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TIVIT implementa nuvem e otimiza infraestrutura de TI da AES Brasil

A TIVIT, empresa líder em serviços integrados de Tecnologia, anuncia a renovação do contrato com a AES Brasil e amplia sua oferta de soluções em gestão de infraestrutura de TI para a empresa. O novo ciclo de seis anos prevê a migração para uma nova nuvem e também uma atualização de todo parque tecnológico, visando aprimorar a qualidade dos serviços já prestados.

A AES Brasil começa o projeto com a implementação de uma nuvem privada, que trará mais flexibilidade e mobilidade para suas operações. A nuvem contará com os melhores padrões de segurança praticados no mercado e reforçará a alta disponibilidade, o que garante a continuidade dos serviços críticos. Esta implantação será concluída até julho de 2015.

A segunda frente de atuação do projeto consiste na modernização do sistema de gestão empresarial (da sigla em inglês ERP) do grupo, e também do Customer Care Service (da sigla em inglês CCS), que é o 5º maior do mundo no setor de utilities. Com uma robusta base de dados, toda a operação será realizada por meio do Centro de Excelência SAP da TIVIT, que agrega o conhecimento da companhia em soluções SAP, e na metodologia Run SAP.

“Um dos nossos diferenciais é a sólida experiência na gestão de ambientes de missão crítica e também a possibilidade de oferecer nuvens privadas, construindo assim ambientes híbridos que garantem a robustez e a flexibilidade que o negócio de uma empresa como a AES exige. Temos a estrutura e a expertise para suportar empresas de alta complexidade e com operações que atendem milhões de consumidores”, explica Carlos Gazaffi, vice-presidente de Gestão de Tecnologia da TIVIT. “Temos com a AES Brasil uma relação de confiança e parceria de muitos anos, e a renovação do contrato reforça esse compromisso”.

A renovação tecnológica possibilita para a AES Brasil a continuidade dos serviços prestados com excelência pela TIVIT. “Tanto o ambiente SAP CCS quando outros sistemas críticos não SAP, têm para o grupo AES Brasil papel crucial na prestação dos serviços para seus clientes, realizando a emissão mensal das faturas dos consumidores com a coleta de dados e o processamento das informações nos datacenters da TIVIT. A solução permite que nossa operação esteja mais robusta e atualizada, aumentando o nível de disponibilidade e performance dos ambientes”, afirma Antonio Narvaez, diretor de TI da AES Brasil. “Conseguimos, desta forma, oferecer maior agilidade dos nossos serviços para nossos clientes finais”, completa.

Oferta de serviços integrados de tecnologia
A TIVIT gerencia operações de missão crítica da AES Brasil desde a gestão do ambiente tecnológico – que está em momento de atualização -, serviços de suporte aos usuários internos de TI, o sistema de faturamento, além de redundância e continuidade para as operações em um segundo datacenter. O suporte é realizado em ambientes complexos e de larga escala, com alta disponibilidade e níveis de segurança, além de governança de TI.

A empresa também suporta os clientes residenciais, comerciais e industriais da AES Brasil com o relacionamento por meio de diversos canais, como chat, voz e mensagens de texto, com serviços de agendamento de reparos, reestabelecimento de energia, ombudsman, entre outros. Todos os meses, a TIVIT suporta mais de 600 mil incidentes, o que reforça o papel crucial da empresa para esta operação.

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ESET aponta seis maneiras de fazer o backup de informações

Em tempos em que as pessoas carregam quase todas as suas informações pessoais e corporativas em seus dispositivos, muitos usuários ainda não desenvolveram o hábito de fazer backup de seus dados. Diante de tantos possíveis riscos, como falhas, golpes ou furtos, manter todos os seus documentos armazenados em um único aparelho, sem que uma limpeza ou cópia seja realizada regularmente, é contar com a sorte.

Para ajudar os usuários a escolherem a melhor alternativa, os especialistas da ESET – fornecedora de soluções de segurança da informação – desenvolveram uma lista, na qual ponderam as vantagens e desvantagens de cada tipo de backup.

1. Pen drive – Pequenos e baratos, os pen drives estão em toda parte. Por sua portabilidade, eles são fáceis de armazenar informações, pelo mesmo motivo, são fáceis de perder.

Prós:
+ Extremamente portátil
+ Muito barato
+ Pode facilmente transferir dados a outras fontes

Contras:
– São pequenos e fáceis de perder
– Problemas de leitura/gravação e ciclo de vida limitado

2. HD externo – Discos rígidos externos são vendidos separadamente e como o próprio nome sugere, eles ficam do lado de fora do computador e podem ser conectados a outras fontes.

Prós:
+ Relativamente barato
+ Bastante espaço de armazenamento para arquivos maiores

Contras:
– Vulnerável para perda de arquivos ou entrada de malware

3. Time Machine – Para os usuários de Mac, o Time Machine é uma opção que faz o backup automaticamente. A Apple vende separadamente o link dedicado para wireless, o Time Capsule.

Prós:
+ Automatizado, significa que você não irá se esquecer de fazer o backup
+ Oferece frequência de backups
+ Faz backup de disco inteiro, não apenas os arquivos chave

Contras:
– Essa ainda é uma opção consideravelmente cara
– Disponível apenas para Mac

4. Sistema de armazenamento em rede
As empresas tendem a fazer backup de seus arquivos por esse tipo de sistema. Porém, essa também tem se tornado uma opção para usuários comuns, especialmente para aqueles que procuram salvar arquivos de mais de uma fonte.

Prós:
+ Backups automáticos, o que significa que você não corre o risco de se esquecer de fazê-lo
+ Soluções sem fio também funcionam com telefones e tablets

Contras:
– Pode ser uma alternativac de alto custo
– Pode ser complicado de configurar e manter

5. Cloud Storage – Há uma grande oferta de armazenamento em nuvem: iCloud , Dropbox, Google Drive e OneDrive são grandes nomes, mas existem outros serviços disponíveis.

Prós:
+ Pode ser feito automaticamente
+ Espaço livre considerável

Contras:
– Requer uma conexão à internet para funcionar
– Podem existir falhas de segurança
– As empresas não são obrigadas a manter esses serviços disponíveis para sempre

6. Impressão – À primeira vista, isso pode parecer um tanto arcaico. Mas dependendo da importância de alguns arquivos, a impressão pode ser a solução em um caso de emergência, como queda de energia. Não é o melhor dos mundos, já que será impossível manter seus arquivos sempre atualizados, mas vale a pena considerar.

Prós:
+ Um backup que não será afetado por interrupções de hardware
+ Impossível dos cibercriminosos acessarem

Contras:
– Impossível para determinados tipos de arquivo
– Inábil para gerenciar
– Menos prático para documentos mais extensos
– Prejudicial ao meio ambiente

“A informação é um dos ativos mais importantes para empresas e pessoas na atualidade. Assim, é essencial que os usuários incorporem a cópia de segurança dos diversos dispositivos utilizados no trabalho e em casa”, alerta Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET Brasil. “Porém, é importante destacar que um programa para backup de informações não substitui uma solução de segurança, que protege contra malwares e outras ameaças cibernéticas. O ideal é que ambos os softwares sejam instalados”, finaliza.

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Aumento de 150% no imposto sobre faturamento é um retrocesso inaceitável, diz Skaf

Câmara aprova proposta do governo, que ainda vai à votação no Senado

Lamentavelmente, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (25) a proposta do governo que eleva em até 150% o imposto sobre a receita bruta das indústrias. “É um retrocesso inaceitável”, afirma Paulo Skaf, presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

O governo não quer cortar suas despesas e apela, mais uma vez, ao aumento de imposto para cobrir o rombo nas suas contas. “E, mais uma vez, quem paga o pato é quem produz”, diz Skaf.

Não faz o menor sentido, neste momento de desemprego em alta e de consumo em baixa, aumentar os impostos sobre as empresas. O governo fala em fim de renúncia fiscal, como se tivesse dado alguma coisa quando permitiu a troca do imposto sobre a folha de pagamento pelo imposto sobre a receita bruta. Esta opção, conhecida como desoneração da folha, foi criada para aumentar a competitividade da indústria. Teve bom resultado, ajudou a evitar demissões e precisa ser mantida. A esperança é que o Senado reverta a decisão da Câmara de onerar as empresas. “Temos que mostrar aos senadores o dano que vai ser para o Brasil”, afirma.

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Jump Brasil anuncia resultado de aceleração

Foram selecionadas cinco startups de Pernambuco e uma de São Paulo

A aceleradora Jump Brasil, ligada ao parque tecnológico recifense Porto Digital, divulgou as startups escolhidas para sua primeira turma de aceleração. São cinco empresas: Teslabit, Epitrack, Archimedes, Fast e Clapme.

Para chegar ao resultado, representantes do Porto Digital, do Instituto Talento Brasil (ITB) e investidores assistiram a pitches das 14 startups pré-selecionadas. Pedro Souza, gestor da aceleradora, explica que “cada uma das empresas teve 10 minutos para falar sobre seu produto para uma banca com o time da Jump e do ITB”. Depois, os investidores sabatinaram cada equipe por mais 15 minutos.

Segundo Souza, os aspectos observados pela banca para tomar a decisão foram: a inovação da solução apresentada, o modelo de negócios, o tamanho do mercado, o retorno esperado e a capacidade de execução do time.

O gerente da aceleradora completa: “Das cinco empresas selecionadas, temos soluções que atacam mercados interessantes como o de energia, saúde, produtividade, educação e entretenimento. O destaque é para Clapme que é de São Paulo e está fazendo o movimento ‘inverso’ ao optar ser acelerada em Recife”.

Confira detalhes das empresas aprovadas:

Teslabit (Pernambuco): serviço completo de gestão energética. Fornece, em tempo real, todos os dados relativos à energia consumida.
Epitrack (Pernambuco): startup da área de saúde, como vigilância epidemiológica em dispositivos móveis, detecção digital de doenças e treinamento para epidemiologistas.

Archimedes (Pernambuco): sistema avaliativo integrado e completo para faculdades e escolas. Concentra-se no desenvolvimento de avaliações integradas e contextualizadas para direcionar o desenvolvimento do aluno e da instituição de ensino.

Fast (Pernambuco): empresa especializada no desenvolvimento de software para diversas plataformas e também em consultoria em gestão da inovação.

Clapme (São Paulo): plataforma de transmissão online de shows que tem 100 mil usuários cadastrados, dos quais 10 mil são artistas e bandas.

Sobre o Porto Digital

O Porto Digital é um dos pilares da nova economia do Estado de Pernambuco, com 200 empresas que faturaram uma média de R$ 1 bilhão (2010) e empregam mais de 6.500 pessoas. Sua atuação se dá em atividades altamente intensivas em conhecime nto e inovação, que são software e serviços de tecnologias da informação e comunicação e economia criativa, em especial os segmentos de games, multimídia, cine-vídeo-animação, música, design e fotografia, além de propaganda e publicidade.

Considerado uma referência na implementação do modelo da ‘triple helix’, o Porto Digital é fruto de uma ação coordenada entre empresas, governo e academia, que resultou, após 10 anos de sua fundação (2000), num dos principais ambientes de inovação do País.

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Café Tecnológico do Sebrae renova APL de Software de Curitiba

Veja como uma iniciativa do Sebrae, no Paraná, aumenta o nível de conhecimento de empresários do setor de Tecnologia da Informação e aumenta o número de interessados pelo programa de TI voltado para empresas de Curitiba e Região Metropolitana. Acompanhe na reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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IDC Brasil: vendas de tablets caíram 20% no primeiro trimestre de 2015

A alta do dólar, as diminuições do crédito e da confiança do consumidor na economia brasileira foram fatores determinantes para a queda de 20% nas vendas de tablets no país no primeiro trimestre de 2015. A constatação faz parte do estudo IDC Brazil Tablets Tracker Q1, feito pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. O levantamento revela que entre janeiro e março de 2015 foram vendidos 1,780 milhão de dispositivos no País, ou seja, aproximadamente 390 mil unidades a menos do que no primeiro trimestre de 2014.

“O número está abaixo dos dois milhões previstos para o período. Porém, diante do cenário econômico brasileiro, o resultado foi positivo”, afirma Pedro Hagge, analista de pesquisas da IDC Brasil. Segundo ele, a alta do dólar gerou repasse de preços de até 17% em relação ao quarto trimestre de 2014, afetando as vendas para o consumidor final e para o mercado corporativo. “A tendência é o preço continuar subindo e as vendas caindo”, completa Hagge.

Outro fator apontado pelo analista da IDC Brasil para a queda nas vendas é que o tablet já não desperta mais tanto interesse no consumidor. “Temos visto que a procura pelo produto tem diminuído ao longo dos meses. Isso acontece por dois fatores: a má experiência de uso e a canibalização do mercado devido aos phablets e outros dispositivos com tela grande”, explica. Para Hagge, isso não significa o fim dos tablets, pois a categoria ainda é atrativa para alguns nichos específicos. “Crianças e, principalmente o segmento da educação, ainda influenciam no consumo desses aparelhos”, completa.

O estudo da IDC Brasil mostra, também, que do total de tablets vendidos, 41 mil foram modelos 2 em 1 (notebooks com tela destacável), categoria que cresceu 115% frente ao quarto trimestre do ano passado. Além disso, 94% foram para consumidor final, 6% para corporativo e 70% custaram menos de R$ 500.

Até o final do ano, a consultoria prevê que sejam vendidos 8,1 milhões de tablets e notebooks 2 em 1 com tela destacável, 14% a menos na comparação com o volume comercializado durante todo o ano de 2014. “Outra razão que fez com que revíssemos as nossas projeções foi o cancelamento de projetos de educação por parte do governo”, finaliza Hagge.

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Fernando Brolo é o novo VP de tecnologia da b2finance

O executivo Fernando Brolo assume a vice-presidência de tecnologia da b2finance e pretende fortalecer a companhia no segmento, principalmente na implementação de ERP e consultoria
A b2finance, companhia com vertentes em outsourcing, auditoria, consultoria e tecnologia, anuncia a atribuição da área de tecnologia para Fernando Brolo, que assume como Vice-Presidente.

Com histórico de liderança e mais de 10 anos de experiência em cargos executivos, Fernando Brolo é anunciado como novo VP de Tecnologia da b2finance, companhia que ingressou como sócio em 2014 através da incorporação da Inova Solution, empresa que antes atuava como Diretor Executivo

Com MBA em gestão estratégica, graduação em gestão comercial pela Fundação Getúlio Vargas, Fernando Brolo terá como foco obter maiores e melhores resultados da vertente de Tecnologia e de todo o portfólio tecnológico da b2finance.

“É um privilégio liderar essa área na b2finance em um momento tão dinâmico, sei dos desafios e acredito que com o time de colaboradores que contamos e com o apoio vindo através da fusão com a Exxemplo TI, iremos construir mais um capítulo de sucesso na história da b2finance”, pontua Brolo.

A b2finance mantém como CEO Mauro Inagaki, e nas áreas de Outsourcing e Auditoria continua com os VPs Renato Halt e Julio Baffini.

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Gartner diz que líderes de TI e de Analytics devem superar fronteira analítica

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, afirma que os líderes de TI e de Analytics estão vivendo em um mundo de 50%, passando metade do tempo no mundo tradicional e a outra metade no mundo emergente. Apesar da ascensão do comércio digital, as tarefas tradicionais de Business Intelligence (BI) e armazenamento de dados permanecem mais importantes do que nunca, o que significa que os grandes líderes devem abordar os dois lados de TI e de Analytics.

A necessidade de superar a fronteira analítica é o tema da palestra de abertura da Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management, que está acontecendo esta semana no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“Líderes de TI e de Analytics não devem cair na armadilha de tentar equilibrar exigências opostas, ou de escolher entre elas. Em ambos os casos, perderão, independentemente da escolha que fizerem ou do equilíbrio que obtiverem. Ao invés disso, eles devem procurar maneiras de abordar ambos os lados do problema por meio de um processo de síntese”, afirma Frank Buytendijk, Vice-Presidente e Analista Renomado do Gartner.

“Ter sucesso ao lidar com dilemas não significa fazer uma escolha, obter equilíbrio ou criar comprometimento, nem pensar com o raciocínio ‘ou isso ou aquilo’. Resolver um dilema exige um pensamento de ‘isso e aquilo’ – fazer ambos ao mesmo tempo, plenamente, por meio de um processo de síntese. Sintetizar é o oposto de analisar. Não é um equilíbrio ou uma escolha entre duas opções, mas a fusão de elementos e a formação de um novo todo”, diz Frank Buytendijk.

O Gartner identificou três dilemas-chave que são vivenciados por líderes de TI e de Analytics:

Modelos centralizados versus descentralizados – Muitos líderes de TI e de Analytics estão se esforçando para encontrar o equilíbrio correto entre modelos organizacionais centralizados e descentralizados. Tradicionalmente, o trabalho é feito por uma única equipe de BI, com o armazenamento de dados empresariais responsáveis por toda a integração de informações, e relatórios da organização criados para garantir uma “única versão da verdade”. No entanto, esta consistência também pode criar um gargalo. Os usuários comerciais agora exigem um empoderamento descentralizado, em que indivíduos e grupos de trabalho possam integrar, analisar e relatar seus próprios dados. O desafio passa a ser uma questão de como permitir uma BI descentralizada, mas sem sacrificar a consistência e a integridade das informações.

“Modelos organizacionais devem ser centralizados e descentralizados. A equipe unificada de BI precisa empoderar as equipes locais para que elas possam analisar dados sozinhas. Como resultado, os líderes de TI e de Analytics devem abraçar o conceito de TI bimodal”, afirma João Tapadinhas, Diretor de Pesquisas do Gartner.

TI bimodal é a prática de gerenciar dois modelos separados e coerentes de TI, um deles (Modo 1) focado na estabilidade e o outro (Modo 2) focado na agilidade. O TI bimodal leva a menos trabalho, e não a mais. O que é chamado de “exceção” no Modo 1 recebe o nome de “fluido” no Modo 2. Ao eliminar as exceções do Modo 1 e levá-las ao autoatendimento, o Gartner estima que quase metade dos relatórios sejam utilizados somente quando necessário. Isso faz com que a operação no Modo 1 seja muito mais rentável, removendo o gargalo e permitindo que o que foi economizado seja investido no Modo 2.

Certezas existentes versus novas oportunidades – Líderes de TI e de Analytics estão se esforçando para escolher entre a certeza e a necessidade de completar o registro dos casos de uso atuais e as oportunidades inovadoras oferecidas pelo negócio digital – mas com altos níveis de risco e incerteza.
Casos de negócio incertos com novas tecnologias geram resultados arriscados, mas também oportunidades imensas. A BI tradicional é concebida tendo em vista a certeza. Muitas organizações ainda têm um registro de trabalho de BI que cobre facilmente três anos ou mais, e sempre haverá uma necessidade de relatórios de gestão padrão e informações integradas. Ao mesmo tempo, existe a ameaça de que o desempenho comercial e o retorno em iniciativas de BI se reduzam lentamente, se não houver inovação.
“Não há dúvidas de que decisões importantes devam ser tomadas, mas uma maneira de manter as opções em aberto é dividir os compromissos ao longo do tempo. Em relação à BI, não é necessário começar pensando em arquitetura, escolhas de ferramentas empresariais e estratégias tecnológicas. Em vez disso, é melhor iniciar usando as ferramentas de dados já disponíveis”, afirma Donald Feinberg, Vice-Presidente e Renomado Analista do Gartner.

Proteger dados versus compartilhá-los – Inércia, mudanças e resistência humana ao novo estão reduzindo a capacidade das empresas de obter mais de seus dados. Carreiras foram construídas em torno da proteção de dados, ao invés de compartilhá-los livremente, mas os novos modelos comerciais dizem respeito ao compartilhamento de informações. No mundo do comércio digital, a informação se tornou o principal recurso de organizações em localidades e setores diferentes. Na maioria dos casos, a informação é o fluxo primário, seguido de bens e serviços e do fator financeiro.
Com o comércio digital, a tecnologia se tornou parte de todos os produtos e serviços. Conforme ele se torna mais presente, a recusa em compartilhar informações começa a reduzir o sucesso do empreendimento. No negócio digital, carreiras resultam do crescimento e da inovação, o que exige transparência e vontade de compartilhar informações. Se a política for um caminho para o crescimento da carreira, encontrar meios para usar informações de maneira agressiva pode levar a novas oportunidades. Para líderes de TI e de Analytics, o sentido politicamente inteligente é olhar para o futuro. Por esse motivo, um dos novos papéis mais influentes é o de Chief Data Officer (CDO).

“Ser um CDO é como ser um CFO (Chief Financial Officer). O CFO cuida de alguns processos, como a tesouraria e a consolidação financeira. Ele também tem a responsabilidade de orientar a empresa sobre como utilizar melhor seu capital, mas é a empresa que detém esse recurso. De modo semelhante, o CDO cuida de alguns temas, como a gestão de dados de conformidade e dados mestre, e tem a responsabilidade de orientar a empresa sobre como utilizar melhor sua informação, mas é a empresa que a detém. Deste modo, o CDO ajuda a resolver o dilema entre compartilhar e proteger. Do um ponto de vista organizacional, a informação é compartilhada e protegida ao mesmo tempo, por meio de uma boa divisão de tarefas”, afirma Frank Buytendijk, Vice-Presidente do Gartner.

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Novas obrigatoriedades de NFC-e para julho em seis estados

Somente em São Paulo e Rio de Janeiro existem mais de dois milhões de empresas do setor do comércio que entrarão nas obrigatoriedades ao longo dos crononogramas estabelecidos em cada estado.

Seis estados brasileiros iniciam novas obrigatoriedades de emissão da Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFC-e) a partir de 1º de julho. De acordo com as estatísticas do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), registradas até o início de junho, existem em São Paulo 1,8 milhão de empresas ativas no setor do comércio, e no Rio de Janeiro, 526 mil empresas ativas neste segmento, que ao longo dos cronogramas estabelecidos em cada estado entrarão nas obrigatoriedades de emissão da Nota Fiscal do Consumidor eletrônica. Empresários do comércio devem ficar atentos aos prazos e buscar ferramenta para emissão do novo documento fiscal eletrônico do varejo.
As obrigatoriedades de NFC-e estabelecidas a partir de 1º de julho iniciam para diferentes categorias de contribuintes nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Paraíba, Roraima e Sergipe:

SÃO PAULO
– Novos estabelecimentos
– ECFs que tenham mais de 5 anos desde a primeira lacração, para as seguintes CNAEs:
* 4731800 – Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores,
* 4771701 – Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas
* 4781400 – Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios ?
– Contribuintes que utilizavam SEPD em substituição ao ECF.

RIO DE JANEIRO
– Para os contribuintes que apuram o ICMS por tributação normal.
– Para aqueles que solicitarem inscrição estadual.

PARANÁ
– Para o comércio varejista de combustíveis para veículos automotores.

PARAÍBA
– Para empresas varejistas com faturamento superior a R$ 25 milhões com base no exercício de 2013.
– Para novos estabelecimentos com inscrição estadual a partir de 1º de julho de 2015.

RORAIMA
– Para as empresas sob o Regime Normal de Tributação localizadas na capital do estado.

SERGIPE
– Para as empresas com faturamento anual superior a R$ 5 milhões.

O diretor técnico da Inventti, Tibério César Valcanaia, alerta que os empresários do varejo que se enquadram nas categorias das próximas obrigatoriedades precisam estar atentos aos prazos para buscar uma solução de emissão de NFC-e adequada aos seus negócios.
A Inventti, especializada em documentos fiscais eletrônicos, desenvolveu uma solução específica para o varejo para atender o modelo eletrônico em todos os estados brasileiros. “A ferramenta da Inventti faz a emissão e gestão da NFC-e, garantindo o processo de venda com adequação mínima nos sistemas de varejo. O conceito da solução é nunca perder vendas, por isso existe um tratamento automático de contingência e um processo de garantia de atualização fiscal e tecnológica da solução. Assim a empresa foca em aumentar vendas e não em mudanças em sistemas”, explica Valcanaia.

Confira a tabela de obrigatoriedades e o mapa da NFC-e no Brasil em:
http://portalnfce.com.br/

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ERP: ferramenta importante em case de BPM da indústria de papel Ibema

No evento BPM in Focus, Michelly Gonçalves, da indústria de papel Ibema, falou sobre “Importância do BPM como base para mudanças organizacionais”. A empresa de tecnologia da informação 4Results patrocinou o evento dedicado a gerenciamento de processos de negócios realizado na Universidade Positivo em Curitiba. Acompanhe a reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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Empresário sueco lança site de vendas online em 39 idiomas

Depois de 25 anos lutando contra as barreiras de idiomas do comércio internacional, um empresário sueco lança um site de vendas online em 39 idiomas englobando 5,5 bilhões de pessoas

Usando tradução automática, Commercus.com permite que empresas e consumidores publiquem anúncios em até 39 idiomas, alcançando compradores e vendedores em mais de 100 dos mercados mais populosos do mundo.
“Transporte é barato, é fácil transferir dinheiro e o mundo está cheio de pessoas que adoram fazer negócios. Mas apesar de que a globalização avançou muito, a barreira do idioma permanece um obstáculo”, diz o fundador Andreas Isaksson.

Depois de 25 anos trabalhando com comércio internacional, ele já viu muita confusão. Nascido e criado em uma fazenda nos arredores de Gotemburgo, Suécia, Isaksson fez carreira vendendo caminhões Volvo. Sua primeira aventura aconteceu no Irã.

“Fui lá em uma viagem de negócios em 1990 e terminei ficando por três anos. Viajei pelo país e quase ninguém na comunidade de negócios entendia uma palavra do que eu queria falar”, afirma Isaksson.

Depois de tanto tempo no mundo dos negócios, ele percebeu um padrão. Isaksson foi enviado para vender caminhões na Rússia, Hungria e Turquia, e precisou usar intérpretes para se comunicar com os clientes. Ao sair da Volvo, fez uma parceria com um fabricante de máquinas de ferramentas, onde o procedimento teve que se repetir. Gradualmente, percebeu que o inglês não é a linguagem global que tanto se imagina.

“Fazer negócios tem a ver com apresentar uma oferta, mas fazer isso é difícil se você não consegue se comunicar de forma apropriada. Durante minha carreira eu dependi de intérpretes, e é como trabalhar na escuridão completa”, afirma Isaksson.

Agora sua experiência gerou a ideia de um site de vendas global de bens e serviços. Enquanto as alternativas existentes são geralmente específicas de cada país, baseada em um único idioma, Commercus.com aplica a tradução automática para maximizar o potencial impacto de cada anúncio. Os usuários publicam anúncios em seu idioma nativo, escolhendo entre mais de 400 categorias, depois disso os anúncios são automaticamente traduzidos para qualquer idioma escolhido a uma taxa de €3 por idioma.

“Até agora, não existia uma forma de anunciar seus produtos e serviços em um nível realmente global”, afirma Isaksson.

Para receber os novos usuários, os primeiros 150.000 anúncios incluindo traduções será completamente grátis.

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UKTI: 18 novos empreendimentos do Brasil no Reino Unido, em ano com recorde de investimentos estrangeiros na região

Empresas brasileiras estão ampliando seus investimentos no Reino Unido, expandindo seus negócios e conquistando vantagem competitiva ao participar de 18 projetos de investimento em indústrias de ponta da Grã-Bretanha.

Um relatório da agência de promoção de investimentos britânica UK Trade and Investment (UKTI), destaca como os investimentos brasileiros no Reino Unido são parte de um recorde de £1 trilhão em Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2014, tornando o país o maior destino de IED na Europa.

Companhias brasileiras criaram mais de 800 empregos no Reino Unido. 88% dos investimentos foram feitos em Londres, além de Manchester, Glasgow, Irlanda do Norte e Milton Keynes. Empresas de tecnologia representam 40% dos investimentos, seguidas pelo setor de serviços financeiros, com 29%. Treze empresas brasileiras estabeleceram suas bases europeias no Reino Unido em 2014.

Os grandes players brasileiros que investiram no Reino Unido incluem a Marfrig Global Foods, que expandiu suas atividades no Norte da Irlanda e na Inglaterra; a Grendene, ao lançar sua loja carro-chefe da marca Melissa em Convent Garden; o banco BTG Pactual, que estabeleceu uma filial do seu time global de commodities em Londres; e o Bradesco, que transferiu sua base europeia de Luxemburgo para Londres.

Joanna Crellin, Cônsul-geral em São Paulo e Líder de Comércio e Investimento no Brasil, afirma que: “Em uma época em que o fluxo de IED caiu, os investidores brasileiros veem o Reino Unido como um mercado acolhedor, diverso e aberto a negócios. Companhias dos setores de serviços financeiros, comidas e bebidas, varejo e TIC têm demonstrado como elas podem entrar para a elite mundial de empresas ao trabalhar com a expertise setorial que encontram no Reino Unido.”

A Mafrig Global Foods está participando do projeto de expansão de £170 milhões do Moy Park, na Irlanda do Norte, anunciado há um ano.

O CEO da Marfrig Global Foods, Martin Secco, disse: “Estamos comprometidos em aumentar nossas atividades na Irlanda do Norte e esse investimento, com o apoio da Invest Northen Ireland, ajuda-nos a alcançar isso. Nossa experiência com a Northern Ireland Executiva foi de engajamento contínuo e positivo e uma atitude pró-negócios.”

Os dados anuais de investimento do UKTI para o ano financeiro de 2014/15 mostram que o Reino Unido atraiu um volume 12% maior de projetos de IED, quando comparado ao ano anterior.

Investimento no Reino Unido

O investimento no Reino Unido é procedente de mais de 70 países, incluindo o Brasil e os principais mercados emergentes do mundo. Os Estados Unidos se mantém como a principal fonte de investimento estrangeiro, com um total de 564 projetos em 2014, seguido pela França (124 projetos).

O investimento da Índia cresceu 65%, fazendo do país a terceira maior fonte de IED para o Reino Unido, contribuindo para a geração de mais de 9 mil empregos novos e estáveis. Também houve evidência de estreitamento no relacionamento com a China, com 112 projetos em 2014, sendo 13 de Hong Kong, resultando em mais de 4 mil novos empregos.

O relatório de investimento estrangeiro do UKTI também mostra que o IED é aplicado em uma grande variedade de setores e indústrias, com muitos trabalhos envolvendo pesquisa e desenvolvimento. Isso destaca a liderança do Reino Unido como centro de pesquisa, inovação e tecnologia.

Os serviços financeiros, profissionais e de negócios registraram o maior número de projetos de IED e geração de empregos.

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