimas, aconselhamos que os usuários protejam seus dispositivos contra ciberameaças, especialmente se armazenam dados financeiros”, explica Victor Yablokov, Diretor da área de Produtos Móveis da Kaspersky Lab.

A solução Kaspersky Internet Security para Android protege os dispositivos que operam com o sistema operacional contra ciberameaças conhecidas e novas. Além da proteção antimalwere e anti-phishing, também inclui as tecnologías Anti-Theft (antiroubo) e Privacy Protection (proteção da privacidade). A solução não afeta de maneira significativa o desempenho do sistema nem a duração da bateria.

Para aumentar o conhecimento sobre estas ameaças, a Kaspersky Lab produziu um vídeo sobre a evolução do perigo móvel. Para mais informações, leia o relatório O inimigo em seu telefone” no blog Securelist, que traz dados sobre ameaças móveis e seus diferentes tipos e métodos de infecção.

* Este dado se refere a usuários que citaram um dispositivo com uma plataforma como seu principal dispositivo para conectar-se a internet. Devido ao fato de que algumas pessoas podem utilizar vários dispositivos com diferentes plataformas ao mesmo tempo, podem enfrentar as ameaças mencionadas no texto em qualquer dos dispositivos.

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OpenTech customiza seu software para gestão de transportadoras

Mudança na forma de comercialização do ERP OpenTrucker permite ao cliente escolher entre as versões Standard e Advanced

Com foco constante em melhoria contínua, a OpenTech decidiu inovar em um de seus mais tradicionais produtos: o OpenTrucker. Criado para auxiliar as transportadoras no controle total dos negócios, o Sistema de Gestão Empresarial (ERP) OpenTrucker pode agora ser adquirido em duas versões: Standard e Advanced. Com a mudança, a empresa atenderá de forma customizada os pequenos, médios e grandes transportadores, com ganhos em assertividade, produtividade e rentabilidade.

Além de satisfazer as necessidades específicas de cada cliente, o novo formato de comercialização do OpenTrucker facilita a negociação e agiliza a implementação da ferramenta. De acordo com o gerente comercial de Software, Henrique Saragoça, a criação de duas versões distintas trouxe mais simplicidade ao processo comercial. “Tornamos a aquisição mais dinâmica, encurtando o ciclo de venda e deixando o produto mais acessível ao cliente, já que é possível escolher a versão que mais se adequa aos negócios”, explica.

Com módulos para a gestão comercial, operacional, financeira e de frota, o OpenTrucker atende tanto aos grandes e médios transportadores, que têm sua contabilidade dentro do ERP (versão Advanced), quanto aos pequenos, que controlam as variáveis operacionais, financeiras e de frota, mas não fazem sua contabilidade internamente (versão Standard). “Neste caso, podemos integrar o OpenTrucker ao sistema utilizado pela empresa de contabilidade que presta o serviço, fazendo a transferência de dados sem problemas”, informa Henrique.

Disponibilizando o OpenTrucker em duas versões, a OpenTech oferece aos clientes de pequeno porte a oportunidade de contar com uma ferramenta robusta para o controle de rotinas e processos, semelhante à utilizada por grandes transportadores, mas adequada às necessidades e ao tamanho da empresa. Desta forma, continua o gerente comercial da OpenTech, o custo de aquisição fica acessível e o projeto de implantação é dimensionado conforme as expectativas do cliente.

Outra vantagem é a possibilidade de migrar da versão Standard para a Advanced a qualquer tempo, sem impactos nos dados do sistema. “À medida que os negócios vão crescendo, o cliente pode ampliar também as funcionalidades da ferramenta”, comenta Henrique.

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62% dos empresários consideram o grau de inovação no Brasil baixo ou muito baixo, aponta pesquisa da CNI

Seis em cada dez líderes empresariais que comandam negócios inovadores consideram que o grau de inovação no Brasil deixa a desejar. A conclusão está em uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), realizada com 100 executivos – responsáveis pela tomada de decisão nas companhias que realizam projetos inovadores. Quando a pesquisa questionou a opinião deles sobre este tema, 54% responderam que o grau de inovação da indústria brasileira é “baixo” e outros 8% responderam “muito baixo”; 35% afirmaram “nem alto, nem baixo” e apenas 3% classificaram como “alto”. O estudo foi divulgado nesta terça-feira (12), em São Paulo.

Os empresários que consideram o grau de inovação “baixo” ou “muito baixo” justificaram as respostas. Para eles, o principal motivo é que o Brasil está atrasado em relação a outros países, reflexo de defasagem tecnológica acumulada ao longo dos anos. A consequência disso é que a indústria, muitas vezes, acaba por importar ou copiar o que é feito em outros países. De acordo com os entrevistados, falta cultura de inovação nas empresas brasileiras em geral. Eles também elencaram como entraves a falta de políticas de incentivo, a dificuldade de interação entre empresas e universidades e o baixo nível de educação dos profissionais.

“A pesquisa comprova a importância do papel da inovação para a sobrevivência das empresas no mercado global e a necessidade de um esforço para criar um ambiente favorável a negócios inovadores no Brasil. Sem dúvida, a inovação é o meio mais estratégico para a indústria crescer e colher resultados mesmo em cenários adversos como o atual”, avalia o superintendente nacional do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Paulo Mól.

Paulo Mól”Os setores privado, público e a academia precisam trabalhar em conjunto para fortalecer a estratégia de inovação do Brasil” – Paulo Mól

PANORAMA – O estudo da CNI foi feito com líderes de 60 pequenas e médias empresas e de 40 grandes. Os setores abordados foram de bens de consumo e de capital, químico e petroquímico, construção civil, farmacêutico, automotivo, eletroeletrônico, têxtil, digital, energético, siderúrgico e metalúrgico, mineração, celulose e papel. Além de mostrar a relevância no faturamento, a pesquisa revela que a inovação faz parte da estratégia do negócio em 99% das empresas consultadas. Entre as motivações para inovar, os empresários apontaram, em primeiro lugar, a vantagem competitiva. Também foi citado o aumento de produtividade, de lucro e de potencial de internacionalização.

Em relação à fatia do orçamento destinada a atividades inovadoras, a pesquisa revela que as empresas de grande porte investem mais que as pequenas e médias. No primeiro grupo, a maioria (37,5%) destina mais de 5% do orçamento à inovação; 10% indicam que o investimento está entre 3% e 5% do faturamento; em outros 27,5% o percentual é entre 1% e 3%. No segundo grupo, 21,7% apontam que mais de 5% do faturamento vai para inovação; 16,7% afirmam que fica entre 3% e 5% e a maioria (31,7%) dizem que o percentual está entre 1% e 3%.

Considerando a perspectiva da inovação no Brasil, os entrevistados deram notas a determinados temas, em que zero significava “péssimo” e dez, “excelente”. Na avaliação deles, a qualidade dos cursos de engenharia pontuaram 6,1; os sistemas de financiamento 5,3; a internacionalização de empresas e o acesso à pesquisa e desenvolvimento por pequenas e médias empresas tiveram nota 4,9; marco legal ficou com 4,6; a atração de centros de pesquisa para o país e propriedade intelectual ganhou 4,4.

MÃO DE OBRA – Ao aprofundar o tema sobre recursos humanos para inovação, 89% dos entrevistados disseram que os profissionais recém-chegados ao mercado de trabalho não estão suficientemente capacitados. Importante ressaltar que 77,5% das grandes empresas e 46,7% das pequenas e médias buscam um perfil específico de profissional para fomentar inovação. Entre as características valorizadas estão pro-atividade, criatividade e habilidades de comunicação. Além disso, procuram-se profissionais das áreas de engenharia, com formação técnica, pesquisadores e doutores e programadores.

Sob outro enfoque, a pesquisa da CNI traz os modelos de financiamento das empresas entrevistadas. No grupo das grandes, a modalidade de combinação de fontes é a realidade de 67,5% das empresas. Nessa combinação, de acordo com os empresários, estão recursos próprios, recursos captados de instituições públicas e de privadas, linhas de financiamento e parcerias entre instituições. Já nas pequenas e médias, 46,7% usam recursos próprios e outros 46,7% se valem da combinação de fontes.

“No Brasil, a empresa que quer inovar tem mais oferta de financiamento por linhas de crédito. E ter crédito disponível é essencial. Porém, nesses casos, é preciso devolver esse dinheiro depois. Isso afasta, por exemplo, micros e pequenas empresas, além de novos negócios. Quando falamos em inovação de resultado significativo, falamos de inovação radical e esse é um investimento arriscado. Por isso, defendemos a ampliação de recursos para financiamento na forma de subvenção, recursos não reembolsáveis, para estimular mais projetos de inovação. Isso irá incrementar o sistema de financiamento e estimular mais investimentos privados”, argumenta Paulo Mól.

RUMO E MODELO – Apesar da expectativa de baixo crescimento para o país, os representantes das empresas estão otimistas quanto ao volume de recursos para inovação nos próximos cinco anos: 57% responderam que pretendem “aumentar” ou “aumentar muito” os investimentos. Outros 39% afirmaram que a tendência é permanecer como está.

Aos empresários, foi perguntado o que deve ser feito para aumentar a inovação na indústria brasileira. No que compete ao governo, eles disseram que, em primeiro lugar, é preciso simplificar tributos. Em seguida, citaram a necessidade de conectar empresas a universidades e a centros e pesquisa e desenvolvimento, além de investir em educação e facilitar a importação de equipamentos e tecnologia.

Os líderes empresariais também listaram ações que precisam ser tomadas pelo setor produtivo. A mais importante delas foi estimular a cultura e a capacitação de profissionais inovadores, ter mais visão estratégica e ousadia, aumentar investimentos em pesquisa e desenvolvimento e novas tecnologias, além de estreitar o relacionamento com universidades.

O estudo mostra ainda quais são as referências mundiais em inovação para os empresários brasileiros: os Estados Unidos aparecem como modelo principal. Depois, foram citados Alemanha, Coreia do Sul, Japão e China. “Essas são nações que consolidaram um ambiente favorável à inovação e, assim, estimulam os investimentos privados. Elas servem de inspiração. Aqui, os setores privado, público e a academia precisam trabalhar em conjunto para fortalecer a estratégia de inovação do Brasil”, conclui Mól.

Fonte: Agência de notícias da CNI

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Solução de gerenciamento de serviços de TI sob demanda é destaque da Unisys na conferência HDI Brasil

A Unisys Brasil marca presença na 8º edição do evento que é referência em suporte e atendimento, e apresenta uma solução inovadora de gestão de serviços de TI baseada em cloud computing, Edge Service Management. A ferramenta fica hospedada no Brasil por meio da plataforma em nuvem Microsoft AzureT e está disponível para toda a América Latina, no modelo SaaS (Software-as-a-Service).

“Estamos muito entusiasmados em levar para a 8ª edição do renomado evento da HDI Brasil a solução Edge, parte do portfólio de Gestão Integrada de Serviços da Unisys, desenvolvido para auxiliar os clientes a alcançarem excelência operacional, maior eficácia nos serviços de suporte a TI e aos negócios e, desta forma, elevar a produtividade de seus usuários internos e o retorno sobre o investimento”, afirma Roberto Trinconi, vice-presidente de Vendas da Unisys para América Latina.
A solução é abrangente e auxilia as empresas a tornarem seus funcionários mais produtivos, ao permitir a escolha de serviços customizados com base nas funções que cada um desempenha. A plataforma Edge permite a modernização dos sistemas de service desk com a implementação de uma solução integrada.

Além de um estande com sessões de demonstração do Edge Service Management, Daniel Carrasco, CTO da Unisys para América Latina, ministra uma palestra sobre a redução de custo em suporte. Em seu estande (#13), a empresa apresentará os resultados e conceito do recém-criado Índice de Produtividade (Unisys People Computing Productivity Index). Realizado em parceria com a IDC, trata-se de uma ferramenta que auxilia a avaliar e classificar o desempenho das empresas nas principais categorias de entrega de serviços TI, produtividade de funcionários e os possíveis impactos no atendimento a clientes.

“Ao final todos os participantes da palestra poderão acessar um link e coletar os dados de sua empresa, baseados no benchmarking do mercado. Desta forma, é possível entender como promover a melhora nos serviços, com as indicações da ferramenta”, explica Carrasco.

A Conferência & Expo Internacional HDI Brasil 2015 é o maior evento da América Latina voltado para ITSM, suporte a clientes internos e externos, service desk, Field Support e Central de Serviços Compartilhados (CSC). O evento reúne um público de mais de 1.000 profissionais de TI, CSC e RH de todo o Brasil.

Serviço: 8ª Conferência & Expo Internacional HDI Brasil 2015

Data: de 20 a 22 de maio de 2015.
Local: CENTRO FECOMÉRCIO DE EVENTOS – Rua Dr. Plínio Barreto, 285, São Paulo.
Estande: número 13
Palestra: Daniel Carrasco, CTO para América Latina da Unisys. Tema: Redução de Custos em Suporte – Quarta-feira (20/05), das 17h20 às 18h40.
Site do evento: http://conferencia.hdibrasil.com.br/

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Mozilla anuncia novo CMO

A Mozilla comemora a chegada de Jascha Kaykas-Wolff como seu novo CMO (Chief Marketing Officer). “A profunda experiência e background de Jascha no posicionamento de produtos, estratégias de marketing e em construção de marcas, fazem dele o profissional ideal para liderar nossas ações de marketing e manter as marcas globais e a influência da Mozilla neste mercado tão competitivo”, afirmou Chris Beard, CEO da Mozilla, em seu post no blog da companhia. Kaykas-Wolff foi diretor de Marketing da BitTorrent e passou ainda por empresas com o Mindjet, Involver e Webtrends.

Sobre a Mozilla

Mozilla tem sido uma pioneira e defensora da Web há mais de 15 anos. Criamos e promovemos padrões abertos que permitem inovar e impulsionar a Web como uma plataforma para todos. Hoje, meio bilhão de pessoas em todo o mundo usam o Mozilla Firefox para experimentar a Web em computadores, tablets e dispositivos móveis. Com o Firefox OS e o Firefox Marketplace, a Mozilla está construindo um ecossistema móvel inteiramente baseado nos padrões abertos da Web, libertando fornecedores de dispositivos móveis, fabricantes, desenvolvedores e consumidores das limitações e restrições impostas por plataformas proprietárias. Para mais informações, visite www.mozilla.org

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Gerencianet lança app mobile de venda pelo instagram em oito países

Fazer compras e vendas pela internet já está mais fácil. A partir de hoje, o Letsell já está disponível para download gratuito na Google Play e App Store. O aplicativo foi desenvolvido para permitir a realização de compras e vendas pelo Instagram. Com investimento inicial de R$ 160 mil, o app foi lançado no Brasil e em mais sete países, como Estados Unidos, Espanha e Alemanha e está disponível em inglês, espanhol e português.

Criado em outubro de 2010, o Instagram se tornou uma das redes sociais mais populares, alcançando a marca de mais de 300 milhões de usuários no final de 2014. Devido ao grande alcance da rede e o aumento do comércio online, a empresa Gerencianet viu a oportunidade de criar uma forma de possibilitar os negócios diretamente pela ferramenta. Só no ano passado, as transações pela internet cresceram mais de 19% no Brasil, segundo dados do eMKeter.

De acordo com o CEO da Gerencianet, Evanil de Paula, o aplicativo foi criado para pessoas comuns anunciarem objetos que desejam vender, sejam novos ou usados, mas pode ser utilizado também por empresas que querem começar a vender pela internet ou aumentar a exposição dos produtos na rede.

O app permite que toda a transação seja realizada pelo celular e possui ferramentas que auxiliam no processo, como o chat online, que serve como canal direto para a negociação de vendedores e compradores, e o campo de inserção do endereço de entrega para cálculo do frete. No app, o usuário pode acompanhar todas suas compras, vendas e histórico de negociações e alterar os dados cadastrais.

Outra facilidade é a integração com o PayPal, que já atua em vários países e, por isso, facilita o processo de pagamento, permitindo também a negociação entre pessoas de países diferentes. O vendedor só paga a taxa quando uma venda é efetivada. O comprador não paga nada além do valor da compra.

“O app traz uma abordagem inovadora e diferente de outras propostas existentes no mercado para a venda de produtos pelo Instagram. Procuramos oferecer em uma única aplicação todo o processo do e-commerce, da inclusão do item pelo vendedor até o pagamento do comprador, tudo de forma simples e segura”, explica Evanil.

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