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Brasileiro vence competição internacional de inovação em apps

O game SEED, do desenvolvedor brasileiro Alexandre Ribeiro da Silva, da AnimaGames, é o grande vencedor do Intel RealSense App Challenge, conquistando o prêmio de US$ 100 mil, no nível de Embaixadores (apenas desenvolvedores convidados participam). A competição internacional, que destaca a inovação na experiência do usuário com a tecnologia Intel RealSense, foi anunciada pela presidente da Intel, Renée James, durante a Computex, em Taiwan. Mais de 7.000 desenvolvedores de 37 países participaram do desafio. Essa foi a primeira competição internacional da Intel Software com o Brasil entre os países elegíveis. A lista completa de premiados foi anunciada hoje.

O Intel RealSense App Challenge busca fomentar e capacitar o ecossistema de desenvolvedores em torno da tecnologia Intel RealSense, inspirando novas aplicações. A competição foi aberta para dois níveis: Embaixadores, apenas desenvolvedores convidados; e Pioneiros, novos desenvolvedores inscritos via site da competição. Os dois níveis contemplaram cinco categorias: Interação natural, Aprendizagem, Colaboração, Games (Grand Prize Embaixador) e Inovação aberta (Grand Prize Pioneiro).
SEED, o grande vencedor da competição, é um game intuitivo em que o jogador precisa guiar uma semente na sua jornada para reflorestar uma terra devastada. Os gestos para as ações do jogo foram criados a partir de uma pesquisa que o desenvolvedor realizou entre os participantes da Campus Party. Além dos gestos, a estética do jogo teve um cuidado especial, com tratamento gráfico de alta qualidade.

“Nos dedicamos a criar um jogo intuitivo e inteligível em qualquer lugar do mundo. Os gestos são bastante simples. Buscamos entender como as pessoas representariam a chuva com gestos, por exemplo, e assim usamos a informação mais frequente. Além disso, a customização do app para usar as funcionalidades do Real Sense foi cuidadosamente pensada e desenvolvida por nós”, comenta Alexandre. “Até por isso, o processo de integração foi bem rápido, fácil e simples. O SDK ajudava bastante”.

O prêmio também reflete o trabalho da Intel Brasil no desenvolvimento da comunidade local de desenvolvedores e empreendedores do mercado de software. Com o Intel Developer Zone, a companhia fornece um único ponto de acesso a ferramentas, comunidades e recursos essenciais para o sucesso no mercado. O foco do programa é ajudá-los a conhecer e abraçar novas tecnologias e maximizar os esforços de desenvolvimento para diversos formatos, plataformas e sistemas operacionais. A AnimaGames é uma das empresas integrantes do programa de Parceiros de software Intel®.

Além de SEED, outros dois apps de brasileiros estão na lista final de premiados: Fusion 4D, de Keila Matsumura, ficou em segundo lugar na categoria Interação Natural; e HTMA (Hand Tremor Measurement Application), de Mauro Pichiliani, é o segundo colocado na categoria Inovação aberta. Ambos os projetos concorreram no nível Embaixador.

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Monetizze: Nova plataforma promete revolucionar venda de produtos digitais

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“Uma plataforma inovadora de gestão e venda de infoprodutos. Com recursos exclusivos, a Monetizze foi estrategicamente pensada para que afiliados e infoprodutores sejam beneficiados desde a publicação até a fase final da venda.A Monetizze foi desenvolvida especialmente para você, que visa maximizar seus resultados.”

Assim é definida a ferramenta que está em fase Beta, porém já realizando negócios, e deve ser lançada na segunda quinzena de junho 2015. Trata-se de uma plataforma para exposição e venda de qualquer tipo de produto digital como cursos, áreas de membros, livros digitais protegidos por DRM Social (sistema que evita pirataria) e até mesmo ingressos digitais para qualquer tipo de evento e com controle completo para o organizador, que também poderá aceitar afiliados.

Criada por três empreendedores que já atuam nas áreas de tecnologia, internet e vendas afiliadas, a princípio o sistema admitiu trinta infoprodutores que estão auxiliando no desenvolvimento com sugestões e apontando melhorias.

Segundo um dos criadores, Roberto Costa, especialista em Marketing Digital, a ferramenta pretende ser bastante democrática para revolucionar o mercado de infoprodutos, possibilitando maior interação e fazendo a gestão de negócios entre infoprodutores, afiliados e consumidores desde a publicação do produto até a distribuição financeira e de uma forma mais simples possível, inclusive para pessoas que não possuem muitos conhecimentos técnicos.

Juliano Torriani Lehugeur, responsável pelo marketing, afirma que a Monetizze não fará questão de exclusividade nos produtos, portanto produtores e afiliados poderão utilizar outras opções no mercado. “Não queremos acabar com concorrentes, queremos uma plataforma melhor que as existentes no mercado, há espaço para todos. Queremos, sim, que os usuários fiquem conosco pela qualidade e praticidade do serviço”, afirma.

Segundo Márcio Junior, coordenador da equipe técnica, o quesito financeiro já apresentará a novidade de trabalhar com os sistemas de pagamento via PagSeguro, além do PayPal e futuramente Moip, já usados em outros serviços. Outra novidade é que as transferências de valores entre contas do PagSeguro, para pagamento dos afiliados e produtores, estará isenta de taxas, conforme acordo entre as empresas.

Entre as exclusividades oferecidas, estão encurtadores próprios de URL com tags (etiquetas) de monitoramento e relatórios e URLs diferenciadas para identificar de qual canal de divulgação partiu a venda, possibilitando aprimorar a experiência e maximizar o investimento em publicidade. Ainda, haverá a possibilidade de gerar no próprio sistema páginas de captura, agradecimento e entrega de produtos ou brindes, testes A/B, funis de vendas, upsell, integração com sistemas de e-mail marketing (autoresponders), integração com WordPress e até mesmo hospedagem de sites.

O editor da INCorporativa Empreendedor, Rogerio Lubk, foi um dos infoprodutores aprovados na fase inicial e rapidamente tornou-se um entusiasta. Ele já mantém seu livro “Tantra&Sexualidade” em uma plataforma semelhante e manterá ambas ativas. O diferencial que mais chamou a atenção até agora, segundo Rogerio, foi o fato de poder escolher como o afiliado será comissionado pela venda, se pelo primeiro clique, pelo último, ou mesmo por ambos, podendo ainda escalonar o ganho entre eles. “Isso corrige uma distorção importante, pois o afiliado faz sua divulgação, leva o provável cliente ao produtor e muitas vezes o consumidor muda de máquina onde o cookie original ficou gravado e o afiliado não recebe sua merecida comissão.”, aponta. Ainda, “o consumidor atingido pela publicidade na primeira vez pode não comprar naquele momento, decidindo-se após um segundo contato. Se ele for feito por outro afiliado, foi praticamente uma venda conjunta e nada mais justo que ambos participem”.

Entre as inovações, o novo modelo de atribuição de comissões não dependerá 100% do cookie gravado no comprador para identificar a origem da venda e destinar a comissão, mas isso ainda é tido como “segredo” pelos desenvolvedores até o lançamento da plataforma completa. O que já está planejado é a possibilidade de recuperação do carrinho de compras, sistema muito usado hoje em lojas virtuais, e também o recebimento de comissões também pelas compras futuras.

COMO FUNCIONA

Infoprodutores e afiliados podem já fazer seu cadastro em https://app.monetizze.com.br/r/AP/356 e inserir seu produto digital, ou ainda afiliar-se aos produtos existentes.

Cada afiliado terá um link exclusivo de divulgação daquele produto e será comissionado por toda venda identificada à partir daquele link e conforme a porcentagem definida pelo produtor.

Para Rogerio Lubk, quem entra antes acaba levando vantagem porque estará participando praticamente do começo em uma iniciativa que promete revolucionar o mercado de produtos digitais.

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Por que apostar na Gestão de Ativos de Software?

Por Adriano Vieira*

A indústria brasileira enfrenta um ano difícil, sem grandes perspectivas de crescimento em médio ou curto prazo. Com o mercado em baixa, os processos que otimizam investimentos e minimizam riscos têm chamado cada vez mais a atenção dos empresários. Muitas companhias passaram a investir, por exemplo, em programas como a Gestão de Ativos de Software, dado seu impacto no planejamento de uma corporação.

Ao adotar uma política de gerenciamento, a empresa tem a possibilidade de melhorar uma série de processos e as vantagens vão além da redução de custos. Com a metodologia, aprimora-se a segurança e a conformidade, pode-se prever futuras necessidades de software, automatizar processos manuais para maior eficiência e preparar-se para atualizações de tecnologia. Trata-se de uma prática na qual todos os departamentos da empresa ganham, desde a TI até a Diretoria.

Para adotar a Gestão de Ativos, o primeiro passo é fazer um inventário de todos os softwares implantados – seja manualmente (no caso das PMEs) ou por meio de ferramentas automáticas. Com o resultado em mãos, o cliente pode comparar os programas que de fato têm com as licenças atuais da empresa, verificando se os contratos englobam todos os títulos e as versões listadas.

Essa etapa é essencial para identificar uma cópia falsificada ou a utilização inadequada de uma licença – duas ações que configuram a pirataria de software. Tais práticas podem trazer penalidades civis e jurídicas à corporação, com pagamento de indenização e penas de prisão (que podem chegar a até quatro anos). Além de expor negativamente a marca no mercado e trazer prejuízos financeiros, a pirataria também torna a companhia vulnerável a crimes cibernéticos, provocados pela infecção de vírus, malwares e, até mesmo, roubo de dados.

Após comparar o inventário com os contratos, é importante revisar as políticas e os procedimentos relacionados ao ciclo de vida dos softwares e à regulamentação de governo. Pode-se determinar as versões que serão adotadas, quais programas serão permitidos e se será possível conectar dispositivos externos (como um pen drive) nos hardwares, entre outros direcionamentos. Dessa forma, o cliente consegue evitar futuros problemas de compliance, seja no ambiente externo (fabricantes e governo) ou interno (funcionários).

É imprescindível, ainda, que a empresa desenvolva um planejamento de Gestão de Ativos de Software que inclua inventários programados regularmente, treinamento dos colaboradores e verificações por amostragem. Através da metodologia SAM (Software Asset Management), por exemplo, a corporação pode conseguir uma economia de 5% a 35% em licenciamento no primeiro ano de implementação do projeto – segundo estatísticas da consultoria Gartner Group.

O mercado precisa se conscientizar de que o controle efetivo dos ativos de TI oferece uma gestão eficiente da rede corporativa e promove a criação de regras transparentes para a rotina de trabalho. Em tempos de incertezas econômicas, o Software Asset Management deve ser uma das prioridades para quem lida com software e licenças, já que é uma ferramenta essencial para garantir a competitividade do negócio. Vale lembrar ainda que, quando uma empresa não administra adequadamente seus ativos, é inevitável o aumento dos custos, que acabam refletindo no preço final do produto ou serviço. De uma forma ou de outra, a conta sempre chega. Por que, então, não evitá-la?

*Adriano Vieira é presidente da Compusoftware Solutions & Reseller, empresa de licenciamento de software corporativo, gestão de ativos e serviços de infraestrutura

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Pesquisa revela que o uso de redes públicas Wi-Fi coloca brasileiros desprotegidos em risco de roubo de identidade e perda de privacidade

Setenta e três por cento dos brasileiros estão em risco de perda de privacidade e roubo de identidade por meio de redes Wi-Fi públicas, de acordo com um recente estudo da Avast Software, fabricante do sistema de segurança para computadores e celulares mais confiável do mundo. O risco de usar Wi-Fi público sem uma conexão de Internet protegida deixa as informações pessoais dos usuários vulneráveis a ladrões cibernéticos. No entanto, o simples ato de instalar uma proteção nos aparelhos, que garanta uma conexão de Internet segura, torna os ataques via Wi-Fi público inofensivos.

A Avast recentemente realizou uma pesquisa com mais de 23 mil brasileiros e constatou que os consumidores preferem utilizar redes Wi-Fi públicas gratuitas, muitas das quais não necessitam de registro ou senha, para evitar o compartilhamento de seus dados ou simplesmente por conveniência. Além disso, 55% dos pesquisados nunca ou só às vezes desligam seus transmissores de Wi-Fi e ainda permitem que seus celulares ou tablets se conectem automaticamente a redes públicas de Wi-Fi, deixando uma grande janela para hackers acessarem facilmente informações pessoais. A pesquisa aponta que apenas 7% dos brasileiros usam uma rede virtual privada (VPN, em inglês) para proteger seus dispositivos móveis, quando conectados a uma rede pública. No geral, oito em cada dez pesquisados acessam redes públicas mensalmente, e quase metade de todos os usuários se conecta diariamente ou várias vezes por semana (48%).

“Com a popularização do armazenamento em nuvem e a crescente busca por acesso Wi-Fi, as redes abertas que não necessitam de senhas tornam-se um grande risco para consumidores desprotegidos”, afirma Vince Steckler, CEO da Avast. “A maioria dos brasileiros não percebe que todas as informações pessoais em seus dispositivos móveis ficam indefesas em redes Wi-Fi públicas, se usadas sem proteção. Estas redes facilitam o acesso para ataques de hackers a milhões de consumidores brasileiros diariamente”, completa.

A pesquisa também apontou que, quando conectados a uma rede Wi-Fi aberta, 28% dos entrevistados preocupam-se em ter informações de login (nomes de usuário e senhas) roubadas. Quase um quinto deles se preocupa com ataques a suas fotos privadas, conteúdo de salas de bate-papo e e-mails pessoais (17%). Apenas 26% estão preocupados em ter suas informações financeiras roubadas e somente 13% temem que e-mails e documentos relacionados ao trabalho sejam acessados por um terceiro. Por outro lado, 16% dos pesquisados afirmaram “que não têm nada a esconder”.

A fim de ajudar a proteger essas importantes informações pessoais, a Avast criou o Avast SecureLine VPN, que garante uma conexão segura ao navegar na Internet via Wi-Fi pública. O Avast SecureLine VPN age na proteção das conexões de Internet do usuário com criptografia em padrão de nível militar, escondendo seu endereço IP, tornando-o invisível para os hackers. Ele também esconde o histórico de navegação, como forma a evitar que alguém possa controlar o comportamento online do usuário. Este sistema é indicado tanto para o sistema Androide, disponível no Google Play, quanto para dispositivos iOS, na App Store da Apple.

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BNDES lança novo produto para estimular investimentos em Inovação nas empresas brasileiras

Portal BNDES Soluções Tecnológicas já está no ar, cadastrando fornecedores de tecnologias disponíveis para imediata aplicação em empresas de qualquer porte

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está lançando um novo produto: o BNDES Soluções Tecnológicas. Com ele, clientes de qualquer porte, setor de atividade ou região do País poderão financiar a aquisição de soluções tecnológicas para melhoria de seus produtos e processos.

O financiamento terá como foco a comercialização de tecnologias que já se encontrem disponíveis para aplicação, não envolvendo, portanto, o financiamento à pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, atividades que já contam com outros instrumentos de apoio do Banco.

Além do financiamento ao serviço de aplicação ou customização da tecnologia — a ser prestado por mão de obra especializada e obrigatório para efetivar o fornecimento de qualquer solução —, poderão ser financiados, se necessários, itens como certificações, modificações de layout para melhoria do processo organizacional e treinamentos para o usuário final da tecnologia, dentre outros.

Operado na modalidade indireta automática, ou seja, por meio de agentes financeiros, sem consulta prévia ao BNDES, o novo produto terá estrutura operacional análoga à do Finame.

O BNDES Soluções Tecnológicas está em fase de credenciamento de fornecedores. Podem se credenciar entes públicos e privados, bem como empresários individuais inscritos no CNPJ e no Registro Público de Empresas Mercantis, incluindo empresas de base tecnológica, instituições de ensino superior, organizações sem fins lucrativos e institutos e centros de tecnologia.

Para estabelecer um canal de comunicação entre oferta e demanda por soluções tecnológicas, foi criada, também, uma plataforma online, que já está no ar. É o Portal BNDES Soluções Tecnológicas, no qual os fornecedores credenciados já podem credenciar suas soluções.

Após o BNDES credenciar um número adequado de soluções tecnológicas, terá início a segunda fase de lançamento do Portal, quando serão expostas as soluções autorizadas a serem financiadas pelo BNDES, permitindo às empresas demandantes conhecer as tecnologias mais atuais direcionadas ao seu segmento de atuação. O financiamento das soluções tecnológicas credenciadas somente terá início após o lançamento desta segunda fase do produto.

O produto preenche uma lacuna na gama de instrumentos financeiros disponibilizados pelo BNDES para investimentos em inovação, ao disponibilizar apoio para a etapa de comercialização de tecnologias já disponíveis para aplicação, mas que muitas vezes são subutilizadas pelo mercado, seja por desconhecimento ou por falta de financiamento adequado.

Condições – A taxa de juros do novo produto será composta pela TJLP mais 1,5% mais 0,1% de custo de intermediação financeira, para micro, pequenas e médias empresas. Para empresas médias-grandes e grandes, a taxa é TJLP mais 1,2% mais 0,5% de intermediação financeira. O prazo total máximo será de 60 meses, aí incluídos 24 de carência. A participação máxima do BNDES é de 70% dos itens financiáveis para MPMEs e de 50% para médias-grandes e grandes empresas.

Com o novo produto, o Banco pretende aumentar a taxa de inovação das empresas brasileiras, estimular o mercado nacional de desenvolvimento de tecnologias, aumentar a competitividade das empresas brasileiras demandantes de tecnologia, principalmente as MPMEs, e alinhar as práticas dos fornecedores de soluções tecnológicas às necessidades estratégicas do mercado.

Fonte: BNDES

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Etiqueta de pagamento implanta NFC em qualquer celular

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Quem quiser um celular com tecnologia NFC (Near Field Communication), necessária para os atuais pagamentos “contacless”, geralmente precisa adquirir algum dos modelos mais novos do mercado. Mas quem não quiser trocar seu aparelho nem gastar dinheiro terá a possibilidade de colar nele a etiqueta adesiva Flybuy da OT – Oberthur Technologies e assim dotá-lo de NFC, podendo fazer pagamentos aproximando o telefone das maquininhas de cartão nas lojas.

A etiqueta, que faz parte da linha de “wearables” da OT, é aprovada pelas bandeira Visa e MasterCard, e contém exatamente a mesma tecnologia embarcada nos smartphones mais modernos e nos cartões inteligentes. Na pratica, é como se o usuário estivesse utilizando um cartão “contactless”.

A etiqueta Flybuy pode ser colada a qualquer telefone para convertê-lo em um suporte de pagamento, e é totalmente segura. A OT já esta fornecendo, aos emissores de cartões e aos seus clientes, um guia para que escolham a melhor localização do adesivo nos aparelhos das marcas mais comuns do mercado.

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Natura inaugura hub logístico com tecnologia inédita no Continente

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A Natura inaugura em Itupeva, interior de São Paulo, o mais moderno hub logístico das Américas, com tecnologia inédita que tem como diferencial o armazenamento de caixas e pallets, gerenciadas por um software WMS customizado. “Isso permite que montemos pallets mistos. Dessa forma o espaço de armazenagem é totalmente aproveitado, o tempo de estoque é menor e reduziremos a emissão de gás carbônico nas viagens para o Norte e Nordeste, pois aproveitaremos ao máximo o espaço das carretas”, explica Josie Peressinoto Romero, vice-presidente de operações e logística da Natura. Somente outros dois hubs, localizados na Suíça e Austrália, utilizam a mesma tecnologia. O investimento nos equipamentos foi de 73 milhões de reais.

Outra novidade é o circuito São Paulo 100% automatizado. Isso significa que uma carreta especialmente desenvolvida pela Natura é carregada em Cajamar com produtos acabados, descarregada no hub em Itupeva, montada novamente com produtos solicitados pelo centro de distribuição de São Paulo e por fim, descarregada na capital paulista sem nenhum contato humano. O processo de retirada e abastecimento de produtos desta carreta especial leva 5 minutos. “Montamos toda a carga fora do caminhão e depois, através de um sistema de esteiras motorizadas e elevadores, transportamos tudo para o interior da carreta”, explica Angel Medeiros diretor de Inovação Logística da Natura. O mesmo processo, de forma inversa, é feito para receber a carreta.

Hub é um grande armazém onde se estoca apenas produtos acabados. O hub da Natura armazenará 100% dos produtos de fabricação interna e por seus parceiros instalados em cidades próximas a Itupeva. De lá sairão cargas para oito centros de distribuição espalhados pelo Brasil e também para os países onde a empresa mantém operação internacional: Peru, Argentina, Colômbia, México, Chile e França. Em média serão movimentadas 60 carretas por dia.

“Estamos em localização privilegiada. O aeroporto de Viracopos e o porto de Santos são próximos, muitos de nossos parceiros e a principal fábrica da Natura ficam muito perto do hub. Dessa forma conseguiremos escoar nossa produção ainda mais rapidamente”, explica Josie Romero.

Para operar o sistema, cuja implementação contou com o apoio institucional da Investe São Paulo, foram gerados cerca de 180 empregos diretos e indiretos. A mão de obra é capacitada para fazer o hub funcionar com a mais alta tecnologia. O empreendimento começa a operar plenamente neste mês de maio e deve movimentar cerca de três mil pallets por dia.

Hub Natura

35 mil m2 de área construída
90 mil posições pallets
13 transelevadores de pallets
20 Navettes para armazenagem de caixas
2 robôs de despaletização automática
2 robôs de paletização automática (inclui pallets mistos)
2 esteiras telescópicas (carga à granel)
3,6 milhões de caixas
35 mil posições caixas
60 carretas por dia
Processo de retirada e abastecimento de carreta Ancra em 5 minutos
Carregamento de carreta à granel em 2 horas
3 mil pallets por dia
180 empregos diretos e indiretos

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10 maneiras de aumentar as vendas com B2B

Por Mauricio Di Bonifacio

Um dos principais objetivos de qualquer projeto de e-Commerce B2B é vender mais. Mas cada empresa tem seus objetivos que devem ser muito bem mapeados e priorizados para que a estratégia B2B dê resultado. Veja 10 maneiras que um e-Commerce B2B pode ajudar uma empresa com suas metas de aumentar as vendas.

Um dos principais objetivos de qualquer projeto de e-Commerce B2B é vender mais. Mas cada empresa tem seus objetivos que devem ser muito bem mapeados e priorizados para que a estratégia B2B dê resultado. Não dá para ter tudo ao mesmo tempo e agora. Tem que ser feito um plano de curto, médio e longo prazo entendendo as metas e qual foco será dado em cada fase e como se beneficiar do B2B. Talvez para alguns clientes o foco inicial do B2B seja conquistar novos clientes enquanto para outros é melhorar o relacionamento e vender mais para a base de clientes existente.
Para cada estratégia, um conjunto de planos de ação, métricas e metas devem ser estabelecidas.
Veja abaixo 10 maneiras que um e-Commerce B2B pode ajudar uma empresa com suas metas de aumentar as vendas:

1 – Captar novos clientes

Este é provavelmente o principal objetivo dentre as empresas que decidem adotar uma estratégia B2B. Principalmente em períodos de crise captar novos clientes significa diretamente oportunidades de novas receitas.
Novos clientes pulverizam a carteira de cliente, retiram dependências dos principais clientes e a cada novo cliente bem trabalhado, a chance de vens as recorrentes no longo prazo é muito maior.

2 – Reativar clientes antigos da base

A maioria das empresas que já estão estabelecidas possuem uma base de clientes inativos. Clientes que já fizeram compras ou que eram clientes regulares, mas que não colocam pedidos nem tem relacionamento comercial por um determinado período. Estes clientes já conhecem a empresa e já foram atendidos. Então a primeira ação que podemos pensar numa estratégia B2B é em como trabalhar com esta base.
Fazer ações, reativar contatos, montar ações promocionais com foco exclusivamente nestes clientes pode trazer bons e rápidos resultados.

3 – Aumentar o relacionamento com clientes

Quanto maior for o nível de relacionamento com os clientes, quanto mais a marca da empresa estiver sendo exposta para estes clientes, maior a chance de que o relacionamento comercial com este cliente aumente e seja constante.
Empresas que conseguem estabelecer uma comunicação constante e eficiente, vendem mais. Uma estratégia de marketing que foque em contatos constantes com seus clientes tende a ser mais eficiente. O uso de email marketing, tanto de comunicados

4 – Facilidade em comprar e rapidez em reposição de estoque

Quanto mais fácil for fazer negócios com uma empresa, mais os clientes irão comprar dela (assumindo que outros fatores como condição comercial e estoque sejam similares). Com a concorrência cada vez mais acirrada, empresas que dificultem seu cliente a comprar, estão com sérios problemas e com risco de não conseguirem sobreviver. Se o cliente precisa comprar um produto que acabou em seu estoque, ele precisa de agilidade, tanto na compra quanto na entrega. Se ele não conseguir fazer isto rápido, está perdendo vendas para seus consumidores. E se ele perde vendas, ele não está feliz.

5 – Aumentar a recorrência de venda

Tão importante quanto conseguir novos clientes, é fazer com que os clientes tenham uma recorrência de compras. O valor de um cliente se mede muito mais no relacionamento de longo prazo, e no quanto este cliente irá comprar ao longo dos próximos anos, do que apenas no primeiro pedido que ele fizer. Vendas recorrentes nos clientes da base tem um retorno muito maior, já que o custo de marketing e captação de cliente envolvido é bem menor.

6 – Vender para clientes pequenos ou pequenos pedidos

Muitas empresas tem problemas em “vender picado”. Seja no processo de venda, seja no processo logístico. Normalmente as empresas focam nos grandes clientes e nos grandes pedidos, e quando chega um cliente querendo fazer pedidos pequenos, algumas empresas preferem que ele seja atendido por uma rede de distribuidores e/ou atacadistas. Normalmente são clientes e pedidos que o custo de venda é muito alto pelo valor do pedido.
Mas se estes clientes puderem fazer seus pedidos num modelo de auto-atendimento, os custos comerciais podem ser bastante reduzido e a relação custo/benefício tende a melhorar.

7 – Cobertura Geográfica

Este é outro grande problema. Clientes geograficamente distantes demandam um alto custo de venda por questões como tempo e deslocamento. Mas uma plataforma B2B atende da mesma maneira um cliente que está do outro lado do quarteirão quanto o que está a 10.000 quilômetros de distância. Sem esta barreira geográfica, a empresa pode focar em clientes que antes não eram economicamente viáveis, vendendo para regiões que nunca seriam atendidas diretamente.

8 – Trabalhar efetivamente todo o catálogo de produto

Muitos representantes comerciais focam apenas nos produtos de maior giro e mais fáceis de vender, o bom e velho “pão quente”. Empresas que possuem um catálogo extenso de produtos invariavelmente tem problemas em divulgar e vender todo o catálogo. É comum que mesmo antigos clientes nem conheçam toda a linha de produtos de um fornecedor e comprem apenas os que saem mais. Montar estratégias de comunicação e marketing para mostrar todos os produtos sempre traz ganhos para a empresa que diversifica sua venda e aumenta o ticket médio dos pedidos.

9 – Aumentar participação dos produtos com maior margem

Outra conseqüência de trabalhar bem todo o catálogo, é que normalmente os produtos mais complexos e que demandam um maior conhecimento técnico para poder convencer os clientes de suas vantagens acabam ficando de lado. E muitos destes produtos são os que trazem a maior margem de lucro para a empresa. Vender o “pão quente” é fácil. Vender o produto diferenciado e mais complexo dá muito mais trabalho.

10 – Lançamento eficiente de novos produtos

No modelo tradicional de vendas, lançamentos de novos produtos sempre exigem gastos significativos como materiais impressos, eventos de lançamento, plano de visitas aos clientes, etc. Com uma plataforma de e-Commerce B2B, esta tarefa pode ter um grande auxílio do mundo digital. É muito mais rápido e barato montar vídeos e experiências virtuais, descritivos técnicos digitais e divulgar isto pela internet do que fazer tudo presencial. E quanto mais rápido um produto for apresentado ao mercado, mais rápido ele gera vendas e receitas para a empresa.

Resumindo tudo isto, uma estratégia B2B, aliada a uma plataforma profissional de e-Commerce B2B pode trazer muitos resultados. As empresas tem pela primeira vez a chance de atingir 100% de seu mercado potencial, levando todo seu catálogo de produtos, comunicações e promoções e facilitando muito a vida de seu cliente.

Mauricio Di Bonifacio é sócio-diretor da Vertis (www.vertisnet.com.br), uma das principais empresas de soluções de e-Commerce B2C (varejo) e B2B (indústria/atacado). Atua desde 2000 em importantes projetos de e-Commerce B2B e B2C.

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Capgemini apresenta aumento de 10.5% no faturamento do primeiro trimestre graças a crescimento na América do Norte

O Grupo Capgemini gerou receita consolidada de ?2.764 milhões no primeiro trimestre de 2015, o que representa um aumento de 10.5%, com câmbio e estrutura atuais do Grupo, em relação ao primeiro trimestre de 2014. Considerando câmbio e estrutura constantes, o crescimento da receita do Grupo foi de 1.5%*.

“Em um ambiente econômico relativamente melhor e apesar da queda prevista da receita de um importante contrato do Grupo, a Capgemini obteve um sólido desempenho no primeiro trimestre de 2015.

A Capgemini registrou um excelente desempenho na América do Norte, onde a receita cresceu 11.7% com a mesma base de comparação e 33.8% com câmbio e estrutura do Grupo constantes. As regiões da Ásia-Pacífico e da América Latina registraram um crescimento orgânico de 22.9%.

A Capgemini Consulting conseguiu sua recuperação graças ao foco em transformação digital. A empresa melhorou seu desempenho crescendo 3.1% no primeiro trimestre, após vários trimestres consecutivos de queda.

Finalmente, registrou uma grande evolução de 10.3% em vendas, confirmando o alinhamento do nosso portfólio com as demandas dos clientes. A receita de SMAC (Social, Mobile, Analytics e Cloud Computing) cresceu 22% em relação ao mesmo período do ano anterior e representa 17% da receita do primeiro trimestre[1].

A inovação e a industrialização continuam sendo as prioridades do Grupo e representam dois importantes fatores para o fornecimento contínuo de serviços de qualidade e inovadores aos nossos clientes”, afirma o presidente e CEO do Grupo Capgemini, Paul Hermelin.

(em milhões de euros) 1º trim. 2014
1º trim. 2015
Variação
com estrutura do Grupo e câmbio constantes Variação
com estrutura atual do Grupo e câmbio atual
Receita 2.503 2.764 +1,5%* +10.5%*

(*) A diferença entre os dois percentuais se deve, principalmente, à integração da Euriware e à evolução do dólar dos EUA e da libra esterlina.

Resultados por DIVISÃO

Com a mesma base de comparação, a divisão de Serviços de Consultoria (4% da receita do Grupo) registrou um crescimento de 3.1% na receita. A divisão de Serviços Profissionais Locais (Sogeti) (15% da receita do Grupo) ficou estável (+0,5%) e a de Serviços de Aplicações (57% da receita) registrou crescimento de 4.6%. Outros serviços gerenciados (24% da receita do Grupo) apresentaram contração de 5.1%, devido à modificação programada do contrato acima mencionado.

Operações NAS PRINCIPAIS REGIÕES

Com a mesma base de comparação, a América do Norte registrou crescimento de 11.7%. O Reino Unido apresentou queda de 16.1%. A receita na França foi um pouco mais dinâmica do que no segundo trimestre de 2014, registrando crescimento de 1.2%. Em Benelux permaneceu praticamente estável, com acréscimo de 0.9%. No restante da Europa o crescimento foi um pouco maior, com aumento de 3% da receita. Finalmente, as regiões da Ásia-Pacífico e América Latina registraram o maior crescimento, com +22.9%.

NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS

Em 31 de março de 2015, o Grupo contava com 147.016 funcionários. O número de empregados offshore totalizou 69.965, representando 48% do número total de pessoas. Além disso, em abril de 2015, o Grupo cruzou a barreira dos 60 mil funcionários na Índia.

VENDAS

As vendas durante o primeiro trimestre de 2015 totalizaram ?2.680 milhões, representando um aumento de 10.3% em relação ao mesmo período de 2013, com a mesma base de comparação.

PROJEÇÃO PARA 2015

Considerando os resultados do primeiro trimestre, o Grupo aumentou sua meta de crescimento para 2015. A Capgemini prevê crescimento da receita, com câmbio e estrutura atuais, de, no mínimo, 5% (apesar de ter comunicado uma meta de crescimento de 3% a 5% em fevereiro). Além disso, o Grupo confirma como meta uma margem operacional entre 9.5% e 9.8%. A companhia projeta o fluxo de caixa orgânico livre para mais de ?600 milhões.

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Terceirização: Senado cria pesquisa em portal sobre projeto de lei 4330/04

O Projeto de Lei 4330/04, que regulamenta a terceirização, foi aprovado na Câmara dos Deputados e encaminhado para votação no Senado Federal essa semana, passando a tramitar como PLC 30/2015.

Para ampliar o debate sobre o tema, o Senado Federal lançou uma pesquisa de opinião no seu portal para que o cidadão possa opinar sobre o projeto de lei, respondendo se é a favor ou não da aprovação do projeto.

Importante a mobilização e engajamento de todos na participação dessa pesquisa, pois o seu resultado poderá ser um forte influenciador dos parlamentares quando da sua votação.

Contamos com a sua participação na votação da pesquisa a favor da aprovação desse projeto (PLC 30/2015), que regulamentará terceirização e trará segurança e proteção para empresas e trabalhadores rumo a um Brasil melhor.

O link do portal do Senado para votação segue abaixo:

http://www12.senado.gov.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=120928

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TIVIT investirá R$ 170 milhões na América Latina em 2015

A TIVIT, empresa líder em serviços integrados de Tecnologia, anuncia o investimento de R$ 170 milhões na América Latina em 2015. Os recursos serão utilizados de maneira estratégica para suportar as atividades da companhia durante o ano: 65% destinados ao crescimento de suas operações, incluindo infraestrutura e conquista de novos clientes; e 35% em atualizações tecnológicas para suportar os serviços oferecidos atualmente.

A expectativa da companhia é manter o ritmo de crescimento neste ano e atingir um faturamento de R$ 2,5 bilhões, um aumento de cerca de 20% sobre 2014. “Para atingir nossas metas, iremos adotar uma estratégia de crescimento orgânico e vendas cruzadas, estendendo contratos com os clientes existentes e oferecendo novos serviços em nosso portfólio”, explica André Frederico, diretor de Desenvolvimento Corporativo da TIVIT.

As áreas de Cloud Computing, Segurança da Informação e Smart Systems são estratégicas para a TIVIT, com a expectativa de se fortalecerem ainda mais neste ano. Verticais nas quais a companhia já tem expertise, como meios de pagamento, bancos, seguradoras e utilities também permanecem no planejamento da empresa.

No ano passado, a TIVIT fechou seu balanço com um faturamento de R$ 2 bilhões, um número recorde em toda a sua história. O ano de 2014 foi um marco para a empresa, que fortaleceu sua atuação internacional, expandindo sua presença em mais sete países da América Latina: Brasil, Chile, Colômbia, Argentina, Peru, Panamá e Equador.

Operações latinas

Depois do Brasil, as maiores operações da TIVIT na América Latina estão no Chile e na Colômbia. A expectativa de crescimento para os países é de 10 à 15%, com a adoção de uma estratégia de crescimento orgânico e venda cruzada. Os setores de utilities, mineração e varejo estão entre as principais verticais do mercado chileno. Já a Colômbia também compartilha da expertise em utilities e traz sua experiência no segmento de Óleo & Gás para o portfólio atual da companhia.

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Segurança da Informação: Assespro-Paraná e Sucesu-PR oferecem serviço para associados

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Associados da Assespro e da Sucesu no Paraná vão poder contar com uma política de segurança da informação voltada para produtores e
compradores de serviços e produtos de tecnologia e telecomunicações. normas e treinamentos padronizados para garantir a segurança de dados próprios clientes e fornecedores. A parceria foi viabilizada em um acordo com a empresa Consultcorp e o escritório do advogado Guilherme Guimarães.

“Nós trazemos uma experiência de vários anos no direito digital para apresentar às empresas, independente de porte e segmento, soluções
para garantir a segurança de suas informações”, explica o advogado Guilherme Guimarães, que acrescenta: “hoje, em mais de 90% das empresas brasileiras, os dados já nascem em um ambiente digital. E a maioria não sabe como proteger esse ativo. Muitos empresários ainda não implantaram práticas de segurança. Alguns já tomam medidas para garantir essa segurança, mas não revisam essas normas com o passar do tempo. Em seis meses, essa política já pode ser obsoleta, trazendo riscos jurídicos para as empresas”.

Fernando Misato, da Consultcorp, especializada em segurança da informação, comemora a parceria com a Assespro-Paraná e a Sucesu-PR. ” Trabalhar com essas entidades, que são muito representativas no uso de tecnologia, para ter ou chancelar uma política de segurança, vai garantir os direitos das empresas. Vamos ter essa política de uma maneira muito simples com uma chancela muito forte das duas
associações. Lincoln Moreira, presidente da Sucesu-PR, afirma que “está muito feliz de poder oferecer aos usuários de informática e telecomunicações esse serviço em parceria com empresas especializadas em segurança da informação. Hoje é uma das coisas mais importantes. É uma área onde se investe muito dinheiro em todas as empresas”.

Sandro Molés da Silva, presidente da Assespro-Paraná, diz que “o convênio é muito importante porque os associados sempre trabalham com informações estratégicas e sigilosas, principalmente de clientes. Há sempre risco de vazamento, podendo causar algum passivo em discussões na justiça. Algumas empresas criam medidas de segurança mas, muitas vezes, são soluções caseiras que não contemplam todas as normas que devem ser seguidas”.

Os detalhes do acordo e os valores do novo serviço vão ser divulgados nos próximos eventos da Assespro e da Sucesu no Paraná.

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