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Bematech adota Oracle Service Cloud e reduz em 90% as despesas com manutenção de soluções anteriores

A Bematech – provedora de tecnologia para o varejo, food service e hospitality – adotou as soluções Oracle Service Cloud para aprimorar o atendimento aos clientes. O projeto nasceu após uma série de aquisições de empresas de software realizadas pela companhia, o que gerou um desafio de integrar e padronizar diferentes sistemas e processos de relacionamento com clientes.

Graças ao uso da solução Oracle Rightnow Cloud Service – que faz parte da linha Oracle Service Cloud –, a Bematech reduziu em 90% as despesas de manutenção dos sistemas utilizados anteriormente para atendimento ao cliente. Além disso, teve uma queda de mais de 20% no volume de ligações e e-mails recebidos pela área de atendimento, graças a uma melhor gestão da operação.

O processo de escolha da solução Oracle aconteceu após um longo processo de alinhamento das necessidades de diversas áreas da Bematech em relação ao atendimento ao cliente. Após definir as especificações do projeto, a empresa fez um mapeamento de quais os fornecedores de mercado tinham as melhores soluções de nas áreas de CRM e Service Desk. Ao todo, 15 provedores participaram da concorrência.

“A escolha da solução Oracle Service Cloud se deu basicamente pelo nível de aderência ao negócio da Bematech, por ser uma solução em cloud que demandaria menos esforço e mais flexibilidade na implementação e, principalmente, pelo foco da solução na gestão e visão do cliente”, afirma Alexandre Parreiras, gerente de operações da Bematech.

Na prática, graças à nova plataforma de atendimento fornecida pela Oracle no modelo de cloud computing, a Bematech criou novos canais de atendimento por chat, e-mail e portal, bem como ampliou a automação dos processos e das interações entre os diferentes níveis de suporte, backoffice e equipes de desenvolvimento de software.

Atualmente, toda a base de clientes das verticais Varejo, Food Service e Hospitality da Bematech é atendida dentro da nova plataforma e pode escolher o canal que melhor se adequa às suas necessidades, para o registro e acompanhamento de solicitações e incidentes. As solicitações passaram a percorrer fluxos pré-definidos entre os diferentes níveis de atendimento e interagem com outras soluções quando relacionadas a alguma necessidade específica de correção ou evolução do software.

Na Bematech, a plataforma Oracle Service Cloud também é utilizada para automação de processos internos, como gestão de solicitações de documentação fiscal. E, animada com os resultados, a empresa já planeja um novo projeto com tecnologia Oracle, voltado a consolidar todas as operações de suporte da empresa ao longo deste ano.

“Esse projeto da Bematech reforça a qualidade e a eficiência das soluções Oracle Service Cloud, que ajudam as empresas a oferecerem o melhor atendimento aos clientes, ao integrar experiências na web, redes sociais e contact center em uma plataforma na nuvem, o que dá flexibilidade e agilidade às organizações, ao mesmo tempo em que reduz custos”, ressalta Alan Dias, diretor de Desenvolvimento de Negócios de CRM da Oracle. “Nossa plataforma oferece confiabilidade, segurança e liberdade para a experiência do cliente de missão crítica”, acrescenta.

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Comitê do Rio 2016 fecha patrocínio com a Microsoft para criação de portal

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A Microsoft anunciou acordo de patrocínio com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. O acerto prevê apoio à entidade na criação dos portais oficiais dos eventos. Todas as informações sobre agenda, resultados das competições e informações estatísticas disponíveis no site deverão ser armazenadas na plataforma em nuvem Azure.

O projeto faz parte da solução integrada de tecnologia desenvolvida e gerenciada pela empresa de TI Atos. A expectativa dos organizadores é que as plataformas desenvolvidas atinjam milhões de pageviews por dia e sejam as mais acessadas na história dos Jogos Olímpicos.

A escolha pela Microsoft como fornecedora do projeto se deu após análise que considerou aspectos técnicos – como capacidade de processamento e distribuição geográfica compatíveis com o porte do evento –, escalabilidade e integração entre diferentes dispositivos de navegação.

“Estamos falando de um evento com níveis elevados de audiência em todo o mundo. Portanto, é fundamental que cada usuário tenha acesso às informações da maneira mais conveniente e instantânea possível. Temos certeza de que o projeto que a Microsoft está desenvolvendo irá atender a essas expectativas”, explica o diretor executivo comercial do Comitê Organizador Rio 2016, Renato Ciuchini.

O plano criativo do site é composto por um modelo de arquitetura inteligente, que possibilita o máximo de eficiência na interação do visitante. Ao reconhecer o tipo de dispositivo – smartphone, tablet, PC – e a região de onde está sendo acessada, a plataforma selecionará automaticamente o idioma e o modelo de tela mais adequado para a melhor experiência.

Nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, cerca de 40% de todo o acesso ao conteúdo relacionado ao evento foi feito por meio de smartphones e tablets. A expectativa para os jogos de 2016 é que esse fluxo chegue a 60%.

O Azure permitirá que o usuário tenha experiência mais agradável de navegação, com menor tempo de resposta no acesso ao conteúdo. De acordo com o diretor de serviços da Microsoft, Luís Azeredo, esse modelo de projeto foi desenvolvido tendo em vista o nível de complexidade da operação.

“O serviço de Azure existe exatamente para esse tipo de cenário, pois conseguimos ampliar o volume de processamento e garantir a melhor performance e experiência do usuário em qualquer país do mundo”, conclui Azeredo.

Fonte: Portal Comunique-se

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Segurança de compra online ainda preocupa consumidor na América Latina, diz estudo da Worldpay

Segurança é o item mais importante para o público latino-americano quando se trata de compras ou agenciamento de viagens online, segundo a Wordpay, líder global em pagamentos. Para o seu estudo Online Payments Journey, a Wordpay entrevistou 1.500 compradores online e realizou uma pesquisa com os 150 maiores portais de varejo e reservas de viagens no Brasil, Chile e México.

A pesquisa destaca que a maioria dos compradores latino-americanos considera um site mais seguro se a autenticação de pagamento e os logos de certificação digital são exibidos com destaque na sua página inicial. Na região, 60% dos compradores de varejo online se sentem assim (71% no Brasil, 59% no Chile e 47% no México). Em dois dos três países pesquisados (Brasil e México), os varejistas não exibem essa informação na sua página inicial.

Além disso, os clientes de varejo da América Latina se sentem mais seguros comprando em um site cuja página inicial indique claramente quais tipos de pagamentos suporta. Pouco mais da metade (51%) dos entrevistados dizem que ver o logo do seu tipo de pagamento preferido na página inicial de um site os deixaria mais propensos a ir adiante com a compra (47% no Brasil, 52% no Chile e 54% no México).

Maria Prados, vice-presidente de Global Retail da Worldpay, afirma: “Uma dúvida persistente sobre segurança pode impedir que os compradores cliquem em “comprar”, mesmo que eles realmente queiram um produto. Comerciantes online precisam abordar essas questões de forma proativa, garantindo que os clientes estejam em boas mãos a partir do primeiro segundo em que eles começam a visitar um site, e deixem claro que a segurança é uma prioridade para eles em todas as fases do processo de pagamento”.

Garantir a segurança de forma proativa é particularmente importante nos casos em que os clientes são redirecionados para uma página de terceiros para completar o seu pagamento. Quando se trata de reserva de viagens, cerca de um em cada sete clientes latino-americanos ficariam tão preocupados se levados a um site de terceiros sem aviso prévio que não completariam o pagamento (14% no Brasil, 14% no Chile e 15% no México).

Clientes latino-americanos também valorizam uma experiência consistente e não querem nenhuma surpresa. Sessenta e um por cento dos compradores de viagens online desistiriam de uma transação prematuramente se o seu método de pagamento preferido estivesse em destaque na página inicial de um site de viagens, mas não disponível no momento da compra (60% no Brasil, 66% no Chile e 58% no México).

Thomas Helldorff, VP de Viagens da Worldpay, conclui: “Se há uma coisa que realmente se destaca a partir desses resultados é que a jornada do pagamento online está indissoluvelmente ligada à experiência do usuário. Os comerciantes online devem pôr-se no lugar dos seus clientes e garantir que o processo de pagamento seja rápido, fácil e seguro em cada etapa do caminho. Se não puderem cumprir essas expectativas, essas empresas correm o risco de ver os seus clientes em outros lugares para suas compras online”.

Suporte no pagamento e a forma de lidar com erros também podem ser decisivos para os consumidores. Especificamente, os resultados do estudo revelam que as equipes de suporte na América Latina devem estar preparadas para lidar com as reclamações dos compradores diretamente via chat ao vivo ou telefone. Cinquenta e sete por cento dos compradores de viagens querem ter a sua pergunta relacionada a pagamentos resolvida imediatamente pelo telefone (47% no Brasil, 62% no Chile e 62% no México), enquanto 53% querem suporte em tempo real via chat ao vivo (62% no Brasil, 42% no Chile e 56% no México).

Quando se trata de erros de pagamento, os consumidores na América Latina são muito desestimulados por terem que reinserir seus dados de pagamento. Quase metade (45%) dos consumidores abandonaria sua compra por completo, se tivesse que reinserir seus dados após um erro de pagamento (34% no Brasil, 48% no Chile, 52% no México), o que indica que os comerciantes precisam fornecer o máximo de informação possível quando isso acontece.

“Forrester previu recentemente que o mercado de comércio eletrônico nas principais economias da América Latina vai quase dobrar até 2019 e, como nossa pesquisa revela, sem dúvida, o impulso mais importante por trás desse boom de vendas online é a conveniência. No entanto, isso não começa e termina com um site, e comerciantes online devem garantir que todas as etapas do pagamento contribuam para uma experiência mais perfeita e segura possível”, afirma Prados.

A pesquisa latino-americana foi concluída como parte de um estudo global em parceria com KAE Marketing Intelligence Limited, que analisou 700 dos principais sites de varejo e de viagem e entrevistou 7.000 compradores online em 14 países em toda a América do Norte, América do Sul, Europa, Oriente Médio, África, Ásia e Oceania.

Para acessar os relatórios individuais da América Latina ou de outras regiões, acesse: http://onlinepaymentjourney.worldpay.com/?ref=PRG

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Estudo da Salesforce mensura o impacto dos wearables no desempenho dos negócios

O relatório inédito produzido pela Salesforce Research mostra que o sucesso com o uso dos wearables motiva 86% de seus adotantes e aumentar o gasto com esses dispositivos no ambiente corporativo

A Salesforce (NYSE: CRM), líder mundial em soluções de gestão de relacionamento com clientes (CRM), lançou hoje um novo relatório, sobre a pesquisa “Colocando Wearables para trabalhar: Insights sobre a Tecnologia dos Wearables em Negócios”, o qual confirma que, como um dos segmentos mais inovadores da tecnologia, os wearables, também conhecidos como dispositivos vestíveis, são vistos como uma plataforma estratégica para melhorar o desempenho dos negócios, e são uma área em expansão de investimento. O estudo realizado pela Salesforce Research demonstra como os profissionais que adotam os wearables estão planejando incorporar esses dispositivos em processos de negócios do dia-a-dia, para melhorar a produtividade e conectividade entre os funcionários e os clientes.

O estudo revela informações-chave a partir de cinco áreas pesquisadas: significado estratégico, áreas projetadas de crescimento, tendências de evolução dos dispositivos, o impacto dos insights de dado e a importância de um ecossistema de aplicativos em expansão. Conclusões específicas incluem:

Os wearables nas empresas são estratégicos para o sucesso empresarial

– Setenta e nove por cento dos adotantes desses dispositivos concordam que os wearables são ou serão estratégicos para o sucesso futuro da empresa.

– Setenta e seis por cento relatam melhorias no desempenho nos negócios desde a implantação dos wearables em suas empresas.

– Oitenta e seis por cento dos adotantes planejam aumentar seus gastos com wearables nos próximos 12 meses.

O uso de wearables nas empresas deverá triplicar nos próximos dois anos

– Quatro das cinco principais áreas de crescimento estão ao redor da melhora da experiência do consumidor. Os quatro casos de uso dos wearables que ajudam a melhorar a experiência do consumidor incluem: acesso em tempo real a dados de clientes, instrução ou diretrizes para trabalho de campo hands free, analytics a alertas corporativos e treinamento remoto do consumidor.

– O uso de wearables pelos consumidores está sendo liderado pela integração com dispositivos móveis e programas de fidelidade, aplicações de ponto de venda e experiências imersivas dos consumidores.

Os smartwatches estão vencendo corrida da tecnologia de wearables corporativos

– Para as pessoas que participaram da pesquisa, os smartwatches terão o maior impacto e a taxa de adoção mais rápida nas empresas. De fato, 62 por cento estão usando, pilotando ou planejando usar smartwatches no ambiente corporativo nos próximos dois anos. Casos de uso de smartwatches incluem:

Inteligência aumentada de vendas: para uma equipe de vendas que trabalha remotamente ou on-the-go, os representantes de vendas podem usar inputs de recursos de fala em sua língua para enviar informações diretamente do smartwatch a um sistema de CRM.

Oferecer uma experiência VIP ao consumidor: representantes de serviço ao consumidor usando um smartwatch em um ambiente de varejo, por exemplo, pode ser alertados sobre as preferências dos consumidores-chave, permitindo que eles propiciem uma experiência high-touch altamente personalizada.

– Cordões digitais e óculos inteligentes ocupam o segundo e terceiro lugares por seu impacto esperado sobre empresas.

Propicie experiências integradas on-site: crachás e cordões RFID podem ser implantados em um resort para transacionar pagamentos e gerenciar o acesso a quartos ou áreas VIP. Os dispositivos também geram dados, os quais podem ser analisados para a obtenção de insights sobre o melhor fluxo de tráfego dentro de um local de um evento ou em determinados momentos do dia.
Minimize o tempo de inatividade para o serviço de campo: os óculos inteligentes podem fornecer suporte imediato aos representantes de serviços de campo remotos. Por exemplo, um técnico em uma plataforma de petróleo pode se conectar a diagramas técnicos pelos óculos inteligentes, que mostram os passos necessários para um reparo.

Os dados gerados pelos wearables serão um game-changer para uma empresa

– Hoje, somente oito por cento dos adotantes de wearables afirmam que estão completamente prontos para obter insights para ações a partir do volume de dados de funcionários e consumidores gerados pelos wearables. Quando o uso desses dispositivos nas empresas acelerar, o afluxo de dados gerados pelos wearables irá ajudar as empresas a tomar decisões informadas em tempo real.

Uma expansão do ecossistema de aplicativos corporativos vai estimular a adoção da tecnologia dos wearables

– Trinta por cento dos adotantes citam a falta de aplicações de negócios como um desafio primário na implantação de wearables.

– Quando o ecossistema de aplicativos crescer e novo hardware permitir cenários de negócios mais complexos, o número de empresas que adotam os wearables irá aumentar dramaticamente.

“Os wearables são a próxima fase da revolução dos mobiles. Como os smartphones antes deles, a chave do sucesso para os wearables nas empresas está totalmente relacionada com aplicativos corporativos matadores”, diz Lindsey Irvine, Diretora Global de Parcerias Estratégicas da Salesforce. “Esta pesquisa demonstra a enorme oportunidade para os casos de uso de wearables para impulsionar negócios de valor significativo”.

O relatório também destacou a forma como as empresas podem tornar-se mais bem preparadas para incorporar os wearables em seus negócios, como a adoção de políticas que apoiam o Bring-Your-Own-Wearables (BYOB). Enquanto 54% das empresas já têm uma política de BYOB, mais 40% das empresas estão planejando implantar uma política de BYOW no futuro.

O estudo, realizado pela Salesforce Research e conduzido entre 27 fevereiro e 1 março de 2015, centrou-se em mais de 500 profissionais que adotaram a tecnologia dos wearable em empresas de vários portes, que disseram que estavam usando, guiando ou planejando implantar a tecnologia wearable nos negócios dentro dos próximos dois anos.

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Pesquisa do Gartner indica que Data Centers precisam ser modernizados

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, afirma que a estrutura e a função dos Data Centers terão que ser alteradas, ou a agilidade dos negócios e a força competitiva empresarial será comprometida. Isto ocorre devido ao surgimento de um novo mundo digital a partir do duplo impacto do Nexus das Forças e da Internet das Coisas.

“Por mais de 40 anos, os Data Centers têm sido praticamente um protagonista do ecossistema de TI”, diz Rakesh Kumar, Vice-Presidente Executivo do Gartner. “Apesar das mudanças na tecnologia de energia e refrigeração, e também no projeto e construção destas estruturas, as funções e os requisitos básicos dos Data Centers têm, de modo geral, permanecido constantes. Eles são centrados em altos níveis de disponibilidade e redundância, processos bem documentados para gerir a mudança, estruturas tradicionais de fornecimento e estruturas organizacionais segmentadas. Essa abordagem, no entanto, já não é apropriada para o mundo digital.”

Diante dessa realidade, o Gartner destaca cinco razões pelas quais as organizações precisam desenvolver uma estratégia de Data Center mais adequada e moderna:

1. Faça o Data Center se comportar como uma fábrica e um laboratório;

2. Gerencie a pressão sobre o Data Center para torná-lo ágil e inovador;

3. Gerencie diferentes tipos de risco;

4. Torne o Data Center parte de uma topologia híbrida e ampla;

5. Abrace as novas tecnologias de uma maneira diferente.

Para conferir mais informações sobre a pesquisa do Gartner, acesse: http://www.gartner.com/newsroom/id/3029231.

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BlackBerry adquire WatchDox para reforçar a segurança de conteúdo móvel e a colaboração corporativa

A BlackBerry Limited (NASDAQ: BBRY; TSX: BB) empresa líder global em comunicações e mobilidade, anunciou hoje o fechamento de um acordo definitivo pela aquisição da WatchDox Ltd. A transação permitirá que a BlackBerry continue aprimorando sua segurança móvel insuperável e ofereça às empresas controle incomparável sobre seus arquivos, mesmo se os dados estiverem fora da rede corporativa. A tecnologia da WatchDox será oferecida como serviço de valor agregado complementar ao portfólio de gerenciamento de mobilidade empresarial (EMM) da BlackBerry Enterprise e estará disponível com o BES12, uma solução de EMM para múltiplos sistemas operacionais.

Os detalhes da transação não foram divulgados. A conclusão da transação está sujeita a condições habituais de fechamento.

A WatchDox é uma empresa de segurança de dados que oferece as soluções mais seguras de sincronização e compartilhamento de arquivos corporativos, permitindo que os usuários protejam, compartilhem e trabalhem com seus arquivos em qualquer dispositivo(1). A segurança da WatchDox acompanha os arquivos compartilhados tanto em dispositivos móveis como em desktops, garantindo às empresas total visibilidade e controle sobre a edição, cópia, impressão ou encaminhamento dos arquivos. A solução também permite que os usuários finais revoguem o acesso ou excluam arquivos remotamente e proporciona produtividade móvel segura tanto para repositórios locais como na nuvem, além de oferecer aos administradores a capacidade de bloquear ou remover o acesso a arquivos comprometidos em caso de violação de dados.

A incorporação da WatchDox amplia o compromisso da BlackBerry de garantir a comunicação empresarial segura entre funcionários, bem como o acesso a informações corporativas em todas as plataformas, sejam móveis ou de desktop. O BES12 é a base para o amplo portfólio de serviços de segurança, produtividade, comunicação e colaboração empresarial da BlackBerry.

“A BlackBerry amplia constantemente o potencial da segurança de dados para permitir maior colaboração e compartilhamento, em vez de criar limitações”, afirma John Chen, presidente executivo e CEO da BlackBerry. “Essa aquisição representa outro passo fundamental na transformação da BlackBerry na melhor plataforma para software e aplicativos de comunicações móveis seguras, compatível com todos os dispositivos e sistemas operacionais. Aliada à aquisição da Secusmart no ano passado, à parceria com a Samsung e aos nossos esforços internos pelo desenvolvimento, a aquisição da WatchDox nos proporciona os recursos para garantir a segurança das comunicações de ponta a ponta, desde serviços de voz, texto, envio de mensagens e dados até a sincronização e compartilhamento de arquivos empresariais”.

Com sede em Palo Alto, Califórnia, Estados Unidos, e unidades de pesquisa e desenvolvimento em Petah Tikva, Israel, a WatchDox atende a organizações líderes de vários setores que necessitam de segurança para colaboração e mobilidade, incluindo governos, saúde, produção, mídia e serviços financeiros e legais.

“As empresas precisam de soluções móveis seguras que garantam maior facilidade à colaboração entre usuários e aumentem sua produtividade. A WatchDox atende a essa demanda aliando a segurança centrada em dados com uma experiência fácil de usar e altamente valorizada pelos nossos clientes”, comenta Moti Rafalin, fundador e CEO da WatchDox. “A combinação da segurança líder e portfólio de EMM da BlackBerry com a tecnologia da WatchDox oferecerá a solução de mobilidade mais produtiva e colaborativa a empresas que precisam de formas inovadoras, seguras e eficientes de conduzir seus negócios”.

“Compartilhar dados além dos limites corporativos pode aumentar a produtividade dos funcionários, mas também pode expor a empresa a sérios riscos financeiros e reputacionais se não houver o controle adequado”, afirma Maribel Lopez, diretora e fundadora da Lopez Research. “A WatchDox proporciona esse controle e realmente se concentra em segurança centrada em dados. Sua tecnologia de sincronização e compartilhamento de arquivos corporativos representará um importante aprimoramento ao portfólio de EMM multiplataforma da BlackBerry, uma vez que oferece novos recursos e garante o nível de segurança que as empresas já esperam da BlackBerry”.

A aquisição da WatchDox formará a base de um novo centro de pesquisa e desenvolvimento com foco em segurança da BlackBerry, em Israel. A aquisição da WatchDox pela BlackBerry está em consonância com a compra no ano passado da Secusmart, líder em criptografia de alta segurança para voz e dados, e demonstra novamente o compromisso da empresa de ser uma referência em segurança móvel empresarial. Esse compromisso é a razão pela qual a BlackBerry conta com clientes como todos os governos do G7, 16 dos governos do G20, 10 de cada 10 principais bancos e escritórios de advocacia globais e as cinco maiores empresas nos setores de saúde, serviços de investimento, petróleo e gás. A BlackBerry também tem mais certificações de segurança que qualquer outro fornecedor e o BlackBerry 10 é a única solução de mobilidade que recebeu a certificação “Full Operational Capability” (FOC) para funcionar nas redes do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

[1] “Critical Capabilities for Enterprise File Synchronization and Sharing,” 13 de agosto de 2014, Gartner

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Scopus investe em segurança da Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) deverá trazer inovações disruptivas e incrementais para a indústria de seguros e financeira, contribuindo para a maior eficiência de custos de processos e o aumento de receitas, em função da precisão de ofertas. Um carro conectado, por exemplo, poderá fornecer informações preciosas à central de apoio de uma empresa de seguros, que permitiriam detectar, em tempo real, um possível acidente automobilístico (a partir de dados como variações bruscas de aceleração e giro).

A previsão é que bilhões de dispositivos móveis, sensores e wearables devices (dispositivos vestíveis) estejam integrados à Internet das Coisas nos próximos anos, conectando o corpo humano, o carro, a casa, as lojas, restaurantes e corredores de shoppings, entre outros, aos grandes sistemas. Contudo, essa integração requer segurança em tempo real, para lidar com as vulnerabilidades existentes no universo da internet – e da comunicação de dados -, reduzindo riscos de erros ou fraudes.

É nessa linha que a Scopus vem atuando, por intermédio de suas equipes especializadas e professores-pesquisadores. “Estamos investindo na aplicação em IoT da nossa experiência diferenciada em segurança da informação”, afirma Reginaldo Arakaki, gestor da área de Consultoria e Inovação da Scopus. “O objetivo é contribuir com o desenvolvimento de padrões e boas práticas que aprimorem a confiança e a robustez das integrações entre clientes, dispositivos móveis e outros atuadores das ‘coisas’”, acrescenta.

Segundo Arakaki, essa linha de pesquisa envolve a integração de dois mundos tecnologicamente distintos: de um lado, servidores elásticos e de alto desempenho organizados em nuvens privadas ou públicas e, de outro, dispositivos com sérias limitações de desempenho, de capacidade de armazenamento e com baixa autonomia de energia. A expectativa é que o trabalho desenvolvido pela Scopus, em conjunto com o Laboratório de Redes de Computadores da Escola Politécnica da USP (Larc-Poli), resulte em protocolos de segurança leves, estudos de autonomia de energia dos dispositivos de IoT, adequação de capacidades de processamento e armazenamento, experimentos para simulação e medição em aplicações reais, entre outros. Com isso, o objetivo é dar mais segurança à comunicação no cenário de Internet das Coisas.

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Cafetec em Curitiba: Sebrae detalha Programa de TI e Senai apresenta ofertas para certificações mps.br

Aconteceu no Sebrae, em Curitiba, o primeiro Cafetec voltado para empresas do Arranjo Produtivo Local de Software. O evento é uma das novidades do Programa de TI da instituição para o desenvolvimento do setor na capital e região metropolitana. Em um café da manhã voltado para networking e apresentação de conteúdo e oportunidades para o setor, os empresários conheceram o trabalho do Senai Paraná em certificações importantes para empresas de software como o mps.br. Veja reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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Processor apresenta como potencializar negócios com a Computação em Nuvem

A necessidade de modernizar formas de assegurar a integridade de dados, garantindo a segurança e disponibilidade das informações corporativas, tornou a adesão do conceito de Cloud Computing fundamental nas corporações. Sabendo disso, a Processor promove na próxima quinta-feira, 23 de abril, encontro executivo para apresentar a solução LiveCloud, uma plataforma dinâmica para computação em nuvem e/ou híbrida, que disponibiliza uma série de soluções integradas, incluindo capacidade computacional, armazenamento, dados, networking, backup, aplicativos, software, entre outros serviços, que permitem fazer negócios de maneira rápida, flexível e altamente competitivos.

O evento, voltado a organizações de todos os portes, que será realizado a partir das 17h30, no Processor Technology Center – Rua Severo Dullius, 410 bairro São João, em Porto Alegre, tem vagas limitadas. Interessados devem se inscrever pelo link www.processor.com.br/eventos.aspx

Serviço:

O que? Solução em Nuvem – LiveCloud

Quando? 23 de abril, 17h30min

Onde? Processor Tecnology Center – Av. Severo Dullius, 410 – Bairro São João – Porto Alegre

Como? Inscrições pelo link: http://www.processor.com.br/eventos.aspx

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Detonaweb eleva vendas em 30%

A Detonaweb, realizada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e patrocinada pela Braspag apresentou resultados positivos após 4 anos de hiato da primeira promoção online do e-commerce brasileiro.

Segundo estimativas da Câmara, as lojas participantes da Detonaweb atingiram 50% de crescimento em relação ao mesmo período de 2014. O crescimento orgânico do comércio eletrônico é, em média, 20% em função da expansão do mercado, sem promoções. De acordo com Gastão Mattos, CEO da Braspag, “a expectativa do setor se manteve este mês, ou seja, quem aderiu à campanha apresentou um crescimento bastante significativo, 30% superior à média do mercado”.

“A Detonaweb é uma vez mais a prova de que o esforço comprometido do varejo online e o reconhecimento do consumidor brasileiro são uma combinação virtuosa para o incremento e desenvolvimento da economia”, diz Ludovino Lopes, presidente da camara-e.net. Segundo ele, a Detonaweb agregou volume de venda e demanda para os lojistas participantes, evidenciando a importância de ações como esta para fomentar o setor.

“O relançamento da Detonaweb superou nossas expectativas. Certamente podemos afirmar que o Brasil agora possui uma mega liquidação online no 1º semestre”, completa Gerson Rolim, diretor de comunicação da entidade.

Criada em 2003 pela camara-e.net, a Detonaweb é considerada a primeira promoção do e-commerce no país. Inicialmente chamada de Liquidaweb, a campanha foi realizada anualmente até 2011. Em 2015 a campanha foi retomada entre 14 e 16 de abril para comemorar os 20 anos de e-commerce no Brasil, sendo também uma oportunidade para antecipar as compras para o dia das mães. Neste retorno, participaram somente lojas associadas ao Comitê de Varejo da camara-e.net: Americanas.com, Dafiti, eFácil, Magazine Luiza, Marisa, MercadoLivre, Saraiva, Shoptime, SouBarato e Submarino.

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Big Data e seu desafio no mundo da aviação

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Um fato que marcou a história da aeronáutica civil. O voo MH370 da companhia Malaysia Airlines desapareceu dos céus e dos radares quase como por um passe de mágica. Ninguém sabe nada sobre seu destino e muito menos onde estão as caixas pretas, essenciais para entender as causas da maioria dos acidentes de avião.

Diante desse panorama aparece o Big Data, a gestão e análises de grandes volumes de dados, que poderia se tornar um instrumento para ajudar não só a segurança das aeronaves, mas também para atenuar as deficiências de ferramentas como, precisamente, as caixas pretas. Os dados de um avião em percurso poderão ser transmitidos em tempo real e assim diminuir a importância da caixa preta em caso de possíveis incidentes? Sem dúvida alguma, esse é um desafio que inquieta.

“Com os avanços das TIC, deveríamos ter a capacidade de extrair e analisar os dados dessas máquinas acidentadas sem necessidade de achar as caixas pretas. Acredito que um fato tão simples como esse pode fazer uma grande diferença”, disse o ministro das Comunicações e multimídia da Malásia, Shabery Cheek, após a tragédia.

Foi durante uma palestra da União Internacional de Telecomunicações (UIT), que o funcionário solicitou a essa instituição e ao setor privado trabalharem para que os dados dos aviões, incluindo as caixas pretas, possam transmitir em fluxo contínuo e armazenar em centros de dados localizados na terra.

Big Data a bordo

Em geral, nada pode garantir uma segurança completa nos voos comerciais, mas estão sendo desenvolvidas tecnologias que contribuem na redução dos maus acontecimentos. Em termos gerais, o Big Data pode atuar em duas situações específicas.

A primeira tem a ver com as deficiências que existem nas caixas pretas, como apontamos acima, aproveitando os mais modernos serviços na nuvem, incrementando a segurança do voo. “As tecnologias da comunicação têm evoluído de maneira espetacular nos últimos anos, mas as caixas pretas são idênticas às de 30 anos atrás”, lembrou o ministro da Malásia.

O segundo setor ocorre no mesmo trajeto do avião. O Big Data identifica, analisa e processa dados das máquinas para acompanhar todo o percurso. Por exemplo, caso ocorram problemas com um dos motores, nós poderemos saber antes do pouso que peça ele precisa e atuar rapidamente para evitar complicações.

Voar a cegas

Um problema que dura até hoje tem a ver com o sistema estático Pitot. Em 1996, o Boing 757 do AeroPeru, que realizava a rota Lima-Santiago, caiu no oceano Pacífico devido a uma negligência dos operários de limpeza. Eles cobriram com fita isolante o tubo Pitot, localizado na parte frontal do lado de fora da aeronave, esquecendo-se de tirá-la depois das tarefas de manutenção.

Esse sistema é responsável por informar o índice de velocidade da máquina considerando o ar, altitude e as variações. Quando o leitor fica obstruído, a saída dos dados para o computador da aeronave se torna errada, fato esse que originou o impacto, ainda que a torre de tráfego em Lima tenha tentado ajudar com as poucas informações obtidas pelo radar. No entanto, as sondas Pilot ainda tem protagonismo nas tragédias aéreas atualmente.

Os perigos numa viagem de avião são muitos, mas uma tecnologia avançada com suporte em Big Data, que envie as informações desses grandes aparelhos a terra sem depender de ferramentas aeronáuticas tradicionais, poderia evitar muitos acidentes. “É pouco provável que o Big Data possa substituir as caixas pretas, mas será um novo nível de proteção para os voos, porque sempre é preciso uma alternativa caso as transmissões não estejam funcionando corretamente”, comenta Rodrigo Souza, Gerente de Dados da PSafe Tecnologia.

Dirigindo a informação

Com essa novidade, também devem ser consideradas as grandes quantidades de dados que cada voo geraria, o que ao mesmo tempo levaria a questão se existe a capacidade suficiente para fazer o acompanhamento de cada um deles a todo momento e em diferentes partes do mundo. “Um avião pode gerar 500 GB de dados num trajeto só e isso aumentará cada vez mais. Ter a capacidade de analisar todos esses dados permite que se otimize a manutenção”, explica Souza.

Entretanto, ele indica que o maior desafio é a correta implementação dessa ferramenta sem erro nenhum. “Até o momento tudo é feito off-line, os dados são baixados somente quando o voo pousa. O ideal seria a transmissão em tempo real”, opina.

Sem dúvida alguma, há muitas expectativas em relação às vantagens que o Big Data e o Internet das Coisas poderão trazer ao problema que afeta o seguimento de aeronaves comerciais. Por enquanto, no caso do voo MH370 de Malaysia Airlines, os satélites e radares estão analisando e cruzando informação com grandes dados para achar esse avião, que desapareceu há mais de um ano.

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Segurança da Informação: Consultcorp alerta sobre ameaças internas e externas

A empresa curitibana Consultcorp, especializada em segurança da informação, realizou eventos com revendas parceiras para tratar de oportunidades de negócios no Brasil com a crescente preocupação a respeito da segurança de informações estratégicas no ambiente empresarial. Veja reportagem em vídeo do Valor Agregado.

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